Operação cumpre mandado na casa de

assessor de ministério em MS
Edson Giroto pediu afastamento do Ministério dos
Transportes após ação.
Operação combate organização suspeita de desviar
recursos públicos.
Do G1 MS com informações da TV Morena
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A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na casa, em Campo Grande,
do ex-deputado federal e atual assessor especial do Ministério dos Transportes, Edson
Giroto, que foi secretário estadual de Obras na gestão de André Puccinelli (PMDB). A
ação faz parte da operação Lama Asfáltica deflagrada nesta quinta-feira (9).

José Valeriano Fontoura. coleta de lixo e limpeza urbana. Agentes da PF e técnicos da Receita Federal cumpriram mandado de busca e apreensão de documentos. O assessor especial disse ainda que a investigação não é contra ele. A operação tenta desarticular uma organização suspeita de desviar recursos públicos. que está sob suspeita de ter sido beneficiada pelo esquema de fraude de licitação e superfaturamento. PF. "o assessor especial solicitou afastamento de suas funções para tratar de assuntos particulares. informou que o afastamento é por tempo indeterminado para que o exsecretário se dedique exclusivamente à defesa. Do local foram levados documentos. Polícia esteve na Secretaria de Estado de Habitação e Infraestrutura-geral (Seinfra) e os funcionários não puderam entrar no prédio. A polícia ainda não divulgou os nomes das outras empresas que estariam envolvidas nessa organização criminosa. Uma ação conjunta da Receita Federal. Foram dois anos de investigações.. A Justiça expediu 19 mandados de busca e apreensão em todo o estado. e sim contra empresas e se colocou à disposição para dar mais esclarecimentos à polícia. saiba mais  Operação contra fraudes em obras de MS cumpre 19 mandados de busca O primeiro lugar onde a PF esteve foi no escritório da empresa Proteco Construções Ltda.Edson Giroto (Foto: Leandro Abreu/G1MS/Arquivo 26-10-2012) Edson Giroto informou que os agentes levaram um computador da casa dele e que não permitiram que o funcionário acompanhasse a apreensão." O advogado de Giroto. Segundo o Ministério dos Transportes. Controladoria-Geral da União (CGU) e Ministério Público Federal (MPF). uma das investigadas. Foram investigados contratos de empreiteiras com órgãos públicos para pavimentação de rodovias construção de vias públicas. Os policiais também foram à casa do empresário João Amorim. A reportagem da TV Morena não conseguiu contato com a empresa Proteco. Nessa . inclusive federais fraudando licitações. dono da Proteco. contratos administrativos e superfaturamento em obras.

ainda estava prestando serviço para o governo estadual. o ex-governador deve se pronunciar ainda nesta quinta-feira. Ele conversou com os delegados federais e explicou que os contratos foram assinados na gestão passada. A assessoria de André Puccinelli disse que o ex-governador tomou conhecimento da operação pela imprensa e que ele ficou em reunião durante toda a manhã. Eduardo Ridel. mas pelas informações da polícia. foi até a Seinfra. O advogado da empresa Anfer Construções e Comércio.investigação. do então governador André Pucinelli (PMDB). Segundo a assessoria.  Mato Grosso do Sul . tópicos:  Campo Grande. A Receita Federal divulgou uma nota explicando que a ação do suposto grupo criminoso é voltada ao direcionamento de licitações a empresários ligados ao grupo. e que eles ainda não sabem quais os contratos estão sob suspeita. e o empresário Antônio Fernando de Araújo Garcia só vão se pronunciar depois que tiverem conhecimento do inquérito. eles analisaram contratos num total de R$ 45 milhões e encontraram um prejuízo de pelo menos R$ 11 milhões. outra investigada. Os empresários recebiam supostamente contratos superfaturados e em contrapartida repassavam parte dos lucros que eram entregues a servidores coniventes com direcionamento e sobrepreços. A Justiça pediu o afastamento de quatro servidores da Seinfra. Polícia Federal na Secretaria de Obras do governo de MS (Foto: Cláudia Gaigher/ TV Morena) O atual secretário de Governo e Gestão Estratégica. três são funcionários de carreira e o quarto saiu do governo ano passado aproveitando o programa de demissão.