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3 BIOLOGIA E GEOLOGIA 10ºA 13/02/2014 Versão 2
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BIOLOGIA E GEOLOGIA
10ºA
13/02/2014
Versão 2

GRUPO I A Terra apresenta-se como um globo extraordinariamente ativo e estratificado, nomeadamente, no que respeita a propriedades como a densidade, a rigidez e a composição dos materiais. Desde a sua origem até à atualidade, o dinamismo da Terra tem sido mantido, sobretudo graças à existência de fluxos contínuos de energia com origem no Sol e na própria Terra. O calor interno da Terra dissipa-se lenta e continuamente, do interior até à superfície, originando um fluxo térmico que apresenta variações na superfície terrestre, como se evidencia na figura 1A. O soerguimento e o afundamento da litosfera oceânica na Astenosfera determinam a profundidade dos oceanos, que tende a ser maior nos locais mais afastados das dorsais oceânicas. Este facto, relaciona-se com variações no fluxo térmico ao longo dos fundos oceânicos, que determinam alterações na densidade dos materiais rochosos constituintes da litosfera oceânica. A variação da temperatura, no interior da Terra, em função da profundidade está representada na figura 1B.

em função da profundidade está representada na figura 1B. Figura 1B- Variação da temperatura terrestre em

Figura 1B- Variação da temperatura terrestre em profundidade.

Adaptado do Teste Intermédio de Biologia e Geologia de 18/03/2010

Os gráficos da figura 2 ilustram a variação da força gravítica e do fluxo geotérmico na dorsal médio-oceânica. O valor "0" de distância coincide com o rifte.

O valor "0" de distância coincide com o rifte. Figura 2- Variação da força gravítica e

Figura 2- Variação da força gravítica e do fluxo geotérmico na dorsal médio-oceânica.

o rifte. Figura 2- Variação da força gravítica e do fluxo geotérmico na dorsal médio-oceânica. ANO
o rifte. Figura 2- Variação da força gravítica e do fluxo geotérmico na dorsal médio-oceânica. ANO

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Na resposta a cada um dos itens de 1. a 6., selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

1. Os métodos de estudo do interior da geosfera podem classificados em dois tipos. São métodos indiretos a

análise

(A) da composição mineralógica de meteoritos e o estudo de fragmentos mantélicos transportados por magmas

ascendentes.

(B)

da composição mineralógica de meteoritos e o estudo do campo magnético terrestre atual.

(C)

do comportamento das ondas sísmicas em profundidade e o estudo de rochas obtidas por sondagens na crosta terreste.

(D)

de dados gravimétricos e a análise de xenólitos.

2. Da análise dos dados da figura 1A, pode inferir-se que o fluxo térmico é máximo nas zonas onde a litosfera é

mais

, dado que aí ocorre

de material mantélico.

(A)

antiga (…) descida

(B)

antiga (…) ascensão

(C)

recente (…) descida

(D)

recente (…) ascensão

3. O gradiente geotérmico

(A)

é maior na litosfera do que no manto superior.

(B)

apresenta um aumento constante no manto.

(C)

atinge o valor máximo na transição do manto para o núcleo.

(D)

é menor no manto superior do que no manto inferior.

4. Com base no gráfico 1B pode afirmar-se que

(A)

Os materiais do núcleo encontram-se fundidos.

(B)

Na zona de transição da crosta para o manto todos os materiais entram em fusão.

(C)

Os materiais no núcleo interno atingem temperaturas elevadíssimas e volatilizam.

(D)

A maioria dos materiais da geosfera encontra-se em estado sólido.

5. A partir dos gráficos da figura 2 podemos afirmar que na região central das cristas oceânicas verifica-se uma

e o

é mais baixo que nas zonas adjacentes.

(A)

anomalia gravimétrica positiva (…) gradiente geotérmico

(B)

anomalia gravimétrica negativa (…) gradiente geotérmico

(C)

anomalia gravimétrica negativa (…) grau geotérmico

(D)

anomalia gravimétrica positiva (…) grau geotérmico

6. A

central, bem como a

que se verifica na crista médio-oceânica determina valores elevados de fluxo geotérmico na região

das rochas dos fundos oceânicos.

(A)

atividade vulcânica (…) baixa densidade

(B)

atividade vulcânica (…) juventude

(C)

anomalia gravimétrica (…) elevada densidade

(D)

anomalia gravimétrica (…) antiguidade

7. A densidade das rochas que constituem os fundos oceânicos é de 2,9g/cm 3 e a densidade das rochas dos

continentes é ainda mais baixa, de cerca de 2,7g/cm 3 . No entanto, a densidade calculada para o planeta Terra, tendo em conta cálculos que relacionam a massa e o volume, é de 5,5g/cm 3 . Explique de que modo estes valores estão concordantes com o modelo geoquímico da estrutura interna da Terra.

de que modo estes valores estão concordantes com o modelo geoquímico da estrutura interna da Terra.

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GRUPO II

O Arquipélago de Cabo Verde

O arquipélago de Cabo Verde, cuja localização está assinalada na Figura 3, fica situado numa região elevada do

atual fundo oceânico. Esta elevação relaciona-se com um mecanismo do tipo hot spot oceânico, que levou à acumulação de material eruptivo nos fundos oceânicos, entre a costa africana e o rifte do Atlântico. O arquipélago teria sido formado na sequência de várias erupções vulcânicas, inicialmente do tipo central e, mais tarde, complementadas por vulcanismo fissural. As ilhas situam-se numa zona relativamente estável, dos pontos de vista vulcânico e sísmico, embora para algumas delas existam registos significativos de atividade. Nas ilhas Brava e de Santo Antão não ocorreram erupções desde o povoamento, mas a atividade sísmica é considerável. A análise da distribuição da sismicidade

instrumental em Cabo Verde, no período de 1977 a 1989, representada na Figura 3, sugere que a atividade

tectónica recente está bem marcada, essencialmente, a ocidente, onde se reconhecem vários alinhamentos de epicentros.

É na ilha do Fogo que se encontram as formas vulcânicas mais recentes e mais bem conservadas, devido ao seu

vulcanismo recente. Entre 1785 e 1995, a atividade vulcânica tornou-se mais intermitente, registando-se curtos

períodos efusivos. A erupção de 1995 apresentou duas fases: a primeira, que ocorreu de 2 a 22 de Abril e que originou um cone de piroclastos, e a segunda, que ocorreu de 22 de Abril a 26 de Maio e que deu lugar a um campo de lavas aa e pahoehoe.

Maio e que deu lugar a um campo de lavas aa e pahoehoe . Figura 3-

Figura 3- Contexto tectónico do arquipélago de Cabo Verde.

Na resposta a cada um dos itens de 1. a 4., selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

1. As ilhas de Cabo Verde têm origem num vulcanismo

(A)

residual, associado a uma coluna ascendente de magma mantélico.

(B)

residual, associado a fraturas da crosta, em zonas de rifte.

(C)

primário, associado a fraturas da crosta, em zonas de rifte.

(D)

primário, associado a uma coluna ascendente de magma mantélico.

em zonas de rifte. (D) primário, associado a uma coluna ascendente de magma mantélico. ANO LETIVO

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2. Para além de ocorrerem associadas a pontos quentes, as ilhas vulcânicas têm a sua origem ligada também a

(A)

falhas transformantes e zonas de estabilidade tectónica.

(B)

dorsais oceânicas e zonas de subducção.

(C)

margens continentais passivas e limites tectónicos divergentes.

(D)

cadeias montanhosas de colisão e rifte.

3. Durante a atividade vulcânica de 1995, a erupção que ocorreu na segunda fase foi

(A)

explosiva, caracterizada por uma lava fluida.

(B)

explosiva, caracterizada por uma lava viscosa.

(C)

efusiva, caracterizada por uma lava viscosa.

(D)

efusiva, caracterizada por uma lava fluida.

4. A atividade vulcânica que ocorreu de 2 a 22 de abril de 1995, foi sustentada por um magma

(A)

ácido, rico em gases, originando uma erupção efusiva.

(B)

rico em sílica, originando uma lava viscosa.

(C)

com elevadas temperaturas, formando rios de lava.

(D)

básico, pobre em sílica, capaz de originar domas.

5. Supondo que um vulcão associa um tipo de erupção explosiva seguida de uma erupção efusiva, reconstitua a

sequência temporal dos acontecimentos mencionados, colocando por ordem as letras que os identificam.

A.

O magma ácido chega à superfície.

B.

A expansão dos gases magmáticos projeta cinzas e lapili.

C.

O cone formado apresenta alternância de leitos de lava e piroclastos.

D.

Registam-se os primeiros abalos sísmicos e a libertação de gases do cone vulcânico.

E.

Formam-se escoadas de lava.

6.

Existem diferentes tipos de rochas associadas aos fenómenos vulcânicos. As rochas magmáticas intrusivas ou

plutónicas apresentam aspetos que fornecem informações sobre as condições da sua génese. Comente a afirmação.

aspetos que fornecem informações sobre as condições da sua génese. Comente a afirmação. ANO LETIVO 2013-2014

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Grupo III Sismo abala ilhas do Pico e Faial nos Açores

Um sismo de 3,5 na escala de Richter foi sentido esta madrugada nas ilhas do Pico e do Faial, nos Açores, divulgou

o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA).

De acordo com o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), o sismo registou-se às

02:19 (03:19 em Lisboa) de hoje, 7 de fevereiro de 2014, e teve epicentro a cerca de 10 km a Norte de Santo

António, na ilha do Pico.

O

SRPCBA informou, num comunicado de imprensa, que o sismo também foi sentido na ilha do Faial.

O

Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores recomendou à população que adote

comportamentos adequados neste tipo de situações, recordando que devem manter a calma perante possíveis réplicas.

que devem manter a calma perante possíveis réplicas. Figura 4 - Enquadramento geotectónico dos Açores Baseado

Figura 4 - Enquadramento geotectónico dos Açores

Na resposta a cada um dos itens de 1. a 6., selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta.

Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

1. A Placa Norte Americana e a Placa Euroasiática movimentam-se uma em relação à outra cerca de 2cm por ano. O limite entre elas é considerado um limite

(A)

destrutivo e o sentido do movimento relativo entre as duas placas é convergente.

(B)

destrutivo e o sentido do movimento relativo entre as duas placas é divergente.

(C)

construtivo e o sentido do movimento relativo entre as duas placas é divergente.

(D)

construtivo e o sentido do movimento relativo entre as duas placas é convergente.

2. O sismo sentido nos Açores teve o epicentro na Ilha do Pico e foi registado com

(A)

a mesma magnitude, 3,5 na escala de Richter, em todas as ilhas.

(B)

a mesma intensidade, 3,5 na escala de Richter, em todas as ilhas.

(C)

magnitude máxima de 3,5 na ilha do Pico e um valor menor por exemplo em S. Miguel.

(D)

magnitude de 3,5 apenas junto do epicentro, na ilha do Pico.

por exemplo em S. Miguel. (D) magnitude de 3,5 apenas junto do epicentro, na ilha do

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3. Ocorre um sismo sempre que

(A)

duas placas colidem, mantendo a sua posição relativa.

(B)

uma placa cede em relação à outra provocando uma nova acomodação.

(C)

se inicia a deformação das rochas.

(D)

existe uma deformação na parte superior da litosfera.

4. O estudo de como varia a velocidade das ondas sísmicas revelou que

(A)

as ondas P se deslocam mais lentamente que as S através da crosta.

(B)

as ondas sísmicas se deslocam mais lentamente no manto porque este é muito denso.

(C)

o núcleo externo é líquido, já que as ondas S não se transmitem nesta camada.

(D)

o núcleo externo é sólido, já que as ondas S não se transmitem neste meio.

5. A maioria dos sismos é de origem

(A)

tectónica e quando ocorrem nas zonas de fronteira de placa denominam-se sismos intraplaca.

(B)

tectónica e quando ocorrem nas zonas de fronteira de placa denominam-se sismos interplaca.

(C)

magmática e ocorrem na região da Dorsal Médio Oceânica junto do rifte.

(D)

magmática e ocorrem em falhas ativas por onde o magma se liberta durante uma erupção.

6. A tectónica da litosfera é assegurada pela

(A)

maior rigidez da astenosfera, sendo esta também conhecida como zona de baixa velocidade.

(B)

menor rigidez da astenosfera, sendo esta também conhecida como zona de baixa velocidade.

(C)

menor rigidez da astenosfera, sendo esta também conhecida como zona de sombra sísmica.

(D)

maior rigidez da astenosfera, sendo esta também conhecida como zona de sombra sísmica.

7. Tendo por base o sismo dos Açores, ordene as letras de A a F, de modo a reconstituir a sequência cronológica

dos acontecimentos relacionados com um sismo. Inicie pela letra A.

A. Acumulação lenta de tensões em profundidade.

B. Registo de ondas S em estações sismográficas da ilha do Pico.

C. Determinação da magnitude do sismo.

D. Propagação das ondas P e S a partir do foco sísmico.

E. Libertação de energia pela rutura dos materiais.

F. Registo de ondas P em estações sismográficas da ilha do Pico.

8. Faça corresponder a cada uma das características relativas às zonas da estrutura interna da geosfera, que constam da coluna A, o termo ou expressão que as identifica, expresso na coluna B. Utilize cada letra e cada número apenas uma vez.

 

COLUNA A

COLUNA B

(a)

Zona delimitada pelas descontinuidades de Mohorovicic e de Gutenberg.

(1) Crosta continental (2) Crosta oceânica (3) Litosfera (4) Astenosfera (5) Mesosfera (6) Manto (7) Núcleo externo (8) Núcleo interno

(b)

Zona constituída essencialmente por rochas ricas em sílica e alumínio.

(c) Zona atravessada unicamente por ondas sísmicas longitudinais.

(d)

Zona formada por rochas magmáticas de natureza basáltica.

(e)

Zona constituída essencialmente por ferro no estado sólido.

9. Explique, com base nos dados da figura 4, o menor risco sísmico das ilhas do grupo ocidental relativamente às ilhas do grupo central, Pico e Faial.

risco sísmico das ilhas do grupo ocidental relativamente às ilhas do grupo central, Pico e Faial.

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GRUPO IV

Maçã para o coração e amoras para a mente «Bravo de Esmolfe Uma maçã com benefícios cardiovasculares» e «Amoras silvestres portuguesas, uma aposta como alimentos funcionais para o cérebro»( …). O estudo do IBET sobre a Bravo de Esmolfe sugere que a maçã é um fruto promissor a nível da saúde cardiovascular devido à composição em fibras, como a celulose, e polifenóis os quais permitem diminuir os níveis de colesterol no sangue(…). Os resultados obtidos indicaram que apenas a Bravo de Esmolfe foi capaz de reduzir significativamente todos os biomarcadores estudados, como os valores de triglicéridos, o colesterol total e LDL e as LDL oxidadas. De salientar ainda que, os baixos teores de frutose, fazem dela um bom aliado para as dietas. As conclusões aplicam-se aos ratinhos mas ao transpor as doses para humanos isso corresponde a comer duas a três maçãs Bravo de Esmolfe por dia. “Se uma pessoa comer diariamente a Bravo de Esmolfe pode ter benefícios a nível da saúde cardiovascular”, garante Teresa Serra( Outro fruto português benéfico para a saúde, nomeadamente na prevenção das doenças do envelhecimento como as doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou Alzheimer, é a amora silvestre( Segundo a investigadora do ITQB, “os compostos conhecidos por polifenóis, mesmo depois de submetidos a um processo que mimetiza a digestão alimentar, conseguem proteger neurónios de um stresse oxidativo”. O stresse oxidativo é um mecanismo comum a diversas neurodegenerações. Além de nós, as cabras, que são excelentes exploradoras e conseguem encontrar a sua própria comida, também devoram as amoras. O esgotamento dos silvados pelas cabras tornou-se, um problema ambiental em algumas Serras de Portugal, uma vez que, as populações de melros, que também comem amoras, começam a diminuir.

Adaptado de: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55968&op=all, consultado em fevereiro de 2014.

consultado em fevereiro de 2014. Na resposta a cada um dos itens de 1. a 6.
consultado em fevereiro de 2014. Na resposta a cada um dos itens de 1. a 6.

Na resposta a cada um dos itens de 1. a 6., selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta. Escreva, na folha de respostas, o número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

1. Sempre que os melros e as cabras se alimentam de amoras, os dois organismos ocupam

(A)

o mesmo nível trófico dentro de biocenoses diferentes.

(B)

o mesmo nível trófico dentro da mesma comunidade biótica.

(C)

níveis tróficos distintos dentro da mesma população.

(D)

níveis tróficos distintos dentro de comunidades bióticas diferentes.

2. As células constituintes das maçãs e das amoras são

(A)

procarióticas pois apresentam o material genético livre no citoplasma.

(B)

eucarióticas pois apresentam o material genético livre no citoplasma.

(C)

procarióticas pois possuem o material genético rodeado pelo invólucro nuclear.

(D)

eucarióticas pois possuem o material genético rodeado pelo invólucro nuclear.

3. As cabras, vorazes devoradoras de amoras dos silvados, são classificadas como seres

(A)

autotróficos uma vez que conseguem procurar sozinhas o seu próprio alimento.

(B)

heterotróficos uma vez que se alimentam da matéria orgânica elaborada pelos silvados.

(C)

heterotróficos tal como os silvados.

(D)

consumidores pelo facto de obterem matéria inorgânica elaborada pelos silvados.

(D) consumidores pelo facto de obterem matéria inorgânica elaborada pelos silvados. ANO LETIVO 2013-2014

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PÁGINA – 8 4. A amora silvestre portuguesa é um fruto benéfico para a saúde,

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4. A amora silvestre portuguesa é um fruto benéfico para a saúde, nomeadamente na prevenção das doenças do

envelhecimento como as doenças neurodegenerativas Parkinson ou Alzheimer, uma vez que

(A)

protege as células nervosas do stresse oxidativo.

(B)

acelera a degeneração dos neurónios.

(C)

alimenta as células nervosas apenas nas pessoas com doenças neurodegenerativas.

(D)

permitem a lenta degeneração dos neurónios nas pessoas com Parkinson ou Alzheimer.

5. A celulose e a frutose presentes na maçã são respetivamente

(A)

um monómero e um polímero de prótidos.

(B)

um monómero e um polímero de glícidos.

(C)

um polímero e um monómero de prótidos.

(D)

um polímero e um monómero de glícidos.

6. Os resultados obtidos indicaram que apenas a Bravo de Esmolfe foi capaz de reduzir significativamente os

níveis de

(A)

hidratos de carbono no sangue.

(B)

lípidos com função energética no sangue.

(C)

lípidos com função reguladora no sangue.

(D)

prótidos com função reguladora no sangue.

7. Faça corresponder a cada uma das afirmações expressa na coluna A, a respetiva estrutura celular que consta

na coluna B. Utilize cada letra e cada número apenas uma vez.

 

Coluna A

 

Coluna B

(a)

Encontra-se em redor do organelo que contém a maioria do material genético

1 . Núcleo

da célula.

2. Complexo de Golgi

(b)

Estrutura que mantém a integridade celular, sendo responsável pela troca de

3. Cloroplasto

substâncias entre o meio intracelular e o meio extracelular.

4. Parede celular

(c)

Estrutura que confere proteção e rigidez à célula.

5. Membrana celular

(d)

Organelo envolvido na fotossíntese.

6. Vacúolo

(e)

Organelo envolvido na produção de energia por parte da célula.

7.Retículo

 

endoplasmático

8.

mitocôndria

8. O melro-preto Turdus merula ocorre naturalmente na Europa, mas foi introduzido na Austrália e Nova

Zelândia na segunda metade do século XIX. Esta população de melros da Austrália cresceu descontroladamente, porque não existem predadores locais. Em 2005, foram abatidos cerca de dez mil melros, porque estavam a dizimar os escassos recursos destinados às aves domésticas. Relacione a necessidade de abate dos melros com as alterações verificadas na dinâmica do ecossistema natural, após a introdução deste animal na Austrália.

Cotações Grupos Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IV Total Questões 1 2 3
Cotações
Grupos
Grupo I
Grupo II
Grupo III
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Questões
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5
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200
Subtotais
45
40
60
55
Bom Trabalho!
A professora: Ana Cláudia Oliveira
5 5 5 10 15 200 Subtotais 45 40 60 55 Bom Trabalho! A professora: Ana

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