"Novo Modelo

-\r

ptra o Desenvolvimenío"

\RCO LÓGÍCO PARA tNTE(;RAç.IO

E

DESENVOLVIIVTENTO SLISTENTÁVEL"

. REGIÃO INTERN.{CIONAL DO IGTIASSfÌ AR-BR.PY _
(ConstiÍ[ída peln Resolução 4tl97 do Cl.tlpo Mercado.Cornürn do MeÍcosül)

Versão Ì.{o. 03
- Janeiro de 2.005 -

Projeto Aguas Grandes
'oUm Novo Modelo para o Desenvolvimento"

"MARCo r,ócrco DA TNTEGRACÃo n no
DESENVoLVTMENTo
-

susrnNiÁvnr.

nocrÃo TNTERNACToNAL Do rcuAssu AR-BR-py

(*R€giâo constituída pela resolução

,Íll

97 do GMC

- Grupo

-

Mercado Comum do Mercosül)

RraLlzacÃo'

recton
arquitetura, planejamento urbano-ainbiental, edificações
Responsável Técnica tJrban;sta

Arq. Màriàm Dâmem
CREA N'. 1ó.295/D

Uecúon
aqurbtun e ponejomenio

uÍbìono ambienlo

FOZ nO IGUAÇU, JANEIRO 2005.

e incorporações

Projeto Aguas Grandes
"Um Novo Modelo para o Desenvolvimento"

MARCo r-óctco n,L rnrncru.çÃo n no
DESENvOLvIMENTo susrnlqrÁvnr- nncroN.q.l
- RncrÃo TNTERNACIoNAL Do IGUASSU AR-BR-PY Projeb Águat Grunles é umaprcpostapaÌa compor
"Um Novo Modelo pala o DesenvoÌúmenlo" No câso
especíico da "Região Intemacional do Iguassu",
caracteriza-se como Marco Lógico da IntegÍação e do
Desenvolvimento SÌrstentável Integrado das Três
Fronteiras nas imediações da ConÍìuência dos Rìos
Iguaçu e PaÍaná - Aryentina-BÍasjl-PaÌagrai. Suas
dimensões básicas são: Infra-estrufu ral, Econômica,
Social, Ambiental e Político-Institucional. Apresenta
soluções técnico-científlcâs com ênfase na área de
ìnfrâ-estrutur& delrho de uma visão sistêmica de

interdependência e inleÍ-relações. Fundamenta_se nas
modemas técnicas qualtitalivas e qualitativas adotando
princípìos amplamente aceitos no mundo inteiro,
inclusive peÌas Nações Unidas e neste projeto ìnicial
tem como proposição céntra1, ":li.tnsÍoftnr a Região
Intemacional do lguttssu em Grunde Centra Logítlico
e nrríttico do Mercosul"

FOZ DO rGUAÇU, JANIIRO 200s.

-'Não se deve ir at.ás de obietivos fáceis É preciso bLrscar o
(clolço" a
,ìue \u p',Je ser al:ançaclo por ntero rlos ntato'es
t"ir.f. rn,Irrduo.n lì7 i'nlÌdu çe âlüda â torndì â \rJa
""' criaturas mais nobre e $Ìâis belâ' - Albert
drs dema;s
Einslean

CAPÍTIILO I _ ANTEC]EDENTES HISTÓRIcos
Na era pré-colombiar,a os jndìos guaranis dessa regiào hatritavam de fomta
harnôr,ìca e iltegÌacla a 'Regiào da Terra das Aguas {iraldes Y'GUassU Com o
descotrrmeDto da Anerca. âpós o drã!Ìático eucontro das culruras lusoìuspâlrca-Suarrrr c o
Iricio do doninio colonral escrar,o. e a existência do acorcio bralco" entre o Estâdo e â Ìgrejâ
que os "silvicolas evalgelìzados" nào de\e'ialìÌ ser escravizados. srlgelll os l1lìsstonetros
jesuitas. que corn as leduçòes guaÍâtiticâs. eln tìrr, es1òrço lreróico. tentaraDr assesurar â
lìberclade do por,o írdigenâ. evangelizardo-os

"

a sel utÌa irÌlpoÍalte ameaçâ ao nÌodelo cle eÌÌ4resa
estado peÍcebeÌì qüe essâs re.luções, conÌ apelas clois lideres
elangelistas conseguriallr ÌDotivâr. em an]or e eur liberdatle até 5 000 í.ìdios. ao tlâbaiho. às aúes.
à fé. à tecnoÌogra. ao col.Ìhecimento- etc: erÌqÌìaito que. Íadicaìmente ao cotìtiáflo, a proposta
colonial era do nÌodelo escnvista, usaldo como elenento de pe.suasâo. o ÌÌ]edo. o castlgo. a
lbr ça e o chicote.

-{s

realüções passariüÌì

colonial na epoca. pois

o

I)esta forolâ, estas rcduções apêrecenl colllo ulììa gÍanaìe ârÌÌeaca ao lìlodelo
colonial. pois tr]ossuialÌr urna estrul!ìra de deselvolvinento âufo-srÌstentado onde os írdios
guaranis pmduzrar,r de Íbrnla iDdepefldeote os seus pÍóptios rnstrunlentos de trabalho. passiìndo
inchrsive a ex6rorlar erva-nÌate e e corìro Enqlanto ua lógica coloniâl era estabeleci.la pela coroa
coln a ob[gatoriedade absolúa de prestigiaren-se exclusiverìÌente as elìÌpresas poftLìguesâs e
esparhoirs na aquisição de todâs as tèrtanÌentas de tr'abalho e Âs suâs tecnologias 1ìcÂ[do as
enÌpresas da nletìópole cono iuricas credencìadas 1Ìa iltenrediaçào da xÌìpoÍtaçào oLì expulação
dos produtos colrercialÌzados ra Àrnérica conto o arado. a eìrrada e oUfros ntecanlsnros.
Os etalgelìstas. acrrna de tudo, con setì trabalho assequrevarì1 a sobÍevivência do
idiorta e da c ltlìra guartuli. poìenì. por ser Ìlm lÌlodelo qlÌe se clÌocava diretanìente conì os
iÌlteresses estabelecìdos da colôlìia. Nrìitos rndigenas forarn sacriÍìcados Através da nÌais
esúpidâ vroÌêrrcia, rerror e node 1òram expulsos dizimaÌldo-se toda rrma civilização que lÌo1e
poderia se^ir de referêlcia a toda lossa humanrdade

Após o pe|iodo coioniâI. o genocidio da CfleÍra da Triplice -{liança. o pe.iodo
e{rati\ista cla ei:/:l-111âte e dâ miideira e a consolìdação dos modernos estados - AÌgetÌtitÌo,
Brasìleiro e Paraglìaio- enì rossa região. o naciônalisn'Ìo elìtra fofte eriÌ cena iDÌprirìircio Ììmâ
politica econôÌÌÌica extrenìâmellte restritiva a irìpoÍacão e ircentivadora das erportações, qUe.
sooradÂs às eleva.las e fieqúentes diÍère[ças e vaiaçòes cantbrais e taifárias eü cadã país.
fro \eÍa[Ì fo{tes estirüÍos a rìnì ir]tetìso xìtercâmbio regional fronfeirìço. o qlle âssegurc â
essas regiões de fionteira. o cümptilÌÌerrto do rrrais ìmpoÍante pâpel na hjstóüâ do processo de
deselr'olvilrento de todo o irÌterior de [ossa Anérica- trâ!Ìsformando a cidadrnia 1Ìonteir.ir:a
desses paises enr verdadeìrcs âgentes de mtegraçÀo comerciâI.

Á equa.lizâçào drs TEC s - Târ-ifàs Extemas C.Ìnuns e â estâhilidxde norletália
preconizâdas pelos países que conrprìelD nosso bloco econôfrico do NIERa]OSUL e â AI-CA é o
mrúor desalio paÍâ o desen\ol\iin'lento das Regiões de Fronleìrâ. prìncipâl$cnie 3 Reg;Ìo
IÌìÍelnacionil do Igüassü. unìâ dâs áreas de fionteirà ü1üs importantes desle HenìisféÌio

A partir de I 965 a cadâ I0 anos o€orrerarn transfonnãções irìrportantes parà â
hrsiória do nrìsso Cone Sul - enr Ì 965 â Ponte da "AnÌizade" - BR e PY: em Ì 975 - lnicro ,ile
"Itâqru BR e pY. ÈlÌ I 985 - Ponte da ''FÌâiern idgele ' AR e BR: eÌn Ì.995 - aonsolrdaçàó
do "MercosÌrl' coÌn a fonnação do GN,IC-(ìrupo NÍercado Cotlunr a partir dâ assinatur dâ ('rdâ
de Oüro Preto assirÌi1da eoÌ Dezemblo de 1994 Nâsce a pergunta: E enr 2 005Ì Vamos deìxar
acontecer oü varÌos làzer acontecer?

É leste corÌte]do qÌre. desdc a pÍjülarera de 1987. eu e orirüa esposs ì4âriânl.
persff a lespeìto de unr grande e ânt'igo sonho da ìrunranìdade como poderin os
polos d€ difeíenÍes râçâs e culturâs Íiverrn eDr p:ìz e harmoniâl Essã questào levarÌtolr erÌì
nós lrÍrde rììoti\ÂçÌo e cuÍrosrdade - ser{a possivel a irìtegraçâo entÍe os polos â re!!ão da
triplce liolÌteira ìlgerÌtina-Brâsil-PaÍaguai] Desde entÀo temos buscado as rcspostÀs parâ estas
começan'ìos â

alr.ÌcJtòes Sendo â rì;nha esposa para-rraìa e eu brs-sileiro com cìdadâ.ìÂnâ A-rgentüs notei que.

seglìiudo o ffeü pÍóprio e\enrglo, nâo harìa barreiras significatilas. iìlas sìÌn ufiiì grancle
oporfunidade. Ao observarmos a oÍigen destes três pavos, notírÍ1os que surgè da ÍìrsÌo cle três
culturas difercntes: Í.trs/t-Hisltít/1-(;u1fl1üri. f)en1oustiando qrÌe âs c lturâs dos diÈrefltes povos
nunca derem ser ercluJeriesi rÌrâs siDl úo[1pÌenìer]Íares e que da fies]1ra nr,ìneirâ qr.re
rccorÌlìecemos gÍarìde vaior la biodiversidade do rì1rÌndo r egetal e arifiral, a nlesnu ÍelaçÀo de
\ÂloÍ de\emos inlpÍinliÍ a nossa diveÌsidade ÌÌurÌânÀ a nossa di\€$idade éhica, a nr,'s.r
drrersidrde crrÌnrrrì

Esta lbi a prìmeira gra[de eridâlcia cle que é er_tremauente necess(Ìlâ lrnìd
cotvirência hâmôJrica e pâcificâ eDhe os po\os, ulna vez que coDì a Íìrsâo de srÌas cultrìÍas os
lÌorrens se totnâru rrìârs cLútos, rros ê cÍiâÌivos efi suâs possibllidades ale üda. ELrr nossrìs
olrse^'açôes, percebemos que grânde paÍe dos probleolas da hrlmiìnidiüe decoüe exâtanÌerÌte da
xÌtolerârÌcia e da discrríÌìüìação que alguns povos tìzeDÌ rnÌs dos olttros, a sab(r o LÌazisoÌo
aleLÌÌào. o aparthÈid ntììcaDo. o próp.ìo genocialjo ameíicaoo, a intoleÍárcja reli$nsa na -isra e
tanlos orLtros conflitos qüe res ltararÌr ern clanos ìúeparáveis a uDÌ mrltitudirìãrio narnlero de
rìc{as hr,rnaüa:s. colÌÌo registrilarìÌ Da glreÍâ coÌÌtÍa o Pa(âguai. que ceiforì nÌnitas vldas senr
Decessidâde -ìs grsndes guerras nlundiais provararn que a solidarredade. a convirèLlcra. a eticÂo respeito às dileÍenças cl Íurâis. racìaìs e a toleràrÌcia entre os po\os, sào insredielrtes
fundâmentâjs para â paz e a hârüìorÌrâ elìtre as lìaçòes

Corìtimìamos nossa buscâ de respostas. pâra esta qÌìestào e veÍificamos q e já
exjsteÌÌì lnrÌitas històias de sÌrcÈsso nâ Írajetó{ìâ da uniào entre os pô\aìs de nossâ règião. â sâbel.
pârceÍi:Ì entre BrÍsrl-Parãguar surgiu a gìgãnie geradora de eneìgia eletrica Itaipu
'ì!rlnâ
Rinacional. as Pootes da Fraternidade AR-BR e Amizade ER-PY truto de urÌì esforço coDjrtlto
desses povos. Enile oÌltri:ìs graÌìdes lÌistóriss de sucesso. poderììos citü a próp a fomaçâo en1
iìrÌdaÌÌenlo. do Meícosul.

[sto pro\.a que â urìiào entre

Às

naçôes .Ìmplia as pQssibilidades par" todos. e que

i1

üÌtoÌelincia reduz âs possibilidailcs de todos è que os ììÌeios rle aeesso cunprerr papel
lìrÌ,Llã'ìÌeIlal náo .<ria ni's.rrel imr:linrr esçs rrgrì,' e ar rrossri nâçóc. se',r üisc\ d(lur{ìrDliÍ'tL,s
Persando a este resleito su4Ìiu rìnìa nova questâo seliâ possírel o
desenvokimento sustentrivel desÍ€s três povos? Intuitìlamente nos \tio â respr)stâ - que â
susteotâbilidadc do desen\ohrnÌenlo destà [e{ìio sonlente e possi\.el â pattir dâ ilìtegrâção c
rìúiiìo destes tÍês po\os. pols do cor)hário, como enr rDuitos e\etÌìplos, não haverin chances de
vrver errr paz e confor€\ elìnente pâÍa nenhunl deles. lrma vez quÈ seria nais una hanell além
dos rios. cpre conro barreira fisica. os separam ÌÌünÌa espécie de coÍdào de isolanìento dos espaços
a p(rìto dÈ sÈ tomâreru ilrdependentes âparentemeute uil do outro VeÍlficalìtos quc estiÌ c unlD
rrnpo"sibilidacle rcrl e nrturrl. for !aros nìolr!o. se pelìsdtuns Las (lucíòe\ sociars. a rtrnrs
grâ\e delâ-s. especiÍicarÌente- a queslã(ì iia seguratÌça k)üÌa o isolanìènÍo [nÌ sérìo Íàtot de risco.
pois pode torrlâí o oulao espaço enì uoì rei'úgio para os transgressores ou ntesoro rrnr rtteio de
proteçÀo pàra os inúnren>s margìnais e contrâïentores. Se pensâÍmos nas qirêstões alìÌbientaì$.
percebe0ìos quc o peDsaÍ ÌÌp jsolamelÌlo é ul[a graiÌde estupidez. algo iDrpraticárel risto que utn
es0âço natural é continuldade do outrc. sèlÌdo ligedos e üÌterdepèndentes per si. As própÍias
Calàratas e uma só. qüenÌ institliu froíteiras foi o homenr. os parqnes nacionals. íÍgentuÌo e
brasileiro que cnrol\'eln âs câtàmtas. é unr amhienfe úlìico. integrado e consideraclo palrinrólìio
lrunclial da hürnaridade peìa UNES(-'O De ortro lado. a nossa nraior att\idade econouÌicú o
&rÍisnD - necessil destí integraçÀo p a que possa'ìús exploraÌ enr toda a sua plenrtude.
ÍrstiilLcicìnâllnente t3nìLlenÌ os riscõs do ìsolarrento sào lnttiÌo grandes. tendo etü vrsta que âs
instabilidades politica. social e ecorÌô[rica de unr espaço, fatâlnÌente úertèdlão tln] no outto.
gelaodo alìÌeiìÍ: iìs e inse{uraDças
A terceiR questâo e - como sena possivel pronìoveÍ a iotegraçâo eÌÌtre os po\os e

o desenroh.ìnrenro srtsteotárell Á respostâ a esta qlrestào nào é súnples. pois envolr.e ulrra
renlrdôde ettÍerìÌân)!1üÈ conple\â PoéDÌ. responder a estes qtìÈsljotÌâmetìtos é o plincçal
obletiro do Projeto Aguas (;íandes. onde apoÌì1a lÌÌarco lógìco.

( ApiIt LO r I - o pRo.tETO .it;t'.rs t;n.cl\ oe s
O prolcto jgnír í,ì'drríler nasceú do "Mounìento lgra-ssü - Terrâ

Guaranr' e é
íìuto dos solhos de nossa gente Este rüoviruento sócio-crÌltural È alnbjenial, suprâpaftidá I io- de
interesse Fúblico. de caráler supÍânaci(Ìnal teDÌ origenÌ no'l\Íânifesto do lguâssìr' rDcluindo seus
aìeros e bases conespondentes tegistrados no Cartório de Tituìos e Docunrertos de Foz do
Ìguaçr - PR - BR rìo diâ Ì9 de oltubro de 2 001. iútâdo ao Íegistro pÍoduzido elÌì I I de Dìôro de
l98R no CaÍtôno de TitlÌlos e DocÌuÌ1elÌtos de Foz do lgrÌâçu PRíBR) , propostos pela
IIÌ a(,1,\. eBpresa cle arquìÍetura, plÂrìêjanìênto urbano-anrbiental. êdiícaçòes c ulcorporaçòes
ètrr\.és dos seüs sócios os alquitetos Nilso Rafagnin{ÁR-BRi e Mariam J. Danìer Banìdi
RaÌàgnxr{BR-PY} onde eslâbelece rnarco-lógico do planejanrento estrãtégico. apontando os
rÌroÌos do deseürol\iDento sÌlstentâdo da ÌÌegìtío j te tuLìÒDul do litì'.\ t constituida pela
Íesoluçâo .11.q7 do Níercosul rro (ìÌúC-(Ìupo l\tercâdo ('omunì.

Tal prcposflì lbi âpresentâ(lâ a CPCM - Conìissào Pârlanìentar Conjunia tkr
\lercosul e ao Gor'emâdor do tjstado do Pâraná. tambénr subntetida fomìàlnìenre à âpreciâçào de
Sua Ëxcelênr:ia o Senhor Prcsidenie dâ Rèpúblicâ do Brasil Lula da Silra qrt ì!erìtr\!'u.ì
continuidade do pÍojcto. dâ nlesr'ìâ ÍÌrrria for dado o de\,ìdo conlìecinìento às outrzrs autolidades
dos tlôs ni\dis de go\'eulo dos h'ês piÌises
Tratiì-se de pnìp(]sta atnpllrnìenÌe divülgada e debatida no seio da conìÌrni(lade.
obtendo i0oio de ;núlìÌems segnìentos e cdÌs(tidando-se conro LÌnì projeio de ìÌÌteresse pútìlico
pelo câráler estralÈgrco. que contempla cìnc.r sistenìas tìrndrnlentais o l..onônìLo, :l)tul.
Pdíljto-! iitu.io úl. ,t Ánthìttrktl | ô l lì1!-Lsh.lttu(l colÌl especiâl énfãse nos espectos
tuústìcos, c{ltrrals e socio-anìbielriãis: adotando-se duâs dâtâs. como dâtas conìenìomti\âs do
uìicio do luorìÌnenÍo Iguasstr - Tena GtrarÌnr Todos os dias Ì I e ll de oulrìbro cle câcla alìo.
coircrderrtes com âs dâÍâs al0si.,/as âo ulfilno dia do indio da furrérica sem â pÍeseDçâ do lÌolnetÌ
branco. e siurbolicanreule a data do díauútllo encoìtto d.Ìs culturas luso-hispârrco-luuranr Do
lìosso conti{ìente- corÌì o DescobÍinìento da Améica

-{ consoÌrdação do rno\uÌìento esú detìnida para o dia 16 de rìarço de 2 005 cotìÌ
\istas à corÌÌlorrìÌaçâo do 'Ente Juridico Pró-Forur do Ìguassu ' conlposto iniciaÌoÌetÌte por utìì
miniuro de 0iiÌrês) pìefeitos Ja legiÀo. coln â inserçào _sÌadativâ das demais Ârìtoidades dos''N{rüÌicipios e Estados-Parte . Tendo a irrcunrbêrrcia politica de
aprovaçâo. âpÌicaqão e coDhole
direto ou terueiizâdo das inicÌiatir/ãs prevrstís. neslc que aErra cleuoltinunros lr,,T.r,, lqrr,rr
(inrrrl.1 .{ i[iciatila eÌr\,ol\e tôdá a sociedade civil organizada. corpodfìcando-se enì gnìpos
de corìrulìidâdes ÌepteserÌtatlvxs todâs quantas qtÌeitlrr partlcipar. ìlas dirersas nrodalidades e
cÀnrpos cle atüaçào. !-nvoheodo os três l]iveis de goverÌo de cada pais. conì vistas à oficiâlização
cle Courrroiclade rlQ Pób Turistico Internaaional do lguâ.-su , seudo or3alìzatlo na fòrma
colÌsoÍcìada ou iÍìdi\,iduàl e \olulìtárra a cadâ ano. nos periodos da sÈmârìa artèíor as dâtas de 26
de nìarço. data esliì de cometÌoÍâçào do arìtersário da assúÌatura do TntaJo de A.Lìnciónl
ìltercostrl. sernana enr qÌte se pÍorÌìo\erá. aìÌÌtalmente: otÌ aa fonÌa Bjenal. Ìrìúnìeros eventos de
caráteÍ sóci(Fcultuül e arnbiental. Integrando as tl€s nacões e tssocrados do Grupo ì\íercad<r
Conlrrt. estabelecendo regular e sistè[ÌaticarÌÌelÌte o mais amplo debate sobre nossas queslões
t'ronteiriças do l\íercosuì e da AnìéÌicÌ. Esse e\.ento culrnilará com grardes tèúiÌs. e\postçòeì
corÌcnrsos. com inírftrìções de pÍênÌios. centros de esiudos, lèstivajs e competições nas diveÍsas
lìocialidades das ntanifestações cr hr.âis. esg)rtivas c de hzer. nunlâ qtande festa de nosslt
coletir.iclade regionul e no inrbito do ÌúercosuÌ. selldo qúc os priDcipâis objetivos desle
rÌìovimento sào:

l)

Nlobilizar na fornra sticio-eultural a Conrrmidade da Regiào ÍÌteruacioDãl do lguassri'a
fìnr de estabeÌecer os tnstnìDìelìtr)s pâÍa ações dos -qovèmos nâ Íòrma consorciadiì.
rrsando o desenrolr'inìenlo aulo-sr$teÌìtâdo das três flonteirÀs conì a ànÌpla 1ÌÀÍicipacÀo
.Jatle crr rl trrgarrrzarla
th

".cr

2)

Atendcr os preceilos preconizados pela lei brasileirr io [.$oulo tlo ('ìL/ulc qoe
i[ttoduziu mecuìismos de pafiiceaÇâo pública. as leis correspondeutes à,4R e PY. e i
Resolucào do CIDE Ctuselho de Desen(tvinìento lnlegral dâ 'OEA - Organizaçiì{r dos
ËstÂdos AnìeriraÌos" qrìc define â csfrt(*iLt pdru ú lì1üìaçà(j du Iì|fiitixtç[ío t)úh!ì.a
not lt)nadur da deisào p!ft! o dcíttvtlún? lo sllslcntárcl .

j)

'ParqLìe Desporti.uo Tri-nacional AR-BR-PY ou "Parque De,spoÍì\'o
Ìntemacional do Iguassu'. ímplanÌènle debatido, dir,ulgado e aprovado JìÈla conìunidàde
esporti.r'.Ì nacioral e intemacionâ.1:

l)

Írnplementar rrm 'Plano de Desenlolvinreüto Regional lntegrado para â Regão
htemacional do Iguassu'. região essâ instituida pela resolução 41,/97 do GÀ,ÍC Cirupo

llnplantiÌr

o

Mercâdô CôDlÌrrìì do Mercosoli

5) l,nplantÂr o "Cornplexo Turistico Cultural e de Lazei', irÌstâlando o 'Teleférico dos TÉs
Nlalcls de FÍurteiÍâ - AR-BR-P\"" demonstrddo ao mundo a corrlivência hanrrónica e
pâcifrca que sÈ prelende erìtre todos os povos. especialmente os de tìossiì ÀÌéÍica Latinai
6) lrsntuir uur "Siurbolo'_ qrÊ sÈja ilrspiÍadoÍ de uossos souhos comrrus, princí)ios. \.aloÍes
peflìâllenles- e sirva de ìdertidade paÍâ de nossa Região InlenìaaiouÀl do lguâssu:

7l Pl()mover o hen'I .nnrun'r na forn]a inÍegrada dos MüniciÍ)ios e EsÌÂdos-Partes do Pólo
Torstico lnleÍnacional do Iguassu";
8) Viâbilizar a coìstÌtuiçâo de lrês parques urunìcipais ou mistos enrolr,endo os três marcos
de fronteirâ nacionaas em cada pais Junto ao 'Complexo Türistioo Cultural e de L5zer"
corÌl o 'TeleféÍico do ÌvlaÌi; das TÍês Florlteiías '

9)

IrÌìplelÌentar a constnrção do Arul da lntcgrução tíu Rcliào littcfiaaìonal do lguasut
üü$ Tr?\ !-m?tcir.tr dd A|Ì-BIU'\" oú ")ncl llulrì-Ãlolal AR-|JI|J'|" de corìroÍno do
pólo turilìtico em rìrÌì Íaio \,aÍiá\el de 20KlÌÌ a -10Kuì ô paúiÍ do ceÌìtro do cruzâfiento dos
rlos Iguâçu e Pararìá. tarìgelciaodo os três aeroportos. asseguÍaido llnìa peÍfeitâ
ìntegraçào das diveÍsas rìodalidades de tÍanspoÍe.
"como ìnstmnìÈrìto pam Âções í1tegÍâdas nos
hés rÌiveis de governo envolvendo ô sociedade civiì, corÈ a furalidade de defnir a politica
de desenvohimento sustentado da região constitúda pela resohrçâo 1l/ 97 do G.MC Gnrpo Mer'carlo Cortturrr,lo l\ler cosrrl

l0lúìstiluiro 'Fónttn lt rrútLionalrlo

I.qrrrr,_,Vr

DestÈs ob.ietiros surgitam as váÍias propostas. que ao longo do tempo foraDr
cotrsoljdaclas e apro!?das juitto à co|runiciade dã R4gião IüíerÍ1íttioratl tkt lgaass , cot]dorne
registro de pesquisas e docuDìeDtáios retidos-

DIMENSÃO I - INFRA-ESTRUTI]RA - SISTf,MA VIÁRIO BÁSICO INTtrGRADO AR-BR-PY
A Infia-Estrutur4 pnncjpâl vertente do Projeto Águas Grandès, onde se assentaÍâ o Modelo de
Detenvolvimenío Suslenlável: caracleÍizado como marco lógico do "l'lct ode Desenvolrí entue
Inte grcção da RegÍão de Confluêncìa dr.ts Rios lguaçü e Paruná ", nas fronteiras da AR BR PY
que, aprovado pelos govemos; iÌnplantada em conjunto com Sistema Viário Básico a ser
estabelecido, orìentará e disciplinará definitiva.ÍìÌente o uso, ordenamento e ocupação dos solos
urbanos; hierarquizando e integrando todos os sistemas de transportes mìcro e ÌìacÍo-Ìeglonars
no contexto de cada pais, estabelecendo um verdadeìro anel de segurança e integração da
" Re gìão do Pólo Turíst1co Iníernacional do lgüdss, " constìtuídapela resoìução 4ll 97 do GMC

Denominâção: "A et de (:oníomo e Integração da Regitu Iníemacìonal .lo 1g ãtsu" - "Ánel
híemodal" - "Anel Muttì-Motlat" Du "Anel .te Inlegnção clas 1rês Ì'ïonteir.ts.AR BR-Py" o11aindã:
"AnelMltltÌ I4o(lãl dd RegÌão I ternaconaldo lgutttsll'
Objetivos:
a) EstabeleceÍ marco lógico para o planejamento estratégico regional;
b) Integrar os Sistemas

[e Transporte Hidro-Aéreo e Rodo-Fe[oüario Regional;

c) Oferecer as condìções ideaìs para o estnto ControÌe Fisco-Alfandegário e Migratório:
d) Ìntegrar os Complexos Adüarìeiros incÍementando Entrcpostos InteÌmodais;

TenitóÌìo;
l) Oferecerplenas condições para a segurança fisica rcgional;
e) CriaÌ Plano de Ocupação e Uso Racional do

g) Buscar assegurar a qualidade estética, espacial e ambiental de forma definitrva nos contexlos
locais e regionais no conjunto dos "Municipìos e Estados-Parte";

h) Oferecer as condições de suporte paÌa o novo modelo de desenvolvimento .egional ìntegrado

Justificativa:
l. A fragilidade econômica da regìão, inter-dependente, vinculada a poúarias da receita federa]
brasileira onginada na "cota de tunsmo"; os "Royaltjes de Ìtaipu" que cessam obrigatoriedade de
pagâmento em 2.003 e a gúve situação de informalidade de nossa economia e o impacto
positivo e substantÌvo em lermos socjajs, econômicos, politico e ambiental do pro1eto
2. O preluizo do Brasil calcuÌado pela CPI do Narcotráfico do Parìamento BrasjÌejÍo em 2.004

póxìmo de 16 Bilhões de Reais poi ano pela faÌta de infÌa-estrutura para o confole flscoalfandegáno nas frontejÍas, estimados em 40o% desse montante paranossa região Íri_nâcionâl
3. O Projeto Águas Grândes pÍevê junto às suas instalações. a mais avançada infta-estiutura pare
o controÌe fisco-a.lfarÌdegário e migÈtóÌio
4. O fatuÉmento previsto próxÌmo de U$ 60 MiÌhões de Dólares Estadounidenses do projeto e
seu efeito multiplicador, ÍaÌlslorma o projeto em uma poderosissima arma na busca da auto_
sustentabilidade tendo em vista os ite[s 1, 2 e 3 acima, estabelecendo um ordenamento fisico
tedtorìal e ambiental que assegurerá a qualidade de vÌda de nossas futuras gerações

A importância dos Íoyalties para a economia paraguai4 o elevado Grau de Inter-dependência
dos "Municipios-Parte" do "PóÌo TLÌristìco Ìntemacional do lguassu" e a letal combinação da
divida do municipio brasileiro de Foz do lguaçu com suaprevidêÌlcia, superando R$ 200 milhões
de ReaÌs, integrada à suspensão do pagamento dos "royalties" de Itaìpu em 2 023 é uma grave
ameaça ao desenvolümento sustentável regional
5.

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D6enho Na 01 - Marco Logico do Now Mdelo de Desenw)Mmenb fustenrjnryt da Região
Iútemaciorú I do lgrsssu

.ANDL DE CONTORNO FERRO}:TÁRTO'
D.4 REGIÃO TNTERN.ICION.4L DO IGAÁSSA -ÁT,.BR.PY

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De$nho No. 02 - Aprut'í'ítumcnlo do Proieto tlu Etcn';ão clo RmtalJL't Ftttoc\te(BlÌ)
'IRAI\,IO No. E CÁS('AVEL FOZ DO IGITAÇI|-?R(BR)
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DLsenho

3

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T}ïNÍENSÀO

:

- ('OÌ\{PLEXO TIIRiS TICO CTU,TTIR,,\L Í] DE I,AZER

Esta verte[te das -iSluas Glandes prc\'ê r inlerligacÀo lìsica do.< lÍés n]arcos
dr AR-ÍJR-P\'. rra confìoència dos nos Íguaçu e Pamlâ. arr'lres de cabos aèreos. enr
rÌn1 sisterÌra leleièflco Llc tÍiìnsporlê. ilrcluindo urbâÌÌizaçào correspondaÌÌte erìì cadì pnis.
eslrbelecentlo o ConÌpie\o lìústico ( tllflrlãl c de LazeÍ lntegrÂdo diìs Tr€s Ftonteila( nütÌìa
tronÌerras

leralad€irn anlôstÍiÌ \'i\'Â" da colì',i\'ència hanìôlÌic c pacitica que s!'pÍetendc eno'È lodos os
po\os, espe.ialnlente de noss:r ,Lrrérica Latrna

()s objeí\os sào: tì) (Íar 3(TÍés) PÍlrqÍes À,Írnrcrp.rrs. NaciôIìai! or Níistos
Irrlegrados da AR-E R-P'\' prolegerìdo os i{T,ési \Íarcos Hìstor icos-Ceogr áiì cos e Tudsrrcos
Nscionnis. b) rntc'grá. o PY ro circuib furistic() do ntercosuìi () \'tíbrlizar econruÌÌcarìL-ìÌte IrìÌ
Parquê Niìcional no PY 1Ì!Ío1ìd4 e Benoü). d)issegurir corÌtribuicÀo do PY a bìodi\,eÍsidâde
resionel. e) qr.radrul-.licar o in.lresso do TurisnÌo Interlì3cionâl do PY- f1 deslacar o tènônreno Ja
slrìÌ(LltarÌeidade. g) auÌÌìenlar o tenlfo de peÍrlanéncra módra do nrrrsfa em tìossa Íe!rào h) incl!ìrr
os {Íês nìarcos fÌúrtcìiï()s dâ -{R-BR-PÏ no circuilo turistico plrncìpeÌ juDlnnlentc corlt
( rlirÍalì. c llarlrr i) rcl'osrci,trar cs0iìl(rlLalìleÍlÌc rro.qr ll)ìi]-teDì rìos forìl(\1o.. arct(,IÍfls (
ìrtemacionais de crlir plis

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L'lSP,iF.,til;irtr;tiË,SJw,*.t$I'dg,h

0-l Tias I'Lt]1lrat i\ÍÌttiiciptlis Ntlcì.rnLtís o)t Ìllitk)\ rÍ1\-olrcDdo . ptt:tcgendo ot
ìfdrcos Txtiqj..rs. Hisrirìuts e (icog,u-lìtos Nutìntaís nat firtnreíras du AR-IIRlf

I)esctuho No.

DIMINSÀo

3-

SÍNÍBoLo PARA

,4.

REcIÃo Do PÓLo TURISTICO INTERNACIONAL Do

ILI {SSI {R-BR P\.

A

proposta. taDÌbéln apìolada pela coìÌìunidade, é a iÌìstitlìoionalrzação de unla
nlaroa de iderlidade corporâtila própria patà a Regiào clo Pólo Turistico Intenracional do
Iglìass!". qrìe seja facilìrleôie identilìcada conro nrarca de quâlidade e âuterìticÌda.le de llossos
produtos e seniços JurÌto aos nÌelcados nacÌolÌais e rDterÌÌaciorìiÌis. um verdacleìro simbolo
inspirador de lossos sor'Ìhos corìÌüìs e valorcs permarÌelÌtes. respeitâìdo a sobeìanlâ de cadâ pais,
os ideâÌs de liGrdade. e qlre Ìlos lrâga À nenìória de nranerra pelÌÌaìÌente. o mais elerado
espirito cle frateniclacle. aÌegria, paz elÌtre os poros, amor a Deus e rcspeito à rÌattìl eza
Vâlotes Intrínsecosi
''Panarrlbi YeÍá (Do idioìrÌa guarani : Borboletâ que billìa)/ BoÍboletâ r'Mariposa . icorre da
Bio-DiveÍsidade e clÀ Libeìdade'. 'A Consh çâo de uma Marca : Sirrbolo pâra Regrão cla-s
Três Fronteiras AR-BR-PY. "j\tLìdíLnça N{etanroúbse'; "TÍanslòrnuçào. "'Novo
Nascimento': DespeftaÍo Sonho. aImaginaçào e  Auto-Estima'.

l)estnho

No.

0l

Sínthoht

th

Ragtão htttrnocutnttl

&t k:| rflt - AR-BR-ltY

DIMtrNSÃO{

SISTINLA. DE TR{NSPORTE

CoLETIvo INTiIGRAÌ}o

TRF,S FRoNTí.TRAs

TntegÍâçào Regio!Ìal Flonteillça atrâ\'és da rüplâÌltaçâo de sìstelia de transpo!1e

coleti\,o ìftegrÂdo das três fionteìras AR-BR-PY Srsterra Dors -\gas EÌÌr sisteÌna de
propulsão â gás de Ì1idÍogènro,'b'ogiis,/ gás de petóleo,/ eìétïlco. oü oütro sisterìâ nào foluerite
inteÍll{ddo ìa lirìha veíìelha a Hidreléttrcâ de ltaç BR e PY aos n'ìaÍcos desses pâises e na
li1üâ verde llgâtÌdo âs AïeDidas das Catalatas dÂ,AR e BR aos marcos frontei[ços da AR e BR
sendo o enü:oncarÌÌerÌto clo Sìstema Dois ,{gás" em unr grande telr'rinal de tralsporle rodor.iário
uÌbârÌo útegrâdo lÌâ região prc\rma âo marco fronteiriço brasileiro no BÂir.o Poúo NIeira

ARGENTiÌ.IA

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F,Ëcr.{,' )r'j:ïÊÌ!ÁcloÀÂL ri, rôüatçürÀe-P{

Dcsenho No.

05

7

E\tltlcntu pdftt SirtanìLt Lle lj'u,r] )rtc
,4R-BR-I'v

(olttitv

Intc'lrudo nas Trêt l-ronteinlt

ObsrEsse nÌodelo sonerìte será 1iá1elipós co[pleta Ì€âlizâção do Alrel de

Ìl

Integrâção Anel InlerÌüodàl

DTMENSÀO.I _ PÂRQUE DESPORTIVQ INTERNACIONAL DO IGTJASSTI

PARQUE DES PORTIVO

ÌRI.NACIONAI- - AR-BR-

PY

ïrÌpituÌtação do Parque Desporliro lÌÌtegrado lìâ área de Frolìteira entrc AR-BR-pl..
deÌÌtro das 0orÌÌÌas do CoiÌiÍê OliÌÌrpico Ilttemacional. respeitaldo o conte\to sócÌo-ecoouIÌr!o e
politìcír .lâ Ìegiào co nstitu icla pela resoluÇâo ,lÌ/97.1o lvÍercosuì

0bjetivosl
I
2

,l
.1

5

6
7

8

PÍorüoveÌ ,o espoúe corì'ìo fiìtor. de attaçào turistjciL ìDtegraçào e lazer na
colìrunìdâde regional fi onteirica:
Implaltar un-r centro de referência err ed cacão fisica e espoÍes ua dnérica do
Sul.
Fonlentiú as atividades econôlìÌìcas. tjsardo a geraçào r1e enrpregos e reúda no
âììbito do i\,íercoslri :
Proporcion:u o uso conÌpaftilhado dos recrrsos disponiveis uos três pâíses e sua
otrnìizaçâo.
Criar ulìÌ ambientc favorá\el para atração de ìrÌ\,Êstinlertos Ìlos setoÍes espoÉivo.
de cuÌhrra e lâzeÍ:
Dotar a resião da infra-estnrtrÌra adequada palâ anìmação e ocupacào do jo\em.
do idoso e do adolescenle:
Ltjlizar o espolte conlo lìeio de edrrcaçâo e i[clusâo socìal nas coirunidades
carenfes da regrão:
OportuÌrizar a prática dos espoúes Ìadtcais. \'jsi!Ìdo a educação arnbiental

Estâ veÌtente do Proieto Águas Grandes Jrìsti1ìca-se elÌ tìnçào: a) cle ser a
cooperaçâo urla grzurde allernntiva enÌ ieDpo de recr'asos escassos. b) da carência de hrfiaEsirütulá desportivâ Ío áatbito clo i\lercosul e da ALnérica Latllìat c) da oportunrdade de rrnir os
povos através do espoì1e. d) cle otinrzaçào dâ l*ìa-EstÌrÍruâ Tuiistica e Hoteleira; e) de
possibÌlit& o respeìto às vocâçõês ÌÌaturaÌs de câda pais: g) de deslle(âr la regiào as
potencralidades latentes na área dos espoì1es de cada nação: lr) da e\peiêrcia de
colÌÌpartilhânielto da ìllfra-estnìtlìra rcceptiv ÍegioDal. lÌa realizaçâo da Copa Anléricâ e otÌtras
coÌnpefiçòest i) declârâdo de inteÍesse especìal da cotlìuÌìdade desportì\'a interÌÌacional úo I'
I ónnr Lb Ldtt at tìo Físicu dt ) Mct.Lo sut do 2()o ( ongtt'.sn lnterndcjotìdlílc ELluL.lç.tìn lí,tict! tld
FILI': i) da graìcle demanda sociaÌ e\istente ÌÌa lossa regrão enì função das nru<ìanças
conjuntrraÌs no án1bÌto clo N.Íelcosul. h) as zo(vtfte) edrçòes seguìdas rlo Corrgresso
IDtemacional de Educaçâo Fisica eln lìossa regìào(nesses illtitÌros ânos reullindo sempre lÌrais de
i 000.Jovens). i) de ter â ONU declaÌado o allo 100i1)úno iníct.ntìdtúliu LJ LÍ!çrio l.ítjLLt.
dos Ìlsporr's j)de se enquadtar perfettamente nâs politlcas de desen\olvimento dos N{tutrcipios
e Estados-PàÍte

Ìu

OIMENSAO

6- I\'ODELO

DË DESENVOLVI]\,IENTO INTEGR.4DO SUSTENTÁVEL

Esta diìensão" devidc a sua cornpìerìdade, e {raïada nos dois capitulos a seguil. ìÌn (capiftrlo
ÌìI) discute o cone:ríto le det;entohinenfu sn$ícvhí'el. o outÍo {Capitulo J\r) apresenta unl
nnAekì ocofionúlríút latÍ.t ít !\sÍcattuhìliílírde e ifitegÍítção -drrbos se baseram na NlatÍiz cle
Iote Ídef endêncra Espâcr al

CAPTTTILO III _ O CONCETTO DË DESEN\,'OL\TTNTENTO
STISTDNTÁVEL
O.Íènrintcno tk) Í/.s.'ltolrin?(!1to ren-r sendo rnrestrgado há mülto tenìpo lot

pensadores de dilersas áreas do conhecrmento. princip.ìlniente os ecorolnìsfas, sociólogos e
políticos Nos primórdios nâo havia distúção eDtre crescirì'Ìetìto Èconômico e desen\olvinìento.
âcredita\ a-se que enr lìavendo um àunì!]Jito sigiiificativo da oferta de b,ens e <er1rços sc
âlcânçarìâ tsnìLÌém, o deset\volÌimento-

AclarÌ SmitÀ (1776i. um dos nlais proeminentes pensadores da Econonrr.r. n.r rua
t a (btìttÌ dtt RiqÌt!:.t rfus lrzrçrìr's, afimrâ que '"é a gtaode
muiiiplicaç:ão dás prodüçõès das difèrentes âtivrdades humâÌlÀs. originada pelâ djvisiio d(;

lütcttigição Soh''e n )íutÌlt?:tt

trâbâlho. qÌìe crìa, nìlnÌa sociedade ben1 govemacla, a possibìlidade de este der o benl-es1âÌ âté .ìs
canadas maìs baixas do povo... difundintlo-se assinr erÌr todas as canradas da socìedade urla
âbrllìclà1ciâ ge!âl '.

JolxÌ A RobsôD {189'+). em suâ obrâ.{ Iì?/r!Ção Ll.} ( a}ritaliEnü} i.:Íorlcnro, er,icle[cia
o lato de que as condiçòds esseúcitris alo câpitirlisnro eranr: prineiro a poupança de riaìuczas.
seguldo i enìstêÌciiì do prcletariado. o desenvolúnento dos oücios sÌlesaÌÌais- a existérìcias de
nrercaclos gandes e acessivÈis e a existência do espirito capitalìsta.

Richar T Gill (1q63). em süa obft Inhpdt4òo atr [)esÒt1,ol\'ìn1ctìto E(otìôü]ì(o,
ãporÌtâ con'lo colrdrçìo esselìcial ao 'tènôlìleDo de crescimento econôDxco Íapido e persistente
que é central pâra o desenvolviriìerìto . os seguirltès fâtorès: o cresciiìento delÌogr:rlìco, os
recuÍsos naírÍais, À BcuÌnúÂção de caprtal. o auÌÌento lìa escâla e especializaçào da produçâo e o
fìlgresso fecno'ógico Natas-se qL'É há ulll traço em comüfi entre os pensádores que se trâduz
Do fato ile que defioeln cresci[ento êconônìico corno, a mesnra coisa que dese[rolviDrenlo.
Joseplr -{lois Sclruupeter (1911) elr slla obra.,{ [eí]ria d. I)esc tol|inltnít)
I:utn)nrittt uìicia urÌìâ rìova fiÌse Llo perNarÌento sobre desenvoivimento, âfirn'Ìando que 'o
estado econômìco de $m povo não enreLge sjmplesrÌìeLìie das condrçòes lÍecedentes. nìas
unìcamente da sitrlâçâo toïal precedente". sendo assinl ele àlerta parâ o fato de que o fenônìeno

do desenvolvinìento é nrultidinreDsioual e r?i âlénì do cresciÌrìento eaonônico e iìerescerìta:
"en!.ndchtoi' por d.stüralri ttitl). plr'ttütÍo. ttì)t:ü(i\ (is tttudatrcus ia tidu qrc *ìo Ih lirt:nt
inllo"1ús dc.íbrd. mt|. qìtc ieia?ì lt letìnL, por .tui lrflipfl{t iliciLlÍi,"u" Neste pensarÌÌento ale
ScÌìutupeler. encont amos djíetrjzes berÌ claras a cerca do clesenrolvimenlo susterÌlá\'el. a saber.
o fâto de que ele de\e sêÍ endógeno

forìlecìdo con<r r: par jo eaFacendedorisÌÌÌo. Schunìfeter cielìne Ì,
dttn*lr,ittttuLt Ì!1ì4 tt ültì Jtttóttt:tltt tt "tr ttürtul,r ipfttutr LLtr*) tìLunlLtt,.. ntu\ t
dttttntútaclo pcltrs tükL 1tás da fiu!ìdtt d tÌtu tt)Ìkr. h)go ar r arJ aírl.\'rJJ dhret\t'ì11 ítxlt)t.)\
ut?cttí)ti do \'íle huitti?r.l Àqìli. este pe$sador chanlâ atençào |ìarã dois aspeatos tnÌl:Joftântes a
cerca do desenrolïinreato. ur ntlnlatçtr:ì rr(rcì\úrí!t\ t q üììthi4intnr.Ìtkrlkl íl( Jo lut)nt':nn
EIe aÍìrnla que 'todo pocesso côncleto de desenvohiDrento repousâ sobÍe ô desen!'oh,únenlo
pÍecedenle''. neste caso deserì\,oh.üÌìerr1o é utr esloque Sendo âssinì, o deserlrollrllìeltlo 'é LuÌÌa
nrud:mça esponlânea e descoìÌtinüa nos cÀnais e ÍÌu\os. feìlurbâções do equilibrio. qÌre âlterâ e
{lesloca pàÍa senÌpíe o estaclo das ccisas' Neste corÌte\to. tlesenvolvinento se dá n:ì fotnÌn de
est()qne. qué unìa vez acu0rulado perm:urece sentlo a|urentado pelos novos Íìu\os

Pam Schunqreter.

o

desearol!inÌento celtanÌente ale\.e senìpre conìeçar pela

satisfàçào alâs necessidades hulanas . serìdo este o proposito plncipal de todo o plocesso de
inolações Alimra ele, qÌre o Ìì !/cr_crìÌrÀ'i1t('nto cotlsìstt lú lntcíìan1eì1le c!;1 rrtlt|gut ta<'urst)\
lìli rtntes tlL wxr ntne iÌ"d lílìì'c!ie, cn.ftrcr ttttsut *r'Lt'' coÌìÌ Lllcr. ì1ülcptndatta9ìÒltc da qüc
atlÌklat re(t!^{)\ Lt'(!\'aÌm ou na'r) . Senclo assilì. ficâ e\'iclente o seflÌido de nÌudarça. poìs 'ó
que 1á foi feito tem a realidatle agurJa de todâs ãs coisâs que \.ilÌÌos e c\perimentamus. o no\o e
apêr'Ìals

o fruto de nossa imaginação . isto posto.

clesen vo lvr

evidencìa-se

o

fato de que patâ

o

nen to e necessario eiÌìpÌeelìder

Segundo SchunÌpeteí u,11ô grande baffera ao deseÌÌ\olriJÌlento e o conrodismo, pois
'l)rcselÌte volta repetidamente à trillìa hâbitual. nìesÌno que tenhâ se tomado inadeqLrado e
nÌeslÌìo que ê i1ìo\'açào rnais adequada eln si mêsn'Ìa trão apresenle neDlrunra dificLrldade
drijndida parlicular''. o1l sÈja há ruÌa tendência ratrrrâl dos seres hulralos de re!ìetirenr o
passâdo. pois bem. paÌã eÌe. se coÌltinÌÌaoÌos repetddo o Fassado indefinjdamente. coLrtnuarernos
telÌclo àquilo que serìÌpre ii\ìeÌììos. erìì teímos de qualìdarle tle vida. Se$liÌdo esfe mcio€inio. "Do
perto de quem desela.tàzer algo Do-,o, as lbrças do lìábrto se levantàrìì e testelnünhârn contÍÂ o
prcjero em êrntrÍiào. 6, pol1ânto, nâressário ulúa lbÍÇa de voütade Àola e de outrâ espécie pàm
iìÍraÌìcar. derÌfi_e o trabâllÌo e a lida con as ocupações diárias. oponurlidade de tempo pàliì
concel'rer e elâborâr á no.,.a conrbillaçâo ê lesolver olhá-la co0ro uDra possibilidade real e Ì1âo
nlerãüìeDïe cono lrìì sollìo Essa hbenlade nÌental plessupôe ulìì gÍandê excedente de força
solìre â de ânda colldi la e é rlgo peculiar e mro por ratuÍeza". Para qÌre o desenrolvinrento
âcoìÌÌeça são necessárias pes.roas ccÌl grarde dìsposiçào para a ntudança. Fois pâÍa 'su?eraf ess.l
oposiçâo ó seDlpre unì gêlio especial de tratìalho qrÌe tlâo e\ìste no curso oosÌL:oÌeiro cla vidii.
tralralho que tãmbém requer ulì gêneío especlaL de eondutâ Desta fonì1o. ìèâlDente não são
todas âs pessoÀs que estão dispostàs as nìudiìnçâs. -'ora é nesse assufiiÍ âs coisas, sem o qüal. âs
possillilidades estão rìorl&s. q e consiste a lìnçiìo do lider. é pofiânto. tnaìor Fela loDtâde do
que peio lrteÌecto que cs lideres culìÌprenÌ a sua tìnÌçâo. mais p c'la ãutoridad e- pelo peso pessoal.
clo que por idéias origrnais"

o

SchurÌÌpeteÍ abre onìa na\,a perspectiva lara a conÌpreensão do fènômeno cLo
dêsenvoh'itÌrerlto. quarldo ele. Dos eositÌe que e prcciso ilìor?r. criar e ôtÌlpteender âs üìudanças
âpesar dos obstâcukìs que se iDterpòeü no rârnirho do âgentc da üudânça

:o

lecellienìer1te \\'ass!l,! Le'{ìntief (1966). afinna que "as riqüezas da ter,a são
para
as
neeessidades dâ atual população munrlal. e até mesrtìo Pâlâ Lrm:r poptrlaçào
abundartes
nruito nrars numero.sa Êr'erdade que adrstritrtiçào clas rrqutzas e Jesrgurl E trnbénr verdade
que os paises pobres não ulilizam por círmpleto todas as riquezas que possuenl . descrìta-s
lìesÌes teüìlos âs dispaÍidades errtle o benì-estar de cadâ naçâo sâo hoje enr dia resrrn,ìdas la
observaçâo de cefto Dìodo mais razoár el rle qrre elas reiletem difelelçâs no grau de

l\{íjs

desen\ol!irÌento".
Leontiei, coÌìhe.i.lo pela !ua mátrìz de iosurìÌo+roduio. cooaoÍda co!ì] Schunìpetel
ando a1ìrnìa que é a ïìlra de iniciativa e iidetânça lra corÌduçào do desenr'ohìmento cpte ler'a
unÌa ciad põpulaçÀo ,l repetir os pàdròes de lida do passado. pois dcì conÍráíio. eriste Ì]nì griinde
potencial de rccarcos a serelr ut'iLiz:rdos na pronìoção das ilorações

q

F muito comrun nos diiÌs atÌrars, a st rïilizâçâo e os desperdicios dos ÌecuÌsos.
repetindo-se effos hìsióricos. Leontiel acrescenta atndâ qne há rrma 'depel1dência e
interdePendêIcia. bierarquia e circrúaridade {ou inlerdepeodêlcia nulti-regionâl)" nos plocessos
.le ílesenr o IYÌ nl ento

Brâsil, o.or'ìceito de desenr'olvimento é iúrroduzido pelo entâo Plesidente
_'cilìqücilla
aoos erÌÌ
J scelino Kubislchel de Oli\,eiÍã, erÌl sèu plano de rlletâs. crio, siogan eriì
circo". embora suâ poliícâ esir\esse cenlrada no econolÌìia. ele deu ênfÂse üs qúestões de infÌâ_
estÍLrtura e ao selor institrìcionai Em seguida o chanÌado ciclo mtlitar 1961-198:. resgâtou o
antigo colìceitar de deseurolvimento. plolÌÌo\endo lLlìl clesclrlelìio ecoÌÌôÍÌÌico sem precedertes
lìlstódcos. enlÍet 1t' ticou lì1ais do que comprovado que o crescilììerìto, por si só, lÌào gera
desenvolvirnenlo. pois o desenvolv;meDto é esserlcjalnellte ìlÌn lèiìômeÌÌo qnâljtfiivo. en!Ìuiürto
aÌue o cÌesciiìento é o sett ,7trar;tlrnr Nossas erperiênclas vêm demonslraldo que: apeDas
recerìterÌÌüÌte estão sendo lnÌpla[tados pÍognnÌas voJtâdos ao desellr,oh'i1ÌìerÌto. enìbora a
rrraioria deies seja de cüìlÌo assistencialista
NcJ

í)s

prolèssores Râtmer(IPT) e \:eiSa(FEA-USP). assirÌì corìlo rnuito pensatlores
atuãlLÌÌerÌte, âpresentâr1urìÌ cotÌceito mais alDplo e atual do fenômelo dÕ desen\ôhiìnen{o cltÌi'é
o l.rr ú)!\,i tí 1.ì \ttttcn/ trël Seido assrm. para eles "o c{esenvo lvÌn, ento stÌstentável é aqtìele
que ateode as necessidades do presenle senÌ colÌÌlÌÍol11eler À possibilidade de as geÍaÇões tìttuas
âtendereBì â sLlas necessidades". Ëìe contérn dois conceiios-châ\'e: t {-, conceito ,:le
lecessiclades. sobÍetrdo as rìecessidàdes esset'Ìciíis dos pobres no üundo, que deren receber r
máxinìa priondade: 2 A L1oção das limitaçôes +re o eúágio c1a tecnolog:ra e da organização
soaial impõe Ào mero atnl-ieure. iirpedi[do-o de ate!1der às necessidades p(eserÌtes e 1ììturâs
De acordo com ..les u " èrÍtu|ógid lle dcset\'olltinefiío.Nutícttltirel lisa o protrt tvttt .t
lutt|nnift ?ilre os seres hantnos e eilb? & hunrúniitule c t !rir/eít". O desenr',:rlvlnlento
sÌÌstelltíel requeÍ o seguinte: urÌì sistetÌtâ politico q e assegue a etàtiva pafiicipação dos
crdadios no processo detlsólo: urrt sistema ecouôtlito capaz dc gerâr excedelÌte e know_lÌo\\'
em bases confiáveis e consisterìtes- ÌJnì sisteÌ'Ììa social qÌìe possà lesolvet as lerìsòes ciìtlsadâs por
u1Ìr desenlohinrento não-equjlibredo: lìÌ sisterì cle prodtrçào qüe rcsFeite 3 obÌigação de
preservar e base ecológica do desenvolvinredto, L'tÌÌ sisteúÌâ teclológico qrre [Tusqrre

tl

tonstâ,ìlefiente nora-q solüções. uln sistÈnla intemacional que.èstimule pâdròes sust-.!1tá\,eis de
cofielaio e filtânciânìento: uo1 sislerììa â.dnìinlstGtivo tleri'el e eopaz tle autocon.j.tit--se Est:rs
detiuicòes que folanì Èvrâidas do çhlmado Rel$tório Bnrlldtland de 19S7, nos le\a lr siìÌies_. cle
que a sustentâb;'rdâde do desenrolvintento estí Àsseniída enl lìÌrÌitns dtnìensões. a siÌber sociâj.
eronôrìice. anrbieDtâÌ. politica e i!stihtcional e inlÌa-estrutuíal
PrefininarmeDte. podenos actescentaÍ qrìe tÌesta Ìegiào dã! tÉs âoiìteir.as r.ários dos
reçrisitos da sÌrsÍenTâbilidlde do desen\.oì\'inleoto es1ìo sendo tioiados, a súe!. or requrslh,:,
arnbientars. quiudo nào ãp{eselìla tlatanlentos adequídos de iesiduos e etÌüerÌies, qLìânclo
e\istenì grârdes áreas senr redes de ágra e esgotos slriicientes. enì m itos casos colì1
esgotãnento â céu nbeúo, ou qrrando se mâr.ìifèsta o extlâtivismo \egetâl col1] a deflorestâçiìo
nìâssi\.a de área-.r temãnescentes^ inclurnr-1,,-se a clesproreçào ,l_.s cursus e nasceDtes.
descunìpdnÌenkÌ das leìs rmbientaìs cont relação Às resefl,as legaìs. ir:r.asôes de áreas de
prescnaçào. exposiçâo dos agrìculkrres aos efeìtos dos bìocidrs: coleta. tl"nsporte _. rlisposição
do li\o Da maroria dos ca-sos de lbrna primitir'a, rncluindo iÌ desinìâçào conjuntLl .lo lixo
hosprtirliìÌ, com sérios riscos para as contu'trdades locais e poprÌlal:ào tÌututuÌtè. incluinclo clara.^
d

eb ilr

clatìes ìnstihrcrrinais.

No canpo econrìnrico. lolge se está de construir un1 sisteúÌa que rere as condiçôes
de sustentabìlidade do d.-sen\.oì\inìer1to. pois o mesmo não e cápaz de suprir as lecessidâdes
nìaieriais nìioì:Ììas de um gr.ajrde contiDgente hünÌâno que resìde nertâ relião. carecendo.
principalnente de ìrlfrâ-estruturâ. indústíias e ii\esiìnìentos pesados na criaçâo de postos de
lrgbalho. NÍl canrpo social. destaca-se Í rolòrrìralitlade. violéncia. crimii:üidatle e 1ìlt:r de
nÍ)radia. que sêm altemãtivirs econónÌiaâs, as pessoas se subrÌetent aos rnais desrrmanos tipos de
trÂbâlho. Senr cont apârcelr dapopllâção que vìve de atividader ìlicìtas.
A maìor prova da inelìciència de nosso modelo âtlÌâl loì â expeuêtlcia que tjrctÌìos de
Ciudad del Esfe cocro i" Pólo Couercial lnâis ilìÌportante clo plaoetâ e a teEão de èxportação
brasileira nas proxir dades dâ Poüte di AÌnizade(RR-PY) no JardiÌì Jupira. qüe nào se traduziu
e1n Lnlì deselÌvolviürelìto durâdouÍo poque srìa politica erâ cetltladâ unicantetrte rros íesultâdos
econônricos eìÌì detnÍìteÌÌlo aos aspectos aDrbÌenlais. socjais. politicos-inshrucronais e ìniÌaÉs lr U rll ai

i

No âspecto de segurânça trniÌde preocüpaçÀo da cr:munidade local. naciotaÌ e
tnternaciooal conr respeito a Dossâ legiâoi confbnne a própria afirrnaqão da Secretárra de Estado
Arnericano ('íJhdol{r.:JÌ lÌíce elÌ jaììeiro de 2.005 Do senÀdo arnericâno, traduz-se rurìÌa ul ca
iìase: "Segurauca e = Desel\'oh inìento e desenvoh,rmeuÍo 'para ser srÌsteDtá\el. te,]ì qLre set
sustclìtivel eoÌ teüììos: EconôDrico. Social, Politlco-Instìtucrcnal. A]Ììbierfai e lnfi.a,EstlLtÍlral, .
Ent ìnú1ìeros ca-\os: poliiicÍ{. institucìorâlnente e socialn)ente tenl havido uIn boa
e\olLrção e Íeacào. efltretaito. a quãlidadê da participação da popdaçâo no plôcesso decisi)do e
rua coldução de ser ptóprio destìno- aioda sào nrurfu precàìrs_ o que requer aprimorantento, que
esboçalnr)s coaro propostâ de prilrcjp;o. o insiÍtrììento esqBenÌâÍzado lìa próxjma foìhn
JustiÍicando-se a proposta en1 Íâzão da nào eristéncia de instrurÌ1ento jlìridico parã
;rc ôes urreì'r1Jr . ,le
Ëo\erì.. nx área de plÍnejanÌento. âçào e cottrole envoÌvendo
a paíicìpação populãr'
aplicaçao dns

2).

Anexo

0l
ESÌRU1U RA

DA ORGAN IZAçAO

FÓRUM INTERMCIONAL DO IGUASSU
PAFS!DENCIA

t

auDtroãt

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Tco*sFtrroDF I

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rRMaoML ms MoDArtuEs

LEGÊNDA:

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DREToR GERÂL Dos

O a-

coMÌIÊs

-o. F\AL,^QLS t os ! ! vt ls pcp voLn-Lar-

Figara No. qL-Organogramd Esttutura dos Níveis de Partìcípaçõo Sociedãde CÌr,il e GesÍão
do Modekt de Desenvolvìmento SuttenÍável da Região Internacíonal d(, Iquussu AR-BR-PY

23

(iIPiTtÍLO
()

11' _

O hIODELO ECONOJUíi'TRICO PARA

SI STFNT\BILID\DE E I\1[CRA( iO
1ènômenc do desentolvimento é dè longa dstà. rn\estigÍdo Por dìvesos

orgalisnros irúernacionais. en1Íe os quaÌs as NaÇòÈs Ulridas NÍais recerÌtenìelte â altcl1çâo 1eÌr se
r,oìtado para a qüestão da strsteatabilidstJe Algül11âs proFostrç g:nÀ:ram relero no cortexto
lÌnìDdiãI, a snbcÍ: a proposta do ''Crupo BalaloD". basearia no 'ttiàtgulo de Da1-\i', uÌclLri: â) a
capacidade eôm qDe â-s Ìretâ! atúgenì a todos: b) a etìciêlcia en que os nreios rlectsir,os se
tradllzerr rlas NeÌas inàisì c) a sì.ÌsteDÌabjìidade do oso dos Dleios decisitos OutÍa corìtÍiÌrrliçâo
signìÍìc,atir a íirr dada po| Bossel. qlÍe enÌ se esquenla distingue cinco subsistenìas. iodos sào
literdepetde[tes e illler-relacionados- sendo eÌue um conlribui paÍa a r.iabrlidade do otìtÌo, a
saber: ai o rlesel}r.r'rir rma, to individuaì. b) â irt'ü-estrutuIâi t) o go1'emoì d) a eco[olìiâ: e e) o
meio-snbieiìle. Esra proposta r.rtilìza-se da Ìeoriil de oienladores. ou sèjâ. as necessidadês
àndanìertais de cada sistenra Dentre a-ç cortribuições mais significâtivâs. tâmbém está â de
À{onet da S iça. bísealdo-se enÌ esioqtles e fluxos ele âpresentiì âs lìtirÌcipâìs câteg.-rras qtrè s;o:
â) grâu de sã1isÌ4ãô das necessrdades: [ì) estado e \_ãraçào dos recursos. t) tso e modificaçÌo
do capÌtal. d) cltéros,ie eficr'ência e desrgualdade: e e) respostas socials e polihcâs A CEP,AL
Comissão de Estúdos Econômìcos para Anléricd Lâtìna e Caribe, órgão maiti(io pelas Naçòes
Uddas. l:inçorr tarÌúérÌÌ uflÌa shlese geÍâl xltikÌlada "O Sìstêlúâ Sócio Ecológico Total'. qoe
distirgrre ern quatto subsisternas ârndanrentüs as dimensões: fl) econômicâ: [ì) social: r]
iìlÌÌbjenlaì. e d) inslitrÌcionil Segundo o IBGE. 'Íraia-se de u$à ao1â lisão sobre ulÌl veÌho
desafio: o desenrçhirìroto . O de lles1a iìoü óÌtca. I noção de clesenr'olvinrento. for nluilo
tenryo identìficado ao progresso eaonônÌico. eÍmpola o dominio da ecotrooi: através cla sna
integraçào co as diruensões: Social. alÌrbierìtal e irlstittlcioilâi, apoiaDdo-se e'm noros
paradigBras {pós rliversos esÍldos âo loilgo de décndâs. a conchrsão a quÈ se chega é a de qrre":
'

I).sc]Ìt ohìfik:t1tu slt!k:|n.

'.1 i ttnt procasxr de

írunsJarnrução no qttul à
.)rúntutçãt) do

ttJll!(ç.i) tlot *:ttr:ttts u iìft4io lbr iìttri]ft!Ìtt)s. 6

tÌcrntolt'inanü> ttttttló!ita,.4 üüIlu '-6 itittilttcilÌt1Ltl st haft oni:aÌtt, n1;,t\111ìÌ,

polen(iít l p rct e,,ï? ( .fttlutu , a .íìtu it úíL|ÌdL:] ris rrcc cs,r rìlailc.r t: <ttÌt ruç õe s rt rt ra s
( trtlÌtclt 4uc ttít:ttílr à.:. ntccssidulcs itt pttscttlí: rr\ì (nìì4)ìoirclar 4 Ìrot|ìhìlÍílltdL
tle ut grtírit:t luhnttt urandcrcn as suut ltríi[rt'itts t:||c.rsli.tkt lc\lu dLJìnÍção j)i
úyo\ruJ.' Ì\r'ruiìt Jt 130 P.lís(J)
t

t t

Respâldâdos neslâs delirições lnultifàtetâdas. com a nraìs arnplã.1ceitâçãcì mundiâl.
é que o proieto Àguas Grandes se estâbelece conìo urrì Ììo\o nìo{lèlo de desen\olvinÌento
sustentí\el e um nlaÌc.o lógi!-o parll o desenvolvinento e rnteglaçào das comunìdades que se
leúnen ns área de confluência dos Rios lguaçu e Pataná. na regiào dÂs ÌÍés 1ìontejrls da

ArgelrtÌna-Blâsìl-PlrÍâguay. onde alresenta soluções fiìndaoìentaìs para
rrrr. 'rel . durcdouro J( -ir rê ìã^

Colr

o

desenvolvinlentô

ilÌìprlrniÍ ÍigoÍ lógico e drsciplura em todo o sisiena cle análisecoocejto de rekçrìzr eútre ulìa lrrÍahcl tlcpenÍlcí1tc l)attnwlvíntcn t t

a l:inairdade de

busctru-se aplir:ar

o

segurdo Àlpha Chìang. "quatrdo o lalor de r é dado nenì senìpre é possilel deternÌinâl-se um
valor iìrlico de I nuura telotão". desia lorma desenvollirneuto suste{iável pode ser expljcâdô
como segue.

Sistent

I)"=

lc

D.rse

tohin(nío Sustu./íí'el

,,:

(SrNr; J:rot .!Ú.;

ón, Í'rr,). sendo que:

= Subsistema ambietÌtal: .tJ,, : Sübsisleoìâ
Subsistema econôlìrici. ,1'I'l = SÌrl]sisterna polÍticâ-ìnstitucional: ,5ì = StL',sisrema

Sistema de Desenr oh'úlento Sustentáveli S.L\r

social: ,s;':
il1fia-estÍuhrral.

Ì\{odêlo Ercnométrico do Des€nvolaimento Süstentável:

D,= Êr + Ê:rSru + F'Sso + íl+Sec +

FsSpr

+ F,;Srr * e

Seodo que os subscritos Dâo IêlÌr orÍro sigLritìcado. aqui. seoão o cle distn]guir os
subsistenras da sust€rìtóilidade. Neste caso, o Desenvolünento Susteotável depende dos
diversos subsislemas

Anlhìcìì1.!l ),!\Ì,!: ( -{1. A?. A3, A,1. A5 }.
oìrde .{/ = adetluação do uso tlos rrcursot ralúrzir - veificâção se âs r egras ecolólricas
básicas e a ellciência ecológica estão serdo respelladasÌ ri' - nh',:it dc <legtulação ãì bienlulverrfica se os padìões de consnmo tlos recrrrios üatulais obseÌr'aIrr o prirrcipìo da
irrerersibilrdade e lifiites? ;J - nhcis dc Jt t ! ti..'t1'Ltçtìí| ( u)nstn'açãt) \reri{ca se há
Sltb.\tste

n tlc Su,çtentuhìlitlltlt

estabilidade do consumo de recu-rsos DatuÉis dentro dos limites sustentáveis (ptìIìção)l ll
vtk)ri..ção eríÌ?lé::ico d/).\ rL'tttsos nalxtuÌis Verjfica se as decìsões são supra-individuais ou
coletivas. segrindo o prirrcipio da precaução? A5 - aspcrança de tìtlo Ìilìldos rcurtoN nuhttTtit
\ieriÍÌca se a poupança de reclrÍsos nafu!nis é âdequada para atender as gerações fiìtrÍâsl

) ^l.o = ( St, Sl. S3). orÌcle .!1 ,!
Strhsìstand .le ,\us lafitúhilidadc ,!.lc
'rl âtrã\'és da Alinìentâçào. ÌvÍoradia.
tÌut rr.?$i./4rirs la ytlttlação verificeção
SeguÍâoçâ. Trâúslroúes- Sairde, Educaçâo e Lazer?.,ll : Ot hcttrlkiot paru ot polntlttçòcs
tlct:Ltrranrcs da aplicuçrio íJÍ)r r.r.Ìr'.ros pìhÌidts - veÌifica-se âfÌâvés dÍì ofeftâ de serüços
\útìsíü\'titì

públicos. da oJèd de equipatìÌelìtos urbturos. da rìÌelhotia no nível de rcnda e elÌrprego. rlas
opoÍhaidades e condições de lazer e recreação er'ÌÍe outros Si:()Bdìçõet Llú.ltstì(4 soLial
veÍìica-se at,"!'és da equìdade ou da igualdacle de condiçòes e a partìcipôçâo da poprìlação Ì1o
processo decisórìo1

[cenôfiÌcd t Sì,.= (81.82. E3. 84, 85,
tttscinrcnto LIa rtnda velifLca-se pelo crescìmento da atiridade econômìca, do
nir,el rle enrprego e renda das pessozÌ.s que Ìrúitarn Da regìãol -El = Etoltttão Gtt'cntìal
velficâ-se s paíir da evohçâo dâs etupÍesas eft teífios de geslâo.e nìeüroria c{e sets processos
produtìvos. E) = í*;ktçàt ntlk)higìca - \Ìe|t\ca-se através da ìnovaçào tecrÌológica e do uso
destas tecrÌologia,s pelas enÌpresas nesta .egiào: E1 : LquiÌiht'io cltn!Ìuul verrlìca-se atrivés
do equilibrio dâs rÈirções rorÌsruììidor-foflìecedor. pâtÍões-empregados, pessoaç-gÍtvernos nâ
regiio. íj - Ltnpt?g) ílnti.fekns - reritica-se através do enprego dos 1àÌores: l11ão-de-obÍa.
rccu$os natú.ais. espaços. iÌÌfiâ-esiruftÌrg, lnstâlaçòes e eqúiFanìent{ìs. Ìló = lnqacto tlus
ntnlançtt Yerifica-se atra\.és grau e do ilÌLpâcto das tÌÌudaoças ocorridas Ìa regiàoSuhsíslann clc Sut;Ít'nrah ÌltdudL

Ë6)- onde:

Ã1

It

9,\ì{=

StrhsìsÍeno cle *rsrcnlohtlrtJude ln\títudotÌLtÌ
(Pt, P2- P3- P.1, P5)"
onrìer /'1
.sttÍluru oryani.ttLìnírl1 \.erifrca-se através cla estrütura otganizâcional. o papel
desenrpenlrado pelas ins(ilrições.
uriefilLt(ào pôlitlcu Velifìca-se aïra\'és dâ oÌiêntação

-

I'l -

-

politicn na condução do deseirolvinrento e da susfentsbìÌiclade. I'j
utpucìtlatlt' Jt
ìt lllct €tttLt\\io clc nuuLtntut - Venfrca-se a partir da capacidade clos organtsrtos públicos de
inrplerrentar nrudarrças. P4 orguqt:ação t lrrlìtild\'ão dLÌ so(ìer7rfule - Veritiea-se através da
organização e cla participação da sociedade rìos processos clecìsólos e na definição de Íunros: Pj
i t.),gtt!ção da\ poÌíiìcttt lttiblitas Verifica-se através dâ ìntegraçio e aderèÌÌcìc con a
realidade daçpoliticas piúlicâs adotâclas.

dc Strstcntahìlìtltrcle Inlr1-Ì:)trruturol ) çn = {Il. Il, 13 tl, ì-5,
16). onde 11 - Eq!!i)a rcütu!: . tt.i(rrj dc lktnsportes verÍfica-se ekavés da drsponrbilidade de
equipanleÌÌtos e nÌercs cle trarsportes, J2 . inÍcgÌd!ão logistica Ve.iÍìcâ-se a pâlÍÍ dâ
integrâção logisticâ e a Íìuidez rlÂs pÍincipaìs ü1édils: -I-i = equìpottenío.\ e nrcbt tlt
t'Òttìwtìattuìo Veriírca-se pelos equilarÌìeDtos e lÌeios de conÌ üicação; Il - lir jci )Lr]ni Je
sr?rgÍ, - Veri{ioa-se pelo tìrüÌecimento de irÌergia elética suficrerte para denanda atual e
Èturô: -ô - n'LtkoÌL,t1lo e Íòn :(tnkfilo LÌ( óguã \rerilìca-se pelo tratanÌento e o lb,rrecinlento
cle água potárel para o coìrsürio hurnano: -/6 = e.lbilttìì1eükts urhano\ \'eflfica-se peìos
Strbji.\le

ú

eq ipâlüeìÌtos ürbanos existeltes

e a srìÊciê0cia dos mesmos.

VeÍlficãção eln cada subsisteDla de sustentabilidade é feita através de instnüÌento de
coleta de dados qoe considera as possibilidades: 0:péssilno. l:ruim; 2:reguÌar] ]=Lron1:
rÍ-ótlÌno. Serdo que o objetivo finaì de toda e qualqLìer sustentâbilidade é atingiÍ o nivel ótrmo
ì solna das obseNações em câdâ srìbsisÍeDÌa cor.esponde a urn.'alor de contnbuiçào daalueìe
subsistelÌia para o Desenvolvirìento SNtentável Regional, sendo que o [ivel ótimo de
contrìbuição éT:obseNâções xV=vadáveÌsx 4:ótimo

A partir do nìodelo apresentado, utìlizando-se da áÌgebra Datricial" 1i,i possivel
desenvoh'er nossâ rnâtíiz de rnterdependêr'rcia dos divenos sübsistenÌâs e regtòes Faz-se
necessário, portanto. que detinamos o conceito de i€gião. sendo assinì Peìroux (1967). citado
por Clemerìie (1000). âüama q$e são irte$ os conceltos <le espaços ecolúDÌlcos abstíâlos, ou
quãis 'têm origem na atìvìdade hunrara . Onde as relãções que se estabeleceü qudlìdo seres
hurÌanos ahlanì sobÍe o espàço geográfico oa blìsca de sobÍelivência e coDfolto, dào origerrl aos
espaços econôflicog' e estes são espaços atìstiatos coìÌstituidos por relações de nstureza
ècor1ônlica. sociais" politicas e hstitucionais". Existem. poftatìto, dilètelìtes espaços. tais corìÌo
a) espaços de plâneiameuto - que é(ou "sÀo"'?) a(s) rctèËncia{s) espacial(is) das decisôes
econônlica,s, lan1o do setor plrvado quanto do selor piülico, què ÈolrshhliièÌn) uma região de
plaìÌeianìentoi b) espaço polarizados é o espaço abstralo polaliiado conìposto poÍ foÌças de
airação o repulsão que surge devido ás conceotraçôes de poprtlaçâo e de prodtlçâo: c) espaço
lroÍroqêneo - baseia-se em aspectos econômicos especiicos de urtetesse, sendo invariânte e

2ai

Além dos conceitos de espaços emnônricos óstratos, eústem- tarnbélìr. os conceims
de regiões, â súer: a) Regiões Politico-Administrâtivâs - referem-se às divisões
-leopoliticm, otr
seja. a divisão do território èm estados. nìunicipios e distrìto fÈderal: b) Meso e Ì\'Írcroffegiões
âs mesorregiõ€s são estabelecidas conr base no conceilo de orgaôização espacial, enquanto què
as microrregiòes sâo rcsultados da subdivisão das mesorregiões em espaços que apr€sentânì

-

especiffciclades.

Í)eitavisâo. amplamente aceitá- apresenla-se f gura úaixo:

Figún, 2 - Modclo de h1L:gnrção Rcgíorutl

Espaço
Paraguaio

À ÈguÌa acima aponta a interdependêlcia social- arúiental. ecoDôD ca e politica e
ilfra-estnrtural que existe paÍa a sustentabilidâde do deseüvolviNeDto da Região lnternâcional
do lgrassLì. Em i. ten$s a interdependârcia erìtÍe o eq)aço argentiuo e o brasileiÍo: eur 2, telúos
a ilÌteÍdepelldência ejìtre os espaços brasìleiro e paÍaguaioi e enl J, apreseniâ-se a
interdependência eDÌÍe os espaços paraguaio e argentino. O item 4 descreve a iotegraçào de todes
os espaços corìro condição essencial da sustentabilidade do desenlol\ilnenlo A flgura
âprese[ta. tambénì. urra p.oposta de inteÍ-relações. colÌlpostas poa fluì(os reais - bens e servrços,
e flì.rxos monetários - circulâção de rÌoeda erÌtre os espaços dos tÍês paises Partindo da álgebra
maÌricial. tenros que:

2r-

Iìigura

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-l[otlcL] l{tttrìtrd Oeral

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X: = x2l Ì xtt + rirì+
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Dadas essas definições. é possiveÌ âpìesentzÌr o núdelo de !ìatriz quàdrâda l5 X t5
e interdepenalêtÌcias possírcis dos subsislemas da
sustentabilidade do cleservolvimento Íegional

qrÌe apresenlam todâs âs itrter-relaçòes

Sendo âssiül

Destino

Espaço Aryentino

Origem

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EspaÇo

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lfiíer-reluçàt íspacìul

Enì seguid.ì Èstabelecemos a metodologia para cálculo dos coelicieltes Xll. Xr. X!r.
X,u, neste caso adotarnos o p.ocedìmento das categorias
ordìúais em estrutura de graduação no atributo, con,o medida da ìntensidade da interdependência
na relaçâo entÌe os espâços. sendo íLssim: 0:Nula; l:Frace;2=Ìtíédra: l=Forteì 4=Dominante. O
nivel máxìrno de inteüsìdade na relação de ìnterdependência é o 4=dominante. Desta folrla- para
que haia Lrma interdependência teral é necessárro um resultâdo das somatotias dos coeficieÌÌtes
equivalente a: i 5 Ì 15 \ .l:DolìiDarrte Ìi T:obsen'ações. Neste ciso. uiìì pequeno núnÌero de
observações cuidâdosas seria sulicreDte para se encontrar coeficientes de urtensidade Xnn bern
rcâlistas. nìa !'ez que todos os coeficìentes são visileis e não requerem cálcllos sotisticados.
\ieriÌìca-se ainda o número sigor'Ícatiro de 15 Ì 15 : 225 obsen'ações de irteraçâo qrre
coD$õerr o fesultado final sâtìsfatório e e\temarneüte contìável da interdependêncìâ .egìonal.

XÌ.. XÌr,. Xì? Xr*

C,A.PÍTU

I.

OPORI

Lo v _ ANÁLISE ESTRATÉGICI pnollnrlxan

L\ID \DE PARÁ I\ITECRÁçÁO

DAS TRÊS FRONTIIRÁS

A falla de drrelnzes oficiais pâla a integraçào entÍe os povos desta Íegião, uìnn Ì.ez que os
Planos D,retores de DesenvolvirÌÌento existenles não corÌtemplam, em comrìrìì. acotdo
defi nirrdo drrcmzes para o,leçsrvolr rmerrro conjrnlo:
O desenlolvimento da â{vldade turisticà só pode acontecer se lroo\.er inlegração entre os
po\:c's e os espaços desta Íegiâo Interiuciolìâl do iglnssu, visto que naturalmente, o
tuúsmo não possui limite. além do que a pÍópaia nafurcza se encaffegoü desta condição

QrÌanto l1ìaior a integfaçào e a unrâo destes por.os. maior ns condiçòes pâr? conÌbate à
criminalidade. o tráfico e a ÍolêrÌcia, seLìdo esta usÌa condição fundameotâl:
Quanto Ìììaior a integraqào entue Õs povos desta regjão. nìãior as possibiliclades que eles
ténì de concretÈaa o deserì\'oÌviüeÌìto stìstentÀdo;

A pre<ìiposição dos tìo\.emos cle rnvestrren nas rcgiões fronteiriças- geÍaìÌdo condições
pam â rntegrÂçào:

O interesse Íeal das gmndes potêrÌcias i!Ìternacionais. coúo Estados Ulridos. de priar
condições pâra o comlrate à crin,inalidade e âo contÉbando. terna que Íò! ob1eto de
debate lnclusive t1o Selìado

NoÍe-âmericãlo.

O risco qre os isolameÍìtos de qualquer utÌt aios eq)aços, seja brâsr'lejÍo. paraguaro ou
alge[tirÌo. parã o outro como íeÈlgio dos contÍave!ìtores.
o Es1âdo do Paraná(BR)" a fronfeìrã fluvra1 orì3rnal de lU(-J knr erstente tle CiLrarrá
àté o Marco das Três Frooteiras. re<ìuziu-se para não rüenos de 13 l<nl â partir do
alagâmenlo de Itaip0, tÍansfornândo Foz do Iguaçu lro imico porÌto de corÌiato ]isico
cliÈto ertre o PiìrâgrÌai e toclâ â nca Região Sul do BrasìÌ exigrndo mciônalidade na
ocupação desse espâço

PÍLrâ

Os lènômeoos de estrangula]1]ento fisìco urbâno-regional. instaÌàdos com

o alaganìento

de Itaipü - BR e PY (em Ì.982) e os Parques Nacionais do Iguâçr/BR (l 916) e
Ìguazu,/AR (l9i'l). odginândo os'EstÍeitos do lguassu" lÌos chaüados pâssos de
Frcúeira. Dão faftnÌ consideÍados nas concepções orignais desses pÍojetost tajnpoì.lco tÌo
plarelaüento esÍmtégìco das nações envolvidas.

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Desenho No- 0ó - Mt41.r do EtueìÍo do lgüattu - L.t.lo Brutilcìto EÍuLh do lJdrufiu
Orìginado apús as conforntuçòc' tlo Lagt tle Ituìl1t! e Parqüc Nacìonul tlo Igtutçtt(BR).

nEqÌ{ANd

r'10Rcó

m!

ÌÂÉs
rRONTÉI845

ESTREITOS

DO IGUASSU

CONFRONTAçÃO DE PARSUES

.",

l-e.l-.r ì

Desenho No, 07 - Mapa do "EstreíÍo do lguassu" inclüindo Ltdo argektiko
Co írcntação das Resenas Naturais dos Parques Nacìonaìs AR e BR

Foto

I

Ánizade BR Pv - Yistu ao íundo Cìudad del Este e Rìa Paraná, àfrent? regìão
de canërcìo expoúador hrcsileirc - Ocupação fuacìotutl

Yìsta Aérea da Ponte da

. A ocupação e uso inacional do solo e o caos urbano regionâl se instâlando sem um
critério técnico de planejamento ìntegrado caracteriza-se como gÍave ameaça ao pleno
cumprimenÍo da Cláusula Pétrea do Tratado de Asunción, que estabelece seja assegurado
as condições e facilidades para o livre trânsito de pessoas, bens e serviços dos EstadosParte, o maior desafio paÉ o desenvolvìmento sustenlível.

Foto 2 - Nasíoíos do eríniofotógraJò iguassuense Robson Meircles "OCaos"
Descontroles Endêmicos - Ônus dos seryiços e
equipamentos urbanos regionais por problemas migratórjos: Tráfico - Violência Urbana Demanda extema excessivâ nos seruiços de atendimento à Saúde Pública, etc.

Descamìnho Fragilidade AmbientaÌ

-

32

Forte desejo e mobilização da comunidade regional fronteiriçano sentido de ver superada
a questão- da 1ìeqüúe exposição mânipuladora e ;egativa na mídia nacionaì e
intemacional a respeito da região e a coÌrespondente busca de nossas autoddâdes de
novas altemativas para desenvolvimento auto-sustentável de Foz do Iguaçu e demais
municípios que compreeÌtdem a Região lntemacional do Iguassu.

A

falta de condições ffsicas estrutuúis adequadas ao controle fisco-alfandegário
impedem a perfeita integÌação entÌe AR - BR e PY, especialmente o Norte, e todâ a
frávincia ae UNeSlaR), os Municípios do OESTE e do Estado do PR(BR) e de toda
nação PaÌaguaia, extremamente dependentes da econoúia intemacional, em prejuizo ao
agro:negócio e do turismo do Mercosul

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8

As prcssões e competições pela ploximidade do acesso nas Imntes eslrangulam
maìs os passos de fronteira edre BR e PY preiudicando a economia e o desetrobihenío

Deseúho

difcxltahdo

.

as

possìbilidades de contlole Jisco-a$andegórìo e migralófio.

O rigor praticado no controle fisco-alfatdegário da aduana AR, em especial, no caso
atuaidal aduanas integradas do BR e PY, está requerendo já' formas mais racionais de
atendimento, sob pena de comprometer a segurança e a viabilidade econômica 'egionâI,
principalmente pela gande impoÍância que possui o Porto d€ Paranaguá Para as
exportações e importâções do Paraguaì como país mediterrâneo.

33

O Projeto Aguas GÍandes, em Íazão de seÍ implementado através de um consórcio trìnacioml, não ú potercializará em muito sua viabilidade econômica na medida em que
distribuìrá os custos e nscos entre os três paises, como principalmente, em raáo dê
reunir tlês fortes prcmotoÍes do mesmo produto regional, se transformaÉ em um dos
mais fortês pÍodutos no âmbito do Mercosü1.

de experiências similares no contexto dâ América Iatina com
estabelêoimento de pólos ìntegÍalmente planificados, que contemple em üm unico
projeto, uês paises laúno-ameícalos e seja adotado como instrumento e referêncn na
superaçâo dos desafios para o desenvolvimento regional.
lnexistência

FÌeqüentes çrises no hemisfeno noÍta como Guerra do Golfo e kaque, o
distanciamento fisico e polilico dos paises do Mercosul em Íelação às nações do 1o.
Mundo com a cláusula de não-prolifemção de armas nucleâÍes no scôrdo Bi-Nacional
AR - BR, os recentes d€sasaes naturais na Asi4 dão maior estabilidade e segurança no
r€tomo aos investimentos na região dos paises do Cone Sul.

As

A

ênfase nas prioridades dos atuais govemos proúnoiais, estadual, depadamental e

federal argentino, brasileiro e paraguaio para as questões regionais € do Mercosul.

A Conflssão da entidade Bi-nacionai na Ata da 6 ". Reuniâo Ordináriâ, recoúecendo
oficialmente os impactos negativos originados a partir da implantação da obra onde
declara sua necessidade de contribuir c-om o planejamento e monitoEmento sistemático
na ocupação espacial, com ústas a asseguÍàr a qualidade do uso do solo uóano, local e
regional, nos peíodos antes. durante e deoois da construcão da obra.
Os mesmos princípios e preooupaÉes que estabeleceÍam os documentos originais da
Itaipu Bi-nacional na sua áÍea de influência manifesta os importantes documentos que
concebeÍam a irnplantação dos Parques Nacionais, aÍgentino e bÍasilei.o.

Desenho No. 08 - Map do "Eslreito do Ig asfl " - L<tdo Argentino Província de Mìsiones,
no Canto Superior Esquetdo:
Originado apòs as coníorútação do I'arqúe Nacional del lguazu(ÁR).

i4

Afora o ìnteresse específico da iniciativa privada, o Pamguai passa a ser um plrceiro
estratégico pelo fato de possuir créditos em condições especiais e preferenciais junto aos
organismos Íinanceiros intemacionâis. Além do que, o projeto Aguas Cnandes, pela sua
natureza estratégica, possui grandes possibìlidades na eventual obten€o de recu$o de
financiamento a fundo perdido, o que pode potencializaÍ a viabilìdade política e
econômica de nosso desenvolvimento.

A

atual forte consoiênoia das instituições financeiras de desenvolvimento sobre a
necessidade de se considerar em todo o empreendimento, os impactos econômicos,
sociais, ambientais e institucionais, principalmente no caso especifico detectado peìo
pÍojeto, relatjvo aos ploblemas que surgem a partir do Estrangulâmento Fisico nos
"Estreitos do Iguassu".

O próprio risco de comprometimento da imagem das instituições envolvidas ao

se

permitir o flnanciamento de obÍa da magnitude de Itaipu(BR-PY), sem antes pondemÍ
determinâÍte 1âo evidente e importante coúo os limìtes estreitos de passsgem fronteiriços
no âmbito do planejamento estratégico, não estabelec€ndo nenhuma condìÉo ou
exigência de amparo ao desenvolvimento haÍmônico integÌado do espâço urbano-regionaì
nas áreas de iniuência diretâ e relativa.

BRASIL

Desenlro No.

09

IlusÍração da origem do íenômeno de Eslreitumento de Passage eníre
BR-PY 4 Jnrtìr da contÍnt$o e alaganenta de |taípü
ì5

As iniciativas concementes em apoiar a integração e o desenvolvimento regional dos
atuaìs diretoÍes da Itaipu Bi-Nacional(BR-PY) através dos seus Conselhos de
AdministraFo, interroiìpendo a omissão histórica dos nossos ex-govemant€s na questão
do recoúeçimento por parte da Entidade Bi-Nacional dos impactos e a importância da
obra em relação ao deseÌÌvolvimento regional é o fator fundamental no ptoc€sso que jrá
impedir o estabelecimento do caos e o colapso urbano na sua área de influência diteta.

.

A legìtimaÈo do Projeto Aguas

C'randes proporcionada pelo Tratado de Asuncion e a

resolução 41l 97 do GMC.

4 . ANÁLISE DA INTERDEPENDÉNCLA.

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Figttrs 4 - Modelo Algébrtco Matríz

de Inteldependência e

Inter-relaçao

Cálc'ulo do Gruu de Inter-DE)e dê cia ente AR-BR-PY para o Desenvolvímento Sustentárel

ESPACO ARGENÏNO
0 = NUI-Â
1 = FRACA

RESPOSTAS

2 = MÉOA
3 = FORTE
4 = DOMIIIANTE

Total

0,0%
18,7o/ô

213%

12

í6,0%

44,0%

de Respoías

't

00.0%

RESPOSTAS

ESPACO BRASILEIRO
0 = NULA
I = FRACA
2 = MÉDIA
3 = FORTE

0
10

20

8

17
75

4 = DOIú||',|ANTE

Total

0
14
16

d€ Respod6

ESPACO PARAGUÀO
NULA
FRACA
MÉDIA
FORTE
4 = DOMIi.IANTÊ
Totalde Resposlas

RESPOSTAS

0

0=
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2=
3=

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0,0%
13,3%

26,7%
37,3%
22.7./"
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%
0,0%
16,0%

2

29,3%

29

38,7o/o

12

r6.0%
100,0%

CORRÊLACOES DAS ORIGENS
1 = Argentina-Brasil X Brasil-Argerdin€

6E%

2 = Brasil-PaÍaguai X PaÍâgu€i-BÍasil
3 = Paraouai-Aroeü na X Amenüna-Paraouai

71

craü de lnt€rdêpendência Gêr.l
orofmidadê da Íêlação dominante

6596

530/o

2. CONCLUSÃO
"Cada município, estado ou região; mesmo possüiído as suas paÍticularidadôs, o fato do presente
modelo utilirar paÍâmetros de susteÍttabilidade reconhecidos em mais de 180 paises, permite.nos
eplicá-lo em qualqus looalidade onde se pretenda buscaÍ a sustentabilidade dos setoÍes: de sua
inta-est utur4 de s€u tecido econômico-social, politico-ìístitucional e arnbieúaf'.

l1

O cálculo çìentifico demonstÍando o elevado glau de inteÍdependência existente ente cada Ìrm
nas coÍÌelações de estado na Região Intemaçional do Iguassu da AR-BR-PY, compostâs poÍ
fluxos reais bens, p€ssoas, serviços; e fluxos monetarios ciculação de moeda entre os
espaços dos h& paises; partindo-se de cálculos da álgebm mahicial, nos leva a corcluiÍ, como
maioÍ píova cientifica, que temos necessidâde urgente de impla[târmos o PROJETO ÁGUAS
GRÀNDES e buscar a otimização imediata dos nossos recursos na forma compartida, sob oonta
e dsco de estârmos compÍometendo a qualidade de vida de nossas gêr"ações futuras.

-

-

Nossa inacionalidade atual com a inexistência e inopeúncia de política de desenvolvimento
integÍado, geraÍìdo o desequìlibrìo econômico, social, político, aÌnbiental e de nossa inÊaestnrtura Íegional é a nossa mais gmve ameaçâ à nossa seguíança; nosso mais alto custo de
oportunidadeil ?npos,tìbilidade de um desenvolvimento que seja duradouro, sustenlavel.

2.

REF'ERÊN(.IÀS
a) Declaração conjunta de Buenos Aires para o Tratado dô Coopeüção dos Paises da Bacia
do Pratâ./ Atas de Reunião de Ministros e Chanceleres - Aígentìna ,lBolívia /Brasil
Paraguay,/ Uruguai @uenos Aires-AR - 27l fev/ 1 .96'7).

/

b) Ata da 6u. Reunião Oidúária de ltaipu Bi-Nacional (ResoluÉo No. 29l 74 - Itaipu Bi04/ set/ 1.974) onde argumenta que: sendo uma das forças geradoras do
Nacional
gra.ode desenvolvimento que se vislumbravâ de Foz do Iguaçu no lado brasileiro (por
oonseqüêícia de direito também o lado Paraguâio), reconhecia oficialmeÍÌ1e sua
responsabilidade nos ajustes das necessidades e interesses da região, oomprometendo-se
em contibuiÍ e apoiaÍ na prograÍnação dos mecaÍÌismos fedemis de planejamento, ação e
coÍüole das expansões urbano-regionais dumnte os periodos: antes, durante e depois da
fase de constÍução da usina.

-

c) Acta de Santâ MaÍia dêl Iguazu

-

(Puedo Iguan

-

Arg.27/ Ag/ |.984).

d) Ata dê DeclaÊÉo de Ìntenções Tripartite do Iguaçu - F- do IguaçÈ-BR, 25lFev/ 1.989
e) Acta de Inauguración de Los Comi'tês de Fronleús

-

Umguaiana

-

RS

-

(AR-BR)

Assinada em 22l Agosto/ 1.989).
Tratado de Asunción - TÍatado de
Assinado 26lmar/1.991.

la

Constitucion Del MERCOSLÌR

e) Carta de Ouro Preto - Dezembro/ 1.994
Comum do Mercosul.

-

-

Asunción

-

PY -

Instrumentação Jurídica GMC-Grupo Mercado

h) Resolução No. 4ll 97 - GMC - Mercosul - Institui o Pó1o Turistico Internacional do
Iguassu - Montevidéo Uruguai Assinada ern 06/5et197.
D

"Estratëgia I terarneicana pqra Ia Promoción de Ia Pafticirycón Plibli<n en la Toma
de Decisio es sobre Desarrollo Soslenible" - ISP OEA - Unidad de Desanollo
Sostenible y Medio Ambiente - Publicação: Waúingtoo, D.C. 2001/ CIDI Consejo
Interamericano Pam El DesâÍollo IntegÍal, doc. 25100 y Resolución No. 98 (V-0/00) da
V Reunión Ordinaria entre 13 a 14 de abil de 2.000-

38

3. TERMINOLOGIAS

.
.

*Y'Guassu: (do idìoma guarani)

-

Águas Grandes.

Esbeítos do lguassa: a fronteim fluvial paranaense original de 200 KÌn eisttnte enlÍe o
Paraguai e todo o Sul do Brasil foi reduzida para não mais de 18 Km com o alagamento
de Itaipu(1.982), tomando o munioipio de Foz do Iguaçu no caso brasileiro no único
município desse país que possui fronteira com a nação paraguaìa passível de tansposição
ffsica direta utilizando-se dos tradicionajs sistemas de üanspoÌte Rodo-fenoviárìo. O
mesmo feÍrômelro de "estmngulamento Íisioo" ocorreu erìte AR e BR com a irstituição
dos Parques NaoioÍais do Iguaçu-BR(l.916) e lguszu-AR(1.934) e os muíicipios
paraguajos de Hemand.á,rias, Ciudad del Este e Ciüdad Presidente Franco confÍontantes
com o Búsil em nossa região.
Obseryação. As dênominações gêogaíficas: "EstÍeitos do Iguassu"(BR) - Estrechos del
Iguassu/ ou ' Esbeitos do Ìguaçü e Ìtaipu'(BR) e ' Esteohos del Iguazu y Itaipu"(AR e
PY) es6o sendo encamiúadas para serem apreciadas sugeridas junto a cadeiía de
Geografia e Hisrolia da UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Panní(BR) e
os Conselhos de Hisória e Geografla Nâçionais de cada pais, aos Institutos de Geografiâ
e à "Revista Science" pelos proponetìtes do "Projeto Aguas Grandes" para a
corespondente análise, estudos, apÍimoramento e apÍovação dos conceitos e valores
peÍinentes e ulna vez aceito adotado pelas acâdemias correspondeÍrtes.

.

Os autores solicitam a verificação dos antecedentes hisóÍicos, geográflcos e científicos,
desconhecem quaisquer abordagens c,oncementes aos "Fenômenos de
estrangulamento Íisico urbano-regional' nos úês países, e que tenha sido eventualmente
oonsiderado como de impoúância no contexto do plânejaúento êstratégico das Íaçôes
diretamente envolüdas, e no próprìo Mercosul.

pois

.

*Equalização Cambiária: Equiparação com uma moeda forte de rêferênoia. Normalrnente
utilizâ-se o Dólar, Ien ou Euro. A estabilidade monetiria é condição considerada Msica
pam o desenvolvimento integrado e sustentávêl em qualquer bloco econômico. Gmnde
pade do insuoesso inicial do Mercosul foi originada pela ìnstabilidade monetária que
âlúgiu BR e AR

r

*Tariâs Extemas Comuns: Tara de impostos pala importação paÍa produtos dê terceiros
países que se estâbelece entíe os paises membros de um bloco econômico. A equalização
das TEC'S - Tarifas Extemas Comuns é de fundamental importânoia para o equilíbrio
político, econômico e sooial de qualquer blooo econômico que se pÍetênda estabelecer.

.

*CoÍedor da Bio-Diversidade: Compreende as Mac.o-F.co-Regiões da Patagônia/
Iguassú El Chaco/ PantaÍral e Amazôni4 conformaado conedores de integraçâo da
natureza que devem ser preservados pela sua riqueza biológica coÍn o objetivo de garantir
ao máximo possíve1 e de forma espontânea, as trocas e recombinaçõ€s genéticas eútxe as
drversas especies do Continente Americano.

.

*CoredoÍes Bi-Oceâúicosi Eixos/ CoredoÍes de DeseÍwolúmento MacÍo-Econômico
perpassando os úrios paises do Cone Sul da América e interligam os Oceanos Atlântico
e Paoíffco entre eles enconha-se o de PaÍanagui4 a Antofagâsta ou Iquique no Chile e
passa pela nossa Região do lguassu.

39

ÁS CIDADES

-.

!

Autor; Nilso Rafagnm - maio/ 20O2

A cidads ideal.
A cidade dos soúos.
Moradias e lugares
axtigos antigos,
antigos...,
çemo a ciYilização.

-

... casa dos sonhos,

Desde que surgiu o homem
penegue ele: a casa dos soúos,
a cidadç dos sorúos.

A çidade ideal,
inconsciente coletivo,
quase genético

-

utopia.

- ... Desistiu?
Não se soúâ mais a cidade?
- ... A casa?
- ... Porquês?

-

problema da técnica?
... da arquitehrra?
... incapacidade econônrica?
. . social?
... políúca?
..

..

.

. multidisciplinas.

Democracia ...
Gestão participativa.

..

Educação.. . .
Pobreza ...,
Excessiva dependência.. ., ou inter-dependência ?

Eu creio; ... o sonho acabou virando çoncrcto

40

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PROPOSTA ESQUEMÁTICA PARCIAL

CIRCUITO UNIDIRECIONAL
APRO\IEITAMENTO MODELO EXISTENTE
PONTE DAAMIZADE (BR - PY)
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Detenho No. l0 - Solução Áhenatiwt - Incaliza$o da 2'. Ponre BR-PY - Ápt'oveiatmento do
Eixo Urbdno Existere de acesso à Ponte da Ámizade - Parulelo a BR-277 e Ruta 7 - Cami ho
Ásunción - Paranaguá - Circúlo Unídircciohal - Menot Impactc,

MOVIMENTO IGUASSU - T]

"Projeto Águas Grandes" - As suas cir

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INTEGR^ÇÀo REG]oN AL
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CORPORATÌ\A PARA AS

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SISTEMÂ Dh IR,\Ì..JSPORTE

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"SII\''BOLO- IDINì'IDADE

DAS TRIS FRON

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FinanceiroparaoDcscnvolvimentodaBaciâdoPraiaocorridaeml2demaiodel.g8EnaenràoCiudddPÌesrdentestÍoesÌìneÌ I
(hoj e C iudad del Estc) e sua relomada po r inic iativa do próprio governo paragÌÌaio na reuniào do d ic 0q de \ eÍ(rÌo r' .00 I n.r
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Secretadâ de Turismo de Foz do IgrÌaçr(B R) que deu orige m ao "Manifesto do lguassu" re isrÍado t m C arro n n de T nrl os c
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Documenro. d( lo/ oo l.urçu Pt( BRnoL.J'ìdeornrbrudL:.0o.propo'ropela/riro\.en-pre.âded-qui(cl .r1.
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ed I .açj(s e plJne a.neìro r rb"n.r."n_oicnral. xrr.\é. o.. .eu. .oc ot o. arq. r.u. \r.o Rd;Fì.rrtiR-CRr e ür-am t
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Demen Bâmdi Rafâgnin(PY) ondc se estabelece o marco lógico do p1ânejâmento estrâtégicq apontando os nÌmos do
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desenvolvjmento sustentado da Regiã, ttt Póto Turí.:'tico Iníer a.ìanal da Iguassu con,tirid,, p, li rcsaluçòr q l a- da
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Mercosul no GMC - Grupo vtercatlo Coltrln. Tal proposla foi âpresentâda a CPCM Comissào Pârlamentâr Coniuntâ do
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Mercosuì e ao Govcmaclor do Estado do Paraná Roberto Requião que manjfeslou apoio; tambcÌì sLrbmetrde a eprecraçìo de
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Suâ Excelénciao SenhorPresidenrc dâRepúblicado Brasil Lula da Silva que incenti\' ou contrnuidadc do projet,r. da mesm.ì
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forma loi dado o derido conhecimento às autoridades dos três niveis de gor,emo dos nès parses TrJtu-ie de propLrstr I
amplamcnle dìvulgada e debatjda no seio de comlÌnidade, obten do apoio de inúmeros seFÌr er Ìos e r on so idan do -sc coÌnu rì
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projeto de inÌeresse púbìico pelo câráter esralégico. que contempìa tÍés sistemâs fundamcnÌnrs o EcantÌÌ^ú, Socnl e
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Polítíca, carf, espccial én1àse nos aspectos turísticos, clLlluÌais e sócio-ambientais; âdôtrìdo-.c dud\ datas. como darrs I
comemorativas do início do ìvÍovimento lguassr Tc1Ìa Guarani: Todos os dies ll e l2deoutübrudecadrano.corn!identc" I
com as dâtes â1usil'as ao ÍÌÌiimo dia do índio da Anéricâ sem a presença do homem branco, e srmholrc-rnìente â d.alr do
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dmmátìco en co ntro dâs cultrra s lu so-h ispân ico-guarân i no osso conliÌ1ente, co m o Des cob n Ín to da Ín !.Ììe r.
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A"ConsoìidaçiodoMolimento"sedaráapaÌlirdodia26demarÇode2.(105,naconloÌmaçàodo Enre trrridicü PÌo-F,,rLÌm do
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Ìguâssu" proposto pare a aplicação e controle das inicìârivas pÌevistas no {ìue denominâmos agora "pROJETO ÁGUAS I
GÀ,4,\DÀS ", envo Lvendo loda a sociedade civil organizada. co çori{icando-se em gnÌpo s de comunidades rep resentarivas das I
diyersas modalidades e nos três niveis de govemo de cada pais. visando conlòrnação dr "Conìunidade do p. o Tunslr(u I
lnternac ionâÌ do Iguass u", scndo organizado; nos periodos da senana anterior a de 6 de ma1ço mencionadâ, datâ que coin cide
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com comemoração do 14". anivcrsâio do Mercosul; uma semana em que sc promoverá. cnurhÌrerÌe; ,,r na torÌÌìa Bienal. I
iniÌmero s evenlos de caráter sóc io-cuìtrrâis e ambientais envolvcldo os três países, tabel ece nd n re n ar e
tema ir amenrc I
o mais amplo debâte sobre nossas questões fÌonteiÌiças, cÌrlmindndo esse evento com gmndes leiÌâs. erpusrçòes. ron.ursns, I
com instituições de prü'Ì1ios, Centros de Estudos, festivais e coÌnpetições nas divénas modalidadeì dâs manjfestações I
cLLLÌLLrâis, espo rtivas e de LâzeÌ uÌna grande fèsta de nos sa co letividade reg ionaÌ c do Merco \ L
I
OBJETIVOS:
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l,\4u lr,,drn".ormd..Jiü-( rrralr (omÌr".d"dedaRegrìulnte-n.cunrlJ.lgÌr,.j. rfimoeerr.b.leicr o.rn..ur.r"r
I
O prcsctte movimento é uÌn n'Ìovimenlo sócio-cultural e ambiental. supra-pâtidirio, de interesse pÍÌbÌico, de câráter
nêcional e tem origem com a aprescnlâção dos estldos preliminares na reunião dos delegâd.\ fON-PLATA
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civii organizâda.
2) impLemeniar um "Plano de DesenvoÌvimcnlo Regìonal Integrado pâra a Região Inremacìona1 do Iguassri, rcgião
ìnstituída pela resoluçào .1 I r 97 do c \,íC cnÌpo VÍercado Comum do Mércosu1.

rôn.pl(\olu

ossa Américà
4) Es crever nâ
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Latina.

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ronjuntaspam{ìueosequipamenloscseniçosurbânoseaprópriaccoÌromiâdos\.luticipio\eF\tâdosPJrledcn,,ssa"Regàô
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lo PóLo Internacionaldo Iguassu" sejâm coÌnpÌenìentercs. sepossível. nuncaconcorrenrei.
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7) Organizar, promoveq difLrÌ1dir. sistematizando e apoiaÍìdo os e\'entos de interesse conjunÌns en\ oLi enclo u comLLnrdade pera
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rs lcslas dâ coÌetividade rcgìonnl. sej anr elas ivic as. espoíi\, âs, soc iais ou cultLrraìs. ou quar sq ucr m
'r r,Jades rn mein o. II
Dcs envo lvime nlo e a iüÌegração dos povos linderros à conlluênc ia dos rio s IgrÌeçu e Paraná.
3) Protnovcr rermìndo a coÌeli!idadc rcgionâl j untamente con1 as dirersas insti içòcsjác\rstenÌesoua\eÌemÌÌì\ÌrtürJJ\È
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cslnrÍal. I

5) DeÍink umâ pauta de prioridâdes conjuntâs brscando os mecanismos de viabilização recnÌur. püÌrr cr. soLia.
:conómica e financeira de cada uÌÌl desses proj etos peìa ordem priorìárìa que definâ o Fó rum do lg uris
6) Respeitar a culÌurae a soberania de cadâ pais,_promovendo os ideais de liberdade, estirnulanão e estrlrrleçcndL, drrelrì7es

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forda conj rntâ. com o envol vimenlo e integração de ioda nossa comunitlade regrnnâlo -\4a núcs ro do Tsua\5u
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J< cue rç delna i rr.r'en e. ne e o\ nu\\r\ p.rnJrfr.\ e \a orej Lrr-un\ .r.n,-nãn'.. q're er.re .lr. pri,o. no.
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inrcrrìen(:.qp"/e_rr(o,oor,.."i <r r,lJ,le.rlhe-d.d(.o"n-ordDeL.íore.perrô.nl u-(/".

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!.lnralcdelaz. .i-.raandoo lcete.'.od..jrË.\'-r.o.d.tn,nrerrlÀRBt?-p\
demonstrandoaomundoaconvjv&ciefarmônicaepacifica que se prerende eÌtretodos os porçs. esl)e!iatmcnte,,s
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- TERRA GUARANI
l cinco vertentes principais

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PLÀ\O DE DESII! VOLVI iviE\1O

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rcLEFúRÍcoD,\sl
co\ÍrLExoTL:RÍsrJcí)

ESTRLITI iRA SÌSTìJTT\

CL'I-T!:RAL DE L]\ZIJR
P1ÂQtÌÉs NÍt\rflPVS

vÌ.\RÌo B\SlCO Oìt EGtt\DO

PARQUE DESPORTIVO

TRI.NACIONAI, - AR-BR-PY

tGIlASSlJ.co'
\ÌFESTO
DO IGUASSU''

corelaliÌs dâs üês fÍonteiras que prom!ì\.am: o ârtesânato. â cÌllt ra em geral. em cspecial a culináía primitiva gÌurani. rÌ
pinturâ. atccelagem, a Litcrarura. plunrária indiSÈna- o dcsigÌ1 indíge0a, a cerâmica e lodos os elementos da cultrLraguâúni.
9) Apoiar. atrâvés do Instituto P(ilo lguasnr e ouÌras enridades de inlerÈsse públìco. a insÌinÌiçào de novos mecânismos c
organismos de divulgaçào..moniroÌâmÈnìo e conÌrole dos IQA' tndices de QrÌalidâde Ambiental. dos IQV-.tndice de
Qualidâde de Vìda. ÌDH-lndice dc Desen\oÌ\imen(ì Humano. ÌEs-lndice de E\clusào Sociaì e IDS - lndice de
Desenvolvimento Sustentáveljunro às com un idàdes Ì!ìcais e r.gionais.
10) PromoveÍ o desen!olrimento na lbrma inregral- aninando fatores que produzam incÌusão social. poÌitica, econômica e

clílr!Ìal.

das diveAas comünidades ribeirìnhas dos Rios lgl.lacu. Paraná. seusAfluenles e SÌrb-afÌ!Ìcntes, drs comunidades que
hoje cstão à mâÌgem do processo de desen\oÌ\imenìo e ìntegraçào Íegìonal. prrìrDvendo a meÌhorja da qualidade de vida de

todapopÌrÌação.
l1) Prornover, incentivar. buscando recuÍsos que !ìsem nosso desen!olvimenÌo conjurrlo nas áreas de ìniìuência direta e
ponderada com a impLantaçào de uma eslrategia conJunla que estinìÌìÌe a paÍicipaçào pública nas tomadâs de dccisào sobre o
DcsenvolvinenÌo SLlstentá\eldas rcgiLies de lìonreìrado nosso Mcrcosule de nossa,{mérica Latina a parlirda nossa"Regiào
do PóìoTuÍístico InlemacionaÌ do lguassu .
'- Pârque E spo ni\ o Integrado das frês FtonÌeiras ' tlesp eÍando e
1 2) Incenrivar a criação no cuno. m ódio c longo p razcì dc unr
respeitando a vocação nâtLrÍald. cadn indiridlro. seus gnrpos dc modalidade em cadr BairÌos. DisÌritos, MLìnicípios e EstrÌdosPane. esrimulando a prálicâdâs ali\ìdad,js espoíi|as amadoras e pÍoÍìssionêìs. LNÂndo o esporte.o luÌismo, âculímeo lazcr
comoloÍes eìemerros de intc grâç ào das rês lÌonÌeiras {R- B R-P\'.
l3) Crìar promorer. adminisÌrar o!Ì tercciÍizar os seniços do VÍega PoÍaì de Iniòrmaçõcs do lguLÌssu" e outros sÈrviços
eDvolvendo a pârticipaçào públicr. instiruindo fonler de recÌÌnìos necelsáriâs paÍa o desen\olvimenlo sócio-cuhuraÌ e
ambiental da-\ trés fÍìtìÌciras.
l5) Ímplantaçào imediâla de Lìm \lega Sistcmade llìtòrmaçòes -"RedÈ InÌranetda Rcgiàodas Ìiês F ronte iras ' inlcÍl igândo
os diversos orgânis mos o iìc iais. (U ni\ ersidades Co!Èrnos e Cidadaria) disponrbilizando mecanismos de inlormaçõcscom o
üìáximo contèírdo e aplicaçio da multiüi{ìiâ iÍìtensi\a. iìlra\és de um sisÌema de alÌa \.elocidade. inct!Ìindo a úìstalaçÀo de
mecanisnosde geo-processamcnto visando a instnìmenlâçào do novo SrÍenÌa de Planejamento a ser i mplânltÌdo. através de
e ações práÌicâs emconjonlo.
stituir ün Centro de E srÌìdos Cuâraniticos. gcrenc iado e n convÉn io pclds làcÌridâdes p úbl icas e privadas da regiào.
l7) Ësrâbelecimenro de sisteÌna de transpone coìctiÌo inÌÈgrado das tr'ês fronieiÍâs-AR-B R-PY - "Sislemâ Dois Agás -com
l biogás gásd. petróÌeo ielétrico. o u oÌr ü3 alternâtiva não poirì enÌe.
s istcna dc propÌrlsão à giÌs de h idrogên io
l8)lrrstitucionâlizaçãodcnìârcâdeidentidadepróprì3.'Sirnboìo"pàraaRegiàLìlntemacionaldolgLìâssu.quesejalàcilnlente
idcntificadâ colÌÌo màrca de qÌìalidâde e âütenÌicidâd. de nossos prodÌrtos e scrviços junto âos mcÍcados nâcionâis e
inÌemacionaìs de cúa pais: como ponto de pâriida. propomos o 5imbuÌ!ì dcfinidonâ vertenÌe no I acima
19) Estabelecimento do consórcio de empÌ.sas 'Companhia do lguâssu'dc caráter temporário lri-nacional. cono
rèsponsá\,ei peìa viabil ìzaçào dos empreerdimenlos.
20)Constituição de um "Enre Pró-Fórum do lguassu" fomÌado inìcialmcnte por rll1Ì mínimo de Ìrês prelèilos. AlÌ-BR-PY quc
inteqrâm a "Regiào Inrernacionaì do lguâssu" c(Ìn vistâs a coníiluiçào do "FónrnÌ Supcrintcndenre - fórum do lguâssu" de
carárer mrÌltilareral integrâdo peìos três ni\cis de govemo dos trés países. qrÌe conì o bcneplácito d(ìl goÌemos cenlrâis.
deiìnir:ijLrntamentc com a sociedade civilapolitìca de dcsenvdvimento Ìegion al inlegradc.
2l)llstimuÌârreuniõesconjuoï sdoFCES Fónrm ConsÌrÌÌìvo Econômico e Socialdo \'Íercosulcos très niveis de govcmo das
ireas dè lronleiÍâ do Mcrcosul para análise. discussào e cLaboração de estudos sobre "os desdlio\ e Lllienati\t! pdru o
l.sen\ ol|inent.) rcgìonulìntegt orla nú! tcgiões dc lìotúeit'u.to ller.atule Am.ricd na tul|ento ítu ÁLCÁ".
2 2 ) Dese [voÌvimenlo e imp lân tação imediLÌ1a de um " P lano de Re! ital ização Eco nôn ic.r de Ciüdâd De t Eslc ,4.P{ PY).
:3 ) Crinçào e inÌp lanração imediata de uìÌ " PLano de ÀdequiÌção e R e\ ital ização Econômjca para Puerto lgu azlr MNES(Alì).
2.1) Revitalização,Re-.Adequaçàoao novo conle\to cconômico do Jardin JuFira" Vila Portes Ììegião da Ponle dâ.4.mizadc(BR)
25) Re-Adequação e InseÌção ÊconôÌnica de C iLrdad Puerto Prcsìdenle l.ranco' Hernandárias e !tìnga Gúzúno Departamenb

procedimen tos
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JrAlto Pemná(PY).
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Re-Adequaçào

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Inserçào EconanÌìica dos \Í rüì

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ipios dc PÌÌcno EsperÂnza Wãndi

-End.Pro\.ìÍi o:TrarJúlioPrsr,lil-l'.and-nìla0l 'fonc:(-l5lil-l
Fn/ do lguaçu PR-BR

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PrÌcrloLibcíad iúi\'ES{AR).

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O NLANIFESTO DO IGUASSU
..MOVIMENTO IGUASSU TERRA GUARAN| '

CONSltnçÃO O,+
COMLTNIDADE INTERNACIONAL DO IGUAS SU

ES IABELECIMFN rO PROCLAMAçÀO e

FORI]M DO IGUASSU
Auto.es: arqÌiteto Nilso Rafagnin e Mariam Damen Ralàgnin

PREFEITURA DO MLINICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU
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E pRopoNENTES oFICIATS:
PREFEITO ìvlLÌqCPAl DE FOZ DO IGUAÇU CELSO SAìVIIS DA SIL\A
\.ICE-PRETEITO E CHEFE DE GAB$IETE CLÂUDIO RORATO

lossÍwrs ruNo'rDoRES

secnrrÁr:o oe trn lsMo

NEUso R ATAGNÌN
EX-SECRETÁRIO MLIÌ'üCIPAI DA JÌ\DLISTRIÁ E COMERCIO OIVT{R TOSi,
sEcRrrÁRIo ÌvtLï.{IcIpAt DA rNDúsrpl,r e coMERclo LL'IZ Â. RoLM DE MoLrRÁ
srcRrrÁgo MLJì\rcÌpAr Do pLANEJÀ\,{FNTo RoDINEy JosE AIAMÌM
SECRETARIO MLIÌqCIP,T DO MEIO ÀMBIEì{TE SERCIO CAIÌVÍÌ
SECRETARIA DE COMIJi.ICAÇÀO SOCÌAI REGINALDO CLECIO DA SILIA
FLTNDAÇÃo MT,NICIPAT DE EspoRrEs VAIDIR DE souzA
FLTÌ.IDAÇÀO CIJLTLIRAI ROSICLER DO PRADO

Foz do iguaçLr. l2 de ounrbro do 2001.

Do

\rquiÍeto \

ilsr-r

UecUor

Ralagnin

oÍQLrÍìêtuío e

Para: Excçlenrissimo Prefeito ìvÍunicipai de Foz do lguaçu
Senhor Celso Samis da Silva

.

Serírores :
-Dr. Cìáudio Rorâto
Secretá,rio de Govemo
- Ncuso Rafagnin
Sccret{rios de Turismo
Secrctário de Indústria e Comércio Luiz Antonio Rolim de Moura
Secretário do Planejamento - Rodiney José Àlamini

.\5SI NTO : PROJFTO NI.\RCO D.\S TRiS FRONTFTR-\S

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ì\,íANIFESTO DO IGUASSTJ.

Em razão rios entendimentos havidos entrç o nosso escritório e vossa
administração, conjuntaÌneÌìte cour o Covemo do Senhor Jo*ino Uninaga
representado pela pessoa do Seúor i\rqúteto Oscar Ortega, Ex-Secretárir.r
dc Túsmo do DepaÍtamelÌto do Aìto Paranii no Paraguai, ateüd€ndo vossa
solicitação. encamiúarnos a coÌnplementaçào dos nossos trabalhos ate aqü
produzidos.

O proJcto pam o "Complexo Turistico" tem no seÌr bojo a proposta de um
"Plano de Desenvoivimento lntegrado para a nossa Regào Intemacional''
atlicionado de uma proposta para a "ldentidade Corporativa Regional - Um
SímboÌo para a Rcgão do lguassu"

As pÍopostas surgem itlentificadas com a visão desse govemo, como lün
novo conçeìto do desenvolvimento hamôdco integrado com os demais
mrmicípios de nossa Região Fronteidça- enquadra.ndo-se perleitamente
dentro dos atuais anseios de toda nossa comLmidade. e seus lìmdamentos
enconüados dentro dos preceitos estabelecidos nos inúrneros Tratados.
Protocolos, Atas- Reuniões de Chanceleres e Cartas de Intencões,
Consideramos que a proposta que ora aprcsentamos está de acordo com o
vosso pÍograma poLitico dc Governo- s dá atendimento à urgente
necessidade de resposta requerida pela opinião pública e pela lei mrmicìpal

No. 2343 que constituiu o "CONSELHO DE TLÌRISI,IO E
DESENVOLVITv'ÍENTO ECONOvIICO - CONTURDE-.

DE

edllicoçóê

A relerida lei detelmina. e é o que faz esse projeto; a produção de estudos
"planejamento esíatégico" ligados ao Turismo e DesenvoÌvìmento
Econômico a ser implatado pelo mrmrcipro e ampliado na nossa proposta no
contexto da ìntegração.

Após análise e aprovação com as coreções devidas efetuadas por Vossas
Senhorias atravós de seus técnicos e o imediato encarninhamento, propomos
que as alterações que se fizerem necessárias se processem na forma de
adendos, e se possivel, visando a celeridade que nosso momento histórico
exige, ocorram somente aÍavés de anexos a serem produzidos apos c
manifesto loÌmal de ìnteresse de reaìizar dos países envolvidos.
Aproveitamos. salìentai o "aÍìexo N'.04" dessa correspondência. documento
apresentado pelo govemo Dobrandìno Gustavo da Silva dia 12 de maio de
1988- na rerurião das delegações do Fon-Plata.
Esse empreendirnento, seguindo a Vossa capacidade de articúação política,
se caÍacteriza.á no mais jnìpoÌtante marco referencial da hìstória do nosso
D es envolr'-iurento Regional.

No mais eÌevado espírito de

paz. fratpmidade entre os povos

nat]tfeza.
-Atenc:io

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Anexos: 1, Sintese do "ìv{anifesto do Iguasdu"
2. Proposta OrganogÍama "FóruÌn IlteÌnacional do lguassu".
J. \laniles(o do lguas'u corn 5uÍìs panes integlantes quar< selam:
r ldentidade/ "Simboìo para a Região do lguassu".
r Projeto Complexo Turístico Cultural de Lazer Integrado nos
lvlarcos Fronteiriços/ Ar - Br - Py.
t Proposta de um Plaao de Desenvolvimento Integrado para a
Região Intemacional do lgLrassu.
,l.Cópia dos esturlos originais apresentados pelo govemo Dobrandino
Gustavo da Silva na sua primeira gestão dia l2 de maio de 1988
na reunião das delegações do Fon-PÌata / Fundo Financeiro da
Bacia do Prata em Ciudad Presidente Stroessner/ Alto Paraná-lPy

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ún-lÌores t{Euao RAFAaíIÌí, oMÁR ToaI, oac./\R oRTEõÂ, FÀBloLA
BUNGEIíATAB LÂVII{ICKI e IíIGUE], GERSo!Í ÂIRES DOs 8ÁÌ{TO8, r€spectivaÍÌente,
S€cÍet6Ìio Mur1icípê1 de Tutismo' S€creiátio Municipsl de lndúsüia e Comercio,
S€cÊtsÍio d€ Pb;èjàr'êíto do DÈpáftâ.Ecnto lE6tado) dÊ Álto PsranÁ' R€públtca. dÒ
PeÌasìrav. Direiora áo Depãr|a-úento do Mercosül e ÂssÌrnios Intemâcionâis e Diretor do
n"""?t*.nto Comeftisl e lrdu3Lrisl, estes dois útirnos ünculâdo€ à Secl€têriâ
MuniciDal dÊ lrÌdüstdâ e CoÉércio, com o oqetivo de rËtómai o "Projòto üsrco d.! T!ôt
rrontcLar-. sb o sloasÍj'A UeEte da SlBútld.lílad€", ocssião em quê D Arquiteto
Oscãr Odesa apiesentou êlgu!]s ÈÌeúplaÍes de Prôjeçõ€s do Flencionado pÍojeto,
discorrendo eÍn cÕncisas p€lg1ras dos objedÌos que sáo de Prtoriz€r o nrrisúo e o
desenr'oÌviiÌÌeÌ1to das fts ÍionteiÉs, notadamente dâ área onde localiz€í-se â3
corúluências dos Rios Par-anâ e iguaçu, PrcPicì3ndo o des€nvolvimento integ1ãdo daqueÌa
área ori'ileeiada pela liatureza, r=lorçando qre o Govemador do Depaft-anento de Alto
P6rârÉ- Sennor JOTVIIÍa ItRltNÀGA, iem inieÊsse em dar contìnuidâde âo Propalâdo
oroiero. razao pela qual indãgou s€ ha jnteÌ€sse em pâlticipa.mos juntênente cr)m aquela
èoiemaaoria.' iendo o senhor Neuso Râlâgnin eIìrmado, em nome do Govemo do
MLrnicipio de Foz do Ìgüaçu, ngladzm-enle pela l]3-â.niíestâção íâvorável do Vice-PÌeíeito e
SecÌ€iario de GoverrÌo, JOaE CLÀÌtDIo RoRÁTO, que há gÌzllde iÌltençáo ero
Ìnarchârmos jÌmtos ccIII o escopo de efetivarÌenie daÍ pross€guimento ao já citado
p,oiero. O ÀrquiLeio Oscã Ortesa Íesseìtou que existem grupos emoresâriais que Jà
maÌÌifestz.ra-m j-Ìtercsse eE particÌpãJ com o âporte do câpital necess-ário Pa.ra !ìabilização
do referido projeio. Po. derradeiro, Íicou defilaido que devemos r€unir todos os papeis e
doqrmentoa de que já dispomos, paI-a aprofr:ndarmo nos em tâ1 assunto, cuja dâtâ e
lacal s€rão oFortÌú3nÌente âAendâdas e úmÌrni€dâs âos Prcfeitos e Estâdos dâ TtípÌice
Fronteira, os qÌrais dâÍiâB o suporie Folítico adndnistÌìativo vis3ndo a consecução dos
obìetivos mâiores. Nâda Ínais hav€nclo a tratãÌ, foi encerrada a prcsente reurÌião às 17:00
hoÍâs, pelo que lalTou-s€ estâ âta, que v2ì deeidãoente âssinê'lá
NEIJSO RAFAGNIN

Secretáno M!ÍÌiciPal de Turismo

SecrctÉrio Municìpal de lndústÌiã e Comerüo

FÁ!I
DiÌet

STAE

L{rtMcl{
io do Meicosul e AssurÌtos IrÌte.nâcionais

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lÍldustrbl
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Aos no!€ diaÈ do més de lel"ercim do arÌo de dois mil e urn, Às 16:00, no Ca
Secretario Municipaf dê T[rismo de Foz do lguaçu, €ihìado nesta cidade de Foz
Isuacu. Estâdo dõ Pararìá, à Rua X-ãeier da Silva n'660, Edifcio Classic, T" B-Ìrdar'

;ï-"il;;;

-+8{

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" lt(, i
u!;Ylrsa
lo"r;L$oj

APRESE}iTACÃO

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HisÌórico - Últimos Quolro Décodos
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1975
1985
1995

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lnouguroçõo "PONïE DA AMIZADE"
lnício "lIAlPU"
lnouguroçóo "PONïE DA FRAÍERNIDADE"
lnstoloçóo do "MERCOSU['

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2005 -

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SÍNTESE

MANIFESTO DO IGUASSU
INSTRUMENTO JI-RJDICO PARA AÇÕÊS DE GOVERNO NAS TRÊS FRONTE

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E un docunento produzitìo pam ser o instnlmento da viabiìização técnlcr. poljticajLridica- econômica e f,nanceira do 'FÓRUNt INTERNACIONAL DO
IGI IÂSSU" com vistas;

1. ESTABELECANENTO DO "COMPI-EXO TURÍST]CO CULTL]RAI- E

DE
I-AZÉR NO I\,IARCO DAS TR€S ERQITTIIRAS- é&BB.IPY" preterdido pelos
Muricípios, ilterligando os três marcos de fronteÌa na çonflttêncìa dos Rios
Iguaçu"e Paraná atraves de sistema teÌelérico de Íansportes com capacidade de ate
2.400 passâgeÌos por hora e a correspondente criação de áreas e atiüdades ele

anìmação turistica, cultural esportiva e de lazer, em um complexo úrico
viabìlizado através de um consórcio de empresas trinacional- envolvendo
excÌusivamente o sgtor privado ou o setor de economia mista.

2. A

DE TIN4 "PLANO DE

DESENVOLVÌMINTO
INTFíìR AÌì() DA RF,GIÀO INTERNACIONAL DO IGUASSIJ" üSANdO A
consolidação de um "POLO INI ERNAC]ONAL DÉ ìIESEÌ\IVOLVIIVFNTO" a

IMPLANTAÇÃO

reEã.j, na area geográfica definida pela resula.cão N'4i/97 do
(ìN{C-MERCOSLTL- dertlo dos conceìtos da mais modema dipìomacia praticacia
por diversos paises na irtralidade para as Areas de hÍ'Ìuêncja em Reglões de
Fronteia, qrÌe se estabeleçam como "Regtões Comparlìlhadas", respeitando-se a
soberalia de cada pais e a liwe iniciativa, o máTimo possível seus equiplnentos
urbalos, suas estnltuâs de ser-viços e âs atratì\'ìdades econôrnicas' sejzul
ser estabeleciilo

naì

coìÌlplementares.

]

'
INSTITUClONALIZAÇÀO DO'ÌVIOVINíENTO IGUASSU TERR{ GUAR\Nf
OBJETIVOS:
- A reflexào e a ÌÌoÌÌtenagellì aos nossos precursores, e aos Íemanescentes povos
da Região Primitiva dos guaranis nos territórios da AÌ/Br,Py e Urugurì
- A busca percarente de nossa ldentìdade CuÌtural - Nossos pontos ern comüili
A definição de nossos valores comuns, transitórios e permanentes
- Mobilização Comtnitána akaves da Instituição Comjtês por modalidades,

-

confotme organograma arìexo.
Estimular a crìatiüdade, o soúo e a irnaginação de toda a cidadania ftonteirìça
na constmção de nma nova imagen/ "A Constmção da Marca lguassri'

5.IMPLANTAçÃO IMEDIATA

DE

TIM

*MEGA

SISTEMA

DE
ACIONAL DO
IGUASSU" ìnterlìgando os diversos organismos oficiais, (Universidades/
Govemos/ Cornpanhia do lguassu/ e Cidadarüas) disponibiÌizando mecanismos de
ioÍ'onnações com o máximo conteÍulo e aplicação da muÌtimídia intelsiva,/ através
de um sistema de alta velocidade, incluindo a Írsialaçàu de mecalismos de geoprocessamento, sempre objetivando a intÍumentação do Novo Sistema de
PÌanejamento aÍavés de procedime|tos e ações práticas em conjurto.

rNroRÌú\çÕES" - *REpE

- DÌÌrâção : Temporá,ria
- Empresa de Parlicipaçào CoìÌÌunìtária.
- Empresa de Econornia Ìvlista.
- Nahreza Juridica : Empresa Trinacional.
- Propósito: Viabilização dos Empreendimentos
- Ou Outro regirne jr.uídico altemativo
7. INSTITUTÇÀO ÌMEDIATA DE L]\4A
FORL,N4 DO IGUASSU'' VISANDO

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..COMISSÂO PRO-FLINDACÀO DO
A CONSTTTTIçÀO DO ''FORUM

Írírúno três prefeitos que integrarn a "Região
Intemacional do Iguassu", un por país e prefèrentemente no minimo os três
rntnicípios envolvìdos no "CompÌexo Ttristico CuÌnuâÌ e de Lazer do Marco
ilas Três lironteiras" / Puefto Isuazu(Ar) - Foz do lÍ{uaçu(Br) - Ciudad
Presidente Franco(Py), e outros, incÌuindo-se o Govemo do Alto Pararìá no
Paragoai, instihÌindo-os como TitulaÍes Gestores "próìempore'', üsando a
consolidação do referido "FORUM" e a "COMPANHIA DO IGUASSU.
Serâ integrada inicialmente por no

demais membros regionais, provinciais e nacionais com envoÌ\'imento de toda
rrossa sociedrde ciül organizada.
..CONST

-

Entidade Oficial, tmr organismo de governo que represeüte e defenda os
interesses dos MLuúcípios, Provircias e Nações que conformarn a "Reg:ão
lntemaciona.ì do lguassu" representada pelos seus projetos tânto os ora
aplesentados corno os inúnetos outros em aÌÌdamento existentes que sei atr
recoúecidos cono de interesse comum e pelo seu eÌevado grau de
interdependência regional, cada um dos membros participantes declara nesse
documento na sua esfera de poder correspondente, a nossa regiào como trma
regrão estratégica para o desenvolünento nacional de cada país e do próprio
Cone Sul.

-A

Constih-rição da Comruridade Intemacional do Iguassu" se dará con um
gralde ato tèstivo, momento que se instalará nâ Íòrma regular e sistemática com
ÌÌ

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período amral,

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da nossa Reeìão

do

anterior à data do Aniversiirio da As
a26dem
cada ano- recoúec
'-Dra Especrd de
decìaraldo-se oficialnente esta dâta como
Cornemorativo" em cada um dos uttuticípìos tla "Região Intemacional

ocorrendo sempre na !98
tìncao- o

Is1lassu".

-A comemoração do inicio do "MOVÌMENTO-IGU,'\SSU TERRA GI IARANT" se
rlará nos dias 12 de Outubro de cada ano coincidelte com a data comemoÍltiva ao
Descobrimento dâ Anìérica e do termino desse documento

g.ENCONTRO -'REUNIÀO CONJLTNTA DO FCFS - FORUM CONSULTIVO
ECONÔIVICO SOCTAL DO MERCOSIJL E OS TRES N IVEIS
DE GOVERNO DOS TRES PAISES VISANDO A
ÌNTEGRAÇÂO REGIONAL FRONTEIRIÇA NA REGÌAO
INTERNACIONAL DO IGUASSU"
Evento a se realizar em Foz do Ìguaçu - dia Ì7 de Novembro de 2001 - sábado 8:00 hs - horário brasiÌeiro no Espaço das Arnéricas - temática proposta: "QS
ÌìFSÁFI(ìS PARA O DÊSENVOLVÌMENTO REGIONAL N{TEGRADO NAS
REGIÕES DE NOSSA FRONTE1RA E A AMERICA NO AD\ENTO DA
if-,g{" *u"r^ "m que se dará a Íbnnação e posse r1a'COÌVISSÀO PRÓFORUM !q- IqllÂ!!U", evento corll a preseoça de convidados especìais
cuirrìrlando cotn grandes lestividades no próprìo sábado e domingo às L1 30 hs horário brasileiro no nesrÌlo lugar já citado, "Lrstituição do Prato Típico da
Região clo Iguassu", o "Vaca Akargúe Yvygtiy" - a "Cabeqa de Boì no Buraco".

lO.DESENVOLVN\GNTO E IV{PLANTAÇ\O IMED]ATA E URGENTE DE L]x4
PLANO DE ''RECONVERSÀO ECONOMCA PAI{{ CILDAD DEL ÉSTE''
.

-Concebido r1e maneua cooperada entl-c toda nossa reüòo considçraldo a
necessidade de con'ìplementação econômica entre os "MÌìnicÍpios e Estados Pafies'Plano este preüsto para estar concÌuido e inplartado nos prórimos 04(Quatro) aitos,
principalmente em razão do novo peíodo macro-econômico, quanclo ürera nosso
Continente a partìr de 2005, Lun Ìnomento fortemente tendente à equalizaçào das
Tarifas Extemas Comuns, que estarão nujto reduzidas ou próimas de Zero'
trazendo gralÌdes tr-arsfomações e impactos de drfìciÌ preüsibiìidade na esfera do
tmbalho, ocupação e renda da maioria de rossas popuìações frorteiriças do
henisfério, que até hoje vivem e sobreüvem, basicamente do intercâmbio econômico

ado pelas tbrtes e &eqüentes flutuações canbiaìs e tarifárias rle cada
país, bem como das ÌÌistóicas políticas econômicas proteciolústas restritilas a
importação e incentivadora da exportação, qu(3 gerarão com certeza essas mporf3ntes
mudanças macto-econômicas pretendidas um grande ünpacto às economias que
rtlam Junto I sssrs reFôes de fionteú3
regronal

orig

1Ìt

I1.CRÌAÇÀO E IMPLANTAÇÃO ÌMEDIATA I'RGENTE DE UM'?LANO DE
RECONVERSÀO ECONOMCA PARA PI]ERTO IGUAZU MiSIONES (AR)

.ADF,OIIACÃO DO EXDE
E)GORTACÃO NO BAIRRO JARD{M JL]PIRA EM FOZ DO IGUACU -

12.

'REVITAIIZA

PARÂNÁ _ RRASII

-

NA R!-CIAODAPON IF DA A\4],/ADh

1J.A 'RE-ADEOUACÃO ECONOÌVflCA DE

C

I'TERNANDÁRIAS''
I'1 A "INSERÇÀO ECONOMìCA DOS

I5

\,ÍI'NICÌP{OS DE ABRA.NGÊNCTA"

'COMPLEXO OLIMPìCO FSPOR IIVO TRÌ.\ACÌO\AT "

DE VIABILIDADE E

COMPATÌBILIDADE PARÂ
r\ÌROVEìTAMENTO DOS PROJETOS DA AV. BEIRA-RIO (BR) E AS
AVENDAS COSTANER-\S DA aRCENTINA E pApq6g4t , VISANDO O
LISO ( OMO LOCAI PARA ( O\4PTTìÇÔLS AIJ TOVOBLIS ''CAS A
I6.ESTLJDO

E)GMPLO DE MôNACO, MONZA E OUTRAS, MOSTRANDO AO Ì\'I{,'l\DO
OS NOSSOS VAIORES NATTJR{IS. A ENGENI]ARIA E ARQI,IITETURA DE
NoSSoS PAÍSES EM L]}.IIAO,

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}IANIFESTO DO IGUASSU

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MOVNTENTO IGUASSU TERRA GIJARANI

"ESTABELECINIENTO pRocLANÍ,\ÇÃo E coNsrrrurçÃo

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CONIUNIDADE INTERNACIONAL DO IGUASSU"
O "MOVI\4ENTO IGUASSU - TERRA GUARANI" é um mor,'imento esponrâreo,
pacífico, fratenÌo e ordeiro que congrega as orealìzações govemamentais jrmtamente
com toda a sociedade civiÌ organizada com o propósito de deflagrar e consoiidar um
novo, maduro e responsável processo de "DesenvoÌvimento Integrado da Regrào
Lìtcülacionâl do lguassu', compreendcndo os nunicípios que se encontram returidos
nas conÍ'lirências dos rios Iguaçu e Paraná - las proxìmidacles dos Três Marcos de
FronteÍas da Argentina,/ Brasil e Paraguai. E estabelecida oficjalmente nesse ato. no
ndo an
eiro miÌênio - às 1 1:00 iroras -Íèía - dia 26 de rnarco do ano
i1oìs rniÌ e dois, atrâves de escritura p[rblica com a assinanra dqs representantes clos
"Mruricípios e Estados Partes" âsseÌltada nesse docÌmento principal, concluído o
trabalho dia 12 de outubro de 2001 e resistrado no dia i9 de outubro de 2001,
ìlclúndo os seus arexos conespondentes, no CaÌ1ório de Titulos e Documentos de
Foz do lglaçu - Paralá BrasiÌ, que se.juntarn a outros registros já prodrLzidos, ern
especìal o que se fez em 11 de maio de ì988 no Cadórìo de Titulos e Docunentos de
Menotti F. Cadermatori de Foz do Iguaçu - Paraná tsrasil. que agora juÌrtos passam
nesse momento a iltegrar os estatutos e naÍcos iniciais do "N,I,ANÌIESTO DE
coNSTtTL,'ÌÇÃO DA COMIJNIDADE IN TERNACIONAL DO IGUASSII".
colrunidade esta identificada a partir de agora por seu simbolo recoúecido por cada
Lun dos "Municipios e Estados Partes'": conlorme Inostla a rcpreseÌìtação grá1ìca
descrita nos anexos desse doorimento/ caracterizada por suas iniciativas/ suas
propostas e diretrizes comuns/ pelo seu patrirnônìo naturai e culfluaL/ pela sua
organizaçào ern uma CONIPANHTA própria, fonnada pala un tempo e propósitos
específicos, agora denomilada "COMPANHÌA DO IGUÂSSU", compostâ por seus
órgãos colegiados, entre eles o "FORLM SUPERINTENDENTE' com caráter
deliberativo/ o seu "CONSELIfO DE DESENVOLVIMENTO"/ o "CONSELHO DE
HONRA'7 a 'SECRETARIA EXECUTIVA"| o "GRUPO AIJDITOR INTERNO E
GRUPO AUDITOR EXTÊRNO''/ OS SEUS "COMiTÊS É SUBCON{TÊS

um distribúdo po.

assuntos de interesse eÍÌ suas
"COORDENADORLAS", de acordo com seu baino, di5trito, mr.rnicipìo e nação- em
cada urna de suas rnodaÌidades que interessem aos seus membros p licipantes. A

TECMCOS"/ cada

"Região Ìntemacional do lguaçu" é representada neste e em todos os seus outros âtos
pelos seus projetos, causas e valores comuns definidos pelos comitês e que forem
recoúecidos e declarados oflciaLmente como de hteresse estrâtegico parâ
desenvoÌvimento harmônico conjrurto de toda a Comunidade e, ou eventualmente de
sua região de entono quaudo pedinente, podendo adotar seus cognomes como
reÍèrências altemativas de "Comrmidade Panambi" ou "Iguassu - Terra Guarani".

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hrspiramo-nos neste ato nuna das mais belas façaúas da humaddade; a e
dos Povos Tndígenas das Missões que habitavam as regiões de teras g
Argentìna / Brasil / Paraglai e Uruguai tendo aÌguns desses nossos sitios alcanç
reconÌÌecimento of,cia1 pela Unesco corro Patrimônio Cultural da Humanidade

I

Fomos palco, desse úbrante enconh-o da Cultura Luso-Hispânica e Guarani' muito
bem demonsfiado no magnÍfico cenário natural das Cataralas, apresentado pelo
cineasta Robert de Niro ao murdo inÌeiro de maneira impactante no fiime "A Ntissão"
Esse fato transforma nossa "Região hteÌlìacional do lguassu" no principal porlão de
entrada do Turismo Ìntemacional para a Regrão das Missões Guaraniticas, estando o

lÌosso território geográf,co, pofianto intrinsecanente integrado no contexto real e no
ínaginário rnundial, do chamado "CorrerÌor Turistico das Missões", circuito
recentemente instituído pelo Mercosul

Nós todos abaixo subscijtos e membros da sociedade cir'ìl organizada./ as diversas
autoridades governamentais /personalidades /entidacles poÌíticas /sociaìs e gntpos
enpresariais/ da classe trabaÌhadora / autoridades eclesiásücas e culturais' buscamos
lunìos, a nossa identidade, no mais profundo sentimento cristão, no mais eÌevacio
espirito de fratemidade ,/alegna,/ paz entÍe os povos e arÌlor a natlÌreza

As novas teorias, vâlores, práticas e realidade de nossa cultura e economia globaiizada
defuem hoje em seu: conceitos basicos que

tsra se inLrocluzindo de tnmetta cada r ez mats rápida e sìstemárica o cre(crmenÌo e
o aünento da produtividade do lrabail'ìo em todas as direções.
B) As iìovações a cada dia são uma constânte e têm se transformado no motor
econômico, social e cultural da humanidadé nos dias de hoje.
cy Surge agora mais que mrnca em razão da integração dos sistemâs de infomação e
do coúecimento, a ilh-oclução de um novo e acelerado processo de
iltemacionalização das economias, e principalmente de marLeira espantosa
despontam a cdação e modernização de novas e diferentes relações politicasr
econôrnicas/ sociais e cultLrais / ultrapassaldo de íotma surpreendente as nossas

'

fronteiras nacronais.

Por essas razões descritas e outlas que se vislumbram, nos apoltam 3s atuais
tendências para una lova dÌeção, exigindo nesse momento histórico a determilação e
a proclamação do estabelecìmerto da verdadeira cidadania Íionleirìça como a
trincheira mais avançada e responsável de cada naçâo, para atuar como vanguarda no

e

altemativas para urn novo modelo de
àeienvolvimento e integração entre os povos : o nosso maior desafio deste nilênio'

papel de produzir novos canrinhos

Nossa nissão lão é sermos somente um lugar de passagem de mercadorias' de
caminÌrões e agiourerações. O nosso chanado, a nossa vocação, proçlamâmos e

í/l;e ^ \t ò

e muito

mais para um ambiente de qualidade prepaÍa
acolhimerto /hospitalidade /desenvoìvimerto /descanso'/restauração /ani
/frotivação /cdtura e lazer, um husitãdo lugar onde vivem e convivem /transitam
âgnÌpam em harmonia-/ a natureza /a energia e o. incomensuráveÌ espaço
estabelecemos.

de

mtercâmbio entue as nações.

Lìs carniúos da Biodiversidade que interligarn Patagônia

/

PantaÍÌal

e Amazônig

passam pela "Regrão da Comunidade Intemacional do Iguassu". Cruzam-se no sentido
tmnsversal os camidros do chauado Corredor Bi-oceânico qLte interÌìga o Pacífico e o

Atlântìco enfie os pofios de Paranaguá no Brasil e Antofagasta no Chile. E grancle a
nossa responsabilidadé na adlninistração desse espaço sensível onde se entreìâçalÌ1 a
natureza e €Íandes enfiepostos comerciais e industriais.

Á pafiir da confomação clo Lago de ItaipÌÌ um novo e detenninante fenômeno
geogá1ìco sÌuge até antes não considerado. Nasce repentìnamente uma extensa
fionieira iacustre de dificil transposição nas Ìegiões a montante da barragem.
conseqiiêncìa t'oi uma dÍástricâ redução da fronteira fluüal paranaense origural de
200 ÌrÌn entle Foz do IgLnçu ate Guaíra, para uÌn estreito limite de não mais de Ì 8Km a
ìusante da barragen.

A

Esse lato geográfico inLrsitaclo geraldo um verdadeÌo "estrang anento fisico'',
translormou Foz do Ìglaçu: no caso brasileiro, imediatamente após o ato da
constnÌção da barragem, no irnico lVlunicípio da Nação Brasileira a possuir espaço de
ftonteira com üabilidâde de transposição fisica direta enhe o PaÍaguai e todo o Sui do
Brasìl, o irnico local que permite o tratslado através do uso de sistemas de pontes on
quaÌquer outra modalidade que se utilize o tradicional sistema de traÍìspoÍe rodo[err, rr iario

Sirnetricamente coresponde o mesmo fenômeno nos murricípios paraguâios de
Hernandarias iCiudad del Este ,Pres. Franco / envolvendo também no contexto
mencjonado o MrLnicípio de Minga Guazú, especialmente considerâÌldo-se a sua infraestÌ'uturâ aeroportuárìa de flrndanental importâlcìa para nosso desenvolvimento
iegionâ1.

Outro tàtor cle elèito restritivo do ponto de üsta geogÍáfico-poìitìco em nossa Regrâo
Intemacionaì foi o esfieitamento teÌTitorial nos tÌechos de 1Ìonteiras que restaram entue
Argertha e Brasil na regrâo do rio Iguaçu entre os muricípios de Puerto Iguazu(Ar) e
Foz do lguaçu(Br) a parlir da constituição dos parques nacionais brasiieiros e
aÍgentíÌos, compriurindo o território das nações mencionadas eÍÌ um agudo "esÍeito
de passagen" entre os dois p:ríses, implicando âi no mesmo risco de ocorrência dos
problemas do "estiangulamento fisico" já existentes entre os teritórios do Brasil e
Faraguai.

A cada dia mais nas três fronteiras com os "Estreitos da Barragem de Itaipu
dos "Estreitos dos Parques Naciorais do Iguaçu (Ar,tsr)", potencializa-se a
de barreiras fisicas típicas, próprias de espaços comerciais caóücos
desenvolveram sem um critério tecnico- sem nenhum controle de planejamento.
Pelas sérias e preocupantes razões especificadas nesse documento decÌaramos aquiern conjunto, os "Municípios e os Estados Parte", a nossa "Região Ìnternacional do
iguassu", como uma região de lronteira estratégica para o desenvolvimento harmônico
de todo o nosso bloco econômico no MercosuÌ.

E de nossa responsabilidade e cle toda a Comruridade lntemacioral, principalmente de
todo o conjunÌo das altas pâÍtes contratantes do bloco econômico do Mercosul, não
per-Initir que a regìão de nossa tríplice Iìonteira se transtbrme no "ponto critico" em
nosso mapa, no nosso Cone Sul da Anérica.
Decretamos neste ato o isrediato início dos debates e estudos de viabilidade para a
criação de CompÌexos Turísticos, Espofiivos e lndustriais, Centros de Culflua e Lazer
e ouiÍos instrumentos qrÌe se enquadrem dentro dos propósitos preconizados por este
"Manifesto do Ìguassu" visando à implalìtação de projetos que sejam considerados de

e aprovados pelas autoridades do "Fóniin
oriorizando-se os de
mão-de-obra irtensjla. eco-

"interesse estÌatégico conjunto"

Superintendente"
turismo- orotecào de mananciais e do meio-ambiente

ão. culhua

lazer.

Urge, e darnos inicio nesse ato a crìação de mecanismos legais através do estado
visiutilo assegurar um modelo de desenvolvimento harmônico e auto-srÌstentado para a
nossa reglão aÌravés da implântação de um modemo Sistema de Planejamento
Ìntegado envoÌvendo os hês niveis de govemo de cada pais com forte base de apoio
em toda a sociedade ciül atraves de suas Organizações Govemamentais e NãoGovenìamentais, e as diversas instituições finarceiras de desenvolvimento nacionats e
iltemaciouais com o objetivo de resguardar os diversos inteïesses estabelecidôs,
otimizaldo ao márimo os investimentos já eíetuados e potencializando os que agora se
iniciam em nossa regrão a partir desse documento.

A

ocupação in'acional do uso do solo e a provável tendência do caos urbano se
estâbelecendo da loma que se úslumbra, associada aos estreitamentos Êsicos
mencionados, devem ser impedidas através de medidas emergenciais, de curto, medio

e iongo prazos evitando no mais cürto

espaço de tempo

a

configltlação

e

estabeiecimento efetivo das grandes ameaças simultâneas parâ os três países, membros
q'!Ìe são, do Tratado de Assrmção.

O

fenômeno de crescimento urbano ora experimentado, sem critério, na lontta
inacional como vern ocorrendo ameaça o cumprirnento da cÌáusula pétrea,/ a base

fundamental de sustentação do Tratado do Mercosrú que é "a liwe circul
servicos e dos fàtorcs produtivos entre os paises siqnatfuios"
Esse fato por si só tomâ justificável e exigir,el de inediato ÌÌma ação pÍagmática dos
"Mruricipios e Estados Parte" qrìe hrmam csse docúÌìento, iÌuìtamente com toda nossa
sociedade organizada, vìsando impedìr a hipóÌese de configurâção de um ambiente de
caos urbano tal que possa caÍâcteriz ou reprcsentâ.r o estabelecimento de quaisquer
iiscos ou aneaças, inclusive ao perfèito f'unçionarnento otl coÌrÌpromehmenÌo
operacionaì da rnaior hidreletrica em potencial energético do mundo na atLnÌìdade.

lnvocamos e evocarnos os princípios qtÌe ÌìofleaÍam os iniuneros íatados, resoÌuções,
"protocolos
assurados nas rermiÕes de chanceleres, reuniões de governôs e
couvênios e
caÌ-tas de inÌençÕes com os inúmeros clamores e anseios da popuiação e os que aqÌÌi
hoje estabelecemos com ações concretas ncsse sentido entle eÌâs o requerimento de
integrarmo-nos na forma mais cxtensiva possívcl, aos mesmos propósitos e comutihão
dc interesscs jurto ao maravilhoso e rccém criados "Corredor Turistico, ou Circuito
,los Povos das Missões Guaruriticas" rutindo nunt só sentido comtuÌÌ, ArgentbÂBrasil-Paraguay e Uruguai.

Incluirnos entÍe os diveÍsos interesses mar lèstos pela cornulìdade regional, a
ncce ssìdade premente de impìementação de ur ''I'LANO DE DESENVOLVNÍENTO
PARA A REGIÀO NTERNACIONAL DO IGIJASSU" conlonnc expressa os
documentos anexos, r.isardo a 'lNS I lTLfìçAO DE ttN4 POLO DE
DESENVOLVN{ENTO ÌNTEGRADO" cle ciuáter intemacional que se declara
tnmbém neste iìto como de interesse estrategalco para cada um dos estados paúes
sigÌÌatários desse docnmento junto aos govemos centrars e provrnctaisl departamentaÌ
e estadual de cada pais e do próprio MercosLrl, cada um cont o correspondente
recoúecinento em le/ decretor'ou oÌltro instnlÌÌlento onde se dehna na forma maìs
clara e objetiva os compromissos das altas partes contratântes que integram o novo
sistema de planejanento estabelecido fàzencìo-sc a hcÌusão de determjnações onde se
assegrrará a ìmplementaçào das açòes e contIoÌes efeÌivamente pretendjdos.

Nesse ato reconhece-se oficiahnente entrc os rnunicipios e estados paÍe o forte apelo
poÌítico integÍacionista produido na identidade cultural e üsLral na tbrma corporativa
colcebida pelos proÍissionais arquitetos Nilso Ralagniu e Mariam Damen Raíagnin na
criação do "SÍmbolo para Região Intemacional do lguassu" na medìda que respeita
seus valores nacionais, estabelecendo a unidade nos propósitos comrms da região,
respeitando a diversidade própria de nossas cultrras heterogêneas e cosmopoLital
evocados num dos rnais belos e úbrantes ícones de nossa biodiversidade. produzido e
ibrmatado no desenho sìmbólico de uma borboleta, tendo esse organismo coúformado
nas suas t'ês parles prìncipais, três corações que decÌaram finnemente o amor a nossa
terra, simbolizada urna a uma, nas cores nacionais de cada pais.

proposÌas prooì
aterial i zam e mcoÌporam
mcoÌporam nas propostas
matenâlzam
valores se m
Esses mesmos valores
inclúdas para o "Complexo Turistico Cultural e de Lazer Ìntegrado nos Três
de Fronteiras - Ar/ Br e P-v" interligado por sistemas ÌeÌetëricos de transporte em
pais com suas áreas urbarizadas harmonicamente, se caracterizarão numa verdadeira
obra emblemática da inte$ação entre os povos de nossa America Latina buscando
runa re-interpÍetação de nossa identidade dentro de runâ concepçãô de resgate do

espaço luso-hispânico-guarani, em um empreendimento que deverá se'
çonsensualizado e viabilizado pela iniciativa privada juntamente com os diversos
setores dos govemos dos países irmanados no projeto.

Em especial salienta-se enÍe as muitas ürtudes do projeto, a de permìtir e propugnar
concretamflte o início conjunto e integrado do estudo de úabilidade para a
contrìbúção Paraguaia à biodiversidade Regional atraves da irstituição e mânutenção
de ÌÌÍn "Parque de PÍeservação da Paisagem Natural" naqueie pais, nas regiões cìos
"saltos de Monday e Bertoni" de há muito pretendido pelo nosso pais imão.
Também cabe jmportante relevância, que entre srÌas outras proposições insere-se a do
"Plano de Desenvolúmento lntegado pzlrâ a Região lntemacional do Iguassrf' piano
esse qrÌe nâs suas dìvetsas ações politicas propostas, busca objetivamente atenuar as
acentlÌadas assimehjas existentes nos campos econômicos, sociais e culnrais na região
ile konteira, atraves da criação e estabeleciÌneÌ]to de amplas opofunidades ern
ambientes favoráveis, que despertem o senso criativo através do estabelecimento de
rnecanisrros democráticos que despertem a imagrnação criativa/ o soúo e desejo para
lealizações que edifiquen uÌn novo tempo para as inúmeras comruridades que hoje se
encontraÍÌl à margem do processo. de desenvolümento regionaÌ, btscaldo a definição
de uma identidade comrun que exalte ern especial os nossos valores naturais e sóciocrÌlturais que nos unem, assumindo-se neste ato o compromisso conjunto entre as altas
partes contÍatantes que todas as propostas de desenvolvimento e cada um dos pro.jetos.
pretendidos pela nossa região estarão sempre listados dentro de parâmetros e diretrjzes
e objetivos comuns, pa.râ que assìm possam estaÍ sendo llplementados em uma ordem
de prioridade pré-estabelecida. Prilcipalmente que esteiem de acordo com os
interesses estratégcos prevìamente deltnidos e estabeÌecidos pela nossa "Cortunidade
Intemacional da Região do Iguassu".

o

bastante para justificar pedido de apreciação e
Ìnânifestação de vontade de realizar do GMC - Gnipo Mercado Comum que passa a
Ílmar pârecer anexo a esse docuÍnento, assim o faz também o CMC - Conseiho cio
lvlercado Cornum, órgãos máxinos de deÌiberação do Tmtâdo de Assrmção,
acompariados dos Ministros ligados ao Esporte, Turismo, Cu.ltura e Lazer, Educação.
TrabaLho, Ìndústria, Comercio e Meio-Ambiente e de ouÍos Ministérios e setoÍes
afins, aderidos agoÍa aos Govemadores e Prefeitos de cada uma das Nações
envolüdas que teúam o interesse direto e especifico no desenvolvimento desses
projetos. Manifesta-se nesse documento, juntamente com toda a sociedade, e o fazem
já esse compromisso para a correspondente autorização do início do Estudo Específico

Todos esses motivos são

F"^ "è

{t r\l

de Viabilidade Técnica e Econômica do "Complexo Turístico CulturaÌ e de Lfuer"'.CÏ*i e
ser impÌantado nos Marcos Fronteiriços; integrados pelos Três Países/ Ar - ei{-çy-,\ t-t
"
manifestarn oficìaLmente neste ato sua vontade de realizar, autorizândo-se a
Ìüüas de credito a íundo perdido ou ouhas allernativas para o finalciamento dos
reÍèriclos estudos, autorizaldo-se também após a corrflmação de sua r,'iabilidade a
birsca de novos parceiros investidores. que se submetam a uma licitação pública
urtemacionaÌ preferentemente como se deve e recomendam as Organizações Mrurdiais
ligadas ao Turismo e Meio-Ambiente, utilizaldo o márirto possível os valores e
recursos genuinos existentes nas comtutidades locais dos três paises.

bLrsca$p

Autorizam os Poderes Ixecutivos dos países envolvidos, nesse documento a busca de
parcerias, todas quantas possíveis, com a jniciativa privada.' As estatais /As
concessionárias de sewiço público/ A classe trabalhadora./ A cÌasse empresarial/ Os
Organisrnos Fjlanceíos Nacionais e Ilìtenlacionais âfiavés dâs suas Agências de
Desenvohimento para dar inicìo ao encamiúanento do projeto do Compìexo
Tuiistico pretendido, efetivaldo as consultas aos diversos órgãos de financiamento
para a impÌantação da obra antes, porém, do encaminìamento dessas consuÌtas ou,
simultaneamente, se larão o enüo dos estudos para a corespondente apreciaçâo dos
institutos normatizadores/ disciplinadores/ incentivadores e corporatir os setoniìrs ou
comercias dos três países qne tenhan, ou desejarn possnir o seu envolvimento ou
garantir sÌÌas participações, lermitindo de maneÌa cÌara a possibiìidade do
estabelecimento de cada um de seus interesses e atribuições, dentro da 1ei- nos
diversos àrbitos ,/econômicos. /técnicos /jrLrídicos/ lúanceiro/ das administraçòes
pÍrblìca e privada, quais sejam: Maridra.i Aeroirautjci/ Orgàers do Meio-Ambjentei
Entidades Governamentais e Não-Govemanentaisl Investidores de cada pais,Etc.../
Para o üúcìo da organização, administração, ação e coÌltrole de todo o sistema de
plrnelamenro ora imrginado. c.rnslrtui-se 3goÍa nesle dto con1unlo a -'COMiSsAO

PR.O-FUNDAÇÃO DO. FORUM INTERNACIONAL

DO IGUASSU" OU

simplesmente "COMÌSSÁO PRO-FORLM", fonnada inicialmente com run minirno de
03(três) membros, sendo nm cìe cada país, tendo como seus titulares prelerenciais
propostos os membros do Executivo Muricipal de Puerto Isuazu-Mnes-Argentira.flz
do Ìsuaçu-Pr-BrasiL/ Ciudad Presidente Franco-Depto. de Alto PaÍarÌá-Paràguaí
Ciudad del Este e o próprio Goveroo do Deparlamento de Alto Paraná@y) incÌuindose altemativamente outros rnembros oficiais titulares do Executivo ou representantes
regtonais indicados pelas autoridades superiores que figrarão como deìegados dos
govemos centrais/ estaduay deparlaÌrÌentay provinciâl que integrarão não somente essa
Courissão, como no fuftuo, a própria "Reunião de Cúpula" do "Fórum Intenacional
do Ìguassu".

A "Comissão Pró-Fórum do Ìguassu" iniciará sua gestão a partir do momento que os
seus membros assinem esse "Madfesto'7 "Documento Base". sendo qÌre a sua
assrnatura passará a caÍacÌerizar docrunento de posse legítima de seus signatários em
cerimonial a ser realizado no "Espaço das Americas" preüsto para dia 17 de

.;Í
Novembro de 2001 - sábado - às 08:00 hs - horário brasileiro, apro
!-se o
periodo da presença preüsta das mais altas autoridades brasileÍas nesse dia in
a participaçào de conüdados especiais e observadores intemacionais e ras dâ
próximas desse dia- quando da possibilidade da presença do anfltrìâo maior da naçâo
brasileira, a Sua Excelência, o Presidente da Repirblìca Federativa do Brasil, o Seúoi
Femando Henrique Cardozo, acompaúado do Senhor Ministro da Saúde José Sena
que tem programâdo a inauguração das mais novas instalações do Hospital Costa
Cavalcanti em Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil.
Decreta-se nesse dia 17 e t8 de Novembro, sábado e douringo o dia todo, rìma dâta
especiaÌ de comemorâção incÌuído uma grande programação tèstiva do ,.préLançamento do Fórum lntemacional do Iguassu".

Marcar-se-á de imediato e opol1unamente, de comum acordo a .REÌINIAC
CONJLÌ{TA DA COMISSÃO PRO-FORLM DO IGUASSU E O FCES . FORLM
CONSLILTIVO ECONôN,trCO.SOC T PARA A ÌNTEGRAÇÃO REGIONAT
FRONTEIRIçA DO MERCOSLIL" propondo-se como dara tentativa o dia 17 de
Novembro - sábado - às 8;00 hs - horário brasileiro - no EspaÇo das Américas - no
marco de lÌonteira brasileiro, o periodo clue se caracterizaÍá como o inicio de uma
serie de debates oficiais sistemáticos com temáticas especíÍìcas onde se abordarão
esrudos. IevrnÍamenros, rnaitçei (obre Qs Desrfios
nas Regiões de nossas Fronteiras na Anr
para
especial
a nossa Região do Iguassu".

fato esse a ser dihuldido nos maiores meios de comunicação a úvel nacional e
intemacional com destaque nos meios jomalísticos e outros meios da comurúcação

eletrônica e principaÌmeÌlte em reüstas e jomais a cores quando. simultaleamente e
em conjunto se fará o lançamento do "Movimento Iguassu Tena Guarani" com a
ìnsütucionalização do prato típico oficiaÌ de nossa Região Ìntemacional, o ..Vacá
AkaÍÌgué \-bygrÌy " / "Cabeça de Vaca no Buraco', e o,.Lançamento da pedra
Fundamental do Complexo Turistico Culhral e de Lazer do Marco das Três
Fronteiras" acoÌnpaúâdo de grande festival de nossa crútura regional dardo_se uma
ampÌitude de paÍicipação janais vista a esse novo movimento de nossa cidada;rìa
fronteiriça envolvendo toda a sociedade civiì orgarizada da tríplice fronteira.

E missão principal da "Comissão

Pro-Formaçào

da Comunidade lntemacionai

do
correspondente
hstrumentação jurídica da administração e operacionalização do consórcio pietendido
dar início aos elcaminhameotos dos estudos preliminares correspondentes,
dimensionamento de custos, desenvolver as programações pertinerÌtes e implementâr

Ìguassu" nesse primeiro período: consolidar adesões com

a

e

pìanos orçamentários, assegÌirar a consoÌidação dos estâtutos, a celeridade e
continuidade de cada um dos projetos apresentados e dos novos processos a serem
inicializados.

f"^ "è
de Viabilidade Técnica e Econômica do "Complexo TLrístico Cultural e de
ser impÌantado nos Malcos Fronteiriços, útegrados pelos Três Paises/ Ar - B\
manifestam oÍrciaÌrnente neste ato sua r ontade de Íeaìizar, autorizando-se a buscâ
1iúas de crédito a fundo perdido ou oulÍas aÌternativas para o finarciamento dos
refeddos estudos, aulorizando-se também após a coníumação de sua liabilidade a
busca de novos parceüos investidores; que se sttbmetam a uma Licitação pública
urtemacional pretèrerÌtemente como se deve e recomendam as Organizações Mr'urdiais
ligadas ao TurisnÌo e Meio-Ambìente, utìlizando o mátmo possívei os valores e
recursos genuinos exjstentes nas comunidades locais dos três paises.
Autorizam os Poderes Ixecutivos dos países envolvidos- nesse documento a busca de
parcerias, todas quantâs possíveis, com a jniciativa privadar As estatais /As
concessionárias de sewiço público/ A classe trabalhadora./ A cÌasse empresarìali'Os
Orgadsrnos Financeíos Nacionais e Ínternacionais através dâs suas Agências de
Desenvohimento para dar ìricio ao encanriúanento do projeto do Courpìexo
Tuilstico pretendido, efetivando as consultas aos diversos órsãos de financiamento
para a irrpÌaltação da obra attes, porém, do encamjnìamento dessas consultas oLt,
siÌìultaneamente, se farão o enr.io dos estudos para a corespondente aprecìação dos
instihrtos normatizadores/ disciplinadores/ incentivadores e corporativos setoriars ou
comercias dos tIês paises qÌÌe teÌttam- ou desejam possnir o seu envolvimento ou
garantÍ suas particìpações, pennitindo de ntaneira clara a possibiÌidade do
estabeÌecimento de cada ul de seus interesses e atribuìções, dentro da lei, nos
diversos âmbitos /econônicos. /tecnrcos /juridicos/ fluraaceiro/ das administrações
pirbÌica e privada, quais sejarn: Marìúa,/ Aeronáutica./ Orgãos do Meio-Ambiente,/
Entidades GoveÌranentâis e Não-Governamelìtais/ Investidores de cada pais,Etc.../.
Para o início da organização, aúninistração, ação e controÌe de todo o sistema de
plrneiamento ora rmagtnrcJo. constìlur-se tgorl neslc alo conjunlo a "CONUSqÀO
PR-O-FUNDAÇAO DO- FORUM INTERNACIONAL DO IGIJASSU" ou
simplesmente "COMISSAO PRO-FORLM", fonlada inicialmente com um nrjnimo de
03(três) menbros- sendo um de cada país- tendo como serÌs titulaÍes preferenciais
propostos os membros do Executìvo Muricipal de PLrerto lquazu-Mnes-Argentina,/-fq2
do lguacu-Pr-BrasiV Ciudad Presiderte Franco-Depto. de Alto Paraná-Paragrai/
Ciudad del Este e o próprio Govemo do DeplulaÌtqltlo de AIto Paraná(Py) inclúndose altemativamente outros mernbros oficiais titulares do Executivo ou representantes
regronais indicados pelas autoridades superiores que flgurarão como delegados dos
governos centrais/ estaduaL/ departamental/ proüncìal que integârão nâo somente essa
Conrissão, como no futuro, a própria "Reurião de Cúpula" do "Fórrur Intemacional
do lguassu".
sua gestão a pafiir do momento que os
seus membros assinem esse "NÍanifesto"/ "Documento Base", sendo que a süa
assinatura passaÍá a caracterizar documento de posse legítjma de seus sigÍìatários em
cerimonial a ser realizado no "Espaço das Américas" previsto para dia 17 de

A "Comissão Pró-Fórum do Iguassu" iniciará

A

"Comissão Pró-Fonnação da Comunidade lntemacional do lguassu'
mandato "pÍó-tempore" de l3l(cento e trinta e un) dias contados a partir
Novembro de 2001, data de stta conformação oficìal quando apos esse
passarão seus cargos aos membros eleitos definidos no "Fórurn Superintendenld
cìirigido por um presidente eleìto erìhe seus titularcs que passarào a compor o quadio
do "FORUM INTERNACTONAL DO IGUASSU", organismo a ser conlìgrrado
coú'orme proposto resse documento, estabelecido na sua fbrma colegiada e
gerencìado alÍaves de uma Compalhia, já denoninada "COMPANHIA D()
IGIJASSU'',

InstitrÌise neste ato [a. lorma regdar e sistemática no período anual. a "Semana da
Integação na nossa Região do Igrassu" oconendo sempre na semânâ anterior à data
do aniversario da Assinanra do Tratado de Assrnção, o dia 26 de março de cada ano,
recoúecendo-se e declaraldo oficiaÌrnente esta data como "Dia Especial de Feriado
Comemorativo" em cada um dos municípios da "Reg:ão lntemacional do Iguassu".

À "Semana da Integraçàô na Regrão Intemacional do lguassr.i' culminará no dia 26 de
uarço de cada ano coÌÌr um âìnoço-tèstival compartìlÌrado elìtre os munìcipios e
estatlos membros innanados em nossa cornuridade, promovido sempre por adesÕes oLt
patrocüúos, aìtemando-se deÌlÌro de run critério a ser definido pelo 'COMITE DE
1ìOSPÌTALIDADE CONJUNTA-, a sua tbrmi:./ ÌocaL/ a sua organizaçiìo e delìniçào
da correspondente sede festiva ürcolporardo-se sempre. e verilicados natüâlÍÌente, os
apoios oÍiciais das administrações locais.

A

cornemoração do inicio do "MOVÌMENTO-IGUASSU TERRA GUARANI" se
darii üos dias l2 de OrLtr.rbro de cada ano coincidente com a data comernorati\3 30
Descobrimento cia América e do termino clesse docrunento.
Já a data comemorativa da "Consolidação do N{ovìmento" se dará a partu do dra 2ó
de Março de 2002 com conformação estabeìecimento da "Cornunidade

a

e

Intemacionaì do lguassu', periodos ern que se irá promover em todas as instituições
culturais e educacionais e de segurança, a reflexão e a homenagem aos nossos
precürsores e âos remaiescentes povos da região prhritìva dos guaranis na Argentinar
Brasil/ Paraguai e Uruguai, eventos da maior amplitude, quando se promoverá
permanentemente o "Fómrn de Debates- Nacional e Inlemacional" da maior
importância que iniciaÍá aquilo que passará a ser regular em nosso calendário oticial
da "Região Ìnternacional do Iguassu", culminando-se a cada ano ou dois com graldes
debates, exposições, instituições de prêmios, concursos, centros de estudos, festivais e
cornpetições esportivas.
Esses eventos, sempÍe de acordo como oriente o "FónÌm Superintendente" ou a própria
"Comissão Pró-Fórum do Ìguassu" e em confonnidade com a coordenação do "COMÌTE
, acompanhada de sers Sub-Comitês

"Comitês" au-riliares dos três ua:Ísçs abaixo nomilados entre eÌes os Cornitês e SubComitês:
Sub-Comitês de Hotelarìa
Srrb-Comjtês de Gastronomia
Sub-Comitês de Agentes de Viagetn - Setor Túsmo Receptivo
Sub-Comitês de Agentes de Viagern - Setor Tunsmo Ernissivo
!lub-Comrtês dos Emprcgados do Setor de Turismo c Hospitalidade:
Sub-Comitês de Profissionais ArÍônomos do Turismo e Hospitalidade:
Comitês de Assuntos Internacionais e do Mercosul
Comìtês de CultLrra
Comìtês de Educação'
Comìtês dé Histórìa
Comitês de GeograÍra
Corritês de Segurarça
Cornitês de Eco-Turisno
Comitês de Esportes e Lâzer
Cornitês de Meio Ambiente

Íi ÌÌìstituído nessc ato, desde já, pela "Comiss:ìo Superintcndente" ou preliminarmente
peÌa "Comissão Pró-Fórurn", a ntencionada "Colrissão de Llospüalidade Conjrnta e
Permanente" que será liderada peÌo "Coordenador do Comitê de Turismo e
HospitalidadeíAJea Trinacional)" liderado teÍÌlporaniìÌrìente pelo atuai Secretário de
Tudsflro de Foz do Iguaçu o hoteleiro Neuso Raiagmn e os demais membros
corelatos a cada país, jndicados peÌos serts govenìantes, para na formâ conjLl'Ìta
desenvolverem as programâçòes das festiüdades oficiais, assessorados que estarão
sempre pelos serviços do "Coordenador do Comitê do ProtocoÌo Trinacionai" Seúor
Antonio Carlos D'Azevedo Carneiro, inserindo-se o "Coordenador do Sub-Comitê de
Hotelaria(Br)" o serúor hoteÌeiro Carlos Tavares .juntamente conì o gastrônomo
do Comitê de Turismo e Hosoitalidade (Br)": Ijelipe Gonzalez. a "Coorderadora do
eornite de TúsÌno g_HlsBXêld çí&) : Prricia KrumcKamp lodos Juntados aos
parceiros conelatos da Argentina, Brasil e Paraguaì, integrando-se sempre dentro
da üsão, a mais comrnitária possível, com os apoios oficiais do(s) mruricipio(s)
anÈrnàor òes

t

Todos os eventos da "Semara da Integraçâo da Região ÌntemacionaÌ do Ìguassu"
deverão possuir a mâior amplitude possível e a máxima repercussão na medida que se
íJará à intÍodução e a continúdade aos debates às iniuneras questões relativas aos
temas mais candentes que nos unem, ressaÌtando-se nos debates as experiências sócioculhrrais traÍÌsfronteiriças bem sucedìclas, conÌ estudos de casos específicos nas mais
diversas Regiôes de Fronteira dos países da América com o intuito de criar um sistema
de analise e avaliações permaÌÌentes em cada um dos projetos irtegrados em regiões
10

"'à

que pretendam desenvolver selÌs recursos na forma compartida

e

que
alcançar run desenvoÌvimento bannônico integrado no curto, rnédio e longo p

De modo muito especial se debaterá e se estudará em pro{ìrrdidade as regiões dos
paises que compõem o NÍercosuÌ e toda nossa América Ladna tendo na forma objetiva,
como foco centÍal os países que participam dos proj.-tos ora encaniúados.

"Conxssão Superintendcnte" instituem neste ato a "Conrissão de Hospitalidade
Coljunta e PeÌmanente" liderada pelo "Coordenâdor do Comitê de Turismo e
Hospitaljdade(Cornitê Trinacionalì" liderado temporariamente pelo atual Secretário de
Turisrno de Foz do Iguaçu o hoteleiro Neuso Rafagnin e os demais membros
conelatos a_ cada pais, indicados pelos seus govemantes parâ nâ ÍbÌmâ conjunta
desenvolverem as programações das festiüdades oficiais, assessorados que estarão
senpre pelos serviços do "Coordenadora do Comitê do Protocolo Trinacìonal" Aline
Aìbuquerque, inserindo-se o "Coordenador do Sub-Comitê de Hotelaria(Br)" o seúor
hoteleÍo Carlos Tavares juntamente com o gastrônomo "Coordenador do Sub-Comitê
de GastronomiaíBr): Rene Sepúlveda o "Coordenador do Comitê de Twismo e
HospitaÌidade (Br)": Felipe Gonzalez. a "Coordenadon do Comitê de TrÌrismo e
Hosoitalidade(Ar)": Patrícia KmmcKamp, todos.juntados aos seus parceiros coÍelatos
da Argentìna, Brasil e Paraguai confome reÌatório. aciIna, jntegrando-se semp.e
dtntro da visão- a niais comunitária possivel, com os apoios ohciais do(s) mLrLicípio(s)
ixútlião(òes).
Os "Mruricípios e Estâdos Partes", discriminados na seqiiência passam e constjruir-se
corno menbros do "FORLM iNTERNACIONAL DO IGUASSU" que será con'ìposto
por seus tituìares gÕvemantes, ou aìtemos diretos. 1egúnente constilrúdos,
conformarÌdo a autoridade do "FORIJM DE SUPERINTENDENTES", são eles os

dos mtmicipios e

governadores que conformam
INTERNACIONAL DO lGUASSIJ", conforme seqúência:

prefeitos

a

'REGIAC

ARGENTINA:
WANDA - PLTERTO IGUAZU - PLIERTO ESPERANZA PUERTO LIBERTAD
A PROVÍNCIA DE MISSIONES-

e

BP.ASiL
FOZ DO IGUAÇU e o ESTADO DO PARANA.

PARAGUAI:
CruDAD DEL ESTE - CruDAD PRESÌDENïE F-RÁNCO HERNANDÁRHS
riirGA CU A-11-, e o DE P \RTA\4EN'ì O DO AITO PARANÁ.

"FoRI-M INTERNACIONAL Do
IGUASSU". institú-se em conjìÌnto o "CONSELHO DE HONRA DA
COMUNIDADE INTERNACIONAú DO iGUASSU" que se comporá de três
Juntameote e neste mesmo ato de constituição do

11

í,,7^

a-

identidâde com os propósitos prcconizados nesse nosso manifesto c qoe È se1am'
consideradas importantes para úabiÌizaçdo e manutenção do sucesso dos ideais da
"Comturidade lntemacional do lguasssu" atuando setnpre corno conselheiros diretos
dos Presidentes de cada país e da própria presidência do "Fónun Irttemacional do
Íguassu".

Instiftrì-se neste ato J'Os Membros do ConseÌho de Honra BrasiÌeiro" coÌnposto por
três grandes personalidades, atuândo o prirneiro no âmbito local como pessoa da maÌs
ilibada estahra, o Seúor Superintendente de Itaipu Binacional Seúor Euclides
ScaÌco/ e na abÍangência de nosso Estado do Paraná - Brasil, o emineute jomaiisia
paranaerÌse o Seúor Francìsco da Cuúa Pereira e no âmbito Federal o brasiìeúo, o
'Jerlicado orientador de pesquisas acadêìÌÌicas pâIa assuìlos e problemas de fronteira,
o catedÍático da UNB - Universidade de Brasília Senhor Doutor Robeno Cardozo de
Oliveira

Os demais membros desse Conselho cle ÌJonra de cada pais, em separado serâo
indicados sem objeções pelos conponentes dos clemais países e oportünamente
aclamados eÍì conjunto pelo "Fórun Superintendente'', neste caso coú'ome se exige a
postura protocolar, por ocasião da Rermião Conjunta de instalaçào ilo FORUlrt
INTERNACIONAL DO IGUASSU" no dia 26 de rnarço de 2002.

Neste mesmo ato opoÍtuno se conforma o conjmto do "CONSELHO DE
DESENVOLVÌMENTO DA REGI4O INIERN^CIONAL DO ICUASSLI-' colno o
órgão assessor e consultor para o "FORttM SUPERINTENDENTE'
O ''Conselho de Desenvolvimento da Rcgião Intemacional do lguassu", em especiaÌ.
possuirá em seLl escopo membros que sejam idôneos representativos de suas
Comrmidades Locais, Regionais e Naciorais em cada país qrÌe teúam oÌÌ nào cargos
ou flurções ligadas às "secretarias e Orgàos de Plalejsmento Urbano Regional e
Investimentos" ou pelo meio mais represeütativo no câso dos mruricrpios que jí
possuam em seus organismos criados nos seus "Conseihos de Planejamento
Municipal" eleitos na foma coÌegiada em cada um de seus lugares dos estados partes.
Totalizará por essa razão, portanto o "Conselho de Desenvolvínento da Regiào
IntemacionâÌ do Iguassu", um nunero miáximo de l2(doze) meÌnbros participantes,
cada um com seus respectivos suplentes oficialmente constituídos.

Ainda se incìú dentre os objetivos imediatos da ora instituida "Comissão ProFomâção do Fórurn do lguassu", além da.já mencionada busca da consolidação dos
estatutos do fórum e üabilização da CompanhÌa. priorizar os estudos e rormas
12

.rr

aN

í -r(r
pertinentes para a üabiÌização do Complexo Turístico compartido/ b
à oçì6ç=,1
- r'r-.r1.
tbrma imediata de üabiÌização da Proposta do "Plano de Desenvolvimento
da Reeião Internacional do lguassu" envolvendo imecliatamente os deurais
e estados membros na busca de recursos de financiamento a iundo perdido e ou
modalidades de concursos, acompaúar e contnbuiÍ para que sempre haja a maìs
ampla participação popular especialmeüte nessa fase de implementação das diversas
reguianentações,' deiinindo em conjunto as formas de uso, aplicação e exploração da
marca recérn instinrída para a nossa "Itlentidade Coorporâtiva - SímboÌo para Regrão
do Iguassu", regulamertações essas Ìlascidas a partir dos agora autodzâdos paÍa sua
conlòrmação, os "Comìtês de ComLLnìcação Social" de cada regão, nos "SLrb-Comitês
de ReÌações PúbÌicas'.'/ "Pubiicidade e Propaganda"l "Tv & Rádio'7 "Editoração".
sempre ent sintoÌia com o "Comitê de Marketúg" e olÌlÍos qLÌe eventualnente
demandar a natureza do tema.

Abre-se já a parti. da publicaçào deste documento paÍa conhecììnento público a
oporturidade para a conÍbnnação dos demais Cornitês e Sub-Comìtês Técrricos em
torios os munìcípios da Região do Igrussu em todas as áreas pertiÌìentes jnteressadas
em partìcipar do "Fórum do Ìguassf'e no Movimento "Ìguassu-Tena Guarani".

Ú

outorgaclo autorizaçào aqui para início ria mobilização e dos esflidos
corespondert€s a constituìção e operação de Lrn "N4EGA PORTAL DE
ÌNFORMAÇÕES DA COMUNIDADE INTERNACIONAL DO IGUASSU"
"INTRANET" conlome proposto nos documentos aÍìexos, a ser adninistrado pela
"'COMPANHIA DO IGUASSU" em convênio com as entidades acadêmrcas e cie
govemos que estejan aplicadas aos teÌnas. Convoca-se para isso de imediato a
lbrmação do "Comìtê de Infonnáttca" e os demais aletos a área de criagão e
desenvolvimento do Mega Pofial de Lnfornaçòes com o proposrto cìe preparação e
eiaboração dos seus estahltos próprios,. colÌÌ a correspondente definição da
administração do sistenla, o seu dimensionamento em rÌm estudo preliminar, os estudos
de viabilidade tec ca e ecoÌrômjca, busca de parceiros e patrocinios bem cono linhas
de credìto e finaucianentos de sua jmpìantação- as loma de uso e disponìbilização,
tendo sempre o propósito de integrar mecalismos de bfomaçâo com maximo
conteÍrdo com aplicações da rnultirnídia intensiva, incluindo a instalação integrada de
sistemas cle geo-processamento, conectados em runa rede de aita velocidade
ìrieriigada às diversas áreas dos govemos mruricipais senclo a mesma acessivel à
"Comrnidade lntemacronal do Ìguassu" na forma dìreta conectada e conftolada pela
sede da "Comparhia do Ìguassu" e a "Universidade do Oeste" em Foz do Iguaçu no
Pr -. BrasiV A "Universidade NacionaÌ Del Este" no Departamento do Alto Paraná
Paraguai e logo que possível a una Universidade ou Faculdade quando instalada em
um dos nunicípios pafiicipaÍìtes da AÍgentina.

-

Conconritantemente, e de imediato, convoca-se como um Fórum permalente de
debates, o "Comitê do Direito Interrracional" tambem denominado nessa fase de
"COMITÊ DE CONSTITUIÇÃO", que arxiliará na üabilização técnica e jurídica

.r

'ôÌ
3
a-

dessa iniciativa r,ìsando o recoúecjmento e a consolidação definitiva da CoúriÌúdar
lntemacional do Iguassu tanto âtravés da própria instituição do estattrto Oo i.fqnrm,

Superhtendente" como da "Compalúia do lguassrf' valendo-se pnncrpalmei*ë ' d-o
assessoraÌÍìento e particlpâçào dos demais Comitês e Sub-Comitês que lorem ïèconformando, orÌ através de profissionais de outras áreas de consultoÍìa do dúeito/ de
relações intemacionais/ da diplomacia,/ economia/ administração/ do setor fiscocoÌÌtábiv trâmites aduaneiros e migratórios/ eta., e em nissão especial desenvolver
nesse e ern ouiros casos, o mais anplo debate úa intemet oìl outras formas de
rnobiìização atraves de reuniões especìais, por cada um dos assuntos sejam eles
jniciatmente em separados ou ern conjr:nto: por bairro, distrito, murricipios ou país,
para assin alcaÌìçarmos com esse üosso rovo lgntpamento, o lnais rápido possível, o
êxito pretendido.
Convocam-se as empresas de energìa,/ de TelecomuÍÌicações/ Transportes/ Concessões
de Serviço PúbÌico/ Empresas Pítblicas/ Privadas/ Mistâs de cada um dos países para
íiicia tratativas üsar.rdo definir futruos convênios e parcenas estra!égrcas para que se
possam implemertar as rnais rápidas provìdências üsando a consecução dos objetivos
comuns da Comunìdade e mesmo não havendo ainda a definição dos "EstatÌltos
Maiores da Comruridade" para basear os regimentos intemos dos Comitês, considerase que a iniciatìva irnediata para agilização na lbrmação desse ìnsfilÌmento pode gerar
subsídios
antecipação dos aspectos técnicos necessários, trazendo
de
alálise
correspondentes, caÌâcterizando-se como uma base inicial e experimental
para a f,Ìndamentação dâs propostas do "Comitê do Direito Intemacional e de
ConstitrLição", e principalmente aumeÌÌtar as bases de panicipação ob.jetivando run
maior enriquecimento do seu conteúdo.

a

os

Estabelece-se nçste ato, como sede definitiva da COMPANHIA. DO IGUASSU â
cìdade de Hemandárias/ Depârtamento Del Alto Paraní Paraglrai, sede essa prÓpria- a
ser edificada e adminiskada errr conjunto peLa Entidade hrtemacional que ora se
constitui dentro dos nais elevados conceitos da arquitetura e do direito intemacionaÌ

Conforme pensem cada um de nossos parceiros e eventuahnente, no caso de haver
jnteresse manifesto confurnado pelo nosso Govemador do Estado do Paralá e União
FecieraÌ no Brasil em permitirem, para hício imediato das atividades, será estabelecida
a Companhia e o Fórtun do Iguassu provisoriamente no "Espaço das Americas" no
território brasileiro dos Três Marcos FronteiÌiços em Foz do Ìguaçu - Pr.- Brasil.

O edificio está em principio disponível sendo adequado, pois possú envergadura
compatível com os propósitos declarados nesse documento e foi inicialmente
constmído com a finalidade de abrigar atividade similar.

A obra

atual do Espaço das Américas além de ser a obra que reúne Ìro momento as
melhores condições, possü localização prìülegiada e está situada no vértice mais
próximo e extremo do ponto cêntrico da çonÍluência dos rios lguaçu e Paraná. O

.,\
í.ü"^
.-.
nn

",...è

l
edificìo que inicialmente pretendia-se denominar Fónrm das Américas. na ÌúpÇtëge.ift
apÍovâção do govemo paraÍìaense e brasìleiro, uma vez que haja concordân
demais paises, tanto em Foz do Iguaçu como em Hemaldáriâs terá sÌÌa deno

if

definida como "FORUM ÌNTERNACÌONAL DO ÌGUASSU" orÌ sxnplesmeÌrte
.FORLIM DO IGUASSU-.

,

Dá-se como endereço temporário da "Cornissão Pró-Fundação do Fórum do lguassu"
a sede da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu - Parará - Brasii que terá como
"Coordenador Pró-Têmpore" o Senhor Prefeito Municipal Celso Samjs da Siiva e
como ÌocaÌ de atuação através do "Secretário Executivo Pró-Têmpore" a Secretaria de
Tursmo da Prefeitura Mruricipal de Foz clo iguaçu Brasil cito à Praça Gen ìo
Vargas (a iga Câmara Ìvlunicipal de Foz do Igriaçu - Parará - BrasiÌ -CEP 85.851 180), e-rrail: turismo@fozdoiguacu.pr.gov.br. que exercerá curnulativamente o
cargo de "Coordenador Temoorárìo da Central de Comitês pAIa a Resião lntemacionaì
do ÌgÌassu" o seúor Ademar dos Santos Maués estando o mesmo subordinado e
iüielado âte que se consolide a "Conparú'ia do lguassu" pela própria SecretáÍia de
Turismo na pessoa do Seúor Secretário e Coordenador TrìnacionaÌ do Comitê de
Turismo e Hospitaiidade Ner.rso Rafagnìn, secretâria essa consorciada à Secretaria de
lndústrja e Comércio e Assuntos do Mercosul nâ pessoa do Secretário Seúor Omar
Iosi e à Secretarìa de Plarejamento do Municipio na pessoâ do Secretário Senhor
Rudinei AÌarninì auxiliados entre si pelos "Coordenadores de Conrjtês de ConstinÌiçào
e do Direito Internacional" sendo cada um dessas firnções exercidas na foma
estnÌtruada temporárìa até a definìtìva coÌfoÌmâção da "Comparhia do lguassrf' e
eventualrneÌrte as ausências ou vacâncias serão seÌnpre supnilas por cada run dos seus
suplenÌes
sucessores diretos esÌabelecidos, limitando-se todos os gasÌos.
promocionais dentro do orçârÌìento e do que estabelece a ìei orgânica do rnunicípio
atendo-se rigorosamente denúo das ìimitações jLLridicas e con5lrhrclonajs qìic
estabelece restrições ao mruricípio assrLmir qruisqner comprornìssos que envolvarn
recursos internacionais sem a anuência/ aprovaçào e participação do Governo Federai.

Pr

e

O "FORLM DO IGUASSU" a partir de sua iÌrstâlação será constiflrído e adninistrado
na I'orma compartilhada entre os países/ estados e lÌÌuÌÌicípios envolüdos, afavés da
"COlvlPANHlA DO IGUASSU", entidade em cuja sede flucionará toda a secretâria
executiva do Fómrn, administrada por profissionais execrltivos do raais alto níveì e de
recoúecida capacidade tecnica taÌ1to nos seus paises de orìgem como no er"terior

Compaúia adminishada inicialrnente dentro da legislação do país sede. ate que
se encorttre e se def,na ruria soiução juridica adequada, estabeÌecerdo-se s€mpre o
primado do interesse corúulto.
Será a

O Fórum terá sua duração temporária de 10(dez) anos sendo o rnesmo adnrinistrado
etrr sistema âlterlo e rotâtivo ano a ano por pais, sendo o mesmo presidido por um

15

,

't\$? t\

9'
membro titÌÌÌar do "Fónrm Superintendente", govemador ou prefeito denfio
colesiado.

Deverão de comum acordo, os presidentes de cada país e os govema
encontrarem a formâ mais adequada possíveÌ de atender as suas exigências de
panìcipação nâs esleras de cada nm dos govemos centrais/ provinciais, estaduais e
depaúamentais na lorma direta ou delegada.
Para as eleições, determìnações e deLiberações do "FORUM S{JPEzuNIENDENTE"
cabe a cada país somente run voto e suas decisões sempÍe serão por ruranimidade
aÌcançardo h-ês votos apenas por cada tena, um para cada um dos três países
corÌÌponentes da Regiãò do Iguassu sendo que o Umguai poderá sempre que houver o
seu.interesse e necessidades reqÌÌeridas, integrar se fazendo como membro pÍesente no
"FORUM DO IGUASSU", em especial quando exi.jam as questões de arbitragem,
consultas reciprocas e estudos de natureza dipÌomática, setores cultuais/etc.

Lì "FORltM DO IGUASSU- terá como base operacional e flrndamental cada um de
seus "Countês" e "Sub-Comitês Técnicos" ern cada Lrma das modalidades e em cada
iun dos diversos escalões e setores nos diversos segnentos taìs como: Espoile/
Edricação Física/ Saúde/ Meio Ambiente/ Cultura,/ Lazerl Turismo-Hotelaria,
Gastronomia e Agências de Vìagem/ Arquitetura e Urbanismo/ Edificações/ hdirstria e
Comercio/ TÍanspoítes,Migâções/ Controle Fisco-AÌfandegário/ Energra/
TeÌecomruicações/ Seguarça./ Assistência Sociai/ Comunicação Social- este com os
seus Sub-Comitês conespondentes de: Relações Públicas - PubìÌcidade e propagarda Tv & Rádio e EditÕrâção / Os Poderes Executivos/ Legislativos/ Judiciários/ das
ReÌações de Trabalho e Emprego/ dos Direitos Humanos/ De hdieenistas/ De
Marketing/ Etc. /, caracterizados que estarão sempÍe poÌ seus próprios Èstatutos a
serem produzidosi discutidos/ e aprovados por seus membros ilscritos/ posteriormente
analisados. apreciados pelo "COMITÉ DE CONSTITUIçÃO". relerendado peÌo
''CRLÌPO COORDENADOR DOS COMÌTES" cada qual em sua modalidade,
supeúsionado peÌos diretores de escalão, dentro do prazo márimo até 31 de
Dezembro de 2001 quando imediatamente se dará o inicio a aprovação final junto ao
Fórum Superintendente.
O "Gmpo Coordenador de Comitês" e de "Diretores de Escalão" conforne dispostos
no orgatograma proposto ânexo possuirão sempre sua representâção somente ah-avés
do iÌÌstituto de pessoas fisicas como elementos dispostos em seus cargos filnções nâ
forma colegrada, sempre na seqúência e na ordem hierárquica estabelecida conforme
,lescrita nesse desenÌro qr.Le figurará como organograma da orgarúzação.

A

base estabelecida nos "Estatutos do

Fónm" deverá sempre se constituir na real
possibilidade da mais ampla participação de toda a sociedade civil nos diversos
campos e modalidades Ìevardo-se em contâ as localizações geogáficas específicas
que compõem nossa comunidade demonstrada no desenlo do orgalograma

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mencionado da "Esírtura da Organização e AdminisÍação" dìvi
05(cinco) "úveis"/ "bÌocos" orÌ "escalões" lìierárquicos, distrìbuídos sempre
critério de ambientes de nabalho próprios, separando-se as modalidades nos
assLmtos de interesse parlicuiar e coletivo, bem cotro de grupos minoritár-i
específicos, semprc vútcuÌados ao novo conjurto do "Sistcma de Platejameni
integrado".

Estarão cada L1m dos rÌìembros agÌpâdos em seus "Comitês Corlnitárìos"
rtrgatúzados nos cìnco "rtiveis",' "blocos" /ou "escalões" confome deseúo do
organogr:rma prodrtzido no final desse docLunento e abaixo descritos sendo os mesmos
estabelecidos a pafiÍ.de sÌÌas reglões pre-definidas nos seus BÂIRROS/ DiSTRITOSi
!!'JNICÍHOS/ ou da área NACIONAL de cada país, tendo no topo do comando
ìrìerárquico a nossa rirea TRINACÌONAL conlbrme a seguir:
I

) "COMITËS DOS BAIRROS"

2)

"COMUÊ!DO5

:

tarnbem denominados Conitês

''BÌoco 1" ou "Escalão

!Dl&IaS":

I

"

do "Nivel 1 "

-

também denornìnados de Comitês do "Nível 2'' -

''Bloco 2" ou "Escalão 2".

3)"COMITES DOS MUNÌCiPIOS": tambérn tlcnomi:rados de Comitês do "Nívcl -1" "Blocol" i-.u ''Escalào 3-'.
1)"COMtTÊS NACIONAIS": iambérn denomrnados iìe Comitês do "Nivel
"Bloco 4" ou ''Escalão 4"

l"-

5) "COMITÊS TRINACIONAIS D^S MODALÌDADES" taÌnbém clenominados de
Comitês do "Nivel 5" - ''Bloco 5'' ou ''Escalão 5''.

Cabe aos "COORDENADORES OU ACENTES DE COMITES"- cada rnn deles
responsável direto pelo seu "escalão" peìo exercicio polítìco-admrnrstÍativo qrÌc
corresponda- conforme estabelecerá o próprio estatìlto- assegura o pÌeno exercício da
pafiicipação da cidadania fionteiriça, podendo o rìesÍìo. no caso de haveÍ aprovação
de seus pares, cunulativarnente exercer também a fìuÌção técÍÌicâ-operacional do
próprio gnÌpo que participa, como quaÌqter outÍo membro participante do comitê,
lesponsabilizando-se por todas as atjüdâdes dcscnvolrrdas por seu gmpo, buscando
permanentemente o totâl enquâdramento de suas ações e de seus membros dentro do
l!Ìais elevado e estrito interesse comunitario, sendo nos casos ern que houver
necessiclade de coÌÌtratação dos serviços profissionais de un dos Ìnernbros do comìtê.
se teúa Luna clara de1ìnição das regras em conjunto estabelecidas, sempre respeitados
os estatutos e os parâmetos legais e em conformidade com os objetivos maiores da
comunidade afi-avés de seu Fórün, assistidos e fiscalizados pelos seus órgãos
ai.rditores.

-.).

Fica por iútimo, estabelecido no topo hierárquico da administração de todó o "G
dos Conritês", reLur.indo país por país, uma "Central Umca", a "CEN .fRAt
TODOS oS COMITÊS NACIONAJS" que será administraiia por um ünico gesrgrp\tì
país. clenominado "GESTOR DA CENTRAL DE COMiTÊS NACÌONAL" eleiióï
pelos "Coordenadores dos Comitês" de fonna ìndependente em cxdâ pals e 3"

*CENTRÀI, Ì]N'ICA
DOS COMì'ÌÈS DA ÂR!,À TRINACIONAL" dCNO-rNrNAòO
''GESTOR DA CENTRÁ| DOS COMTTES TzuNACIONAL*, o indicados e

escolÌridos como da mais alta conlìrutça do "Fórum Superintendente" principalmente
csse último será da escolha da própna Presidência do Fórum. O "Cestor da CenÍal de
Cornitês Trinacional'' deveÍá atuar como nexo fundamental das bases de paÍticipação,
os Comitês e Sub-Comitês atÌÌando como auxiÌiar direto da Secretaria Executiva da
nova "Comparhia do igrrassd' que aruará a partir do dia 2ó de março de 2002 .
E assegLu ado perante esse fórum a particjpação de um membro tihrlar como já defirucio
e detenninado no organog:arna anexo, colÌìo "diretor" dos escalões/ úveis ou blocos
que teÍão como taÍefâ: aconselhar, facilitar, au-riliar, alertar, fiscalizar, cobrar, eügrndo
o empenho das diversas modalidades e escalões no sentido de atuarem de forma interrelacionacla e agrupada dentro dâ visào- ntetas alvos e prazos estabelecrdos e de
acordo com as fìrnções a screm atribuidas pelo estanÌto, atuando todos em conjunto
como gLrardiães dionrno dos propósitos maiores dc üìtegÍação da comLrnidade e
deverão ser indicados por cada um dos prel'citos.

lodos os membros oficiais "Coordenadores" ou "Diretores dos Comitês'' possuúào
serLS suplentes cìentes e sempre disponíveis, previa e juridica.mente definidos. úsalclo
satisfazer plenamente o criterio de representação em cada urn dos "blocos"/ "niveis"
on "escalões" de cada una das nações- mr.rnicípios, distritos e bairros, buscando a
rÌ1áxima Íepresettatividade nos diversos nivcis e urodalidades.

Os "Diretores de Comitês" que ahrarão como fiscais de escalòes perfazem um total de
09(nove) elementos, ou se.ja, o corespondente ao Ìrúnìero totaì de municípios que
compõem o fónun.

As sub-diüsões geográficas/ Baìrros, Distritos ou Bacias de cada nunicípio ocorrerão
sempre de acordo com suas caÍacterísticas sócio-politicâs sendo as proposições
encaminladas ao fórum- obedecidas às ordens hierárquicas estabelecidas no
orgarograrnal e uÌìa vez aprovadas e estâbelecidâs por cada um dos seus Comitês
Superiores correspondentes. reconhecer-se-ão cada urn desses estatutos oficiâlrnente

âiiâvés de "referendum'' do "Fórum Superintenderte", incluido primeüo

os

"referenduns" e "objeções", e no futuro suas alterações incÌundo aí os novos projetos.
novas propostâs e ouÍos Íequeúnentos a serem implementados.

Nos casos .elativos ao "Comitê de Meìo-Ambiente" recomenda-se à criação de
ìncentivos às conformações de "Sub-Comrtês de Bacias" no mais curto espaço de
tempo possível, estando os demais Comitês e Sub-Comitês de Bairros e Distritos e
r8

Mrmicípios

e da própria Area Tri-Nacionaì

sujeitos, nas questões

supremacia dos "Sub-Cornitês de Bacias"

-'Conselho l
Os Comitês Superiores alalisarão cada um tlos projetos em conjrurto com o
de DesenvoÌvimento" e deflnìrão lo âmbito do "Fórum Superintendente a ordem de
prìorìdades de acordo com as impoÍâtìcias estratég1cas preüamente estabelecidâs peìa
regrão.
I)everá-se outorgar a cada run dos Comitês a mais ampla autonoÌnia sempre e quando
mais prolLmdo respeito e
os ÌÌÌesmos estivereÌn pefeitamente enquadrados
vaÌodzação dos conceitos, ob.jetivos e düetrizes comuns maiores da "ComLmidacie
Intemacionãl do lguassu", conceitos esses exarados nesse e noufios docurÌentos a
seiem produzidos, senpre na coníorrrridade com os acordos- tratados e leis maiores
firmadas pelas nações qLte integram o preserìte acordo.

lo

lnstilrÌir-se-á o1ìciahnenle os mecalismos e normas de apresentâção cle cada ula dos
proietos e das propostas junto aos Comitês visando já desde o inicio de seu
encamiúamento, atender os padrões exigidos pelos organismos de f,nanciamento
internacìonais.

Os Passos para as Chalcelas Oficiais dos Govemos serão ef'etivados contòmre

a

sequìr üsando o seLl encaminlÌaÌ1ìento:

1" Passo: Serão assinados pelo Prefeito Muìcipal de Foz do lguaçu, com o derido
recoúecimento público corresponderìte err-t cada um dos Manjíestos ora prodtzidos,
todos conÌ igual e inteÌo teor, inserindo os seÌÌs anexos: Anexo 1: "Orsanograma cio
Fónrm do Iguassu - Esfiutura da Organização"/ Anexo 2: Proposta para un "Plano de
Desenvolvimento Integrado da Região Intemacionâl na CorúÌuôncia dos Rios Iguaçu e
Paraná"/ Anexo 3: "Complexo Turístico Cultural e de Lazer nos Três MaÍcos
Fronteiriços - AriBr,,?y"/ Anexo .l: "A Constmção de uma Marca: Símbolo para a
Região do lguassu" em um Ììúmero total de 18 originais, que ficarão em poder do
Cartódo de TitÌLIos e Documentos de Foz do Ìguaçu- de propriedade do Senhor
Esteves Santos - sito à rua BeÌarmúo de Mendonça, 175 - CentÍo - Cep 85.851-100 i
Foz do lgr.raçu - Paraná - Brasil, lug:r onde estaÍão disponíveis prra a assinatura
coÌUunta ou en separado dos Municipios, Estado/DepaÍamento/Provincia e Naçòes
Membros em qualquer teÌnpo, dentÍo ou fora do carlório- em terrìtório brasjlelo ou
soio estralgeiro permarecendo os mesmos gerenciados e em poder e responsabilidade
do ti[úar do cartório até dia 26 de março de 2002 - l0:00 hs - horário brasileiÍo - data
e ocasião em clue se trasladará esse docunento oficìal ora produzido e regisÍado para
sua deüda madlestação e publicação conjunta junto ao edificio do "Espaço das
A-l-réricas" para o solene momento memorial da hstalação oficial do "Fórum do
Iguassu" a proceder-se neste mesmo local - às 10:30 lÌs - horário brasileiro - ocasjào
em que se efetivará oficiahrente a "Confonnação da Corauniclade Intemacional do
lquassu" sendo nesse ÌÌÌesÌÌìo ato produzidos de courum acordo os novos instruneotos

r

que urìâ vez assúados produzirão as condições legais para pro
autorização paÍa o início da realização de seus feitos.

Uma vez assilado esse docrÌmeÌÌto incìuindo seus anexos e nrodificações, cada país
terá em suas mãos o seu manifesto histórico original completo.

O presente instÌ-umento será composto por ls(dezoito) Manifestos, todos completos
produzidos coÌrìo docÌunertos originais e confonnarão iul só colpo com os seus
respectivos alexos.
Cada bloco desse documento comporá um Manifesto qne será produzrdo no idioriia
PoÌtugÌÌês, juntado solidariamente na forna posterior com as traduções oficiais nos
idiomas Eipanhol e Ìnglês, sendo a de idioma espanhol elaborada pela advogada e
tradutora pública SUYAN DAMACENO, com cédula de identidade n' (a anotar)/
ter'ìdo sua inscrição profissional efetivada na jrurta comercial do estado de(o) (a
anotar), sob matricrúa n' (a a.notar), com seu escrÌtório jurídico estabeìecìdo a rua
Li nartirìe Babo. 395.- Jardim Central - CEP 85.854-200/ Fone (,15) 522-3670 e ("15)
513-4122- Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil. e a tradução ro idioma IngJês leita pelo
[âdrúor público e intérpetre comercia] JOSE CARLOS AISSA, Mestre em Literatura
Comparada, com sua inscrição profissionai efetivada na jrÌnta comercial do Estatio de
São Paulo sob maíicuÌa n" 1082, com ceduÌa de idenüdade no (a anotar)- com seu
cscntório sito a rua SaÍìtos Durnont, 878 - centro - CEP (a anotar) - Fone (,15) 52324'14 e Telefa-r (45) 523-9502 - Mruricipio de Foz do Ìguaçu - Paralá - Brasil

A tradução no idioma lnglês visa posicionar

e1ètivamente nossa cidadaria Èonteiriça
como vanguarda: atenderdo já às expeòtativas da htegÍação continental da AICA
preústa para 2005, bern como se considera neste ato a própriâ arnplitude, pubiicidade
e importânciâ que se pretende dar ao Movimento "IGUASSU - TERRA GLÌAIìAÀIÌ",
mencionado o resgate
urn moyimento sócio-político-culhual que inclui como
histórico do encortro das etnias lusoJrispânico-guarani que já transcende hoje as
próprias ftonteiras de nossa América.

Inclui-se nessa progÍarnação o fllturo enüo de cópias duplicatas desses documentos à
Investidores Potencias/ Entidades e Organizações Especiais e de Financiamentos
Nacionais e Ìntemacionâis, Govemamentâis e Não-Govemamentais (OMT - OMM OIT - ONU - BID - BANCO MUNDIAL - BIRD - CEE - etc.) e em todos os sistemas
de Mídia e em especial, aÍavés das autorjdades diplomáticas competentes fazer
remessa desse documento à Presidência da AICA para assim fazer base e íìente aos
jurediatos e necessárìos pleitos concernentes, üsando âssegluar a inclusão dos temas
pertinentes a nossa cidadarÌia fiontetiçâ nas pautas de negociação desse oovo
organismo, iníciando-se aqui mesmo, nesse ato em nossa circunscrição os estudos e
debates corespondentes ao' Desalìos. [mpactos e Altematir as para o
Desenvolvimento e Irtegração Reqlonal Fronteiriça do Mercosul em nossa Região do
Isuassu e América com o advento da Alca" requerendo-se sejam iniciados os estudos
20

í*"Q
de viabrlidade correspondentes aos firanciamentos dos Projetos de Desen
preterdidos err rÌossa Íeg1ão e outas com câracteÍísticas simìlares.
desenvolver e preservar os seus valores cuÌturais, seus recrusos naturais e econ
na lorma compartida.

*"\ftUd;"*

2" Passo: EÍètivará-se âs autenticações correspondentes - Legalização ou Visa - desses
documentos origilais ejuÍo aos jogos produzidos em duplicata los consrúados locais
e qualdo reaìizado o seu registro em Canório e, ou junto às autoridades consulares da
Argentina e Paraguai em Foz do Ìglaçu, incluindo a do ConsuÌado do Uruguai em
Crrritiba, dirctiüentç, ciÌda r€prcsentarìte legal de cada país iìssentará a srÌa assinatur:ì
nesse docurnento orìginal ora produzido. figurando os Senhores Cônsrúes, apenas
corÌÌo ciente's recebedoles designados eomo arautos oficiais dos referidos processos e
como próprios testemuúas das presente proposta brasiÌeÌa a ser enüada para análise
c concensuarnento em cada país.

i'

Passo: Os l8(dezes5ete) Manjlèstos originais, cada um deles possrLirá r mcsma
categorizâção com a conespondente ordem de numeraçào e caÍacterização, sendo
produzidos ÌÌâ Ìnesma ocasião o nÍunero de 27(vinte e sete) Duplicatas desenvolvidas
para os despachos protocoÌares üsando
eÌìcaminhamento às Chancelanas
colÌespondentes.

o

Os despachos serão eletivados pelo Prel-eito Muricipal de Foz do Ìguaçu - Paraná Brasil .jrurto às denais esÍèras de Govemo Brasileiro que correspondãÌ, e aos
ConsLrlados da ArgertirÌa e PaÍaguaì em Foz do lguaçu no Brasiì, e junto ao Consuiacio
Umguaio em CLritiba para que por sua vez processem a remessâ conespondente às
CÌ',anceÌarias de cada naçào cotrr sua sede em Brasília goúòrme relatório descritivo
abaixo:

ArqentiÌÌa: (Caberão ao Cônsul Argentino I0 Duplicatas do Ìvlarjfesto a serem
distribujdas coIlfome a segrrir)
Consulado da RepÍrbÌica Argentina em Foz do IguaçLr - Paraná - Brasil
Embaixada da RepúbÌìca Argentira em Brasília - DF - BrasiÌ
Presiderte dâ RepiÌblica Argentina - (Ar)
Govemador da Províncìa Misiores - (Ar)
iltendente de Puerto Iguazu - (Ar)
lntendente de h:erto Esperanza (Ar)
Intendente de PueÍo Libertad (Ar)
Intendente de Warda (Ar)
(Informe do Preleito de Foz do lguaçu ao ConsuÌado Brasileiro em Puerlo lguazu) - AÍ
(hforme do Prefeito de Foz do Iguaçu à Embaixada Brasiieira em Buenos Aires) - Ar
B14sü: (Produção de 18 Manifestos Originals que permaÌrecerào €m Cârtório para
assinahra até 26lmar/2002 e o envio corespondente de 28 DuoÌicatas do
21

Manifesto para consulta e coúecimento das autoridades nacionais e o corpo
consular dos demais países no BrasiÌ üsando despacho protocoÌar).
Original do Cartório (01 original )
Presidente Pró-Tempore Mercosul(O1 original ) - (0i duplicata)
(01 orjginal ) + (01 dupÌicata )
Presìdente t1o Brasil
(01 original ) + (01 duplicata )
Govemador do Paraná
(01 original ) + (0i duplicata )
Pielèito Mruricipal de Foz
Consrúado Argentino em Foz (06 origrnais) + (10 duplicatas)
Consulado Pzuagrraio em Foz (06 originais) + (10 dçlìcalas)
Consulado Uruguaio e$ Cüritiba (01 onginaÌ ) + (03 duplicatas)
+ (0i dÌÌpflçataì
Secretário ïhad
Tota.l (Ì8 originais) + (28 duplicatas)

hoc"

-

Paraguar (Caberào ao Cónsul Pareguaio 10 DLtolicatas do Manilèsto a serem
distribrúdas conlbme a seguir)
Consulado da Repitblica do Paraguai em Foz do Ìguaçu - BrasiÌ
Enbaixada da RepiLblica do Paraguai em Brasília - Brasil
Presidente da República do Parapaì
Governador de Aìto Parará (Py)
lnieadente de Ciudad del Este (Py)
Intendente de Ciudad Presidente Franco (Py)
Ìntendente de Hemandárias (Py)
lntendente de Vinga C uazu i,P1ì
(Informe ao Consulado Brasileiro em Ciudad del Este) - Py
(Tnfonne à Embaixada Brasileira em AssÌrnção) - Py

(\)

L@rrai . (Caberào ao Cónsul Unrgntato 0ì Dtrplicatas do Vantle.ro

a serem

distribuídas confome a seguir)
Consulado da Repirblica do Uruguai ern Curìtiba
Errbaixada da República do Uruguai em Brasília
oresirlente da Reprrblica do I ntPttat

Ìleicosul; (Caberá a esse organisuro

a reserva de 01 orisirìal para seu arquivo e

Q!

duplicata- as duas permanecendo era Cartório até o dia 26 de março de
2002 e uma vez aprovado junto ao CMC e GMC, ato continuo, na mesna
data acima mencionada, o Presidente da Repirblica Federativa do Brasil,
acompadrado de cada um dos "Municípios e Estados Membros" também
farão suas assinahras e 01 duplicata ao secretiirìo "had hoc").
Para quaisquer proposições de adendos ou altenções eígidas anterior a reuião de
"PréJançamento do Fónun do lguassrf' a ocorrer no dia 17 de Novembro de 2001, ou
22

acrescido das correspondentes considerações e reconendações a serem jun
Í turos anexos desse documento
Para dar o crìmpdmento e1ètivo das normas legais, como um extrato da Comunidad-e
Intemacional ora instituída, assinan cada umas das autoridades, como representantes
ohciais dos govemos centrâis de cada país, juntamente com os maliiatários de cacia
ur dos Estados Parte e Municípios que confomam de nossa "Reglão do Iguassf'na
República Argentila / na RepúbÌica Fedentiva do Brasil / na Repiibiica do Paraguai'
incluindo os representaltes naiores da República do Urtguai juntamente com os
titrìiâres ìná\imos clo Mercosul onde se reconheça oficialmente a nossa "Reglão

Ìnternacionai do lguassLr-' corÌìo LLma "Sub-ReEão Fronteiriça do MercosuÌ" estaldo
lporrrir nos Ìegitrmos arseìos manifestos por inúrneros setores empresariaisi de totla
nosse cìasse"oolihca e de nossa classe trabalhadora- incluildo sem exceçào, todos os
demais setores de nossa socjeda<le ciül organìzada, recoúecendo-se tresse texto e

documento-base fundamental a recérn declarada "CONSTITUIçÃO DA
C ON4I-T-NiDADE INTERNACIONAI DO ÌGUASSU".
Fazem isso as autoridades, neste âto púbìico, instituindo-se como meios de
comunicação os "Siles" ofi ciais: y1y$gg355gjg114gg344!,q1g/ www. fo rum-doiguassu.org/ wrrv.companhia-do-iguassu'com e o endereço eletrônico: comoanhiado-ieuassu@hotmail.com a serem desenvolüdos e instaÌados enr um sistemr
adequado dentro dos mais modemos corìceitos e paÌânÌelros que atendam as
eigências clos diversos iÌlteresses comins esiabelecidos pelos mercarlos nacionais e
intemaciorais e aos iniurreros protocolos já aceitos ürtemaciotlaÌmente tomando assim.
a cada dia, mais eficazes as formas e meios de comrinicação entÍe as partes, usiìndose clos megas sistemas de ìnfonnaçào. espcclalmcnte fazendo-se ttso imediato desse
procedimento para as inscrições dos paÍicipantes visaldo à rápida efetivação das
mesmas, afliando o sisteÌna inclusive como rreio de identiflcação de cada indir"idLto
jrnto aos diversos Comitês do MoYirnento e em particular' na administração e
organização de todas iniciativas da "Cornpanhia" e do "Fórum" como ur todo

A "Comissão Pró-lìrndação do Fómm Ìguassu" como já parcialmente mencionado terá
enhe os itens de sua incumbência a nissão de dar andamento correspondente às
aprovações das propostas ora encaminiadas, assegurando a implântação das mesrnas'
promoventìo e garântindo a organização das reuniões preparaiórias. ordinárias e
e.:,tÌaordináriâs, garantindo o sucesso de suas pautas dentro de urna agencla oficial
comuÌì e integrada, a ser aprovada em comum acordo, assegurando sempre cont
máxima fidelidade o pleno cunprìmento do cronograma, cotlorme os objetivos
maiores pre-estabelecidos.

Ern princípio a "Comissão Pró-Formação do Fómm" terá a conformação já descnta,
ate que se defina a fonna adequada e detinitiva de representação dos govemos cenEars
e dos estados pane segundo seus propnoc criterioc jt'nto a esse orgaui"mo
2a

{t"^^
i

(/,
CYÍ

Em princípio por uma questão de racionalidade se adota como rnembros parti
e tihrÌares diretos dessa Comissão, ate que se def,na o contrário, representatr
Govemos Provinciâl/Estadrial,Departanental e Nacìonaìs, os representantes delegados
das pastas de "Contlole Fisco-Fazendário" assistido pelcl responsável pela áLrea de

"Controles Migratórios" dos setores locais e regronais, sempre informados os
correspondentes cônsules de cada país, assegurando-se legitimamente e na forma
onentada pela cliplomacia de cada nação obrigando-se a substituições nas er'entua'is
vacâlcias

cÌe

cargo por meìo da indicação fonnai de seus alternos diretos.

Fica em princípìo pré-esÌabelecido tambem por questões de ordem, uma agenda de
"Reudiles Rçglrlares" ou "Sisteìnáticas" ou aúda, "Reuúões Ordiniínas" da
',onde
..COì\flSSÀO PRO-FT'Ì\TDACÁ8 !!
FORÍTM DO IGU
impreterivehnente todos os meses seus membros oficiais se reurÌúão estritaÌnente para
deiiberaçõcs especiÍìcas, toda a "teÍceira" Segrurda-Feira de cada mês, a começar peia
"1". Reruúão Ordinária" da "Cornissâo Pró-Fórum" a realizar-se no dia 19 de
Novembro de 200L Essa 1'. Reuntão ocorerá dois dias depois do "Pré-Lançamento
do Fórum do lguassu" e do "Movimento {guassu - Terra Guarani" - no Hotel
Intemaciona.l - às 8:00 hs - horário brasileiro sendo todas essas Reruriões Oficiais com
suas oconências impreteríveis, sendo pactuado de comun acordo que após a
assinat[ra desse docru]Ìento, a falta de qualquer membro titular ou o não envio de sen
representante, ou altemo diÍeto correspondente iegalmente sonstituído. setá
reconhecido como faÌta grave- caracterìzaldo desinteresse e desconsideraçâo peÌas
altas paÍtes contì-atantes da Comrnjdade, ato passivel de agravo, salções, multâs oii
disciplinas a serem estabelecidas em funÌra reudão do Fón-rm.
segrurda reunião ordinária da Cornissão será correspondente ao dia l7 de dezerrbro
de 2001, a terceira rerúão dia2i de janeiro de 2002, a quafia dia 18 de íevereiro de
2002, a quinta reunião do dia l8 de março de 2002, sempre nas "terceiras" segtndasleiras de cada mês, ocasìão qrÌe serão desenvolvidas como "Reuniões Preparatórias

A

Fhais" visardo não só atingu o perfeito êxito do Evento Constitutivo da "Illrlêgóqia
Comunidade lntemacional do lsuassu" do dia 26 de Março de 2002 como a realização
da "semala da Inteeração Fronteiriçê llRçgiUlQ-haslu" e to<los seus feitos e
eventos a se Íealizarem nas comunidades fronteiriças.

Cada urna dessas Reuniões Ordrnárias teÍá suas pautas preüamente definidas e
druação de 0l(uma) hora prorrogáveis por mais rura de acordo com o que se
determlne a necessidade e urgência, respeitarìdo-se ou não, conforme se decida na "i"
Reunião Ordinária da Comissão Pró-ConstittÌição do Fómm" cada um dos ferìados
Èxjstentes em cada país paÍa essas e outras atividades. Esses e outÍos procedimentos
regulares e sistemáticos, com o pragrnatismo que naturâlÍnente exige, devem estar
permartentemente orientando cada um de nossos ìíderes dos mruricipios comunitários
que formarão a base das determinações polítìcas desenvolvimentistâs que Ìão
assegurar a consolidação definitiva da "Cornunidade Intemacionai do Iguassu"

O secretário Executivo a ser contrâtado pelo Fórum terá a

responsa
palrtas
assegrÌraÍ na progamação das
das rerurìões, com maior antecedência
participantes
infomando a todos os
os pontos básicos e seus conteúdos, eÌn especìai
pÍeparar e equìpar sempre o Presidente do Fórum, infomando com detaìi.Ìes as
qrÌestões rclativas aos problemas eventuais de ntudanga dos locais de reruÌião, qrÌando
houver, salientaÍ a importância relativa a cada um dos assrntos a serem tlatados,
defir,.ir atribuições, artecipar responsabilidades, pesquisas. oÍçaneÌÌtação, Ìicitaçòes,
presenças de destatlue, artecipar-se trazendo arálises e estudos de viabilidade tecnica,
econômica e jurídica requeridos, bem como oÌÌhos sen.iços produzidos ou
contÌatados, infbnnes, convocações especrilÌs. etc: iìcresceotando especial cuidaclo na
verìficação da necessidade de que cada uma das corvocações e informações devem
ser feitas- senpre corl a devìda antecedência, principaìmente para assrÌntos que
requefam a presença e apoíe de membros das esferas superiores do govemo estadual
e fedeml dos três países que exija o deüdo preparo pelos seus compromissos- o
croÌìograma e a distância.

Fican.r estabelecidos tambem; en principio parâ nos mesmos horários e locaìs
mencionados, "Reuniões de Trabalho Reguìares" yisando atender as ações executivâs
preparâtórias das "Reunjões Ordinárias" da "Comissão pró-Fundaçào do Fónun tio
lguassd' e do próprìo "Fómm Superintendente", integrando as acões práticas e
;esultados de cada run dos "Comitês" e "Sub-Comitês',, orientados que estarão poÍ
deÌegação de poderes estabelecidos rìiìs pessoas jndicadas na reìação ftral desse
insü-umento na fonna "pró-têmpore" obedecendo-se às estrutums admiÌ strâtivas e
técnicas da "Cenn-aÌ de Conitês"/ "Coordenadores de Corritês Nacionais'.,/
"Coordenadores dos Comitês dos Municípios'7 "Distritos"i e "Bairros'' em cada uma
das suas rnodalidades em seus diversos escalões atuantes, para que junto com a
"Secretúa Executiva Pró-Tempore" e o "Comitê de ProtocoÌo", reunìdos sempre nas
primeiras 5"'(quintas-feiras) anteriores às reuniões da "Comìssão pró-Fundação de
ConstitÌÌição do Fón.rm do lguassu" onde se rernirâo para proiluzir os trabâÌhos
avaiiando e avalizaldo em conjunto, se for o caso, os resultados do mês às 8:00 hs horário brasileiro - no Hotel Intemacional onde os trabaÌÌtos serão cooiÌados e
conduádos via Secretaria Executiva ao "Comitê Superintendente".

As Reuniões de Trabalho Regìilares dos "Diretores" e "Coordenadores de Comitês,,
servião para que se possan tratar pelâ ordem os assrurtos prioritários à organizaçào
com as suas correspondentes avaliações de resultados dos próprios trabaihos dos
"Comitês" e "Sub-Comitês" e das "Reuniões Ordinárias" da,.Comissão pró-Formação
da Comunidade Ìntemacioral do Ìguassrf'e do próprio "Fórum do lgussu',. as últimas
ocorrìdas, propondo-se e decidindo-se as novâs ações e aitemativas, encamiúamentos
e correções de rumo necessárias às próximas reunìões- e pffa todo o nosso moümento
comruritário

Fica estabelecido no cargo de "COORDENADOR DA COMISSÀO
FORrú{ÇÀO DO FORUM INTERT\ACIONAL DO IGUASSU" no regÌme
tempore" o ExceÌentíssimo Seúor Prefeito MunicìpaÌ de Foz do lguaçu - Pr - Br, o
Seúor Celso Samis da Si1va, proposto e aceito peÌa unaninidade dos metrbros
oficiais qrie represeÌ'ìtarÌÌ as diversas comunidades locais, determinando-se como
rnissâo principal de srÌa gestão "pró-tempore" na coordenadoria, a consolidação da
estììtüa jurídico-política, admidstrativa, operacional e luranceìra do "Fómm
Irltemacional do ÌguassÌl'.

Na eventual vacância do "Coordenador da Comissão Pró-Têmpore" Seúor CeÌso
Sauris da Silva assurrirá o vice-prefeito Dr. CÌáudio Rorãto representando o mruricípio
brasiieiro t na seqüênciâ hierárquica, caso airda seja necessârio será obedecÌdo
sempre, confome sejam tanbém ouÍos câsos, o que estabeìecer cada urra das leis
orgânicas de cada município.

O periodo de vigência do mandâto Pró-Têmpore da "Cornissão Pró-Fundação do
Fórum lntemacional do lguassu" será exercido peÌos "Mulcipios e Estâdos Partes" a
partir da data do "Pre-Lançamento do Fónur do Iguassu" que ocorrerá no final desse
ano agorã, no dia 17 de Novembro de 2001 encerra.ndo sua ügêncìa no dia 2ó de
N1arço de 2002, tendo inìcialmente, no caso de ser aprovado pelas partes, o Ìvluniclpio
Brasileìro como "Coordenador".

No caso ainda de haver concordância tácitâ./ dado à urgência do momento históricoi já
nesse periodo de maldato de admidstração conjunta da "Comissão Pró-Fundação do
Fóirrm do lguassu' e no logo no início do mandato da primeÍa gestão, mandato esse a
ocorrer entre 26 de Março de 2002 e 26 de Março de 2003/ respeitados a sober:uria de
cada país, a lir,.re iniciativa e os demais estatrúos do "Fórum" e da propna autonomìa
dos sistemas de planejamento Nacionais - Provìncial/ EstaduaV Depatamertal e
Municìpais, se iniciarão todas as medidas necessárias para o imediato
desenvolvimento e implantação do "PLANO DE DESENVOLVfMENTO
INTEGRADO PARA A REGIÃO INTERNACIONAL DO IGUASSU" COn] êNIASC
especial para os estudos de inrplantação do "Plqno de Reconversãct Econômíca de
CÌudad clel Este e Puerto Isuqzu", a "Revitalízacão e Re-sdett!!939iLsg!pIJ!9
Erporrqçòu no Batn'o JerJtm Jupira em lioz (la Ip!gçj!", a "Re-qdequacalo
Econômìca de CÌudad Presídente l-ranco e Hemqndórías " e a piena "lnserção
Econônrica dos MtnìcípÌos de Abrangência " qve confomam a "Regrão lnternacional
do Iguassu".

EnÍe

as diveÍsas diretrizes há que se considerar o elevado grau de interdependência, a

necessidade de complemeltação econômica existente, sempre de acordo com as
vocaçÕes econômicas de cada um dos estados e municípios membros, recoúecendose oficialmente a grande necessidade da implartação das obras estabelecidas como
piiontárias e estÍuturais estabelecidas no Plano de Desenvolvimelto Integrado pelo
prazo máximo de O4(quatro) aros de gestão, prìncipalmente em razão do novo período

,

macro-econômico, quando úverá o nosso continente a partt de 200
lortemente tendente à equaìização das Tarifas Externas Comuns, quando en
essas mesmas tariÍas muito reduzidas ou próximas de zero, tÌazendo i
dificit preúsibilidade na esfera do trabalho, ocupaçào e rerda de toda nossa cidà
íìonteiriça, não só dos que habitarn a "Rcgião hrtenracional do lguassu" como
todas as demais popuÌações que habitam hoje nas iireas lìonteiriças mais povoadas de
to,la nossa América, que vivem e sobrelivem ate hoje, basicamente do intercâmbio
cconômico regoral originado pelas fbrtes e 1 eqüentes lìutuações cambiais e tanfiánâs
dc cada pais bem como das históricas políticas econômicas proteciomstas resmtivas à
nnpoÌ1ação e incentivadora da expoÍtação, gerando agora coÌrì essas importaÍtes
rludanças macro-econômicas pretendidas, grande impacto e iÌrccfiezas iÌs econotruas
que atuam Jmro a essàs regiòes lronreinças
Na contjnuação, uma vez cLunprido o mandato exercido por seus rnembros atuartes no
periodo pror'isódo, tará cada um a conespondente entrega de seus cargos no dia 26 de
lvlarço de 2002.

Lnediatünente após o mencionado periodo provisório de gestão conjunta, o
representante da nação brasileúa- o Municipio de Foz do Isuacu através do scu
Senhor Prefeito Municipal Celso Samis da SiÌva, assume o cargo; agora como
NDENTE" indicado e eleito por
"PRFSIDFNT].- DO FORUNÍ
runanínidade para o exercicio do Ìo ano de gestão plena do "Fórum'', sempre de
acorclo com os jnteresses maiores da "Comunidade lntemacional do Iglassu''.
dingindo os trabaìhos através de sistena de aclninìstração compartìlhada e na forma
coiegada inicialdo esse prirneiro periodo no dia 26 de Marco de 2002 encenando dia
26 de março de 2003.

Fica tambem estabelecido como "estâdo membro sucessor imediato", nesse 2'anoassumindo â presidêrcia do "FORUÌv1 INTERNACIONAI- DO IGUASSIJ' o
Excelentissimo Tituiar do Govemo Del AÌto Paraná Senhor Jorvino Urulaga,
representando a nação paraguaia- ou seu altemo estabeleoido como substihlto jmediato
no eventual caso de vacância- que passará a exercer o presente cargo entre o período
de 26 de tvlarço de 2003 até 26 de Março de 2004.

No 3o ano da adrninistração do "Fórum" assumirá a presidência o

representante
argentino, Senhor Prefeito MunicipaÌ de Puerto lguazu Timoteo Llera ou seu substituto
legal imediato presidindo o muntcípio peÌo período cle um aro, compreendendo a sua
gestão entre os periodos do dia 26 de Marco de 2004 ate 26 de Março de 2005.
encerrando assim o orimeiro ciclo trienal completo entÍe os tÍês paises.

Imediatamente, para o 4o ano de gestão, que será exercido entre os períodos de LSjg
Marco de 2005 e 26 de Marco de 1006. assume novamente pela nação brasileira,
tendo o comando cla presìdência, o Prefeito Municipal de Foz do lguaçu.
23

6""^

(/.\

ï ai^k

Nesse peíodo âdministrativo; no '1' ano de gestão, ate o prazo márimo
Março de 2006, se inaugrLrará o "Complexo Turistico Cultural e de Lazer Ìte!Íaiib;
Marco das Três Fronteìras da Ar-Br-Py" acomparìrado de ièstividades
cerimoniais em conjìÌnto, incltúdo run recorrido teleférico, evento esp

\,.ç:"j

monento em que neste Ato Inaugual se instaÌará um novo tempo para a história do
n-osso desenvohimento coln ênfase numa fode ilìtegração com as comunidades
regionais inseridas na Área lntemacional do lguassu
Concomitantemente, no mesÌno dia, e na seqtiência sc tàrá a inauguração do belíssimo

ConjÌurto Arquitetônico do edifìcio da nova e definitiva sede do "FORLM
--coMPANHIA Do
|NTERNA.CIONAL ÚO IGUASSU'" sede dehnitiva também da
IGUASSU- em Hemandárias, simultalÌeâmente com o Ìançamento, instalaçào e
inauguração de toda a infia-estrutura do sistema viário básico do Núcleo do recém
consolidado "Pólo de Desenvolvimento Integrado da Regrão Intemacional do
LgtassLr".

Seguinclo a seqiiência seguinte para o período de gestâo do 5o ano, voltaÍá a lideÍança
a Nâçào PamgrÌara agora- rtra\es do Prefeito Muricìpal de Ciudad del Este que Íàrá
sua sestào entÍe os periodos Lle 16 de Março de 2006 e 26 de Março de 2007 que terá
suâ gestão esta centrada basicamente na implantação e operacionaìizaçào do Plano de
Reconversão Econôrnica de Ciudad deÌ Este.-

Ìrnediatamente em segLrida caberá à Nação Argentina a presidência: na pessoa do
prefeito de Municíoio de Wanda que compreenderá a administraçào do ó:-ala entÍe 2É
rie Marco de 2007 e 26 de Marqo de 2008 completando-se nessa gesÌão o periodo do
sequndo triênio. Período corn êrúàse na interiorização e encamiúando-se para
consoÌidação dcfurìtiva do desenvolvimento do Pólo RegionaÌ

O comando da presidência do Fórurn retomârá ao Brasil rro 7o ano de gestào aúavés
do Prefeito Muricipal de Foz do lguaç! nos períodos compreendidos entr-e 26 de
Marqo de 2008 a 2ó de Marco de 2009.

O 8'ano de gestão será presidido por-Hç@létia! entre os períodos de 26 de marco
de 2009 a 26 de marco de 2010.

Para o 9o ano de gestão caberá a Presidência do "Fórurn do Ìguassu" ao Prefeiio
l\tunicipal da cidade de Puerto EsperaÍtza concluindo o terceiro período trienal,
coiiipreendido esse ano nas datas entte 26 de Mmço de 2010 e 26 de NÍargo de 2011
E Parâ o ultimo periodo da decada de gestões anuâis; compreendido o ano entre ]fulg
Marco de 2012 a 2ó de Marco de 20Ì3, no 10o ano de gestão do "Fónun", assrurÌiÍá o
Municipio de Foz do Ieuacu encerrando-se aqui neste ano o periodo decenal, sendo
que poderá eventualmente proÍrogar-se suas atiüdades conforme se exijam ort se

(t.l

?"^
requeiran- as aiividades e âs cÍcunstáncias históricas da regão e da "Co
Iguassu" por decisão direta do Fórum, caso contrário dar-se-ão por enc
atiüdades uma vez cumprido os seus propósitos.
QUADRO RESUMO DOS PEIì]ODOS DE GESTÃO - DECADA DE

a'"ndpo1,
dôs

sús'l

2OO2 A 20 ] 2

1: ljq - 26lN{An /2002 a 26,rylAR/2001 - BRASIL - FOZDO IGUAÇU
2: 4lj-Q - 26/MAR/2003 a 26rMARl2004 - PARAGUAI DEPTO DEL ALTO PAR.I\A
l' ANO - 26MAR/200,1 a 26/NLÀR"2005 ARGENTINA- PUERTO ÌGUAZU
.:l' ANO - 26^4AR/2005 a l6llvlAtu'2006 - BRASIf, - FOZ DO IGUAÇU
) :\NQ - 26rXLARi2006 â 26/rvL,\R/2007 - PARAGUAI - CILDAD DEL ESTE
.6' A.NO - 26/I'LAR]2007ã 26/ì!,LÂÀr'2003 ARCENTIN..\ - WAÌrDA
ANO - 26MAtu2008 a 26MAR/2009 BRASII- - FOZ DO IGUAçU
q\O 2o \I\R :OOO d ]o V \R ]OIO P \RAíJU U . H} R\ {NDÁRI \J
9: t\NQ - 26iÌ\,tAR/2010 a 26,ÀLAtu20 Ì Ì , ARGENTINA - PUERTO ESPËRA-\ZA

7'

R".

ÌO'AN-O 26/NLAI{'20

Ì

2

á 26/Ì\,ÍAR/201]

-

BRASIL

- TOZ DO IGLÌAÇU

Estabelece-se o prazo limite de 45(quarenta e cinco dias) a paÌ1Í do dia 12 de OiiiLibio
de 2001- dâta do registro e pLrbÌicação desse docrulento, prazo esse, linite oficìal para
às iÌÌscrições dos Grupos de Traballio por Comitês e Sú-Comitês. poÌ1aÌÌto até dia 26
de Novembro de 2001, que terão esses mesmos Comitês e Sub-Comitês por srÌa vez
ÌLm prazo n.iáximo de mais ()5(cinco) Ìneses a partir do mesrno dia ì2 de Outubro de

2001, pofi:uúo ate

o dia 12 de Março de 2002 para a produção.

"4,

registro

e

corsolidaçào de todos os docLrneÍìtos, propostas e Estatutos Finais para instalaçào de
seus "Comitês" e "Sub-CoÌnitês" incluìndo os Estatutos do próprio'Tórufl" sendo
todos os Estâtutos enkegues conpletos na lbrma a ser defirúda pelo "Cornitê de
Constituição e do Direito lntemacional" no próprio "Fónun Intemacioral do IguassÌi'
em conjrurto coÌn os l:lâ constìtuiçâo dá "Compaúia do lguassu' juntos todos
pioduzidos ate no mârimo dia 20 de março ile 2002 considerarilo-se o prazo exigrtlo
para reuisrro nr Jri,rta Comerctal e or,Ìtoc orcaÌ smos

permitir mesmo após esse pràzo a instalação de novos
necalìsuros sem prejrÌizo do andamento dos trabalhos ptu'a ampliar ao mírimo a
pariicipaçào comunitária, cumpnndo assin todos os procedìrnentos para o iúcio das
C)s estatutos deverào sempre

atiüdades da "Companìria do Iguassu".
Fazem parle iìtegante desse instrunento os documentos citados como pro.jetos e
propostas cortidas na "Proposta de AÇão PoÌÍtica Intet:rada", que por exigência legal,
assiram os autores das propostas desse documento os arquitetos NiÌso Rafagrun e
Mariam Damen Ratàgnin.
Dá-se nesse ato a fllnção "Pró-Têmpore" de "Coordenador da Ce
Comitês da Região lntemacional do Igüassu" ao Seúor Adenar dos Santos Maues,

e

.-

da mesma fonna temporária, na fi'trìção de "Coorden
Isuacu o próprio arquiteto Nilso Rafagnin e na sua eventual vacância ou
a sua aìtema direta a arquiteta Mariam Damen Rafagnin, ambos com o
endereço comercial sito a Av. Brasil, 371 telefâr 45 523 2523 ou 45 523 3149

-

F

mail: rafagnindamen @ fnn.net ou ainda: arquitetorafain @ fnn.net - iìo
rnLuúcipio de Foz do Iguaçu - Pr. Brasil. Esses profissìonais acumularão suas
ô,nçòes juìtamente coln os abaixo, membros descritos, ate que o "!-órum
Superintendente", de comum acordo ott conforme estabeleçam seus Estatutos, que
detenninarão a própria lorma definitiva dos crìterios de escolha. Determina-se neste
ato preliminar eÌementos especificos independente de sLras nacionalidades desde que
cornproveÌn sua residência e atividade no pais/ municipiol distrito ou bairro em que
r,ive desde que se proponha a traballìar em defesa da causa courum de nossa regiào,
assLurrindo cãda r.rm deles a coordenação "pró-tempore" dos ''Comitês" conforme na
seqtiência abaixo mencionados, atuando todos como membros representantes de cada
setor, sempre de acordo com a srÌâ atividade profissional e ou área de interesse
iitdiüduaÌ e coletivo ,rada urrr involucrados no seu próprio territór'io geográfico prévia
e oficialmente deÍìnido onde riva ou trabalhe.

A

relação de indicações a seguir é hicial e tentativa cabendo as personalidades
mencionadas declinarern eventuâlmente- ou no caso de não estaÍem reunìdas às
possrbiÌidades ou não possuirem o hteresse momentâÌìeo de arrÌar; ou ainda
eventualmente possuir vontade de relocar seu foco de irìteresse, o que será delìnido em
todos os casos, através de formalizaçõcs corrcspondentcs ao "Coordenador da Cenïral
de CoÌÌìtês" lotado na Secretaria de Turismo de Foz do lguaçu - Paraná - Brasil
atraves do "site" turismo@fozdoiguacu-pr.gov.br e dentro dos próprios comitês.
atendido sempre as formalidades necessárias afaves de um consenso çm sistema de
eleição própria qr.re será dehnido entre as parles ro sistema nais democrático possível.
institrúdo-o como pane integrante no ftrturo imediato e na Rede Mundial de
Computadores e atraves do Sistema lntranet a ser desenvoìvido ou por mecalÌsmo
próprio que publicamente seja recoúecido. Esses coordenadores serão renovados a
cada ano, sempre prestigiando o máúno possivel o sistema âltemo rotativo no caso
dos Comitês Trinacionais das Modalidades, e em especial e prefereniemente no caso
do Coordenador da "CentraÌ de Comitês", acompanhando a nacionalidade do país que
esiiveÍ na liderança do "Fórum Superintendente". Ao contrádo no caso da Secretaria
Executiva, independente da sua nacìonalidade, se dará primazia a sua qualificaçào
técnica e idoreidade zeÌando-se ao máximo parr a segrrança pernarente do êxito da
Entidade lntemacionaì.

A presidência do "Morìmento Ìguassu Terra Guarani" será ÌtrrÌ caÌgo

de honra e será
exercido sempre de comum acordo por um chefe de "Mruiicipio ou Estado Parte" de
qualquer país entendendo-se por "Estado Parte'' tanto a União quanto suas L[ridades
regionais confederadas, podendo seu mandato ser do próprio presidente do "Fórum
Superintendente" de acordo ao que se decida em conjunto, ou então, quando não o for,

será coincidente no seu periodo com o malìdato dâ presidência do "FóÍum'

objetivo básico o mo\ìmento assegrÌraÍ o inicio e continuidade
movimento, Ìestificardo sempre de Ìraneira clan e i efutável do caráter
partidário- supra-mrmicipal e supra-nacional do mo\imento caracÍenzalìdo-se num
instÍumento auxiliar de tìurdarncntal irnporlância na nredida quc visa estim rlar e
assegr[ar um ambiente sócio-culhrâì adequado e permaJìentemente molivado para a
piena e perleita realização dos propósitos coÌÌluns, prazos e condições estabelecidas
r.isando sempre o desenvolümeirto harmônico e integrado e auto-sustentáveÌ, dento
de urrì ambìente da maior aiegria e anirnação. Trabalhará principalmentc com a
a1ìnidade dos setores culturais, gashonôÌnicos esportivo e de lazer e será dei-rdclo enr
principio como o eìeqrento de estado que primeiro se dispôs a dar o inicio a todo o
processo de instnnnentação jurídica para as ações de govemo necessárias nas três
fÌonteiras o que fará na ata inaugural de constituiçào e flrndação do movinento.

Fica por um Ìado o Senhor advogado e ConsuÌtor Jtriclico do Direito Tntemacional
Senhor Rivas Anaya estabelecido como "Coordenador de Conitês - Areentino''
acumulado da fiülção de Coordenador do ComiÌê dc ConstitrÌição. do DireiÌo
IntemacionaÌ e Assrurtos do Mercosul(Ar'), e o advogado Gorualez Schhca como
"Coordenador de Comitês de Puerlo IsuaziI'(AR) acurnuÌaldo i:nção ccno
''Coordenador do Comitê de CoÍìstituicão- do Dircito Intemacìonal e Assuntos tlo
N1ercosul Dor Puerto Isuazu'' ambos corn o uresmo endereço courercial situaclo a Av.
Hipólito Irigoyen No. 280 - tel. (01757) 421134 erÌì Puerto Iguazu NLres.
A-rgentiÌì a.

"Comitê
ConstihÌi
Ìntenracìonai e Assruìtos do
Mercosul(Coordenadora TrinacionaÌ): a advogada Fabiola Bungestab Larjnicki e seu
altemo dÍeto o administrador Sergro Kusbick tendo o endereço clo Corrútê à nla
xâvier da Silva, 660 - Edificio Classic - ó'andar - Fone,Fax 521 ll49 Cep 85.E5i-

No

lguaçu - Paraná - Blasil - e-maiÌ: industriacomercio @
fozrioigurcu.pr.gov.bÌ e no "Conitê de Constituicào e do DiÍeito IntemacioÌral e
Assmtos do Mercosul"(Br): o advogado Cláudio Rorato e seu aÌtemo direto o

180

- Foz do

admiüistrador Sergro KusbicÌ</ "Comitê de Constituição e do Direito Intemacional e
.Asstmtos do Mercosr por Foz do lsuacu":o advogado Antonio WanderÌi Moreira e
seu alterno direto o administrador Sergro KusbicU "Coordenador do Protocolo
Relaçòes Públicas Antonio Carlos D'Azevedo
Trinacional":o administrador

e

ocolo(Br):Ajine Aìbuquerque I Comitê de
Plelaçúì.Éd):Cârlos Villalba/ "Comitê de Protocoìo(Pv):Lic. Ìv{auro Cespedesr

Cameiro/ "Comitê

de

Onega e a arquiteta Marcia Montiel de MeÌo, como ''Coordenadora de Comitês tle
Ciudad Del Este", os dois residentes em Ciudad Del Este, com o mesmo endereço
comercial sito à avenida Euébio Ayala esquina Panpliega - centro - no Paragrrai tel.(_61) s I8047.

Para "Coordenador Trinacional" na modalidade de "e91ag4içaçõa-Saçr4!
lntemacionaÌ do Iguassu o publìcitario e jomaÌista Rogério Bonatto e c
Coorderador do Sub-Comitê de Publicidade e Propaeanda por Foz do
joma.lista SelÍno AÍagão.
Cada una das indicações acima e abaìxo, loram efetivadas momentaneamente pelos
autores dentro de suas Ìimitações pessoais e do pouco corÌÌecimento no Brasil e na
comruridade das três fronteìras independente de se estar ocupando cargos nos
govemos utilizando-se o critério empírico, recoúecendo a exjstência de mutos ouEos
que com certeza tcm prcstado elevados serviços, cada uur deles em sua comunidade
locaÌ ou regionaì, cabendo naturaÌmente coÌÍo já mencionado o ampìo dreito de
participação e mesuro os indicados que desejarem declinar da presente incumbêncìa,
optando-se por uma lìrre escoÌha para todôs os cargos e Íìrnçòes, em princípio e
preferenteÌnente por runa questão de ordem e pela própria agrlidade inicial necessária.
conlorme abaixo os relacionamos.

Assrunem cada um deÌes agoÍa coÌÌÌo membros titulares e coordenadores "prótempore" dos comitês que ora se constitui as seguintes personaÌidades, cada run em
suas áreas de atuação, tendo obrigatoriamente pelo próprio estâtuto legal, necessidacìe
dc tlue o seu alterno direto nnediatamente também sejâ constitrúdo:
Eventos(Br): Marcelo Valente e sua altema direta a turismóloga Silvia MarÌa Tomazi/
Marketing (Br): André Baìdi da Costrú Marketins do Conitê Trinacional:NÍaúcio
LupióÍì/ Cultura(Br):Rosicier do Prado, tendo como altemo direto o advogado Lírio
Benolli/ "Comitê de Cultura"(Coordenador Trinacional):Alberto Federico Wild e seu
aÌtemo
Seúor Antonio Cabrera,/ Relações InternasionaisíBr):Faissal Salehr,/

o

Relacões lnternacionais(ComitêTrinacìonal):Hamoud Sharifl Turìsmo

e

Hospitalidade(Trinacional):Neuso Ratàgnin e seu altemo o administrador Femando
HosoitaÌidade(Br):Felipe
Belani/ TLrismo
Gotualezl Turismo e
Hospitalidade( Ar) :Patrici a KmmcKamp/ Turismo e Hospitalidade(Pv):Lic. Ìvlauro R.
Cespedes/ Sub-Comitê
Sub-Comitê de Gastronomia(BÍ): Rene Sepúlveda/ Sub-Comitê de
Hotelariâ(BÍ):o hoteleiro Carios Tavares/ Sub-Comitê dos Empregados do Setor de
Turismo e HospitaÌiclacÌe{Br):o adlogado Teomar Carlos Schossler/ Sub-Comitê de
fissionais Au
:a guia de nrismo Liliam
Cristjna Hadade e sua altema dÍeta Patrícia Magrini./ Sub-Comitê de Sewicos
Cooperativos do Setor de Túsmo e Hospjlêkklq&): João Lrácio;' Sub-Comitê de
Asentes de TÌrìsmo Receptivo(Br): Marcos Ricardo Benitez dos Santos/ Sub-Comitê
de Agentes cle Turismo Emissivo(Br):Omar Gavazoni/ Eco-TurismoíPv): ArqÌÌiteto
Oscar Arzamendia Ortega / Eco-Turìsuro(Br):Luis Guilherme Siqueira e seu alterno
direto o empresário Ademir Femandes dos Santos/ Ecoturismo(Ar):Eduardo AÍrâval,
Econrismo:(Comitê Tri-nacional):Gustavo Arravav Teleüsão(Br):Antonro Cirilo dos
Santos
seu altemo direto Jose Carìos Grìnbach/ TçjçrdsãorcoqÌitê
Túacional):NivaÌdo Antonio Rafagnin e seu altemo direto Jorge Pedrozo/ LegisÌativo
(Brì: Dilto Vitorassi e seu alterro Marçelo Moura./ JudicirírioGrì:Dr LLLiz Sergio

e

e

Fu" ^

Neiva de Lima,r Judìciáno(Comitê Trinacional):Dr Jose Berto Vi
HrunanosíComitê Trinacional):Dr Márcio Rogério de Souza/ In
Trinacional-Mega Portal de Informagões-lntraneÌ):Geovale Camargo da

raì

'[-'

i N?t

e

Pìaneiamento IIr
uitehrra ÌJrbani
-Resional
arquiteto Nilso Rafagnin e seu altemo cÌireto Oscar Orlegir/ ArqrLitetura Urbalìismo e
Planeiamento Urbano-Reqional(Br):Rodiney Jose AÌamini e seu altemo direto Nilso
R-afagnin/ Editìcaçôcs(Br):o engenheiro Llrant MeheL Filho e seu altemo engenheúo
Ronaldo José de Oliveúa,/ Meio-AmbienteíBr):Jackson Lima./ Sub-Cornitê de MeioAmbiente oara AÍlenda 2 l(Trinacional):RomiÌdo N,íoÌìzinlo Ferreira/ Sub-Comitê das

de

RecjcÌa!:ern(Br):a deÍinir/ Sub-Conitê das Atiüdades de
RcciclagemíPr t: a detirriri Suh-Comrtè das Attrrdadcs de RecicìapemrAr) a definrrr
Geoemfia(Br):Mauro Jose Ferreira Cury/ Geosrafia(AÍ):EniÌce Beatriz Cameratt
Geoerafia(Comitê TrinacionaÌ): a geógrafa Patricia Claudia Godoy Sotu-vor

Atividades

História(Br):LLrisEduardoCatta/ Sesuranca(Br);Carios Duso/ SeÍ:ÌÌrancaíCoordenadora

do Comitê TrinacionaÌ-ÌOV):Gelsi Ruck/ Marinla(Br):Cap. Fragata LÌlís Antodo
Canalho/ Acronáutica(Br):Superintendente Sérgio LLris Canez/ Ey.érçito(Br):o coroneÌ
Luis Carlos CasteÌli,/ FlotelarìaíBr): Llris Antonio Rolim de Moura/ Educacâo Fisica

íComitê Trinacional); Almir Gmhrr/ Educacão Física( Br):Sidnev Gagliano
Assistência Social(Comitê Triracional):SLreli Rüz / Assistência Social(Br):Marisa
lsabeì de Oliveira Camposl Meio-Ambiente (Br): Sergio Cauni lndirstria e
Comercio(Br):Vartlerlei Bertolucci Tcixeira./ Coordenador do Cornitê de lnd(rsrria

Comércio pelo Municioio de Foz do isuaçu:Omar Tosir indústria

e

e

Comércio(Coordenaclor Trinacional):Dr Emilio Báez Maldonadoi Flidrovia e
Porlos(Cornitê trinacìonal):Tito Abadte/ Ciências ContábeisíBr): Antonio Derseu
DePaulla, Ciências Contábeis(Ar):Má\imo RaÌnón GâìlaÍdol OrÇaÌnepto( Comìtê
Trinacionaiì:A advogada Maria Letizia Jimenez Abbate Fiala./ Ecolosia (Br):lvo
Borgheti/ Paisasismo(Br):O engenheiro agrônomo Alberto Wild lvlendoza./ {4ç5
P1ásticas(Br):Fabio Carijo/ Eclucacão-"Sub-Comitê Elsino PÍrblico
Superior"(Brì:Idvruri Valéria Sena de Sóuza Grabarschir' Educacão-"Sub Comitê
Ensino Superjor Privado"[Br):Fabio Prado/ Educação(Comitê Trinacional);Ëlizabeth
M.Magalhãesr Sociolosia(Br):a definir/ Antropolosia(Br):a definìr/ Esporte(Br):Valdir
de Souza./ Sairde (Br):Mauro Fujiwara e sua altema direta Alice Maria Macedo da
Silva ./ SairdeíCornitê Trinacional): fucardo Foster / Cotru:icação SociaÌíB:):
Reginaldo Clécìo da Silva/ Comruricacào VisualíBr):Luciane Damen Bordrn,'
JomaÌismo(Comitê Trúacìonai):O jomaiìsta pzuaguaio Hector Guerin e o seu altemo o

jonìalista brasileiro Francisco

de Alencar/

Jomalismo( Br):Adolfo Luce,'
JornalismoíCoordenador oor Foz do Isuacu):Jose Beto Mâciel/ FotoqraJìa(Br): Wilson
patronal(Br):Carlos Rodrisues do
lvíaclrado/
Nascimento e scu altemo Pedro Tenereìlo/ RelaÇões do Traballìo e Empreeo-SetoÍ

Rela@

Trabalhador(Br):Vilson Osmar Martjns/ Relacões do Trabalho e Empreso-Setor
Govemamental(Br):HamiÌton Seriglelli/ Comitê de Arbitraeern e Resolucão de
ControvérsiasíPv):a defirir/ Comitê de Arbitraeem e Resolucão de Controvérsias(Br):

o

contabüsta Peúo Tenerello/ Comjtê

de ArbitrageLe Resolucão

de

35

m1

adeRe

tividade Política"íResião Trinâci

:Oadvogadoeim

T jbiriça Botto
GuimaÍães/ AÌticulacão Política Estaduai(Brì:Chico Noi

Política
definir/
ArticulacãoPolíticaDepartar.Ì]ental(Pv):adefinir/A!úçllagãqBq[lieaEglgla!(ÈIsérgicS
padar'lú&trlêElqPdÍlqatedqd!!): CÌáudro
Articulacão Política
Prorúcial(Ar):Roberto Velázques/ Aniculação Politica Muricioal por Puerto
Ieuazu(Ar):Oscar Alliana-,' Aliculação Política Nacional(?v):a defurir/ Comitê de
AssLmtos de Bases de Dados Análises e Estatisticas(Br):Luis Carlos Kossari Assunto!
de Bases de Dados Análises e Estatísticas(Comitê Trinacional):FaissalSaleh/
Fisco-Alfandeqárias"(Br) Mauro
OucslQe!

Alvare/

:

Brito/

OtÌestões
Alfarìdesárias(Comitê Trinaciotral):Mario Chaise de Camargo/ -jlsqsMìqratórias(Br):Dr. Clyon EustaqÌrio Xavier/ Ouestões Misratórias(Comitê
Trìnacional):Dr Clyton Eustaquio Xavierr DeÍèsa Ciül íBr):Cei. Honório Bonoiinìi
Defesa Ciül(Coìnitê Túracional):Capitão Edemilso de Bârros/ Membro prooosto pêIa
o Conselho dc Desenvolvinrcnto da Reeião lntemacional do lqu3ssÌl pelo Estado do
Paraná "pró têmoore"íBr'):Eduardo Sciarra e seu altemo direto LLrbomir Ficinski.

Todos os nomes relacronados estarão cLunprinclo suas fìnçòes na lorma "pró-tempore"
de acordo com a hierarquia estabelecida na estnltura de organização proposta,
coníorme diagrama descrito e deseúado parâ o FónÌm Ìnternacional do Iguassu no
lìnal desse doctulento, os cargos scrão exercìdos ate que elètivatnente o "Fónrm
SÌÌperintendente" referende seus novos estatutos originados nos diveÍsos comitês onde
se determinará a nova forma, adequada e definitiva dos critérios de escolha de cada
utu de seus membros e suas lìurções.

O uso das marcas "Tena Guararu'ì 'Tiena Guarani '/ "Compenhia do Ìgì.rassu" e
"Fórum do leuassu" e o próprio "Símbolo oara a Resião do lzuassu' serão
regtúamentados, sendo restringrdos o uso de quaisquer uma dessas marcas por
quaisquer entidades orÌ pessoâs descredenciadas sendo sÌÌâ concessão de uso só serão
permitidas atÍâvés de contrato específico, em razão da existência do interesse público
na sua proteção e exploraçâo, sendo passível de contestação quaisquer usos indevidos
sem o conseltimento oficial da entidade, que definirá o mâis pronto possivei as suas
normas de uso e aplicações conespondentes.
Considerando-se os firndamentos ate aqui apresentados- determina-se em conjunto
nesse documento que os três projetos bases já especìficados, incluindo-se esse próprio
Manifesto e outros que assim se considerar justo estarem iltegrados e aprovados na
pautâ de interesse comLrm e prioritiírio de cada nação signatária e que pela sua ordem
se definirão.

Em especial estabelece-se como prioridade 0I(Hurn) a üabilização do "Complexo
Turístico Cultural e de Lazer" integrado pelo três países nos Marcos da Três
Fronteiras justificado pela necessidade automática de implementação de um aatado
específico enÍe três países e através de sua viabilidade econômjca anìmar gandes
',ìô

"'à
investimentos da úiciativa privada tendo grande importância estratégca
possrri grande potencial de aglutinrçào, especiaìnente por animar in
investimentos, com um iol1e apelo poÌrrìco ìntegÍrcronista e urn potencjaì

31

er';--s1

..,.f,J

beneficios diretos e indiretos, cle trabaÌho e renda para um grande contrngèìïái
cstimado em aproxiÌnadamcntc ì000 empregos, aumcntar o tempo da permalêncìa
"l
média do turista na região, geração dc impostos, reposicionar estÍategrcamenÌc a
irnagem de nossa região jruìto âos mercâdos nacionais e intemacionais na medida que
cria possibilidade para impiantação de un parque natÌrâÌ no lado paraguaio, e outÍos
initmeros beneficios. Destacando-se o fato que o Compìexo se tornifá Ì1o elemento
urdutor de unì novo pÌocesso de desenvolümento Ìrarmôdco integrado, introduzinilo
novos conceitos e valorcs na qualidade do tudsmo receptivo clentro da mais avançada
visão contemporânea, dos já mundialnente consagrados "Nircleos'' ou "Centros" "lntegralmente Planifi cados".

l'cm o propósito de tmzer ro mais curto espaço de ternpo possível sensível melhoria
da qualidade de vida a urna grarde pafie de nossa cidadania frolteiriça Ìroje às
nargens do processo 'de desenvolünento, e principahnente consìderando-se as
inirmeras justificativas explicitadas no projeto, entre elas. ressaltamos nossas
preocçações com as incertezas origìnadas pelas recentes mudanças macroeconômicas, em especial pelo advento da "União dos Mercados da ALCA" preüsto
pa:a 2005.

Com certeza, reiteramos, essa determjrìarte, se não se tomarem às medidas com a
antecedêÌÌcia deúda, irá ocasionar gr-aves impactos econômicos, sociais e cuÌturais,
corn danos rreparáveis às nossas extensas fìonteiras de todo o Mercosul e no
conjunto, a toda a América. Em especial salientanos os danos às nossas regiões de
lronteira próúna local- com Posadas,Encamación(Ar-Py)/ Clorinda/Asunción(Ar)i
CuaiÌa./Salto del Guayrá(Br-P-v/ Ponta Porâ/Pedro Juan Caballero(Br-\)/ Paso de
Los Libres/Uruglaiana(Ar.Br) e oÌrtras; e no caso central, a nossa regrào que
consideramos estÍâtégica com, Ciudad del Este/ Hernandórias e Ciudacl Presidente
Franco na Foz do rio lguaçu entre Brasil e Paraguai, entrelaçados todos esses
municípios em suâs lÌonteiras Çomuns com Puerto lgrÌazÌ(fu) e os demais mrmicipios
que paÍticipâm da "Região Internacional do Iguassu"; una das mais dinâmicas e
populosas fronteiras do lremislério.
Essas fronteiras gÍaças ao empenho de suas instituições exerceraÍì muito bem seu
papel de "sertinelas avançadas" das políticas proteciorÌistas resfi-itivas a impoÍtação e
incentivadoras da exponação.
Nossa região não só contribuiu de maneira siglificativa paÍa a constante e necessária
abeÍura econônxca entre nossos paises, na medida que se introduziu atraves de suas

lronteúas produtos inovadores

de

tecnologra importada como também

e

prhcipalmente preselvarn ate hoje, grandes e valiosos patrimônios nanüais e cuÌturais
paia a humanidade.
27

Nahfahnente não mais existindo as práticas oscilantes da antiga polÍtrca
co-existirem satisfatoriamente as Tarifas Extemas em Cornum/ As paridades cam
A eliminação de excessivas práticas subsidiiíLrias/ Uma fiscalização coereÌrÌe
controles adequados, deixarão de existir os coúecidos fenômenos de ofeÍa
demanda própria das economias de fronteira.

e

e

O novo fenômeno macro-econômico preüsto para 2005 requer dos nossos govemos ã
atenção de ulna nova risão no planejamento estrategìco especialmente para essa área
de Íronteira pelo seu irnportante papel e responsabilidade econômica que exeÍce em
sr.ras atividades e principaJrnente por todos os tìndarnentos aqui apresentados,
representando entre as'fÍonteÍas de nosso Mercosrú a de maior importância,
principalmentd por pretendeÍ contempl de fbrma harmônica, integÍada e autosÌlstentável em um ínico prqeto quatro paises no caso de nossa "TeÍTa Guarani" e dos
lrôs no caso do "Pólo Intemacional de Desenvolvimento lntegado da Regào do
Iguassu".
Grave será no futuro senirores, se formos responsabiÌizados pela história no câso de
nào tomarmos as medidas emergenciais cabíveis para a contagem regressiva do pleno
sucesso possível até 2005.
E esse o desafio da nossa regrão paÌa o milênio que recém se inicia.
PropuEramos a que todos os responsáveis, usaldo-se da maior babiiiilade e agitdade
diplomática que exige o morÌìento, atuarmos na fonna mais coesa possivel com üstas a
utrlizarmos a oporlunidade histórica de incluir o "Marifesto do IgrLassu" nâ parÌta de
negociação junto às instituições lutarceiras de desenvolútnento e a Alca usando
nosso perfeito equÌÌíbrio e segurança regional independentemente dos desafios
econômicos e poiíticos dos momentos que afetam as relações intemacionris.

Fropõe-se aqui o desenvoìvirnenÌo de estudos e negociaçÕes com a toda a classe
poÌítica, empresarial e trabalhadora visando à instituição de Ìei própria em cada pais
qrLe proíba tenrinanterÌÌente qualquer espécie de obstrução fisica a todos os passos
lìonteiriços consìderados estratégicos paÌa o desenvolúmento nacional de seus paises,
podendo conforme lòr o caso, caracterizar-se quaisqr:er âtitudes nesse sentido numa
grave ameaça a economia e a sociedade dos paises envolüdos, resguardaldo-se em
cada uma das "Nações, Mruricípios e Estados Parte" que sejaÌrì possíveis as
providências de todas as medidas cabíveis, dentro da lei pelas partes afetâdas.
Propugna-se aqui por uma rnaior celeridade e racionalidade nas atiüdades de
despachos e fiscaÌização, em especial nas duas pontes intemacionais da Amizade e
Fratemidade üsando o pleno comprimento de detenninações de acordos a-uieriores
através dos sistemas em "adlanas e passos integndos" estruturando-se os mesmos em
ãpenas uÍtrâ das cabeceiras, incluindo-se extremo controle e cuidado originados nos
38

Pqtr qas i qrìa

t á1

]!!"

.

Llolvoca sc utla anpla urobilizaçào de toclas as forças vivas .iuttto às enticlacles
pirblicas e privadas dc toda Dossa socicdade civil organizada para o ìnicio de atrtplos
eshrdos e deba{cs perlillentes atrar'és do lìÌovillÌclllo sócio-cLllturaÌ "lguassu - Terla
(

irrarani"

Âssinr scncio. cottsiclerirndo -jttsÌLl e cle acotclo etìtre as partes, eu cotrto sccretário "arÌ
hoc", Niìso Ralàgrril .já caracterizado! passo a assirar e registral esse docrrrnelúo' c
aprovado pclo tjtular represelìtantc do rnunìcipio, qrle âssuÌnc concomifarteneÌÌie
reste ato o papel dc proponcnte 01ìcial e Coorclenador pró-tênporc da "Clornissão Pt óf oru1Ìì lrìtenlaçiuìal do lguassri' o prqfeìto tÌrturieipakla g(hbb!4qil ira lbEPZll9
Íguaçu - Paraná Senhor Celso Sanis da Silva e como Vice-Coordenador- o VicePrcleito Senhor Cláircíio Rorato, c eln ato continuo, sc fará as traduções nos idioutas
csparhol c inglês corn o rtittnero de l8 origirais e 26+l duplicatas dishibrrído na lortna
iá espccìficacla no texto acirììa, vez (Ìue se 1Ìrtão os coltunicaclos de consttlta a cacla
i'Município e Estado Metnbro" scndo eln ptitneira ntão e na Ilelhor I'onna protocolar,
aos qrÌe atuarão e fitrnarâo corìro, L9lllç!Ìlulllls ç !!aU!9! de cada pais' pdneilatnente
i o CônsLrl
ra ern Foz do IstÌactt
riblica
rrlar da
ao reDresentante
iÌrlìca r1o
(icr.at. Ministro Cezar Malas e o represcrttarìte cotrsular da
lloz do lguacu a Senhola Cônsul Minislra lda Gonzalez de Paredes. e em seguìcla o
õ-*luõ Ú-e,,nio "n, C,oitìbo. logo após o Titular clo Governo do trstado do
p-^raígr) o Covernaclor Jaitne Lemer, o Govenrador dc Alto Palaná(Ìy) o
p-*""t*tirtiruo Senltor Govenlatlor -lotvino Untnaga' os Presiderltes da ÌìcDública da
Argentina. Brasil e Paraguai. o hrtendenle Municipal de Puerto lguazu - Mnes(Ar) cr
S"trh- T"rl"1"- Llera. o lntenctelte cle Ciudad Presìdelte Frarrco(Pv) o Senhol
Gregorio Arcco Ruiz e o lntendcnte de Lliudêd del EsteLPy) EdLrardo Rarnón Morales
e dÃais rnentbros cla "Cornissão Pró-Fundação do FórLrn Intemacional do lgttassu" e
"Conússão SuperiÌÌtetìclelÌte" illteglados corno a "RetÌnião de CirpLlla", menrbros
flncladores da "Cornunidailc htemaciolal do lguassu" Àssinatn simultaleanlente
todas as dcrÌrais Autoridades Nacjollis e Itttentacjonris tltre exijatr os tennos cla ìei
em cada país.

39

Nilso Ralagrrin
Sccretário "had hoc"

CláLrclio Rorato

Vice-lÌefeito

e Cbele de Gabinete
Foz do Ìguaçu Paraná - Brasil

-

'l'eslemuÌha

"lr.. ir f
CeÌso Sarlìs da Silva
Preíèito Municipal de Foz do lguaçtt
Paraná - Btasil

Cônsul Geral da Rep(rbìica Argenlina
Ministro"Cezar Matas

Testenìtnlha
Cônsul da Repirblica do ParagLrai
Senhora Ida Gonzalez de Paredes

Jotvino Unuraga
Govemador de Allo.Paraná
Depafarnento tle Alto Paraná-Paraguai

Tirnoteo Llela
Intend Municipal de Puerto lSuazu
Misioncs - Argentjna

Eduardo lìarrtóu Morales
Ìntendenlc de Ciudad del Este
Dcpananrerrto de AJto Paran;i-Paragrtai

Crcgorio Areco RLtìz
lntendenle de Ciudad Presidente Franco
Deiìafi0ììrerÌlo de Alto Parrtá. ParrÊuai

Ranrón Romero Roa
Intendente de Minga Guazu
Deparlamento de Alto Paraná-Paraguai

Gustavo Alfredo Entst
lntendente de Esperarza
Misiones - Argerlina

Oscar Lopez
Intendente de Hemautliirias
DepâÌlanrento de Alto Palaná-Paraguai

Luiz Ramón Fcrrcira
lnteudelte de Libertad
Misiones - Argentina

Annando Kallsten
ÌrÌtelìdente de Wâtda
Misiones - Argentirta

Testetrttnha
CônsLrl Umguaio ern Curitiba- Pr -Brasil

"

o vv

íil"--

\'*{À,'íl
Jaime Lenter
Covemador do Estado do Paraná
Paraná - Brasil

Carlos Rovira
Govenrador da Provincia de Misiones
Mìsiones"- Argentina

Presidente da Repirblica Federativa do Brasil
Brasil

Femando de La Rua
Prcsidente da República Argentinr
Argentinz

Jorge Batlle
Presìdente da Repirblica do Uruguai
[Jruguai

Luis GonzaÌez Macchi
Presidertle da República do Parrgtrai

Presidente "Pró-Têmpore" do Mercosrìl

Pa ragr rai

Anexo

0l

L'!
ESIRUÌURA DA

FORUM INTERNACIONAL DO IGUASSU
CONSITIlo

HÔI.JRA
FORUIVI

SUPER NTENDENÌE
CONSELHO DE

AUDIÌORiA

DESÊ NVOLVII',4F N

EXTERNA

ÌO

COI\4PANHIA

DO IGUASSU
SECRÊIÀRIA EXECUÌIVA

CEN]RAL DO.t COMTIS
COMIIÊS TRINACIONAI DAS MODALIDAD!S

c.r:r{trrhDoR o{]s

c.üÌi5

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3R\rsM

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PrFrGüa($

Íi;nii!ìi-Ì /ii;;i r_1 F-,Éõiì Ízõ7'ìi l
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LEGENDA:

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DTREToRGERAIDoScoMITÊs
cooRDENADoREs oos

cçr I nrLrçüs

trÍÉnr.r.cDrürs

coltiÊs

PoR MoDALIDADE

rÍì4erroJ trrDlcorÍÁsr coNc€ssOrs sR1pur /ciÁs r$Ì{s

É

stÂs /

rrÍÊ\ tsRúur / r6rccoto Í tr'EcaÀç

Anexo 02

orquiïeÌuro e ediÍÌcocÕes

?KA7a7rA, DE AÇ40 ?ALÍICA:
rLANO DE DESENVOLVIMENÍO INTEGRADO DA REG]ÃO
lNÍERNACIONAL NA CONFLUÊNCIA DO5 RIOS IGUAÇU E rARANÁ
AúLo.eo: Arquil:el,as Nileo R-afa4nin e Mariam Damen
R^FA6NIN E DÁMEN LÍDA, lR^vEggA Jú

L

o FÂsA,

ít

roÁND.-sALÀõ

cÉ? b5.aÇ:t)E7o

.FozDo 6uÀÇu

Ielelfax: 45 523 2325 - rafaqfinàamen@fnn.ne.t

ÊRAgtL

ü

"+
ô

CON9IDERANDO QUE:

ee?aço wrriíorial àe fronleira fluvial ài5ponível eníre ôrâàl e ?arâ4râ1,
confronlanïê cam o Est aào ào ? araná ee t'omou exírefiament e reàuziào cam
a |fi?lanï,açàa àâ Usinâ àe ltai?u, alinqìnào o pequeno limtEe àe não mais àe
1B km no írccha enlre a barraqern àe ltaipu alé a confluência ào Rlo lquaçu,
siluaào na ?onl4 e*,rema-eul ào Municíplo àe Foz ào lquaçu, na frantÊi.a cam

1. O

a \rqônlina,
2. E99e e7lreiíanenï,a poàe 5e iran1format num ponío ciíico àe
eeÍ,ran7L)lanenta ?ela faía àe aer o único ïrecho àe Lrans?o.ição roàoviária
viável, pooiçào canslàerâàa vilal para o àeeenvalvitt enLo e inteqrâçàa àe àal.
im?orlânlee /aíeeo oiqnaíánoe ào lraLaào ào Mercaào Carnum ào Coneaul.

3.

oz ào lqueçü 6e ltânoÍorrnâ ?or eese fato, como único município brâ^llelro â
po.euy fronÌ,eirc fluvial lranepÕr'ivel, paeeível àe utilizzção àe quaiequer
aigtefiâ9 àe lrana?orte roàoviário, ferroviário ou lelúérico enLre a raçàa
F

Taraquaia e o eul ào 1raEi|, Eenào os àemaia municípioa braaileiroa loàoE
localizaàos na Coof.a-Oe9Le ào E,'r.aào ào ?araná cam Í(onl,eiras lucusLrea,
àe àific:tl, para nào àizer impoeeível Lrc e?oziçào rcàoviária, ferroviâna e
teleférica, além naíuralment:e, àâe ífi?aaiçõee .e7Í.níiva5 VróVriae àe naï,ureza
ambienÌ,âl exl4làab ?elâ lltaipu-Binâcional, na. ba.àaa ào lâ4o

4.

No contcxï.o ào recém ineíiLuíào e iÁ reconheciào "?ÓLO INÍERNACIONAL DO

A59U", pela cael,a 7 araq\ala, Çorreeponàe oirnéíricafiente 05 Municipios
àe: lernanàáriaslCiuàaà àel Eeíe e ?uey+"o Tresiàeníe Franco, como
nunicí?iae canÍronl,anÌ;es à faixa litr,iírcÍe er,Í,re ôraeil e ?araquay noa 18 km
exieântee entre a barra4en àe líai?,r e a Arqenlina.
IGU

5.

Foz ào l4uaçu, no caeo brasileiro, é'MUNICíf O-geOe- at maiar hiàrelétrica
àa munào, eenào sua proàuçào enerTélica, viíal ?ara toào o qrânàe bloco àa
âtual e lúíurc camuniàaàe econônica ào Coneeul àa América,

6.

A exislência àe ufiâ âceníuaàa qama àe assiíneína' noo àivereoe campoa
econômicoa, sociais e cullurais, bem como àa infra-egtruLu.â ufuanâ e àe
sewiço1 naa nagga7 Íronteirag que imVeàem um àesenvolvimento harmônico
e âut"c-suolentável que gejâ cotlàiz,enta e compaíivel cofi a6 valareS
e riquezâe ào naeso enlorna no "?AL) |NÍERNACIONAL OA IAU A99U",

eccnheaiàa no5 ft1eraaàao aâcitatlâi6 e ir,;,ernacìonaie àe caàa paí7, que ?a1ea
e \ aiare5 a4tnun5, reapeiíanàa a sabeaania àe ôààâ
alfibalizâr ia5oo5
'oníca
pai1, at laeâi5 ae liberàaàe e a.ue :nooire o maig elevaào aenso àe ÍraÌ.emiàaàe.
\.eràaàeira âie4.lz. paz eíí,rc a5 pavoe e amof a naíurez,a, simbolo e iàenLlàâàe
e?oa â 9e. âàaíâàa tdag F-aiaàa. 7af,e9 ?â.a c.a(acteizar a noeaa reqiào
ào l4uaeeu
a neeceesiàaàe àe proieta ?ara a "Reçonversào
Econôtnica àe Ciuàaà àel Eeíe", com o 1á mariefeln inlereeee público ào
\ove(no brâ1tleiro, lnclüeive com a com?rorni,7o àe a?or\e7 Ítnanceirag ào
Õânco Nacianal àe DegenvolvitÌ1enta Econômíco e 1ocial - ôNDE)

1b. Coneiàe.ânàa Vor úlíimo

existência em na99a reaiàa àa imVorLante e eensível corn?lexo at)ral
comparLlhaào eníre A,.ïenlinâ e 1râoil nao Caï,araiag ào lquaçu e eeL)6
Tarquee I lacionaie; o 4ranàe complexo àa Usina àe haipu cam?arLiào
?e1ae
naçõe7 ào 9eeil e ào Tara4uay com oeu Ì.e(ntÁïta neúLro aàmini.lraào em
conàominio Vor eníiàaàe 1i-Nacional bem como oe próprio' anI:eceàenl:ca
hieïÁricoe àae expenências bem suceàiàaa na9 int-ercane\õe. fr6ice9 entrc
ao ?aisez que com?õem noeaa req:tão, atfavéo àa5 P afiteo lnteftlacionai; àa
i,mizaàe (ôR ' 7Y) e Fratcmiàaàe (AR - BR).

14. A

a prô?oolâ exisÍ,ente àe L.ângforrnar na59a Re4iào
Inlernacional em uma qranàe área neíra?alitanâ.

15, Conaiàeranào

16,0 anti4o angeio àe nosga comuniàaàe àe uma fiajar inlaqraçào. afiizaàe
iníercâmblo ent(e oe municípioe que conpõem a "Re4iào ào ?ólo
lníetnacion^ ào qu ae eu"

e

I

17.

Coneiàeranào a inexiEtência àe umâ ca(actenzzçào 4ráhca
Vrópria,
reconheclàa noe mercaàoo naciônaio e lnLe.tlac:tonaia àe caàa
Vaíe, que posoa
(toa6a. eonhoa e valorea cornrns, re'?eiÍanàa â soberania àe .âàa
'inbolizar
paíe, oe iàeaie àe )iberàaàe e que ine?lre o mâi. elevâào aenso àe fraÌcmiàaàe.
veràaàeira a eqria, ?az enf,re a6 ?avoa e àrnar à ndlurezÀ, 9 fttbalo e àenLiàaàe
eoea a oer aàaLaào Veloe Eetaàos Taaf,eo ?ara caraÇterizar a noeea reqtào

ào auoççu

18,

Corsiàeranàa por úlíima â neeces,iàaàe àe ?íoJeta ?ara a"Reconve.oàa
Econôn\câ àe Ciüàaà àel Eete", com o já rnanieieï,o írfiereeee
Vúblico ào
qoverno braelleiro, incluoive cam o comVromiseo àe a?o(têg finânceiroa ào
ôanco Nacional àe Desenvolvifienl:o Econômico e Social - 3NDE5

TroVoetae

1.

<econheciínenÌo oficial por Varü àos 4overnos envolviàoe na re4iào ào ?ólo
lquagaú cÒma um "7ólo )nr,emacianal àe OeeenvolvimerÈo" coneiàeranào-o
eïï,ratéqico para a lnÍêqraçào ào Conesu| vieanào sensibiliz'ar 05 Orqani^mos
Financeircs lnlernâcianaig na linarciamenro àe Praie'r.o5 àe àesenvolvimenlo
que ee enquaàrem àenl(o àe ?receiÍ".5 àe um ? aneiaft'ento harfi'nico e
inl:eqraào

2. A iãediaía criaçào àe un ?orlal àe inlatmâçõez "lïErâneli ào 7ólo onàe
?oeaâfi eoíar àie?onibilizaàoe mecariemoe àe informaçõee com o máximo
conwúàô, com â? icações àa nu tlmâia inlen.ìva itlcluinàa eisl'efiae àe
qeapraceseamenío a exemplo àae "RelÁAv" - Reàee MelroPoliíanae Àe A Lâ
Velociàaàe exi6'í.enf,e5 no 1ragil, àeFninào o eeu conaórcio e o qerenciâment o,
bem camo, e olraig aa inaíiíuiçõee acaàêmlcas e àe 4ovemos àe caàa paie

aficialmenie àeverào ?arïid?ar, eet'abelecenào ae euas atribuiçõe?
co..e^ponàeníeo .empre vieanào o ?laneiamenÌa e açõee P(áíiôae em coniunlo
a viabiliz.âção àa "KeMAv" àehnir ?arcenao eeLral'jqicao com ao ern?reoa1
nas àivere aa áreaa àe ener4iah.elecofiunicaçõe' líran,?orÍco I cancegsõeo àe

3.?ara

sewiço ?úblico/eÍ,. pâra qúe iuníanenÍe com oo municípioele.Lâda6 e 4overnos
Íeàeraie, pooaam àeoenvolver e im?lemeníar â5 fiaiz rá?ìàae e iíeàiala;
?rcviàênciae paíâ a coreecuçào àoe .eDe obieíivoe
4.

coneí|Ì.uiçào ào Comíïê Executivo ào7ólo afim àe 5e esíabelecer ao
à.reí(izes e bâeee ?arâ a implantaçào àe um ?lano àe Desen,alvttrenÍo
)nLegêàa àe noeea Re4iào )nternaclonal ào lguaeeu e eeue mecânionae àe
A,

âplicaçõee

â,

úlstiLucianalizaçào àe iàeníiàaàe corParativa àe r'o'ea "Re4iào \nÍernacional
àa lquaseu", e a co(rea?anàenle norma àe ueo e exploraçào àa marca a aer
'eco.(eciaa cana no99o aP,bola
A.

6.lÁanifeetaçâo ào intereoee alcial àe caàa uma àao eslerae àe 1ôverna àoe
Lrêo paíeee pelo ?ro)eLo ào Con?lexo Íurisliôo Cullural e àe Lazer no Marco
àae Irêe Fronteirae na confluência àos nos l4uaçu e Taraná (AR - tsR - fí),
inl,erliqâàae por elelema ï;eleiérico àe lrano?orlê cafi â sua coree?anàenw
urbâniz-aúo exiqíàa ?elo nais all'o nivel àe qualiàaàe ?reíenàiào pela lurlsno
as economias àe caàa paíe neeee 7róximo milênio

e

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7.

rl

eelenàiào o "?lano àe ?econveroào Econômica àe Ciuàaà àe I est-e"
â toào6 ae municípioe àa Re4ião ào 7óla lnI'ernacionâl ào lïuaeet àentro àe
um plano àe àeeervolvifienla harfiônico e lnleqraào áe acoràa cafi aa
vocaçõee econômicae, aócio-cullurahs e a('bienlais àe caàa municipio
Que eeja

B. Tralamenío ee7ecial e esLraíéïico alravéç àe um lorc ?(ivile1laào e que
correeponàenl:ee, aeee4uranào em lei a 2articipaçào ào
?oeeL)a aó Voàerqe
poàer público junlamenÍ'e com o 5eÏ4r ?r'.vaào nae àiversas áreae ào
olifiizaçào e racianâlizaçào
?lanejanertc, açào e conlrole, visanào a máxima
àa ocupaçào ào eepâço te.ritcrial àa re4iào ào 7ólo lnÏ'ernacional ào l4t')aeer,
bem como comVleme('íariàâàe econômica e a reàuçào àe no9925 a56ifieíriae
re4:tonals apaníanào t'oàa6 ag no71ao (umag ?ara um novo àeoenvalvlfiento.

harrnônico e auta- guglent aàa

ào blD - Sanco lnl:etâme.icano àe
D esenv alvlmenLo,6ânca l',4ur'ài a1 e auíros orïanismog iníerracianâ:Ê
acam?arhaào' àoo Ôânco6 Nâcianâ:7 e ?-eqionalg àe Desenvolvirren+,a àe caàa
paie para apreciaçàa àe naegas ?ÒnÌoncíaliàaàe9 e a9 carreeponàentee
caneulLao eobre a Voeelbiliàaàe àe financiafie('Ía àao ?roieío; àe inte4êçào
e linhâe àe céàitn àe lan4o ?tazo a caàâ un ào5 fiunicí?iae' eet"aàoe e paieee

g, Canvlï,e âoe técnicoe ào qoverno

e.,at

e

àoe .a P'aieÍ.c

10. lÀaniïeeíação ào iníere.ee aficial ?ar Pâúe àae in.tiÌ.uiçõeo braslleiraa em
â?aiâr a cdâçào ào "?arque llacional àel Monàay y Õeftani" no Ta.aquay
vi1anàa fianï'er â bìo-àivereiàade re4lonal
11.

Eeluào àeviabliàâàe e corn?allbiliàaàe ?ara a?raveitamentD àoe ?ra)eloe àa
a'/, ôera'rio (br) e ae aveniàas costaneiras àa Ar4enlina e Tara4uay , visanào
a roa cofia local para cornPeïiçõee aulaftlabilísllcae a exemplo àe Mônaco'
l,4oí1za e aulrag, fia,ïranàa ao fiunàa a9 (to99a9 valores nâturai7, â en4enhar'ta
e è(qJ LelJ'â ae no4gaa pa eec ert t áo

12,

ConVl exo Olimpica Ea?art:tva Tri-nâcíÒr al

trorogâ rrAraÉÌl. ,\eA
P!ÀNO

*-

ngqilo

Df3tt YÚLvir.rúdto iNÌt 6rAD0 PAla A
inrunlAcionAt Do lcuÀSsu.

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1.-

Anèxo 03

UecUorì

orquiÌeturo e ediÍicoÇóer

PROJEíO

f

COM?LEXO

ÍUKgflCO CULÍURAL EDELMER

MAKCo p,qg rnÊe FRoNÍEIRAg
ARGENTINA - BRA9IL. PARAGUAY

ctDADES: fl)ERÍA GUAZU

RAFAóNIN

E

DAMÉN -

,

/ FOZ AO \GDAÇU - b7 I C\UD AD PRE9|DENÍE FRANCO - ry
^?G,
Aut orea: ArqulrteÌ,oe Nilea Rafagnin e Mariam Damen

LÍDA ÍMvE95^ JúLo PAs^ Í1 - 1a ANo..ãAtl.o1- cÍ?

Íelelfav-

6búE7o

Fozto6t)Açu

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A IDEIA
"O FENôMENO DA gIMULÍANEIDADE''

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FAZ OO RIO GUAÇU, alén àe àâr oriqen aa none àe nosaa ciàaàe ?elolaào
brasileiro, é o lu^ar onàe 5e ma'r.erializa qepqrafrcamentê a5 trê' froníeirâe,
?e(miiinào àesfrutar ào raro enconlto àe trêe paíeeo, um veràaàei(o
"fftlôVflO DA gIMULIANEIDADE',ou se)a: a seneação àe eeïar emttêe
luqares ao meemo íempo - o único luqar onàe oe poàe aviet:ar Arqeníina / grasil
e ?araTuay - uma rarâ o?orEuniàaàe àe corhecer. em utÌ1a única viâTem,lrê6
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LATINO- AMERICAN09.

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TROJETO
lnt erli4açào loica àos Írês Marcoa Frontelrlçoe (Arqentinalbraeil e ?ara4uay)
na confuêncla àoa Rioa lguaçu e Taraná gor caboo aéreoo, em olEtema Ì.eleÍénco
àe írana?orf,c aofi a uüanízaçào coreg?onàenlz em aaàa pab, compreendenào
um complexo lud,Nico-cultural e àe lazer tnparlitet em uma vetàaàeira moeírâ
vtva àe noosos valores aócio-econSmico

c cullÀJraia.

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lncremenlo àa lntra-eaLrülura Ì'utíalice
2. Aufiento àâ pernanêíÇia méàla ào t'urieía
3. ?-Ò/iíalizeçào ào Varca àae Írê5 Frcnreirae
4. L14ação eica àoe Vaíeee aíravée àe 7i7tenâ f'eleÍérico
5.lncluaàa ào Marco àae Trèa Fronteiras como ?arlÊ ào circuiÏ'a Lurisíica

1.

princl?âl na rc41ào
6. ?aaaeio fruviaia - pârtiàa ?âê 05 Ponï'o5'.'Macuca, TonÌz àa Fêr'em\àaàe
?orLa I'leirâ, ÔarraIem àe líai?u, )lha Acaray, Tontc àa Amí22àe, ?or,o Ôerltoni
7. A cÕâçào àe um projel,o que eeja conaiàeraào um eímbolo emblernático, que
rc?rcóent€ a convwênclta harmônica ?rel'enàiàa peloe Vovoe Laíino- Arnerlcarag.
eep ecialmentÊ ào Conesul
b. Crlâçào àe â Le.nâliva7 Pâra ufi àesenvalviínenía auÌo-Õu7Ïêrlaàa, âni(ênàa
a \níeqraçào re4ional aú'avée ào íurisrno e àa preeewaçào ào rneia-âmbientÊ
9. Reiroerçào àa ciàâàe 7a.âquaia àe Ciuàaà TreeiàenI'e Franco no conïe*t'a àe
nogoa economia reqianal, una vez que ?erfianeceu relaüvarnenï'e ieolaàa aVós
a coneíruçàa àâ ?on* àa Amizzàe em 1965
10. Viabilizar alravéo ào sislema Í;eleféfiÇo, â cdaQàa e nanutÊnção ào ? ârq|)e
Nac\onal pretenàiào em área ào território Ta.aquaio, ervolvenào a re7iào
ào Marco àaaÍrês Froríeirae/CaíaaÍae àel Moràay e o ?aLrimôri.) n1íüral e
cctl ü(à ae ?ueno l,4o'çéç Ô"r"on
11. Re-ineerçào àe Tuerü: lTuazu - ArqenLinâ, no ?(oÇee1o àe àeeenvolvimenl'o
re4ional, ieolaàa a?ó. â. iníiLuiçào àa ?1ana àe e7lâbiliTaçào e canveftibiliàâàe
àâ fiaeàa anencana en1 1991

JU'í\F\CAT\VA9
1. A neceeaiàaàe urqeftLe àe buocâ.rno7 uma al+,ernaLiva/uma saiàa econômica,
v\ganàa a àeaenvalvifienlo harmònica e auNa-^usíenï,âào na área àaeÍrêç
F roníeirao
2, Sequnào ae expecíaLivae àe o(qânlsnae inlernacianaio, sequinào a aíual
tenàência, a íurigfio euperará ra?iàaríerte a geíor àe armamentas e peíró1eo
na imoorLância àa economia munàial
3. A cueto àe ï.reirarnenía, ca?acitaÇào e eàucação para o t:urlemo é àe 2A a 30
vezes meno., carn?a(aïivamenle cor!1 a inàú7íria e efi ufi lefi?o infiritrafienle

fienor
4. No7^ag ciàaàe9 fronleirlçag nàa àeven 1er .eÇonheclàâe pelo "Caoa" urbano
àoe veículoe au""omatoreglcarqas e aqlomeraçõee, mae realçar e retiyorar oe
valoree e eeVaçoe ào homem e àâ nâturezz
5. E ?reemenï.e a neces.iàâàe àe caffprovarfio. a poeeibiliàaàe àe que é
poeeivel comVatibilizar àeeenvalvifienío com ?re.ervaçào. Noeea reqiào àeve
refl€lir as fiarâvilhosa7 belezag àa9 Caíaratas e ían'(no ouíroe valoreo
naï,t)râi6 c aulturâio

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Anexo 04

UecUon
orquiteÌuro e ediÍicoçÕes

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A CON9TKUÇÃO

MARCA

Auïnrea: ArqtiÍ'a'"oe \lileo ?-.afaqnin e Mariam Damen
R^FÁGNNÉ D^MEN-LÌD:lÊ vE55A J úLD FA6A,

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roAND 5^L 01 cE? e,E.aao67o FazDo êt)AÇu ?F<'ôRlaL

Íelelfax: 45 523 2725 - ra+a1ninàanen@finnet

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?RA?0AÍA
)neltil,uciatlalizzçàa àe fiârca àe iàenl,iàâàe própria para a "REGIÃO
lNÍERNACÌONÂL DA lGUA55lJ" que seia facilmenï,e iàentificaàa corno narca àe
qualiàâàe e âuíenticiàaàe iunío aoe mercâàoo naÇionai7 e iníernâcionâib, e que
eela um veràaàeiro eínbdo inepiraàor àe loàoo os noogog gonhos cofiuns e
valareg ?ermânenï,ea, rea?eiïanào a saberania àe caàa ?âí5, 09 iàeaig àe libe.àâàe
e que nog Lfa1a a lembrança o maio elevaào cengo àe fraíerniàaàe, aleqrìa, paz
e lte 06 ?avo1. e àfior a naLLrezà

OÔJEÍIVO5
làenLificaçào àe um àeetino
2. lmaqem inlegrâàa
3. Uniàaàe àe ?rapó.iíoô
4. Novo proàuto
5, D e5? ería r' O in", â Tin ário"
6. Ciner1ia
7, Alav ancâqerí
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JUSTIFICATIVAS
Harmonlza-se ?erletlamenï,e com ae marca1 ou mâscof,e5 iá exi1lenlae
2. Forte apelo
3. "úniqueneao"
4. Calaralas - ÍrêE Fronteiras - l)ma Eco-Reqiào
5- úm eonho àa regiào
6. Eôtabelece foríe ?osiôionamento no mercaào
7. Unitormìàade àe linquaqem e àlaci?lina na comunicâção
1.

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ENCONTRO DAS AGUAS ENCONTRO DAS NAÇOES

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ANÍECEDENí89 HbTAKCOE
1.

Anãxo I - Declâração coniunía àe Suenos Airee ?arâ o Traíaào àe Cooperaçào
àoe ?aíeee àa Úaçla ào ?raíalAíaa àe Reuniào àe MlnieLroe e
Ch a n c ele r e s - Aqeníin a I Õ olívi a I Õr aeil I 7 ar a 4u ay I U ru qu ai

(Dueroo A'iree - Ar4. 27lfev/1967)
2. Aía àa Sext'a Reunião Oràináriâ àe Wai?u Úi-Naçional onàe ar4ufienLa que
serào ela uma àae forçae 7eraàorae ào 4raràe àeaenvolvirenLa otre 6e
vielumbrava àe Foz Ào l6uaçu no laào braalleíro e por coneequência àe
àirelío lâfibém o laào ?araquaio, reconhecia neeLe àocumerlo aiicialmenr'e
' gua re1?ongâbiliáaàe na7 aiusLeo àâo neceeeíàaàee e iníerc7'eg àa reqião'
corrpromeÌanào ae com 9uâ canLribuiçào e apoio na Vro4ramaçào àoo
mecaniemoe àe planeJamentro, âçào e conírale àa. evPançõee urbanao anxee
àuranlÊ e àepoio àa faee àe conolrução àa ueinâ - (?.eeulução n.29174 lvaipu Ôi-Nacional ' O4/5eth974)
3. Acía àe Sania Maria àel lquazu - (Tuertn lquazu - Arq.27laq|9&4)
4. Ata àe Declaraçào àe lrttençõeo íriPartiI'e ào l7uaçu ' (Foz ào l1uaçu - 9?' -

-g1r"11ta99)

5. Acïa àe lnauquración àe Loe Comiíeo àe Fror'rcraE - Uruquaiana ' ?5 (ÁR'ÉR) ' 221a4t19b9
6. Íraiaào àe Asunción - Traíaào àe La Conetiíuclón Del Mercos':r - Aeunción ?Y (2Alnar/1991)

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7. Resaluçâo t; 4tlgZ - ct4C - ve.<,c ?Jl -.insì;lrr;"p66
caonal lquazr-) - Yonle",àea - Uruql/ar - ( o6ltt/gv)

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Versão hÏo" 01
- abril ele l.9EE
rorocilpras

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BOPOSTA DE UM PLAÍìN DEÍ]ËSENVOLVIMENTO Ë IFiTEGIIAÇÀO
DA REGIAO DAS FRONÏËIRAS.ARGENTIN.A-BAASIL- PARAGUA.Y.
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T'ROPC,I5Jl-A ARASILEIiìA.

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fn. Íiolho palo lrrndonì6nf ol otloio iicnico.
co sccroÌdrio municipql de Ìuricmo ndvio mlh0nin,
oo ;nefcito municipol do Í. do lgoqçu dobrandioo ou!Ìovo dc ailvc,
. psh confiango dcpootlodo.
cgrodacirnonlo:
ò contribuiqõo de oduortlo n0uru.

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o espír'i to rÌo coo1roli:qão ef.J tìva. peÌ'a o -i esenvolvilrlenlto (ìo 1lÌo jetos que rJer!ÌiaìÌr d€, cncorrtÌ-o ào aogir-irçõcs ccotrôiúcos dos pcvotì dê,
tscis. do 1)1]sl$! foi cìoi-LJlido etr vI'LÌ:-i orì doclLrenLo€ t!'àtÍìcot; e coDvêrìios l:sritt:rilos e con!ri,.'_Ìt1ila's ÌroÌo:ì ,1o\'cl':)'.ii-lìca que reel)oJliìe11
pclor dc-Etiuos L'Ìi.rrlua-LnÍr Ì)ovrì!i 'J r,lÌiot,r,ittül':ie-Lãal'a[r-cc erl diïeÌs Éì5 ilìiciL'JÌrJl
rìu |Jcr,o S:li l,o.
.{cÌuCitir-$!. q c .,::r'tl l):Ì'ú lìa!ÍJ1'ì aì.::LÌ{J c:^ lriclir:ca ci,.rÍn;io3 r)recorrili'rco:r cn 'todâ:j aíi1a,g ì)arii j a::t.-i ijl; dçl:,:r,_;o.Ì.1 j.i,,Jrìti!jii19t ì)or lro Lt'iit3: dc ì).t'ojeììo qÌic vt)lJ de 3rrt.)oj:if ., l1o!: j Ìi 1,'|.:r'(:s:-:i{r!r i:coliitljcos c
-sociarirr tìr,.s l,rr!os qü,r :fot:ìu.-t.ì Ír$ i !'o1,l,iri.r_rì'.i do iirrl!i l r :1Ì',.lcn l,:irÌe c
dc:-:
.!-iLI (r.;Litr:i-| u(ri,!l':Ll,.i i,.i l.rr'ttlldL) {! c.l:.lr'rÌ lrocL,::rli(irxjo uu !uL'c]'alú!t
üoslios.'

].ii;l;ó:'icos (r l,cìio.r e-,:u.ÌìJti., r)-e-1,ú e-LLll)ot:ados i)ale del. o!iuuJidicjjto i- :,rur'.ri r.j:r i"ur i'uo úe rJelo-:.r'.õr's oiiciuis ctr routtiões do€
1,aíses que f cÌÌlnü n l.reciE do I'r3'111, dc:-Etì iâ es Ire tÌ'iììralÌÌo suìlsídioB sut j- c i e lr, i;ÈirÌcD Lü qlÉìtos que ;i stiliquet.l o 5eu ÍJrc e,L!i rtì aÍ]le iÌ Lo
.Ìos delesÍldos qus coii:pi'Jcccr: rj cq !q';qr.g1!o--!q.-dXj--l f!-É'-l\]l!d!

Dados

iilfS]]!_qir9_liç-De-e!4vffffii!!+1tro-d:..rlacia-ilo-b:aluêr*DltojlÈüiÉ9,-Uê:-

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IìmÍiü:, (|ru c:- jìL:- rorr", (ì.cr. j, J,il.Cur'!oì'.'s d{J O-l-ir,Ì eira!
ìl!rtuios lÌ'eDiliiros n3 lÌrú-,,. r.íÌclicu$io ),

g"' üô oo tl:atrr.ìììo rìr) ï'i11:ilo.rc u evolucilo diro 1,oprúar-'ircs c a.
i;cndSrrcrir rrú! r'oLór'ia dâ tr r'la ra' í L'r;,t]:, Pnl:r (r ooÍ)lio aÌo ct,tLirl.rrÌl;{Ì i,o
dor'i'r Urrrlirr tl xiaìlDf-iQtìrÌO (lr, o!iìrlrir1r.rL, (l(r:, \rjl).rfoÍ, utrz:ì o:-r 6Cocr:otri,!ii.cos o ü lrrl)i.lÌ Ìaììr''l!dnl,?Lìo tro-Lr,r ,::r!l.or'r,rçiio dol] -t oc1Ì1'Íios ni-ÌttlÌ3j s
tla ór'ca ::tecìi i;gr't'Â.ncg Ìui)LÌi.âÌÌLÈ e!ìì)r'oL:tìfl:itrí)r) iioi, c!rj):r.zcg de oiì9cl'vrr1' c
coÌ:tir:.:crìi;.- -rìcljf.I.-c:ÌorrLl- rlir-ìo;:ívcl o rílidr; d9 oJìLrrl;1r!iJíì(1.Íì .', j Lul!r,
iìosso cor;i:e::tt. i-lrrqr'o-rr! 'irorÌo 1ri:ì cotì.i1rrri,o (lo a!'úi'riLìir(ìúa;:LtrlrliloicÌlaoclns ,tu :rri' rtrr'f,o 11ç16 1;r' t,1 ':i.;r " ir ,:l ':ì :i,',ì '.: tlr'r:1,"r'::: r',:,rrrilQÌret:t

raìiciÌf ilcÌ,1iì,r,-'il3 Ll-' ì i(ìÌìo::a;r;.
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úa 1,s11çrr, aÌo trÌÌl3jjror de Ért:ivid'l(ics de lir?,eÌ, do crrnser'r,trção r1o fllf
r& o'(la ÍaÌl.ri! üa t|re ó Lesteuunììo o Tr:ar lraLìo de .1.1;aipu o c'rrLrorj i-1ìrìt1-LxnoÌÌto9 da 'acoÌüo i11ì,erÌriloio]]aL !n'ür. e os cìois ]]aísos e ì-írborc(ìos
ató o norrcnto, 3ó LoreÌios a teiuct 1e1u efeljiva roa-lizacão da hurção
i]]tcgr{rdoÌa iar ir!l):s'.os tru.brrr-a ííojco ouo c.;ló srcrtdo colsLrúdc.
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coÌn o de sonvolvi:,rcuib c .ìt: eoope1.r,,rão iDioÌ;lacionnÌ ( er_ì l,arLicÌülJ
coopcração econôlucc) ì;sliì Êc lf'cocÌÌÌìatìo <.rnioltrar reuódÍoÊ quc ere.Í.'
lerlr Es sobcrsrúas osLebais poõEj,bÍÌiben ul! relacaonanneüto nEls
intenEo e Ìnn der s cr rvo,ì.v:ì neÌìto xÌELis Ìr&r-!ì!ür]i-oso des I'ergiões :Localizaie,s prór:j-nos àe fronieirasr.
tsFe tilo do preoclr.pação &p!1f ccc .iá r1o:
-Colltôuj,o Do'Jr'\) "1xíIuôo l'.r'oÌi Lolr'-l ço clrÌ;Ì9 lJrLrlìl1 o ?arqr;ua:r'l
en :1.1i-07-i11. lìo lratado de Ì.ir-,liLeviditr ern 6eu aÌ-ti5o 19 da Re-

aoÌ1ìgão Ìl! 20 co|s L5ìr Lc rla .ir'Lir cìe lesurrç!-o elr OJ-06-71
:rorÌ;e.çilo crcorrô;úca rÌo f-r-e:rl Ìi.irÍ LÌoitcJ ú!:1 olrlid,r tr)e1o
pe-rlr5r.rrúir ) .

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G:reho Ve-leeoo, J"ÌJ., "la ÌÌtLogriÌcioÌÌ clo i]r.ol L.:rrÀ -l
conco!ljo úe I'1o lìi,cï--r IiÌrjL,l LuctolÌrrll :Í.e!,lstn de J,a Irl teilf.o_

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fÌ-oll'úeÌ'ia,EÌ ooÍlo carrìÌro cÌo cooreÌ'Ltcioì1 eìlro el scc L'or FiL.1ÍcO y
cl1, soc bol crr|Icsi:f iol."
" 'ocÌÌi:r!-'nijo do IÌii-{Ì, .Ììã CoLlf,:Ìêrcliì CoJìtÌ.nente1 dc-Ì Spctor pl-j1'odo, lens]rá f 4,l,tj de setr.66 er:r lucìtoíl

ÂiÌ'c: 1-:Ì-\r, _t9 6 6, l5fr..
-.., :r- trcçio (lo iLL;üÌollrc cu,lr!, rrr, ,.1. r Lirr,.rro clr!I;!-,leÌit0 r'Ìag lì(ì_
çõeo do inieles.re |r.rí;l1o lsLo ú, clue :;ão Lorn colt ljÌ.J ìrsÌÌ.ti de c
:j-tilel.osrerj corúÌi l:ivot" l:iJ ca:]o cìi: atì)]:ove.i liriielÌ to cle ÌecÌÌl_
!jos I.Ìt1'!Ì'3j g c(1)to3r.ijìdo; o idciÌtj.Í.ic!c';ro ü(_ìr -iìlLuÌ.€J:r.ra.j c úlìrj-lal
tan,leìa(io Èr ãeito c r'(ì!ìariì lii.., tu Lro i.a.ttji-do C,r oìrtet,;iro íÌo ì:,cjì.Jií_
cj.os co:i:tL|lr (,ì,c,-Lf f r.o:1, ì_nr.c.(r1r. c:j l;. ],, .lil).
rix Lo1.::roij rlc. ìriri::ii:r; -l-ril:rLtr:t. oi,.f t lí Jtccr, rr ÌtrL,,r.osse colìiül !eIiil
lecof'rcìlto rìo 1'rì:lt;í-lio LÌr-r bo.-t v:i zitrÌÌ&/ìç|1 oL]e .:l! l.lr)FlJo:r dj,r.r J i1Íl
Ìsll9.u Ìio iÌ:]lo|LLrlìljo Ìì ar.r a IeirÌ,l:rrqãr, (ìLt cocrÌ)cr-ocã{, :irÌbeÌ.ìÌac LoÌÌir.l.
jo"di1,uÌlr1o o rÌl)rot"lì LülìclÌlio d3 roc1u.s0s lìa Ltll..tis
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o jrrvultrilj.o, rrva(j.ut;iìo o o nprovol Lrulcllto (tirs
recutg()s Ì1f(1ì,ÌÌ.riíl dr' árca,
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cìe ocup:ci'o cle c::tÌa Ii:-í1, oL.lúLj!riÌrdo tllrÌ dii-l()1rJioÌÌiÌJlrr'lrLu 'lr ilL r'"11
gêncir rÌo rrlJrrrro do acol,lo L'otr r;ert:r ìr*ir'jr:ri'rúoíi co1Ìrj:iLìersdog lìoLiollcir.ìfj, Írfrrìlìrf qLtrr i,osrr íÌ(r'L ìrnrlicìl'rììiilrnaìo--or' ai :fiJlr Ll'l clrìri Íìrl l'i'Ìlr]
ãal 3ol'cil1.J ìc1(] iltlt):il;laiellLo f{rjìlirol,ÌilrÌ ooìlo Ìr){:lirllrÌrìlìt) c' I'Jltìt'!lÌiz&ção tìer i:corrorriiì. l'e:Ìj olÌ:rl "

- 0s üqu-iP-i:.,alÌl;o!; !r :rel:t:iço! Lì'r1]r;u tÌcL'Llì':t o l;Ìr rj:jÌlo cÌ(j Ì!:JÍ-isa de'ìr
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l:!ì cctìÌDÌoiìülÌÌo iio girtr;a i,,jlc-_Jaiajo, qìrc 'úcú poÌ objotivo tr,lrìpoIter I)Bosa,{cir!3, ÌìÌ-!i.'j ti:si c popular;ãc, rêgioÌleLlr se risjr dc:ìcÌlvoÌvldos
lrcjctos de ocrrr.ar'ão de iírr:rg tii,o ur.rej.igldc:r, ocoÌ'Ìcndo no Qntorno
dou..]:ritÌcolr llIJnl,u:rÌ-lços o e D,,rìiìrrr ìo Ju Lrr.' uoììrl,Ìt'j:o de utrÉr,'ü)-.Jorj con
eqrripaI.coto3 r'o::1Iísi,icog, d9Ì]tr. .ie pì:r!o djretot de !ÌÉo eLl qlr-e os
valoÌes pais,l.Jísircos e os ooviÌr:!iìcnioB esüej9ú per-fej.tajiente integredos ao üjrìÌìiêil!_c tta'urtLi,Ì, !oij.Ìú!ìo s!9sj:! lrÌ cl:orcrL oJiaìt ao vi si 1ta:jllje
vdrias alterlativss ie aiividados cuÌtur.iis, ilrj fa9er beÌlÌ coro entrB'te]rineliio cÌal] Ìrol;nltiõgs 1(]c:1c e fluLtiüìrc:,
ri ÌnterflSaç:o teÌefór-ica l)roporcjottzr aos hiÌì-stBÊ ÌÌne visita coníor'üável ocs t-r'ês 1ìr.Lt'(jrì(ls corìs'tI1úCos e:: tol:rìo a ceala Earco f-ronteiriço !odendo u!rÌir1lìr das a-tra,;õe: exioLeütes eo cada ui:Ì del.es.
i. -:fípfic3 ir_oll!Êir.-l ÌÌìteaÌi:,edrì Ì)ropoÌ'cior.rà aÌéE, (le todos os aìra-tlvcs corìvericioÌieis, tÌrx eíubo1o de conr"rai.rniuil,-.rão efetlïa 1'lriide
e oiltrci tl.dr .ìt3-r'ir,-r.rontu ncsi;u t'.r;iã-o.
O sistcjr3 rejrreBen'.ja coÌì cèrtexa no alrnclo ilteiro, u.:oa Ìe;ião de ç:,i
qeDcioD:is cÌrcejltos de conrivência occÍê:Ì e política edificslttei.

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dc c apacidild'j s e.lc fl,uxosr òiscil.)ljÌLindo o rfjo cla cir
cLl as conpaLíveis pal'o o bràlsrito do iÌ1ijercâÌnbio conrorciB-1 eljsteul;o nlr leg-ião, 1lriodtalìdo sclÌrÌìrc o liÌn prj.n
cipal aì quo s't Lle staÌr.l o lLoioLo tlue d o trrr:i sno "
Co&o comìrlonrenLo inìIror t rl:rtíssiÌno do corn!:lexo osLão l,revinto'r zr á' rea, portos lr al,facadoL]ros para i;. sâ{tlo LÌo ÌÌovos circu-i bo:l trrtig Licos fluii a-i c quc .er'ão c)aÌ)1ol:rdoo Ìror clnÌlro:jals concecc.ioruirias e l1r'..:
cia-lizaclas, posbo en concon€ncia pilttca.
ì.iÌìda c orÌÌo I)roposba cotrrp:Lernen Liì:' ob ,to""o traballror surge ÌÌa corfiLlÌri
dacìe rur a-[seio cÌo rúóru drÌ.r po c)Ììci .rli rÌarle l; Llrríl Iicar ,]r reaiião ínÌot:tocionlú, sc1'o oúlrol'l,c ulrl 6ÌuJÌdc 1i1LioÌ d. ìtlLtgrrtlio dc lloc:riÌ
coouìú{larLÌes, ll-orlolrclì(lo ulrr r rrior lnterc'âlüìt cucLol e cÌú tura] dos
lovos 'ílaì Bacia do PÌal,a, Su1-amel:íc.]no e ,1os países rÌo r;mrnrlo inteiro.
ConfoÌTe o péLïáglafo lq (pr:lúeiro) .ìa pfuina ! (nove) cÌa prupocta
de Ììevi lìo-fÌ:ração do l,ltìl'co üas Tr'üs ll'olllc.illuc - Ì,tÌdo bliÌrlÌÌei-lo, on
de provê rÌo lrogÌ'ixna ar ulÌLlrr!ç ,u c 1,r-c1,irruçio üc ì nlf il-a3l;Ì_u LïÌ-a para ospeLácrúos, nÌdtúfenLaçõo:r lróc:io-cu1 LtLlail' e c.lporLivE!í, eitravds
cìo cotntrctiçõcs l13ci oruú'l o illl;cÌÌ'reioÌlo:i3" cDbil LÌo'l 'rl-ÌvoIv cÌ'Ìno s c'fofooc e estuclos anali ticos nas vár'j-as esfer-;rr íìc Ìroder dos trôs pe.
ses para urÌ proieto coÌÌiunÍor obiotjvcÌÌdo ê coÌl.r LÌ_uçãr-) r trel:enciaxran
toÌ flnanciomerìto c Ddnúrü iìl,l'fr:io, cor;r1rnrl,i r1a tìo ulc cr)raploxo olíaplco racioryilmoÌrle inìplull ltr1do quo Iìcl-rlritor (ÌrÌitn{Ìo pÌ-o l,(]nòiÍìo c ÍeopeiÌados as solerafúas ÌÌacíoÌÌais (ìe c atl.l laíoi a prorroção d.e conpetições olínpica,s, ta,i s coDo iogos l,arl-eJìericalros e ontros'

f;.;.aos aume:rl,os
" cu1ação tefeféÌica e/ou

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PIÀÌIO DN DESÍTTOT,VIÌÍiBNTO XÀ NNçIÍO IÌÌTERÌU,_

Ffìol\frÌlÀs: tsRLslÍ :

?ÀIL\GU^I

-

ÀÌÌüIìN'ITÌÌÀ

xÌ--rnopuÇIo

5

o projêto brÉìsilê1rc é parto intogronte d& apreoenbação trlnâclons.l
s ilclul- Ìxos pÌìrposta Ílo 1lln llslao de loBaìrvofrriEìonto Eoonônlco w1sardo o r€dlmondloÌrE-nêxÌo o rseqÈ1Ì)aÌlento iÌa ároa do turìeÍÌo abr€Ìr
gendo os terrltórlos fr:onÍelriçoe lj,nitada poloe Rioe ïgus.çu e ?ara!á, peÌa oonseÌrssârìroÌrto do uE PÌeno úe De s erfvola{eento fuÌ-{sco da
RôBião f niorn sci on&1.

ì aproeentação global

couBuÌrÊtâ:ociatìa nÌlm docuúênto bá.slco apresentad.o e encElnlÌrìlado ao ION-PIÂTÀ - Iundo ôg DoE envol'Ílnento de. naci,a
do hats, pÌìo cÌrra coÍÌBolidar a intençãq doe trêe pe-íeeo rlteirinhog,

ÀrgeDtiÌ]ar Êrasil o laragua-Ì s lerlrír dê lroetu1ados e conceltoe Jâ
c0r]EEgI.ado6 por d.ocl]m8nìjoa oflciaiB, produzldos ela dl-versaE reuniõos d.s Ch&]]coloroo doa Paiíses dE. BaclB do Pra.ta.
À esta aproeentação que repreeenta o eepírlto de integração daa, corsu!1dados frontelriças Feocupadas cada uúa coE o deBenro1vlËento
d.€ projetoa perÌlDerlÌss ê consenÌ,ânooB coo a Etiv-idade turíetl-ca,
lnyocaDoE àe resotuções nç l-oo (1r)' na 102 (Ix), nq 65 (nII)

l1e 64 (XIII), orj-ginadoB !.a yITf e IÍ Reu-o.lõos aLos Chajaceleles dos
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Ioíooo da llacIu ito I'rattr, colr-toruo oóp1urj

aÌlúro.

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lìL!Ícri,::ri;ì ;':"rifrr1,Lr";:u"i" rirn t'"r'r' '1" 't'r'r'isti'tr';ii
Íri.lrirl

piìÌa os l)roqrJmis
rcícridiì rnnla:riil r ovcslc ÍÌrlrdiìrÌìcnlo1 Illìpol ltìnciô
(lo inl{,!ìÍ;ìçao {r (losonvolvirììcnto ccorìúìrìico (leìs f lis'js rì,cmbÍos dir Dnciir
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(lLlc
clibororr lcrtnos dc rcÍ(rI(:ncirr
(ìc luÍi5rrìo r Íinl dc

Ô.0aos l'lnÌ)ìorr.irì
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lurisLico.

quc Proponlìiì aos 6ovcrnos quc por lntcrrnódio
proccsso do coordcncdc scus Ór!aos Ì\JcìoniÌs (ie Ítrri:jnìo' ilìicielÌ unì
conì vi5las a 2deqLrii las às nc_
çào dc suas políÌicos lurislicâs inÌcÍnas
ccssì{lidcs do descnvolvirÌìcrlio conjunlo da rcgiõo'

2.

Encofiìendâr ao

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Orrc nr rcÍcri4l, rr)9lrit0 ht,r'.,c con]t':rrsq ilrrirrrlo i! cOnrcoii)rì0i;r Jr: l,,l3rrsl
lrc::r c LJit..xrlr,,: Ír, rrl rr rrrr:i'rrr:. ct,'rr. r".'i.t r L;r)ror.D ,I ìrr ' 1'rJ ':rr','r!
q!cll i:úLrrÌiìo (l,r CjlÌ:Ìncrìlcrcri iJo:ì Í','ír;,r'i rl,r l;;tci rrlí) lìÍxlí tli:,1ìonltiÌ !olrrc
r rì(io(:lró (lr5 rrc(lidiì3 r)(:crìsrri1 iirrì piriiì I) ì,)(I(, (l'-r lais Proi)i,.ilor;

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c,ìì rc''r::i s arrlc_ orc: rlr: !rr'lo: dí Pcrilos 9ol,rc o lcnì4. sc Icco
rì1cndo quc () CIC soli.iilo ilos (ìovarnolì (los E!liì(lo5 nlc,nLrcs quc PÍo'
rnovinì ir íci,liz:Çiio r!. csltl(lo5 l)iiiìico:t corrì !inta5 ò lcntl,ic:ìçiio Jos
mocânisrììos l(:ndarìÌps a toÍncr ó{irl a corrrplcÍncnicção indústriiìl o o in'
tcrcârìbio corrì5rclâl lìü Bâcia Co Pr0la:

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!e colìvoquc ulrì0 novr rcl'niiio rto Grlil)o dc
o$l(rLloi l)rclinilnnÍos pflrn .ìlle 5o cxoctscs
Íril)ïllìo, uDìiì \,cÌ rcíìliÌlrdos
nìlncm iìs aìlcÍnillivcr vlóvol!ì c sc lornrttlcrt os lccolncndrçõc$ pcrll'
Ouc pnr:r.ssc ílm st'0Jre qìle

.tìenlcs;

Ouc

c convcnicnle eslabelcccÍ os

meuanlsÍnos ol)eÌativos prrâ

tal

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1.

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froÍrnilÍrìì i(irjrìlilrcir rììccônisrìlo:i l0ndcrìÌ(:s ir Íacililiìr u colìpl0Íncnlnçio
in(luslÍ1;'ì 0 o intcrcillntrio conìcrcinl nn lJ;lcir do I'riìto. O c!tado dos tra[allros tl.ls rncrrciorr;trlo:i csf,itcll.lr.llìs ÍcÍri rcnìelldo à Drôximr rcunlào (io
Btlslca 3.
0rupo rÌr: Írabalho di

2,

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Encorììcn(,:rr, oulro.sinì, ôo!ì rclcri(lo5 (Ìspcclnl;slos

(los Íc0uirìlcr l,Ìi

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n considcrcçio

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Iluicrìvol'.'irn'l'Ìlo irìJ|,jillii,l {ì.
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Crìì liì\,rjr rlOii |liìrÍr':j (l( rncrr(rr dcsclvdlvlDchlo ccohômiclJ rttal.

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at)crÍ{:iCoonìcrìlo c ol)ro)lìnìJç;_() (l{rs in5lrurncilos
niìcioniriíÌ jrcÌ 1lrì(rr1íìs i

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nìccÂnlsmoa

csLlLrcl0cì[ìcrìlo do ìrÌdr-]sLrirìs (lc trônslornìitçiio quc pe nìlanì o
dcscrì\,olvirrÌcnlo hrllìônico c cquilibrïdo rJa :irca conr basc no
npÍovcili ncnlo inlcn$ivo dc !ìcus tccuÍsos lìalrlr;ììs.

3.

Ouc na5 litrcÍlìt) a .oallzill sc0un(lo cslc DroceÍllnìento dovcrão 5cÍ
lcvarlos cnt co|la os aspcclo$ vincularjos conì os nÌcconìsmos de inlc0raçlio vigetìtcs na rcgiiio. nos quais pãrlÌclpêflt pâíses dô Bacia do PÍata.

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O c o Ì.lcri,l,ì í,:ì1|(lo d.rìì.ôriÌJ.r rÌ vl:Ìl)ili(li!Ílir (lo ÌrÌojrlo, lrl!ìntiÍic.ìJr(ir)
ütìlx.rlri! (1,: rìulrtìÌoj:Ì11,,ì l,Ìioril,i, {r:r t,lrir ô (lr).ìclvrrlvlor.lliD trrÍ:ti.o ríÌ,
ltlonrì, tlcrìLì rÌrrrÌiir.ìvfllr(l{)rj lo lìorll] (iÌi vi!tir l,rcrieÍr o.jcoÌrorDicor
Ouo rìon_. prrr\ìrr-l clrJJiì (l{r!Lìriio r,ìr LilÍrlrr:Ìrlo! o. ctitÌrdos (icJinìiiyo: ('c
vJrl,ilidr(Jo o (i{r lriìçu(lo íiiìrl (lc,,j sl]Ì,1,ì(rjoi,r5 j, lrl{)rìliliciìrlos, â ÍjrÌr !lc
inìclrr po5lcriorrìl]r)lc:ì! Ucrta.rr (l{j Íìrìi:rrujorìrctì1o c dc oxcctçi|o dD
obrr;
RESO LV

[:

DccJariìr LJc lnlcrcssc Ìrìorilúrio prrl] o {lc5o{rvoÌvinìcnlo c â lnlcÍìraçúo rcAì!rÌíì1, o tìroJclo d(i dor,orìvoÌviÍ,lrrlo 1uríiLico lntcgrrdu diÌ lì!Uiio
L ir.r, ron ,l LlÌ,-zü Ì.1,ii r r: . -,uí1,

1.

2.

lìccotncndilr qLrc !:9 idoÌcrìr írs rlrcrÌirhs con(lucctìicS à conlinúcção do
piojdto a íinì dc chcaar à eÌrplr ric cxccuç5o dc obras.

303

23

RESOLUçÃO |ì.. 101ìtr,{9ü

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dos

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nistrüí: do ()Dr.):, Iìrl)li'ì0:ì ri ìr;ìrìjìt)o: iÈ5 dos l'ai5c:i (lo Conc St,l, coÌÌ LJi.'
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Ouc ó (lir irlrÌrc:rsc do: pri:;,js qtlc riiìrììpól'nì ô [Jncln do l)íata ã ccliçio
r,flr íollìÍ:lo lrtrislico Íc0iorÌrl com ìn::Pil tlc ro(lo'íi:ìs;

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IìESOI.VE:

!rr0irí conì l)ôsa IJo3 flnÌcccdcntL'!; nô lìlclírìn ôlr
lnedi,Jts ccnduccntcr à ccii,;iio rlu Lrrn lr'Jlhclo turÍslìco corn mep3 dc rotlovirs dos Paisca da lliici:l do FÍaÌ4.
lncorrrr.'nd;rr ôo CIC rìuc

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pr.cieio C(ìsr:: lraitLìrdi-il Jìofj5a r.l ì1'. 5 ê l'Ì1;ea l)atil Ììí)!tr.,ar l'(-ì.:ião c,,ì t:
di f:ìlrÌctc .ioci!,i, cL.ll-turr.l, oco::ô,--jco e :.: ;Ì: ! e n i,'-riI , it:tro,.ltLlil'.lc iìc]'usive novo:ì conceitros lla- fi1ogoíia de irsbalìio do tDl.j sno Ì-ecEj);j'vo Ca lc;tãLi, ì)rir iììaiì:!io c qi.:u par'!Ì !Ì:rJ:-.t 11ü c eo (Ì.r l:rid o íìi ïi.:!j.Ìj C::iÌ:j
ì:ìoÌi"üicat *ócrúcu, ecolì3iricn-fj.n!-ì-ìce1Ìa c ale controfc Li.ccr,-a1í-r' r.arário; E?!r Ì,Ìe juiaos nc ahiÌíÌner]to qo Ìrro jeto baso, qre se exi ia Èìa

cooij.rnlcão cc:l$orcill'dir Ìrar3 sc vÍlìrili;rj'a o f ititìlrciajililltr, (la- Ir] J-lg
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r:iìil]r.:lxI:"re L.ctnìj(Ìt telo cresci:rr(JtlLo 1',.r,üilj1ìtcoo e deuclúìs.ì(,"
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ï) Se dirseJìvol.va ij:!o or;ej;:!1.- r-':1,;c-:r a,,:,:r,'-rricí
i,ia3 dü -[ctï.! ü(jìü f :ll):.:.,.ìu, ÌiiefEÌ.qrrj.zirnio I raciotlì1ifarìiio .:J trolÌs]jories lrceis, jì:rciotreis o
ilÌüÉrt.:rciol:u--;, cor:e.idels_!r,:lo-ee a ároe lricl.o E

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VI) .ie ìrroúov3 rl:r:tìÌüí-tír:!.o ,J9 Ìj"ir.i:. ôni o si:cie:]Le,i-, çcottô:rcc-r, ctÌl brt]:a.]- e socÌaÌ, foj.reli batìclo
è i)r.sot-.,.r:ão dos vgloaijc I.,ji.joÌì:ie .
VrI) Se congiJe]g et i-opo::tâ-ocia d. Sacia (Ìo r,1'ata co
lio faüoÍ cìe ir:bo6r'r,11ãc.

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c0l1t]c i ôn{r.i r! o Írílu $ã
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coÌnuÌÌÌrlado rc!Íii oníl],, uj]l!r
pÍÌÌo o t rÌÌ Ìoflx),
cor ìrase ro I'I"ìlÌ-Dlü, cDda nìuÌrìcíÌ).l o dosenv
riou pl.ìÌro ale durerrvolviÌÌrerLo rruÌìicjpr].L esl)0cí
co o octsteleça Ìrls.ruo do ocu1,:rção oBpocial, r-es

i.a

psitanalo diretrizús bóslcas oomo {oma iÌe 6uÌar'tir unr des(]n9o]r1rucÌÌto eqÌdljìrÌado, sí(rr(11' LÌBoil1r o
pÌ!j6to da união Ííeica e (ìo cor:ì!Ìexo turílttico,
uma lneereão peÌrnaÌloÌ1bs no ooÌrlettbo dê ecorÌonia

Í)

r€g i onBL.
Os llunicípto', que

já tenhun doEoÌ,woÌÌido êou pÌc
Do do dasBrÌ1'olaÌÌuen lio iÌìcorl)oÌ.am oss&Ír ÌÌovlL üj ÌèÌÌ.lzeo e êo for ÌrocoEEário -[açan oo Ì.oürsjlojsÍìêntos
'ttdeqllaaìos eru fünçÃo deRÈo Ìlo1'u r.ca1idado.

I'lrIlo d. !o',orìvu,vin.eÌì1, da Ic.:liro
I n toÌnoc:i oÌÌ&1, cüaìo rl]lnjcíNo E{Ì-r]!o s€u6 I,)ì'ojotoD
da ároa LurísLìca 6 do irìÍrtr-€sLnrLurrìlr uj.bsÌÌ&e
q\ro Foas&m cora!ìoÌÌrr coro o objr,Ll!o c6nl,Ì'oÌ, coAí,
tLtrLildo-ôo tlosou :rrarrolrA poçrì fuJrdlrnont.Ì] I){rrtr jÌÌÌB trsr e dooÌxucntÍÀr qu&lqlìor lrreLeneão lÌurLo tr
orgutÌisÍrìos ÌÌ!ìc1oDÉ!Ís o 1Ìr tenÌrìcloÌÌeie do lllveatllnon tos e Ii rlÂncÌajnéÌ] to a.
Xfl) coru r.BLas lì conrl,LonrúiÌLnqão ílo ltoE ^1,,lUve-nc r:uÌr
altlor'rìr- bodìo:r ou I'roJoLoo oT-a oll llDaÌai aÌìlo oÌÌ pr€aistog pFrÌa èorein \irrt,e6rados na po1ítìca ds dorrsÌIvo-LvlixeÌrtooconôÌúcoroslrecl.[ictxn€ÌÌte na ároa do 1,u.,li:,í
rjo$o, hojo Jó carerrtos do jnJoção Íìo rocursoo FÉìrs suB ag.i]-lzação o qus Irara úeliìor enLonülÌneÌìtot
clts'Ììos llo (:tl60 brÂgltsJto: Cpn[ro dn ConverrcõooÍ
Po rta-Ì do ontrsda,
Boi ro-lt1o o oìtljtïri,
í1,.' J,,:i'!rvulvjll.rrLo,ls lloXl.] l) Ìi,rì t)tutr Lìo u'rÌLr t),itLi,rì
^'verÌìdo
grõo Ín t sÌ'taci oÌÌslr oonss8l.a{ìa pelos lrodores 1úbÌ1coa e forçes pÍodutÍtes, cI'i ÈÌrae instruÍì€ntoa
do orrlenagóo e coor{oÌÌação apì1èávoio à conaÌuLoc
do€ quo pÂrticÌpcot do i
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Rogião Ìrlternac.LoÌle.l

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rosult.-nte o.- mo1-jÌJoÌrl:rç ão de 34O u'itlÌõos d. 1iLìr.it bacr ( fo ÌÌt c

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rÌos dãdoc io IDDrr,/i'aÌ1quú Ììaci oÌÌarl clo lgLì3çu, podcr'íalos o tiln-ìÌ un
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eqÊivêlcr.is |1 l.O?5,909 -/i ei't!'rì ijes e quo derla 1rlÈ iotel dc Ì,441'501
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vioi-,:ìção ó cfeiruafa por rtl 1ltib1ícc, ouo DorìsrìoB collsltleral.de l'e1'rlil
oeira voca.-rão tt':ís bica, :.ão 3e co1:LsiLìeto!r' os ]iurfstas afiei'úinoÊ e
esir3]ueiros qi-,c vìei i;aji alrelu)s as Ca'ur:ratas pef o lado eÌgeniiÌ-lo '
lloz ôo IJÌË,!:u roci-'be seluilir.r'enre nl-ic do cÌue fol ae:i]:ìa-lB(ìo Polo 1:
l:.1ì, lìa s1Ìr. col€ta oc daLlosr Ê que cìega a Lotaliuar rx&is de 2.50o"oJo
esì;e m':ler"o to-tâli:lado , no eÌìit3ntor ó coDrlti|rúdo de pessoaE

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qÌÌo, lruj-tae dai] vc9e5, 1r:lo Iraf.an ì1a cidã.Ìú, lì:!ì 1:i6i'tar! as rìtr.lrF
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n3cion3l r:cobc 1e1a ra:;eln Ìri:5i1üir3, e oüe .ollli 626.42t !i
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bórr f loqucriÌnrìo..'url drì I LÌr(ÌÌìi llncrurtirl üo frrÌuqu, e quc vitiLêltì
Cetar3ìa!, São polteüì;o os ]le31.]oo v-isli3n"o3 q!'s ccrÌI)!-:3c€rÌ ÌìcE
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cio i-:IìoÌii3:Ì;ú 1,rrÌir ar; -'ur'ê: ,c-: õ:,; f|oDt:iriç.rc, 11:Ì íoÌ-r:Ì do tìl'I
Li" -tu,'r.:-ri,.uia Jo cl' L'- l- rLr r-' :ii.or úi"il11dos. en Jo c 10,., o !Ì.'.e siÉllúiica laris Èi ári.os de ìÌotielr ÌÌ&is g3.ltos co:r Êìliiì:ciÌt:r;ão e rilis t1'JjÌaJìoj'ü'l racúÌjnivo u1, L1i5;Ì(Ìos jreÌo 1-Ì-

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siìalÌte,

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liìri.t3- ootrrri{lo::çiio r'í!Ì-rìo tori'.iou-5o ü{rúor:l L1-arÌ' que os in1r1'rstiÌJ.rìrtoLl
qlÌe cL:da lì:çlo 3sÉrÌìrrúÌia, lìe ra .Ì coDc|c Lizrião do pro j-.to dovorá rapiuoleI,i'ue scr 1.assarcicìo !t1:i co,rLr_ibr-iç3d cÌ,-r:-ird:r Ì,or ul] í.1ÌLío resjleitár.el ò3 turistas atrc-iaos }-.ela noviàade do I,rojcto e peloe ÍÈ']:]e Ios :'al::. i:lïor.; t;'r.' ele oíèr--cc.
Ista coÌ-,br1.Ìr-iqIo fiÌÌalrceira de apor'üe iEedi3to tlc òivieas é de
f1uld.:-:.rfú:l i!.jrorltàlcia Ì)al'c o d:!ÍìÌr'oÌ',aúotrio c a c or.pÌonc nljaç ã o edeliÌtÈeües p.Ìo6 nios lguaçru e Ì r'r:rui,
cc:rôr::!ca. das á::oas firíioles
,ião é pr;ciso Ealicni:-l coÌro èsiê5 r.cu-1-sos eão i;-:ijlìeÌrtq inlrç'4nÌe9 p::'a s1L'Jïc.ÌìcioÌ13r o lÌebeÏlio de 'rtÌÌr.Ìijanção do íeao a-TbieìÌ'úe l,ão
celo aos ol-ros ios hâbita-nies daqrielas le3iões,
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29
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j,,iíTinallents lrá ctc so coÌleido]'crr oue oG etaa:hivoj
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cado t1'-rísìico 1Ì1'úc1'lÌccionaÌ, dlrialx fÌÌ;ar â urì c onpleì.o d?
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ujr 1'o,ìj_-rJicìoÌ1:!rro-LÌLo {j rt;v.r tlLi:lL;i:u ilst.: rir.;n{j leÌ:ifr'lic!i
r, ì r1in,l b1.aiir, esljalìefocendo-3c, :ir)(hì)i Lavalnellle, ulx círcìfo
rto aaúr::!.ão cÌtsceili;r ,-ìú 1t1vi,;i;tLito.ì,bos it f(tinve5tlìr,i ìl;oa, toIn:!da, clri:r
Vea n.ri rj Li,ìii-.11Les lr! I ociilìt,i',-l.lLr e:; LirÌjelücrid:Ìl lroi] viziriÌ3-!rtc:i
dos !trÌi,r,ll :-rlÌ1rlJ{lorj arli _,Jl.lì.r a.c ai Ìisrcos d: .lÌcnÌic:r1,:.
qt.a ojr lt:]j-tìc::1:j:
fsto aot,! ,.r-,,ii't, l--:: |:;:ÌllÌtì --a,-:l: L-illftirj'arrì
coÌ-ì o jioìo r:-;;- i.-i. Le ilÌfcrüÌ.134-,Ìia,
'CoÌ:ir!ieÌ.t-llrlo ì,iL1','- elìai'úo rlc aLríise sô íoÌem epl icc-daÌ€ n!rie Ììovo
conl-.l-r:o t:rilriÌcio:l-!-L oc Jr,.ircrol ilojc xÌrüu Ìltú a.Ìor.r . tão so]Ielltc do -13
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Co Lf!-sallirc
lìËo Ce vipi ban'úl, 3, e sc fcsser--l aìrÌici:Jo5 llg. no1r3 al,-lação buría i,lca
insÌo1sd.ì e corì3;íÌ,1Ìir1a !c1: i:rierÌr;:cão tclririÌ.ica enljÌ. osr ll:ú'co3
f1'onLei]]:!ços, c selÌaì l:'csle c LiYo: l]oÌquc! cuil ar:LL-j .rÌjre'úa1,oi, pa.üEi
os i-:LÌÌ.iiais, ciìc,.,, tcr-sc-l r .rcrr r iLo .3iotçu, Lrr: ro:rii:r- ró coi;t
o circrúìo urar'ìciÌi||Ì de aÌ.ror;jlìrd:]rlcntc Ì2 rrj.llõ eo de ddlar.rs ao r,..no, c ún.ii AÈr-r,-,i,do â ccrtliì.ìlição irdivr'ju-a-l de LSl; 12rOO ( r..,r.- er nce

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O8-

-JUSTIFICATIVA

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J0sT1Íic,,.TIu!
Ëá necessiclcLle do sg cônsid.erar u!ìa posioão rr.16 ofet-jva sob o lio:to do visìra ccorLônico, DÌ'orroïorldo os recurooB n:ltursis buscali.o 39êe31raj. uÌ!9. pcaição de dest;r.Ìuê no cojtl,el:to j-nderi:acion:l- do tr.u-i er,o. ì:eüierÌtë o l)lâ,Ìe j a-:.ìellio co!ìscierr-üouelÌ'!c diÌrìcnrjol]ado pa:.e_ a-!eldea tL uEo duÈ rd3 -flc::i1'o-L o cre6coÌfbG dê iui-iEtar], tex-6l3-i?. coièiçõcc e co:r1lotôlcic. lere provocuÌ lté fÌu::o EadB eï!rês-=l,vo 1;rg-lrin
d.o cc íoas d': rroo.la ío r!ú.
O tì.ri.isiìo ìJcÌr c-r L:lr'úÌìLnd(r e5üá oLlÌrÌo lrL:uúplllarìò.1:roI c!i b.uLtiÌ-o. naig
cvoilLldi-J:, ÌcÌrJseIl;e-trúo ;n 1957r sedrÀndo dedos d& OrõèÌrização Ìjrüt-,i:
11:!r! LJ r!úrerrr -(..:,
r,iu_Dahrõec
do cÌó-Le:.cl, dos qu,:-i s o ,:j..-sì1 só
^,;
Ì-'irl'ìjc]1)a ci: rr.:t3 r:a:la la:c:il
- 1rci.l, quot3 oi: cJ. ouc ]>l.ecilta s:Ì
c.l

lri 'los a:..--Li1ïo$ Lrii!ì-J:1,.á-j.eir: ,"r:c co,Ì:ctá, fio:i t:oloil.Di tlriÍitco.
ro ft:--rtf ó -t-c:.ìc f;lr.,çu, jJia c:lt-.jto cuo lìo;c::ovirrcl:ìi:2
ìi1lj:õ.9
úe pcs::oas l)or a:ro u!.:1.ÌÌCo 50;, ô.oG 20.0O0 1€itos cìue oo:::ui, i::-üú se
ar:,i:1'ailajìdo Ì)Jf'a â.5sldj',ir D3ioi..is I.?::Ììon3tì.raÌiít:!ces, Ìlajor r.jl]]"-lo ce
t-,:Jist:!., Ìloïos iicÌ-.osl"i'ros êCi:l!Ìi s tÌaliiyo e es.Lão scddo prol-ilcìì_
ciadoe !3Ja quc !'oã do IJu3çu estejê e:: co.ldições de 1utê-T !oÌ. -rrlil
Ììedaço !:aiox do nolailoxto à.rrís'i;ìco nlruÌdi el-, ljsi?.s con. i(.õe: a.j--jlìistr&i1.1'as c o:rcrc.cionaiE, JJ en lrrnc1.o]lcu!nto I lÌ.ccÌsínco:1t:J co;r
Ìloiroç: all::liivog rìe nír'eÌ, a lorìcr 0.1;r1i! o i1Ìri9.ra uJ !ìaior
loclar

triste no üu.Dclo r: col1ciâ ciâ da ijclrorüA]]ci3. ïÌ1rÊ.1 que o Ìio1o rnliente lepÌ=cerÌt3 no conrüe:ito rla lraservação cìa vi d.a huÃena, tr,uj to ei1-3.erÌt: jÌuÌto e !ìovos n:ì:i r Cesa.L]voil.ido3 e lotata.tijo Daiê loCercsos êcc
.Ècr-lc ejìgi1'üe. 5ío esüers corÃlridades cue qugr.eEos Eensibiliãar
!3J?.
(I:e v:riìs! eììroci3! o 1l3ir:L.rônio eeoló5ico quc poE3ujmorj, ajud.JlCcÌì09 a .jl:eei::-.'á-1o e a concerr,'i-1o c oÌ,.1 os recuf,Êos de sua vlsiia,
ben cono c:i:- ïc: ellj"ia-lo ioÀ i ijl:o-ec trì1hu-1.è tr-::s edeqraCa.

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do vild Íolíballe c jussoro dc obrogon.
- ò dotilogí'Ji4r ido loof.
ospaciol pclo coclionco dapoeiìúdo:
dÊ turismo.
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prcfuiÌo
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?RoJxTo iP.{,sll;rRo

precozizê a laterfigeção por
cabos aéTeog as fronieiras do 3res11, ?aaaguaÌ e d.a Àr3entir1a, apreEentaEoB o projeto que desenïo].ve e ocupação racion€l- iBtegrada à
paisagen úa área que c:Ì.cqnda os Eorlrnentos êE terrìtório bresileiÌc,
introduzÍndo ncvos eqlLìpalie4tos e recicleado os e:cisteÌ1t€.

Cono

C

onc

parte j-.Bt6grarte da prgposta

ei

qu-ô

to

0 trabs-lho foi Aesel1volvi!ìo tendo ed vists,i
1.- À !ìagía que lepreeerta paÍa D Yisitâ.ÌÌte e oportu.lidRde {ìe obseÌ!
vaÌ. e Eenlir a piese!ça sa.tultàea doe três pâjsos Su-1-.{.-uìer!canogrcor ofj {uej-s teru coJÌieto visue.l les frorlteiras deliÀeadas
í a r'-:ó-èrli::aa.
ejl-e O tsÌaa11, o l'i:.rt:j
2.- Á nececÊiiade de deet'Jcar a relcvà1ci9. do fenô:reno geográï:co
slag1üsÌ clo encontïo d.as ri.guas oa loz do Pio ]g"Lìaçu coú o Rio
Paraná, que descen ca-Ì'r'eGedas de contribulções d.o ceráter sócioeconâuico, ecológico e iol-cIórico, cos e DaasêgeE circuldê,ote C.e
rcÌa bele za.

0BJATTVOS

XS"-Cí!ICoS

l0

1'RCJntO

3?.\SÌÌ,fÌ?0

1.- À recuperação ê r.€cicla=e& de 'dne. área de graÌlee potenciaÌ tu:{st1co.

2.- À adaptação e oráenação fììncional da área para ,lestiná-la a ser
uti5zada pa.'a o Í.ecreio, Ìaze! ê eDtreteÈiaento d.a coÍÌrDidade
1oca,1, irarsf orÍ3-ndo-B Eur! laxquo d.e rivel internacional.
3.- Prepara-r e equ-i1la,r a

ároa,

pala deeij-xá-l-a a visitação e enireie-

Ìl*inento de trüf-istes e visital]tes, procurando ocupá-las
forna a auleÊtar a peuanêncÌa dos rresnos lra região.

d.e t8L

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4.- Increnentar 8' 1nfra-saüfutura alo turiaEo
5.- Iategração de ?o"to !'ranco, aÌán de Ciudad pres. Sirroossner e
puerto Iguazús dentro d.o circulto turíst1co
rÊg.iorxa]., a!roxi!.sn_
do-o nBls das distância.s para.chega:r-€e via tè/fréstre àE C atere_
tas

d,e }IoÃday

€ Porto BerìoÌli.

6.- InÌroduzlr o local- objeto

d.ssta propostÊ coEo poìto d.e'eaíd.a ôe

aovog.clrcuj.tos tu.rleticos fl.uviaiBda Ij-gação 'física, tomar-se a reg:ião das ürês frontêi_
rae uE eÌeEplo vivo da eafutar integrsçlo Sua_ÀüeÌìicara.

7.- Itraváe
8.-

Iod,os os objetÍvoÊ lreconizados na, proposta pa:ra
gÌado, coneenta,nea&erÌto, são dê lrtere€aê do

braBj.leìra"

o projeto inte_
lroJ€to da éree

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'ttde
.a, drea de proprj.edad.e do Sr. Gregdrlo Rub ene ati;se'!ìtrútal
151.061 82, divídido3 en 34 loies d.e aprorcinadaoer1to 4.qoo ú2 caõ'a,
nals 69.953199 rú2 aie e-nie.EeÌ1to, 16'184,64-n2 d.e reserva tácÈica do
runicíplo, 18.649,60 n2 de área YeÌao' totaliza.ndo a área g1oba1 do
10têa.oento 216. 45o Ê2.
Já s, íe-ixa lêste e nortleste da área de interesse ó de prcpriededo da
Impreêa ìstatal PO"rcnR{S, que nalifesta-se lnteressada eE negociar
a neeÌne, pêl,o faio da destinação a que se pretendia o lugar ìtão ter
sido efçtivada e por encontrar problenae de adainistração na Danutea
ção e coatrole cie área, que ati!€e aprord.Dad.arnente 275.f50 Etz.
À íaixa de têrra nais a Iesto, coniron'úe-odo colr a .l.vècids, gê!e.ra1

ì1eiÌa ó de propÌ'ledade Ac Sr. SbaÌe-iÌli, quê {rindÈ. não cexecterizade,
esÌirìa-so que ìeÌüa apro-.Êi!1=daiientc l0O.0OO Ì:r2.
fia área do intêÌês3o pnncilaÌ, lrotÍiareÀte ôj-ta, inediações do :oarco iroÌìteir:çor encontÌ'?.-se ai;ÌIrlÌêrÌte insiaÌâdo eíiific"ção dc r3.Ce1
ra en coeôi,ções precá:r.:asr 1Ì9pÌantaia sela nêÌÈuni critórìo técnico,
iEpsdi4ao Ìijn lerfeito acesso a corltempÌação d,r;reis3g9Êl, deseDperüa e
f::rnç ão de !ÌuradLer bar e goJverÌ:r.
ì{a re61ão Bâis a norte, eio áree fora da proprÌedede auaicj-pal encout!âD-se os Ìrês srlos netârcos cilíndricos, agmgaiÌos ê abandonaaos
eE èxcelente estaàorcon ôinonsões coúpâtíveis coE e eti.vided.e huDe.ala:
posto en posição privi:-eg!-ada ta,nhén em teÌãos d€ aceÊao a palse€.tr
litorâl1es do rio 6 froÌlteiÌas.
À lsste da álea clo tnteres6e, instale-ge ìr-o af'cabouço de uE gTgÍldê
bar:'acão de propÌiedade da lortobrás, abg.ndonedo, iDconcluso, seEt
provisão de ugo atualr eSinrtu:cado eu cotrcreto , fecha-EeÂto laìeÌ:a1
ds af"enarie, seE cob€rtÌEa e pi6o. Seu asoêcto eììgere um uso poj-s
hoje se ten ura péssira inpreseão oa for:oa que se èncontaa, losÊu-j.
pó {ireìto entre 5 e 68, sendo viáve1 o uso ,lE duplo peviÌoento se
161 nsç6seário, corq dineneão de 40Io x lCO!. - 4.CCO !tr.
taci onexìerÌto eEisterto á pavioe-otedo eE pealraÊ irregul-ares suierdinenÊionado pare o Bovjloe4to atua1. Tâ-EbéE eE led.ras irlegulal-ares são as circulaçõee de pedestreê, ea al€graus, dlfj.cuÌtaÌrd.o o

O

e €

acesso de T)eesoas idoaas ê doflcientes fíelcos"
Uú8" pêqueÃa rí:cea

de Play-Groúnal om estado dê

f,Ã,
Eír:1-

é.bald o

oa freqüêncie dê uso"
À paisâgêü cresce espootanêarne-nte € os poucos cul.dados desenvolvidos
fora.q lnseridos de foÌ.r!€ i.Ê-adequad a, e:! certos locais taabán, iopedindo o acesso à eontenPlação.

PlOGRÀ}IÀ

1
2

3
4

,-

6-

I -

Transfo::oação da área em paÌquê úllrrícipa.l.
Re-es truÍu.ração do [i raìtê.
Inotal-ação d.o telefárlco internacl ona-l-.
centÌo de ïisltação colo aproveitE-úento da ruína do barracão da Portobrás.
Rês barranÈe/9ar Lli rÌoor '- rêcicls.gem rúoa sl-Loe.
le-estruturação dos acessos, ciÌcuÌação de veículos e
!ade a tre 5.
InstaÌação co atracadou-:co - ponto de saída ciÌcÌÀitos
luÌjsL-Lcos -fluv-reis - opcional uso do Porto Ì:ejTa.
lortão acêsêo - opcional uso alÍô-:edega erciet€nte.
.

Pista motocrosr patinação "
Ci clovias.
ÀnflteaÌrosr teatxgê de areÌ1.4.
cauling.
Cidadeê para cria-!.ças.
clubes ná1,1tlcoÊ - pesca - esclu-i aquátlco "
Play-c enter.
Hotóis, resianÌalt€s e bares.
n oÌrtros eqLipameatog

Àreas

d.e

morcad.oo

fre€-s1Ìop!

i\h

do

-w-momrn"e.cao:,YlHn:
ëçi&

n"''',''f
,ôr"iã,nunÇu - "'
'-

i'""::5Ju'rdicrÍ
P'"'Ìi'llÀ

'

BRÂsr

lr'"
PROt{SIÀ

a-l e oD0 projeto braêi].eilo p1'opoe o aprôveitê.melto ale Ì-e
partido, paÍa o des onvol-/-inonto regioÀ41.
,1, ligação teieférica é o grande fatox d.e aolrnação da árêa tri-naciona1, sÊu ponto do cheged.a é no êdifíc1o do centro de vlêltação, onde
o r.ísitente recÉbo uDa infoÍlaç ão completa de geoantes d.e lariir,
grarta, hictórig' ê de ecofogia da região qu6 illclui una noção das
potencialldg-des ta.cí.ticas, Ì1os noldes do ceÌ11rro í1e vlsiteção
de
Ite-ipu, 1ad.o braêifÈiro, obsìervadss es Aevidae proporções"
O edlfício (caso oeja Ílávelr tocÌ].ica-úêÌ1te devido a grande dietâncía coÌo o raasgue-i), surg-irá da reciclagêlr e alroveitamenllo das r:ínas do barracão úa lortobtás ( Coxt.OOn), exìlrtoote no lu€eiÌ, Ònde e1érs de toda & estnltÌÌra teÌ:rliÌls1 neceesária ao controle fiscc-a1fandegálto e ao furÌc i or,oÌìento e o-oeração do carcrÌtto telelérico, b-^rienos o co;ìércio de ârì1ao3 reslona:ig, laachoDêtes, barec, uli su--,er
Ìrohche e Ênooker para fÌìncionerer!ìo diár:io o noturno, psra caúpeonatos intelnâci61aie, auditóno para conferêr,cÍas e projeqões, ecoteatlro, Euseu h] sidrico reg1onal, escrltórìo Iloztur, lnstelações
eaÌ1jtárias r área de êstacionaíeÌlto adequaco o inst3lação da eíea

de adaini stração.

lado s!..1 losição privilegiãda e& tercos palsegísticos selaa taI]bé!]
utilizedo paÍa acesso a contenplação da pai6agêÌ! fronteiriça,
beI0
cono torilar-se-á ponto de saída para €!:barqÌÌe dos circu.itos flrrlalais
atravée de circrúação fuÌrì cu,1a-r a--td o atracadouro, ou tercbén circrr1ação ieleférica ou telrestre coÌÂ o atual lorto ìíeixa recicladc.
0 nìÌantê etlistênte )lojg Ìocalizad.o no vérhice dos doi-s l.ios, Ìls dos
€loÌaenitos princilais do ecesso a coatenplação, será re-estnÌturêdo
em dilreÌ'sos pÌanos para abrìÌ Ìroa oaior capacidad€ e a1têrãaij_va d.e
acoaodação dos !-i si talrtês.
Os três sj,los grajeleiros abândodados, porán ero €xceleÌ1te e6tado de
conser,ração, usadoe erl tìro corto período para exportação de granáj-s,

yia iluv1al, lfazer a fêIiz coiôctdâocia do oìí&êro três, conjugado
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cola suas ôiDensõee coupátívele com á atividBde

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a estrúülração paÌa qì:atro paviúêntos
váÊ d.e pl€,iafor!Ãa metálica de r'Ìn1ão dos cilindros r lnter{9BecÌadê6
por clrculação veriical- erternet atravóe de oecada tamb óm netá11ca'
fer{a como função o ed-ifíeio,dada a sua poslçõo ie:rbén privilig1ada
en teÌ:úos paieagiÊticos, abtìga3 uú re€taurante/baÍ Elxadort ceda
ê.lenento dos três cilindroE f\ìlrcionaria.ao forma caracìer:ística ind.e?endonb€r fo1.necend.o tebid.Ês' praloB típicos e a'"LiÈlado s co!3 n'isÌca dos trâs países, aiingindo a calacldade de ateDdjúeoto para epro
qr:e perra|te

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r.imadanent€ 4OO Pessoas.
O non-rl.enic lilto llaì-rc a o tcÌriidrio

bfasileiror sêrì4. re6'üa'J:cado t
I'gV!1jallzado, râcoÈdiclcnador valorisado lelas cores nâcìonÊjs e
r.elevâncie
a
corcado por rÌca plateforú3 anplâ, condizêÌ1ìe eol!
]]isiórrca-geográiica, a sei' iadÍl ao òito úon]ìI.ento'
0 úonÌ],.lênto incolporaria ÌìÊ espeço condigno destinado a Buarda dos
trofJue e lelrbra_cças 'bÌazidas Por vis-itentos ÌLustresr assi4 colno
leças escul iiórìcas ou tÌ9 qucisquer r:anif es'i;açõee a'tísticas e fìloÊóficêÌB de sigÊi,IicadÒ p€1.iinente ao loca1.
s,lria agrega'ìo ao nonLììentc Ìaubón, roaetlos ar-quìtetôÌì.ice:mento d_llxensio!â.d.os IJaÌra iloliaren as bandeiras ÌracionÈ1s rÌos três países
irranados no -!ro Jeì;or l-I'JÈiÌla!ìos pemalÌentonente.

Para sefïÍr de portão de eltraCer user-ee-lê e estrutura hoje eiistento, conet:ríd.à lafa abriÈar os f''rncionários da ieceita lederal- e
Polícia lederaf, quando o acessÔ para a Àrgentina êra efetLÌado polo
Por:o ïo i -'a vi i iì L' i 'ÌI.
À área d.o coltlllexo será orga::ìzada dsatro d.g ulo p19!o de ocupagão
ordênada, hafïìoÌlì:a-rLAo-3 e coqr a paisegeú d.e entor4or com coooj'ções
de ergxcer-se ccniTole esLatíetico e eobraìça ao iugressor etraváe
d.o portão de entrada.
0s eq!-ipel4eEtos e s€rviços acolheÁ o ltr.lrisno € lazer Ce lnass.a dentro
d.os liBl tes suportávels d.e recepção, pre'-ê!do-sê eêmpre a eYpaÌ]são
de progra.úas alter!-atìvosq
A áiea g1oba1 de irieresse' será iadeÌnzada pelo loder públ1co sendo
&
as J"nstalações coEorciás, de Ìazer e sen'iços. Serão abertes

a3 nol:Ilaa
ê lnl-ciatj-v4 priYada eD for!ía dê errenda.nento
ile concorrância púltica.
 estrutura prevrsta d.ovorá possulr Ìro Brogratla d.e aninação tr:Í-ísti-

ca, que Êe encalregará da preparação de estr)etáculos €/ou atiY-l.d8'd es t
com ad.equação social- taobér para a população ÌocaJl prollciaÌld.o !etaif esteço-es eócio-cultrlrâ1sr osportivasr criertdo tor&eios' coi.pêtições nacionaj. s ô iúìernaciona-is r eho €r Ìnostras e expoBiçõ69 de êÍtg
deBfilesr fasÈas popuÌaresr cursoE, ccncuÌsosr Jogos e outras noda].idades de ocupação.
O parque se:'á <ìoìa,lo d.e tode a iafrs-estrui;uÌa báÊicg, cono: saÌleailen
to con rigoroso tiatErento aas fuuas sorvid.ae, áB].ra'r e!.ergiar coEllré
caçÃ.o, obedecendo os xeqÌrisitos eBtabelecid,os pe.]-o ploietor'. d:iÌeirizes e objetivos Ao ploieto j-4tegrado pelos ìrês paísee irnane.oos.
OB acegsos

receberão

c-a:'ae t erj-

zação de Ì-ias

osleci&ls

aÌe turj,snor

ài-

Eensiona'de, i1r-n\iÌ1a.Ìa e lev:irnentada de fol"lrê al,equads, com tlataJle:io

lej se.líst ico ai:aente

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ÌnrRowçÃ.0

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0 p.ojeto brasilelÍ! é perte integralxto d9' aprêse!ìtação trln-acion"sa
s ilc1]1l uEê proposta de 1ìú llajoo de Ie selxvoll.Ìjúgato xconôDico !'1sa-nd.o o rediEe!.s ions.oelto e reequipêEento úa área do tl]ri eno abran
gerldo os terrltórios frontslriçoÊ linitada pê1oe Rioo Iguaçu e Paraaá, pera c ons ens s a-DelÌto de uú P1aÌ1o de Deselvoh-i-!33Ì1to Tlríêco da
-.
Hegaao ot e r'Ìl acL On€l .
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ì apreeentação g1oba1 consubs tâ:esiada num docuaento báslco apreseatado e enc aaìnhado ao FtN-PlrlTÀ - Iundo de DeÊênYolvlsento da Sacia
do Prata, lrlcljca coÌlsofidat â, intenção doe Ìrês 1)e-ísss rjb€irjnhoFt
ilieertÌnê., Bra-gil e PaÌag"uai a partir de poatuladoB ê coìlc€itos iâ
coneê€rados por docr.nenioe oflciaiÊt prodÌÌzidoe e$ dlvelsas rer]nìõee dê Chancel-eree d.os ?aíses da BacÌa do Prata.
ì esta apresentação qr.re reDreeenta o espírlto de integração das cormraid,adês fronteÌriças preocupaaas cada Ì]]la com o deBeDliolvlE'eÃto
d.o projetos pertinettea e consentâ-neos con a ati"{-idad.e Èo:{stica,
e
lÌx.Íocanos às resoì-uções ne loo (rx)' trc 102 (1Í)' uq 65 (EÍr)
ns 64 (n11)r orig-ÌÈados !a ulff e If 3eu4iãÊ6 d.os chaÌ1celeres doe
Paieos da Bacia do PÌaìa' co4foxuo cdpias êm êneÍot
MENIOTÏB F" GAEISE4ARTO{|ìO
oli]j:rl d, :" 'ô Clvll dr!
F:31.r: li
. . _, i ÍìrÍlu:.
:, liì.:\r! |
Ca.:ínúnÌ. i,
D,,.rmôrr',
FÓZ DO IGUÂÇU.

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A Viil Rc,uaiío rle Clierrccìcrcs

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ÍÌESOLUçÁO Ì.1.' 64 (Vl[)
dos: Países

dq Bccio do Prolo,

VIS'IO:

O rc,líì1(1íi0 (Jo (; trIo (la líi,l)lìlho dn,/.rcíì lií11ìicn 3 sot)rc'ColPcrirção Éco'
rìárnÍ.J (Í'.luUì(l.i irrri:;rrro)'.

co ,cl')iì.

i1)c,

Oüc o roÍ(ìi(lo

Í:l:ìliíio l:lrícrc:

DIe o ClC aólÌ(:lL(i nos Govorrìo:) (ìlrc prorìÌaJviì/n Lllllâ rcunii;o de réPrc'
scnrani,Ìs Jr:ì (l' !.j!:. LJ!,cl9l-ìj:!5 dc-Turì::oìo iÌ-i;rÌì.Cc -d-oÍi'lf-g'f rY]:!t:q lLg
rì í. .,, , j^
:. jìi rl. 'rr ì Í':i, (' .r': /.:1: i: i'inir. fúcn íJ lnlc r_
'.
;;;;l ,lc;ai,'..,h, i í,)üì'ul.ì.,io (r,r l)roqr;irrìrs lrìtrj0Í11do5 Jc Turis{ììo ncÍri.r',

^.1.:-l

I

inalirÍiì rc!cstc Ítrn(larÌcniâl irÍpol lâncli f,rara os progrsmâs
(lc into0raciio c (lcscôvolvinìclìÌo ecorìórìlico '(los Pcises_lì;cnìbros da Brcia
do Priìlô.

Oue a I cÍcr iCrì

RESOI.VE:

Enconìcndí! ao CIC òrrc convoiìLìe unla Ìcurìiã:o Ìie rcPrelieDtarltcs dcs
ó.g.ros llrLrorìeis (le Turitnìo, í íim (tc qtrc chborem iermos dc Ieícrõlìcia
!rrâ a prcparôçÍo dos l)ro0rôrnôs lntcoraLdos dc lìrrisnlo, b9ú colno en'
carem a possilrilidiìdc de âdotar medidirò tcndcntes a íecilitâr o inteícánìbio

1.

Ìur:sl:co.

Incomcndrr ao Clt que proponhiì ãos GovêÍnos quc. por ìnteÍmódio
dc sc!s órqãos NacionnÍs de Trrrì5Ìììo, irÌicicrìì unì proccsso dc coordcno.
ção dc suJs polilrcas (lriistlcí5 intcÌnos com vi5tas á adequá las às nocessklãdes do desenvolvimcnto coniunto da região.

2.

255

i

D Y els

s.#Àì

'..--.-.---.

BÉSOLUÇÃO i r." 6s (V r)

A Vlll Rovnirro dc Chaircclrres.dos Poíscs do Ercìo dc ProÌ0,

VISTO:

dú T'dlrrliro Ílo Ár.3 Bii!ìicê 3'Coopeí.çèo Eco ônìicir Íindtrirìúr, TÌrril r0)".

O R{tiìiú.ìo (lo
CO'r\

DH

Cìl'lrPo

ìr ',DJ

Ouc nJ rofcri,.liì rorniaio horr'/{j
U,,nn,,, à corìvcniôiìci, drÌ lntcnsi"uu,t,'""o
conl..ciJir
rt0íl)rocO9, ptÌA o q0\t s !Cre
intCl(:ì|ìl)io5
Oij
Íicitr c djvcíriíic:tÍ
quc o i,jürÌj;o riu ClìitncDlí)ics rJos P:'ír:r:'; dtì lirciit (lo Priìtil di:ìPonha sobÍe
a idl,t.io diì:j rrrcdilal rroc,rsririal plia o l,)(rro (lL) tàls proiìóìiìos:

ouc, oulros.iril i rôícr(l:r iíríorrÌìiìçiìo irsainnliì qrlc sc dêvcÌi3 ttrnbénl
contcdrplir â rÌrccssid:Ji rle Iortulccer
do atraì rììslcnlJ (Jr 0Jciai

i

conìplcincrìtJçã.ì iodustliôt dcnt.o

Ouc el]ì rcun:óês nnierìorcs (lu OÍuPos de Pcritos sobre o tema, se aecorìtcndoll quc o CIC so/icito aos {jr)v4Ìnos {1os Esl:ìdoslncnlbÍo9 ciuc pro.
movânÌ o reíliz:rtaio d. csto{los b:lsicos conì vistas à ldcntiíìcação dos
mocãnisoìo5 terìd.ntes 0 torncr á{jrl a cortrplcmeottçJo Ìndustriiìl e o inlercinìbio cooì9Íci!l na Bacia Co Pratai
OrJc piìrir essc lrm suq.trc cÌ'rc se corìvoque urno nova rcLrniÍo do Grtrpo dc
TÍ?bnlho, un'ra vez rsalizídos essci estÌrdos prelìminares pârâ qt,e sê êxa-

ntinem as ãltê.n3iiv3s viiivcis
'te n Ìes;

e sc íorÍnulênì as

reconìendtções perti

Ouc ó conveniente estâbeleccr os mecanismos operâlivos parâ

o

ial fim-

5." ".,õ
B€SOLVE:.

l.

Êncomendar ao CIC (lue soliclto eos GovcÍnos

2.

Encoïr'cn,.i:rr, out'o5sìnì,

c desì9nôçfio do og
cialistiìs ncstô rììiìtéÍìa piìrô quc se ÍctirÌorll ô ÍllD dc Ícâli2ar cstudod qu
peímilanì iiJcnliíicar mcciìnisrìlos lcndentcs ô Íâcilitôr a conÌplcnrcntsção
ìndtslrial c o inlercilrnbio conìerciol rìa DaciJ do Pratâ. O cila.lo <Jos tra'
cspcciíliì;tôs scrá rcnìclido à próxlma rcÍrniào do
l)âlhos (tos
'nencionâ(los
Gílpo de ÍrabâllÌo da Árca Rtisìca 3.
dos sc0uintei

Ic

ôos rclcri(los cspcclâlislas

o

concidcriÌçio

rn:ìs i

ôÌ o íomcnto

dcs invcrsõcs nô

íÍcl;

ã iìbcíllrr.r (lc rrtclcedos o o cslill)clocl ìcôto dc'programcs de
dcscnvolvirÌìc:ìlo in(irl:lrì.1 c, orn r.ioral, iratlnrclltos l)rírlcrclìci!ì$

b)

Íovor <los piìírus dc nìenor dcj:;crìvolvinìeôto cconômico relativo;

cn

O ajrr!tc (lLj lno(j.;!nìís cu írirrrrLrlns rlo coopcÍâCiio dc ordcm di_
vcrsr c ì (;í:nrtD:ì oll)ú4iÍiclxt orr 11':irric tlcs pí,ísc5 nÌún];rros. quc
âsacql,r0lìì c 05lir]nrlcnì ulili/iìç:io cÍic:? dc lodo5 :ìcUs Íecúrsós,
'i
l : .liüLrri,rn ( n: r'tr'' s4 r'rlrìl'is cjìrrìlorí

c)

r)
)

Íorncrìlo ílas i'rvusli.iaí,:ócs cicntiíi(:aÍì

o tccnc,ld!licís;

dcrcnvolviiììcrrlo (lo sc(or ô0íoírccu;lrlo e cooÍdcrìeçao Cos ncca.
nisn]os ì'rôcloi1ìis dc irìfoÍrìì.ç50 e corncrclalizôçáo dos prodrrÌos
corrcsÌ,or)denlcs'

l[)

apcríciçoiìfi)crìÌo c ôt,Íoxlmiìçao (los lllStrumcntos e nìccânismua
nacioDí;s pcr{inenles;

d)

estÍbclccinÌcolo de indrigtÍiâs dc tÍan5íornìação quc permitam o
dcscnvoh,inrcnto h:ìrn]ôoico c cqullibÍado da llrca com bâse no
aprôvcili!nìcnto intensivo dc scus ÍccuÍsos nãturals.

3.

O!,o nn$ Íitruías a íoallzír scgunílo cste procedimento Jcve15o ser
lc\,êdos etì contâ os aspeclo! \'inculêdos com os mcconismos de intc_
gração viqentcs na região, nos quais particiPènì pâíses dê Bacia do Prâta-

26í

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nESCLUçÁO Ì,1.. í00 (l

A l]( Reurlão rlo tl:lrcc!erqs rlor PuÍ:cs rlu Eciio do Praia,

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ot .r(ìritilrioi il:(ii,roiix di1 Íuri.rìÌo rl:ì
BÍisil a ÌtrrrilqÚ;]i
rí:iìliriìlr, cOAì rì iisi:ilirÌíiiiì 1ú.iìlcn {lo ll:ìiìco ^rúcllti;ìí,
ll'|lrxiìnì.rir)ítìo dc D'.i!;ctìvolvirìtr)ÌÌto, rrÌìì 0.:lÌ:,Ìo rì) t)rii.i,:lì,rìlirlnd)..,iiìiìÌt(!ô rì ilrìì)lanl.,rìtiì(:,io (lê m
lÌliìrìo (1i) (Ìtr:rijr,,í ririrr) rLD l!ri:;iÌcÍ) lr)t.!íiìrlo (h IìJ!iiD irirìrì(:iojìiìl lüLra:iri
Q0l)

h1;rio.ìcr Jc.rtlli.iì5:
Or,ír o rrí,ìri,!o c5t0rJo drrnonstíìlr 0 viiSilj(liÌ,lo (lo prDjrto, idcnliíicôndo
urììíì.{'rri! (Jc.uÌrfnrjctor) l)rioritririos f/i:i:ì o dc!on,,rol../inì0nLo iurÍ5tico rc!lonal, drrvl(lr0ìcrìti] aviìli,ì(lor Jo ponto dú visltì tócrìico c oco ôrnicol

Ouc num: prÍjxir,ú ctiìpil dcveÍiic ar)r cÍctir,ìdos os cstüdos dcÍinitivcs dc
vjiìbilidrdo c de iriìçado íinnì dor: subtirojcios lú idirntiÍicn(los, a íirn dc
lniciôr poei(rionÌrcÌìto ns íciLó33 dc Íirìirnci0rneDto c dc cxccrção do
obro;
RESOLVI

1.

:

Dcc.)rnr

lc:nlrlcssc pÍroritar;o prÌJ o (lescr )olrlrììento e r inÌc!Ìr-

çõo rcgionâ1, o Êroj{rto de dcs€rìvolviancnio turí5tico intcírado dtì tlegiào
Ìriníciônjrl l{ttrl2ú hli.icncs JtìsuíÌica5.
lìcLo rc' dr-'i,.ê ic a(loLcrn rs rrcrlÌ.irs con(lrrcerìio! à continuação do
projeto a Íinì dc chcaar à etôpíì dc cxccuqSo de obras.

2.

30s

,- DYiS€ â,

W.ì1À.9

FESrliUÇÃO .. íoí
A l)l lìerrliiio tlo (irt:tic;Ìcrss rlos Pcíscs dn Eqciu do Pr

cof la ìl:ll^ Ì:l)o:
vlriLrdr) dr Ìlltirì1. lìart,: rio rrilflo_ I rl LII t':: l:,:.,'! f -!:i,'.-l:-!Yl: lì.
pÍ(:\iu-.-r - íì Dox:.il,ili(iiÍ!!, (lr) xdit:;í ;rí.:ijc:r '1..l,:nd.rrìt{,s a Í;cilit:ìÍ o int"r{ìirììl)li' lLrr ir ri,,(i i

Orr rni

nrJri c.irì litì íiÌr.,rliri:il':.: conì l,rÌn (llc poasííci3 rììodidas. scrìã calìve'
nicnt. rÍ âri:ìrniìlrrr rlc uIr i:orrvirrio .lo Ílrcililt:l::i,r c cooú.:iâçúo [)ara o dcsÊrìvi)lyir,rcnto (lo luÍi5nìo r:nr oivcl LcUìorrl:l;
Ouc ncÍ:tc rcxti(lo, n Í)clc0ili5. l);lí.5uúlà ?r rctrnìão do GÍupo de Írôbi]lho
da
lJri.iciì 'CooDcrtçJo ÌloolÌiirììlco', roalìzi(lx cnì l!'lcnìcvìdúli, Urll_
^rril
dc 3. 9/Xl!1971'. irprosorì(oú iìs porìsivcis barscs pnrü !lnì cor-l'
íuirl.
^ (lc Iirciìit.fio e cooPcrôq:o lurislicai
v6rìio rcriox.l
RESOLVE:

EncomcrìdiÌr.,o Clcr /\ ôdoção di5 nìcJi(lâs nocesaáriâs pera a prcpar.çiÈ
dc L,Dl proielo dc Oonvònio icgioniìÌ ilc lilcilit.çi'lo e coopcÍação ÌuÍÍstica'
colìì bnsc no:; nnta:(ìedonlcs (lisDonivcìs coÍtì !istiìs i oìcva1 lo à considcroção da X ncrlniío dc Chrncclcrcs dos Peíses da Bôdiâ do Pralâ.

309

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nEsoLUçÃO tl.. r02

Àtx

Íìeuniío Jc Chn:tcelcris dos Puísos çlo Bsci{ rlo Prrí

COi'lSlÍJIJÌ.^l.lDOr
do. íodoviir, pod-?
oun.lì c(liL:iio ,l-i .ll ÌJ"].1:!9..!"r-íj1t11rg. fjì!.!911-ilJll
'nopâ
proljr{rçaio
rlit árca rro rìor(;trdo lflrisiiL-ó l.ìterïóriïiftr,ri, 1rr-r:iLlv,irrÌìkr à
nr'c;g,lú

Orjo soh,c o ci5lliìto IUi,;ix ':1m.-ì r) íJi::;tõc:i rìo,imÍJlto dJ ÍìèLI'riliJ C) lülnistroj da C/bÍ:rs Pribllcrs c Ìr. lFortc:i diio llaircs ò Conc Sul, éorrr lio:t'
nos i.rcurJi.; iu,otrJD: ni' ll iÌcr,r)ji;o;
Oue ú coD,,ínicnlaÌ íírtorÌìalr â inlcintivir d ílnì dc lo!íar â aurto píìzo n
concÍ4tirrÇio do projcto;
Ouc ó du irìicre:isc dos pníscs qüc cirìÌpó!ìm â Bici do Prata a cdição dô
um follrci,o turistico re0iortcl conì rÌ1rpâ dc rodovillsi
FISOLVE:

Cncornor.Ìií ao CIC quo gl.Ìllirn tom boGD doc ílntcccdcntcs nn nÌitériô as
medìdoF ccnduccnÌâs à c!ii,,:;o dü urn folheto turístico com mcp3 dÈ rodovlcs dos Píiscs da Eacix do Frata.

310

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de i:li|lc'úo soci.í!1, c'"ll b"::€-1, ecôi-Â:'-ìco e a:i'oaenlrâ.I, i Ì1tro dìls1-c'J o 111clÌÌ:ji.Je ..í)vos coÌ,ceibos rÌa fiiosofi.r Co iI'ab.rl-liô do tÌlrisüo Ìecei)iiïo da r:e:,1ão, i,-!oì :ìil:l:Ìo i: ,i'.:a -!ar!11.Iìï.eÌìte ao e.lildo êa ïj-abÌliCade
poÌíì:ica, -üécric:1, ccorlôt.ìic]-iliil.lilceir:r e de cr)rri:'o1e f isco-eil'e!-:a+r:ário; ::l|lr]]d j,,ìi zoE no aÊl:!:1'JD bo úo pi-"o je bo ìlaìêot cjrìe se ettiìa \.te
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III ) i,r !'e.r-s.ie iì. irlrortiulira :rerrórra j!:í] gior]a"l, ilo
ra,i:L.lr,tai.1ja de s LIr',i{1it irêÌo crêscì:iteÌrto \'':IiijinoJo 9 d€lc r'é iì3ào "
IT )AÌ:jc1ìrtsfa.,'ão !u'ìJ irÌ:- iì i\.5 .í1.o::.s coc:.Lc;:e ti.lt s,i'eìo c.:.ici...c::1o ús:.:.-ì.r:-;) :-: . rì:-: '::.j, ::o +IÌ )

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' ..:it:.:.c' j:.r--, , co.-rj.L -.',j:lc-:e
i ár.'a .j:to -:

.i olÌa-i.
';I ) Se .-.16;.1ç.73 tLr rlvc-r.-rá:'ro ìc 1:';r.r:.:J:'lio a-:::ie::uai, eccrrsr!co, cui L1.,r.ll e soclal., io;,teÌi::|.i]ic
+ i:t:s:i-.:ri l,o '-Ìo: i/-:.1.o:alÊ a.::,ior::ie.
i.ï) ic cc.,jiie-': - i:,'.r."':re i.a oà :,acia úo . tüìja cü
.:lac ro-:,.'e

ìio iarJr'.le

j..: L'eljlrri!

io.

1

@
VIII)

pÌojsto alespertar ns.
comunldaaìo ]lagÍonaf, LìlÌla conscíônc1& o educagffi
pê.râ o turisÈo"
ta'
LÍl Cor ìrase no lLÀÌl-Dru, cada n,rr-r cíplo aesenfãr,a
,
seu -otano de desenvoLvjflenLô !ÌrüÈ c j p"f e.pS;cf-. J
co e csìiabeleça i1alos de oculaqã.o e=paciaflii
pêi taÌìdo direÌrizsê bás1eas como íoÌ:úe de g
Se ga.rslrta

a

oportu.'Ì1d&de do

tir ÌÌÌn dêseÌ1vofvlnento €qd1ibrs.do, sendo s.EÊim o
projeto da unÌão física o do conry1eÍo ìorístlco, ,
uoa lnsersão perúa-llêntê Ì1o oonteÍto da econoni&
- rBgional.
ï) Os Ìnunicíllos que já tentran aloBenvofvÌdo s€u pÌsno da desên1ÌohCrcêdto lncoÌporein eseas nova òi16ÌrizeB e se lor necessáfÍo íaçem os reEaneJan€ntos
n)

adequados em função de6sa nova reeÌ1dade.
EÌE clna dêsse Plano de Dssonvof..iEênì;o úa Resiáo

l ntorÌrac1oÌÌeÌ, caáa nlnicípto Êgrulre sêus projeboÊ
da ároa t'ai:ís tica e de inÍÌa,- e s ìrutui.as urbanÂg
que possêro co:raÌ'aborai coÌtr o obj€tivo cêntiaf, conÉ
ti tÌì-indo-êe dessa nânelrs. peça funalamental pâra ì1ìÌB traÌ e docunentar qus_lquêr pretensão lrüto
a
organlsúos nacloÌÌels e lntelnaclonais da 1[vest1nontos e íì naÌÌc 1s-a ê Ìr,t o s .
Ì) Conì vistas s conpteroontaqão cÌo iÌem n,deve-Ee con
sÍdersï todos os llroJgtoe oÌa en ands.nento ou pf€_
vistos !ara sereÌü rjntegrados na Ìlolítica iÌo d€Éeni
v olÍ1nênto ee onônric o, aspecificamentê na área do trrrisno, lÌoje Já carentee ôe injeção !ìe iecuÌsoÉ para sua agilização € quÊ pa:.a melllôr ênì;enil1flento,
crÌ6o.breslI6l ro:-.c.Lr-o_ dG ColÌvonçõeej
çr t9*le.,ro
!orl4l
le elrtrada, Aven-IJâ. B Êi r-G_R_Lo
e outirod^
nll) :'n oÌ01 re.ìn.c p-ì-b,co r" D:--:.volvìc.enLo dene6ião Ínternacioneú, conBagrada pelos poderes príb11co6 e forçs.s produtlves, crien-se inBtrumenios
de ordeoação e coordenação apl1cáveig à coodutas
doÉ que partj,cilelr úo ?1
TTO F. CAEEIYAFÌTOIÌ,ìÌì
R€jaião Ìnternãclonel- - ?l
0l]cÌrl

ïc .È:-:1::. Cl..ll i1J
Pôssr:r Ê:rLr:,ì-", í::, 1ì,:rio!,
1. iJ!rn1nl.!, Cl.t., ìt-tós .
Dô.uÍn3nlos o PÒs! s Ju,ldl..t:
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Foz Do IGUAÇú, EsÍ: FÂíìrrìi - BRASI

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