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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RN

Curso Superior em Tecnologia em
Produção da Construção Civil
Plano de Curso
(Reformulação Curricular)
(Aprovado pela Resolução nº 05/2006- Conselho Diretor/CEFET-RN, de 26/04/06)

O nome do Curso foi alterado para

Curso Superior de Tecnologia em Construção de
Edifícios,
adequando-se ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, através da Resolução do
Conselho Diretor Nº 32/2006, de 10 de outubro de 2006.

Departamento Acadêmico de
Construção Civil

Francisco das Chagas de Mariz Fernandes
DIRETOR GERAL
Enilson Araújo Pereira
DIRETOR UNIDADE NATAL
Clóvis Costa de Araújo
DIRETOR UNIDADE MOSSORÓ
Belchior de Oliveira Rocha
DIRETOR DE ENSINO
Evandro Firmino de Souza
GERENTE EDUCACIONAL DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO E GESTÃO DO ESPAÇO FÍSICO E SOCIAL
Jorge Ivan de Oliveira
COORDENADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO CIVIL
Dante Henrique Moura
COORDENADOR DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
Maria das Graças Baracho
CONSULTORA DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
Nadja Maria de Lima Costa
PEDAGOGA
Leonor de Araújo Bezerra Oliveira
REVISÃO LINGÜÍSTICA
Tania Carvalho da Silva
EDIÇÃO

EQUIPE DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO
Aristófanes Dantas de Medeiros - Professor
João Roberto Alves de França - Professor
José Eurico de Queiroz - Professor
José Gilson de Oliveira - Professor
Jorge Ivan de Oliveira - Professor
Nadja Maria de Lima Costa - Pedagoga
Ricardo Flores Severo - Professor

PARTICIPAÇÃO DOCENTE
Alcides Fernandes e Silva Filho
Aldan Nóbrega Borges
Alexandre da Costa Pereira
Aristófanes Dantas de Medeiros
Armando Manoel de Freitas
Carlos Guedes Alcoforado
Cláudia Régia Gomes Tavares
Divaldo Moita Costa
Edilberto Vitorino de Borja
Eurípedes de Medeiros Júnior
Evandro Firmino de Souza

Flávio Gutemberg de Oliveira
Joana D’arc da Costa
João Roberto Alves de França
Jorge Ivan de Oliveira
José Gilson de Oliveira
José Eurico de Queirós
José Ribamar de Araújo Cabral
Juarez Alves Torres
Laílson Rodrigues de Miranda
Liznando Fernandes da Costa
Natércio Dias de Holanda

Otacílio Alves de França Júnior
Renato Samuel Barbosa de
Araújo
Ricardo Nascimento Flores
Severo
Rômulo Andrade de Souza
Júnior
Sérgio Luiz Baena de Souza
Vladimir Sérgio de Aquino Souto
William de Oliveira Barreto

SUMÁRIO

1

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

4

2

REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

7

3

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO

8

4

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

9

5

CRITÉRIOS

DE

APROVEITAMENTO

DE

ESTUDOS

E

CERTIFICAÇÃO

DE CONHECIMENTOS

18

6

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

19

7

INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

21

8

PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

28

9

DIPLOMAS

29

ANEXO I –EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS (em construção)

sendo responsável diretamente por uma parcela significativa e crescente de tudo o que é produzido na economia. onde buscaram preencher a lacuna deixada pela sua formação de graduação. uma vez que a criação de um posto de trabalho na construção civil demanda reduzidos investimentos. economistas. embora ainda incipiente em relação aos demais setores. No ano de 1999. no subsetor de edificações. inclusive ao de produção de insumos para a construção. CEFET-MG e UNIOESTEPR. gerenciar o setor. já estabelecidos em algumas instituições como o CEFET-PR. como os engenheiros civis. manutenção e exploração das construções.26% do PIB (Produto Interno Bruto). à montante. os cursos de engenharia civil plena tiveram seus currículos reformulados para atender às novas exigências do mundo do trabalho. acrescentando a estes. a construção civil demanda. a construção civil constitui um importante setor para a economia. como a USP. disciplinas voltadas para o gerenciamento e controle da produção. UFSC e UFRGS. passaram a figurar no comando das empresas de construção em detrimento da falsa auto-suficiência dos engenheiros civis de formação tradicional voltada especialmente para a execução. 2000). A partir dos anos oitenta. cresceu a corrida de engenheiros civis aos cursos de pósgraduação em gerenciamento da construção e aos cursos de mestrado em engenharia de produção. com a reforma do ensino profissionalizante e o surgimento de novos CEFETs.4 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS No Brasil. um importante papel na geração de empregos e de renda. ampliou-se as possibilidades de formação de tecnólogos com o perfil exigido pela . que não lhes oferecera os conhecimentos necessários para. Aos poucos. À jusante da indústria da construção. vem tomando corpo e requerendo a atuação de novos profissionais com especialidades diversas daquelas comumente reconhecidas. O desenvolvimento tecnológico no setor da construção civil. outras riquezas são geradas nos serviços de comercialização. relacionadas à qualidade e à produtividade. gerando riquezas em uma longa e complexa cadeia de fornecedores. administradores. Recentemente. entre outros. As novas exigências requeridas. quando comparado à criação de emprego nas demais indústrias (IBGE. especialmente no setor imobiliário. Além da participação direta no PIB. Surgem então os cursos de Engenharia de Produção Civil. as instituições de ensino superior e médio vêm revendo os currículos de Engenharia Civil e de Edificações. técnicos e tecnólogos em edificações e mestres de obras. Em outras instituições. a indústria da construção civil contribuiu com 10. além de executar os serviços de obra. fizeram se instalar no setor uma nova postura administrativa e gerencial em que a figura de engenheiros de produção. assumindo assim. inúmeros insumos.

devido ao alto custo. No entanto.e de planejamento e gerenciamento da produção. através da Unidade Descentralizada de Juazeiro do Norte. por exemplo. como foi. Essa condição as colocam num patamar mais avançado de desenvolvimento tecnológico. que engloba os aspectos de construção específicos da formação do engenheiro civil . todo o seu quadro de pessoal qualificado e o seu suporte tecnológico em todas as obras.5 nova conjuntura. É nesse contexto que surge a necessidade do Tecnólogo em Produção da Construção Civil. advindas da engenharia de produção tradicional e adaptadas à realidade da construção civil. projeto e implantação e controle de sistemas produtivos. Seguindo essa tendência. o CEFET-CE. em 2000. Esses tipos de sistemas (industrializados ou semi-industrializados) ganham terreno na produção em praticamente todas as obras de grande porte. A primeira iniciativa nesse sentido partiu do CEFET-PB com a criação do Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. Essa atitude partiu da constatação do crescimento no número de obras de grande porte na cidade de Natal e cidades circunvizinhas. acrescentado de competências e habilidades em planejamento. teve a mesma iniciativa. Possuindo uma formação mais abrangente. esse profissional pode atuar no gerenciamento do canteiro de obras. No ano seguinte. implantando o Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. Outro aspecto que se observa é que uma boa parte das empresas que têm atuado no mercado local atua também em outras cidades e estados. desenvolvendo as seguintes atividades: . que têm maior receptividade a essa característica. o CEFET-RN iniciou em 2001 estudos de viabilidade técnica para a implantação do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil na cidade de Natal-RN. em Natal-RN. a construção do Shopping Midway Mall. ficando a gerência das atividades a cargo de mestres de obra e de engenheiros civis que visitam o canteiro esporadicamente. motivadas pela tendência mercadológica de tornar a obra mais industrializada. principalmente nas capitais. que trazem consigo a implementação de tecnologias mais modernas (e semi-industrializadas). observa-se que algumas dessas empresas não conseguem transferir e manter. principalmente naquelas empresas situadas nas cidades do interior. no qual foram adotadas estruturas de concreto pré-moldadas com mecanismos de encaixe (e moldagem) através de montagem mecânica e moldagem. O currículo desta nova modalidade teve como referência as diretrizes curriculares elaboradas pelo MEC para a construção civil em 1998. em que as questões de gerenciamento da produção são indispensáveis para a sua manutenção num mercado extremamente competitivo.

O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá atuar também em outras regiões do país. auxiliar no planejamento e projeto de novos empreendimentos. O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá. • controle de estoque e de qualidade de insumos. além de contribuir para o desenvolvimento regional. Além disso. atendendo a uma grande demanda de formação específica de profissionais qualificados para a administração de obras de Construção Civil. É diante de tais evidências que se justifica a continuidade do Curso de Tecnologia em Produção da Construção Civil. por meio do aumento das oportunidades na obtenção de recursos junto às instituições nacionais e internacionais de fomento. onde se encerram maiores volumes tecnológicos. almeja-se expandir a atuação do CEFET-RN na região e no cenário nacional da pesquisa e da extensão tecnológica. A formação desse profissional visa. está possibilitando um aumento do domínio tecnológico por parte do corpo docente do CEFET-RN. • dimensionamento e coordenação das equipes de trabalho. através das quais o CEFET-RN poderá capacitar melhor o seu quadro docente e discente. portanto. Objetivos do curso . principalmente. suprir a carência de profissionais especializados em gerenciamento de obras. oferecido pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. Entretanto. • planejamento e controle da produção de materiais e de serviços no canteiro. neste documento apresenta-se o novo plano do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil oferecido pelo CEFET-RN. ainda. como o currículo é dinâmico. Por fim. • treinamento de equipes de trabalho. seja pela capacitação que requer o novo nível de educação oferecido. fazendo especificações e orçamentos e elaborando cronogramas físicos e financeiros. constituindo-se em um verdadeiro processo de constante (re)construção do conhecimento. seja pela utilização de laboratórios. quando o mundo do trabalho local estiver com dificuldades de absorção desse profissional em função das oscilações da economia.6 • projeto e manutenção do canteiro de obras. já que a oferta vem preenchendo uma importante lacuna do setor educacional da região. com o fim de aperfeiçoá-lo.

conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (CST) oferecidos pelo CEFET-RN.7 O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil tem por objetivo geral propiciar ao estudante um processo formativo que lhe habilite como um profissional apto a produzir e aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos na área do gerenciamento da produção na construção civil. subsetor edificações. residenciais e industriais. • Capacitar profissionais para gerenciar e coordenar construções de edifícios. Objetivos específicos • Capacitar profissionais para serviços técnicos e de consultoria na construção civil. e desenvolver as capacidades necessárias ao bom desempenho das atividades profissionais nesta área como requisitos necessários à atuação na sociedade como cidadão ético e capacidade técnica e política. • Capacitar profissionais para gerenciar o seu próprio negócio. • Propiciar estudos voltados para atuar nas atividades de planejamento e de projeto. analisar criticamente a dinâmica da sociedade brasileira e as diferentes formas de participação do cidadão-tecnólogo nesse contexto. semestralmente. conforme regulamentação do CONFEA. Os processos seletivos serão oferecidos a candidatos que tenham certificado de conclusão do ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente. considerando a necessidade de potencializar o uso social das tecnologias. • Capacitar profissionais para o gerenciamento da produção em canteiro de obras. execução e manutenção de obras para empreendimentos comerciais. através de processo seletivo de caráter classificatório (vestibular) para ingresso no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso. . 2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil será realizado. • Utilizar a pesquisa científica como instrumento de (re)construção do conhecimento e de transferência de tecnologia para atender às exigências contemporâneas da sociedade em geral e do mundo do trabalho no campo da produção da construção civil com vistas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

• Produção técnica especializada nos processos construtivos. podendo operar na indústria da construção civil. participativos e agentes econômicos. . • Organização sistemática de canteiro de obras. • Administração de equipes de trabalho. • Execução de obra e serviço técnico. • Execução de ensaios de controle tecnológicos. • Produção e aplicação dos conhecimentos do campo da produção da construção civil. Figura 1 – Requisitos e Formas de Acesso Vestibular 3 Diferenciado (Escola pública) Tecnologia em Produção da Construção civil Reingresso Alunos de outras IES Transferência Geral Ex-alunos Cursos Superiores PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa formar profissionais nas dimensões científico-tecnológica e humanista. • Fiscalização de obra e serviço técnico. atividades específicas de: • Planejamento e avaliação de empreendimentos. • Elaboração e execução de desenhos técnicos.8 Com o objetivo de democratizar o acesso aos cursos superiores de tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. de acordo com a legislação vigente do país. controle e fiscalização de obras de edificações. levando em consideração as questões de segurança do trabalho. fornecedores e empreiteiros. da saúde individual e coletiva e do meio ambiente. serão reservadas 50% (cinqüenta por cento) das vagas para alunos que tenham cursado do sexto ao nono ano do ensino fundamental e todo ensino médio em escola pública. • Seleção e contratação de funcionários. voltados para o gerenciamento de obras e com habilidades para atuar como cidadãos críticos. • Gerenciamento.

montagem. ensino e extensão. operação ou manutenção e execução de instalação. • Padronização. empresas públicas. ainda. A concepção e organização dos cursos superiores de tecnologia oferecidos nas distintas áreas profissionais definidas pelo MEC estão apoiadas nos princípios filosóficos. laboratórios de controle tecnológico de materiais. seminários. Dentre eles. 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil está fundamentada nas determinações legais presentes na LDB. estudos de caso. legais e pedagógicos que embasam o projeto político pedagógico do CEFET-RN e estão presentes na estrutura curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas. consultorias. montagem e reparo. visitas técnicas e práticas laboratoriais. no Decreto nº 5154/04.9 • Interpretação de projetos executivos. • Condução de equipe de instalação. mensuração e controle de qualidade. • Avaliação pós-ocupação. especialmente a partir do segundo período. Lei nº 9. nos Pareceres CNE/CES 436/2001 e CNE/CP no 29/2002 e Resolução CNE/CP nº 03/2002. • Elaboração de orçamentos de obras. • Seleção e implementação de métodos e processos construtivos. entre outras atividades presentes em todas as unidades curriculares. indústrias de materiais de construção. • Condução de trabalho técnico. projetos. escritórios de engenharia e arquitetura. O Tecnólogo na modalidade de Produção da Construção Civil pode atuar em construtoras. órgãos fiscalizadores e empresas prestadoras de serviços. Pode atuar. a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e conduz a um fazer pedagógico que busca essa articulação através de atividades orientadas por métodos ativos como pesquisas. . resultante das inovações tecnológicas e científicas presentes na sociedade contemporânea com vistas a contribuir para a construção de uma sociedade socialmente justa.394/96. • Operação e manutenção de equipamentos e instalação. Essa concepção curricular decorre da necessidade de uma integração/interação com o mundo do trabalho.

10 Em cada período letivo. Essas práticas desenvolvem-se basicamente. e metodologias tais como exposição oral dialogada. 4º e 5º períodos. visando atingir objetivos pré-estabelecidos pelo conjunto de disciplinas. . As aulas de campo (externas) e visitas técnicas fazem parte da metodologia de trabalho e deverão ser planejadas de forma interdisciplinar. pesquisas. em seis períodos letivos. integralizados por disciplinas e projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º. aluno-conhecimento e é mediada pelos agentes do processo ensino-aprendizagem. buscando a interação professor-aluno. conforme apresentado na Tabela 1. 3º.935 horas. são estabelecidas as práticas pedagógicas de acordo com a especificidade de cada disciplina. também se buscará o estabelecimento de um maior diálogo entre as disciplinas através do planejamento e desenvolvimento de projetos integradores. aluno-aluno. seminários e aulas práticas com trabalhos individuais e em grupos. projetos. O Curso tem uma carga horária de 2. que podem utilizar-se de recursos áudio-visuais. Além dessas práticas. está organizado sob o regime seriado semestral.

SP01 Argamassas e Concretos Desenho Arquitetônico Física Aplicada Leitura e Produção de Textos Química dos Materiais Estatística Metodologia do Trabalho Científico Cálculo Diferencial Integral I Projeto Integrador I 4 5 3 3 4 2 3 4 2 80 100 60 60 80 40 60 80 40 60 75 45 45 60 30 45 60 30 3o GECON.S007 GEFOR.S021 GECON.S024 CSTCIV.S031 GECON.S015 GECON.S028 GECON.S034 GECON.935 Per.S035 GECON.S027 GECON.SP04 Estruturas de contenção Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Construções Metálicas e de Madeira Gerência de Suprimentos Legislação Previdenciária e Trabalhista Ergonomia Pisos.S003 GEFOR.S006 GECON.S020 GECON.S029 GECON.913 2.S003 GEFOR.Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Aulas semanais CARGA HORÁRIA H/A CARGA HORÁRIA H/R Mecânica dos Solos Desenho Técnico Informática Topografia Língua Portuguesa Física Materiais de Construção Matemática 3 4 3 4 3 3 4 3 60 80 60 80 60 60 80 60 45 60 45 60 45 45 60 45 2o GECON. uma vez que os Projetos se constituem em procedimentos metodológicos em cada período.S001 GECON.SP02 Legislação da Construção Civil Matemática Financeira Estabilidade das Construções Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias e de Gás Estudos de Tempos e Métodos Construção de Edifícios Projeto Integrador II 3 3 4 5 6 3 4 2 40 60 80 100 120 60 80 40 30 45 60 75 90 45 60 30 4o GECON.S009 CSTCIV.S013 GECON.S022 GECON.S036 GECON.11 Tabela 1 . .220 533 160 3.S006 GECON.S012 GECON.S002 GEFOR.S019 GECON.S016 CSTCIV.S007 GEFOR.S032 CSTCIV.S002 Disciplina Total de Carga Horária de Disciplinas Total de Carga Horária de Prática Profissional (Estágio) Total de Carga Horária Complementar (Projetos Integradores) TOTAL DE CARGA HORÁRIA DO CURSO Observações: * As duas horas reservadas para os projetos integradores não estão contabilizadas na carga horária total do curso.SP03 Higiene e Segurança do Trabalho Construção Civil e Meio Ambiente Planejamento e Controle de Obras Estrutura de Concreto Armado Especificações e Orçamentos Gestão de Recursos Humanos Inglês Técnico Gestão de Empresas da Construção Civil Projeto Integrador III 4 3 4 4 3 3 3 3 2 80 60 80 80 60 60 60 60 40 60 45 60 60 45 45 45 45 30 5o GECON.S033 GECON.S008 GECON.415 400 120 2.S030 GECON.S023 GECON.S038 GECON. Revestimentos e Impermeabilização Noções de Contabilidade Projeto Integrador IV 3 3 4 3 2 3 4 3 2 60 80 80 60 40 60 80 60 40 45 60 60 45 30 45 60 45 30 6o GECON.S039 Avaliação Pós-Ocupacional Patologia e Recuperação de Estruturas Qualidade na Construção Civil Inovação Tecnológica na Construção Construção Industrializada Relações Humanas no Trabalho Manutenção Predial 4 4 4 3 4 3 4 80 80 80 60 80 60 80 60 60 60 45 60 45 60 161 27 8 196 3. Código 1o GECON.S017 GECON.S005 GECON.S009 GEFOR.S026 GECON.S025 GECON.S004 GEFOR.S005 GECON.S018 GECON.S011 GECON.S010 GECON.S037 GECON.S001 GECON.S014 GECON.

sem a imposição de conteúdos e conceitos de forma fragmentada e autoritária. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa. 3º. envolvendo professores e alunos. potencializando o uso social das tecnologias. O desenvolvimento de projetos objetiva. significativos. Tem como objetivo favorecer o diálogo entre as disciplinas que integram o currículo na perspectiva de contribuir para uma aprendizagem significativa e para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da conjugação do ensino com a pesquisa. Assim. sociais. objetivando o desenvolvimento socioeconômico na perspectiva local. políticos. a implementação de projetos integradores no 2º. regional. Nesse sentido. mas. são os projetos que darão significado e importância aos conteúdos curriculares trabalhados. assim como suas interrelações.12 Projetos integradores O projeto integrador é uma concepção de ensino e aprendizagem que pressupõe uma postura metodológica interdisciplinar a ser adotada pela instituição. religar os saberes parcelados desenvolvidos pelas disciplinas em cada período letivo. construídos com autonomia intelectual. O desenvolvimento coletivo de projetos visa contribuir para que o futuro tecnólogo em Produção da Construção Civil exerça sua profissão de forma complexa. superando os saberes cotidianos em razão de novos conhecimentos científicos. ao mesmo tempo. alunos e professores saberão construir juntos os seus próprios conhecimentos. tornar os processos de ensino e de aprendizagem mais dinâmicos. reais e atrativos aos alunos e professores. diante de situações problemáticas surgidas no decorrer dos processos de ensinar e de aprender. interessantes. também. nacionais e mundiais. nacional e mundial. do mundo do trabalho. Com o desenvolvimento do projeto integrador. assim como da unidade teoria-prática. englobando conteúdos e conceitos essenciais à compreensão da realidade social em geral e. Dessa forma. a forma de aprender e de ensinar mostrar-se-á tão importante quanto as disciplinas. os conteúdos subsidiam a definição e desenvolvimento dos projetos de estudo. assim como desenvolver e/ou aprofundar o sentido da responsabilidade social. contribuir para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da construção da unidade ensinopesquisa. uma vez que os projetos estarão vinculados à busca de soluções para as questões locais. econômicos e culturais inerentes à área da produção da construção civil. competente e . em particular. porque se aproxima da forma como os alunos e os professores deverão atuar na vida real: agindo positivamente na solução de problemas técnicos. regionais. sobretudo. A realização do projeto integrador encaminha-se para a construção de uma postura condizente com a realidade contemporânea que tende a ver nos conteúdos os instrumentos necessários para responder a questões formuladas pelos alunos e professores.

com apresentação pública. aprofundar e/ou sistematizar os conteúdos necessários ao bom desempenho do projeto. exposição de trabalhos. pois os conhecimentos deixarão de ser vistos de maneira disciplinar e isolada. É importante que sejam realizados relatórios parciais orais ou escritos. Para a realização de cada projeto integrador1. escolher os temas significativos a serem problematizados e questionados. pois dela depende todo o desenvolvimento e organização do projeto integrador. os professores de cada período devem se reunir semanalmente e pensar sobre os objetivos e finalidades das disciplinas. coletar materiais bibliográficos necessários ao desenvolvimento da temática escolhida. Os alunos deverão ter a oportunidade de seguir o trabalho dos diversos grupos e cooperar com eles. é importante que se faça o seu planejamento e que se estabeleçam as etapas de execução. as quais. Inicialmente. escrever relatórios. pois a partir de um certo tema derivam tantos projetos quantos forem os grupos que se constituírem em cada turma . como primeiro passo. programar pesquisas laboratoriais. as dificuldades que encontra e os resultados que são alcançados. na busca de respostas às questões e/ou hipóteses definidas anteriormente. podendo ser organizados grupos com tarefas específicas. Alunos e professores devem identificar as estratégias possíveis para atingir os objetivos propostos. Intenção: Essa fase é fundamental. os quais deverão conjuntamente. bem como planejar a apresentação dos resultados finais da pesquisa. das estratégias programadas. Internet etc. tanto no âmbito da gerência como em outras dimensões da Instituição. buscar outros meios necessários para a solução das questões e/ou hipóteses levantadas na fase anterior. As atividades de elaboração deverão ser sempre coletivas e socializadas entre alunos e professores. analisar resultados. Execução ou desenvolvimento: Nessa fase. organizar os grupos e/ou duplas de trabalho por suas indagações afins e suas respectivas competências. alunos e professores devem planejar a divulgação do projeto. organizar instrumentos de investigação. Com isso. definir duração das pesquisas. são fundamentais algumas fases distintas. A turma (ou os grupos de pesquisa) planeja e executa sua tarefa. Em conjunto. em seguida. programar a coleta de dados. trazendo com freqüência à apreciação da turma o que se está fazendo. serão especificadas. os professores instrumentalizar-se-ão para problematizar o conteúdo e canalizar as curiosidades e os interesses dos alunos na concepção do(s) projeto(s). as necessidades de aprendizagem de cada turma e sobre os encaminhamentos do projeto. Preparação e planejamento: Após a definição do(s) tema(s). passando a serem considerados numa perspectiva inter e transdisciplinar. buscar informações em livros. a fim de acompanhar o desenvolvimento do tema (ou dos temas) e 1 É importante lembrar que em cada turma em um determinado período podem e devem surgir vários projetos integradores.13 inovadora. deve ocorrer a realização das atividades.

a nota dos estudantes referente . considerando-se a base de conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas que integralizam os períodos letivos e devem estar relacionados com situações práticas reais vivenciadas pelos profissionais da área na perspectiva do aluno poder integrar os conhecimentos teórico-práticos. as quais darão sustentação ao desenvolvimento dos projetos integradores em quatro semestres.14 implementar a participação dos alunos. e o professor também. para que haja uma relação de compromisso entre o projeto integrador e as correspondentes disciplinas. será destinado um professor orientador com a disponibilidade de carga-horária de duas horas/aula semanais. O aluno. considerando os princípios que norteiam o perfil profissional específico do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. individual e dos grupos. Os alunos e os professores devem criar um espaço de confronto científico e de discussão de pontos de vista diferentes. é necessário que a avaliação de cada uma das disciplinas seja influenciada pela avaliação do respectivo projeto. nem no último semestre. em função da verticalização. Não ocorrerão projetos no primeiro semestre. surgem interesses que podem proporcionar novos temas e. nos resultados finais. por conseguinte. nas atividades do(s) projeto(s) integrador(es)? O que se pode melhorar para os próximos projetos? Quais foram as conclusões e recomendações elaboradas e o crescimento evidenciado pelos alunos durante a realização do(s) projeto(s)? Geralmente. precisa sentir-se desafiado à cada atividade planejada. o projeto integrador (ou projetos integradores) deve ser pensado e elaborado conjuntamente entre alunos e professores. espera-se que o professor contribua para a construção da autonomia intelectual dos futuros graduados. oportunizando ao aluno a verbalizar seus sentimentos sobre o projeto: O que foi mais importante? Quais as novidades proporcionadas? O ato de ensinar e aprender tornou-se mais dinâmico? Como foi a participação. que será destinado ao estágio supervisionado. Em suma. com a participação ativa e conjunta de todos os professores da turma. está planejada a criação de Núcleos Temáticos. Os temas serão elencados. Resultados finais: Após a associação entre ensino e pesquisa. pois são condições fundamentais para a construção do conhecimento. Finalmente. Dessa forma. novos projetos a serem seguidos nos períodos subseqüentes. Para cada turma que estiver desenvolvendo projetos integradores em um determinado período letivo. Para o Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. avaliando os conteúdos ou saberes que foram programados e desenvolvidos de maneira integrada por meio de projetos de ensino e aprendizagem. que funcionam como Linhas de Pesquisas. o que deverá estar explicitado no planejamento do período letivo. com professores responsáveis pela pesquisa e extensão em sub-áreas da Construção Civil.

no 2º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Materiais • Projeto II.15 ao segundo bimestre em cada disciplina vinculada ao projeto integrador corresponderá à média aritmética entre a nota atribuída pelo professor da própria disciplina e a nota atribuída pela banca examinadora ao projeto integrador. 3º. no 5º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Técnicas Construtivas. foram criados quatro núcleos temáticos que contribuem para a formação teórico-prática na área: • Materiais • Projetos • Custos/Controle e Mão-de-obra • Técnicas Construtivas Dessa forma. N2 = nota da disciplina no 2º bimestre após a média com o resultado do projeto integrador. sugere-se a seguinte organização para os projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil: • Projeto I. calculando-se da seguinte forma: N2professor + NProjeto N2= 2 Onde: N2professor = nota da disciplina no 2º bimestre atribuída pelo respectivo professor. Sugestões de temas para os projetos a serem desenvolvidos a partir do 2º período: • A importância dos materiais de construção • Qualidade nos processos construtivos • Adequação de projetos • Avaliação pós-ocupação . no 3º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Projetos • Projeto III. NProjeto = nota do projeto integrador. no 4º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Custos/Controle e mão de obra • Projeto IV. Para o desenvolvimento dos projetos integradores no Curso Superior de Produção da Construção Civil.

deve constituir-se em um espaço de complementação. com base no princípio da interdisciplinaridade. . o gráfico a seguir representa a organização para o desenvolvimento dos projetos integradores no CST em Produção da Construção Civil ALUNO DO CEFETRN COM DIREITO A VERTICALIZAÇÃO V E S T I B U L A R 1º período BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 2º período 3º período 4º período 5º período 6º período BASES BASES BASES BASES BASES CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS PROJETO I PROJETO II PROJETO III PROJETO IV Prática profissional Além de outras atividades práticas no decorrer do curso. que tem duração mínima de 400 (quatrocentas) horas. ampliação e aplicação dos conhecimentos (re)construídos durante o curso. nas situações em que haja de dificuldades de consegui-lo em empresas.16 • Gerenciamento de obras • Gestão de pessoal • A Construção Civil como geradora de renda Com base no exposto. Essa prática objetiva a integração teoria-prática. Também pode ser realizado por meio do desenvolvimento de projetos de iniciação científica e tecnológica no CEFET-RN ou em instituições/organizações/entidades parceiras. No CST em Produção da Construção Civil a prática profissional será desenvolvida. é obrigatória a realização da prática profissional. tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho e na realidade social de forma a contribuir para a solução dos problemas detectados. Pode iniciar-se no 40 período e deve ser concluída até o final do último período. As atividades programadas para o estágio poderão desenvolver–se de forma contínua ou parcelada e devem procurar integrar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelo aluno. preferencialmente sob a forma de estágio supervisionado realizado em empresas da Construção Civil.

c) Visitas à empresa por parte do professor orientador. o aluno terá um prazo máximo de noventa dias para apresentar o relatório ao professor orientador que o avaliará. o índice de rendimento acadêmico por ele obtido no curso técnico integrado que lhe habilitou a pleitear a verticalização. Deste modo. O processo de planejamento. o relatório fará parte do acervo bibliográfico da Instituição.17 O estágio curricular é acompanhado por um Professor Coordenador de Estágios e um Professor Orientador para cada aluno. Verticalização A verticalização é uma alternativa concedida ao estudante aprovado em processo seletivo para ingresso no Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil que tiver concluído curso técnico de nível médio integrado oferecido pelo CEFET-RN na área profissional de Construção Civil e cuja conclusão tenha ocorrido nos cinco anos que antecederem a essa aprovação. em função da área de atuação no estágio e das condições de disponibilidade de carga-horária dos professores. . situação em que terá registrado no seu histórico acadêmico como média final de cada uma das disciplinas do primeiro período. Após a conclusão do estágio. aprovado pelo professor orientador. mediante solicitação de certificação de conhecimentos. poderá ingressar no segundo período do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. b) Reuniões do aluno com o professor orientador. sempre que necessário. conforme previsto no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. o estudante que satisfizer as condições acima estabelecidas. e d) Relatório de estágio. com cópia da ficha de avaliação do aluno na empresa. acompanhamento e avaliação do estágio é composto dos seguintes itens: a) Plano de Estágio (conforme modelo vigente). Vencida essa etapa.

Quando a oferta for diurna. Poderá ser concedido mediante requerimento dirigido à Gerência de Educacional de Tecnologia da Gestão do Espaço físico e social – GECON (ou denominação que venha a substituí-la). 0 2 Per. essa carga horária corresponderá ao primeiro período de forma integral e. 0 4 Per. também. poderá incorporar até 50% (cinqüenta por cento) da carga horária do segundo período. a avaliação recairá sobre a correspondência entre os programas das disciplinas cursadas na outra instituição e os do CEFET-RN e não sobre a denominação das disciplinas para as quais se pleiteia o aproveitamento. 1º Per. 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS No CST em Produção da Construção Civil.18 0 6 Per. 0 5 Per. o aproveitamento de estudos e a certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso ocorrerão conforme descrito a seguir: Aproveitamento de Estudos Compreende a possibilidade de aproveitamento de estudos realizados em outra instituição de educação superior. Nos cursos noturnos. Com vistas ao aproveitamento de estudos. a carga horária correspondente à verticalização será de 540 (quinhentas e quarenta) horas/aula. . V E R T I C A L Alunos do CEFET-RN provenientes de um curso técnico integrado da área de Construção Civil I Z A Ç Ã O Outros alunos No CST em Produção da Construção Civil. 0 4 projetos integradores e prática profissional 3 Per. essa carga horária compreenderá a totalidade do primeiro período letivo.

• Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos. Nesse processo. • Incidência da correção dos erros mais freqüentes. com o fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular do curso. Igualmente. O respectivo processo de certificação consistirá em uma avaliação teórica ou teórico-prática. • Divulgação dos resultados do processo avaliativo. • Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação. conforme as características da disciplina. conquistas e possibilidades dos estudantes. 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nesta proposta curricular do CST em Produção da Construção Civil considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. levando-se em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Para tanto. • Inclusão de atividades contextualizadas. • Importância conferida às aptidões dos alunos. • Manutenção de diálogo permanente com o aluno.19 Certificação de conhecimentos O estudante poderá solicitar certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas. as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades. • Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção. • Definição de conhecimentos significativos. deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem. formativa e somativa de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem. . tornase necessário destacar os seguintes aspectos inerentes aos processos avaliativos: • Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa. • Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. inclusive fora do ambiente escolar. são assumidas as funções diagnóstica.

Parágrafo único . na escala de 0 (zero) a 100 (cem). obtido a partir dos processos de avaliação. os docentes deverão desenvolver estratégias orientadas a superá-las. obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta) em todas as disciplinas e freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas.Com o fim de manter o corpo discente permanentemente informado acerca de seu desempenho acadêmico. excetuada a carga horária ministrada através de EaD. essa(s) disciplina(s) objeto(s) de reprovação. Art. a média parcial e o total de faltas de cada estudante na respectiva disciplina. cursando. após avaliação final. § 1º . serão transcritos os artigos 29 a 33 do Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (p. 30 .Será considerado aprovado. 29 – O desempenho acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada bimestre letivo. o docente deverá divulgar.N1 + 3.O estudante que obtiver MD igual ou superior a 20 (vinte) e inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do período.N1 + 3.20 Em seguida.N 2 5 MD = Média da Disciplina N1 = Nota do aluno no 1º bimestre N2 = Nota do aluno no 2º bimestre Parágrafo único . será expresso por uma nota. concomitantemente. 9 e 10) oferecidos pelo CEFET-RN que tratam dos critérios de verificação do desempenho acadêmico dos estudantes desses cursos: Art. 32 .Será considerado aprovado no período letivo o estudante que.NAF + 3 N 2 5 MD + NAF 2 ou ou MFD = 2. caso sejam detectadas deficiências de aprendizagem individuais.O índice de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência não incidirá na carga horária ministrada através de EaD. . em cada bimestre. o estudante que não alcançar a média 60 (sessenta) em até. calculada através de uma das seguintes equações. no máximo. duas disciplinas. em sala de aula.Após o cômputo do desempenho acadêmico dos discentes. o estudante que obtiver média final igual ou maior que 60 (sessenta).NAF 5 Onde: MFD = Média Final da Disciplina MD= Média da Disciplina NAF = Nota da Avaliação Final N1 = Nota do Aluno no 1º bimestre N2 = Nota do Aluno no 2º bimestre Art.Após a avaliação final. Art. os resultados de cada atividade avaliativa deverão ser analisados em sala de aula e. terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo definido no calendário acadêmico. de grupos ou do coletivo. prosseguirá para o período seguinte. ao final do 2º bimestre. de acordo com a seguinte equação: MD = 2. 31 . prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina (MFD): MFD = MFD = 2. § 2º .

apenas. capacidade para dois blocos por vez.50 Salas de Desenho 4 252. EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA Quadro Resumo da Infra-estrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso. desde que tenha demonstrado rendimento acadêmico maior ou igual a 40 (quarenta). capacidade 20t / 100t. o estudante poderá cursar o período letivo seguinte.Quando o estudante superar as dificuldades de aprendizagem diagnosticadas e registradas. 04 cadeiras.00 Salas de Pesquisa e Extensão 2 40.50 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. .00 Laboratório de Instalações Hidrossanitárias 1 45. Prensa manual para fabricação de blocos solo-cimento. Prensa manual com 02 manômetros. Softwares Instalados. §3º . modelo A40K. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Softwares Instalados. 01 01 01 Especificações Balança eletrônica. motor 380V. ele cursará.Nos casos em que o estudante. e/ou outros dados) 40 bancos. no período subseqüente. cursará. 03 bancadas. 7 INSTALAÇÕES. Aparelho para medir aderência de argamassa. capacidade de 200kg.00 Sala de Informática 1 59. será considerado aprovado e seu desempenho registrado pelo professor em documento próprio. Balança de plataforma eletrônica. no período seguinte. 04 mesas. apenas as disciplinas objeto de reprovação. sensibilidade 100g. Ferramentas. capacidade máxima 1000g. e/ou outros dados) 40 bancos. 03 bancadas. 01 01 01 Especificações Argamasseira mecânica. 04 cadeiras.01g. Art.21 §1º .Essas disciplinas serão trabalhadas a partir das dificuldades detectadas após uma avaliação diagnóstica que envolva todo o conteúdo da disciplina.50 Laboratório de Argamassas e Concreto 1 85. após avaliação final.Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para a(s) disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito).00 Sala de Topografia 1 59. com 06 placas 100x100mm. não sendo obrigatoriamente exigido que o estudante utilize todo o período letivo para superar as dificuldades apresentadas. §2º . sensibilidade 0. §4º-Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito) e o rendimento acadêmico do estudante tiver sido inferior a 40 (quarenta). 04 mesas. 33 .50 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Materiais de Construção 127. a(s) disciplina(s) objeto da reprovação. capacidade 5l.50 Laboratório de Solos 1 102.50 Laboratório de Instalações Elétricas 1 56. não alcançar a média 60 (sessenta) em mais de duas disciplinas.50 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. Ferramentas. Dependências Quantidade m2 Laboratório de Materiais de Construção 1 127. com cuba e batedor de aço. trifásico. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratórios de Argamassas e Concretos 85. elétrica.

e/ou outros dados) 160 pranchetas. Modelos Elétricos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde.00 2. sensibilidade 0. Softwares Instalados. Balança eletrônica. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Instalações Elétricas 56. Balança eletrônica. Ferramentas. modelo A10K. capacidade 110l. 01 armário. Modelos Hidráulicos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 04 cadeiras. 01 mesa. 01 armário. Ferramentas.50 m2 por estação Descrição (Materiais.50 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais. motor trifásico. modelo AS-1000. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por bancada m2 por aluno Laboratório de Solos 102. Softwares Instalados. 08 ar-condicionados Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. com bateria. capacidade máxima 40kg. motor “meg” de 0. 02 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 01 cadeira.1g. Ferramentas. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Topografia 59. Esclerômetro tipo Schimidt. 02 mesa. modelo PVP.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais.00 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Instalações Hidrossanitárias 45. 01 01 01 01 01 Especificações Peneirador elétrico para peneiras 8x2”. 04 cadeiras. e/ou outros dados) 25 carteiras. Softwares Instalados. capacidade 10kg. capacidade 120l. Softwares Instalados. 02 mesas. e/ou outros dados) 40 bancos.5CV. Ferramentas. 01 bancada. Betoneira didática. Softwares Instalados.22 01 01 02 Betoneira sobre chassis com rodas. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Desenho (4 salas) 252. 04 mesas. e/ou outros dados) 25 carteiras.00 51. sensibilidade 1g.55 Descrição (Materiais. 02 bancadas. Aparelho para medição eletrônica do grau de compactação de amostras. Máquina extrusora para materiais cerâmicos. e/ou outros dados) m2 por aluno . Ferramentas. 08 armários. 01 cadeira.

Teodolito eletrônico. com tripé. Marca Nikon. 03 02 02 01 02 04 04 Especificações Teodolito repetidor. TM20E. marca Wild. H. Teodolito de segundos de alta precisão. Imagem direta. marca Wild. com tripé e GST 05. formato A4. e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Química Ambiental – Porto Alegre. ref.8 Gbytes. 64 Mbytes RAM. acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. Jesus M. Estação total com precisão de 5”. Vol 1 . acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. Química Geral. Internet Explorer 6. com resolução ótica de 600x1200 dpi HUB de 24 portas BIBLIOTECA ANDRADE PERDRIX. marca Sokkisha. BAIRD. 1992. programas de processamento digital de imagens (Envi e Ermapper). J. SPERLING. Adquiridos em 2000. com prisma e coletaor onterno de bateria. Display de cristal. Nível de precisão. Mod. Microcomputador. leitor de CD-ROM de 50X. Equipamento para ensaio de adensamento edométrico. Guanabara Dois 1982 RUSSEL. 01 01 Especificações Equipamento para ensaio de cisalhamento direto. T-1A. Dicionário de Línguas. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Sala de Pesquisa e Extensão 40. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos:UFMG. 16 Mbytes RAM. de sistemas de informação geográfica (Arcview e Mapinfo). assistido por computador... Ferramentas e/ou outros dados) 02 Ar condicionados. tipo TE-B43. SANTOS. Bookman. Mod. Controle Químico de Qualidade. Leitura código de barras. Editora: Edgard Blücher Ltda. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras. Ciência e Tecnologia de Argilas.9 Descrição (Materiais. Mod. e/ou outros dados) Sistema Operacional Windows 98. precisão 2mm/km Nível automático. uso topográfico. Ferramentas. FrontPage e Access).9 2. disco rígido de 6. Suite Corel Draw 10. Vol.. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática Aplicada 59. 2002. PowerPoint. Pérsio de Souza. de desenho auxiliado por computador (AutocadMap e Microstation). 1 São Paulo: Makron Books.50 2. Microsoft Office XP (Word. 01 mesa Descrição (Softwares Instalados. Editora PINI. 01 Estabilizador.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. 20 01 01 01 Especificações Microcomputador. Rio de Janeiro. 1994. 41 cadeiras. 1989. Belo Horizonte. alcance de 700m. 1996 ADAD. Leitura digital. NA-20. CPU 486-DX4 100 MHz. assistido por computador. (Para uso de digitalização de imagens) Scanner de mesa. de processamento de dados gps (Pathfinder Office e GTM Profissional) e antivírus Vírus Scan Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Paint Shop Pro. Teodolito com precisão 20”. Tradução e Adaptação: Antônio Carmona e Paulo Helene. Excel. 20 mesas p/ computador. Marcos Von. NE-20H. Colin.23 Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Softwares Instalados. disco rígido de 600Mbytes. CPU K6-2 400MHz. . Maria del Carmen.

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Paulo J. Helio Alves. Concreto . Egydio..O. Henry. de Concreto Armado SILVA Jr.. Idalberto. CUNHA. Projeto e Implantacao do Canteiro.. Teoria Geral da Administração DAVIDOW. SUSSEKIND.. 1977/1980 SOUZA.Curso de Analise Estrutural: Estruturas Isostaticas. Ernesto. Como Evitar Erros Na Construcao. A Empresa e Seus Colaboradores: Usando O Eneagrama Para Otimizar Recursos CHIAVENATO. Jose Carlos. Nooger Van. 1998. Jose Carlos. Competir e Conquistar Um Excelente Emprego CHIAVENATO. RIPPER. W. Idalberto. 1989.. PFEIL. Adalberto S.. Helio Alves. SUSSEKIND. Pesquisa Operacional ALBRECHT. AZEVEDO. Gestão Pela Qualidade Total Em Serviços: Casos Reais . A. Antonio Joaquim. 1996.. Novo Curso Prat.. Ubiraci Espinelli Lemes de. Serviço Total Ao Cliente DEMING..Estrutura. 1984.. 1984. São Paulo.. Taylor. Edificio e Seu Acabamento. MELCONIAN. MEHTA. Idalberto. Organizacao de Empresas FARIA. Sistemas de Administração Dinâmica BIANCHI. Helio Alves. Concreto Armado ROCHA. Resistencia dos Materiais GORFIN. 22ª Edição.. da. São Paulo. Idalberto. Geraldo. ACKOFF. Histalações Hidráulicas MACINTYRE... A Corrida para o Emprego: Uma Guia Para Identificar. Idalberto. AZEVEDO. MAYOR. Idalberto. de. Legislação Complementar CHABRENIL.. Edwards. 1996. BOTELHO.. SOUZA.. Nogueira de..... Qualidade: Ferramentas Para Uma Melhoria Continua CAMPANHOLE. Peter. Pedro Ferraz do... Ercio. Tecnica de Edificar. 1996. 2000 CASCUDO.. Jose Carlos. Gonzales.. G. Edificio Ate Sua Cobertura. 1984.Trincas Em Edificios. 1980. Metodo de Cross. Oswaldo. Peter F. Adriano. Edificio Ate Sua Cobertura.. 2000. Vicente Custodio. Alberto de Campos. Instalacoes Hidráulicas e Sanitárias BARCELAR. Serviços Com Qualidade: a Vantagem Competitiva AMARAL. Pratica das Pequenas Construcoes. EVSTRATOV. Patologia.. Joao Bento de. Albino Joaquim Pimenta da. O Mago da Administração ARGENTI.. Fabien... Construcao de Edificio e Obras Publicas BAUD. Produtividade e Glossário FAYOL. Método das Forças.. Iniciação a Administração Geral CHIAVENATO. 2002 LAKATOS. Manual de Pequenas Construcoes BORGES. A. Curso de Concreto SUSSEKIND. Qualidade: a Revolução da Administração DRUCKER.. O Método Deming de Administração DEMING. Aderson Moreira Da. W. Sarkis. A. Jayme F. 2002. 1992. Miguel S. Pratica de Administração de Empresas DRUCKER. Resistencia dos Materiais. Controle da Corrosao de Armaduras Em Concreto. Teoria e Problemas de Materiais de Construcao. J.. Walter. John. YAZIGI. 1998 CARVALHO. Concreto Armado Eu Te Amo.27 SIEMENS. THOMAZ. Walid. AZEVEDO.1985.. 3ª Ed. Administracao Para O Futuro: Os Anos 90 e a Virada do Século FARIA. Kummar & MONTEIRO. William H. Archibald Joseph. Nogueira de. O. Michael. Organização de Empresas: Informática. Instalações Hidráulicas. Deformações em Estruturas. 1978. Atlas. Introdução a Teoria Geral da Administração CHIAVENATO. TIMOSHENKO. Propriedades e Materiais. Manual da Administração da Produção Fundação SEADE. Recuperacao e Reforco de Estruturas de Concreto. Reforma Administrativa: Decreto Lei 200.. Curso de Auxiliar de Administração de Empresas BRASSARD.. Metodologia do Trabalho Científico. Manoel Henrique Campos. 1997.... Administração de Empresas CHIAVENATO.. Cortez. Edwards. Jose Carlos.. 2001. SEVERINO... Idalberto. Administração Industrial e Geral FIGUEIREDO. Bernardo. Acidentes Estruturais Na Construcao Civil.. Metodologia Científica. Eletricidade Basica CREDER. Processo de Cross. Método das Deformações.. O: Inspecao e Tecnicas Eletroquimicas.. Simbolos Graficos de Eletricidade.. 1980. SUSSEKIND. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração Participativa CHIAVENATO. Eva Maria. Helio.. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos CHIAVENATO.. Stephen... Russell L. 1990. Gerard. Karl. Reui Honório. Estruturas Isostaticas HANAI.. Construcoes de Argamassa Armada – Fundamentos Tecnológicos para Projeto e Execução. VALKENBURGH. Mecanica Tecnica e Resistencia dos Materiais.

Alexandre de Gusmão – Educação Ambiental – Reflexões e Práticas Contemporâneas. BRANDIMMILLLER.. Proj. O Fim dos Empregos SANTOS.. Frantisek. Claude. Manual de Administração da Produção OLIVEIRA. Ed São Paulo.. BLOCH. Manual de Impactos Ambientais.. Conceitos Básicos de Administração: Um Guia Conciso KOCK. Introdução a Administração: Elementos de Ação Administrativa KARLOF. Atlas. Luiz Laurent.. A Empresa Flexível TOLEDO.. 5 ª Edição Rio de janeiro/ RJ Editora Vozes . Marcos Von. Liopold. Normas e Métodos de Administração HAROLD. C. Fritz Camara... OPAS/OMS. C. 1977. Planejar Para Construir. Marcos Antônio Lima de. Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos VERAS. e Cont. 1987. Antonio de Loureiro. 1ª. Belo Horizonte. 1980/1986 RAUTER.. Aplicado As Construcoes DIAS. Acos & Ferramentas SCHEER. COLDMAN. LIMMER. Custo de Construcao.. Pedrinho. Ministériod a Saúde do Brasil.. Historia da Administração JUCIUS. Frederick Winslow. Princípios de Administração Cientifica TOFFLER. Primo. Qualidade Total TAYLOR.. Ildony Helio. 1999.. Introducao Ao Planej. 1996 CRESPO. Terceirização em informática MACHLINE..M.28 GIL. CIMINO. Qualidade Total Nas Organizações GLAZER. PTACEK. O. O Caminho de Deming Para a Qualidade e Produtividade: Mapas e Rotas SEBRAE. Carlos Celso.. 9a Edição Atualizada.. 53º Edição.. A. Walter de Aco. Que e Aco. Flavio de. PEDRINE. Codigo de Obras e Edificacoes do Municipio de Sao Paulo. Antônio Arnot. Lucio T. 2003. Matemática Comercial e Financeira. Tom. 1979. Raul Oscar. Princípios de Administração HELOANI. Ned Tomelin. dos.. Alberto Pardo. Editora Banco do Nordeste.. Qualidade: O Desafio da Pequena e Media Empresa PETERS. Alcir. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos Vol. Remo. São Paulo..) Doenças relacionadas ao Trabalho. Fortaleza/CE.. 2002 ARTMED NORDESTE. Alvin. de Custos Na Const. de Madeira BELLEI. Elementos Básicos de Organização e Administração LEONHARDT. UFMG. 1994. Perícias Judicial em Acidentes e Doenças do Trabalho. Rompendo As Barreiras da Administração: A Necessária Desorganização Para Enfrentar a Nova Realidade RIFKIN. Leo P. Roberto. As Funções do Administrador SCHERKENBACH. 1996 2º Edição. Educação Ambiental – Como Projeto 2ª Edição – Porto Alegre/RS.. 1. Editora Saraiva. William W. Jack.1997.. Planejamento. Construcoes de Concreto: Principios Basico da Construcao de Pontes. (Org. Carl V.. B. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão Multidisciplinar HERRMANN Jr. de Telh. ANTONIO. Ferramentas Manuais Para Madeira PFEIL.P... Edificios Industriais Em Aço. 2000 CARNASCIALI. Brasília Editora MS 2001 Segurança e Medicina do Trabalho. 1993 8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO Tabela 2 – Pessoal docente vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Formação inicial/Titulação Regime de Trabalho Alcides Fernandes e Silva Filho Engenheiro Civil / Mestre DE Aldan Nóbrega Borges Engenheiro Civil / Mestre DE Alexandre da Costa Pereira Engenheiro Civil / Doutor DE Aristófanes Dantas de Medeiros Engenheiro Civil / Mestre DE ..1997 DIAZ... Estruturas Metalicas Na Pratica MACDONNELL. Elementos de Administração JOÃO BOSCO. Frederico.. PMQP: Qualidade Total Na Pratica LEITE.. Orcamento e Controle de Projetos e Obras. . Elizabeth C. Bengt. Michael James.. Em Estr. Jeremy. O JAMES M. 1997.. Civil Bras. SENAC. SPERLING.

29 Armando Manoel de Freitas Carlos Guedes Alcoforado Cláudia Régia Gomes Tavares Divaldo Moita Costa Edilberto Vitorino de Borja Eurípedes de Medeiros Júnior Evandro Firmino de Souza Flávio Gutemberg de Oliveira Joana D’arc da Costa João Roberto Alves de França Jorge Ivan de Oliveira José Gilson de Oliveira José Eurico de Queirós José Ribamar de Araújo Cabral Juarez Alves Torres Laílson Rodrigues de Miranda Liznando Fernandes da Costa Natércio Dias de Holanda Otacílio Alves de França Júnior Renato Samuel Barbosa de Araújo Ricardo Nascimento Flores Severo Rômulo Andrade de Souza Júnior Sérgio Luiz Baena de Souza Vladimir Sérgio de Aquino Souto William de Oliveira Barreto Engenheiro civil / Especiliazação Engenheiro Civil / Mestre Engenheira Civil / Mestre Engenheiro Civil / Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil /Especialização Licenciatura Engenheiro / Mestre Licenciatura Arquiteto/Especialização Engenheiro/ Mestre Engenheiro Civil Engenheiro Civil/Especialização Licenciatura/Especialização Engenheiro Civil / /Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Licenciatura Engenheiro Civil Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Arquiteto / Mestre Especialização Engenheiro Civil Especialização DE DE DE 20 horas DE DE DE DE DE DE DE DE DE DE 40 horas DE DE DE DE DE DE DE DE 20 horas DE Tabela 3 – Pessoal técnico-administrativo vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Cargo Regime de Trabalho Cláudio Moura Agente administrativo 40h Izabel Cristina Silva de Almeida Agente administrativo 40h Scheila Salviano Santos Agente administrativo 40h Pedagoga 40h Nadja Maria de Lima Costa 9 DIPLOMAS Após integralizar todas as disciplinas e demais atividades previstas neste Plano do Curso. . o concluinte fará jus ao diploma de graduação como Tecnólogo em Produção da Construção Civil.

Conteúdos 1) Noções básicas sobre computadores. 6) Noções básicas sobre a Internet. 5) Conceituação e aplicação práticas dos seguintes tipos de aplicativos: processador de textos. 2) Fundamentos e funcionamento de hardware e software. 3) Principais periféricos e sua utilização. planilha eletrônica e software de apresentação. PROGRAMA Objetivos Compreender a importância da Informática nas questões ligadas à sua área profissional. Conhecer as possibilidades de otimização da sua vida profissional.30 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Informática Professor (a): Flávio Gutenberg de Oliveira Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Emprego de equipamentos de informática e softwares de escritório [e desenho] para auxiliar a realização de serviços de planejamento e gerenciamento de obras e de acesso à internet como meio de pesquisa e comunicação profissional. Demonstrar conhecimento sobre as perspectivas de futuro que a mesma proporciona. seu histórico e evolução. através da utilização de aplicativos para escritório. 4) Conhecimento e utilização de sistema operacional. .

Editora Makron Books. 1998. poderá ser adotado um dos procedimentos acima ou um conjunto deles. Editora Abril.htm#tutoriais REVISTAS RECOMENDADAS: Info Exame. Russel. Editor Campus. Bibliografia complementar BORLAND. participação em sala de aula. RAMALHO. Heidi.com. Série Ramalho Teoria e Prática Windows 98. Editora Berkelev. .br/matdidat. José Antônio.Apostila de Excel. 199_. . José Antônio. Avaliação Avaliação teórica e/ou prática.com. a critério do professor.Apostila de Word. . Editora . assiduidade. Bibliografia básica . 1999. . PÁGINAS NA INTERNET RECOMENDADAS: http:://www.webaula. Editora Berkelev.cefet-rn. Série Ramalho Teoria e Prática Excel.br http:://www.Apostila de Windows.geinf. trabalhos de pesquisa individuais e/ou em grupo.superdownloads. do maior número possível das funções existentes nos aplicativos explorados. 1998. Introdução ao Microsoft Windos 98. São Paulo/SP PC Word. STEELE. RAMALHO. Aprenda em 24 Horas Microsoft Word.31 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas e/ou expositivas. de forma progressiva.com.centraldeapostilas. com a utilização de microcomputador e recursos audiovisuais (retroprojetor e/ou projetor multimídia) e apostilas de exercícios que buscarão abranger a utilização. Editora Campus. Guia Autorizado Microsoft Word 97.br http:://www. OBSERVAÇÃO: dependendo das características de cada turma.br http:://www. 1999.Textos de aula de Introdução à Microinformática. estudo dirigido. acompanhamento da execução de exercícios em sala de aula.

32 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Curso(s) em que é Tecnologia em Construção de Edifícios oferecida: Período 1º Letivo: Carga60h/a Horária: EMENTA Conjunto dos números reais. Aprofundar os conteúdos apresentados. Conteúdos • Conjunto dos números reais 1.2 Fatoração 2. aplicando-os na resolução de situações problemas. Intervalo real • Operações algébricas 2. funções. Traduzir informações contidas em tabelas e gráficos em linguagem matemática utilizando o estudo das funções.3 Operações com expressões racionais • Funções • Definição • Notação • Gráfico • Função composta • Funções pares e ímpares • Funções inversas • Funções crescentes e decrescentes • Função polinomial do 1º grau • Função polinomial do 2º grau . PROGRAMA Objetivos Explicitar situações do cotidiano que possam ser modelados por meio de funções. Propriedades 2. operações algébricas. geometria analítica no plano.1 Operações com polinômios 2. Resolver problemas geométricos por meio de equações. Módulo 3.

1994.São Paulo:Makron Books.1 Estudo do ponto 4.1. limite. Cálculo com geometria analítica. ed. Cálculo A: funções. retroprojetor. L. 2 ed. São Paulo: Makron..São Paulo: pioneira. derivada e integração. __________. et al. Matemática: ciência e aplicações. Jr. São Paulo: Atual. 5. Avaliação Avaliações escritas individual e em grupo. M. Bibliografia básica BOULOS. MALACRIDA. l. P. G.1999. utilização de quadro branco.33 • Função modular • Função exponencial • Função logarítmica • Funções trigonométricas • Geometria analítica no plano 4. Apresentação de seminários. estudo dirigido. Resolução de lista de exercícios. LEITHOLD. dinâmicas de grupo e estudo dirigido. IEZZI. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas dialogadas e atividades em grupo. São Paulo:Makron Books.1999. 2004. resolução de listas de exercícios. projetor multimídia. FLEMMING. D. S. 1992. 3v. 1999. BUSS. A. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . Matemática superior: um primeiro curso de cálculo.Vol. pesquisas.Pré-cálculo.3 Estudo da circunferência.Habra. ensino médio.2 Estudo da reta 4. Cálculo diferencial e integral. Bibliografia complementar BARBANTI..

a(s) seqüência(s) textual(is) presente(s) e o gênero textual configurado. relato de atividade acadêmica e artigo de opinião). Quanto à produção de textos escritos: e) produzir textos (representativos das seqüências descritiva. leitura e produção de textos. a pertinência das informações e dos juízos de valor. narrativa e argumentativa e. e ‰ avaliar o texto.34 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Língua Portuguesa Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 h/a Ementa Tópicos de gramática. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. dos parágrafos e demais partes do texto. ‰ identificar os elementos coesivos e reconhecer se assinalam a retomada ou o acréscimo de informações. a partir de traços caracterizadores manifestos. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. dos parágrafos e das demais . e a eficácia comunicativa. Quanto à leitura de textos escritos: ‰ recuperar o tema e a intenção comunicativa dominante. ‰ reconhecer. ‰ descrever a progressão discursiva. respectivamente. dos gêneros verbete. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à gramática: Aperfeiçoar o conhecimento o conhecimento (teórico e prático) sobre as convenções relacionadas ao registro padrão escrito.

h) pontuação. 2 – Tópicos de leitura e produção de textos: • competências necessárias à leitura e à produção de textos: competência lingüística. progressão.35 partes do texto. • progressão discursiva. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada. Conteúdos 1 – Tópicos de gramática: f) padrões frasais escritos. estilísticos e programáticos. • seqüências textuais (descritiva. narrativos. g) convenções ortográficas. narrativa. j) regência. discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. argumentativa e injuntiva): marcadores lingüísticos e elementos macroestruturais básicos. • coesão: mecanismos principais. e a eficácia comunicativa. • gêneros textuais (especificamente jornalísticos. • coerência: tipos de coerência (interna e externa) e requisitos de coerência interna (continuidade. não-contradição e articulação). • tema e intenção comunicativa. argumentativos). i) concordância. a pertinência das informações e dos juízos de valor. enciclopédica e comunicativa. leitura dirigida. temáticos. Avaliação . • paragrafação: organização e articulação de parágrafos (descritivos. técnicos e científicos): elementos composicionais.

São Paulo: Contexto. Rio de Janeiro: Lucerna. Lições de texto: leitura e redação. Desvendando os segredos do texto.L. (Orgs. _____. 2005. São Paulo: Martins Fontes. métodos. 1996.. Oficina de Texto. Bibliografia Básica do Professor: DONÍSIO. Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores: BECHARA. Rio de Janeiro: Lucerna. São Paulo: Contexto.. TRAVAGLIA. F. 1999. Gramática Escolar da Língua Portuguesa. _____. SAVIOLI. 1). São Paulo: Ática.. Brasília: Universidade de Brasília. 2005. do C. A. Barueri.). (Entender o português. São Paulo: Contexto. L. ed.P. C. C. FIORIN. construindo experiências. 2002. H. HOFFNAGEL. 2003. J. GARCEZ.C. de. KOCH. BONINI. individuais e em grupo. 2002. Gêneros: teorias.. 2001. FARACO. 2004. Comunicação nos textos.V. A. SP: Monole. C.A. DONÍSIO.36 Contínua por meio de atividades orais e escritas. 16. T. I. 19. DISCINI.C.). debates.P. 2005. A. São Paulo: Cortez. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. FIGUEIREDO. A Coerência Textual. São Paulo: Contexto. RJ: Vozes.. M.. D. D. TEZZA. 2003. ed. L. A Coesão textual. L. J. Análise de textos de comunicação. (Orgs. Bibliografia complementar do aluno CAMARGO. Petrópolis. MEURER. de S. Uso de Vírgula. 2001. . Gêneros textuais e ensino. E. São Paulo: Parábola Editorial. Gêneros textuais.). 2002. BEZERRA. (Orgs. (Língua [gem]. tipificação e interação. Tecendo textos. A redação pelo parágrafo. 14). Rio de Janeiro: Lucerna. 2004. São Paulo: Codes. 2005. J. N. _____. MAINGUENEAU.L. MOTTA-ROTH. N.

H.M.L. N.M. M. I. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. SAUTCHUCK. 2000. Caxias do Sul.H. 2005.37 NEVES. São Paulo: UNESP. RS: Educar.L. São Paulo: Martins Fontes. NEVES. ZANOTTO. Gramática de usos de português. Rio de Janeiro: Lucerna. São Paulo: UNESP. 2003. M. 2003. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Ementa e Programa da disciplina: Disciplina: Física Curso(s): Tecnologia Construção de Edifícios EMENTA Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 horas . E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual.

Transferência de calor . Trabalho e potência .Conceito de força.Aplicações da 2ª Lei de Newton . prever situações e encontrar soluções adequadas para problemas aplicados.38 Segunda Lei de Newton e Aplicações. 2ª Lei de Newton e suas aplicações . Conteúdos MÓDULO A: MECÂNICA 1.Trabalho realizado por uma força variável .Equilíbrio de forças 2.Calor de combustão 2.Conceito de energia potencial gravitacional . Calorimetria .Conceito de trabalho .Conceito de potência 3. Conservação de energia . Eletrodinâmica e Eletromagnetismo. Princípio de Conservação de Energia.Conservação de energia MÓDULO B: TERMOLOGIA E TÓPICOS DE ÓPTICA 1. óptica e eletromagnetismo dentro da formulação conceitual e matemática atuais com o objetivo de interpretar fenômenos. Calorimetria e Termodinâmica. PROGRAMA Objetivos Fazer uma revisão das principais leis básicas da mecânica clássica. Termodinâmica .Capacidade térmica e calor específico . massa e peso .Conceito de energia cinética .Conceito de calor e temperatura . termologia.

Bibliografia básica .Instrumentos ópticos MÓDULO C: ELETROMAGNETISMO 1.Campo magnético e suas propriedades . estando os alunos avaliados com base nos seguintes critérios: participação quanto à realização das leituras.Noções de carga elétrica e corrente elétrica .Entropia e 2ª Lei da termodinâmica 3.Lei de Ampère .Lentes . debates e demais atividades. Eletromagnetismo . análise e síntese dos textos.Força magnética . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. transformadores. corrente alternada).Energia e potência elétrica 2.39 . com utilização de retro projetor e quadro negro.Indução eletromagnética (Lei de Faraday. responsabilidade quanto ao cumprimento do tempo previsto para realização das atividades e qualidade das atividades realizadas. Avaliação O processo avaliativo ocorrerá de forma contínua (com reorientação das atividades no processo).Resistência elétrica e Lei de Ohm . Eletricidade .Refração .1ª Lei da termodinâmica . assiduidade. Óptica geométrica .

Ed.. D. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Mecânica dos Solos Professor (a): Curso(s): Tecnologia da Produção Civil Período Letivo: 1o CargaHorária: 60h/a EMENTA A disciplina Mecânica dos Solos e Fundações visa apresentar os fundamentos teóricos e práticos do estudos dos solos e de sua relação com as estruturas de fundação. 6ª edição Ediouro RJ. RESNICK. 1 LTC. FREEDMAN. HUGH D. Física em seis lições. J. Bibliografia complementar SEARS e ZEMANSKI.. v. Fundamentos de Física MECÂNICA . FEYNMAN. Ed. RICHARD..40 HALLIDAY. MECÂNICA. Addison Wesley. R.. 6. WALKER. 10. ROGER A. PROGRAMA Objetivos . 2003.. 2004. Reformulado por YOUNG..

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%). VARGAS. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. (1978). H. P. aulas práticas em laboratório (20%). execução e controle das fundações rasas e profundas. 2) Fundações (classificação das fundações. Participação durante as aulas. Mcgraw-Hill. Livro Editado Pela Pini/Abms/Abef.Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das Fundações. -Entender o processo de execução de obras de terra e fundações. . interação solo-fundação. Conteúdos 1) Mecânica dos solos (elementos de geologia. Participação nas visitas técnicas. . (1996). Milton. o Standard Penetration Test). problemas de fundações). Visitas Técnicas (10%). . Et Al. HACHICH. índices físicos. . propriedades dos solos.Rio de Janeiro: LTC .41 .Ler e interpretar projetos relacionados com mecânica dos solos e engenharia de fundações. Exercícios e trabalhos práticos e teóricos. ensaios básicos de laboratório. Introdução à Mecânica dos Solos. (1998 ). Teoria e Prática. W.Avaliar especificação dos materiais utilizados.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Relatório. exploração do subsolo. Avaliação Avaliação escrita. Fundações.Interpretar normas técnicas. Bibliografia básica CAPUTO. Bibliografia complementar .

MITCHEL.Rio de Janeiro: LTC .R (1993). New York. Fundamental of Soil Behavior. Soil Mechanics. Lambe. J. John Wiley And Son.R. Ed. Ortigão. LAMBE and WHITMAN (1969). Edgard Blücher Ltda.A.W..Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. J. (1975).. ed. . New York. EPUSP-PEF. Soil Testing for Engineers. . (1994). John Wiley. (1976). V. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. U. John Wiley and Son. New York. de MELLO.42 Alonso. Inc. (1951). Inc.R. Exercícios de Fundações. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. T.

Ter noção da leitura e interpretação de projetos de construção predial. Quadriláteros e Circunferência). 5) Planificação de sólidos geométricos. Aplicar as convenções. Concordância e Noções de proporção. Ler. Conhecer as convenções. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. Fazer diagramação de pranchas. Conteúdos 1) O desenho . 2) Uso e manutenção dos instrumentos e materiais empregados nos desenhos Geométrico e Técnico de Construção Predial. Tangência. 4) Noções de escala e unidades de medida. 3) Desenho Geométrico: Construções fundamentais e de figuras planas (Triângulos.43 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Técnico Professor (a): Aldan Borges Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Identificar e utilizar corretamente os instrumentos e materiais requeridos na representação gráfica convencional de projetos de construção predial. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Arquitetônico. interpretar e representar no plano objetos tridimensionais. através da Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação. Desenvolver desenho de projetos de Arquitetura à grafite sobre papel fosco de uma edificação térrea. .Expressão Gráfica . Desenhar esquemas gráficos de forma convencional.no contexto da construção predial.

7) Formatos e diagramação de pranchas de desenho. 10) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais Hidrosanitários: 1. Normas técnicas. conexões. Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. desenvolvimento de alternativas para o cliente). Generalidades sobre os sistemas de representação. situação. pilares. Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). 3. Sistemas de representação que utilizam apenas projeções ortogonais: Sistema Mongeano e Axonometria Ortogonal: Isometria – Perspectiva Isométrica versus Desenho Isométrico. 3. simbologias e normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. 1. Estudo preliminar (esboço. 4. 3. 2. 3. acessórios etc. registros etc. 9) Leitura. . 4. 12) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Estrutura em Concreto Armado: 1.). Exigência da concessionária e órgãos públicos locais. cintas. Sistemas prediais de esgoto (Sistema fossa séptica-sumidouro). Exigência (Normas técnicas). interpretação e representação gráfica de projetos de Arquitetura. 2. fachadas.). 11) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Instalações Elétricas e Telefônicas: 1. 13) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos prediais de combate a incêndio: 1. Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. Uso racional da água. 2. 5. 2. Normas técnicas. 8) Convenções. Elementos de concreto armado (fundações. Normas técnicas. conexões.44 6) Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação: 1. 2. Sistemas prediais de água (água fria e quente e águas pluviais). vigas e lajes). Meios de representação (Planta baixa. cortes. locação e cobertura). Sistemas de representação que utilizam a projeção cilíndrica oblíqua: Cavaleira – Perspectiva Cavaleira.

1990. 2003. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. TAVARES. 1ª edição.1993. empresas e escritórios de Projetos de Construção Civil. 1.2. Avaliação O processo de avaliação será contínuo. Desenvolvimento de trabalhos ou projetos. desenvolvidos em sala ou extra-classe. setembro. Cobertas. Construção de maquetes de corpos sólidos. individuais ou em grupo. Apostilha. São Paulo: ed. 2003. Moderna. 1991. Desenho Geométrico. Trabalho individual e em grupo dos conhecimentos teóricopráticos. Apresentação de vídeos. São Paulo. Homero Jorge Matos de. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia. vol. Demonstração com instrumentos de desenho. Apostilha. Rio de Janeiro: ed. Desenho Técnico. profissionais. Internet. Apostila impressa em . Nilda Helena S. O processo de avaliação constará dos seguintes instrumentos: Prova individual dos conhecimentos teóricos. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.3 e 4 .45 2. Natal -RN. Ressalta-se que a avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. Benjamin de A. Consultas. Desenho Geométrico. SENAI-DTE-DMD. Corrêa.3ª edição. CARVALHO. Bibliografia complementar ABNT / SENAI. Aldan Nóbrega et al. Natal -RN. estudos e pesquisas orientados: em bibliotecas. Desenho Geométrico. CARVALHO. Bibliografia básica BORGES. Representação das Instalações de Combate a Incêndio. Cláudia Régia Gomes et al. Juazeiro do Norte. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extra-classe. Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. qualitativo e quantitativo. integrados a disciplinas correlatas. outubro. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. conforme projeto do curso. podendo ser individuais ou em grupo. Ao Livro Técnico. PINTO. 2001.

Desenho arquitetônico. 1992. PENTEADO. Nobel. Ao Livro técnico. Viercr. Geometria Gráfica Tridimensional. 5a edição. vol 1. PUTNOKI. Curso de Desenho Perspectivo. COSTA. reta e plano. Globo. Desenho arquitetônico. RJ: ed. 34a edição. vol. 1994. 2. Universitária . 2a edição. Mário Duarte. I e 2 . VIEIRA. Edgard Blücher. Alcy P. São Paulo: ed. 1979. 1. Geometria Gráfica Tridimensional . VIDAL. 1989. São Paulo: ed. ed. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Apostila impressa em computador. Comunicação Visual e Expressão: Artes Plásticas e Desenho. Homero Jorge Matos de. 29a edição 1977. vol. João Pessoa. MONTENEGRO. Leonardo T. Universitária . São Paulo.UFPE. Nobel. Noções de Geometria Descritiva. VIRGÍLIO. . José de Arruda. José Roberto de Godoy. vol. Alcy P. GIONGO. Tradução: LIMA. 8a edição. . CARVALHO.UFPE. 1. São Paulo: ed. 1992. 1988. COSTA. OBERG. 1978. FRENCH. Companhia Editora Nacional. Hemus.Ponto. 1964.46 computador. José Carlos. Athaíde. Rio de Janeiro. São Paulo: ed. Gildo A. L. Elementos de Geometria e Desenho Geométrico. 2a edição. Frank R. Mário Duarte. Norberto de Paula. 2. 1980. LEME. Noções de Geometria Descritiva. 1983. São Paulo: ed. Affonso Rocha. Alfredo dos Reis. 19??. Desenho arquitetônico contemporâneo.Sistemas de Representação. Scipione. vol.. DAGOSTINO. ed. 1ª edição. VIEIRA. de A. Curso de Desenho Geométrico. Ao Livro Técnico. Thomas Ewing e Charles J. PRÍNCIPE Jr. vol. São Paulo. de A.

2) Medidas topográficas.47 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Topografia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Topografia proporciona ao Tecnólogo condições de representar e interpretar a representação tridimensional de terrenos. Utilizar as ferramentas básicas de um software topográfico. Interpretar plantas topográficas planialtimétricos. . Utilizar adequadamente instrumental topográfico para planimetria e altimetria. cálculos e desenho topográfico. Coordenar trabalhos topográficos de campo. escalas. Realizar trabalhos topográficos de campo. Avaliar a viabilidade de aplicação de novas tecnologias da topografia nas obras de construção civil. Conteúdos 1) Conceitos básicos em topografia. Avaliar o grau de precisão necessário nos trabalhos topográfico para os fins específicos da construção civil. bem como construções neles existentes ou a serem executados. Efetuar desenho topográfico em prancheta ou computador. PROGRAMA Objetivos Interpretar e representar a superfície topográfica como recurso auxiliar na construção civil. 3) Estudo do teodolito. convenções e erros em topografia.

5) Levantamentos e locações planimétricas. 6) Avaliação de áreas. 1992. Rocha. seminários e exposição participada. Rio de Janeiro/RJ. Alberto de Campos. José Carlos. Nobel. Viçosa/MG. RODRIGUES. 1984. Topografia. PIEDADE. receptores GPS e noções sobre software topográfico. COMASTRI. 7) Noções sobre o Sistema UTM. Ed. Vol. . 1990. São Paulo/SP. Ed. Topografia: aplicada às ciências agrárias. José Aníbal. Edgar Blücher. São Paulo/SP. Gilberto José. Viçosa/MG. 1. 5ª edição. Gertrudes C. Trabalhos topográficos elementares realizados em grupo. 1977. Bibliografia básica BORGES. Topografia. COMASTRI. UFV. Topografia aplicada: medição. Relatórios de trabalhos práticos. níveis eletrônicos.48 4) Goniometria. Vol. GARCIA. Edgar Blücher. 9) Perfis e curvas de nível. José Aníbal. Topografia: altimetria. UFV. São Paulo/SP. 8) Altimetria: nivelamento geométrico e taqueométrico. 10) Estações totais. Avaliação Provas escritas e provas práticas com instrumentos. 2. Solução de problemas. Topografia. Alberto de Campos. 2ª edição. Ed. divisão e demarcação. 1990. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas. 1979. Bibliografia complementar BORGES. Livros Técnicos e Científicos.

8) Madeira. 6) Agregados 7) Aglomerantes. classificar e indicar as aplicações dos materiais de construção. Conteúdos 1) Generalidades sobre materiais de construção. 9) Materiais Metálicos. 4) Propriedades dos materiais. 5) Pedras naturais. .49 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Materiais de Construção Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Materiais de Construção se propõe a estudar os materiais mais utilizados na construção civil. analisando suas características físicas e químicas. utilizar normas técnicas nas especificações. PROGRAMA Objetivos Conhecer os fundamentos da geologia e os princípios de formação da terra. 2) Introdução à geologia. 3) Normas técnicas. recebimento e aplicação dos materiais de construção e analisar. conhecer os materiais de construção e as pedras naturais.

Luiz Alfredo F. Universitária de Goiás – Goiânia – GO. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS.50 10) Produtos cerâmicos. Materiais de construção. Bibliografia complementar Verçosa. Bauer. Alves. Livros Técnicos e Científicos Editora. Enio José – Materiais de construção – vol. Rio de Janeiro/RJ. Avaliação Avaliação teórica escritas. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. visitas técnicas e palestras. aulas práticas de laboratório e de campo. relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. 13) Impermeabilizantes. Petrucci. Rio de Janeiro/RJ. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. 5ª edição. 14) Vidros. 1994. II. Vol. Luiz Alfredo F. 12) Materiais Betuminosos. 5ª edição. I. José Dafico – Materiais de construção – Ed. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas. . Bibliografia básica Bauer. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1994. Materiais de construção. 11) Polímeros. Vol.

• reconhecer as diversas formas de citação do discurso alheio e avaliar-lhes a pertinência no co-texto em que se encontram. com ênfase em aspectos organizacionais do texto escrito de natureza técnica científica e/ou acadêmica. relatório e artigo científico. científica e/ou acadêmica. • reconhecer traços configuradores de gêneros técnicos. relatório e artigo científico. da resenha. • descrever a progressão discursiva em resenha. • avaliar textos/trechos representativos dos gêneros supracitados. • recuperar a intenção comunicativa em resenha. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à leitura de textos de natureza técnica. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. dos parágrafos e das demais partes do texto. científicos e/ou acadêmicos (especialmente do resumo. • utilizar-se de estratégias de sumarização. a . científica e/ou acadêmica: • identificar marcas estilísticas caracterizadoras da linguagem técnica.51 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Leitura e Produção de Textos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: Carga- 2º Horária: 60 h/a Ementa Textualidade. do relatório e do artigo científico).

e a eficácia comunicativa.52 pertinência das informações. modalização em discurso segundo a ilha textual. Quanto à produção de textos escritos de natureza técnica. • citar o discurso alheio de forma pertinente e de acordo com as convenções da ABNT. parágrafos e outras partes do texto. sinalização da progressão discursiva entre frases. leitura dirigida. reflexos da imagem do autor e do leitor na escritura em função da cena enunciativa. • sinalizar a progressão discursiva (entre frases. indireto.Discurso alheio no texto escrito de natureza técnica. resenha. científicos e/ou acadêmicos: resumo. resenha. Conteúdos 1. científicos e/ou acadêmicos. relatório e artigo científico: estrutura composicional e estilo. formas básicas de citação do discurso alheio: discurso direto. científica e/ou acadêmica. relatório e artigo científico conforme diretrizes expostas na disciplina. científica e/ou acadêmica: • expressar-se em estilo adequado aos gêneros técnicos. convenções da ABNT para as citações do discurso alheio. 3. • produzir resumo. científica e/ou acadêmica: características da linguagem técnica. estratégias de pessoalização e de impessoalização da linguagem. discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. parágrafos e outras partes do texto) com elementos coesivos a fim de que o leitor possa recuperá-la com maior facilidade. .Estratégias de sumarização 4. • utilizar-se de estratégias de pessoalização e impessoalização da linguagem. os juízos de valor. a adequação às convenções da ABNT. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada.Organização do texto escrito de natureza técnica.Gêneros técnicos. 2. científica e/ou acadêmica.

B. ISLANDAR.H do C. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos. ed. E. São Paulo: Parábola Editorial. individuais e em grupo. M.). 1999. ed. GARCEZ.. E. _____. L. São Paulo: Martins Fontes. Tecendo textos. 2003. construindo experiências. Resumo. Rio de Janeiro. Resenha. L. 2004. 2002. A redação pelo parágrafo. Bibliografia básica do professor ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 6023: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. BEZERRA.I. (Coord. Curitiba: Juruá. I.). 2001. (Orgs. _____. de A. 2004.. 2003. Gramática escolar da língua portuguesa. Fundamentos de metodologia científica. M. Bibliografia complementar do aluno AZEVEDO. 2. Planejar gêneros acadêmicos. 5. 2001. M. São Paulo: Atlas. FIGUEIREDO. 10. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Rio de Janeiro: Lucerna. LAKATOS. de S. 2005. São Paulo: Parábola Editorial. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 2004. . BECHARA. ed. MARCONI. DIONÍSIO. de. São Paulo: Parábola Editorial. Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores. 2002. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos científicos.53 Avaliação • Contínua por meio de atividades orais e escritas.C. A.P. São Paulo: Hagnos. J. MACHADO. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Lucerna.R. A.

(Língua [gem]. 2001.C. N. Gêneros textuais e ensino. debates. tipificação e interação. M. _____.. 2003. 2005. 14). A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. 2004. NEVES. (Orgs. 2005. _____. Comunicação nos textos.H. Gêneros textuais. Manual de resumos e comunicações científicas. A.. J. MOTTA-ROTH. São Paulo: Contexto. São Paulo: UNESP. 2000. ZANOTTO.L. 2004. Desvendando os segredos do texto. HOFFNAGEL. 19. KOCH.M.). NEVES. São Paulo: Martins Fontes. I. do A.H. 2005. ed. São Paulo: Parábola Editorial. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. TRAVAGLIA. (Orgs. A. Rio de Janeiro: Lucerna. _____. D. M. São Paulo: Contexto. 2003. São Paulo: Avercamp. 2002. A Coerência Textual. D. SAUTCHUCK. N.). MEURER. DIONÍSIO. J. métodos. DISCINI. Análise de textos de comunicação. São Paulo: UNESP. Gramática de usos de português. Rio de Janeiro: Lucerna.54 _____. E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual. ed. Caxias do Sul. São Paulo: Cortez.. Manual de artigos científicos. 16. 2005. São Paulo: Codes.C.L. A Coesão textual. GONÇALVES. MAINGUENEAU. 2002.L. BONINI. . H.V.M. São Paulo: Contexto. Gêneros: teorias. L. São Paulo: Contexto. I. 2004. 2005. RS: Educar. São Paulo: Avercamp.

trabalhos acadêmicos: tipos. • Ter capacidade de planejamento e execução de trabalhos científicos. pesquisa: conceito. classificação e divisão da ciência. ESPECÍFICOS: • Conhecer os fundamentos da ciência. Pesquisa. • Utilizar diferentes métodos de estudo e pesquisa. Normas Técnicas de Trabalhos científicos. • Conhecer as etapas formais de elaboração e apresentação de trabalhos científicos. métodos científicos: conceito e críticas. resumos. . ciência e conhecimento científico: tipos de conhecimento. relatórios. Etapas formais para elaboração de trabalhos acadêmicos (fichamentos. Conceito e função da metodologia científica.55 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Curso(s) em que é oferecida: Metodologia do Trabalho Científico Tecnologia em Construção de Edifícios Carga60h/a Horária: Período 2º Letivo: Ementa Leitura e análise de textos. conhecimento e pesquisa. tipos e finalidade. resenhas. Desenvolvimento histórico do método científico. projeto e relatórios de pesquisa. • Planejar e elaborar trabalhos científicos Conteúdos • • • • • • • • Sistematização das atividades acadêmicas. • Saber usar as Normas Técnicas de Trabalhos Científicos. Ciência. enfatizando a importância do saber científico no processo de produção do conhecimento. conceito de ciência. monografias. A documentação como método de estudo. características e diretrizes para elaboração. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos GERAL: Compreender os aspectos teóricos e práticos referentes à elaboração de trabalhos científicos.).

LAVILLE. Bibliografia básica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1995. Antônio Carlos.). ed. 2002. 4. São Paulo: Cortez. Metodologia científica. GRESSLER. Fundamentos de metodologia científica. 2000. Rio de Janeiro.ed. Rio de Janeiro. 2002.. Chistian e Jean Dionne. NBR 10520: Informação e documentação: apresentação de citações em documentos. A pesquisa científica hoje. Porto Alegre: ArTmed. Metodologia do trabalho científico. Convite à filosofia. Marilena. MARCONI. Jamil Ibrahim. 5.ed. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. São Paulo: Atlas. Chistian e Jean Dionne. O nascimento do saber científico. 1999.. estudos dirigidos. FEHFELD. São Paulo: Ed.. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Neide A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. 2004. Ática. Marina de Andrade. ISKANDAR. . discussão em grupos com uso de algumas técnicas de ensino e debates em sala. Rio de Janeiro. 2. São Paulo: Loyola. São Paulo : Pearson Makron Books. LAVILLE. resenhas. LAKATOS. 1999. Lori Alice. Eva Maria. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. 2002. 1999. projetos de pesquisa. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. relatório. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. de Souza. Antonio Joaquim.56 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas acompanhadas da realização de trabalhos práticos em sala de aula. GIL. CHAUI. Avaliação Será realizada através da participação e da avaliação dos trabalhos propostos escritos individuais e em grupos e da produção de trabalhos acadêmicos (resumos. Aidil da Silveira. 2002. Bibliografia complementar BARROS. São Paulo: Atlas. SEVERINO. Métodos e técnicas da pesquisa social. . NBR 6023: Informação e documentação: Referências – Elaboração. Porto Alegre: ArTmed.

formas geométricas simples e definidas. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral l Curso(s) em que é oferecida: Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2º Carga. empregos de integrais. Porto Alegre: Sulina. aceleração. PROGRAMA Objetivos . formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples. SALVADOR. velocidade.80 Horária: h/a EMENTA Funções com variações elevadas. 7. Ângelo Domingos.ed. áreas e volumes. derivadas e integrais. 2005. problemas do meio ambiente com emprego de limites. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. 2002. taxas de variação das grandezas com emprego das derivadas.57 Curitiba: Juruá.

2 – Limite de uma função identidade 1.4.1 – Derivada de uma potencia 2.4 – Regras de derivação 2.2 – Propriedades 1.Calcular áreas e volumes com contornos que obedecem as formas geométricas simples.5 – Limites Infinitos 1.3.3.3 – Significado físico 2.2 – Fórmula geral 2.4.3.3 – Propriedades 2.5.3.6 – Limites Notáveis 1.Limites no Infinito 1.1 – Conceito 1.4.4.1 – Limite exponencial fundamental 1.Utilizar os limites na solução de problemas envolvendo funções com variações elevadas .2 – Derivada de uma função constante 2. limite de uma função racional 1.Derivada de uma soma de funções 2.3.58 .6 – Limite do quociente entre 2 funções 1.4.2 – Limites Laterais 1.4 .3. .6.1 – Conceito geral 2.3. taxa de variação das grandezas com emprego das derivadas.2 – Propriedades: limite de um polinômio.1 – Conceito Geral 1. aceleração e outras grandezas físicas.4.4.1 .4 – Limite da diferença entre 2 funções 1.5 – Limite do produto de funções 1.1 – Conceito 1. Conteúdos 1 – LIMITES 1.3.2 – Limite trigonométrico fundamental 2 – DERIVADAS 2.3 – Propriedades 1.3 – Derivada de um quociente entre 2 funções .3 – Limite de uma soma de funções 1. derivadas e integrais.1 – Limite de uma função constante 1. .Calcular velocidade.5.6. bem como formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples.Solucionar situações envolvendo problemas do meio ambiente com emprego de limites.4.3.2 – Derivada de um produto de funções 2.

GSS. demonstrativos das aplicações.4 – Derivada da função arco cotangente 2.10 – Aplicações práticas 2.4 – Aplicações das integrais indefinidas 3. DALE.2 – Derivada da função arco cosseno 2.7 – Derivadas trigonométricas 2.3 – Derivada da função tangente 2. resolução de exercícios. trabalhos individuais.2 – Integrais indefinidas 3. visitas a sistemas de água e esgoto.5 – Derivada da função secante 2.8.8.5 – Derivada de uma função composta 2.8.8 – Derivadas das funções trigonométricas inversas 2.9 – Derivadas sucessivas 2.7. TOPPER.7. Bibliografia básica Cálculo I – Funções de uma variável – ÁVILA.6 – Derivada da função arco cossecante 2.11 – Máximos e mínimos e aplicações praticas 3 – INTEGRAÇÃO 3.1 – Conceito geral 3. Michael A.3 – Derivada da função arco tangente 2.7.7.6 – Taxas de variação 2. .59 2.5 – Derivada da função arco secante 2. Cálculo Técnico – EWEN.8.5 – Integrais definidas 3.8.7.7.1 – Derivada da função arco seno 2.8.3 – Equações diferenciadas 3.6 – Aplicações das integrais definidas Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas.2 – Derivada da função cosseno 2. Avaliação Provas.1 – Derivada da função seno 2.4 – Derivada da função cotangente 2.6 – Derivada da função cossecante 2.

Antônio Ferreira.60 Cálculo II – Funções de uma variável – ÁVILA. controle de qualidade e aspectos técnicos da fabricação e aplicação de argamassas e concretos. GSS. a aplicação e o controle tecnológico de argamassas e . terminologia. generalidades. Bibliografia complementar CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Argamassas e Concretos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições. normas técnicas. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar a fabricação. Noções de Integrais – SANTANA.

08) Ensaios de laboratório e de campo em concreto. Luiz Alfredo F. Rio de Janeiro/RJ. 5ª edição. 5ª edição. 1994. 03) Tipos e propriedades das argamassas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. . Vol. relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. Materiais de construção. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. Bibliografia complementar Verçosa. Bibliografia básica Bauer. 05) Aplicação das argamassas. II. Luiz Alfredo F. Petrucci. 02) Materiais constituintes das argamassas. Bauer. Avaliação Avaliação teórica. Rio de Janeiro/RJ. Vol. 06) Materiais constituintes do concreto. 09) Aplicações dos concretos. 07) Tipos e propriedades dos concretos. 1994. visitas técnicas e palestras. Enio José – Materiais de construção – vol. 04) Ensaios de laboratório com argamassas. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. 11) Aplicação de normas técnicas na fabricação e aplicação das argamassas e concretos. Conteúdos 01) Definições e generalidades sobre argamassas e concretos. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS.61 concretos. 10) Controle tecnológico de concreto. Materiais de construção. Livros Técnicos e Científicos Editora. I. Livros Técnicos e Científicos Editora. aulas práticas de laboratório e de campo.

I – Manual de argamassa e revestimentos. Desenvolver desenho projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos utilizando ferramentas computacionais bidimensional utilizando o software AutoCAD. . Fiorito. Editora PINI – SP Helene.S. propriedades e materiais. J. Paulo R.SP CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Arquitetônico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 100 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento utilizando ferramentas convencionais.62 Alves.Concreto. Editora PINI .M. Editora PINI – SP Mehta P. José Dafico – Materiais de construção – Ed. Universitária de Goiás – Goiânia – GO. Paulo – Manual de dosagem e controle do concret.K e Monteiro J. estrutura. Aplicar as convenções.L e Terzian. as simbologias e as .

6) Etapas de desenvolvimento de projetos arquitetônicos. 4. cortes. 9) Desenho Arquitetônico computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos: 1. plantas de situação. desenvolvimento de alternativas para o cliente). 2. 3. cortes. verificando a sua conformidade com as prescrições do projeto arquitetônico. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). Analisar a correlação do projeto arquitetônico com os demais projetos da Construção Civil. Estudo do software AutoCAD. plantas de situação. fachadas. 10) Dimensionamento de escadas e rampas. Introdução ao estudo do Desenho Arquitetônico Assistido por Computador (DAAC). locação e de cobertura). 3. desenvolvimento de alternativas para o cliente). 8) Desenho Arquitetônico convencional a grafite sobre papel fosco: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento: 1. locação e de cobertura). cortes. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). Meios de representação (Planta baixa. simbologias e as normas técnicas do Desenho Arquitetônico. fachadas. Acompanhar a execução de obras. Conteúdos 1) O desenho no contexto do Projeto Arquitetônico e da Construção Predial. 2. fachadas.63 normas técnicas na execução de desenhos arquitetônicos. 4. 7. Executar cadastramento de edifícios. 5. 4) Escalas de representação gráfica. Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. locação e de cobertura). 7) Partes integrantes de um Projeto de Arquitetura (Planta baixa. plantas de situação. 5) Formatos e diagramação de pranchas de Desenho Arquitetônico. 2) Uso e manutenção dos instrumentos convencionais e computacionais de desenho. 6. . Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos utilizando ferramentas computacionais. 3) Convenções. Projeto definitivo computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD. Introdução ao estudo dos Sistemas CAD. Estudo preliminar (esboço. Estudo preliminar (esboço. Meios de representação (Planta baixa.

individuais ou em grupo. MONTENEGRO. Orientação para o desenvolvimento de trabalhos ou projetos. TAVARES. Utilização de maquetes de corpos sólidos e de Edificações. . Desenho Arquitetônico. no segundo bimestre.desenvolvidas em sala-de-aula ou como atividade extra-classe. BORGES. integrados a disciplinas correlatas. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia. Juarez Alves. AutoCAD (Básico). O processo de avaliação será contínuo. Bibliografia básica BALDAN. Apostilha. Não haverá a prova final por se tratar de uma disciplina com trabalho desenvolvido em oficina. será desenvolvida a representação gráfica bidimensional um projeto arquitetônico de uma edificação com mais de um pavimento empregando a ferramenta computacional com o software Auto CAD for Windows. conforme projeto do curso. Apresentação de vídeos. Érica. Avaliação A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. Orientação para o desenvolvimento de pesquisas . Cláudia Régia Gomes. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.64 11) Técnicas de cadastramento arquitetônico. podendo ser individuais ou em grupo. Aldan Nóbrega. Roquemar de Lima. AutoCAD 2000: utilizando totalmente. 1999. Natal -RN. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extraclasse. Gildo A. Demonstração com instrumentos de desenho. cujo processo constará da produção de desenhos arquitetônicos utilizando-se os instrumentos convencionais do desenho no primeiro bimestre e. Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. 12) Noções de acessibilidade para portadores de dificuldades de locomoção. 13) Noções de análise de Projetos em execução. 1987.consultas. Ed. qualitativo e quantitativo. 2003. Setembro. estudos e pesquisas científicas . São Paulo: Edgard Blücher ltda. TORRES.

de A. Juazeiro do Norte. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. URL: http://www. Apostila impressa em computador.ABNT / SENAI. Curso de Desenho Perspectivo. Geometria Gráfica Tridimensional . Joel. Núcleo Técnico e Editorial. NBR 13. Thomas Ewing e Charles J. Globo. 2a edição. NEUFET. Bibliografia complementar ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . 1.65 OBERG. 1992. VIEIRA. Tradução: LIMA.br.ABNT. 04/1994. MAKRON BOOKS. Makron Books. vol. 1990.bibvirt. 2001.isq. 22a edição. Desenho Arquitetônico. FERREIRA. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. São Paulo: ed.htm. 432p. URL: http://www. DAGOSTINO.UFPE.org. Ernest. SILVA. 2. Regina Maria. 1992. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS .ABNT.532.com/themsfx/destec.org.492.Ponto. 1999.usp. Mário Duarte. 1994. Hemus. Mário Duarte. . COSTA.br/acervo/matdidat/tc2000/tecnico/des_tecnico/des_tecnico. Karise Lorena Carmo Barbosa Pinheiro. Homero Jorge Matos de. Universitária . São Paulo.abnt. 2a edição. Tradução da 21a edição alemã. 8a edição. São Paulo. 1979. URL: http://www.Arquitetura. Viercr. L.geocities. João Pessoa.br. VIDAL. Elaboração de Projetos de Edificações .pt/modulform/modulos/c5. VIEIRA. reta e plano. Acessado em 28/10/2001.abnt. 1964. Norberto de Paula. NBR 6. Universitária . SENAI-DTE-DMD. Apostila impressa em computador. Alcy P. DESENHO TÉCNICO.UFPE. de A. Cobertas. São Paulo. Acessado em 17/10/2003. LEME. Leonardo T. AutoCAD 2000. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico. ed. Frank R. Desenho Assistido por . Geometria Gráfica Tridimensional. CARVALHO. Representação de Projetos de Arquitetura. AutoCAD 2000 Passo a Passo Lite. 220p. Acessado em 28/10/2001 FRENCH. Desenho arquitetônico contemporâneo. Acessado em 28/10/2001 PINHEIRO. Gustavo Gili do Brasil S.Sistemas de Representação. vol. COSTA. CARVALHO. Arte de projetar em Arquitetura. A.html. Acessado em 17/10/2003. URL: http://www. São Paulo. Ed. 2a edição. Telecurso 2000. 1980. URL: http://www.htm. Alcy P. ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Ed. 11/1995. NOÇÕES BÁSICAS: DESENHO TÉCNICO.futuro.. Homero Jorge Matos de. José Roberto de Godoy.

Athaíde. PRÍNCIPE Jr. http://www.ufsc. Noções de Geometria Descritiva. Ao Livro técnico. 34a edição. RJ: ed. 1988. Editora Universitária. 5a edição. Nobel. Caligrafia Técnica EGR 5604 e 5616. 1983. São Paulo: ed. vol 1. 1. Acessado em 28/10/2001 TAVARES. 2002. Cláudia Régia Gomes. Apostilha. Antônio Carlos de. Apostilha.66 computador. vol. PRONK. Curso de AutoCAD. . SOUZA. VIRGÍLIO. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. João Pessoa. 51 p. Apostilha. 1984.htm. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Alfredo dos Reis. Emile. Mossoró -RN. Noções de Geometria Descritiva. Dimensionamento em Arquitetura. UFPb. Natal -RN.br/~souza/caligrafiatecnica. 2002.cce.

Compreender o princípio da conservação do momento linear e angular. através da cinemática vetorial e as leis de Newton. PROGRAMA Objetivos Entender as leis que regem os movimentos da Natureza a fim de propor melhor compreensão no estudo de forças internas e externas no equilíbrio das estruturas. Definir o centro de gravidade de figuras de superfície. Conhecer as várias formas de energia e seu princípio de conservação. Conhecer as forças da natureza e compreender as leis de Newton. energia. Calcular o centro de gravidade e movimento de inércia de figuras de superfícies e curvas e a aplicação do teorema de Papu-Goldiw. Entender a dinâmica dos fluidos propiciando melhor compreensão no estudo da hidráulica e suas diversas aplicações. Aplicar as condições de equilíbrio dinâmico. Entender o princípio da conservação da energia mecânica. Entender o equilíbrio energético da Natureza para compreender melhor as formas alternativas de energia e suas influências no aspecto ambiental. Conhecer as tensões e . Conceituar grandezas tais como: trabalho. Definir e conceituar aceleração angular média e instantânea.67 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Física Aplicada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 60 h/a EMENTA O curso propõe a compreensão das leis que regem os movimentos da natureza. entender o princípio de conservação dos movimentos lineares e angulares a fim de compreender o equilíbrio estático e dinâmico das estruturas físicas.. potência. Definir e conceituar aceleração linear média e instantânea.

vol 01. Conhecer as escalas de temperatura e suas correlações. Paul A. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas teóricas. discussões de temas. 12) Centro de gravidade. Avaliação Exercícios. 13) Momento de inércia. 14) Teorema de Papus-Goldin. 8) Sistemas de partículas.. Conteúdos 1) Introdução.68 deformações dos corpos. Relatórios. Entender o princípio da máquina de Carnot. 2) Cinemática. Debates. . 11) Conservação do momento Angular. Prova escrita. 4) As leis de Newton. Trabalhos e exercícios. 3) Movimento em duas e em três dimensões. teorema do giro paralelo. Mecânica para cientistas e engenheiros. Equilíbrio Estático. Seminários e apresentações. 1999. força e atrito. Aulas práticas laboratoriais. 5) Aplicação das leis de Newton. Conhecer a lei dos gases ideais. Trabalhos e apresentações. Livros Técnicos e Científicos Editora. São Paulo/SP. 10) Rotação. 7) Conservação de Energia. 9) Conservação do momento. 6) Trabalho e Energia. Conhecer e aplicar as leis da termodinâmica. Física. Testes. Conhecer os princípios da hidráulica. Bibliografia básica TIPLER.

I. 1972. Física – Um Curso Universitário. I. . Edward J. Editora Edgard Blücher. Mecânica. São Paulo/SP . Beer. Vol. São Paulo/SP. Livros Técnicos e Científicos Editora. Robert e WALKER. 1999. São Paulo/SP. RESNICK. Makron Books do Brasil Editora Ltda. HALLIDAY. Mecânica Vetorial para Engenheiros. FERDINAND. David. Marcelo e FINN. P. Fundamentos de Física – Mecânica. Vol. 6ª Edição. Jearl. 2002.69 Bibliografia complementar ALONSO. 6ª Edição.

Conhecer a matéria prima básica dos produtos cerâmicos. suas propriedades e aplicações. Calcular a carga formal para as espécies químicas presentes nos compostos químicos. Determinar a composição e a fórmula dos compostos químicos através do cálculo estequiométrico. Entender e identificar os tipos de corrosão em armaduras. Relacionar os tipos de ensaios. teoricamente. Identificar os ambientes agressivos e as formas de proteção às armaduras. Conteúdos . Identificar as leis históricas da estequiometria e suas relações básicas. de ligação e isolados.70 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Química dos Materiais Professor (a): Djeson Mateus Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos 1. Determinar nas estruturas de octeto completo: os pares de valência. Construir estruturas de octeto completo. suas propriedades e aplicações na Engenharia Civil. Entender a diferença entre precisão e confiabilidade. Identificar as estruturas geométricas para as moléculas químicas. Estabelecer. relações entre elementos químicos e identificar o tipo de ligação ocorrida entre os mesmos. Descrever os métodos de determinação dos pesos atômicos e moleculares. Identificar os principais produtos derivados da Cal. Seqüenciar as etapas da investigação científica. Diferenciar os sistemas de medidas de grandezas e suas respectivas unidades. exatidão e número exato. Compreender a importância dos algarismos significativos numa medida. incompleto e expandido e de ressonância magnética para os compostos químicos correspondentes. inspeções e reparos em concreto armado deteriorado. Descrever de forma sucinta a evolução das teorias atômicas.

1991. 3. Estudo e pesquisa orientados. 7. 5) Determinação das massas atômicas e moleculares. 3) Evolução das teorias atômicas. Participação em seminários e em atividades de sala de aula. H. 1 e 2. B. 11) Produtos cerâmicos. 8) Estequiometria química. RUSSEL. 10) Corrosão em armaduras. J. 7) Composição e fórmulas químicas. 2) Sistemas e unidades de medidas. Bibliografia básica 4. JOSEPH A. Editora Guanabara Dois S. 6) Leis históricas da estequiometria. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. 4ª Ed. 1994. Um Curso Universitário. Avaliação teórica individual e em grupo. Bibliografia complementar . Indústrias de Processos Químicos. R. NORRIS. Vol. 4) A matéria e suas propriedades. Seminários. Química. MAHAN. São Paulo: Edgar Blucher. 12) A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil.A. Visitas técnicas Avaliação 2. Rio de Janeiro. 6. 1980. 9) Valência e ligações químicas. BRINK JR. Relatórios de aulas práticas. Química Geral.71 1) O método científico. Leitura orientada individual e coletiva. SHREVE. São Paulo: Makron Books. 8. 5.

ANDRADE. Ltda. GERARDO. 14. 11. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras. Coleção Schaum. JEROME LAIB. 1989. São Paulo. 1ª Ed. A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil. HUMINSTON. 2ª Ed. São Paulo. JOSÉ EPITÁCIO PASSOS. Editora Edgard Blücher Ltda. 1997. LAWRENCE M. 1978. E. 1997. Química Geral. 1983.. Rio de Janeiro: S. EPSTEIN. E. São Paulo. PINI – Editora. CARMEN. Pini Editora. PÉRSIO DE SOUZA. BRADY. Editora Mc Graw-Hill do Brasil. 13. Vol. 12. SANTOS. 8th ed. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estatística Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 40 h/a . 1.. 15. Livros Técnicos e Científicos. McGraw-Hill. GUIMARÃES. Ciência e Tecnologia de Argilas. ROSENBERG. MAYOR GONZALEZ. 1992. G.72 9. Materiais de Construção. São Paulo. 10. Schaum’s Outline of Theory and Problems of College Chemistry. 16.A.

separatrizes. sistemas naturais ou sistemas tecnológicos). Transformar em tabelas e gráficos algumas situações dadas em linguagem discursiva. medidas de assimetria. moda e separatrizes. inseridos em um processo histórico e social. tabelas e gráficos. . variância. 3) Distribuição de freqüência: construção e elementos. 2) Organização de dados: listas. quadros. Reconhecer. Ler e analisar diferentes tipos de textos com informações apresentadas em linguagem estatística ou que envolvam dados organizados em tabelas e gráficos. fazendo estimativas. Conteúdos 1) Definições e conceitos estatísticos básicos: Variável. censo. mediana. gráficos. solucionando problemas. Medidas de dispersão: amplitude. Compreender os conhecimentos científico e tecnológico como resultados de uma construção humana. medidas de curtose ou probabilidades. tabelas e desenvolvendo cálculos numéricos – enviando ou solicitando informações. interpretar e propor modelos para situações-problema (fenômenos. utilizando ferramentas da Estatística. desvio padrão ou outra medida de dispersão. Expressar-se com clareza utilizando a linguagem estatística – elaborando textos. Compreender a ciência e a tecnologia como partes da cultura contemporânea. apresentando idéias. Reconhecer e utilizar adequadamente os símbolos. argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e tecnologia. elaborando hipóteses e interpretando resultados na resolução de situaçõesproblema propostas. utilizar. Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo.73 EMENTA PROGRAMA Objetivos Reconhecer e avaliar o caráter ético dos conhecimentos científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos. desvio padrão. amostragem. Analisar. sendo capaz de analisar e julgar cálculos efetuados sobre os dados apresentados – medidas tais como médias ou outra medida de concentração (ou tendência central). etc. fórmulas e vocabulário da linguagem matemática e científica inerentes do estudo da Estatística. Medidas de tendência central e de posição: Média. representar dados e utilizar adequadamente as ferramentas estatísticas. amostra e população.

[Tradução: Ruy C. 1996. 2004. TRIOLA. Estatística. Edição]. Livros Técnicos e Científicos S.74 coeficiente de variação. [5ª. B. 7ª edição. Neufeld. Medidas de assimetria. [Tradução: José Luiz Celeste]. Giuseppe. Jairo Simon da & MARTINS. 5ª edição. Estatística: geral e aplicada. Bibliografia complementar AZEVEDO. Paul L. Estatística fácil. Distribuição Binomial. Introdução à estatística. MILONE. Aulas dinâmicas com trabalho em grupo (envolvendo pesquisa sobre características da própria turma. Distribuição Normal. MEYER. Distribuições de probabilidade. Amílcar Gomes de.1987. Bibliografia básica CRESPO. 1981. Distribuições discretas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. por exemplo. 2003. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com apoio de material impresso (apostila. para aplicação dos conceitos básicos e identificação das várias etapas do método estatístico). Lourenço Filho]. Pedro Luís de Oliveira. COSTA NETO. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro. Mario F. Avaliação Avaliação através do desempenho dos alunos nas atividades individuais (prova escrita) e nas desenvolvidas em grupo (pesquisas em grupos de 3 ou 4 alunos ou resolução de testes em dupla). 5) Correlação e regressão. São Paulo: Saraiva. Estatística básica: curso de ciências humanas e de educação. Antonio Arnot. . 1977. São Paulo: Prentice Hall. Medidas de Curtose. Distribuições Contínuas. 6ª edição. 1999. 4) Probabilidade. Estatística aplicada à administração usando Excel. São Paulo: Atlas. São Paulo: Edgar Blücher. John L. Curso de Estatística. 1997.. Gilberto de Andrade. FONSECA. texto auxiliar ou lista de exercícios).A.

São Paulo: Atlas. Geraldo Luciano & OVALE. VIEIRA. Estatística básica.75 TOLEDO. [2ª. Ivo Izidoro. . Estatística: introdução ilustrada. Edição] São Paulo: Atlas. 1986. Sônia. 1985.

executar e acompanhar. Relacionar as normas. Orientar e utilizar as normas de segurança na obra. 4) Plano Diretor. Acompanhar a execução de construções. regulamentações e códigos aplicados na construção civil. regulamentações e códigos aplicados na construção civil. 3) Estatuto da cidade. 2) Leis. PROGRAMA Objetivos Aplicar a legislação urbanística em projetos e sua execução. Identificar as normas.76 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas urbanísticas e das normas de segurança no trabalho aplicadas a realização de uma obra. 5) Código de Obra. conforme a legislação urbana vigente. Utilizar a legislação de segurança no trabalho. Elaborar. . Estadual e Municipal). Conteúdos 1) Constituição Federal. Decretos sobre o uso do solo ( Federal. Fiscalizar a execução de construções com base na legislação urbana. conforme a legislação vigente.

77 6) Normas de Segurança no Trabalho. Bibliografia básica Plano Diretor de Natal Código de Obras de Natal Bibliografia complementar Coletânea da Legislação Ambiental do Município de Natal (organizado por Marise Costa de Souza Duarte) . Avaliação Provas Escritas. Seminários. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas Expositivas dialogadas. Palestras. Trabalhos de pesquisa com apresentação em Seminário.

Conteúdos 1) Elementos de matemática financeira: Percentagem. Fluxo de Caixa. Regime de Juros (simples e compostos).78 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Financeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalha os conhecimentos em Matemática Financeira como uma ferramenta para a tomada de decisões no âmbito das finanças em empreendimentos da Construção Civil. tabelas e calculadoras. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta análise financeira. . PROGRAMA Objetivos Executar análises econômicas de projetos para tomada de decisões. Taxa Real ou Efetiva. Investigar a viabilidade econômica de projetos. Taxa Equivalente. Taxa Nominal. Aplicar conhecimentos e métodos de matemática financeira para análise de projetos. Taxa de Atratividade. Impostos. Inflação. desconto. Juros. 3) Elaboração de Projeto 4) Sistema Financeiro de Habitação. Taxa Interna de Retorno. 2) Análise de Projetos: Investimentos. Efetuar cálculos financeiros com uso de gráficos. Financiamento: Empréstimo. sistema de amortização de empréstimo. Capitalização. Depreciação.

Trabalho (Estudo de Caso) em grupo. Editora ATLAS. Bibliografia básica ASSAF NETO. 6ª edição. Trabalho de pesquisa em grupo sobre o sistema Financeiro de Habitação. Editora. 1982. 1998. Editora Saraiva. . quadro branco. através de aulas expositivas com a utilização de recursos audiovisuais. Sérgio de. Rio de Janeiro/RJ. Henrique: Engenharia econômica e Análises de Custos. Ed. Avaliação Prova bimestral individual e trabalhos de pesquisa em grupo. Antônio Arnot: Matemática Comercial e Financeira. listas de exercícios. Bibliografia complementar HIRSCHFELD. Clovis de: Matemática Financeira. CRESPO. São Paulo/SP. 1994. São Paulo/SP. LUDICIBUS. Editora ATLAS. entregue no final da disciplina. Contabilidade Comercial. Atlas.79 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Será desenvolvimento de forma interativa. FARO. Alexandre: Matemática Financeira e suas Aplicações. Atlas. 2003. Ed.

Conteúdos 1) Elementos estruturais. Conhecer os mecanismos matemáticos para o cálculo dos esforços nas estruturas. 3) Sistemas Estruturais. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. 4) Deformação estrutural. 2) Vínculos na engenharia estrutural. Distinguir os tipos de carregamento. . PROGRAMA Objetivos Distinguir e caracterizar os sistemas estruturais. Interpretar o funcionamento dos elementos estruturais.80 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estabilidade das Construções Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conceito sobre Estática. Definição de Elementos Estruturais e seus vínculos de apoio e dimensionamento de lajes maciças.

8a ed. São Paulo: MAKRON BOOKS. Concreto armado: eu te amo. São Paulo-SP. Avaliação escrita. Editora Guanabara Dois S/A . Editora Edgard Blucher Ltda.Rio de Janeiro. Avaliação Exercícios e trabalhos. Mecânica vetorial para engenheiros. Bibliografia complementar HIGDON. Cursos de análise estrutural. BOTELHO. Mecânica dos materiais. .Rio de Janeiro: Globo. SUSSEKIND. Participação durante as aulas. Manoel Henrique Campos (1997). . at alli (1981). A . José Carlos (1984).81 Exercícios orientados pelo professor.Porto Alegre . Ferdinand Pierre (1980). Bibliografia básica BEER.

considerando aspectos de qualidade e produtividade dos serviços. Desenvolver projetos de Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. e orientar suas execuções. transmissão. 4) Previsão de cargas e divisão das instalações elétricas. Dimensionar Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. .82 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Elétricas e Telefônicas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 100 h/a EMENTA Planejar e orientar a execução de Instalações Elétricas de baixa tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. 3) Geração. distribuição e utilização de energia elétrica. em coerência com os Projetos Arquitetônico e Estrutural. Conteúdos 1) Conceitos básicos de eletricidade. 2) Normalização técnica. PROGRAMA Objetivos Identificar e conhecer os princípios de funcionamento dos elementos que compõem as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas. Conceber espacialmente as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas.

normas técnicas. 4ª. Instalações Elétricas. São Paulo: Érica. ed. 12) Luminotécnica. ed. 8) Ferramentas para instalações elétricas e execução de circuitos. 14ª. Bibliografia básica CAVALIN. 2002. 7ª. CREDER. materiais e projetos elétricos e telefônicos. 7) Dispositivos de comando de iluminação e sinalização. 15) Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. Ademaro A. COTRIM. 2003. interfone e antena de TV e FM. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 14) Desenvolvimento de projeto de instalações elétricas prediais. Visitas técnicas a edificações em construção. 9) Dimensionamento de condutores. B. Instalações Elétricas. Avaliação Será realizada de maneira contínua e cumulativa. 10) Aterramento e proteção contra choque elétrico. Instalações Elétricas Prediais. Os instrumentos de avaliação serão: prova escrita. relatórios de visitas técnicas e práticas de execução de instalações elétricas. a qualidade da apresentação dos trabalhos e a participação do aluno nas atividades. 13) Comando e proteção de motores elétricos. exercícios. Aulas práticas de laboratório para execução de pequenas instalações elétricas. eletrodutos e dispositivos de proteção. São Paulo/SP. Geraldo.83 5) Fornecimento de energia elétrica. catálogos técnicos. . M. 16) Tubulações para telefone. Makron Books. 2000. Severino. CERVELIN. 6) Simbologia para instalações elétricas prediais. 11) Leitura e interpretação de projetos de instalações elétricas prediais. Hélio. No processo de avaliação será observado o conhecimento. 17) Desenvolvimento de projeto de tubulação telefônica predial. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e demonstrativas com utilização de roteiros de aula. trabalhos de pesquisa.

Domingos Leite. São Paulo: Érica. Manual Pirelli de Instalações Elétricas. . NBR 13726 (Redes telefônicas internas em prédios – tubulação de entrada telefônica – Projeto).84 LIMA FILHO. NBR 5444 – SB2 (Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais). ABNT. Archibald Joseph. Bibliografia complementar NISKIER. MACINTYRE. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. Instalações Elétricas. PINI. São Paulo/SP. 2000. Julio. 2001. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. ed. 1996. 1996. 1999. 4ª. 1989. NBR 13822 (Redes telefônicas em edificações com até cinco pontos telefônicos – projeto). NBR 5410 (Instalações Elétricas de Baixa Tensão). 2004. ABNT. NBR 13727 (Redes telefônicas internas em prédios – plantas / partes componentes do projeto de tubulação telefônica). 6ª. Edição. Ed. ed. ABNT. 1997. ABNT. NBR 5419 – NB 165 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). ABNT. ABNT. 2ª. 2001.

dos esgotos sanitários. armazenamento e destinação final da água potável. Distinguir métodos e critérios de dimensionamento das instalações. 2) Bombas hidráulicas. Instalações prediais de esgoto sanitário.sanitárias e de Gás Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 120 h/a EMENTA A disciplina Instalações Hidrosantárias e de gás trata principalmente da condução. das águas pluviais. Interpretar normas técnicas. Distinguir os equipamentos de trabalho para execução dos serviços. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Conteúdos 1) Instalações prediais de água fria. bem como das instalações de prevenção e combate a incêndio e de gás combustível.85 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Hidro . PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. Avaliar especificação dos materiais utilizados. Conhecer as técnicas de montagem das instalações. 4) Instalações de combate a incêndio. 3) Instalações prediais de águas pluviais.

Vol. Vol. Seminários. Avaliação Exercícios e trabalhos. 5a edição. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 2. 2a edição.d]. Rio de Janeiro/RJ. 7a edição. S [s. Ed. Instalações hidráulicas e sanitárias. Instalações hidráulicas e sanitárias. . Tubos e Conexões T igre S/A. Edgard Blucher. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo/SP. São Paulo/SP. 1982. José Martiniano & OLIVEIRA. GARCEZ. 1976. V [s. 7a edição. Visitas técnicas. Edgard Blucher. MACINTYRE. Apresentação de vídeos. H. São Paulo. N. Bibliografia básica CREDER. Archibald Joseph. AZEVEDO NETTO. MANUAL TÉCNICO.d]. Edgard Blucher.86 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Participação durante as aulas. Manual de hidráulica. Projetos. José Martiniano. . Relatórios. São Paulo/SP. DE ARAUJO COELHO. Tubos e Conexões Akros S/A. AZEVEDO NETTO. R. Hemus. 1982. Manual de hidráulica. Participação nas visitas técnicas. José Martiniano. 1995. Bibliografia complementar AZEVEDO NETTO. MANUAL TÉCNICO. 1996. L. Instalações hidráulicas. 1. Rio de Janeiro/RJ. Instalações prediais hidráulicosanitárias.

. Acompanhar a velocidade de produção da mão de obra.87 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estudos de Tempo e Métodos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer a importância do estudo dos tempos na produção. Formular métodos para aumentar a produtividade. Calcular índice de produtividade de serviços. 3) Estudo dos movimentos e projetos de métodos. 2) Conceituação e Fundamentação Teórica. Aplicar racionalidade de tempos. Registrar tempo de operações na construção civil. Implantar métodos de melhoria de produtividade. 7) Execução para estudo dos tempos. 5) Processo geral de solução dos problemas. Relacionar estudo dos tempos e estudo dos movimentos. Treinar equipe através de estudo dos tempos. Avaliar o ritmo de produtividade de método. Analisar situação problema para mudança de método. 6) Equipamentos para estudo dos tempos. Conteúdos 1) Introdução e Histórico. Diferenciar tempo padrão de tempo pré-determinado. 4) Estudo dos tempos e medida do trabalho.

Fernando Morethson. Orçamento e Custo da Construção. 9) Avaliação de ritmo. 2004. Relatórios de visitas técnicas. 1999. Visitas técnicas. São Paulo. Bibliografia básica Bibliografia complementar BARNES. Rio de Janeiro/RJ. 10) Tempo padrão. Trabalhos de pesquisas. Edgard Blücher. 1977. Avaliação Provas escritas. 11) Aplicação no controle da produção. Estudo de movimentos e tempos: projeto e medida do trabalho.88 8) Medição de tempos. 6ª edição. Pesquisa Operacional. ACKOFF. Hemus. SAMPAIO. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais de projetos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição Oral. Ed. . São Paulo/SP. Ralph Mosser. Apresentação de resumo de aulas. Russel L. Apresentação de seminários. Livros Técnicos e Científicos.

execução. Pisos. Alvenarias. PROGRAMA Objetivos Gerenciar a execução de serviços de: implantação de canteiro de obra. 8) Instalações Hidrosanitárias: leitura de projetos. Movimento de terra. . 5) 6) Coberta: tipos.89 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção de Edifícios Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tijolos. escavação de valas. madeiramento. colocação de Vidro. Instalações Hidrosanitárias. fabricação e execução de serviços voltado principalmente para a parte “prática” através de vistas e acompanhamento de obras em execução de construção civil. Revestimentos de paredes. limpeza da obra. aterro. Esquadrias. concreto. telhamento. aterro do caixão. 3) Fundações: tipos. locação da obra. ferragens. execução. 2) Movimento de terra: corte. Coberta. Conteúdos 1) Serviços preliminares: limpeza do terreno. ferragens. Fundações. Instalações elétricas e Telefônicas. 4) Superestrutura: tipos. Pintura. tapumes. fôrmas. 7) Instalações elétricas e Telefônicas: leitura de projetos. concreto. desde a elaboração dos projetos até a limpeza da obra. cintamento. execução. 9) Revestimentos de paredes: tipos. fôrmas. Serviços de Superestrutura.

1a ed. Projetos. 13) Pintura: tipos. João B.. execução. 1959. Celso. Eládio. Rio de Janeiro BAUER. PIANCA. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. BORGES. Visitas técnicas. Trabalhos e Seminários. 11) Esquadrias: tipos. A. Bibliografia básica Bibliografia complementar PETRUCCI. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. aplicação.90 10) Pisos: tipos. Globo. SP CARDÃO. G. ed. Alberto de Campos. execução. . Manual do Construtor. Falcão. Materiais de Construção. Avaliação Avaliações escritas. 12) Vidros: tipos. Materiais de Construção. Ed. Belo Horizonte. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Porto Alegre. aplicação. Ed. 2a ed. Globo. Técnicas da Construção. Relatórios. Edgard Blucher Ltda BAUD. Práticas das Pequenas Construções. L. Edições Arquitetura e Engenharia..

terminologia. generalidades. generalidades. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar serviços. materiais constituintes e técnicas de execução de pisos.91 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Pisos. 07. Definições. 08. 10. Tipos. normas técnicas e aspectos executivos de pisos. Aplicações. especificar materiais e aplicar normas técnicas relacionadas à execução de alvenarias. Revestimentos e Impermeabilizações Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições. Generalidades. Definições. materiais utilizados e técnicas de execução de pinturas. revestimentos e impermeabilizações. Definições. Definições. terminologia. Conteúdos 01. generalidades. terminologia e normas técnicas relacionadas aos pisos. 09. 03. generalidades. 02. terminologia e normas técnicas relacionadas a pinturas. Tipos. 04. Tipos. tipos e técnicas de execução de forros e revestimentos especiais. tetos e pisos. materiais constituintes e técnicas de execução de revestimentos. pisos e revestimentos. 05. . materiais constituintes e técnicas de execução de alvenarias. Pisos especiais. generalidades. 06. Tipos. terminologias e normas técnicas relacionadas às alvenarias. terminologias e normas técnicas relacionadas aos revestimentos de alvenarias.

Bibliografia básica Walid Yazigi. Editora PINI. Autores diversos. Editora PINI. Artigos COMO CONSTRUIR.92 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. RIPPER. Bibliografia complementar Normas técnicas relacionadas às alvenarias. SP. Revistas Téchne. Ernesto. Editora PINI. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. Editora PINI . A técnica de edificar. SP. Zeno – Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica . Editora PINI – SP Ripper. aulas práticas de laboratório e de campo. Ernesto – Como evitar erros na construção . pisos e revestimentos. Pirondi. SP. visitas técnicas e palestras. Avaliação Avaliações teóricas escritas. Manual de montagem de sistemas Drywall.SP . Abragesso. Autores diversos. SP. relatório de visita técnica e Trabalho de pesquisa. ABNT/RJ. Como evitar erros na construção. Editora PINI.

3) Métodos para avaliação do impacto ambiental no setor da Construção Civil. como instrumentos do controle ambiental. ar e solo. racionalização do uso de materiais. Orientar a implantação e a execução de programas de reciclagem de materiais classificados como entulhos de obras civis. conceitos fundamentais. ar e solo). Identificar as qualidades básicas dos elementos água. Conteúdos 1) Construção Civil e Meio Ambiente: generalidades. 4) Reciclagem de materiais provenientes de entulhos de obras. Participar do planejamento e da execução de ações de educação ambiental aplicado ao setor da Construção Civil. Identificar os principais métodos de avaliação do impacto ambiental em situações originadas na produção da Construção Civil. educação ambiental. 5) Educação Ambiental. PROGRAMA Objetivos Aplicar os conceitos fundamentais do Meio Ambiente na gestão e na produção da Construção Civil.93 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Civil e Meio Ambiente Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Reflexões da construção civil sobre o meio ambiente. 2) Controle Ambiental: qualidade dos elementos ambientais (água. controle ambiental. .

24. 21. palestras e debates. (10 ex. Sistema de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios (Dissertação de Mestrado): EPUSP. e Edusp. 2002. 2003. Reciclagem de Entulho Para a Produção de Materiais de Construção/ RECICLAGEM DE ENTULHO PARA A PRODUCAO DE. SEWELL. Fortaleza.U. HINRICHS. Roger A. 1998.). DIAZ. 23. Manual de impactos ambientais. apresentação de seminário. 19. 2001. São Paulo SP: Pioneira Thomson. relatório individual de pesquisa. 2003. seminários. Alberto Pardo. (3 ex. 22. 1991. Avaliação Prova objetiva e dissertativa. Educação Ambiental: Reflexões e Prática Contemporânea/EDUCACÃO AMBIENTAL: Vozes. Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR.). Bibliografia complementar 20.94 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas. Clarice Menezes. Administração e Controle da Qualidade Ambiental: E. 18.: Edufra/Caixa Econômica. DEGANI. RS: Artmed. 2002.P. Porto Alegre. . GUEVARA. BANCO DO NORDESTE DO BRASIL. Arnaldo Jose de Hoyos. Bibliografia básica 17. (15 ex.). EBN. Energia e o meio ambiente. 1999. Educação Ambiental: Como Projeto. 2002. Conhecimento. Granville H. (15 ex. trabalho em grupo. Cidadania e Meio Ambiente: Fundação Peiropolis.).

Determinar incertezas na previsão de demanda. Avaliar produção / produtividade da equipe.Planejamento Desagregado (Curto prazo – demanda real) .Família de produtos . Desenvolver planejamento e controle de projetos. Avaliar formas de solução de problemas de balanceamento de linha e/ou retirada de gargalos em recursos produtivos. Calcular necessidades de materiais. Organizar planejamento agregado e desagregado. Otimizar processos de produção. Dimensionar capacidade produtiva de um sistema produtivo.95 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Planejamento e Controle de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer conceitos básicos PCP. Estruturar e dimensionar equipes de trabalho. Analisar estrutura PCP suas limitações de planejamento. Analisar os componentes ou famílias de produtos insumos. .Planejamento agregado (Médio e Longo prazo – desagregamento parcial e agregado total). Programar a produção de obras. Identificar as restrições de capacidade. Conteúdos 1) Conceitos Básicos de PCP – 5 h 2) Estrutura de PCP – Limitações e tarefas de planejamento e controle – 5 h 3) Formas de Planejamento – 10 h . Elaborar e interpretar cronogramas físico-financeiros.

objetivos. fornecimento e demanda 5) Capacidade Produtiva – 20 h . Visitas técnicas. restrições e medição da capacidade.Atlas. cronograma físico-financeiro.96 4) Fluxo de PCP (Informações) – 10 h . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos.Dimensionamento de capacidade – flutuações semanais e diárias de capacidade. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. 2002. 2ª edição. Processos por encomenda. Apresentação de resumo de aulas. Relatórios das visitas técnicas.Elementos do projeto. acompanhamento e a juste de capacidade 6) Programação da Produção – 15 h . prog. Previsão de demanda – Incertezas da previsão de demanda.Planejamento e Controle de Projetos . cálculo das necessidades de materiais (TCPO). dimensionamento de equipes/tempo. Nigel. prog. Robert. Participação em visitas técnicas.Conceitos. São Paulo/SP. Bibliografia complementar . Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. medição de insumos. técnicas. Administração da Produção. Ed. pra trás. processos de planejamento: ambiente. racionalização da construção. . SLACK. gerenciamento do projeto.Objetivos do planejamento e controle da capacidade . Chambers e JOHNSTON. definição. Bibliografia básica Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil-Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR. gráficos de controle.Conceitos . STUART. 2002.Processos contínuos. pra frente.

Gianesi.97 BERNARDES. PINI .São Paulo/SP. 2002. 2003. 2004.) . Ed. Rio de Janeiro/RJ. PROF. S. 4ª edição. Planejamento e Controle da Produção Para Empresas de Construção Civil. TUBINO – Planejamento e Controle da Produção (0 vol. São Paulo/SP. CORREIA. Livros Técnicos e Científicos Editora. São Paulo/SP. MOREIRA. Planejamento e Controle da Produção. PINI. Pedrinho. GOLDMAN. Daniel. Administração da Produção e Operações. Introdução ao planejamento e controle de custos na Construção Civil Brasileira. Maurício M. Ed.Atlas. Ed.

escoramentos e desforma dos elementos estruturais. Conteúdos 1)Concreto armado e suas propriedades. 4) Noções de dimensionamento. 2) Funcionamento estrutural dos elementos em concreto armado. características. 6) Controle tecnológico do concreto e seus insumos. produção e controle tecnológico. Avaliar especificação dos materiais utilizados. Interpretar normas técnicas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . 5) Produção do concreto armado. 7) Forma. Verificação das tensões atuantes e resistentes em vigas. Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento dos elementos estruturais.98 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estrutura de Concreto Armado Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecimentos sobre estruturas de concreto armado no que concerne as propriedades. 3) Características do projeto estrutural. Entender o processo de produção e controle tecnológico do concreto armado. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos.

Walter (1984).Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Participação durante as aulas. TIMOSHENKO. Concreto armado: eu te amo. PETRUCCI. R (1975). FUSCO. B. Avaliação Avaliação escrita. ver. P. São Paulo-SP. Livros Técnicos e Científicos. Bibliografia complementar PFEIL. P.Rio de Janeiro: Globo. P. TIMOSHENKO. . Estruturas de Concreto – Solicitações Normais. Visitas Técnicas. Participação nas visitas técnicas. GROVANNETTI. 11ed. S. . .Rio de Janeiro: LTC . Concreto armado. Concreto de cimento Portland. S. Manoel Henrique Campos (1997). Projeto. Princípios Básicos sobre Concreto Armado. Relatório Bibliografia básica BOTELHO. Editora PINI.99 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais. Aderson Moreira da. 4a ed. Resistência dos Materiais. Editora Edgard Blucher Ltda. São Paulo. Novo Curso Prático de Concreto Armado. Mecânica dos Sólidos. Exercícios e trabalhos. ROCHA. Eladio G.

Calcular Composição do BDI. Analisar a Curva ABC. 5) Cálculos de quantitativos de serviços.100 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Especificações e Orçamento Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar materiais. 4) Determinação de custos diretos e indiretos. Escolher Mão-de-obra e equipamentos adequados. Especificar e selecionar mão-de-obra. Especificar serviços. 8) Composição de custo unitário. Determinar custos diretos e indiretos. 2) Especificação de mão-de-obra. Pesquisar o mercado de materiais. Organizar o Cronograma físico-financeiro. 9) Composição de Verba. Calcular Composição de custo unitário. Calcular quantitativos de serviços. 3) Especificações de serviços. 6) Pesquisa de mercado de materiais. Calcular Composição de Verba. 7) Mão-de-obra e equipamentos. . Conteúdos 1) Especificações de materiais. Analisar orçamentos. Organizar Orçamento informatizado.

Materiais de Construção. BAUD.101 10) Composição do BDI. Falcão. 1994. 5ª Edição. Bibliografia básica TCPO 9: Tabelas de composições de preços para orçamentos. Belo Horizonte. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 1 ª Edição. Avaliação Avaliação escrita. Ed. BAUER. – São Paulo: Pini. 1992. Materiais de Construção. Falcão. Vol. Práticas das Pequenas Construções. PIANCA. Porto Alegre/RS. João B.1. Celso. 2a ed.2. Hemus. Globo. BORGES. . São Paulo/SP. SP CARDÃO. 5ª Edição. 9a ed. 1994. Vol. L. BAUER. São Paulo/SP. G. Aulas no laboratório de Informática. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. Trabalhos e Seminários. Alberto de Campos. 1959. A. Ed. Orçamento e Custo da Construção.financeiro. 2004. Edições Arquitetura e Engenharia. 12) Cronograma físico . Bibliografia complementar SAMPAIO. Fernando Morethson. A. 11) Curva ABC. Manual do Construtor. Edgard Blucher Ltda. Técnicas da Construção. São Paulo/SP. São Paulo/SP. L. 1980. 14) Orçamento informatizado Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. 13) Análise de orçamentos.

3) Metodologia do estudo ergonômico do trabalho. 6) Manejo e controles. Conhecer as relações entre ergonomia e novas tecnologias. Fazer arranjo físico do posto de trabalho. 2) A situação do trabalho. Utilizar dados antropométricos no projeto do posto de trabalho. Conhecer as técnicas de medição antropométrica. . Conhecer o processo de desenvolvimento de produtos. Dimensionar o posto de trabalho. Fazer análise ergonômica der tarefas no posto de trabalho. Conhecer os métodos de estudo ergonômicos do trabalho. 5) Antropometria: medidas e aplicações. Conteúdos 1) Definição de ergonomia. Conhecer a influência dos fatores humanos no trabalho.102 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Ergonomia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de ergonomia. 4) Biomecânica ocupacional. 7) Fatores humanos no trabalho. Conhecer o processo de trabalho na construção civil do ponto de vista da ergonomia.

9) Ergonomia do produto. São Paulo/SP. Participação nas visitas técnicas. IIDA. FAU. 1990. 2005. IIDA. Jan. Bibliografia básica GRANDJEAM. 1. Artes Médicas.103 8) Análise ergonômica do posto de trabalho. Bibliografia complementar BOUERI FILHO. Ergonomia. Participação durante as aulas. Ergonomia Prática. Ed. Antropometria aplicada à arquitetura. Roberto. A inteligência no trabalho. Edgard Blücher. Relatórios. WEERDMEESTER. Etienne. Norma Regulamentadora 17 – Ergonomia. Visitas técnicas. 1995. Participação nos trabalhos práticos. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas. Avaliação Exercícios e trabalhos. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Manual de Ergonomia. Colin. DUL. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . 1994. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. Apresentação de resumos de aulas. VERDUSSEN. 1976. 1978. WISNER. São Paulo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. José Jorge. Ed.Vol. Itiro. A. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. Manual de estudo . Porto Alegre/RS. Itiro (Tradutor). Ergonomia: a racionalização humana do trabalho. Edgard Blücher. PALMER. 1993. 10) Ergonomia e novas tecnologias. Ergonomia: projeto e produção. Bernard. São Paulo/SP. São Paulo: FUNDACENTRO. Ed. urbanismo e desenho industrial.

104 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inglês Técnico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Compreender textos escritos de gêneros variados. Produzir pequenos textos escritos. Conhecer a estrutura básica da Língua Inglesa. compreender e produzir textos. Conteúdos 1) Leitura e produção de textos técnicos. 6) Ser capaz de redigir pequenos textos em Língua Inglesa. 3) Produção de textos curtos. Utilizar a Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações técnicas. Utilizar o conhecimento de gramática de forma operacional para ler. 5) Dominar vocabulário técnico suficiente para compreensão e interpretação dos textos lidos. 2) Tradução. 4) Gramática Aplicada. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos .

Produção orientada de pequenos textos. Comparação entre textos. pretende-se criar momentos para orientação individual dos alunos em turno inverso (Centros de Aprendizagem-CA). assim como o nível geral da turma. Consulta orientada à Internet (Projeto Integrado com disciplinas técnicas). tanto em livros. Leitura sistemática de textos técnicos (sugeridos pelos professores da Área Técnica. Versão de textos. Bibliografia básica Dicionário Escolar Inglês/Português – Português/Inglês Bibliografia complementar Uma gramática da Língua Inglesa . Ao iniciar cada bimestre. como em revistas. qualitativo e quantitativo. Estudo sistemático de vocabulário técnico. Esta avaliação será comparada com o desempenho no final de cada bimestre com a aplicação de outra prova com conteúdo semelhante. o domínio das competências/habilidades propostas. Estudo ou Pesquisa orientados (na Biblioteca). Tradução de textos. Os alunos com necessidade de acompanhamento individual serão chamados ao CA e farão as atividades requeridas como parte de seu processo avaliativo. jornais. Avaliação O processo de avaliação será contínuo.manuais. Leitura de textos com temas semelhantes aos estudados em Língua Portuguesa. Caso haja necessidade. folhetos técnicos ou na Internet. far-se-á uma prova diagnóstica para mapear o nível de conhecimento prévio dos alunos. A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. Estudo gramatical de textos.105 Aulas expositivas dialogadas. Leitura orientada individual e coletiva.

Conteúdos 1) Conceitos básicos de administração e organizações. identificando suas principais características e relações com a organização. PROGRAMA Objetivos • Aplicar os conceitos fundamentais da Administração na gestão de empresas da Construção Civil. Os fundamentos da organização. • Compreender a cultura organizacional como elemento fundamental na definição da forma. • Analisar a estrutura básica e as características próprias de uma empresa de construção civil.106 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Empresa da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4º CargaHorária: 60 h/a EMENTA A natureza e desafios da administração. • Perceber como as teorias predominantes nas diferentes eras administrativas eram aplicadas na gestão das organizações. os níveis organizacionais. Os fundamentos do planejamento. O ambiente organizacional. A visão histórica da administração. do desenvolvimento e dos primeiros atributos das organizações. A cultura organizacional. • Identificar os fundamentos do planejamento aplicados na administração de empresas. o processo . A empresa da construção civil. • Compreender o ambiente das empresas.

107
administrativo; as habilidades e os papéis do administrador.
2) Visão histórica da administração: era industrial clássica, era industrial neoclássica e era da
informação; e suas respectivas teorias administrativas.
3) O ambiente organizacional: conceitos de sistema e de ambiente; dinamismo do ambiente;
relações entre organização e seu ambiente.
4) A

cultura

organizacional:

organizações

formais

e

informais;

desenvolvimento

organizacional; diversidade, ética e valores nas organizações.
5) Fundamentos do planejamento: função, processo, benefícios e tipos; planejamento
estratégico, tático e operacional.
6) Fundamentos da organização: estrutura organizacional, hierarquia administrativa, amplitude
administrativa, centralização/descentralização.
Estrutura básica e tipicidades de uma empresa de construção civil.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas dialogadas, seminários, palestras, debates e pesquisas de campo.

Avaliação

Prova objetiva e dissertativa; trabalho em grupo; apresentação de seminário; relatório
individual de pesquisa.

Bibliografia básica

Administração nos novos tempos/ CHIA VENATO, Idalberto. Rio de Janeiro RJ: Elsevier,
2005.

Bibliografia complementar

Administração de Empresas/ CHIA VENATO, Idalberto: Serviço Nacional de Teatro, 1991.
Desafios gerenciais para o século XXI/DRUCKER, Peter. São Paulo SP: Pioneira Thompson

Learning, 2001.
Empresa Flexível, a/TOFFLER, Alvin: Record, 1997.
Estratégia Para Desburocratizar/MATOS, Francisco Gomes De:
Estrutura das Organizações: Estruturas Tradicionais Para Inovação Estrutura

108
M/VASCONCELLOS, Eduardo: Pioneira Tompson, 2002.
Gestão Empresarial: De Taylor Aos Nossos Dias: Evolução e Tendências da Moderna/

FERREIRA, Ademir Antonio: Pioneira 2002
Organização de Empresas/FARIA, A. Nogueira de: Ltc, 1979.
Pratica de Administração de Empresas/DRUCKER, Peter: Fundo de Cultura, 1969.

109
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE
DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA
Disciplina: Estruturas de Contenção
Professor (a):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Curso(s):

Período
Letivo:

5o

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

Ler e interpretar projetos relacionados com engenharia de fundações; avaliar
especificação dos materiais utilizados nas diversas estruturas, interpretar normas
técnicas; conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções e
aplicá-los nas obras de contenção.

PROGRAMA
Objetivos

Conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções;

b) Compreender o processo de execução de obras de terra e contenções.

Conteúdos

Aplicações da Geotecnia (rebaixamento de lençol freático, compactação e controle de aterros,
provas de carga de estaca, escoramento de valas de fundação);

Concepção de obras de contenção de encostas, estabilização de solos;

3) Tipos de contenção, métodos construtivos e de escoramento, muros de arrimo,
cortinas, tirantes.
Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

As atividades serão desenvolvidas através de exposição dialogada de conteúdos com
auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%); aulas práticas em laboratório

T. Bibliografia básica CAPUTO. Edgard Blücher Ltda. John Wiley And Son. Rio de Janeiro. Avaliação 25. Soils & Rocks. New York. LAMBE. LTC . (1994). Curso de Mecânica dos Solos em 16 Aulas. T. P. (1975). realização de pesquisas. W. ed. seminários. Relatório. LTC . Fundações. MITCHEL. C. PINTO. temas e aplicações. Introdução à Mecânica dos Solos. A. J. DE MELLO. U.. 26. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. LAMBE and WHITMAN (1969). Geotecnia no Nordeste. São Paulo. D. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. Milton. Revista Quadrimestral. Inc.Livros Técnicos e Científicos. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos. Soil Testing for Engineers. São Paulo. Et Al. John Wiley and Son. trabalhos individuais e em grupo. John Wiley and Son. Bertrand Brasil. São Paulo. de S. New York. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. Ed. (1999). Ed. V.R (1993).. Latin-American Geotechnical Journal. Exercícios de Fundações. (1998 ). EPUSP-PEF. .W. Inc. Recife. Exercícios e trabalhos práticos e teóricos.A. ABMS E ABGE.. Participação nas visitas técnicas. (2000). et al. H. ORTIGÃO. A. Fundamental of Soil Behavior. HACHICH. Visitas Técnicas (10%). Rio de Janeiro. Soil Mechanics. GUSMÃO.Livros Técnicos e Científicos. (1978). Bibliografia complementar ALONSO. J. (2005).R. Teoria e Prática. VARGAS. Participação durante as aulas. et AL. São Paulo. Será feita continuamente. São Paulo. Mcgraw-Hill do Brasil. utilizando-se a prática da avaliação escrita. (1951). Inc. Rio de Janeiro. Oficina de Textos. New York.110 (20%). GUERRA. Livro Editado Pela Pini/ABMS/ABEF. Rio de Janeiro. (1976). J.R. Universitária da UFPE. (1996).

111 .

Conhecer o processo de tramitação para o licenciamento de obra. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. catálogos e manuais. Ler e interpretar orçamentos. Conhecer o plano de manutenção de canteiro de obras. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. Ler e interpretar projetos executivos de engenharia e de arquitetura. cronogramas físicos e financeiros. identificar e aplicar a legislação referente as obras. Interpretar normas técnicas. Selecionar os projetos e documentação para a renovação de licenciamento de obra. Conhecer as atividades produtivas de um canteiro de obras. Conhecer os elementos que compõem um canteiro de obras. Conhecer as fases de um canteiro de obras. Dimensionar equipes de trabalho. utilizando as normas e projetos relacionados com a implementação e composição de diversos tipos de canteiros de obras aplicados na engenharia PROGRAMA Objetivos Conhecer a legislação que regulamenta a execução de obras. Dimensionar os setores de um canteiro de obras.112 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Conhecer. Organizar o processo de renovação do licenciamento de obra. Conhecer o mobiliário. Selecionar o mobiliário. Conteúdos . Conhecer as máquinas e os equipamentos utilizados em um canteiro de obras.

Curitiba/PR.113 1) Definição de canteiro de obras. São Paulo: FUNDACENTRO. Plant layout na indústria da construção. 1999. MAIA. 4) Elementos do canteiro de obras: características. NR 18: Condições e meio ambiente do trabalho na indústria da construção. _____ . Apostila. Avaliação Exercícios e trabalhos. Visitas técnicas. Ed. 2) Conceitos de layout. Método para elaboração de layout de canteiro de obras verticais. 1997. 1998. Bibliografia complementar GARCIA. 6) Informações necessárias para a elaboração do projeto de canteiro de obras. 7) Metodologia do layout do canteiro de obras. FRITZ. CEFET-PR. Relatórios. Lemes de. et ali. 1995. Projeto e implantação do canteiro. Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil – Alemanha. Participação nas visitas técnicas. 3) Fases do canteiro de obras. Carlos Alberto. 2002. . Participação nos trabalhos práticos. FUNDACENTRO. Apresentação de resumos de aulas. Gehbauer. São Paulo: FUNDACENTRO-FUNDUNESP. Participação durante as aulas. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. equipamentos e dimensionamento. Brasília. 2000. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. Ubiraci E. 8) Programa de manutenção do canteiro de obras. Maria Aridenise Macena. 5) Etapas de elaboração de layout do canteiro de obras. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Ministério do Trabalho. Plant layout. Bibliografia básica SOUZA. São Paulo: O Nome da Rosa.

Luiz Sérgio PALIARI. São Paulo: Edgard Blücher.114 MUTHER. Luiz Sérgio. Teodoro. ROSSO. Ubiraci E. Fausto. SOUZA. Normas Regulamentadoras 18 – Condiçòes e meio ambiente do trabalho na indústria da construção. R. Planejamento do layout: sistema SLP. São Paulo: EPUSP. São Paulo: FAUUSP. Recomendações gerais quanto à localização e tamanho dos elementos do canteiro de obras. José Carlos. Definição do layout do canteiro de obras. 1980. CARRARO. 1997. Ubiraci E. . Lemes de. SOUZA. FRANCO. 1986. São Paulo: EPUSP. 1997. FRANCO. Racionalização da construção. Lemes de.

Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das estruturas. montagem. fabricação. fabricação. Estabilidade. quantitativa e custos. execução. fabricação. Conteúdos 1) Estruturas Metálicas: tipos. execução. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos.115 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construções Metálicas e de Madeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tipos. 3) Critérios de Dimensionamento. Distinguir os mecanismos de montagem das estruturas. 2) Estruturas de Madeira: tipos. Avaliar especificação de materiais utilizados. execução e montagem de estruturas metálicas e de madeira. Verificação de estabilidade das estruturas metálicas e de madeira através do uso de fórmulas de dimensionamento da Resistência dos Materiais. tratamento e montagem. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Interpretar normas técnicas.

4a ed. Técnicas e Linguagem. 1988. Estruturas de aço. Ferdinand Pierre (1980).Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Participação durante as aulas. Luis Andrade de Mattos (2002). Exercícios orientados pelo professor. 28. 5a ed.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 4a ed. . São Paulo: MAKRON BOOKS.Rio de Janeiro: LTC . Relatórios. DIAS. Estruturas de madeira. J. Estruturas de Aço – Conceitos. 1988. Walter do Couto. v. 1998. Participação nas visitas técnicas. Mecânica vetorial para engenheiros. C. Rego (1998). BEER. Visitas Técnicas. Bibliografia básica PFEIL. Tesouras de telhados: tesouras de madeiras. São Paulo. Edgard Blucher. – São Paulo: Editora PINI. Prática das pequenas construções. Alberto de Campos (1975).116 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. BORGES. . Avaliação Avaliação escrita. PFEIL.Rio de Janeiro: Interciência. 1. Walter do Couto.Rio de Janeiro: LTC . . 4a ed. . Bibliografia complementar 27. MONTEIRO.

função e objetivos políticos de estoques (custos e investimentos). Identificar sistemas modernos de adm de materiais MRPI e II /ERP. Conhecer métodos de coleta de preços. Identificar especificações e normas para licitação de obras. Conhecer a abordagem logística dos suprimentos de materiais.117 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gerência de Suprimentos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA A disciplina Gerência de Suprimentos proporciona ao Tecnólogo conhecimentos sobre o planejamento de suprimentos para a execução de uma obra e noções sobre o controle físico e financeiro dos materiais utilizados. 2) Conhecer o Sistema de Administração de Compras: organização. fornecedores (classificação. princípios básicos para controle de estoque. coleta de preços. Interpretar os princípios básicos de controle de estoques. Conhecer sistemas de distribuição e armazenagem. PROGRAMA Objetivos Identificar materiais didáticos. redução de custos e reajuste de preços – 20 h. lotes econômicos e . Conteúdos 1) Analisar a abordagem logística dos suprimentos: subsistemas de logística. licitação. qualificação de compradores (técnicos e não técnicos). Dimensionar reajustamento de preços. seleção e avaliação. Dimensionar lotes econômicos de compra. 3) Conhecer o Planejamento e controle de estoques: Definição. relacionamento). preço e custo. pedido de compras. Analisar um sistema de administração de compras. estratégia de suprimentos – 10h.

necessidade (consumo de materiais). G. P. Y. H. Ed. Apresentação de resumo de aulas. 1999. Gianesi – Planejamento e Controle da Produção – MRP. São Paulo/SP. Participação em visitas técnicas. São Paulo/SP. ponto de pedido. “COREANO” – Controle de Estoque na Cadeia Logística. CORREIA. MRP/MRP II. A. Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras. Nigel. São Paulo/SP. Atlas. MRP II ERP. Relatórios das visitas técnicas. STUART. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. SLACK. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos. Ed. Daniel – Administração da Produção. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. ERP – 20 h. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . níveis de inter-relação. Administração dos Materiais: uma abordagem lógica. e MEKBEKIAN. Ed. Atlas. 2ª edição. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. São Paulo/SP. 1996. 1993. Administração da Produção. Gestão de Estoques na Cadeia Logística – Supply Chaiu. M.Atlas.118 estoque de segurança. 2002. Chambers e JOHNSTON. Souza. PINI. Robert. Visitas técnicas. CHING. fichas de estoque (entrada e saída). R. Ed. Kanbam aplicado. 4) Conhecer Sistemas de Distribuição e Armazenagem: Considerações básicas. Bibliografia complementar MOREIRA. Exposição de conteúdos. Bibliografia básica DIAS.

7) Obrigações previdenciárias relativas às obras de construção civil. Conteúdos 1) Conceitos básicos sobre direitos trabalhistas. de recursos audiovisuais (Retroprojetor e Data-Show). efetuando-se à . 3) Direitos e obrigações trabalhistas relativas a obras de construção civil. através de exposição oral com utilização. PROGRAMA Objetivos Aplicar as noções. conforme o caso. os princípios. aplicadas a realização de uma obra. 5) A reclamação trabalhista e seu processamento na Justiça do Trabalho. 6) Noções de direito previdenciário brasileiro. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos O conteúdo programático da disciplina é predominantemente teórico e desenvolvido em sala de aula. bem como conhecer e aplicar as normas jurídicas relativas às obrigações trabalhistas e previdenciárias vinculadas à realização de uma obra. 8) Noções e aspectos jurídicos sobre a fiscalização trabalhista a cargo do Ministério do Trabalho. aos operários da construção civil.119 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação Previdenciária e Trabalhista Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas trabalhistas referentes as relações de emprego. em especial. e as regras jurídicas elementares dos direitos trabalhistas relativos aos empregados e. 4) Organização e funcionamento da Justiça do Trabalho. 2) Direito trabalhistas vinculados ao contrato de trabalho.

na forma de questões objetivas e/ou subjetivas com caráter de abrangência em relação a todo o conteúdo da disciplina até então ministrado. CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA. LEGISLAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. 30. . INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC N° 100. em especial do operário da construção civil. DECRETO N° 3048. Malheiros Editores Ltda. Como forma complementar do processo de avaliação. sendo possibilitada a exposição oral da síntese de cada trabalho na forma de seminário. Maximilanus Cláudio Américo RESUMOS DE DIREITO DO TRABALHO. Edição atualizada. serão também desenvolvidos trabalhos de pesquisa em grupo ou individual.120 correlação e a exemplificação com situações e casos possíveis de ocorrerem na rotina do trabalhador brasileiro. Edição atualizada de qualquer editora. CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO – CLT. de 6 de maio de 1999. Edição atualizada. 33. Como forma complementar serão desenvolvidos trabalhos de pesquisa e realização de seminários sobre temas específicos. São Paulo. Bibliografia complementar FÜHRER. 31. 2002. 32. Edição atualizada de qualquer editora. Edição atualizada de qualquer editora. de 18 de dezembro de 2003. Bibliografia básica 29. Avaliação Serão realizadas duas avaliações individuais e escritas.

organização. relações humanas. Aplicar métodos de avaliação de desempenho. 2) Relações Humanas: Conceito. Avaliar aptidões para o trabalho. conceito. Terminologias. Conhecer as formas. Conhecer as formas de comunicação e aplicação correta para obtenção de resultados no trabalho em grupo. desempenho e avaliação de recursos humanos. Influência de grupo. Abrangência de estudo e enfoques. Avaliar a importância da Engenharia humana nos processos produtivos. conotação e importância. Desenvolver processos de seleção de pessoal. processos de seleção. Conteúdos 1) Psicotécnica – seleção e recrutamento – Seleção Profissional: Escolha do indivíduo. orientação profissional. instalação e comunicação no trabalho.121 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Recursos Humanos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Recrutamento e seleção de recursos humanos. Conflitos no . Comportamento na Imprensa. desenvolvimento. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos e técnicas de seleção profissional. Áreas de estudo da Engenharia Humana. finalidade e métodos de treinamento de pessoal. 3) Organização: Teorias. Conhecer as formas de organização e os conflitos no trabalho gerados nas inter-relações entre grupos.

Medidas da motivação. Estrutura das Organizações. Relações Humanas na Família e no Trabalho: Vozes. São Paulo/SP. Atlas. Pirâmide de Maslow. 8a ed. Finalidade do programa. Aptidão. O que treinar. programa. 1999. Avaliação e desempenho. Atlas. 4) Problema de seleção: O cargo e a função. escalas. 7) Motivação: Conceitos. A técnica da Comunicação Humana: Pioneira. entrevista. Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos. 8) Comunicação: Natureza da comunicação. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. 5a ed. canais de comunicação. Porque treinar. 1989. Idalberto. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos. Flávio de. testes. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo.. questionários. procedimentos e estilos. Jose Roberto Whitaker. condições para a comunicação. ASCOPM. 5) Avaliando aptidões: observação. 2002. 1976. Eduardo. Frederick Winslow. Pierre. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. [1] TAYLOR. 6) Treinamento. tipos de comunicação. 2002.. feedback. [4] CHIAVENATO. Princípio de Administração Científica. São Paulo/SP. Bibliografia básica CHIAVENATO. [5] VASCONCELLOS. 2003. Método de treinamento. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. Exposição de conteúdos. Motivação na Empresa. [31] . Idalberto. [19] WEIL.122 trabalho. componentes. [13] TOLEDO. Administração nos Novos Tempos: Campus. Apresentação de resumo de aulas. [30] PENTEADO. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos.

. São Paulo/SP: Editora Atlas. 6a ed.123 Bibliografia complementar CHIAVENATO. 3a ed. [11] TAYLOR. [0] MINICUCCI. [19] CHIAVENATO. Idalberto. 3a ed. Stephen P. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração. São Paulo/SP. Agostinho. Frederick Winslow. Rio de Janeiro/RJ. 1991. Psicologia Aplicada à Administração. e ROBBINS. Livros Técnicos e Científicos. 1995. 1992. Idalberto.. David A. São Paulo/SP. 1990. 8a ed. Elementos Básicos de Organização e Administração. Makron Books. [1] DECENZO.. Administração de Empresas: Uma Abordagem Contigencial.. Makron Books. . São Paulo/SP. Administração de Recursos Humanos. Atlas. 2001.

. 9. PROGRAMA Objetivos Identificar os tipos. IDENTIFICAR os tipos de sinalização e os dispositivos de segurança em canteiros de obra. ANALISAR programas e serviços de segurança e saúde ocupacional. NR 18. INTERPRETAR mapas de riscos. 06. 2) Acidente de trabalho: conceito. 4) Medidas preventivas de acidentes de trabalho NR’s 04.124 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Higiene e Segurança do Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Identificar Acidente de Trabalho: conceito/estatística. tipos. INTERPRETAR projetos de prevenção de acidentes. órgãos competentes em matéria de segurança do trabalho. 17 e 18. 7. C. Interpretar as NRs 4. causas e riscos de acidente de trabalho em canteiros de obras. EPI. estatística. INSS. 5. aplicar Programas de Prevenção de acidentes. Conteúdos 1) Segurança do Trabalho: histórico. CLT. 6. assim como medidas preventivas no ambiente de trabalho na construção civil. NR 17. IDENTIFICAR as condições de segurança e higiene de trabalho em canteiros de obras. Organizar e aplicar treinamentos de prevenção de acidentes em canteiros de obra. Analisar o funcionamento dos dispositivos de proteção de segurança coletiva e individual. conceito. 3) Estrutura brasileira de prevenção de acidentes de trabalho: NR’s. SEMT. CIPA. riscos de acidente. 05. causas. Federal. EPC. Conhecer os procedimentos de primeiros socorros.

COUTO. Hudson de Araujo e MORAES. 96. 1995. Ministério do Trabalho e Emprego. Edwar Abreu.br/Temas/SegSau/ComissoesTri/ctpp/oquee/conteudo/nr18/default. 2001. Belo Horizonte: Ibéria. São Paulo: LTr.. p. BRASIL. 18 e 24). 07. Salim Amed. Fisiologia do trabalho aplicada. Visitas técnicas. 1990. Novo Hamburgo/RS. hemorragia. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. 1995. dez. 6) Metodologia da ação prevencionista: Riscos ambientais e mapa de risco. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da máquina humana. 17. no. Lúcio Flávio Renault de. Bibliografia complementar ALI. Ergonomia prática. COUTO.125 5) Programas e serviços de segurança e saúde ocupacional: NR’s 7 (PCMSO) e 9 (PPRA). seminário. 05. Uso do quadro a lápis. Uso de projetor multimídia. Bernard. DUL. GONSALVES. FUNDACENTRO. Itiro. Dermatose Profissional na Construção Civil Causada pelo Cimento. fraturas. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. Acessado em 01/10/02 (NR´s 04. COUTO. Uso de filmes. 06. Estudo dirigido. Ministério do Trabalho e Emprego. Ano XII.asp.1999.. Jan. Manuais de Legislação Atlas. 1 e 2. URL:http://www. respiração cardiorespiratória. Engenharia de segurança do trabalho na indústria da construção civil. Segurança e Medicina do Trabalho.1999. Traduzido por Itiro Iida. Hudson de Araujo. Hudson de Araujo. Limites do Homem – Parte 1.gov. Bibliografia básica BRASIL. 2000. Belo Horizonte: ERGO Editora. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Ergonomia: projeto e produção. Avaliação Provas escritas. 1978. 09. Aulas de exercícios.mtb. São Paulo: Editora Atlas. Vol. IIDA. WEERDMEESTER. Manual de segurança e saúde no trabalho. NRs – Normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. PROTEÇÃO – Revista mensal de saúde e segurança do trabalho. . 7) Primeiros socorros – Animais peçonhentos. 38-44. FUNDACENTRO.

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PIZA, Fábio de Toledo. Conhecendo e Eliminando Erros no Trabalho. Campanha da indústria para
prevenção de acidentes de trabalho.
REIS, Jorge Santos. Manual Básico de Proteção Contra Incêndios. FUNDACENTRO. São Paulo: 1987.
ROUSSELET, Edison da Silva. FALCÃO, Cesar. A Segurança na Obra: Manual técnico de Segurança
do Trabalho em Edificações Prediais. Rio de Janeiro: Interciência: Sobes, 1999.
SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Manual de aplicação da NR 18. São Paulo: Editora PINI, 1999.

SAMPAIO, José Carlos de Arruda. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente
do Trabalho na Construção Civil. São Paulo: Editora PINI, 1999.

127
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE
DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA
Disciplina: Noções de Contabilidade
Professor (a):

Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período
Letivo:

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

A disciplina Contabilidade Básica visa a proporcionar aos alunos noções conceituais de patrimônio
e seus elementos, além de capacitá-los para interpretar os registros contábeis e realizar análises
patrimoniais que serão importantes para um bom desempenho do profissional da área de gestão.

PROGRAMA
Objetivos

Identificar e classificar bens, direitos e obrigações contábeis.
Realizar técnicas contábeis de Escrituração, Demonstrações, Análise Contábil.
Analisar demonstrações contábeis- Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do
Exercício.

Conteúdos

Definição, Objeto e Campo de atuação da contabilidade
Pessoas físicas e jurídicas
Usuários da contabilidade
Função administrativa e econômica da contabilidade
Atos e Fatos administrativos
Diferença entre os conceitos de Capital e Patrimônio Líquido
Escrituração Contábil

128
Técnicas Contábeis
Compras e Vendas de Mercadorias
Tributos incidentes sobre compras e vendas

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas utilizando recursos do quadro e retro-projetores. As explanações serão
em sua maioria voltadas para situações em que supostamente os alunos se depararão
quando de sua prática profissional.

Avaliação

1º bimestre: Avaliação escrita.
2º bimestre: Avaliação escrita e uma trabalho.

Bibliografia básica

Contabilidade Empresarial

MARION, José Carlos

Contabilidade Gerencial

LUDICIBUS, Sérgio de

Contabilidade Gerencial

THIBERT, R.B.

Bibliografia complementar

Contabilidade Básica

NEVES, Silvério das

Conteúdos . Conhecer os instrumentos que compõem a entrega de uma obra. Elaborar textos técnicos. Compreender os conceitos. Identificar patologias e suas causa nos edifícios. métodos e técnicas utilizadas em APO para a aplicação de pesquisas de comportamento físico. esquemas e gráficos. psicológico e de satisfação do usuário. PROGRAMA Objetivos Interpretar normas técnicas. Identificar e manusear instrumentos de medição de temperatura. Organizar banco de dados.129 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Avaliação Pós-Ocupacional Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos na área de Avaliação Pós-Ocupacional de imóveis. Ler e interpretar projetos de arquitetura e de engenharia. nível de iluminamento e nível de ruídos em ambientes. desde a elaboração de manual de qualidade até a análise das edificações quanto ao seu estado físico. Elaborar manual de utilização do edifício. Elaborar plano de inspeção e manutenção para um edifício. manutenção das instalações e equipamentos elétricos. planilhas. Conhecer os tipos de manutenção de uma edificação: manutenção predial. Analisar preliminarmente o material coletado. umidade relativa do ar. formulários. Elaborar projetos e definir técnicas de manutenção predial. manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos.

463 . 8) Manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos. Rio de Janeiro. p. 4) Conceitos de APO. Pini Editora. IBAPE/SP. Márcia Reinado. - IPT.manutenção predial. São Paulo: CREA/SP. Critérios relativos ao atendimento das exigências de ventilação na habitação.468. Manual do proprietário: a saúde dos edifícios. Antropometria aplicada à arquitetura. C. 1999. 9) Plano de inspeção e manutenção. Manual de estudo . In: Tecnologia de edificações. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. 6) Tipos de manutenção . 1997. Bibliografia básica Bibliografia complementar ALUCCI. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura. 2) Manual do usuário. 3) Conceito de desempenho da obra. Instituto de Pesquisa do Estado de São Paulo S. 1992. 5) Métodos e técnicas empregadas na APO. 7) Manutenção das instalações e equipamentos elétricos. ANDRADE. urbanismo e desenho industrial. . Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Instalações elétricas. Participação durante as aulas. CREA/SP. Hélio. Participação nos trabalhos práticos. IBAPE/SP. BOUERI FILHO. CREDER.130 1) Instrumentos que compõem a entrega da obra.Vol. FAU. José Jorge. I.A. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo professor. Visitas Técnicas. 1993. São Paulo: Pini. Avaliação Exercícios e trabalhos. São Paulo.

Paulo R. MARCO. Sueli Ramos. São Paulo: E. Ênio José. DUTRA. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária. Fernando. Marcelo. 1994. Sheila Walbe. 2000. 1997. PRADO. A. AZEVEDO. São Paulo: Sagra. FAUUSP. TOLEDO. 1995. Instalações prediais hidro-sanitárias.PRONK. Desempenho do ambiente construído. 1992. W. Roberto (Org. edusp. . BRUNA. Luciano. São Paulo.ed. Gilda. Blücher. 1995. Alvaro Garcia. 1987. LARA. MELO. Avaliação pós-ocupação do ambiente construído. Helene. Dimensionamento em arquitetura. PRONK. ROMÉRO. SILVA. Dimensionamento em arquitetura. Anais. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. FAUUSP. São Paulo. CUNHA.). ZELINK. Falcão Bauer. iluminação de interiores. São Paulo: Studio Nobel. Ediciones G. São Paulo: Pini. 1979. Maria Cristina Dias. Nobel. Manual de impermeabilização e isolamento térmico. Emile. Manual de propostas técnicas. Antônio Tarcísio da Luz. do L. Eustáquio. 1991. LAMBERETS. Manual de conforto térmico. Marcelo. 1997. 192p. 1994. São Paulo: PW. interdisciplinaridade e arquitetura. 1. Studio Nobel. ________. Gili S. (Org). DA. João Pessoa: A União. PEREIRA. UFPB/Editora Universitária. São Paulo: IPT. F. N. A. Racine T. IPT. Paulo F. 1999. de Assis. Ambiente construído & comportamento: a avaliação pós-ocupação e a qualidade ambiental. ROMÉRO. Trad. São Paulo. Eficiência energética na arquitetura. SILVA. 1991. São Paulo: Pini. Patologia das edificações. Emile. Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. 1982. 1992. Conrado Silva de. TEXSA.A. Las dimensiones humanas e los espacios interiores. Martin. REIS. 1992. Elementos de acústica arquitetônica. Anésia Barros. São Paulo: Sinduscon/SP/Projeto/PW. Maceió: EDUFAL. Durabilidade dos concretos de cimento portland. Julius. 1995. 1995. SCHIFFER. Execução e manutenção de sistemas hidráulicos prediais. PANERO. MESSEGUER. México. 1991. Conforto ambiental. LAY. ORSTEIN. Métodos e técnicas para levantamento de campo e análise de dados: questões gerais. Ventilação natural das habitações. São Paulo. Controle e garantia da qualidade na construção. A. p. FUPAM.131 FROTA. ________. São Paulo. Studio Nobel. Francisco de Assis Gonçalves. 1995. 17-39. In: WORKSHOP AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO. Pini. São Paulo. VERÇOZA. Antonio Carmona Filho. Roberto J. João Pessoa.

132 Código de obras da cidade .

Conteúdos . Identificar os materiais utilizados na recuperação e no reforço das construções. procedimentos de re-paro e reforço estrutural e metodologia para análise. Conhecer as Técnicas usuais em serviços de recuperação e reforço das construções. E conhecer e aplicar os mecanismos e planos de manutenção das estruturas. diagnóstico das patologias e aspectos de manutenção das estruturas. Identificar os materiais e as técnicas utilizados na recuperação e reforços de estruturas das construções. Conhecer os métodos para diagnosticar as patologias nas construções. por recalques de fundações e falhas de isolamento térmico e acústico. Conhecer as patologias do concreto armado: características do projeto recuperação/reforço. identificar e diagnosticar as patologias nas diversas etapas de uma Construção como também. Aplicar o conceito de patologia aplicado às construções. Identificar os materiais utilizados na recuperação das construções.133 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Patologia e Recuperação de Estruturas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecer. Manifestações patológicas das alvenarias e revestimento: problemas causados por umidade. revestimentos e concretos. PROGRAMA Objetivos Conhecer as patologias em alvenarias.

F. 1997.Causas. SP. Helene. Rio de Janeiro. e Ripper.134 1) Conceito de patologia aplicado às construções. Bibliografia complementar Sousa. Controle de Corrosão de Armaduras em Concreto. Materiais de Construção 1 . Helene. Avaliação Trabalhos individuais e/ou equipe.5a Edição. SP. Pesquisas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. P. P. A. 1998. 1999. L. T. Trabalhos individuais e/ou em grupo. Manual para Reparo. São Paulo/SP. São Paulo. C.. e Carmona Filho. Bibliografia básica CASCUDO. L. L.1a Edição. Editora PINI. 1995. 3) Patologias do concreto armado. SP. Provas escritas com perguntas e respostas. R. Oswald. Prevenção e Recuperação -1a Edição.C. P. Patologia. Editora L. Helene. Reforço e Proteção de Estruturas de Concreto – 2a Edição. A. R.J. L. Corrosão em Armaduras para Concreto Armado – 1a Edição. out/1998. R. São Paulo. São Paulo/SP. V. Recuperação e Reforço de Estruturas de Concreto – 1a Edição. T. PINI. . – Trincas em Edifícios . SEBRAE/SP E SINDUSCON/SP – Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras . ago/1998. Editora PINI. Editora PINI. 1998. São Paulo. São Paulo/SP. E. Thomaz. São Paulo/SP. Editora PINI. Bauer. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras – 1a Edição. ago/1999.. Editora PINI. R. Ed. Editora PINI. 2) Manifestações patológicas de alvenaria e revestimentos.

135
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE
DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA
Disciplina: Qualidade na Construção Civil
Professor (a):
Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período
Letivo:

6o

CargaHorária:

80 h/a

EMENTA

Adquirir conhecimentos na área de qualidade, produtividade; competitividade e satisfação
do cliente, bem como conhecer os programas de qualidade (Série ISSO; 5S no canteiro
de obras; etc.).

PROGRAMA
Objetivos

Conhecer os conceitos e filosofias da qualidade, produtividade e satisfação do cliente;
Relacionar causa e efeito no controle dos processos construtivos; Analisar os tipos de
perdas e seu controle; Conhecer conceitos, ferramentas e métodos de análise do
processo de controle da qualidade total; Aplicar métodos de padronização para
certificação da qualidade; Conhecer as diretrizes da qualidade no gerenciamento; Aplicar
filosofia da qualidade nos serviços de manutenção e assistência técnica; Avaliar
indicadores da qualidade.

Conteúdos

1) Estudar filosofias e conceitos básicos de qualidade, produtividade, competitividade e satisfação
do cliente – 11 h;
2) Relacionar causa e efeito, controle dos processos de produção e itens de controle – gráfico de
ishikawa – 5 h;
3) Analisar os tipos de perdas e seu controle: evitáveis e inevitáveis. Reciclagem de materiais e
reuso alternativo – 5 h;

136
4) Conhecer os conceitos, ferramentas e métodos de análise do Processo de Controle da Qualidade
Total: Ciclo PDCA, Controle Estatístico do Processo, 14 pontos de Deming , 5S no Canteiro de
Obras, Método de Análise de Pareto, Garantia da Qualidade aplicado à Construção
(ensaios,controles tecnológicos, compactação, granulometria, e outros sistemas de controle de
qualidade) – 20 h
5) Aplicar Métodos de Padronização – Produção de Insumos, habitação popular, equipamentos e
Construção Industrializada, Certificação I S O, Certificações (QUALIHAB), Especificações de
Materiais (recebimento e utilização Conforme) – 10 h;
6) Conhecer as diretrizes da Qualidade no Gerenciamento: Planejamento estratégico, Diretrizes
gerenciais, Metas, Gerenciamento interfuncional, Controle no Gerenciamento – 15 h;
7) Aplicar a filosofia da Qualidade nos serviços de manutenção e Assistência Técnica: Engenharia
de Manutenção Preventiva; Tereotecnologia (previsão em fase de projeto), materiais e componentes
(projeto do produto) de acesso facilitado à manutenção, Manual de uso e manutenção de edificações
– 4 h;
8) Conhecer a avaliar Indicadores da Qualidade: Parâmetros normalizados, Controle
implantado, Auditoria da Qualidade – 10 h.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Exposição oral de conteúdos; Exposição de conteúdos; Apresentação de resumo de
aulas; Visitas técnicas.

Avaliação

Provas escritas teóricas e teórico-práticas; Exercícios

e trabalhos de pesquisa

bibliográfica e de campo; Relatórios das visitas técnicas; Participação em visitas técnicas;
Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos.

Bibliografia básica

MOREIRA, Daniel. Administração da Produção e Operações. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2002.

137
SLACK, Nigel, STUART, Chambers e JOHNSTON, Robert. Administração da Produção. 2ª
edição, Ed.Atlas, São Paulo/SP. 2002.
SOUZA, Roberto de e MEKBEKIAN, Geraldo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras.
CTE/SEBRAE. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2001.
THOMAZ, Ercio. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. Ed. PINI, São
Paulo/SP, 2001.

Bibliografia complementar

Messeguer, Alvaro Garcia – Controle e Garantia da Qualidade na Construção - Sinduscom, São
Paulo/SP, 1991.
Castro, Jorge Azevedode – Invento e Inovação Tecnológica – Ed. Annablume, São Paulo/SP, 1999.
CNI – SENAI – 5S no Canteiro
CAMPOS, Vicente F. TQC - Controle da Qualidade Total, 2ª edição. Ed. EDG, Nova Lima/MG,
1999.
CAMPOS, Vicente F. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia, 8ª edição. Ed. EDG,
Nova Lima/MG, 2004.
Deming, Edward – Controle Estatístico da Qualidade

Classificar os tipos de inovações tecnológicas existentes na construção civil. formulários.Serão utilizados também textos impressos e pesquisa de campo em visitas compartilhadas com outras disciplinas. simulação de procedimentos de registro via internet. critérios para análise. Na parte à distância a mídia utilizada para o desenvolvimento de 40% dos estudos é a Internet (Ambiente Virtual de Aprendizagem). modelos. esquemas e gráficos. objetivando a aprendizagem. desenvolvimento e análise de implantação de tecnologias construtivas racionalizadas em obras. Fazer levantamento da necessidade de inovação tecnológica na construção civil. Avaliar produtos e processos de produções existentes na construção civil. Elaborar textos técnicos. 7) Demandas de inovação tecnológica na construção de edifícios (projeto prático de um produto). Organizar banco de dados. seminários de criatividade. A partir do Grupo de Estudo. planilhas. fazer download dos textos de estudo e apoio e up-load dos exercícios e trabalho final. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de tecnologia de técnica. o aluno pode acessar as apresentações das aulas. Conhecer os conceitos de inovação tecnológica. classificação. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos A metodologia contempla a realização de atividades presenciais e à distância. Criar novos produtos e/ou processos de produção para a construção civil. As atividades presenciais: aulas expositivas utilizando slides para projeção. 2) Histórico sobre o processo de industrialização nos diversos setores e na construção. acesso a sítios especializados em inovação voltados para a construção civil. Conhecer o macrocomplexo da construção civil.138 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inovação Tecnológica na Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Apresentar e discutir as ferramentas e técnicas do processo criativo para o gerenciamento do processo de inovação na construção civil. Conteúdos 1) Conceitos de tecnologia e de técnicas. Conhecer os procedimentos para o registro de inovações tecnológicas. Formular ajustes em produtos e/ou processos de produção existentes. Analisar preliminarmente o material coletado. Conhecer o processo histórico da industrialização da construção civil. 6) Registro de inovação tecnológica na construção civil. 3) Macrocomplexo da construção civil. Conhecer as características da inovação tecnológica. Apresentar e discutir novas tecnologias utilizadas na construção civil. . tipos e características. seleção. 4) Criatividade e Inovação Tecnológica 5) Inovação tecnológica: conceitos. Os materiais são projetados e desenvolvidos de forma integrada. etc.

1989.139 Avaliação Exercícios e trabalhos. São Paulo: Nobel. Participação durante as aulas. Invento & inovação tecnológica: produtos e patentes na construção. Tecnologia & arquitetura. Jorge Azevedo de. Participação nos trabalhos práticos. Bibliografia complementar MASCARÓ. São Paulo/SP. 1999. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . Annablume. TFD – Trabalho Final da Disciplina. Ed. Bibliografia básica CASTRO.). Lúcia (Coord.

painéis. quanto ao tipo.140 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Industrializada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar componentes pré-fabricados para a construção de edifícios. Conhecer o funcionamento de centrais de concreto. Conhecer os sistemas construtivos industrializados mais utilizados na região e no país. vigas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. 5) Centrais de concreto. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. lajes. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo . processo de fabricação. insumos. 3) Vedação estrutural. Conteúdos 1) Pré-fabricados em concreto armado: pilares. Conhecer os principais componentes industrializados na construção de edifícios. 4) Sistemas construtivos industrializados. 2) Pré-fabricados em argamassa armada. armazenagem e aplicação. telhas. transporte. ligações. nervuras. pórticos.

Monografia de Especialização. de. 1995. 1992. A. São Paulo: CREA/SP. Visitas Técnicas. Paulo F. SILVA. 1992. CARVALHO. Durabilidade dos concretos de cimento Portland. Arquitetura de terra (workshop). LIMA. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura.Artigos diversos publicados em Anais de congressos científicos. Manual do proprietário: a saúde dos edifícios. São Paulo: Pini. Ênio José. Avaliação Exercícios e trabalhos. Patologia das edificações. São Paulo: FAUUSP. VERÇOZA. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Desempenho térmico de habitações construídas com placas pré-moldadas de concreto. 1995. .141 professor. 1995. Participação nos trabalhos práticos. C. IBAPE/SP. 1999. Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFRN. Prémoldados e autoconstrução (Anais). São Paulo: IPT. Mônica M. Homero Jorge Matos. CREA/SP. Bibliografia básica Bibliografia complementar ANDRADE. São Paulo: Pini. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. F. São Paulo: Sagra. . Participação durante as aulas. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. São Paulo: FAUUSP. IBAPE/SP. IPT.

142 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Relações Humanas no Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalhar conhecimentos a respeito do indivíduo e das relações de grupos. diferenças e implicações nas relações de trabalho. Identificar as possíveis influências do uso e abuso do álcool. da prática da Escuta Ativa e do uso adequado do feedback nas relações de trabalho. . diferenças e implicações nas relações de trabalho. (drogas). a partir da compreensão dos processos psicológicos de indivíduos e grupos nas diversas modalidades relacionais. através do uso adequado das funções de liderança e do poder interpessoal. no desempenho e comportamento no ambiente de trabalho. Diagnosticar divergências e manejar conflitos. quanto as suas características. 1. Identificar as influências do meio no comportamento das pessoas. Comunicar-se eficientemente através do desenvolvimento da capacidade de empatia.2 PROGRAMA Objetivos Demonstrar conhecimentos a respeito do indivíduo. Diagnosticar comportamentos éticos na vida profissional. quanto às suas características. Desenvolver aptidões comportamentais que propiciem a aquisição da competência grupal.

Grupos de discussão. Textos. e BUONO. Avaliação Livros. . O repertório emocional e as diferenças individuais. Ed. Bibliografia básica ANTUNES. Linda L. Ed. Vozes. São Paulo/SP. Anthony F. BOWDITCH. 4) Competência Interpessoal: A expressão das emoções – funções e atuação do sistema emocional. 7) Técnicas de comunicação eficazes: Teoria e prática da escuta ativa. Ed. 1987. Thomson Pioneira. Internet. Dinâmicas. Teorias contingenciais de Liderança. Makron Books. James L. Elaine Maria. 4a Edição. 6) Comunicação Interpessoal: O processo de comunicação. São Paulo/SP. Trabalhos em grupo. et. 24a Edição. 3a Edição. Celso. 2000. Revistas. Rio de Janeiro/RJ. Manual de Técnicas de Dinâmicas de Grupo. 8) Funções de Liderança: Estilos básicos de liderança. 3) Socialização – processo de formação. 9) Uso abusivo do álcool e drogas: Possíveis interferências no ambiente de trabalho e desempenho profissional. 2) Percepção Social – preconceito e estereótipos. Estilos de administração de conflitos. 10) Ética e Moral – estudo de casos. DAVIDOFF. Rio de Janeiro/RJ. ali. Introdução à Psicologia. Seminários Aulas expositivas. Vozes. Psicologia social. BRAGHIROLLI. Elementos de Comportamento Organizacional. 22a Edição. 2000. 5) A inteligência Emocional aplicada às relações Interpessoais: Conflito Interpessoal no grupo.143 Conteúdos 1) Personalidade – conceito e formação. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Estudo de textos. Ed. 1999.

Ed. 1995. Ed. José Olympio. Felá. 1987. 2002. MOSCOVICI. 32a Edição. Idalberto. José Olympio. Felá. 14a Edição. São Paulo/SP. Equipes dão Certo – A Multiplicação do Talento Humano. Silvino José. Desenvolvimento Interpessoal – Treinamento em Grupo. Makron Books. Vozes. . 2003. Exercícios práticos de Dinâmicas de grupo – Vol. MOSCOVICI. São Paulo/SP. 4a Edição Ed. Rio de Janeiro/RJ. São Paulo/SP. CHIAVENATO. 2a Edição. Ed. Bibliografia complementar 34. I. Gerenciando Pessoas.144 FRITZEN.