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NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015

SOJA INDUSTRIA
1. OBJETIVO:
A presente norma tem por objetivo definir os procedimentos de recebimento,
classificação , armazenagem e expedição de soja comercial.
2. Para os efeitos desta norma, considera-se os seguintes padrões:
2.1 SOJA: São os grãos de qualquer cultivar da leguminosa Glycine max (1) Merril.

2.2 UMIDADE: É o percentual de água encontrado na amostra em seu estado
original. Para o procedimento da umidade é feito a coleta de uma amostra da carga
através de calador manual ou mecânico e, através da coleta da amostra nas
graneleiras. Procede-se a limpeza para verificar a impureza para posteriormente fazer
a análise da umidade da soja que deverá estar com menos de 1% de impureza.
2.3 MATÉRIAS ESTRANHAS OU IMPUREZAS: É todo material que vazar através
da peneira com diâmetro de 3,0 mm, espessura de chapa 0,8 mm com uma
quantidade de furos de 400 em cada 100 cm², ou que nela ficar retido, mas que não
seja soja, inclusive vagem não debulhada. A casca do grão de soja (película) retirada
na peneira não é considerada impureza. Incluir na impureza os grãos verdes.

2.4

AVARIADOS: São os grãos ou pedaços de grãos que se apresentam:

ARDIDOS;

BROTADOS;

IMATUROS

CHOCHOS;

somente são considerados avariados se sua polpa (parte interior) estiver alterada. pela ação do calor e/ou umidade. Será determinada na amostra isenta de matéria estranha e/ou impurezas. IMATUROS: Grãos ou pedaços de grãos que se apresentam verdes. . por não terem atingido o seu desenvolvimento completo. visualmente fermentados com coloração marrom ou escura na casca e internamente. CHOCHOS: Grãos que se apresentam enrugados e atrofiados na seu desenvolvimento. Grãos com casca enrugada ou com alteração de cor.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015  MOFADOS OU DANIFICADOS. com desenvolvimento fisiológico completo. ARDIDO: Grãos ou pedaços de grãos que se apresentam. BROTADOS: Grãos que se apresentam com indícios de germinação ou germinados.

.30..............0% ................5 QUEBRADOS: Pedaços de grãos sadios............ PADRÃO DE CLASSIFICAÇÃO (Tolerância) UMIDADE.............. afetados por processo de secagem ou por qualquer causa..... 2..... DANIFICADOS: Grãos ou pedaços de grãos que se apresentam atacados por pragas e/ou doenças.... 2.....14........NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 MOFADOS: Grãos ou pedaços de grãos que se apresentam claramente afetados por fungos...... inclusive cotilédones que ficam retidos na peneira especificada na matéria entranha e/ou impureza. Serão apurados na amostra isenta de matérias estranhas e/ou impurezas e avariados.....6 ESVERDEADOS: Grãos ou pedaços de grãos que apresentam coloração esverdeada na casca e na polpa em decorrência de maturação forçada.....................0% GRÃOS QUEBRADOS....

.......................  COLETA DE AMOSTRAS: Casa utilizar calador (1...  Carreta..  Caminhão truck......... DIVERSOS:  SECAGEM – Em virtude de termos necessidade de manter a qualidade intrínseca do grão (principalmente proteína) a temperatura de secagem deverá se na máximo 80° C.......................... coletando da frente para trás e vice-versa......  Caminhão toco......NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 IMPUREZAS E/OU MATÉRIAS ESTRANHAS......... Uma segunda coleta será feita no terço final da descarga..0.........................................................0% GRÃOS ESVERDEADOS.......10 caladas....0% GRÃOS AVARIADOS.....5 caladas......50m):  Carreta Agrícola... Observar sempre se existe acúmulo de impureza na final da carga.................... .15 caladas...... coletar na parte inferior do transportador em varios pontos da descarga nao somente nos cantos da descarga e sempre de movimentos de tras para frente coletanto as faixas de produto como a impureza pode estar somente na parte inferior do transportador e assim retirando a amostra homogenia do lote...........  Obs: como a coleta e realizada em tombador............8........... CUIDADOS: Será feito uma coleta na início das aberturas nas bocas de descarga até o 1º terço da descarga..............8. Nas bocas de descarga (graneleiras): O coletor de amostras deverá circular ao redor da carga coletando de uma maneira homogênea amostra de toda a carga..........................0% 3.............8 caladas.........

deverá ser comunicado e mostrado ao proprietário da carga ou motorista a amostra para a sua certificação da classificação. 4.  TABELA DE DESCONTO DE GRÃOS ARDIDOS. Na junção de temperatura com a leitura de megometro deverá ser subtraído 2. bem como qualquer amostra onde o mesmo exigir. tais como:  Excesso de impureza.5% da umidade inicial.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 Qualquer anormalidade que se observar na carga. Nunca deixar de fazer uma nova amostragem e análise quando o proprietário da carga ou motorista ficar em dúvida sobre o resultado da amostra inicial. Temperaturas acimas de 25 0C utilizar 25 0C como padrão. 4. EM ANEXO:  TABELA DE DESCONTO DE UMIDADE.TABELA DE DESCONTOS DE UMIDADE: .  Excesso de umidade. Utilizar temperaturas entre 15 0C e 25 0C a temperatura que apresenta no termômetro do aparelho. DETERMINAÇÃO DA UMIDADE: O modelo universal será operado com uma amostra de 60 gramas de soja com menos de 1% de impureza (de preferência 0%) e com uma pressão de 550. A de temperatura máxima será de 25° C e a mínima de 15° C. Temperaturas abaixo de 15 0C utilizar 15 0C como padrão.

9 10.00 30.30 25.00 16.20 34.70 24.5 18.3 24.00 20.40 23.40 21.80 16.9 9.00 26.70 30.3 18.70 20.8 15.40 21.0 20.10 32.5 4.10 14.2 29.90 27.00 27.30 27.60 25.70 16.2 % Descto 13.80 31.9 21.00 30.80 29.80 29.20 23.20 27.40 17.40 22.9 20.1 20.70 29.50 17.40 26.3 11.5 8.7 23.80 % Desc to 28.10 25.60 22.10 14.70 21.00 31.80 29.90 22.50 31.20 17.00 14.00 9.1 1.20 14.10 26.40 26.00 21.4 14.7 2.9 12.70 31.90 16.70 10.40 15.4 4.3 1.6 20.80 28.1 29.2 4.60 6.00 14.10 24.7 21.30 3.20 25.3 5.90 32.20 22.50 29.80 30.60 22.2 5.8 16.50 18.50 25.40 24.00 28.10 24.80 28.90 1.6 1.2 10.0 16.9 5.7 20.60 22.00 .90 27.40 21.3 19.60 26.60 28.10 31.20 28.40 21.7 3.60 17.50 18.6 18.7 18.40 32.80 33.4 8.00 33.4 17.2 1.50 26.80 27.8 24.0 12.7 9.50 22.00 19.4 25.7 29.10 19.60 2.30 23.1 18.90 34.2 16.8 3.20 26.50 21.70 28.60 7.8 4.00 22.70 30.5 20.2 18.90 17.10 18.30 28.30 16.80 26.20 16.60 26.8 15.0 28.7 10.4 21.70 24.5 8.90 % Umid 28.70 26.80 19.9 17.70 27.60 25.40 27.70 14.5 24.4 11.60 27.30 25.00 14.80 32.6 9.20 19.9 24.1 13.00 27.8 6.80 23.0 19.30 14.20 27.20 23.40 14.20 33.40 25.3 2.00 16.50 15.60 24.8 17.20 22.90 15.80 27.20 20.7 6.4 3.90 35.0 0.40 26.30 22.80 16.50 27.3 8.0 18.90 22.6 29.60 33.4 19.2 15.1 9.60 24.90 30.50 26.8 23.6 11.7 29.30 23.4 34.3 23.90 29.2 20.4 5.20 25.60 21.6 13.40 34.9 2.00 8.30 7.4 1.80 7.80 21.8 11.00 30.60 25.00 17.7 16.3 12.5 11.80 20.10 30.80 23.1 19.30 24.6 28.0 23.90 15.20 9.0 17.5 18.00 33.60 17.00 34.60 16.30 % Umid 33.1 11.70 14.1 23.60 31.6 10.1 20.20 26.60 15.60 32.30 34.5 % Descto 21.2 2.6 15.20 17.80 24.70 29.50 34.70 7.20 33.10 22.6 22.10 21.6 4.6 14.60 30.1 18.70 25.30 19.1 12.3 4.80 29.9 16.6 3.5 5.3 25.50 24.0 20.2 19.0 5.00 15.3 6.7 4.5 18.1 23.90 20.8 13.10 27.00 20.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 17.10 17.2 15.40 29.40 31.9 23.10 26.5 10.5 19.0 9.7 13.2 28.9 % Descto 6.50 33.1 5.70 16.50 32.0 7.40 14.5 17.40 15.40 24.5 22.20 14.50 31.60 15.10 20.6 19.40 17.70 2.9 19.90 33.90 29.50 28.60 28.10 27.30 % Umid 17.0 10.3 15.20 32.80 22.30 18.10 30.40 16.0 19.10 34.4 24.30 25.20 29.2 14.2 12.9 13.9 7.20 19.20 21.30 8.50 % Umid 23.70 31.30 26.60 28.0 13.3 16.40 27.5 19.5 12.00 19.80 32.20 31.3 21.00 32.90 32.30 33.60 7.00 15.40 22.50 28.8 2.1 6.40 25.1 29.6 24.70 29.50 21.8 26.4 23.3 34.8 20.60 28.80 22.4 12.6 6.0 3.80 25.7 14.90 25.80 15.80 18.4 18.90 30.00 34.9 3.90 27.80 27.20 23.30 15.8 23.7 11.40 25.2 11.40 8.4 18.10 14.00 26.1 4.8 18.

6 – Para classificação de umidade e impureza deverá ser utilizada a quantia de 500 gramas para amostragem.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE GRÃO – SOJA 2015 Grãos Verdes-Avariados-Chochos-Esverdeados-Umidade-Impureza 1 – Deverá ser utilizada a quantia de 100 gramas para amostragem de grãos verdes. imaturos. considerando como soja normal os que contiverem coloração amarelada. chochos e avariados. 3 – A tolerância para grãos imaturos e chochos é de 8% 4 – Classificar em separado grãos avariados e chochos. 5 – A tolerância para grãos avariados é de 8%. TABELA DE DESCONTOS – SOJA ARDIDO Ardido (%) Desco nto Ardido (%) Descon to Ardido (%) Desco nto . 2 – Separar grãos verdes. imaturos e esverdeados tudo numa única amostra.

Nº. do Ministério da Agricultura. de 15 de Maio de 2007. . Pecuária e Abastecimento.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 0 0 0 0 0 0 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 Baseada na IN. 11.

2.e observando-se os seguintes critérios: . classificação e armazenamento da unidade de Santa Maria/RS. Todas informações devem ser rigorosamente observadas e atendidas sempre visando o bom andamento das atividades.00 a 22. executando movimentos contínuos e uniformes durante 30 (trinta) segundos – ou utiliza-se o Selecionador de Impurezas ( utilizar uma amostra de 250 gr por 90 seg ). sua devida classificação.5 kg).1. Classificação da Amostra 1 . separa-se a metade (0. retiram-se as matérias estranhas e impurezas utilizando-se peneira de crivos oblongos de 1. identificação do cliente e descarregamento do veiculo. OBJETIVO O objetivo deste documento é fornecer informações operacionais. a classificação deverá ser feita pela EMATER ou outro órgão credenciado. RECEBIMENTO.Da amostra de trabalho de 1 Kg.1. Quando for operada a entrada/retirada de arroz de propriedade da CONAB.00 mm (um vírgula setenta e cinco por vinte a vinte e dois milímetros). DAS ATIVIDADES 2. padronizando as atividades envolvidas nas etapas de recebimento.1. 2. ou seja. recebimento do grão.1.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 ARROZ EM CASCA 1. EXPEDIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO O recebimento compreende importante etapa e inicio de toda a cadeia de atividades. É aqui onde será feita a coleta de amostras.75 x 20. expedição.

Pi = massa inicial do produto em Kg. Se for constatado impureza acima de 2% o motorista devera ser avisado que não será descarregado. observando ainda o que segue: . 4 . e Ti = teor de impurezas do produto.os grãos em casca e descascados inteiros ou quebrados que vazarem na peneira retornarão à amostra de trabalho. determinando seu percentual e anotando-se o valor encontrado no laudo de classificação. sem oscilação. deve – se iniciar devagar e ir aumentando a velocidade até obter – se. Caso impureza estiver dentro do limite. uma leitura fixa. isenta de matérias estranhas e impurezas. Utilizar temperaturas entre 15 0C e 25 0C a temperatura que apresenta no termômetro do aparelho. No homímetro existem 02 escalas apresentadas no DIAL.os grãos chochos que vazarem na peneira serão considerados impurezas. adicionadas às que vazaram na peneira e pesadas. Na junção de temperatura com a leitura de megometro sera a indicação da umidade. D = Pi x (Ti/100) D = desconto de impureza em Kg. indo a primeira de 0 a 55 (exterior) e a segunda de 55 a 100 (interior). Deve – se iniciar a operação na primeira escala e caso a leitura for igual a 55 deverá ser alterado para a segunda escala. Para o gira da manivela. durante a movimentação da manivela. atendendo a recomendação do fabricante. em engenho de prova previamente regulado.as impurezas e matérias estranhas que ficarem retidas na peneira serão catadas manualmente. 3 – O modelo universal será operado com uma amostra de 50 gramas de arroz em casca com menos de 1% de impureza (de preferência 0%) e com uma pressão de 550 e a catraca de pressão em 0. devem-se pesar 100 g (cem gramas) que serão submetidos ao beneficiamento. 2 . a classificação seguira normalmente.Da amostra de trabalho.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 I . II .

efetuar um repasse manual na porção retida no cocho.iniciar a determinação da classe pelo comprimento dos grãos. II . retirando os grãos inteiros e adicionando-os à porção retida no trieur. homogeneizar e quartear sucessivamente a amostra de grãos inteiros até obter uma subamostra que.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 I . do rendimento e dos defeitos.se os seguintes critérios: I . 5 .Para a determinação da classe do arroz.99 mm (quatro vírgula noventa e nove milímetros) e submeter os grãos médio e curto à medição do comprimento: . encontrando o percentual e anotando o resultado no laudo de classificação.para verificação do grau de polimento do grão.00 mm (seis milímetros) são das classes médio ou curto. dos médio e curto. verificando as diferentes dimensões relativas aos grãos longo.retornar o grão vermelho e o grão preto à amostra de arroz e submetê-la ao brunimento para determinação da renda.em 5. recomenda.99 mm (cinco vírgula noventa e nove milímetros): a) os grãos com comprimento menor que 6.A amostra resultante do beneficiamento é submetida ao trieur. pesandoos conjuntamente e determinando o percentual sobre a quantidade de arroz integral obtida após o descascamento. e II . e b) os grãos com comprimento maior ou igual a 6. no mínimo. anotando-se no laudo de classificação o peso encontrado e observando. travar o equipamento – paquímetro . observando o seguinte: I . identificar e separar o grão vermelho e o grão preto. 5 g (cinco gramas). II . para separar os grãos longo fino e longo. após a retirada dos grãos imperfeitos em suas dimensões.se a utilização de equipamento específico de medição para adequação do tempo total de beneficiamento. médio e curto. e III .00 mm (seis milímetros) são das classes longo fino ou longo. resulte em uma amostra de. para a separação dos grãos inteiros e quebrados. 6 .o próximo passo consiste em travar o equipamento em 4.previamente ao brunimento dos grãos.conservar separados os grãos inteiros dos quebrados para posterior utilização na determinação da classe.

identificar e separar os defeitos nas porções de grãos inteiros e de grãos quebrados do arroz beneficiado polido que originou o rendimento.os grãos com comprimento maior ou igual a 6. gessados e verdes. o grão será considerado da classe longo fino. V . deve-se considerar o somatório de grãos longo com longo fino para o enquadramento do produto na classe longo. o grão será considerado da classe longo. picados ou manchados. serão submetidos à medição da espessura.Para a determinação dos defeitos do arroz em casca natural. das classes longo fino ou longo. obrigatoriamente. se o resultado da divisão do comprimento pela largura for menor que 2. os percentuais de grãos das classes encontradas na amostra.no teste da relação comprimento/largura. 8 . IV . como outra alternativa operacional.75 (dois vírgula setenta e cinco).75 (dois vírgula setenta e cinco).se o percentual de grãos longo ou longo fino. e b) os grãos que passarem na abertura do equipamento irão para o teste de determinação da relação comprimento/largura. e b) os grãos com comprimento menor que 5. de acordo com a Classe a que pertença. III . encontrar o percentual do Rendimento e anotar no laudo de classificação. não atingir 80% (oitenta por cento) do peso da amostra.separar os grãos ardidos. pesar.90 mm (um vírgula noventa milímetros): a) os grãos que não passarem na abertura do equipamento serão considerados da classe longo. aqueles grãos que apresentarem a largura menor que 2. e amarelos.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 a) os grãos com comprimento maior ou igual a 5. travando o equipamento em 1.00 mm (cinco milímetros) são da classe médio.17 mm (dois vírgula dezessete milímetros) serão enquadrados diretamente na classe longo fino.fazer constar. observando o que segue: I . se o resultado da divisão do comprimento pela largura for maior ou igual a 2. desde que atingido o percentual mencionado.00 mm (seis milímetros).Para a determinação do rendimento do arroz. 7 . . e VI . individualmente.00 mm (cinco milímetros) são da classe curto. no laudo de classificação. concluir a separação dos grãos inteiros e quebrados.

Picados ou Manchados 1.1.00 8.00 8.00 Rajados Amarelos 1.00 2. para posterior enquadramento em tipo. e 9 .Por fim.00 10.00 1.50 2.00 3.00 0. proceder ao enquadramento do arroz em tipo observando o estabelecido abaixo e concluir o preenchimento do laudo de classificação. sendo o seu resultado expresso com 2 (duas) casas decimais.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 II .1. Rotulagem da Amostra Na marcação ou rotulagem do arroz em casca.pesar os defeitos isoladamente e anotar no laudo de classificação o peso e o percentual encontrado de cada um. Arroz em Casca Natural .50 2.00 4.1.3.00 1.30 0.00 3.00 Gessados e Verdes 2.Limites máximos de tolerância expressos em %/peso.00 4.00 4. e 2 – guardar no armário de amostras.00 Acondicionamento da Amostra No acondicionamento e no modo de apresentação do arroz em casca.00 5.50 6.50 1. Tipo Ardidos 1 2 3 4 5 0.00 6.50 1. deverá ser observado o que segue: . 2. fazendo a conversão dos valores pela fórmula a seguir: valor em % = peso do defeito (g) x 100/peso da renda (g).1.2.15 0.75 3. deverá ser observado o que segue: 1 – deverá ser guardado nas caixas de amostras devidamente anotados suas especificações como classificação e identificação.

2. e 2 .NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 1 . será pesado novamente onde o motorista devera receber o ticket com os registros de pesagem acompanhada da Nota Fiscal e demais orientações sobre a carga.1. o veiculo será chamado para pesagem e posteriormente seu carregamento. Ordem de Descarregamento Após ser devidamente coletada a amostra. Recebera no ato o ticket com os registros da pesagem onde deve constar o peso bruto e peso liquido. o motorista do veiculo devera aguardar no pátio ate receber a ordem para: 1 . Depois de carregado. o silo. já totalmente descarregado.efetuar a pesagem da carga. e a placa do veiculo. . Após descarregamento o veiculo deve retornar a balança para nova pesagem. Recebida a ordem. 2.as especificações de qualidade do produto referente à marcação ou rotulagem deverão estar em consonância com o respectivo Laudo de Classificação. Deverá ser obedecida a ordem de chegada dos veículos.3.o veiculo é encaminhado ate a moega para o descarregamento. e 2 – Anotar ou colar cópia do Laudo de Classificação na caixa de amostra. Ordem de Carregamento (Expedição) A ordem de carregamento devera ser encaminhada para o Chefe de Deposito e devera conter a quantidade a ser carregado. 2.1.

CONTROLE DE AERAÇÃO Trabalhando juntamente com a termometria temos a aeração. de acordo com as condições de sanidade. as características dos equipamentos instalados para se fazer a escolha da vazão mínima ou estimar o tempo que será necessário para completar a aeração Umidade de equilíbrio (%) do arroz.2. temperatura ambiente e umidade do grão para evitar o umedecimento ou secagem do grão. ligando o aparelho utilizando a tecla liga/desliga e pressionando as teclas referentes aos sensores na caixa seletora. tenderá a transferir-se para o grão (Umedecimento). existe um desequilíbrio e haverá a passagem da água do grão para o ar (secagem). Digamos que um determinado grão com 13% de umidade está em equilíbrio com o ar com Umidade Relativa de 70% a 30°C. em forma de vapor. No caso inverso. a água do ar. das condições climáticas locais. Temperatura (º) Umidade Relativa (%) . que deve ser feita com o fim de manter a temperatura controlada dentro do silo.3. Junto ao caderno há um campo de observações para ser anotada qualquer particularidade verificada. 2. tempo máximo que os grãos podem permanecer nas condições originais sem que se inicie o processo de deterioração. se o ar estiver com 90% de Umidade Relativa a 30°C.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 2. deve-se passar para o caderno de Controle de Termometria. Se colocarmos este grão num ambiente ou em contato com ar com 40% de Umidade Relativa a 30°C. observando se não há pontos com temperaturas elevadas. da temperatura e umidade dos grãos armazenados. A leitura dos sensores se dá conectando o cabo compensado ao aparelho e a caixa seletoras de sensores. sempre no mesmo horário (às 8 horas). Após coletadas todos os pontos. Assim. CONTROLE DE TERMOMETRIA As leituras devem ser efetuadas periodicamente num intervalo não maior de 03 dias. Antes de se ligar qualquer motor de aeração. deve-se compatibilizar. deve ser verificado a umidade relativa.

7 11.0 9.6 11.3 20 9.2 13.3 12.0 9.0 12.9 Anotar o horário de ligamento e desligamento dos motores juntamente com os dados de umidade relativa e temperatura no caderno de Planilha de Controle.6 30 8.8 9. 2.9 11.7 12.4 11.9 14. encaminhar as embalagens vazias para o deposito indicado pelo vendedor.6 16 9.4 14.6 16.2 11.9 10.7 10.8 11.8 9.8 13.3 16.2 17.5 9.0 14.3 12.3 13.9 9.2 11.1 13.2 10.1 13.6 9.6 15.6 9.1 15.8 14.5 12.3 12.0 13.0 12.1 14.7 11.7 10.4 10.8 16.1 11.0 12.0 11.7 15.5 32 8.6 15.0 17.5 18.6 10.4.9 10.4 11.1 9.4 Fonte: Queiroz e Pereira (2001) 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 10.9 13.8 15.1 18.6 10.1 12.7 13.9 14.8 13.8 11.4 12.6 15.8 10. procede-se à vedação de calhas e motores e inicia-se a aplicação do produto que se dará observando suas dosagens.1 9.6 17.2 10.5 9.4 18 9.4 12.3 17.0 15.8 12.7 11.1 17.4 12.1.4 15. 1 – Os produtos serão solicitados 3 dias antes de iniciar o processo de expurgo ou profilaxia e deverá ser retirado do vendedor apenas na hora da aplicação.8 14.5 16.5 10.4.4 10.4 11.9 26 8.9 11.3 14.6 14.2 14.1 16.7 10.8 15.5 17.3 13. CONTROLE DE INSETOS/PRAGAS E HIGIENIZAÇÃO 2. Silo com Estoque de Grãos: Cobre-se a massa de grãos com uma lona especial para expurgo.7 14.4 17. Em seguida.2 10.5 11.3 10.7 13.5 16.2 14.7 28 8. EXPURGO E PROFILAXIA Antes de iniciar qualquer procedimento de expurgo ou profilaxia.9 15.0 11.3 9. devem-se comunicar os responsáveis.0 8.5 14.5 12.3 11.9 13.3 11.9 11.9 10.1 10.5 13.6 13.6 12.9 9.8 10.4 10.5 12.4 16.6 11.1 12.4 13. .6 13. 2 – Após a aplicação.4 9.9 10.1 13.9 12 9.8 17.7 12.4 13.0 16.0 24 8.7 14 9.8 14. Atentar para eventuais vazamentos em suas chapas.6 14.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 30 10 9.9 12.5 15.3 15.2 11.9 17.0 13.0 10.3 10.1 22 9.

2.Verificar acúmulos de resíduos de grãos nas roscas e realizar a limpeza. para secar o local úmido. – Verificar acúmulos de resíduos nos motores dos elevadores e aeração e realizar a limpeza. – Efetuar a limpeza interna dos silos. comtemplando o chão. bomba submersa. tuneis e calhas. botinas e capacete. . A atualização dos cursos deve ser realizada no período de 12 em 12 meses. Manter o silo limpo para o recebimento de novos grãos.4. para realizar a limpeza.2.4. OBS.: Atentar para IPI’s . silos e balança. Somente é permitida a entrada nos dutos e elevadores. . Sempre que for realizada a limpeza nos quadros de comando é obrigatório o desligamento da energia de toda a rede. deverá proceder primeiramente a higienização – procedimento descrito no item 2. 5 e .Limpeza nos quadros de comando. papel toalha e papel higiênico. a limpeza será efetuada pelo seu responsável operacional.Indispensável a utilização de máscara. paredes e teto. com produto adequado. 2. aptas a retirar toda a sujeira acumulada.Varrer ao redor dos silos para remover resíduos de grãos e pó. Depois de feito este 6 procedimento. Limpeza em escritórios e banheiros será efetuada por uma faxineira que devera ainda reabastecer. Se verificado a presença de acúmulo de água. pulverizar as paredes do silo. sempre que houver o esvaziamento.. se necessário. deve-se fazer a retirada com a ajuda de uma bomba sucção. Após. luvas. 2 . A varredura do pátio deve ser procedida com vassouras de palhas ou equivalentes. deve-se retirar o pó e resíduos sólidos do quadro de comando. Devera seguir a seguinte ordem: 1 .NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 Silo sem Estoque de Grãos: Quando o silo estiver sem estoque. se o 3 4 funcionário tiver curso e atualização em dia da NR 33 e NR 35. HIGIENIZAÇÃO Nos pátios. os sabonetes líquidos.Verificar acúmulos de água em dutos e poços dos elevadores.

utilizando uma vassoura para que não fique nenhum resíduo acumulado. CONTROLE DE ROEDORES Cada silo metálico deve conter uma armadilha de roedores fixada no chão.3.4. As que não tiverem consumo deverão ser recolhidas. substituir as que foram consumidas por novas iscas e recolher as que não foram consumidas. Sete dias apos a aplicação inicial. 2. Quando completar quatorze dias após a verificação da aplicação inicial. Em seu interior deve ser colocada a isca (veneno) e verificada a cada dois dias sua quantidade. repondo a isca nas armadilhas que foram totalmente consumidas. as que apresentarem sinal de consumo deverão ser mantidas e as que forem tiverem sido completamente consumidas deverão ser substituídas por novas iscas. mantê-las. inclusive entre as paredes e montantes.NORMAS PARA RECEBIMENTO DE GRÃOS – SAFRA 2015 No interior dos silos. . Caso haja alguma isca em que o consumo tenha sido parcial. Tuneis e calhas também devem ser procedidas à retirada de todos os resíduos e sobras. deverá proceder primeiramente a varredura e retirada de sobras de grãos de dentro do silo. devem-se revisar as iscas.