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PUSLICOS

EXTRAVAGANTE

CONTRA

A

I

CRIMES

DE

"LAVAGEM"

FUNCIONÂRIOS

INQ/3983

3555

-

DIREITO

PENAL

I

CRIMES

PRATICADOS

OU VALORES

POR

ADMINISTRA~ĂQ EM GERAL I CQRRUP~ĂQ PASSIVA

3628

-

DIREITO

OU OCULTA~O DE

PENAL

BENS,

r

CRIMES

DIREITOS

PREVISTOS

NA LEGISLAC;AO

DE PENAL BENS, r CRIMES DIREITOS PREVISTOS NA LEGISLAC;AO Supremo Tribunal Federal ~ ~ .l ~

Supremo Tribunal Federal

~

~

.l ~

Supreme Tribunal Federal

Inq 0003983 09/03/2015 11:47

0000036.31.2015.1.00.0000

.111/1111111111111111111111111111111111/111111111/11111111111111111/~IIII/I

~IIII/I VOL.02 COM 02 VOLUMES Inquerito INQUERITO 3983  

VOL.02

COM 02 VOLUMES

~IIII/I VOL.02 COM 02 VOLUMES Inquerito INQUERITO 3983   PRQCED.  

Inquerito

INQUERITO

3983

 

PRQCED.

 

DISTRITQ

FEDERAL

DISTRIBUI~AO EM 09/03/2015

ORIGEM.

:

PET-S278-SUPREMO

TRIBUNAL

FEDERAL

RELATOR(A):

MIN.

TEORI

ZAVASCKI

 

AUTOR (A/S)

(E8)

MINIST~RIO PTJBLICG

FEDERAL

PROC, (A/S) (E8)

PROCURADOR-GERAL DA REPUBLICA

 

INVEST. (A/S)

EDUARDO

CUNHA

 

ADV. (A!S)

MAVRQ

CQELHQ

TSE

ADV. (A!S)

FERNANDQ

DA

VEIGA

GUH1ARAES

AG.REG.

NO

INQUERITO

INQUERITO

3983

 

PROCED.

:

DISTRITO

FEDERAL

DISTRIBuryĂO Ef-l

23/04/2015

ORI GEM ,

:

PET-5278-SUPREMQ

TRIEUN.Zl

L

RELATOR(A):

MIN.

TEORI

ZAVASCKI

 

AGTE. (S)

 

EDUARDO

CUNHA

ADV. (A!S)

MAURO

COELHO

TSE

ADV. (A/S)

FERNANDO

DA

VEIGA

GUIMARAES

 

AGDO, (A/S)

MINISTERIO

PUBLIca

FEDEHAL

PROC. (A/Sl (ES)

PROCURADQR-GERAL

DA REPG~LICA

.~

STr: 102175

• • • rJ q N°3 3 :6 3 Se~ăo de Processos Originarios Criminais TERMO DE

• rJ q N°3 3 :6 3

Se~ăo de Processos Originarios Criminais

TERMO DE ABERTURA

Em Z {(

de

01-~

2

volume

dos

[lresentes

que se inieia il folha n'

Eu,

de;.-----

2. cI J

,

lavrei o presente termo .

de 201

5, fiea formado o

autos

do(a)

Analista/Teenieo

J udiei:hio,

TERMO DE .Jl!NTADA JUllto a e,HC!; autos o protocolado de n° ~I· ~()1 /2015 que

TERMO DE .Jl!NTADA

JUllto a e,HC!; autos o protocolado de n° ~I· ~()1

/2015

que scguc.

f:\

llrasfEa,

de ~}

de 2015 .

-

ROBERTABORGES DE BARROS

Matrfcula 2419

,

Garc~

deSouza

A,OVOGAOQS ASSot:l./\OOS

EXCELENTisSIMO

ZAVASCKI

SR.

MINISTRO

INQ N" 3.9831DF

DO

EXCELENTisSIMO ZAVASCKI SR. MINISTRO INQ N" 3.9831DF DO REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS SUPREMO

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

SUPREMO

TRIBUNAL

FEDERAL

TEORI

CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL TEORI EDUARDO COSEN1lNO DA CUNHA, brasileiro, casado, Deputado

EDUARDO COSEN1lNO DA CUNHA, brasileiro, casado, Deputado Federal,

inscrito no CPFIMF sob o n° 504.479.717-00, corn endercyo profissional na Câmara

dos Deputados,

Vossa Exceh?ncia, por seus

advogados ao final assinados 1, corn fundamenta no artigo 231, §4°, alineas "e" e "e"

Distrito Federal, vcm respeitosamente

Pralţa dos Tres Poderes, Edificio Principal, Sala 22, em Brasilia -

fi. presen~a de

ele o artigo 317, ambos do Regimento Interna do Suprema Tribunal Federal, interpor

AGRAVO REGIMENTAL

contra a decisăo profcrida nas autos da PetiiYăo n° 5278, a gual detcnninou a

instaura'i=ăo do presente inquerito em face do ora agravante, requerenda, desde ja, a sua

reconsiderayăo para a fim de ser determinado o arquivamento do procedimento ou,

caso assÎm nâo se entenda, seja o presente levada a julgamento pela Plemirio da

Suprema Corte, que certamente Ihe havera de dar provimento, pelas razoes de fato e

direito expostas a seguir.

1 Procura~ao em anexo .

• s::;" 3322.0088 1 R~a V

:oo>de

do Rio 8ran", 16.30! Ed GIa

, Conjs 2201 12203 j 80420·210 Curi,jba I'R

_$'41 3225.(K)25! SAFS Ou&dre 02 Lote 021 Ed V;~ Offke Conj> 1071407 17007()

b()()

B""ili~ OF

_$'41 3225.(K)25! SAFS Ou&dre 02 Lote 021 Ed V;~ Offke Conj> 1071407 17007() b()() B""ili~ OF

,

Garc~

deSouza

ADVOGADOS ASSOCIADOS

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS A$SOCIADOS

OI.

Vossa Excelencia detenninou a instaural;ăo de inquerito contra o ora

reguerentc, atendendo a pedido do Procurador-Geral da Republica, nos tennos do art.

21,

regimental atribui

inquerito quando "o fato narrado evidentemente nQo constitui crime" e em razao de

autoria ou materialidade", hip6teses estas

verificadas no casa dos aut05, consoante se passa a demonstraT .

inciso XV, do Regimenta Interna do STF. No entanto, o mesmo dispositivo

competencia ao RelataT para determinaT o arquivamento de

de

indicios

minimos

de

"ausencia

02. A Procuradoria-Geral da Republica apoiou-se, como fundamenta para

inquerito contra EDUARDO CUNHA, exclusivamente em

requer

a

abertura

de

contra EDUARDO CUNHA, exclusivamente em requer a abertura de depoimentos prestados pela delator ALBERTO YOUSSEF, em

depoimentos prestados pela delator ALBERTO YOUSSEF, em 13.10.2014 (Termo n. 13

- Ils. 14/16) e 11.02.2015 (Termo o. 15), e 00 de JAYMEALVES DE OLiVEIRA FiLHO.

03. A leitura atenta dos referidos depoimentos revela, contudo, que as

infonna~5cs deles extrafdas nao possuem qualquer consistencia e idoneidade para

gerar credibilidade, nâo podendo, portanto, receber

indidos.

tecnicamente a qualifica~ăo de

Do DEPOIMENTO DE AL.BERTO YOUSSEF

04. De acordo corn o pedido de instaura~ăo de inqucrito feito pela

Procuradoria-Geral da Republica,

EOUARDO CUNHA em depoimento prestado em 13.10.2014 (Tenno 13), seodo

postcriormente detalhado

relacionados a

um contrato de loca~âo de sondas pela Petrobnis junto a empresa

em 11.02.2015 (Termo 15), coma participante de fatos

ALBERTO YOUSSEF teria meocionado o nome de

Samsung. A declara~ao foi dada nos seguintes tennos:

_'!"

3322.0088 1 Rua VOSCOt>de do Ro" Branoo 16J0 1 Ed GI~"f Conj. nOI. 22031 B0420·210 Curi\Ib~ PR

.S\., 3225.0025 15AFS Ou.d,s 02lo,~ 021 [d Vi. Offic~ C"nj. 107/407170070.600 B"",lie OF

com_b,

9·rcl.d~.ou,

Garc~

deSouza

A,OVOGAOOS As,soelAlXlS

REG1NALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOC1ADOS

"Que

JULIO

CAMARGO

re/atou

determinado

momento,

deixou

de

ao

declarante

que,

repassar

os

valores

em

para

FERNANDO SOARES e este ultimo, para pressionar, fcz um pedido

EDUARDO CUNHA pedisse a uma Comissiio do Congresso

para

para queslionar Iudo sobre a empresa TOYo.

M1TSUE e sobre

::z '(5

iULIO CAMARGO, SAMSUNG e suas re/ar;oe" corn a PETROBRA,5,

cobrando

EDUARDO CUNHA surgiu

Oue, salvo

conlratos

e

Gulras

questiJes;

(

)

Que

o

Dame

do

alraves do JULI O CAMARGO;

cRgaRo. PAULO ROBERTO COSTA mencionou o

Dome de EDUARDO CUNHA durante esse epis6dio; "

05,

presenciou,

Come pode se observar de suas declarayoes, ALBERTO YOUSSEF nao

nem

tampouco

participou,

dos

supostos

-

e

diga-se

desde

logo,

inveridicos - fatos os quais relatou. Vale dizer: seus depoimentos, pelo menos no que

diz respeito ao ora agravante, nâo se referem a fatos dos 9uais tivesse conhccimento

direto, pois se reporta a acontecimentos supostamente relatados exclusivamente

por duas pessoas: PAULO ROBERTO COSTA e JULIO CAMARGO.

06,

prestado em

mencionado o nome

Pois bem. No tocante a PAULO ROBERTO COSTA, este, em depoimcnto

11.02.2015 (Tenno de Declararroes n° 2), negou expressamente ter

de EDUARDO CUNHA:

"QUE nunca Iralou com o depulado federal Eduardo Cunha do

aluguel de sondas pela Pelrobras junlo ti empresa Samsung" .

~., 3122.00881 lI~a V/SCOtId. do 1110 e.,<KO 1630! Ed GIH

-

Conjs 2201 .2203180420·210 Curidba FR

.:;10\ 322S,002S 1SAFS Ouadra 02 l.ote 021 Ed \Ii~ Offic~ C"nj. 107l~07! 70070·600 Sra.ma OF

Curidba FR .:;10\ 322S,002S 1SAFS Ouadra 02 l.ote 021 Ed \Ii~ Offic~ C"nj. 107l~07! 70070·600 Sra.ma

Garc~

deSouza

ADVOGADOS ASSOC!1lDOS

• Garc~ deSouza ADVOGADOS ASSOC!1lDOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS 07. Convenientemente, tai

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

07. Convenientemente, tai depoimento e sonegado pela Procuradoria-Geral

da Republica em seu pedido de instaura~ao de inquerito contra EDUARDO CUNHA,

apesar de ter ciencia inequivoca de seus termos, pois prestado na sede do Ministerio

Publica Federal no Rio de Janeiro aos integrantes do Grupa de Trabalho por ela

designado.

08 .

la corn

rela~o a

JULlO CAMARGO

(que

tambem

finnou acorda de

delaiţăo), e

apesar de

depoimentos,

pade-se

EOUARDO CUNHA nao

ter tida acesso

aos

afirmar

gue

neles

nâo

ha

rderencia

a

seus

sua

inumeros

suposta

participa!tao DOS (atos narrados por ALBERTO YOUSSEF, Da medida cm gue JULIO

CAMARGO Dân teria se referido a pessoas com prerrogativa de fora.

09. Tanto eassim, gue o Procurador-Geral da Republica, em manifestar;âo de

16.12.2014, apresentada em procedimento distribuido por dependencia it Reclamar;ăo

n° 17.623-PR, copiada as fis. 69 a 192 destes autos, afirmou: "Foram realizados 12

acordos de colaborafTiio, sendo que em apenas 2 ha referencia a pessoas delenloras de

prerrogaliva de foro (um ja homologado, de Paulo Roberto Costa, e o presente rde

Alberto Youssef], ora submetido li analise)"2.

Em suma, as duas fontes gue supostamente teriam mencionado o

nome de EOUARDO CUNHA - e as guais dariam suporte as afirmar;oes inveridicas de

ALBERTO YOUSSEF - jamais se referir3m 30 seu nome. Desta forma, a unica

conclusăo possivel a ser extraida e a completa e absoluta imprestabilidade do citado

!O.

depoimento

coma fundamento para o pedido de abertura de investigar;ăo contra o ora

agravante,

2 FI. 72.

•55" 3322.008111 Ru. V<Kondil do Rio n,anco 163() 1Ed GI

,

Con!> 2201 a 22031 B)420·210 C~ri:jb~ f'R

'~HI 3225.0025! SAFS Quod!a 02 Let

021 Ed \/io Offk

Conjo 107/4071 70070-600 Br_lie OF

ga~.d"~OUl•.<;om.b,

Garc~

deSouza

AOVQ"AOQS ASSOCIAOO:>

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

Do DEPOIMENTO DE JA YME ALVES DE OLlVEIRA FU

HO

Do DEPOIMENTO DE JA YME ALVES DE OLlVEIRA FU HO 11. A promo~ăo de instauralţăo do

11. A promo~ăo de instauralţăo do presente inquerito sustenta-se, ainda, no

depoimento de JAYME ALVES DE QLIVEIRA FILHO, funcionărio de ALBERTO YOUSSEF

encarregacto de realizaT o transporte de dinheiro a pedido deste. Vale destacar, desde

loga, que ]AYME ALVES DE OLIVEIRA nao firmau acorda de colaborafYâo corn o

Ministerio

Publica

Federal,

e,

portanto,

compromisso legal de dizer a verdade.

sua

oitiva

nao

foi

condicionada

ao

12. Segundo narrado no pedido de abertura de inquerito, JAYME ALVES DE

GUVEIRA prestau depoimento afirmando que teria realizado a entrega de numerărio,

por ordem de ALBERTO YOUSSEF, em uma casa localizada em condomînio residencial

no

YOUSSEF, seria de EDUARDO CUNHA.

Rio de Janeiro que, segundo supostamente teria Ihe confidenciado o proprio

13. Apesar de acobertado por sigilo, tai depoimento acabou "vazando" para a

imprensa, sendo objeto de inumeras reportagens jomalisticas especulando acerca do

suposto envolvimento de

Lava Jato". Tudo isto, vale destacar, justamente as vesperas da elei~ăo para a

Presidencia da Câmara dos Deputados, da qual EDUARDO CUNHA acabou sagrando-se

EDUARDO CUNHA nas investiga!j:oes da chamada "Operayao

vencedor.

14. Diante dos fatos noticiados pela imprensa, EOUARDO CUNHA protocolou,

09.02.2015, manifesta~âo dirigida ao Procurador-Geral da Republica (doc. anexo)

ern

comprovando, atraves de certidoes do Registro

de sua

propriedade a residencia em gue teria sido (eita a eotrega dos valores

encaminhados

reconhecido pelo Procurador-Geral da Republica.

de Imoveis, que

oao era

foi

por

ALBERTO YOUSSEF.

Destaque-se que este fato

inclusive

'55~, 3322.00881 R\i~ V~e do Rio B,anca 11!J\)J Ed GI

'

C<>ni> 22\)1 • 2203100420-210 Curi,iba f'R

'!~'ll22S.00251 SAFS Ouadra 02lo1e 021 Ed v'" Olflce Con';' 107ld071 70071H(IO B,_1j~ OF

'!~'ll22S.00251 SAFS Ouadra 02lo1e 021 Ed v'" Olflce Con';' 107ld071 70071H(IO B,_1j~ OF

Garc~

deSouza

AOVOUADOS AS.~OClAOOS

• Garc~ deSouza AOVOUADOS AS.~OClAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS 15. Mas nâo foi so.

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

15. Mas nâo foi so. Tambem aneXOll a petirrao apresentada pela advogado do

propria JAYME ALVES DE OUVElRA, dirigida a Autoridade Policial que presidia o

inquerito em Curitiba, em que este desmentia categoricamcnte ter fcito entrega de

valores a EOUARDO CUNHA. Confira-se a parte ora relevante:

Relatlvamente ao proprietârio do im6vel que inc1usive recebeu a referida encomenda,

o declarante nao pode afirmar efetlvamente tratar-se do mencionado Deputado, e,

inc\usive, ao questionar na portaria do condomfnio, bem como a funcionărios que

trabalham na localidade, estes informaram que nesse endere~o nâo reslde, nem nunea

residiu, o Deputado EDUARDO CUNHA.

16. No que concerne a esta posterior manifesta~âo de JAYME ALVES DE

OUVElRA, deve~se desde logo fazer o seguinte registro: ao contnirio do que afinnado

pela Procuradoria-Geral da Republica

~ inclusive sugerindo sem qualquer

"tenha sofrido pressăo" ~ năo houve retijicar;iio de suas

embasamento que o mesmo

declaraţăes. Em verdade, JAYME ALVES DE OUVElRA noticiou o endereco correto

em que Ieria ocorrido a entrega dos valores, infonnayăo esta confirmada pelo delator

ALBERTO YOUSSEF e năo qucstionada pela Procuradoria~Geral da Republica.

17. Ademais, caso realmente pairasse qualquer duvida sobre esta retificayăo,

ao inves de sugerir indevidamente que o depoente teria so/rido pressăo, devcria a

Procuradoria-Geral

delatores

utilizar este pronunciamento como um suposto indfcio contra o ora agravante .

PAULO ROBERTO COSTA e ALBERTO YOUSSEF. Entretanto, preferiu-se

da Republica te-Io inquirido novamente, tai coma feito corn os .

• !:541 3322.OO88! R". V<K<>t'Ide do RIO 1;',"00 11>:;0! Ed GI•• g, Conj, 2201 • 2203! &0420-210 Curi,iba f'R

."., 3225.00251 SAFS a

dra 02 leI,. 02! Ed Vi. Offi<~ Conj. 1071407170070-60(' 8,~oill" DF

f'R ."., 3225.00251 SAFS a dra 02 leI,. 02! Ed Vi. Offi<~ Conj. 1071407170070-60(' 8,~oill" DF

Garc~

deSouza

ADVOGAOOS ASSOCIAOOS

Garc~ deSouza ADVOGAOOS ASSOCIAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS 18. Ainda quanto ao depoimento de

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

18. Ainda quanto ao depoimento de JAYME ALVES DE OUVElRA, o delator

ALBERTO YOUSSEF, o qual supostamente teria mencionado que os valores seriam para

EOUARDO CUNHA, em recente depoimento complementar especîfico (Termo n. 15)

nega expressamente tai informacăo. Confira-se:

"OVE nestes enderesos Dunea foi especificado gue os va.ores scriam

QUE o

Dân tem conhecimento de este imovel ter ligacâo corn

declarante

EDVARDO CUNHAj OVE o declarante nega gue tenha dita a JAYME,

em alguma oportunidade. guc havia dcterminado a entrega de valores

cntregues a EDUARDO CUNHA ou a pessoas ligadas a ele; (

)

para EDUARDO CUNHA;(

)

QUE recebeu da OAS apenas o endereyo e

o nome da pessoa corn qucm o cntregador Ieria quc contatar, mas que nao

era EDUARDO CUNHA.,,3

19. A Procuradoria-Geral da Republica, talvez vislumbrando a absoluta

fragilidade da tentativa de vincular

JAYME ALVES DE OUVElRA, apela â sugestâo de gue tais valores seriam destinadas a

EDUARDO CUNHA â suposta entrega realizada por

EDUARDO CUNHA em razâa de terem sida entregues 3 pessoas a ele ligadas.

20. Para tanto, afirma que a casa aonde teriam si do entregues os valores seria

de

que por sua vez "possui !ortes Iiga~âes com EDUARDO CUNHA", e cujo filho, o

PMDB "justamente em

deputado federal

subs/itui~ao a Eduardo Cunha".

foi

FRANCISCO JOSE REIS, eX-3ssessor do deputado estadual JORGE SAYEDA PICCIANI,

LEONARDO PICCIANI,

eleito lider do

~ Transcri9ăo de fls. 26/27 d~ manifestUl;:ăo do POR n~ Pcti9ao n. 5278 .

•"" 3322.ooaa 1fi

V',scond~ do

Rlo Br.nco 1 /030 1Ed GIII-er Con). 2201 ~ 2203 180420·210 Cu,;',b. PR

.u., 3225.0025 1SAFS Ou.dr. 02 Lo,e 021 Ed Via Of/ice Conj. 107N07 170070-600 B'a.lli

DF

Cu,;',b. PR .u., 3225.0025 1SAFS Ou.dr. 02 Lo,e 021 Ed Via Of/ice Conj. 107N07 170070-600 B'a.lli

Garc~

deSouza

ADVOGAOOS ASSOCIAOOS

REGINALDO OSCAR DE CASTRO

ADVOGADOS ASSOCIADOS

21. Corn o devido respeito, as ila~oes feitas pela Procuradoria-Geral

devido respeito, as ila~oes feitas pela Procuradoria-Geral da Republica para fundamentaT as suas suposi~oes

da

Republica para fundamentaT as suas suposi~oes beirarn o absurdo. O deputado JORGE

PICCIANI e simplesmentc o Presidente do Direterio Estadual (i) do partido do

agravante, (ii) no estado do agravante! Por 6bvio gue EDUARDO CUNHA "possuiforte

ligavoes" corn JORGE PICCIANI. Ligayoes estas gue decorrem do exercîcio da atividade

partidâria eate mesmo da propria legislar;:ao eleitoral.

22. Da mesma forma mostra-se absurda a tentativa da Procuradoria-Geral da

Republica de utilizaT a eleir;:ao de LEONARDO PICCIANI para o posto de lider do PMDB

na Câmara dos Deputados, como fato apto a dar guarida as suas supoSÎ90es. Vale

lembrar que o refcrido parlamentar foi al~ado it. condi~ăo de lider do partido atraves de

elei~ăo rca1i7

ada

por uma bancada composta de 72 (setenta e dois) deputadas federais!

23. Assim, a sugestăa da Procuradaria-Geral da Republica, de que a supasta

remessa de valares seria destinada ao agravante porque teria si da entregue a pessoas a

năo possui cancatena~âo logica, nem tampouco qualquer elementa

indiciario minima que autarize taI raciocinia.

ele Jigadas,

EOUAROO CUNHA năo e. nem

24. Em sintese, para finalizar este topico: (i)

nunea foi, proprietario do imovel em que feita a suposta entrega de dinheira; (ii)

jamais residiu no local; (iii) o depaente JA YME ALVES DE QUVElRA FILHO desmentiu

posteriormente a informa~ăo; (iv) e o propria emissario do dinheiro, ALBERTO

YOUSSEF, sob o campromissa de dizer a verdadc, nega expressamente ter scguer

mencionado 9ue os valores seriam para EOUAROO CUNHA.

• \\., 332:>.00881 R~. Vi"",,<>de do Ri" Branco 1&30 1 Ed GI

, Con). 2201 • 22031 BO-l20·Z10 Cu,ilib2 PR

_110< 3225.1)()251 SA.F"S QU2d,. 02 Lole 021 Ed v

Offic~ C"nj. 10".07170070-600 B,~.~i. OF

PR _110< 3225.1)()251 SA.F"S QU2d,. 02 Lole 021 Ed v Offic~ C"nj. 10".07170070-600 B,~.~i. OF

Garc~

deSouza

,o\OVOGADOS ASSOCI,.O,OOS

Garc~ deSouza ,o\OVOGADOS ASSOCI,.O,OOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS CONCLUSAO QUANTOS AOS DEPOIMENTOS

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

CONCLUSAO QUANTOS AOS DEPOIMENTOS

DE ALBERTO YQUSSEF E JA YME ALVES DE OUVEIRA FILHO

25. Coma demonstrado acima, tudo o gue foi dito por ALBERTO YOUSSEF e

JAYME

ALVES

DE

QLIVEIRA

FILHO

revela-se

imprestavel

para

motivaT

um

procedimcnto investigatDrio, na medida em gue nao caracterizam indicios minimos de

autaria e materialidade delitiva.

Quante

ao

ponta,

alertam

EUGENIO PACELLI

e

DOUGLAS FISCHER

4

que:

"nâo e incomum encontrar·se em Înumeros inqueritos, e mesmo no curso de

a(ţoes penais, referencias gencricas as provas indiciarias, dando-Ihes, pOfli!m,

o sentido de

produr.;ăo de novos elementos de prova para a constatayăo do fato.

No eotanto, nâo eessa a interprcta.;âo a ser Ceita 00 âmbito da prova 00

processo penal.

Iodicio significa o juizo -

scmpre, da

suposir.;oes ou

sllspeitas

16gicas, dependentes,

logico, sim - por meio do qual, a partir da

comprovado efetiva de um fato ou de uma circunstância, se deduz a

existeocia de outro(a) (fato ou circunstâocia).

indfcio

Edizer: a prova obtida pela

e fruto unicamente de uma operayăo intelectual, cuja premissa,

necessaria, ea existeocia de uma prova material sobre dcterminado fato

ou circunstância".

26. Por sua vez, BARBOSA MOREIRA ensina que "o lugar e a fum;iio do

indicio nâo se equiparam perfeitamente ao lugar e ii fum;âo de um documento ou de

uma declarar;âo de leslemunha", e afirma que indicio "ti. ao mesmo tempo, ponto de

chegada e novo ponlO de partida: o 6rgiio judicial vem a conhece-lo com base no

documento ou no testemunho, e vale-se deie, num segundo passo, para formar a

presunr;âo"s.

4 OLIVEIRA. Eugenio Pacclli de; FISCHER, Douglas. Comentarios ao C6digo de Processo Penal esua

jurisprudencia. 4" cd. rev. e alual. ale dezembro de 2011. Sâo Paulo: Alias, 2012, p. 451. .1 MOREIRA. Jose Carlos Haroosa. Temas de direilO processual. Săo Paulo: Saraiva, 1977, p. 58 .

• ,j<1 3322.1l0881 R~. Vio.co~d. do Rio aronco 1630 1Ed GI

, Canj. 2201 • 22031 ~042tJ·210 Curitoba f'R

.!i>6\ 3225.0025 1SAFS Ouad,a 02 Lele 021 Ed V

Office Cani> 107l~07170070-600B,_li~ OF

Curitoba f'R .!i>6\ 3225.0025 1 SAFS Ouad,a 02 Lele 021 Ed V Office Cani> 107l~07170070-600B,_li~ OF

Garc~

deSouza

AOVOGADOS AS~OCIAOOS

Garc~ deSouza AOVOGADOS AS~OCIAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO A DVOGADOS ASSOCIADOS 27. De tais lir;:5es conclui-se

REGINALDO OSCAR DE CASTRO A DVOGADOS ASSOCIADOS

27. De tais lir;:5es conclui-se gue năo se pade ter por indicios minimos de

au/aria e materialidaJe delifivas os depoimentos prestados pela delator ALBERTO

YOUSSEF e por JAYME ALVES DE DUVEIRA FILHO. Corn efeito, ao se referir a falos

vivenciados por terceiros - e Dio confirmados por estes, repita-se - tais

depoimentos

Dâo ostentam aptidâo para comprovar os fatos neles Îndicados e,

portanto, "ao podem conduzir a gualguer juizo indiciario em desfavor de

EOUARDO CUNHA.

DEMAIS FATOS !\IENelONADOS PELA PGR

28. Por Qntro lada, a Procuradoria-Geral da Republica destaca oun-os dois

supostos acontecimentos que, ao seu veT, justificariam a abertura de inquerito, mas que

flagrantemente tambem saa inidoneos para tanto.

29. Quanto ao epis6dio mencionado por ALBERTO YOUSSEF, mais uma vez

fundado em informacrăo gue lhe teria sido passada por JULIO CAMARGO, a respeito de

suposta participacrao de EOUARDO CUNHA em adocrăo de medidas, no âmbito da

Câmara dos Deputados, visando pressionar JULIO CAMARGO, Hâo ha refercHcia a

qualquer ato que EDUARDO CUNHA tenha praticado nesse sentido. E nao ha esta

mencrao simplesmente porque o agravante nunca apresentou qualquer requerimento ou

proposicrao relativa as empresa indicadas. Bastaria a Procuradoria-Geral da Republica

site da Câmara dos Deputados para verificar que a

realizar uma pesquisa junto ao

informacrăo prestada era absolutamente falsa.

30. Obviamente, nao se pode atribuir ao agravante a responsabilidade por ata

legitimamente praticado por outro deputado no cxercicio regular de sua atividade

parlamentar. Ademais, o Sr. JULIO CAMARGO, gue tambem assiHou acordo de colaboracâo, nâo mencionou tai epis6dio. uma vez gue o Procurador-Geral da

~., 3322.0088 !RuaV

rond.do Rio 8,anc" 1630! Ed GIHat Conjl2201 a 2203! 1ro42(1·210Curit>lwl PR

'''.' 3225.0025 I $AFS Ot:~d," 02 lett- 021 Ed 1,1," O/f,ce Canj. 107/407 170070.600 S,a.ili. DF

g"""od

ou,a.com.b,

Garc~

deSouza

AOVOGADOS ASSOCIAIXlS

Garc~ deSouza AOVOGADOS ASSOCIAIXlS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS Republica nâo faz gualguer referencia

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

Republica nâo faz gualguer referencia ao mesmo. Portanto, tam bem aqui nâo ha

qualquer indicio da prâtica delituosa imputavel a EOUARDO CUNHA.

31. Alern desse fato, a Procuradoria-Geral da Republica sugere, tam bem

coma elemento justificador da abertura de inquerito, que o recebimento de doa~âo de

campanha oriunda de pessoa ou empresa investigada na chamada Operayao Lava-Jata,

scria

a

despeito

de

lega.menlc comunicada

ao

Tribunal

Superior

Eleitoral,

revelador do suposto envolvimento do agravante.

 

32.

Confonne dispoe o art. 188, inciso 1, do C6digo Civil, "noa constituem

alos iliei/os os praticados (

)

no exercicio regular de um direito reconhecido". As

doar.;5es de pessoas fisicas e jurjdicas para campanhas eleitorais, por sua vez, sao

previstas, respectivamente, nos artigos 23 e 81 da Lei n° 9.504/97. Dessa forma, o

simples fato de o agravante ter recebido

doa~oes de campanha - legalmente

registradas na Justica Eleitoral - de pessoas ou empresas investigadas em

procedimento criminal consubstancia

um irrelevante penal. Mais: e fato que

consubstancia mero exercicio regular de direito.

 

33.

Em que pese a absoluta legalidade e legitimidade das doa~oes recebidas

por

EDUARDO CUNHA, gera apreensao o fato de a Procuradoria-Geral da Republica

nâo demonstrar o mesmo rigor e diligencia relativamente

as doayoes recebidas por

outros mencionados nos depoimentos prestados no âmbito da chamada

"Operayao

Lava Jato."

34.

Conforme

se

vera a seguir, o Senador DELCIDIO AMARAL foi

mencionado pelo delator PAUW ROBERTO COSTA como beneficiario do esquema de

Petrobras. Contudo, corn relayao ao mesmo, a

nao teve a mesma diligencia que teve corn o ora

Procuradoria-Geral da Republica

agravante, nao verificando junto ao Tribunal Superior Eleitoral as doayoes recebidas

pelo referido parlamentar.

desvio de verbas no âmbito do

+15<,3322.00881 R". V,>«>nde

do R,o Br.nco 16:10 1 Ed GI

, Con}s 2201 • 12Q31 8D420·210 Curitib~ PR

.5301 3225.0025! SAFS a".d,. 02 Le", 021 Ed Vi. Of/;c~ Conj. 107/401170070-00(1 8,,,,,1;8 OF

Curitib~ PR .5301 3225.0025! SAFS a".d,. 02 Le", 021 Ed Vi. Of/;c~ Conj. 107/401170070-00(1 8,,,,,1;8 OF

Garc~

deSouza

AOVOGAOOS ASSOCIAOOS

Garc~ deSouza AOVOGAOOS ASSOCIAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS 35. Se o tivesse feita, observaria

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

35. Se o tivesse feita, observaria que o Senador DELCIDIO AMARAL declarau

il Justi(ţa Eleitoral, em sua presta9ăo de contas relativa il campanha de 2010, ter

recebido doa~5es do proprio delator ]uuo CAMARGO, das empresas que este operava,

e ainda de empreiteira

tambem investigada no âmbito da "Opera9ăo Lava Jato",

eonfira-se:

 

a) JUiio Camargo: R$ 100 mii reais;

b) Piemonte Empreendimentos LTDA: R$ 50 miI reais;

 

c) Treviso Empreendimento LTDA: R$ 50 mii reais;

d) Treviso Empreendimento LTDA:

R$ 100 mii reais;

e) UTC Engenharia: R$ 500 mii reais.

36.

A despeito de ter recebido doa~6es "de varias empresas que ja

se

demonstrau estarem diretamente envolvidas na corrup9ăo de parlamentares", tai

como afirmado pela Procuradoria-Geral da Republica corn relayao ao ora agravante,

concluÎu-se que, no que se refere ao Senador DELClDlO AMARAL, "năo ha como, nesle

aU/os, dar andamenlo a

momento, em face do que se tem concretamente nos

investiga9âo formal em detrimenlo do parlamentar,6.

37.

Desta

forma,

restando

demonstrado

que

o

recebimento

de

doayaes

devidamente

declaradas

â

Justi~ Eleitoral

nao configurar, por 6bvio, ilicito de

natureza penal, mas ao contnirio, o exercicio regular de um direito, impac-se, tambem

por esta razăo, o arquivamento do presente inquerito.

6 Promoţâo de arqui\'amento da Pet5252.

•5541 3322.008B I R~, V'sconde do R',o Br~nco 1630 J Ed Gla.er Coni_ 2201 a 2203180420·210 Curitiba PR

.<", 3225,0025 1SAF5 Ouad,. 021.ote 021 Ed V-"" Off'1« Conj, ,071407 I JOO7Q.600 B'

li~

OF

ga"'i.d~o"z

com.bt

Garci~

deSouza

ADVOG"OOS ASSOCIAOOS

Garci~ deSouza ADVOG"OOS ASSOCIAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS DA AUSENCIA DE INOic,os MiNIMOS

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

DA AUSENCIA DE INOic,os MiNIMOS DE AUTORIA E MATERIALIDADE DELITIVA

38. Diante desse quadro, no casa dos autos, o agravante entende, corn a

devida venia, que a decisăo que acolheu o pedido da Procuradoria-Geral da Republica

para determinar a instaura~ăo de inquerito nao se atentou para a ausencia de iudicios

minimos de autoria c materialidade delitiva, impondo-se, assim, a sua

reconsiderarrâo.

39. Aliâs, e apenas a titulo de exemplo, na Peti(ţăo 0

Geral da Republica

0 5253, a Procuradoria-

requereu o arquivamento em relaryăo aas fatas supostamente

DELCiolo AMARAL, consistentes no recebimento de

ilicitos atribuidos ao Senador

"va/ores supostamente ilicitos da empresa francesa ALSTOM, quando exercia fum;âo

na PETROBRAS de Diretor de Gas e Energia da PETROBRAS,,7, ao fundamenta de

gue

"as afirmativas de PA ULO ROBERTO COSTA sâo muilO vagas e, sobretudo,

assentadas

terceiros

vez, nada sabia de concreto sobre os falos em apuraţâo"s.

em circunstâncias de ter ouvido os supostos fatos por intermedio de

e, ainda, de maneira nâo individualizada. ALBERTO YOUSSEF, por sua

40. Ora, no casa em exame, coma demonstrado acima, as afirmacoes de

ALBERTO YOUSSEF referem-se a fatos vivenciados por tereei ros. os guais negaram

a sua ocorrencia. Dessa fonna, nao se justifica a instaura<;ao de inguerito, da mesma

fonna gue se afinnou nâo se justificar a

DELCiDio AMARAL, pois, conforme assentado pela propria Procuradoria-Geral da

Republica,

instaura<;ao de inguerito contra o Senador

"assentadas

em

circunstâncias de

ter

ouvido

os supostos fatos

por

intermedio de terceiros".

"1 Transcri~ăo de n. 12 da manifcsla~âo do PGR na Pcti~ăo n. 5253.

8 Transcri~ăo de il. 17 da manifcstByilo do PGR na Pcti\ţăo n. 5253 .

•""

3322.0G8SI R~~ Voseot>de do Rio S",ncol6JO I Ed Gt~

, Conj§ 220t • 220318042Q.210 Curr:,ba PR

.\s., 3225.00251 >Ars au~d's 02 Lote 02 1Ed v;. Office Co~j, 1011407 17oo70·bOO 9,a

ha or

Curr:,ba PR .\s., 3225.00251 >Ars au~d's 02 Lote 02 1Ed v;. Office Co~j, 1011407 17oo70·bOO 9,a

Garc~

deSouza

ADVOCAODS A!>SOCIAOOS

Garc~ deSouza ADVOCAODS A!>SOCIAOOS REGINALDO OSCAR DE CASTRO AOVOGi\DOS ASSOCIADOS 41. A jurisprudencia do Suprema

REGINALDO OSCAR DE CASTRO AOVOGi\DOS ASSOCIADOS

41. A jurisprudencia do Suprema Tribunal Federal e pacifica no sentido de

quc o trancamento de inquerito

e admissivel "nos casos de manifesta atipicidade de

presem;a de causa de extim;iio da punibilidade ou ausencia de indicios

conduta.

minimos de autoria e materialidade delitivas,,9.

42. Conforme largamente demonstrado, os elementos informativos trazidos

aos autos justificam a excepcionalidade do trancamento do

inquerito. Isto porque ou

narram alos irrelevantes ao Direito Penal -

recebimento de doa~5es para campanha

legalmente comunicadas ao Tribunal Superior Eleitoral - ou relatam falos destituidos

de indicios minimos de que tenham sida praticados, a impar a

decisăo de abertura do inquerito, detenninando-se o seu imediato arquivamento.

reconsidera~ăo da

43. Alem da absoluta ausencia de indicios minimos de materialidade e

autoria, outra questăo que impoe a imediata deliberac;ao acerca do trancamento do

e o fato do ora agravante ocupar o cargo de Presidcnte da Câmara

presentc inquerito

dos Deputados.

44.

se faz a menc;ao, unica e exclusivamente, para expor uma

situac;ăo concreta e imediata: ao se arrolar o Presidente da Câmara dos Deputados

comO investigado no presente procedimento, mesmo sabendo-se que isto nao implica

E

a

isto

em qualquer juizo condenat6rio, acaba-se por colocar em

suspeic;ao toda a Instituic;ăo

Câmara dos Deputados. E este juizo nao e apenas do ora agravante. Basta a leitura de

qualquer reportagem, editorial, informativo ou comenmrio em qualquer mei o de midia,

seja impressa, televisionada ou virtual, para verificar que o fato do

Câmara dos Deputados estar inc1uido na famigerada

Presidente da

"Lista Janot" e utilizado para

desqualificar e desacredilar todo o Parlamenta Brasileiro.

9 STF, HC 108748/ES, ReI. Mi". Ricardo Lewandowski, Segunda Turma, DJc 27/0512014. No mesmo ~cnlido:

HC 119J72/DF, ReI. Min. Teori Zavascki, Segunda Turma, DJc 05/0512014; RHC J20389/SP, ReI. Min. Dias TofToli, Primeira Turma, Dle 31/0312014; HC 96370jRR, ReI. Min. Cannen Luda, I'rimeira Turma, f)Je

02/03/2012.

• "" 3322.00881 R~. ViKOf\de do R"to Bran~a lQC I Ed GI,

, Cani; 2201 .2203180420_210 CUrilib. PR

_ss., 3225.0025 I 'iAFS 0

:1,.

02 Le:,. 021 Ed Via O/Iice Cani_ 107/407170070-600 6',",li. OF

CUrilib. PR _ss., 3225.0025 I 'iAFS 0 :1,. 02 Le:,. 021 Ed Via O/Iice Cani_ 107/407170070-600

Garc~

deSouza

ADVOGADOS ASSOC!A[)(IS

Garc~ deSouza ADVOGADOS ASSOC!A[)(IS REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS 45. Assim, por gerae danos

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

45. Assim, por gerae danos irrepaniveis nao somente ao ora agravante, mas

tambem a todos os integrantes da Câmara dos Deputados, inclusive aqueles gue sequer

da Republica, e

considcrando a completa e absoluta ausencia de indicios mfnimos de autoria e

aprecia'Y3.o do presente agrava regimental, gue,

materialidade, impoe-se a imediata

certamente, levara ao trancamento do inquerito.

foram objeto de qualquer iniciativa da Procuradoria-Geral

46. Por fim, importa esclarecer que embora o inquerito em epîgrafe tenha

side distribuido por dependencia ao Exmo. Sr. Ministro TEORI ZAVASCKI, em fazao de

preven93.o a outros processos de competencia da Segunda Turma, o julgamento do

e de competencia do Plenario do Supremo Tribunal Federal,

, por, conforme mencionado acima, o

presente procedimento

nos tennos do art. 5°, 1, do Regimento Interno

ora agravante ocupar o cargo de Presidente da Câmara dos Deputados.

lO

CONCLUSĂO

47. Por todo o exposto, requerer-se a reconsidera'Yao da decisao de abertura

do inquerito, para o fim de ser detcnninado o seu imediato arquivamento, ou casa

nao entenda Vossa Excelencia, seja o agravo regimental submetido aa Plemiria

assim

do Suprema Tribunal Federal - seja coma agravo, seja coma Questaa de Ordem - que

certamente lhe dara provimento para determinar a seu arquivamenta.

10 "An. 5

Republica. o Presidente do Senado Federal. o Presidente da Câmara dos Deputados, os Minislros do Supremn Trihunal Federal e o Proeurador-Ocral da Rcpuhlica, hem coma apreciar pcdidos de arquivamento por

alipicidadc de conduta."

0 Compele ao Plenârio proccssar e julgar originariamenlc: 1 - nos crimcs comuns, o Presidenle da

-~!" 3322.00881 Rua V.scond.do RIO Bral"Ko 1630 I Ed GIa$er Conj$ 2201 .2203180420-210 Curitibe fOR

_SI

122S.(1{125 1SAF$ Q\l.dr~ 02 Lo:e 021 Ed Via Ollke Canj. 107/407170070-600 Braoilia OF

Curitibe fOR _SI 122S.(1{125 1SAF$ Q\l.dr~ 02 Lo:e 021 Ed Via Ollke Canj. 107/407170070-600 Braoilia OF

agravada

Garc~

deSouza

ADVOGAOOS A$$OCIA(}()S

REGINALDO OSCAR DE CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS

Por oportuna, o agravante informa que se da por cÎente da decisao

na presente data - uma vez que nao havia sida intimado pcssoalmente ate

- uma vez que nao havia sida intimado pcssoalmente ate entao·, a continnaT a tempestividade da

entao·, a continnaT a tempestividade da presente medida.

Por fim. requer que as intimayoes relativas ao presente procedimento

sejam feitas em nome dos advogados signatarios do presente agrava.

Brasilia, 17 de maryO de 2015.

presente agrava. • • Brasilia, 17 de maryO de 2015. RI;c:,.I;-':/\IAH> ()SC,'I<l. UF.

RI;c:,.I;-':/\IAH> ()SC,'I<l. UF. C/'.'~'TI:U>

()Au/I),: ,

"

7{,7

UF. C/'.'~'TI:U> ()Au/I),: , " 7{,7 ALEXAN f; JOSf: CAReiA Of: SOUZA OAB!UF 1"l"

ALEXAN

f; JOSf: CAReiA Of: SOUZA

OAB!UF 1"l" 17.047

f; JOSf: CAReiA Of: SOUZA OAB!UF 1"l" 17.047 0.'\'1 l''l, cll no F:.v,

0.'\'1 l''l, cll

no F:.v,

:-"(;I';CIST,'I.

()AIJ/O,:

~ IH.iHH

RAFA~UZA­

OAB/DF N' 44.046

OABIDF N' 42.108
OABIDF N' 42.108

'55" 3322 .00B6 I Rua ViocO'1d<> do Rio 6r.nco 11>30 I Ed Glas., Conj> 2201 • 2203 I BQ.42{J·210 Cu,hib. f'R

.SH1 3225.0025 I SAFS a""dTa 02 Lote 021 Ed v

Off",~ Co~J' 107/407170070-600 Bc

l"~

DF

f'R .SH1 3225.0025 I SAFS a""dTa 02 Lote 021 Ed v Off",~ Co~J' 107/407170070-600 Bc l"~

PROCURACĂO

EOUAROO COSENTINO CUNHA, bmsÎleÎro,

casado. RG

n.

15303 CRE -

RJ,

CPF n.

504.479.717~OO, corn endcreyo profissionnl na Câmara dos Deputados, Praya dos Tres

Podercs, Edificio Principal, Sala 22, nomeia e constitui como scus bastantes procuradores,

os Advogados ANTONJO FERNANDO BARRQS 1-: SILVA DE SOlll".A, brasileiro, advogado

Înscrito nu OABIPR sob o n" 4.931 e na OABIDF soh o n" 17.761, ALEXANDR~: Jost

GARelA DE SOUZA, brasileiro, advogado inscrito na DAB/DF soh o n° 17.047, na OAB/SP

sob o n" 352.936 e na OAB/PR sob o n° 56.111, FAHIO HENRIQUE GARelA DE SOUZA,

brasitciro, advogado inscrito na DAB/DF sob o n" 17.081 e na OAB/PR sob o n" 56.466.

RAFAE!. HENRIQUE GARelA m: SOUZA, brasilciro, advogado inscrito na DAB/DF sob o n"

44.046, GIOVANNA BAKAJ REZENOE OLIVEIRA, brasileira, advogada inscrita nn OAB/DF

sob o n° 42.108; todos integrantes de ANTONIO FERNANIlO])lo: SOUZA E GARCIA DE SOUZA

AOVOGADOS AsSOCIADOS

S.S., corn sede no SAFS Quadra 02, Late 02, Ed. Via Office,

Conjunto 107, CEP 70.070·600, Brasilia - OF e REGINALOO OSCAR DE CASTRO.

brasileiro, advogado inscrito na OAB/DF sob o n" 767 e DA\'I MACtiADO EVANGHISTA,

brasiJeiro, advogado inscrito na OAB/DF sob o 18.081; integrantes de REGINALno

OSCAR

DE

CASTRO

ADVOGADOS

ASSOCIAI)OS

S.S.,

cam

sede

no

SHIS

Quadra

15,

Conjunlo 08, Casa 04, Lago Sul, Brasilia - OF, aos quais outorga os poderes da clausuJa

"adjlldicia" e "el eXlra", para, separadamente ou em conjunto, rcpresentar a Outorganle na

propositura de a~âo judicial e/au procedimcmo administrativa, podcndo, para tanto, propor

a!yocs ou procedimcntos judiciais e administrativos, receber cita/yocs,

e/ou contestar

intima/yoes,

; rcccbcr e dar quitayăo, finnar compromisso, preslar caw;ao, apresentar quaisquer recursos,

I fonnular pedido de reconsidera1(âo, ter vista dos autos, reconhecer a procedencia do pedido,

notifica~s, tmnsigir, desistir, renunciar a direito sobre o qual se funda a a/yăo,

enfim. praticar

mandato, que e valido por pra1:O indeterminado.

lodos os mos necessârios c indispens3.veis ao fiei cumprimcnlo desle

Brasilia, 04 de marţ:o de 2015.

EDîJMUiOc~ocu~

os mos necessârios c indispens3.veis ao fiei cumprimcnlo desle Brasilia, 04 de marţ:o de 2015. EDîJMUiOc~ocu~

Mauro Tse & Fernando Guimaraes

Advocacia Criminal

• Mauro Tse & Fernando Guimaraes Advocacia Criminal Excelentissimo Senhor Doutor Procurador-Geral da Republica

Excelentissimo Senhor Doutor Procurador-Geral da Republica

Excelentissimo Senhor Doutor Procurador-Geral da Republica Ref. Opera!;ăo "Lava-lato" (dac. EDUARDO

Ref. Opera!;ăo "Lava-lato"

(dac.

EDUARDO COSENTINO DA CUNHA, por seus advogados

anexa), vem respeitosamente a VQssa Excelencia expor o

1,

quanto segue:

o Peticionario, Deputado Federal, as vesperas da elei<;ao para a

i

f

Presidencia da Casa Legislativa, se viu envolvido, de forma mah§:vola

e corn motivar;âo espuria, no que popularmente se tornou conhecida

como "Opera<;ao Lava-Jato".

Corn efeito, a partir de informa<;oes contidas em depOimento

prestada pela policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, veiculau-

se,

por diversos ergâos de imprensa, a falsa,

levlana e caluniosa

naticia

de

que

teria

o

Requerente

sido

beneficiado

corn

o

ilegal

Av. Nilo Pec;:onho, 11/Z' ondOf. Grupo 204· Cenlro- Rio do Joneiro/RJ

CEP 2OO2Q.-100-TeL: (li) 2127.2300/fox: (21) 2127.2350

e·mail: maurolse@mllg.com.bt

recebimento de valores, supostamente entregues em sua residencia pelo indigitado depoente, a mando do

recebimento de valores, supostamente entregues em sua residencia

pelo indigitado depoente, a mando do "doleiro" Alberto Youssef.

,

I

Manifestamente inveridica - eis que o Petlclonario jamais

manteve

Jayme Alves de Oliveira Filho ou eom Alberto Youssef -, a noticia

divulgada pela midia foi cabal e expressamente desmentida

pela pr6prio depoente, em peti,ao firmada por seus advogados

(doc.

polieial (IPL 1041/2013/SR/DPF/PRl, da qual, sobre o ponto de

relevo, se extrai a segulnte passagem:

2, anexo) e dirigida il autoridade pollclal que preside o inquerito

qualquer

relacionamento,

pessoal

ou

profissional,

corn

"2) Relat/l/amente â casa amare/a em que fez entrega na

Barra

Informou â epoca tratar-se do Deputado EDUARDO

CUNHA, o declarante vem retlflcar e deta/har - com fotos

em anexo - a Informa,io prestada, conforme segue:

A casa năo se encontra localizada no Condominio

Nova tpanema, conforme declarado no Termo de

localizada em condomfn/o

proximo, denominado CONDOMiNIO NOVa LEBLON, na

Rua Fala Amendoe/ra, 105 - Barra da TlJuca - Rlo de

.:Iane/ro.

que

YOUSSEF

da

TiJuca,

na

qual

o

Sr.

ALBERTO

depoimento, mas encontra

se

Relat/vamente

ao

proprietar/o

do

im6vel

Incluslve recebeu a refer/da encomenda o declarante năo

pode efetivamente afirmar tratar-se do menclonado

Deputado, e, inclus/ve, ao questionar na portar/a do

2

condominlo, bem como a funcionarlos que trabalham na localldade, estes Informaram que nesse endereţo năo

condominlo, bem como a funcionarlos que trabalham na

localldade, estes Informaram que nesse endereţo năo

res/de, nem nunca residltl, o Deputado EDUARDO

CUNHA."

dos

termos da fala do pr6prio depoente, nao sendo demasiado referir,

por oportuno, nao ter havido men~ao ao nome do Peticionario - ao

que se tem noticia - nos acordos de delac;âo premiada firma dos entre

os investigados/acusados e o poder Judiciario.

Pouco

se

teria

a

aduzir,

nesta

oportunidade,

diante

Tem-se conhecimento, contudo,

tam bem pela Imprensa, que

Vossa Exceh,ncia - a quem cabe, privativamente, a deflagra~ao e o

controle externa das investiga~5es em rela~ao aos detentores de fora

especial por prerrogativa de func;ao - esta em vias de determinar a

instaura~ao dos apurat6rfos, os quais, alnda de acorda corn a mIdia,

envolverâo dezenas de Parlamentares .

Neste

sentido,

sendo

os

advogados,

por

expressa

dicc;ao

constitucional, auxillares na administrac;ao da Justh;:a, os signatarias,

alem

de

gizar,

mere;'

da

presente,

o

categ6rico

desmentido

do

depoente Jayme Alves de Oliveira Filho, permitem-se encaminhar a

Vossa Excelencia c6plas nao ape nas do referida petit6rJo, mas

tambem de documenta cam re publica, expedido pela Registro de

Im6veis (doc.

3, anexo) e de reportagem publicada no Jornal '0

3

Globo", edic;ăo de 13 de janeiro do corrente (dac. 4, anexa), os quais casa onde

Globo", edic;ăo de 13 de janeiro do corrente (dac. 4, anexa), os quais

casa onde teria

ocorrido a tai entrega dos valores jamais pertenceu ao Peticionario, o

qual nela igualmente nunea residiu.

evidenciam e comprovam, de forma clara, que a

Os documentos ora acosta dos constltuem, em verdade,

contraindicios, a positivar, corn a maxima

robustos e insuspeitos

venia, a completa falta de consistencia do unica elemento indiciaria -

o qual supostamente legitimaria a abertura de

investiga~ao criminal

em face do Peticionario -, a saber, as informac;oes prestadas por

Jayme Alves de Oliveira Filho, por ele pr6prio infirmadas.

 

Tudo Indica, como se pode constatar, a falta de razaabilidade

para a instaurac;ao da inqulsa, a qual constitui, nestas circunstâncias,

verdadeiro constrangimento, netadamente censiderande

seu

embasamento em dados incorretos e inverfdicos, tenda-se presente,

ainda, a relevância do mandate eletivo outorgado

pelo

pava

fluminense

ao

Peticionario,

bem

coma

a

importância

dos

cometimentos e atribuic;5es inerentes ao hanroso exerdcio da

Presidencia da Câmara des Deputados.

Nao ha, permissa maxima venia - correndo o risca do enfado

gerade pela exaustiva

repetl~ile -, elemente apte que ampare a

canclusâa de que teria o Peticionaria envolvimento nas fatos objeta

4

1

da "Operac;ăo Lava·Jato", năo sendo razoavel , em tais circunstâncias,

seja alcan,ada conc/usao distinta.

luz da

documenta<;ăo ora acostada, espera-se de Vossa Excelemcia que, no

fiei desempenho da nobre lun,ilo de liscal da Lei, se abstenha de

promover a abertura de procedimento investigaterio criminal em face

do Deputado Federal Eduardo Cosentino da Cun ha .

Isto posta, tendo em conta tudo quanto aduzido e il

ha . Isto posta, tendo em conta tudo quanto aduzido e il Do Rio de Janeiro

Do Rio de Janeiro para Brasilia, 9 de fevereiro de 2015.

~~s;

OAB/RJ 68.336

conta tudo quanto aduzido e il Do Rio de Janeiro para Brasilia, 9 de fevereiro de

Fernando da

5

-

PROCURACĂO

- PROCURACĂO Pelo presente Instrumento particular de mandato, Eduardo Cosentlno da Cunha, filho de Elcy Telxeira

Pelo presente Instrumento particular de mandato, Eduardo

Cosentlno da Cunha, filho de Elcy Telxeira da Cunha e Elza

Cosentino da Cun ha, Economista, Deputado Federal, com

endere~o na Câmara dos Deputados, Anexa 4, Gabinete 510,

Prac;a dos Tres

Poderes, Bras1liajDF, nomela

e constitui seus

procuradores os advogados Mauro Coelho Tse e Fernando da

Veiga Guimaraes, inscritos na OAB/RJ sob os n" 68.336 e

Avenida

85.277,

respectivamente,

ambos

corn

escrit6rlo

na

Nilo Pec;anha,

11/2 0

andar,

Grupo

204,

Centro,

Rio

de

Janeiro/RJ, concedendo-Ihes os poderes da eiausula ad judicia,

bem asslm todos 05 que se fizerem necessarios para oficiar

a Procurador;a~Geral da Republica, sendo facultado aos

junto

outorgados, inclusive, substabelecer.

Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2015.

I

Eduardo Cosentlno da Cunha

,

1

J\Il

M. MORAES

EXCELENTISSlMO

SENHOR

DELEGADO

DE

POLlclA

FEDERAL

DA

DELEGACIA

DE

REPRESSĂO A CRIMES

FINANCEIROS

E

DESVIO

DE

RECURSOS

PUBLICOS

 

_

SUPERINTENO~NCIA DE POLlclA FEDERAL ~ARANA ~~

I

( \\%i\\\"~

. •
.
/
/

SIAPRO

-

---

c

IAYME

ALVES

DE

OLiVEIRA

FILHO,

Agente de PalIda Federal afastado, verni por seus advogados in fine assinados, em

atendimento ao compromlsso flrmado quando do depolmento prestado ao Exmo. Sr.

Delegado de Politia Federal Agnaldo de Mendon~ Alves (IPL 1041/2013/SR/DPF/PRI.

e objetivando prestar todos os esclaredmentos necessărios para contribulr corn a

Opera~ao Policial denominada ItLAVA JATO", arrazaar o seguinte:

1)

Conforme compromisso firmado em um dos tris depoimentos presta dos na data de

18/12/2014, o declarante vem esclarecer o local ande e.ntregou quantia em dinheiro

pesso~lmente ao Oeputado LUIZ ARGOlO, a mando de ALBERTO YOUSSEF (conforme

fotos em anexe):

Hotel NOVOTEl- Av. Marechal Camara, 300- Centro - Rio de Jane'rro - RJ.

2) Relatlvamente ă casa amarela em que fez entrega na Barra da Tljuca, na qual o Sr .

ALBERTO YOUSSEF informou il epoca tratar~se do Deputado EDUARDO CUNHA, o

dedarante vem retificar e detalhar • corn fotas em anexa· a informa!;ăo prestada,

conforme segue:

A casa nao se encontra locaUzada no Condomlnlo Nova Ipanema, conforme declara do

no Termo de Depoimento, mas encontra-se localizada em condominio proximo,

denomlnado CONDOMfNIO NOVO LEBLON, na Rua Fala Amendoeira, 105 - Sarra da

Tijuca - Rlo de Janelro.

Relativamente ao proprietarlo do im6vel que incluslve recebeu a referida encomenda,

o declarante nio pOde afirmar efetivamente tratar-se do mencionado Oeputado, e,

inclusive, ao questionar na portaria do condomfnio, bem coma a funcionarios que trabaiham na localidade, estes informaram que nesse endere,o nao reside, nem nunca

residiu, o Deputado EOUARDO CUNHA.

\'.

.

~

P

A,·. da! Amtriea!,n~ '.SIlO. Bloco OS. ~Ia 40S, l.l.lfl'l\ da Tijuca, Rit> dt= Janciro - RJ. CHF' 12.64G-I02

www.mmoraes.ad.·.br/atmdimmtcY.iilnmonlcs.l!dv.br/21 2210-3261

Tijuca, Rit> dt= Janciro - RJ. CHF' 12.64G-I02 www.mmoraes.ad.·.br/atmdimmtcY.iilnmonlcs.l!dv.br/21 2210-3261

3}

Esclarece,

finalmente,

M1

M. MORAES

que em

rela,ăo il

entrega

realizada

em

Belo

Horizonte,

que em rela,ăo il entrega realizada em Belo Horizonte, constante do Termo de Depoimento, e objetivando

constante do Termo de Depoimento, e objetivando prestar tada o auxilio necessărio ao esclareeimento dos fatos, tila logo se torne possivel o declarante se deslocar~ para

Bele Horizonte a fIm de identificar em detalhe o referido ender~o.

I

I

I

,

Rio de Janeiro, 05 dejaneiro de 2015

Respeitosamente,

I , Rio de Janeiro, 05 dejaneiro de 2015 Respeitosamente, ~.J! -:ti. r~N!~NIO MARTINS OABIRJ 133.762

~.J!-:ti.

r~N!~NIOMARTINS

OABIRJ 133.762

A\', da!: Am.!ric.as, 0° ).500, Bloc" OS, Sala 405, B.trII da Tij\JCII, Rio de Janeiro-.RJ. CEl' 22.640·102

www~.I!dv.br I atendimemoiâ'nunof1les.adv.br /21 2210.3261

_,,_

.•

0.

·,.

I

J

l!1 I

2015 /

000551

REGISTRO DE IMDVEIS DO 9" OFICIO AV. NILO PE<;ANHA. 12-6°ANDAR

269105

I

MZ

CERTIDÂO , , GERAL PODER ,JUDICIĂRl 'ltltlU aa UIIDI Da_ f "'.0, I ftlli/SfRO III
CERTIDÂO
,
,
GERAL
PODER ,JUDICIĂRl
'ltltlU aa UIIDI Da_
f "'.0,
I
ftlli/SfRO
III IMOUlI
C:OMAACA

Lote

6 PAL 33.212

-

-

Rua 12,

de

fEeGISTRO
fEeGISTRO

Quadra P

- ~ado -- -- quem se dirige para a rua 6. lada esquerdo de quem
-
~ado
--
--
quem se dirige para a rua 6. lada esquerdo de quem vai.
para
a
Av
das
Americas.
a
279J]~ do meia
da curva de
conoordânq1a da rua 4,
1ado esquerdo
de quem se
d1rige
para a
via 2
do PA 8997,
dando frente
tambem para a
via 2, "lada
eSQuerdo
de
quem
da
rua
4
se dirige
para a
-
rua 6,
a
282,25m da
eequ1na.da rua
4,
1ado
dire1to
de
-
quem
ee' dirige
piu-a a rua
12.
~
III-
,
Freguesla de
Jacarepaguâ
f
Inscri~ăo n'
M/P 1299374 CI;' ,9547
CARACTERfsTICAS E CORFRONTAC~ES
.
,
~
Terreno medindo'~~02m'd~\frente e ~d09 por ~~,2~m
de
exteneao por a&boe
os.~~adOB fszendo
teetada pela
"
'
rus .12 COnfrontlUl.'t0 a
~~.!J:!~~ o l
ote.7,
a
esque!,
da
com
o
lot e
5' e. ~B.mbo·e da
Quadra P
e
aos
fUndos
cam
l.
, ~:
a
via
2
do PA 8997.
SEGUE NO VERSO
'.
.
'
,
,
.-
-.;.

• • RE~ISTRO GERAL C ~l~jŢ] [ c~ VERSO PROPRIETARIA - E!.!fREZA SANEADORA TERRITORIAL AGRICO. LA
RE~ISTRO GERAL C ~l~jŢ] [ c~ VERSO PROPRIETARIA - E!.!fREZA SANEADORA TERRITORIAL AGRICO. LA S.A.
RE~ISTRO GERAL
C ~l~jŢ] [
c~
VERSO
PROPRIETARIA -
E!.!fREZA SANEADORA TERRITORIAL AGRICO.
LA S.A.
oom sade naeta o1dade.
eGC
38.041.576/0001.
TITULO AQUISITJVO-Llvro
o OFICIAL
"V"
R· 1
MI
HIPO~EC
EM
1°.
BNI1REZA SANEADO-
RA
TERRI'l'ORIAL
AGRiCOLA':, S·: A.
oom gede'~ne8ta oidade.
eGC
83.041.576/0001.
(1.~% da divida,-,:
-'--
21
GOMES DE ALMEIDA.
FERNANDES. EMPREENDIMENTOS
1MO-
j,
~,
~
BILIARIOS S.
A.
oom
s,tt'de
09Sta.
oidade.
eGC
D.-
.,"
.
'""
~
r
"
34.177.279/0001.,03)"
-
(50%
ds
d1vida.)'_'_
9) PLARCON ENGENBARIA LTOA;-_oom"sede neeta oidade.
.
eGO
33.429
010.
(aa.o/4-da.
divide.).
-,
~
.~-
.:"1"'
-----
,.
--
CREOOR-BANCCJ' BOZZ'ANO"SIMONSEN DE INVESTIMENTOS. com
aede
n8eta
oi"dade.
coc
88.617,640/0001.
VALoa
CrS"
20.000.000,00
Prazo
720
diaa.
Juro8
e
Corre9âo
ns
forma el!ltabel&Old~"De. Eecriture. It DO Contrata Parti-
uular
~e 10 de
fevereiro de 1976.
FORMA DO 'l'ITULO
-
Tras'lado da Esoritura
de
27 de
fevereiro
de
1976,24.(1
,
O'f livra 1.877 fla. 108 Contrate Partiou1ar de
Jol0.
IO,de fevar.8ire de 1976. qU9 floam arqu.1vado8. A EMPRE.
ZA SANEADORA TERRITORIAL AGRICOLA
S.
A.
oompareee -tf'm-
~.
,~~
'-
bem
ooma .h1poteoante
pare.
garantia
de
85%
da.
divida
das o.utraa duaa devedoraa .
de
1976.
o
OFICIAL.J"-_IU'''-

.

'

I

I ~

. ' • I I ~ REGISTRO GERAL [ .:~:;""] [ --02 PODER JIISfICl JUOICIÂRIO III

REGISTRO GERAL

[ .:~:;""] [ --02

• I I ~ REGISTRO GERAL [ .:~:;""] [ --02 PODER JIISfICl JUOICIÂRIO III ar JUli.

PODER

JIISfICl

JUOICIÂRIO

III ar JUli.

·uu" II

IIIJIfU

Df IIitUiI

tllnUI. al

COMA.CA

PA

C

IT

L

l
l

cont1nua,io da {idbA Q

Av.2

-

gUITAQ.0:

Por escr1tura de 26'.08.1976, do 240 Oficio d/c.

livro 1914.

f15.

43, foi autor1zado o cancelamento da h1poteca objeto do R-l. Rio

de JanelrD.,61

setembro de 1976~-.-------------------------------

Oflel.l t

R-3

-

HIPOTECA EM 10 GRAU: Devedo.a.: 1) GOMES DE ALMEIDA FERMANDES EMPREEN

 

OIMENTOS IMOBIL/ARIOS SIA (3OS d. divide); 2) PLARcON ENGENHARIA LTDA'

'

(20S da dlvlda) e'3) E!'PRESA SANEAOORA,,'rERRITDRIAL AGJ!I~oui SIA

(50%'

 

da d1v1da)t todas antes menc1onadas.,tredora:

UNIBANCO'CREDITO lMOBI-

 

'

 

LIARID SIA.

RID. corn sede n,sta eldade. CGC 30.141;550.

FORMA 00 TIT!!,

LO:

Traslado da escr1tura de 20.07:1~976. do 249

On~1o. d/c,

livro

 

1936, fis.

3.

VALOR DO OCBITO.:

Cr,"'336.S64.200.00';·eQuivalente na da

-

-

ta

do t1tul0 a 2.177.000.OQOOO:'~C do'BNH (neTe·.1nclu1dos

Outl"OS 10-

tes).

PRAZO: 180 dUs a .contar da. data prev1 sta pal"a 11 bero!lC8o da ul-

tima parcela. Jurosv.NO;-fnais cte0".OO8333 ao mes. equiva1ente

i

taxa

 

efetiva de 10,471% 10 'anD, m:i"s4"li.rno',caso de impontua1fdacte e demais

clausulas e condi~oes constantes do t1tulo .• ------------------------

RID de Jan.l~ ,~IjfO v,!97

RID de Jan.l~ ,~IjfO v,!97

Eserevente,'J raJtap.~~~~~~~=~Z~~~~~;;~~=

Ofl elal ;t!:""':tLJ.O:&~~-~~ I!

 

Av.4 -

RESTlTUIQlO.DE !REA DB RECao:

Pelo Termo 88sinado em 11.01.1978. na

Proeuradoria,40 Patrimonio lmobiliario. conforme certidao do Departa-

"

,

.

m.en~o Ide .:p~er:tmOnio. dat"da de 02.03.1978. hoj e arquivada, o Muniei-  

m.en~oIde .:p~er:tmOnio. dat"da de 02.03.1978. hoj e arquivada, o Muniei-

 

pio·dO·Ri~ de J~neiro devolveu ă adquirente EMPRESA SANEAnoRA TERRI-

 

TORI.Al. AGIUCOI;A" SiA., entes mencionada.' a ârea de 327.SOm2, desmem-

brada da area de reeuo transcriea no Livro 3-HF, t1s.165 sob o n9

105455, medindo

na frente

enos fundos

20.01m.

na direita 16.26m e

na esquerda 16)5Om. eonfrontando·na frenee cam a via parque 2. Da di-

reita e na esquerda cam as areas a serem rostituidas aos lotes 5 e 7

 

respeetivamente enos fundos cam 08 lotes 3 serem investidos. para

REGISTRQ DE IMOVEIS DO 9" OFICIQ AV. NILO PECANHA, 12·6°ANDAR

CERTIDÂO

DO 9" OFICIQ AV. NILO PECANHA, 12·6°ANDAR CERTIDÂO C REGISTRO GERAL ::;~cuu~ [-- 02 1 VERSO

C

REGISTRO

GERAL

::;~cuu~ [-- 02

1

VERSO

para ser incorporada ac late objeto desta matricb1a, que passa, em c. o nsequ8aci.a, a
para ser incorporada ac late objeto
desta matricb1a,
que
passa,
em
c.
o nsequ8aci.a,
a ser ass~ de&c.ri.to~ QUADRA·"P" -
LOT! 6
:
·frente e
f~ndo9 20,0fm' direita 66,SOm. esquerda 66,26m, eonfrontando na fre~
te cam a Rua 12, na direita com o lote 7. na esquerda com o late 5,
ambos da mesma 'l'!iI'!<8.
8997.
--
Ria de Jane!rJ><'
5 -
A requerimento
datado"de
25.91.• 1979, hoje
arqu,i.vado.'UNIBANCO CREDITO IHOBILIARIO
SIA RIO",~:-~tes ~~~ionada~
.
.
.
au,torizou o
ta. matrieula; da hipote-
ca c.ons ta,')t'l
.eF1'.l>';»bro d'l<?lll"l" ;x .x. X.x.x
,",,v.,.
-'ADITAMEN"TO:
Ao
cor~spondllit a f't"a~ăo
de
.60/46420 de .ca.da UlIUl ~~~!"e~Vd2·prap.~!~dade E'. usa cOtc.um d.ai.g~das
por ireas
1,
4
e
5
do PA
332,12.
1
do
PA
33535 e
2
do
PA
33806,
descr.!.
tas
de .Janeiro,
14
de
xx
Por escrJţura de
27.12.1978.
livro Se-18 •
fta. ui. ţ·Mitada por outra ·de 16.02.1979. Livro SC-37,
fla.
120 e De-
·clar~·torf: de
16.03.1919.
~ivro 59-42,
fls.
40.
tOGas
00'249
Oficio,
ele.
a
EMPRESA."SÂNEAOORA TERAll'ORIAL AGRICOLA ·S/A.CGC
33.04
OI, antes·m'eb"cionada
prometeu vencer o ioovel i pE MILLUS SIA - IN-
DUSTRIA E COMERelO, com sede rtesta cidade. CGC 33.115.~17/0001-64,
40 Cr$3.250.800.00
pelo
lote
e Cr$54.180~00 -
Cr$126.420.00
-
Cr$--
Cr$S4.180~00 -
cr$90·.300~OO e
Cr$36:120.00.
respectivamente,
pela fra-
o;.â.o de
cada uma du
âreas
1.
4
e
5
do PA
33212; 1
de?
PA
33535
e.
2
do

'. ,

I

l

l

I

1,

t

[

t

I

;,

CARTORIO
CARTORIO

REGISTRO DE JM6VEIS DO 9'l OFICIO AV. NJLO PE(:ANHA, 12-6°ANDAR

CERTIDĂO

DO 9'l OFICIO AV. NJLO PE(:ANHA, 12-6°ANDAR CERTIDĂO ".T&DO 11'0 G E R A L 03

".T&DO

11'0

GERAL

03

REGISTRO

MURlCul'"

2937

AlO

D_

PODE.R JIJOrCIARIO _ COMARCA OA

REGISTRO CE IMOVEI$

eontinU4~ăo da ficha 02

do PA 3-3806. p8gG.vel na fotlna do titulo~ em carater • irretrativel Cam imissăo Da
do PA
3-3806.
p8gG.vel
na
fotlna do
titulo~ em
carater
irretrativel Cam imissăo Da p088e.
O Imposto
de Transmissao foi pa-
ga
pelaa
guias n98
630135,
todas
em 27.03.1979.
Consta
do
ti-
tula que o
late
FRE
sah
o
n9
1.341.549
9 CL
15221.
DO
Rio
de Janeiro
Tee.Jud.J'"r,~'~&i'4",
"
COMPRA E VENDA:
Por escrieura de 30.12.1982
livra
SC-344
fIs.
75
ato
14 e re-ratifica~ăo de 05.06.84
livra SC-459··fls.
116 ata
17
altlbas
"1--
-~
do
249
Oficia
de
EMPRESA
SANEADORA
TERRlTOR'IAL AGR!COLA
SIA,
antes
o
imovel ~ DE HILLUS S/A,-
INDUSTRIA e CQ
m:RCIO.
Cr$3.612.000,OO "'~(de'Sdobrado confor-
-
,
'-:F'
~."~."lIl,;h>tr"d'~,.ob·o nQ.-01)-.llIPO{iTO. DE TP.ANSMI$SM
27 _03.79.
Rib·' tie J"anei d)';
05 de j~
de
17 .03.a8~
prenotado
em
28.4".88
âs
fle.
O)V .•
do L~vro t-BV. ~stru!do pela
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dio 'n!?"
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Ma~6 de·<198B~-7~,.·
O Ofidal -"L.{,(J.
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L~vro 6- CB.
O Of1.d~l' L~

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1

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10

1

REGISTRO GERAL I "1"~ICULA I 2937 R.l1 PENHORA: Por determln,,~io do HH. Julz de Olreito
REGISTRO
GERAL
I
"1"~ICULA
I
2937
R.l1
PENHORA: Por determln,,~io do HH. Julz de Olreito
da
91
V.F.P
-
contida no Mandado de 11.10.1999. prenotado em
11.05.2000,
Gom
o
nQ 781.818,
ăs fls.296
do
llvro
1-EO,
flca
reghtrada
a
penhora
do
-
Imăvel desta
matrfcula.
face a~âo de ex~cu~ăo flscal
"
nQ I~S3~.movi
-
da
pela
MUNICIPIO
""
OO:RIO
DE
JANEIRO.enface,deDEfo\ILLlJSS/A-
'\
UIDUSTRIAE
.
'~
.
COMERt I.O';'-.referente a QJbrarw;ă iie
Irrposto PteCIlallTerritorlal
do:-
exerc le 10
-
"
iii
~,
.,.
,
.
ld~
-
!.9J? ;~P.a~a.).e.st'!
registr,!"n~o fora~ I~i~~h'id?s os emo.Jumentos, po-
-.
-
-
-
~
rem .ti aver'ba~ao drseu
,
caneelamento 50 pOdera
ser: efetuada
corn O reco
.
.
'
-
Ihimento
s;:tos
einoll.Jmentos
de
ambos
os
atos.-'calculadbs·.na
data
da apre
sentlll;âo ,:dO mijnda; %ficio da averba~icfde·' c.aneelllme·n~'o"~"conforme de:
cisio
noJmatlwa
d
Corregedo:-Ia
Ge:f.â'l
da JuStl~a)no proc~sso
numero
~~6:~/!~V~l'';~~:~_:~_~::::~_~~~~~~_:,_~:_~~:~~::~~~,:~~::_~:_~::::::~~
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