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QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL APELANTES: MAURO

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL

APELANTES: MAURO MENDES FERREIRA RIBEIRO MIGUEL SUTIL AUTO POSTO LTDA. APELADOS: RIBEIRO MIGUEL SUTIL AUTO POSTO LTDA. MAURO MENDES FERREIRA

Número do Protocolo: 44201/2015 Data de Julgamento: 17-06-2015

EMENTA

EMBARGOS DO DEVEDOR – EXECUÇÃO –

CERCEAMENTO DE DEFESA – INOCORRÊNCIA - CHEQUE –

PREENCHIMENTO POSTERIOR PELO PORTADOR – PRESCRIÇÃO

AFASTADA - EXECUÇÃO - AUSÊNCIA DE MÁCULAS –

HONORÁRIOS – MAJORAÇÃO.

Pode o magistrado proceder ao julgamento antecipado da lide, se

a matéria for unicamente de direito, podendo dispensar a produção das

provas que achar desnecessária à solução do feito, conforme lhe é facultado

pela lei processual civil, sem que isso configure supressão do direito de defesa

das partes.

O preenchimento posterior do cheque pelo portador, não enseja a

nulidade do título em execução, devendo prevalecer a data de emissão

subscrita no título. Prescrição não consumada.

O cheque, por definição, é uma declaração unilateral, através da

qual o emitente dá uma ordem incondicional de pagamento à vista, para que

seja pago o valor ali descrito, a quem o porte ou a quem for nominal. Título

executivo livre de máculas. Embargos rejeitados.

No tocante ao quantum da verba honorária, ressalto que os

embargos à execução não possuem feição condenatória, devendo ser aplicada

a regra disposta no §4º, do art. 20, do CPC para o seu arbitramento.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL APELANTES: MAURO

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL

APELANTES: MAURO MENDES FERREIRA RIBEIRO MIGUEL SUTIL AUTO POSTO LTDA APELADOS: RIBEIRO MIGUEL SUTIL AUTO POSTO LTDA MAURO MENDES FERREIRA

RELATÓRIO

EXMO. SR. DES. CARLOS ALBERTO ALVES DA ROCHA

Egrégia Câmara:

O MM. Juiz de Direito da 7ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá,

proferiu sentença julgando improcedente os embargos à execução oposto por Mauro

Mendes Ferreira em desfavor de Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto Ltda., por não

vislumbrar vícios capaz de macular o feito executivo. Em complemento, condenou o

embargante em arcar com as custas processuais e honorários de sucumbência (fls.

108/110).

Irresignado, Mauro Mendes Ferreira interpõe o presente recurso

argumentando preliminarmente que houve cerceamento ao seu direito de defesa, ante ao

julgamento antecipado da lide, posto que não procedeu a necessária instrução do feito.

Destaca ainda que o cheque que embasa a execução esta prescrito e que não preenche os

requisitos necessários para viabilizaro prosseguimento da lide (fls. 111/124).

De igual forma, Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto Ltda. interpõe

recurso adesivo requerendo a majoração dos honorários sucumbencialpara 20% do valor

discutido nos autos (fls. 285/292).

Mauro Mendes Ferreira e Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto Ltda.

ofertaram contrarrazões às fls. 295/308 e 312/318.

É o relatório.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL VOTO EXMO.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL

VOTO

EXMO. SR. DES. CARLOS ALBERTO ALVES DA ROCHA

(RELATOR)

Egrégia Câmara:

Trata-se de recursos de apelação interpostos contra a sentença

proferida pelo MM. Juiz de Direito da 7ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá, que julgou

improcedente os embargos à execução oposto por Mauro Mendes Ferreira em desfavor

de Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto Ltda., por não vislumbrar vícios capazes de macular

o feito executivo.

Mauro Mendes Ferreira sustenta em preliminar a nulidade da

sentença por cerceamento ao seu direito de defesa, ante ao julgamento antecipado da lide,

devendo os autos retornarem à instância de origem “a fim de que sejam produzidas as

provas testemunhal, pericial e quebra do sigilo telefônico do recorrido e de seus

representantes no período anterior e posterior à distribuição da execução” (fl. 124),

visando comprovar que “o cheque executado fora emitido no ano de 2008,

encontrando-se fulminado pela prescrição, além do fato de que o título fora emitido

apenas em garantia a terceiros, cujo negócio não se efetivou.” (fls. 114/115).

Sem razão. Sendo o juiz o destinatário da prova, conforme dispõe

o art. 130, do CPC, cabe a ele decidir a respeito da conveniênciaou não da sua produção,

possibilitando formar o seu convencimento para o correto desate da controvérsia. Nesse

sentido já decidiu este Tribunal, verbis:

“RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE BUSCA E

APREENSÃO - PRELIMINAR DE CERCEAMENTO DE DEFESA -

INDEFERIMENTO DE PROVA PERICIAL - LIVRE AVALIAÇÃO PELO

MAGISTRADO - ARTIGO 130 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL -

IMPROCEDÊNCIA - MORA CARACTERIZADA – NOTIFICAÇÃO

EXTRAJUDICIAL NOS TERMOS DO DECRETO LEI Nº 911/69 –

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL REVISÃO DE

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL

REVISÃO DE DISCUSSÃO DAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS

CONSIDERADAS ABUSIVAS NO BOJO DA AÇÃO DE BUSCA E

APREENSÃO - POSSIBILIDADE - ARTIGO 3º, §§ 3º E 4º, DO

DECRETO-LEI Nº 911/69 COM REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº

10.931/2004 - ATENDIMENTO AOS PRINCÍPIOS DA AMPLA DEFESA E

A ECONOMIA PROCESSUAL - RECURSO PROVIDO - SENTENÇA

ANULADA. Sendo requerida prova pericial nos autos e não sendo

indeferida pelo magistrado, não há que se falar em cerceamento de defesa,

pois a ele cabe o livre convencimento e indeferimento de provas e

diligências que julgar procrastinatórias e desnecessárias ao deslinde da

contenda. Em se tratando de Ação de Busca e Apreensão, com a inteligência

do Decreto-Lei nº 911/69 e da Lei nº 10.931/2004, tornou-se possível o

pleno juízo de cognição fundada em alienação fiduciária, nos autos de

Busca e Apreensão. Assim, cabível é a discussão de cláusulas contratuais

consideradas abusivas no próprio bojo da Ação de Busca e Apreensão em

atendimento aos Princípios da Ampla Defesa e da Economia Processual”.

(RAC nº 64.396/2008, 1ª Câm. Cív., Rel. Des. Jurandir Florêncio de Castilho,

j. 11.08.2008 – grifei)

De tal arte, sendo plenamente possível aferir por meio dos

elementos constantes nos autos a higidez do título executivo questionado pelo

embargante, considero suficiente a prova produzida e rejeito a preliminar de

cerceamento de defesa, sob pena de protelar indevidamenteo desfecho da celeuma.

O recorrente defende ainda a nulidade da execução, por estar

amparada em cheque prescrito, emitido em verdade no ano de 2008, e não em

16.09.2010, como consta no título acostado à fl. 28 do feito executivo em apenso (cód.

460203).

Sem razão. Como é sabido, o cheque é título de crédito em que

as obrigações contraídas são autônomas e independentes, conforme disposto no art. 13,

da Lei n. 7.357/85, ou seja, representa dívida líquida, certa e exigívelpor quem o detém.

Dito isso, deve prevalecer a data de emissão subscrita no título,

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL mesmo se

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mesmo se preenchida pelo portador, fato que diga-se de passagem, não se mostrou

verossímil, de modo que não há que se falar em consumação do prazo prescricional.

Neste sentido temos:

“APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO

ESPECIFICADO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CHEQUE. PRESCRIÇÃO

AFASTADA. DATA DE EMISSÃO EM BRANCO. PREENCHIMENTO

POSTERIOR. VALIDADE. Reconhecida a possibilidade de preenchimento

posterior da data de emissão da cártula. Situação que não afasta a higidez,

tampouco retira a validade do cheque como título de crédito. Caso em que

o emitente confere ao credor autorização para o suprimento da omissão.

Aplicabilidade do art. 16 da Lei do Cheque e da Súmula 387 do STF.

Termo inicial da prescrição: data preenchida pelo portador do título ”.

(TJRS, RAC n. 70047285218, 15ª Câm. Cív., Rela. Desa. Ana Beatriz Iser, j.

04.04.2012)

“AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PRIVADO NÃO

ESPECIFICADO. PERÍCIA GRAFODOCUMENTOSCÓPICA.

DESNECESSIDADE NO CASO CONCRETO. 1. O posterior

preenchimento de cheque, pelo portador, não enseja, a princípio, a

nulidade do título em execução. 2. Dessa forma, a prova pericial

postulada, visando à comprovação de que as datas constantes das cártulas

ora em execução teriam sido nelas incluídas em momento posterior à sua

assinatura, mostra-se desnecessária à perfeita compreensão da lide,

motivo pelo qual se impõe a manutenção da decisão atacada. NEGADO

SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO.” (TJRS, RAI n.

70051867497, Rel. Des. Mário Crespo Brum, 12ª Câm. Cív., j. 08.11.2012 -

negritei)

O apelante alega ainda que o cheque fora emitido apenas em

garantia de terceiros, cujo negócio não se efetivou, perdendo a sua característica de título

executivo.

Sem razão. Basta uma simples leitura dos embargos à execução,

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL bem como

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bem como do recurso em apreço para constatar que o recorrente sequer especifica os

detalhes do suposto negócio jurídico garantido pelo cheque objeto da execução, se

limitando em alegar de forma completamente genérica que garantiria valores de

determinada doação de campanha eleitoral, fato que afasta por completo a

verossimilhançade suas alegações.

Acrescento que o cheque prescinde de discussão a respeito do

negócio jurídico subjacente, uma vez que não é título causal.

Assim, só poderiam ser arguidas exceções pessoais entre os

contratantes, isto é, entre o emitente e o primeiro portador, se não tivesse ocorrido a

circulação da cártula ou houvesse a comprovação da má-fé do portador, forte no art. 25,

da lei do cheque. Neste sentido temos:

“APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO

ESPECIFICADO. AÇÃO DE ANULAÇÃO DE TÍTULO DE CRÉDITO.

INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CIRCULAÇÃO DO CHEQUE.

TRADIÇÃO. INOPONIBILIDADE DE EXCEÇÕES PESSOAIS.

SENTENÇA MANTIDA. O cheque é um título de crédito dotado de

autonomia cambial e abstração, circulável, não só por endosso, mas

também por mera tradição, sendo inoponíveis as exceções pessoais que o

emitente tenha frente ao credor originário, salvo se restar demonstrado o

emprego de má-fé do portador, através da qual tenha tido a intenção de

prejudicar o emitente do título, situação não verificada nos autos. Art. 25 da

Lei 7.357/85. Sentença mantida. APELO DESPROVIDO. UNÂNIME.”

(TJRS, RAC n. 70042513192, 18ª Câm. Cív., Rela. Elaine Maria Canto da

Fonseca, j. 30.10.2014)

Ademais, são precisas as considerações firmadas pelo magistrado

de origem, que passam a integrar a fundamentação deste voto, confira:

“Em razão disso, a investigação sobre a "causa debendi" do

cheque, ante sua autonomia, título não causal que é, só é permitida em

presença de sérios indícios de que a obrigação foi constituída em flagrante

desrespeito à ordem jurídica ou se configurada a má-fé do possuidor do

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL titulo, o

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titulo, o que não ocorreu no caso vertente, sobretudo porque não há

negativa de emissão pelo Executado ora Embargante, sem contar que é

pouco crível que a pessoa que realiza a emissão de cheque diretamente ao

portador deixe de exigir a devolução da cártula, até mesmo para evitar que

continue a circular e seja repassado a terceiros de boa-fé, ou ainda, como no

caso dos autos, não efetue sequer a sustação do título já que alega o

Embargante ter sido informado à época da inutilização da cártula,

sobretudo diante da vultuosa quantia.

Desse modo, inviável acolher a tese autoral no sentido que o

cheque teria sido emitido como garantia subsidiária a uma negociação

para doação de campanha, mesmo porque considerando que a Lei

Eleitoral estabelece limites de valores para estas doações e ainda, impõe a

aplicação de multa para àqueles que repassarem valores acima do

permitido, certamente esse doador não iria se escusar de declarar o valor

ao candidato.

Importante se diga, que não obstante ter sido o cheque devolvido

pela alínea “21”, (sustado ou revogado), o próprio Executado ora

Embargante afirmou em sua defesa que somente se opôs a ordem de

pagamento após ter recebido uma ligação de seu gerente solicitando a

confirmação do título, demonstrando sua conduta desidiosa que traduz ter

assumido o risco de causar prejuízo a terceiro e a si próprio.

( )

Ainda, convém anotar que o Executado, ora Embargante não

nega a emissão do título, sendo certo que os extratos de fls. 16/25, nada

modificam a situação de devedor do embargante, na medida em que não

há rasura no preenchimento, bem como ainda que ficasse comprovado o

fato do preenchimento ter ocorrido posterior da data de emissão, jamais

teria o condão de descaracterizar o cheque como ordem de pagamento à

vista.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL Ao meu

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Ao meu sentir, tal atitude (de não ter preenchido a data de

emissão do título), se considerada, somente levaria a conclusão que assim

agindo o Embargante, sujeitou-se ao risco do preenchimento da data da

emissão do cheque no momento da apresentação, já que inexiste óbice na

Lei n° 7.357/85 para a realização de tal conduta.

Nesse passo, não há se falar em prescrição do título, tampouco

vislumbro necessidade de produção pericial.

Destarte, inexistindo indícios mínimos da versão sustentada

pelo Devedor, não restando, portanto, derruído o fato constitutivo do direito

do credor,ônus que incumbia ao devedor, na forma do art. 333, inciso II, do

CPC, inviável o albergue da pretensão vertida nos Embargos.” (fls. 109/110

- negritei)

Isto posto, é certo que as alegações afetas a invalidade do título

não merecem prosperar.

Por fim, Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto Ltda. interpõe recurso

adesivo requerendo a majoração dos honorários sucumbencial fixado em R$ 5.000,00

(cinco mil reais), para o importe de 20% do valor discutido nos autos.

Pois bem. No que se refere a fixação dos honorários, resta atraída

a aplicação do artigo 20, §4º, do CPC, que prescreve que nas causas de pequeno valor,

nas que não houver condenação e nas execuções, embargadas ou não, os honorários

serão fixados consoante apreciação equitativa do Juiz, atendidas as normas das alíneas do

§3º, do mesmo artigo.

Assim, atento aos parâmetros legais, e considerando o grau de

zelo do profissional, o tempo de tramitação do processo, a complexidade do trabalho

desenvolvido, entendo que o arbitramento em R$ 5.000,00 (cinco mil reais) merece ser

majorado, considerando o labor exigido do causídico.

Desse modo, levando-se em conta as peculiaridades do litígio,

acolho em parte a súplica recursal, para fixar em R$ 10.000,00 (dez mil reais), os

honorários de sucumbência devidos ao patrono do embargado.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL Assim, conheço

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Assim, conheço de ambos os recursos, e NEGO

PROVIMENTO ao apelo interposto por Mauro Mendes Ferreira, e DOU PARCIAL

PROVIMENTO ao recurso adesivo manejado por Ribeiro Miguel Sutil Auto Posto

Ltda.

QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 44201/2015 - CLASSE CNJ - 198 COMARCA CAPITAL ACÓRDÃO Vistos,

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ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos os autos em epígrafe, a QUINTA

CÂMARA CÍVEL do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sob a Presidência

do DES. CARLOS ALBERTO ALVES DA ROCHA, por meio da Câmara Julgadora,

composta pelo DES. CARLOS ALBERTO ALVES DA ROCHA (Relator), DES.

DIRCEU DOS SANTOS (Revisor) e DES. JOSÉ ZUQUIM NOGUEIRA (Vogal

convocado), proferiu a seguinte decisão: PRELIMINAR REJEITADA. RECURSO

MAURO MENDES FERREIRA DESPROVIDO, APELO DE RIBEIRO MIGUEL

SUTIL AUTO POSTO LTDA, PROVIDO PARCIALMENTE. DECISÃO

UNÂNIME.

Usou da palavra o Sr. Dr. Diego Gomes da Silva Lessi.

Cuiabá, 17 de junho de 2015.

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DESEMBARGADOR CARLOS ALBERTO ALVES DA ROCHA - RELATOR