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Cursos e Treinamentos Profissionais

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CAPACITAÇÃO EM NR-35
Trabalho em Altura

Módulo: BÁSICO

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2014

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO
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SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................7
2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE ..................................................................................8
2.1 Normas Regulamentadoras........................................................................................................8
2.2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura. .....................................................9
2.2.1 NR 01 Disposições Gerais .......................................................................................................................9
2.2.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) .................................................................................9
2.2.3 NR 08 Edificações ...................................................................................................................................9
2.2.4 NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais ....................................10
2.2.5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .....................................10
2.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 ....................................................................10
35.2. Responsabilidades ................................................................................................................10
35.3. Capacitação e Treinamento ..................................................................................................11
35.4. Planejamento, Organização e Execução ...............................................................................12
35.5. Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem ......................15
35.6. Emergência e Salvamento ....................................................................................................16
Glossário........................................................................................................................................16
ANEXO I ............................................................................................................................................18
ACESSO POR CORDAS ...................................................................................................................18
1. Campo de Aplicação ...............................................................................................................18
2. Execução das atividades .........................................................................................................18
3. Equipamentos e cordas ...........................................................................................................19
4. Resgate ...................................................................................................................................20
5. Condições impeditivas.............................................................................................................20
3 ANÁLISE DE RISCOS ....................................................................................................................21
3.1 Conceitos Básicos....................................................................................................................21
3.1.1 Perigo ....................................................................................................................................................21
3.1.2 Risco......................................................................................................................................................21
3.1.3 Análise de Riscos...................................................................................................................................22
3.1.4 Avaliação de riscos................................................................................................................................22
3.1.5 Gerenciamento de Riscos .....................................................................................................................22
3.1.6 Níveis de risco .......................................................................................................................................22
3.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos ...................................................................22
3.2.1 Caracterização da empresa ..................................................................................................................23
3.2.2 Identificação de perigos .......................................................................................................................23
3.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade ..............................................................................25
3.2.4 Estimativa de frequências ....................................................................................................................26
3.2.5 Estimativa de riscos ..............................................................................................................................26
3.2.6 Avaliação e gerenciamento de riscos ...................................................................................................26
3.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura ................................................................................26
4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS .............................................................................29
5 RISCOS POTENCIAIS....................................................................................................................30
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6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE ..................................................................................32
6.1 Escadas, Rampas e Passarelas ...............................................................................................32
6.1.1 Escadas. ................................................................................................................................................32
6.1.2 Rampas e passarelas. ............................................................................................................................34
6.2 Medidas de proteção contra quedas de altura ..........................................................................34
6.3Andaimes e Plataformas de Trabalho .......................................................................................39
6.3.1 Andaimes Simplesmente Apoiados ......................................................................................................40
6.3.2 Andaimes Fachadeiros ..........................................................................................................................41
6.3.3 Andaimes Móveis .................................................................................................................................41
6.3.4 Andaimes Em Balanço ..........................................................................................................................42
6.3.5 Andaimes Suspensos ............................................................................................................................42
6.3.6 Andaimes Suspensos Motorizados .......................................................................................................45
6.3.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e
Plataformas....................................................................................................................................................46
6.3.8 Plataformas por Cremalheira ...............................................................................................................47
6.3.9 Cadeira Suspensa ..................................................................................................................................48
6.3.10 Ancoragem..........................................................................................................................................49
6.4 Plataformas de Trabalho Aéreo ................................................................................................49
6.4.1 Requisitos Mínimos de Segurança .......................................................................................................49
6.4.2 Operação ..............................................................................................................................................50
6.4.3 Manutenção .........................................................................................................................................52
6.4.4 Capacitação ..........................................................................................................................................53
6.4.5 Disposições Finais .................................................................................................................................53
6.5 Serviços Em Telhados e Coberturas ........................................................................................54
7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC....................................................................56
7.1 Exemplos de EPC ....................................................................................................................56
7.1.1 Linha de Vida ........................................................................................................................................57
8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI .....................................................................58
8.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador: .......................................................................................59
8.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado: ........................................................................................59
8.3 Exemplos de EPIs ....................................................................................................................60
8.3.1 Proteção dos Olhos e Face ...................................................................................................................60
8.3.2 Proteção da Cabeça ..............................................................................................................................60
8.3.3 Proteção Auditiva .................................................................................................................................61
8.3.6 Vestimentas de Segurança ...................................................................................................................65
8.3.7 Proteção Respiratória ...........................................................................................................................65
9 SELEÇÃO, INSPEÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs ..............................66
9.1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista ................................................................................66
9.1.1 Forma de Vestir o Cinturão: .................................................................................................................67
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...9...............................8.......84 9........4.........................92 9.....................1..............................2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes .............................................3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados .......4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento .................................................................................78 9......................................................5..........5....4.......6..................................86 9............2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal ........................... Lei 9...........................................68 9.............4..........................................73 9......................1 Instruções de Uso Dos Guinchos ........................................................68 9.3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa ..........................................................................................................................................83 9................................................................1 Características do Trava-Queda Y Retrátil ..........2 Colocação dos trava-quedas .....................8 Guincho para Pessoas: .2 Instrução para Inspeção das Cadeiras ...........................................1 Trabalho em Área de Carga ..........................br 9.......................................................67 9............com....................................................7 Trava-Queda Para Espaço Confinado......................99 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ...............................10.....93 9...............................................................3 Instruções para Manutenção dos Guinchos ....................................................5..........................................1...........76 9.86 9.............................................................................................................................................................2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada ...............2 Planejamento do Trabalho ..........................................74 9........................1 Advertências ..............inbraep...4........................................................................75 9...................................3 Uso Dos Trava-Quedas ............................9.............82 9.................................................4 Manutenção do Cinturão...99 9................................7..........................................................2..................................................7........................Proibida a reprodução por qualquer meio........INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3............2 Ajuste e Travamento das Fivelas: .........................................................................5 Inspeção dos Trava-Quedas........610/98.................1 Ancoragem com Vara Telescópica..........................INBRAEP ...................................93 9..............5.96 9......................95 9....................................................2 Instruções para Inspeção dos Guinchos ...78 9.............8.........................3..3 Instruções para Manutenção das Cadeiras ......................................................... inbraep@inbraep...................................................................84 9......78 9..........................................93 9...............................................................10........93 9.......................................................................................9............................2 Aplicações ......2........................................................77 9...................................67 9..............................................................5.............................................................................6 Trava-Queda para Proteção Localizada ........1 Uso do Trava-Queda Retrátil ...........................................................................................................................3 Inspeção do Cinturão .........................................................................2 Talabartes ........1 Espaço Confinado com Escada ...............................................................................................................98 9......................79 9..................84 9.............................5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga ...........8.......3 Vara Telescópica ................76 9...75 9................... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda................br Site: www.................1..................................1 Uso das Cadeiras Suspensas ......................................................................76 9................................com.9 Cadeira Suspensa..........4 Dispositivo trava-quedas Guiados .................................91 9....................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 4 ................................................................................4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados ...............................................................1 Uso Dos Trava-Quedas .........................................................................................................96 9.......................................................85 9..............................................................................9...........................94 9..........10 Trabalho em Torres e Estruturas .

....................100 9..................................123 13....... 117 13...........126 13.......112 12.............br 9...........1 Uso das Cordas de Segurança......................... 112 11...................................... 110 10...........................................5.1 Inspeções de Rotina (Diárias) ......... ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA ..............3 Linha de Segurança ...................2.............................................................. 111 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES .................................................................................................2 Tipos de Inspeções ........................................5 Modo de fazer a massagem cardíaca: ....1 Parada Respiratória ..................6.................1......... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda............................................................................3 Urgências Coletivas ..................................................................................................................................2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro .................................................2 Parada Cardíaca ...........4 Caixa de Primeiros Socorros ..................... 105 9.......................4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP)..............2..........................................................108 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA ...................br Site: www........................1 Procedimentos Gerais ....105 9......................................................................................................3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória ...............................3 Manutenção: ............................108 9.........107 9..................... 112 11............... Lei 9............................................................................................................................. 114 13 PRIMEIROS SOCORROS ........................................................................1........12................... 127 9............................................................1 Princípios para os Primeiros Socorros: ........................................................................................................................................................................................... .......................................................106 9...............1 Conceito e Importância ................................................111 10.......... 110 10.......................................13....................... 121 13....................................................................................................12..................................INBRAEP ...........................101 9..................................................................122 13...............7 Estado de Choque ...................................................................................1 Aspectos Legais...... 120 13..............12 Cabo de Aço ...........................................3 Levantamento das Causas dos Acidentes.....................................610/98....................................5 Choques Elétricos .........................................3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas ....................................................................................................11........................................................................................................................................................................2 Inspeções Periódicas ..............7............................6 Parada Cardiorrespiratória ............................................11 Trabalho em Telhados .. 120 13...........................................................................13................................................121 13.............118 13.........1 Uso do Cabo de Aço.........................1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho .............99 9.......................................................................................................................6........................................................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email..................................................................................................1 Planejamento do trabalho em Telhado .................... 120 13................................................................................... 108 9..........6......2 Durante o trabalho ..............................6..........1 Procedimentos para choque elétrico ..110 10...11.........com........................................................................................13...................127 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ...................................111 10........................................11................................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 5 ....................................................................................2.............................................................. 118 13............com..........................1 Sinais e sintomas ..........................................2 Inspeção:.........Proibida a reprodução por qualquer meio.........................................................1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? .....................3 Manutenção: ...........................2 Inspeção:................................................125 13....................................... inbraep@inbraep................2....... 116 13.....................................................................................................................122 13....12.PCR..................inbraep................................................118 13........108 9........................................6.............................. 110 10...............................................103 9.....13 Cordas de Segurança ................

.................. 139 13...................................................................2...............................8..........................................................4 Ferimentos no Tórax..........................................................................................................................................139 13........................4 Transporte com Quatro Socorristas .................. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda........135 13...............................8...............................610/98...........................................................................................................................7......................138 13.1 Transporte com Um Socorrista....................................................................................................................10 Hemorragia ................................................146 14........................................ inbraep@inbraep....................................................................................2.br Site: www....................................................................................................................................................................8................134 13...................................................................11.................139 13..................... 129 13........br 13...............137 13...........................2......................................128 13........................... 134 13.com...........................2 Hemorragia Interna ...10............................................147 15 TELEFONES ÚTEIS ......................9.........inbraep.............................................1 Hemorragia Externa........130 13......................................2 Luxações .............................................9..................................................................................................................146 14.................................................1 Contusão .........9................................ 138 13....................................................137 13.......................................................3 Fraturas...140 13............................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 6 .....140 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS ......................................2 Escoriações ...........2 Transporte com Dois Socorristas ...........9.INBRAEP ..................................................................................................... 145 14............Proibida a reprodução por qualquer meio............. 142 14....................10..............3 Amputações ................... 142 14..................................9 Ferimentos ................ 148 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ......................................................................5 Ferimentos no Abdome .................................6 Ferimentos nos Olhos .........133 13.................................................136 13..............................................2 Providencias a serem tomadas ....1 Entorse..............132 13.................9.............................11.......................3 Hemorragia Nasal ..............11.................................3 Intermação .........................2 Transporte Sem Maca .....................................................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email......................................................................................3 Transporte com Três Socorristas ......................................................................................138 13......................................11 Entorses.......................com....................................................................................................................10.............................................. Lei 9................ Luxações e Fraturas ...1 Queimaduras .............2...............................................9.......................................135 13.......................2 Insolação ..........8 Distúrbios causados pela Temperatura ......1 Transporte em Maca .....................................................................................................145 14.........................................................................................

Porém é fundamental que o profissional e o responsável junto com o trabalhador pela atividade façam sempre uma minuciosa análise das condições dos trabalhos que serão realizados. Todos nós sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho em Altura. Ao longo dos tempos. estabelecendo padrões mínimos de segurança.INBRAEP . os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições inseguras dos ambientes de trabalho e dos procedimentos seguros que deverá adotar é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista. Diogo Ramon Garcia Stupp Eng de Seg do Trabalho CREA-SC 076981-5 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Neste sentido. recursos didáticos.º 313. inbraep@inbraep.inbraep.º 593.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.. procuramos direcionar nossa metodologia. visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. No que diz respeito a segurança. de 23 de março de 2012 e alteração Portaria MTE n.br 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de NR-35 do INBRAEP tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho em Altura.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.br Site: www. . NR – 35 da Portaria SIT n. etc. por estes motivos é fundamental regulamentar os serviços em locais elevados. alicerçando no treinamento. de 28 de abril de 2014. visando garantir a segurança física do trabalhador. buscamos promover a combinação indivíduo – cargo .com. Lei 9. bem como estabelecer os procedimentos necessários para a realização deste trabalho. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 7 . tomando as medidas necessárias para que ocorram com total segurança para o profissional e terceiros. bem como cumprir exigências legais. a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes no trabalho em Altura.segurança.Proibida a reprodução por qualquer meio. a experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. em atendimento ao currículo básico para o curso de Trabalho em altura da Norma Regulamentadora. do Ministério do Trabalho. Com a aplicação do curso de Trabalho em Altura.

INBRAEP .15 .05 .Máquinas e Equipamentos NR .214 em 08 de junho de 1978.06 .01 . que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.20 .12 .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR .br Site: www.1 Normas Regulamentadoras Os instrumentos jurídicos de proteção ao trabalhador têm sua origem na Constituição Federal que.Fornos NR .21 . empregadores e empregados.Programas de Prevenção de Riscos Ambientais NR .Inspeção Prévia NR .Serviços Especializados em Eng.° 3. Armazenagem e Manuseio de Materiais NR . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Edificações NR .inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 8 . Atualmente existem 36 Normas Regulamentadoras que são: NR .Caldeiras e Vasos de Pressão NR .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. A partir de então.13 .19 .EPI NR .Embargo ou Interdição NR . públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta.04 .Líquidos Combustíveis e Inflamáveis NR .com. envolvendo o planejamento.Equipamentos de Proteção Individual . A NR-35 Trabalho em Altura estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura.Trabalho a Céu Aberto NR .Ergonomia NR .22 .Transporte. de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.Atividades e Operações Insalubres NR .11. bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. As NR são elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE.br 2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE 2.Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR .610/98. Assim as NRs regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil.com. Elas são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo. As NRs são de observância obrigatória pelas empresas privadas.08 . também chamadas de “NRs”. uma série de outras portarias foram editadas pelo Ministério do Trabalho com o propósito de modificar ou acrescentar normas regulamentadoras de proteção ao trabalhador.09 . ao relacionar os direitos dos trabalhadores. a organização e a execução.Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração NR . foram publicadas pelo Ministério do Trabalho através da Portaria N. Lei 9.Disposições Gerais NR .14 . Movimentação. inbraep@inbraep.Explosivos NR . de Segurança e em Medicina do Trabalho NR .Atividades e Operações Perigosas NR .Proibida a reprodução por qualquer meio. incluiu entre eles a proteção de sua saúde e segurança por meio de normas específicas As Normas Regulamentadoras.16 .23 .Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade NR .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR .10 .07 . com o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO).18 .02 .Proteção Contra Incêndios Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .17 .03 .

inbraep.Sinalização de Segurança NR .36 .28 . lembramos que no decorrer do curso iremos nos aprofundar ainda mais nos itens fundamentais.INBRAEP .24 . que dá embasamento jurídico à existência desta NR.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR .2.CLT.2.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Estabelece e define os tipos de EPI's a que as empresas estão obrigadas a fornecer a seus empregados. 2.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval NR-35 – Trabalho em Altura NR.33 . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ordinária e específica. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. bem como os direitos e obrigações do Governo. buscando estabelecer um trabalho seguro e com responsabilidade.br Site: www. A fundamentação legal.com.Resíduos Industriais NR . o que estabelece algumas das principais normas regulamentares do MTE que o trabalhador deve conhecer antes de se aprofundar na NR-35 trabalho em altura.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR .Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB NR .Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura.30 .32 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sempre que as condições de trabalho o exigirem. Agora vamos entender de forma resumida.31 . que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 166 e 167 da CLT.26 .Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR . ordinária e específica.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR . Exploração Florestal e Aquicultura NR .2. 2.Proibida a reprodução por qualquer meio.34 .25 . ordinária e específica. são os artigos 154 a 159 da Consolidação das Leis do Trabalho .2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura. A fundamentação legal. 2.3 NR 08 Edificações Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham.Fiscalização e Penalidades NR .610/98. a fim de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. 2.Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 170 a 174 da CLT.Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde NR . Pecuária Silvicultura. Vamos aprender um pouco mais sobre algumas normas que são importantes para o trabalhador que irá desempenhar o trabalho em altura.br NR . dos empregadores e dos trabalhadores no tocante a este tema específico.1 NR 01 Disposições Gerais Estabelece o campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho Urbano.29 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 9 .com.27. inbraep@inbraep. A fundamentação legal. Lei 9.

de 28 de abril de 2014 D.U.AR e.O.1 Objetivo e Campo de Aplicação 35. quando aplicável. de 23 de março de 2012 D.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 Por se tratar da Norma Regulamentadora numero 35 a mesma se inicia em 35.º 593. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .1.3 Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos competentes e. 2. que objetivem a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos.2.1 Cabe ao empregador: a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma. a emissão da Permissão de Trabalho . à movimentação. tanto de forma mecânica quanto manual.2. A fundamentação legal.00 m (dois metros) do nível inferior. nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção civil. 27/03/12 Alterações/Atualizações Portaria MTE n. objetivando a prevenção de infortúnios laborais. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 182 e 183 da CLT.2.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2. ordinária e específica.br 2.U. na ausência ou omissão dessas.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura. ordinária e específica. 2. A fundamentação legal. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. que dá embasamento jurídico à existência desta NR é o artigo 200 inciso I da CLT. envolvendo o planejamento.O. Responsabilidades 35.PT. onde haja risco de queda. 35. inbraep@inbraep. 35.1 NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação: Portaria SIT n.br Site: www.INBRAEP .º 313. a organização e a execução.com.inbraep.1. de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.2.1. Movimentação. à armazenagem e ao manuseio de materiais.4 NR 11 Transporte.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. com as normas internacionais aplicáveis. 35.5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Estabelece diretrizes de ordem administrativa.com. de planejamento de organização. no que se refere ao transporte.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 10 . 31/10/83 35. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. b) assegurar a realização da Análise de Risco . Armazenagem e Manuseio de Materiais Estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho.

cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura.3. g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma.inbraep. planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis. cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista.3. no mínimo. b) Análise de Risco e condições impeditivas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 Cabe aos trabalhadores: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura. 35. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 11 .br Site: www.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma. f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão.2.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento. d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura. Lei 9. d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. Capacitação e Treinamento 35.com.br c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura. 35.3.610/98.com. 35. inbraep@inbraep. inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador. com carga horária mínima de oito horas. incluir: a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. teórico e prático. k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma. que diligenciará as medidas cabíveis. pelo estudo. cujo conteúdo programático deve. c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa. e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas.

local de realização do treinamento. Lei 9.com.3. 35.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações: a) mudança nos procedimentos. condições ou operações de trabalho. 35.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas. conforme conteúdo programático definido pelo empregador.4.br c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle.3.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador.5. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.3. Planejamento. conservação e limitação de uso. 35. data.inbraep.br Site: www.3. d) mudança de empresa. d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção.1 Todo trabalho em altura deve ser planejado.5 A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho.3. periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa. “c” e “d”.4. b) evento que indique a necessidade de novo treinamento. “b”.610/98.3. carga horária.Proibida a reprodução por qualquer meio.6 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto. 35. 35. inspeção. c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias. 35. conteúdo programático. incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.3. 35. organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado.3.3.com.7. Organização e Execução 35. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3. 35.8 A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3. inbraep@inbraep.INBRAEP . f) Condutas em situações de emergência. nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.4 Os treinamentos inicial. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. 35.2 Nos casos previstos nas alíneas “a”. sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 12 .1 O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo. 35.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa.3. a carga horária e o conteúdo programático devem atender a situação que o motivou. 35.

4.2 Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura.com.4.4. 35. 35. c) medidas que minimizem as consequências da queda. tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa. cuja forma será definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade. considerando os riscos envolvidos em cada situação.br Site: www.1.inbraep.4.3 Todo trabalho em altura deve ser realizado sob supervisão.4.1. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 13 . 35. devendo estar nele consignados.PCMSO. inbraep@inbraep. c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura. b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores. 35.2.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado.4 A execução do serviço deve considerar as influências externas que possam alterar as condições do local de trabalho já previstas na análise de risco. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .4.5. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura.1.br 35.1 A aptidão para trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador. b) a avaliação seja efetuada periodicamente.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.1 A Análise de Risco deve.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.4.4. 35.4. de acordo com a seguinte hierarquia: a) medidas para evitar o trabalho em altura. quando o risco de queda não puder ser eliminado. Lei 9.2 No planejamento do trabalho devem ser adotadas.com. cujo estado de saúde foi avaliado.Proibida a reprodução por qualquer meio. 35. 35.1. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno.610/98. d) as condições meteorológicas adversas.3 A empresa deve manter cadastro atualizado que permita conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador para trabalho em altura. garantindo que: a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional . sempre que existir meio alternativo de execução. 35. considerando também os fatores psicossociais. na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma.

6. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. j) as condições impeditivas.4.610/98.7. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador.6 Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco pode estar contemplada no respectivo procedimento operacional. l) a necessidade de sistema de comunicação.com. 35. 35. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 14 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. 35. g) as competências e responsabilidades. 35.4. e) as condições impeditivas.1 Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.br e) a seleção. às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. 35. no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa. d) as medidas de controle dos riscos características à rotina. disponibilizada no local de execução da atividade e. forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários. f) o risco de queda de materiais e ferramentas. i) os riscos adicionais. ao final. h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.4. Lei 9. c) o detalhamento da tarefa. m) a forma de supervisão. inspeção. b) as orientações administrativas.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho.INBRAEP . inbraep@inbraep.inbraep. g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos.1 Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros. atendendo às normas técnicas vigentes.br Site: www.4.4. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão.

1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI.INBRAEP .1 O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco. c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI. 35. b) periódicas e rotineiras quando os EPI. acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco. acessórios e sistemas de ancoragem. acessórios e sistemas de ancoragem. recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações.2.com.5. 35. exceto quando sua restauração for prevista em normas técnicas nacionais ou. 35.5.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem.1 Na seleção dos EPI devem ser considerados. Acessórios e Sistemas de Ancoragem 35.2 A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade. degradação.2 O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda. além dos riscos a que o trabalhador está exposto.8.5. 35. 35.8.4.Proibida a reprodução por qualquer meio. restrita ao turno de trabalho. os riscos adicionais. deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados. 35. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 35.5.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3 Os EPI.EPI.1 A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos. inbraep@inbraep. podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho. na sua ausência.5.2 Deve ser registrado o resultado das inspeções: a) na aquisição.3.4. acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados.5. normas internacionais. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 15 .2.5.5.2.br 35. 35.5. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança. Lei 9.inbraep.1 Os Equipamentos de Proteção Individual .1.610/98. destinados à proteção de queda de altura.3.br Site: www. acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos.com. 35. 35. Equipamentos de Proteção Individual. o conforto. em caso de eventual queda.

4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate.com.9m. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 35. independente da frequência. b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável.4 É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações: a) fator de queda for maior que 1. Emergência e Salvamento 35.6.610/98. 35.6. devem ser tomadas as seguintes providências: a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado. b) comprimento do talabarte for maior que 0. Glossário Absorvedor de energia: dispositivo destinado a reduzir o impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema de segurança durante a contenção da queda. ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que. 35.AR: avaliação dos riscos potenciais.6. 35.5. Análise de Risco .inbraep.3.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências. 35.br Site: www.1 A equipe pode ser própria. c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização. externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Condições impeditivas: situações que impedem a realização ou continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador. minimize as chances do trabalhador colidir com estrutura inferior.3 As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de emergência da empresa. constituído de sustentação na parte inferior do peitoral. 35.6. consequências e medidas de controle.INBRAEP .5. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 16 . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .6.3.4 Quanto ao ponto de ancoragem. Atividades rotineiras: atividades habituais. suas causas. acima dos ombros e envolto nas coxas.1.br 35. em função das características das atividades.1 O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em altura. em caso de ocorrência. prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar.3 O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador.6. que fazem parte do processo de trabalho da empresa.5. 35. Cinto de segurança tipo paraquedista: Equipamento de Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura onde haja risco de queda.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. inbraep@inbraep.

dimensionados para suportar impactos de queda. até o momento do socorro. desfalecimento ou queda. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Equipamentos auxiliares: equipamentos utilizados nos trabalhos de acesso por corda que completam o cinturão tipo paraquedista. Ponto de ancoragem: ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança. trava-queda e talabartes. trava quedas e corda. além de medidas de emergência e resgate.br Site: www. anéis de cintas têxteis. de 28 de abril de 2014). descensores. tais como: conectores. cujo controle não é possível implementar de forma antecipada. (Inserido pela Portaria MTE n. para sustentar. regulável ou não.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. Operação Assistida: atividade realizada sob supervisão permanente de profissional com conhecimentos para avaliar os riscos nas atividades e implantar medidas para controlar. minimizar ou neutralizar tais riscos. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 17 . (Inserido pela Portaria MTE n. bloqueadores.º 593. aos quais o trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual. Fator de queda: razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irá detê-lo. Trabalhador qualificado: trabalhador que comprove conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino. Trava-queda: dispositivo de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. cabos de aço.º 593.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . além dos existentes no trabalho em altura. dentre outros.610/98.PT: documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho seguro. Riscos adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco. Permissão de Trabalho . de 28 de abril de 2014). polias. tais como cordas.com. ascensores.INBRAEP . Suspensão inerte: situação em que um trabalhador permanece suspenso pelo sistema de segurança. para segurança das pessoas. Influências Externas: variáveis que devem ser consideradas na definição e seleção das medidas de proteção. possam afetar a segurança e a saúde no trabalho. Talabarte: dispositivo de conexão de um sistema de segurança. específicos de cada ambiente ou atividade que. direta ou indiretamente. Sistemas de ancoragem: componentes definitivos ou temporários.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. diretamente ou através de outro dispositivo. de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio. posicionar e/ou limitar a movimentação do trabalhador. Profissional legalmente habilitado: trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe. quando conectado com cinturão de segurança para proteção contra quedas.com. talabarte.

1.Proibida a reprodução por qualquer meio.1 e 35. 2. b) por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas.3 da NR-35.2.br Site: www. Execução das atividades 2. de 28 de abril de 2014) 1. normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente.1.º 593/2014) c) por equipe constituída de pelo menos dois trabalhadores. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 18 .3.com.1 O processo de certificação desses trabalhadores contempla os treinamentos inicial e periódico previstos nos subitens 35. 1. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. 3ª da Portaria MTE n.1 A execução da atividade com o trabalhador conectado a apenas uma corda pode ser permitida se atendidos cumulativamente aos seguintes requisitos: a) for evidenciado na análise de risco que o uso de uma segunda corda gera um risco superior. inbraep@inbraep. (Vide prazo para implementação no Art. assim como para posicionamento no local de trabalho. Campo de Aplicação 1. 2.3.3 As disposições deste anexo não se aplicam nas seguintes situações: a) atividades recreacionais.1 As atividades com acesso por cordas devem ser executadas: a) de acordo com procedimentos em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes.2 Durante a execução da atividade o trabalhador deve estar conectado a pelo menos duas cordas em pontos de ancoragem independentes. b) arboricultura. com outros equipamentos para ascender.610/98. 2.INBRAEP .º 593. a aplicação deste anexo deve ser estabelecida por Análise de Risco. 2. c) serviços de atendimento de emergência destinados a salvamento e resgate de pessoas que não pertençam à própria equipe de acesso por corda.2 Em situações de trabalho em planos inclinados. Lei 9.1 Para fins desta Norma Regulamentadora considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas. sendo um deles o supervisor.com. descender ou se deslocar horizontalmente. um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.br ANEXO I ACESSO POR CORDAS (Inserido pela Portaria MTE n. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. esportivas e de turismo de aventura.

3.4. de acordo com normas técnicas internacionais. 3ª da Portaria MTE n. 3. (Vide prazo para implementação no Art. o intervalo entre as inspeções deve ser reduzido.1 Na inexistência de normas técnicas internacionais. inbraep@inbraep.610/98. inutilizado e descartado.1 As cordas utilizadas devem atender aos requisitos das normas técnicas nacionais. desgaste. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.3.2. Equipamentos e cordas 3. 3. 3. que garantam um desempenho de segurança no mínimo equivalente ao uso de duas cordas. 3.4. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 19 .6 Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos conforme recomendação do fabricante ou fornecedor. degradação ou deformação deve ser recusado.2. b) periodicamente. Lei 9. a certificação por normas estrangeiras pode ser aceita desde que atendidos aos requisitos previstos na norma europeia (EN). com periodicidade mínima de seis meses. c) quando os equipamentos ou cordas forem recusados. 3.4.br b) sejam implementadas medidas suplementares.com. 3. devem ser adotadas medidas adicionais.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio. previstas na análise de risco. 3.2 Os equipamentos auxiliares utilizados devem ser certificados de acordo com normas técnicas nacionais ou.2.1 Em função do tipo de utilização ou exposição a agentes agressivos.º 593/2014) 3.5 As inspeções devem ser registradas: a) na aquisição. na ausência dessas. b) periodicamente. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .4 As inspeções devem atender às recomendações do fabricante e aos critérios estabelecidos na Análise de Risco ou no Procedimento Operacional. 3.2 Nas atividades nas proximidades de sistemas energizados ou com possibilidade de energização.inbraep.INBRAEP . 3.4. 3.1 Todo equipamento ou corda que apresente defeito.com.1 Quando houver exposições a agentes químicos que possam comprometer a integridade das cordas ou equipamentos.3 Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações: a) antes da sua utilização.br Site: www.2 A Análise de Risco deve considerar as interferências externas que possam comprometer a integridade dos equipamentos e cordas. devem ser adotadas medidas adicionais em conformidade com as recomendações do fabricante considerando as tabelas de incompatibilidade dos produtos identificados com as cordas e equipamentos.

alínea ¨j¨ da NR-35. efetuada por equipe multidisciplinar coordenada por profissional qualificado em segurança do trabalho ou. 5.2 Para cada frente de trabalho deve haver um plano de resgate dos trabalhadores.com. Lei 9. Condições impeditivas 5. suas causas.1.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. desde que atendidos os seguintes requisitos: a) justificar a impossibilidade do adiamento dos serviços mediante documento assinado pelo responsável pela execução dos serviços. Resgate 4.1 Além das condições impeditivas identificadas na Análise de Risco. consequências e medidas de controle. na inexistência deste. pelo responsável pelo cumprimento desta norma.INBRAEP . d) ser realizada mediante operação assistida pelo supervisor das atividades. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . c) implantar medidas adicionais de segurança que possibilitem a realização das atividades. b) elaborar Análise de Risco complementar com avaliação dos riscos.br 4. como estabelece o item 35. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.2 Pode ser autorizada a execução de trabalho em altura utilizando acesso por cordas em condições com ventos superiores a quarenta quilômetros por hora e inferiores a quarenta e seis quilômetros por hora.com.610/98. assinada por todos os participantes. anexada à justificativa.4. inbraep@inbraep. o trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de ventos superiores a quarenta quilômetros por hora. 4. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 20 . 5. com as medidas de proteção adicionais aplicáveis.inbraep.1 A equipe de trabalho deve ser capacitada para autorresgate e resgate da própria equipe.5.

 razão entre o perigo e as medidas de segurança.br 3 ANÁLISE DE RISCOS Os acidentes são materializações dos riscos associados a atividades.1. As utilizações de técnicas e de métodos específicos para a análise de riscos ocupam cada vez mais o espaço nos programas sobre segurança e gerenciamento ambiental das indústrias.com.610/98. Magnitude das possíveis consequências. é preciso avaliar e controlar os riscos e responder as seguintes perguntas. máquinas e equipamentos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 21 .1.inbraep. ao meio ambiente e à própria empresa. 3.Proibida a reprodução por qualquer meio.    Que pode acontecer errado? Quais são as causas básicas dos eventos não desejados? Quais são as consequências? A análise de riscos constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que aplicados a uma atividade proposta ou existente identificam e avaliam qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população vizinha.com. O risco está sempre ligado à factibilidade da ocorrência de um evento não desejado. resultante da combinação entre a frequência da ocorrência e a magnitude das perdas ou danos (consequências). procedimentos. O risco também pode ser definido através das seguintes expressões:  combinação de incerteza e de dano. Lei 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .  combinação entre o evento.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.1 Perigo Perigo é situação de ameaça que pode causar danos (materais. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sendo função da frequência da ocorrência das hipóteses acidentais e das suas consequências.1 Conceitos Básicos 3. Suas frequências esperadas de ocorrência. a probabilidade e suas consequências. Para reduzir a frequência de acidentes. inbraep@inbraep. 3. como evidência da preocupação destas. Os principais resultados de uma análise de riscos são:    Identificação de cenários de acidentes. projetos. Deve incluir as medidas de prevenção de acidentes e as medidas para controle das consequências de acidentes para os trabalhadores e para as pessoas que vivem ou trabalham próximo à instalação ou para o meio ambiente. dos governos e de toda a sociedade com respeito aos temas relacionados à segurança o meio ambiente. máquinas. equipamentos e meio ambiente) e/ou lesões (pessoas).br Site: www.2 Risco Medida da perda econômica e/ou de danos para a vida humana.

610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 3.6 Níveis de risco      Catastrófico Moderado Desprezível Crítico Não Crítico 3.1.5 Gerenciamento de Riscos É a formulação e a execução de medidas e procedimentos técnicos e administrativos que têm o objetivo de prever.1.br A experiência demonstra que geralmente os grandes acidentes são causados por eventos pouco frequentes. Identificação de perigos 3.1.Proibida a reprodução por qualquer meio. mas que causam danos importantes.com. Estimativa de frequências 5. podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade.1. inbraep@inbraep. Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores dependendo do setor elevados. controlar ou reduzir os riscos existentes. objetivando mantê-la operando dentro dos requerimentos de segurança considerados toleráveis.3 Análise de Riscos É a atividade dirigida à elaboração de uma estimativa (qualitativa ou quantitativa) do riscos. baseada na engenharia de avaliação e técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de cenários acidentais.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Estimativa de riscos 6. Lei 9.INBRAEP . 3.com.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos Geralmente um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas seguintes etapas: 1.br Site: www. Caracterização da empresa 2. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 22 . 3. Estimativa de consequências e de vulnerabilidade 4. 3. Avaliação e gerenciamento de riscos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep.4 Avaliação de riscos É o processo que utiliza os resultados da análise de riscos e os compara com os critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos.

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3.2.1 Caracterização da empresa
A caracterização da empresa e da região tem as seguintes finalidades:
 identificar aspectos comuns que possam interferir na instalação ou no ambiente;
 o enfoque operacional e de segurança;
 estabelecer uma relação direita entre a empresa e a região da influência.

Espera-se os seguintes resultados práticos:
 obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre a empresa, objeto de
análise e o local;
 caracterização dos aspectos importantes que sustentarão o estudo de análise de
riscos, por meio da definição de métodos, normas ou necessidades específicas;
 ajuda para determinar a amplitude do estudo.

3.2.2 Identificação de perigos
Esta etapa tem o objetivo de identificar os possíveis eventos não desejados que possam levar
a acidentes, possibilitando definir hipóteses acidentais que poderão produzir consequências
significativas.
Portanto, técnicas específicas para a identificação dos perigos devem ser empregadas, entre
as quais podemos mencionar:




Listas de verificação (Checklists);
Análise "E se…?"
Análise Preliminar de Perigos (APP);
Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE);
Estudo de Perigos e Operabilidade.

3.2.2.1 Informações para a realização ou entender uma APR/APP
A realização da análise é feita através do preenchimento de uma planilha de APR/APP para
cada módulo de análise. A planilha utilizada nesta APP, mostrada a seguir, contém 5 colunas, as
quais devem ser preenchidas conforme a descrição apresentada a seguir.

ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS OU PERIGOS (APR/APP)
Atividade/Operação: ______________________________
Referência:____________
ETAPA

RISCO/PERIGO

Data: __/__/___
MODE DE DETECÇÃO

Revisão:__________
EFEITO

RECOMENDAÇÕES / CONTROLE

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1ª coluna: Etapa
Esta coluna deve descrever, suscintamente, as diversas etapas da atividade/operação.
2ª coluna: Risco/perigo
Esta coluna deve conter os riscos/perigos identificados para o módulo de análise em estudo.
De uma forma geral, os riscos/perigos são eventos acidentais que têm potencial para causar danos
aos
trabalhadores,
ao
público
ou
ao
meio
ambiente.
3ª coluna: Modos de detecção
Os modos disponíveis na instalação para a detecção do risco/perigo identificado na segunda
coluna devem ser relacionados nesta coluna. A detecção da ocorrência do risco/perigo tanto pode
ser realizada através da instrumentação (alarmes de pressão, de temperatura, etc.) como através da
percepção humana (visual, odor, etc.).
4ª coluna: Efeitos
Os possíveis efeitos danosos de cada risco/perigo identificado devem ser listados nesta
coluna.
5ª coluna: Recomendações/observações
Esta coluna deve conter as recomendações de medidas mitigadoras de risco propostas pela
equipe de realização da APR/APP ou quaisquer observações pertinentes ao cenário de acidente em
estudo.

Análise Preliminar de Risco (APR)


Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos.
Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado, que permite a
identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição
para evita-los ou conviver com eles em segurança.
Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades, a técnica de Análise
Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a
responsabilidade solidária.

Outro modelo de Planilha de APR.

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3.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade
Tendo por base as hipóteses acidentais formuladas na etapa anterior, estuda-se as suas
possíveis consequências, medindo os impactos e danos causados por elas.
Deverão ser utilizados modelos de cálculos que representem os possíveis efeitos resultantes
dos tipos de acidentes.
Em seguida deverão ser estimadas as possíveis consequências dos cenários produzidos
pelas hipóteses de acidentes. Os resultados desta estimativa deverão servir de base para a análise
de vulnerabilidade nos lugares estudados. Normalmente essa análise é feita considerando danos às
pessoas expostas.

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sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.2. Um fator que deve ser considerado na análise é o erro humano durante a realização de uma determinada operação. inbraep@inbraep.2. Quais os riscos que esse local oferece? Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .  análise por árvore de falhas (AAF). através da pesquisa bibliográfica ou nos bancos de dados de acidentes.:  análise histórica dos acidentes. a estimativa de probabilidade de erros do homem deve ser quantificada nesta etapa. Onde essa atividade será executada? f. visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.INBRAEP . Qual o número de pessoas necessárias para a execução da atividade? d. Em determinados estudos.2. Esses dados normalmente são difíceis de serem estimados já que há poucos estudos abordando confiabilidade humana.  Risco social.  análise por árvores de eventos (AAE). 3. Da mesma maneira. ou de modificação dos já existentes. Geralmente os riscos são expressos da seguinte maneira:  Índices de risco.inbraep. os fatores externos da empresa podem contribuir para o risco. Qual atividade será executada? b.  Risco individual. Para a elaboração dos procedimentos devemos analisar da seguinte forma: a. Qual o tempo necessário para executar a atividade? c. Pode-se expressar o risco de diferentes formas segundo o objetivo do estudo em questão. Lei 9.6 Avaliação e gerenciamento de riscos Nesta etapa os riscos estimados deverão ser avaliados.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. de maneira a definir medidas e procedimentos que serão executados com o objetivo de reduzi-los ou gerenciá-los.610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio. 3. Quais os riscos que essa atividade apresenta? e. Nesses casos.4 Estimativa de frequências Para fazer estudos quantitativos de análise de riscos é necessária a estimativa das frequências das hipóteses acidentais decorrentes das falhas nos equipamentos.br Site: www. principalmente erros de manutenção. tendo-se por base critérios de aceitabilidade de riscos previamente definidos. métodos ou processos de trabalho. também deve ser considerada a probabilidade ou a frequência do acontecimento de eventos não desejáveis causados por terceiros ou por agentes externos.5 Estimativa de riscos A estimação de riscos é feita através da combinação das frequências de ocorrência das hipóteses de acidentes e as suas respectivas consequências.br 3. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 26 . 3. devido aos quais acontecem cerca de 60% a 80% dos acidentes maiores em que o erro humano está envolvido. As seguintes técnicas podem ser utilizadas para o cálculo das frequências dos cenários de acidentes.com.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Quais os riscos existentes na utilização das máquinas. restrita ao turno de trabalho. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno. c) o detalhamento da tarefa. Quais são as Medidas de Segurança para eliminar e/ou controlar os riscos? k. Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos. Quais os EPI e/ou os EPC que utilizarão para exercer a atividade? l.Proibida a reprodução por qualquer meio. disponibilizada no local de execução da atividade e.br g. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão. Lembre-se que conforme a NR-35 a Análise de Risco deve.br Site: www. As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. Todo trabalhador possui ASO para trabalho em altura? Para as atividades com riscos comuns entre eles é elaborado um único procedimento. é criado o procedimento e a Permissão de Trabalho. desde que não há alteração. inbraep@inbraep. equipamentos e ferramentas? j. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 27 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9.com. Permissão de Trabalho deve ser emitida. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho. b) as orientações administrativas. podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.INBRAEP . c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações. no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa. ou ainda.inbraep. ao final. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco.com. A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade. Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários. e) as condições impeditivas.610/98. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura. d) as medidas de controle dos riscos características à rotina. As pessoas estão capacitadas para atividade em altura? m. A partir desse levantamento. g) as competências e responsabilidades. desde que a segurança de uma atividade aumente a segurança de outra. Quais as máquinas e equipamentos que serão utilizados? h. Quais as ferramentas serão utilizadas para a execução das atividades? i. da ou das atividades.

h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras.br d) as condições meteorológicas adversas.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros.INBRAEP . l) a necessidade de sistema de comunicação. inspeção.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. e) a seleção. inbraep@inbraep. j) as condições impeditivas. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 28 .com. às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda. m) a forma de supervisão. i) os riscos adicionais. forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual. f) o risco de queda de materiais e ferramentas.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . atendendo às normas técnicas vigentes.inbraep. g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos. Lei 9.

sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 29 . são consideradas condições impeditivas para o serviço. Exemplo: Equipamentos.INBRAEP . O profissional deve sempre buscar zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. com indicações de que essa providência de recusar-se a expor sua saúde e integridade física deva resultar em medidas corretivas. seja realizado sob supervisão. surgindo assim uma condição impeditiva para o serviço.254 de29 de setembro de 1994. Condições indiretas: são as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional indiretamente. ferramentas e procedimentos inadequados para o serviço. Lei 9.br Site: www. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. Em alguns casos os próprios equipamentos de segurança apresentam irregularidades. Trata-se de uma ratificação do direito de recusa. indicando a responsabilidade dos níveis hierárquicos superiores para as providências necessárias. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. que diligenciará as medidas cabíveis. Exemplo: Condições climáticas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. Iluminação e perigo de desmoronamento. Os trabalhadores devem interromper suas tarefas exercendo o direito de recusa. Os trabalhos em altura.br 4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS Toda a condição que ocasione riscos à saúde e vida dos profissionais. não sendo essas sanadas pelos EPIs ou EPCs. As situações ou condições de risco podem ser diretas ou indiretas: Condições diretas: são todas as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional diretamente. previsto no artigo 13 da Convenção 155 da OIT e promulgada pelo Decreto 1. ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo.610/98. A NR-35 estabelece que todo trabalho em altura. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. O responsável pela execução do serviço também deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Ressalte-se que esta atitude está associada à obrigação da comunicação imediata conforme estabelece a norma regulamentar. inbraep@inbraep. Direito de Recusa é um instrumento que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança e saúde ou de outras pessoas.com.

podendo ter de responder civil e criminalmente.INBRAEP .com. onde ocorre graves acidentes ou até a mesmo a morte do trabalhador. • Serviços em ônibus e caminhões.com. desconhecem ou subestimam os riscos inerentes a estas atividades. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A. luxações entre outros. inbraep@inbraep. Sendo que em média de todos os acidentes de trabalho ocorridos no ano. São as falhas.br Site: www. irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos. zelando tanto pela sua segurança e saúde como pela de outras pessoas que possam ser afetadas. • Pontes rolantes. • Serviços de manutenção e limpeza em fachadas. O risco de queda existe em vários ramos de atividades. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 30 . e muitas vezes. Acidentes por queda de atura ocorrem principalmente em: • Obras da construção civil. • Serviços diversos em locais com aberturas em pisos e paredes sem proteção. entretanto todas elas podem ser agrupadas em duas categorias. que também são acidentes que podem levar a graves situações ou impossibilidade do profissional voltar as suas atividades. imprudência ou imperícia. Ato Inseguro Condições Inseguras – são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador estando no ambiente. Lei 9. hematomas.610/98. A maioria dos acidentes do trabalho se deve a quedas de alturas elevadas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. • Serviços em linha de transmissão e postes elétricos. etc. 30% correspondem às quedas. Quando não provocam à morte do trabalhador as quedas podem provocar escoriações. devemos intervir nestas situações de risco regularizando o processo e tornando os trabalhos mais seguros. Milhares podem ser as causas de um simples acidente. • Depósitos de materiais. tomando medidas preventivas em todos os trabalhos realizados com risco de queda visando à segurança dos trabalhadores e terceiros. Segundo estudos a principal causa de acidentes de trabalho mortais é a queda em altura. • Serviços de manutenção em telhados. os defeitos. • Trabalhos de manutenção em torres. fraturas.Proibida a reprodução por qualquer meio. • Montagem de estruturas diversas.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Condição Insegura B. Os autorizados a trabalhar em altura devem ter atenção em suas ações ou omissões que impliquem em negligência.br 5 RISCOS POTENCIAIS Muitos estabelecimentos mantêm trabalhadores envolvidos com trabalhos em altura que não tiveram capacitação formal. torções.

trânsito perigoso de material rodante. correr por entre máquinas ou em corredores e escadas. Lei 9. calçados impróprio. substâncias altamente inflamáveis em quantidade excessivas na área de produção. ferramentas desarrumadas. operação de máquinas em velocidade excessiva. se podem ser facilmente apanhados. escadas entre pavimentos sem proteções. equipamentos de extinção de fogo (se estão desimpedidos. consciente ou inconscientemente. inutilização. se estão em situação de perfeito funcionamento). condutores de eletricidade com revestimento estragado. posição defeituosa no trabalho.br Site: www.br Problemas de iluminação.610/98. pisos escorregadios ou esburacados. desmontagem ou desativação de proteções de máquinas. condições sanitárias insatisfatórias. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Atos imprudentes. passagens obstruídas. recusa de utilização de equipamento individual de proteção. colares. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 31 . atirar ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros. permanência debaixo de guindastes e de cargas que podem cair. roupas muito largas.com. brincadeira. falta de protetores em partes móveis de máquinas e nos pontos de operação.inbraep. calor excessivo. a riscos de acidentes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. anéis. ruídos e trepidações em excesso. Atos Inseguros – É a maneira como as pessoas se expõem. operação de máquinas e equipamentos sem habilitação e sem treino. inbraep@inbraep. resíduos inflamáveis acumulados.INBRAEP . ferramentas defeituosas.Proibida a reprodução por qualquer meio. falta de limpeza e de ordem.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido. transporte manual de cargas sem ter visão do caminho. cabelos soltos em operações com máquinas de engrenagens móveis. levantamento de cargas com utilização defeituosa dos músculos. ventilação deficiente ou imprópria.com. alterar o uso de ferramentas. Uma "condição insegura" normalmente é o resultado do "ato inseguro" de alguém ao longo do desencadeamento do acidente. má distribuição de máquinas e equipamentos.

com.INBRAEP . Rampas e Passarelas A madeira a ser usada para construção de escadas. Vale salientar que o curso de NR-35 é um curso voltado para vários profissionais que irão trabalhar em diversas áreas deste trabalho. inbraep@inbraep. rampas e passarelas para a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé. Os patamares intermediários devem ter largura e comprimento. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 6.30m (trinta centímetros). respeitando-se a largura mínima de 0. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições. É proibido o uso de escada de mão com montante único.inbraep. estar seca.610/98. Lei 9. É proibido colocar escada de mão: a) nas proximidades de portas ou áreas de circulação. As escadas de uso coletivo. no mínimo.25m (vinte e cinco centímetros) a 0. iremos buscar alguns conceitos e obrigações estabelecidas pelo MTE através de outras normas regulamentares que foram e são muito utilizadas como norteadoras no trabalho em altura.00m (sete metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser uniforme. A transposição de pisos com diferença de nível superior a 0. sem apresentar nós e rachaduras que comprometam sua resistência. c) nas proximidades de aberturas e vãos. É obrigatória a instalação de rampa ou escada provisória de uso coletivo para transposição de níveis como meio de circulação de trabalhadores. rampas e passarelas deve ser de boa qualidade.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 32 .1. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. b) onde houver risco de queda de objetos ou materiais.br 6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE Para entendermos melhor sobre as medidas de prevenção e controle.br Site: www. iguais à largura da escada.1 Escadas. 6.1 Escadas.80 (oitenta centímetros).90m (dois metros e noventa centímetros) de altura um patamar intermediário. A escada de mão deve ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de pequeno porte. As escadas de mão poderão ter até 7.Proibida a reprodução por qualquer meio. variando entre 0. por este motivo iremos tratar dos principais trabalhos realizados em altura.40m (quarenta centímetros) deve ser feita por meio de escadas ou rampas. devendo ter pelo menos a cada 2. As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores.

00m (um metro) o piso superior. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.00m (um metro). d) ser apoiada em piso resistente.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.610/98. Lei 9. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos. quando estendida. A escada extensível deve ser dotada de dispositivo limitador de curso. deve permitir uma sobreposição de no mínimo 1.br A escada de mão deve: a) ultrapassar em 1. quando fechada.INBRAEP . Caso não haja o limitador de curso. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . estável e provida de dispositivos que a mantenham com abertura constante. c) ser dotada de degraus antiderrapantes.Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 33 . devendo ter comprimento máximo de 6. colocado no quarto vão a contar da catraca.br Site: www.com.00m (seis metros). A escada de abrir deve ser rígida. b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento. inbraep@inbraep.

Nas rampas provisórias.00m (quatro metros) e ser fixadas em suas extremidades. não ultrapassando 30º (trinta graus) de inclinação em relação ao piso. deve existir um patamar intermediário de descanso.610/98. protegido por guarda-corpo e rodapé.00 (seis metros) ou mais de altura.00m (dois metros) acima da base até 1. 6. As rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior.br A escada fixa. com 6. As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente. com inclinação superior a 18º (dezoito graus).Proibida a reprodução por qualquer meio. deve ser provida de gaiola protetora a partir de 2.00m (um metro) acima da última superfície de trabalho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 34 . 6. Lei 9.INBRAEP . devem ser fixadas peças transversais.2 Rampas e passarelas. Os apoios das extremidades das passarelas devem ser dimensionados em função do comprimento total das mesmas e das cargas a que estarão submetidas. para apoio dos pés.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. As rampas provisórias usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 4. no máximo.00m (nove metros).1. inbraep@inbraep. As rampas e passarelas provisórias devem ser construídas e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.2 Medidas de proteção contra quedas de altura É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção e materiais.40m (quarenta centímetros). Para cada lance de 9.com.inbraep. tipo marinheiro. Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno.br Site: www. espaçadas em 0.

Os vãos de acesso às caixas dos elevadores devem ter fechamento provisório de.20m (um metro e vinte centímetros) de altura. devem ser protegidas por guarda-corpo fixo. no mínimo.br As aberturas. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. a instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.com. na periferia da edificação.20m (vinte centímetros). em caso de serem utilizadas para o transporte vertical de materiais e equipamentos. no ponto de entrada e saída de material. A proteção contra quedas. Lei 9. É obrigatória. quando constituída de anteparos rígidos. constituído de material resistente e seguramente fixado à estrutura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 35 . em sistema de guardacorpo e rodapé.br Site: www. até a colocação definitiva das portas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. c) ter vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura. 1.INBRAEP . e por sistema de fechamento do tipo cancela ou similar. deve atender aos seguintes requisitos: a) ser construída com altura de 1. b) ter rodapé com altura de 0.20m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior e 0.70m (setenta centímetros) para o travessão intermediário.com.610/98.

no mínimo. quando a vedação da periferia. até a plataforma imediatamente superior. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 36 . 1.INBRAEP . a partir de sua extremidade. somente. é obrigatória a instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja. Cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. Lei 9.40m (um metro e quarenta centímetros) de balanço e um complemento de 0. Essas plataformas devem ter. um pé-direito acima do nível do terreno. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . no mínimo.inbraep. 2.50m (dois metros e cinquenta centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e 1 (um) complemento de 0. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). A plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada.Proibida a reprodução por qualquer meio. somente. Essa plataforma deve ter. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus).com. no mínimo.80m (oitenta centímetros) de extensão. plataformas secundárias de proteção.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. estiver concluída. Acima e a partir da plataforma principal de proteção. de 3 (três) em 3 (três) lajes.br Site: www. em balanço. a partir de sua extremidade.com.br Em todo perímetro da construção de edifícios com mais de 4 (quatro) pavimentos ou altura equivalente. também.80m (oitenta centímetros) de extensão. devem ser instaladas.610/98. quando o revestimento externo do prédio acima dessa plataforma estiver concluído.

no mínimo. Redes de Segurança (Incluído pela Portaria SIT n.20m (dois metros e vinte centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e um complemento de 0. também. devem ser instaladas. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção. além da obrigatoriedade da instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja. pelos seguintes elementos: a) rede de segurança.Proibida a reprodução por qualquer meio. plataformas terciárias de proteção. Elemento forca.com. somente. só podendo ser retirada quando a vedação da periferia.INBRAEP . não esquecendo que cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada.80m (oitenta centímetros) de extensão. O perímetro da construção de edifícios. um pé-direito acima do nível do terreno e instaladas. A tela deve ser instalada entre as extremidades de 2 (duas) plataformas de proteção consecutivas. deve ser considerada a primeira laje do corpo recuado para a instalação de plataforma principal de proteção e istalar as plataformas secundárias de proteção. em balanço. no mínimo. estiver concluída. de 10 de abril de 2006) Como medida alternativa ao uso de plataformas secundárias de proteção. fixação e ancoragem e acessórios de rede. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 37 . com a utilização de redes de segurança. ainda. c) conjunto de sustentação. inbraep@inbraep. Lei 9. Ganchos de ancoragem da rede na parte inferior. 2. de 3 (três) em 3 (três) lajes e constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas como já mencionado.610/98. até a plataforma imediatamente superior. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ser composto.br Site: www. composto de: I. Essas plataformas devem ter. de 2 (duas) em 2 (duas) lajes. quando a vedação da periferia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. II. em balanço. Em construções em que os pavimentos mais altos forem recuados. de 3 (três) em 3 (três) lajes. As plataformas de proteção devem ser construídas de maneira resistente e mantidas sem sobrecarga que prejudique a estabilidade de sua estrutura. no mínimo. Grampos de fixação do elemento forca. plataformas secundárias de proteção.com. contadas em direção ao subsolo e a partir da laje referente à instalação da plataforma principal de proteção. a partir de sua extremidade. III.br Na construção de edifícios com pavimentos no subsolo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. estiver concluída.º 157. b) cordas de sustentação ou de amarração e perimétrica da rede.pode ser instalado Sistema Limitador de Quedas de Altura.inbraep. A tela deve constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas. até a plataforma imediatamente superior.

A distância máxima entre os elementos de sustentação tipo forca deve ser de 5m (cinco metros).inbraep. integrado ao Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção . devem ser asseguradas as mesmas características da rede original.10 m (dez centímetros). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 38 . A rede deve ser ancorada à estrutura da edificação. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. já considerado. devem ser efetuadas as correções necessárias.00m (um metro) acima da superfície de trabalho. seco e acondicionadas em recipientes adequados. no máximo a cada 0. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . no mínimo. Os empregadores que optarem pelo Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura devem providenciar projeto que atenda às especificações de dimensionamento previstas nesta Norma Regulamentadora. em seu cálculo. com distância entre nós de 0.Proibida a reprodução por qualquer meio.50m (cinquenta centímetros). As fases de montagem. sob supervisão de profissional legalmente habilitado. As cordas de sustentação e as perimétricas devem ter diâmetro mínimo de 16mm (dezesseis milímetros) e carga de ruptura mínima de 30 KN (trinta quilonewtons). para verificação das condições de todos os seus elementos e pontos de fixação. Os elementos de sustentação da rede no Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura não podem ser utilizados para outro fim. Entre a parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura e a superfície de trabalho deve ser observada uma altura máxima de 6. O projeto deve conter o detalhamento técnico descritivo das fases de montagem. 2. A distância entre os pontos de ancoragem da rede e a face do edifício deve ser no máximo de 0. preferencialmente escura. no mínimo. A rede deve ser confeccionada em cor que proporcione contraste. além da durabilidade. O Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura deve ser utilizado até a conclusão dos serviços de estrutura e vedação periférica. Lei 9. a rede deve permanecer o mais próximo possível do plano de trabalho. O Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura deve ser submetido a uma inspeção semanal. em cordéis 30/45.06m (sessenta milímetros) e altura mínima de 10. Após a inspeção semanal. inbraep@inbraep. fator de segurança 2 (dois). As emendas devem ser feitas por profissionais com qualificação especialização em redes.com.com.04m (quarenta milímetros) a 0. deslocamento do Sistema durante a evolução da obra e desmontagem.00 m (seis metros). 1. As redes do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura devem ser armazenadas em local apropriado. na sua parte inferior.INBRAEP .br Site: www. A estrutura de sustentação deve ser dimensionada por profissional legalmente habilitado.50 m (dois metros e cinqüenta centímetros) de projeção horizontal a partir da face externa da construção.610/98. Quando necessárias emendas na panagem da rede. A estrutura de sustentação deve ser projetada de forma a evitar que as peças trabalhem folgadas. A extremidade superior da rede de segurança deve estar situada.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deslocamento e desmontagem do sistema devem ser supervisionadas pelo responsável técnico pela execução da obra. O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ter.br Os elementos de sustentação não podem ser confeccionados em madeira. Os ensaios devem ser realizados de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2.PCMAT. sendo proibidas emendas com sobreposições da rede. O projeto deve ser assinado por profissional legalmente habilitado. com relação à resistência à tração e à deformação. Os elementos de sustentação do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura e seus acessórios devem ser armazenados em ambientes adequados e protegidos contra deterioração.00m (dez metros). Na parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura. As redes devem apresentar malha uniforme em toda a sua extensão.

Devem ser gravados nos painéis. com profissional legalmente habilitado pertencente ao seu quadro de empregados ou societário. dentre outras informações: a) especificação de materiais. inbraep@inbraep. e b) detalhes dos procedimentos sequenciais para as operações de montagem e desmontagem. Os montantes dos andaimes metálicos devem possuir travamento contra o desencaixe acidental. com segurança. suspensos e em balanço devem ser precedidas de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado. pisos e contraventamentos dos andaimes. b) é obrigatório o uso de cinto de segurança tipo paraquedista e com duplo talabarte que possua ganchos de abertura mínima de cinquenta milímetros e dupla trava. As superfícies de trabalho dos andaimes devem possuir travamento que não permita seu deslocamento ou desencaixe.inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 39 . c) as ferramentas utilizadas devem ser exclusivamente manuais e com amarração que impeça sua queda acidental. desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas. lote e ano de fabricação. deve ser realizado por profissional legalmente habilitado. Os requisitos de segurança para a montagem das redes devem atender às Normas EN 1263-1 e EN 1263-2.3Andaimes e Plataformas de Trabalho O dimensionamento dos andaimes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. de forma aparente e indelével. ser antiderrapante. É vedada a utilização de andaimes sem as gravações. podem fabricar andaimes completos ou quaisquer componentes estruturais.INBRAEP . As redes de segurança devem ser confeccionadas de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa. ou totalmente de madeira. tubos. Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar. sua estrutura de sustentação e fixação. com estrutura metálica e forração do piso em material sintético ou em madeira.br Site: www. deve-se observar que: a) todos os trabalhadores sejam qualificados e recebam treinamento específico para o tipo de andaime em operação. Os pisos dos andaimes devem ser dimensionados por profissional legalmente habilitado. do qual conste a data de seu último exame médico ocupacional e treinamento. Somente empresas regularmente inscritas no CREA. e d) os trabalhadores devem portar crachá de identificação e qualificação. dimensões e posições de ancoragens e estroncamentos. Os projetos de andaimes do tipo fachadeiro.610/98. referência do tipo. a identificação do fabricante. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Os fabricantes dos andaimes devem ser identificados e fornecer instruções técnicas por meio de manuais que contenham. desde que prevista no projeto do Sistema Limitador de Quedas de Altura. O piso de trabalho dos andaimes pode ser totalmente metálico ou misto. suspensos e em balanço devem ser acompanhados pela respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica. que impeçam a queda de pequenos objetos.Proibida a reprodução por qualquer meio. As montagens de andaimes dos tipos fachadeiros. 6. Nas atividades de montagem e desmontagem de andaimes.com. No PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) devem ser inseridas as precauções que devem ser tomadas na montagem. nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . as cargas de trabalho a que estarão sujeitos.br É facultada a colocação de tecidos sobre a rede.

que pode ser: a) escada metálica. O acesso aos andaimes tubulares deve ser feito de maneira segura por escada incorporada à sua estrutura. montada interna ou externamente ao andaime. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. O ponto de instalação de qualquer aparelho de içar materiais deve ser escolhido.00m (dois metros) e largura inferior a 0. inbraep@inbraep. Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé. seca.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br A madeira para confecção de andaimes deve ser de boa qualidade.1. de modo a não comprometer a estabilidade e segurança do andaime.1 Andaimes Simplesmente Apoiados Os montantes dos andaimes devem ser apoiados em sapatas sobre base sólida e nivelada capazes de resistir aos esforços solicitantes e às cargas transmitidas. É proibido o trabalho em andaimes na periferia da edificação sem que haja proteção tecnicamente adequada.br Site: www. com largura mínima de oitenta centímetros. O acesso pode ser ainda por meio de portão ou outro sistema de proteção com abertura para o interior do andaime e com dispositivo contra abertura acidental. fixada a estrutura da mesma. Lei 9. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.90m (noventa centímetros). É proibida. incorporada ou acoplada aos painéis com dimensões de quarenta centímetros de largura mínima e a distância entre os degraus uniforme e compreendida entre vinte e cinco e trinta e cinco centímetros. montada externamente à estrutura do andaime conforme visto anteriormente no item 6. a utilização de escadas e outros meios para se atingirem lugares mais altos.com. b) escada do tipo marinheiro. O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira segura.1 escadas. É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança dos andaimes ou anular sua ação.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. em todo o perímetro. corrimãos e degraus antiderrapantes. É proibido o deslocamento das estruturas dos andaimes com trabalhadores sobre os mesmos. com exceção do lado da face de trabalho. É proibida a utilização de aparas de madeira na confecção de andaimes. inclusive nas cabeceiras. É proibido trabalho em andaimes apoiados sobre cavaletes que possuam altura superior a 2. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 40 .3.INBRAEP . sobre o piso de trabalho de andaimes. ou c) escada para uso coletivo. 6. Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de um metro de altura devem possuir escadas ou rampas.

3. por meio de amarração e estroncamento. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 41 .610/98. 6. que resista a seus esforços e permita a sua segura movimentação através de rodízios. Lei 9. sem obstruir a circulação de pessoas e ser limitada pela resistência da forração da plataforma de trabalho.br Site: www. Os montantes do andaime fachadeiro devem ter seus encaixes travados com parafusos. braçadeiras ou similar. As peças de contraventamento devem ser fixadas nos montantes por meio de parafusos. 6.3 Andaimes Móveis Os rodízios dos andaimes devem ser providos de travas. de modo a evitar deslocamentos acidentais. Os andaimes tubulares móveis podem ser utilizados somente sobre superfície plana. devidamente travados ou contrapinados.INBRAEP .3. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os acessos verticais ao andaime fachadeiro devem ser feitos em escada incorporada a sua própria estrutura ou por meio de torre de acesso. Os andaimes fachadeiros devem ser externamente cobertos por tela de material que apresente resistência mecânica condizente com os trabalhos e que impeça a queda de objetos. inbraep@inbraep. O andaime deve ser fixado à estrutura da construção. contrapinos. edificação ou instalação. quatro vezes a menor dimensão da base de apoio.Proibida a reprodução por qualquer meio. As torres de andaimes não podem exceder.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. após encaixados nos montantes.inbraep.2 Andaimes Fachadeiros Os andaimes fachadeiros não devem receber cargas superiores às especificadas pelo fabricante. braçadeiras ou por encaixe em pinos. devem ser contrapinados ou travados com parafusos. quando não estaiadas. A movimentação vertical de componentes e acessórios para a montagem e/ou desmontagem de andaime fachadeiro deve ser feita por meio de cordas ou por sistema próprio de içamento. de modo a resistir aos esforços a que estará sujeito.com. em altura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Os andaimes de madeira somente podem ser utilizados em obras de até três pavimentos ou altura equivalente e devem ser projetados por profissional legalmente habilitado. Os painéis dos andaimes fachadeiros destinados a suportar os pisos e/ou funcionar como travamento. A tela prevista deve ser completa e ser instalada desde a primeira plataforma de trabalho até dois metros acima da última. Sua carga deve ser distribuída de modo uniforme. de modo que assegurem a estabilidade e a rigidez necessárias ao andaime. braçadeiras ou similar.com.

6.3. ligado a cabo–guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso. A instalação e a manutenção dos andaimes suspensos devem ser feitas por trabalhador qualificado. ligado ao trava-quedas de segurança este. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . onde conste a carga máxima de trabalho permitida. sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado obedecendo.INBRAEP .inbraep. Deve ser garantida a estabilidade dos andaimes suspensos durante todo o período de sua utilização.br Site: www. de tal forma a eliminar quaisquer oscilações. quando de fábrica. (O profissional habilitado é o engenheiro civil ou tecnólogo em edificações) Os andaimes suspensos devem possuir placa de identificação. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. colocada em local visível.5 Andaimes Suspensos Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes suspensos devem ser precedidos de projeto elaborado e acompanhado por profissional legalmente habilitado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 42 . A estrutura do andaime deve ser convenientemente contraventada e ancorada.3.com. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. as especificações técnicas do fabricante.com.br 6. através de procedimentos operacionais e de dispositivos ou equipamentos específicos para tal fim.4 Andaimes Em Balanço Os andaimes em balanço devem ter sistema de fixação à estrutura da edificação capaz de suportar três vezes os esforços solicitantes.610/98.

inbraep. Em caso de sustentação de andaimes suspensos em platibanda ou beiral da edificação. inbraep@inbraep. A extremidade do dispositivo de sustentação. c) ser de concreto. deve ser adequadamente fixada.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br A sustentação dos andaimes suspensos deve ser feita por meio de vigas. d) ter contraventamentos que impeçam seu deslocamento horizontal.INBRAEP . Lei 9. Na utilização do sistema contrapeso como forma de fixação da estrutura de sustentação dos andaimes suspensos.610/98. no mínimo. A verificação estrutural e as especificações técnicas para a sustentação dos andaimes suspensos em platibanda ou beiral de edificação devem permanecer no local de realização dos serviços. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A sustentação dos andaimes suspensos somente pode ser apoiada ou fixada em elemento estrutural. voltada para o interior da construção. É proibida a fixação de sistemas de sustentação dos andaimes por meio de sacos com areia. com seu peso conhecido e marcado de forma indelével em cada peça. b) ser fixado à estrutura de sustentação dos andaimes.br Site: www.com. essa deve ser precedida de estudos de verificação estrutural sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 43 .com. três vezes o maior esforço solicitante.Proibida a reprodução por qualquer meio. e. este deve atender as seguintes especificações mínimas: a) ser invariável quanto à forma e peso especificados no projeto. afastadores ou outras estruturas metálicas de resistência equivalente a. aço ou outro sólido não granulado. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . constando essa especificação do projeto emitido. pedras ou qualquer outro meio similar.

INBRAEP . A largura mínima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos deve ser de sessenta e cinco centímetros. a partir do térreo. inbraep@inbraep. Lei 9. Os andaimes suspensos devem ser convenientemente fixados à edificação na posição de trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Sobre os andaimes suspensos somente é permitido depositar material para uso imediato. manivelas ou automaticamente.Proibida a reprodução por qualquer meio. Os usuários e o responsável pela verificação devem receber treinamento e manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. b) ser acionado por meio de alavancas.com. e c) ser dotado da capa de proteção da catraca. É proibida a interligação de andaimes suspensos para a circulação de pessoas ou execução de tarefas. Os quadros dos guinchos de elevação devem ser providos de dispositivos para fixação de sistema guardacorpo e rodapé. Os cabos de suspensão devem trabalhar na vertical e o estrado na horizontal. Os cabos de aço utilizados nos guinchos tipo catraca dos andaimes suspensos devem: a) ter comprimento tal que para a posição mais baixa do estrado restem pelo menos seis voltas sobre cada tambor.com. antes de iniciados os trabalhos. ou altura equivalente.br Site: www. Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos usuários e pelo responsável pela obra. devendo o respectivo sulco ser mantido em bom estado de limpeza e conservação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 44 . possuir segunda trava de segurança para catraca. O estrado do andaime deve estar fixado aos estribos de apoio e o guarda-corpo ao seu suporte.inbraep. É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas ou materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução. Os guinchos de elevação para acionamento manual devem observar os seguintes requisitos: a) ter dispositivo que impeça o retrocesso do tambor para catraca. na subida e na descida do andaime.610/98. É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes suspensos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para sustentação dos andaimes suspensos. e b) passar livremente na roldana. É vedada a utilização de guinchos tipo catraca dos andaimes suspenso para prédios acima de oito pavimentos.

Quando utilizado apenas um guincho de sustentação por armação é obrigatório o uso de um cabo de segurança adicional de aço. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . e) fim de curso superior e batente. b) plugs/tomadas blindadas. quando utilizado um guincho em cada armação.Proibida a reprodução por qualquer meio. que acionará automaticamente em caso de pane elétrica de forma a manter a plataforma de trabalho parada em altura e.com. e.6 Andaimes Suspensos Motorizados Na utilização de andaimes suspensos motorizados deverá ser observada a instalação dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 45 . observando-se a sobrecarga indicada pelo fabricante do equipamento. quando utilizado um guincho em cada armação.inbraep. O equipamento deve ser desligado e protegido quando fora de serviço. ligado a dispositivo de bloqueio mecânico automático.com. A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos. d) dispositivo Diferencial Residual (DR).610/98. quando sua inclinação for superior a 15º (quinze graus). Lei 9.00 (oito metros). permitir a descida segura até o ponto de apoio inferior. 6.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Os andaimes motorizados devem ser dotados de dispositivos que impeçam sua movimentação.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. deve ser de noventa centímetros. quando acionado. Os estrados dos andaimes suspensos mecânicos podem ter comprimento máximo de 8. deve ser de noventa centímetros. devendo permanecer nivelados no ponto de trabalho. c) aterramento elétrico.br A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos.3. O conjunto motor deve ser equipado com dispositivo mecânico de emergência.

Em caso de pane elétrica o equipamento deve possui dispositivos mecânicos de emergência que mantenham a plataforma parada permitindo o alívio manual por parte do operador para descida segura da mesma até sua base. devem oferecer a mesma resistência do piso da plataforma. A área sob a plataforma de trabalho deve ser devidamente sinalizada e delimitada. os projetos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os usuários devem receber treinamento para a operação dos equipamentos. A plataforma deve dispor de sistema de sinalização sonora acionado automaticamente durante sua subida e descida. sendo proibida a circulação de trabalhadores dentro daquele espaço. sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. Lei 9. inbraep@inbraep.com. O equipamento somente deve ser operado por trabalhador qualificado. salvo situações especiais tecnicamente comprovadas por profissional legalmente habilitado.INBRAEP .br Site: www.com. operação. não podendo exceder a inclinação máxima indicada pelo fabricante. ou ainda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. A capacidade de carga mínima no piso de trabalho deve ser de cento cinquenta quilogramas força por metro quadrado.Proibida a reprodução por qualquer meio. A plataforma deve possuir no painel de comando botão de parada de emergência. Em caso de equipamento importado. A instalação. O último elemento superior da torre deve ser cego. O responsável pela verificação diária das condições de uso do equipamento deve receber manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. sob responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. inspeção e desmontagem devem ser revisados e referendados por profissional legalmente habilitado no país. especificações técnicas e manuais de montagem. operação.inbraep. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas ou estas estarem isoladas conforme as normas específicas da concessionária local.3. de forma a garantir que os roletes permaneçam em contato com as guias.CONMETRO. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 46 . desmontagem e às inspeções periódicas. atendendo ao previsto nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas .br 6.610/98. devem ficar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. manutenção. Todos os trabalhadores devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado a um cabo guia fixado em estrutura independente do equipamento. manutenção e inspeção periódica dessas plataformas de trabalho devem ser feitas por trabalhador qualificado. Todos os trabalhadores usuários de plataformas devem receber orientação quanto ao correto carregamento e posicionamento dos materiais na plataforma. quando utilizadas.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e Plataformas As plataformas de trabalho com sistema de movimentação vertical em pinhão e cremalheira e as plataformas hidráulicas devem observar as especificações técnicas do fabricante quanto à montagem. em língua portuguesa. São proibidas a improvisação na montagem de trechos em balanço e a interligação de plataformas. Os manuais de orientação do fabricante. manutenção. outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia. É responsabilidade do fabricante ou locador a indicação dos esforços na estrutura e apoios da plataforma. O equipamento deve ser dotado de dispositivos de segurança que garantam o perfeito nivelamento da plataforma no ponto de trabalho. No percurso vertical da plataforma não pode haver interferências que possam obstruir o seu livre deslocamento. As extensões telescópicas. não podendo possuir engrenagens de cremalheira.ABNT ou de entidades internacionais por ela referendadas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Normalização e Qualidade Industrial . bem como a indicação dos pontos que resistam a esses esforços.

g) freio automático de segurança.610/98. devem observar as especificações do fabricante. este deve ficar devidamente nivelado. permanecendo dessa forma durante seu uso e desmontagem. A utilização das plataformas sem ancoragem ou estroncamento deve seguir rigorosamente as condições de cada modelo indicadas pelo fabricante.d) dispositivo Diferencial Residual (DR). A ancoragem da torre é obrigatória quando a altura desta for superior a nove metros. O espaçamento entre as ancoragens ou estroncamentos deve obedecer às especificações do fabricante e serem indicadas no projeto.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. e. correntes ou qualquer outro material flexível. 6. Os guarda-corpos.com. quando fora de serviço. e) limites elétricos de percurso superior e inferior.com. f) motofreio. h) botoeira de comando de operação com atuação por pressão contínua. No caso de utilização de plataforma com chassi móvel. É proibido realizar qualquer trabalho sob intempéries ou outras condições desfavoráveis que exponham a risco os trabalhadores. c) aterramento elétrico. b) plugs/tomadas blindadas.3.INBRAEP . O equipamento.inbraep.br Os elementos de fixação utilizados no travamento das plataformas devem ser devidamente dimensionados para suportar os esforços indicados em projeto. patolado ou travado no início de montagem das torres verticais de sustentação da plataforma. não sendo permitido o uso de cordas. É proibida a utilização das plataformas de trabalho para o transporte de pessoas e materiais não vinculados aos serviços em execução. cabos. desligado e protegido contra acionamento não autorizado.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. Lei 9. inclusive nas extensões telescópicas. A plataforma de trabalho deve ter seus acessos dotados de dispositivos eletro-eletrônicos que impeçam sua movimentação quando abertos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . deve ficar no nível da base. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 47 .8 Plataformas por Cremalheira As plataformas por cremalheira devem dispor dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação.

A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética. em caracteres indeléveis e bem visíveis. é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br 6. quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do travaquedas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto.com.br Site: www. b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança.inbraep. quando a sustentação for através de cabo de aço. Lei 9. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes.Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 48 . O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista.INBRAEP .com. É proibida a improvisação de cadeira suspensa. A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança.610/98. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente.3. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura.

manutenção e restauração de fachadas. Lei 9.10 mencionados não se aplicam às edificações que possuírem projetos específicos para instalação de equipamentos definitivos para limpeza.4 Plataformas de Trabalho Aéreo Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel. manutenção e inspeções periódicas. Os pontos de ancoragem devem: a) estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da edificação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www.4.1 Requisitos Mínimos de Segurança A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 49 . como aço inoxidável ou material de características equivalentes. Os pontos de ancoragem de equipamentos e dos cabos de segurança devem ser independentes.inbraep.610/98. operação. autopropelido ou não. b) alça de apoio interno.Proibida a reprodução por qualquer meio. capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado. a partir do nível do térreo. manutenção e restauração de fachadas. b) suportar uma carga pontual de 1.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .200 Kgf (mil e duzentos quilogramas-força). d) ser constituídos de material resistente às intempéries. a serem utilizados nos serviços de limpeza. devem possuir previsão para a instalação de dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes e de cabos de segurança para o uso de proteção individual.3. O equipamento deve ser dotado de: a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho.br 6. dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura. conforme especificação do fabricante. c) constar do projeto estrutural da edificação.10 Ancoragem As edificações com no mínimo quatro pavimentos ou altura de 12m (doze metros). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.INBRAEP . 6.3. 6. inbraep@inbraep. Os itens 6.

Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA.com. na falta destas. inbraep@inbraep. realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA. A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças. em sistema de guarda-corpo e rodapé da NR-18. c) Dispositivos de proteção individual. c) aterramento elétrico. 6.5. i) Demais itens especificados pelo fabricante. previamente capacitado pelo empregador conforme item 6. É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. e) Painéis. verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens: a) Controles de operação e de emergência.4.Proibida a reprodução por qualquer meio.br c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou. É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. o operador deve manter: a) visão clara do caminho a ser percorrido. d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR). Lei 9. b) Dispositivos de segurança do equipamento. e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica. A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos. depressões. hidráulica ou mecânica. b) plugs e tomadas blindadas. hidráulico e de combustível. f) Pneus e rodas. a fim de garantir a operação segura da PTA. sinais de aviso e de controle. d) painel de comando com botão de parada de emergência. quando constituída de anteparos rígidos. c) distância mínima de obstáculos aéreos. cabos. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. Antes e durante a movimentação da PTA. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 50 . ao disposto na proteção contra quedas. d) Sistemas de ar. b) distância segura de obstáculos.2 Operação Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. rampas e outros fatores de risco. incluindo proteção contra quedas.610/98. cabos e chicotes elétricos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. Cabe ao operador.inbraep.com.4 Capacitação. correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo. por meio de: a) cabos de alimentação de dupla isolação. g) Placas. É proibido o uso de cordas. eixos expansíveis e estrutura em geral. f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida.br Site: www. h) Estabilizadores.

de acordo com o projeto. O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA. andaimes ou outros veículos. obedecendo ao disposto na NR-10. inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada. de acordo com o item 18. trailers. A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões. estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica. c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos. eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante. Lei 9.br Site: www. devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local.com.22. o operador deve verificar a área de operação do equipamento. o operador deve certificar-se de que: a) estabilizadores. Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante. observando as condições da superfície. a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente. Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local.11 da NR-18. Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento. d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades. b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho. estradas de ferro.610/98. A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante. carros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. de forma a impedir a circulação de trabalhadores. especificadas em projeto ou ordem de serviço. Antes da utilização da PTA. de acordo com o projeto. a existência de declives. c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas. veículos flutuantes. b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada.br O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA.INBRAEP . a menos que tenha sido projetada para este fim. e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas. ou sobre qualquer extensão da plataforma.inbraep. A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 51 . devem ser tomadas precauções especiais. antes de baixar a estação de trabalho. a fim de certificar-se de que: a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto. A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese. o trânsito. f) não existam riscos adicionais de acidentes. Durante o uso da PTA.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. vias e equipamentos similares. Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso. a visibilidade. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

As baterias devem ser recarregadas em área ventilada. sinais de aviso e controles.Proibida a reprodução por qualquer meio. b3. a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado. dispositivos de segurança e emergência.4. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a4. placas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. a5. a seguinte documentação: a) registros de manutenção. b4.br Quando fora de serviço. desligada e protegida contra acionamento não autorizado. a data em que foi realizado cada reparo. c) lubrificação de partes móveis.3 Manutenção É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento. óleo hidráulico. datas. identificação dos responsáveis pela liberação para uso. por um período de cinco anos. onde não haja risco de fogo ou explosão. ação corretiva recomendada. a descrição do trabalho realizado.inbraep.610/98. tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento. 6. deficiências encontradas. descanso e limites de funcionamento. identificação dos responsáveis pelo reparo. b2. a3. Lei 9. contendo: a1. funções e controles de velocidade. b) registros de todos os reparos realizados. contendo: b1. a PTA deve permanecer recolhida em sua base. d) inspeção dos elementos do filtro. a3. O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado. A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento. Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação. a4.com. b) ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas. a2. identificação dos responsáveis.contemplando. no mínimo: a) verificação de: a1. e) inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos. óleo do motor e de refrigeração.br Site: www. rede e mecanismos de cabos. O proprietário da PTA deve conservar. a2. Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 52 . inbraep@inbraep.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. controles inferiores e superiores.

ou em um similar. abordando.br 6.inbraep. carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA. A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda.Proibida a reprodução por qualquer meio. arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.5 Disposições Finais Estes conceitos não se aplicam às PTAs para serviços em instalações elétricas energizadas. A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA. As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega. inbraep@inbraep. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas Para operação em locais perigosos. d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar. Cabe ao usuário: a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA. Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento. Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção. de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado. O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado. inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica.4 Capacitação O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18.1 da NR-18 e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado.4. especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devematender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país. arrendamento ou locação. no mínimo. inspeção e operação. c) orientar os trabalhadores quanto ao uso. 6.br Site: www. no seu próprio local de trabalho.4. Lei 9. o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas. Os projetos.22. Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa. arrendamento ou locação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. seja por venda. A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado. c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 53 .com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . b) a utilização da PTA como guindaste. É vedado: a) o uso de pranchas. b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos.INBRAEP . de acordo com as recomendações do fabricante. os princípios básicos de segurança.com. devendo ser fornecidos em qualquer locação.

definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional.610/98. É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas em caso de ocorrência de chuvas. Havendo equipamento com emanação de gases.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos. contendo os procedimentos a serem adotados. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 54 . visto que é o motivo principal de graves acidentes.com. suporte ou grampo(s) de fixação de aço inoxidável ou outro material de resistência. qualidade e durabilidade equivalentes. ampliação e reforma em telhados ou coberturas devem ser precedidos de inspeção e de elaboração de Ordens de Serviço ou Permissões para Trabalho. manutenção.br Site: www. é obrigatória a existência de sinalização de advertência e de isolamento da área capazes de evitar a ocorrência de acidentes por eventual queda de materiais. É obrigatória a instalação de cabo guia ou cabo de segurança para fixação de mecanismo de ligação por talabarte acoplado ao cinto de segurança tipo pára-quedista. Trabalhadores devem ser orientados que é proibido qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas. sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas ou outros materiais. provenientes ou não de processos industriais. ventos fortes ou superfícies escorregadias. Nos locais sob as áreas onde se desenvolvam trabalhos em telhados e ou coberturas. É proibida a concentração de cargas em um mesmo ponto sobre telhado ou cobertura. Lei 9. O cabo de segurança deve ter sua(s) extremidade(s) fixada(s) à estrutura definitiva da edificação. 6.5 Serviços Em Telhados e Coberturas Para trabalho em telhados e coberturas devem ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores. devendo necessariamente ser verificado: o tipo de telha.com. seu estado e resistência.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. Todo o serviço realizado sobre o telhado exige um planejamento prévio. ferramentas e ou equipamentos.INBRAEP . É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas sobre fornos ou qualquer equipamento do qual possa haver emanação de gases. inbraep@inbraep. por meio de espera(s) de ancoragem.br e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução. definição dos locais para instalação de cabo-guia de aço para possibilitar uso do cinto de segurança e controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para os serviços. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . o mesmo deve ser desligado previamente à realização de serviços ou atividades em telhados ou coberturas. Os serviços de execução.

com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.br Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com.br Site: www. Lei 9. inbraep@inbraep.inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 55 .Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP .

com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros. Excelente para uso externo.com. interdição.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Grade Metálica Dobrável Isolamento e sinalização de áreas de trabalho. Cone de Sinalização Sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio.1 Exemplos de EPC Conjunto de aterramento Equipamento destinado à execução de aterramento temporário. fixo ou móvel de abrangência coletiva. sinalizador STROBO. ou meio. órgãos públicos ou empresas que realizam trabalhos externos. Lei 9. Placas de sinalização São utilizadas para sinalizar perigo (perigo de vida. transportes. visando à equipotencialização e proteção pessoal contra energização indevida do circuito em intervenção. Correntes para sinalização em ABS Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização.EPC Equipamento de Proteção Coletiva – EPC é todo dispositivo. podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada.610/98. a sinalização tem um papel fundamental para a segurança no trabalho. Fita de Sinalização Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. etc. sistema.br 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA . São utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade. Essas medidas visam à proteção não só de trabalhadores envolvidos com a atividade principal que será executada e que gerou o risco. cujo percurso pode levá-los à exposição ao risco existente. 7.) e situação dos equipamentos. bandeirola. poços de inspeção. balizamento ou demarcação em geral. interdição. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 56 .br Site: www. entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes. Tapetes de borracha Acessório utilizado para isolação contra contatos indiretos a eletricidade e contra escorregões em ambientes escorregadios. como também à proteção de outros funcionários que possam executar atividades paralelas nas redondezas ou até de passantes. construtoras. etc.INBRAEP . não perdendo a cor ou descascando com a ação de mal tempo. inbraep@inbraep. balizamento ou demarcação em geral por indústrias.

cabo sintético (novidade) ou calha ou carril de alumínio.com.inbraep. Lei 9. cintas e cordas. sendo que aqui deverá existir uma maior preocupação quanto à seleção do sistema mais apropriado. inox ou galvanizado.1.br Site: www.INBRAEP . Nas linhas de vida verticais encontramos soluções técnicas e fixas do tipo cabo de aço galvanizado ou inox (preferencial) ou do tipo de calha ou carril de alumínio (mais comum).Proibida a reprodução por qualquer meio. podemos identificar as linhas de vida como Sistemas Coletivos contra Quedas em Altura e que. possibilita a sua utilização por um. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. No que diz respeito às linhas de vida horizontais e fixas. dois ou mais trabalhadores. Existem linhas de vida do tipo vertical ou horizontal.1 Linha de Vida Genericamente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 57 .br 7. inox ou galvanizado. instaladas de forma fixa ou temporária e em relação às quais são ancorados os Equipamentos de Proteção Individual Antiqueda. existem mais soluções e que passam pela instalação de cabo de aço inox ou galvanizado.com. Veremos mais sobre este equipamento nas unidades posteriores. como bloqueadores automáticos.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . mosquetões. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. tendo em conta se pretendemos obter um simples Sistema de Travamento de Queda ou um Sistema de Posicionamento de Trabalho.

610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio.  Para atender situações de emergência. Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. em perfeito estado de conservação e funcionamento. A utilização de cada EPI depende do trabalho a ser realizado. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 58 .inbraep. devem ser adotados EPIs específicos e adequados às atividades desenvolvidas. inbraep@inbraep.EPI Conforme a NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado.com.com. nas seguintes circunstâncias:  Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais.br Site: www.br 8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL . Lei 9. contida na Norma Regulamentadora n. O emprego do Equipamento Individual é uma determinação legal.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. gratuitamente. que visa disciplinar as condições em que o mesmo deve ser empregado na proteção do trabalhador. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado.º 6 da Portaria MTb 3214/78. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .  Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas. Nos trabalhos quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. EPI adequado ao risco.

quando danificado ou extraviado. Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo (V) Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: A observância das instruções expedidas pelo empregador. Instruir o empregado.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador:  Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.  Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.br Site: www. Lei 9.  Registrar o seu fornecimento ao trabalhador. podendo ser adotados livros. II. 157 da CLT Cabe às empresas: I. através de ordens de serviço. quanto às precauções a serem tomadas no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças profissionais. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.  Responsabilizar-se pela guarda e conservação. Conforme o Art. Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s fornecidos pela empresa. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho.com.  Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer irregularidade observada. guarda e conservação  Substituir imediatamente. II. 158 da CLT Cabe aos empregados: I. fichas ou sistema eletrônico Conforme o Art.  Exigir o seu uso.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado:  Utilizar apenas para a finalidade a que se destina.  Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. inbraep@inbraep.INBRAEP . 8.  Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador.br 8. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 59 . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio.com.  Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.inbraep.  Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado.

exige somente o conhecimento de Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura. inbraep@inbraep.inbraep.com.3.INBRAEP . Proteção dos olhos contra impactos mecânicos.com. Listaremos alguns dos mais comuns e utilizados. Capacete de proteção tipo aba frontal com viseira Utilizado para proteção da cabeça e face. (O papel não poderá ser friccionado na lente para não riscá-la. impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. 8.Proibida a reprodução por qualquer meio. partículas volantes e raios ultravioletas.br Site: www.) 8.3 Exemplos de EPIs Segue alguns exemplos de EPIs. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 60 . os equipamentos mais utilizados no trabalho em altura veremos na próxima unidade.3. Além de existirem diversos EPIs para diversas atividades. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. não listaremos todos. em trabalho onde haja risco de explosões com projeção de partículas e queimaduras provocadas por abertura de arco voltaico (eletricidade).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. queimaduras. choque elétrico e irradiação solar. A higienização dos óculos é lavar com água e sabão neutro e secar com papel absorvente.2 Proteção da Cabeça Capacetes de proteção Utilizado para proteção da cabeça do trabalhador contra agentes metereológicos (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado.1 Proteção dos Olhos e Face Óculos de segurança Equipamento destinado à proteção contra elementos que venham a prejudicar a visão. pois segundo o ministério do Trabalho o curso de NR-35.br 8.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .

ouve-se o som mais o ruído. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . porem possui uma baixa durabilidade.610/98. Lei 9. o que prejudicaria a rigidez dielétrica do mesmo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. exceto as espumas internas das conchas. geralmente não utilizados por visitantes ou pessoas que raramente necessita de seu uso.inbraep.  Secar a sombra.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. evitando assim a retirada da proteção isolante de silicone (brilho). Protetor auditivo tipo inserção (plug) Também é utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. mas reduz o RUÍDO (que é o som indesejável) a níveis compatíveis com a saúde auditiva. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.3 Proteção Auditiva Equipamento destinado a minimizar as consequências de ruídos prejudiciais à audição. não anula o som. Há no mercado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 61 . exceto as espumas internas das conchas.com. Isso significa que. O PROTETOR AURICULAR. sem que este afete o usuário.  O casco deve ser limpo com pano ou outro material que não provoque atrito. 8. Protetor auditivo tipo concha Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. Obs: a limpeza do visor deve ser feita do mesmo modo que os óculos de segurança.br Higienização dos Capacetes  Limpá-lo mergulhando por 1 minuto num recipiente contendo água e detergente ou sabão neutro. protetores auditivos descartáveis feitos de espuma. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro.3. mesmo usando o protetor auricular.INBRAEP . inbraep@inbraep.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. nas cores correspondentes a cada uma das seis classes existentes.INBRAEP . Luva de cobertura Utilizada exclusivamente como proteção da luva isolante de borracha.Proibida a reprodução por qualquer meio. enxaguar com água. As luvas isolantes apresentam identificação no punho.5 kV 17 kV 26. As luvas devem ser testadas com inflador de luvas para verificação da existência de furos.com. Para higienização deve-se.inbraep. limpar utilizando pano limpo.br Luva isolante de borracha Utilizada para proteção das mãos e braços do profissional contra choque em trabalhos e atividades com circuitos elétricos energizados.br Site: www. com talco industrial. como a tensão de uso.5 KV 5 KV 10 KV 20 KV 30 KV 40 KV TENSÃO DE PERFURAÇÃO 5 KV 6 KV 20 KV 30 KV 40 KV 50 KV Para higienização deve-se. por exemplo. marcada de forma indelével. que contém informações importantes. secar ao ar livre e a sombra e polvilhar.610/98. conforme tabela a seguir: TABELA – CLASSES DE LUVAS ISOLANTES (NBR 10622/89) TIPO DE CLASSE COR Classe 00 Classe 0 Classe I Classe II Classe III Classe IV Bege Vermelha Branca Amarela Verde Laranja TENSÃO DE USO 500V 1000V 7. umedecido em água e secar a sombra. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. lavar com água e detergente neutro. As luvas de cobertura devem ser utilizadas por cima das luvas isolantes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. externa e internamente.5 kV 36 kV TENSÃO DE ENSAIO 2. inbraep@inbraep. e por injeção de tensão de testes. As Luvas isolantes de borrachas são classificadas pelo nível de tensão de trabalho e de teste. próximo da borda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 62 .

Para higienização deve-se.br Site: www. lavar com água e detergente neutro. lavar com água e sabão neutro.br Luva de proteção em raspa e vaqueta Utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes abrasivos e escoriantes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Para higienização deve-se. Calçado de proteção tipo botina de couro Protege os pés contra impactos de objetos que caem ou são projetados. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . graxa. Os calçados protegem os pés contra torção. Luva De Proteção Em Pvc (Hexanol) Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra recipientes contendo óleo.com. Lei 9. externa e internamente.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 63 . secando a sombra Luva de proteção em borracha nitrilica Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra agentes químicos e biológicos. Para higienização deve-se.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. inbraep@inbraep. e polvilhar talco industrial.INBRAEP . Para higienização deve-se. escoriações.inbraep. secar ao ar livre e a sombra. Manga de proteção isolante de borracha Utilizada para proteção do braço e antebraço do trabalhador contra choque elétrico durante os trabalhos em circuitos elétricos energizados. solvente e ascarel. impar com pano limpo e umedecido em água. impacto contra objetos imóveis e contra perfurações. derrapagens e umidade. lavar com água.

Lei 9. o calçado cano longo protege ataque de animais peçonhentos.INBRAEP . protege dos pés e pernas contra torção. Para uma melhor conservação e higienização deve-se. Para uma melhor conservação e higienização dos calçados de proteção deve-se. escoriações. se molhado secar a sombra e nunca secar ao sol (pode causar efeito de ressecamento). armazenar em local limpo. armazenar em local limpo. livre de poeira e umidade.com.com.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. Perneira de segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. inbraep@inbraep.610/98. se molhado secar a sombra e engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 64 . derrapagens e umidade.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. livre de poeira e umidade.br Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo) Além de se utilizado para minimizar as consequências de impactos de objetos que caem ou são projetados. Calçado de proteção tipo condutivo Utilizada para proteção dos pés quando o empregado realiza trabalhos ao potencial.

inbraep@inbraep.7 Proteção Respiratória Destinado à utilização em áreas confinadas e sujeitas a emissão de gases e poeiras. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. torcer suavemente e secar a sombra.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.Recomendações/ Seleção e Uso de Respiradores). Para higienização deve-se. Lei 9. 8. 8. lavar manualmente em água com detergente neutro.  para trabalhos externos as vestimentas deverão possuir elementos refletivos e cores adequadas.3.6 Vestimentas de Segurança Vestimenta de proteção tipo condutiva Utilizada para proteção do empregado quando executa trabalhos ao potencial. Porém deve ser utilizado para proteção respiratória em atividades e locais que apresentem tal necessidade. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 65 .br Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes. não fazer vincos ou passar a ferro.3.Proibida a reprodução por qualquer meio. secar a sombra emvaral sem partes oxidáveis.INBRAEP . Vestimenta de proteção anti chama Utilizada para proteção dos trabalhadores contra queimaduras. A roupa pode ser lavada em máquina automática no ciclo roupa delicada de 8 a 10 minutos. em atendimento a Instrução Normativa Nº1 de 11/04/1994 – (Programa de Proteção Respiratória .com.com. com água com detergente neutro. cortantes e ataque de animais peçonhentos.

CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. INSPEÇÃO. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 66 .br 9 SELEÇÃO.com.com. inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. deve ser usado cinturão tipo páraquedista (NR 18. podem ser utilizados trava-quedas instalados em cabos de aço ou flexível fixados em estruturas a serem escaladas.inbraep.br Site: www.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. vale salientar novamente que é obrigatória sua utilização em trabalhos acima de 2 metros de altura.1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista Em atividades com risco de queda e altura superior a 2 m. com ligação obrigatoriamente frontal ou dorsal. Equipamento destinado à proteção contra queda de pessoas.3).23. Para esse tipo de cinturão.

br Geralmente os cinturões possuem tamanho único.INBRAEP .1. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 67 .610/98.inbraep.1. 4. cada modelo dependerá do fabricante. 6.1. Passe a ponta da fita pela peça maior e. Lei 9. um a um. inclusive no agachamento. pelos braços Ajuste e trave a fivela da cintura(D) Ajuste e trave as fivelas dos suspensórios (E). Há alguns modelos que possui argolas nos ombros para trabalho e/ou resgate em espaço confinado com o Suporte de Ombros. o usuário deve certificar-se de que: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . completando o travamento da fivela. Passe os pés nos porta-coxas (B) já afivelados Coloque os suspensórios (C). Pegue o cinturão pela argola dorsal (A). Ajuste e trave as fivelas dos porta-coxas (F). 5. 7. Retorne a ponta da fita passando pela peça maior e faça o ajuste necessário.Proibida a reprodução por qualquer meio. em seguida pela menor. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. inbraep@inbraep. Pode ser usado com talabarte simples em poliéster (ligação frontal ou dorsal) ou talabarte Y em poliéster.br Site: www. sem o necessário reajuste dos cinturões com apenas duas fivelas. Oferece total conforto. 2.2 Ajuste e Travamento das Fivelas: 1. 9. Puxe a ponta da fita até a união das duas peças. 9. Existem vários modelos de Cinturões de Segurança.3 Inspeção do Cinturão Antes de cada uso. 2. 9.1 Forma de Vestir o Cinturão: 1.com. com 5 ajustes das fitas primárias e fita secundária para fechamento peitoral. 3. 3. Ajuste e trave a fivela secundária frontal (G).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lembramos que o setor de segurança ou um técnico de segurança da sua empresa deve instruí-lo na colocação do tipo do cinto que irás utilizar para o seu trabalho.

Lei 9. água com temperatura até 30° e escova de cerdas macias (plásticas). siga os passos conforme as figuras. Talabarte simples e Talabarte Y. produtos químicos. desfiamentos. Nunca use detergente. mas de modo geral são divididos em dois. Deixar secar ao ar livre. Verifique todos os conectores para assegurar-se de que os mesmos estejam fechados e travados antes do uso.1. grau de exposição a produtos químicos. 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Em situações bastante severas. elementos abrasivos e luz solar. O talabarte consiste numa corda.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . no máximo. partes queimadas. Lavá-lo: com sabão neutro. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso.2 Talabartes O talabarte é parte de um sistema de detenção de queda quando usado com um absorvedor de energia aprovado e fixado às conexões de detenção de queda do cinto para-quedista. à sombra. Existem vários tipos e modelos de talabarte. rupturas.inbraep. adota-se uma vida útil de. sem cortes. Todos os componentes metálicos estejam sem ferrugem. mesmo que parciais.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 68 . abrasivos ou cortantes. mesmo sem serem utilizados.INBRAEP . amassados ou danificados. Os talabartes com absorvedores de energia integral são desenvolvidos para dissipar a força numa queda. sem desfiamentos ou descosturados.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. o cinturão é aposentado após um ano de uso ou. Não há suspeita de contaminação por produtos químicos. imediatamente após reter uma queda. fontes de calor. cinto ou cabo e ganchos que se fecham e bloqueiam automaticamente. longe da luz solar.br Todas as fitas de nylon estejam perfeitas. 9. Teoricamente. furos. ainda. Praticamente. Todos os pontos de costura estejam perfeitos. a vida útil do cinturão não pode ser preestabelecida. Aposentá-lo: os cinturões são fabricados em poliéster e envelhecem naturalmente em contato com o ar. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Para colocar e ajustar o talabarte. OBS: o cinturão deve ser aposentado quando houver constatação de qualquer problema na inspeção. sem contato com piso de cimento. quatro anos após sua fabricação.610/98.com.4 Manutenção do Cinturão O cinturão de segurança deve ser usado por um único trabalhador que é responsável pelos seguintes cuidados: Armazená-lo: em local seco. para os cinturões de poliéster. inbraep@inbraep.

Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. inbraep@inbraep.br Verifique regularmente se os elementos estão presos e/ou ajustados durante o uso.com. O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 69 .com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. Veja alguns modelos e tipos de Talabarte: Ajustes do talabarte Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . já incluindo os seus conectores.

com.inbraep.br Uso do gancho Uso do mosquetão Fixação do cinto de proteção e ancoragem Fixação da ancoragem na estrutura Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 70 . inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9.br Site: www.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.br Site: www. inbraep@inbraep.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 71 . Lei 9.com.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio.br Fixação correta ou incorreta Alcance máximo do talabarte Exigência de espaço livre mínimo para detenção Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98.

Proibida a reprodução por qualquer meio. Inspeções mais frequentes são requisitadas nesses ambientes. veja figura) abaixo do usuário para prevenir colisão com estrutura ou o chão.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep. Não utilize o talabarte em ambientes com temperaturas abaixo de -40°C e acima de 50°C.inbraep. Lei 9. calor e corrosão podem danificar o talabarte. Perigos químicos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 72 . Perigo de colisão ou queda em balanço É responsabilidade do adquirente do Talabarte assegura-se de que os usuários do produto estejam familiarizados com estas instruções de uso e treinados por pessoal competente. esse plano deve levar em consideração o equipamento e o treinamento especial necessários para realizar o resgate imediato sob todas as condições previstas conforme as normas vigentes.com. Assegurese de que tenha sido treinado adequadamente para o uso desse equipamento e certifique-se que entende totalmente como o produto funciona..INBRAEP . Espaço livre abaixo dos pés do usuário deve ser seguida conforme indicado na etiqueta do produto.br Site: www.br DEVE-SE levar em consideração o espaço livre mínimo necessário (espaço livre= D.610/98. maquinário móvel e superfícies abrasivas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Recomendações específicas serão dadas com o subsistema. Tenha cuidado quando trabalhar próximo de riscos elétricos. O usuário deve ter um plano de resgate e os meios necessários para implementá-lo.

br Site: www. Estas instruções e o cartão de registro devem ser emitidos e mantidos com cada talabarte.2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. solto ou arrebentado.com. O talabarte DEVE ser totalmente inspecionado antes de cada uso para verificar que o mesmo esteja em condições de uso. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . Estes pontos também podem ser utilizados para conectar um sistema de resgate. Evite qualquer ponto de força duvidosa. Verifique a legitimidade da marca do produto. cortes. Todos os componentes conectados ao talabarte DEVEM ser compatíveis. Não use o talabarte se durante a inspeção for revelada alguma condição insegura. É preferível utilizar ancoragens estruturais fornecidas para esse fim ou pontos de ancoragem com uma força mínima de 15kN.1 Advertências O cinturão para-quedista é o único acessório de proteção contra quedas que pode ser usado em um sistema de retenção de queda. Utilize APENAS componentes aprovados. escolha um ponto de ancoragem diretamente ACIMA da posição do usuário para minimizar quedas devido a oscilações. o talabarte DEVE ser inspecionado uma vez a cada doze meses por pessoal autorizado pela legislação vigente no país de uso. para engatar um sistema de proteção contra quedas. abrasões ou outros danos. 9. Ajuste o talabarte de posicionamento de trabalho para que o ponto de ancoragem seja mantido na altura da cintura ou acima dela. Se o talabarte tiver sido sujeito a detenção de queda ou forças impactantes.610/98. enquanto o usuário se movimenta de um local para outro. Sempre utilize os dois anéis “D” laterais juntos para aplicações de posicionamento de trabalho. queimaduras. Nunca utilize os anéis “D” laterais para proteção contra quedas ou proteção de escalada. Examine as fitas do talabarte para detectar desgastes. Os talabartes duplos com absorvedor de energia permitem conexão contínua. NÃO modifique ou tente consertar o talabarte. O anel “D” das laterais de um cinto SOMENTE DEVE ser usado para conectar um sistema de posicionamento de trabalho e NUNCA para conectar um sistema de proteção contra quedas ou proteção de escalada.com. Além disso. Um sistema de detenção de queda SOMENTE DEVE ser conectado ao ponto dorsal em anel "D” traseiro ou ao anel “D” frontal se tiver a etiqueta anexa “A” de detenção de queda. As instruções e advertências dos componentes utilizados com o talabarte DEVEM ser seguidas. inbraep@inbraep.inbraep. Examine a costura para detectar qualquer ponto puxado.Proibida a reprodução por qualquer meio. Sempre que possível. já incluindo os seus conectores. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 73 . bordas desgastadas. o mesmo DEVE ser removido de uso imediatamente e destruído. Lei 9. Assegure-se de que o talabarte esteja firme e que o movimento esteja restrito a uma distância máxima de 0. O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros.6m. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br É recomendado designar o talabarte a um único usuário para possibilitar o rastreamento do seu uso.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . arejado e sem exposição direta à luz solar. luz. Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção não devem ser armazenados na mesma área que equipamentos utilizáveis. e em casos mais graves. conservação e armazenamento do mesmo.2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes A grande maioria dos talabartes são feitos com tecido de Nylon. verificação periódica e reparo. A não observação desses avisos podem causar ferimentos graves ou morte.br Site: www. Evite áreas onde o calor. como substituição de elementos.INBRAEP .com. Antes de utilizar equipamentos que estejam armazenados há muito tempo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Limpe o talabarte com uma solução de água e sabão em pó neutro. deve ser realizada uma Inspeção Formal por uma pessoa competente. 9. óleo e outros produtos químicos e seus vapores ou outros elementos degradantes possam estar presentes.br Para segurança do usuário é essencial que no caso de produto revendido fora do país de origem.com. a pessoa competente e responsável pelas inspeções anuais recomendadas determinará o momento para seu efetivo descarte. o revendedor forneça instruções e informações adicionais relevantes sobre o uso. Equipamentos muito sujos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 74 . seco. manutenção. Proteja o equipamento durante o transporte preferencialmente mantendo-o guardado em sacolas próprias para melhor acondicionamento e durabilidade do mesmo. no idioma do país onde o produto vai ser usado. Seque as peças de metal com um pano limpo e pendure o talabarte para secar ao ar livre. O acúmulo excessivo de sujeira.Proibida a reprodução por qualquer meio. Poliéster e cabo de aço inox ou galvanizado. molhados ou contaminados devem ser submetidos à manutenção apropriada (por exemplo. Armazene o talabarte em lugar limpo. manutenção.610/98. umidade. Não tente fazer reparos.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. devem ser realizados pelo fabricante. Ou seja.2. Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção devem ser marcados como “SEM CONDIÇÕES DE USO” e retirados de serviço. Não acelere a secagem com calor. secos e limpos) antes de serem guardados. Para sistemas de proteção contraquedas os talabartes com comprimento maior que 0. Manutenção corretiva (exceto limpeza) e reparos. O prazo de validade do talabarte deve ser determinado em função do uso. desgastar o tecido. Todas as ferragens portadoras de carga são manufaturadas em aço ou duralumínio. inbraep@inbraep. Questões referentes a condições e limpeza do talabarte devem ser direcionadas ao fabricante. tinta ou outro material estranho pode impedir o funcionamento adequado do talabarte.90m deverão possuir absorvedor de energia.

9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 75 . tamanho e fabricante e geralmente possui 5 elementos telescópicos. A vara deve ser de material não condutor de energia elétrica.3 Vara Telescópica Permite acessar pontos de ancoragem situados geralmente de 2 a 10 metros do solo. Lei 9. Possibilita fácil montagem na vertical e transporte.br Site: www. por meio de pressão e rotação de 90º. temperaturas extremas e raios ultravioletas. situados a menos de 10 m do solo. Todas as partes da vara telescópica só são desconectadas por simples pressão do botão de segurança.610/98. Inclusive na ligação aos mosquetões. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Para retirar a vara telescópica basta rotação inversa de 90º.inbraep. usa-se a vara telescópica com o conector. umidade. impedindo que se soltem acidentalmente a vara telescópica fica presa ao mosquetão durante o trabalho.Proibida a reprodução por qualquer meio. Seu peço varia de 1kg a 6kg dependendo do modelo.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3.1 Ancoragem com Vara Telescópica Para instalação temporária de linha de segurança vertical a olhal. Conexão do conector à barra de ancoragem. Desconecta dos mosquetões instalados para facilidade de trabalho. Para instalação temporária de linha de segurança vertical em vigas com dimensões circunscritas em um círculo com diâmetro de até 15 cm.br Transporte o talabarte num pacote para que o proteja de cortes. produtos químicos e seus vapores. usa-se a vara telescópica com o conector. Geralmente possui comprimento ajustável. 9.com. inbraep@inbraep.INBRAEP .

forçada por uma mola. Nas quedas ou descidas bruscas o equipamento trava-se imediatamente no cabo. 2. Todos os equipamentos devem aprovados pelo Ministério do Trabalho possuindo o numero de CA.007-8. não necessitando das mãos para funcionar. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 76 . Os dispositivos trava quedas possuem um fácil funcionamento.inbraep. Só deve ser usado trava-queda com cinturão e extensor especificados no CA (NR 6. Na subida ou descida.br Site: www. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. O aparelho pode ser colocado ou retirado imediatamente em qualquer ponto do cabo. Segura movimentação em escadas de marinheiro. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.INBRAEP . para limpeza. a eficiência da frenagem. 9. O trava-queda guiado é indicado para movimentação em linhas verticais de qualquer comprimento.1c).br 9. destrava o aparelho e permite perfeita movimentação. A não obediência destas exigências acarreta em multa de até 6. exautores e equipamentos industriais.6. nível 3).000 UFIR's ( mais de seis mil reais) por trabalhador ( infração código 206. 9. Efetuam travamento simultâneo em dois pontos da linha de segurança.com. Segura movimentação em andaimes tubulares.Proibida a reprodução por qualquer meio.1 Uso Dos Trava-Quedas Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível. consequentemente. Lei 9. mantendo o equipamento travado no cabo de segurança. 3.4 Dispositivo trava-quedas Guiados Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível. Resistem ao contato com os produtos corrosivos. normalmente fica abaixada. aumentando. o cinturão de segurança mantém a alça levantada. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3. manutenção de luminárias.4.2 Aplicações 1 Segura movimentação em escadas móveis. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. São normalmente feitos em aço inoxidável e possuem tripla trava de segurança. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. A alça do aparelho. que normalmente são usados em serviços de limpeza.

15 kN. seis elos de diâmetro 6.610/98. no máximo. Lei 9. Nota: nunca aumentar o comprimento da ligação entre o aparelho e o cinturão.br O cabo de aço ou corda de segurança deve estar ancorado superiormente em ponto que resista a. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 77 . obrigatoriamente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. B) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima. D) Verificar se o aparelho ficou colocado na posição correta (seta para cima). no mínimo. um mosquetão e. no mínimo.5 mm. recolocar o mosquetão e apertar a porca de sua segurança. no máximo usar seis elos de corrente.2 Colocação dos trava-quedas A) Retirar o mosquetão e mover as alavancas para cima. até que o aparelho se desloque alguns centímetro para cima. Os trava-quedas modelos para cabo de aço e para corda de segurança devem ser usados somente com extensor em aço constituído de. interligados por corrente com. à argola das costas (ligação dorsal) ou às alças do peito (ligação frontal) do cinturão pára-quedista.inbraep.com.br Site: www.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep.4. 9. no máximo. o cabo se ajustará normalmente. Antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento que segue da seguinte forma: A) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. dois mosquetões. Não se esqueça: o trava-queda deve ser ligado. B) Girar o aparelho na horizontal e introduzir o cabo na sua abertura intermediária: C) Recolocar o aparelho na vertical.

Não se esqueça de ler o manual. sem a devida proteção contra quedas. 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 78 .4. verificar orientação em Manutenção.com. para voltar a ter perfeita mobilidade. Nota: inutilizar o aparelho que apresentar algum dos problemas acima ou após a retenção de uma queda. é o principal responsável por graves acidentes nesta área.3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados Antes de cada uso. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Não esqueça de fazer a inspeção no cabo de aço. tortas ou aparência duvidosa. inspecionar:  Os trava-quedas não devem ter rebites frouxos. Nota: havendo problema de mobilidade. 9. isto é. afastados de produtos químicos nocivos ao aço inox e protegidos das intempéries em local seco. elas devem retornar totalmente e rapidamente à sua posição original. Lei 9.  Os trava-quedas. sendo que a empresa ou o fabricante do equipamento deve explicar o correto funcionamento e peculiaridade de cada equipamento utilizado. corda e cinturão.com. 9.4.br Site: www. o sistema de segurança contra quedas mais usado sobre caminhões e vagões ferroviários é constituído por trava-queda retrátil conectado a um trole. Mundialmente.4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados Manter os trava-quedas limpos.INBRAEP . Os aparelhos podem ficar mergulhados em solventes para limpeza e ter seus eixos lubrificados com óleo tipo "máquina de costura". peças gastas. Nota: continuando a ter má mobilidade.5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões.inbraep. devem apresentar perfeita mobilidade das alavancas. o aparelho deve ser inutilizado. principalmente durante a operação de enlonamento. sem o mosquetão. cada tipo de equipamento apresenta sua peculiaridade. inbraep@inbraep. movendo-se as alavancas para cima.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Assim como os outros EPIs utilizados no trabalho em altura.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1 Trabalho em Área de Carga TRABALHO EM LOCAL FIXO Quando o local é fixo.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. possuem de 10 m a 20m de cabo de aço galvanizado. 9.610/98. Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão).com.inbraep.8 mm de diâmetro. inbraep@inbraep.INBRAEP . Nos demais locais obedecendo-se os seguintes critérios : Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 79 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pelas distribuidoras de combustível. caso específico de abastecimento em caminhão-tanque geralmente adota-se a instalação do trava-queda em ponto fixo.br Os modelo de funcionamento retrátil. com 4. no Brasil.br Site: www. ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva. Obs: Os modelos com 20m de cabo de aço com revestimento sintético é o mais usado. Lei 9.5.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. no mínimo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep.br a) Fixação do trava-queda: deve ser instalado sempre acima da cabeça do trabalhador. geralmente usa-se o trava-queda conectado ao trole e viga de aço I de 4" x 2 5/8". b) O deslocamento horizontal do trabalhador (figura). Importante: considerando a necessidade de proteção ao trabalhador no deslocamento desde o solo até o topo da carga (operação de enlonamento). deve-se usar o trava-queda com trole. no mínimo. Em áreas internas. TRABALHO EM LOCAL MÓVEL Havendo necessidade de trabalho em local móvel como por exemplo sobre toda a carroceria do caminhão.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. 70 cm. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 80 .610/98.INBRAEP . Lei 9. a uma distância de. movimentando-se em linha horizontal.inbraep. 7 metros. em um ponto com resistência superior a 1500 kg (NBR 14628). não deve ser superior a um terço da distância entre o ponto de ligação do cinturão e o solo (H). as normas internacionais recomendam usar trava-queda com cabo retrátil de comprimento de.com. no mínimo.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. c) Considerando a necessidade de proteção do trabalhador no deslocamento desde o solo até o bocal de abastecimento sobre o tanque. em relação ao centro do aparelho (L). as normas internacionais recomendam usar trava-queda retrátil com cabo de comprimento de. 7 metros.

Cabo de Aço Usa-se cabo de aço com. com o trole especifico para essa função. com trole especifico. tende a deslizar para o centro da catenária. em aço inox. tal solução Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . mesmo em trechos curvos. Trilho Inox Nesse caso usa-se um perfil "U" de 40 x 40 mm. porém.inbraep.com.br Site: www. leve e econômica. no mínimo. a força de impacto (cerca de 600 kg) é facilmente diluída em toda a estrutura.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Essa alternativa oferece uma instalação rápida. deve-se utilizar o trole adequado. O aço inox é ideal para atmosfera industrial agressiva ou marítima. A mobilidade dos aparelhos na linha horizontal é excelente.610/98. Para atenuar esse grave incoveniente durante o trabalho.com. Em caso de queda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 81 . Lei 9. sendo. costuma-se diminuir a folga do cabo de aço (flexa) na linha catenária. tecnicamente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. constituída de uma das alternativas: Viga de Aço "I" De 4" X 2 5/8" Nessa alternativa.br A linha horizontal pode ser rígida ou flexível. geralmente. inbraep@inbraep. pelo efeito da gravidade. porém. 3/8 " de diâmetro. aumentando o esforço do trabalhador para movimentação contrária. Está sendo cada vez menos usada no exterior. pelos seguinte motivo: O trole. com os trava-quedas de 10 ou 20 m. A mobilidade e a força de impacto é igual ao caso anterior.INBRAEP . não é uma boa solução.

da ABNT. 2) Comprimento da linha horizontal: deve ser sufuciente para que. uma distância de no mínimo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. obedecendo o item 2. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . conforme NBR 11370 e 14628.com. no mínimo. Lei 9. com certeza não foram projetados para resistirem a cargas instantâneas várias vezes superior a 600 kg. 100 kg.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.5. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 82 .com.610/98. no máximo. em qualquer situação de trabalho.br Site: www. uma carga de. 5) Peso do trabalhador: deve ser de. vagão ou aeronave.inbraep.br acarreta altíssimas cargas instantâneas nos pontos de ancoragem do cabo. inbraep@inbraep.INBRAEP . 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. em qualquer ponto. não seja superior a um terço da altura (H). em caso de queda: os pontos de fixação do cabo de aço nas paredes de alvenaria ou tesouras. deve-se adotar duas linhas paralelas. 4) Resistência da linha horizontal: deve suportar. 70 cm da cabeça do trabalhador. 3) Altura da instalação: a linha horizontal deve ser instalada a uma altura que garanta. conforme. em eventuais movimentações do trabalhador além da sua extremidade (L). (conforme figura). Caso não haja a distância de 70 cm. carreta.2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal 1) Posicionamento: deve coincidir com o eixo central longitudinal do caminhão. 1500 kg (NBR 14628).

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 83 . A corda possibilitará fácil recuperação do cabo de aço no próximo uso e rompe-se facilmente se for puxada acidentalmente por empilhadeira ou caminhão. a fim de não amassar as carcaças. deve-se analisar os eventuais problemas de choque entre os aparelhos em uma mesma linha ou entre linhas paralelas.br 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www.5.inbraep. Nos casos de utilização de dois ou mais aparelhos em linha horizontal.610/98. Após o uso. sem causar danos ao trava-queda e à instalação.com. Retorno integral do cabo retrátil após deixar de ser puxado. Cuidados para uso de trava-quedas em troles a) O trole deve oferecer rápido e fácil deslizamento horizontal com mínimo esforço do cabo retrátil. nunca deixar o cabo recolher com velocidade (tomar o mesmo cuidado que se exige para as trenas de medição). Lei 9. inbraep@inbraep.INBRAEP . A eventual colisão dos trava-quedas com pontos da estrutura amassa sua carcaça e impede a rotação do carretel interno e o bom funcionamento do aparelho. Para efetuar o recolhimento do cabo de aço faça a substituição do cinturão por uma fraca corda.3 Uso Dos Trava-Quedas Antes de conectar o trava-queda ao cinturão.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . b) Evitar amassamento da carcaça por choque mecânico com final da linha ou entre aparelhos quando utilizados em uma mesma linha.O cabo retrátil deve ser conectado à argola dorsal (costas) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticado pela ação da mola interna retrátil. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 5.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Cuidados para Linha Horizontal A linha horizontal deve ser projetada para nunca haver contato dos trava-quedas com pontos fixos da estrutura ou cabeça do trabalhador. faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: Imediato travamento do cabo após ser puxado com força para fora.

inbraep. 9.4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento Considerando que. as operações de abastecimento são localizadas em uma mesma linha transversal aos vagões-tanques.610/98. em um terminal de várias linhas.5 Inspeção dos Trava-Quedas Os trava-quedas retráteis devem ser obrigatoriamente inspecionados antes de cada uso fazendo-se o teste de bom funcionamento. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. O cabo de aço retrátil e o cinturão pára-quedista deve ser inspecionado conforma já visto e inutilizados após reter uma queda (NBR 11370). 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 84 . Importante: não efetuar teste de queda livre de peso.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9.6 Trava-Queda para Proteção Localizada Indicado para proteção em trabalho com pouco deslocamento em relação ao ponto de fixação do aparelho e quando se necessita de um travamento instantâneo. visto que. inbraep@inbraep.INBRAEP . neste caso deverão ser enviados para revisão.br 9.br Site: www. costuma-se utilizar uma única linha horizontal de trilho (viga "I"). igual aos cintos automotivos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . conforme figura. Os trava-quedas montados em troles devem ter fácil deslocamento ao longo de toda a linha e em nenhum caso deve haver possibilidade de amassar a carcaça do aparelho por choque mecânico. rompendo ou danificando o pino de segurança do destorcedor dos aparelhos.5.com.5.com.

furos. desfiamentos.br Site: www. abertura 20 mm. b) Retorno integral da fita retrátil após deixar de ser puxada. Peso: 0. devido à sua mola retrátil muito sensível e a fita sujeita a fácil torção durante a movimentação aleatória do usuário. rupturas.5 m de fita de nylon retrátil e dois mosquetões de aço inox.com.610/98. parte queimadas.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. Importante: a não obediência desta exigência acarreta multa de 6000 UFIR's (mais de 6000 Reais) 2) Este trava-queda deve ser fixado sempre acima da cabeça do usuário. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 85 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. em um ponto com resistência igual ou superior a 1500 kg (NBR 14628). Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Possui fita retrátil com indicador de queda (alerta visual que informa que o aparelho já reteve uma queda e deve ser descartado). mesmo que parciais. Geralmente possui 2. sem desfiamentos ou descosturados. 9. 5) A fita retrátil de nylon deve estar perfeita. visto que obedece a mesma especificação dos cintos automotivos. 3) A carga máxima de trabalho dos trava-quedas retráteis (peso do trabalhador) é de 100 kg (NBR 14628). 6) Este aparelho não deve ser conectado em trole.br Deve ser usado obrigatoriamente com o cinturão de segurança tipo pára-quedista.8 kg. 4) A fita retrátil deve ser conectada à argola dorsal (costas) ou alças frontais (peito) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticada pela ação da mola interna retrátil. faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: a) Imediato travamento da fita retrátil após ser puxada com força para fora. inbraep@inbraep. sem cortes.6.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9.inbraep. 8) O trava-queda deve ser inutilizado após retenção de uma queda. Os pontos de costura devem estar perfeitos.1 Uso do Trava-Queda Retrátil 1) Só deve ser usado com o cinturão de segurança especificado no CA. 7) Antes de conectar o trava-queda ao cinturão.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br 9.5 da NR 18 do MTE. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 86 . conforto e segurança do trabalhador nas três operações fundamentais: a) Fácil movimentação em escadas que obedeçam as exigências do item 18. Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua. b) Proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE. costuma-se usar cabo de aço. Em condições normais de trabalho a manivela de resgate é mantida desativada e o aparelho funciona de forma idêntica a qualquer trava-queda retrátil.4 da NR 33 do MTE. Possui manivela de resgate que só deve ser usada na emergência. costuma-se usar corda devido à sua baixa condutividade elétrica. que possua meios limitados de entrada e saída.1.Para segurança contra perigo de faísca em espaço confinado com atmosfera potencialmente explosiva é comum usar equipamentos com corda sintética ou cabo de aço com revestimento sintético.inbraep. Lei 9. equipamentos adequados que garantam em qualquer situação. para serviços em espaços confinados com escadas.Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP . conforme exigência do item 33. 3. máquinas de corte ou produtos ácidos.12. é normal usar cabo de aço inoxidável. (Subitem 33.com.br Site: www.Em locais com risco de contato com fiação energizada.610/98.2. inbraep@inbraep. por meio de um guincho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 2. da NR 33 do MTE). 9.7 Trava-Queda Para Espaço Confinado Especialmente indicado para trabalho em espaço confinado . Critérios Para Escolher Equipamentos com Cabo de Aço ou Corda Para escolha adequada.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com.Em serviços envolvendo solda. visto que o equipamento não é projetado para movimentação constante de pessoa ou peso. devem ser considerados os seguintes aspectos: 1. cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio".Nas indústrias farmacêuticas e alimentícias.1 Espaço Confinado com Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige.7. c) Rápido e fácil resgate por um só vigia. 4.

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5- Em locais com risco de haver movimentação do cabo sobre quinas cortantes de
concreto ou aço, durante uma emergência, adota-se o robusto cabo de aço com 8 mm
de diâmetro, carga de ruptura de 3480 kg.

Critérios para Escolher o Suporte de Ancoragem Externo ao Espaço Confinado:
Todos os tripés e monopés devem resistir à carga estática de 15 kN conforme exigência das
normas NBR 14.626/627/628/629/751, devendo ser comprovado.

TRIPÉS
Tripé para acesso com até 1,1 m de diâmetro

Geralmente produzido em resistente liga de alumínio, altura regulável de 1,1 a 2,3 m,
distância entre pernas de 1,1 a 1,7 m. Possui duas roldanas em nylon para uso de dois aparelhos e
olhal para fixação de um terceiro cabo.
Devem possuir sapatas antiderrapante, interligadas por corrente de segurança.
É usado com os guinchos ou trava-queda resgatador. Pode ser fornecido em sacola de nylon
resinado para transporte e armazenagem.

Tripé para acesso com mais de 1,1 m de diâmetro

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Deve ser usado com guincho e cadeira.
Geralmente produzido em tubo de aço com acabamento anti-ferruginoso. Possui uma roldana
em nylon e olhal para fixação de um segundo cabo.
Base de ancoragem: a estabilidade do tripé deve ser garantida por sua base. É usado com os
guinchos ou trava-queda resgatador.

MONOPÉS
Monopé para bocais com até 1,1 m de diâmetro

Indicado para uso em base fixa (a) instalada em beirais (22 kg) ou em base móvel (b) sobre
bocais com até 1,1 m de diâmetro (44 kg).
Este tipo de Monopé é giratório, para facilidade de resgate pelo vigia. Produzido em tubo de
aço, com acabamento anti-ferruginoso. É usado com os guinchos ou trava-quedas resgatador.
O outro tipo de monopé é indicado para fixação em olhal ou barra horizontal, situada de 1,5 a
3,5 m do piso.

Geralmente produzido em dois tubos de resistente liga de alumínio, encaixe telescópico,
comprimento variável de 2,2 a 3,5 m. Possui olhal para um segundo cabo.

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CRITÉRIOS PARA ESCOLHER OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
E RESGATE:
Em espaço confinado com escada existem basicamente duas alternativas de trabalho:
1) Usar um só aparelho denominado trava-queda resgatador.
2) Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado.
Vejamos em detalhes as características, vantagens e restrições de cada sistema de trabalho:

1- Usar só um aparelho (Trava-queda resgatador)

Manivela de resgate normalmente fica desativada, em quanto o profissional executa o
trabalho na escada ou no espaço confinado.

Manivela de resgate só deve ser usada para efetuar resgate. Caso ocorra algum imprevisto
ou o profissional não responda ao chamado do vigia.

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o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. na escada ou no piso.com. Durante a movimentação normal do trabalhador. sem risco de queda. sem auxílio do vigia. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 90 . o vigia deve recolher o cabo sem carga. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. ou seja. Durante a descida e a movimentação horizontal do trabalhador. O trava-queda geralmente só tem 20 m de cabo. quase esticado. deve ser usado um guincho. bastará o vigia movimentar a manivela do guincho no sentido de recolhimento dos cabos. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado.Proibida a reprodução por qualquer meio. Com esta liberação e recolhimento dos cabos o vigia tem um maior controle da movimentação do trabalhador dentro do espaço confinado.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado A utilização de um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado (modelo que atenda as exigências do MTE): O trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. Utilizando o guincho para pessoas pode-se usar cabo de aço ou cordas de grande comprimento. o aparelho libera ou recolhe o cabo automaticamente. não pode ser usado para movimentações superiores a 20 m.br Utilizando o trava-queda resgatador o trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. visto que a manivela de resgate do trava-queda só deve ser usada na emergência. o vigia deve liberar o cabo em quantidade suficiente para que se mantenha sem carga. O cabo de aço ou corda do trava-queda é preso no tripé ou monopé. Este só tem o trabalho de ativar a manivela de resgate e girá-la quando efetua o resgate. Na subida do trabalhador. O cabo retrátil nunca fica frouxo.INBRAEP .br Site: www. bastará o vigia ativar e movimentar a manivela de resgate. Limitações: Para trabalho constante de içar ou descer pessoa ou material. mantendo esticado por um pequeno peso. quase esticado. devido à ação de uma mola de retorno. o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. sem risco de queda. 2.610/98. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado. inbraep@inbraep.

br Site: www.2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige. Lei 9. devido ao desconforto da posição.com.4 da NR 33 do MTE. conforto e segurança ao trabalhador nas três operações fundamentais: a) fácil forma de movimentação vertical. b) proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE c) rápido e fácil resgate por um só vigia. Deve resistir à carga de 15 kN. é feita por cadeira suspensa e em alguns casos por suporte de ombros. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio.br 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Havendo movimento brusco do trabalhador ou rompimento do cabo de sua sustentação. inbraep@inbraep. a movimentação vertical. Serve para ligação do cabo do guincho às argolas dos ombros do cinturão pára-quedistapara este fim.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. Não havendo escada. por meio de um guincho. conforme exigência do item 33. Usando-se cadeira suspensa ou suporte de ombros é obrigatório utilizar um trava-queda em linha independente. equipamentos adequados que garantam.610/98.7.INBRAEP .inbraep. em qualquer situação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 91 . O cabo de aço corda do trava-queda deve ser preso no tripé e mantido esticado por um pequeno peso. Suporte De Ombros O suporte de ombros deve ser utilizado apenas para pouca profundidade e pequenas dimensões. o trava-queda bloqueia imediatamente a movimentação e evita o acidente. geralmente. para serviços em espaços confinados sem escadas.

inbraep@inbraep. com desempenho comprovado por laudo. 9. os guinchos podem ser fornecidos em sacolas de nylon destinadas para transporte e armazenagem.610/98. Possuem fácil transporte. Em alguns tipos de serviço. não ultrapasse 100 kg. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com os guinchos e obedecer às exigências do MTE (NR 18 .751 da ABNT. junto com seu cabo ou corda. sendo que o peso total. Os guinchos para pessoas devem obedecer todos os requisitos da NBR 14.8 Guincho para Pessoas: São equipamentos destinados à movimentação vertical do trabalhador em serviços constantes ou no resgate em espaço confinado. sem uso de ferramentas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. trabalhador mais carga.Proibida a reprodução por qualquer meio.ítem cadeira suspensa) e da norma NBR 14. Manopla da manivela dobrável para facilitar o transporte. Os guinchos devem ser sempre usados em conjunto com trava-quedas. conforme exigência do Ministério do Trabalho (NR 18. nos tripés e monopés.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. é necessário um constante ajuste de posicionamento do trabalhador para manuseio de equipamentos / instrumentos instalados nas paredes do espaço confinado. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .51). Podem ser fixados. Os guinchos são de fácil e seguro funcionamento: com simples rotação da manivela movimenta-se com mínimo esforço.INBRAEP . Para subir: gira-se num sentido. vale salientar que a capacidade de cada guincho dependerá de milímetros o cabo ou corda tiverem.751 da ABNT. Para descer: gira-se ao contrário.com.br Cadeira Suspensa O uso da cadeira suspensa oferece máximo conforto e permite pendurar material. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 92 . A capacidade de cada guincho deve ser verificada com o manual ou com o fabricando do mesmo. Para parar: basta tirar a mão da manivela. O uso da cadeira suspensa oferece desempenho eficiente. pode ser conveniente utilizar cadeira suspensa com comando local (manivelas). Lei 9. Nestes casos.15. Devem possuir no mínimo duas travas de segurança. Basicamente os guinchos são divididos em dois modelos: Cabo de Aço ou Corda.com. principalmente para trabalho nas paredes ao longo do espaço confinado.inbraep.

3 .br Site: www. quebradas. permite-se o içamento do trabalhador sem uso do travaqueda.610/98.Cinturão de segurança.Os guinchos devem ser revisados anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14. A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética (corda).751. 2.INBRAEP . 9. e 4. 9.3 Instruções para Manutenção dos Guinchos 1 . o guincho deve ser usado em conjunto com trava-queda e cinturão pára-quedista (NR 18).Inspecionar todo o Sistema de Proteção Contra Quedas.1 Instruções de Uso Dos Guinchos 1. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 93 . 9.com. com óleo tipo máquina de costura. trincadas ou aparência duvidosa.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes.Inspecionar o Trava-quedas guiados 3.Armazenar os guinchos limpos e abrigados das intempéries.Geralmente a carga máxima de trabalho é 120 kg (pessoa mais material de trabalho ou carga). 2 . maca ou cinturão páraquedista.Para resgate numa emergência. 2. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 3.Para movimentação do trabalhador em serviço constante.com.Peças gastas.br 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. somente com cadeira suspensa.8.8. dependendo do fabricante .Manter os eixos lubrificados. deve-se inspecionar: 1. Lei 9. é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). através dos três furos. suporte de ombros. em lugar seco.2 Instruções para Inspeção dos Guinchos Antes de cada uso do guincho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep.8.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.

no mínimo. isto é. Sempre é possível escolher o tipo mais adequado para qualquer que seja o trabalho com movimentação vertical. b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quando a sustentação for através de cabo de aço.com. mosquetão ou manilha.INBRAEP . quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. em caracteres indeléveis e bem visíveis. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do caboguia do travaquedas. b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança.inbraep. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. Como já vimos é proibida a improvisação de cadeira suspensa. não se deve usar o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751). O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. inbraep@inbraep. As cadeiras devem obedecer às exigências do Ministério do Trabalho e a norma NBR 14751 da ABNT. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 94 .9. c) Passar a corda no gancho de segurança. 1500 kg (NR 18 e NBR 14751). A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso de cabo de aço independente.br Site: www. Trava-queda acoplado diretamente à estrutura da cadeira possibilita maior segurança e total facilidade de movimentação vertical. corrente. a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho.1 Uso das Cadeiras Suspensas O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-queda e resistirem a.com.br A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9. eliminando as dificuldades decorrentes do trava-queda ligado às costas. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ.Proibida a reprodução por qualquer meio. A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. 9.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.2 Instrução para Inspeção das Cadeiras Antes de cada uso.com. A corda da cadeira ou o cabo de aço da cadeira devem ser colocados corretamente conforme figura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . trincadas ou aparência duvidosa.9.br Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira: a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e talabarte de corrente ( máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal ( Fig. para evitar engripamento das travas. inspecionar: 1As cadeiras suspensas não devem ter peças gastas. 2Os componentes como: Trava-quedas guiados e cinturão de segurança devem ser inspecionados conforme já vimos. quebradas. lavá-las e engraxá-las após o uso de produtos químicos corrosivos ou pastoso "tipo epóxi". c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à cadeira (fig. b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu cinturão ( Fig. inbraep@inbraep.com. 3A cadeira de descida não devem apresentar excessivo desgaste das partes metálicas pela movimentação da corda de nylon.c). Lei 9. 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 95 . tortas. NOTA: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. 5As cadeiras devem ter os dentes das engrenagens em perfeito estado.b).a). É importante desmontar as manoplas. A alavanca de freio não deve ter folga em seu eixo e o freio deve deixar a cadeira imóvel quando o trabalhador nela estiver sentado com seu material de trabalho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 4As cadeiras devem ter as manoplas e travas com perfeita mobilidade.br Site: www.INBRAEP .

Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.3 Instruções para Manutenção das Cadeiras 1- Armazenar as cadeiras suspensas limpas e abrigadas das intempéries em lugar seco.com.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 96 . lavar e engraxar as manoplas das cadeiras após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi".inbraep. 3. tipo borracha.As cadeiras suspensas devem ser revisadas anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14751. tipo borracha. Lei 9. visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência comprometida. do solo ao penúltimo andar.INBRAEP .Desmontar. no mínimo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 14627.br Site: www. Os cabos de aço das cadeiras e dos trava-quedas não devem ser apoiados nas quinas. 1. inbraep@inbraep. sendo possível a movimentação da cadeira. 2.3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa As normas NBR 14626. não há distância entre os cabos e a fachada. Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Sem Uso de Suportes Nesse caso.9. mesmo com proteção. 14628 e 14751 da ABNT exigem que os cabos e as cordas das cadeiras e trava quedas sejam fixados em pontos ou suportes de ancoragem que resistam. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de aço (com diâmetro maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas. com facilidade.9.500 kg. As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível. 9.br 9.

no terraço. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Cada viga com 2. conexão com diversas opções de montagem a uma viga ou duas na posição horizontal. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 97 . alojamento para 18 contrapesos de 25 kg. sua base de ancoragem (40kg) possui rodas com revestimento de poliuretano. possibilitam movimentação da base de ancoragem.com. Montagem e desmontagem em geralmente 10 minutos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP .br Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Com Uso de Suportes Utilizando-se os suportes que deixam os cabos distanciados cerca de 30 cm da fachada. Resistem à carga de 15 kN (1500 kg).inbraep. por um só homem. Existem vários modelos e fabricantes de suportes para trabalhos em fachadas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . é possível movimentar-se com facilidade do solo ao último andar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Estes tipos de equipamentos geralmente são elaborados para atende todas as exigências de segurança do Ministério do Trabalho e das normas da ABNT.50 m pesa 30 kg. Modernos e práticos os sistemas suportes de trabalho em fachadas. conforme altura do beiral do terraço.com.br Site: www. Fácil transporte por elevador ou escada. inbraep@inbraep. mas para fins didáticos apresentaremos o suporte móvel modelo ST1.610/98.

movimentação e resgate. Este novo Trava-Queda Y Retrátil reduz a distância de queda em. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ao cinturão. movimentação e resgate dos trabalhadores. Este sistema de trabalho é complementado com o uso do trava-queda guiado em cabo de aço vertical. inbraep@inbraep. fixo ao longo da torre ou estrutura. na América do Norte e na Europa. Porém é também conhecido por sua grande desvantagem: em caso de retenção de uma queda. o deslocamento vertical do usuário pode chegar a 5. o trabalhador só teria segurança quando estivesse amarrado à estrutura. estando susceptível a quedas. está sendo usado um novo sistema de trabalho denominado Trava-Queda Y Retrátil. isto é. o trabalhador não poderá ficar desamarrado da estrutura. nas movimentações durante a execução das tarefas.inbraep. devido a sua constituição não permitia que fossem adotados novos procedimentos quanto à escalada. sem auxílio de ferramentas.Proibida a reprodução por qualquer meio. Com a preocupação constante em relação à segurança dos trabalhadores. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a legislação atual exigiu a aplicação de um novo sistema de segurança para trabalhos em estruturas elevadas que possibilitam outros métodos de escalada. seguro e rápido para descida e subida. Este tipo de equipamento.610/98. Como se sabe o talabarte Y com duas fitas de segurança e um absorvedor de energia é bem conhecido por sua vantagem de proteção contínua com fácil movimentação aleatória. que é o meio mais prático. um centímetro.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 98 . usando a ligação dorsal do cinturão pára-quedista.10 Trabalho em Torres e Estruturas Os serviços executados em estruturas elevadas eram realizados com o cinturão de segurança abdominal e toda a movimentação era feita sem um ponto de conexão.br 9. Estes travas quedas Y Retráteis são de fácil conexão dorsal.75m ( norma europeia EN 355 e norma brasileira NBR 14629) ou seja o usuário pode cair até dois andares e sofrer lesões no choque com as estruturas.com. que permite fáceis e seguras movimentações aleatórias no alto de torres e estruturas. Atualmente.br Site: www. com dupla trava de segurança. praticamente . A filosofia de trabalho adotada é de que em nenhum momento.INBRAEP .

É fácil observar um trabalhador andando sobre um telhado como se estivesse caminhando em uma calçada qualquer.br 9. Lei 9.1 Características do Trava-Queda Y Retrátil Cada fita retrátil trabalha independentemente. Possui carcaça de nylon super-resistente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 99 . com bordas arredondadas para conforto de uso. libera e retrai automaticamente um total de 2.11 Trabalho em Telhados Muitos trabalhadores executam suas tarefas com exigência. que permite verificar que o aparelho reteve uma queda e necessita de revisão. Nunca saberemos as reais condições de um telhado.10. estado dos componentes e resistência dos pontos de ancoragem.INBRAEP . 1500 kg. até porque essa superfície está exposta aos raios solares. inbraep@inbraep. EPI adequado e passarelas para aumentar a resistência das telhas e evitar que o trabalhador sofra acidentes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.  Definição da movimentação visando deslocamento racional.610/98.  Deve ser usado capacete de segurança com jugular e outros EPIs de acordo com a tarefa. proporcionando proteção constante e fácil mobilidade ao usuário. no mínimo.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www.com. 9.  Definição dos equipamentos onde é conveniente usar ligação frontal do cinturão páraquedista. correndo o risco de cair de uma altura superior a três metros.com. porém se esquecem da sua própria segurança. distante de rede elétrica e garantindo-se resistência mecânica de todos os pontos de ancoragem de. conforme os seguintes exemplos: 9.  Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho. visto que é proibido com chuva e vento. O trabalho em telhado exige planejamento prévio. chuva e até defeitos de fabricação invisíveis aos olhos.10. Não Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .  Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviço nessa área de alta periculosidade.5 m de fita.2 Planejamento do Trabalho Todo serviço realizado em torres e estruturas exige um planejamento dos seguintes itens:  Tipo da torre ou estrutura. sem capacete de segurança. manipulando telhas sem luvas e por fim caminhando sobre uma superfície estreita com a sua caixa de ferramentas à mão. que podem fragilizar as telhas com o passar do tempo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. Possui indicador de queda para cada fita retrátil.

pois o risco de queda é alto. o importante é evitar que o trabalhador se exponha a riscos desnecessários. seu estado e resistência. além de o trabalhador correr o risco de sofrer um mal súbito enquanto caminha. Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos.br importa quanto tempo é necessário para montar e desmontar um aparato de segurança. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.  tábuas mal posicionadas. O trabalhador não deve sob nenhuma hipótese caminhar sobre superfícies estreitas.  escadas de acesso ao telhado sem a devida proteção.  falta de sinalização e isolamento no piso inferior. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 100 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.  ofuscamento por reflexo do sol. vapores. deixando a superfície sem aderência. chaminés. Lei 9. O objetivo deste estudo é apresentar os procedimentos de segurança a serem observados na realização de trabalhos em telhados.  Necessidade de montagem de passarelas.  precariedade nos acessos aos telhados.1 Planejamento do trabalho em Telhado Todo serviço realizado sobre telhado exige um necessariamente ser verificado os seguintes itens: rigoroso planejamento. devendo  Tipo de telha. para evitar quedas de nível causadas basicamente pelos seguintes motivos:  rompimento de telhas por baixa resistência mecânica. etc. ferramentas e equipamentos (EPIs) necessários à realização do trabalho. Normalmente esses locais são revestidos com pedras naturais ou chapas metálicas para dar acabamento.com.  escorregamentos em telhados úmidos.  locomoção sobre coroamento dos prédios. clarabóias. lanternis.Proibida a reprodução por qualquer meio. distante de rede elétrica ou área sujeita a gases. vapores e poeiras. levando-se em conta as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego e normas da ABNT. escadas.11.  Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas. 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . trabalho com chuva ou vento.610/98. guarda-corpos ou estruturas sobre o telhado para facilitar manutenção de telhas.INBRAEP . calhas.com. ou poeiras no telhado.br Site: www.inbraep.  mal súbito do funcionário ou intoxicação decorrentes de gases.  Definição dos materiais.  Definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional. inbraep@inbraep.  calçados inadequados e/ou impregnados de óleo ou graxa. molhados ou com acentuada inclinação.  inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.br  Definição dos locais para instalação de cabo-guia ou cabo de segurança para possibilitar uso do cinturão de segurança conforme exigência do Ministério do Trabalho e Emprego.610/98. O beiral do telhado não suporta peso de pessoas ou cargas.EPI Todo funcionário que executar serviço em telhado deve usar os seguintes equipamentos:  Sapato de segurança com solado antiderrapante. subir uma pessoa de cada vez.  Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em telhado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 101 . visto que é o motivo principal de graves acidentes. apoiar passarelas metálicas ou tábuas sobre telhas translúcidas flexíveis.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. é recomendado:       Ao utilizar escada portátil. Todo material usado deve ser imediatamente removido após conclusão do serviço.11. 9. seu comprimento não pode ser superior a 7 metros Nunca pisar diretamente nas telhas Nunca pisar. Equipamentos de Proteção Individual . programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja emanação de gases e estão sob o telhado em obras. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep.2 Durante o trabalho Proibir carga concentrada As telhas de fibrocimento. Lei 9. alumínio ou barro não foram projetadas para suportar cargas concentradas.com. Elas não foram projetadas para suportar pesos. motivados por concentração excessiva de pessoas ou materiais num mesmo ponto.  Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviços nessa área de alta periculosidade. Seus fabricantes advertem para não pisar ou caminhar diretamente sobre elas.INBRAEP .  Orientar os trabalhadores e proibir qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . visto que é proibido com chuva ou vento. Considerando que a maior parte dos acidentes em telhados ocorrem por rompimento mecânico de seus componentes. Nunca permitir concentrar mais de uma pessoa num mesmo ponto do telhado ou mesma telha.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 102 .br      Óculos de segurança com proteção lateral.INBRAEP .610/98. Nas escadas é possível fazer instalação permanente de cabo de aço galvanizado ou inox.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. amarradas como mostra a figura abaixo. Quando houver risco de ofuscamento pelo reflexo do sol em telhas de alumínio ou outras superfícies refletoras. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.br Site: www. Escadas de acesso aos telhados Devem ser equipadas com linhas verticais de segurança para uso de trava-quedas. conectado a cabo. inbraep@inbraep. Lei 9. Luva de raspa. Lembre-se de fazer o nó (circulo vermelho) acima do centro de gravidade da carga que evitará seu tombamento. Içamento de telhas As telhas devem ser suspensas uma a uma.inbraep.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . E outros equipamentos de segurança pendendo da tarefa a ser executada. Cinturão de segurança tipo pára-quedista. usar lentes escuras especificas para este fim. Deve-se sempre utilizar a jugular do capacete para evitar que o mesmo caia. Capacete de segurança com jugular. corda ou trilho de aço por meio de dispositivos que possibilitem fácil movimentação sobre toda a área de trabalho.

As correntes não devem ser conectadas à linha de segurança para não impedir a movimentação dos trabalhadores em toda a área do telhado.Proibida a reprodução por qualquer meio. 9.inbraep. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Tábuas ou Passarela para Telhado Para se andar sobre as telhas geralmente se usa tábuas para impedir a queda ou até a quebra das telhas. conforme figura abaixo. Vejamos o modo correto de colocar a Tábua ou Passarela: Em telhados inclinados devem-se fazer degraus ou utilizar passarela especifica para telhados inclinados. Vale salientar que já existem no mercado passarelas especificas para esse fim. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 103 .INBRAEP . inbraep@inbraep. As passarelas possuem a superfície de contato com o telhado lixada para melhor aderência.com.610/98.com.br Site: www.11. proporcionando maior segurança e conforto para os profissionais de irão trabalhar em telhados. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Dependendo da inclinação do telhado e/ou telhas com superfícies úmidas e escorregadias é recomendável utilizar correntes galvanizadas com elos tipo de 3 mm de diâmetro fixadas na cumeeira e conectadas por mosquetões aos olhais existentes nas passarelas.3 Linha de Segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Deve se usar uma tábua com largura suficiente para uma boa distribuição no telhado.

Para movimentação sobre todo o telhado a linha secundária. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 104 .18 que.com. geralmente. Linha de Segurança Temporária A Linha de Segurança Temporária é também conhecida como Linha de Vida. no mínimo. para utilização em vários locais.br Site: www. a linha secundária é ligada na linha primária como exemplo na figura. Quando não houver os pontos de ancoragem previamente instalados devem ser instalados corretamente. seja instalada a linha de segurança para movimentação do trabalhador com cinturão de segurança tipo pára-quedista.INBRAEP . Linha de Segurança Fixa Geralmente. com o trava-queda retrátil. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. É de fácil montagem e desmontagem.com. Lei 9.inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . destinadas a dar mobilidade com segurança a um ou mais trabalhadores que efetuam movimentação horizontal com risco de queda. Outra forma de trabalho sobre todo o telhado pode ser feita com o Trole movimentandose na linha Primária de cabo de aço de 3/8".INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. nos telhados. com resistência em qualquer ponto. A linha de segurança pode ser temporária ou permanente. A linha primária é ligada ao ponto de ancoragem. 1500 kg.br O MTE exige por meio da NR 18. a uma carga de.Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep. a linha permanente de segurança é constituída de cabo de aço galvanizado com diâmetro de 3/8 instalado na cumeeira. Linha de Segurança Temporária são linhas horizontais constituídas de corda. Este sistema temporário de segurança pode ser fácil e rapidamente montado a partir de pontos de ancoragem previamente instalados. A Linha de Segurança é constituída de duas linhas de segurança divididas em Linha primária e secundária. A subida ou descida no telhado ou rampa deve ser feito com o manuseio do trava-queda. é constituída pela corda de nylon trançada de 12 mm de diâmetro com o mosquetão para deslocamento horizontal ao longo da linha primária. cabo ou trilho de aço.610/98.

INBRAEP . galvanizados ou inoxidáveis. inbraep@inbraep.com. a fim de não ser estragado facilmente por deformações permanentes e formação de nós fechados. Lei 9. guinchos e trava-quedas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 105 .Proibida a reprodução por qualquer meio. ou seja. o cabo já estará estragado e precisará ser substituído ou cortado no local.br 9.inbraep.br Site: www.com.12. são de construção 6x19. o cabo ficará torcido e formará laço. enrolado ou desenrolado sem girar o rolo ou o carretel. Com o laço fechado (posição 2).1 Uso do Cabo de Aço Os cabos de aço utilizados nas cadeiras suspensas. torcidas em torno de uma alma que pode ser de fibra ou aço. Medição do diâmetro: o diâmetro do cabo de aço é aquele da sua circunferência máxima. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Manuseio do cabo de aço: o cabo de aço deve ser enrolado e desenrolado corretamente. São 6 pernas com 19 arames cada. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .12 Cabo de Aço 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. Se o cabo for manuseado de forma errada.

inbraep. Número de arames rompidos:  Cabo de aço com 4. tiver 6 arames rompidos ou se. inviolável por lacre prensado industrialmente com sapatilha protetora. Importante: mesmo sem o lacre e a sapatilha protetora. em decorrência de manuseio incorreto.br Site: www. Lei 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. em um trecho.2 Inspeção: Antes de cada uso. de máxima segurança. em uma única perna. A construção deste superlaço é detalhado nas figuras abaixo.com. inbraep@inbraep. O uso de um cabo com este defeito tornase perigoso.8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 3 cm de comprimento e substituído se. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 106 . podendo causar graves acidentes. tiver 3 arames rompidos. o olhal já suporta uma carga superior à carga de trabalho do cabo (posição 5).INBRAEP .com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Superlaço: os cabos de aço devem ser fornecidos com olhal tipo superlaço.610/98.br Importante: mesmo que um nó esteja aparentemente endireitado. 2. o cabo nunca poderá render serviço máximo. conforme a capacidade garantida.12. Formação de nó fechado. o cabo de aço deve ser inteiramente inspecionado quanto aos seguintes problemas: 1.

(da cadeira suspensa) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Atenção: 1) Havendo problemas em todo o cabo. 3. em um trecho. inbraep@inbraep. Alguns modelos de cabos de aço não podem ser lubrificados. Lei 9. A inspeção visual de um cabo se sobrepõe a qualquer norma ou método de substituição dos mesmos. mesmo que o número admissível de arames rompidos não tenha atingido o limite encontrado na tabela.3 Manutenção: 1) Mantê-lo: afastado de produtos químicos nocivos (ácidos). conforme tabela abaixo:  Para cabo de aço com diâmetro de 4. 9. sem torção estrutural. usa-se 3 grampos de 5/16” com espaçamento entre si de 48 mm. Havendo problemas localizados.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. 2) Armazená-lo: em local seco. tiver 6 arames rompidos ou se. o cabo deve ser substituído. ou até mesmo sem ter nenhum arame rompido.com. usa-se 3 grampos de 3/16” com espaçamento entre si de 29 mm. ele deve ser aposentado. Os grampos devem ser montados de maneira correta e reapertados após o uso do cabo de aço. para evitar escorregamento dos aparelhos. tiver 3 arames rompidos. abaixo).610/98. para fácil manuseio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 107 . 3) Olhal com grampos: os cabos de aço poderão ter olhal confeccionado com grampos de aço galvanizados (fig. 2) Ao se observar um cabo de aço. por meio de carretel.INBRAEP . se for encontrado algum outro defeito considerado grave. abrasivos e cantos afiados.inbraep.12.8 mm. ele pode ser cortado e usado. em uma única perna.com. Corrosão: quando se verificar a incidência de corrosão na galvanização.br Site: www.  Para cabo de aço com diâmetro de 8 mm.br  Cabo de aço com 8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 5 cm de comprimento e substituído se.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

Importante: uso de corda diferente da acima especificada é de responsabilidade do usuário.  Inspeção externa: a capa da corda deve estar perfeita. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 108 . com as cordas devemos tomar os seguintes cuidados: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ela pode ser cortada e usada.com.br 9.br Site: www. 9. ela deve ser aposentada. diâmetro constante. 24. i) Carga de ruptura mínima de 20 kN.3 Manutenção: A corda de segurança deve ser usada por um único trabalhador.INBRAEP . podendo provocar graves acidentes. b) Trançado externo em multifilamento de poliamida. fios partidos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep. f) Construção dos trançados em máquina com 16. a corda não deve apresentar caroço. não podendo ultrapassar a 10% da densidade linear. inconsistência à dobra. e) Alma central torcida em multifilamento de poliamida. 9. Lei 9.1 Uso das Cordas de Segurança As cordas utilizadas para sustentação da cadeira suspensa. movimentação ou folga entre capa e alma. Importante: havendo problemas em toda a corda.610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio. d) Trançado interno em multifilamento de poliamida. emagrecimento da alma (parte interna).13. trava-queda e cinturão de segurança deverão obedecer as seguintes especificações do Ministério do Trabalho e Emprego (NR 18. sem cortes.inbraep. sem desgastes significativos por abrasão e sem suspeita de contaminação por produto químico nocivo à sua estrutura.13. partes queimadas. a corda deve ser inteiramente inspecionada. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.6): a) Deve ser constituído de trançado triplo e alma central. h) Densidade linear 95 + 5 KTEX ( igual a 95 + 5 g/m). j) Carga de ruptura mínima de segurança sem o trançado externo 15 kN.16.13 Cordas de Segurança 9.  Inspeção interna: palpando-a em todo o comprimento. Havendo problemas localizados. g) Número de referência: 12 ( diâmetro nominal em mm).com.13. c) Trançado intermediário e o alerta visual de cor amarela em multifilamento de polipropileno ou poliamida com o mínimo de 50% de identificação. 32 ou 36 fusos.2 Inspeção: Antes de cada uso.

produto que envelhece naturalmente em contato com o ar. para as cordas de poliamida. sem torção estrutural. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 109 .inbraep. adota-se uma vida útil de. produtos químicos. 4) Aposentá-la: as cordas geralmente são fabricadas em poliamida. 3) Lavá-la: com sabão neutro.610/98. mesmo sem serem usadas. Teoricamente. inbraep@inbraep.com. grau de exposição a produtos químicos. Praticamente. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Em situações bastante severas de trabalho. à sombra. cantos afiados e piso das obras. costuma-se aposentá-la após um ano de uso.Proibida a reprodução por qualquer meio. água com temperatura de até 30° e escova com cerdas macias (plásticas).com. fontes de calor. Jamais pisá-la com sapatos sujos: partículas de areia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. longe da luz solar. terra e pó penetram nas fibras e causam grande desgaste dos fios durante o uso. no máximo. Recomenda-se armazenar a corda em carretel para fácil manuseio. elementos abrasivos e luz solar. afastada de produtos químicos nocivos (ácidos).br 1) Mantê-la: limpa. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso. quatro anos após sua fabricação. Nunca use detergente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. abrasivos ou cortantes. sem contato com o piso de cimento.br Site: www. a vida útil da corda não pode ser preestabelecida. Deixar secar ao ar livre. 2) Armazená-la: em local seco.INBRAEP .

proporcionam uma cooperação mais aprofundada entre os Serviços Especializados e CIPA’s e os diversos setores da empresa. locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados. selecionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prática. A inspeção de segurança se antecipa aos possíveis acidentes. uma metodologia de inspeção dos locais de trabalho tornada obrigatória a partir da publicação da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho NR-9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais). devem ser neutralizadas com anteparos protetores.br 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 10. engrenagens. Por exemplo: as partes móveis de uma máquina polias. Por exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. Os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Sinalização do risco: é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco.2. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Por exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência.com. ou seja. Lei 9. não se pode deixar de destacar as inspeções de segurança Toda inspeção segue um ciclo de procedimentos básicos que contribui para a elaboração do mapeamento de riscos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1 Conceito e Importância A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho.inbraep.com. já conhecidos tanto do ponto de vista do equipamento como pessoal. dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder público (no caso das inspeções oficiais ) têm interesse na segurança do trabalho.610/98. 10.INBRAEP . mas quando repetidas. alcançam outros resultados: favorecem formação e o fortalecimento do espírito prevencionista que os empregados precisam ter. As prioridades são: Eliminação do risco: significa torná-lo definitivamente inexistente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 110 . controles de segurança. inbraep@inbraep. com o fim de descobrir.Proibida a reprodução por qualquer meio. mas está controlado.2 Tipos de Inspeções 10. uma vez que essas partes das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas. Quando se fala das atividades prevencionistas.  Uniformização. de 17/8/92. servem de exemplo para que os próprios trabalhadores exerçam.1 Inspeções de Rotina (Diárias) Visam detectar e eliminar riscos comuns. exemplo:  Falta de uso de EPI ou inexistência do mesmo. Neutralização do risco: o risco existe.br Site: www. Esse risco poderá ser eliminado com a troca do material do piso por outro. Essa alternativa é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. em seus serviços. identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de tomar ou propor medidas que impeçam a ação desses riscos. correias etc. emborrachado e antiderrapante.

líderes. membros da cipa.br Site: www. elevadores. direita. mais visíveis. Quanto às condições inseguras. certos tipos de operações.seja por firmas empreiteiras ou não.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Podem incluir a inspeção de toda a empresa. inbraep@inbraep. EPI´s. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 111 . uma seção. vasos pressurizados.  Ordem. 10.com. mais notadas porque são situações concretas. Equipamentos de segurança. em baixo. mangueiras. manutenção. proteções.Proibida a reprodução por qualquer meio. materiais mais duráveis que alguns atos inseguros que.  Manutenção em equipamentos tais como caldeiras. aconteceu em poucos segundos.INBRAEP . Arrumação e limpeza. 10. sendo necessária a elaboração de um relatório final.2.2.  Manutenção elétrica e civil .br  Remoção de proteção de máquina. exemplos:  Penetração em reservatórios. as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente a ocorrência de tais atos.610/98. convidados imparciais não acostumados e não viciados com o local da inspeção). Aspectos “políticos” e participação dos principais envolvidos (produção. determinados equipamentos e aspectos relativos a higiene.3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas Requer conhecimentos técnicos bem como em alguns casos a utilização de aparelhos especializados. 10.3 Levantamento das Causas dos Acidentes Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. hidrantes.inbraep. elas se tornam mais aparentes.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. supervisão. Os processos educativos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a repetição das inspeções. de um departamento. Método de inspeção do sinal da cruz (em cima. Lei 9. às vezes.2 Inspeções Periódicas Devem ser programadas para serem feitas em intervalos regulares (semanais / mensais / bimestrais / trimestrais). esquerda).

no exercício de suas atividades profissionais. quando um acidente acontece. Causa Pessoal está relacionada com a bagagem de conhecimentos e habilidades e com as condições de momento que cada um está atravessando.com. potencializa a ocorria do acidente que pode provocar ou não lesão no trabalhador. de alcances individuais e coletivos. Lei 9.1. ora usar a cabeça raspada.br 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES Acidente zero! Essa é uma meta que todas as empresas devem procurar alcançar. Quando um ou mais dos fatores anteriores se manifestam. chegar antes que o mesmo aconteça.Proibida a reprodução por qualquer meio. quando a iluminação do ambiente de trabalho é deficiente ou quando não há boa manutenção do maquinário. vários fatores entraram em ação antes. os riscos de acidente aumentam consideravelmente. Ora a onda é usar cabelos longos. Ambiente Social influência nos hábito das pessoas. 11. tomar providências cabíveis para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer.inbraep. A causa mecânica diz respeito às falhas materiais existentes no ambiente de trabalho.br Site: www. sugere que a lesão sofrida por um trabalhador.com. Nesta unidade analisaremos as principais medidas preventivas. Da mesma forma. em seu livro Industrial AccidentPrevention. das roupas hippies e hoje impera a moda do “cada um na sua”. A probabilidade de envolvimento em acidentes aumenta quando se está triste ou deprimido. Quando o equipamento não apresenta proteção para o trabalhador.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. obedece a uma sequência de cinco fatores:      hereditariedade e ambiente social causa pessoal causa mecânica acidente lesão A hereditariedade refere-se ao conjunto de características genéticas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 112 . 11. inbraep@inbraep. mas é possível influenciar sua conduta proporcionando um ambiente social rico em exemplos positivos. ou quando se vai desempenhar uma tarefa para a qual não se tem o preparo adequado. Prevenir um acidente significa vê-lo antecipadamente. Não é possível interferir nas características genéticas de uma pessoa. É fácil de observar com que facilidade uma nova moda se espalha e “pega”.1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho Um dos fatos já comprovados de suas causas dos acidentes é que.610/98. que visam à proteção do trabalhador. Já houve a época da minissaia. Esses exemplos servem para ilustrar quanto o ambiente social afeta o comportamento das pessoas. certas características psicológicas também são transmitidas dos pais para os filhos. Heinrich.1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? Como vimos uma maneira de evitar os acidentes é controlar os fatores que o antecedem. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. influenciando o modo de ser de cada um.

é a causa mecânica! A remoção da causa mecânica é o fator que mais reduz a probabilidade de um acidente ocorrer. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www.610/98. Lei 9. Um trabalhador que conhece bem o seu trabalho e o desempenha com seriedade.com. mais próximo do acidente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 113 .com. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br A educação e o treinamento do trabalhador para o exercício de suas funções são recursos importantíssimos para reduzir o risco de acidentes.INBRAEP . atento às normas de segurança. está muito menos sujeito a um acidente do que um trabalhador desleixado.inbraep. O fator central. que não mostra preocupação com a qualidade de seu trabalho.

juntamente com: Perda de equilíbrio do trabalhador à beira do espaço.inbraep. Os trabalhos em altura são uma das maiores causas de acidentes de trabalho. não garantindo aos seus colaboradores um ambiente de trabalho com condições seguras. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 114 .br Site: www. afastamentos ou óbitos.610/98. Estes acidentes sejam com lesões. Quando se fala neste tipo de risco geralmente as pessoas leigas no assunto lembram da construção civil. (Quebra de suporte ou ruptura de cabo de aço).) Falta ou Falha de uma instalação ou de um dispositivo de proteção. Lei 9. inbraep@inbraep.br 12. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. os acidentes continuam crescentes. PCMSO ou PCMAT).Proibida a reprodução por qualquer meio. sem a devida proteção contra quedas. ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA Boa parte dos acidentes com trabalho em altura poderia ser evitada. Geralmente as causas dos acidentes no ramo de trabalho em altura ocorrem pela não utilização dos EPIs. passo em falso etc. (Escorregão. principalmente durante a operação de enlonamento. apesar das leis e normas técnicas vigentes e a fiscalização.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. todos são graves como todo e qualquer acidente. sem proteção. até muitas vezes por fatores pessoais que o levam a acreditar que não irá lhe acontecer nada de errado. tanto na construção civil como em outros ramos de trabalho. devido à falta de mão de obra especializada e de consciência sobre os procedimentos seguros. Mas até mesmo uma simples troca de lâmpada pode configurar trabalho em altura. Sejam por falta de informação ou por descumprimento da lei muitas empresas deixam de fornecer os equipamentos de proteção individual (EPIs). treinamentos e até mesmo não instituem os programas exigidos pelas Normas Regulamentadoras (PPRA. Os colaboradores por sua vez acabam se acidentando.com. também é um dos principais responsável por graves acidentes nesta área. Método impróprio de trabalho Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP .com. A construção civil é umas das recordistas em acidentes dentro da gama de atividades laborais no nosso país. As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões.

com. Devem divulgar obrigações e proibições que os empregados devam cumprir e dar conhecimento aos empregados de que serão passíveis de punição. Lei 9. pelo descumprimento das normas de segurança e saúde expedidas.inbraep.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. implantando métodos de trabalho.br Site: www. Deve-se cobrar também a obrigação do empregador de mostrar os riscos existentes nas atividades dos funcionários e o treinamento sobre as medidas preventivas que devem aplicar para prevenir acidentes no desempenho do trabalho.610/98. Trabalhador não apto ao trabalho em altura (Problemas de Saúde). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 115 . inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Contato acidental com condutor ou massa sobtensão elétrica. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . treinamentos e medidas preventivas que proporcionem segurança para todos os trabalhadores. Deste modo devemos colocar em prática todo o conhecimento técnico para que haja a prevenção destes acidentes.

voltado para este seguimento. inbraep@inbraep. Esta função é importante. Mas. Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima. tolerância. por mais que se aparelhem hospitais e pronto-socorros. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. até a chegada de um socorro profissional. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 116 .inbraep. Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . procure por alguém que o auxilie no atendimento e. Apesar das medidas de segurança comumente adotadas no ambiente de trabalho e dos cuidados que as pessoas têm com suas próprias vidas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. o objetivo de substituir um curso de primeiros socorros. fora do ambiente hospitalar. parentes ou amigos também podem ser vítimas de acidentes ou de um mal súbito. O conhecimento e a aplicação dos primeiros socorros têm como objetivo fundamental salvar vidas. A pessoa que presta os primeiros socorros em casos de acidentes ou mal súbitos deve ter noções de primeiros socorros. em seguida. As providências a serem tomadas inicialmente são:    Uma rápida avaliação da cena e vítima. Somente a equipe especializada é composta por socorristas.com. o que requer a presença de pessoas treinadas para atuar de forma rápida. Nesses minutos. Salientamos que o curso de primeiro socorros é bem amplo e especifico.610/98. tem os primeiros socorros de um modo geral. socorrista é a pessoa que esta preparada. A pessoa que presta os primeiros socorros deve agir com bom senso. pois somente com um curso completo e especifico de primeiros socorros a pessoa terá o conhecimento profundo das técnicas para diversas situações que podem ocorrer no dia-a-dia. nem todos os acidentes podem ser evitados porque nem todas as causas podem ser controladas. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência – sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes.br 13 PRIMEIROS SOCORROS O curso da NR-35 por se tratar do trabalho em Altura. Nesse tempo. Mas não se esqueça de que você. calma e ter grande capacidade de improvisação. acione os serviços especializados: médicos. Assim. treinada e habilitada a fazer os primeiros socorros e transporte de acidentados. os riscos de acidente fazem parte do nosso cotidiano. Geralmente presta-se atendimento no próprio local. executadas por qualquer pessoa treinada.com. pois pode manter a vítima viva até a chegada do socorro adequado. muita coisa pode acontecer. Se você não tiver condições emocionais de prestar socorro direto à vítima. bem como não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. com a utilização de técnicas simples. É o atendimento inicial e temporário. para garantir a vida. É comum que as pessoas sintam-se incomodadas e até não gostem de socorrer uma pessoa estranha. que requer coragem e o conhecimento das técnicas adequado capazes de auxiliar numa emergência. Acionar corretamente um serviço de emergência local.br Site: www. ou que um desmaio resulte na morte do acidentado. O socorro imediato evita que um ferimento se agrave ou que uma simples fratura se complique. não tendo este modulo (NR-35). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . Prestar os primeiros socorros é uma atitude humana. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que estavam ou passaram pelo local. ou seja.

inbraep. Lei 9. SAMU e bombeiros. secreções ou por produtos tóxicos. Existem várias maneiras de ajudar em um acidente. nem deixe de adotar os procedimentos cabíveis. idade aproximada. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. 13. Somente depois de assegurar-se da segurança da cena é que a pessoa deve ser aproximar da vítima para prestar assistência. máscaras entre outros. Ao pedir ajuda. procurando acalmá-la e. que indicará das prioridades. certificando-se de que o local onde se encontra a vítima está seguro. Lembre-se Primeiro você. Prestar os primeiros socorros não significa somente fazer respiração artificial. pegar na mão de alguém que está ferido. sexo da vitima. deve procurar passar o máximo de informações. ponto de referencia. colisões. Não deixe uma pessoa acidentada sem uma palavra de apoio nem um gesto de solidariedade. em vez disso se tornar mais uma vítima. eletrocução.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 117 . SAMU). afogamento. como endereço do acidente. agressões entre outros. panos ou outros utensílios que estejam disponíveis. ao mesmo tempo. Significa chamar a equipe especializada (Bombeiros. deve-se interagir com a vítima. como desabamentos. a ação deve ser dirigida para:        Pedido de ajuda qualificada e especializada Avaliação das vias áreas Avaliação da respiração e dos batimentos cardíacos Prevenção do estado de choque Aplicação de tratamento adequado para as lesões menos graves Preparação da vítima para remoção segura Providencias para transporte e tratamento médico (dependendo das condições) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . tranquilizar os que estão assustados ou em pânico. até um simples ato de chamar assistência especializada como. analisando a existência de riscos. ambulância e bombeiros.1 Procedimentos Gerais Um atendimento adequado depende antes de tudo de uma rápida avaliação da situação. é de suma importância para o atendimento adequado.br ambulâncias. luvas. deve fazer uma observação detalhada da cena. colocar um curativo num ferimento ou levar uma pessoa ferida para o hospital.com.com. A pessoa que esta preparada e treinada. Na ausência desses dispositivos. Por isso é importante a utilização de kits de primeiros socorros como. a pessoa deve se proteger para evitar riscos de contaminação através do contato com sangue. dar um pouco de si. depois sua equipe e por ultimo a Vítima. Não adianta tentar ajudar e. avaliar suas condições enquanto conversa com ela. Uma vez definida e analisada a situação. Antes de examinar a vítima.INBRAEP . Sempre que possível. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. atropelamentos. óculos. vale o improviso com sacos plásticos.610/98. tipo de acidente e numero de vitimas.

há artigos específicos na legislação brasileira acerca do assunto.Matar alguém. ou multa.com. se resulta a morte. Código penal . improvisando se necessário. o socorro da autoridade pública.Art.Detenção de um a três anos. por exemplo. 121 . 13. e triplicada.610/98. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade. se a omissão resulta lesão corporal ou de natureza grave. ou pedir. dando ao acidentado segurança Se houver condições solicitar ajuda de alguém do mesmo sexo da vítima Manter sua atenção voltada para a vítima quando estiver interrogando-a Falar de modo claro e objetivo Aguardar a resposta da vítima Não atropelar com muitas perguntas Explicar o procedimento antes de executá-lo Responder honestamente as perguntas que a vítima fizer Usar luvas descartáveis e dispositivos boca-máscara. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. CLT . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ou à pessoa inválida ou ferida. 135 – Deixar de prestar assistência.Proibida a reprodução por qualquer meio. Homicídio simples Art. Parágrafo 3º . por tanto comentaremos os principais tópicos penais que podem ser de interesse. Para o Código Penal Brasileiro. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 118 .br 13. Pena . à criança abandonada ou extraviada. mas não precipitado Usar bom senso. Pena – detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses.Art. a omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135. Atender a vítima em local seguro (remove-la do local se houver risco de explosão. Lei 9.INBRAEP . 181 – Os que trabalham em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico.1 Aspectos Legais Durante uma emergência.2.Reclusão de seis a vinte anos.Se o homicídio é culposo. quando possível fazê-lo sem risco pessoal.inbraep.com.2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro Devido à importância do ato de prestar socorro.1 Princípios para os Primeiros Socorros:               Agir com calma e confiança – evitar o pânico Ser rápido. desabamento ou incêndio).1. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. as pessoas podem se deparar com questões jurídicas. Pena .br Site: www. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. para proteção contra doenças de transmissão respiratória e por sangue. nesses casos. sabendo reconhecer suas limitações Usar criatividade para improvisação Demonstrar tranquilidade. 13. todo indivíduo tem o dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo.

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Nulidade do crime
Art. 19 - Não há crime quando o agente pratica o fato.
IEm estado de necessidade.
II Em legítima defesa.
III Em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de
direito
Estado de necessidade
Art. 20 - Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para
salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro
modo evitar direito próprio ou alheio, cujo sacrifício nas circunstancias, não era
razoável exigir-se.
Parágrafo 1º Não pode alegar estado de necessidade quem
tinha o dever legal de enfrentar o perigo.
Parágrafo 2º Embora reconheça que era razoável exigir-se o
sacrifício do direito ameaçado, o Juiz pode reduzir a pena de um a dois
terços.
Lesões corporais
Art. 129 - Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem.
Pena - Detenção de um a três anos.
Omissão de socorro: Art. 135 deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo
sem risco pessoal, a criança abandonada ou extraviada, ou a pessoa inválida ou ferida, ao
desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade
pública.
Exposição ao perigo
Art. 132 Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e eminente.
As questões jurídicas em relação aos Primeiros Socorros são bem complexas, visto que
deixar de prestar socorro como no item 18.2 código penal art. 135, a omissão de socorro é crime,
cujo sujeito ativo pode ser qualquer pessoa, mesmo que não tenha o deve jurídico de prestar
assistência. Esta assistência vai desde chamar o serviço especializado, até de fato iniciar os
Primeiros Socorros. Por outro lado o Art. 129 não permite ofender a integridade corporal ou saúde de
outrem.
Por este motivo a pessoa deve estar muito confiante, preparada e treinada para iniciar os
procedimentos de primeiros socorros, utilizando de bom senso sempre, para avaliar a melhor forma
de manter a vítima viva.
Uma coisa é certa, sempre se deve chamar o serviço especializado e prestar uma assistência
psicológica para a vítima quando não estamos preparados para iniciarmos manobras complexas.

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13.3 Urgências Coletivas
Acidentes em locais onde há aglomeração de pessoas costuma envolver um grande número
de vitimas e nesses casos, geralmente, o atendimento é muito confuso.
Ao se deparar com uma urgência coletiva, deve tomar as seguintes medidas:
 Providenciar comunicação imediata com os serviços de saúde, defesa cível,
bombeiros e polícia.
 Isolar o local, para proteger vítimas e demais pessoas.
 Determinar locais diferentes para a chegada dos recursos e saída das vítimas.
 Retirar as vítimas que estejam em local instável
 Determinar as prioridades de atendimento, fazendo uma triagem rápida das vítimas
para que as mais graves possam ser removidas primeiro.
 Providencias o transporte de forma adequada para não complicar as lesões

13.4 Caixa de Primeiros Socorros
É importantíssimo e recomendável ter em casa, no trabalho e no carro uma caixa de primeiros
socorros, para que no caso de algum inconveniente você esteja preparado.
Há alguns itens necessários para uma caixa de primeiros socorros como:







Compressas de gaze (preferencialmente esterilizadas).
Rolos de atadura de crepe ou de gaze (tamanhos diversos)
Esparadrapo
Tesoura de ponta arredondada
Pinça
Soro fisiológico ou água bidestilada
Luvas de látex
Lanterna

13.5 Choques Elétricos
Com o avanço da tecnologia cada vez mais estamos circulados por máquinas, aparelhos e
equipamentos eletrônicos. Por isso as ocorrências de choques elétricos se tronam mais frequentes.
Em casos de alta voltagem, os choques podem ser fortes e provocar queimaduras graves, às vezes
levando até a morte. Os choques causados por correntes elétricas residenciais, apesar de
apresentarem riscos menores, por serem de baixa voltagem, também merecem atenção e cuidado,
pois em alguns casos também podem levar a morte.
Em um acidente que envolva eletricidade, a rapidez no atendimento é fundamental. A vítima
de choque elétrico às vezes apresenta no corpo queimaduras nos lugares percorridos pela corrente
elétrica, além de poder sofrer arritmias cardíacas se a corrente elétrica passar pelo coração.
Em algumas vezes, dependendo da corrente elétrica, a vítima que leva o choque fica presa
no equipamento ou fios elétrico, isso pode ser fatal. Se a pessoa que irá prestar os primeiros
socorros tocar na vitima, a corrente também irá atingi-la, por isso, antes de tudo é necessário
desligar o aparelho, tirando-o da tomada ou até mesmo desligando a chave geral.
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13.5.1 Procedimentos para choque elétrico
Como visto anteriormente, antes de tocar a vítima, deve-se desligar a corrente elétrica, caso
não seja possível, separar a vítima do contato utilizando qualquer material que não seja condutor de
eletricidade como: um pedaço de madeira, cinto de couro, borracha grossa,luvas.
Para atender uma vítima de choque elétrico devemos seguir alguns passos básicos como:



Realizar avaliação primária (grau de consciência, respiração e pulsação);
Deite a vítima e flexione a cabeça dela para trás, de modo a facilitar a respiração.
Se constatar parada cardiorrespiratória, aja imediatamente, aplicando massagem
cardíaca.
Caso esteja respirando normalmente e com batimentos cardíacos, verifique se ocorreu
alguma queimadura, cuidando delas de acordo com o grau de extensão que tenha
atingido. Depois prestar os primeiros socorros, providencie assistência médica
imediata.

As correntes de alta tensão se localizam, por exemplo, nos cabos elétricos que vemos nas
ruas, quando ocorre algum choque envolvido esses cabos, geralmente, há morte instantânea,
somente pessoas autorizadas ou da central elétrica pode desligá-los. Nesse caso, entre em contato
com a central, os bombeiros ou a policia, indicando o local exato do acidente. Procedendo dessa
maneira, você certamente poderá evitar novos acidentes.
Lembre-se: não deixe que ninguém se aproxime da vítima, nem tente ajudá-la antes de a
corrente elétrica ser desligada, sendo a distância mínima recomendada de quatro metros, somente
depois de desligada é que você deverá prestar socorro.
Dependendo das condições da vítima e das características da corrente elétrica o acidentado
pode apresentar:
 Sensação de formigamento;
 Contrações musculares fracas que poderão tornar-se fortes e dolorosas;
 Inconsciência;
 Dificuldade respiratória ou parada respiratória;
 Alteração do ritmo cardíaco ou parada cardíaca;
 Queimaduras;
 Traumatismos como fraturas e rotura de órgãos internos;
No acidente elétrico, a vítima pode ficar presa ou ser violentamente projetada à distância.

13.6 Parada Cardiorrespiratória - PCR
A parada cardiorrespiratória é a parada dos movimentos cardíacos e respiratórios, ou seja, é
a ausência das funções vitais, movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. A ocorrência isolada
de uma delas só existe em curto espaço de tempo, a parada de uma acarreta a parada da outra. A
parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos.
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choque elétrico entre outros.br 13. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Há um modo bem simples para perceber os movimentos respiratórios da vitima. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 122 .1 Parada Respiratória Como sabemos o ser humano não vive sem o ar (oxigênio). pois pode ocorrer uma parada cardíaca simultaneamente. estas pulsações seguem sempre o mesmo ritmo e força em situações normais.INBRAEP . ou seja.6. sufocação. ou seja.inbraep. pode parar os batimentos do coração.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pode estar havendo um problema com a circulação do sangue.com. A parada respiratória pode correr por diversas situações como afogamento. um dos riscos indiretos em trabalhar com eletricidade. quando ocorre por alguma razão uma parada respiratória. Sinais de Parada Cardíaca    Inconsciência Ausência de pulsação (batimentos cardíacos) Ausência de som de batimentos cardíacos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. essa ultima pode ocorrer em ambientes confinados. presença de corpo estranhos na garganta. inbraep@inbraep. Porém quando isso não ocorre. soterramento. a pessoa pára de respirar ou sofre uma asfixia. aspiração excessiva de gases venenosos ou vapores químicos. As pulsações cardíacas indicam a frequência e a força com que o coração está enviando o sangue para o corpo.com. chegando bem próximo da boca e do nariz da vítima e verificar:  Se o tórax se expande  Se há algum ruído de respiração  Sentir na sua própria face se há saída de ar Sinais de Parada Respiratória    Inconsciência Tórax imóvel Ausência de saída de ar pelas vias aterias (nariz e boca) 13.610/98.2 Parada Cardíaca Ocorrendo uma parada respiratória temos que ficar atentos.6. pode estar havendo uma parada cardíaca.

6. que consiste em avaliar:  A .3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória Primeiramente deve-se verificar a segurança do local. deve falar com a vítima buscando saber se ela esta consciente ou não.Vias Aérias  B . deve-se considerar que a vítima esta sem circulação e iniciar as compressões torácicas. Após confirmação do estado de inconsciência a prioridade é pedir auxilio qualificado.Proibida a reprodução por qualquer meio. Quando ficar com dúvida ou não conseguir verificar as pulsações. Lei 9. usar os dispositivos de proteção possíveis ou improvisados como.br Para verificar as pulsações é necessário senti-las nas artérias principais que passam pelo corpo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lembre-se antes de avaliar as condições da vítima. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 123 . as mais utilizadas é a que passam pelo pescoço.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98.Circulação Caso se confirme uma parada cardiorrespiratória (PCR).br Site: www. panos ou sacos plásticos. denominadas carótidas. A iniciação deve começar com o ABC da vida.Boca ( Respiração) ou Boa respiração  C . ela deverá ser tratada com a Reanimação cardiopulmonar (RCP). luvas. deve-se observar se a vítima apresenta algum sinal de cirucurlação como:  Respiração  Tosse ou emissão de som  Movimentação Em casos onde esses sinais não são evidentes.com.com.inbraep. inbraep@inbraep. Quando ocorre uma ausência de pulsação nessas artérias é um dos sinais mais evidentes que ocorreu uma parada cardíaca. 13. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. em seguida.

seguido do deslocamento destes para frente.INBRAEP . Colocar uma das mãos sobre a testa da vítima e com a outra elevar o queixo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. desobstruindo as vias aéreas. A manobra a ser aplicada é a de “elevação modificada da mandíbula”. dentes soltos etc. impedindo a passagem do ar.610/98. Lei 9. para retirar esta secreção deve-se virar a cabeça junto com o corpo (sendo necessários três socorristas ou pessoas treinadas). agressão entre outros fatores. mas a principal causa de obstrução é a “queda da língua”. as vias aéreas podem estar obstruídas por várias maneiras como. Em caso de presença de secreção com suspeita de traumatismo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . excesso de secreção. o relaxamento da musculatura do maxilar faz com que a língua caia para trás. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 124 .6.3. Na obstrução por presença de sangue ou secreção. por queda acidente de transito. ou seja mantendo a cabeça e o pescoço em uma posição neutra abrindo somente a boca da vítima. Em casos de suspeitas de a vítima ter sofrido algum tipo de traumatismo.com. mantendo assim a coluna cervical alinhada. inbraep@inbraep. é necessário proteger a coluna cervical (pescoço). Quando a pessoa esta inconsciente. pontes dentárias.br 13. secreções e corpos estranhos.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. O que fazer em casos de obstrução      Remover dentadura.1 Obstrução das Vias Aéreas A obstrução das vias aéreas é uma das principais causas de morte em pessoas inconscientes. que consiste simplesmente no posicionamento dos dedos bilateralmente por detrás dos ângulos da mandíbula do paciente.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. essa manobra reposicionará corretamente a língua. sangue. deve-se limpar a boca e nariz da vítima com um pano limpo e virar sua cabeça para o lado facilitando a saída do liquido.

INBRAEP . pois dependendo do tempo pode levar a vítima a ter lesão cerebral. ouvir e sentir a respiração. Em parada cardiorrespiratória o tempo é fundamental.com. leigos não precisam fazer respiração boca a boca. Pela nova norma.br Site: www.610/98.inbraep. órgão americano que divulgou as novas normas. inbraep@inbraep. as chances de sucesso de uma pessoa que faz a massagem cardíaca corretamente são praticamente as mesmas de quem opta pela massagem e respiração artificial.6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ATENDIMENTO LESÃO CEREBRAL Até 4 minutos De 4 a 6 minutos Em mais de 6 minutos Improvável Provável Muito provável 13. caso a vitima esteja respirando deverá avaliar a pulsação. Segundo a AHA (American Heart Association). essa nova regra começou a valer a partir de 2010.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. Pesquisas americanas recentes mostram que a massagem aumenta em três vezes as chances de vida. A mudança se deu com o intuito de facilitar o processo e impedir que pessoas desistam de fazê-lo pelo receio de encostar sua boca na boca de desconhecidos. será necessário a reanimação cardiopulmonar (RCP). morreram antes de chegar ao hospital. Nova regra de ressuscitação dá prioridade à massagem cardíaca. Lei 9. Até então no Brasil 95% dos que sofreram ataque repentino. a respiração artificial deve ainda ser padrão para os profissionais de saúde.4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. além de contar com a vantagem de se ganhar tempo – essencial no processo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 125 . ou até mesmo a vitima não apresenta pulsação. não foram suficientes para a vítima retornar a respirar. Se os procedimentos de obstrução das Vias Aéreas.br A pessoa que presta os primeiros socorros deve ver. que sabem fazê-la com a qualidade e agilidade adequada. alem de possuir os equipamentos de proteção necessários.

de forma coordenada. a chance de ela sobreviver não passa de 15%. se puder Procedimentos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . estendendo-os de forma que não toquem no meio do peito da vítima (entre os dois mamilos). Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.5 Modo de fazer a massagem cardíaca: A massagem cardíaca deve ser realizada no meio do peito (entre os dois mamilos).    Posicionar seus ombros diretamente acima de suas mãos sobre o peito da vítima Manter os braços retos e os cotovelos estendidos Pressionar o osso esterno para baixo.     Realizar somente quando tiver certeza de que o coração da vítima parou Colocar a vítima sobre uma superfície rígida Ajoelhar-se ao lado da vítima Entrelaçar os seus dedos.com. inbraep@inbraep. aproximadamente 5 centímetros. a chance aumenta para quase 50% até a chegada da equipe de socorro. sem qualquer interrupção. que assumirá o trabalho.inbraep.br Site: www. Os movimentos servem para retomar a circulação do sangue e.br Se a vítima da parada cardíaca não receber nenhuma ajuda em até oito minutos. Como demanda esforço físico. que devem fazer ao menos cem movimentos de compressão por minuto.6. tente revezar com outra pessoa. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 126 .com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Não espere mais de dez segundos para começar a compressão e a faça até o resgate chegar.610/98.INBRAEP . consequentemente de oxigênio. para o coração e o cérebro. de forma rápida e forte. Já ao receber a massagem. 13.Proibida a reprodução por qualquer meio. com o movimento das mãos entrelaçadas (uma em cima da outra) sob braços retos. interrompida quando o coração para.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .1 Sinais e sintomas O estado de choque pode se manifestar de diferentes formas. vasos sanguíneos (artérias ou veias) e o sangue. o estado de choque se dá quando há mal funcionamento entre o coração. não importando a causa que desencadeou o estado de choque. ataque cardíaco. O quadro clínico.7. infecção grave e envenenamento por produtos químicos. é praticamente o mesmo. úmida. Cianose (arroxeamento) de extremidades. inbraep@inbraep. provocada pela diminuição do volume de sangue ou pela deficiência do sistema cardiovascular.610/98. Fraqueza geral.br Site: www. ATENÇÂO: As manobras de Primeiros Socorros sempre são reformuladas sendo necessário o aluno sempre estar buscando se atualizar. Lei 9. orelhas. portanto. lábios e pontas dos dedos. pegajosa e fria.Proibida a reprodução por qualquer meio. flexionar o tronco ao invés dos joelhos Evitar que os seus dedos apertem o peito da vítima durante as compressões. sem qualquer interrupção Durante as compressões. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 127 . sendo assim uma grave emergência médica.br     Fazer as compressões uniformemente e com ritmo. O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação e oxigenação dos tecidos do corpo.com. A vítima pode apresentar diversos sinais de sintomas ou apenas alguns deles. 9. O correto atendimento exige ação rápida e imediata.inbraep. dor intensa de qualquer origem.INBRAEP . 13. instalando-se um desequilíbrio no organismo. choque elétrico. Pulso rápido e fraco.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. O estado de choque põe em risco a vida da vítima. uma definição única que compreenda todas as suas diversas causas e origens. Didaticamente. Faça até o resgate chegar. dependendo da intensidade em cada caso. O estado de choque é um complexo grupo de síndromes cardiovasculares agudas que não possui.7 Estado de Choque As principais causas do estado de choque são: hemorragias e queimaduras graves. Suor intenso na testa e palmas das mãos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A vítima de estado de choque ou na iminência de entrar em choque apresenta geralmente os seguintes sintomas:     Pele pálida.com.

Medo (ansiedade). Náuseas e vômitos. Deitar a Vitima   A primeira atitude é tentar acalmar a vítima que esteja consciente. Respiração rápida. agitação. Expressão de ansiedade ou olhar indiferente e profundo.610/98.br Site: www. (caso não houver suspeita de lesão ou fraturas na coluna)  No caso de ferimentos no tórax que dificultem a respiração ou de ferimento na cabeça. evitando assim. curta.Proibida a reprodução por qualquer meio. objetos ou alimento na boca e os retirar. Taquicardia Queda de pressão arterial Tonturas e calafrios 13. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 128 . os membros inferiores não devem ser elevados.7. para evitar asfixia.com. Respostas insatisfatórias a estímulos externos. Mas infelizmente não há muitos procedimentos de primeiros socorros a serem tomados para tirar a vítima do choque. com pupilas dilatadas. caso ela vomite. inbraep@inbraep.inbraep. peito e cintura.br             Sensação de frio. Vítima deve ser deitada de costas.INBRAEP .  Afrouxar as roupas da vítima no pescoço. Sede intensa. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Obs: se a vitima sofreu alguma lesão grave que possa ter causado algum dando na coluna a vitima não deve ser movimentada. com as pernas elevadas (30cm) e a cabeça virada para o lado. deitá-la na posição lateral de segurança (PLS). irregular ou muito difícil. mas sangrando pela boca ou nariz. conforme demonstrado na Figura. Perda total ou parcial de consciência. para facilitar a respiração e a circulação  Verificar se há presença de prótese dentária. que aspire podendo provocar pneumonia. Visão nublada. ou se estiver consciente. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 Providencias a serem tomadas Algumas providências podem ser tomadas para evitar o estado de choque.com. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pele fria e calafrios. No caso de a vítima estar inconsciente.

INBRAEP . Isso significa observar se ela não está sentindo frio e perdendo calor. calor ou frio. Lei 9.4 e 400C. podem causar lesões diferenciadas no corpo humano. O contato com chamas e substancias superaquecidas. providenciar imediatamente assistência especializada. caso a vítima pare de respirar. tranquilizar a vítima. Conforto Dependendo do estado geral e da existência ou não de fratura. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. em um determinado momento. provocam reações no organismo humano que podem se limitar à pele ou afetar funções orgânicas vitais. eletricidade. aumentando ou reduzindo a temperatura.610/98. a vítima deverá ser deitada da melhor maneira possível.com. Atenção: Em todos os casos de reconhecimento dos sinais e sintomas de estado de choque. observar o pulso da vítima. a vítima deve ser agasalhada com cobertor ou algo semelhante. mantendo-a calma sem demonstrar apreensão quanto ao seu estado. e os contatos com gases. A vítima vai necessitar de tratamento complexo que só pode ser feito por profissionais e recursos especiais para intervir nestes casos. Mecanismos homeostáticos internos atuam para manter a vida com a constância da temperatura corporal dentro de valores ideais para a atividade celular. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. Estes valores oscilam entre 34.Proibida a reprodução por qualquer meio. como uma lona ou casacos. a exposição excessiva ao sol e até mesmo à temperatura ambiente muito elevada. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 129 . Se for preciso. No choque o pulso da vítima apresenta-se rápido e fraco (taquisfigmia).com. Tranquilizar a Vítima Se o socorro médico estiver demorando. Não se deve dar nada para beber. Deve-se estar preparado para iniciar a reanimação cardiopulmonar.8 Distúrbios causados pela Temperatura A temperatura. Pulso Enquanto as providências já indicadas são executadas. é o resultado de vários agentes que atuam como fatores internos ou externos. radiação e produtos químicos.inbraep. 13. inbraep@inbraep. Permanecer em vigilância junto à vítima para dar-lhe segurança e para monitorar alterações em seu estado físico e de consciência.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Respiração Verificar quase que simultaneamente se a vítima respira. A temperatura do corpo humano.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. no caso de crianças de até 10 anos. extensão e grau de profundidade. se refere à extensão da área lesada. Lei 9.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. as queimaduras são classificadas em graus para melhor compreensão e adoção de medidas terapêuticas adequadas. geralmente calor. inbraep@inbraep. e mais de 10% do corpo. ajudando assim a avaliar a gravidade de uma queimadura.br Site: www. dependendo de sua localização. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 130 . no caso de adultos. que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa.1 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura.Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo.8.com.com.br 13. A tabela a seguir. ÁREA ATINGIDA EXTENSÃO Cabeça Pescoço Tórax e Abdome Costas e Região Lombar Cada Braço Cada Perna Genitália 7% 2% 18% 18% 9% 18% 1% Profundidade ou Grau das Queimaduras Dependendo da profundidade queimada do corpo.610/98.

Providências As queimaduras de 1º grau podem ser tratadas sem recurso ao hospital. Providências Queimaduras do 1º e 2º grau (de baixa gravidade) podem ser tratadas sem recurso ao hospital.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP . Os casos mais graves a vítima deve ser encaminhada ao hospital.1. essa queimadura é aquela que atinge as camadas um pouco mais profundas da pele. Trata-se de um tipo de queimadura causado quase sempre por exposição prolongada à luz solar ou por contando breve com líquidos ferventes. desprendimento das camadas superficiais da pele.610/98. Secagem da zona afetada com compressa esterilizada. inbraep@inbraep. sendo a lesão é superficial. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 131 .1.inbraep. a não ser que atinjam uma área muito grande ou sejam em bebês e idosos.br 13.com. Cobrir com um pano limpo Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 Queimadura de Segundo Grau Mais grave do que a de primeiro grau. pelo menos 5 minutos. deixa a pele avermelhada.8.com. além de provocar ardor e ressecamento. Lei 9. Deve-se:    Aplicação de água fria até alivio da dor.br Site: www. Este tipo de queimadura melhora em 3 dias. 13. com formação de feridas avermelhadas e muito dolorosas.1 Queimadura de Primeiro Grau É a mais comum.8.Proibida a reprodução por qualquer meio. Caracteriza-se pelo surgimento de bolhas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

líquidos inflamáveis ou eletricidade. fazendo com que a pele se assemelhe ao couro. Não colocar nenhum produto caseiro. Os cremes/loções calmantes só estão indicados para as queimaduras de 1º grau.610/98.    Deve-se resfriar com água o local atingido. A insolação acontece quando o organismo fica incapacitado de controlar sua temperatura.2 Insolação A insolação é uma enfermidade provocada pela exposição excessiva aos raios solares.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 132 . Essas queimaduras apresentam-se secas. inbraep@inbraep. É grave e representa sérios riscos para a vítima. Providenciar atendimento médico. Esse atendimento médico pode ser dispensado apenas no caso de queimaduras de primeiro e segundo grau.br Site: www. diferentemente do que acontece nas queimaduras de primeiro e segundo graus. pelo menos 5 minutos.br     Aplicação de gaze vaselinada (não aderente) sobre a queimadura e um penso absorvente para absorver exsudado (deve ser mudado regularmente): Não deve-se estourar as bolhas. a pulsação e a respiração. sua temperatura corporal aumenta rapidamente.inbraep.1. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. podendo ainda alcançar músculos e ossos.INBRAEP . Nota: Não se deve usar algodão porque aderir à ferida 13. 13. o mecanismo de Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . esbranquiçadas ou de aspecto carbonizado. porém. Queimaduras elétricas: Requer urgência hospitalar porque podem afetar áreas não visíveis.3 Queimadura de Terceiro Grau Queimaduras de terceiro grau são aquela em que todas as camadas da pele são atingidas. sobretudo se atingir grande extensão do corpo. em que a área lesada não seja muito extensa. Esse tipo de queimadura não produz dor intensa. Geralmente a queimadura de terceiro grau é causada por contato direto com chamas. já que provoca a destruição dos nervos que transmitem a sensação de dor. mantendo presentes.8.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Proteger o local com um pano limpo. Segundo ou Terceiro grau. Lei 9.8. quando a pessoa cai desacordada.com. Quando a pessoa tem insolação. podendo se manifestar subitamente. como órgãos internos. podendo ser de Primeiro. Providências O tratamento de queimaduras de modo geral pode ser feita da seguinte forma.

envolvendo-a com toalhas umedecidas. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Providências         Remover a vítima para lugar fresco e arejado.br transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar.8.3 Intermação Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições.com. O ideal é deixar que a temperatura vá diminuindo bem lentamente. Providenciar transporte adequado. geralmente observam-se apenas alguns deles. Pele úmida e fria Palidez ou tonalidade azulada no rosto Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma frequente.) com temperaturas muito altas.com. Sinais e Sintomas:     Temperatura do corpo elevada. padarias.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. A intermação acarreta uma série de alterações no organismo. para não ocorrer um colapso. divido quedas bruscas de temperatura. Diferentes níveis de consciência. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 133 . Encaminhar para atendimento hospitalar. inbraep@inbraep. com graves consequências para a saúde da vítima. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. Aplicar compressas frias sobre sua cabeça. ou mais. em 10 a 15 minutos. 13. pulso e respiração. Mantê-la deitada. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A temperatura corporal de uma pessoa com insolação pode subir até 41 graus.INBRAEP . Sinais e Sintomas:         Tontura Enjôo Dor de cabeça Pele seca e quente Rosto avermelhado Febre alta Pulso rápido Respiração difícil Não é comum esses sinais aparecerem todos ao mesmo tempo.inbraep.br Site: www. Insolação pode causar morte ou incapacitação permanente se o tratamento de emergência não for providenciado. Avaliar nível de consciência. caldeiras etc.

é necessário ingerir muito líquido e alimentos que contenham sal. pode ocorrer rompimento de vasos sanguíneos na região.9.1 Contusão A contusão é uma lesão sem o rompimento da pele. Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Avaliar nível de consciência. Caso utiliza o gelo. aplicando compressas de pano umedecido com água.com. originando um hematoma. tratando-se de uma forte compressão dos tecidos moles. conta os ossos.br Site: www. proteger a parte afetada com um pano limpo para evitar queimaduras na pele.inbraep. Em alguns casos quando a batida é muito forte. Procedimentos    Manter em repouso a parte contundida Aplicar compressas frias ou saco de gelo até que a dor melhore e a inchação se estabilize. camada de gordura e músculos.com. Providências      Remover a vítima para lugar fresco e arejado. 13.br     Cansaço Calafrios Respiração superficial Diminuição da pressão arterial Para prevenir a intermação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pulso e respiração. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 134 .9 Ferimentos 13. o trabalhador não deve permanecer por longos períodos de tempo em ambientes quentes e fechados. Lei 9. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar. como pele.INBRAEP .

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Se houver.9.com. sem apertar nem deixar que algum nó fique sobre o ferimento.610/98. por esmagamentos ou por forças de tração. mas costumam ser extremamente dolorosas.Proibida a reprodução por qualquer meio. quando a pele de certas partes do corpo. Lavar a ferida com água e sabão para não infeccionar Secar a região machucada com um pano limpo Verificar se existe algum vaso com sangramento. A primeira providência. Proteger o ferimento com uma compressa de gaze ou um curativo pronto. As feridas devem ser cobertas para estancar a hemorragia e também evitar contaminação. Caso não seja possível. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 135 . que são as escoriações mais frequente. As escoriações acontecem quando o objeto atinge apenas as camadas superficiais da pele.inbraep. Lembre-se: Em casos graves. Lei 9. usar um lenço ou pano limpo. apresentando solução de continuidade do tecido. comprimir o local até cessar o sangramento. ao presenciar esse tipo de acidente.com.br 13. sem perda ou destruição do mesmo. Prender o curativo ou pano com cuidado. Esse tipo de ferimento acontece geralmente em consequência de quedas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Quanto mais rápido for feito o atendimento. Manter o curativo limpo e seco.br Site: www. 13. Geralmente são causadas por instrumento cortante ou contundente. maiores as chances de sucesso no reimplante. Primeiro chamar o socorro e depois cuidar da vítima  Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Procedimentos        Lavar as mãos com água e sabão e protegê-las para não se contaminar. Podem ser causadas por objetos cortantes. é ligar para 193 (serviço de resgate móvel). sofre arranhões em contato com as asperezas do chão.INBRAEP .3 Amputações As amputações são definidas como lesões em que há a separação de um membro ou de uma estrutura protuberante do corpo. ligar 192 Procedimentos  Chamar ajuda: tempo é crucial nesse tipo de trauma.9.2 Escoriações São lesões simples da camada superficial da pele ou mucosas. as chances de reimplante diminuem). inbraep@inbraep. Não representam risco à vítima quando isoladas. Se a cidade dispuser de Samu (Serviço de Atendimento Municipal ao Usuário). depois do curativo feita deve-se encaminhar a vítima para atendimento médico. O reimplante é a primeira opção para pessoas que perderam um membro (se houver esmagamento em qualquer parte do membro. com sangramento discreto.

inbraep@inbraep. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . principalmente se os pulmões forem atingidos. com rompimento de vísceras. a equipe médica poderá dimensionar a perda sanguínea  Recuperar o membro: Colocar o membro dentro de dois sacos plásticos  Isopor e Gelo: Colocar o membro embalado dentro de um isopor com gelo e tampar. Lei 9. isso evita grandes perdas sanguíneas. Nunca colocar a parte amputada diretamente em contato com o gelo. O curativo impedirá a entrada de ar na inspiração.9. ter o cuidado de enviar a parte amputada para o mesmo hospital onde a vítima está sendo atendida É bom sempre lembrar que a vítima deve ser vista como um todo. pois com a ruptura de vasos a hemorragia é constante. Desse modo. Quando o pulmão é atingindo de forma a ter um orifício de tamanho considerável na parede do tórax.Proibida a reprodução por qualquer meio. Uma pequena contusão pode indicar a presença de lesões internas graves. hemorragia interna e estado de choque. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 136 . 13.br  Assistência À vítima: Se a vitima estiver consciente fazer o possível para acalmá-la. pode-se ouvir o ar saindo ou ver o sangue que sai borbulhando por esse mesmo orifício. mas permitirá a saída de ar na expiração. Procedimentos    Utilizar um pedaço de plástico limpo ou gazes Fazer curativo de três pontas (três lados fechados e um lado aberto) Encaminhar a vítima imediatamente para atendimento médico. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.  Compressas: Envolver a parte amputada em panos limpos.br Site: www. Providenciar compressas (panos limpos) e fazer compressão no local da amputação. pois isso pode causar morte celular e não haverá possibilidade de reimplante  Encaminhar para hospital: Enviar o seguimento com a vítima na ambulância.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. mesmo nos casos de ferimentos que pareçam sem importância. Muito Importante: não trocar os panos usados para fazer a compressão.610/98.inbraep. caso haja tampa.com.com. Caso isso não seja possível.4 Ferimentos no Tórax Os ferimentos no Tórax podem ser muito graves.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . inbraep@inbraep. após a saída do ar. não tente de forma alguma colocálos no lugar. partes de algum órgão (ex: intestino) podem vir para o exterior.6 Ferimentos nos Olhos Os olhos são órgãos muitos sensíveis e. papel higiênico. podendo atingir algum órgão abdominal.br Caso não consiga fazer o curativo de três pontas. Caso tenha algum objeto encravado não tente retira-lo. toalha. Atenção: a ferida só deve ser totalmente coberta no momento exato em que terminou uma expiração.com. tomar muito cuidado para não ferir ainda mais os olhos que estiver sendo tratado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Bombeiros 193) Cobrir as partes expostas com panos limpos.9.Proibida a reprodução por qualquer meio. deste modo. que deixam resíduos difíceis de remover.610/98. Neste caso.inbraep.5 Ferimentos no Abdome Os ferimentos profundos no abdome costumam ser graves. algodão). cubra o ferimento todo com uma compressa ou um pano limpo e leve a vítima imediatamente para o hospital. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 137 . Nunca cubra os órgãos expostos com material aderentes (papel.INBRAEP . quando feridos.com. somente um especialista dispõe de recursos para tratá-los. Dependendo do ferimento pode perfurar a parede abdominal. Lei 9. Portanto. 13. Procedimentos     Chamar atendimento especializado (Samu 192. ou seja. 13. umedecidos com água e mantidos úmidos.br Site: www.

(quantidade excessiva de pano pode mascarar o sangramento). pelas cavidades naturais como nariz. interna. As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas.2 Hemorragia Interna Sinais e Sintomas  Sangramento geralmente não visível.inbraep.br Procedimentos  Nunca retirar dos olhos um objeto que esteja entranhado ou encravado. Não utilizar qualquer substância estranha para coibir o sangramento. Se possível. Procedimentos      Comprimir o local usando um pano limpo. 13. para fins de primeiros socorros.  Prenda o curativo com duas tiras de esparadrapos o que evitará mais irritação Cubra o olho não acidentado para evitar a movimentação do olho atingido.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.  Vômitos ou tosse com sangue. Manter a compressão até os cuidados definitivos.1 Hemorragia Externa Sinais e Sintomas    Sangramento visível.com. elevar o membro que está sangrando.  Fratura de fêmur. Procedimentos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INBRAEP . Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea.10 Hemorragia É a perda de sangue através de ferimentos.  Traumatismos ou ferimentos penetrantes no crânio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 138 .com. inbraep@inbraep.10. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos.  Dor com rigidez abdominal.610/98.  Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento. ela pode ser também.  Sangramento pela urina.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. Palidez de pele e mucosa. etc. Lei 9. 13. tórax ou abdome. boca. Encaminhar para atendimento hospitalar. 13. em internas e externas.  Cobrir os olhos com gazes ou pano limpo.  Sangramento pelo ouvido. e. Essa manobra não deve ser feita quando a vítima precisa do olho sadio para se salvar. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.10. resultante de um traumatismo.

acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências. inbraep@inbraep. Encaminhar para atendimento hospitalar. comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz.11. 13. Se possível.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 139 . usar um saco com gelo. Luxações e Fraturas Quedas. Procedimentos:  Aplicar gelo ou compressas frias durante as primeiras 24 horas  Após este tempo aplicar compressas mornas.10. pancadas e encontrões podem lesar nosso ossos e articulações e provocar entorses. Chamar urgente o atendimento hospitalar especializado.3 Hemorragia Nasal Sinais e Sintomas  Sangramento nasal visível Procedimentos    Colocar a vítima sentada. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br   Manter a vítima aquecida e deitada. deve-se procurar atendimento médico de imediato. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com a cabeça ligeiramente voltada para trás. Caso a hemorragia não ceda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quando há um movimento brusco.  Imobilizar o local (por meio de enfaixamento.com. Lei 9. usando ataduras ou lenços).1 Entorse É a separação momentânea das superfícies ósseas articulares. provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos. luxações ou fraturas. e apertar-lhe a(s) narina(s) durante cinco minutos.Proibida a reprodução por qualquer meio.  A imobilização deverá ser feita na posição que for mais cômoda para o acidentado.11 Entorses. Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidentem pode ter havido fratura. 13.com.br Site: www. 13.INBRAEP .inbraep.

É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura.br Site: www. Existem dois tipos de fratura:  Fechadas: sem exposição óssea. Não colocar o osso no lugar. encaminhar para atendimento médico. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.2 Luxações É a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação. aplicar bolsa de gelo no local afetado.inbraep. Procedimentos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. Sinais e Sintomas  Dor local intensa.INBRAEP .11.11.  Hematoma. Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível.com.  Expostas: o osso está ou esteve exposto. 13.  Inchaço. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 140 . Na luxação.com.  Deformidade da articulação. Procedimentos      Manipular o mínimo possível o local afetado.610/98. inbraep@inbraep. 13.  Dificuldade ou impossibilidade de movimentar a região afetada. Encaminhar para atendimento hospitalar. Lei 9. Como nem sempre é fácil identificar uma fratura.3 Fraturas Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso. as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente. o mais recomendável é que as situações de entorse ou luxação sejam atendidas como possíveis fraturas.br  Dependendo do caso.

Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas.INBRAEP . Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível. aplicar bolsa de gelo no local afetado (fratura fechada).br       Manipular o mínimo possível o local afetado.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. inbraep@inbraep. Encaminhar para atendimento hospitalar. Não colocar o osso no lugar.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 141 .Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.com. Lei 9.

Maca improvisada com porta. A melhor forma de transporte de uma vítima é feito por maca. Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . porém tomando-se todos cuidados para não agravar o estado da vítima.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep.inbraep. nos casos. Dependendo do local onde o acidente tenha acontecido. muitas vezes será necessário improvisar uma.com. com a vítima imobilizada. OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Samu entre outros). ou até mesmo enrolando-se um cobertor várias vezes em uma tábua larga. usada nos casos de suspeita de lesão da coluna vertebral. O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões. A remoção ou transporte como indicado abaixo só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral e bacia.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 142 . O mais importante é saber colocar a vítima sobre a maca. onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate ou se o local apresenta um grande risco de morte. Lei 9. Se por acaso não houver uma disponível no local. A maca improvisada com uma porta ou uma tábua de aproximadamente 50 cm de largura é muito eficiente.com.1 Transporte em Maca A maca é a melhor maneira de transportar uma vítima. Porém em alguns casos. na impossibilidade de uso de maca o transporte pode ser feito de outra maneira.br 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros. 14. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ela pode ser improvisada com duas camisas ou um paletó e dois bastões resistentes. provocando sequelas irreversíveis ao acidentado. A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios.610/98.

todas as demais têm como base cabos de vassouras ou galhos de árvores. sem deixar que ele dobre qualquer parte de seu corpo. vão levantando a vitima.  Consiga cobertores. inbraep@inbraep.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP .com. um dos socorristas ou pessoa treinada deverá cuidar exclusivamente da cabeça da vítima. os socorristas se ajoelham ao lado dela e todos. O que irá variar é a superfície sobre a qual a vítima será colocada. se estiver inconsciente. e a colocam sobre a maca.  Estando a vítima deitada de barriga pra cima. de modo que ele fique todo no mesmo nível. ou.  Usando sacos de estopa.  Com bastante cuidado. são necessários três socorristas ou pessoas altamente treinadas. cordas ou tiras largas de tecido e amarre-os aos dois cabos.Proibida a reprodução por qualquer meio. no caso de paletós ou similares. de aniagem ou náilon trançado. ao mesmo tempo. Para utilizarmos o transporte em maca feita por varas. guarda-chuvas grandes entre outros. enfie um cabo em cada lateral do saco. Como deve ser feito o transporte para maca:  Em primeiro lugar.com. Lei 9. ser transportada em maca plana e rígida ( do tipo porta ou tábua) Vamos ver alguns exemplos de macas improvisadas com cabo(s):  Pegue camisas ou paletós e enfie as mangas para dentro.  Peque cintos. abotoe-os inteiramente e passe os cabos pelas mangas. é imprescindível que as mesmas sejam resistentes para suportar do peso da vítima Para transportar para a maca uma vítima com indícios de lesão na coluna ou na bacia.inbraep. Caso a suspeita da coluna seja na cervical. a vítima deverá. Deve-se suspeitar de lesão na coluna quando a vítima apresentar marcas de trauma no tronco ou ainda das clavículas.br Exceto a maca improvisada com porta ou tábua. Se houver suspeitas de fratura na coluna ou na bacia. varas. necessariamente.610/98. de forma a mantê-la estabilizada. colchas ou lençóis e enrole o tecido em torno dos cabos ou dobre as laterais do tecido sobre eles. toalhas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 143 . passam os braços por sobe o corpo da vítima. alguém coloca a maca bem perto da vítima. ainda. em cada lateral.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.

inbraep@inbraep. Lei 9.inbraep.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com.br Site: www. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio.com.br Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 144 .INBRAEP .

br Site: www. Transporte nas Costas   De costas para a vítima (que deve estar de pé). a vítima pode caminhar apoiada no socorrista. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . o que proporciona maior firmeza durante o transporte. e levantá-la. passar os braços dela em torno do seu pescoço. Com seu corpo um pouco inclinado para frente.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 145 .INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. inbraep@inbraep. Transporte nos Braços Esse recurso é adequado quando a vítima está consciente. Dessa forma.1 Transporte com Um Socorrista Transporte de Apoio Esses são recursos a ser adotado quando o acidentado está consciente e tem apenas ferimentos leves:  Passar um dos braços da vítima em torno do seu pescoço. 14.br 14.com. Se a pessoa tiver condições de se firmar no tronco do socorrista.610/98.  Colocar um de seus braços em torno da cintura da vítima e segurá-la pelo punho. ele poderá usar os braços para segurá-la pelas pernas.2 Transporte Sem Maca Na impossibilidade do uso de maca ou padiola e sendo vital a remoção de uma pessoa acidentada.2. Quanto mais alta for a posição da vítima no colo do socorrista menos ele vai se cansar.Proibida a reprodução por qualquer meio.  Colocar um braço sob os joelhos e o outro em torno da parte superior do tórax da vítima. Lei 9. porém com ferimentos nos pés ou nas pernas que impedem de caminhar. porém tomando-se todos os cuidados para não agravar o estado em que a vitima esta. levantar e carregar a vítima.com. o transporte terá que ser feito de outra maneira.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. Transportes pelas extremidades  Um socorrista segura a vítima por debaixo dos braços e o outro pelas pernas. 14.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3 Transporte com Três Socorristas Transporte no Colo Para esse transporte é exigido a presença de três socorristas. e só é valido caso a vítima não tenha suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.Proibida a reprodução por qualquer meio.br 14. que deverá se manter segura.br Site: www.INBRAEP . esse é o tipo de transporte mais adequado para vítimas que apresentam problemas respiratórios. Um socorrista segura a cadeira pelas pernas e o outro pelo encosto. inbraep@inbraep.2.com.  Faça a cadeirinha conforme figura.2 Transporte com Dois Socorristas Transporte em cadeirinha Com os braços. Transporte por cadeira   Sentar a vítima em uma cadeira. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 146 . para a vítima.2.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Passe os braços da vítima o redor do seu pescoço e levante a vítima. os socorristas formam um pequeno assento. Por proporcionar maior estabilidade. Esse tipo de transporte só deve ser feito se não houver suspeita de fraturas na coluna ou nos membros da vítima.

com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 147 . A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento. Pegando a vítima por baixo.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep.br Site: www. a um tempo só. os três a carregam juntos ao tórax.INBRAEP . inbraep@inbraep.com.br   Estando a vítima deitada de barriga pra cima.2. 14. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . outro no meio e o terceiro próximo aos pés. os três socorristas se ajoelham ao lado dela: um próximo à extremidade superior do corpo.4 Transporte com Quatro Socorristas Semelhante ao de três pessoas. Lei 9.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

.............. 193 AMBULÂNCIA SAMU..........................610/98..................................................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.............. inbraep@inbraep........INBRAEP ...............br Site: www... 190 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ....com...... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.........................................com.........Proibida a reprodução por qualquer meio............ 192 POLÍCIA MILITAR..........................................inbraep........................................ Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 148 ..... Lei 9.....br 15 TELEFONES ÚTEIS CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) .....................