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Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

STF, o que é FORO ESPECIAL ?
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br>

25 de julho de 2015
00:56

Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com
Para: gabinetepessoal@presidencia.gov.br, jorgeviana.acre@senador.gov.br, jose.agripino@senador.gov.br,
gab.josepimentel@senado.gov.br, sarney@senador.gov.br, katia.abreu@senadora.gov.br,
lidice.mata@senadora.gov.br, lindbergh.farias@senador.gov.br, lobaofilho@senador.gov.br,
lucia.vania@senadora.gov.br, luizhenrique@senador.gov.br, magnomalta@senador.gov.br,
crivella@senador.gov.br, maria.carmo@senadora.gov.br, marinorbrito@senadora.gov.br,
mario.couto@senador.gov.br, martasuplicy@senadora.gov.br, paulobauer@senador.gov.br,
paulodavim@senador.gov.br, paulopaim@senador.gov.br, simon@senador.gov.br,
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rollemberg@senador.gov.br, romero.juca@senador.gov.br, gabminjoaquim@stf.gov.br, "\"Gilmar Mendes\""
<mgilmar@stf.gov.br>, imprensa@alvarodias.com.br, justica.aberta@cnj.jus.br, marcoaurelio@stf.gov.br,
gabineteluizfux@stf.jus.br, audienciasgilmarmendes@stf.jus.br, audienciacarmen@stf.jus.br, "s.br"
<gabmtoffoli@stf.ju>, audiencias-minrosaweber@stf.jus.br, audienciamlrb@stf.jus.br,
gabconselheiroclaudioportela@cnmp.mp.br
Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, pliniomarcosmr@gmail.com

Prezados,
Apresento o documento “STF, o que é FORO ESPECIAL ?”,
https://pt.scribd.com/doc/272528843/STF-O-Que-e-Foro-Especial , onde estamos
questionando os posicionamentos diversos ocorridos no Supremo Tribunal Federal,
onde ora o STF tem competência para julgar uma Autoridade Institucional, ora o STF
não tem competência para julgar uma Autoridade Institucional, em função de renúncia
ao Cargo de Deputado Federal, e ora o STF tem competência para julgar Cidadãos
Brasileiros Comuns que nunca foram Autoridades Institucionais.
Abraços,
Plinio Marcos
STF, O que é FORO ESPECIAL ?
Entre tantos desvarios ocorridos no “REINO” do Supremo Tribunal Federal, onde,
alguns Ministros, como por exemplo, o Atual seu Presidente, se confunde com a
Própria Instituição, isto é, se reconhece como a Instituição Democrática do Supremo
Tribunal Federal, e não um efêmero seu Membro.
Quando a Ação Penal 470 julgou, em um mesmo contexto, de FORO ESPECIAL,
Autoridades, ex-Autoridades e Cidadãos Brasileiros Comuns, nos deparamos com a
recusa em Julgar por crimes semelhantes a, então, Autoridade Institucional do Deputado
Federal, que era eduardo azeredo, uma vez que, renunciou ao Mandato Parlamentar
enquanto ocorria rito processual no Supremo Tribunal Federal, protocolação das
Alegações FINAIS pelo Procurador-Geral da República, que foi concluído com a

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avaliação do Relator do Processo de negar a competência daquela Corte para
JULGAR Cidadãos Brasileiros Comuns, conforme pode ser observado abaixo.
Quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os autos da Ação Penal
(AP) 536, ajuizada contra o ex-deputado federal Eduardo Azeredo, devem ser
remetidos para a primeira instância da Justiça de Minas Gerais. A decisão ocorreu na
sessão plenária realizada na tarde desta quinta-feira, 27 de março de 2015, quando os
ministros analisaram uma questão de ordem a fim de saber se, com a renúncia ao cargo
de deputado federal, “azeredo” deixaria de ter foro por prerrogativa de função, não
cabendo mais ao Supremo julgá-lo. Vale ressaltar que a denúncia foi recebida pelo
Supremo no dia 3 de dezembro de 2009. Posteriormente, o réu foi interrogado e as
testemunhas de acusação e defesa foram ouvidas. Em 7 de fevereiro em 2014, o
procurador-geral da República apresentou alegações finais e, reiterando os termos da
denúncia, pediu a aplicação de uma pena de 22 anos de prisão. No dia 19 de fevereiro
de 2014, o réu comunicou ao Supremo que havia renunciado ao mandato de deputado.
Quando o Ministro Luis Edson Fachin se declara impedido, por suspeição,
obrigando a outro ministro do Supremo, dias toffoli, de assumir a Relatoria de Processo
que é um desdobramento da Ação Penal 470, onde outros Cidadãos Brasileiros
Comuns também serão tratados como Autoridade pelo Supremo Tribunal Federal, ficanos a sensação de que Fachin preferiu não se envolver em algo Inconstitucional
como o Processo de Exceção que foi, é, e sempre será, a Ação Penal 470.
Nos encontramos na situação do Presidente do Supremo Tribunal Federal,
REVISOR do processo de Ação Penal 470, portanto, um seu ATOR de Destaque,
questionar a Legítima atuação do Juiz Singular, o Excelentíssimo Sérgio Moro, no
processo investigatório comumente chamado de “Operação Lava Jato”, de tal forma,
colocar em dúvida a aceitação de que um denunciante, em contexto de delação
premiada, pudesse pronunciar o nome de um político (Eduardo Cunha) envolvido nas
tramóias investigadas.
Devo salientar, que se o Juiz Singular Sérgio Moro estiver investigando
possível “IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA”, que não sendo Crime, a Constituição
Brasileira OUTORGA ao Magistrado Singular Autoridade para Julgar, uma vez que,
DETERMINA, CAPÍTULO IV - DOS DIREITOS POLÍTICOS, Art. 15. É vedada a
cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: V improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4º. CAPÍTULO VII - DA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, Seção I - DISPOSIÇÕES GERAIS, Art. 37. A
administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: III - a
disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo, emprego
ou função na administração pública. § 4º Os atos de improbidade administrativa
importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a
indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação
previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.
Logo, como entender, e aceitar, que políticos não possam ser investigados no
processo Lava Jato, que tem em seu bojo, questões relevantes de improbidade
administrativa ?

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Portanto, se alguém deve dar esclarecimentos ao POVO Brasileiro, é
Ilustríssimo enrique ricardo lewandowski, que participa de um “REINO” onde
inquestionável, que o FORO PRIVILEGIADO, ainda não foi devidamente entendido,
por isso, PRATICADO de forma única, pela Suprema Corte Constitucional, que é
Supremo Tribunal Federal, do qual, efemeramente, infelizmente para alguns como Eu,
seu integrante.

o
é
e
o
é

Razão pela qual, conclamo, aos Juízes Singulares do Porte, da Lisura, da Estirpe,
da Dignidade, da Inteligência, da Elegância, do, concreto, Saber Jurídico, do
Excelentíssimo Fausto De Sancts e do Excelentíssimo Sérgio Moro, que continuem a
trabalhar em prol do POVO BRASILEIRO, na busca da Segurança Jurídica, e da
própria, e nobre, JUSTIÇA.
Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A Constituição e o
Supremo”, temos a certeza de que não basta o Congresso decidir, é imperioso que
seja Legítimo, Justo, e Legal, uma vez que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
“Separação dos poderes. Possibilidade de análise de ato do Poder Executivo pelo
Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder Judiciário a análise da legalidade e
constitucionalidade dos atos dos três Poderes constitucionais, e, em vislumbrando
mácula no ato impugnado, afastar a sua aplicação.” (AI 640.272-AgR, Rel. Min. Ricardo
Lewandowski, julgamento em 2-10-09, 1ª Turma, DJ de 31-10-07). No mesmo sentido:
AI 746.260-AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 9-6-09, 1ª Turma, DJE de 7-809.
"Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que
emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal; caso
contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJ de 7-6-96)
"A decisão, como ato de inteligência, há de ser a mais completa e convincente
possível. Incumbe ao Estado-Juiz observar a estrutura imposta por lei, formalizando o
relatório, a fundamentação e o dispositivo. Transgride comezinha noção do devido
processo legal, desafiando os recursos de revista, especial e extraordinário
pronunciamento que, inexistente incompatibilidade com o já assentado, implique recusa
em apreciar causa de pedir veiculada por autor ou réu.
O juiz é um perito na arte de proceder e julgar, devendo enfrentar as matérias
suscitadas pelas partes, sob pena de, em vez de examinar no todo o conflito de
interesses, simplesmente decidi-lo, em verdadeiro ato de força, olvidando o ditame
constitucional da fundamentação, o princípio básico do aperfeiçoamento da prestação
jurisdicional.” (RE 435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª Turma,
DJE de 21-8-09)
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem
servir de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais
e apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado

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haverá de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao
bem-estar, à igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo
aqueles valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e
sem preconceitos (...). E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição
brasileira de 1988, escolia José Afonso da Silva que ‘O Estado Democrático de Direito
destina-se a assegurar o exercício de determinados valores supremos.
‘Assegurar’, tem, no contexto, função de garantia dogmático-constitucional; não,
porém, de garantia dos valores abstratamente considerados, mas do seu
‘exercício’. Este signo desempenha, aí, função pragmática, porque, com o objetivo de
‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva
realização dos ditos valores em direção (função diretiva) de destinatários das normas
constitucionais que dão a esses valores conteúdo específico’ (...). Na esteira destes
valores supremos explicitados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988 é
que se afirma, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade.” (ADI 2.649, voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário,
DJE de 17-10-08)
Atenciosamente,
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
“Colando” (copiando) Gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de
“Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente),
reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO
assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO
permite), conforme o documento “Sugestões de ação no RESGATE da
Credibilidade”.
http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-daCredibilidade
Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
CEP – 22.010-010
Tel. (Res) 2542-7710
Tel. (Cel) 9 8618-3350
Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO
que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR
Conceitos e Valores.
A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores

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De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs

‫إن إھﻤﺎل اﻟﻤﺴﺆوﻟﯿﻦ إﻟﻰ ﺗﻐﯿﯿﺮ اﻟﻤﻔﺎھﯿﻢ واﻟﻘﯿﻢ‬
不注意な変更概念と値に責任
Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com
o primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem
Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª,
edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem
como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo
Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM
No Meio Juridico II,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

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