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OBTENÇÃO E PROPRIEDADES
OBTENÇÃO E PROPRIEDADES
OBTENÇÃO E PROPRIEDADES
OBTENÇÃO E PROPRIEDADES
OBTENÇÃO E PROPRIEDADES

OBTENÇÃO E PROPRIEDADES

ROCHA, MINERAIS, MINÉRIOS, METAIS

Rocha conjunto de um ou mais tipos de minerais.

Mineral substância natural presente na crosta terrestre.

Minérios nome dado a um mineral do qual se extrai, com vantagem econômica, uma substância química de interesse industrial.

uma substância química de interesse industrial. “ Hematita é um minério de ferro” “ Bauxita é

“ Hematita é um minério de ferro”

Bauxita é um minério de alumínio”

de ferro” “ Bauxita é um minério de alumínio” Bauxita = Al + Sílica + Óxido

Bauxita = Al + Sílica + Óxido de ferro + Água

Metal Substância simples Ex: Al Bauxita -------- (purificação)------Al2O3 (Alumina) Alumina -----(reação química)----Al (Alumínio)

METALURGIA Definição: Nome utilizado para designar a sequência de processos que são executados visando obter
METALURGIA Definição: Nome utilizado para designar a sequência de processos que são executados visando obter
METALURGIA Definição: Nome utilizado para designar a sequência de processos que são executados visando obter
METALURGIA Definição: Nome utilizado para designar a sequência de processos que são executados visando obter

METALURGIA

Definição: Nome utilizado para designar a sequência de

processos que são executados visando obter um elemento metálico a partir do minério correspondente. (Reações de redução)

Al2O3 -----Al (Reação de redução)

X

Fe -----Fe2O3 (Reação de oxidação) ==== Corrosão

METALURGIA
METALURGIA
METALURGIA
METALURGIA

METALURGIA

METALURGIA
NOBREZA DOS METAIS Aumenta facilidade sofrer redução (aumenta a nobreza)
NOBREZA DOS METAIS Aumenta facilidade sofrer redução (aumenta a nobreza)
NOBREZA DOS METAIS Aumenta facilidade sofrer redução (aumenta a nobreza)
NOBREZA DOS METAIS Aumenta facilidade sofrer redução (aumenta a nobreza)

NOBREZA DOS METAIS

Aumenta facilidade sofrer redução (aumenta a nobreza)

---------------------------------------------------

Al

Zn

Fe

Ni

Sn

Pb

Cu

Hg

Ag

Pt

Au

---------------------------------------------------

Aumenta facilidade de sofrer oxidação (corrosão)

Quanto + difícil de reduzir, + fácil de oxidar Quanto + nobre o metal, < capacidade de oxidação

METAIS Definição: é um elemento químico que existe com cristal ou agregado de cristais no
METAIS Definição: é um elemento químico que existe com cristal ou agregado de cristais no
METAIS Definição: é um elemento químico que existe com cristal ou agregado de cristais no
METAIS Definição: é um elemento químico que existe com cristal ou agregado de cristais no

METAIS

Definição: é um elemento químico que existe com cristal ou agregado de cristais no estado sólido.

Propriedades: resistência mecânica e dureza altas.

ESTRUTURA CRISTALINA Definição: Regularidade estrutural – ligações covalentes determinam um número específico de
ESTRUTURA CRISTALINA Definição: Regularidade estrutural – ligações covalentes determinam um número específico de
ESTRUTURA CRISTALINA Definição: Regularidade estrutural – ligações covalentes determinam um número específico de
ESTRUTURA CRISTALINA Definição: Regularidade estrutural – ligações covalentes determinam um número específico de

ESTRUTURA CRISTALINA

Definição: Regularidade estrutural ligações covalentes

determinam um número específico de vizinhos para cada átomo e orientação espacial entre eles.

Formas de cristalização:

Sistema cúbico de corpo centrado;

Sistema cúbico de face centrada; Hexagonal compacto. Célula cristalina é a menor porção que se repete em todas as direções.

SISTEMA CÚBICO DE CORPO CENTRADO

(CCC)

Exemplos de metais CCC: Ferro (Fe), Cromo (Cr),

Molibdênio (Mo) e Tungstênio (W)

N° de coordenação (que representa o n° de vizinhos mais

próximos): 8

N° átomos no interior do reticulado: (8 x 1/8 + 1) = 2

Fator de empacotamento atômico: 0,68 (68% do volume da

célula é ocupado por átomos)

Parâmetro do reticulado: a = 4R / √3

a=dimensão da célula

R=raio atômico

CCC
CCC
CCC
CCC

CCC

CCC
SISTEMA CÚBICO DE FACE CENTRADA (CFC)  Exemplos de metais CFC: Alumínio (Al), Cobre (Cu),

SISTEMA CÚBICO DE FACE CENTRADA

(CFC)

Exemplos de metais CFC: Alumínio (Al), Cobre (Cu),

Ouro (Au), Chumbo (Pb), Níquel (Ni), Platina (Pt), Prata (Ag)

N° de coordenação: 12

N° de átomos no interior do reticulado:(8 x 1/8 + 6 x 1/2) = 4

Fator de empacotamento atômico: 0,74 (74% do

(nº átomos mais próximos)

volume da célula é ocupado por átomos)

Parâmetro do reticulado: a =4R/ √2

CFC
CFC
CFC
CFC

CFC

CFC
FATOR DE EMPACOTAMENTO ATÔMICO  F = Volume de átomos em uma célula unitária Volume

FATOR DE EMPACOTAMENTO

ATÔMICO

F = Volume de átomos em uma célula unitária Volume da célula unitária

Exercício:

Achar o fator de empacotamento atômico para os sistemas CCC e CFC.

SIDERURGIA Definição: Ramo da metalurgia que reduz os minérios de FERRO em alto forno (forno

SIDERURGIA

Definição: Ramo da metalurgia que reduz os minérios de

FERRO em alto forno (forno de cerâmica refratária)

SIDERURGIA Definição: Ramo da metalurgia que reduz os minérios de FERRO em alto forno (forno de
Calcário – elimina impurezas do minério (areia e alumina). A decomposição produz CaO que reage

Calcário elimina impurezas do minério (areia e alumina). A decomposição produz CaO que reage formando a escória (T = 500-600ºC); Temperatura interna do forno > Temperatura de fusão do ferro;

Reação de Redução:

Fe2O3 + 3CO 2Fe + 3CO2

Hematita + Monóx.Carbono Ferro metálico + Gás Carbônico

Destino do Ferro gusa = Aciaria

Destino da Escória = Cimentos,

Fertilizantes, etc.

 Ferro metálico + Gás Carbônico Destino do Ferro gusa = Aciaria Destino da Escória =
FERRO GUSA e FERRO DOCE ~O ferro gusa tem alta dureza, mas é quebradiço; ~O

FERRO GUSA e FERRO DOCE

~O ferro gusa tem alta dureza, mas é quebradiço; ~O ferro gusa contém impurezas, como carbono, silício e fósforo; ~Com sua purificação, torna-se o

FERRO DOCE.

- Este tem baixos teores de Carbono, por isso tem baixa dureza.

- Alta tenacidade (resist. impacto)

- Alta maleabilidade/flexibilidade/ductibilidade.

FERRO DOCE + CARBONO = AÇO, que adquire a

propriedade de dureza.

FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES
FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES
FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES
FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES
FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES

FABRICAÇÃO E PROPRIEDADES

ACIARIAS Definição: unidade de uma usina siderúrgica onde existem máquinas e equipamentos voltados para o
ACIARIAS Definição: unidade de uma usina siderúrgica onde existem máquinas e equipamentos voltados para o
ACIARIAS Definição: unidade de uma usina siderúrgica onde existem máquinas e equipamentos voltados para o
ACIARIAS Definição: unidade de uma usina siderúrgica onde existem máquinas e equipamentos voltados para o

ACIARIAS

Definição: unidade de uma usina siderúrgica onde

existem máquinas e equipamentos voltados para o processo de transformar o ferro gusa em diferentes

tipos de aço.

Processo de conversão O principal destes

equipamentos é o convertedor, que é um tipo de forno,

revestido com tijolos refratários e que transforma o ferro gusa e a sucata em aço.

INTERIOR DE UMA ACIARIA
INTERIOR DE UMA ACIARIA
INTERIOR DE UMA ACIARIA
INTERIOR DE UMA ACIARIA

INTERIOR DE UMA ACIARIA

INTERIOR DE UMA ACIARIA
PROCESSO NA ACIARIA Uma lança sopra oxigênio em alta pressão para o interior do forno,
PROCESSO NA ACIARIA Uma lança sopra oxigênio em alta pressão para o interior do forno,
PROCESSO NA ACIARIA Uma lança sopra oxigênio em alta pressão para o interior do forno,
PROCESSO NA ACIARIA Uma lança sopra oxigênio em alta pressão para o interior do forno,

PROCESSO NA ACIARIA

Uma lança sopra oxigênio em alta pressão para o interior

do forno, produzindo reações químicas que separam as impurezas gases e a escória.

Reação química no convertedor entre o oxigênio injetado e o carbono presente no ferro gusa = gera

gases que são eliminados no convertedor. Eles se

combinam e retiram o carbono do gusa, dando origem ao aço.

PROCESSOS NA ACIARIA  Refino primário  acontece no convertedor, onde o ferro-gusa, geralmente adicionado
PROCESSOS NA ACIARIA  Refino primário  acontece no convertedor, onde o ferro-gusa, geralmente adicionado
PROCESSOS NA ACIARIA  Refino primário  acontece no convertedor, onde o ferro-gusa, geralmente adicionado
PROCESSOS NA ACIARIA  Refino primário  acontece no convertedor, onde o ferro-gusa, geralmente adicionado

PROCESSOS NA ACIARIA

Refino primário acontece no convertedor, onde o ferro-gusa, geralmente adicionado à sucata de aço, é transformado em aço. São removidos o silício, o

manganês, e principalmente o carbono.

Refino secundário Correções mais específicas e controladas. A composição de outros elementos

químicos é corrigida com adição de ferro-ligas. Geralmente utiliza-se Forno-Panela para este acerto de

composição química.

FORNO PANELA
FORNO PANELA
FORNO PANELA
FORNO PANELA

FORNO PANELA

FORNO PANELA

LINGOTEAMENTO

Após o acerto da temperatura e da composição química, o aço líquido é solidificado.

e da composição química, o aço líquido é solidificado.  Lingoteamento convencional  blocos, tarugos ou

Lingoteamento convencional blocos, tarugos ou placas são conformados a quente em laminadores;

Lingoteamento contínuo blocos, tarugos e placas são obtidos diretamente das máquinas de lingotamento.

Blocos => dimensões 150 x 150 mm a 300 x 300 mm. (Perfis estruturais - vigas I, U, T - ou trilhos ferroviários)

Tarugos => seção quadrada ou circular com dimensões que variam de 50 x 50 mm até

125 x 125 mm (Barras de diferentes seções transversais, arame, etc.)

Placas => seção retangular cuja espessura varia de 50 a 230 mm e largura entre 610 e 1520 mm. (Chapas grossas para a indústria naval ou chapas laminadas a quente com espessuras de até 3,5 mm

PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO  aços de “dureza natural” laminados a quente;  aços trabalhados a
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO  aços de “dureza natural” laminados a quente;  aços trabalhados a
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO  aços de “dureza natural” laminados a quente;  aços trabalhados a
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO  aços de “dureza natural” laminados a quente;  aços trabalhados a

PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO

aços de “dureza natural” laminados a quente;

aços trabalhados a frio (encruados);

aços para concreto protendido (aços duros).

Dependendo de como é fabricado, os aços apresentam diferentes propriedades mecânicas.

AÇOS DE “DUREZA NATURAL” LAMINADOS A QUENTE Fabricação: laminação a alta temperatura, acima de 800º
AÇOS DE “DUREZA NATURAL” LAMINADOS A QUENTE Fabricação: laminação a alta temperatura, acima de 800º
AÇOS DE “DUREZA NATURAL” LAMINADOS A QUENTE Fabricação: laminação a alta temperatura, acima de 800º
AÇOS DE “DUREZA NATURAL” LAMINADOS A QUENTE Fabricação: laminação a alta temperatura, acima de 800º

AÇOS DE “DUREZA NATURAL”

LAMINADOS A QUENTE

Fabricação: laminação a alta temperatura, acima de 800º C Laminação: processo de conformação mecânica no qual o metal é forçado a passar (T = 900 a 1200º C) entre dois cilindros opostos , distanciados entre si a uma distância menor que a espessura da peça a ser deformada.

Produtos: Planos: chapas, tiras.

Não planos: barras, fios, perfis, cantoneiras.

LAMINAÇÃO A QUENTE
LAMINAÇÃO A QUENTE
LAMINAÇÃO A QUENTE
LAMINAÇÃO A QUENTE

LAMINAÇÃO A QUENTE

LAMINAÇÃO A QUENTE
AÇOS LAMINADOS A QUENTE Características:  Alta resistência mecânica;  Boa ductibilidade (grandes deformações
AÇOS LAMINADOS A QUENTE Características:  Alta resistência mecânica;  Boa ductibilidade (grandes deformações
AÇOS LAMINADOS A QUENTE Características:  Alta resistência mecânica;  Boa ductibilidade (grandes deformações

AÇOS LAMINADOS A QUENTE

Características:

Alta resistência mecânica;

Boa ductibilidade (grandes deformações sem ruptura)

região plástica acentuada;

Possui saliências (mossas) aderência do concreto;

Podem apresentar patamar de escoamento durante o ensaio de tração curva tensão deformação.

CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO COM PATAMAR DE ESCOAMENTO
CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO COM PATAMAR DE ESCOAMENTO

CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO COM PATAMAR DE ESCOAMENTO

CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO COM PATAMAR DE ESCOAMENTO
AÇOS TRABALHADOS A FRIO (ENCRUADOS) Fabricação: trabalho mecânico à temperatura ambiente por laminação ou

AÇOS TRABALHADOS A FRIO

(ENCRUADOS)

Fabricação: trabalho mecânico à temperatura ambiente por laminação ou trefilação.

Produtos: fios, barras, chapas e perfis.

LAMINAÇÃO A FRIO
LAMINAÇÃO A FRIO
LAMINAÇÃO A FRIO
LAMINAÇÃO A FRIO

LAMINAÇÃO A FRIO

LAMINAÇÃO A FRIO
TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO
TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO
TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO
TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO

TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO

TREFILAÇÃO POR TRAÇÃO
AÇOS TRABALHADOS A FRIO Características:  Maior resistência mecânica;  Baixa ductibilidade (pequenas
AÇOS TRABALHADOS A FRIO Características:  Maior resistência mecânica;  Baixa ductibilidade (pequenas
AÇOS TRABALHADOS A FRIO Características:  Maior resistência mecânica;  Baixa ductibilidade (pequenas
AÇOS TRABALHADOS A FRIO Características:  Maior resistência mecânica;  Baixa ductibilidade (pequenas

AÇOS TRABALHADOS A FRIO

Características:

Maior resistência mecânica;

Baixa ductibilidade (pequenas deformações até sua ruptura) região plástica reduzida;

Não apresentam patamar de escoamento durante o ensaio de tração curva tensão deformação típica.

CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO

SEM

PATAMAR

DE

ESCOAMENTO

CURVA TENSÃO x DEFORMAÇÃO SEM PATAMAR DE ESCOAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS Os aços são classificados segundo sua dureza:  Aços doces: contém cerca
CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS Os aços são classificados segundo sua dureza:  Aços doces: contém cerca
CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS Os aços são classificados segundo sua dureza:  Aços doces: contém cerca
CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS Os aços são classificados segundo sua dureza:  Aços doces: contém cerca

CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS

Os aços são classificados segundo sua dureza:

Aços doces: contém cerca de 0,25% de Carbono.

(perfis de estruturas metálicas quando ligados a outros

elementos: Cr, Cu )

Aços meio-duros: entre 0,25% e 0,50% de Carbono.

(aços para concreto armado CA-50 e CA-60)

Aços duros: teor de carbono acima de 0,50%. (cordoalhas para concreto)

TRATAMENTOS TÉRMICOS Antes de serem utilizadas, as ligas são submetidas a tratamentos térmicos  conferir
TRATAMENTOS TÉRMICOS Antes de serem utilizadas, as ligas são submetidas a tratamentos térmicos  conferir
TRATAMENTOS TÉRMICOS Antes de serem utilizadas, as ligas são submetidas a tratamentos térmicos  conferir
TRATAMENTOS TÉRMICOS Antes de serem utilizadas, as ligas são submetidas a tratamentos térmicos  conferir

TRATAMENTOS TÉRMICOS

Antes de serem utilizadas, as ligas são submetidas a

tratamentos térmicos conferir determinadas propriedades. Definição: aquecer as ligas e resfriar posteriormente. Tipos:

Recozimento resfriamento muito lento (resistência mecânica e ductibilidade) Normalização resfriamento ao ar (Equilíbrio entre resistência mecânica e ductibilidade)

Têmpera resfriamento rápido

(resistência mecânica e ductibilidade)

CORROSÃO

Corrosão fenômeno de deteriorização e perda do material

devido a modificações químicas e eletrônicas com o meio.

devido a modificações químicas e eletrônicas com o meio. Para que ocorra a corrosão: - Deve

Para que ocorra a corrosão:

- Deve haver umidade;

- Deve haver oxigênio;

- Deve haver diferença de potencial;

- Pode existir agentes agressivos (H2S; SO2; SO3, etc.)

Tipo mais comum processo de oxidação metálica = formação do óxido hidratado de ferro (“ferrugem”)

PROTEÇÃO DE SUPERFÍCIES METÁLICAS  Escolha de metais e ligas que resistam à corrosão: -

PROTEÇÃO DE SUPERFÍCIES

METÁLICAS

Escolha de metais e ligas que resistam à corrosão:

- metais não ferrosos (Cu, Zn e Al);

- aços inoxidáveis (contém teor de Cr > 11% e Ni)

Emprego de revestimentos protetores:

- galvanização: cobertura com zinco (calhas)

- estanhagem: revestimento anti corrosivo (latas de conserva)

- eletro deposição: cuba eletrolítica (maioria dos metais)

Proteção física: cobrimento.

COBRIMENTO
COBRIMENTO
COBRIMENTO
COBRIMENTO

COBRIMENTO

COBRIMENTO
PRODUTOS METÁLICOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS METÁLICOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS METÁLICOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS METÁLICOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

PRODUTOS METÁLICOS

PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

PRODUTOS DE AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL  Cordoalhas de aço para concreto protendido;  Perfis

PRODUTOS DE AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

Cordoalhas de aço para concreto protendido;

Perfis laminados e soldados para estruturas metálicas;

Telas soldadas para armação;

Chapas em geral;

Barras de aço para concreto armado.

Chapas em geral;  Barras de aço para concreto armado.  σ c concreto ~15 MPa

σ c concreto ~15 MPa a 60 MPa

σ t concreto ~1/10 σ c concreto

σ t aço ~ σ c aço ~500 a 1000 MPa

AÇOS CONVENCIONAIS PARA CONCRETO ARMADO  Aços laminados a quente:  são fabricados em barras

AÇOS CONVENCIONAIS PARA CONCRETO

ARMADO

Aços laminados a quente:

são fabricados em barras com diâmetro variando de 5,0 a 38,0 mm (NBR 7480)

Aços encruados:

são fabricados em fios (lisos) com diâmetro variando de 2,4 a

12,5mm

em menos freqüência são fornecidos em barras (com

saliências ou mossas) de diâmetro entre 5,0 e 38,0mm

Classificação dos aços convencionais (NBR 7480):

exemplos: aços CA-60 e CA-50

CORDOALHAS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO  Protensão: introdução de um estado prévio de tensões

CORDOALHAS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO

Protensão: introdução de um estado prévio de tensões de maneira à compensar tensões da estrutura em

serviço;

Vantagens: possibilita a construção de estruturas mais esbeltas, suportando maiores esforços e com maiores vãos livres;

Figura: esquema de protensão;

Aços patenteados: usados na fabricação de cordoalhas de aço para protensão; Tipos de cordoalhas: 2, 3 e 7 fios (tabela)

Aplicações: barragens, viadutos, pontes, etc.

 PRODUTOS DE AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL  Chapas: Especificadas no projeto através do símbolo

PRODUTOS DE AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

Chapas: Especificadas no projeto através do símbolo CH, seguido da espessura da chapa em mm e o nome do aço.

através do símbolo CH, seguido da espessura da chapa em mm e o nome do aço.

Exemplo: Chapa CH 25 ASTM A 588

através do símbolo CH, seguido da espessura da chapa em mm e o nome do aço.
 Perfis laminados: Utilizados em estruturas metálicas. As seções transversais dos perfis produzidos no Brasil

Perfis laminados: Utilizados em estruturas metálicas.

As seções transversais dos perfis produzidos no Brasil são:

 Perfis laminados: Utilizados em estruturas metálicas. As seções transversais dos perfis produzidos no Brasil são:
Perfis H, I e C Símbolo, altura nominal d (mm) x massa por unidade de

Perfis H, I e C

Símbolo, altura nominal d (mm) x massa por unidade de

comprimento (kg/m) Aço Exemplo: PERFIL H 152 X 37,1 ASTM A 36

Cantoneiras

Símbolo L, dimensões nominais das abas (mm), espessura (mm), aço.

Exemplo:

L 127 X 127 X 9,5 ASTM A 36 L 102 X 76 X 7,9 - NIOCOR

 Aços para barras: As de maior interesse na construção civil são as barras de

Aços para barras: As de maior interesse na construção civil são as barras de aço para concreto armado.

Exemplo:

CA 60 (6,3mm)

CA 50 (12,5mm)

maior interesse na construção civil são as barras de aço para concreto armado. Exemplo: CA 60
maior interesse na construção civil são as barras de aço para concreto armado. Exemplo: CA 60

Aços para tubos: Podem ter seção circular, quadrada ou retangular. - Especificações:

Tubos redondos: Símbolo “tubo” (diametro externo

(mm)) x espessura da parede (mm) Aço

Exemplo: Tubo (101,6 x 6,3 ASTM A 500)

Tubos quadrados e retangulares: Símbolo “tubo

dimensões externas (mm), espessura (mm), aço

Exemplo:

Tubo (100 x 100 x6,3 ASTM A 500 Tubo (90 x 50 x5 DIN 17100

externas (mm), espessura (mm), aço Exemplo: Tubo (100 x 100 x6,3 – ASTM A 500 Tubo
externas (mm), espessura (mm), aço Exemplo: Tubo (100 x 100 x6,3 – ASTM A 500 Tubo
externas (mm), espessura (mm), aço Exemplo: Tubo (100 x 100 x6,3 – ASTM A 500 Tubo
 Chapas de piso: Têm uma das superfícies com ressalto, para evitar o escorregamento. As

Chapas de piso: Têm uma das superfícies com ressalto, para evitar o escorregamento. As mais usadas são as chapas xadrez e chapas USIPISO da Usiminas.

com ressalto, para evitar o escorregamento. As mais usadas são as chapas xadrez e chapas USIPISO
 Chapas zincadas: Produzidas pela CSN, tendo resistência à corrosão atmosférica superior à chapa comum.

Chapas zincadas: Produzidas pela CSN, tendo resistência à corrosão atmosférica superior à chapa comum. Tem aplicação em telhas de aço.

pela CSN, tendo resistência à corrosão atmosférica superior à chapa comum. Tem aplicação em telhas de
 Trilhos ferroviários (aços alto carbono): TR 37 KG / M, TR 45 KG /

Trilhos ferroviários (aços alto carbono):

TR 37 KG / M, TR 45 KG / M, etc.

(0,5% < C < 0,85%)

 Trilhos ferroviários (aços alto carbono): TR 37 KG / M, TR 45 KG / M,
 Telas soldadas: É uma armadura pré fabricada, formada por fios de aço longitudinais e

Telas soldadas: É uma armadura pré fabricada, formada por fios de aço longitudinais e transversais sobrepostos e soldados entre si em todos os pontos de cruzamento (nós), formando malhas quadradas ou retangulares.

Os fios longitudinais são obtidos por trefilação.

de cruzamento (nós), formando malhas quadradas ou retangulares. Os fios longitudinais são obtidos por trefilação.
de cruzamento (nós), formando malhas quadradas ou retangulares. Os fios longitudinais são obtidos por trefilação.
 Vantagens: TÉCNICAS: ECONÔMICAS: - aderência ao concreto através das juntas soldadas; - espaçamento uniforme

Vantagens:

TÉCNICAS:

ECONÔMICAS:

- aderência ao concreto através das juntas soldadas;

- espaçamento uniforme dos fios.

- não há perdas por cortes nas pontas;

- dispensa o uso de amarração;

- facilita a montagem;

- libera mais rápido para concretagem;

Alguma aplicações:

- Lajes, pilares e vigas

- Cortinas de contenção

- Paredes auto-portantes

- Revestimento de túneis

- Fundações em geral

- Pontes e viadutos

PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA

CONSTRUÇÃO CIVIL

PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL  Esquadrias metálicas de alumínio;  Ferragens para esquadrias

PRODUTOS NÃO FERROSOS PARA

CONSTRUÇÃO CIVIL

Esquadrias metálicas de alumínio;

Ferragens para esquadrias e metais sanitários;

Tubos para instalações de água fria, água quente e gás;

Outras aplicações de metais não ferrosos.

ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO  Vantagens: Facilidade de conservação do material. Leves e de grande resistência

ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO Vantagens: Facilidade de conservação do material. Leves e de grande resistência mecânica.

Durabilidade resistência ao intemperismo.

Tipos de esquadrias: Janelas e portas de correr, portas de

abrir, fachadas convencionais.

Fabricação: Extrusão,

anodização, selagem, montagem

portas de correr, portas de abrir, fachadas convencionais.  Fabricação: Extrusão, anodização, selagem, montagem
FERRAGENS PARA ESQUADRIAS Fechos, fechaduras, dobradiças e puxadores.  Requisitos comuns para as ferragens: -

FERRAGENS PARA ESQUADRIAS

Fechos, fechaduras, dobradiças e puxadores.

Requisitos comuns para as ferragens:

-Boa resistência mecânica e à oxidação

- Facilidade de manufatura e manuseio

- Resistência ao desgaste.

- Boa resistência mecânica e à oxidação - Facilidade de manufatura e manuseio - Resistência ao
- Boa resistência mecânica e à oxidação - Facilidade de manufatura e manuseio - Resistência ao
METAIS SANITÁRIOS  Válvulas e torneiras • Tipos de válvulas: gaveta, prato e retenção; •

METAIS SANITÁRIOS Válvulas e torneiras

Tipos de válvulas: gaveta, prato e retenção;

Tipos de torneiras: com válvula de prato e a de macho Fabricadas em latão e bronze

prato e retenção; • Tipos de torneiras: com válvula de prato e a de macho 
prato e retenção; • Tipos de torneiras: com válvula de prato e a de macho 
FIM DA AULA!
FIM DA AULA!
FIM DA AULA!
FIM DA AULA!

FIM DA AULA!