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Sujeito a alteração sem prévio aviso. - Código 00004 - Data Junho 2007 - Versão 01.

aviso. - Código 00004 - Data Junho 2007 - Versão 01. Brasil Rui Barbosa, 1020 -

Brasil

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Manual de

Aplicação

de Compressores

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Õndice

 

P·g.

I. IntroduÁ„o

03

II.

O circuito de refrigeraÁ„o

04

III.

Compressor hermÈtico

06

IV.

DiagnÛstico do Problema

11

V.

Procedimento para trocar o compressor hermÈtico

34

VI.

RecomendaÁıes Adicionais Importantes

46

VII. InformaÁıes complementares

64

Adicionais Importantes 46 VII. InformaÁıes complementares 64 Manual de AplicaÁ„o de Compressores 1

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

1
1
2 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
2
2

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

I

I
I
I

Caro refrigerista!

IntroduÁ„o

Desde a sua fundaÁ„o, em marÁo de 1971, a Embraco tem buscado fortalecer sua relaÁ„o com seus clientes. Esta relaÁ„o tem sido traduzida no seu compromisso de fornecimento de informaÁıes tÈcnicas oportunas que contribuam para desenvolvimento profissional dos nossos parceiros refrigeristas.

Este Manual tem por objetivo facilitar seu trabalho. Ele È um valioso auxiliar para a localizaÁ„o de defeitos nos sistemas de refrigeraÁ„o. VocÍ ver· que raramente È necess·rio trocar um compressor hermÈtico. Geralmente as falhas est„o em outras partes do sistema.

Mas se for preciso substituir o compressor, este Manual vai lhe ajudar a fazer isso passo a passo, mesmo que vocÍ n„o tenha o equipamento completo.

O Manual tambÈm traz algumas dicas para prolongar a vida ˙til do compressor hermÈtico.

S„o informaÁıes simples e ˙teis.

Tenha sempre este Manual no seu bolso.

Bom trabalho

e muitos clientes satisfeitos.

Para outras informaÁıes, consulte nosso site na

Internet, no seguinte endereÁo wwwwwwwwwwwwwww.embraco.com.br.embraco.com.br.embraco.com.br

embraco.com.br.embraco.com.br

embraco.com.br.embraco.com.br Manual de AplicaÁ„o de Compressores 3

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

3
3

O circuito

de

refrigeraÁ„o

II
II

II

II

Conforme a figura abaixo, podemos observar os componentes indispens·veis para o funcionamento da maioria dos circuitos de refrigeraÁ„o.

Evaporador

principal

Fluido refrigerante na forma lÌquida e/ou mesclado

Linha de descarga

Condensador

Fluido refrigerante na forma gasosa, super aquecido (alta press„o)

Filtro secador

Compressor

aquecido (alta press„o) Filtro secador Compressor Placa fria ou evaporador secund·rio Linha de sucÁ„o

Placa fria ou evaporador secund·rio

Linha de sucÁ„o

Fluido refrigerante na forma gasosa (baixa press„o)

Tubo capilar

Figura 1 - Funcionamento de um sistema b·sico de refrigeraÁ„o

Tubo capilar Figura 1 - Funcionamento de um sistema b·sico de refrigeraÁ„o 4 Manual de AplicaÁ„o
4
4

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

II
II

Veremos a seguir como funciona um sistema b·sico de refrigeraÁ„o:

O compressor succiona o fluido refrigerante do

evaporador, reduzindo a press„o nesse componente.

O fluido È comprimido pelo compressor e segue

para o condensador. No condensador o fluido refrigerante, sob alta press„o, libera o calor para o ambiente e se torna lÌquido. O prÛximo componente do circuito È o elemento de controle, que pode ser um tubo capilar ou uma v·lvula de expans„o. O elemento de controle reduz a press„o do refrigerante lÌquido que foi formado no condensador. Essa reduÁ„o de press„o permite a evaporaÁ„o do refrigerante, que volta ao estado gasoso ao passar pelo evaporador.

A mudanÁa do estado lÌquido para o gasoso,

necessita de calor. Desta forma, o fluido refrigerante retira o calor de dentro do sistema de refrigeraÁ„o atravÈs do evaporador. O condensador libera esse calor para o ambiente. O elemento de controle oferece certa resistÍncia ‡ circulaÁ„o do refrigerante, separando o lado de alta press„o (condensador) do lado de baixa press„o (evaporador).

O sistema de refrigeraÁ„o usa ainda um filtro

secador com dessecante para reter, caso houver, umidade residual existente no sistema.

O tubo resfriador de Ûleo, que existe em alguns

compressores, serve para reduzir a temperatura

do compressor.

H· sistemas, finalmente, que utilizam um acumulador de sucÁ„o para evaporar restos de refrigerante lÌquido, evitando seu retorno pela linha de sucÁ„o.

restos de refrigerante lÌquido, evitando seu retorno pela linha de sucÁ„o. Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

5
5

Compressor

hermÈtico

III
III

III

III

O compressor È um componente muito importante

no circuito de refrigeraÁ„o. … dele, a funÁ„o de fazer a circulaÁ„o do fluido refrigerante dentro do circuito.

1 - AplicaÁ„o de Compressores

A escolha de um compressor para um

determinado equipamento de refrigeraÁ„o depende dos seguintes fatores:

1.1 - Elemento de Controle

Como j· vimos, todo o sistema de refrigeraÁ„o necessita de um elemento de controle que pode ser uma v·lvula de expans„o ou um tubo capilar.

Em circuitos dotados de tubo capilar, as pressıes nos lados de sucÁ„o e descarga se equalizam durante a parada do compressor. Neste tipo de circuito, o compressor È dotado de um motor com baixo torque de partida.

J· num circuito com v·lvula de expans„o, somente h· fluxo de refrigerante pela v·lvula enquanto o compressor estiver ligado. Logo, as pressıes entre a sucÁ„o e a descarga n„o equalizam. Neste caso, o compressor È dotado de um motor com alto torque de partida.

Neste caso, o compressor È dotado de um motor com alto torque de partida. 6 Manual
6
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

III
III

Os motores de compressores apropriados para estes dois sistemas s„o denominados:

LST ñ Low Starting Torque Baixo torque de partida, empregado em sistemas com tubo capilar. HST ñ Hight Starting Torque Alto torque de partida, empregado em sistemas com v·lvula de expans„o.

ClassificaÁ„o

Sistema de

Compressores

Exemplo de

Controle

Indicados

AplicaÁ„o

     

Refrigeradores,

Todos os

freezers, balcıes

LST

Tubo Capilar

compressores

comerciais,

Embraco

bebedouros e

refresqueiras

   

Somente compressores que apresentam a letra X no cÛdigo do modelo

Balcıes

V·lvula de Expans„o (ou Tubo Capilar)

comerciais,

HST

expositores e

refrigeradores

 

Ex: FFI12BX,

para aÁougue

FFI12HBX etc

Os compressores HST podem ser aplicados em sistemas que utilizam compressores LST (tubo capilar) quando os perÌodos de parada s„o muito curtos, n„o permitindo a equalizaÁ„o das pressıes. Entretanto, os compressores LST n„o podem ser aplicados em sistemas com v·lvula de expans„o.

1.2 - Temperatura de EvaporaÁ„o Outro fator que influi na escolha do compressor È a faixa de temperatura de evaporaÁ„o que o sistema requer. Assim, podemos apontar dois extremos:

ï Congeladores que trabalham com temperaturas bastante baixas, variando entre ñ25 o C ‡ ñ35 o C.

com temperaturas bastante baixas, variando entre ñ25 o C ‡ ñ35 o C. Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

7
7

ï Desumidificador que trabalha com temperatura de evaporaÁ„o acima de 0 o C.

A absorÁ„o de calor pelo refrigerante vai

depender da temperatura de evaporaÁ„o.

A uma determinada temperatura no

evaporador corresponde uma determinada

press„o. A densidade do g·s È alta em temperaturas baixas e, portanto, somente uma pequena quantidade de calor poder· ser absorvida durante a evaporaÁ„o. Se

a evaporaÁ„o ocorrer a uma temperatura

mais alta, por exemplo, 0 o C, a press„o e

a densidade aumentar„o e a quantidade de calor absorvida ser· maior.

Por esta raz„o, podemos concluir que o trabalho realizado pelo motor num compressor para alta temperatura de evaporaÁ„o ser· maior que o realizado pelo mesmo compressor em baixa temperatura de evaporaÁ„o.

Consequentemente, motores para aplicaÁ„o em sistemas de alta press„o de evaporaÁ„o devem ter torque mais elevado de funcionamento.

Os compressores podem ser classificados quanto sua aplicaÁ„o:

HBP ñ High Back Pressure (alta press„o de retorno) Alta temperatura de evaporaÁ„o

MBP ñ Medium Back Pressure (mÈdia press„o de retorno) MÈdia temperatura de evaporaÁ„o

LBP ñ Low Back Pressure (baixa press„o de retorno) Baixa temperatura de evaporaÁ„o

III
III
Pressure (baixa press„o de retorno) Baixa temperatura de evaporaÁ„o III 8 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
8
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

III
III

Dependendo do modelo de compressor, sua aplicaÁ„o pode se estender desde a classificaÁ„o LBP atÈ a HBP (ver tabela abaixo).

ClassificaÁ„o

Temperatura de

EvaporaÁ„o

Exemplo de

AplicaÁ„o

Freezers e

Refrigeradores

LBP

-35 o C atÈ -10 o C

L/MBP

-35 o C atÈ -5 o C

Balcıes Comerciais

e Bebedouros

HBP

-5 o C atÈ +15 o C

Desumidificadores,

Refresqueiras e

Bebedouros

No momento da escolha do modelo para reposiÁ„o, È muito importante verificar qual era o compressor original. Como vocÍ sabe, as condiÁıes de funcionamento do compressor podem variar de acordo com cada projeto. Desta forma, podem haver bebedouros que necessitam de um compressor HBP enquanto outros aplicam um L/MBP.

1.3 - Tipo de Fluido Refrigerante

A Embraco disponibiliza no mercado

compressores para aplicaÁıes com os fluÌdos refrigerantes: R 12 e/ou misturas (Blends), R 134a e R 600a.

Estes compressores diferem entre si internamente (motor, bomba, tipo de Ûleo, deslocamento, entre outros) com

o objetivo de apresentar o melhor

desempenho e assegurar um produto de alta confiabilidade.

de apresentar o melhor desempenho e assegurar um produto de alta confiabilidade. Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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Para facilitar a identificaÁ„o, existem etiquetas especÌficas colocadas no corpo do compressor, evidenciando o fluido refrigerante.

III
III
corpo do compressor, evidenciando o fluido refrigerante. III Figura 2 ñ Etiqueta do compressor Figura 3

Figura 2 ñ Etiqueta do compressor

fluido refrigerante. III Figura 2 ñ Etiqueta do compressor Figura 3 ñ Etiqueta do compressor para

Figura 3 ñ Etiqueta do compressor para fluido refrigerante R 600a

Figura 4 ñ Etiqueta do compressor para fluido refrigerante R 134a

4 ñ Etiqueta do compressor para fluido refrigerante R 134a Desde setembro de 1997, a Embraco
Desde setembro de 1997, a Embraco aprovou algumas misturas de fluÌdos refrigerantes (blends) para aplicaÁ„o
Desde setembro de 1997, a Embraco
aprovou algumas misturas de fluÌdos
refrigerantes (blends) para aplicaÁ„o em
seus compressores e, somente os que
apresentarem a respectiva etiqueta estar„o
aptos a trabalhar com as misturas.
!
AtenÁ„o
As misturas (blends) de fluÌdos
refrigerantes aprovados para
uso nos compressores
Embraco s„o: FX 56, MP 39,
MP 66 e ISCEON 49.
Misturas aprovadas
somente para uso com
o compressor R 12.
Misturas aprovadas somente para uso com o compressor R 12. Figura 5 ñ Etiqueta para compressores

Figura 5 ñ Etiqueta para compressores que podem usar misturas

compressor R 12. Figura 5 ñ Etiqueta para compressores que podem usar misturas 10 Manual de
10
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV

IV
IV
IV

DiagnÛstico

do problema

Antes de trocar qualquer componente do sistema de refrigeraÁ„o, o bom refrigerista realiza um diagnÛstico completo, a fim de identificar a real causa do problema.

Apresentamos a seguir uma Tabela com as falhas mais freq¸entes de um sistema de refrigeraÁ„o e suas possÌveis causas.

Para cada problema apresentado, vocÍ encontrar· as suas possÌveis causas assinaladas com um ( ï ). Os problemas est„o relacionados na parte superior da Tabela. Acompanhe as setas indicativas e vocÍ encontrar· um (ï ) em cada uma das possÌveis causas. Na mesma linha de cada uma dessas causas vocÍ encontrar· o n˙mero do item relativo ‡ providÍncia necess·ria para sanar o defeito. Procure no Manual o item correspondente ‡quela providÍncia e bom trabalho.

Procure no Manual o item correspondente ‡quela providÍncia e bom trabalho. Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

11
11

Exemplo:

PROBLEMA

O refrigerador refrigera muito

(1™ coluna da Tabela dos Principais Problemas do Refrigerador - Parte 1).

POSSÕVEL CAUSA

IV
IV

LigaÁ„o errada na caixa de conexıes (primeiro (ï) na 1™ coluna).

PROVID NCIAS

Item 2.2. Procurando esse item no Manual vocÍ encontrar·:

Verifique as ligaÁıes com auxÌlio do esquema elÈtrico do refrigerador. Se as ligaÁıes estiverem corretas, volte ‡ Tabela e vocÍ encontrar· na 1™ coluna outro (ï).

Essa ser· outra possÌvel causa do

problema:

Termostato n„o desliga. Na mesma linha vocÍ encontrar· a providÍncia (item 4.3). Procure no Manual esse item e l· estar·

a providÍncia: Verifique se a fixaÁ„o do

bulbo do termostato est· correta. Gire o bot„o do termostato para o ponto mÌnimo (menos frio) e verifique se o compressor

desliga. Se o problema continuar, substitua

o termostato. Se for preciso, vocÍ ainda

encontrar· outras possÌveis causas para

o problema, sempre com as providÍncias

necess·rias. Experimente. VocÍ ver· que

È bem mais f·cil do que parece.

necess·rias. Experimente. VocÍ ver· que È bem mais f·cil do que parece. 12 Manual de AplicaÁ„o
12
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

Tabela dos Principais Problemas do Refrigerador - Parte 1

REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA MUITOMUITOMUITOMUITOMUITO REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA
REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA MUITOMUITOMUITOMUITOMUITO
REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA POUCOPOUCOPOUCOPOUCOPOUCO
CHOQUECHOQUECHOQUECHOQUECHOQUE EL…TRICOEL…TRICOEL…TRICOEL…TRICOEL…TRICO
RUÕDOSRUÕDOSRUÕDOSRUÕDOSRUÕDOS
SUORSUORSUORSUORSUOR EXTERNOEXTERNOEXTERNOEXTERNOEXTERNO NONONONONO GABINETEGABINETEGABINETEGABINETEGABINETE
SUORSUORSUORSUORSUOR INTERNOINTERNOINTERNOINTERNOINTERNO NONONONONO GABINETEGABINETEGABINETEGABINETEGABINETE
ALALALALALTOTOTOTOTO CONSUMOCONSUMOCONSUMOCONSUMOCONSUMO DEDEDEDEDE ENERGIAENERGIAENERGIAENERGIAENERGIA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR NNNNN OOOOO LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO NNNNN OOOOO AAAAATUATUATUATUATUA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR NNNNN OOOOO LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO AAAAATUATUATUATUATUA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO AAAAATUATUATUATUATUA
PROVID NCIAS
POSSÕVEIS CAUSAS - ORIGEM EL…TRICA
VEJA ITEM DO CAP. IV
Falta de tens„o na tomada
1.1.1
Tens„o muito baixa
1.1.2
Tens„o muito alta
1.1.3
Cabo de forÁa ou fiaÁ„o interrompida
2.1
LigaÁ„o errada na caixa de conexıes
2.2
FiaÁ„o ou componentes elÈtricos em contato
com partes met·licas
2.3
Componentes elÈtricos que n„o d„o passagem
de corrente ao compressor
2.4
L‚mpada interna n„o apaga
2.5
Transformador inadequado
2.6
Falta de aterramento ou aterramento inadequado
3.0
Termostato desligado
4.1
Termostato sem passagem de corrente pelos contatos
4.2
Termostato n„o desliga
4.3
Termostato regulado na posiÁ„o m·xima (mais fria)
4.4
Termostato regulado na posiÁ„o mÌnima (menos fria)
4.5
Termostato gerando ruÌdo
4.6
Termostato com bulbo solto
4.7
Termostato com bulbo fora da posiÁ„o original
4.8
Termostato com atuaÁ„o irregular ou com defeito
4.9
Termostato inadequado
4.10
Protetor tÈrmico incorreto
5.1
Protetor tÈrmico defeituoso
5.2
RelÈ de partida
6.0
Capacitor de partida incorreto
7.1
Capacitor de partida defeituoso
7.2
Compressor ligado em tens„o diferente da especificada
19.1
Enrolamento do motor do compressor interrompido ou queimado
19.2
Compressor com passagem de corrente para a carcaÁa
19.3
Compressor com alta amperagem (corrente elevada)
19.9
para a carcaÁa 19.3 Compressor com alta amperagem (corrente elevada) 19.9 Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

13
13

Tabela dos Principais Problemas do Refrigerador - Parte 2

IV
IV
REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA MUITOMUITOMUITOMUITOMUITO REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA
REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA MUITOMUITOMUITOMUITOMUITO
REFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERAREFRIGERA POUCOPOUCOPOUCOPOUCOPOUCO
CHOQUECHOQUECHOQUECHOQUECHOQUE EL…TRICOEL…TRICOEL…TRICOEL…TRICOEL…TRICO
RUÕDOSRUÕDOSRUÕDOSRUÕDOSRUÕDOS
SUORSUORSUORSUORSUOR EXTERNOEXTERNOEXTERNOEXTERNOEXTERNO NONONONONO GABINETEGABINETEGABINETEGABINETEGABINETE
SUORSUORSUORSUORSUOR INTERNOINTERNOINTERNOINTERNOINTERNO NONONONONO GABINETEGABINETEGABINETEGABINETEGABINETE
ALALALALALTOTOTOTOTO CONSUMOCONSUMOCONSUMOCONSUMOCONSUMO DEDEDEDEDE ENERGIAENERGIAENERGIAENERGIAENERGIA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR NNNNN OOOOO LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO NNNNN OOOOO AAAAATUATUATUATUATUA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR NNNNN OOOOO LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO AAAAATUATUATUATUATUA
NNNNN OOOOO FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA.FUNCIONA. COMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSORCOMPRESSOR LIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETORLIGA/PROTETOR T…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICOT…RMICO AAAAATUATUATUATUATUA
PROVID NCIAS
POSSÕVEIS CAUSAS - ORIGEM MEC¬NICA
VEJA ITEM DO CAP. IV
Condensador mal fixado - tubos met·licos em contato
8.1
ObstruÁ„o parcial da tubulaÁ„o
8.2
ObstruÁ„o do tubo capilar por umidade
8.3
Condensador sujo, coberto ou com falta de circulaÁ„o de ar
8.4
Nivelamento incorreto do refrigerador ou da base do compressor
9.1
RuÌdos provocados por outros componentes
9.2
Compressor encostado na parede ou no gabinete
9.3
M· vedaÁ„o da porta
10.0
LocalizaÁ„o do refrigerador inadequada
11.0
Umidade relativa do ar muito elevada (acima de 85%)
12.0
Refrigerador sem bandeja divisÛria do congelador
13.0
Refrigerador utilizado em demasia
14.0
Refrigerador utilizado incorretamente
15.0
Encharcamento do isolamento (l„ de vidro)
16.1
DeterioraÁ„o ou falta de isolamento tÈrmico
16.2
Expans„o de fluido refrigerante no evaporador
17.1
Excesso de carga de fluido refrigerante no refrigerador
17.2
Falta de fluido refrigerante
17.3
Vazamento de fluido refrigerante
17.4
UtilizaÁ„o de v·lvula de expans„o
18.0
FixaÁ„o inadequada do compressor
19.4
Compressor inadequado ao sistema
19.5
Compressor com baixa capacidade
19.6
Compressor com ruÌdo interno
19.7
Compressor trancado
19.8
capacidade 19.6 Compressor com ruÌdo interno 19.7 Compressor trancado 19.8 14 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
14
14

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

1 - Problemas e ProvidÍncias

1.1 - Tens„o

1.1.1 - Falta de tens„o na tomada Verifique com um voltÌmetro ou l‚mpada de teste.

1.1.2 - Tens„o muito baixa Para eliminar os problemas de tensıes inferiores a 103V (nominal 115V) e 198V (nominal 220V), recomendamos o uso de um estabilizador de tens„o no final do Manual). Quando o compressor n„o parte, na maioria das vezes o problema pode ser resolvido com um capacitor de partida adequado (consulte a Tabela de AplicaÁ„o de Compressores).

1.1.3 - Tens„o muito alta Para eliminar o problema de tensıes superiores a 132V (nominal 115V) e 240V (nominal 220V) recomendamos o uso de um estabilizador de tens„o.

2 - Componentes ElÈtricos

2.1 - Cabo de forÁa ou fiaÁ„o interrompida

Com uma l‚mpada de teste ou ohmÌmetro, verifique se o cabo ou a fiaÁ„o n„o est„o interrompidos. Verifique tambÈm o plug.

se o cabo ou a fiaÁ„o n„o est„o interrompidos. Verifique tambÈm o plug. Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

15
15

2.2 - LigaÁ„o errada na caixa de conexıes

Verifique as ligaÁıes com auxÌlio do esquema elÈtrico do refrigerador.

IV
IV

2.3 - FiaÁ„o ou componentes elÈtricos em contato com partes met·licas

Verifique se existe falha no isolamento de um componente elÈtrico que esteja em contato com partes met·licas. Elimine a falha.

2.4 - Componentes elÈtricos que n„o d„o passagem de corrente ao compressor

Defeito em componentes como termostato, transformador auxiliar, timer etc. Verifique.

2.5 - L‚mpada interna n„o apaga

Verifique se o interruptor da l‚mpada apresenta algum problema como mau contato, fixaÁ„o incorreta etc.

2.6 - Transformador inadequado

Verifique se o transformador È o especificado, conforme tabela do capÌtulo VI, item 4.

3 - Falta de Aterramento ou Aterramento Inadequado

3.1 - Descarga elÈtrica

Verifique a ligaÁ„o terra. Se necess·rio, refaÁa o aterramento.

elÈtrica Verifique a ligaÁ„o terra. Se necess·rio, refaÁa o aterramento. 16 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
16
16

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

4 - Termostato

4.1 - Termostato desligado

Gire o bot„o do termostato atÈ o ponto m·ximo (mais frio) e observe se o compressor d· a partida.

4.2 - Termostato sem passagem de corrente pelos contatos

Instale um fio-ponte entre os terminais do termostato. Se o compressor der a partida, substitua o termostato.

4.3 - Termostato n„o desliga

Verifique se a fixaÁ„o do bulbo do termostato est· correta. Gire o bot„o do termostato para o ponto mÌnimo (menos frio) e verifique se o compressor desliga. Se o problema continuar, substitua o termostato.

4.4 - Termostato regulado na posiÁ„o m·xima (mais fria)

Gire o bot„o do termostato para o ponto mÌnimo (menos frio) e verifique se o compressor desliga dentro da faixa de uso. Regule o termostato e instrua o usu·rio quanto ‡ utilizaÁ„o correta.

4.5 - Termostato regulado na posiÁ„o mÌnima (menos fria)

Regule o termostato na posiÁ„o adequada e instrua o usu·rio quanto ‡ utilizaÁ„o correta.

na posiÁ„o adequada e instrua o usu·rio quanto ‡ utilizaÁ„o correta. Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

17
17

4.6 - Termostato gerando ruÌdo

Informe o usu·rio que È normal um estalo na operaÁ„o de liga e desliga do termostato. Mas verifique se o termostato est· corretamente fixado.

4.7 - Termostato com bulbo solto

IV
IV

Fixe corretamente o bulbo do termostato.

4.8 - Termostato com bulbo fora da posiÁ„o original

Posicione o bulbo de acordo com o que foi previsto pelo fabricante.

4.9 - Termostato com atuaÁ„o irregular ou com defeito

Substitua o termostato.

4.10 - Termostato inadequado

Verifique se o modelo do termostato utilizado È o indicado pelo fabricante. Se necess·rio, consulte o fabricante do sistema de refrigeraÁ„o.

5 - Protetor TÈrmico

5.1 - Protetor tÈrmico incorreto

Verifique se o protetor tÈrmico È o recomendado. N„o sendo, troque o conjunto relÈ de partida e protetor pelo especificado. Se necess·rio, consulte o revendedor autorizado ou a Embraco.

especificado. Se necess·rio, consulte o revendedor autorizado ou a Embraco. 18 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
18
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

5.2 - Protetor tÈrmico defeituoso

PrPrPrPrProtetorotetorotetorotetorotetor tÈrtÈrtÈrtÈrtÈrmicomicomicomicomico 3/4"3/4"3/4"3/4"3/4"

Verifique se h· oxidaÁ„o nos terminais e se o disco bimet·lico do protetor tÈrmico n„o est· torto. Verifique tambÈm se h· passagem de corrente entre os terminais 3 em 1 (fig. 6). Em caso de avaria ou de n„o passagem de corrente, substitua o protetor e o relÈ de partida.

1 3
1
3

Figura 6 ñ Protetor tÈrmico æî sem rabicho

1 3
1
3

Figura 7 ñ Protetor tÈrmico æî com rabicho

ProtetorProtetorProtetorProtetorProtetor tÈrmicotÈrmicotÈrmicotÈrmicotÈrmico 4TM4TM4TM4TM4TM

Verifique se h· oxidaÁ„o dos terminais (fÍmea e macho) e se h· passagem de corrente entre os mesmos. Em caso de avaria ou de n„o passagem de corrente, substitua o protetor 4TM (fig. 8).

Terminal fÍmea Terminal macho
Terminal
fÍmea
Terminal
macho
o protetor 4TM (fig. 8). Terminal fÍmea Terminal macho Figura 8 ñ Protetor tÈrmico 4TM Manual

Figura 8 ñ Protetor tÈrmico 4TM

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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19

6 - RelÈ de Partida

Retire o relÈ do compressor, verifique se o relÈ de partida È o recomendado. Os relÈs para compressores de alto torque de partida, modelos ìXî (por ex.: FF8.5BX / FF10BX e FFI12HBX),

nonononono devem ter ponte (fio de cobre) entre terminais 11 e 13. Esta ligaÁ„o,

obrigatoriamente, deve ser feita atravÈs do capacitor de partida. J· para os demais modelos onde o uso do capacitor n„o È obrigatÛrio, os relÈs devem terterterterter uma ponte ligando os terminais 11 e 13.

11 10 13 12
11
10
13
12

Figura 9 ñ RelÈ curto

IV
IV
11 10 13 12
11
10
13
12

Figura 10 ñ RelÈ longo

6.1 - RelÈ eletromec‚nico ìF, EG e PWî

6.1.1

12 13 10 11
12
13
10
11

- Com o relÈ na posiÁ„o vertical, bobina para

baixo, verifique se h·

continuidade entre os

terminais 10 e 11 do relÈ. Se n„o houver, troque o relÈ.

Figura 11 ñ RelÈ curto F, EG e PW

12 13 10 11
12
13
10
11

Figura 12 ñ RelÈ longo F e PW

6.1.2

11 10 13 12
11
10
13
12

- Com o relÈ na posiÁ„o vertical, bobina para cima, verifique se h· continuidade entre os terminais 10 e 11 do relÈ. Se houver, troque o relÈ e repita o item 6.1.1.

Figura 13 ñ RelÈ curto F, EG e PW

Figura 14 ñ RelÈ Longo F e PW

11 10 13 12
11
10
13
12
13 ñ RelÈ curto F, EG e PW Figura 14 ñ RelÈ Longo F e PW
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20

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

6.2 - RelÈ eletromec‚nico ìEMî

6.2.1 - Com o relÈ em qualquer posiÁ„o, verifique se h· continuidade entre os terminais 1 e 2 do relÈ. Se n„o houver, troque o relÈ.

3 1 4 2
3
1
4
2

Figura 15 ñ RelÈ EM

2 3 4 1
2
3
4
1

Figura 16 ñ RelÈ EM

6.2.2 - Com o relÈ na posiÁ„o vertical, bobina do relÈ para cima, verifique se h· continuidade entre os terminais 1 e 3 do relÈ. Se n„o houver, troque o relÈ e repita o item 6.2.1.

6.2.3 - Com o relÈ na posiÁ„o vertical,

bobina para baixo, verifique se h· continuidade entre os terminais 1 e 3. Se houver, troque o relÈ.

se h· continuidade entre os terminais 1 e 3. Se houver, troque o relÈ. Manual de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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21

6.3 - RelÈ PTC

Com ajuda de um ohmÌmetro, meÁa a resistÍncia Ùhmica entre os terminais 2 e 3. Na temperatura ambiente, os valores devem estar prÛximos aos apresentados na tabela abaixo:

 

RelÈ ñ PTC*

 

ResistÍncia ‘hmica (! = OHMS)

 

8EA1BX

2,8 a 5,2 !

7M4R7XXX

/

8M4R7XXX

/

8EA14CX

3,8 a 5,6 !

8EA4BX / 8EA3BX / 8EA21CX

3,5 a 6,5 !

 

8EA5BX

14 a 26 !

7M220XXX

/

8M220XXX

/

8EA17CX

17,6 a 26,4 !

* O (X)(X)(X)(X)(X) poder· ser um n˙mero ou uma letra.

IV
IV
1 4 2 3
1 4
2 3

Figura 17 ñ PTC

RelÈ EM com ponte elÈtrica externa

Da mesma forma que j· ocorre com relÈs das famÌlias PW e F/EG, os relÈs dos compressores EM s„o adequados para o uso de capacitor de partida (fig. 18). O uso de capacitor de partida, nas aplicaÁıes onde este componente for necess·rio, deve ser feito retirando a ponte entre os terminais 3 e 4 e conectando o capacitor entre estes terminais (vide fig. 18 e 19). Essa modificaÁ„o n„o altera as caracterÌsticas de desempenho dos relÈs.

Ponte ElÈtrica

Ponte

ElÈtrica

Figura 18 ñ SituaÁ„o nova

dos relÈs. Ponte ElÈtrica Figura 18 ñ SituaÁ„o nova Figura 19 ñ Com capacitor 22 Manual

Figura 19 ñ Com capacitor

Ponte ElÈtrica Figura 18 ñ SituaÁ„o nova Figura 19 ñ Com capacitor 22 Manual de AplicaÁ„o
22
22

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

7 - Capacitor de Partida

7.1 - Capacitor de partida incorreto

Verifique se os valores de capacit‚ncia e de tens„o s„o adequados para o compressor. Consulte a Tabela de AplicaÁ„o de Compressores Embraco ou o fabricante do sistema de refrigeraÁ„o. Se o valor da capacit‚ncia estiver incorreto, troque o capacitor pelo indicado.

7.2 - Capacitor de partida defeituoso

Certifique-se de que a tens„o na tomada È a mesma indicada no capacitor. ! AtenÁ„o
Certifique-se de que a tens„o na tomada
È a mesma indicada no capacitor.
!
AtenÁ„o
N„o toque nos terminais
de um capacitor
carregado pois isso
poder· ser fatal.
Figura 20 - Capacitor de partida

Em seguida ligue o capacitor em sÈrie com uma l‚mpada de teste e observe:

ï luminosidade normal da l‚mpada: com defeito. Placas do capacitor em curto.

ï l‚mpada n„o acende: com defeito. Placas do capacitor em aberto

ï luminosidade menor da l‚mpada - o capacitor est· bom.

Se o capacitor apresentar vazamento ou alguma rachadura, ele deve ser trocado.

Se o capacitor apresentar vazamento ou alguma rachadura, ele deve ser trocado. Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

23
23

8 - TubulaÁıes e Componentes

8.1 - Condensador mal fixado - tubos met·licos em contato

IV
IV

Com o compressor funcionando, verifique as partes met·licas em contato. Ex.: o capilar em contato com o filtro secador, condensador mal fixado ao gabinete etc. (fig. 21).

8.2 - ObstruÁ„o parcial da tubulaÁ„o

As obstruÁıes na tubulaÁ„o geralmente ocorrem em funÁ„o de brasagem mal feita (excesso de material de adiÁ„o), partÌculas sÛlidas provenientes da deterioraÁ„o do dessecante do filtro secador ou dobra excessiva de tubo.

A soluÁ„o para este tipo de problema requer uma investigaÁ„o criteriosa.

Verifique os pontos crÌticos como o filtro secador (telas) e entrada do tubo capilar.

os pontos crÌticos como o filtro secador (telas) e entrada do tubo capilar. 24 Manual de
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24

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

8.3 - ObstruÁ„o do tubo capilar por umidade

Verifique se h· formaÁ„o de gelo na entrada do evaporador. AqueÁa esse local e verifique se o fluido refrigerante volta a circular. Se funcionar, È sinal de que h· umidade no sistema. Nesse caso, vocÍ deve retirar a umidade do circuito e colocar nova carga de fluido refrigerante. (Veja os procedimentos necess·rios a partir da p·g. 34 deste manual).

Estabilidade da

estrutura do

refrigerador

Estabilidade da estrutura do refrigerador FixaÁ„o do condensador Fluxo de Refrigerante TubulaÁ„o (Devem ser feitas
Estabilidade da estrutura do refrigerador FixaÁ„o do condensador Fluxo de Refrigerante TubulaÁ„o (Devem ser feitas

FixaÁ„o do

condensador

Fluxo de

Refrigerante

TubulaÁ„o (Devem ser feitas curvaturas) Barra de fixaÁ„o do refrigerador

Tamanho do tubo de processo (deve ser bem curto)

P·s desbalanceadas e o volume de ar insulfado pelo ventilador em sistemas com ventilaÁ„o forÁada

Suporte do refrigerador

FixaÁ„o do compressor

Figura 21 - Prov·veis fontes de ruÌdo em refrigeradores

do compressor Figura 21 - Prov·veis fontes de ruÌdo em refrigeradores Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

25
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8.4 - Condensador sujo, coberto ou com falta de circulaÁ„o de ar

Limpe o condensador e desobstrua as passagens de ar.

IV
IV

9 - RuÌdo provocado por outros Componentes ou Problemas

9.1 - Nivelamento incorreto do refrigerador ou da base do compressor

Se h· ruÌdo, verifique se ele desaparece quando se nivela o refrigerador.

9.2 - RuÌdos provocados por outros componentes

Verifique se o ruÌdo tem origem em componentes como: ventilador, termostato, transformador, estabilizador etc.

9.3 - Compressor encostado na parede ou no gabinete

Se o compressor estiver nessas condiÁıes, suas vibraÁıes podem se transformar em ruÌdo. Desencoste-o e o ruÌdo deve desaparecer.

10 - M· VedaÁ„o da Porta

10.1 -Porta ou gaxeta

Verifique se a porta est· mal ajustada ou se a gaxeta (borracha de vedaÁ„o da porta) est· danificada, descolada etc. Ajuste a porta e/ou troque a gaxeta.

da porta) est· danificada, descolada etc. Ajuste a porta e/ou troque a gaxeta. 26 Manual de
26
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

11 - LocalizaÁ„o do Refrigerador Inadequada

11.1 - VentilaÁ„o e outras causas

O sistema de refrigeraÁ„o n„o deve ficar perto de fogıes, paredes expostas ao sol e locais sem ventilaÁ„o. Sob as condiÁıes citadas, o sistema de refrigeraÁ„o perde rendimento.

Figura 22 ñ Cozinha

de refrigeraÁ„o perde rendimento. Figura 22 ñ Cozinha 12 - Umidade Relativa do Ar Muito Elevada

12 - Umidade Relativa do Ar Muito Elevada (acima de 85%)

12.1 - CondiÁıes clim·ticas

Explique ao cliente que n„o se trata de defeito do refrigerador mas de uma caracterÌstica do clima da regi„o.

de defeito do refrigerador mas de uma caracterÌstica do clima da regi„o. Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

27
27

13 - Refrigerador sem Bandeja DivisÛria do Congelador

13.1 - AusÍncia ou uso indevido da bandeja

IV
IV

Verifique se a bandeja divisÛria est· sendo utilizada e se est· instalada corretamente (em refrigeradores de 1 porta).

14 - Refrigerador Utilizado em Demasia

14.1 -Abertura freq¸ente da porta

Instrua o usu·rio para evitar a abertura da porta com muita freq¸Íncia.

15 - Refrigerador Utilizado Incorretamente

15.1 -Falta de circulaÁ„o interna de ar

Instrua o usu·rio para n„o usar toalhas pl·sticas nas prateleiras, n„o usar o defletor da bandeja em posiÁ„o de degelo, etc.

16 - Isolamento TÈrmico

16.1 -Encharcamento do isolamento (l„ de vidro)

Localize o ponto de passagem da umidade e corrija.

16.2 -DeterioraÁ„o ou falta de isolamento tÈrmico

Localize e substitua ou complete o isolamento tÈrmico.

de isolamento tÈrmico Localize e substitua ou complete o isolamento tÈrmico. 28 Manual de AplicaÁ„o de
28
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

17 - Fluido Refrigerante

17.1 -Expans„o de fluido refrigerante no evaporador

Explique ao cliente que È normal e que a expans„o se faz com um certo ruÌdo. O nÌvel de ruÌdo varia conforme o tipo de evaporador e do refrigerador.

17.2 - Excesso de carga de fluido refrigerante no refrigerador

Verifique se h· condensaÁ„o na linha de retorno. Se houver, coloque a carga de fluido refrigerante correta.

17.3 - Falta de fluido refrigerante

Geralmente se forma uma camada irregular de gelo no evaporador. Coloque uma nova carga de fluido refrigerante no sistema.

17.4 - Vazamento de fluido refrigerante

Verifique o ponto de vazamento, eliminando-o ou trocando o componente. Coloque uma nova carga de fluido refrigerante.

18 - UtilizaÁ„o de V·lvula de Expans„o

18.1 - Alto torque de partida

Verifique se o sistema de refrigeraÁ„o utiliza v·lvula de expans„o. Em caso positivo devem ser utilizados compressores Embraco cuja denominaÁ„o incorpora a letra ìXî

utilizados compressores Embraco cuja denominaÁ„o incorpora a letra ìXî Manual de AplicaÁ„o de Compressores 29

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

29
29

(FFBX e FFHBX) ou compressores FG com o relÈ especÌfico para transform·-lo em HST (veja item 3.2 no capÌtulo VI).

19 - Compressor

IV
IV

19.1 -Compressor ligado em tens„o diferente da especificada

Utilize um transformador ou troque o compressor.

19.2 -Enrolamento (bobina) do motor do compressor interrompido ou queimado

Com o auxÌlio de um ohmÌmetro, meÁa as resistÍncias dos enrolamentos principal e auxiliar.

Compressor PW / F / EG Compressor EM C A P A P C P
Compressor PW / F / EG
Compressor EM
C
A
P
A
P
C
P
= Bobina Principal
!
A
= Bobina Auxiliar
C
= Comum
Importante Importante
Se a l‚mpada acender o
enrolamento principal
n„o est· interrompido.
A resistÍncia Ùhmica pode variar
mais ou menos 8%. Caso n„o possua
ohmÌmetro, com uma l‚mpada de teste,
verifique se h· interrupÁ„o no enrolamento.
Coloque as pontas de prova nos bornes
dos enrolamentos principal e auxiliar.
Se em qualquer um dos casos
a l‚mpada n„o acender,
troque o compressor.
Figura 23 - Teste do enrolamento do compressor
acender, troque o compressor. Figura 23 - Teste do enrolamento do compressor 30 Manual de AplicaÁ„o
30
30

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

IV
IV

19.3 -Compressor com passagem de corrente para a carcaÁa

Ligue os terminais do megohmetro, ao pino comum do terminal hermÈtico e ao terminal de aterramento do compressor. Com uma tens„o de 500V/DC a leitura dever· indicar uma resistÍncia acima de 2,0M!. Na falta do megohmetro, use uma l‚mpada de teste da seguinte maneira: ligue uma das pontas de prova ao borne comum do terminal hermÈtico e outra ao terminal de aterramento do compressor. Se a l‚mpada acender, troque o compressor.

P A C
P
A
C

Se em qualquer um dos casos a l‚mpada acender, o compressor deve ser trocado.

Figura 24 - Teste de enrolamento do compressor PW/F/EG

C A P Se em qualquer um dos casos a l‚mpada acender, o compressor deve
C
A
P
Se em qualquer um dos
casos a l‚mpada acender, o
compressor deve ser trocado.

Figura 24.a - Teste de enrolamento do compressor EM

compressor deve ser trocado. Figura 24.a - Teste de enrolamento do compressor EM Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

31
31

19.4 - FixaÁ„o inadequada do compressor

Verifique se os amortecedores de borracha est„o muito apertados. Se estiverem, afrouxe-os, pois do contr·rio o amortecimento das vibraÁıes ser· prejudicado.

IV
IV
Parafuso Porca Amortecedores de Borracha Arruela Bucha INCORRETO CORRETO Base do Compressor Base do Gabinete

Parafuso

Porca Amortecedores de Borracha

Arruela Bucha
Arruela
Bucha

INCORRETO

CORRETO

Base do Compressor

Base do Gabinete

Figura 25 - Amortecedores de borracha

19.5 - Compressor inadequado ao sistema

Consulte a Tabela de AplicaÁ„o de Compressores Embraco. Troque o compressor pelo modelo adequado.

19.6 - Compressor com baixa capacidade

… um defeito raro. Se vocÍ n„o estiver absolutamente seguro de que o defeito È esse, repasse as outras possÌveis causas. N„o sendo nenhuma delas, troque o compressor.

as outras possÌveis causas. N„o sendo nenhuma delas, troque o compressor. 32 Manual de AplicaÁ„o de
32
32

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

19.7 - Compressor com ruÌdo interno IV ! Importante Se apÛs analisar todos os aspectos
19.7
- Compressor com ruÌdo interno
IV
!
Importante
Se apÛs analisar todos os aspectos
anteriormente descritos o ruÌdo
persistir, sua origem pode estar
no compressor.
Neste caso, troque-o.
N„o confunda ruÌdos
internos do compressor com
ruÌdos do sistema de
refrigeraÁ„o (veja itens 8.1,
9.1, 9.2 e 9.3)

19.8 - Compressor trancado

! Verifique todas as possÌveis causas indicadas anteriormente. Se necess·rio, troque o compressor. Importante SÛ
!
Verifique todas as possÌveis causas
indicadas anteriormente.
Se necess·rio, troque o compressor.
Importante
SÛ podemos considerar
Alta Amperagem
se o protetor tÈrmico
estiver atuando.
19.9
- Compressor com alta amperagem
(corrente elevada)

Verifique todas as possÌveis causas indicadas anteriormente. Se necess·rio, troque o compressor.

causas indicadas anteriormente. Se necess·rio, troque o compressor. Manual de AplicaÁ„o de Compressores 33

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

33
33

Procedimento

para trocar o compressor

hermÈtico

V
V

V

V

ApÛs a conclus„o de todas as an·lises sobre as possÌveis falhas do sistema de refrigeraÁ„o, poderemos decidir se o compressor precisar· ser realmente trocado ou n„o.

Antes de iniciar o processo de troca, deve ser assegurada a disponibilidade de um modelo
Antes de iniciar o processo de troca, deve ser
assegurada a disponibilidade de um modelo de
compressor com as caracterÌsticas idÍnticas
ao do sistema original, fluido refrigerante e filtro
secador compatÌvel, alÈm das ferramentas
e equipamentos apropriados.
N„o
Quando n„o for possÌvel identificar o
compressor a ser substituÌdo, o novo
compressor poder· ser selecionado
com ajuda da Tabela de AplicaÁ„o
Embraco ou atravÈs de informaÁıes
obtidas junto ao fabricante do refrigerador.
esqueÁa
Antes de selecionar o
compressor, verifique o
fluido refrigerante original
do sistema, e siga as
instruÁıes abaixo:
Sistema
RecomendaÁ„o
Alternativa
Original
R 12
R 12
Misturas (Blends)
R
134a
R
134a
ñ
R
600a
R
600a
ñ
!

Com relaÁ„o a aplicaÁ„o dos compressores hermÈticos, s„o necess·rios cuidados adicionais, porque se trata de um componente especial composto, basicamente, de um motor elÈtrico, kit mec‚nico (bomba de compress„o), Ûleo lubrificante e o corpo que mantÈm todo o conjunto hermÈtico (lacrado).

Ûleo lubrificante e o corpo que mantÈm todo o conjunto hermÈtico (lacrado). 34 Manual de AplicaÁ„o
34
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V

N„oN„oN„oN„oN„o sesesesese devedevedevedevedeve ligarligarligarligarligar ooooo compressorcompressorcompressorcompressorcompressor semsemsemsemsem quequequequeque esteesteesteesteeste estejaestejaestejaestejaesteja adequadamenteadequadamenteadequadamenteadequadamenteadequadamente instaladoinstaladoinstaladoinstaladoinstalado nonononono sistemasistemasistemasistemasistema dedededede refrigeraÁ„o!refrigeraÁ„o!refrigeraÁ„o!refrigeraÁ„o!refrigeraÁ„o!

Ao comprar um compressor Embraco novo, n„o faÁa testes desnecess·rios. A f·brica j· o testou, como vocÍ pode ver na cartela de garantia que o acompanha.

SÛ retire os tampıes (plugs) dos passadores do compressor na hora de instal·-lo no sistema de refrigeraÁ„o. Assim vocÍ evitar· a entrada de umidade e sujeira no compressor.

1 - Equipamentos e Ferramentas indispens·veis para processar a troca de um compressor hermÈtico, mantendo a qualidade e a garantia da vida ˙til do compressor

01 - Bomba de v·cuo (mÌnimo de 1,2 cfm ou maior);

02 - Detector de vazamentos compatÌvel com o fluido refrigerante usado no sistema;

03 - Dispositivos para carga de refrigerante;

04 - BalanÁa de precis„o, uso obrigatÛrio para misturas (blends) e cilindro receptor de carga;

05 - Cilindro de carga com escala graduada;

06 - Lixa;

07 - Dispositivo recolhedor de fluido refrigerante usado;

08 - Amassador de tubo de cobre;

09 - Cortador de tubos;

10 - Cilindro receptor de fluido refrigerante usado;

11 - Tampıes de borracha;

12 - Chave de boca;

13 - V·lvula perfuradora de tubos;

- Tampıes de borracha; 12 - Chave de boca; 13 - V·lvula perfuradora de tubos; Manual

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

35
35

14 - Varetas de solda;

15 - Fluxo de brasagem;

16 - VacuÙmetro;

17 - Equipamento de solda oxi-acetilÍnica ou axi-g·s;

18 - Dispositivo para verificar grandezas elÈtricas (multÌmetro, l‚mpada de teste e outros);

19 - Analisador de pressıes/mangueiras com v·lvula de retenÁ„o;

20 - Conectores/engates r·pidos/mangueiras com Manifold;

21 - Alicate universal;

22 - Morsa pequena.

V
V

2 - Como Retirar o Compressor Usado

ï Recomendamos que o fluido refrigerante usado seja recolhido para posterior reciclagem ou incineraÁ„o, de acordo com o procedimento a seguir:

Inicialmente, instalar uma v·lvula perfuradora no tubo de processo do compressor. Conectar

a v·lvula perfuradora ao equipamento de

recolhimento e este ao cilindro receptor. Agora È sÛ ligar o equipamento de recolhimento. Abrir a v·lvula do cilindro receptor e depois abrir a v·lvula perfuradora.

… muito importante manter o equipamento

de recolhimento funcionando o tempo necess·rio para recolher todo o refrigerante. A duraÁ„o deste processo vai depender do equipamento utilizado e do sistema de refrigeraÁ„o.

ï Soltar os pontos de fixaÁ„o do compressor ao sistema;

refrigeraÁ„o. ï Soltar os pontos de fixaÁ„o do compressor ao sistema; 36 Manual de AplicaÁ„o de
36
36

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V

ï Desprender as conexıes dos dispositivos elÈtricos de partida e proteÁ„o;

ï Remover toda a oxidaÁ„o e a tinta com uma lixa (fig. 26.a), na regi„o da brasagem, para facilitar a brasagem posterior;

ï Aquecer a regi„o da brasagem (fig. 26.b), afim de separar o compressor da tubulaÁ„o do sistema;

ï ApÛs o esfriamento, fechar os passadores do compressor e tubos do sistema com tampıes de borracha

(fig. 26.c);

ï Soltar as travas que prendem a base do compressor ao sistema.

as travas que prendem a base do compressor ao sistema. Figura 26.b ñ OperaÁ„o de separaÁ„o
as travas que prendem a base do compressor ao sistema. Figura 26.b ñ OperaÁ„o de separaÁ„o

Figura 26.b ñ OperaÁ„o de separaÁ„o do compressor dos tubos do sistema

de separaÁ„o do compressor dos tubos do sistema Figura 26.a ñ OperaÁ„o de lixamento do passador

Figura 26.a ñ OperaÁ„o de lixamento do passador

!

Nota No caso do compressor estar em garantia, retorne o mesmo ‡ Embraco com os
Nota
No caso do compressor
estar em garantia, retorne
o mesmo ‡ Embraco com
os passadores fechados
com tampıes de borracha
e seus respectivos
dispositivos elÈtricos.

Figura 26.c ñ OperaÁ„o de fechamento dos passadores com tampıes de borracha

Figura 26.c ñ OperaÁ„o de fechamento dos passadores com tampıes de borracha Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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37

3 - Como Retirar o Filtro Secador

Lembre-se de que a troca do compressor exige tambÈm a troca do filtro secador, seguindo os passos abaixo:

V
V

AqueÁa lentamente a regi„o da solda do tubo capilar com o filtro secador e, ao mesmo tempo, puxe o capilar com um alicate, usando forÁa moderada para n„o rompÍ-lo dentro do filtro secador. De preferÍncia, durante a operaÁ„o de retirada do tubo capilar, faÁa circular nitrogÍnio para evitar o entupimento da extremidade do tubo capilar.

ApÛs o esfriamento, tampe a extremidade do tubo capilar com tamp„o de borracha.

ObservaÁıes importantes

ï Outro procedimento que normalmente evita a obstruÁ„o do capilar, È a retirada da ponta que havia sido brasada ao filtro secador. Com uma lima, faÁa uma pequena ranhura em torno do tubo capilar e flexione atÈ quebrar. Todavia, nos casos de sucessivas reoperaÁıes de um mesmo sistema, o encurtamento do tubo vai alterar significativamente a vaz„o do tubo capilar e prejudicar o desempenho do sistema de refrigeraÁ„o.

ï Ao retirar o filtro, deve-se evitar o aquecimento desnecess·rio, para impedir que a eventual umidade nele retida v· para a tubulaÁ„o do sistema.

ï O lanÁamento de CFCs (R 12, R 11 etc.) na atmosfera, afeta a camada de ozÙnio. AtÈ surgir uma soluÁ„o mais eficaz para coletar, recuperar, reciclar e neutralizar o efeito nocivo do fluido refrigerante, evite ao m·ximo a liberaÁ„o dos

o efeito nocivo do fluido refrigerante, evite ao m·ximo a liberaÁ„o dos 38 Manual de AplicaÁ„o
38
38

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V

CFCs no meio ambiente. Existem equipamentos apropriados para que os prÛprios refrigeristas reciclem os fluidos refrigerantes usados. Procure mais informaÁıes nos revendedores de fluido refrigerante.

ï NuncaNuncaNuncaNuncaNunca use ·lcool ou outros derivados como solvente. Eles provocam corros„o na tubulaÁ„o, nas partes met·licas do compressor e tornam os isolantes elÈtricos quebradiÁos.

ï Utilize somente filtros com dessecantes adequados ao tipo de refrigerante (ver tabela, item 2, cap. VI).

4 - Como Limpar um Sistema de RefrigeraÁ„o Usado

Nem todas as trocas de compressores exigem

limpeza das tubulaÁıes de baixa e alta press„o.

A limpeza È recomendada nos casos em que

existem suspeitas de altos nÌveis de contaminaÁ„o de umidade e resÌduos resultantes da queima do bobinado do compressor. Nestes casos:

Em sistemas R 12, deve-se fazer circular na fase

lÌquida o prÛprio R 12 ou R 11, ou o desengraxante

na fase lÌquida o prÛprio R 12 ou R 11, ou o desengraxante R 141b, ou

R 141b, ou VERTREL XF.

Nos sistemas que operam com R 134a, pode-se utilizar o desengraxante R 141b ou VERTREL XF para limpeza.

Para evitar danos ao meio ambiente e obter reduÁ„o de gastos na troca de compressores, a circulaÁ„o de fluidos, para limpeza dos componentes da unidade, deve ser feita em circuitos fechados. Neste est·gio da troca do compressor, a linha de retorno dever· estar desconectada do compressor, o tubo capilar desconectado do filtro secador.

estar desconectada do compressor, o tubo capilar desconectado do filtro secador. Manual de AplicaÁ„o de Compressores
estar desconectada do compressor, o tubo capilar desconectado do filtro secador. Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

39
39
Para completar a operaÁ„o de limpeza, proceda da seguinte maneira: V ï Coloque um engate
Para completar a operaÁ„o de limpeza, proceda
da seguinte maneira:
V
ï Coloque um engate r·pido na linha de
retorno e conecte-o no lado de descarga
da m·quina de limpeza;
!
ï Conecte o tubo capilar no lado
de sucÁ„o da m·quina de
Importante
limpeza, deixando-a em
funcionamento por
cerca de 15 minutos;
Se n„o for possÌvel utilizar um maÁarico com
potÍncia adequada para brasar o tubo resfriador
de Ûleo (TRO) na tubulaÁ„o do sistema, proceda
da seguinte forma: antes de colocar o compressor
ï DÍ um jato de
nitrogÍnio neste
circuito, para retirar
eventuais resÌduos do
fluido de limpeza.
no sistema de refrigeraÁ„o, incline o mesmo
para o lado oposto do TRO, brase
aproximadamente 50 mm de tubo de cobre
em cada extremidade do TRO. Com TRO
prolongado, certamente n„o ter·
dificuldade em bras·-lo na
tubulaÁ„o do sistema.
Para finalizar, dever· ser feita

a limpeza do condensador. Assim, deve-se repetir

a operaÁ„o anterior, conectando uma extremidade

do condensador no lado de descarga e a outra no

tubo de sucÁ„o da m·quina de limpeza.

5 - InstalaÁ„o do Filtro Secador

ï FaÁa uma pequena curva no capilar para evitar excessiva penetraÁ„o no filtro (aproximadamente 15 mm);

ï Com auxÌlio de uma morsa, abra os dois lados do filtro secador no momento
ï Com auxÌlio de uma morsa, abra os dois lados
do filtro secador no momento da brasagem;
!
Importante
Figura 27 ñ Curva do tubo
capilar
15 mm
Somente utilize filtros
que contenham em seu
interior dessecantes do
tipo molecular
sieves.
Figura 28 ñ IntroduÁ„o do capilar
no filtro secador
molecular sieves. Figura 28 ñ IntroduÁ„o do capilar no filtro secador 40 Manual de AplicaÁ„o de
40
40

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V

ï Brase o filtro no condensador e no capilar. Evite aquecimento desnecess·rio no corpo do filtro secador e muito cuidado para n„o obstruir a tubulaÁ„o.

ï Coloque o engate r·pido, para fazer v·cuo no lado de alta press„o.

ï O filtro secador deve ser instalado na posiÁ„o vertical com o capilar na parte inferior (veja a fig. 29).

Esta posiÁ„o evita que os gr„os de dessecante se atritem e liberem resÌduos. TambÈm possibilita uma equalizaÁ„o de press„o mais r·pida (sistemas com tubo capilar).

!

Condensador Capilar
Condensador
Capilar

Figura 29 - Filtro secador

Importante Se o sistema de refrigeraÁ„o foi projetado para utilizar o tubo resfriador de Ûleo
Importante
Se o sistema de refrigeraÁ„o foi
projetado para utilizar o tubo resfriador
de Ûleo do compressor, n„o deixe
de conect·-lo. Do contr·rio
a vida ˙til do compressor
ser· reduzida.

!

Importante Brasagem ñ N„o se esqueÁa de limpar bem a superfÌcie a ser brasada. Lembre-se:
Importante
Brasagem ñ N„o se esqueÁa de
limpar bem a superfÌcie a ser brasada.
Lembre-se: a obstruÁ„o do tubo
de descarga danificar· o
sistema de v·lvulas
do compressor.

O sistema j· est· preparado para receber o novo compressor. Coloque-o na posiÁ„o correta e fixe-o atravÈs da base. Brase as tubulaÁıes de sucÁ„o

e de descarga nos respectivos passadores do compressor.

Brase tambÈm um tubo de aproxima- damente 100 mm no passador de processo.

Brase tambÈm um tubo de aproxima- damente 100 mm no passador de processo. Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

41
41

Na outra ponta desse tubo monte um engate r·pido ou registro de linha, para efetuar o v·cuo

e

a carga de g·s.

6

- Muita atenÁ„o ao V·cuo e ‡ Carga de G·s

V
V

NuncaNuncaNuncaNuncaNunca use o novo compressor como bomba de v·cuo. Ele pode absorver sujeira e umidade da tubulaÁ„o, o que comprometer· seu funcionamento e sua vida ˙til.

7

- Bomba de V·cuo

A

- Usar sempre uma bomba de alto v·cuo;

B

- Fazer, sempre que possÌvel, v·cuo pelo lado de alta e de baixa;

C

- Usar mangueira exclusiva para cada refrigerante: uma para R 134a e outra para demais refrigerantes;

D

- Aplicar v·cuo atÈ 500 " m de merc˙rio (29,90îHg), nunca com tempo inferior a 20 minutos neste nÌvel;

E

- … recomend·vel instalar uma v·lvula de retenÁ„o na entrada da bomba de v·cuo.

8

- Carga de Fluido Refrigerante

Na refrigeraÁ„o domÈstica, em funÁ„o da maioria dos sistemas trabalhar com pouca quantidade de fluido refrigerante (inferior a 350 g) e utilizar tubo capilar como elemento de controle, o desempenho do sistema de refrigeraÁ„o depender· sensivelmente da carga de fluido refrigerante aplicada. Agora, com os fluidos refrigerantes alternativos, torna-se ainda mais importante um procedimento adequado e a utilizaÁ„o de equipamentos precisos para esta operaÁ„o.

Exemplo: um sistema com volume interno de 280

a 300 litros, normalmente funciona com 90 a 120 gramas de fluido refrigerante R 12.

litros, normalmente funciona com 90 a 120 gramas de fluido refrigerante R 12. 42 Manual de
42
42

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V

Com R 600a, os sistemas nessa faixa de volume interno poder„o ter de 36 a 48 gramas somente, ou seja, aproximadamente 40% da carga do R 12.

Em relaÁ„o a carga original com R 12, a carga de fluido refrigerante R 134a È aproximadamente 90% e misturas 80%.

Esta realidade comprova a necessidade de um bom procedimento e equipamentos precisos para efetuar com sucesso uma carga de refrigerante.

9 - Principais Equipamentos para se fazer a Carga de Fluido Refrigerante em Sistemas DomÈsticos

Refrigerante

Aceit·veis

Necess·rios

Ideais

 

R 12

Cilindro de carga com escala graduada/manifold

 

BalanÁa de precis„o/ cilindro receptor de carga/manifold

 

Cilindro de carga

 

BalanÁa de precis„o/ cilindro receptor de carga/manifold

R

134a

com escala graduada/manifold

   

BalanÁa de precis„o/

 

R

600a

cilindro receptor de carga/manifold

Misturas

 

BalanÁa de precis„o/ cilindro receptor de carga/manifold

 

(blends)

10 - Principais Procedimentos para a recarga do Fluido Refrigerante

10.110.110.110.110.1 ----- Descobrir, via placa de identificaÁ„o do sistema, o tipo e a quantidade de refrigerante adotada pelo fabricante. Caso o sistema n„o contenha estas informaÁıes, consulte o fabricante.

Caso o sistema n„o contenha estas informaÁıes, consulte o fabricante. Manual de AplicaÁ„o de Compressores 43

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

43
43

10.210.210.210.210.2 -----No caso de utilizaÁ„o da balanÁa e o cilindro receptor de carga:

a) Pese o cilindro vazio. A carga correta ser· a quantidade fornecida pelo fabricante mais o peso do cilindro vazio;

b) Com o compressor desligado, conecte o cilindro receptor no tubo de processo. 1) Abra o registro do cilindro receptor, aguarde o tempo necess·rio para equalizaÁ„o da press„o (cilindro/ unidade selada). 2) Feche registro do cilindro receptor e ligue o compressor.

3)

do cilindro receptor. 4) ApÛs retirar o cilindro, pese-o para certificar-se de que o mesmo esteja totalmente vazio.

Gradativamente abra registro

V
V

10.310.310.310.310.3 -----No caso da utilizaÁ„o de cilindro de carga com escala graduada:

a) Anote o volume da coluna relativa ao refrigerante a ser aplicado.

b) Conecte o cilindro ao tubo de processo. Com o compressor desligado, abra o registro atÈ vazar a quantidade estipulada pelo fabricante ou atÈ equalizar as pressıes no cilindro do sistema de refrigeraÁ„o. No caso de atingir a equalizaÁ„o antes de vazar totalmente a carga, ligue a resistÍncia do cilindro de carga

antes de vazar totalmente a carga, ligue a resistÍncia do cilindro de carga 44 Manual de
44
44

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

V
V
! AtenÁ„o A primeira hora de funcionamento do sistema dever· ser acompanhada!
!
AtenÁ„o
A primeira hora de
funcionamento do
sistema dever· ser
acompanhada!

para aumentar a press„o e liberar

o refrigerante para o sistema de refrigeraÁ„o. Caso n„o seja

possÌvel aumentar a press„o no cilindro de carga atravÈs da resistÍncia, pode-se travar o registro do cilindro de carga, ligar

o compressor e, em seguida, abrir aos poucos, atÈ ocorrer a transferÍncia da carga de refrigerante correta.

Esta operaÁ„o exige muito cuidado do refrigerista. No caso

de excesso de fluido refrigerante,

o compressor poder· succionar o

refrigerante lÌquido e romper as

juntas do cilindro, ou quebrar outros componentes.

Em caso de falta, o sistema n„o ter· desempenho adequado.

10.410.410.410.410.4 ----- Fechamento da unidade selada

22222 11111
22222
11111
----- Fechamento da unidade selada 22222 11111 a) Com o compressor ligado, amasse o tubo de

a) Com o compressor ligado, amasse o tubo de processo o mais prÛximo possÌvel do engate r·pido (1). Em seguida, amasse novamente, deixando o alicate fixo ao tubo (2) e desligue o compressor.

b) Rompa o tubo no primeiro ponto amassado e verifique se h· vazamentos. N„o havendo vazamento, solde a extremidade do tubo. Retire o alicate e certifique- se que n„o h· vazamentos.

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

45
45

RecomendaÁıes

VI
VI

VI

VI

adicionais

importantes

1 - Tubos Passadores dos Compressores Embraco Os desenhos e tabelas na seq¸Íncia, mostram a
1 - Tubos Passadores dos
Compressores Embraco
Os desenhos e tabelas na seq¸Íncia, mostram a
posiÁ„o, os di‚metros e o material dos passadores
dos compressores.
!
Lembre-se
Tubo Resfriador de ”leo
Di‚metro Interno
4,77 +/ñ 0,17
4,90 + 0,02 ñ 0,05
Na famÌlia EM, EG e FFI,
o passador de sucÁ„o n„o pode
ser invertido com o passador
de processo. Nos compressores
PW e FF esta invers„o
È permitida.
5,10
+ 0,10
ñ 0
6,50 +/ñ 0,09
 

Material

 

Di‚metro Interno

 

Compressor

SucÁ„o

Descarga

Processo

Tubo Resfriador

de ”leo

EM

Cobre

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,1 +0,10 ñ 0

6,5 + 0,12 ñ 0,08 4,94 +/ñ 0,08

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,1 +0,10 ñ 0

N„o usa TRO

F/EG

Cobre

8,2 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +0,12 ñ 0,08 8,2 +/ñ 0,09

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +/ñ 0,09 4,94 +/ñ 0,08

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +/ñ 0,09 6,5 +/ñ 0,09

Ver tabela acima

PW

Cobre

8,2 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +0,12 ñ 0,08

6,5 + 0,12 ñ 0,08 4,94 +/ñ 0,08

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +/ñ 0,09

Ver tabela acima

EM - F - EG - PW

AÁo Cobreado

8,2 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +0,12 ñ 0,08 6,1 +0,12 + 0,02

6,5 + 0,12 ñ 0,08 5,0 +0,18 + 0,06 5,0 +0,18 + 0,06

6,5 + 0,12 ñ 0,08 6,5 +0,12 ñ 0,08 6,1 +0,12 +0,02

Ver tabela acima O EM n„o usa TRO

Para outras configuraÁıes/di‚metros, favor consultar nossa ·rea de vendas.

Para outras configuraÁıes/di‚metros, favor consultar nossa ·rea de vendas. 46 Manual de AplicaÁ„o de Compressores
46
46

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIPassador de SucÁ„o Terminal de Aterramento Passador de Processo Passador de Descarga Figura 30 ñ

Passador de

SucÁ„o

Terminal de

Aterramento

Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento Passador de Processo Passador de Descarga

Passador de

Processo

Passador de

Descarga

Passador de Processo Passador de Descarga Figura 30 ñ Compressor EM com passadores de cobre Passador

Figura 30 ñ Compressor EM com passadores de cobre

Passador de

SucÁ„o

Terminal de

Aterramento

Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento Passador de Processo Passador de Descarga

Passador de

Processo

Passador de

Descarga

Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento Passador de Processo Passador de Descarga

Figura 31 ñ Compressor EM com passadores de aÁo cobreado

de Descarga Figura 31 ñ Compressor EM com passadores de aÁo cobreado Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

47
47

Passador de

Processo

Terminal de

Aterramento

Passador de Processo Terminal de Aterramento Passador de SucÁ„o Passador de Descarga

Passador de

SucÁ„o

Passador de

Descarga

Figura 32 ñ Compressor F/EG com passadores de cobre Passador de Processo Terminal de Aterramento
Figura 32 ñ Compressor F/EG com passadores de cobre
Passador de
Processo
Terminal de
Aterramento
Passador de SucÁ„o Passador de Descarga Tubo Resfriador de ”leo

Passador de

SucÁ„o

Passador de

Descarga

Tubo Resfriador

de ”leo

VI
VI

Figura 33 ñ Compressor F/EG com passadores de aÁo cobreado

de ”leo VI Figura 33 ñ Compressor F/EG com passadores de aÁo cobreado 48 Manual de
48
48

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIPassador de Passador de Processo Descarga Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento

Passador de

Passador de Passador de

Passador de

Processo

Descarga

Passador de

SucÁ„o

Terminal de

Aterramento

Descarga Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento Figura 34 ñ Compressor PW com passadores de cobre

Figura 34 ñ Compressor PW com passadores de cobre

 

Passador de

Passador de Passador de

Passador de

Processo

Descarga

Passador de

SucÁ„o

Terminal de

Aterramento

de cobre   Passador de Passador de Processo Descarga Passador de SucÁ„o Terminal de Aterramento

Figura 35 ñ Compressor PW com passadores de aÁo cobreado

de Aterramento Figura 35 ñ Compressor PW com passadores de aÁo cobreado Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

49
49

2 - Filtros Secadores

Para cada tipo de fluido refrigerante, existem filtros secadores apropriados. Veja a tabela abaixo:

VI
VI

Refrigerante

Filtro Secador Recomendado

 

R 12

XH5, XH6, Universal (MS594)

R

134a

XH7, XH9, Universal (MS594)

R

600a

XH5, XH6, Universal (MS594)

Misturas (blends)

XH9, Universal (MS594)

3 - Capacitor de Partida

Os compressores EMBRACO com motor LST, foram projetados para trabalhar sem capacitor de partida, em condiÁıes normais de aplicaÁ„o.

Contudo, quando houver problemas com a rede de distribuiÁ„o elÈtrica ou pressıes desequalizadas no momento da partida, o capacitor de partida pode resolver o problema. Use o capacitor de partida especificado, conforme tabela a seguir. A instalaÁ„o de um capacitor fora das especificaÁıes pode piorar a partida.

Obs.: Se o compressor n„o est· funcionando por falha do capacitor de partida, troc·-lo por um incorreto pode causar danos maiores. A atuaÁ„o do protetor tÈrmico pode ser impedida ou retardada a ponto de provocar a queima do compressor. No mÌnimo, a vida ˙til do compressor ficar· seriamente comprometida.

3.1 - Compressores FFBX e FFHBX

Para compressores FFBX, FFHBX ou outros com letra ìXî na denominaÁ„o È obrigatÛrio o uso do capacitor de partida, conforme indicado nas tabelas a seguir:

o uso do capacitor de partida, conforme indicado nas tabelas a seguir: 50 Manual de AplicaÁ„o
50
50

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVI  Capacitor para Capacitor para AplicaÁ„o em sistemas com V·lvulas de expans„o Compressor

 

Capacitor para

Capacitor para AplicaÁ„o em sistemas com V·lvulas de expans„o

Compressor

AplicaÁ„o em

sistemas com

   

tubo capilar

FFI12BX 115V60Hz

378

a 454 " F (115VAC) ou

378

a 454 " F (115VAC)

233

a 280 " F (150VAC)

FFI12BX 220V60Hz

124

a 149 " F (180VAC) ou

124

a 149 " F (180VAC)

64

a 77 " F (250VAC)

FFI12HBX 115V60Hz

378

a 454 " F (115VAC) ou

378

a 454 " F (115VAC)

233

a 280 " F (150VAC)

 

FFI12HBX 220V60Hz

124

a 149 " F (180VAC) ou

124

a 149 " F (180VAC)

64

a 77 " F (250VAC)

 

FF8,5BX 115V60Hz

270

a 324 " F (115VAC)

270

a 324 " F (115VAC)

FF10BX 115V60Hz

270

a 324 " F (150VAC)

270

a 324 " F (150VAC)

FF10HBX 115V60Hz

282

a 339 " F (180VAC)

282

a 339 " F (180VAC)

FFI12HAX 115V60Hz

378

a 454 " F (150VAC)

378

a 454 " F (150VAC)

O relÈ dos compressores citados, possuem as seguintes caracterÌsticas:

ï os terminais n o 11 e 13 s„o mais longos que os normais para permitir a ligaÁ„o do capacitor;

ï n„o possui a ponte de fio de cobre entre os terminais n o 11 e 13. Portanto, o compressor somente partir· se o capacitor correspondente estiver montado.

3.2 - Compressores FGAK e FGHAK Os compressores FGAK e FGHAK vers„o LST, em vez de utilizarem relÈs eletromec‚nicos (como os utilizados nos modelos F), utilizam um relÈ do tipo PTC e um protetor tÈrmico.

utilizados nos modelos F), utilizam um relÈ do tipo PTC e um protetor tÈrmico. Manual de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

51
51

Um dos terminais da rede elÈtrica, deve ser conectado ao protetor tÈrmico e o outro ao ponto 2 do PTC (veja fig. 36).

1 4 2 3
1 4
2 3

Figura 36 ñ RelÈ - PTC

VI
VI

AlÈm de mais eficientes, os compressores FG podem tambÈm ser utilizados nas aplicaÁıes que exigem um alto torque de partida (HST), ou seja, em sistemas com v·lvula de expans„o.

Para isto, basta substituir o PTC pelo relÈ mec‚nico e o protetor tÈrmico especificados para o modelo FG para a aplicaÁ„o HST, juntamente com o capacitor de partida recomendado, conforme a tabela abaixo:

 

Tens„o e

CÛdigo

CÛdigo

 

Capacitor

Compressor

Freq¸Íncia

do RelÈ

HST*

do Protetor

HST

de Partida

(Min. Tens„o)

FG70AK

115V 60Hz

513506082

13554048

243

a 292 " F (150 VAC)

FG70AK

220V 60Hz

513506090

13554056

72

a 88" F (250 VAC)

FG80AK

115V 60Hz

513506104

13554080

243

a 292 " F (150 VAC)

FG80AK

220V 60Hz

513506112

13554064

72

a 88" F (250 VAC)

FG65HAK

220-240V 50Hz

513506597

13534209

64

a 77" F (220 VAC)

FG75HAK

220-240V 50Hz

513506600

13554471

64

a 77" F (220 VAC)

FG85HAK

220-240V 50Hz

513506619

13554072

64

a 77" F (220 VAC)

FG95HAK

220-240V 50Hz

513506341

13554170

64

a 77" F (250 VAC)

* Para usar os compressores FGAK/FGHAK na condiÁ„o HST, solicite ‡ Embraco o fornecimento do relÈ/protetor conforme indicado na tabela acima.

‡ Embraco o fornecimento do relÈ/protetor conforme indicado na tabela acima. 52 Manual de AplicaÁ„o de
52
52

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIObservaÁıes: a) Os compressores FG para aplicaÁıes HST, tornam obrigatÛrio o uso do capacitor de

ObservaÁıes:

a) Os compressores FG para aplicaÁıes HST, tornam obrigatÛrio o uso do capacitor de partida e deve ser montado conforme a figura ao lado;

b) O relÈ dos compressores FG para aplicaÁıes HST, se diferenciam dos utilizados nos FF em relaÁ„o aos seguintes aspectos:

Terminal 11

Terminal 11
Terminal 11 Terminal 13 Terminal 13
Terminal 11
Terminal 13
Terminal 13
aspectos: Terminal 11 Terminal 11 Terminal 13 Terminal 13 Figura 37 ñ RelÈ curto sem capacitor

Figura 37 ñ RelÈ curto sem capacitor

Figura 38 ñ RelÈ curto com capacitor

ï os terminais n o 11 e 13 s„o mais longos que os normais para permitir a ligaÁ„o do capacitor;

ï n„o possui a ponte de fio de cobre entre os terminais n o 11 e 13. Portanto, o compressor somente partir· se o capacitor correspondente estiver montado. No relÈ de partida da figura acima, os terminais da rede elÈtrica devem ser conectados um ao protetor tÈrmico (ponto 3) e outro ao ponto 10 do relÈ;

c) o uso de um capacitor diferente dos indicados na tabela anterior, pode afetar a atuaÁ„o do protetor tÈrmico e causar a queima do motor.

pode afetar a atuaÁ„o do protetor tÈrmico e causar a queima do motor. Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

53
53

3.3 - Compressores EM

Os compressores EMís foram projetados para funcionarem sem capacitor de partida. Entretanto, caso seja necess·rio o uso de capacitor, basta retirar o fio de cobre (ponte elÈtrica) entre os terminais 3 e 4, e conectar, via brasagem, os terminais do capacitor de partida, conforme indicado nas figuras abaixo.

VI
VI
de partida, conforme indicado nas figuras abaixo. VI Figura 39 ñ RelÈ EM sem capacitor Figura

Figura 39 ñ RelÈ EM sem capacitor

nas figuras abaixo. VI Figura 39 ñ RelÈ EM sem capacitor Figura 40 ñ RelÈ EM

Figura 40 ñ RelÈ EM com capacitor

4 - Transformador e Estabilizador de Tens„o

A potÍncia desses equipamentos deve estar de acordo com o motor ao qual se destina. Caso contr·rio, ao invÈs de melhorar ou garantir o funcionamento normal do compressor e seus componentes elÈtricos, pode prejudic·-los (veja tabela a seguir).

Compressor

Tipo

PotÍncia MÌnima

PotÍncia MÌnima

do Motor

do Estabilizador

do Transformador

PW, EM

LST

1000

VA

1000

VA

FFBK, FFHBK

LST

2000

VA

2000

VA

FGAK, FGHAK

LST/HST

2000

VA

2000

VA

FFBX, FFHBX

LST/HST

2000

VA

2000

VA

2000 VA 2000 VA FFBX, FFHBX LST/HST 2000 VA 2000 VA 54 Manual de AplicaÁ„o de
54
54

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVI5 - Umidade Uma pequena quantidade de umidade na unidade selada pode provocar congelamento e

5 - Umidade

Uma pequena quantidade de umidade na unidade selada pode provocar congelamento e obstruÁ„o na saÌda do tubo capilar. A obstruÁ„o, ainda que parcial, prejudicar· o funcionamento do sistema de refrigeraÁ„o. AlÈm disso, a umidade reage quimicamente com o fluido refrigerante formando ·cidos. Esses ·cidos atacam as partes met·licas do compressor e destroem o isolante do motor, provocando curto-circuito e queima.

6

- Anti-congelante

O

·lcool metÌlico ou qualquer anti-congelante È

extremamente nocivo ao sistema de refrigeraÁ„o.

O ·lcool e seus derivados tambÈm reagem

com o fluido refrigerante formando ·cidos que comprometem o compressor, conforme descrito no item anterior. Os anti-congelantes n„o isolam nem eliminam a umidade do interior da unidade selada, somente baixam o ponto de congelamento da umidade (·gua), evitando formaÁ„o de gelo na saÌda do tubo capilar para o evaporador. Os anti-congelantes na presenÁa de calor e umidade reagem com fluÌdo refrigerante, Ûleos lubrificantes e assim produzem ·cidos que atacam (furam) os evaporadores de alumÌnio e os componentes internos do compressor, tais como, isolantes elÈtricos e vernizes dos fios das bobinas.

do compressor, tais como, isolantes elÈtricos e vernizes dos fios das bobinas. Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

55
55

7 - Nomenclatura dos Compressores

PW

Tipo b·sico

Deslocamento do compressor

Refrigerante

Tipo de motor

M·ximo torque do motor

Tubo resfriador de Ûleo (TRO)

VI
VI
PW 5.5 H K 14 W 115V 60Hz NIHIL - Sem TRO W - Com
PW
5.5
H
K
14
W
115V 60Hz
NIHIL
- Sem TRO
W
- Com TRO
K - EficiÍncia standard
A - Alta eficiÍncia
H
- R 134a
NIHIL
- R 12
TRO K - EficiÍncia standard A - Alta eficiÍncia H - R 134a NIHIL - R
56
56

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVI
VIVI

EM

EM

VIVI EM EM Tipo b·sico Sistema de v·lvulas Capacidade do compressor I 60 I R R

Tipo b·sico

Sistema de v·lvulas

Capacidade do compressor

I

60

I

I

R

R

R

R R R

134a

600a

12

Refrigerante NÌvel de eficiÍncia / aplicaÁ„o Equipamento elÈtrico R 115V 60Hz P - PTC +
Refrigerante
NÌvel de eficiÍncia / aplicaÁ„o
Equipamento elÈtrico
R
115V 60Hz
P
- PTC + Capacitor de Funcionamento (opcional)
R
- RelÈ
C
- PTC + Capacitor de Funcionamento (obrigatÛrio)
S
- PTC + Cap. Func. + Capacitor de Partida
V
- PTC + Cap. Func. + Capacitor de Partida
(opcional)
N
- EficiÍncia standard
H
J
- EficiÍncia intermedi·ria
LBP
E
- 1™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
S
- 2™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
C
H
- AplicaÁ„o L/M/HBP
N
- EficiÍncia standard
J
- EficiÍncia intermedi·ria
LBP
E
- 1™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
NIHIL
S
- 2™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
D
- AplicaÁ„o HBP
B
- AplicaÁ„o L/M/HBP

Capacidade em Btu/h - 60Hz - Check point dividido por 10 em LBP

- Novo sistema de v·lvulas

NIHIL - Sistema standard

Mini compressor Embraco

LBP - Novo sistema de v·lvulas NIHIL - Sistema standard Mini compressor Embraco Manual de AplicaÁ„o

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

57
57

EG

EG

VI Tipo b·sico NÌvel de eficiÍncia Capacidade em Btu/h - 60Hz - check point dividido
VI
Tipo b·sico
NÌvel de eficiÍncia
Capacidade em Btu/h - 60Hz - check point dividido por 10
Refrigerante
AplicaÁ„o
Equipamento elÈtrico
Tubo Resfriador de Ûleo
S
70
H
L
P
220V 50Hz
NIHIL
-
Sem tubo resfriador de Ûleo
W
-
Com tubo resfriador de Ûleo
R
- RelÈ
P
- PTC + Capacitor de Funcionamento (opcional)
C
- PTC + Capacitor de Funcionamento (obrigatÛrio)
X
- RelÈ + Capacitor de Partida
L
- LBP
M
- L/M/HBP
H
- HBP
NIHIL
-
R 12
H
-
R 134a
C
-
R 600a
B
- R 22/R 152a
S
- Standard
T
- 1™ geraÁ„o
U
- 2™ geraÁ„o
Y
- 3™ geraÁ„o
Z
- 4™ geraÁ„o
geraÁ„o U - 2™ geraÁ„o Y - 3™ geraÁ„o Z - 4™ geraÁ„o 58 Manual de
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58

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIF Tipo b·sico Sistema elÈtrico NÌvel de eficiÍncia Deslocamento aproximado do compressor (Para compressor FG,

F

Tipo b·sico Sistema elÈtrico NÌvel de eficiÍncia Deslocamento aproximado do compressor (Para compressor FG,
Tipo b·sico
Sistema elÈtrico
NÌvel de eficiÍncia
Deslocamento aproximado do compressor (Para compressor FG,
capacidade aproximada em Btu/h - 60Hz - check point dividido por 10)
Refrigerante
AplicaÁ„o
Tipo de motor
Tubo resfriador de Ûleo (TRO)
F
G
S
60
H
A
W
220-240V 50-60Hz
NIHIL
- Sem TRO
W
- Com TRO
NIHIL
- LST eficiÍncia melhorada
K
- LST
X
- HST
A
- LBP
B
- HBP, LBP/HD
H
- HBP
H
-
R 134a
C
-
R 600a
NIHIL
-
R 12
NIHIL
- EficiÍncia standard
E
- 1™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
I
- 2™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
V
- 3™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
S
- 4™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
T
- 5™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
U
- 6™ geraÁ„o de eficiÍncia melhorada
F
-
RelÈ / Protetor Externo
RelÈ / Protetor Externo / Capacitor de partida (opcional)
G
-
PTC / Protetor Externo
PTC / Protetor Externo / Capacitor de partida /
Capacitor de Funcionamento (opcional)
T
-
PTC / Protetor Externo / Capacitor de Funcionamento (obrigatÛrio)
T - PTC / Protetor Externo / Capacitor de Funcionamento (obrigatÛrio) Manual de AplicaÁ„o de Compressores

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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59

8 - Etiqueta dos Compressores

VI
VI
G C J D I F B H A
G C
J
D
I
F
B
H
A

E

10 mm

LINHA

SERRILHADA

A - N˙mero seq¸encial rastre·vel

B - CÛdigo do compressor

C - Modelo do compressor

E - Logotipos indicam a aprovaÁ„o do compressor

F - CÛdigo de barras 39 (raz„o 3:1 e 6.5 mils)

G - Papel: Branco

D - Corrente com rotor bloqueado

- LRA

Impress„o: Preto

Freq¸Íncia

- Hz

Dimensıes: 70 x 38 mm

Refrigerante

- R 12

H - Data de fabricaÁ„o

N˙mero de fases

- 1 PH

I - Unidade de fabricaÁ„o

Voltagem nominal do compressor

- VAC

J - A faixa alaranjada È a identificaÁ„o visual usada

(IndicaÁ„o de voltagem:

115V fundo branco

somente nos compressores 220V.

220V fundo preto)

9 - InformaÁıes Gerais para Uso de Compressores com R 134a e R 600a

ï Compressores que tÍm a letra ìHî (ex. EMI30HER) em sua nomenclatura, foram desenvolvidos para serem utilizados com o fluido refrigerante R 134a.

ï Compressores que tÍm a letra ìCî (ex. EMI30CEP) em sua nomenclatura, foram desenvolvidos para serem utilizados com o fluido refrigerante R 600a.

foram desenvolvidos para serem utilizados com o fluido refrigerante R 600a. 60 Manual de AplicaÁ„o de
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIï O compressor n„o pode ser submetido a testes de partida ou de alta voltagem

ï O compressor n„o pode ser submetido a testes de partida ou de alta voltagem sob condiÁıes de v·cuo. Todos os compressores Embraco j· foram submetidos a um teste de alta voltagem de 1650V durante um segundo.

ï Os compressores n„o podem ser carregados com agentes anti-congelantes porque seu uso tem efeitos adversos nos materiais de isolamento (ver item 5).

ï O uso de agentes anti-congelantes, resÌduos de graxa, Ûleo mineral, impurezas em R 134a ou a presenÁa de subst‚ncias cloradas, torna a garantia do compressor nula e inv·lida (ver item 6).

ï Os compressores n„o podem ser testados exceto se estiverem conectados ao sistema de refrigeraÁ„o.

ï OOOOO sistemasistemasistemasistemasistema aoaoaoaoao qualqualqualqualqual ooooo comprcomprcomprcomprcompressoressoressoressoressor ser·ser·ser·ser·ser· montadomontadomontadomontadomontado devedevedevedevedeve serserserserser desenvolvidodesenvolvidodesenvolvidodesenvolvidodesenvolvido eeeee adequadamenteadequadamenteadequadamenteadequadamenteadequadamente prprprprpreparadoeparadoeparadoeparadoeparado paraparaparaparapara usousousousouso comcomcomcomcom RRRRR 134a134a134a134a134a eeeee ÛleoÛleoÛleoÛleoÛleo ÈsterÈsterÈsterÈsterÈster,,,,, ououououou seja,seja,seja,seja,seja, semsemsemsemsem rrrrresÌduosesÌduosesÌduosesÌduosesÌduos alcalinos,alcalinos,alcalinos,alcalinos,alcalinos, clorclorclorclorcloretosetosetosetosetos,,,,, umidade,umidade,umidade,umidade,umidade, ceras,ceras,ceras,ceras,ceras, graxasgraxasgraxasgraxasgraxas eeeee parafinas.parafinas.parafinas.parafinas.parafinas.

eeeee parafinas.parafinas.parafinas.parafinas.parafinas. Figura 41 ñ ReaÁ„o quÌmica R 134a entre contaminantes e
eeeee parafinas.parafinas.parafinas.parafinas.parafinas. Figura 41 ñ ReaÁ„o quÌmica R 134a entre contaminantes e

Figura 41 ñ ReaÁ„o quÌmica R 134a entre contaminantes e Ûleo Èster

Figura 41 ñ ReaÁ„o quÌmica R 134a entre contaminantes e Ûleo Èster Manual de AplicaÁ„o de

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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61

ï Devido ‡ sensibilidade dos Ûleos Èster utilizados nos compressores R 134a, È preciso fazer as seguintes recomendaÁıes (que tambÈm se aplicam a qualquer outro refrigerante):

ï Recomenda-se que um ˙nico sistema seja conectado a cada bomba de v·cuo;

ï Recomenda-se fazer v·cuo em ambos os lados do sistema, com o nÌvel de v·cuo abaixo de 0,6 mbar (500 micra Hg);

ï De preferÍncia, as bombas de v·cuo devem ser instaladas no mesmo nÌvel do compressor ou inferior;

ï Utilize mangueiras de maior di‚metro e mais curtas possÌveis;

ï O nÌvel de v·cuo deve ser medido no sistema de refrigeraÁ„o e n„o na bomba;

ï Utilize o R 141b ou VERTREL

e n„o na bomba; ï Utilize o R 141b ou VERTREL XF como agente de remoÁ„o

XF como agente

de remoÁ„o para limpar os sistemas;

VI
VI

ï O carregamento do refrigerante e o equipamento de v·cuo devem ser de uso exclusivo para o R 134a, afim de evitar contaminaÁ„o por resÌduos clorados;

ï Os detectores de vazamento de halogÍnio atualmente utilizados em sistemas de R 12 n„o s„o eficientes com R 134a. Este tipo de detector de vazamento reage com cloro, um halogÍnio, que È ausente no R 134a. Por isto, È recomendado o uso de equipamentos com detectores ‡ base de hÈlio. No mercado, h· detectores de vazamento de vazamento eletrÙnicos compactos no mercado, que s„o compatÌveis com o refrigerante R 134a;

compactos no mercado, que s„o compatÌveis com o refrigerante R 134a; 62 Manual de AplicaÁ„o de
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62

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIVIï Para evitar que excesso de umidade entre no compressor, os passadores devem ser mantidos

VIVI ï Para evitar que excesso de umidade entre no compressor, os passadores devem ser mantidos

ï Para evitar que excesso de umidade entre no compressor, os passadores devem ser mantidos vedados todo o tempo. Os tampıes de borracha somente devem ser removidos imediatamente antes da brasagem dos passadores aos tubos do sistema (menor tempo possÌvel, nunca superior a 15 minutos);

ï Recomenda-se aos fabricantes de sistemas de refrigeraÁ„o, que utilizam refrigerantes inflam·veis como R 600a, que desenvolvam um mÈtodo de carga preciso, teste de vazamento etc, que garantam que todos os procedimentos de seguranÁa necess·rios sejam cumpridos. Os mesmos cuidados/procedimentos devem ser adotados pelos refrigeristas que, eventualmente, operam sistemas R 600a.

Manual de AplicaÁ„o de Compressores

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63

InformaÁıes

complementares

1 - Impactos

1.1 - Umidade

VII
VII

VII

VII

Em sistema de refrigeraÁ„o que utiliza um compressor que opera com o R 12 (que È compatÌvel com Ûleos lubrificantes mineral e sintÈtico), uma pequena quantidade de umidade, significa uma grande ameaÁa a todo o sistema.

Em sistema de refrigeraÁ„o que utiliza um compressor que opera com o R 134a, os impactos negativos provocados pela umidade s„o ainda maiores. O Ûleo lubrificante dos compressores R 134a s„o Èsteres, altamente higroscÛpicos (absorvem umidade) e inst·veis. AlÈm dos danos citados anteriormente, È comum ocorrer a obstruÁ„o do tubo capilar por resÌduos ·cidos.

a obstruÁ„o do tubo capilar por resÌduos ·cidos. Figura 42 ñ ReaÁ„o quÌmica entre Ûleo Èster
a obstruÁ„o do tubo capilar por resÌduos ·cidos. Figura 42 ñ ReaÁ„o quÌmica entre Ûleo Èster

Figura 42 ñ ReaÁ„o quÌmica entre Ûleo Èster e umidade

resÌduos ·cidos. Figura 42 ñ ReaÁ„o quÌmica entre Ûleo Èster e umidade 64 Manual de AplicaÁ„o
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Manual de AplicaÁ„o de Compressores

VIIVINo caso de obstruÁ„o parcial, a performance do sistema cai proporcionalmente ao tamanho da obstruÁ„o.

No caso de obstruÁ„o parcial, a performance do sistema cai proporcionalmente ao tamanho da obstruÁ„o. Se for total, impede circulaÁ„o do refrigerante e, conseq¸entemente, deixa de funcionar.

1.2 - Anti-Congelantes

Os anti-congelantes s„o extremamente nocivos ao sistema de refrigeraÁ„o, principalmente para o compressor.

Primeiro, pelas suas caracterÌsticas corrosivas e elevado teor de umidade. Dentre os principais efeitos, destaca- se: formaÁ„o de Ûxido (carv„o) nas placas v·lvulas, fragilizam e destroem os isolantes do motor e corroem os evaporadores de alumÌnio.

Segundo, porque n„o tÍm poder de neutralizar os efeitos da umidade. Os anti-congelantes somente evitam a obstruÁ„o do tubo capilar com gelo, porque baixam a temperatura de congelamento da umidade (·gua).

Terceiro, porque atacam os elementos secantes do filtro secador.

(·gua). Terceiro, porque atacam os elementos secantes do filtro secador. Manual de AplicaÁ„o de Compressores 65

Manual de AplicaÁ„o de Compressores