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CluVe em grande nos Campeonatos Nacionais de Pista Ar Livre CAMPEÃO NACIONAL FEMININO - VICE

CluVe em grande nos Campeonatos Nacionais de Pista Ar Livre CAMPEÃO NACIONAL FEMININO - VICE CAMPEÃO MASCULINO 27 atletas - 82 participações 40 títulos nacionais - 16 segundos lugares - 10 terceiros lugares 3 Recordes Nacionais

Isabel Fernando Costa Ribeiro Carlos Sara Ivone Lopes Martins João Lobo Almira Helena Carlos Travessa
Isabel
Fernando
Costa
Ribeiro
Carlos
Sara
Ivone
Lopes
Martins
João
Lobo
Almira
Helena
Carlos
Travessa
Pedro
Mateus
Carvalho
Gonçalves
Gerardo
Mário
Carapinheiro
Afonso
Carlos
Bento
Alberto
Macedo
Ribeiro
Baptista
Nunes
Paula
Agostinho
Eduardo
Martinho
Céu
Moreira
Emília
Teresa
Jorge
Martinho
Cunha
Nunes
Mendes
Vitor
Carvalho
Gomes

O CluVe teve uma representação de luxo!

Estiveram 27 atletas presentes, sendo 9 mulheres e 18 ho- mens. Pena, José Ribeiro, que adoeceu na véspera, não poder ter estado presente (as melhoras rápidas). Todos, sem excepção, deram o máximo.

Houve 3 recordes nacionais (Céu Cunha, Paula Martinho e Matos Santos) e muitas marcas pessoais superadas.

O CluVe voltou a ser Campeão Nacional Feminino e os homens

recuperaram o título de Vice-Campeões, que haviam perdido no ano pas- sado. Além disso, foi o único clube (por equipas) que subiu ao pódio em femininos e masculinos. Aproveitamos para agradecer o apoio à “SAB- SEG.PT Seguros” à nossa participação nestes nacionais. Destacamos, ainda, Carolina Antunes e Mafalda Gonçalves, am- bas atletas da CluVe-Escola de Atletismo Helena Carvalho, que estiveram presentes e foram voluntárias da organização. Um agradecimento a Gra- ça Afonso e Sandra Soares pelo apoio dado na logística.

Uma palavra especial para os acompanhantes dos nossos atle- tas, em especial para a Esposa do Sr. Martinho e Mãe da Paula, pela presença constante e boa disposição; Destacamos, um momento alto dos Campeonatos, quando em plena competição, a organização pede um minuto de silêncio por dois

atletas e homens do Atletismo, recentemente falecidos: António Caldas e

o nosso Jorge Grave. Arrepiante! Os nossos atletas que vão participar no Campeonato Mundial Master, em Lyon, mostraram estar em bom momento de forma: Teresa Mendes, Vitor Gomes e João Travessa.

No global, uma boa organização por parte da ANAV, com al- gumas pequenas falhas. Não há nada a apontar, por isso, à dedicação

e vontade de corresponder por parte dos elementos responsáveis. Um abraço para todos na pessoa de Alexandre Monteiro. Parabéns a todos !

Editorial

É absolutamente natural que abordemos as carências da mo- dalidade num contexto diversificado. Apesar de se verificar aumento de atletas e competições, con- tinuamos a lutar contra adversidades, especialmente no concelho de Coimbra, onde existe elevada população escolar, clubes e instalações desportivas. Todos os responsáveis afectos à modalidade, apesar das di- versas dificuldades de meios, lutam pelo seu crescendo, mas também conhecem os apertos dos clubes que, com raras excepções, dependem de uma carolice por vezes efémera dependente de situações pontuais que arrastam para uma agonia nem sempre recuperada. As disciplinas mais técnicas lá vão vivendo com pouca forma- ção e escassas competições. As disciplinas mais associadas às corridas de fundo, em estrada e afins (ditas populares), têm competições durante todo o ano com participação e organizações estruturadas e meios finan- ceiros apelativos e a euforia presencial que atrai menos competitividade, mas expressa o convívio por vezes de natureza familiar. Como se não houvesse outras considerações, a realização das provas mais exigentes do calendário de pista, realizam-se fora de Coim- bra.

As nossas pistas, embora a CMC e EUC nos apoiem, o que pessoalmente reconhecemos, não estão suficientemente apetrechadas para realizações desportivas atractivas, de valor e homologadas para realizações de qualidade receptiva e atraente, incluindo neste âmbito o próprio público. Agradecemos a todos os que têm apoiado a manutenção da modalidade, mas é tempo de encarar exaustivamente este diálogo de décadas. É certo que há modalidades que conseguem ser autónomas, pois as características e funcionamento o possibilitam, mas a deficiência em meios e instalações para a actividade anual do atletismo deixa-nos afastados do que legitimamente desejaríamos. Se mantivermos as mesmas condições, ou pequenas melho- rias, é certo que, em alguns casos, os efeitos estimulam a modalidade, mas ficamos bem longe do que seria de esperar. Concluindo, ou se conjugam esforços variados e se planeia, a longo prazo, a estabilidade da modalidade, com apelo a diversas en- tidades e progressão sólida e calculada, ou corremos o risco de nos mantermos eternamente em ondulação de maré baixa.

Rui Costa

Campeonato do Mundo de Atletismo Master - Lyon

Decorre na cidade francesa de Lyon, de 4 a 16 de Agosto, o Campeonato do Mundo de Atletismo Master - Pista Ar Livre, com a parti- cipação de mais de 8000 atletas e repartido por 5 estádios. Na representação nacional, há quatro atletas do CluVe que partem com o objectivo de melhorarem as suas marcas pessoais. Teresa Mendes (W50) vai participar nos 5000 e 10000 Marcha, Vitor Gomes (M50) nos 5000 metros, João Travessa nos 100 metros, 100 e 300 me- tros barreiras e salto em comprimento e José Ribeiro (M60) no Crosse, 5000 metros e Maratona. Integram, igualmente, a comitiva Alexandra Lamas (W40 do Clube de Condeixa) e Augusto Cavaleiro (M50 - Académica).Há última da hora, José Abade (CluVe) foi obrigado a anular a sua participação por não ter recuperado de uma rotura muscular.

Uma época excepcional

Esta é uma época para recordar. Quando a Direcção do CluVe traçou os objectivos para esta época, alguns duvidaram da nossa capacidade colectiva para as concre- tizar com êxito. Puro engano! Com a colaboração de todos conseguimos a re-

alização de uma época excepcional. Destacamos as participações nos Campeonatos Nacionais Master de Pista Coberta (xx titulos, etc) e ao Ar Livre (Campeão Nacional Master Feminino e Vice Campeão no Masculino, 40 títulos individuais, 16 segundos lugares e 10 terceiros, 3 recordes nacionais e 27 atletas presentes); o impacto e recorde de participantes no 3º Torneio Inter- nacional de Atletismo Master “Cidade Coimbra/OralMed”; a 4ª Corrida “Coimbra entre Margens”; pela qualidade dos oradores e número de participantes o debate sobre o futuro do Atletismo; a feliz criação da “CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho” e porque não a nossa par- ticipação no Campeonato da Europa de Pista Coberta, em Torun, Polónia. Tornámo-nos, também, no primeiro clube associado da ANAV. Juntando a isto, o aumento do número de atletas e sócios.

O trabalho, a união e os objectivos comuns foram a chave do

sucesso. No entanto, tal só foi possível porque melhorámos as nossas condições de trabalho com a nova Sede. Queremos partilhar, por ser um acto de elementar justiça, este nosso contentamento com quem, desde a primeira hora nos apoiou: Ve- reador do Desporto da CMC, Junta de Freguesia Stº António dos Olivais,

União de Freguesias S. Martinho e Ribeira de Frades, ADAC e seus juízes, OralMed, SABSEG.PT Seguros e Corpos Humanum. Acreditamos que estamos no bom caminho. Vamos para umas merecidas férias (outros ainda vão partici- par nos Mundiais, em França, ver texto), no entanto, a partir de Setem- bro, uma longa caminhada nos espera. Para já, temos a nossa “Gala dos 25 Anos!”, a 24 de Outubro, e as eleições para os Corpos Gerentes a 31 do mesmo mês, a juntar à nossa actividade normal.

Boas férias!

Carlos Gonçalves

Casos de Arbitragem

normal. Boas férias! Carlos Gonçalves Casos de Arbitragem No Campeonato Mun- dial de Provas Combina- das

No Campeonato Mun- dial de Provas Combina- das em Pista Coberta, no Decatlo Masculino, com 22 atletas, um atleta pediu na

Câmara de Chamada para alterar a série dos 1500m onde ía, para a última sé- rie onde iam correr atletas com melhor ranking pois era um atleta com um tempo de bom nível nessa prova.

O seu pedido não foi atendido, por duas razões, devido à regra

200.7:

- Na última prova de uma competição de Provas Combinadas,

as corridas deverão ser elaboradas de tal modo que um grupo contenha os atletas melhor classificados após a penúltima prova. - O(s) Delegado(s) Técnico(s) ou o Árbitro de Provas Combi- nadas terão autoridade para modificar qualquer grupo se, em sua opi- nião, tal for desejável.

Helena Carvalho

Campeonato Nacional de Atletismo Master - Óbidos Classificações

Nacional de Atletismo Master - Óbidos Classificações Por não terem podido estar presentes quando se tirou

Por não terem podido estar presentes quando se tirou a foto de conjunto no pódium, aqui ficam as fotos destes nossos atletas que também contribuíram para o êxito do CluVe.

atletas que também contribuíram para o êxito do CluVe. Fernando Santos Vitor Mendes Matos Santos Vitor

Fernando Santos

contribuíram para o êxito do CluVe. Fernando Santos Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil

Vitor Mendes

para o êxito do CluVe. Fernando Santos Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil Gonçalves

Matos Santos

o êxito do CluVe. Fernando Santos Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil Gonçalves Carolina

Vitor Cardoso e Gil Gonçalves

Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil Gonçalves Carolina Antunes e Mafalda Gonçalves, atletas da
Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil Gonçalves Carolina Antunes e Mafalda Gonçalves, atletas da
Vitor Mendes Matos Santos Vitor Cardoso e Gil Gonçalves Carolina Antunes e Mafalda Gonçalves, atletas da

Carolina Antunes e Mafalda Gonçalves, atletas da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho, colaboraram como voluntárias na organização destes Campeonatos.

Abdominais

Abdominais Muito se fala em fazer abdominais e para quê? Sei ir, neste momento, chocar quem

Muito se fala em fazer abdominais e para quê? Sei ir, neste momento, chocar quem me lê, mas a verdade é que os abdominais, nos círculos des- portivos dos países de Leste, e principalmente na Rússia, são vistos de forma diferente. Eis o que se passa: uma das maiores autoridades em fisiologia, Mel Cunhingham Siff, diz: “após alguma visitas de pesquisa à Rússia, em projectos de colaboração com os cientistas e treinadores do Leste, aprendi que muito dos seus peritos olhavam para os exercícios abdominais como um total desper- dício de tempo, porque consideravam que os músculos do tronco estão fortemente envolvidos em estabilizar ou movimentar a mesma, ou outra parte do corpo, durante outros exercícios. Numa conferência nos Estados Unidos, na Associação Na- cional de Força e Condição Física (NSCA), lembro-me de que um dos treinadores de topo, o búlgaro Angel Spasov, sorriu ao ser questionado pelos treinadores de força americanos que desejavam saber a melhor maneira de fazer abdominais para os “fortalecer”. A sua resposta foi a de que, se os atletas fizessem agachamentos, levantamentos e supinos,

e assim por diante, os seus músculos do tronco (o centro do poder)

já estavam mais fortemente envolvidos do que alguma vez estariam durante os exercícios abdominais.

A sua atitude não era única. Encontrei-a constantemente na Rússia e entre os melhores atletas olímpicos das nações do Leste. N. do T. O que é o âmago do “centro do poder”? É o tronco, onde ”encaixam” as pernas e os braços e envolve os seguintes músculos: oblíquos exter- nos e internos que correm em sentido inverso e estabilizam a coluna; os multifídeos de intervertebrais; os erectores da coluna e o recto abdominal que beneficia “por tabela”. Porquê fazer abdominais, e ainda por cima deitados, quando corremos em pé, lançamos em pé, saltamos e chutamos em pé? Nunca

vi no atletismo uma disciplina que nos obrigasse a estar deitado! Mais

ainda, tenho visto pessoas a fazer abdominais deitados e vindo rapida- mente para cima até tocarem quase com a cabeça nos joelhos. Primeiro, os músculos abdominais são tónicos (lentos); segundo, logo que o tron- co atinja os 40º, os abdominais já não funcionam, mas sim os flexores dos quadris. Aí está a enorme perda de tempo. Os anos de 1970 deram lugar a 2015! É aquele conceito: “ o que está bem não se muda”?!

Coligido por Prof. António Matos

ADAC publica Boletim nº 2

Coligido por Prof. António Matos ADAC publica Boletim nº 2 Pode consultar este Boletim em cluvecoimbra.blogspot.com

Pode consultar este Boletim em cluvecoimbra.blogspot.com

Piquenique do CluVe

O CluVe encerrou a presente época desportiva com um pique- nique realizado no bem tratado Choupal. Foram momentos de convívio, cumplicidade, alegria e acima de tudo amizade que, longe das pistas e da estrada, os presentes tiveram oportunidade de partilhar. Foi unanime o reconhecimento de que esta época foi bastante positiva para o CluVe, que está a comemorar os seus 25 anos, se tivermos em conta que a prestação dos seus atletas nas diversas competições foi sempre positiva, com especial destaque para os Nacionais de Pista Coberta e ao Ar Livre, o impacto do 3º Torneio Internacional de Atletismo Master “Cidade Coimbra/OralMed”, a 4ª Cor- rida “Entre Margens”, o debate sobre o futuro do Atletismo e a recente criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho.

criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho. FICHA TÉCNICA Propriedade: CLUVE Director: Carlos
criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho. FICHA TÉCNICA Propriedade: CLUVE Director: Carlos
criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho. FICHA TÉCNICA Propriedade: CLUVE Director: Carlos
criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho. FICHA TÉCNICA Propriedade: CLUVE Director: Carlos
criação da CluVe - Escola de Atletismo Helena Carvalho. FICHA TÉCNICA Propriedade: CLUVE Director: Carlos

FICHA TÉCNICA

Propriedade: CLUVE Director: Carlos Gonçalves Coordenação - Jorge Loureiro Composição: ANGOCAR (carlosgoncalves@me.com)

CLUVE Director: Carlos Gonçalves Coordenação - Jorge Loureiro Composição: ANGOCAR (carlosgoncalves@me.com)
CLUVE Director: Carlos Gonçalves Coordenação - Jorge Loureiro Composição: ANGOCAR (carlosgoncalves@me.com)