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SIMOVERT MASTERDRIVES Vector Control Manual de operação Inversor de Freqüência (AC-AC) tamanho compacto Edição: AC

SIMOVERT MASTERDRIVES Vector Control

Manual de operação

Inversor de Freqüência (AC-AC) tamanho compacto

Vector Control Manual de operação Inversor de Freqüência (AC-AC) tamanho compacto Edição: AC 6SE7086-5JD60

Esse manual de operação é válido somente para as versões de software V 3.2.

Reservamo-nos o direito de alteração de funções, dados técnicos, normas, diagramas e parâmetros.

Não é permitida a entrega a terceiros e reprodução dessa documentação, utilização e revelação de seu conteúdo, a menos de permissão escrita. Os infratores responderão por perdas e danos. Todos os direitos reservados, especialmente no caso de concessão de patentes ou inscrição no GM.

Foi feita a verificação de concordância desse manual com as características de hardware e software dos equipamentos. Apesar disso poderão existir divergências, portanto não podemos assumir a garantia de concordância completa. As informações contidas nesse documento são revisadas periodicamente e as correções necessárias farão parte das edições subsequentes. Agradecemos por sugestões que vierem a ser enviadas.

SIMOVERTé marca registrada da Siemens

03.99

Índice

Índice

1

DEFINIÇÕES E CUIDADOS

1-1

2

DESCRIÇÃO

2-1

3

PRIMEIRA COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO

3-1

4

TRANSPORTE, ARMAZENAGEM, DESEMBALAGEM

4-1

5

MONTAGEM

5-1

5.1

Montagem do

5-1

5.2

Montagem de módulos opcionais

5-4

6

MONTAGEM DE ACORDO C/ NORMAS DE SUPRESSÃO DE

6-1

7

CONEXÕES

7-1

7.1

Conexões dos bornes de potência

7-5

7.1.1

Borneira X9 (somente para aparelhos com tensão de alimentação

 

3

AC 380 - 480 V e 3 AC 500 - 600 V)

7-7

7.1.2

Borneira X9 (somente para aparelhos com tensão de alimentação

 

3

AC 200 - 230 V)

7-7

7.2

Conexão dos bornes de comando

7-8

7.3

Fusíveis do ventilador (somente forma construtiva D)

7-13

8

PARAMETRIZAÇÃO

8-1

8.1

Entrada de parâmetros via PMU

8-1

8.2

Entrada de parâmetros via OP1S

8-5

8.3

Parametrização via Download

8-8

9

PASSOS PARA PARAMETRIZAÇÃO

9-1

9.1

Reset a parâmetros de fábrica

9-3

9.2

Parametrização rápida

9-7

9.2.1

Parametrização com ajustes de usuário

9-7

9.2.2

Parametrização c/ carga de parâmetros existentes (Download, P060 = 6)

9-8

9.2.3

Parametrização com módulos de parâmetros (Par. rápida, P060 = 3)

9-11

Índice

03.99

9.3

Parametrização completa

9-41

9.3.1

Definição da parte de potência

9-41

9.3.2

Configuração dos módulos

9-43

9.3.3

Ajuste do acionamento

9-46

9.4

Notas relativas à parametrização

9-54

9.4.1

Ajuste do acionamento seguindo características tecnológicas

9-56

9.4.2

Alteração para seleção de funções de parâmetros (P052) VC(antigo)

9-58

10

PALAVRAS DE COMANDO E DE STATUS

10-1

10.1

Descrição dos bits da palavra de comando

10-1

10.2

Descrição dos bits da palavra de status

10-11

11

MANUTENÇÃO

11-1

11.1

Substituição do ventilador

11-2

11.2

Substituição da PMU

11-4

12

FORMAÇÃO

12-1

13

DADOS TÉCNICOS

13-1

13.1

Notas relativas a inversores refrigerados a água

13-12

13.1.1

Notas relativas à instalação e componentes

13-12

13.1.2

Áreas de aplicação

13-14

13.1.3

Meio refrigerante

13-16

13.1.3.1

Definição da água de refrigeração

13-16

13.1.3.2

Adição de solução anti-congelante

13-17

13.1.4

Proteção contra condensação

13-19

13.1.5

Notas relativas aos materiais

13-21

14

MENSAGENS DE DEFEITO E ALARME

14-1

14.1

Mensagens de defeito

14-1

14.2

Mensagens de alarme

14-17

14.3

Falhas fatais (FF)

14-25

15

COMPATIBILIDADE COM O MEIO-AMBIENTE

15-1

16

CERTIFICADOS

16-1

03.99

Definições e cuidados

1 Definições e cuidados

Pessoal qualificado

Neste manual, bem como nas advertências contidas no próprio produto, define-se como "PESSOAL QUALIFICADO" pessoas que estejam familiarizadas com a instalação, montagem, colocação em funcionamento e operação do equipamento e que possuam as seguintes qualificações:

® Foram treinadas ou instruídas, bem como estão autorizadas para energizar e desenergizar circuitos, equipamentos e sistemas, identificá-los e executar seu aterramento segundo as normas técnicas de segurança.

® Foram treinadas ou instruídas segundo as normas de segurança no manuseio e utilização dos equipamentos de proteção individual.

® Foram treinadas em primeiros socorros.

PERIGO

® Foram treinadas em primeiros socorros. PERIGO Neste manual, bem como nas advertências contidas no

Neste manual, bem como nas advertências contidas no próprio produto, "Perigo" indica que morte, lesões corporais graves ou danos materiais significativos ocorrerão se não forem tomadas as medidas de segurança.

ATENÇÃO

se não forem tomadas as medidas de segurança. ATENÇÃO Neste manual, bem como nas advertências contidas

Neste manual, bem como nas advertências contidas no próprio produto, "Atenção" indica que morte, lesões corporais graves ou danos materiais significativos poderão ocorrer se não forem tomadas as medidas de segurança.

CUIDADO

se não forem tomadas as medidas de segurança. CUIDADO Neste manual, bem como nas advertências contidas

Neste manual, bem como nas advertências contidas no próprio produto, "Cuidado" indica que lesões corporais leves ou danos materiais poderão ocorrer se não forem tomadas as medidas de segurança.

NOTA

Neste manual, "Nota" indica uma informação importante sobre o produto ou sobre a parte correspondente do manual, sobre a qual deve ser chamada uma atenção especial.

Definições e cuidados

03.99

ATENÇÃO

Definições e cuidados 03.99 ATENÇÃO Aparelhos elétricos em operação apresentam, forçosamente, algumas partes sob

Aparelhos elétricos em operação apresentam, forçosamente, algumas partes sob tensão perigosa.

Portanto, não sendo observadas as mensagens de advertência, podem ocorrer lesões corporais graves ou danos materiais.

Apenas o pessoal adequadamente qualificado pode trabalhar neste aparelho.

Esse pessoal deve estar basicamente familiarizado com todas as advertências e procedimentos de manutenção contidos nesse manual.

A operação segura e correta desse inversor pressupõe o transporte apropriado, o armazenamento, colocação e montagem em local adequado, assim como operação e manutenção cuidadosas.

NOTA

Em razão da generalidade, esse manual não contém todas as informações detalhadas de todos os tipos de produto nem pode considerar todos os casos imagináveis de montagem, operação e manutenção do equipamento.

Se forem desejadas maiores informações, ou se ocorrerem problemas especiais que não foram tratados de forma suficientemente detalhada neste manual, a orientação necessária poderá ser obtida junto à filial Siemens local.

Ademais, informamos que o conteúdo deste manual não faz parte nem modifica qualquer acordo, promessa ou relação jurídica passada ou em vigor. O contrato comercial correspondente especifica todas as obrigações da Siemens e é o único documento que inclui os termos de garantia. Estas especificações contratuais de garantia não são ampliadas nem restringidas no que é exposto na edição deste manual.

03.99

Definições e cuidados

CUIDADO

03.99 Definições e cuidados CUIDADO Componentes sensíveis a descargas eletrostáticas (ESD) O inversor contém

Componentes sensíveis a descargas eletrostáticas (ESD)

O inversor contém componentes sensíveis a descargas eletrostáticas. Esses componentes podem ser facilmente destruídos se manuseados de forma inadequada. Se houver necessidade de trabalhar com módulos eletrônicos, observe, por favor, as seguintes recomendações:

Módulos eletrônicos devem ser tocados apenas quando for inevitável trabalhar com os mesmos.

O corpo humano deve ser previamente descarregado quando houver necessidade de manusear os módulos eletrônicos.

Os módulos não devem entrar em contato com materiais de elevada isolação - por ex., folhas plásticas, bancadas isoladas, artigos de vestuário fabricados com fibras sintéticas.

Os módulos devem ser colocados apenas sobre partes condutoras.

Quando forem efetuados trabalhos de solda nos módulos, a ponta do ferro de solda deve estar aterrada.

Os módulos e componentes devem ser transportados e armazenados em embalagem condutora (p. ex., caixas de plástico metalizado ou de metal).

Se a embalagem não for condutora, os módulos devem ser envolvidos com invólucro condutor. Para isso podem ser utilizadas, por ex., espuma de borracha condutora ou folha de alumínio de uso doméstico.

As medidas de proteção contra ESD são esclarecidas novamente no quadro seguinte:

® a = piso condutor

® b = mesa ESD

® c = sapatos ESD

® d = avental ESD

® e = pulseira ESD

® f = conexão do painel à terra

b d e f c a Posição sentado
b
d
e
f
c
a
Posição sentado

Fig. 1-1

d f f c a Posição em pé
d
f
f
c a
Posição em pé

Medidas de proteção ESD

b d e f f c a Sentado / em pé
b
d
e
f
f
c a
Sentado / em pé

Definições e cuidados

03.99

  Notas de segurança e utilização para conversores estáticos
 

Notas de segurança e utilização para conversores estáticos

 

(conforme: Normas de baixa tensão 73/23/EWG)

1.

Geral

4. Instalação

 

Durante a operação os conversores podem possuir um grau de proteção de acordo com partes condutoras de tensão, peças cegas, em alguns casos peças móveis ou giratórias, bem como superfícies quentes.

A instalação e refrigeração do conversor / inversor

devem

ser

feitas observando-se as normas

correspondentes.

 

Os

aparelhos deverão ser protegidos contra solicitações

Existe o risco de danos pessoais graves ou danos materiais no caso da retirada indevida de tampas, em aplicação inadequada, instalação ou operação erradas.

indevidas. Em especial durante o transporte e manuseio nenhum componente poderá ser entortado e/ou não poderão ser alteradas distâncias de isolação. Deverá ser evitado contato com componentes eletrônicos.

Outras

informações

podem

ser

obtidas

da

documentação.

 

Os aparelhos possuem componentes sensíveis, que poderão ser facilmente danificados por operação indevida. Componentes elétricos não poderão ser danificados ou destruídos. (em alguns casos poderá ocorrer danos à saúde!).

Todos os serviços de transporte, instalação e colocação em funcionamento, bem como de manutenção, deverá

ser

feito por pessoal qualificado (observar IEC 364 e

CENELEC HD 384 ou DIN VDE 0100 e IEC-Report 664

ou

DIN VDE 0110 e norma de prevenção de acidentes

5.

Conexão elétrica

nacional).

Pessoal qualificado são pessoas que estejam familiarizadas com a instalação, montagem, colocação em funcionamento e operação do equipamento e que tenham qualificação para desempenhar suas funções.

Deverá ser observada a norma de prevenção de acidentes nacional (na Alemanha, VBG 4) na operação com conversores estáticos.

A instalação elétrica deverá ser feita de acordo com as normas (por ex., bitola de cabos, fusíveis, conexão de condutor de proteção). Observações adicionais deverão ser obtidas da documentação.

Notas referentes à instalação de acordo com supressão de rádio-interferência - como blindagem, aterramento, utilização de filtros e rota de cabos - encontram-se na documentação do conversor. Essas notas deverão ser observadas também nos aparelhos que possuam a marca CE. A observação dos valores limites exigidos nas normas relativas é de responsabilidade do fabricante da instalação ou da máquina.

2.

Conversores estáticos são componentes especificados para serem montados em instalações elétricas ou em máquinas.

Utilização conforme determinação

No

caso de montagem em máquinas, a colocação em

funcionamento do conversor (isto é, início da operação normal) deverá aguardar a confirmação de que a máquina atende ao determinado na norma européia 89/392/EWG (Diretrizes para máquinas); observando-se a EN 60204.

A

colocação

em

funcionamento

(isto

é,

início

da

6.

Operação

operação

normal)

é

somente

permitida

com

a

Instalações que possuam conversores estáticos devem ser eventualmente equipadas com dispositivos adicionais de supervisão e proteção conforme as normas válidas de segurança, por exemplo, lei relativa aos meios de trabalho, normas de prevenção de acidentes, etc. Alterações do conversor através de software de operação são permitidas.

observância

das

normas

de

interferência

eletromagnética (89/336/EWG).

 

Os

conversores de freqüência estão de acordo com a

norma de baixa tensão 73/23/EWG. As normas da série

EN

50178/DIN VDE 0160 juntamente com a EN 60439-

1/DIN VDE 0660 Parte 500 e EN 60146/DIN VDE 0558

são também utilizadas.

 

Os dados técnicos, bem como informações sobre conexão devem ser obtidos da placa de dados e da documentação e devem ser rigorosamente observados.

Imediatamente após desligamento do aparelho da tensão de alimentação não deverão ser tocadas partes e bornes de potência do retificador devido à possível presença de tensão em função da carga nos capacitores. As placas de advertência no aparelho deverão ser observadas.

3.

Transporte, armazenagem

 

As indicações para transporte, armazenagem e manuseio adequado devem ser observadas.

Todas as portas e tampas deverão ser mantidas fechadas durante a operação.

As condições climáticas constantes na prEN 50178 deverão ser seguidas.

7.

Manutenção

Deve-se observar a documentação do fabricante!

Estas notas de segurança deverão ser guardadas!

03.99

Descrição

2

Descrição

Campo de aplicação

Os conversores de freqüência Simovert MasterDrives "tamanho compacto" são equipamentos elétricos de potência para a alimentação de motores trifásicos na faixa de potência de 2,2 kW a 37 kW.

O conversor pode operar em uma rede trifásica com freqüência de

50/60 Hz e tensão na faixa de valores constantes dos dados de placa

(200

A corrente alternada da rede é retificada, alisada e armazenada nos

capacitores do circuito intermediário. Através do inversor, a partir da tensão contínua e por meio do processo de modulação vetorial, SPACE VECTOR MODULATION, é gerada uma saída com freqüência variável entre 0 Hz e no máximo 600 Hz.

A alimentação dos 24V internos é feita a partir do circuito intermediário

por meio de uma fonte incorporada internamente.

O intertravamento do inversor é feito pela eletrônica de regulação

interna, as funções são disponibilizadas pelo software do inversor.

A operação pode ser feita a partir do painel de operação do inversor,

PMU, do painel OP1S, da borneira ou via interface serial da rede. Para isso o inversor possui uma série de interfaces e seis slots para módulos opcionais.

Poderão ser utilizados geradores de impulsos ou tacos para realimentação de sinal de rotação do motor.

230

/ 380

480

/ 500

600

V).

borneiras módulos PMU opcionais eletrônica de regulação interface serial alimen- 24 V tação == de
borneiras
módulos
PMU
opcionais
eletrônica de regulação
interface
serial
alimen-
24 V
tação
==
de
==
tensão
interna
U1/L1
U2/T1
conexão
V1/L2
V2/T2
do motor
W1/L3
W2/T3
PE
PE2
retificador
pré-carga
circuito
inversor
intermediário
C / L+
D / L -
PE1

Fig. 2-1

Princípio de ligação do inversor de freqüência

Definições e cuidados

03.99

03.99

Primeira colocação em funcionamento

3 Primeira colocação em funcionamento

Desembalagem e verificação do inversor

Desembalagem e verificação do inversor

Desembalagem e verificação do inversor
Desembalagem e verificação do inversor
em funcionamento Desembalagem e verificação do inversor Montagem do inversor e inserção dos módulos opcionais

Montagem do inversor e inserção dos módulos opcionais fonecidos avulsos

e inserção dos módulos opcionais fonecidos avulsos Se necessário, formação dos capacitores do circuito
Se necessário, formação dos capacitores do circuito intermediário

Se necessário, formação dos capacitores do circuito intermediário

formação dos capacitores do circuito intermediário Conexão dos cabos de proteção, dos cabos de potência ou
Conexão dos cabos de proteção, dos cabos de potência ou barramentos, e caso exista, alimentação

Conexão dos cabos de proteção, dos cabos de potência ou barramentos, e caso exista, alimentação DC 24V externa

Conexão dos cabos de proteção, dos cabos de potência ou barramentos, e caso exista, alimentação DC
Conexão dos cabos de proteção, dos cabos de potência ou barramentos, e caso exista, alimentação DC
ou barramentos, e caso exista, alimentação DC 24V externa Energização da alimentação DC 24V externa e

Energização da alimentação DC 24V externa e da tensão de rede

da alimentação DC 24V externa e da tensão de rede Se necessário, execução de reset a

Se necessário, execução de reset a parâmetros de fábrica

necessário, execução de reset a parâmetros de fábrica Parametrização por Download ou com módulos de parâmetros

Parametrização por Download ou com módulos de parâmetros

Parametrização por Download ou com módulos de parâmetros Conexão dos cabos de comando, comunicação, encoder e

Conexão dos cabos de comando, comunicação, encoder e do motor

dos cabos de comando, comunicação, encoder e do motor Após abrir a embalagem, favor verificar se

Após abrir a embalagem, favor verificar se o inversor foi fornecido corretamente. Somente os aparelhos fornecidos corretamente poderão ser colocados em operação. Favor verificar, além disso, se o inversor está completo e com os módulos opcionais corretos.

Insira, se necessário, os módulos opcionais ainda não montados. Em seguida monte o inversor observando as características do local de montagem e as notas relativas a interferências eletromagnéticas.

Se o circuito intermediário permaneceu sem tensão por período maior de um ano, você deverá formar novamente os capacitores do circuito intermediário

Inicie com a conexão dos cabos de proteção e dos cabos de potência ou barramentos, e caso existir, da alimentação 24 V externa. Ao passar os cabos, siga as recomendações de EMV. Nesta etapa não conecte ainda nenhum cabo de comando, comunicação, encoder e cabo do motor (exceção: cabo para ligação da OP1S, no caso da parametrização ocorrer via

OP1S).

Após verificar se os cabos estão conectados corretamente e bem apertados, ligue a tensão DC 24V externa e a tensão de rede. O inversor se inicializará após estabilização da tensão da eletrônica. Esse processo poderá demorar alguns segundos. Em seguida aparecerá no display PMU o status do inversor.

No caso da PMU, após decorrida a inicialização, não indicar o status °005 ou se o inversor tiver sido parametrizado alguma vez, deverá ser feito um reset a parâmetros de fábrica.

AAA

Conecte os cabos restantes: comando, comunicação, encoder e do motor. Observe as notas relativas a interferências eletromagnéticas.

Ver capítulo

"Transporte,

Armazenagem,

Desembalagem"

Ver capítulos

"Montagem"

e

"Mont. acordo c/ normas R.I."

Ver capítulo

"Formação"

Ver capítulos "Conexões" e "Montagem de ac. c/ normas RI"

111

Ver capítulo

"Parametrização"

Ver capítulo

"Parametrização"

Ver capítulos "Conexão" e "Montagem de ac. c/ normas RI"

Primeira colocação em funcionamento

03.99

Testes funcionais

Testes funcionais

Testes funcionais
Testes funcionais
colocação em funcionamento 03.99 Testes funcionais Após nova verificação do inversor e da cablagem, ligue as

Após nova verificação do inversor e da cablagem, ligue as tensões de rede ou do circuito intermediário, se ainda não tiverem sido ligadas, e faça um teste funcional de acordo com sua parametrização.

CUIDADO

teste funcional de acordo com sua parametrização. CUIDADO Deverá ser assegurado que, com a ligação da

Deverá ser assegurado que, com a ligação da potência e do inversor, não haverá riscos para pessoas e partes da máquina. Recomenda-se acoplar a máquina somente após término do teste funcional.

Continuação da colocação em operação e parametrização de acordo com as exigências concretas

siehe

"Anschließen"

und "EMV-

gerechter

Aufbau"

siehe "Ans

03.99

Transporte, Armazenagem, Desembalagem

4 Transporte, Armazenagem, Desembalagem

Transporte

Os inversores SIMOVERT MasterDrives são embalados de fábrica, de acordo com o pedido. Na caixa de papelão é colocada uma etiqueta de embalagem do produto. Deve-se atentar para as recomendações de embalagem quanto ao transporte, armazenagem e manuseio adequado. Devem ser evitadas vibrações no transporte e choques fortes, p. ex., durante a descarga. Sendo constatados danos de transporte, deve-se comunicar imediatamente a empresa transportadora. Os inversores devem ser armazenados em locais limpos e secos. São permitidas temperaturas entre -25 °C (-13 °F) e +70 °C (158 °F). Não são permitidas variações de temperaturas > 30 K por hora.

Armazenagem

NOTA

O

equipamento não deve permanecer armazenado por mais de um

ano. Se for armazenado por períodos maiores, os capacitores do circuito intermediário deverão ser novamente formados. Ver capítulo "Formação".

Desembalagem

A

embalagem compõe-se de uma caixa de papelão e um papel

canelado. Ela pode ser descartada conforme as normas locais de descarte de caixas de papelão. Após a desembalagem e verificação se o fornecimento foi completo e se o aparelho está intacto, o inversor

poderá ser instalado.

Primeira colocação em funcionamento

03.99

03.99

Montagem

5

Montagem

5.1 Montagem do aparelho

ATENÇÃO

Montagem 5 Montagem 5.1 Montagem do aparelho ATENÇÃO A operação segura do aparelho parte do princípio

A operação segura do aparelho parte do princípio que ele seja

montado e instalado por pessoas qualificadas e que sigam as

orientações e as advertências constantes deste manual.

Deverão ser observadas em especial as normas gerais e específicas do país de instalação do equipamento em áreas de instalações elétricas (por ex., VDE), bem como deverão ser utilizadas as ferramentas adequadas e equipamentos de proteção pessoal de acordo com as normas.

A não observância dos pontos acima pode ocasionar lesões graves,

morte ou sérios danos materiais.

Distâncias

Exigências do local de instalação

Na montagem do aparelho deve ser observado que os bornes de conexão dos cabos de rede estão localizados na parte superior, e os de alimentação do motor, na parte inferior do aparelho. Os aparelhos poderão ser montados encostados lado a lado. Para garantir uma perfeita ventilação deverão ser previstas distâncias livres de componentes que possam reduzir o fluxo de ar, de 100mm na parte superior e de 250mm na parte inferior do aparelho. No caso de montagem dentro de painéis, a ventilação interna deverá ser compatível com a dissipação do equipamento. As informações para dimensionamento poderão ser encontradas nas tabelas de dados técnicos.

® Corpos estranhos Os aparelhos deverão estar protegidos contra entrada de corpos estranhos, caso contrário a operação e funcionamento do aparelho não poderão ser garantidos.

® Poeira, gases e vapores Os locais de operação deverão ser secos e livres de poeira. O ar na entrada de ventilação não deverá possuir poeira, gases e vapores condutores de eletricidade. Caso necessário, deverão ser utilizados filtros ou tomadas medidas necessárias ao bom funcionamento do equipamento.

® Ar de refrigeração Os aparelhos somente poderão operar em ambientes de acordo com a norma DIN IEC 721-3-3 classe 3K3. Deverá ser aplicada redução da potência nominal para temperaturas acima de 40 °C (104 °F) e altura superior a 1000 m.

Montagem

03.99

placa de montagem ar refrigeração 100 mm250 mm
placa de
montagem
ar refrigeração
100 mm250
mm

Montagem

Fig. 5-1

Distâncias mínimas para a ventilação

A montagem do aparelho é feita diretamente sobre uma placa de montagem. Para isso são necessários:

® Trilho G de acordo com EN50035 com parafusos para fixação superior,

® Parafuso M6 para os modelos A até C, dois parafusos M6 para o modelo D, para fixação inferior,

® Desenho relativo aos modelos A, B ou C e D.

03.99

Montagem

trilho G conf. EN50035 placa de montagem rasgos para parafusos M6 45 mm 67,5 mm
trilho G conf. EN50035
placa de montagem
rasgos para
parafusos M6
45
mm
67,5 mm
90
mm
135 mm
350
mm
Tamanho A
Tamanho B
425 mm
425 mm

vista lateral

Fig. 5-2

vista frontal (sem tampa)

Desenho de montagem modelos A, B

trilho G conf. EN50035 placa de montagem rasgos para parafusos M6 90 mm 45 mm
trilho G conf. EN50035
placa de montagem
rasgos para
parafusos M6
90 mm
45 mm
180 mm
180
mm
350
mm
270
mm
tamanho C
tamanho D
600 mm
600 mm

vista lateral

Fig. 5-3

vista frontal (sem tampa)

Desenho de montagem modelos C, D

Montagem

03.99

5.2 Montagem de módulos opcionais

ATENÇÃO Os módulos deverão ser trocados somente por pessoal qualificado. Os módulos não poderão ser
ATENÇÃO
Os módulos deverão ser trocados somente por pessoal qualificado.
Os módulos não poderão ser retirados ou colocados com presença de
tensão.
Slots
No bastidor da eletrônica do aparelho estão disponíveis até 6 slots
para montagem de módulos opcionais. Os slots são identificados com
as letras A até G. O slot B não está disponível no bastidor da
eletrônica, ele é somente utilizado nos modelos Compact PLUS.
Se você desejar utilizar os slots D até G, você vai necessitar
adicionalmente de:
®
expansão LBA (Local Bus Adapter), necessária para a fixação do
módulo CU e de até 2 módulos de adaptação, e
®
um módulo suporte (ADB - Adaption Board), necessário para a
fixação de até 2 módulos opcionais.
Os Slots encontram-se nas seguintes posições:
® Slot A
Módulo CU
Acima
® Slot C
Módulo CU
Abaixo
® Módulo fixação no slot 2
Slot D
Acima
® Módulo fixação no slot 2
Slot E
Abaixo
® Módulo fixação no slot 3
Slot F
Acima
® Módulo fixação no slot 3
Slot G
Abaixo
slot 1
slot 3
slot 2
Fig. 5-4
Localização dos Slots para inversores compactos e chassis
OBSERVAÇÃO
O slot 2 pode ser utilizado pelos módulos tecnológicos (T100, T300,
TSY).
Os slots 2 e 3 poderão ser utilizados também pelos módulos de
comunicação SCB1 e SCB2.

03.99

Montagem

ATENÇÃO

03.99 Montagem ATENÇÃO CUIDADO Até 5 minutos após desligamento do aparelho há presença de tensão nos

CUIDADO

03.99 Montagem ATENÇÃO CUIDADO Até 5 minutos após desligamento do aparelho há presença de tensão nos

Até 5 minutos após desligamento do aparelho há presença de tensão nos capacitores do circuito intermediário. A abertura do aparelho somente é permitida após este intervalo.

Os módulos opcionais são compostos de elementos sensíveis a tensões eletrostáticas. Estes elementos poderão ser facilmente destruídos se não forem manuseados adequadamente. Siga rigorosamente as observações de manuseio de elementos C-MOS.

Desconectar o inversor da rede

Desconecte o aparelho da rede de alimentação (AC ou DC) e desligue- o. Desligue a alimentação 24 V da eletrônica. Abra a tampa frontal. Retire os módulos CU e de fixação do bastidor da eletrônica:

Preparação da

montagem

® Solte os cabos do módulo CU e dos módulos opcionais.

® Solte os parafusos de fixação do módulo CU ou do módulo suporte na parte superior e inferior do mesmo.

® Retire do bastidor da eletrônica o módulo CU ou módulo suporte pelo punho do módulo.

® Coloque o módulo retirado sobre uma placa aterrada eletricamente.

Montagem do

Conecte o módulo opcional da direita na tomada de 64 pólos do módulo CU ou do módulo suporte. A referência de lado é a posição montada. Fixe o módulo opcional com os 2 parafusos que acompanham o módulo nos pontos de fixação na parte frontal do módulo opcional.

módulo opcional

ATENÇÃO

O

módulo opcional deverá ser pressionado firmemente no conector, o

simples aperto dos parafusos de fixação não é suficiente!

Remontagem do

Monte novamente o módulo CU ou módulo suporte no bastidor da

módulo

eletrônica:

®

Introduza o módulo CU no slot 1 ou o módulo suporte nos slots 2 ou

 

3.

ATENÇÃO

O

slot 3 somente poderá ser utilizado quando houver no mínimo um

módulo suporte no slot 2. Deverão ser montados primeiramente

módulos no slot 2, antes de ser utilizado o slot 3.

® Fixe o módulo CU ou módulo suporte por meio dos parafusos de fixação. Reconecte os cabos retirados no início. Faça uma checagem geral dos cabos e aterramentos para evitar troca de posições.

Montagem

03.99

Significado do código do opcional

Opção

Significado

Opção

Significado

 

CBP: Profibus

 

EB1: Módulo de expansão 1

G11

Slot A

G61

Slot A

G13

Slot C

G63

Slot C

G14

Slot D

G64

Slot D

G15

Slot E

G65

Slot E

G16

Slot F

G66

Slot F

G17

Slot G

G67

Slot G

CBC: CAN-Bus

EB2: Módulo de expansão 2

G21

Slot A

G71

Slot A

G23

Slot C

G73

Slot C

G24

Slot D

G74

Slot D

G25

Slot E

G75

Slot E

G26

Slot F

G76

Slot F

G27

Slot G

G77

Slot G

SLB: SIMOLINK

Adaptador traseiro LBA

G41

Slot A

K11

montado no bastidor da eletrônica

G43

Slot C

G44

Slot D

G45

Slot E

Módulo adaptador ADB

G46

Slot F

K01

Slot 2 (Slot D, E) Slot 3 (Slot F, G)

G47

Slot G

K02

Tabela 5-1

Significado dos códigos dos opcionais

03.99

Montagem de acordo com normas de supressão de rádio-interferência

6 Montagem de acordo com normas de supressão de rádio-interferência

A seguir um resumo das informações básicas para simplificar o atendimento das normas e diretrizes EMC e CE.

® Observe a boa conexão elétrica entre a carcaça do retificador e do inversor e a placa de montagem. É recomendada a utilização de placas de montagem com boa condutividade elétrica (por ex., chapa zincada). Se a placa de montagem estiver isolada (por ex., pintada), utilize arruelas metálicas lisas ou de pressão.

® Todas as partes metálicas do painel deverão ser conectadas entre si, de preferência com uma área de contato razoável. Se necessário, utilize arruelas metálicas lisas ou de pressão.

® Conecte as portas do painel com o painel por meio de cordoalha de cobre com o menor comprimento possível.

® A conexão entre retificador, inversor e motor deverá ser feita com cabos blindados, aterrados em ambos os lados. No caso da caixa do motor ser de plástico, deverão ser utilizados cordoalha de aterramento.

® A blindagem do cabo do motor deverá ser conectada ao aterramento do inversor e também aterrado à placa de montagem do motor.

® O aterramento do cabo do motor não poderá ser interrompido por reator de saída, fusíveis ou contatores.

® Todos os cabos de sinal deverão ser blindados. Separe os cabos de sinal em grupos. Não passe cabos de sinais digitais sem blindagem ao lado de cabos de sinais analógicos. Se for utilizado um cabo único de sinal, os sinais individuais deverão ser blindados.

® Passe os cabos de força e os cabos de sinal separadamente com uma distância mínima de 20 cm entre si. Deverão ser previstas placas de separação entre cabos de sinal e de força. Aterre as placas de separação.

® Aterre a fiação reserva em ambas as pontas. Com isso você obtém um aterramento adicional.

® Passe os cabos o mais próximo possível de placas de montagem aterradas. Assim consegue-se uma diminuição de interferências.

® Evite excesso no comprimento dos cabos. Comprimentos desnecessários geram capacitâncias e indutividades adicionais.

® Utilize blindagem trançada. A blindagem por fita é 5 vezes pior.

Montagem de acordo com normas de supressão de rádio-interferência

03.99

® Utilize um filtro de linha na alimentação. Aterre o filtro com o inversor. A melhor forma é a montagem do filtro na mesma placa de montagem do retificador e do inversor. Entre o filtro e o aparelho deverá ser utilizado um reator de linha.

® Deverão ser utilizados limitadores de sobretensão (por ex., RC´s, varistores) em bobinas de contatores que estejam ligadas na mesma rede do inversor ou que estejam próximas a ele. Mais informações você encontra no manual " Instruções de instalação para montagem de acionamentos atendendo às normas de supressão de rádio-interferências". (Nr. encomenda: 6SE7087-6CX87-8CE0).

03.99

Conexões

7

Conexões

ATENÇÃO

03.99 Conexões 7 Conexões ATENÇÃO Os conversores / inversores de freqüência SIMOVERT MASTERDRIVES operam em

Os conversores / inversores de freqüência SIMOVERT MASTERDRIVES operam em tensões elevadas. Todas as conexões devem ser executadas com o aparelho desligado! Todos os trabalhos com o conversor devem ser executados por pessoal qualificado! Desrespeitar essas recomendações de atenção pode causar morte, lesões corporais graves ou danos materiais significativos.

Em função dos capacitores do circuito intermediário, até 5 min. após o desligamento do inversor permanecem tensões perigosas. Assim, a abertura do inversor é permitida apenas após decorrido o tempo de espera acima.

Mesmo com o motor em repouso pode haver presença de tensão nos bornes de potência. No caso de alimentação centralizada da tensão do circuito intermediário deve-se providenciar a possibilidade de desacoplamento do inversor da tensão do circuito intermediário!

Deve-se tomar cuidado ao se tocar nas partes internas do aparelho, pois podem estar sob tensão.

O usuário é responsável pela montagem e conexão de todo equipamento de acordo com as regras técnicas reconhecidas no país de montagem, bem como de acordo com as normas regionais válidas. Deve-se tomar especial cuidado com o dimensionamento dos cabos, proteção, aterramento, desligamento, desacoplamento e proteção contra sobrecorrente.

Conexões

03.99

contator,

alimentação DC24V

externa- X9

conexão circuito

intermediário X3

conexão de rede X1

slot 3 slot 2 módulo opcional no slot A conexão PMU X108 slot 1 (CUVC)

X101

X102

X103

módulo opcional no slot C

conexão do motor X2 aterram. blindagens cabos de comando e cabo do taco

adaptador de cabos para EMV (Opcional)

U1 V1 W1 PE1 C D L1 L2 L3 L+ L- T1 T2 T3 U2
U1
V1
W1
PE1
C
D
L1
L2
L3
L+
L-
T1
T2 T3
U2
V2 W2 PE2

Fig. 7-1

Conexões para formas construtivas A, B e C

03.99

Conexões

contator,

alimentaçãoDC24 V-

externa X9

conexão do circuito intermediário X3

conexão de rede X1

fusíveis do ventilador

slot 1 (CUVC) módulo opcional no Slot A conexão PMU X108

X101

X102

X103

módulo opcional no slot C

conexão do motor X2

adaptação da tensão do ventilador aterram. cabos de comando e cabo do taco

adaptador de cabos para EMV (Opcional)

e cabo do taco adaptador de cabos para EMV (Opcional) -F101 -F102 U1 V1 W1 PE1
-F101 -F102 U1 V1 W1 PE1 C D L1 L2 L3 L+ L-
-F101
-F102
U1
V1
W1 PE1
C
D
L1
L2
L3
L+
L-
-F101 -F102 U1 V1 W1 PE1 C D L1 L2 L3 L+ L- slot 3 slot
-F101 -F102 U1 V1 W1 PE1 C D L1 L2 L3 L+ L- slot 3 slot

slot 3

slot 2

U1 V1 W1 PE1 C D L1 L2 L3 L+ L- slot 3 slot 2 T1
T1 T2 T3 U2 V2 W2 PE2
T1
T2
T3
U2
V2
W2 PE2

Fig. 7-2

Conexões para formas construtivas D

ATENÇÃO

Os inversores de forma construtiva D possuem ventilador de 230V incorporado. O ventilador é alimentado por um transformador. Para alimentação do ventilador com 230V, deve-se ajustar o primário do transformador por meio da tomada (Conexão 2) à tensão de rede adequada (a faixa de tolerância da tensão de rede está indicada nos bornes).

Conexões

03.99

bornes do trafo

conexão 2 conexão 1 0 V transformador do ventilador
conexão 2
conexão 1
0 V
transformador
do ventilador

X2

conexão 2 conexão 1 0 V transformador do ventilador X2 Fig. 7-3 Localização do transformador do

Fig. 7-3

Localização do transformador do ventilador (somente para inversores de forma construtiva D)

03.99

Conexões

7.1 Conexões dos bornes de potência

Condutor de

O condutor de proteção deve ser conectado tanto do lado da rede

proteção

como do lado do motor. Em função das correntes de descarga geradas pelos capacitores de filtro deve-se utilizar, de acordo com VDE 0160, um cabo com bitola mínima de 10 mm². Utilizando-se cabos de rede com bitola menor de 10 mm² pode-se proceder da seguinte maneira:

Estando o aparelho aterrado à placa de montagem de forma adequada, a bitola do condutor de proteção poderá ser igual à bitola do cabo de rede. Estando o aparelho aterrado à placa de montagem de forma inadequada ou sendo a placa de montagem isolada, a bitola do condutor de proteção deverá ser de 10 mm².

Tensão de rede 3 AC 200 V a 230 V

 

Nr. enco-

Corr. nominal

Lado da rede

 

Lado motor

menda

entrada

Reator linha

 

Bitola

Fusível recomendado

   

Bitola

6SE70

VDE

AWG

gR (SITOR)

gL NH

América do Norte

VDE

AWG

[A]

[mm²]

[A]

3NE

[A]

3NA

Tipo

[V]

[A]

4EP

[mm²]

21-1CA60

10,6

2,5

14

- -

- 3805

- 16

   

AJT, LPJ

600

15

3400-1UK

1,5

16

21-3CA60

13,3

4

10

- -

- 3807

- 20

   

AJT, LPJ

600

17,5

3500-0UK

1,5

16

21-8CB60

17,7

6

8

25

1815-0

25

3810

AJT, LPJ

600

25

3600-4UK

2,5

14

22-3CB60

22,9

10

6

35

1803-0

35

3814

AJT, LPJ

600

30

3600-5UK

4

10

23-2CB60

32,2

16

4

40

1802-0

50

3820

AJT, LPJ

600

40

3700-2UK

10

6

24-4CC60

44,2

25

2

50

1817-0

63

3822

AJT, LPJ

600

60

3800-2UK

16

4

25-4CD60

54

25

2

80

1820-0

80

3824

AJT, LPJ

600

70

3900-2UK

25

2

27-0CD60

69

35

0

80

1820-0

80

3824

AJT, LPJ

600

90

3900-2UK

25

2

28-1CD60

81

50

00

100

1021-0

100

3830

AJT, LPJ

600

100

3900-2UK

35

0

Tensão de rede 3 AC 380 V a 480 V

 

Nr. enco-

Corr. nominal

Lado da rede

 

Lado motor

menda

entrada

Reator linha

 

Bitola

Fusível recomendado

   

Bitola

6SE70

VDE

AWG

gR (SITOR)

gL NH

América do Norte

VDE

AWG

[A]

[mm²]

[A]

3NE

[A]

3NA

Tipo

[V]

[A]

4EP

[mm²]

16-1EA61

6,1

1,5

16

-

-

- -

10

3803

AJT, LPJ

600

8

3200-1UK

1,5

16

18-0EA61

8,0

1,5

16

- -

- -

16

3805

AJT, LPJ

600

12

3400-2UK

1,5

16

21-0EA61

10,2

2,5

14

- -

- -

16

3805

AJT, LPJ

600

15

3400-1UK

1,5

16

21-3EB61

13,2

2,5

14

25

1815-0

25

3810

AJT, LPJ

600

17,5

3500-0UK

2,5

14

21-8EB61

17,5

4

10

25

1815-0

25

3810

AJT, LPJ

600

25

3600-4UK

2,5

14

22-6EC61

25,5

10

6

35

1803-0

35

3814

AJT, LPJ

600

35

3600-5UK

10

6

23-4EC61

34

16

4

40

1802-0

50

3820

AJT, LPJ

600

45

3700-2UK

10

6

23-8ED61

37,5

16

4

63

1818-0

63

3822

AJT, LPJ

600

50

3700-5UK

16

4

24-7ED61

47

25

2

63

1818-0

63

3822

AJT, LPJ

600

60

3800-2UK

16

4

26-0ED61

59

25

2

80

1820-0

100

3830

AJT, LPJ

600

80

3800-2UK

16

4

27-2ED61

72

50

00

80

1820-0

100

3830

AJT, LPJ

600

90

3900-2UK

25

2

Conexões

03.99

Tensão de rede 3 AC 500 V a 600 V

 

Nr. enco-

Corr. nominal

Lado da rede

 

Lado motor

menda

entrada

Reator linha

 

Bitola

Fusível recomendado

 

Bitola

6SE70

VDE

AWG

gR (SITOR)

gL NH

 

América do Norte

VDE

AWG

[A]

[mm²]

[A]

3NE

[A]

3NA

Tipo

[V]

[A]

4EP

[mm²]

14-5FB61

4,5

1,5

16

- -

- -

10

3803

1)

AJT, LPJ

600

6

3200-2UK

1,5

16

16-2FB61

6,2

1,5

15

- -

- -

10

3803

1)

AJT, LPJ

600

8

3300-0UK

1,5

16

17-8FB61

7,8

1,5

15

20

1814-0

20

3807

1)

AJT, LPJ

600

10

3400-3UK

1,5

16

21-1FB61

11

2,5

14

20

1814-0

20

3807

1)

AJT, LPJ

600

15

3600-8UK

2,5

14

21-5FB61

15,1

4

10

20

1814-0

20

3807

1)

AJT, LPJ

600

20

3600-2UK

2,5

14

22-2FC61

22

10

6

35

1803-0

35

3814

1)

AJT, LPJ

600

30

3600-3UK

4

10

23-0FD61

29

10

6

40

1802-0

50

3820

1)

AJT, LPJ

600

40

3700-6UK

10

6

23-4FD61

34

16

4

40

1802-0

50

3820

1)

AJT, LPJ

600

45

3700-1UK

10

6

24-7FD61

46,5

25

2

40

1802-0

63

3822

1)

AJT, LPJ

600

60

3800-1UK

16

4

Tabela 7-1

Bitola dos cabos, fusíveis, reator de linha

1 ): Os fusíveis indicados são válidos para inversores com tensão de entrada de 3 AC 500 V. Para inversores com tensão de entrada maior deverão ser utilizados fusíveis com tensão nominal de 660V. O número de encomenda desses fusíveis é obtido anexando-se um “-6” ao código do fusível de 500V.

p. ex.:

para 500 V

3NA3803

para 660 V

3NA3803-6

NOTA

As bitolas dos cabos foram calculadas para cabos de cobre a uma temperatura ambiente de 40 °C (104 °F) (conforme DIN VDE 0298 Parte 4 / 02.88 Grupo 5).

Utilizando-se fusíveis com característica gR tanto os cabos como os semicondutores estarão protegidos.

ATENÇÃO

Utilizando-se fusíveis com característica gL protege-se somente os cabos, não protegendo-se os semicondutores de forma eficaz.

No caso de não se utilizar um contator de rede que interrompa o circuito, o inversor estará sujeito a danos em caso de falha de operação.

utilizar um contator de rede que interrompa o circuito, o inversor estará sujeito a danos em

Bitolas máximas

F. constr.

Nr. encomenda

super-flexível

flexível, rígido

mm²

AWG

mm²

AWG

A

6SE702_- A

1,5 a 10

12

a 6

2,5 a 16

12

a 4

B

6SE702_-

B

1,5 a 10

12

a 6

2,5 a 16

12

a 4

C

6SE702_- C

4 a 16

10

a 4

10

a 25

6

a 2

D

6SE702_- D

10 a 35

6 a 2

10

a 50

6

a 0

Tabela 7-2

Bitolas máximas admissíveis

03.99

Conexões

7.1.1 Borneira X9 (somente para aparelhos com tensão de alimentação 3 AC 380 - 480 V e 3 AC 500 - 600 V)

X9 - alimentação externa DC24 V, comando do contator de potência

A régua de bornes de 9 pólos tem a função de receber alimentação de

fonte externa 24 V e de comandar contator de alimentação de rede ou

de by-pass.

A alimentação externa é necessária quando o inversor estiver sendo

alimentado por contator de rede ou de by-pass. Os bornes de comando do contator são livres de potencial.

Borne

Descrição

Função

Faixa

9 8 7 6 5 4 3 2 1
9
8
7
6
5
4
3
2
1

9

Com. contator

Comando contator principal

AC 230 V, 1kVA

8

livre

não utilizado

7

Com. contator

Comando contator principal

AC 230 V, 1kVA

6

livre

não utilizado

5

livre

não utilizado

4

livre

não utilizado

3

livre

não utilizado

2

0 V

Potencial de referência

0 V

1

+24 V (in)

Alimentação 24 V

DC24 V £ 2,5 A

Bitola máxima: 1,5 mm² (AWG 16)

Borne 1 encontra-se na parte frontal quando montado.

Tabela 7-3

Conexões da alimentação externa DC24 V, comando contator principal

7.1.2 Borneira X9 (somente para aparelhos com tensão de alimentação AC 200 - 230 V)

X9 - alimentação externa DC24 V, comando do contator de potência

A régua de bornes de 5 polos tem a função de receber alimentação de

fonte externa 24 V e de comandar contator de alimentação de rede ou de by-pass.

A alimentação externa é necessária quando o inversor estiver sendo

alimentado por contator de rede ou de by-pass. Os bornes de comando do contator são livres de potencial.

Borne

Descrição

Função

Faixa

1 2 3 4 5
1
2
3
4
5

1 +24 V (in)

Alimentação 24 V

DC24 V £ 2,5 A

2

0 V

Potencial de referência

0 V

3

livre

não utilizado

4 Com. contator

Comando contator principal

5 Com. contator

Comando contator principal

1 kVA

AC 230 V

Bitola máxima: 2,5 mm² (AWG 12)

Tabela 7-4

Conexões da alimentação externa DC24 V, comando contator principal (som. para aparelhos com tensão de entrada 3 AC 200 V a 230 V)

Conexões

03.99

7.2 Conexão dos bornes de comando

Conexões padrão

O inversor possui, na configuração básica, as seguintes conexões no módulo CUVC:

® uma interface serial (RS232 / RS485) para PC ou OP1S

® uma interface serial (USS-Bus, RS485)

® uma régua de bornes para conexão de gerador de pulsos HTL unipolar e sensor de temperatura do motor (PTC / KTY84)

® duas réguas de bornes com entradas e saídas analógicas e digitais.

X108

bornes com entradas e saídas analógicas e digitais. X108 S1 S2 S3/3,4 S3/1,2 X101 X102 X103
S1 S2 S3/3,4 S3/1,2 X101 X102 X103 S4/4,5,6 S4/1,2,3 Fig. 7-4 Módulo CUVC
S1
S2
S3/3,4
S3/1,2
X101
X102
X103
S4/4,5,6
S4/1,2,3
Fig. 7-4
Módulo CUVC

03.99

Conexões

X101 Regulador Slot A Micro- 1 P24V Slot C process. alimentação auxiliar 24V, 150 mA
X101
Regulador
Slot A
Micro-
1
P24V
Slot C
process.
alimentação
auxiliar
24V, 150 mA
Slot D
2
M24
Slot E
Slot F
3
Out
Slot G
saída
entrada
In
Out
PMU
X300
4
Out
entradas e
saídas digitais
bidirecionais
Iout £ 20 mA
Out/In
In
5V
In
5
Out
24V
In
6
Out
In
4 entradas/saídas digitais bidirecionais
saídas
7
5V
In
24V
8
5V
entradas digitais
Ri = 3,4 kW
In
24V
9
8
7
6
5
4
3
2
1
9
5V
In
24V
entradas
RS485P
10
interface serial 2
USS (RS485)
UART
BOOT
RS485N
11
potencial referência RS485
12
S2
+5V
X102
chave para conexão rede USS
tensão de referência
P10 V / N10 V
I £ 5 mA
P10 AUX
13
1
N10 AUX
14
S1
15
A
S3
In
D
entrada analógica 1
(sem isolação)
+5V
AI 1
1
2
chave para conexão rede USS
11 Bit + VZ
U: Rin = 60 kW
I: Rin = 250 W
(fechar S3)
16
X103
17
taco M
A
23
S3
In
D
entrada analógica 2
(sem isolação)
pista A
gerador
3
4
AI 2
24
A
pulsos
18
pista B
I£190 mA
S
25
AO 1
S4 1
-10
+10
V
3
I
imp.zero.
D
26
19
A
0
+20
mA
C
saída analógica 1
controle
2
27
20
M
10 Bit + sinal
U: I £ 5 mA
I: R £ 500 W
S4 4
AO 2
taco P15
28
-10
+10
V
6
D
21
temp mot BS
A
0
+20
mA
saída analógica 2
sensor
29
5
22
temperat.
M
temp mot
motor
30
KTY84
ou
RS485N
RS232 TxD
P5V
BOOT
RS485P
RS232 RxD
n.c.

Fig. 7-5

Conexões padrão CUVC

PTC

Conexões

03.99

Borneira de comando - X101

Na borneira de comando -X101 encontram-se as conexões para:

® 4 entradas ou saídas digitais parametrizáveis

® 3 entradas digitais

® Tensão de alimentação auxiliar 24 V (max. 150 mA) para entradas e saídas

® 1 interface serial SST2 (USS / RS485)

Borne

Descrição

Função

Faixa

1

P24 AUX

Alimentação 24 V

DC 24 V / 150 mA

Faixa 1 P24 AUX Alimentação 24 V DC 24 V / 150 mA 2 M24 AUX

2

M24 AUX

Potencial de referência

0 V

3 DIO1

Entrada/saída digital 1

24 V, 10 mA / 20 mA

4 DIO2

Entrada/saída digital 2

24 V, 10 mA / 20 mA

5 DIO3

Entrada/saída digital 3

24 V, 10 mA / 20 mA

6 DIO4

Entrada/saída digital 4

24 V, 10 mA / 20 mA

7 DI5

Entrada digital 5

24 V, 10 mA

8 DI6

Entrada digital 6

24 V, 10 mA

9 DI7

Entrada digital 7

24 V, 10 mA

10 RS485 P

Conexão rede USS SST2

RS485

11 RS485 N

Conexão rede USS SST2

RS485

12 M RS485

Potencial de referência

RS485

Bitola máxima: 1,5 mm² (AWG 16)

Borne 1 encontra-se na parte superior quando montado.

Tabela 7-5

Borneira de comando X101

03.99

Conexões

Borneira de

comando -X102

Na borneira de comando -X102 encontram-se as conexões para:

® Tensão de alimentação auxiliar 10 V (máx. 5 mA) para alimentação de potenciômetro externo

® 2 entradas analógicas, em corrente ou tensão

® 2 saídas analógicas, em corrente ou tensão

Borne

Descrição

Função

Faixa

corrente ou tensão Borne Descrição Função Faixa 13 P10 V Alimentação +10 V para potenciômetro externo

13 P10 V

Alimentação +10 V para potenciômetro externo

+10 V ±1,3 %, Imáx = 5 mA

14 N10 V

Alimentação -10 V para potenciômetro externo

-10 V ±1,3 %, Imáx = 5 mA

15 AI1+

Entrada analógica 1 +

11 Bit + Vz

16 M AI1

Massa entrada analógica 1

Tensão:

17 AI2+

Entrada analógica 2 +

± 10 V / Ri = 60 kW

18 M AI2

Massa entrada analógica 2

Corr.: Rin = 250 W

19 AO1

Saída analógica 1

10 Bit + Vz

20 M AO1

Massa saída analógica 1

Tensão:

21 AO2

Saída analógica 2

± 10 V / Imáx = 5 mA

22

M AO2

Massa saída analógica 2

Corr.: 0

20

R 500 W

mA

Bitola máxima: 1,5 mm² (AWG 16)

Borne 13 encontra-se na parte superior quando montado.

Borneira para encoder - X103

Tabela 7-6

Borneira de comando X102

Na borneira de comando -X103 encontram-se as conexões para encoder (HTL unipolar).

Borne

Descrição

Função

Faixa

23 - V SS

Massa para alimentação

Função Faixa 23 - V S S Massa para alimentação 24 Pista A Conexão pista A

24 Pista A

Conexão pista A

HTL unipolar

25 Pista B

Conexão pista B

HTL unipolar

26 Impulso zero

Conexão impulso zero

HTL unipolar

27 CTRL

Conexão pista de controle

HTL unipolar

28

+ V SS

Alimentação encoder

15 V Imáx = 190 mA

29 - Temp

Conexão negativa (-) do

KTY84/PTC

KTY84: 0

200

°C

30

+ Temp

Conexão positiva (+) do

KTY84/PTC

PTC: R frio £ 1,5 kW

Bitola máxima: 1,5 mm² (AWG 16)

Borne 23 encontra-se na parte superior quando montado

Tabela 7-7

Borneira de comando X103

Conexões

03.99

Interface serial -

Pode-se conectar o painel de operação OP1S ou um PC via tomada de

X300

9 polos Sub-D.

5 1 9 6
5
1
9
6

Pino

Nome

Função

Faixa

1

n.c.

não utilizado

2

RS232

Recepção de dados via RS232

RS232

RxD

3

RS485 P

Dados via RS485

RS485

4

Boot

Sinal de comando para atualização de Software

Sinal digital, Low activ

5

M5V

Potencial de refer. para P5V

0 V

6

P5V

Alimentação auxiliar 5 V

+5 V, Imáx = 200 mA

7

RS232

Envio de dados via RS232

RS232

TxD

8

RS485 N

Dados via RS485

RS485

9

n.c.

não utilizado

Posição das chaves

Tabela 7-8

Interface serial X300

 

Chave

 

Função

S1

SST1 (X300): Resistor de terminação

aberta

Resistor aberto

fechada

Resistor fechado

S2

SST2 (X101/10,11 Resistor de terminação

aberta

Resistor aberto

fechada

Resistor fechado

S3 (1,2)

AI1: Comutação entrada em corrente / tensão

aberta

Entrada em tensão

fechada

Entrada em corrente

S3 (3,4)

AI2: Comutação entrada em corrente / tensão

aberta

Entrada em tensão

fechada

Entrada em corrente

S4 (1,2,3)

AO1: Comutação entrada em corrente / tensão

Ponte 1, 3

Entrada em tensão

Ponte 2, 3

Entrada em corrente

S4 (4,5,6)

AO2: Comutação entrada em corrente / tensão

Ponte 4, 6

Entrada em tensão

Ponte 5, 6

Entrada em corrente

03.99

Conexões

7.3 Fusíveis do ventilador (somente forma construtiva D)

Tensão de rede 3 AC 200 V a 230 V

Nr. encomenda

Fusível (F101 / F102)

6SE70

25-4CD60

FNQ-R-2

25-4CD60-1AA0

27-0CD60

FNQ-R-2

27-0CD60-1AA0

28-1CD60

FNQ-R-2

28-1CD60-1AA0

Fabricante:

FNQ-R

Bussmann

Tensão de rede 3 AC 380 V a 480 V

Nr. encomenda

Fusível (F101 / F102)

6SE70

23-8ED61

FNQ-R-6/10

23-8ED61-1AA0

24-7ED61

FNQ-R-6/10

24-7ED61-1AA0

26-0ED61

FNQ-R-6/10

26-0ED61-1AA0