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(e-STJ Fl.3)

  • L FÁBBJO PULIDO GUAýANHIN

ADVOGADO - OAB3/SP NO 179.494

ÉXCELENTíSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO ~A VARA JUDICIAL DA dOMARCA DE QUATÁ - ESTADO DE SÃO PAULO.

PEÔIDO DE CONCESSÃO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA G

TUITA

GUSTAVO ALVES ADAMI, bra4ieiro, casado, técnico

de Iýrodução,

residente e domiciliado

na

Rua

Emilia

Nunes ýFante,

nO

32,

Jardim

Pôr-o o-Sol, na cidade e comarca de Quatá, Estado de São Paulo,\RG n' 40.204.797-O e

0

CPFn ri

32'1.015.958-00, Fone (18) 9118-8149,

vem perante Vossa Excelência, por seu

esta subscreve, cý m todo o acatamento

ni 8.078/90 (Código de

advcágado constituído e bastante procurador que

e reýpeito merecidos para com fulcro nos artigos da Lei Federal

ção e,Defesa do Consumidor), prop or a presente

*Prot

AÇÃO INDENIZATORIA POR DANO, MORAIS

Contra o BANCO SANTANDER SIA, comr filial em sua agência n1 0032, localizada na

Aven da Rui Barbosa,

nO 548,

Centro, na cidade e comairca de

uatá -

São Paulo, o

fazendo pelos fatos e fundamentos jurídicos que a seguir passará á sucintamente expor:.

O Requerente é correntista do Ba co Réu, sendo certo

que,

lém de sua conta corrente perante o Banco, mantém contrato de cartão de crédito

com o mesm~o, da bandeira Visa.

Avenida Comnendador José Giorgi, no 814, Centro, Cep - 19.780-000 - Quatá - SP - Týlefax (18) 3366-3847 e-mail - fabbiopg@hotmaii.com ou fabbiopg@ig.com.br

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I1 Vara

oFórum de Quatá

Única

(e-STJ Fl.4)

Processo: 486.01 .2010.001225-9/000000-000

III~~~~~~~~~ .11111111111111111111 ..~~~~

II.I!II

...

1.

Grýpo: 1.CíveI Açao: l1 3 O-Indenização (Ordinária)

Valor da Causa R$25.500,00

Data Distribuição Tido de Distribuição

24/05/2010

Livre

Hora: 10:22

RTE:

GUSTAVO ALVES ADAMI

ADV: FABBIO PULIDO GUADANHIN 0A13: 179494/SP

RDO:

BANCO SANTANDER S/A

NI DE ORDEM: 01.01.20101000451

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'Zr

FÁBBIO PULIDO GUAI2~ANHJN

(e-STJ Fl.8)

0

ADVOGADO - OAB/SP N 0 179.494

Akt. 14- O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa,

pela

r~paração dos danos causados aos consumidores por defeitos relativt~s à prestação dos serviços,

bm

como por informações insuficientes ou inadequados sobre sua f~~ição e riscos.

  • - O s~rviço é defeituoso quando não fornece a segurança que o co~sumidor dele pode esperar,

leyando-se em consideração as circunstãncias relevantes,

entre os qu~is:

[.11

A norma é clara: o fornecedor,

no caso o banco,

deve fornecer o

prpduto de forma adequada ao fim almejado, sendo certo que

bloqueio indevido do

c~rtão çie crédito do autor não garantiu a segurança ad produto que lhe era

e~ perado, sendo que tal ato causou dano ao autor, no cas~, frustrou sua viagem

lua-de-mel.

indenizar.

Assim agindo,

o Réu

praticou

ato ilícito, surgíndo

o dever

de

à norma, b)

Os danos morais

estão comprova~ os nos autos,

pois,

o

desrespeito causou a frustração da viagem de lua-de mel do autor com sua

es~,osa, Viagem esta planejada há meses, julgando-se ser ur~n evento único na vida

dojcasaI~ causando-lhe dor, frustraç~o, revolta, desilusão, d ~sapontamento e toda

uma gama de sentimentos ruins que ferem a moral subjetiv~i do autor.

c)

A

cuiDa

resta

caracterizada

e

pr~ vada

que

é

fato

inc~ntroverso que o réu, de forma unilateral e sem consultar ~ autor, bloqueou seu

ca iltão de crédito

e o impediu

que o autor pudesse gozai e aproveitar

de

sua

ru

lagem de

lua-de-mel,

configura em culpa grave por imprudência ou

ne ligência em desfavor do cliente bancário, sendo certo q e era seu dever zelar

pel~ pre~taçáo de um serviço de qualidade.

o que

d)

E,

finalmente,

também

o

nexo

~e

causalidade está

con~igurado no presente

caso,

ou

seja,

se

o cartão

de

cré~ito

não tivesse sido

bloÇ~ueado, a viagem de lua-de-mel do autor não teria durado apenas dois dias, em

~

~

um~ hotel, de menor conforto

e comodidade

do

que

os

hotéis

idealizados

no

planejamento de meses acerca da viagem de lua-de-mel, pois ficou sem dinheiro

par~ pagar suas contas

e demais gastos. Desta feita, se o ré

não tivesse agido de

forrr~ a displicente e culposa,

a viagem

do

autor

teria transcd rrido

da forma

como

planejada, o que evitaria o sentimento de frustração e vazio nele causados

FRUSTRACÃO

espcpsa, principalmente por saber que dificilmente, em toda a vid 4, terá oportunidade

realizar outra viagem conforme idealizado.

PA~A

UM

CASAL.

E

SUA

e em sua

de

LUA DE MEL. VIA E? E REGRA. E ÚNICA

GERA

UM

DANO MORAL

CO SIDERAVEL. Assim, todos os prejuízos, constrangimentos, frustrações, angústias,

diss~bores e aborrecimentos ocasionados na lua-de-mel e aos c~uais o Requerente foi

sub rjietido, apenas surgiram em razão do não cumprimento da obrigação que o

Reqçierido tinha para com ele, estando a! o nexo causal

entre am

os.

Avenida Çomendador José Giorgi, n 0 814, Centro, Cep - 19.780-000 - Quatá - SP - e-mau - fabbiopg@hotmail.com ou fabbuopg@ig com. br

elefax (18) 3366-3847

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(e-STJ Fl.9)

\

-ADVOGADO0

FÁBBIO PULIDOGUl

- OAB3/SP NO 179.494

DANHIN

Resta

evidente,

assim,

a ýobrigação

do

Requerido

ýndenizar dispositivos
ýndenizar
dispositivos

o Requerente pelo dano moral ocasionado, nos termos do artigo 186 e demais

do Código Civil Brasileiro.

É

insofismável, assim, a

o

configuração do dano moral

ilícita,

causad~o ao Requerente,

iýpingiu-lhe uma

e perda de tempo, sendo

uma vez ýque

Requerido, diant~da sua conduta

situação de aflição, angústia,

que

preocupação, jrustraçáo, aborrecimento

àquele, em virtude do dano

cabe a este último indenizar

roral causado, diga-se, devidamente evidenciado e demonstr do.

"Aquele que causa o dano mora deve sofrer no 'bolso'

dor igual a que fez sofrer moral ente a outra

(CASTELO,

Jorge Pinheiro.

pessoa"

"Da~ o Moral Trabalhista"

(artigo). São Paulo:

Revista do A, vogado, AASP, n 0 54,

Dezembro/98, pág. 97).

Adoutrina

entende

que

a vi, ação

dos deveres

e

obyigações

não

patrimoniais

(ou

seja, dos danos

morais),

se in re ipsa, ou

seja, pela

própria força da situação

material

a ser, tutelada, como rigorosam--ente

ocorre in casu.

"A concepção atual da teoria

daý reparação de danos

responsabilidade

violação

surge,

que

se

morais orienta-se no sentido de qýe a

do agente se opera

damrnum in re ipsa,

por força do sim~ples fato da

verificando o e\vento danoso,

pão.

ipso facto, a necessidade da repara

Corolário dessa

orientação é o entendimento de ue não há

cogitar de prova do dano moral"

(CAHALI, Yussef Said.

Dano Moral. São Paulo: RT, 1998, pá . 489).

*

"0 dano

moral é consequência irrecusável do fato

prova per se" (DIAS, José de

Aguiar.

Da

Civil. Rio de Janýiro: Forense, 1995,

danoso. Este o

Responsabilidade

eSegundo,

Crit'érios para

a sua Fixação",

pág. 293):

enquanto

pág.

738).

CARLOS

IOB

ALBERTO

ITTAR

(in "Danos

Moraýs:

Repertório

de Júrisprud ncia,

Ia quinzena de

Agosto/93, no 15/93

valorativa do lesado,

«Os danos morais atingem,

que

po/ .s, as esferas íntima e

r, flexos negativos no

os materiais constituem

patrir4ónio alheio. Mas ambos são suscetíveis de gerar reparação" sic).

evde\cads

nerorene,éTem-se

assim

que,

diante

as

circunstâncias

evidncidasanteiorent,

que

foi

éirrefragável

e inquestionável

que

que o Requerente sofreu

angústia,

humilhação,

po e transtornos de

dano

mnoral, ýpois

exposto

à situação

lhe causou

preocu~pação, revolta, dissabor, aborrecimento, aflição, perda de te

toda o dem.

Ave

ida Comrendador José Giorgi, no 814, Centro,

Cep - 19.780-000 - Quatá - SP

e-mal

~ fabbiopg@hotmaii.com ou fabbiopg@ig.com.br6

- TeIéfax (18) 3366-3847

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(e-STJ Fl.10)

WFABBIOPULIDO GUA ANHIN

Enfim, foi afetado em seu foro ýntimo,

que merece total

ar paro ea devida reparação

pela via judicial, mormente em ýatenção ao disposto no

adigo 50, incisos V e X, da CF188.

Ademais, constata-se que o nojo Código Civil acolhe de

foýma

mais

expressiva

a possibilidade

de

reparação

dos

cohsoante se

pode verificar mediante o disposto

no artigo

dan ps

186,1

causados a alguém,

verbis:

"Art. 186. Aquele que, por

ação

o

omissão

voluntária,

negligência ou imprudência, viola direito e causar dano

a outrem, ainda que exclusivame te moral, comete ato

ilícito."

Há de se observar, que em rela

ãáo à reparabilidade do

dal'o moral, a doutrina tem preceituado a aplicação de pena

teoria dodesestímulo, segundo a qual, o critério na

ecuniária em razão da

fixação doý quantum indenizatório

deVe obedecer à proporcional idade entre a lesão causada e (q~l que pode aplacá-la,

levándo-se em conta o efeito sócio-educativo, que será a preven ão e o desestímulo.

Diante

disso,

o

Requerente ipleiteia

a

título

de

indýnizaçào pelos danos morais sofridos,

(cinquents) salários mínimos, ou seja, R$

reai)Í1),

o pagamento do valor

equivalente a 50

25.500,00 (vinte e ýinco mil e quinhentos

va preparado a gastar

ý como parâmetro

para

algo em torno de 05 (cinco) vezes o valor que o autor est

na iagem de lua-de-mel, o que entendemos deva ser consierad

a rqparação do dano, valor este juntado com suor por varios meses pelo autor e sua

esp

sa e q~ue na verdade não serviram de nada no momento da

g~aem.

Assim, o,pedido de reparação

moa

totaliza, atualmente,

o que se faz

assim

Vossa

valo~ equivalente a

apeýas a título de

R$ 25.500,00 (vinte e cinco mil e quinhento~ reais),

sugestão, podendo

o arbitramento ser f~ito,

se

Excelência entender, em

outro valor que sabiamente será objeto de arbitramento, atento

presente ação, deixando certo, porém, que corresponde a

às características fáticas da

aproýxmadamente 05 (cinco) vezes o valor que custaria a viagem ie lua-de-mel.

Também a título de esclarecimentp,

pudemos identificar

artigio 40,

pela'condqta do Banco Réu o

ferimento dos seguintes dispositivcbs do CD C:

incido III, "ýd" (garantia de produtos eserviços de qualidde)I artigo 601, inciso IV

(proieção 'contra práticas abusivas); artigo 60,

dos danos patrimoniais e morais): entre outros.

inciso Vi (preý,enção e reparação

Apenas

a título

de

exemplo,

\ejamos

o

que

tem

enteridido a jurisprudência em casos análogos, cujas ementas e citções seguem, sendo

que o inteiro teor do julgado está anexo:

EMENTA

  • - Ação de Indenização. Danos

Pýtrimon!ais e Morais.

Prestação de Serviço. Contratação de !ý'acote de Viagem.

Serviço não Execúltado. Obrigação de r stituição do valor

AS'enida Comendador José Giorgi, no 814, Centro, Cep - 19.780-000 - Quatá - SP e-mail - tabbiopg@hotmail.com ou fabbiopg@ig.com.br

7

- 1eIefax (18) 3366-3847

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(e-STJ Fl.11)

FÁBBIO PULIDO GUADANHIN

____________

ADVOGADO - OAB/SP NO 179.494

recebido. Autores que fariam viagem de lua de mel. Dano

moral configurado. Desnecessidade de

prova

efetiva do

prejuízo moral1 sofrido. Valor fixado ým R$ 20.000,00. Fixação

em montante que não represente fnte de

enriquecimento

ilícito dos autores. Sucumbência totalmente carreada à re.

Apelo provido.

[ ]salta ..

aos .olhos o dano moral cuaoaos

singela,

 

.]

de final

de

Não seria, assim uma viagem comiJm, semana, ou daquelas que se csua

fazer quando não se

tem nada melhor para fazer. Era uma iagem de "lua de mel".

*faz

..]E

a

lua

de

me? A origem

da

e

sãolua-de-mel tem

várias versões, A mais conhecida diz que o termo surgiu com

antigas tribos germânicas que se casa4vam e durante um mês inteiro, na lua nova, tomavam uma mistura bem doce feita com

mel para terem sorte. [0.

que interessa é que a lua-de-mel

parte do sonho de qualquer casal

ue busca momentos e

lugares sublimes para viverem seu

de lua de mel só se faz uma vez.

..

]a

gr ide amor[.] Viagem

cusçoddao moral

independe de prova, ou melhor, compr vada a ofensa moral o

direito à indenização

desta decorre, sendo dela

juird

presumido.

[.]0 E. STJ decidiu que

ncia desta Corte está

consolidada no sentido de

que na c 9ncepção moderna da

reparaçao do dano moral prevalece aý orientação de que a

responsabilização do

agente se opera por força do simples

a prova do

fato da violação, de modo a tornar des.\ecessária

prejuízo em concreto. (REsp. 196.024.ý 4a Turma. Rel. Min.

César Asfor Rocha, j.

2.3.1999, RSTJ l2ýI397). [0.

valor da

indenização por dano moral deve ser suficiente para atender a

repercussão econômica do dano, a do;

experimentada pela

deve existir

,aração. No caso dos

vítima, além do grau de culpa do ofenso rou seja,

proporção entre a lesão e o valor da re

autos a condenação é fixada em R$ 20.000,00, com correção

monetária

partir da

pelos

índices da Tabela do Tiribunal de

Justiça a

(1% ao

-

publicação deste Acórdão e juýos de mora

-

citação.

TJSP

-

(Apelação'

Seção

de

Cível

mês) contados da

comarca de Mau'

1220046-0

Direito Privado, 32a

Turma. Relator. Desembargador Ruy Cop ola, Julgamento em

05.03.2009, deram provimento ao recurso.,V.u.)

[.]Afigura-se-nosinequívoco que o Bancb incorreu em dupla

falha na prestação dos serviços

[0.

de controle financeiro

decorrente de tais falhas configura dano ---oiral in re

ipsa por

constranger ao homem de inteligência m diana de que nos

fala a

]Condena-se o banco, ao pagamento de

indenização por danos morais

arbitrados m vinte mil reais,

com os acréscimos moratórios

legais

desde

a citação,

além

das custas processuais e de honorários ac vocatícios de 15%

Avýnida Comendador José Giorgi, no 814, Centro, Cep - 19.780-000 - Quatá - SP - Tdlefax (18) 3366-38478

e-mail - fabbiopg@hotmail.com ou fabbiopg@ig.com. br

~i

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~

FÁBBIO PULIDO GUA)ANHJN

(e-STJ Fl.12)

ADVOGADO - OAB/SP NO 179.494

sobre o valor da condenação.

TJSP

-

17a Câmara

de

(Apelação

Cível nO 7.085.271-O -

Relator Cláudia

Direito

Privhdo -

Ravacci, Data do Julgamento - 29.09.2008)

Por esse e outros motivos

é qL e a indenização é devida

e deve ser objeto de condenação nestes autos, por questão de justiça.

111

-

DO PEDIDO

EXPRESSO

õNUS

DA

PROVA

EM

DE

INVERSÃO DO

DE

DECORRÊNCIA

TRATAR-SE

DE RELACAO DE CONSUMO

E DO

RECONHECIMENTO

DE TR.TAR-SE DE RELACÃO

DE CONSUMO

Considerando

não

a

que

há

uma

pequena

divergência

entre os doutrinadores

PJagistrado

acerca

de

se

há ou

necessidade de menção expressa pelo

o pedido de inversão do ônus da

perante Vossa Excelência,

questão,

do

requerer seja

pedido

de

de relação

de

da prova,

0

ter sido ou não acatado

*evitando

.ova

quando

tratar-se

futuras

de relação de consumo, vimos

Consumidor,

de

e desnecessárias discussões acerca da

despacho

inicial

expressamente mencionado no

o acatýmento

por tratar-se

aolicabiIidade do Código de Defesa do

consumo, deferindo-se conseqúentem ente o pedido

inversão do ônus

imfplementando o disposto no artigo 66, inciso VIII da Lei 8.O78ý9O.

IV -DQOS REQUERIMENTOS

rINAIS

Diante de todo o exposto, REC UER:

a)

Seja

o Requerido

régularmente

citado dos

termos da presente ação de

reparação de danos

morais,

por craregistrada com "AR"

inc. 1,do CPC,

no

(carta com aviso de recebimento),

pelo Correio, nos termos do art. 221,

cntestá-la na forma e prazos legais, sob

pena

de, em não o fazendo,

serem reputados

Código

de

c overdadeiros'os fatos ora alegados, nos termos do art.

Pýoes'oCivil,

'etr

devendo ser

185 e 319 do

intimado para comparecer a eventuais audiências por

marcadas, sob as penas da lei.

b)

e procediente, determinando-se o

Seja a presente ação ju gada totalmente provada

indenização

para

a

valor

equivalente a

autor na lua-de-mel,

ou outro valor

que

pagamento, pelo Requerido, de

pelo

Requerente,

no

que seria despendido pelo

quinhentos rea is),,

reparação dos danos morais sofridos

aproximadam ente 05 (cinco) vezes o valor

ou seja, R$25.500,00 (vinte e cinco mil e

sabiamente for arbitrado por Vossa Excelência, atento às cracterísticas fáticas da

presente ação, valor

mora,

este que deverá ser acrescido de todos os consectários legais

monetária

etc.),

conforme

anteriormente

(juros

e

atualização

apontado

documentalmente

demonstrado.

_____________________________________________________________________

______________________

9

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(e-STJ Fl.13)

FÁBBIO PULIDO GUAkANHIN

ADVOGADO - OAB/SP NO 179.494

dýspesas e custas processuais,

c)

Seja

o

Requerido

c~ndenado

a

pagar

as

bem como honorários advocatíóios

no montante de 20%

s 9 bre o valor da causa, atento ao disp 1osto no artigo 20 e seguirSites do CPC.

*LXýl

dqcumental

pr

cessulal

d)

Requer

provar

que

segue

em

anexo,

prova

oportuno,

cujo rol será

ofertado

testemunhal

no momento

o alegado

a

sér

mediante

no

prova

ouvida

momento

oe

emismeosd

pr

va em Direito admitidos, nos termos do art. 332 do CPC.

ýo

easmisd

e)

Seja deferido o pedido cle inversão do ânus da

CDC.

vi:1to ser o Autor parte

prova, rýos termos do artigo

60,

inciso VIII do

hiýossuficiente na relação consumerista.

f)

sejam

concedidos ao autor

dispo

to

os benefícios da

no artigo

50,

inciso

as4istên6ia judiciária e jurídica gratuitas, nos termos do

V da Constituição Federal, da Lei 1.060/50 e da declaraçád de pobreza que segue

ané xa.

Dá-se à causa o valor de

R$2.50.00 (vinte e cinco

objdtivada e estimada nos

milý e quinhentos reais), que correspondem à pretensão

preý entes autos, somente para valor de, alçada e para os fins legais.

Termosem que

Aguarda deferimento.

Quatá, 21 de Maio de 2010.

w

DR. FÁBEBI)GAANI

AB/SP

79.494

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0