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BRINCAR DE JOGAR OU JOGAR PARA BRINCAR:

POSSIBILIDADES DO JOGO NA EDUCAÇÃO

ARTIGO POR ANA CECILIA LEITE VIEIRA NEVES - SÁBADO, 13 DE OUTUBRO DE 2012

TAMANHO DO TEXTO:

AA

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By dynamic pricer
By dynamic pricer

1.1. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS DODO DESENVOLVIMENTODESENVOLVIMENTO

INFANTILINFANTIL

A infância é o período das brincadeiras. É o momento em que

a criança se desenvolve e aprende de forma lúdica,

satisfazendo seus interesses e desejos.

As crianças se satisfazem ao brincar, demonstrando assim,

sinais de alegria e prazer. Elas transitam livremente entre o

mundo da fantasia e
mundo da fantasia e
Mais
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o da realidade.

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As crianças se expressam pelo lúdico

Segundo Piaget (1978), a inteligência Não é inata, é o

resultado da construção do sujeito. Ele divide as etapas do conhecimento por períodos, de acordo com as necessidades e os interesses das crianças nas diferentes faixas etárias.

PeríodoPeríodo Sensório-motorSensório-motor (0(0 aosaos 2424 meses)meses)

A criança percebe o ambiente, agindo sobre ele. Ela imita as pessoas e o diálogo afetivo com

os adultos, gera um privilegiado espaço de aprendizagem.

Por meio das interações sociais, ela começa a reconhecer a imagem de seu corpo.

Representa a conquista, através da percepção e dos movimentos, de todo universo prático que cerca a criança. Isto é, a formação dos esquemas sensori-motores irá permitir ao bebê a organização inicial dos estímulos ambientais.

No ponto de partida da evolução mental, não existe, certamente, nenhuma diferenciação entre o eu e o mundo exterior, isto é, as impressões vividas e percebidas não são relacionadas nem à consciência pessoal sentida como um "eu", nem a objetos concebidos como exteriores.

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Uma das funções da inteligência será, portanto, nesta fase, a diferenciação entre os objetos externos e o próprio corpo.

O período de bebê é sem dúvida bastante complexo do ponto de vista do desenvolvimento,

pois nele irá ocorrer a organização psicológica básica em todos os aspectos (perceptivo, motor, intelectual, afetivo, social). Do ponto de vista do autoconhecimento, o bebê irá explorar seu próprio corpo, conhecer os seus vários componentes, sentir emoções, estimular o ambiente social e ser por ele estimulado, e assim irá desenvolver a base do seu autoconceito. Este autoconceito estará alicerçado no esquema corporal, isto é, na ideia que a criança forma

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de seu próprio corpo.

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Começará, portanto, com uns poucos remexos inatos que irão gradualmente, pelo exercício, se transformando em esquemas sensori-motores. Exemplincando: a criança herda uma tendência instintiva a se nutrir, tendência esta que será atualizada pelo remexo de sucção. Ora, se observarmos um recém-nascido no momento de seu nascimento e alguns dias depois, veremos que este remexo já se modincou, incorporando novos elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo.

veremos que este remexo já se modincou, incorporando novos elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo.
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veremos que este remexo já se modincou, incorporando novos elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo.
elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo. criança irá conquistar alguns comportamentos que lhe
elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo. criança irá conquistar alguns comportamentos que lhe
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elementos, constituindo-se em comportamento mais amplo. criança irá conquistar alguns comportamentos que lhe

criança irá conquistar alguns comportamentos que lhe permitam dar uma organização à

realidade pela conquista da permanência substancial dos quadros sensoriais, da construção do espaço prático; da causalidade e a objetivação das séries temporais.

A

dos quadros sensoriais, da construção do espaço prático; da causalidade e a objetivação das séries temporais.
dos quadros sensoriais, da construção do espaço prático; da causalidade e a objetivação das séries temporais.
dos quadros sensoriais, da construção do espaço prático; da causalidade e a objetivação das séries temporais.
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da causalidade e a objetivação das séries temporais. A Assim ao nnal do período, a criança
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da causalidade e a objetivação das séries temporais. A Assim ao nnal do período, a criança
da causalidade e a objetivação das séries temporais. A Assim ao nnal do período, a criança

Assim ao nnal do período, a criança terá conseguido atingir uma forma de equilíbrio, isto é, terá desenvolvido recursos pessoais para resolver uma série de situações através de uma inteligência explícita, ou sensório-motora.

recursos pessoais para resolver uma série de situações através de uma inteligência explícita, ou sensório-motora.
recursos pessoais para resolver uma série de situações através de uma inteligência explícita, ou sensório-motora.
recursos pessoais para resolver uma série de situações através de uma inteligência explícita, ou sensório-motora.
recursos pessoais para resolver uma série de situações através de uma inteligência explícita, ou sensório-motora.
 

PeríodoPeríodo pré-operatóriopré-operatório (2(2 aosaos 77 anos)anos)

A criança já usa símbolos mentais para referir-se a situações e objetos, e passa a representar e

imitar o que vê. É o período do faz-de-conta que a criança adora ouvir histórias e fantasiar as

personagens.

Piaget dividiu as características do desenvolvimento neste estágio em: Egocentrismo (ela é o centro das atenções) e pensamento verbal (a criança procura a razão da causa dos acontecimentos).

Ao se aproximar dos 24 meses a criança estará desenvolvendo ativamente a linguagem o que lhe dará possibilidades de, além de se utilizar da inteligência prática decorrente dos esquemas sensoriais-motores formados na fase anterior, iniciar a capacidade de representar uma coisa por outra, ou seja, formar esquemas simbólicos. Isto será conseguido tanto a partir do uso de um objeto como se fosse outro, de uma situação por outra ou ainda de um objeto, pessoa ou situação por uma palavra.

O alcance do pensamento irá aumentar, obviamente, mas lenta e gradualmente, e assim a

criança continuará bastante egocêntrica e presa às ações.

Teremos, então, uma criança que a nível comportamental atuará de modo lógico e coerente (em função dos esquemas sensori-motores adquiridos na fase anterior) e que a nível de entendimento da realidade estará desequilibrada ( em função da ausência de esquemas conceituais).

O egocentrismo se caracteriza, basicamente, por uma visão da realidade que parte do próprio

eu, isto é, a criança não concebe um mundo, uma situação da qual não faça parte, confunde-se com objetos e pessoas, no sentido de atribuir a eles seus próprios pensamentos, sentimentos,

etc

a vários erros. Se nzermos duas nleiras de nchas emparelhadas, cada uma com um número

diferente de peças, mas começando e acabando no mesmo ponto e se perguntarmos a uma criança de cinco anos se as nleiras são iguais, isto é, se têm a mesma quantidade de nchas,

ela, provavelmente, responderá que sim. Se deslocarmos uma das nchas da nla de menor quantidade para além do limite das nlas e nzermos a mesma pergunta, responderá que esta nleira tem maior quantidade de nchas.

O seu julgamento será altamente dependente da percepção imediata, e sujeito, portanto,

Piaget realizou inúmeras provas que demonstraram empiricamente a ausência do pensamento conceitual e das noções de conservação e de invariância na criança em idade pré-escolar.

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Estas provas têm sido repetidas por pesquisadores, psicólogos e professores em vários locais

do mundo e os resultados têm connrmado aqueles obtidos por Piaget na Suíça. O que varia

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algumas vezes é a idade em que os conceitos são adquiridos pelas crianças e esta variação pode ser explicada por uma estimulação social e educacional mais rica e mais adequada.

Quanto ao aspecto social, vemos como característica marcante desta fase, o início do desligamento da família em direção a uma sociedade de crianças.

No que se refere à linguagem, o que se nota é a presença concomitante de linguagem socializada, um diálogo verdadeiro, com intenção de comunicação, e de linguagem egocêntrica, aquela que não necessita necessariamente de um interlocutor, não tem função de comunicação.

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