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FILMES E DOCUMENTÁRIOS

152

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Victor Novaes, Fernando Bonani e Hector Babenco. HB Filmes Ltda/ Sony Pictures.

2003.

DVD: 147 minutos: son, color. Port.

CPI DO SISTEMA CARCERÁRIO – O grito das prisões. Realização Depen, 2008.

MEU NOME NÃO É JOHNNY. Direção: Mauro Lima. Roteiro: Mariza Leão e Mauro Lima, baseado em livro de Guilherme Fiúza. Produção: Mariza Leão. 124 min. Globo Filmes / TeleImage / Apema, 2008.

UM SONHO DE LIBERDADE. Direção: Frank Darabont. Produtor: Luiz

Glotzer/David lester. Roterista: Frank Darabont. min:son.color.Legendado protugues.

142

VHS.

1994.

Anexo I

Anexo I “ Música para os ouvidos, fé para a alma, transformação para vida:” Música, fé

Música para os ouvidos, fé para a alma, transformação para vida:” Música, fé e construção de novas identidades na prisão

153

Termo de Consentimento Livre e Informado

Eu, Vivian Maria Rodrigues Loureiro, cursando o Mestrado do Programa

de Pós- Graduação em Serviço Social da PUC-Rio, vou desenvolver uma pesquisa,

da qual você poderá ser um dos integrantes. Convido-o a participar, mas saiba que

não é obrigado. Caso concorde em participar, a qualquer momento poderá desistir e

se retirar sem constrangimentos.

A pesquisa tem como objetivo compreender a relação entre as condições de

aprisionamento vivenciadas por homens que cumprem ou já cumpriram pena em

regime fechado no Estado do Rio de Janeiro, especificamente na Penitenciária

Lemos de Brito e a possibilidade de mudança de comportamento, humanização e

construção de uma nova identidade, através da música e da fé/religião enquanto

manifestações artísticas e culturais.

Essas informações serão obtidas através de uma entrevista semi-estruturada,

com duração de mais ou menos 45 a 60 minutos e que será gravada, se for

permitida. Uma segunda entrevista também será realizada, se houver necessidade

de complementar alguma questão, mas você será previamente informado.

Esta pesquisa não oferece qualquer risco para a sua relação social,

profissional, familiar, sua segurança e nem para sua saúde. Mas como benefício,

poderá contribuir para o incentivo e maiores investimentos em atividades artísticas

e culturais no cárcere, possibilitando mudança de comportamento, construção de

uma nova identidade, humanização e a busca pela cidadania dos sujeitos ainda

aprisionados. Como também o investimento teórico na construção de propostas que

respondam de forma crítica a esta realidade.

154

Esclareço que as informações obtidas nesta pesquisa serão confidenciais e asseguro sigilo sobre seus dados pessoais. Ao termino da pesquisa, você terá livre acesso aos seus resultados alcançados. Informo que uma cópia deste documento, devidamente assinada, ficará com o participante da pesquisa e outra com o pesquisador. Como responsável pela pesquisa, estarei disponível para esclarecer suas dúvidas sobre o projeto e sua participação, no seguinte telefone: xxxxxxxx e no endereço eletrônico: vivirloureiro@yahoo.com.br Declaro ter entendido os objetivos, condições e benefícios da pesquisa e concordo em participar.

Participante

Rio de Janeiro,

(Pesquisadora)

de

Vivian Loureiro

de

Anexo II

Anexo II Pesquisa: Pontifícia Católica do Rio de Janeiro Programa de Mestrado em Serviço Social 155

Pesquisa:

Pontifícia Católica do Rio de Janeiro Programa de Mestrado em Serviço Social

155

“Música para os ouvidos, fé para a alma, transformação para vida:” Música, fé e construção de novas identidades na prisão

Roteiro para entrevista semi-estruturada

Por: Vivian Maria Rodrigues Loureiro 1

Público Alvo: Banda Gospel Javé composta por egressos da Penitenciária Lemos de Brito no Estado do Rio de Janeiro

Critério: Participação em algum tipo de atividades artísticas e culturais anterior e/ou no cárcere e a participação efetiva no Projeto: “Cultura no cárcere: uma possibilidade de reintegração social”, desenvolvido pelo Serviço Social na Penitenciária Lemos de Brito, situada no Complexo da Frei Caneca no Estado do Rio de Janeiro, no período de junho de 2004 a junho de 2005;

Dados pessoais:

Nome:

Idade:

Grau de escolaridade:

Período que cumpriu condenação:

I-Experiência anterior ao cárcere

Quem é a Banda Javé

Trajetória de vida - nascimento - trabalho / escola – filhos;

Música;

Religião/Fé;

1 Assistente Social e mestranda em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

156

II-

Encarceramento

 

Cotidiano e trajetória interna até e na Lemos Brito;

Participação em atividades internas (esporte, escola, religiosos,

);

Encontro com a música e a religião no cárcere

Formação musical (aprendeu na prisão com professor de teoria musical, com colegas de cela, através da religião);

Formação (e transformações) da banda;

 

Critérios de participação e exclusões;

Mudança de tratamento a partir da música (dos demais colegas, dos funcionários, da direção e da família);

Como era nomeado antes e depois da música;

 

Auto-estima antes e depois da música;

Experiências desafiadoras;

Encontro com a religião;

Denominação religiosa dentro e fora do cárcere;

A família pertence à mesma denominação religiosa;

Opção pela música gospel

III

-Vida fora do cárcere

Exercício da cidadania (Já votaram, possuem todos os documentos, acesso as serviços );

Representação da música;

Representação da religião;

Música fora do cárcere: (trabalho, dinheiro, status; respeito; admiração; orgulho dos familiares, relação com a sociedade);

Discriminação (nos shows e apresentações por serem ex-presidiários);

Como a banda se apresenta ao ser convidada a participar de algum evento musical;

Identidades que permanecem;

Identidades excluídas;

Projetos futuros para a Banda Gospel Javé;

Anexo II

Anexo II Pesquisa: Pontifícia Católica do Rio de Janeiro Programa de Mestrado em Serviço Social 157

Pesquisa:

Pontifícia Católica do Rio de Janeiro Programa de Mestrado em Serviço Social

157

Música para os ouvidos, fé para a alma, transformação para vida:” Música, fé e construção de novas identidades na prisão

Roteiro para entrevista semi-estruturada

Por: Vivian Maria Rodrigues Loureiro 2

Público Alvo: Assistente Social da Unidade Prisional Lemos Brito.

Critério: Estar inserido no quadro de profissionais da penitenciaria Lemos Brito no

Estado do Rio de Janeiro nos últimos cinco anos.

I – Dados Pessoais e Formação

Nome

Idade

Formação acadêmica e profissional (especialização em violência,

criminalidade

Período de inserção no campo sócio-júridico;

Período na Penitenciária Lemos Brito como assistente social;

Experiência no sistema prisional (participa e/ou participou de alguma coordenação na SEAP);

);

II - Cárcere

Situação do sistema carcerário do Rio de Janeiro atualmente;

Formas e condições de encarceramento;

III - Cultura e Fé no cárcere

2 Assistente Social e mestranda em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

158

Experiências com projetos culturais; Setor de Educação e Cultura da unidade promove eventos culturais, debates com profissionais diretamente ligados a cultura visando articular os detentos com a sociedade;

Envolvimento dos agentes penitenciários e da direção da unidade prisional em relação aos festivais musicais e a todas as atividades culturais e religiosas existente na unidade;

O Serviço social incentiva e participa dos eventos culturais da penitenciária;

Importância de atividades culturais e religiosas no sistema prisional;

Música e Fé, instrumentos de mudança de comportamento;

Percepção em relação à banda gospel Javé no cárcere, na família e na sociedade;

Auto-estima dos detentos a partir do envolvimento com a música e a religião;

Existe algum tipo de acompanhamento ao egresso da penitenciária Lemos Brito;

Necessidade de maiores incentivos e investimentos em atividades culturais e religiosas no cárcere;

Na sua perspectiva o que pode ser acrescentado para que os direitos dos detentos sejam de fato efetivados.

159

159 Arquivo Prates 2004.

Arquivo Prates 2004.

160

160 Arquivo Prates 2004.

Arquivo Prates 2004.

161

161 Arquivo Prates 2004.

Arquivo Prates 2004.

 

162

– Complexo da Frei Caneca – R.J

Anexo III

Parte

do

Pavilhão

da

Penitenciária

Lemos

Brito

 

162

Anexo III Parte do Pavilhão da Penitenciária Lemos Brito –   162 Arquivo Prates 2004

Arquivo Prates 2004

163

163

164

164

165

165

166

166 Arquivo Prates 2004.

Arquivo Prates 2004.

167

167 Arquivo Prates 2004.

Arquivo Prates 2004.