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Pesquisa feita por: Stemback; Douglas e Patricia.

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Namoro, Noivado e Casamento.

INTRODUÇÃO

VENERADO SEJA... O MATRIMÔNIO. Deus tem elevados padrões para seu povo,
quanto ao casamento e à sexualidade. O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e
sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou
amiantos) significa livre de toda mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos
os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou
com os votos matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção
de qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de Deus. Isso
abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em
“concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para os
casados.

I - NAMORO:

Quando o namoro é Como vencer a Sete razões para a Sete passos na escolha
prejudicial impureza no namoro virgindade acertada
Sexo fora do
Quando é fora de Alimente-se da Casar no Senhor. (ICo
casamento é pecado.
tempo ou demorado. Palavra. (Sl 119.9-11) 7.39)
(ICo 6.19)
Quando não tem ideal Encha-se do Espírito Conservar-se para o Com apoio dos pais.
sério. Santo. escolhido(a). (Ex 20.12)
Quando é possessivo Vigie em oração. (Lc Adquirir respeito, Em resposta a oração.
ou ciumento. 22.46) consideração. (Pv 19.14)
Quando é Evite aconchegos Evitar uma Tem prazer em
indisciplinado. excessivos. consciência culpada. apresentá-lo(a).
Quando afeta a Evite muito tempo a Evitar filhos Sinto atração física por
comunhão com Deus. sós. ilegítimos. ele(a).
Quando é leviano, Evitar doenças Respeito e não abuso
Use trajes decentes.
sempre trocando. venéreas. dele(a).
Quando é impuro, Namore a três: você Mostrar firmeza de Confio e não tenho
imoral. ele(a) e Jesus. caráter. ciúmes.

1- Definição do termo: Fase de conhecimento social, conhecimento espiritual um do outro,


porém é vedado o conhecimento físico.
2- Namoro de verdade: O namoro cristão é a três, ou seja, JESUS CRISTO sempre está
presente entre os dois. Você já imaginou JESUS ouvindo suas conversas e estando naquela
hora entre vocês? Já imaginou JESUS tentando puxar sua mão?
3- O Namoro hoje: Ficar é a palavra para o namoro de hoje. O namoro atual no mundo e em
muitas pessoas que têem o nome de "evangélicos' é apenas humano, animal e diabólico,
seguindo os padrões globais das novelas da TV.
É a fase do conhecimento para o casamento, é o início da procura de uma companheira.
Não havendo sucesso no namoro, não haverá sucesso no casamento. Evite ficar namorando
com diversas pessoas, escolha bem antes de namorar.
Quais são as cinco situações do solteiro?
1 -Celibato continente (castidade): permanecer solteiro, isento de fornicação ou qualquer
outra prática sexual ilícita, a fim de viver para Deus e fazer a sua obra - Mt 19:12.
Ninguém nasce gay, mas alguns nascem sem interesse sexual e deve usar isso para se
dedicar mais a DEUS e sua obra. Jesus falou sobre os eunucos. Mt 19.12
2 - Celibato incontinente: Permanecer solteiro, tornando-se profano, impuro e praticante do
sexo ( ICo. 7:2 ).
3 - Casamento Feliz: felicidade não quer dizer ausência de problemas. Duas pessoas que
têm Cristo como Senhor do casamento, podem desfrutar de um casamento feliz.
4 - Casamento infeliz: Quando Cristo não é o centro do casamento a tendência é a
infelicidade conjugal.
5 - Solteirismo: é uma síndrome psíquica, decorrente do estacionamento do ser humano, na
sua evolução afetiva, estacionamento esse ocorrido na faixa dos 3 aos 6 anos de idade.
Princípios para o Namoro:
1 - Basear o namoro nos princípios e propósitos de Deus.
2 - A prioridade no namoro deve ser a área espiritual, ou seja, a área espiritual vai controlar
ou governar o relacionamento emocional e físico, controlando assim os desejos e
pensamentos sexuais. Portanto todo jovem deve desenvolver a área espiritual, buscando a
maturidade espiritual. Mantenha o pensamento cativo, ou preso na palavra de DEUS (2Co
10.5)
3 - Ao começar o namoro, não coloque em 1º. Lugar o romance amoroso e sim a razão.
Busque conselhos sábios a quem sabe e pode dar, cuidado com a imaturidade da juventude.
4 - Não namore para passar tempo; o namoro sem propósito é o mesmo que flerte (o flerte
tende a continuar após o casamento).
5 - O descontrole de não poder ficar sem namorar: Há rapazes e moças que se não
estiverem namorando ficam inquietos e descontrolados.
6 - Namoro Misto; é namorar um descrente. Quem namora um descrente, namora também
com seus pecados, vícios, problemas morais e mundanismo.
Depoimento Bíblico:
“Não vos ponhais em julgo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode
haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas?”.
Que harmonia há entre Cristo e o Maligno? Ou que união do crente com o incrédulo? Que
ligação há entre o santuário de Deus o os ídolos? (II Co. 6:14-16).
Tenha certeza que a pessoa com quem você vai casar-se é convertida.
Muitos crentes usam estas desculpas para poderem namorar um descrente:
1 - Estamos simplesmente namorando. Não temos a intenção de nos casar.
2 - Ele (a) não é crente, mas é legal.
3 - Nós temos muita coisa em comum.
4 - Eu disse a ele(a) que para namorar comigo, ele (a) deveria aceitar a Jesus e ele (a)
aceitou.
5 - Ele(a) disse que nosso filhos poderão freqüentar a Igreja.
6 - Conseqüências do namoro misto:
0. Desobediência à vontade de Deus.
a. Perigo de escolher o incrédulo, e deixar Deus.
b. Esfriamento espiritual, até o desvio dos caminhos do Senhor ICo. 10:12

7 - A permissividade no namoro:
O Amor do casal:
deve começar no namoro - no plano espiritual.
deve continuar no noivado - no plano social.
deve realizar-se no casamento - no plano físico.
Permissividade é o abuso da liberdade na área amorosa (Pv 6:27-28; 20:21; I Co. 6:12; ITs
4:3-4), muitos casais têm hoje problemas porque começaram seu namoro no plano físico.
Se há liberdade sexual no namoro, este relacionamento vive em conflito, gerando
insegurança e desrespeito mútuo, minando a confiança, pois é um relacionamento baseado
na culpa. Use sempre a palavra NÃO quando for necessário.
Quando há liberdade sexual no namoro, o jovem e a jovem são defraudados, ou seja,
desperta-se neles um desejo sexual que não pode ser satisfeito dentro do plano de Deus.
8 - Cuidado com a atração sexual: não namore porque a pessoa lhe atrai fisicamente, não
namore se não houver amor verdadeiro. 1Ts 4.3-6
9 - Cuidado com profecias sobre casamento.
10 - Procure nunca ficar a sós com a sua namorada (o). Esteja envolvido sempre com outros
jovens da igreja. Planejem atividades em grupo.
11 - Cultive o hábito de sempre orar com sua namorada. O namoro deve ser a três:
Namorado+ Namorada+Jesus Cristo.
12 - Procure durante o seu namoro estudar a Bíblia junto com seu namorado(a). Coloquem
a Bíblia como regra de fé e prática.
13 - Procure ter comunicação franca e aberta com seu namorado(a), desenvolvendo
fidelidade, honestidade e principalmente o perdão.
14 - Além do conhecimento bíblico, procure ler bons livros que tratam sobre namoro,
noivado e casamento.

II - O Julgo Desigual No Namoro, Noivado E Casamento (2Co 6.14):


1- Jugos desiguais na vida:
a) O jugo desigual da fé: Um vive pelo que vê e outro pelo que espera. Um vive pelo
material e o outro pelo espiritual, um vive no pecado da idolatria e o outro na santidade, um
vive crendo que sexo é normal antes do casamento (ensino da TV) o outro quer se guardar
para o casamento.
b) O jugo desigual do caráter: Um fala palavrão e obscenidades o outro fala da Palavra de
DEUS, um vê o roubo e adultério como da vida de qualquer um outro vive segundo a
Palavra de DEUS.
c) O jugo desigual da idade: Um deseja e dá muita importância ao sexo o outro não tem
mais tanta necessidade disso e vê como supérfluo, um é esportista o outro está muito
cansado, um tem muita experiência o outro é imaturo.
d) O jugo desigual socioeconômico: Um foi criado em berço de ouro o outro foi criado
solto pelas ruas, um muito estudado e culto o outro ignorante.
e) O jugo desigual e suas conseqüências nos filhos amanhã: Um filho se parece muito com
o pai e outro muito com a mãe, um é separado para DEUS o outro um idólatra, um filho
gosta da Igreja outro detesta e por isso se dividem.

III - Noivado:

Sete razões para o casamento A sabedoria na escolha em Provérbios


Só, o homem é incompleto. (Gn 2.18) Vem de Deus a mulher prudente. (19.14)
Cumprir o plano divino. (Gn 2.24) Ouvir os pais. (1.6 e 6.20)
Gerar filhos. (Gn 1.28) Garanta antes o sustento. (24.27)
Evitar a prostituição. (ICo 7.2) Atente a beleza espiritual. (31.30)
Será base da Nação. (Sl 144.12-15) Conheça o gênio do pretendente (30.23)
Para glorificar a Deus. (ICo 10.31) Tema ao Deus eterno. (9.10)
Expressar o amor de Deus. (Ct 8.7) A boa esposa traz a felicidade. (18.22)

1- A escolha do futuro cônjuge: A família dele(a) é muito importante.


2- O lado espiritual da escolha:A fé dele(a) é muito importante, sempre sabendo que JESUS
está presente e que o contato físico só é permitido após o casamento.
3- O lado humano e pessoal da escolha: A atração física é muito importante, o interesse nas
mesmas coisas é importante, até mesmo o contato de pele, o gosto pelo perfume um do
outro, pela literatura que gostam, pelas roupas que gostam um no outro, enfim pelos gostos
um do outro, tudo deve combinar para que depois não venham a se dividirem.
4- O noivado em si: É uma fase de maior compromisso e de preparação para o casamento,
fase de compras de móveis, de roupas, de casa se possível. Nenhum pai deseja que seu
filho(a) vá passar uma vida pior do que tinha antes, quando estava em sua casa.

Conselho aos que pretendem se casar.


1 - Não te cases por riquezas, o dinheiro pode comprar uma casa, mas não pode comprar
um lar.
2 - Não te cases só porque todos se casam - modismo.
3 - Não te cases com alguém doente de ciúme - o ciúme piora após o casamento.
4 - Não te case com alguém preguiçoso ou preguiçosa.
5 - Não te cases com incrédulo ou incrédula: É melhor ir para o céu sozinho do que para o
inferno acompanhado. Ex: Cristã que casou com incrédulo.
6 - Não te cases sem a aprovação de Deus, das famílias envolvidas e da Igreja.
7 - Não te cases por causa da idade.
8 - Não te cases por causa de oportunidade.
9 - Não te cases sem amor total e mútuo.

Cinco perguntas para nelas meditar e levar a Deus em oração.


a - Devo ou não casar?
b - Quando devo casar? Maturidade e preparo espiritual.
c - Com quem devo casar? O casamento envolve aprovação das famílias, da igreja, de Deus
e sua própria (Cl. 3:15 ARA).
d - Estou preparado para casar? Situação sócio-econômica, moradia, etc.
e - Por que quero casar?
Rapaz quer casar para ter alguém que lhe faça as coisas.
Rapaz quer casar porque precisa de mulher.
- Ambos querem casar para terem liberdade, amparo, serem independentes, dar uma
satisfação à sociedade.
- Cuidado! O lar será seu.

Devemos pedir confirmação a Deus ao assumirmos um compromisso de noivado, pois este


compromisso será feito diante dos familiares, da igreja e de Deus.
Quando um casal assume um compromisso de noivado devem lembrar-se que não estão
casados ainda, por isso devem controlar suas emoções e paixões.
Os noivos não devem desenvolver o relacionamento físico, antes do casamento, pelo
seguinte:
1 - Deus é contra; é fora dos padrões bíblicos o sexo pré-nupcial.
"Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: Que vos abstenhais da prostituição,
que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra, não com desejo
de lascívia ( impureza, sensualidade) como os gentios que não conhecem à Deus (ITs 4:3-
7)".
2 - O sexo pré-nupcial desvaloriza a pessoa: perde-se o respeito um para com o outro, mina
a confiança, nasce um sentimento de culpa.
3 - O sexo pré-nupcial prejudica a vida matrimonial: A mulher por ter perdido a virgindade
poderá sentir ressentimento do marido, podendo tornar-se agressiva. E o marido pode
sentir-se culpado e frustrado, tornando-se passivo no relacionamento.
4 - O sexo pré-nupcial destorce o relacionamento.
Depois vão jogar no rosto um do outro isso.

IV - Casamento:
"Disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma auxiliadora
(ajudadora, complemento) que lhe seja idônea. Então o Senhor fez cair pesado sono sobre
o homem, e este adormeceu (Não foi Adão Que Procurou Pela Mulher, DEUS É Que
Lhe Deu, Ele Estava Dormindo Enquanto DEUS Trabalhava.); tomou uma de suas
costelas, e fechou o lugar com carne (Não Pegou Da Cabeça, Para Que A Mulher Não
Mandasse No Marido; Não Pegou Do Pé, Para Que O Homem Não Pisasse Nela). E
disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne (Indica União,
Mesma Essência.); chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso deixará o
homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher (Deixar Aqui É Sob Três Aspectos:
Geográfico, Financeiro E Emocional.) , tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e
outro, o homem e sua mulher, estavam nus, e não se envergonhavam”(Quem trouxe a
idéia de errado ou vergonhoso no sexo foi o pecado.) (Gn. 2:18-25.). Lembre-se De
Que DEUS Fez Uma Eva Para Um Adão, Se DEUS Quisesse Que A Mulher Ou O
Homem Fossem Polígamos Faria Diferente.
1 - Assim como Deus fez de uma pessoa (Adão) duas pessoas (Eva, Ele quer fazer de duas
pessoas uma (Gn. 2:24)).
2 - Jesus Cristo escolheu o casamento para representar o seu relacionamento com a Igreja
(Ef. 5:22-32 I Pe. 3:7).
3 - Deus escolhe a família para trabalhar com o homem.
4 - Deus previa que o homem não conseguiria viver só, ou seja, não é auto-suficiente, por
isso preparou-lhe uma auxiliadora, que lhe fosse idônea (Gn. 2:18 - ARA - esta palavra
idônea traduzida do hebraico significa adequada, ou seja, uma mulher que iria se adequar a
Adão, além de ser uma mulher respeitável e digna, uma auxiliadora).
5 - O homem e a mulher ao casarem-se devem deixar pai e mãe (Gn 2:24), ou seja, devem
desvencilhar-se de tudo que possa impedir a comunhão perfeita entre o casal, tudo que seja
obstáculo deve ser removido. Nada pode estar entre, ou separando o casal: seus familiares,
preferências pessoais, trabalho, interesses, egoísmo, etc.
6 - O relacionamento entre o casal é um eterno crescimento, este processo de unidade entre
marido e mulher é que vai dar estabilidade à família, vai estabelecer o respeito dos filhos
pelos pais. Se o casal está dividido a autoridade é minada e enfraquecida (a casa dividida
contra sí mesma cairá - Lc. 1:17).
7 - Deus quer que o casal seja unido a tal ponto que não haja brecha entre eles para Satanás
operar.
8 - O segredo para um casamento feliz é a presença de Jesus no casamento (... "O cordão de
três dobras não se arrebenta com facilidade” Ec. 4:12 - Jesus é a terceira dobra ou nó que
vai dar sustentação, solidez e garantia de permanência do casamento).
9 - Em Gn 2:25 diz:... O homem e a mulher estavam nus, e não se envergonhavam:...
Que tipo de relacionamento era este:
a - Era uma relação onde não havia ódio, rancor, mágoa, ressentimento, amargura.
b - Era uma relação onde não havia medo, não havia ameaças, disputa pela liderança ou
poder no relacionamento. Numa relação de medo não pode haver uma plena comunhão.
c - Era uma relação onde não havia culpa - A culpa e o medo andam juntos; o medo
apareceu pela primeira vez depois que o homem e a mulher pecaram. (Gn. 2:6-10).
Qual é o tipo de amor que deve existir entre marido e mulher?
Existem quatro formas de amor (traduzido do grego):
1 - Eros: deus da sensualidade: amor físico e sexual (começa sempre com os olhos), donde
surgem as palavras eróticas, erotismo. Ex: Filmes e revistas pornográficas (eróticas). Deve
haver atração física entre o casal, mas não sensualidade.
2 - Phileo: é o amor ao próximo; é o amor filantrópico (filantrópico vem da palavra
"phileo"); amor humanitário, altruísta, cívico e comunitário - Lc. 7:34. Deve haver amor de
irmãos entre o casal, lembrando que a esposa é irmã em Cristo e companheira de salvação..
3 - Storge: amor familiar, amor romântico, amor conjugal. Ex: Amor entre esposo e esposa,
pai e filhos, etc. Deve haver amor romântico entre o casal, não se esquecendo que uma rosa
ou um presente pode mudar todo um relacionamento. A mulher dá muito valor às
lembranças de datas como casamento, aniversário, dia que se conheceram, etc...
4 - Ágape: Amor Divino. É o amor de Deus derramado em nossos corações (Rm 5:5, IJo.
4:8). É um amor que não conhece limites, é o amor desinteressado, que dá sem esperar
recompensa - ICo. 13:4-7.
Este é o tipo de amor que deve existir entre marido e mulher. É o amor perfeito.
Busquemos com fé e oração este amor!

1- O casamento: Aliança entre duas pessoas de sexo diferente, por amor e para sempre,
com o fim de serem parceiros tanto na falta como na bonança, tanto na doença como na
saúde, tanto na tristeza como na alegria, tanto na carne como na alma como no espírito.
2- O casamento - um estado digno e honroso (Hb 13.4) O respeito e a fidelidade são de
primordial importância de um para com o outro, sempre olhando para CRISTO que estará
sempre presente na vida dos dois.
3- O casamento - uma mudança de vida:
a) Gênesis 2.24: Deixar:
Por isso deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher ...
(Deixar Aqui É Sob Três Aspectos: Geográfico, Financeiro E Emocional)
Geográfico = Deixará pai e mãe. Deverão os novos casados saírem das suas casas paternas
e montarem seu próprio lar, separado, para que não haja palpites e intromissões exageradas
em seu relacionamento.
Financeiro = Não dependerá mais do pai e nem da mãe em sua subsistência.
Emocional, Psicológico = Terão que resolver seus próprios problemas baseados em seu
próprio conhecimento adquirido e na comunhão com DEUS.

b) Mateus 19.5: Indissolúvel: O casamento é indissolúvel, "O que DEUS ajuntou, não o
separe o homem."

c) Efésios 5.31: Adaptação e aperfeiçoamento: Nos primeiros dias do casamento, podendo


chegar a meses e até a anos, poderão ocorrer as diferenças de comportamento que
acarretarão em pequenas discussões que devem ser abafadas pelo amor de DEUS no
coração de cada um. Por exemplo:
- Um gosta de café com leite, o outro gosta de só de café;
- Um gosta de espremer o creme dental pela ponta, o outro pelo meio;
- Um gosta de dormir uma soneca após o almoço, o outro de assistir ao jornal; etc...
O importante é cada um saiba ceder ao outro para que haja harmonia no lar. Nestas horas é
preciso que o perdão seja algo importantíssimo no coração dos dois.

4- Propósito de DEUS para o casamento:


a) Felicidade em geral do casal:
b) Companheirismo, intimidade e complementação mútua do casal:
c) Dar origem a novos lares:
d) Vitaliciedade:
e) Testemunhar de CRISTO

Não estamos falando de casamento perfeito, porque não existem no mundo duas pessoas
perfeitas; sem falhas. O casamento feliz é uma relação de crescimento, é uma relação que
está melhor a cada dia, hoje é melhor que ontem.
Quais são os propósitos divinos no casamento:
1 - Companheirismo e complementação mútua do casal (Gn 2:18, ICo. 11:9,11).
2 - Satisfação amorosa e mútua do casal (Ec. 9:9).
3 - Propagação do gênero humano (Gn. 1:28).
4 - Preservação da pureza moral, na família e na sociedade (ICo. 7:2).
5 - Estabelecimento do Lar (Mt. 19:5).
6 - Ser um meio de falar de Cristo e da Sua igreja (Ef. 5:31,32). O casamento é a base da
sociedade e da igreja.
Características para a felicidade conjugal
1 - Piedade dos cônjuges diante de Deus (Pv. 31:30) - vida santificada (ICo. 7:5-6) -
Casamento cristocêntrico: o casal deve sempre orar juntos e não deixar de praticar
diariamente o culto doméstico.
2 - Amor pleno e mútuo (Pv. 10:12) - o amor não é a causa única da felicidade conjugal,
mas é a principal (ICo. 7:3, IPe. 3:1, Ef. 5:22-25 e 28.3).
Uma esposa bem amada muito dificilmente deixa de responder à altura do amor que
recebe.
3 - Vida Sexual equilibrada: É plano de Deus que o casal viva uma vida sexual abundante,
gratificante e ajustada, mas dentro dos limites que a Palavra de Deus estabelece. Não fomos
feitos para nos exceder, nós não fomos feitos para sermos criaturas sexocêntricas, Deus nos
fez para sermos Cristocêntricos.
Não devemos esquecer que a nossa esposa ou esposo é também nossa irmã ou irmão em
Cristo.
Assim sendo, nenhum homem tem o direito de abusar ou de escravizar o corpo de sua
esposa, pelo que deve agir com moderação, consideração e respeito (IPe. 3:7).
Depoimento Bíblico
Não vos priveis um do outro, salvo por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos
dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa
da incontinência (ICo. 7:4-5).
O marido não deve decidir se privar de relação sexual com sua mulher salvo por mútuo
consentimento, o mesmo acontece com respeito à mulher. Ambos devem se lembrar que de
acordo com a Bíblia, agora são "uma só carne”.
Portanto, o marido deve se colocar à disposição do prazer da sua esposa, assim como a
mulher.
4 - Maturidade do casal: psíquica, social e espiritual.
Tem a ver com o nível de responsabilidade, como a pessoa aprende a reagir com as
experiências. Um relacionamento imaturo redunda num desajustamento conjugal.
Características da Imaturidade:
1 - Egocentrismo: querer prevalecer suas idéias e pontos de vista, querer esta em evidência.
2 - Falta de autodisciplina: não assumir suas responsabilidades.
3 - Falta de autocontrole: não controlar suas emoções, sentimentos, vontades.
4 - Viver de sonhos: não agüentar e não aceitar a realidade: dificuldades financeiras,
problemas, etc.
5 - Não admitir errar: não ter a humildade suficiente para reconhecer seus erros.
Características da Maturidade:
1 - Família como centro: buscar sempre aquilo que seja o melhor para a família.
2 - Assumir responsabilidades: saber que o esposo e a esposa têm responsabilidades,
devendo assumi-las.

PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL


Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se
dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará”.
O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5;
1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou amiantos) significa livre de toda mácula da
lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos
incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos matrimoniais da pessoa.
Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de qualquer atividade sexual que
contamina a pureza da pessoa
diante de Deus. Isso abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não
em “concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para
os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o seguinte: (1) A
intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e
abençoada por Deus (ver Gn 2.24 nota; Ct 2.7 nota; 4.12 nota). Mediante o casamento,
marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de Deus. Os prazeres físicos e
emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por Deus
e por Ele honrados. (2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e
as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei
do amor (Êx 20.14 nota) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são
severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3 nota) e colocam o culpado fora do reino
de Deus (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21). (3) A imoralidade e a impureza sexual não
somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa
que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual
entre jovens e adultos solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que
não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de Deus e o padrão bíblico
da pureza. Deus proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer
pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18.6-30; 20.11,17, 19-21;
ver 18.6). (4) O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual
antes do casamento. Justificar intimidade premarital em nome de Cristo, simplesmente com
base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos
de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a
imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a
temperança como um aspecto do fruto do Espírito, no crente, i.e., a conduta positiva e pura,
contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação,
adultério e impureza. Nossa dedicação à vontade de Deus, pela fé, abre o caminho para
recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24). (5) Termos bíblicos
descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal. (a) Fornicação (gr. porneia).
Descreve
uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramaritais. Tudo que significa
intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de
Deus para seu povo (Lv 18.6-30; 20.11,12,17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3). (b) A lascívia
(gr. aselgeia) denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo
domínio próprio que leva à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9 nota, sobre a modéstia). Isso
inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste
modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18).
(c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g., 1Ts 4.6),
significa privá-la da pureza moral que Deus pretendeu para essa pessoa, para a satisfação de
desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e
legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19). (d)
A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia) é um desejo carnal imoral que a pessoa daria
vazão se tivesse oportunidade (Ef 4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28).
O Amor na Família

INTRODUÇÃO
Deus estabeleceu o casamento para o bem-estar e felicidade dos cônjuges, o que somente
será possível pelo vínculo do amor.

Qual é o tipo de amor que deve existir entre marido e mulher?


Existem quatro formas de amor (traduzido do grego):
1 - Eros: deus da sensualidade: amor físico e sexual (começa sempre com os olhos), donde
surgem as palavras eróticas, erotismo. Ex: Filmes e revistas pornográficas (eróticas). Deve
haver atração física entre o casal, mas não sensualidade.
2 - Phileo: é o amor ao próximo; é o amor filantrópico (filantrópico vem da palavra
"phileo"); amor humanitário, altruísta, cívico e comunitário - Lc. 7:34. Deve haver amor de
irmãos entre o casal, lembrando que a esposa é irmã em Cristo e companheira de salvação..
3 - Storge: amor familiar, amor romântico, amor conjugal. Ex: Amor entre esposo e esposa,
pai e filhos, etc. Deve haver amor romântico entre o casal, não se esquecendo que uma rosa
ou um presente pode mudar todo um relacionamento. A mulher dá muito valor às
lembranças de datas como casamento, aniversário, dia que se conheceram, etc...
4 - Ágape: Amor Divino. É o amor de Deus derramado em nossos corações (Rm 5:5, I Jo.
4:8). É um amor que não conhece limites, é o amor desinteressado, que dá sem esperar
recompensa - I Co. 13:4-7.
Este é o tipo de amor que deve existir entre marido e mulher. É o amor perfeito.
Busquemos com fé e oração este amor!

I. O AMOR NAS NECESSIDADES DA FAMÍLIA AMOR NO LAR (I Cor 13:4-7)

A. O Amor.
Deus é amor (I Jo 4:8), mas o homem não é. Deus manda o homem amar (Mar 12:30,31).
Amor é essencial para um casamento, mas o casamento não depende no amor para
continuar existente. É o amor que depende do casamento para existir. Casando Bíblica e
socialmente retos dá um ambiente estável e permanente no qual pode crescer e amadurecer
o amor. Casamento força o casal a serem determinados a vencer os tempos de dificuldade e
desenvolverem níveis novos de amor e de
entendimento.
Há três palavras distintas no Grego que são traduzidas pela única palavra amor em
português popular. Eros significa amor no senso de paixão, sentimento e desejo; nossa
palavra “erótico” vem dessa palavra. Essa palavra no grego nunca aparece no Novo
Testamento, mas é o significado que é dado para o amor na maioria das vezes no ambiente
social. Philía significa amor no senso de afeição,
amizade e consideração humana; nossas palavras “filantropia” e “calor humano” vêm dessa
palavra. Essa palavra é usada raramente no Novo Testamento e é traduzida “amigos” e
semelhantes e nunca ‘amor’. Todos os casos no Novo Testamento que esta palavra grega é
usada são os seguintes: Lc 7:6;12:4; 14:12; 15:6,9,29; 16:9; 21:16; 23:12; Jo 15:13-15;
Atos 10:24; 19:31; 27:3; III Jo 14.
Á gape significa amor que é medido por sacrifício. É essa palavra que é usada na maioria
das vezes no Novo Testamento para descrever o amor de Deus e o amor que Ele cria no
homem. É usada em Jo 3:16; Rom 5:5 e I Cor 13 entre outros. (The Christian Family, p.
126,127)
O conceito do amor que deve reinar no lar é aquele com qual Cristo ama a sua igreja. Este
amor é visto no Seu sacrifício (“a si mesmo se entregou por ela”) e pelo resultado
(“membros do Seu corpo, da Sua carne, e dos Seus ossos.”) O amor verdadeiro terá união e
harmonia como o resultado ou efeito. “Serão dois numa carne” significa muito além do ato
do casamento. Mostra como serão eventualmente o casal, e os também no lar, emocional,
mental e espiritualmente unidos. Mas isso só através do amor verdadeiro que procura ser
um “salvador do corpo.”
Efésios 5:23,25,30 32.

B. O Amor e o lar diferenciados


“ No amor se vê só felicidade, no casamento se vê responsabilidade diante do mundo e da
humanidade. Seu amor é uma possessão particular ; casamento é mais que algo pessoal, - é
um status, um ofício.” Dietrich Bonhoeffer, The Cristian Family, p.9. Amor é o porquê que
deseja um lar. Lar é uma responsabilidade assumida por causa do amor. O lar fornece um
ambiente seguro para o amor amadurecer. Tudo isso opera para a glória de Deus.
Sem o amor verdadeiro, pode houver uma família mas não pode houver um lar. O lar é o
que dá o local no qual o amor verdadeiro cresce e amplifica. O amor é um servo do lar. Em
Efésios 5:22-6:4, Deus não manda um casal se amarem ou os filhos obedecerem os pais
para ter um lar. Ele dá os princípios de amor porque um lar existe já. Então, o amor acha
sua expressão madura por causa da
existência do lar. No lar é que se vê a necessidade das qualidades do amor expressas em I
Cor 13: 4-7. Esforços têm que ser praticados para o amor ser o amor verdadeiro, e o
ambiente onde este amor verdadeiro é exercitado é o lar, que por sua vez, requer o
amadurecimento do amor verdadeiro, que logo firma a existência do lar mais ainda, e assim
continuamente, tudo crescendo para a glória de Deus e o bem da família.
Casando e tendo filhos pode fazer uma família Amando conforme a Bíblia transforma a
família num lar

C. O amor e o respeito mútuo das posições


1. As posições que Deus estipulou para o lar. Essas posições que seguem no estudo
existiram antes que o pecado apareceu no mundo entre os homens. Depois que o pecado
veio as posições eram modificadas e amplificadas mas não eliminadas.
As posições são perfeitas e ordenadas por serem ordenadas por Deus. Há paz,
harmonia e bênçãos abundantes com Deus quando as posições estão implantadas na
prática do lar, mesmo hoje, com a presença do pecado.
a. Deus acima de todos
Tudo foi feito para a glória de Deus. Rom 11:36.
Tudo vem de Deus. I Cor 11:12.
Deus é a cabeça de Cristo. I Cor 11:3.
Cristo é a cabeça de todo o homem. I Cor 11:3
DEUS COM POSIÇÃO DE DIREITO
Só Deus é onisciente, onipotente, onipresente e juiz e por estes atributos, Ele
é além de qualquer outro. Ele, e só Ele, por ele ser o único Deus vivo e
verdadeiro, Ele deve ter o temor e obediência de todo o homem , “Porque Deus há
de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom,
quer seja mal” (Ecl 12:13,14).
DEUS COM POSIÇÃO DE LOUVOR
Por Deus ser a primeira causa de tudo (Gên 1:1; Col 1:17), Ele está na posição
de ter todo “o poder, e riquezas, e sabedoria, e forca, honra e glória, e ações
de graças ... para todo o sempre” (Apoc 5:12,13).
DEUS COM POSIÇÃO DE EXEMPLO
Deus é o exemplo principal para todos seguirem em todas as instâncias, e isso
inclui o ambiente do lar. Efésios 5;25 os maridos devem amar a suas mulheres,
“ como também Cristo amou a igreja”. Em I Pedro 2:21-3:8, no contexto de Cristo
padecendo por nós, “deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” as
instruções para os do lar e da sociedade. “Semelhantemente, vós mulheres” (3:1),
“ Igualmente vós, maridos” (3:7) , “E, finalmente, sede todos de um mesmo
sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e
afáveis” (3:8).

b. Homem sobre a mulher


O homem é a imagem e glória de Deus. I Cor 11:7.
O homem é a cabeça da mulher. I Cor 11;3; Efés 5:23
Como Cristo é a cabeça da igreja, o homem é do lar.

HOMEM COM POSIÇÃO DE EXEMPLO


Cabe ao homem a posição primária de exemplificar o amor no lar em todos os
aspectos. Efés 5:25,26; I Jo 4:19. Em Efés 5:25, “Vós, maridos, amai vossas
mulheres” é usada a palavra grega Ágape que significa amor que é medido por
sacrifício. Então, o homem tendo o mandamento (Efés 5:25) e o exemplo de Cristo
(I Jo 4:19; Efés 5:25) de amar na maneira que é vista pelo sacrifício dele para
o bem do lar podemos ver o homem na posição de exemplo.

HOMEM COM POSIÇÃO DE RESPONSABILIDADE


Quando a mulher tomou e comeu o fruto no jardim do Éden, o homem é quem foi
responsável por ter responsabilidade por ela. (Gên 3;6). I Timóteo 2:14 diz,
“ Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” mas
em Romanos 5:12 é o homem que trouxe o pecado no mundo. A mulher pecou primeira,
mas foi o homem que levou a primeira responsabilidade. Em I Samuel 3;13, Eli foi
castigado pelos pecados dos filhos que mostra o pai é responsável pelo lar. OBS:
O homem, antes do pecado, já trabalhou (Gên 2:15, 19) mas depois do pecado, o
homem tinha que trabalhar para poder comer. O trabalho tornou-se obrigatório.
Nisso, podemos ver que o trabalho não é pecado, mas a necessidade de trabalhar
veio por causa de pecado. Antes do pecado, o homem não reclamou do trabalho, só
depois.

c. Mulher sob o homem


Terá o teu desejo para o teu marido. Gên 3;16.
Será dominada. Gên 3:16; Efés 5:22,24; I Tim 2:11-14.
A mulher é a glória do homem e criada por causa do homem. Gên 2;18,22; I Cor 11:7,9.
1. Necessidades relativas à sobrevivência. São necessidades concentradas na área física:
alimentação, descanso, lazer, proteção e auxílio mútuo entre os membros da família, a
partir do casal. A posição de sujeição da mulher ao homem pode ser vista como uma
bênção. O homem sendo a cabeça, ela não tem a responsabilidade primária do andamento
do lar, das finanças, dos filhos, etc. Se ela tem uma cabeça sobre ela não há necessidade
para ela preocupar-se a desenhar os traços para os planos futuros das a crianças, levar
pessoalmente a conseqüência das decisões grandes ou ter o peso de dirigir o lar. A mulher é
a ajudadora em todas estas tarefas, mas o peso da responsabilidade não é dela, é do homem.

MULHER COM A POSIÇÃO DE PROTEGIDA


Gên 2:22, “E da costela”. A mulher não foi feita com parte da cabeça do homem para
simbolizar o seu domínio sobre ele, nem feita com parte do pé do homem para simbolizar a
sua escravização a ele, mas veio ela da costela do homem para simbolizar que ela é
protegida pelo homem e próximo ao coração dele.

2. Necessidades psicológicas. A necessidade primordial dessa personalidade é a de amar e


ser amado.
Amor pleno e mútuo (Pv. 10:12) - o amor não é a causa única da felicidade conjugal, mas é
a principal (I Co. 7:3, I Pe. 3:1, Ef. 5:22-25 e 28.3). Uma esposa bem amada muito
dificilmente deixa de responder à altura do amor que recebe.
PARA OS CASAIS ...
• Fale menos e escute mais
• Não ataque a pessoa
• Concentre-se no problema
• Procure ser brando no falar
• Seja sincero
• Ceda por um momento, mesmo que esteja com a razão
• Não use as emoções como arma
• Não rotule seu cônjuge
• Tente administrar bem suas emoções

II. O AMOR DO MARIDO PELA ESPOSA

O Marido deve amar a sua esposa: Quando ele ama a esposa, Deus tem liberdade para cirar
nela o respeito por ele. O marido não deve poupar esforços no sentido de semear este amor,
pois é um mandaamento bíblico. ( .. vós maridos, amai as vossas mulheres... - Ef.
5:25,28,29 ).O marido deve lembrar que quanto mais ele ama a sua esposa, mais a esposa
responde a altura desse amor recebido, respeitando-o e tornando-se cada vez mais
submissa.
1. Amar como Cristo amou a Igreja.
Exemplo de Cristo
Amoroso - Mar 1:11; Jo 13:1.
Iniciante no amor - Jo 3:16; Fil. 1:6; I Jo 5:19.
Levou peso do outro - I Cor 13:7; Heb 12:2.
Iniciou a união - Col 3:14.
Sacrifício - Jo 3:16.
Zeloso - Zac. 8:2.
Exemplar - Jo 14:9.

2. Características do amor do marido:


Lição para o Homem do Lar
Seja ativo; não desinteressado, com apatia.
Seja valioso à sua família
Encare os problemas; não abandone a família.
Não seja satisfeito com a destruição da família.
Renunciar-se voluntariamente; não seja egoístico
Não fique com sentimento morno
Não seja vergonhoso, mas algo de orgulho à família.
a) Puro. b) Sincero. c) Constante. d) Perpétuo. e) Protetor (sacerdotal). f) Provedor.

III. QUANDO O AMOR CONJUGAL REGRIDE


1. No marido. A mulher que não se sente amada pode ter o seu comportamento no lar
distorcido,
trazendo danos para si mesma e para toda a família.
a) Ela pode, por decepção, se isolar e tornar-se inútil.
b) Pode, também, tornar-se uma mãe dominadora, controlando ilogicamente os filhos e
tornando-os objetos de sua satisfação pessoal, uma vez que não a encontrou em seu marido.
Esses filhos podem crescer com problemas psicológicos, bloqueios e serem incapazes de
enfrentar a vida.
c) Um outro mecanismo seu de compensação, quando frustrada e desnorteada, é buscar
afeto fora do lar.

2. Na esposa. Quando a mulher se casa por fama, dinheiro, sensualidade, ou necessidade de


sobrevivência, esta crise pode instalar-se, partindo dela para o seu marido. Neste caso, os
papéis se invertem. O marido vai compensar suas frustrações investindo nos filhos, em
segmentos sociais, onde sinta-se valorizado, e às vezes em relacionamentos pecaminosos. A
falta de amor na mulher normalmente se manifesta pela falta de respeito à autoridade do
marido. A Bíblia exige dela este respeito (Ef 5.22; Cl 3.18). A falta de amor tanto do
marido quanto da esposa, se não administrada em tempo hábil, pode levar à desintegração
do lar, com prejuízos espirituais, morais e sociais.

IV. COMO MANTER O AMOR

1. Auto-avaliação. É dever de todo o cônjuge avaliar diariamente a sua conduta dentro do


casamento.
Ajustamento conjugal: O marido e a mulher vieram de universos sociais totalmente
diferentes, isto nunca deve ser esquecido. Deve o casal sempre lembrar-se destas palavras
"errei", "desculpe-me", "perdoe-me", "obrigado", "eu te amo"

2. Humildade. É indispensável que ambos tenham a humildade para corrigirem seus


equívocos, exageros e omissões no relacionamento.
3. Diligência. É imprescindível a iniciativa de um procurar o outro para retomada de
posições quando qualquer problema surgir, para não incorrer no distanciamento emocional,
manifesto em silêncio e/ou agressões verbais.

4. Presença no altar. É necessário que o casal reserve um bom período no altar da oração,
apresentando-se quebrantado diante do Senhor, a fim de receber dEle a graça necessária à
harmonia no casamento.

CONCLUSÃO

O amor ensina o perdão e o perdão leva-nos a DEUS.


O amor vem de DEUS e deve voltar-se para DEUS.
É em DEUS que duas pessoas que se amam se encontram

I CORÍNTIOS 13
O AMOR
1 AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como
o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e
ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor,
nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que
entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade,
não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas,
cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como
menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora
conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o
amor.
As Crianças e a Família

INTRODUÇÃO

Pv 22.6 INSTRUI O MENINO NO CAMINHO EM QUE DEVE ANDAR. Os pais devem


comprometer-se a ensinar e disciplinar seus filhos de modo agradável a Deus (cf. v. 15;
13.24; 19.18; 23.13,14; 29.17). (1) A palavra hebraica para "instruir" significa "dedicar".
Assim sendo, o ensino bíblico no lar tem como propósito a dedicação dos nossos filhos a
Deus, o que é possível, separando-os das influências malignas deste mundo e instruindo-os
nas coisas de Deus. A mesma palavra original também pode significar "gostar de". Os pais
devem, pois, motivar seus filhos a buscarem a Deus, e assim desfrutarem de experiências
espirituais que nunca se esquecerão. (2) "Não se desviará dele". O princípio geral é que
uma criança devidamente ensinada pelos pais, nos caminhos do Senhor, não se afastará
desses caminhos. Contudo, não se trata aqui de uma garantia absoluta de que todos os filhos
de pais salvos permaneçam fiéis ao Senhor e à sua Palavra. Em meio a uma geração ímpia
como a atual, em que até dentro das igrejas deparamos com infiéis, os filhos de crentes
podem ser influenciados a ponto de pecarem e de cederem diante das tentações (ver Ez
14.14-20, onde Deus fala de uma apostasia tão grande que até mesmo homens justos como
Noé, Daniel e Jó não preservariam seus próprios filhos e filhas).

I. PAIS E FILHOS
Dt 11.18 Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por
sinal na vossa mão, para que estejam por testeiras entre os vossos olhos, 19 e ensinai-as a
vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te,
e levantando-te;

1. Ensinando os filhos pelo exemplo (Dt 11.18).


A maneira que os pais cuidam da autoridade no lar dá um exemplo para os filhos seguirem
quando terão filhos. É fato que os filhos precisam de um exemplo; alguém que eles podem
respeitar e seguir. Se não for achado no lar será achado fora do lar. A autoridade firme no
lar exercitada pelos pais em amor supre esta necessidade dos filhos em terem este exemplo
e dá lhes um modelo oficial para servir de padrão para as suas vidas. Ai dos pais que não
dão um exemplo bíblico para os seus filhos (Luc 17:1,2; Prov. 13:13).
Não basta mandar ir para a Igreja, é preciso irem junto com os filhos;
Não basta mandar lêr a bíblia, é preciso lê-la junto com os filhos;
Não basta mandar orar, é preciso orar junto com os filhos;
Não basta mandar jejuar, é preciso proclamar um jejum da família;
Não basta mandar evangelizar, é preciso fazer um mutirão familiar.
Nos livros de Reis vemos claramente a influência dos pais sobre os filhos, principalmente
da mãe:
2 Rs 8.26 Acazias; 2Rs 12.1 ; 2Rs 14.2; 2Rs 15.2; 2Rs 15.33; 2Rs 18.2; 2Rs 21.1
Manassés; 2Rs 21.19 Amom; 2Rs 22.1 Josias tinha oito anos quando começou a reinar, e
reinou trinta e um anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Jedida, filha de Adaías, de
Bozcate.2 Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor; e andou em todo o caminho de Davi,
seu pai, não se apartando dele nem para a direita nem para a esquerda.

2. Ensinando a criança com amor (Dt 11.18).


Deixai vir a mim os pequeninos, não vos embaraceis e não os impeçais porque dos tais é o
Reino de Deus.
Criança não sente vergonha de seus erros, mas é envergonhada ou humilhada. Criança é
simples e, em sua simplicidade, a sinceridade e o amor brotam com naturalidade; ama sem
idéias preconceituosas, doa-se com espontaneidade, ultrapassa as barreiras que nós
adultos implantamos com facilidade.
Criança não se ressente por futilidades; nós adultos é que as violentamos com os frutos de
nossas ansiedades e frustrações. Mas sente, seu coração humilde perdoa com facilidade,
nos ensinando a ser gente de verdade.
Criança vê a vida colorida com graça e alegria e, mesmo numa briga, num gesto
carinhoso, esquece o inimigo, transformando-o em amigo, apertando as mãos. Doce
criança..

3. Ensinando pelo falar (Dt 11.19).


Rm 10.17 Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.
Comunicação com os filhos leva tempo e flexibilidade sábia. Leva tempo pois troca de
pensamentos não é sempre rápido e demora as vezes para realmente entender o que o outro
está comunicando. Precisa flexibilidade pois cada vez que se conversa é uma necessidade
que precisa ser comunicada.
a. Versículos para contemplar sobre a comunicação
Col 4:6 - exortação
Tiago 3:1-12,17 - os perigos de uma língua não controlada
Tito 2:8 - a importância de conversa sadia
I Tim 4:12 Deut 32:1-4 a beleza de palavras boas
b. Maneiras de comunicar
Há maneiras diferentes de comunicar com os filhos e com os outros que a Bíblia mostra por
exemplos. As maneiras diferentes de se comunicar seria as maneiras seguintes:
* Reanimação - Provérbios 27:17; Num 14:7-9; Heb 10:24; 12:12
* Reprovação - II Samuel 12:7-14; Atos 5:3,4,8-10
* Imploração - Provérbios 23:26; 4:14-19; Num 14:7-9
* Instrução - Salmos 119:98-100,104; Provérbios 1:1-6; 23:13-19; II Timóteo 3:16
* Aviso - mostrar o fim de uma ação - Provérbios 12:24; 13:18; 15:1; 16:18; 19:15
O tipo de comunicação que usamos na educação dos filhos é de suma importância. Há vez
que instrução é necessária, outra vez é o chamar a atenção do filho ao problema que é
necessário. As vezes o filho precisa ser avisado do mal que está na sua frente e outra
ocasião o filho precisa só uma opinião. Há tempo para reanimar o espírito do filho e outra
hora é tempo para ensinar ou mostrar o fim de uma ação ou outra.
Para ajudar com a comunicação com seu filho essas perguntas podem servir como um
ponto de partida.
1. O que era a tentação que levou para o erro?
2. Qual seria uma resposta Bíblica diante tal tentação?
3. Qual era o erro da sua resposta que resultou no comportamento errado?
c. Os benefícios de comunicação com sabedoria:
Métodos Bíblicos
Provérbios 23:13-19; II Timóteo 3:16
Na educação de filhos a Bíblia expressa 2 métodos > Um método é comunicação para
entender o erro, e a outra é o uso de disciplina para corrigir o erro. Os dois métodos não
devem ser vistos como opções mas usados juntos. Um sem o outro resultará em educação
desequilibrada.
1. Comunicação - Falando e Escutando
Deut. 6:5-9
Temos estudado O Que Diz a Bíblia Sobre a Comunicação no Lar mas podemos adicionar
uns pontos sobre a sua relação com a educação de filhos. Seria bom lembrar que toda e
qualquer comunicação no lar tem o objetivo de glorificar Deus. Quando se trata da
educação de filhos, um objetivo de comunicação com os filhos deve ser o entendimento do
coração. Educação dos filhos no lar é educação de almas. Então nada melhor de conhecer
bem o coração do seu filho. Nada melhor para entender o coração do filho do que boa e
constante comunicação. Quando os pais entendem porquê os filhos estão agindo de uma
maneira ou outra, o processo de educação está melhorado. Entendendo o porquê é de
entender o coração do filho. Se a educação não visa o entendimento do coração dos filhos
a educação aprimorara só o comportamento do filho. Temos já estudado o fim terrível de
visar só comportamento de filhos como o objetivo maior na educação de filhos. Sabe
também que educação errada de filhos não só afeita o relacionamento de pai com o filho
mas resultaria em filhos que não sabem se entender ou se expressar também. Educação
deve visar o desenvolvimento de sabedoria no filho e isso vem pela educação da alma.
Comunicação no lar é de suma importância tanto para o relacionamento de marido -
esposa como no relacionamento pais - filhos. Comunicação pode ser definida com a
capacidade de expressar em maneiras Bíblicas o que se tem no seu coração e entendendo
completamente o que um outro pensa e sente.
Comunicação com os filhos leva tempo e flexibilidade sábia. Leva tempo pois troca de
pensamentos não é sempre rápido e demora as vezes para realmente entender o que o
outro está comunicando. Precisa flexibilidade pois cada vez que se conversa é uma
necessidade que precisa ser comunicada.
a. Versículos para contemplar sobre a comunicação
Col 4:6 - exortação
Tiago 3:1-12,17 - os perigos de uma língua não controlada
Tito 2:8 - a importância de conversa sadia
I Tim 4:12 Deut 32:1-4 a beleza de palavras boas
b. Maneiras de comunicar
Há maneiras diferentes de comunicar com os filhos e com os outros que a Bíblia mostra
por exemplos. As maneiras diferentes de se comunicar seria as maneiras seguintes:
* Reanimação - Provérbios 27:17; Num 14:7-9; Heb 10:24; 12:12
* Reprovação - II Samuel 12:7-14; Atos 5:3,4,8-10
* Imploração - Provérbios 23:26; 4:14-19; Num 14:7-9
* Instrução - Salmos 119:98-100,104; Provérbios 1:1-6; 23:13-19; II Timóteo 3:16
* Aviso - mostrar o fim de uma ação - Provérbios 12:24; 13:18; 15:1; 16:18; 19:15
O tipo de comunicação que usamos na educação dos filhos é de suma importância. Há vez
que instrução é necessária, outra vez é o chamar a atenção do filho ao problema que é
necessário. As vezes o filho precisa ser avisado do mal que está na sua frente e outra
ocasião o filho precisa só uma opinião. Há tempo para reanimar o espírito do filho e outra
hora é tempo para ensinar ou mostrar o fim de uma ação ou outra.
Para ajudar com a comunicação com seu filho essas perguntas podem servir como um
ponto de partida.
1. O que era a tentação que levou para o erro?
2. Qual seria uma resposta Bíblica diante tal tentação?
3. Qual era o erro da sua resposta que resultou no comportamento errado?
c. Os benefícios de comunicação com sabedoria:
As bênçãos do uso de comunicação no lar podem ser entendidas quando se vê que o lar é o
alicerce da sociedade. Um bom habito aprendido no lar é um bom habito praticado na
sociedade. Em quais áreas uma comunicação boa pode ajudar a sociedade?
O relacionamento familiar é o primeiro lugar que a comunicação mostra as suas belezas.
Quando os filhos estão pequenos, o que rege mais no lar é a força física. Tanto mais velho
o filho, menos força física é possível de ser exercitada e mais que a comunicação tem
influencia até o ponto que a força física não é mais necessária. Se não tiver comunicação e
nem pode a força física ser usada não terão os pais influencia com seus filhos para que os
filhos aprendam a sabedoria. Mas tanto mais comunicação que é existente no lar, tanto
mais influencia tem os pais com os filhos. Tanto mais influencia que os pais têm com seus
filhos, melhor que o filho desenvolve. Um relacionamento familiar que é baseado em boa
comunicação Bíblica tende a tornar o relacionamento mais e mais agradável pelo passar
dos anos. Conversa honesta quando o filho é pequeno garante conversa boa e continua na
adolescência e pelo resto da vida. Também, se o filho está tendo um bom relacionamento
no lar, os mau elementos e influencias danosas que existem na sociedade não terão
nenhum ponto atrativo sobre ele. Ele pode raciocinar com clareza e determinar o mal que
cada amizade não bíblica terá na sua vida.
O próprio filho, como uma parte íntegra da sociedade, beneficia de comunicação sadia no
lar. Ele aprenda de escutar e raciocinar para entender que os outros têm para dizerem.
Ele torna de ser muito além de só alguém presente no lar, ele torna de ser um participante
da vida do lar. Ele sabe ouvir, aconselhar e reprovar os outros pelo conforto, reprovação
ou aconselhamento que ele tem recebido dos próprios pais. Também ele aprenda não só
como os outros pensam e raciocinam mas ele aprende de se entender. A comunicação que
visa revelar os pontos deficientes de uma personalidade e que fornece sugestões Bíblicas
para melhorar os pontos deficientes só tem para fazer progredir o auto conhecimento do
filho assim exercitado. É fácil imaginar qual proveito tem a sociedade de tais filhos
presentes nos lares.
A sociedade beneficia da comunicação Bíblica no lar pois mais cedo ou mais tarde, os
filhos tornam de ser os participantes ativos na sociedade. O que ocupa o berço e o grupo
escolar hoje são os empregados ou empregadores; cidadãos ou governantes; professores
sou alunos; comerciante ou consumidor; integrantes de lares, da sociedade amanhã. O que
os filhos aprendem no lar que é saudável e sábio, levem eles para aonde eles vão na vida e
assim a sociedade recolhe os frutos de prudência, sabedoria e os virtudes morais que
foram plantados e amadurecidos no lar.

A Bíblia promete a produção de frutos pacíficos nos que estão exercitados suficientemente
com a vara (Heb 12:11). Se a criança tem estes frutos (submissão, tristeza pelo mal feito,
etc.), a avaliação é positiva e o tempo da correção termina. Porém, se ainda existe atitudes
de raiva, rancor, mal gosto ou rebelião, a avaliação é negativa e o tempo da correção
ainda não terminou. Quem está aplicando a correção deve avaliar se a vara está sendo
usada adequadamente e se a sua própria atitude está em ordem. Se forem feitos erros,
devem ser corrigidos naquela hora. Se o administrador errou e bateu em ira, perdão deve
ser procurado. A avaliação deve examinar a atitude do corrigido também. É possível que a
correção tem que continuar a partir do segundo passo e seguir outra vez pelo terceiro e
quatro passos até que tenha os frutos pacíficos de justiça e de sabedoria em evidencia. Se
a sabedoria não foi ensinada, a correção não foi completa. A continuação da correção até
que tenha o objetivo da correção (correção de atitude e de ações) mostra que não é a sua
ira que está precisando ser apaziguada mas sim, o erro da falta de submissão e respeito à
autoridade da criança.

Para finalizar o tempo da correção, oração é recomendável entre os participantes. O


princípios Bíblicos de correção para desobediência, perdão divina e salvação em Cristo
podem ser relembrados em oração.
Lembra durante a administração acadêmico da vara que os métodos de correção Bíblica
incluem tanto comunicação quanto a vara.

II. PROMESSAS DE DEUS AOS PAIS


Dt 11.19 e ensinai-as ta vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo
caminho, e deitando-te, e levantando-te; 20 e escreve-as unos umbrais de tua casa e nas tuas
portas,21 para que se multipliquem os vossos dias ve os dias de vossos filhos na terra que o
SENHOR jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra.

Em Deuteronômio 11.21, Deus faz promessas aos pais, porém promessas sob condições
evidenciadas nas palavras “para que”. São condições embutidas na obediência dos pais às
instruções dadas nos versículos anteriores (vv. 18-20).
1. A condição da doutrina do Senhor (vv. 18-20).
2. Vida longa para todos da família (v. 21a).
3. Bênçãos dos céus pela Palavra (v. 21b).
Pv 19.18 A disciplina dos filhos no devido tempo = Castiga teu filho enquanto há
esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma. = CASTIGA TEU FILHO
ENQUANTO HÁ ESPERANÇA. Os filhos devem ser disciplinados enquanto são crianças,
enquanto há oportunidade de moldar suas vidas para o bem e ensinar-lhes os caminhos de
Deus. Se os pais são negligentes nisso, tornam-se em parte culpados da ruína subseqüente
que atinge a vida de seus filhos.
Salmos 127.3-5 = Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre, o seu
galardão.Como flechas na mão do valente, assim são os filhos da mocidade.Bem-
aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem
com os seus inimigos à porta.
OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR. No antigo concerto, uma família numerosa
era tida como bênção, ao passo que o não ter filhos era tido como maldição (Gn 30.2,18;
33.5; 48.9; Dt 7.13). No novo concerto, ter muitos filhos não é precisamente uma evidência
do favor divino, e não poder tê-los não deve ser tido como maldição. Uma família grande
pode tornar-se um pesadelo se os filhos não forem devidamente criados e se não
conhecerem à salvação em Cristo. Não ter filhos pode ser uma bênção se a pessoa dedicar
a sua vida e o seu tempo à causa do
Senhor (1 Co 7.7,8,32,33). Todos os filhos de crentes devem ser considerados dádivas de
Deus, e requerem dos pais uma criação sábia e cristã. Só quando os pais e seus filhos
aceitam, ensinam e seguem os caminhos e mandamentos do Senhor é que desfrutarão a
plena bênção de Deus
PROVÉRBIOS 17.6 = Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são
seus pais.
III. ENSINANDO NO LAR PELA DISCIPLINA
No grandioso e celebrado texto de Provérbios 22.6, um dos sentidos no original da
expressão — “instrui o menino” — é treinamento prático, metódico, seguido e crescente,
como o de uma tropa militar. A palavra “disciplina” é de raiz latina e quer dizer “ensinar”.
O dicionário define que disciplinar é controlar a vontade; é moldar o “eu”; é ensinar a
obedecer conscientemente, para os devidos fins. O termo “discípulo” (que vem do mesmo
vocábulo latino) quer dizer “aprendiz”, “aluno”.

Jr 35.19 NUNCA FALTARÁ VARÃO... QUE ASSISTA PERANTE A MINHA FACE


TODOS OS DIAS. A fidelidade dos recabitas seria recompensada. Sempre teriam
descendentes que servissem ao Senhor. Todos os crentes que conhecem os ensinos divinos
e os praticam fielmente para honrarem ao Senhor, à igreja e aos pais receberão a bênção e a
recompensa de Deus.
Vemos aqui um grande exemplo de filhos obedientes que mesmo na ausência física do Pai,
ainda obedeciam aos ensinos como se fossem dados diretamente de DEUS.
Pv 29.15 A VARA E A REPREENSÃO. Filhos que não são ensinados, disciplinados e
refreados pelos pais, mais tarde os envergonharão e causarão sofrimentos a si mesmos. Às
vezes, basta à criança simples palavras de repreensão; noutras ocasiões,as palavras devem
ser acompanhadas da vara da correção (cf. v. 17; ver 13.24). Em caso de castigo físico é
importante que este seja precedido de uma explicação, de modo que a criança entenda
claramente o porquê do castigo e o que se requer dela.

IV. O EFEITO DO ENSINO DA PALAVRA DE DEUS


Dt 6.7 E AS INTIMARÁS AOS TEUS FILHOS. Uma forma vital de expressar amor a
Deus (v. 5) é cuidar do bem-estar espiritual dos filhos e esforçar-nos para levá-los a um real
relacionamento com Deus. (1) O ensino da Palavra de Deus aos filhos deve ser uma tarefa
altamente prioritária dos pais (cf. Sl 103.13; ver Lc 1.17 nota; 2 Tm 3.3 nota; ver o estudo
PAIS E FILHOS). (2) O ensino das coisas de Deus deve partir do lar, e nisso, tanto o pai
como a mãe deve participar. Cultuar a Deus no lar não é uma opção; pelo contrário, é um
mandamento direto do Senhor (vv. 7-9; Êx 20.12; Lv 20.9; Pv 1.8; 6.20; cf. 2 Tm 1.5). (3)
O propósito da instrução bíblica pelos pais é ensinar os filhos a temer ao Senhor, a andar
em todos os seus caminhos, a amá-lo e ser-lhe grato e a servi-lo de todo o coração e alma
(10.12; Ef 6.4). (4) O crente deve proporcionar sabiamente aos seus filhos uma educação
teocêntrica, em que tudo se relacione com Deus e às suas coisas (cf. 4.9; 11.19; 32.46; Gn
18.19; Êx 10.2; 12.26,27; 13.14-16; Is 38.19)

Dt 31.12 Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus estrangeiros que estão
dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam, e temam ao SENHOR, vosso Deus, e
tenham cuidado de fazer todas as palavras desta Lei; 13 e que seus filhos que a não
souberem ouçam e aprendam a temer ao SENHOR, vosso Deus, todos os dias que viverdes
sobre a terra, a que ides, passando o Jordão, para possuí-la.

PEDIDO QUE UMA CRIANÇA FAZ A SEUS PAIS Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Não tenham medo de ser firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que eu me sinta mais
seguro. Não me estraguem. Sei que não devo te tudo o que peço. Só estou experimentando
vocês. Não deixem que eu adquira maus hábitos; dependo de vocês para saber o que é certo
e o que é errado. Não me corrijam com raiva nem na presença de estranhos. Aprenderei
muito mais se me falarem com calma em particular.Não me protejam das conseqüências de
meus erros; às vezes eu preciso aprender pelo caminho áspero.Não levem muito a sério as
minhas pequenas dores. Necessito delas para poder amadurecer. Não sejam irritantes ao me
corrigirem. Se assim o fizerem, eu poderei fazer o contrario do que me pedem. Não me
façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se de que isto me deixa
profundamente desapontado. Não ponha à aprova a minha honestidade; sou facilmente
levado a dizer mentira. Não me apresentem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me
afastaria dEle. Não desconversem quando faço perguntas; senão serei levado a procurar as
respostas na rua todas as vezes que não as tiver em casa. Não se mostrem para mim como
pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro de vocês. Não
digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajudem-me a compreendê-los e
vencê-los. Não digam que não conseguem controlar-me. Eu me julgarei mais forte que
vocês .Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se de que eu tenho o
meu próprio modo de se.Não vivam apontando-me os defeitos das pessoas que me cercam.
Isto irá criar em mim, mais cedo ou mais tarde, o espírito de intolerância. Não se esqueçam
de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram ensinar tudo para
mim. Não tenham vergonha de dizer que me amam. Eu necessito desse carinho e amor para
poder transmiti-lo a vocês e a aos outros. Não desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo
quando eu parecer não estar aprendendo. Insistam através do exemplo, e , no futuro, vocês
verão em mim o fruto daquilo que plantaram. (Autor Desconhecido) REFLEXÃO: Os pais
bem podem refletir sobre o texto acima. Naturalmente, não sairiam tais palavras, dessa
forma, da boca de uma criança pequena. Entretanto, o autor interpretou muito bem o que
não se deve fazer ou dizer a uma criança, para não prejudicar sua formação espiritual e
moral. A Bíblia orienta que os pais devem ensinar o caminho ao menino, de modo que ,
quando eles crescerem, ficarem adultos não venham a se esquecer dos ensinamentos (Pv.
22.6).

V. A CRIANÇA NO ENFOQUE GERAL


A formação da personalidade básica da pessoa, se dá quando criança, até os cinco anos de
idade. Portanto, é imprescindível que a criança experimente, nessa fase, atenções exclusivas
positivas. A falta desse tipo de atenção pode causar desequilíbrios na personalidade,
ocasionando-lhe distúrbios emocionais profundos, com conseqüências para o resto da vida.
www.saudeinformacoes.com.br/materias_ver_materia.asp?id=201
Físico - cresce rápido, ativo; precisa
experimentar o mundo ao redor para fazer
parte dele Mental - Descobridor; aprende do
que se vê e experimenta ao seu redor
1. Nenê, ou Criancinha - Mateus 11:25
Emocional - Sensível; pode aprender um
Abrange desde a conceição até a idade de três
pouco sobre comportamento aceitável ou
ou quatro anos.
inaceitável Social - Mundo pequeno; gosta do
que é conhecido (família) · Espiritual -
Dependente; imita o que vê os outros fazendo
e assim aprenda hábitos para sua vida
2. Criança - II Tim 1:5; 3:15; Lucas 18:15- Físico - Ativo; mais e mais gosta de brincar. O
mundo é um .playground.; imita ações dos
outros; disciplina corporal pode ser
administrada com firmeza e amor, Prov 13:24
Mental - Curioso e observador; problemas
resolvidos mais e mais pela razão; começa de
se realizar; imaginação desenvolve; raciocínio
desenvolve para entender o bem do mal;
aceita instrução; memória desenvolvendo;
gosta de ler e investigar; Fil. 4:8 Emocional -
Formativo mas inseguro; pode ter melhor
autocontrole mas mesmo assim é muito
17 Abrange a idade de três ou quatro anos até
expressivo; impaciente; esconde sentimentos
a idade de doze ou treze anos.
verdadeiros; responde à correção e instrução
Social - Conformador, gosta de estar com
grupos e ser mais independente dos pais;
capacidades de interação desenvolve (gosta de
clubes), identifica com modelos de
comportamento; Tiago 1:22 Espiritual - Pode
Crer; começa de adorar Deus por si só; pode
expressar gratidão, amor, reverência, perdão;
pode aprender fatos de Deus, Bíblia, conceitos
abstratos e discernir se é verdade ou não; I
Tess 5:21
Físico - Mudanças rápidas (peso, altura,
puberdade), Sal 147:10,11 Mental - Juiz
crítico e vivo; quer ver provas para seu
raciocínio mais profundo; mais capacidades
para o abstrato; imaginação criativa e prática;
sonhador; precisa aprender autocontrole de
corpo e mente para aproveitar da sua
3. Jovem - Eclesiastes 12:1 Abrange a idade escolaridade; Prov 1:4; Josué 1:7,8; Prov
de doze ou treze anos até dezenove ou vinte 8:13; 9:10 · Emocional - Flutua; emoção
anos. paralelo as mudanças físicos; II Tim 2:20,21
Social - Companheiro mas independente; mais
opinado; II Tim 2:22; Ecl. 11:9 Espiritual -
Transformações; envolvimento na crença é
muito pessoal; tem menos dependência moral;
satisfação em servir a verdade; pode entender
e obter a sabedoria de Tiago 3:17; Sal 119:9;
II Tim 2:15
4. Adulto - I Cor 10:31 Abrange a idade de Físico - Crescido e desenvolvido; usa energia
dezenove ou vinte anos para cima para se estabelecer e capacitar para os desafios
da carreira e família; o adulto mais velho
aumenta pesos de um corpo em declive junto
com responsabilidade pesadas de uma
carreira, Sal 90:10,12 Mental - Capacidade
total; razão, mais definida, acompanha as
convicções morais e espirituais; juízo é firme
e experimentado com mais e mais idade e
assim importante para aconselhar os menos
velhos; II Tim 1:7 Emocional - Moderação;
reconhece o equilíbrio entre os sonhos e a
realidade; satisfação com amadurecimento
emocional bem controlado; Gal 5:22; tem
ajustamentos para fazer com as mudanças que
pode vir no termino da vida dos que são
amados. Social - Centrado no lar e com
amigos seletos; o novo adulto sofre com
estresse forte se não tiver morais e amigos
bons já feitos anteriormente; materialismo
pode ser uma tentação, Luc 12:15; o adulto
mais maduro gosta de fazer parte de
organizações Espiritual - Alicerces Firmados;
reavalia pensamentos e convicções religiosos
para depois servir como exemplo; Mat. 6:33;
pode influenciar os mais jovens com a
sabedoria e experiência ganha na vida; tempo
para testar o que aprendeu antes sobre Cristo e
a Palavra de Deus, Fil. 3:13,14; Tito 2:13-15.
1. A formação da personalidade na criança é quádrupla.
a) Formação cristã. Concerne à doutrina cristã (Ef 6.4);
b) Formação social. Concerne à disciplina cristã;
c) Formação moral. Concerne ao caráter cristão;
d) Formação intelectual. Concerne à escolarização.
2. A mãe e a criança. É a mãe quem mais influi na formação do caráter dos filhos; por ficar
mais tempo com eles e conseqüentemente cuidar deles.
A relação mãe-filho, tão importante para o desenvolvimento do ego da criança, se inicia
bem cedo. Neumann salienta que sendo o ser humano incapaz de ser independente logo
após o nascimento, diferentemente dos demais animais, prorroga sua fase embrionária para
além do nascimento. A fase embrionária compreende, então, os 9 meses intra-uterinos e
mais 1 ano pós-uterino. Nesta fase, a criança vive o inconsciente da mãe, está ligada à mãe
fisicamente e psicologicamente, dependendo dela para tudo. Após esta fase, a criança inicia
seu processo de desligamento da mãe, juntamente com a formação e fortalecimento do ego.
www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Relacionamento%20mae%20filho.htm

Exemplos de Mães
Para falar sobre mães da Bíblia, precisamos começar com Eva a mãe de todos nós. Ela e
seu marido cometeram o primeiro pecado da humanidade. Pelo seu pecado perdeu o filho,
mas também foi a primeira mãe a receber de Deus a promessa da vinda do salvador (Gn
3.15).
Sara, mulher de Abraão e mãe de Isaque, foi mãe por milagre de Deus, pois seu filho
nasceu quando ela tinha cem anos.
A mãe de Moisés, Joquebede, é o tipo de mãe com angústia no coração, pois seu filho
corria risco de vida pelo decreto de Faraó, ela, porém, colocou seu filho no cesto, levou-o
ao rio e esperou o livramento de Deus.
Noemi perdeu seu esposo e seus filhos, agora com o coração partido, recebe o amor de
sua nora Rute, e juntas prosseguem rumo a uma vida vitoriosa.
E sobre Ana, a mãe estéril, que pediu um filho a Deus! Após passar por uma grande
humilhação, Deus ouviu sua oração e concedeu-lhe um filho que foi o grande profeta
Samuel.
Provérbios 31.10 fala da mulher virtuosa, a mãe que tinha um grande valor para seus
filhos e seu marido.
Maria, a mãe do salvador, é o tipo de mãe que se coloca a serviço de Deus. Deus a
escolheu por sua submissão à vontade do Senhor, por se colocar à disposição e por ser o
canal de bênçãos ao mundo através de seu filho Jesus Cristo.
Poderíamos citar muitas outras mães como Lóide e Eunice que levaram Timóteo a ter um
compromisso forte e firme com a obra de Deus. (Que exemplo de avó e de mãe estas duas
heroínas dão para todas as mães de hoje!)
E você, mãe, leitora deste artigo, com quem você se identifica? Deus espera de você,
querida mãe, um compromisso sério com Deus e sua palavra para que também faça
"história" diante de seus filhos e, de maneira geral, diante deste mundo tão corrompido.
Você pode marcar sua época, você pode fazer a diferença no meio em que vive!
www.casadeoracao.org.br/jornal/2002-05_00.asp Para Dinâmica Coloque cada criança
do sexo feminino representando cada uma dessas mães e dizendo o exemplo que cada uma
representa para a educação dos filhos de hoje.

3. Jesus e a criança.
Há alguns episódios no Novo Testamento, especialmente nos Evangelhos, que mostram
uma proximidade de Jesus com as crianças, estabelecendo elementos de grande
importância na sua pregação.
Gostaria de pensar rapidamente em Mat. 19,13-15:
"Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os
discípulos os repreenderam. Jesus porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de
virem a mim, porque de tais é o reino dos céus. E, depois de lhes impor as mãos, partiu
dali."
O primeiro destaque que faremos é o uso do termo paidiva (crianças), que indica serem
essas crianças menor de sete anos. Trata-se, portanto, de crianças de tenra idade,
possivelmente até bebês. Mas elas eram trazidas com um objetivo: ter as mãos de Jesus
impostas sobre elas.
O ato de impor as mãos é conhecido no Antigo Testamento em oferta de holocausto (Lv.
1,4 ), em ordenação para posição de liderança (Dt, 34,9) ou em bênção (Gn 48,18). A
Septuaginta (LXX) traduz as expressões hebraicas nestes textos com a mesma expressão
usada no grego em Mt. 19,13. Mais tarde a Igreja incorpora isso em sua liturgia, para
ordenação, envio de missionários e bênçãos, certamente importando o sentido da tradição
do Antigo Testamento. É certo pensarmos este ato de Jesus como bênção às crianças.
Considerando o evangelho um documento da comunidade de fé, podemos dizer que as
crianças tinham um lugar no culto da comunidade de Mateus. Isso fica claro quando
vemos Mt 18,1-6 e 21,12-17, que também destacam as crianças como participantes do
reconhecimento de Jesus como o Cristo de Deus. Essa participação lhes dá um lugar no
Reino, mas o texto estabelece um algo mais, pois elas não têm apenas um lugar no Reino,
elas têm o Reino. Há uma tentativa de espiritualizar a condição de criança, por causa das
afirmações de Mt.5,3.10 e 18,3. Seja como for, não podemos esquecer, que as
características expressas no Sermão do Monte (Mt 5,3.10), são próprias da infância e Mt.
18,3 nos convida a uma atitude como essas anteriormente descritas.
As crianças têm um lugar no Reino, compete-nos tão somente assegurar esse lugar
abençoando-lhes. Dr. Ágabo Borges de Sousa

a) Jesus veio ao mundo como criança (isso dignifica-a);


b) Jesus e seu exemplo de obediência aos pais (Lc 2.41,51);
c) Jesus destacou publicamente a criança (Mc 9.36; 10.13-16; Mt 18.2,10).
4. A igreja e a criança. Sem a criança presente com seu sorriso, sua alegria, sua
simplicidade, sua incrível capacidade em perdoar, como seríamos, como existiríamos, quão
duros seríamos sem olhar para esse rostinho angelical e sentirmos o amor de DEUS
espelhado alí.

CONCLUSÃO
Inicialmente a criança aparece como desafio ao lar. Mas, qual o conceito que fazemos do
lar? Um telhado para nos abrigar da chuva? Quatro paredes para nos proteger do vento?
Soalho para manter longe o frio? Lar é muito mais do que isso. É o choro de uma criança,
é a canção da mãe, é a força do pai, é o calor de corações amorosos, é a luz de olhos
felizes, a bondade, a lealdade e o companheirismo. O lar é a primeira escola e a primeira
Igreja da criança, onde ela pode aprender o que é correto, o que é bom e o que é gentil. É
para onde a criança se dirige quando quer conforto e quando doente procura alívio. No
lar é que a alegria é compartilhada e a tristeza suavizada. Onde o pai e mãe são
respeitados e respeitam, são amados e amam, são queridos e querem os seus filhos.
Alguém já disse: "É no lar onde até a chaleira canta de felicidade".
A criança não é um adulto em miniatura, como dizem algumas pessoas. Ela é um ser
humano em desenvolvimento, com personalidade própria em formação, possuindo idéias,
interesses, aspirações, próprios de sua idade. Se alguém não sabe dar valor a uma
criança, reflete insensibilidade quanto ao significado da vida infantil, e pode projetar seus
próprios traumas, adquiridos nos primeiros dias de vida. Dessa forma, os pais devem
procurar estudar e observar a vida de seus pequenos filhos, para, não só ensiná-los no
"caminho em que devem andar" , como diz a Bíblia, mas, também, aprender com eles
lições que só na escola do aprendizado da vida é possível assimilar.
A criança desponta como um desafio à Igreja. Um desafio à sua teologia, porque há
comunidades eclesiásticas que não crêem na salvação da criança, contrariando a
afirmação bíblica que "Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações se o que faz é puro
e reto" (Provérbios 20:11). No todo da Revelação - sem estabelecer faixa etária - a
criança, tomando consciência do bem e do mal, necessita de arrependimento e aceitação
de Cristo para perdão de seus pecados e ter a salvação de sua alma. Outrossim a criança é
um desafio à mordomia da Igreja. Investir na educação cristã é acumular potencial
espiritual para a Igreja do amanhã. Daí a sapiência de Salomão: "Ensina a criança no
caminho que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele". E por fim, a
criança é um desafio à vocação missionária da Igreja. Semear entre crianças é procurar a
melhor terra, pois o seu coração não é terra pisada por ideologias pagãs, nem pedregosa
de decepções e muito menos infestada por heresias. O coração da criança é a Boa Terra,
onde o inimigo não teve tempo de semear o seu joio. É Boa Terra que semeada dá fruto:
"a cem, a sessenta e a trinta. Por isso que tem ouvido para ouvir ouça": A criança é um
constante desafio. ( João Arantes Costa )

Criando os Filhos com Autoridade

INTRODUÇÃO

Pv 13.24 O QUE RETÉM A SUA VARA ABORRECE A SEU FILHO. As Escrituras


ordenam que os pais disciplinem com "vara" a seus filhos, nos seus anos
formativos, i.e., na infância. Castigo físico só deve ser aplicado à criança em caso de
desobediência proposital ou como desafio. A disciplina tem como alvo eliminar a
insensatez, a rebeldia e o desrespeito para com os pais (22.15). Quando adequada,
administrada pelos pais de modo sábio, amoroso e equilibrado, ela leva a criança a aprender
que o mau comportamento resulta em conseqüências desagradáveis, inclusive castigo
(29.15). Tal disciplina é necessária para
evitar que os filhos adotem atitudes que mais tarde os levarão à ruína e à morte (19.18;
23.13,14). A disciplina piedosa na família trará bem-estar e paz ao lar (29.17). Os pais
devem aplicar a disciplina com amor, assim como faz nosso Pai celestial (Hb 12.6,7; Ap
3.19).

I. O QUE LEVA À FALTA DE AUTORIDADE

Nos modernos lares o que menos existe é afeto e carinho paterno, bem como falta de
orientação masculina, ocorrendo na maioria dos lares somente a autoridade materna ou de
uma empregada doméstica, gerando assim problemas de ordem moral e psicológica nos
filhos homens, que não têem um espelho masculino em quem se mirar.
1. Pouca ou nenhuma presença do pai no processo formativo dos filhos.
Os últimos capítulos de Efésios mostram o que é a vida no Espírito. O andar no Espírito
aparece através de relacionamentos pessoais: esposas a maridos, maridos a esposas; pais
a filhos e filhos a pais; patrões a empregados e empregados a patrões.
Ef 6:4 dá uma exortação muito importante aos pais: "E vós, pais, não provoqueis à ira
vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor".
A palavra aqui traduzida "disciplina" poderia também ser traduzida "educação". E note
que Paulo não está falando ao pai e à mãe, mas somente ao pai. De quem é a
responsabilidade de educar os filhos? Do pai. Este é o evangelho, a nova aliança. Mais
uma vez, Deus revela Sua preocupação com o pai. É evidente que, a mãe trabalhará em
conjunto com o pai. Mas a responsabilidade básica e primária pertence ao pai. Não
provoqueis à ira os vossos filhos. É verdade que muitos pais provocam os seus filhos. Meu
pai me provocou à ira quando eu tinha apenas dois anos. Fiquei irado, e por muitos anos
fui perseguido por este sentimento de ira que entrou em mim.
PAULO CITA A AVÓ E A MÃE DE tIMÓTEO COMO EXEMPLOS DE MULHERES
QUE ORIENTARAM SEU NETO/FILHO NO CAMINHO DO SENHOR, PORTANTO A
MÃE NÃO ESTÁ ISENTA DA EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS, PRINCIPALMENTE
QUANDO FOR VIÚVA OU QUANDO SEU ESPOSO FOR DESCRENTE.

2. Ausência de limites.
Existem limites que não poderão ser ultrapassados.
A DISCIPLINA (Ef 6.4)
1. Meios para conseguir a disciplina
a) O ensino - Dt 11. 18-21;
b) O exemplo - Jo 13.15;
c) A correção - Pv 29. 15, 17.

2. Base da disciplina:
a) O amor: Ap 3.19; Pv 3.12.
- Segredo da disciplina: firmeza com amor; amor x controle: filhos saudáveis e respeitosos;

3. Finalidade da disciplina
a) Obediência - Cl 3.20;
b) Honra: Ex 20.12;
c) Responsabilidade: Lm 3.27;
d) Sabedoria: Pv 29.15.
II. A AUTORIDADE PATERNAL E A IGREJA
• Realizar o culto doméstico, adorando a Deus com a família.
Cultivar e estimular no lar a leitura da Bíblia Sagrada.
- Levar a família, cedo, ao ambiente sadio da igreja.
- Estar vigilante quanto às "astutas ciladas do Diabo" contra o lar.
- Combater todas as formas de infiltração do materialismo ateu, seja por via da
escola, dos meios de comu-nicação (tevê) ou de outras pessoas. · Levar a família a
ocupar-se no serviço do Senhor.
Por esta razão dobro os joelhos perante o Pai, do qual, toda família nos céus e na terra
toma o nome (Ef 3:14,15).
O apóstolo Paulo está escrevendo uma carta, e começa esta passagem por uma oração.
Não vamos tratar sobre o assunto da oração, mas a respeito da pessoa a quem ela se
dirige. A palavra traduzida no versículo acima como "família" poderia também ser
"paternidade". No original a palavra grega é "pátria", uma derivação direta da palavra
"pater" que significar "pai". Portanto, o versículo seria assim: "...o Pai, do qual toda
paternidade nos céus e na terra toma o nome". Desta maneira estamos descobrindo que o
fator originador da família é o pai.
Estes versículos contêm uma revelação tremenda. A paternidade de Deus é eterna. Não só
é Deus o Pai de Jesus Cristo, mas toda paternidade é derivada e estabelecida a partir do
ofício do Pai na divindade. O ofício de um pai recebe com isto um significado
tremendamente importante. A função de um pai deriva sua santidade, autoridade e
importância do fato dela ser uma projeção aqui na terra da paternidade divina e eterna de
Deus no céu.
Eu pensava que Deus só Se tornava Pai quando eu me tornava Seu filho. Isto não está
correto . Deus é Pai eternamente. Antes da criação, Deus já era Pai. Ele é o Pai do nosso
Senhor Jesus Cristo. O relacionamento de Pai para Filho dentro da divindade é eterno.
Antes que qualquer coisa fosse criada, Deus eternamente era Pai, e Cristo era eternamente
Seu Filho.
Desta forma, todo pai, dentro da criação, recebe seu nome a partir da paternidade eterna
de Deus. Este fato concede importância e santidade enormes ao ofício de pai. É na
realidade, uma projeção da própria natureza de Deus para dentro da experiência humana,
aqui na terra e no tempo.

PAIS E FILHOS
Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”
É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente
com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar
mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou
posição social (cf. Sl 127.3).
(1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de Deus em
muitos trechos do AT (ver Gn 18.19; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv 4.1-4; 6.20), é responsabilidade
dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a
família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do
ensino bíblico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais
no ensino dos filhos.
(2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração
dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17).
(3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também
corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor
compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).

III. RECUPERANDO A AUTORIDADE PERDIDA

Um pai tem duas obrigações para com seus filhos. A primeira é comunicação. A segunda é
educação. Se as vias de comunicação não permanecerem abertas entre o pai e seu filho, a
educação deste filho será impossível. Não é suficiente o pai dar instrução. O filho precisa
estar disposto a recebê-la. É por isto que o pai não pode provocar seus filhos à ira.
A fim de evitar as atitudes negativas de rebelião e desânimo nos seus filhos, um pai precisa
dar tempo e atenção a cada filho individualmente. Cada criança precisa ser amada e
cultivada na sua personalidade individualmente. Não existem duas crianças iguais. Uma
disciplina que beneficiará uma criança poderá oprimir a outra. É responsabilidade do pai
descobrir e pesquisar a personalidade de cada um de seus filhos, a fim de produzir nela, não
o pior e sim o melhor.
Não os provoqueis à ira, à amargura, ou à queixa, mas ao amor e às boas obras. Criai
vossos filhos na educação e admoestação do Senhor.
1. Filhos sob autoridade de outras pessoas.
As empregadas domésticas ou babás não têem a mesma responsabilidade e nem o mesmo
interesse educacional para com os filhos dos outros. Na maioria das vezes a educação dos
filhos é entregue a pessoas de baixo nível escolar e educacional, sem nenhum preparo
psicológico e moral para ensinar a verdadeira educação aos filhos. Por incrível que pareça
ainda temos na maioria dos casos empregadas que nem evangélicas são, cuidando dos
filhos dos crentes; sem saber seus pais entregam a educação de seus filhos a pessoas que
servem a Satanás e não a DEUS.
2. Filhos adolescentes.
Esta é a fase mais delicada da educação dos filhos, é quando os mesmos começam a receber
mensagens satânicas de rebeldia e desejo de deixaram seu lar.

QUAL O PAPEL DO PAI HOJE? Pr. Elinaldo Renovato de Lima


Há em andamento um verdadeiro processo de destruição da família. Esse processo tem
origem em tempos remotos, quando se desencadeou uma rebelião contra Deus, o criador
de todas as coisas, inclusive do homem e da família. Esta ação é acima de tudo diabólica.
As forças do mal, movimentadas pelos agentes espirituais da maldade, estão procurando
destruir tudo o que foi feito para a felicidade do homem. Para destruir a família, o inimigo
do lar tem suas estratégias.
Primeiro, procura descaracterizar a instituição familiar, dizendo que esta não passa de
uma "invenção burguesa", num jargão típico da filosofia comunista, materialista (Aliás já
fora de moda em seus países de origem). Depois, as forças do mal procuram desacreditar
tudo o que constitui a estrutura familiar. Nesse contexto, já há quem diga que filho não
precisa de pai e de mãe. Basta ter reprodutores. A figura do pai é diminuída, para que
desapareça o papel do líder da família. Aliás, a Constituição brasileira, em um de seus
artigos, já estipula que o pai e a mãe estão em pé de igualdade, no relacionamento
familiar, de modo que não existe mais o "Chefe de Família", ou seja, o líder do grupo
familiar. Certo psiquiatra, num jornal, disse: "O pai do passado era autoritário, o do
presente é uma figura decorativa e o do futuro não existirá".
Segundo aquele estudioso, isso revela o fim da família tradicional (Pai, mãe, filhos, todos
vivendo sob o mesmo teto). Pai e mãe são elementos fundamentais para a existência da
família. Desaparecendo um, deixará de existir ou outro. O que o modernismo-relativismo
prega é o fim da família. É o fim da pessoa do pai, como líder do grupo social do lar. O
liberalismo entende que não se deve adotar normas de convivência social, entre pais e
filhos. Cada um precisa fazer o que bem entende, com liberdade ou libertinagem sem
limites. Nada de normas, de proibições, de doutrina, de limites, exceto ocasionamente,
quando algo grave estiver acontecendo ou por acontecer.
Sob a orientação hedonista, o que vale é o prazer. Se os adolescentes querem fazer sexo,
basta usar "a camisinha". Mais do que isso é moralismo. E ninguém melhor que o pai para
orientar e cobrar obediência aos princípios éticos e morais. Se o pai desaparece, e em seu
lugar, surge apenas o "reprodutor", o amante descompromissado, que só pensa em ter
prazer sexual, como fica a autoridade sobre os filhos? Para responder a essas questões,
temos que nos voltar para o projeto original, previsto por Deus, para a vivência e
convivência do homem sobre a terra. Primeiro, é necessário que haja pai, mãe e filhos,
unidos sob os princípios norteadores da criação e desenvolvimento da família. Os pais
devem amar seus filhos e criá-los na "doutrina e admoestação do Senhor", conforme a
Bíblia (Efésios 6.4).
O pai deve ser o sacerdote do lar, cuidando da vida espiritual e moral de seus filhos; deve
ser o exemplo da família (Tiago 2.12); deve ser o amigo e companheiro dos filhos, dando-
lhes afeto e segurança; deve ser o vigia de seu lar, contra os lobos devoradores que,
travestidos de símpáticos conselheiros, querem a destruição do lar, do casamento, da
família. Se não existir pai e mãe, não existirá família. Poderá haver "fábrica" de "produtos
humanos"", produzidos nas empresas de "produção independente", tão ao gosto do diabo,
atendendo aos sentimentos egoístas e hedonistas dos que não conhecem a Deus. A família
nunca acabará, ainda que continue a sofrer o ataque diabólico dos que só pensam no
imediatismo egoísta.
Está de pé a proposta de Deus: "PORTANTO, DEIXARÁ O HOMEM PAI E MÃE, E SE
UNIRÁ À SUA MULHER, E SERÃO OS DOIS UMA SÓ CARNE" (Gênesis 2.24).
PERGUNTA DO DIA : VOCÊ, QUE É PAI, JÁ DISSE PARA SEU FILHO OU SUA
FILHA, ESTA SEMANA: EU AMO VOCÊ? (Se não o fez, sugiro fazer isso agora. Escreva-
me dizendo o que aconteceu, ok?)
3. Resgatando a autoridade.
Quando o pai se conscientiza de que a autoridade é necessária para que os seus deveres
sejam cumpridos, deve:
A) Quando errar, reconhecer e assumir seu erro (Pv 28.13);
B) Orar muito a Deus especificamente sobre o assunto (Mc 11.24);
C) Aconselhar-se com líderes sábios, conhecedores do assunto (Pv 11.14);
D) Reunir a família, tratar dos assuntos domésticos à luz da Bíblia, e pôr “ordem na casa”
(Mt 12.25).
E) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida
devotada a Cristo:
(a) Dediquem seus filhos a Deus no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
(b) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a
iniqüidade. Incutam neles a consciência da atitude de Deus para com o pecado e do seu
julgamento contra ele (ver Hb 1.9).
(c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt
8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
(d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-
los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv
13.20; 28.7; 2.15-17).
(e) Façam saber a seus filhos que Deus está sempre observando e avaliando aquilo que
fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
(f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em Cristo, ao arrependimento e ao
batismo em água (Mt 19.14).
(g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de Deus, se mantém
os padrões de retidão e o Espírito Santo se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o
princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5).
(h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar
para Deus (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste
mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com Cristo (Fp
3.20; Cl 3.1-3).
(i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no Espírito Santo (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
(j) Ensinem a seus filhos que Deus os ama e tem um propósito específico para suas vidas
(Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
(l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto
doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
(m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4;
Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
(n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles
devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão
perseguições” (2Tm 3.12).
(o) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg
5.16-18; ver Jo 17.1).
(p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas
como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a
vontade do Senhor (ver Fp 2.17).
CONCLUSÃO

Em todos os lares, de todas as dispensações, todo pai tem três ministérios específicos. Ele
recebe estes ministérios da própria autoridade divina, e nunca poderá renunciá-los diante de
Deus. Isto não depende da época ou dispensação em que vive, nem da sua raça, e nem da
sua religião. Todo pai, ao se tornar pai, e em virtude da sua paternidade, recebe três
ministérios irrevogáveis da parte de Deus: o ministério de Sacerdote, o ministério de
profeta e o ministério de rei.
Outra vez, o pai está cumprindo um lugar na família semelhante ao padrão encontrado em
Cristo. Em relação a igreja, Cristo é Sacerdote, Profeta e Rei. Ele recebeu do Pai estes três
grandes ministérios. Deus tem constituído o homem na família como Seu representante
com os mesmos três ministérios.

10 MANDAMENTOS PARA OS PAIS


1. Cultivar o amor crescente , paciente e eterno
2. Considerar o cônjuge como presente de Deus, propondo estar ao seu lado, honrá-
lo, amá-lo, até que a morte o separe, sendo exemplo para os filhos.
3. Cuidar para que o seu cônjuge não tenha aborrecimentos, evitando fervilhar sua
mente com coisas corriqueiras e banais que para nada servem a não ser para tirar
a paz, a estabilidade, e trazer irritação, o ódio e as tensões. Isso é terrível para os
filhos, que vêm os pais em conflito sem necessidade.
4. Cuidar do lar com afinco. Suprir as suas necessidades, marcar a presença no
mesmo de tal forma que ela seja sentida quando houver uma distância entre os
cônjuges. Isso é muito importante, pois um dos maiores problemas, nos lares, são
os pais "ausentes", não só fisicamente, mas, sobretudo emocionalmente. Pais que
não se comunicam com os filhos, que dão mais valor a ficar diante da TV ou dos
jornais, dos jogos, dos amigos, do que do lar. Um psicólogo disse que a "ausência"
do pai, dando lugar a uma mãe superprotetora , junto a um filho, pode contribuir
para o homossexualismo masculino.
5. Policiar as conversas com outras pessoas, sabendo de antemão que as coisas
íntimas do relacionamento conjugal são propriedade exclusivamente dos cônjuges
e não interessa a outras pessoas sabê-las, até mesmo parentes. De fato,
conhecemos casos de pessoas, principalmente mulheres, que saem nas casas,
contando seus problemas íntimos. Depois, surgem comentários desabonadores, que
chegam ao conhecimento do cônjuge, aumentando os conflitos. Os filhos também
sentem-se ofendidos, por saber que estranhos têm conhecimento do que se passa no
seu lar.
6. Participar totalmente do relacionamento íntimo, pois este relacionamento é Dom
de Deus à criação e Deus requer pureza, honestidade, e amadurecimento de
ambos. Um casal precisa ter não só confiança, mas intimidade espiritual,
emocional e física, ou seja, sexual, que deve ser desfrutada da melhor maneira
possível, como fator de união e estabilidade entre si.
7. Desenvolver atitudes que demonstrem que o cônjuge a cada dia sinta-se amado,
preferido e muito querido. As atitudes de um para o outro são muito valiosas,
quando sinceras e leais. Um esposo deve dizer sempre palavras agradáveis,
carinhosas e afetivas para a esposa. Esta, da mesma forma, deve esforçar-se para
demonstrar carinho e afeto para com o esposo. Isso é como aguar a planta do amor
todo o dia, e serve de exemplo para os filhos.
8. Cultivar uma recreação sadia, aproveitando as oportunidade que o tempo
propiciar. A recreação é vital para um entrosamento crescente e fortalece o
companheirismo. Muitas pessoas dizem que não tem tempo para o lazer, para a
recreação. De fato, hoje, é muito difícil desenvolver momentos de lazer com a
família. Mas é preciso planejar e encontrar momentos de descontração, de
entretenimento para com os filhos e o próprio casal. Um passeio no fim de semana,
uma visita a um parque de exposições, uma ida ao shopping, uma visita a pessoas
amigas, tudo isso pode quebrar a rotina do lar, com ótimos resultados emocionais
para os pais e os filhos.
9. Manter o espírito familiar. Considerar os parentes de ambos os cônjuges e amá-
los. Tratá-los com dignidade. Despertar a fraternidade e semear a união entre os
mesmos. Conhecemos casos em que o casal vive infeliz, porque um dos cônjuges
não considera os sogros, tratando-os com desprezo e falta de respeito. Com isso, o
coração do outro fica ferido, causando problemas de relacionamento. E mau
exemplo apara os filhos.
10. Manter uma vida plena de comunão com Deus. Orando juntos, ensinando os filhos
trilhar nos caminhos retos. Enfim, viver... O zelo pela parte espiritual , no lar, é
fundamental para um viver feliz. Sem Deus, o lar pode ser minado pelas forças do
mal, que se materializam através das drogas, dos vícios, da prostituição, da
desunião, da contenda, da disputa pelo poder, do ciúme, e de tantos males que
atacam a família. Só com a presença do Espírito Santo no lar é possível enfrentar
os desafios de um mundo materialista, hedonista, e relativista, em que vivemos. O
culto doméstico é indispensável para a união da família. É bom dizer como Samuel:
"Eu e minha casa serviremos ao Senhor".
(Extraído e adaptado por Pr. Elinaldo Renovato de Lima)

O Divorcio

Introdução

Subsistem os mesmos modos de divórcio antes cuidados na Lei nº 6.515/77:


a) Indireto - pela conversão da separação judicial, decorrido o prazo de um ano.
b) Direto - pela comprovada separação de fato por mais de dois anos -, conforme dispõe o
artigo 1.580, §§ 1º e 2º, do novo Código Civil. Não se menciona a culpa, bastando se
verifique o decurso do prazo estabelecido em cada uma dessas situações.
O divórcio, em qualquer das modalidades, pode ser concedido sem que haja prévia partilha
de bens. Assim dispõe o novo Código, no artigo 1.582, afastando a exigência contida na Lei
6.515/77 para a conversão da separação judicial em divórcio, e que alguns juizes estendiam
para o divórcio direto. Bem se conhece a grande celeuma jurisprudencial sobre o tema,
ainda que em parte pacificada pelo entendimento adotado na Súmula 197 do Superior
Tribunal de Justiça, a dispensar partilha para decretação do divórcio direto.
I. CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA

1. Definição.
Casamento é a união física, moral e espiritual entre um homem e uma mulher com fins de,
em obediência à DEUS e à sua Palavra, formarem uma Família que povoará a terra e
evangelizará seus moradores. (Dedução lógica a que se chega lendo-se a Bíblia).

2. Instituição divina.
Casamento é instituição divina, idealizada e criada por DEUS para que o homem se sinta
feliz e o homem não pode separá-la, pois é considerado feito e aprovado por DEUS.
“Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt19.6).

3. Importância espiritual.
A família cristã representa o próprio DEUS na terra, pois é através desta família que DEUS
manifestará seus desígnios para a comunidade em que vivem.

4. Felicidade conjugal.
Através da felicidade, amor e união da família é que DEUS irá trabalhar no coração dos
homens para que vejam o favor do criador sobre suas criaturas.

II. DIVÓRCIO À LUZ DA BÍBLIA

O divórcio é também um problema espiritual que está relacionado às conseqüências da


queda do homem – o pecado e o endurecimento dos corações.
1. A causa do divórcio.
a) “Por qualquer motivo”.
Dt 24.1 = Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não
achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho
dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.

b) Por não ser virgem


Dt 22.20-22 = Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça,
então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão
com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai;
assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher
casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a
mulher; assim, tirarás o mal de Israel.

c) Casamento misto.
Ed 9 e 10 = Ne 13.23 = Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres
asdoditas, amonitas e moabitas.

2. Como prevenir. Assim que se percebe que a relação conjugal está sofrendo algum
tipo de desgaste, é obrigação dos cônjuges atentar para, pelo menos, três pontos
fundamentais da convivência sadia, rogando a ajuda do Espírito a fim de pô-los em
prática.
a) Comunicação. O diálogo é talvez a maior necessidade do ser humano moderno, as
famílias estão a beira da falência por falta de se comunicarem entre si. É a correria do dia a
dia e a preocupação com os bens materiais, trazendo falta de tempo para as coisas mais
importantes. O casal precisa conversar e conversar muito entre si, discutindo
amigavelmente todos os problemas e descobrindo juntos a solução para os tais. também é
preciso comunicação para a satisfação sexual de ambos, o que um gosta e deseja pode ser a
barreira para que o outro não seja satisfeito.

b) Unidade de propósitos. O rumo, o futuro da família deve ser comum aos dois, ao casal
que planejam juntos sua felicidade.

c) Humildade. Pedir desculpas sempre que errar, julgar o outro superior a si mesmo são
maneiras de manter o casamento aquecido do frio do desprezo. Lembre-se de que quando
um não quer, dois não brigam. É melhor "perder aparentemente" hoje e ganhar amanhã, do
que colocar tudo a perder por falta de humildade.

3. Quando o divórcio é permitido. Somente em dois casos:


a- Quando há adultério.
b- Quando o descrente quer se apartar.

Mas o cônjuge crente, deve fazer de tudo para ganhar o descrente para Jesus, conforme a
recomendação de Pedro (1 Pe 3.1-6). 3.1 MARIDOS... SEJAM GANHOS. Pedro ensina
como uma esposa deve agir a fim de ganhar para Cristo o seu marido não salvo. (1) Ela
deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22 nota). (2)
Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver
1 Tm 2.13,15). (3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para Cristo, mais pelo
comportamento, do que por suas palavras.3.3,4 ENFEITE EXTERIOR... BELEZA
INTERIOR. Os adornos berrantes, exagerados e dispendiosos são contrários ao espírito
modesto que Deus requer da parte das mulheres cristãs (ver 1 Tm 2.9 nota). (1) O que
muito importa para Deus nas mulheres cristãs é uma disposição mansa e quieta (cf. Mt
11.29; 21.5), que as leva a honrá-lo, ao dedicarem-se a ajudar o marido e a família a
alcançar a vontade de Deus para as suas vidas. (a) O adjetivo "manso" descreve uma atitude
despretensiosa que se manifesta numa submissão amável e na solicitude pelo próximo (cf.
Mt 5.5; 2 Co 10.1; Gl 5.23). (b) O adjetivo "quieto" refere-se à esposa não ser agitada e
indelicada. Noutras palavras, Deus declara que a verdadeira beleza da mulher é questão de
caráter, e não primeiramente de enfeites. (2) As esposas cristãs de nossos dias devem ser
fiéis a Cristo e à sua Palavra, num mundo dominado pelo materialismo, pelas modas
dominantes, pelos direitos humanos, pela obsessão sexual e pelo desprezo aos valores do
lar e da família.

III. DESASTROSAS CONSEQÜÊNCIAS

1. Altos riscos de problemas psiquiátricos e doenças físicas.


a) Os indivíduos divorciados acham-se mais vulneráveis ao câncer do que as pessoas bem
casadas.
A solidão e a angústia são portas abertas para as doenças que não encontram vontade de
viver e de lutar pela vida em suas vítimas.

b) As taxas de morte prematura são significativamente mais altas entre homens e mulheres
divorciados.
Comprovação de pesquisas médicas.

2. Os filhos. O desenvolvimento emocional dos filhos está diretamente ligado à interação


contínua, cuidadosa e sustentadora entre ambos os pais.
Os pais são exemplo dos filhos e se os pais não vão bem conjugalmente passam para os
filhos a insatisfação e a falta de amor.

CONCLUSÃO

Considerando todas as questões discutidas, não espere um colapso conjugal para então
buscar solução no divórcio; renove, melhore e recicle seu relacionamento conjugal e fuja de
todas as possibilidades que desemboquem numa catástrofe desta natureza. O ideal,
portanto, é que os cônjuges permaneçam unidos até que a morte os separe.

Mt 19.7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e
repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu
repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim.
DEUS NÃO MANDOU E NEM PERMITIU, Moisés permitiu por causa do coração
endurecido dos homens e de sua insistência em errar, porém o desejo de DEUS é que
mesmo que haja prostituição, haja o perdão, para que os filhos principalmente não sofram.