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'PROGRAMA RADIOFÓNICO'

Consultório
de Ciência política, Políticas públicas
e Relações internacionais
PARTE I
( Ciência política I )
TEMA I (1): A Ciência política e a Ciência do Estado

1) [ Introdução ]  O que é a CIÊNCIA POLÍTICA?


{ Ciência do poder político }

2) [ Introdução ]  O que é a POLÍTICA?


{ Estrutura política; função política; consciência política; a ética e a moral políticas;
vontade política; acto político; coação política; praxis política; realidade política;
positivismo político }

3) [ Introdução ]  Existe uma ciência política UNIVERSAL?


{ Ciência política universal, teologia universal }

4) [ Introdução ]  A CIÊNCIA POLÍTICA INTERNACIONAL é coincidente com as


Relações internacionais?
{ Âmbito matéria e método; teoria funcionalista, teoria estruturalista }

5) [ Introdução ]  Em que consiste a CIÊNCIA DO ESTADO e quais são os seus


limites teóricos?
{ Teoria geral do Estado: escola alemã: Ulric Huber, Jelinek; escola francesa: }

6) [ Introdução ]  Como se define o ESTADO em sentido estático e em sentido


dinâmico?
{ Elementos do Estado; experiência colectiva; pessoa de Direito internacional }

7) [ Introdução ]  Como se estrutura o Estado, em que SISTEMAS?


{ Político; social; territorial }

8) [ Introdução ]  Começando por baixo. Como se caracteriza o SISTEMA SOCIAL


do ESTADO, a sociedade civil?
{ Sociedade civil }

9) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA POLÍTICO DO ESTADO?


{ Poderes públicos; poder político; sistema de elites }

10) [ Introdução ]  Que influência sofreu a FILOSOFIA POLÍTICA no estado actual


dos sistemas políticos?
{ Separação de poderes: Hobbes, Locke, Montesquieu, Russeau, Jean Bodin, Constantin … }

11) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SUB - SISTEMA PARTIDÁRIO E DE


GRUPOS DE PRESSÃO, enquanto componente do sistema político?
{ Partidos políticos; grupos de pressão }

12) [ Introdução ]  Em que consiste o SISTEMA GOVERNATIVO, enquanto


componente do sistema político?
{ Instituição de soberania e seu sistema, aparelho de Estado, Governo }
13) [ Introdução ]  Qual o papel da DOUTRINA, e da opinion maker em ciência
política face ao Estado e a sociedade?
{ A liberdade de expressão; a formação da reflexão na opinião pública; a doutrina
política geral enquanto a medicina política geral; as doutrinas políticas especializadas; a
polisprudência dirigida aos governantes; a advertência política; o aviso à navegação }

14) [ Introdução ]  É IMPORTANTE a acção dos investigadores, dos doutrinadores,


dos opinion maker, e dos consultores em geral e de ciência política em particular?
{ O paradigma geral da evolução consistente; a medicina política em particular }
TEMA I (2): A Ciência política e a Ciência do Estado

1) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA JUDICIAL ( ou jurisdicional ),


enquanto componente do sistema político?
{ Ver órgão de soberania e seu sistema }

2) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA LEGISLATIVO, enquanto


componente do sistema político?
{ Ver órgão de soberania, seu sistema e sua história }

3) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA EXECUTIVO, enquanto


componente do sistema político?
{ Ver órgão de soberania e seu sistema }

4) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA SENATORIAL, enquanto


componente do sistema político?
{ Ver órgão de soberania e seu sistema; a facultatividade e supletividade orgânica }

5) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA PRESIDENCIAL, enquanto


componente do sistema político?
{ Ver órgão de soberania, seu sistema e sua história }

6) [ Introdução ]  Onde se enquadra a CONSTITUIÇÃO nestes quadros sistémicos do


Estado?
{ Sistema político }

7) [ Introdução ]  Existe alguma relação especial do Estado com o SISTEMA


TERRITORIAL em contraposição à Nação?
{ Estado: ente territorial ou jus solis; Nação: ente étnico - consanguíneo ou jus sanguinis }

8) [ Introdução ]  Acerca do Estado é incontornável questionar sobre o objectivo


TRANSCENDENTE. Há ou não um objectivo transcendente no Estado.
{ O transcendente; o Estado universal }

9) [ Introdução ]  Nesse caso o que tem a ver o JESUS CRISTO histórico com o
Estado e com a Ciência política?
{ O hino judaico: rei dos reis; bíblia: vice – presidente do Universo }

10) [ Introdução ]  JESUS CRISTO é matéria de Ciência política? E é importante


nesse campo?
{ Formalmente; materialmente; a fé }

11) [ Introdução ]  Há alguma faculdade ESPIRITUAL que devia existir no Estado e


de que se sinta a falta?
{ Faculdade sacerdotal eclesiástica; o poder de outorga da morte; o poder de outorga da
vida; a intermediação do absoluto com o relativo }
12) [ Introdução ]  É incontornável a existência do Estado?
{ a importância do Estado }
TEMA II: A reforma geral do Estado

1) [ Introdução ]  Que papel jogam as VICISSITUDES POLÍTICAS e


CONSTITUCIONAIS na vida de um Estado?
{ Conflitos e crises políticas, conflitos e crises constitucionais, golpes de Estado,
insurreições, guerra civil }

2) [ Introdução ]  Que relação existe entre a HISTÓRIA POLÍTICA e a necessidade


constante de REFORMA TEÓRICA e PRÁTICA do ESTADO?
{ O Estado é um sistema em construção e aperfeiçoamento }

3) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA POLÍTICO?
{ Sistemas políticos imperfeitos; sistemas políticos partidarizados; sistemas políticos
minimalistas; regimes políticos imperfeitos }

4) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA GOVERNATIVO?
{ Sistemas governativos imperfeitos; sistemas governativos partidarizados; sistemas
governativos minimalistas; regimes governativos imperfeitos }

5) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA CONSTITUCIONAL?
{ Constituições enunciativas, constituições extensivas }

6) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA SENATORIAL?
{ O Senado enquanto assembleia estritamente política }

7) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA PRESIDENCIAL?
{ A presidência enquanto órgão coordenador do parlamento, do executivo e do
judicial }

8) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA JURISDICIONAL?
{ A justiça minimalista e demorada; tribunais de polícia }

9) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA LEGISLATIVO?
{ A acumulação de funções legislativas e políticas; o mau parlamento }

10) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA EXECUTIVO?
{ Órgão executivo, legislativo e regulamentar; ministérios funcionais e territoriais }
11) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o
SISTEMA DOS PARTIDOS POLÍTICOS?
{ Conselho nacional dos partidos políticos; partidos enquanto 'governos sombra';
conselhos consultivos }

12) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA DOS GRUPOS DE PRESSÃO?
{ Conselho nacional dos grupos de pressão ou da sociedade civil; conselhos
consultivos}

13) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA SOCIAL?
{ Grupos de pressão }

14) [ Introdução ]  Que vicissitudes e necessidades de reforma recaem sobre o


SISTEMA POLÍTICO – ADMINISTRATIVO dito TERRITORIAL?
{ Organização político – administrativa; estrutura de poderes e autonomias; taxas vs
impostos }

15) [ Introdução ]  O que SÃO vicissitudes sócio - políticas?


{ As vicissitudes enquanto patologias sócio -políticas; a dor como sintoma de doença
sócio – política; tipos de doença: passiva, activa, conjuntural, estrutural, existencial }

16) [ Introdução ]  Que vantagens há nos MODELOS BI - CAMARAIS para certos


órgãos de soberania nomeadamente o Senado, a Assembleia legislativa, o Executivo
ministerial e a Assembleia judicial.
{ Decisões funcionais; decisões territoriais }

17) [ Introdução ]  O que é o DIREITO REFORÇADO ou leis de valor reforçado e


que valor têm?
{ Leis que carecem da aprovação da maioria de 2/3 dos deputados em funções (maioria
qualificada) bem como aquelas que por força da Constituição, sejam o pressuposto
normativo necessário de outras leis, ou que por outras devam ser respeitadas: Leis
orgânicas; Leis estatuárias, Leis de autorização, Leis de bases, Leis de enquadramento,
Leis aplicáveis ao Direito governativo. }

18) [ Introdução ]  Deveria existir alguma instituição que servisse de PORTA – VOZ
do Governo ( órgãos de soberania e governos regionais ) e como portal para com os
cidadãos?
{ A secretaria geral do Estado; imprensa nacional; gestão das casas e portais do cidadão;
Diário da República; Jornal do Estado; agenda do Estado; programas governativos;
informações gerais do Estado; serviço de informação do Governo e do Estado, serviço
informativo inter – instituições público - públicas e público - privadas }
TEMA III: Eleições e Sistemas eleitorais

1) [ Introdução ]  O que se entende por SISTEMA ELEITORAL e INSTITUIÇÕES


ELEITORAIS?
{ Regulação da aquisição do poder }

2) [ Introdução ]  Que questões relevantes se destacam quanto as ELEIÇÕES


POLÍTICAS?
{ Para cada órgão de soberania uma eleição individual }

3) [ Introdução ]  Que problemas existem quanto as ELEIÇÕES e suas tipologias e


quanto aos contextos económico e político?
{ Eleições gerais, restritas, parlamentares, por colégio eleitoral, … }

4) [ Introdução ]  Que questões relevantes há a destacar quanto aos SISTEMAS


ELEITORAIS?
{ Sistema proporcional, maioritário, misto e 'distrital' }

5) [ Introdução ]  Que questões relevantes há a destacar quanto aos MÉTODOS


ELEITORAIS?
{ Métodos de Hondt, Saint-Langue, Hare e Droop }

6) [ Introdução ]  O que há a destacar sobre as ELEIÇÕES INTEGRAIS e as


ELEIÇÕES PARCIAIS?
{ Eleições gerais, restritas, parlamentares }

7) [ Introdução ]  O que se pode destacar sobre a doutrina da LEGITIMIDADE


ELECTIVA e da LEGITIMIDADE PELO PROCEDIMENTO?
{ Os programas de governo, o exercício de legislatura, o regime de imunidades,
avaliações do desempenho, as auditorias governativas, os conselhos fiscais; o conselho
de ética; as leis éticas contra a corrupção; a face dura da ética; a confiança política; o
segredo judiciário }

8) [ Introdução ]  O que se pode destacar sobre os PRÉ – REQUISITOS


ELECTIVOS?
{ Éticos, políticos e técnicos }

9) [ Introdução ]  Quais são os chamados pressupostos ou limites ontológicos ( do ser


objectivo ) das ELEIÇÕES?
{ Distâncias, circunstâncias, transitoriedade da vida dos titulares }

10) [ Introdução ]  Quais são os chamados pressupostos ou limites axiológicos ( valor


(inter)subjectivo ) das ELEIÇÕES?
{ Paradigma com vários tipos de eleições }

11) [ Introdução ]  O que é a Democracia?


{ Em sentido personalista, estrutural, funcional, ontológico, o poder de consentimento }

12) [ Introdução ]  O que é o poder MONOLÍTICO e os riscos ditatoriais?


{ O poder monolítico e o sistema eleitoral; o problema da eleição presidencial,
parlamentar e executiva de lista única no presente face a um dado partido político
democrático; o problema da eleição presidencial, parlamentar e executiva de lista única
no presente face a um dado partido político não verdadeiramente democrático; a
obediência partidária e a falta de democracia no poder monolítico; o poder monolítico
como ditadura material }
TEMA IV: Titularidade e Legislaturas

1) [ Introdução ]  O que se entende por TITULARIDADE POLÍTICO –


GOVERNATIVA?
{ Titularidade política em geral; titularidade governativa em particular }

2) [ Introdução ]  Quais são os pré – requisitos para a TITULARIDADE?


{ Pré – requisitos electivos; éticos, políticos e técnicos }

3) [ Introdução ]  O que se pode DESTACAR sobre a exclusividade, as


incompatibilidades, as imunidades, o zelo e a reforma continua?
{ estado: organismo complexo evolutivo }

4) [ Introdução ]  Que questões importantes ressaltam do conceito de


LEGISLATURAS tal como existe na actualidade ( mandatos ) e quais as suas
vicissitudes?
{ Períodos de governação; ciclos eleitorais; governação eleitoralista; herança
orçamental; plano governativo de curto médio o longo prazos }

5) [ Introdução ]  Que vantagens há nas LEGISLATURAS LONGAS de um só


mandato?
{ Com ou sem herança orçamental; com ou sem plano governativo de curto médio o
longo prazos }

6) [ Introdução ]  Que importância têm os CONSELHOS CONSULTIVOS na


qualidade das legislaturas?
{ Conselhos consultivos dos órgãos de soberania: funções }

7) [ Introdução ]  Que questões importantes se destacam nas TRANSIÇÕES ENTRE


LEGISLATURAS?
{ Crise governativa; governo de gestão; adiamento de grandes decisões; eleitoralismo;
não exclusividade, não incompatibilidades }

8) [ Introdução ]  Que dizer das PRESIDÊNCIAS ELECTIVAS, VITALÍCIAS,


DINÁSTICAS à luz da estabilidade política e das monarquias tradicionais?
{ Outras formas de sucessão }

9) [ Introdução ]  Que questões importantes se destacam nas LEGISLATURAS


MAIORITÁRIAS ditas de maioria absoluta?
{ Risco autocrático e ditatorial }

10) [ Introdução ]  Que questões importantes se destacam quanto as


LEGISLATURAS MINORITÁRIAS?
{ Risco de queda do executivo e de dissolução do parlamento }
11) [ Introdução ]  Que questões importantes se destacam quanto as
LEGISLATURAS PROPORCIONAIS e as LEGISLATURAS DE UNIDADE
NACIONAL?
{ Composição do executivo igual a composição do parlamento }

12) [ Introdução ]  Quem deve determinar ou elaborar os PLANOS e


ORÇAMENTOS DO ESTADO?
{ Plano de longo prazo, plano de médio prazo, plano de curto prazo, Conselho de
Estado; Senado }

13) [ Introdução ]  Devem os órgãos de soberania ser todos SUPRA –


PARTIDÁRIOS?
{ A supra partidariedade inerente dos órgãos de soberania }

14) [ Introdução ]  O que é o SEGREDO judiciário ( o segredo de justiça )?


{ O segredo de justiça enquanto direito meramente instrumental; o segredo de justiça
visava no princípio: garantir a eficácia da investigação criminal; passou a visar:
secretismo da instrução; concluiu visando: total secretismo até e depois do julgamento
( segredo de Estado ); o segredo de justiça como pretensão de imunidade total }

15) [ Introdução ]  Os TITULARES de cargos públicos, seja na esfera política como


na alta administração têm direito à reserva da vida privada, i.e., devem ou não estar ao
abrigo do segredo judiciário ( o segredo de justiça )?
{ O problema da delimitação dos limites do segredo judiciário nos casos de interesse ou
relevância pública; a importância constitucional do interesse e da relevância públicas; a
natureza especial do estatuto público face ao estatuto privado; a adesão voluntária ao
estatuto público e suas implicações jurídico – políticas; os políticos os altos
administrativos, os altos especialistas e as figuras públicas por notoriedade; o estatuto
público não deve abrangido pelo segredo judiciário ( o caso do quarto público do
monarca / o caso do cientista louco ); a intimidade, a defraudação, a difamação e a
ofensa a honra; o direito ao bom nome, a honra e a reputação; a perda do direito à
intimidade; o direito de informar; o direito jornalístico de informar; o direito / obrigação
judiciária de informar; o direito / obrigação política de informar }

16) [ Introdução ]  A PERDA do segredo judiciário ( o segredo de justiça ) pelos


titulares de cargos públicos não colide com os seus direitos fundamentais
constitucionalmente protegidos?
{ A questão da personalidade jurídica privada das pessoas físicas; personalidade jurídica
pública das pessoas físicas, o conflito e a prevalência dos interesses públicos e privados
em sede constitucional; o peso constitucional do segredo de justiça público contra o
interesse e da relevância públicas; a fuga legítima ao segredo judiciário – a conivência e
a inépcia judiciárias }
TEMA V (1): O sistema jurídico ou legal

1) [ Introdução ]  Como se define o SISTEMA JURÍDICO ou legal?


{ Sentido estrutural, sentido funcional }

2) [ Introdução ]  Como se define o DIREITO INTERNACIONAL, e que


comparação tem face ao Direito estatal?
{ Fonte de Direito; teoria monista; teoria dualista }

3) [ Introdução ]  Como se define e como se estrutura o DIREITO ESTATAL, dito


direito interno?
{ Os códigos jurídicos }

4) [ Introdução ]  Como entender o direito PÚBLICO e o direito PRIVADO?


{ Quanto a posse, quanto ao uso, Direito político vs Direito social; conceitos oriundos
da génese do Estado }

5) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO CONSTITUCIONAL?


{ Direito constitucional }

6) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO POLÍTICO?


{ Direito do sistema político }

7) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO PARTIDÁRIO?


{ Direito do sistema partidário }

8) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO DOS GRUPOS DE


PRESSÃO?
{ Direito dos grupos de pressão }

9) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO GOVERNATIVO?


{ Direito do sistema governativo }

10) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO SENATORIAL?


{ Direito do sistema senatorial }

11) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO PRESIDENCIAL?


{ Direito presidencial }

12) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO JUDICIAL?


{ Direito judicial }

13) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO PARLAMENTAR?


{ Direito do sistema parlamentar }
14) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO EXECUTIVO?
{ direito do sistema executivo }

TEMA V (2): O sistema jurídico ou legal

1) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO SOCIAL?


{ Direito do sistema social }

2) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o DIREITO TERRITORIAL?


{ Direito do sistema territorial, organização político - administrativa }

3) [ Introdução ]  Como se definem e se estruturam os DIREITOS funcionais e


estruturais?
{ Direitos funcionais e estruturais }

4) [ Introdução ]  Existe um efectivo problema de CODIFICAÇÃO do Direito?


{ A codificação e as vicissitudes parlamentares }

5) [ Introdução ]  A que órgão compete a função CONSTITUINTE?


{ Senado: órgão político; função constituinte }

6) [ Introdução ]  Que TIPOS de Constituições existem?


{ Parâmetros constitucionais: quanto a forma, quanto a mutabilidade, quanto a origem,
quanto a extensão, quanto a ideologia; parâmetros constitucionais quanto a
mutabilidade: constituição rígida, flexível + limites formais e limites materiais }

7) [ Introdução ]  Que vantagens haveria numa Constituição ENUNCIATIVA e


sintética em que a normação dos órgãos de soberania fosse remetida a diplomas
próprios em sede de Direito reforçado?
{ A agilidade constitucional; a periodicidade da revisão constitucional; o quórum para
aprovação constitucional; as normas não materialmente constitucionais; o Direito
reforçado; o quórum de 2/3 para a aprovação do Direito reforçado }

8) [ Introdução ]  Que VANTAGENS haveria em que os órgãos de soberania fossem


remetidos para o Direito reforçado no âmbito do Direito governativo?
{ A estabilidade do Direito constitucional; as normas não materialmente constitucionais;
a agilidade do Direito governativo enquanto Direito reforçado; as vicissitudes
governativas; as revisões extemporâneas do Direito governativo }

9) [ Introdução ]  Todo o Direito político seria remetido ao Direito REFORÇADO ou


só o Direito governativo? Falo concretamente da inclusão do Direito partidário e dos
grupos de pressão?
{ O Direito político enquanto Direito reforçado }
10) [ Introdução ]  Por causa da INFLAÇÃO legislativa e das lacunas legais, seria
próprio haver um direito de regras e metodologias do direito de forma a cobrir todo o
âmbito dos casos análogos?
{ A inflação legislativa; as lacunas legais; o Direito interno ou o Direito interpretativo;
as zonas ditas brancas ou não normadas; a descricionaridade remissível aos princípios
gerais de Direito; a harmonização das molduras legais; a obrigatoriedade da
codificação; a interdição das emendas isoladas do texto legal original; a obrigatoriedade
da imediata integração legal da jurisprudência; a determinação dos períodos de vigência
dos vários tipos de normas; a determinação imperativa de revisão das normas caducas
de vigência cessada }
TEMA VI: O sistema social

1) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o SISTEMA SOCIAL?


{ Organismo diacrónico auto reprodutivo, composição familiar, estrutura de classes }

2) [ Introdução ]  Quais as questões mais pertinentes do CRESCIMENTO


DEMOGRÁFICO?
{ Condições de acolhimento, suporte económico, suporte sistémico, índice de
mortalidade, condições urbanísticas, condições ambientais }

3) [ Introdução ]  Quais as questões mais pertinentes da DISTRIBUIÇÃO


DEMOGRÁFICA?
{ Pressão demográfica versus desertificação demográfica, convergência económica
regional e distribuição demográfica }

4) [ Introdução ]  Que políticas sociais para controlar dentro de certos limites a


DESIGUALDADE SOCIAL?
{ Economia social sustentada }

5) [ Introdução ]  O que dizer sobre a CONFEDERAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES


DA SOCIEDADE CIVIL?
{ Concelho da sociedade civil }

6) [ Introdução ]  O que dizer da sociedade enquanto EXPERIÊNCIA COLECTIVA


discriminatória?
{ Teoria dos grupos, pressupostos legais, pressupostos civilizacionais, xenofobia,
desvios generalizados do comportamento social }

7) [ Introdução ]  Que noções a reter sobre o CRESCIMENTO CIVILIZACIONAL?


{ Grupos voltados para a relação e grupos voltados para a tarefa }

8) [ Introdução ]  Do ponto de vista social, como se deve estruturar o IMPOSTO


SOBRE O RENDIMENTO?
{ Poupança, investimento, transferências externas e consumo }

9) [ Introdução ]  Do ponto de vista social, deve haver um IMPOSTO SOBRE O


PATRIMÓNIO? Como e porquê?
{ Património pessoal ( de uso privado ), património social { de uso público ) }

10) [ Introdução ]  O que devemos entender por PATOLOGIA SOCIAL?


{ O caso haitiano, o caso guineense, outros casos, o défice civilizacional, as sociedades
abertas e seus inimigos, o crime organizado }

11) [ Introdução ]  Que políticas se devem implementar para a RESOLUÇÃO DE


PATOLOGIAS SOCIAIS?
{ Políticas monetárias, financeiras, económicas e sociais, políticas combinadas,
saneamentos e reformas }

12) [ Introdução ]  Como incorporar a COMPETIÇÃO, AS RECOMPENSAS, O


DESPORTO E A CULTURA no processo de resolução das patologias sociais?
{ A repressão e as recompensas, o hooliganismo, a contra - cultura }

13) [ Introdução ]  É inevitável que o AUMENTO DO DESEMPREGO acarrete um


aumento da violência social evolutiva?
{ Violência conjuntural, violência estrutural; a violência passiva; a violência activa }
PARTE II
( Políticas monetárias, financeiras, económicas e sociais )
TEMA VII (1): O sistema económico

1) [ Introdução ]  Como se define e se estrutura o SISTEMA ECONÓMICO quanto a


estratificação?
{ Sub sistema económico de estabilização ( de base ), Sub sistema económico
intermédio ( de equilíbrio ), Sub sistema económico topo ( de desenvolvimento ) }

2) [ Introdução ]  Como se caracteriza o sistema económico quanto as GERAÇÕES


TECNOLÓGICAS?
{ Desenvolvimento tecnológico, formação profissional tecnológica, substituição do
desemprego por formação }

3) [ Introdução ]  Que considerações se destacam no ESTRATO DA ECONOMIA


DE DESENVOLVIMENTO ( dita estratégica ou de topo )?
{ Empresas capital intensivo, quase totalmente voltadas para a exportação e mercados
transnacionais, grandes accionistas da banca, grandes especuladoras bolsistas,
auferidoras de lucros elevados }

4) [ Introdução ]  Como se caracteriza o ESTRATO DA ECONOMIA DE


EQUILÍBRIO ( dita intermédia )?
{ Empresas capital e trabalho intensivo, voltadas tanto para o mercado interno como
para a exportação, mediamente accionistas da banca, medianamente especuladoras
bolsistas, auferidoras de lucros medianos }

5) [ Introdução ]  Como se caracteriza o ESTRATO DA ECONOMIA DE


ESTABILIZAÇÃO ( dita de base )?
{ Empresas trabalho intensivo, empresas voltadas quase totalmente para o mercado
interno, fracamente accionistas da banca, fracamente especuladoras bolsistas,
auferidoras de lucros baixos }

6) [ Introdução ]  Que questões se colocam a POLÍTICA AGREGADA DE


REMUNERAÇÕES?
{ Remuneração do trabalho activo e da formação, sistema de tributação linear }

7) [ Introdução ]  Qual é / qual deve ser O PAPEL DOS SINDICATOS?


{ Defesa de trabalhadores e de desempregados, redefinição do sistema laboral,
colaboração na monitorização laboral e tecnológica }

8) [ Introdução ]  Que questões se colocam à POLÍTICA AGREGADA DE


PREÇOS?
{ Diferenciação dos impostos em função da classe de produtos, promoção dos clusters
de produtos }

9) [ Introdução ]  Que questões se colocam à POLÍTICA DE FORMAÇÃO


PROFISSIONAL?
{ Resolução do problema do desemprego, preparação antecipada das gerações
tecnológicas, respostas pontuais à laboração, introdução da rotação laboral obrigatória }

10) [ Introdução ]  Que questões se colocam a POLÍTICA AGREGADA DE


STOCKS e do produto interno?
{ Monitorização do stock nacional, equilibro do cabaz de produção }

11) [ Introdução ]  Que questões coloca a tendência de CRESCENTE


AUTOMAÇÃO DA ECONOMIA?
{ Desemprego, necessidade de formação antecipada, necessidade de rotação, des
-emprezalizaçao do trabalho }

12) [ Introdução ]  Que importância tem a POLITICA ENERGÉTICA na economia?


{ Prioridade económica }

13) [ Introdução ]  Que questões se colocam ao CRESCIMENTO ECONÓMICO em


geral?
{ Falta de RH, falta de mercado, excesso de liquidez no mercado, atracção da emigração
e xenofobia }

14) [ Introdução ]  Que VICISSITUDES se colocam aos diferentes estratos de


economia?
{ Economia alta, média e baixa }

15) [ Introdução ]  A QUALIDADE, HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO


TRABALHO são indispensáveis na economia?
{ Legislação internacional, normalização, inspecção, saúde pública, intoxicação
alimentar, acidentes de trabalho, … }
TEMA VII (2): O sistema económico

16) [ Introdução ]  Qual o papel das EMPRESAS DE SERVIÇO para impedir a


formação excessiva de stocks na economia?
{ Investimento em serviços e não no produto }

17) [ Introdução ]  O que dizer dos CORREDORES ECONÓMICOS


TERRITORIAIS, DOS PÓLOS E PARQUES ECONÓMICO – EMPRESARIAIS E
DAS CINTURAS ECONÓMICAS PERI – URBANAS?
{ Organização territorial económica }

18) [ Introdução ]  Deve a ATRIBUIÇÃO DE TERRENOS ser pela via


administrativa directa ou pela via dos leilões?
{ Problemas de inconstitucionalidade }

19) [ Introdução ]  O que devemos entender sobre o AQUECIMENTO OU SOBRE –


AQUECIMENTO DA ECONOMIA? Estende-se a toda a economia?
{ Sobre – aquecimento originado na economia de topo }

20) Como organizar o sistema de monitorização nacional de STOCKS E DO


PRODUTO INTERNO?
{ Ministério inspecciona, empresas supervisionam }

21) [ Introdução ]  Qual o mecanismo de circulação da massa monetária em função


dos actores aí intervenientes?
{ Trocas comerciais diferenciadas entre empresas e classes sociais }

22) [ Introdução ]  O CONSUMO INTERNO AGREGADO não tem o mesmo


significado junto as grandes empresas como tem junto das medias e pequenas empresas.
Porquê? Que relação tem isso com a politica nacional de salários?
{ Empresas de âmbito internacional, misto e interno, dependência relativa face ao
mercado interno }

23) [ Introdução ]  O CONSUMO INTERNO agregado é uma função dos


rendimentos do trabalho. Que as consequências tem no crescimento económico?
{ Procura interna = oferta interna, salários internos = vendas internas, consumo interno
= crescimento interno }

24) [ Introdução ]  Que relação existe entre a SEGURANÇA INTERNA e o


desenvolvimento económico?
{ Estabilidade, previsibilidade, honorabilidade, fluibilidade, pobreza }
25) [ Introdução ]  Qual a vantagem das COOPERATIVAS 'HORIZONTAIS' sobre
as empresas no sub – sistema económico de estabilização?
{ Solidariedade económica, interlocutor institucional, plataforma de evolução
económica }

26) [ Introdução ]  Que papel desempenha o MICRO CRÉDITO no sistema


económico, mais propriamente no apoio aos mais desfavorecidos?
{ Montantes, taxas de juro elevadas, ineficiência legal, acesso ao crédito }

27) [ Introdução ]  Porque razão considera que as elites estão sempre na causa das
crises económicas de origem humana?
{ Desproporção de rendimentos; desproporção no acesso à riqueza; diferença de
capacidade na manipulação do poder económico }

28) [ Introdução ]  O que dizer dos CLUSTERS VERTICAIS e de uma política


económica e de investimentos baseada em clusters?
{ Resolução dos termos de trocas, recuperação interna de empresas, harmonização do
ciclo de formação do produto }

29) [ Introdução ]  São os CLUSTERS VERTICAIS a forma mais eficaz de se


enfrentar a concorrência externa que pode ser desleal e basear-se no dumping?
{ Circuito protegido de produção e comercialização, baixos preços finais }

30) [ Introdução ]  Como devem ser os APOIOS financeiros do executivo ministerial


as empresas?
{ Remissão dos apoios ao desconto do Banco central; promoção à I&D, a inovação, e a
formação de RH }
TEMA VIII (1): O sistema financeiro e bolsista

1) [ Introdução ]  Como se caracteriza o SISTEMA FINANCEIRO?


{ Instituições, estratos financeiros }

2) [ Introdução ]  Que considerações se destacam no estrato de


DESENVOLVIMENTO ( dito estratégico ou de topo ) do sistema financeiro?
{ Instituições financeiras de topo, instituições de grande dimensão, âmbito
internacional, grandes dividendos, elevadas taxas comerciais }

3) [ Introdução ]  Que considerações se destacam ao estrato de EQUILÍBRIO ( dito


intermédio )do sistema financeiro?
{ Instituições financeiras intermédias, instituições médias, âmbito nacional e
internacional, dividendos medianos, taxas comerciais medianas }

4) [ Introdução ]  Que considerações se destacam ao estrato de ESTABILIZAÇÃO


( dito de base ) do sistema financeiro?
{ Instituições financeiras de base, instituições de pequena dimensão, âmbito nacional,
dividendos baixos, taxas comerciais baixas }

5) [ Introdução ]  Que VICISSITUDES correntes se colocam ao sistema financeiro?


{ Crédito mal parado, clientes de baixo rendimento, necessidade recorrente de fiadores,
elevadas taxas de juro, especulação das taxas de juro }

6) [ Introdução ]  Em que consiste a USURA e o que prescreve a Lei face a isso?


{ Especulação das taxas de juro, Lei… }

7) [ Introdução ]  Como devem ser abordados os BÓNUS, AS DESPESAS DE


REPRESENTAÇÃO E SIMILARES dos executivos bancários e dos executivos das
grandes empresas? Deve-se legislar sobre a matéria ou deixar essa decisão ao critério
dos accionistas?
{ Integração na tributação vigente, tributação especial agravada, empresas fechadas,
empresas abertas, índice nacional de desigualdade }

8) [ Introdução ]  Em que moldes deve ser o IMPOSTO SOBRE O INVESTIMENTO


( directo ou indirecto )?
{ Investimento e re-investimento }

9) [ Introdução ]  Deve haver algum IMPOSTO INDIRECTO SOBRE O


CONSUMO?
{ Imposto indirecto sobre o consumo, relação consumo - rendimento }

10) [ Introdução ]  Deve a banca pública ser usada na POLÍTICA DE DESCONTOS


à economia de estabilização e de equilíbrio, sem se recorrer a criação das caixas de
crédito cooperativo?
{ Poder pode }

11) [ Introdução ]  São inevitáveis as CRISES FINANCEIRAS E ECONÓMICAS


nacionais e internacionais? Essas crises processam-se sob a forma de ciclos financeiros
e económicos?
{ O paradigma do petróleo; o excesso de produção; o problema dos stocks económicos
mal parados }

12) [ Introdução ]  Deve o banco central determinar minuciosamente a POLÍTICA


DE CREDITO em ordem a regula-lo?
{ Matriz da estrutura do crédito }

13) [ Introdução ]  Do ponto de vista das políticas públicas como se devem entender
os aumentos de capital da Banca feitas pelo EXECUTIVO?
{ Déficit público; déficit orçamental; o redesconto; as reservas obrigatórias; a emissão
de obrigações para o tesouro }

14) [ Introdução ]  Do ponto de vista GEOPOLÍTICO como se entendem os


aumentos de capital da Banca feitas pelo executivo?
{ A banca como projecção geopolítica do Estado; o indirect ruler; o imperialismo
financeiro }

15) [ Introdução ]  Há RISCOS sistémicos na especulação bancária? Isto é, os


comerciais juros elevados da Banca gera riscos?
{ Corrupção bancária; corrupção do Banco central por complacência e cumplicidade;
crescimento bancário desmesurado; propensão ao esbanjamento; propensão aos
elevados salários; propensão aos bónus; propensão à lavagem de dinheiro }

16) [ Introdução ]  Deveriam os Bancos ser impedidos de participar na


ESPECULAÇÃO bolsista?
{ Desvio da função económica dos Bancos; evitar crises de falta de liquidez económica;
evitar o empobrecimento social; centrar a missão bancária na economia e no social }

17) [ Introdução ]  O crescimento DESMESURADO dos Bancos pressupõe


necessária e obrigatoriamente o empobrecimento económico e social?
{ Samuelson e o dilema dos canhões e da manteiga; sistema financeiro vs sistemas
económico e social }
TEMA VIII (2): O sistema financeiro e bolsista

18) [ Introdução ]  Pode-se considerar que exista um SISTEMA BOLSISTA


extensivo a toda a economia?
{ Sistema bolsista imperfeito; sistema bolsista de topo; sistema bolsista intermédio;
sistema bolsista de base }

19) Qual a necessidade de um SISTEMA BOLSISTA extensivo a toda a economia?


{ Investimento empresarial directo; aplicação financeira do aforro / despesas }

20) [ Introdução ]  Que definição e características têm actualmente as BOLSAS de


valores?
{ Sistema bolsista exclusivamente de topo; necessidade de tributação alta sobre as mais
valias das bolsas de topo; isenção de impostos sobre o reinvestimento bolsista }

21) [ Introdução ]  Que características devem ter as bolsas de valores


SECUNDÁRIAS E TERCIÁRIAS?
{ Tributação média sobre as mais valias das Bolsas intermédias; tributação baixa
( muito baixa ) sobre as mais valias das Bolsas de base; tornar atractivas as Bolsas de
valores terciárias }

22) [ Introdução ]  Que PERIGOS se podem destacar nas Bolsas de valores de topo
actuais?
{ Especulação financeira; fontes de crises financeiras; lavagem de dinheiro }

23) [ Introdução ]  Bolsa de valores para instituições NÃO LUCRATIVAS. Haverá


algum interesse nesse tipo de estruturas?
{ Mecenato sócio – cultural e cientifico; acção social; interesses humanitários;
associações; ONGs }

24) [ Introdução ]  Já vimos que os Bancos devem ser impedidos de investir na Bolsa
de valores. E as demais INSTITUIÇÕES financeiras?
{ Liberdade de investimento bolsista às Instituições financeiras }

25) [ Introdução ]  O que acha do PRINCÍPIO de 'especulação financeira não


vinculada ao aumento directo de capital ou a iniciativa do emitente' nas Bolsas de
valores?
{ A interdição da 'especulação financeira não vinculada ao aumento directo de capital
ou a iniciativa do emitente'; evitar a flutuação não económica das acções; evitar os
ataques financeiros movidos pelos mercados financeiros aos Países e Instituições }
26) [ Introdução ]  O fim da 'ESPECULAÇÃO financeira não vinculada' levaria ao
fim da actividade bolsista que é afinal especulativa. Qual a solução?
{ As Bolsas de valores de natureza financeira e as Bolsas de valores de natureza
económica; a prossecução prioritária da estabilidade dos mercados económicos }

TEMA IX (1): Os sistemas de planeamento, orçamental e fiscal

1) [ Introdução ]  Antes de mais, quais são os instrumentos governativos DE


PRIMEIRO MOMENTO?
{ Primeiro momento: estatísticas; estatísticas resumidas; estatísticas especializadas;
Levantamento total e físico do país; Relatório de situação; relatório governativo;
relatório orçamental; relatórios internacionais }

2) [ Introdução ]  Os instrumentos governativos DE SEGUNDO MOMENTO?


{ Segundo momento: Planos governativos orientadores de longo e de médio prazos; o
papel dos cenários }

3) [ Introdução ]  Haverá eventualmente instrumentos governativos DE TERCEIRO


MOMENTO?
{ Terceiro momento: planos governativos de curto prazo; os vários planos públicos,
privados e mistos }

4) [ Introdução ]  Nesse caso existem sempre PLANOS na governação do país?


{ A importância dos estudos prévios e dos planos }

5) [ Introdução ]  A quem pertence a TUTELA POLÍTICA DOS PLANOS


GOVERNATIVOS, seja os de longo como os de curto prazo?
{ Planos governativos; conjunto dos órgãos de soberania; tutela senatorial, conjunta ou
presidencial }

6) [ Introdução ]  Nesse caso a quem deve caber a TUTELA POLÍTICA DOS


PLANOS ORÇAMENTAIS e porquê?
{ Executivo; plataforma negocial entre partidos políticos; parlamento que o aprova;
senado que o aprova }

7) [ Introdução ]  Especialmente nos períodos de transição de mandatos existem


VICISSITUDES NOS PLANOS ORÇAMENTAIS quanto a sua execução.
{ O problema da tutela política dos planos orçamentais; o problema da elaboração dos
planos orçamentais }

8) [ Introdução ]  As vicissitudes nos planos orçamentais quanto a sua elaboração e


execução verificam-se igualmente na VIGÊNCIA DE GOVERNOS MINORITÁRIOS.
{ O problema da tutela política dos planos orçamentais; a despartidarização dos planos
orçamentais; o papel da tutela; a evolução da praxis político - orçamental }
9) [ Introdução ]  A quem cabe a ELABORAÇÃO dos planos governativos de longo
e de médio prazos?
{ A encomenda dos planos; a tutela política dos planos; a elaboração dos planos; planos
por órgão de soberania; as consultoras }

10) [ Introdução ]  A quem cabe a ELABORAÇÃO dos planos governativos de curto


prazo?
{ Órgãos de soberania; ministério do plano; gabinetes técnicos públicos e ministeriais;
plataforma negocial entre partidos políticos }
11) [ Introdução ]  Que VICISSITUDES podem decorrer da relação entre os
demandantes e os elaboradores dos planos?
{ A corrupção entre os poderes públicos e as consultoras; despesas fictícias de
investimento; a alta autoridade contra a corrupção }

12) [ Introdução ]  Existe um SISTEMA DE PLANEAMENTO governativo em geral


e um executivo no particular? Se sim como e em que consiste?
{ Planos governativos integrados; planos executivos; planos de longo, médio e curto
prazos }

13) [ Introdução ]  Quais os LIMITES DO INSTRUMENTO ORÇAMENTAL no


âmbito das políticas publicas?
{ Insuficiência orçamental na cobertura dos deficits e necessidades; deficit orçamental;
deficit público; deficit da balança de pagamentos }

14) [ Introdução ]  Nesse caso o ORÇAMENTO é sempre um instrumento


insuficiente.
{ O imperativo orçamental; a teoria da decisão; a hierarquia das necessidades e
medidas; a capacidade de sustentação pública; a capacidade de resolução de crises
económicas }

15) [ Introdução ]  A solução da SUFICIÊNCIA ORÇAMENTAL decorreria da


institucionalização do plano público privado de curto prazo, i.e., do orçamento público
– privado do Estado?
{ O orçamento público – privado do Estado }

16) [ Introdução ]  O que é o ORÇAMENTO?


{ Plano financeiramente alocado; componente de execução física; componente de
execução financeira }

17) [ Introdução ]  QUANTOS orçamentos existem ao nível do Estado? Ou quantos


deveriam existir?
{ ORE: ( orçamento restrito do Estado ); OGP: ( orçamento geral privado ); OGE:
( orçamento geral do Estado: ORE + OGP ) }

18) [ Introdução ]  face a possível discussão do OGP ( orçamento geral privado ) no


Parlamento, não seria importante haver deputados estritamente privados, não
partidários?
{ A questão da representatividade política; os parceiros políticos parlamentares; o
Conselho económico e social; o patronato }
19) [ Introdução ]  Estará a estrutura dos IMPOSTOS suficientemente completa para
maximizar as despesas orçamentais?
{ Impostos existentes: IRS, IRC, IVA, tabaco e bebidas, combustíveis, selo; impostos
faltantes: sobre o património, sobre as mais valias, sobre a banca, sobre os bónus
elevados }

20) [ Introdução ]  Porque razão se diz que o instrumento fiscal é o segundo mais
importante dos dois que compõem a da política de estabilização?
{ A política distributiva; a convergência social; a diminuição do intervalo de
desigualdade social }
TEMA IX (2): Os sistemas de planeamento, orçamental e fiscal

1) [ Introdução ]  O LIMITE DE DESPESAS ORÇAMENTAIS é um limite absoluto


a acção do Estado? Isto é, ao desenvolvimento e ao crescimento?
{ O papel das políticas de desconto monetário; o crescimento; o desenvolvimento; a
convergência enquanto desenvolvimento }

2) [ Introdução ]  São geralmente evocadas a CONTENÇÃO E REDUÇÃO DE


DESPESAS para a diminuição dos deficits público e orçamental.
{ O equilíbrio orçamental; a desorçamentação das políticas de desconto monetário }

3) [ Introdução ]  Qual a relação entre a FALÊNCIA ORÇAMENTAL e a reserva do


tesouro, i.e., a reserva do Estado?
{ A falência corrente das finanças públicas e o recurso à reserva do tesouro; a falência
absoluta }

4) [ Introdução ]  Não temos conhecimento da existência e do uso do relatório de


situação do país, do relatório governativo e do relatório orçamental em Portugal. Em
que consistem esses DOCUMENTOS?
{ Relatório de situação do país; relatório governativo; relatório orçamental }

5) [ Introdução ]  Existem VICISSITUDES que podem recair sobre os planos de


médio e longo prazos.
{ O retardamento da execução de medidas; a desconvergência multissectorial; a
inaplicabilidade correcta dos planos }

6) [ Introdução ]  O que se passaria pois, SE NÃO HOUVESSEM PLANOS de


médio e longo prazos?
{ As discussões parlamentares intermináveis; as crises inter – partidárias; a
discricionariedade controversa na escolha das políticas públicas; a dificuldade da
elaboração dos planos orçamentais }

7) É essa a realidade em Portugal.


{…}

8) [ Introdução ]  Podemos considerar que os planos de médio prazo são os PLANOS


DE LEGISLATURA?
{ Planos de médio prazo enquanto planos de legislatura; os planos de governo; os
planos do executivo }
9) [ Introdução ]  Que órgão de soberania teria a TUTELA POLÍTICA dos planos de
legislatura dos órgãos de soberania? O senado, o tribunal constitucional?
{ Figurino sujeito ao debate político; senado com substituição parcelares de senadores e
sem sujeição à dissolução }

10) [ Introdução ]  Nós temos um SISTEMA FISCAL ESCALONADO, dividido em


3 ou 4 escalões. É este o sistema mais aperfeiçoado no campo das receitas públicas?
{ A forma de incidência do sistema fiscal; o sistema fiscal linear; o sistema fiscal
exponencial }

11) [ Introdução ]  Dir-se-ia que a RESOLUÇÃO DA DESCONFORMIDADE do


sistema fiscal seria sobre a sua forma de incidência?
{ A forma de incidência e a base de incidência do sistema fiscal }

12) [ Introdução ]  A aplicação do SISTEMA LINEAR PROGRESSIVO de


incidência fiscal não seria para prejudicar as grandes empresas, obrigando-as a sair do
pais?
{ A correlação fiscal real às mais valias; a fuga aos impostos; a evasão fiscal de fim do
escalão }

13) [ Introdução ]  Concorda que o ACTUAL SISTEMA FISCAL é mais gravoso


para as pequenas e médias empresas?
{ As pequenas e médias empresas; as empresas trabalho – intensivas; a taxa de
incidência fiscal e as mais valias }

14) [ Introdução ]  Que influência têm os ciclos eleitorais sobre os ciclos de


magistratura orçamental?
{ A base económico - financeira de democracia; a base eleitoral da democracia; o papel
das elites dominadoras }

15) [ Introdução ]  Que fins ou funções prosseguem os sistemas de planeamento,


orçamental e fiscal?
{ Fins / funções: reguladora, estabilizadora, alocativa, distributiva, e redistributiva }
TEMA X: O sistema laboral

1) [ Introdução ]  Como deve ser definido o SISTEMA LABORAL?


{ trabalho activo; segurança laboral; formação profissional; desemprego }

2) [ Introdução ]  No contexto do sistema laboral, em que consiste o SUB –


SISTEMA LABORAL?
{ Trabalho activo }

3) [ Introdução ]  No contexto do sistema laboral, em que consiste o SUB –


SISTEMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL?
{ Desemprego vs formação profissional }

4) [ Introdução ]  No contexto do sistema laboral, em que consiste o SUB –


SISTEMA DE SEGURANÇA LABORAL do trabalhador? E como se distingue do
sistema de segurança social?
{ Segurança laboral dos trabalhadores; percurso laboração – formação; dispositivo
automático de segurança laboral; gestão da formação }

5) [ Introdução ]  No contexto do sistema laboral, em que consiste o SUB –


SISTEMA DE SEGURANÇA LABORAL do empregador? E como se distingue do
sistema de segurança social?
{ Segurança laboral do empregador; dispositivo preventivo de segurança laboral; gestão
de falências }

6) [ Introdução ]  Existe uma grande DIFERENÇA entre o sistema laboral de por


exemplo há 30 anos face ao sistema laboral actual?
{ espectro da protecção laboral; trabalho para toda a vida; sistema laboração – formação
vs laboração desemprego }

7) [ Introdução ]  Qual a necessidade de um SISTEMA NACIONAL DE


RECURSOS HUMANOS E TECNOLÓGICOS?
{ Planificação e gestão dos RH e das gerações tecnológicas }

8) [ Introdução ]  Nos períodos de crise económica em que o DESEMPREGO é um


dos piores inimigos, que importância pode ter o sub – sistema de formação profissional?
{ Desemprego vs formação profissional; preparação de geração tecnológica }
9) [ Introdução ]  O Ministério do trabalho continua sendo o mais afectado pela
prevalência do desemprego?
{ O desemprego e o aumento da instabilidade social; o desemprego e o aumento da
criminalidade; desemprego e o a sobrecarga do Ministério do interior }

10) [ Introdução ]  Qual será o FUTURO PARADIGMA DO SISTEMA LABORAL


nas suas componentes trabalho vs formação profissional?
{ Formação – laboração }

11) [ Introdução ]  Como entender a formação profissional cientifica e as bolsas de


investigação aos cientistas?
{ Função alocativa; subsídio as instituições de I&D }

12) [ Introdução ]  Qual deveria ser o papel das empresas de SUPERVISÃO E


MONITORIZAÇÃO ECONÓMICA? Caberia esse papel as actuais empresas de
consultoria?
{ Monitorização económica, empresarial, de RH e tecnológica }

13) [ Introdução ]  Como se enquadraria a INSPECÇÃO DO TRABALHO nesse


esquema?
{ Inspecção ministerial; supervisão }

14) [ Introdução ]  Deve-se legislar o tecto máximo de REMUNERAÇÕES MAIS


ELEVADAS ou deixar esse assunto ao regime normal ou especial de tributação?
{ Tributação linear }

15) [ Introdução ]  Sempre que o patronato ameace FECHAR AS EMPRESAS por


desacordo com as negociações salariais ou outras, deve o Governo adquirir
participações accionistas nessas empresas? Deve nacionalizá-las? Deve solicitar
intervenção de investidores interessados?
{ OPAs legítimas }
TEMA XI: O sistema monetário

1) [ Introdução ]  Como se define o SISTEMA MONETÁRIO?


{ Produção, emissão e gestão da moeda; Banco emissor; Bancos grossistas; Bancos
retalhistas; política monetária; doutrina monetária; teoria monetária }

2) [ Introdução ]  Que vicissitudes tem a TUTELA DO SISTEMA MONETÁRIO


feita pelo ministério das finanças?
{ Subordinação do monetarismo às finanças }

3) [ Introdução ]  Que INFLUÊNCIA TEM o sistema monetário sobre o sistema


financeiro e sobre o sistema económico?
{ Disponibilização da moeda; organização da moeda }

4) [ Introdução ]  Que relação tem o sistema monetário e O PROBLEMA DO


DINHEIRO - DIVISA?
{ As divisas; o domínio monetário mundial; o desequilíbrio dos termos de troca }

5) [ Introdução ]  Que problemas existem pelo facto de não haver uma MOEDA
MUNDIAL?
{ Dominação por via monetária }

6) [ Introdução ]  Quais as modalidade possíveis de CRIAÇÃO de uma moeda


mundial? Qual a mais viável?
{ Modalidade europeia; modalidade gradual }

7) [ Introdução ]  Como se deveriam organizar os SISTEMAS MONETÁRIOS


internacional ou regional?
{ Zonas monetárias alargadas }

8) [ Introdução ]  Pode-se considerar que o Estado demitiu-se do seu PAPEL


TUTELAR sobre o sistema monetário? Que tenhamos chegado a um certo liberalismo
monetário?
{ Crise na teoria e política monetária; consequências das crises políticas }

9) [ Introdução ]  Qual seria na essência a MATRIZ DE REGULAÇÃO da massa


monetária?
{ Linhas: investimento interno, despesa interna, consumo interno e aplicações externas (
investimento, despesa, consumo ); percentuais das linhas reguladoras }

10) [ Introdução ]  Porque se diz que o dinheiro ( a MOEDA ) é o sangue do Estado?


{ A moeda enquanto accionador das relações jurídicas em geral }

TEMA XII: O sistema social

1) [ Introdução ]  A primeira abordagem sobre o SISTEMA SOCIAL prende-se


invariavelmente com a definição das classes sociais. Quais são os factores
determinativos das classes sociais?
{ Estratos sociais, Classe social real, classe social fictícia, rendimento, património }

2) [ Introdução ]  A DIFERENÇA PATRIMONIAL entre as classes sociais é um dos


principais flagelos da sociedade.
{ Pobreza, riqueza, ostentação, reprodução do status, igualdade de oportunidades }

3) [ Introdução ]  Como se afere a DESIGUALDADE SOCIAL?


{ Índice de desigualdade social, relatório de desenvolvimento humano da ONU,
convergência social }

4) [ Introdução ]  Hipoteticamente LIMITAR-SE-IAM os rendimentos e salários para


efeito de convergência social? Limitação administrativa, limitação fiscal?
{ O tecto salarial mínimo e máximo por via administrativa, limitação fiscal, situações de
crise social, congelamento de salários }

5) [ Introdução ]  Como conduzir a politica de CONVERGÊNCIA SOCIAL?


{ As duas vias de convergência: a via dos salários e rendimentos, a via patrimonial }

6) [ Introdução ]  Vejamos então a convergência por VIA DOS SALÁRIOS E


RENDIMENTOS.
{ Composição do rendimento, agravamento fiscal do aforro familiar marginal,
agravamento fiscal do consumo familiar marginal, isenção fiscal ao investimento
familiar }

7) [ Introdução ]  E como seria a convergência pela VIA PATRIMONIAL?


{ Distinção do património quanto ao uso, imposto sobre o património familiar, Imposto
sobre o património familiar marginal, redução ou isenção de impostos sobre o
património familiar marginal de uso social }

8) [ Introdução ]  O que se entende por TRATAMENTO SOCIAL


DIFERENCIADO?
{ Políticas providenciais de natureza orçamental }

9) [ Introdução ]  Para que o tratamento social diferenciado deixe de ser uma


QUESTÃO ORÇAMENTAL como deve ser implementado?
{ Indexação dos estratos sociais aos sub – sistemas financeiros diferenciados pela via do
desconto monetário }

10) [ Introdução ]  Um dos problemas mais graves que o sistema social provoca ao
sistema financeiro é o CRÉDITO HABITACIONAL MAL PARADO.
{ O sistema social e a compra da casa, o arrendamento como cultura }

11) [ Introdução ]  A Europa sofre de EXCESSO DE IDOSOS E DÉFICE DE


NATALIDADE. Como resolver isso?
{ Crise existencial das sociedades avançadas, crise civilizacional das sociedades
avançadas, as crises e a instabilidade económicas, o equilíbrio económico }

12) [ Introdução ]  Há uma crise existencial que permeia as sociedades avançadas?


Com que consequências?
{ A tradição judaico – cristã, a existência, a natalidade, a fé, a gestão da imanência, a
vida ideal enquanto pressuposto, a vida concreta enquanto futilidade controversa }
PARTE III
( Teoria política )
TEMA IV: O sistema estatal

1) [ Introdução ]  Já havíamos visto nos primeiros encontros do nosso programa a


NOÇÃO DE ESTADO. Não seria demais voltarmos a questão. O que é o Estado?
{ Estado em sentido estático e em sentido dinâmico; Estado político; pessoa colectiva
de direito internacional }

2) [ Introdução ]  Existe alguma descontinuidade, digamos dialéctica ou qualitativa


do ESTADO POLÍTICO face às anteriores formas de organização social ao longo da
história?
{ A autoridade familiar; a autoridade patriarcal comunitária; a autoridade política
indiferenciada }

3) [ Introdução ]  Quando EMERGE o Estado, o Estado político?


{ A emergência do poder político de base familiar, monárquica, hereditária }

4) [ Introdução ]  O que devemos entender por TIPOS DE ESTADO?


{ Monarquia, República, Império, Principado }

4) [ Introdução ]  O que devemos entender por FORMAS DE ESTADO?


{ Unitário, regional(izado), federal, confederal }

5) [ Introdução ]  O que devemos entender por CLASSES DE ESTADO?


{ Soberanos; semi – soberanos ( protectorado, Estado associado, Estado federado,
região autónoma ); não - soberanos ( colónia, território ultramarino ) }

6) [ Introdução ]  O que devemos entender por REGIME DO ESTADO ou REGIME


POLÍTICO?
{ A contra - legis; a discricionariedade irracional; a geopolítica; os regimes bons e os
maus }

7) [ Introdução ]  Poder-se-ia de alguma forma entender o Estado como resultante de


um PACTO SOCIAL, prossecutor de um pacto social ou inerentemente um pacto
social?
{ O Estado: pacto social constrangido; constrangimentos linguísticos, étnicos,
sanguíneos, territoriais, etc… }
8) [ Introdução ]  Tem sido comum estabelecer-se uma DIFERENÇA entre o Estado
e a Nação ou as Nações de que é composto.
{ Nação é sanguínea; Estado é territorial; o jus sanguinis e o jus soli }

8) [ Introdução ]  É correcto que SOCIEDADES POLÍTICAS MINÚSCULAS se


constituam em Estado?
{ Estados reais ou independentes e Estados fictícios ou assistências; o problema das
soberanias limitadas }

10) [ Introdução ]  Também os Estados grandes sofrem VICISSITUDES que os


obrigam a regionalizar ou federar.
{ As vicissitudes dos grandes Estados; as guerras de secessão e unificação }

11) [ Introdução ]  O Estado político é uma verdadeira NECESSIDADE SOCIAL ou


pode ser de todo prescindível como defendem os anarquistas?
{ O Estado enquanto necessidade ontológica e enquanto necessidade axiológica prévia
ou posterior; a especialização social }

12) [ Introdução ]  O Estado de ISRAEL era um Estado teocrático nos seus


primórdios.
{ O Estado de Israel e o Estado universal }

13) [ Introdução ]  Como devemos considerar PORTUGAL quanto à forma do


Estado?
{ Estado semi – regional; regiões administrativas vs províncias; autonomias; o caso
espanhol }

14) [ Introdução ]  Pode um Estado CESSAR a sua vigência, mesmo indo contra os
limites materiais da sua constituição?
{ O fim de um qualquer Estado; o dogma dos limites materiais da constituição; as
doutrinas; os poderes constituintes primários; a experiência colectiva; o referendo à
independência; ver o caso de Porto rico }

15) [ Introdução ]  A RAZÃO de Estado sobrepõe-se à razão de Direito?


{ A razão de Direito sobre a razão de Estado; o Direito à resistência; o Direito à
insurreição; os Direitos naturais; os Direitos apriorísticos; o Direito divino }

16) [ Introdução ]  Em que consiste o CRIME ou atentado contra o Estado de direito?


{ Crime ou atentado o Estado de direito; os crimes contra o Estado de direito; o crime
contra o Estado de direito em si mesmo; o crime precursor contra o Estado de direito; o
golpe de regime contra o Estado de direito ( o caso de Salazar ); o fim informal do
Estado de direito; o fim formal do Estado de direito; golpe de Estado factual ou
regimental; os Estados de direito imperfeitos e de fachada }
TEMA V (1): O sistema político e o sistema de elites

1) [ Introdução ]  O que é o PODER POLÍTICO?


{ Intrínseco, adquirido, teológico, não teológico, legitimidade pelo conhecimento e pela
força, natureza transcendente, natureza imanentemente dobre dotada }

2) [ Introdução ]  O que é o SISTEMA POLÍTICO?


{ A superestrutura alargada do Estado; poder público alargado; componentes }

3) [ Introdução ]  Qual a necessidade do sistema político na sua CONFIGURAÇÃO


TÍPICA?
{ Manutenção e reprodução do poder; gestão do Estado; limite natural da vida humana;
garante da constituição e do direito; garante das relações externas }

5) [ Introdução ]  Que dizer do pressuposto da iniciativa POPULAR no plano


político? E da iniciativa INDIVIDUAL?
{ Poder constituinte primário; regulação das questões fracturantes; referendo; plebiscito }
{ O problema da iniciativa individual; os limites da verdade democrática; a falta de quadro
legitimador da verdade individual; o problema da verdade; o caso apocalipse }

6) [ Introdução ]  Qual o papel da PSICOLOGIA, DA FILOSOFIA E DA ÉTICA NA


POLÍTICA?
{ As éticas consequencialista, deontológica e outras éticas; a verdade e o pecado; a face
dura da ética }

7) [ Introdução ]  O que é a ARTE POLÍTICA? Que relação terá a arte política com
Maquiavel e com o circo político?
{ A arte de servir, exterminar, encurralar, iludir }

8) [ Introdução ]  Os MEMBROS DO SISTEMA POLÍTICO não são antes os


mesmos das elites sociais?
{ A superestrutura alargada do Estado }

9) [ Introdução ]  O que se deve entender por REGIME POLÍTICO atendendo que o


mesmo integra-se no sistema de elites?
{ As classes sociais; a oposição entre as classes sociais; a luta de classes }
10) [ Introdução ]  Do ponto de vista da sociologia política o sistema político é uma
mera componente do SISTEMA DE ELITES?
{ Teoria dos vasos comunicantes }

11) [ Introdução ]  Face a discrepância de poderes pode-se dizer que o sistema de


elites exerce APARTHEID sobre a sociedade civil?
{ A discrepância de poderes; o intervalo de desigualdade e a opressão }

12) [ Introdução ]  Pode-se considerar que o sistema de elites é um ETERNO


OPRESSOR da sociedade civil?
{ O património; o uso privado e o uso público do património e do rendimento }

13) [ Introdução ]  O sistema de elites pertence ao nosso MUNDO e comunga dos


nossos princípios?
{ A corrupção das elites; o pecado original; o paradigma do filho do prisioneiro }

14) [ Introdução ]  Existe alguma forma de termos ELITES que não sejam
necessariamente opressoras e totalmente alienígenas?
{ O sistema político; a democracia; o primado da lei; o contencioso político; a relação
pré – formal e extra - formal de forças; as alianças éticas }

15) [ Introdução ]  Como vieram as elites a ATINGIR o actual peso e capacidade de


opressão?
{ A formação primitiva do poder sócio – económico; a consolidação do poder; a
expansão do poder; a institucionalização do poder elitista; o apartheid das elites ( tudo à
parte ) }
TEMA V (2): O sistema político e o sistema de elites

1) [ Introdução ]  Acha que a RELAÇÃO PRÉ – FORMAL E EXTRA - FORMAL


DE FORÇAS é um dos requisitos para a obtenção de elites dentro dos padrões éticos?
{ A coercibilidade super estrutural interna; a sociedade aberta e seus inimigos; a
distribuição do poder dentro do poder }

2) [ Introdução ]  Nesse contexto a sociedade civil é por si só incapaz de vencer as


elites em qualquer contexto de LUTA DE CLASSES.
{ O poder das elites; a falta de poder da sociedade civil }

3) [ Introdução ]  TODO o sistema de elites é ética e moralmente imputável pela


dominação da maioria de população?
{ A luta de poderes no sistema de elites; a luta ético – moral no sistema de elites; as
lutas, divisões e cisões no sistema de elites; o carácter ideológico da luta dentro das
elites; a determinância do poder financeiro na luta interna ao sistema de elites; os
membros justos das elites enquanto líderes das massas }

4) [ Introdução ]  Ao considerarmos que os líderes das massas são no geral


MEMBROS das elites, como definir a luta de classes?
{ A luta de classes enquanto situação limite; o papel dos líderes justos e dos líderes
revolucionários esclarecidos; as dificuldades dos líderes justos e dos líderes
revolucionários esclarecidos; o problema das diferenças culturais inter – classes; }

5) [ Introdução ]  Se o sistema de elites não é ideologicamente unido, como se


enquadram aí as IDEOLOGIAS e o seus ventiladores?
{ A direita conservadora; a esquerda revolucionária; o centro moderado; o problema da
velocidade das reformas estruturais e conjunturais; a ventilação social; o papel dos
intelectuais, dos doutrinadores, dos investigadores, dos médicos; e dos opinion makers;
o problema do desvio do papel instrumental das ideologias; o endeusamento das
ideologias como fim em si mesmas; as ideologias do mundo perfeito }

6) [ Introdução ]  Pode-se considerar que para além da luta de classes existe ou


existiu uma LUTA de elites?
{ A luta de classes enquanto extensão da luta de elites; as guerras enquanto conflito
entre elites; o caso explícito das guerras monárquicas; a polaridade no sistema de elites;
as perdas e ganhos entre o bem e o mal; as consequências da perda de supremacia do
bem no sistema de elites }

7) [ Introdução ]  Vimos que o sistema de elites não constitui um corpo unido. E o


sistema de MASSAS. É um corpo unido?
{ As cisões ideológicas e ideossincraticas no sistema de massas; a teoria geral da
estupidez e as cisões no sistema de massas; o dilema da bitola baixa e da bitola alta no
sistema de massas; o comunismo e a bitola baixa; a bitola alta do capitalismo; o advento
do Estado previdência e da social democracia }

8) [ Introdução ]  O que levaria certos sectores do SISTEMA de massas a militar


contra a paz e o progresso dos seus?
{ O problema do bem e do mal sobreposto à luta de classes; a polícia, a segurança
privada enquanto guardiães do status quo; o desvio cultural das massas; os sectores
retrocessivos das massas, os sectores progressistas das massas; a luta entre o bem e o
mal dentro do sistema de massas; o bem e o mal nas elites e nas massas; a progressão do
bem e a oposição radical do mal }

9) [ Introdução ]  As elites são IMPORTANTES para a sociedade?


{ O papel líder e determinante das elites; o desenvolvimento e o papel das elites; as
elites e o modelo a seguir; as alianças verticais inter – classes; a luta democrática entre
as elites; a luta entre as elites na política, na medicina, na ciência e tecnologia, nos mass
– media, na música e na dança, na evolução dos costumes, e nos palcos do mundo }
TEMA VI: O sistema de partidos, grupos de pressão e especialistas

1) [ Introdução ]  O que se entende por SISTEMA DE PARTIDOS?


{ Partidos políticos; famílias políticas; entendimentos políticos; ideologias ou focos
político – partidários }

2) [ Introdução ]  O que são os PARTIDOS POLÍTICOS?


{ Associações de direito político – partidário; governos sombra }

3) [ Introdução ]  Os partidos políticos são INDISPENSÁVEIS à vida política?


{ A racionalização política; a racionalização das hostilidades; o progresso; a verdade
política; a complexidade política; a realidade política }

4) [ Introdução ]  Em termos partidários, quantas FAMÍLIAS POLÍTICAS existem?


{ As famílias partidárias; a extrema direita; a direita moderada; o entendimento central;
a esquerda moderada; a estrema esquerda }

5) [ Introdução ]  O que são os ENTENDIMENTOS POLÍTICOS em contraposição


às famílias políticas?
{ A direita abrangente; o entendimento central moderado; a esquerda abrangente }

6) [ Introdução ]  Qual é a importância das IDEOLOGIAS ou focos político –


partidários?
{ A moderação política; a verdade política; o progresso político; a sociedade aberta e
seus inimigos; a contenção da anarquia; as relações de forças; a não retroactividade
política; a civilização; a democracia }

7) [ Introdução ]  Qual a função ou AS FUNÇÕES dos partidos políticos?


{ A garantia de governação; o exercício da governação; a fiscalização da governação; o
apoio à governação; a facilitação da governação; o aperfeiçoamento da governação }

8) [ Introdução ]  Qual deve ser A ESTRUTURA os partidos políticos à luz da sua


razão de existir e dos seus fins?
{ Governos sombra }
9) [ Introdução ]  Do ponto de vista doutrinal os partidos políticos devem
obrigatoriamente estar representados nos CONSELHOS CONSULTIVOS E FISCAIS
dos Órgãos de soberania. Porquê?
{ A consulta partidária; a obrigatoriedade ou não da consulta partidária; a
vinculatividade no não da consulta partidária; a relação interpartidária no âmbito dos
conselhos consultivos, a fiscalização da governação }

10) [ Introdução ]  A luz do que diz porque razão em Portugal os PRESIDENTES dos
partidos políticos por regra candidatam-se à chefia do executivo e não da presidência da
República?
{ Governos sombra imperfeitos; a ausência de legislação enquadradora }

11) [ Introdução ]  O que se deve entender por GRUPOS DE PRESSÃO?


{ Associações de direito político de pressão; o direito político especializado, a
interlocução política especializada; a não aspiração ao exercício do poder }

12) [ Introdução ]  Que instituições integram O ESTATUTO de grupos de pressão?


{ Associações sindicais; centrais sindicais; associações nacionais funcionais; conselho
da sociedade civil }

13) [ Introdução ]  PARA QUE SERVEM os grupos de pressão?


{ A reserva ética e moral do Estado; a defesa de interesses não partidarizados; o
princípio do comunitarismo }

14) [ Introdução ]  Os CONSULTORES E OS ESPECIALISTAS podem ser


integrados no conceito de grupos de pressão formais?
{ Grupos de pressão informais; a adesão a grupos de pressão; os doutrinadores }

15) [ Introdução ]  Qual é O ESTATUTO dos especialistas no sub - sistema dos


partidos políticos e grupos de pressão?
{ Os fazedores de doutrina, jurisprudência e polisprudência }

16) [ Introdução ]  E qual é O PAPEL dos especialistas?


{ A consulta política, jurídica e técnica altamente especializadas; a formação contínua
dos titulares de estatuto político; a formação contínua dos órgãos de soberania }
TEMA VII: O sistema governativo

1) [ Introdução ]  O que se deve entender pelo termo GOVERNO?


{ Instituição de soberania }

2) [ Introdução ]  É suposto haver muitos problemas, diga-se indefinições


TERMINOLÓGICAS relativas ao termo governo?
{ Sistema de governo; tipo de governo; forma de governo; regime de governo; estrutura
de governo }

3) [ Introdução ]  O que se deve entender por SISTEMA GOVERNATIVO, sistema


governamental ou sistema de governo?
{ O sistema }

4) [ Introdução ]  O que devemos entender o termo TIPOS DE GOVERNO, muitas


vezes confundido com regimes governativos?
{ Monarquia, República, Império }

5) [ Introdução ]  O que devemos entender por FORMA DE GOVERNO ou forma


governativa?
{ Unitário, regional(izado), federal, confederal }

6) [ Introdução ]  O que devemos entender por REGIME GOVERNATIVO ou


regime de governo?
{ Presidencialismo; semi – presidencialismo; parlamentarismo }

7) [ Introdução ]  O que devemos entender por ESTRUTURA GOVERNATIVA ou


estrutura de governo?
{ Senado; presidência; parlamento; assembleia judicial; executivo }

8) [ Introdução ]  Quem é o RESPONSÁVEL DO GOVERNO enquanto instituição


de soberania, cujos órgãos são os órgãos de soberania?
{ Chefe do Estado = chefe do governo }
9) [ Introdução ]  O uso comum e generalizado do termo GOVERNO aplicado ao
executivo. Isso tornou-se efectivamente um grande problema.
{ O problema terminológico dos conceitos; os doutrinadores, professores e
investigadores; a comunicação social }

10) [ Introdução ]  O governo, enquanto instituição de soberania, tem efectivamente


uma ACÇÃO CONCERTADA E PLANIFICADA?
{ A integração governativa; o governo não integrado; o conflito entre órgãos de
soberania }

11) [ Introdução ]  Que VICISSITUDES afectam em geral o governo, enquanto


instituição de soberania?
{ Conflitos inter – orgânicos; incompatibilidades pessoais; entraves regimentais; défice
do aperfeiçoamento teórico }

12) [ Introdução ]  Há aqui efectivamente uma dúvida. Os órgãos de soberania é que


são soberanos ou a INSTITUIÇÃO é que é soberana?
{ A instituição de soberania }

13) [ Introdução ]  Pode-se considerar que existe uma HIERARQUIA entre os órgãos
de soberania?
{ A hierarquia entre os órgãos de soberania }

14) [ Introdução ]  Quando houver que reunir todos os responsáveis dos órgãos de
soberania, que órgão tem a TUTELA ou forma-se um novo órgão?
{ A tutela governativa; a presidência da República; o Senado }

15) [ Introdução ]  Quer no âmbito da Presidência da República ou do Senado acha


que deva existir um CONSELHO governativo que acolha os representantes dos órgãos
de soberania tal como existe o conselho de Estado?
{ O Conselho de Estado }

16) [ Introdução ]  O que se deve entender por órgãos de APELAÇÃO política, e para
que servem?
{ O problema das imunidades políticas; os crimes cobertos pelas imunidades; os crimes
e ilícitos políticos; os crimes de influência; os crimes ditos telepáticos e os crimes de
mímica; os crimes sub-reptícios juridicamente indetectáveis; os crimes contra a moral e
os preceitos; os crimes sob linguagem cifrada de duplo significado; os crimes
insusceptíveis de apuramento judicial; os indícios criminais e a suspeita política; o
terrorismo interno organizado, institucionalizado, secreto e auto - protegido; os crimes
sob segredo de Estado; os limites da acção judicial; o fim do processo instrutório e o
consequente fim do segredo judiciário; a entrada em cena do contencioso político; a
eficácia do contencioso político após o processo instrutório - não sujeito ao segredo
judiciário; o Senado ( ou o Parlamento com competências politicas ) e o Conselho de
Estado como órgãos de apelação política }

17) [ Introdução ]  O SISTEMA ou poder governativo é importante ou imperativo


para a sociedade?
{ A especialização social e a necessidade de governantes; a sociedade, os interesses
particularistas, os interesses públicos e a necessidade de governação; os fins do Estado e
a necessidade de governo }

18) [ Introdução ]  A quem deve caber a DEFINIÇÃO da estrutura governativa, de


cada órgão governativo e, eventualmente do número máximo de cargos político –
administrativos directos e auxiliares?
{ Conselho de Estado em sede de ausência de Lei reguladora; Lei reguladora }

TEMA VIII: O sistema presidencial

1) [ Introdução ]  O que é a PRESIDÊNCIA da República? Especialmente no âmbito


dos órgãos de soberania.
{ Presidência do Estado; presidência inerente do governo; coordenação governativa;
órgão político }

2) [ Introdução ]  Agora, dito de outra forma, que é o PRESIDENTE da República?


{ Coordenador do Estado; coordenador governativo; demais competências; cargo
político }

3) [ Introdução ]  Nota-se que a FUNÇÃO COORDENADORA permanente do


Presidente da República recai somente sobre o executivo às quintas feiras quando
recebe o 1º ministro. Não há aqui um défice governativo?
{ Função coordenadora; função coordenadora minimizada / apagada; função
coordenadora plena }

4) [ Introdução ]  Na actualidade não transparece que a presidência da República seja


um órgão INERENTEMENTE POLÍTICO. A que se deverá isso?
{ Reminiscências monárquicas personalistas; a transformação da corte em Parlamento e
não em Senado presidencial }

5) [ Introdução ]  Quais as DIFERENÇAS substanciais entre as presidências ditas


presidencialistas e as semi - presidencialistas?
{ O problema conceitual; o regime presidencialismo; o regime semi – presidencialismo;
o falsamente designado sistema de governo }

6) [ Introdução ]  Isto significa que o que geralmente designamos por sistema de


governo é na realidade um REGIME GOVERNATIVO? Porque razão?
{ Regime de competências vs sistema estrutural ou orgânico; sistema; aglutinação de
competências }
7) [ Introdução ]  O que é o CONSELHO DE ESTADO?
{ Conselho de Estado enquanto conselho consultivo especial; os consultores seniores;
os ex presidentes; os presidentes dos partidos políticos ( observadores ou efectivos ) }

8) [ Introdução ]  Porque acha que para além do Conselho de Estado deveria haver o
CONSELHO CONSULTIVO PRESIDENCIAL?
{ Os consultores e assessores presidenciais; o quotidiano da gestão presidencial; os pré
– requisitos governativo / presidenciais; as presidências dos Partidos políticos }

9) [ Introdução ]  Os grandes Estados são quase sempre PRESIDENCIALISTAS e


presidencialistas musculados. Porque razão?
{ O presidencialismo monárquico; os limites territoriais da eficácia governativa; a
agilidade e a deformação do Estado }

10) [ Introdução ]  É verdade que os presidentes são sempre tentados


MONARQUICAMENTE?
{ A presidência efémera, fraca, e instável; a perenidade e estabilidade monárquica }

11) [ Introdução ]  É inevitável que nas REPÚBLICAS MONÁRQUICAS os


monarcas venham a reivindicar competências presidenciais?
{ Os monarcas de enfeite; a distorção governativa; as reivindicações presidenciais dos
monarcas; os casos espanhol e britânico }

12) [ Introdução ]  Deviam os PRESIDENTES ser vitalícios e conduzidos por


sucessão monárquica?
{ A estabilidade monárquica; a propensão monárquica das presidências }

13) [ Introdução ]  É a presidência da República um órgão NECESSÁRIO aos


sistemas político – governativo?
{ A representação do Estado }
TEMA IX: O sistema senatorial

1) [ Introdução ]  O que é o SENADO?


{ Assembleia política e constitucional }

2) [ Introdução ]  O que é o SISTEMA SENATORIAL?


{ Inspecção geral do Estado; Inspecção geral da polícia; Inspecção geral dos serviços
secretos; Inspecção geral das forças armadas; Inspecções especializadas; a função
constituinte }

3) [ Introdução ]  Que BASE teórica e histórica estão na origem conceitual do


Senado?
{ O concelho dos anciãos; o concelho real; as cortes reais; a nobreza e a burguesia
políticas }

4) [ Introdução ]  Que CONTRAPOSIÇÕES políticas e teóricas se colocam à opção


senatorial?
{ 5º órgão de soberania; excesso de órgãos de soberania }

5) [ Introdução ]  Nesse caso como entender A PERTINÊNCIA do senado nos


sistemas políticos actuais?
{ As vicissitudes governativas: o executivo legislativo, o parlamento político –
legislativo, a presidência executiva, os conflitos de competência governativa }

6) [ Introdução ]  Face às contraposições e pertinência do senado enquanto órgão de


soberania ou não, ONDE E COMO implementa-lo?
{ O Senado enquanto senado político }

7) [ Introdução ]  Acha que existem de facto vantagens num Senado BI-CAMARAL?


E nesse caso seria bi – camaral conjunto ou separado?
{ As câmaras duplas; câmaras duplas conjuntas; câmaras duplas separadas }
8) [ Introdução ]  As COMPETÊNCIAS POLÍTICAS parlamentares deslocar-se-iam
do parlamento para o Senado?
{ Competências políticas }

9) [ Introdução ]  Quer dizer que, POR EXEMPLO a destituição presidencial, a


dissolução parlamentar e a demissão do executivo passariam a ser da competência do
senado, o conselho de Estado?
{ Competências políticas plenas; comissão dos órgãos de soberania }

10) [ Introdução ]  As COMPETÊNCIAS DO SENADO seria superiores, iguais, ou


inferiores ao do presidente da República?
{ Senado superior à presidência da República; Senado igual à presidência da República;
Senado inferior à presidência da República }

11) [ Introdução ]  Qual é o problema que se coloca à implementação de um Senado


enquanto ÓRGÃO DE SOBERANIA AUTÓNOMO?
{ Alegação de excesso de órgãos de soberania; os conflitos presidenciais; o velho
conflito monárquico; preferência pelo senado separado }

12) [ Introdução ]  Então digamos que as duvidas presidenciais no acto de


promulgação de diplomas seriam remetidas ao Senado?
{ O senado político; competências políticas, magistratura política e constitucional }

13) [ Introdução ]  Existe alguma relação de proximidade teórica e histórica entre o


Senado enquanto tal e o Tribunal constitucional?
{ O Conselho constitucional francês ( Tribunal constitucional ) }

14) [ Introdução ]  Estaria o Senado sujeito à dissolução pelo Presidente da


República?
{ A indissolubilidade do Senado }

15) [ Introdução ]  Qual seria o REGIME de titularidade dos senadores?


{ Incompatibilidade; exclusividade de funções; sujeição ao império da lei; demissão por
suspeita política; mandato único de 20 anos }

16) [ Introdução ]  De que forma o Senado se renovaria?


{ Eleições senatoriais parcelares: renovação de 1/3 dos titulares em cada eleição }

17) [ Introdução ]  Há quem equipare o Conselho de Estado ( tanto na sua forma


restrita como na sua forma alargada ou senatorial ) ao 'conselho dos mais velhos' nos
sistemas históricos tradicionais. É isso certo?
{ O 'conselho dos mais velhos'; a corte monárquica }

18) [ Introdução ]  É o Senado um órgão necessário aos sistemas político –


governativos?
{ A imperatividade do Senado }
TEMA X: O sistema judicial / judiciário

1) [ Introdução ]  O que devemos entender por SISTEMA JUDICIAL ou


jurisdicional?
{ O sistema judicial }

2) [ Introdução ]  É comum considerar-se que somente os TRIBUNAIS sejam órgãos


de soberania.
{ As vicissitudes constitucionais – judiciais; a autonomia dos tribunais; a não soberania
dos tribunais; a pena de morte e o recurso presidencial }

3) [ Introdução ]  Além dos tribunais que OUTROS ORGANISMOS compõem o


sistema judicial?
{ Penitenciárias; casas correccionais juvenis; tribunais arbitrais; as polícias outros
organismos }

4) [ Introdução ]  Podemos considerar que a PROCURADORIA GERAL DA


REPÚBLICA seja parte integrante do sistema judicial?
{ Procuradoria Geral da República }

5) [ Introdução ]  Se os tribunais não são o ÓRGÃO DE SOBERANIA do sistema


judiciário, que instituição o é materialmente? Já que formalmente na Constituição os
tribunais são órgãos de soberania.
{ Conselho superior de magistratura }

6) [ Introdução ]  Porque razão chamaríamos ao órgão de soberania judicial de


CONSELHO SUPERIOR DE MAGISTRATURA e não de Assembleia nacional de
magistratura judicial?
{ O minimalismo jurídico em termos de órgão de soberania; o entrave da pressuposta
soberania dos tribunais }
7) [ Introdução ]  O supremo tribunal de justiça e o tribunal constitucional FAZEM
PARTE do sistema judicial. São instituições especiais dentro do sistema?
{ O sistema judicial: o supremo tribunal de justiça e o tribunal constitucional; a vara
constitucional }

8) [ Introdução ]  Que tipos de TRIBUNAIS contempla o sistema judicial?


{ Segundo a hierarquia e segundo a tipologia }
{ Segundo a hierarquia: 1ª instância: tribunais de instrução, 2ª instância: tribunais
sentenciadores e tribunais de execução, 3ª instância: tribunais da relação, 4ª instância:
tribunais supremos }
{ Segundo a tipologia: 1ª instancia: tribunais de instrução cível, criminal, de família, de
contas, militares, fiscais, marítimo, arbitral, de polícia; 2ª instancia: os anteriores, de
execução de penas; 3ª instancia: tribunais da relação ( Provinciais ou Estaduais ); 4ª
instância: supremo de justiça com ou sem vara constitucional, supremo administrativo,
supremo constitucional }

9) [ Introdução ]  Existe a percepção geral que o sistema judicial NÃO FUNCIONA


BEM. Há muitos processos pendentes e os julgamentos pecam pela demora. Porque
será?
{ A seriação da instrução judicial; os tribunais de polícia para o julgamento sumário dos
casos de bagatela; a sindicância judiciária, as assembleias de zonas judiciárias }

10) [ Introdução ]  Acha que se deveria institucionalizar uma ASSEMBLEIA


JUDICIAL nacional com funcionamento permanente similar ao Parlamento?
{ Assembleia judicial permanente; competências alargadas e variadas }

11) [ Introdução ]  A quem cabe a CODIFICAÇÃO jurídica. Ao Parlamento ou a


assembleia judicial?
{ Tutela parlamentar; comissões técnicas mistas }

12) [ Introdução ]  O QUE SÃO os tribunais de execução de penas e os tribunais


arbitrais?
{ Tribunais de execução de penas, tribunais arbitrais }

13) [ Introdução ]  Qual é o papel dos TRIBUNAIS DA RELAÇÃO ou da apelação?


{ Tribunais da relação: competências legais }

14) [ Introdução ]  Os juízes têm direito à SINDICALIZAÇÃO?


{ Juízes e o sistema judicial; a autonomia dos juízes; a não soberania dos juízes }

15) [ Introdução ]  Há falta de COORDENAÇÃO no sistema judicial? Será por falta


explicita de um órgão de soberania que não sejam os tribunais tomados
individualmente?
{ A falta de coordenação; a falta de um órgão de soberania }

16) [ Introdução ]  Devem os detentores de cargos políticos / jurídicos e da alta


administração não estar abrangidos pelo SEGREDO judiciário, dito segredo de justiça?
{ os cargos públicos e o segredo judiciário; cargos públicos sem segredo judiciário; o
segredo judiciário, as instituições e seus representantes; os casos institucionais do o
segredo judiciário }

17) [ Introdução ]  O que se deve entender por FACE DURA da lei? A face dura da
lei ocorre em sede política ou judicial?
{ A lei da tolerância nula; a lei anti - terrorista; a eliminação das lacunas legais; a
legiferação dos factos e fenómenos não legislados; a face dura e pública da lei e a sede
judicial }

18) [ Introdução ]  O que se deve entender por FACE OCULTA da lei? A face oculta
da lei ocorre em sede política ou judicial?
{ A lei da ética; as comissões de ética e audição política; os crimes políticos; os crimes
de lesa – pátria; a actuação contra crimes políticos não acessíveis à justiça judicial por
força das imunidades, as moções de confiança política; as moções de censura política;
as moções de vergonha política; do segredo de justiça e das conivências; a face dura e
reservada da lei e a sede política }

19) [ Introdução ]  As moções de VERGONHA política são menos importantes que


as moções de confiança ou de censura?
{ A moção de vergonha política enquanto sentença pública de crime político sancionado
pela via política ( Parlamento, Conselho de Estado, Senado ); recaem sobre os crimes
tentados; recaem sobre os crimes sob a cobertura das imunidades; a pena dita aberta ou
livre }

20) [ Introdução ]  O sistema judicial É IMPORTANTE para o Estado?


{ A justiça e o Estado; o Estado enquanto ente jurídico; o Estado de direito }
TEMA XI (1): O sistema parlamentar

1) [ Introdução ]  O que é o PARLAMENTO?


{ Assembleia legislativa ( e política ) }

2) [ Introdução ]  Como EVOLUIU historicamente o Parlamento?


{ A corte monárquica e sua evolução }

3) [ Introdução ]  O que é e como se estrutura o SISTEMA PARLAMENTAR?


{ Parlamento central; Parlamentos regionais; elaboração das leis; acompanhamento das
leis }

4) [ Introdução ]  Existem efectivas vantagens numa Assembleia legislativa BI-


CAMARAL? E nesse caso devem ser separadas ou unidas?
{ Assembleia legislativa bi-camaral; câmaras unidas {

5) [ Introdução ]  Que tipo de câmaras seria suposto haver no Parlamento bi-camaral?


{ Câmara funcional ( dita dos representantes sectoriais ); câmara territorial ( dita dos
representantes regionais ) }

6) [ Introdução ]  Existe a seu ver um grave problema que, ao longo do tempo, vem
deteriorando a eficácia do Parlamento. Trata-se do facto de ser simultaneamente uma
ASSEMBLEIA POLÍTICA E LEGISLATIVA.
{ A incompatibilidade entre as funções política e legislativa especializadas; as
vicissitudes parlamentares; a indefinição quanto a função principal e acessória }

7) [ Introdução ]  Uma das VICISSITUDES do sistema parlamentar ao longo do


tempo prendeu-se com a competência legislativa partilhada com o executivo. Quais são
as consequências?
{ A perda sucessiva de competências legislativas; a perda da tutela legislativa; a perda
de competências eleitorais; os conflitos entre o executivo e o parlamento }
8) [ Introdução ]  Como Assembleia EXCLUSIVAMENTE legislativa o Parlamento
não veria a sua acção excessivamente restringida?
{ Legiferação; acompanhamento legislativo; revisão legislativa; codificação legislativa;
não adendamentos legislativos; competência legislativa exclusiva; aprovação
regulamentar; acompanhamento regulamentar; tutela regulamentar preventiva e
sucessiva; tutela do direito interno }

9) [ Introdução ]  Considera que a inflação legislativa e a má lei são consequências da


dupla competência politica e legislativa do Parlamento?
{ A inflação legislativa; a inconstitucionalidade dos diplomas legais; a deficiência legal;
as constantes alterações legislativas; a falta de tempo para bem legislar }

10) [ Introdução ]  Existe um problema que afecta mui negativamente o Parlamento.


É o tipo de eleição a que está sujeito. As ditas ELEIÇÕES LEGISLATIVAS que
elegem o parlamento e o executivo. O que há de mal nesse tipo de eleições?
{ O problema das eleições legislativas; as eleições parlamentares; as eleições
executivas; a separação da eleição para cada órgão de soberania }

11) [ Introdução ]  Outro dos problemas decorrentes do tipo de eleição legislativa


( i.e., executivo – parlamentar ) é ela tornar-se CAIXA DE RESSONÂNCIA do partido
vencedor. Porque se passa isso?
{ O princípio da exclusividade e das incompatibilidades governativas; legislação
partidária imperfeita enquanto 'governo sombra'; não equivalência dos órgãos
partidários com os órgãos governativos; partidarização do Estado; presidente do partido
eleito para 1º ministro; princípio da equivalência orgânica }

12) [ Introdução ]  Como acha que deveriam ser as eleições para a COMPOSIÇÃO
do Parlamento?
{ Rejeição das eleições legislativas executivo – parlamentares; eleições estritamente
parlamentares }

13) [ Introdução ]  Qual deve ser a RELAÇÃO entre o Parlamento e os Partidos


políticos?
{ O princípio da exclusividade e das incompatibilidades governativas; suspensão dos
cargos partidários pelos detentores de cargos governativos; manutenção da militância
partidária; princípio da equivalência orgânica }

14) [ Introdução ]  E qual deve ser a RELAÇÃO entre o Parlamento e os grupos de


pressão institucionalizados, já que em princípio não têm assento no Parlamento?
{ Princípio da audição imperativa; princípio da vinculatividade tendencial ou integral
dos acordos; princípio da equivalência orgânica }
TEMA XI (2): O sistema parlamentar

1) [ Introdução ]  Com a recondução do Parlamento à uma Assembleia


exclusivamente legislativa, como passaria a ser a sua RELAÇÃO com o Executivo?
{ Princípio da exclusividade na legiferação de leis; norma da planificação conjunta da
legiferação; norma da aprovação parlamentar da regulamentação do executivo; exclusão
dos debates políticos e sua remissão ao Senado }

2) [ Introdução ]  Como passaria a ser a RELAÇÃO da assembleia legislativa com a


Assembleia judicial?
{ Norma da planificação conjunta da legiferação; princípio da prevenção de
insuficiência legal; princípio da experiencia judiciária; principio da colaboração técnico
- legiferante }

3) [ Introdução ]  Que importância teriam os PARLAMENTOS REGIONAIS


( Provinciais ou Distritais ) em Estados regionais não federados?
{ acompanhamento legislativo; acompanhamento regulamentar; princípio da
aplicabilidade da lei e da norma; propostas de lei; propostas regulamentares }

4) [ Introdução ]  Deveria o parlamento ser necessariamente um órgão sujeito à


DISSOLUÇÃO pelo Presidente da República?
{ O problema da eleição maioritária do executivo; os regimes de incompatibilidade e de
exclusividade governativas }

5) [ Introdução ]  Como deveria ser a forma de SUBSTITUIÇÃO dos deputados?


{ Substituição de 1/3 de cada vez }

6) [ Introdução ]  A quantos MANDATOS deveriam poder se candidatar os


deputados? E que duração deveria ter esse mandato?
{ Legislaturas únicas; mandatos de 10, 15 ou 20 anos; sujeição aos pré – requisitos;
sujeição à demissão por suspeita política; sujeição à lei ordinária; restrição ao regime de
imunidade }

7) [ Introdução ]  Com a criação de um Senado com competências


EXCLUSIVAMENTE políticas retiradas ao Parlamento, não passaria a existir um
conflito entre os dois órgãos de soberania?
{ A separação orgânica de poderes }

8) [ Introdução ]  Por outro lado, caso o executivo fosse privado de LEGISLAR, não
decorreriam daí conflitos com um Parlamento exclusivamente legislativo? Não se trata
da capacidade regulamentar mas sim emitir decretos – lei.
{ A separação orgânica de poderes }

9) [ Introdução ]  Seriam aceitáveis PARLAMENTOS REGIONAIS ( provinciais ou


distritais ) em Estados unitários?
{ Os Estados unitários e as representações parlamentares regionais ( provinciais ou
distritais ); a verificação da aplicação ou cessação das normas; o portal das iniciativas
legislativas externas }

10) [ Introdução ]  No caso dos Estados regionais ou federados, está certo que cada
Estado ou região autónoma legisle ou regulamente autonomamente de forma não
concertada com as demais regiões ou estados federados?
{ A necessidade da concertação legislativa regional; o princípio ou o beneficio da
uniformidade legal }

11) [ Introdução ]  O sistema parlamentar É IMPORTANTE para o Estado?


{ A feitura das leis; a boa lei e a má lei }
TEMA XII (1): O sistema executivo

1) [ Introdução ]  O que é o EXECUTIVO enquanto órgão integrante da instituição


governativa de soberania?
{ Governo; Executivo }

2) [ Introdução ]  O que é e como se estrutura o SISTEMA EXECUTIVO?


{ Sistema executivo dito administrativo }

3) [ Introdução ]  Qual é o papel do 1º MINISTRO?


{ A coordenação do executivo; a coordenação das políticas do executivo }

4) [ Introdução ]  Qual é o papel do CONSELHO de ministros?


{ A formação, o acompanhamento; a avaliação das políticas do executivo }

5) [ Introdução ]  O Executivo é normalmente COMPOSTO exclusivamente por


ministros e ministérios funcionais. Excepcionam-se aqui o ministro dos negócios
estrangeiros e do território. Porque acha que deveriam existir ministros e consequentes
ministérios territoriais ( ditos regionais )?
{ Princípio das convergências regionais; princípio dos pacotes injuntivos regionais;
princípio da interlocução regional específica }

6) [ Introdução ]  Acha que existem VANTAGENS num executivo composto por


ministérios funcionais e ministérios territoriais? Nesse caso teríamos uma espécie de
executivo bi – camaral?
{ Princípio da interlocução regional específica; princípio dos pacotes coordenados de
políticas por região }
7) [ Introdução ]  Existe a seu ver alguns PROBLEMAS que, ao longo do tempo, vêm
deteriorando a natureza e a eficácia do Executivo.
{ O chamado sistema presidencialista ( i.e., presidencial executivo ); a acumulação
excessiva de competências legislativas; a acumulação excessiva de competências
políticas internas e externas; o domínio sobre o parlamento; o vazio governativo; o
controle total da secreta; etc… }

8) [ Introdução ]  O Executivo é o único órgão governativo esmagadoramente


ACTIVO. O que acontece com a sua excessiva acumulação de competências?
{ O executivismo do Estado; o monstro executivo; o Salazarismo executivo; os regimes
políticos de origem executiva; o centralismo executivo; a ineficácia de gestão }

9) [ Introdução ]  O que acontece com a acumulação de COMPETÊNCIAS


LEGISLATIVAS ( e regulamentares ) pelo executivo para alem das suas naturais
competências administrativas?
{ A tutela bifurcada das fontes legiferantes; o conflito de normas; a inflação normativa;
o excesso normativo }

10) [ Introdução ]  O que acontece com a acumulação de COMPETÊNCIAS


POLÍTICAS internas e externas pelo executivo?
{ A presunção de representatividade interna e externa do Governo e, consequentemente,
do Estado; os conflitos políticos com a Presidência da República }

11) [ Introdução ]  É visível o DOMÍNIO do executivo sobre o parlamento. É


especialmente trágico nas legislaturas de maioria absoluta.
{ A necessária regulação continuada do poder; a preferência pelo sistema eleitoral
proporcional para o executivo tal como acontece para o Parlamento; eleições
parlamentares e executivas separadas }

12) [ Introdução ]  Como se resolveria o problema do controle total da SECRETA


pelo Executivo? Controle esse com efeitos perniciosos pelos casos que vêm dar a luz
todos os dias?
{ Tutela conjunta da secreta pelo executivo e pela presidência; Serviços internos da
secreta e da polícia sob tutela do Senado }

13) [ Introdução ]  Porque razão o executivo e o parlamento não resultam de


ELEIÇÕES SEPARADAS? Ademais possuem formas de composição de titulares
diferenciadas: composição proporcional pelo Parlamento e composição maioritária pelo
Executivo.
{ As incongruências legais; a prevalência dos interesses partidários; o jogo partidário; as
estratégias do poder }

14) [ Introdução ]  Executivos de maioria relativa, executivos minoritários,


executivos de coligação, executivos de unidade nacional, executivos de composição
proporcional. Onde se situa a verdade na COMPOSIÇÃO ELEITORAL do executivo?
{ Os Executivos de composição proporcional; o recurso limite aos Executivos de
unidade nacional; a norma }
TEMA XII (2): O sistema executivo

1) [ Introdução ]  O que é a imperfeição gravosa do regime governativo?


{ O regimento do Governo e o Direito governativo; as vicissitudes do Estado; o
aperfeiçoamento constante do Estado e do Governo; o jogo transcendente das crises
governativas }

2) [ Introdução ]  O que são sistemas de governo? Para já sei que este conceito está
incorrecto e que deveríamos dizer REGIMES DE GOVERNO ou regimes governativos.
O que são?
{ Presidencialismo ( presidência sobre o executivo ); parlamentarismo ( executivo sobre
a presidência ); semi – presidencialismo ( presidência típica ) }

3) [ Introdução ]  O que DIFERENCIARIA um sistemas de governo de um regime de


governo?
{ Sistema = estrutura; regime = forma de actuar, regimento, praxis, costume contra - lei,
austeridade, autoritarismo, ditadura, anarquia funcional }

4) [ Introdução ]  Pode-se assim dizer que o sistema de governo tenha O MESMO


SENTIDO que forma de governo?
{ Sistema = estrutura; forma = tipo, tipologia; Forma da instituição de soberania:
Monarquia, República }

5) [ Introdução ]  Nesse caso, indo por partes, o que é o regime de governo


PRESIDENCIALISTA?
{ Presidencialismo ( presidência sobre o executivo ); o caso Norte americano; o caso
francês; o caso angolano }

6) [ Introdução ]  O que é o regime de governo PARLAMENTARISTA?


{ O problema dos monarcas emblemáticos; executivo sobre a presidência; a supremacia
necessária do Parlamento }

7) [ Introdução ]  Por fim o que é o regime de governo SEMI –


PRESIDENCIALISTA?
{ O semi – presidencialismo ( presidência típica ); semi – presidencialismo mitigado
( dito liberal ou minimalista ); semi – presidencialismo perfeito ( coordenador efectivo
do governo ) }

8) [ Introdução ]  Serão as VICISSITUDES do Executivo também vicissitudes


governativas?
{ As vicissitudes governativas; o diferimento do aperfeiçoamento do Estado; as
guerrilhas entre titulares governativos }

9) [ Introdução ]  Quem deve ser em princípio o primeiro responsável pela


POLÍTICA EXTERNA do Estado?
{ O primeiro responsável pela política externa do Estado; os responsáveis orgânicos }

10) [ Introdução ]  Qual deve ser a relação entre o executivo e o GOVERNO?


Entendendo correctamente o governo como sendo a instituição de soberania.
{ A subordinação do Executivo ao Governo; o conselho presidencial; o Conselho de
Estado }

11) [ Introdução ]  Qual deve ser a relação entre o Executivo e os PARTIDOS


POLÍTICOS?
{ Os conselhos consultivos do Executivo e ministeriais; os pactos executivos; os pactos
de regime governativos }

12) [ Introdução ]  Qual deve ser a relação entre o Executivo e os GRUPOS DE


PRESSÃO?
{ Os conselhos consultivos do Executivo e ministeriais; os pactos executivos; os pactos
de regime governativos }

13) [ Introdução ]  Em que medida os CICLOS ELEITORAIS introduzem distorções


no sistema governativo?
{ A governação eleitoralista; a dramatização política; as influencias nefastas no
investimento público; a recta final dos cortes da fita }

14) [ Introdução ]  Para evitar as consequências perniciosas qual deve ser o número
de MANDATOS dos detentores de cargos no Executivo? E nesse caso qual deve ser a
duração dos mesmos?
{ Os mandatos únicos; mandatos únicos de 10 ou 15 anos }
TEMA XII (3): O sistema executivo

1) [ Introdução ]  Tradicionalmente o executivo detém um instrumento administrativo


de primeiro plano, O ORÇAMENTO. O que tem levado à falência desse instrumento?
{ A inelasticidade da receita fiscal; a escassez fiscal dos períodos de crise económica; a
cegueira relativa na incidência dos impostos; a inelasticidade do orçamento do Estado; a
rigidez da estrutura orçamental; instrumento de alcance limitado }

2) [ Introdução ]  Para melhorar substancialmente a eficiência e a eficácia da gestão


administrativa do Executivo o Dr. aponta o instrumento de desconto da política
monetária. Será que está-se a referir ao instrumento de REDESCONTO?
{ Instrumento de redesconto; dificuldades de tesouraria; risco de insolvência bancária }

3) [ Introdução ]  Em que consiste o instrumento de DESCONTO da política


monetária?
{ O instrumento de desconto; os sub - sistemas financeiros; os sub – sistemas
económicos; os sub – sistemas sociais; a convergência e a harmonização da moeda }

4) [ Introdução ]  A utilização do instrumento de desconto, especialmente em


períodos de expansão económica, não agravaria o AQUECIMENTO da economia, o
excesso de liquidez no mercado?
{ O instrumento expansionista de desconto em simultâneo com a política monetária
restritiva; a convergência e a harmonização da moeda }

5) [ Introdução ]  Nesse caso quer dizer que a política de desconto seria apenas
APLICÁVEL aos sub – sistemas financeiro, económico, e social mais baixos – de base?
{ A sustentação contínua dos sub – sistemas financeiro, económico, e social de
estabilização, ou seja de base }
6) [ Introdução ]  As operações de desconto seriam realizadas
ESPORADICAMENTE ou com carácter de frequência semestral, anual?
{ Operações semestrais ou anuais de redesconto }

7) [ Introdução ]  O que é a desigualdade financeira, económica, e social e como se


aferem os respectivos indicadores?
{ As 3 classes / ou estratos financeiros, económicos, e sociais; os indicadores
estatísticos de curto médio e longo prazos }

8) [ Introdução ]  Por outro lado o que é a convergência financeira, económica, e


social e como se aferem os respectivos indicadores?
{ As convergências reais, nominais, de rendimento, de património; os indicadores
estatísticos de curto médio e longo prazos }

9) [ Introdução ]  Existe a necessidade imperativa de um MINISTRO dos assuntos


monetários? Dito de outra forma, as pastas dos assuntos monetários e das finanças são
de suprema e igual importância?
{ A importância primeira dos assuntos monetários; o ministério ou a pasta dos assuntos
monetários }

10) [ Introdução ]  Com esses DOIS INSTRUMENTOS, o orçamento e o desconto


monetário é possível uma gestão administrativa mais estável? E como seriam os
períodos de crise?
{ Desconto = estabilização sistémica; orçamento = desenvolvimento sistémico;
equilíbrio sistémico da moeda nos períodos de crise pelo instrumento do desconto }

11) [ Introdução ]  Deveria continuar a ser o único órgão recebido as 5ªs FEIRAS pelo
Presidente da República?
{ A coordenação governativa; a maior frequência do Conselho de Estado}

12) [ Introdução ]  É imperativa uma CORRESPONDÊNCIA dos órgãos de


soberania nas regiões provinciais, sejam elas autónomas ou não?
{ A correspondência dos órgãos de soberania nas regiões provinciais; o presidente
provincial; o governador provincial; outros titulares de correspondência }

13) [ Introdução ]  O sistema executivo É IMPORTANTE para o Estado?


{ A importância da gestão administrativa do Estado }
TEMA XIII (1): O sistema social

1) [ Introdução ]  O que é o SISTEMA SOCIAL?


{ A sociedade civil }

2) [ Introdução ]  Como SE ESTRUTURA o sistema social, i.e., a sociedade civil?


{ Divisão estrutural ( classes / estratos sociais ); divisão funcional ( economia, finanças,
cultura, educação, etc ); divisão territorial ( municipais, distritais, provinciais, estaduais,
nacional ); institucional: comissão de moradores; sindicatos; concelhos da sociedade
civil }

3) [ Introdução ]  A FAMÍLIA é a mais importante instituição da sociedade civil.


Porquê?
{ Instituição divina; instituição perpetuadora da espécie }

4) [ Introdução ]  É na sua vertente estrutural que o sistema social apresenta os mais


gravosos DESEQUILÍBRIOS. As classes sociais. Como acontece isso?
{ A aquisição primitiva do capital; a força e a coação elitistas institucionalizadas; as
diferenças regionais; a luta de classes e o domínio das elites; a legitimidade pelo
conhecimento; a política distributiva e redistributiva; o rendimento; o património }

5) [ Introdução ]  A AQUISIÇÃO primitiva do capital…


{ As famílias ancestrais e recentes na aquisição primitiva do capital }

6) [ Introdução ]  A força e a coação elitistas INSTITUCIONALIZADAS…


{ A justiça autónoma; a justiça e a coação públicas marxistas }

7) [ Introdução ]  As diferenças REGIONAIS…


{ Regiões prósperas e regiões pobres }
8) [ Introdução ]  A LUTA DE CLASSES e o domínio das elites…
{ O domínio e a opressão elitistas; o Estado policial elitista; o Estado ditatorial }

9) [ Introdução ]  A legitimidade pelo CONHECIMENTO…


{ O conhecimento académico, profissional, cientifico e tecnológico, etc, como
instrumento de poder, ascensão sócio profissional e de status }

10) [ Introdução ]  A POLÍTICA distributiva e redistributiva…


{ Políticas públicas: reguladora, estabilizadora, alocativa, distributiva, e redistributiva;
políticas distributivas universais; políticas redistributivas direccionadas }

11) [ Introdução ]  O que é a justiça DISTRIBUTIVA? E como concorre para o


equilíbrio social?
{ As filosofias e as teologias da igualdade e da desigualdade sociais; o índice de
desigualdade social; o índice de convergência social; o intervalo de desigualdade social;
o equilíbrio social; a posse e o usufruto dos bens de propriedade privada }

12) [ Introdução ]  A política distributiva é parte integrante das POLÍTICAS


PÚBLICAS. Por sua vez as políticas públicas são esmagadoramente implementadas
pelos instrumentos fiscal e orçamental. Como se consuma uma distribuição convergente
ao intervalo de desigualdade social?
{ A definição numérica do intervalo de desigualdade social; intervalo de desigualdade
social quanto ao património; intervalo de desigualdade social quanto ao rendimento;
intervalo de desigualdade social quanto ao capital }

13) [ Introdução ]  Sendo que as políticas públicas são operacionalizadas pelos


instrumentos fiscal e orçamental, depreende-se daí que defenda o AUMENTO de
impostos aos ricos e a sua transferência aos pobres?
{ No plano fiscal: agravamento fiscal do elevado consumo; agravamento fiscal do
elevado aforro; agravamento fiscal das mais valias; isenção fiscal ao reinvestimento;
desagravamento fiscal do património privado para fins públicos }

14) [ Introdução ]  Nesta perspectiva OS RICOS continuam a ser os proprietários dos


seus bens, ainda que muitos deles sejam afectos a fins públicos?
{ As diferentes abordagens negociais ao intervalo de desigualdade social; os ricos
enquanto parceiros sociais do governo; o caso das fundações americanas }
TEMA XIII (2): O sistema social

1) [ Introdução ]  Pode-se considerar o sistema social como um CORPO UNIFORME


e coeso, ou por outro lado fragmentado e clivado de interesses controversos?
{ A união social abstracta; a união histórica; a união prospectiva; a teoria dos grupos; a
inter - relação grupal }

2) [ Introdução ]  O SOBRE - POVOAMENTO da terra é um problema com que se


defrontará a humanidade?
{ As tendências naturais ou dirigidas de atenuamento demográfico }

3) [ Introdução ]  Algumas regiões da terra, nomeadamente a Europa, esta a passar


por um período de excessivo abrandamento da NATALIDADE e, consequentemente do
crescimento demográfico. Isso tem levado ao envelhecimento da população europeia.
{ A instabilidade sistémica; a instabilidade económica; o envelhecimento civilizacional;
o milenarismo escatológico }

4) [ Introdução ]  Acha que estamos a passar por mais um MILENARISMO


escatológico?
{ A Europa cristã }

5) [ Introdução ]  Estão às sociedades sujeitas as IDADES CIVILIZACIONAIS que


condicionam o seu comportamento geral, a sua cosmovisão, o seu relacionamento com
outros povos, com Deus e com a vida?
{ As idades civilizacionais }

6) [ Introdução ]  Nesse caso como entender o Livro de PAUL KENNEDY sobre a


ascensão e queda das nações ( das grandes potências )?
{ O problema da descontinuidade da ascensão; a falência da fé; Karl Popper: a
sociedade aberta e seus inimigos }
7) [ Introdução ]  Qual é a causa e a consequência da SOCIEDADE ABERTA e seus
inimigos?
{ 1. causa: os nossos demónios; 2. percurso: evolução, incerteza e fé; 3. vicissitude:
desvio generalizado dos comportamentos sociais; 4. consequência: falência da fé; }

8) [ Introdução ]  É muito comum CONSIDERAR que são externos os inimigos da


sociedade, mas Karl Popper aponta antes a sociedade aberta e seus inimigos internos.
{ Os inimigos domésticos da cada Estado; os inimigos domésticos e a teoria do
perturbador mundial; o terrorismo; as instituições abertas e seus inimigos; as
instituições mais vulneráveis; as sociedades secretas e semi – secretas; a cosmovisão
terrorista }

9) [ Introdução ]  Se os inimigos INTERNOS, e de alguma forma os externos são


responsáveis não pela ascensão mas pela queda das civilizações é muito preocupante.
Onde estarão eles domesticamente?
{ Os inimigos e a totalidade das instituições sociais }

10) [ Introdução ]  Se o maior problema das sociedades são os seus inimigos internos
IRMANADOS internacionalmente, o que podemos fazer?
{ O papel dos slogans; Brasil: paz e progresso; Portugal: Deus Pátria e Família; Angola:
a luta continua, a vitoria é certa }
{ A democracia; o primado da lei; o Estado de direito; a vigilância social; as duas leis
cristãs; a verdade arrancada a ferros }
TEMA XIV: O sistema territorial

1) [ Introdução ]  O que se define por SISTEMA TERRITORIAL?


{ Em Estados federais: Estados federados; em Estados regionais autónomos: regiões
autónomas; em Estados unitários: regiões não autónomas }

2) [ Introdução ]  Por sistema territorial entende-se o mesmo que DIVISÃO político –


administrativa? Quantos níveis deve ter a divisão administrativa?
{ Em grandes Estados: 4 níveis; em pequenos Estados: 3 ou 2 níveis }

3) [ Introdução ]  Como alcançar uma HARMONIZAÇÃO demográfica territorial?


{ A convergência demográfica; as zonas habitáveis }

4) [ Introdução ]  A política de (RE)POVOAMENTO do interior despovoado deve


ser feita através de packs de povoamento – investimento ou de políticas mais
abrangentes de investimento regional e local na perspectiva da convergência real?
{ As políticas agregadas de convergência para o repovoamento }

5) [ Introdução ]  Com a política de investimento no interior pode-se resolver o


problema da pressão DEMOGRÁFICA no litoral?
{ A pressão demográfica no litoral; a solução }

6) [ Introdução ]  É suposto que os órgãos dirigentes das REGIÕES ( Províncias,


Distritos ) representem o poder central na integra e não somente o poder executivo.
Como é que isso se faz?
{ O princípio da acumulação de funções; o caso 'Governador' }

7) [ Introdução ]  Tanto nos grandes como nos pequenos países é importante que as
regiões estejam REPRESENTADAS tanto no Senado, como no Parlamento e no
Executivo? Como se caracteriza cada tipo de representação?
a) A representação no Senado…

b) A representação no Parlamento…

c) A representação no Executivo…

8) [ Introdução ]  Sempre que em Estados FEDERAIS cada Estado tenha a faculdade


governativa autónoma como podem harmonizar as suas medidas de competência
própria?
{ O princípio da concertação governativa inter – Estadual }

9) [ Introdução ]  No caso dos Estados REGIONAIS E UNITÁRIOS como podem as


regiões e autarquias harmonizar as suas medidas de competência própria?
{ O princípio da concertação politica, regulamentar e administrativa inter – regional e
inter - local }

10) [ Introdução ]  Tal como o Governo central, os governos regionais estão sujeitos
às LIMITAÇÕES orçamentais. Como podem resolver esse problema? Emitindo mais
taxas?
{ A junção dos instrumentos orçamental e monetário – financeiro do desconto; os
governos regionais enquanto co – accionistas da banca de estabilização }

11) [ Introdução ]  Os Estados federados, as regiões autónomas e as regiões não


autónomas são por regra depositárias de competências de AUTONOMIA administrativa
e financeira. Quão longe deverão ir tais competências próprias?
{ As Leis de competência estadual e regional; o carácter político do alcance das
autonomias; a transformação das autonomias; as disputas políticas autonómicas; o
primado da lei e da constituição }

12) [ Introdução ]  Por regra qual é a relação entre o poder central e os poderes
estaduais ou regionais?
{ Poder central: políticas próprias, distributivas, de convergência, de desenvolvimento }
{ Poderes estaduais ou regionais: políticas redistributivas, políticas inter - regionais }
TEMA XV: Políticas públicas

1) [ Introdução ]  O que são POLÍTICAS públicas?


{ As medidas públicas de gestão da sociedade; políticas monetárias, fiscais,
orçamentais, e administrativas }

2) [ Introdução ]  Devemos efectivamente definir as políticas PÚBLICAS como


políticas sociais?
{ Políticas públicas em sentido epistemológico; políticas sociais em sentido específico;
as funções sociais do Estado }

3) [ Introdução ]  Como se ESTRUTURAM as políticas públicas?


{ Política regulatória, política estabilizadora, política alocativa; política distributiva,
política redistributiva }

4) [ Introdução ]  O que é a política REGULATÓRIA?


{ Legiferação monetária, orçamental, fiscal, financeira, e económica }

5) [ Introdução ]  O que é a política ESTABILIZADORA?


{ Política monetária, política fiscal, política financeira }

6) [ Introdução ]  O que é a política ALOCATIVA?


{ Participações do Estado; infra – estruturação; I&D; inovação; forças armadas;
segurança interna; órgãos de soberania; administração pública }

7) [ Introdução ]  O que é a política DISTRIBUTIVA?


{ Sectores da sociedade orçamentáveis com carácter genérico }

8) [ Introdução ]  O que é a política REDISTRIBUTIVA?


{ Orçamentação restrita, temporalmente delimitada, emergencial ou prioritária; reforço
de convergências reais e ou nominais; medidas de reforma }
9) [ Introdução ]  Dentre as políticas públicas quais as que AUTONOMIZAM o
cidadão e quais as que o mantêm atados ao assistencialismo do Estado?
{ As políticas de desconto monetário vs políticas distributivas orçamentais }

10) [ Introdução ]  O Estado é o único AUTOR das políticas públicas?


{ A fonte orçamental das políticas públicas; as fontes privadas de políticas públicas; as
deduções orçamentais para fins de políticas públicas; a responsabilidade social; os
executores privados intermediários de políticas públicas orçamentais }

10) [ Introdução ]  Qual a RELAÇÃO entre o poder, os partidos políticos, os grupos


de pressão, as elites, as classes trabalhadores e as políticas públicas?
{ A sociedade enquanto campo de batalha; os interesses particularistas; as relações de
poder e de força; a ética e a moral; o sentido de Estado; o sentido de destino
transcendente }

11) [ Introdução ]  Qual o papel do sentido de DESTINO transcendente na


problemática das políticas públicas?
{ O sentido de destino comum transcendente; a obrigação ética e moral do serviço
público transcendente; a auto – justificação perante o destino transcendente }

12) [ Introdução ]  O destino transcendente de que fala é o destino do ESTADO no


contexto das suas definições?
{ O Estado imanente enquanto emanação parcelar do estado transcendente; o Estado
cósmico; a responsabilidade pessoal universal }

13) [ Introdução ]  O que terão as políticas públicas a ver com a eventual existência
de um Estado CÓSMICO universal?
{ As políticas públicas enquanto instrumento de relações de poder, força, e cedências
coactivas; os estados paralelos }

14) [ Introdução ]  O Estado é USURPADOR da gestão das políticas públicas?


{ As funções soberanas do Estado; o monopólio e a dominância do Estado; o Estado
liberal; o Estado providência; o minimalismo social e privado }
TEMA XVI (1): O sistema funcional ou multisectorial

1) [ Introdução ]  O que se define por sistema FUNCIONAL, ou multisectorial?


{ O sistema funcional ( multisectorial ); o conteúdo da Acção Geral do Estado }

2) [ Introdução ]  Quais são os GRANDES GRUPOS funcionais ou multisectoriais?


{ Os 4 { Multi sectores }
{ Multi sectores primários }
{ Multi sectores secundários }
{ Multi sectores terceários }
{ Multi sectores quartenários }

3) [ Introdução ]  Que sector ou sectores se podem considerar PRIORITÁRIOS ao


desenvolvimento?
{ Monetário; financeiro; energético }

4) [ Introdução ]  Como se devem entender os sub – sistemas PRODUTIVOS de


âmbito nacional, de âmbito nacional - exportador e de âmbito internacional?
{ Os três sistemas produtivos; o sistema produtivo de âmbito exclusivamente nacional;
o sistema produtivo de âmbito nacional - exportador; o sistema produtivo de âmbito
internacional }

5) [ Introdução ]  Que as VULNERABILIDADES enfrenta o sub – sistema produtivo


de âmbito nacional face à concorrência e as crises económicas?
{ As empresas trabalho – intensivo; os lucros reduzidos; o dumping; a erosão dos preços
concorrentes e o desemprego; a sobre – produção e o desemprego; a crise económica e o
desemprego }

6) [ Introdução ]  Que as medidas de PROTECÇÃO ao sub – sistema produtivo de


âmbito nacional face à concorrência e as crises económicas?
{ A política do desconto monetário; as cooperativas; os clusters horizontais; os clusters
verticais }
7) [ Introdução ]  Face à natural deterioração dos termos de trocas internas aos Países,
qual a vantagem na constituição de clusters HORIZONTAIS?
{ A concertação colectiva de preços; a pouca eficácia dos clusters horizontais }

8) [ Introdução ]  Nesse caso que importância atribuir aos clusters VERTICAIS?


{ O quadro legal dos clusters verticais; a criação de grupos económicos verticais; a troca
de participações sociais dentro dos clusters; a solidariedade nos lucros e prejuízos }

9) [ Introdução ]  Que relação tem a educação com o nível de desenvolvimento e o


contexto IDIOSSINCRÁTICO dos povos?
{ A idiossincrasia e os constrangimentos mentais dos povos e gentes; horizonte de vida
escolar; o ciclo primário profissionalizante; o ciclo secundário profissionalizante; a
educação secundária ( média ) alternada; a falência das técnicas especiais aplicadas ao
ensino; a via normal do ensino de natureza teórico – prático; o copiar como
aprendizagem }

10) [ Introdução ]  O DESAPROVEITAMENTO educativo tem alguma coisa a ver


com incapacidades fisiológicas, biológicas, genéticas ou raciais e suas heranças? Se sim
têm carácter insanável?
{ As incapacidades fisiológicas, biológicas, genéticas ou raciais e suas heranças; o
carácter sanável das heranças incapacitantes }

11) [ Introdução ]  Como se pode driblar e sanar os EFEITOS das heranças


fisiológicas, biológicas, genéticas ou raciais incapacitantes na população em idade
escolar?
{ O ensino profissionalizante, a formação profissional, os colégios militares, os colégios
policiais, os colégios de protecção pública ( bombeiros, guarda ambiental, guarda
florestal, guarda marítima de resgate e salvamento, guarda aeronautica de resgate e
salvamento ) }

12) [ Introdução ]  Nesse contexto como relacionar a formação profissional juvenil do


ensino secundário com o ENSINO PROFISSIONALIZANTE?
{1} A formação profissional juvenil do ensino secundário enquanto ensino
profissionalizante;
{2} a formação alternada; a tutela governamental da vida profissional e formativa do
jovem até ao limite da escolaridade obrigatória }

13) [ Introdução ]  Mas o ensino PROFISSIONAL por si só não se esgota na faixa


etária juvenil, nem no nível secundário ( médio ). Como relacioná-lo com o sistema
laboral?
{ A formação profissional enquanto trabalho remunerável; a formação profissional
preventiva; a formação profissional sucessiva; as gerações de RHT; o desemprego a e
formação profissional }

14) [ Introdução ]  O ensino profissional deve ser GRATUITO ou oneroso? Deve-se


pagar ou não a formação profissional?
{ A formação profissional e a competitividade nacional; o carácter gratuito da formação
profissional; a formação profissional e as gerações de RHT de curto prazo }
15) [ Introdução ]  Há ensino profissional aplicável ao nível UNIVERSITÁRIO:
bacharéis e licenciados?
{ A actualização profissional; a especialização profissional; a reconversão profissional;
as pós - graduações }

16) [ Introdução ]  Como relacionar as competências AD HOC adquiridas pelos


profissionais ao longo da vida, que queiram formalizar equivalências académicas
secundárias?
{ O pressuposto de conhecimentos gerais primários + conhecimentos específicos
secundários + conhecimentos profissionais secundários; as equivalências secundarias /
médias }

17) [ Introdução ]  Como relacionar as competências AD HOC adquiridas pelos


profissionais ao longo da vida, que queiram formalizar equivalências académicas
universitárias?
{ O pressuposto de conhecimentos gerais secundários + conhecimentos específicos
universitários + conhecimentos profissionais universitários; as equivalências
universitárias }

18) [ Introdução ]  Nesse caso, como redefinir o ensino OBRIGATÓRIO?


{ O ensino obrigatório profissionalizante alternado; a tutela ministerial da vida
profissional e académica do jovem; a determinação do nível mínimo de formação
profissional a alcançar ao longo de determinado tempo }
TEMA XVI (2): O sistema funcional

1) [ Introdução ]  Um dos problemas universitários prende-se com o excesso de


NOMENCLATURAS de cursos. Como resolver esse problema?
{ A regulamentação ministerial das nomenclaturas e curricula dos cursos }

2) [ Introdução ]  Outro dos problemas universitários é a DESFASAGEM entre os


cursos e a realidade institucional e empresarial. Como resolver essa desfasagem?
{ As componentes lectivas: componente cientifica, componente tecnológica, realidade
mundial, realidade nacional e local, realidade das instituições tutelares ou parceiras da
universidade }

3) [ Introdução ]  Cursos há que não são propriamente DE MERCADO, no sentido


em que acarretem maiores dificuldades aos finalistas do que outros. O que fazer?
{ O requerimento do vínculo laboral prévio }

4) [ Introdução ]  O ensino universitário deve ser gratuito ou oneroso. Deve-se


PAGAR a universidade ou não?
{ A formação universitária e a competitividade nacional; o carácter gratuito da
formação universitária; a formação universitária e as gerações de RHT de médio e longo
prazos }

5) [ Introdução ]  Como resolver o problema da excessiva OPÇÃO por um


determinado curso, ou por meia dúzia de cursos universitários?
{ O planeamento nacional da formação secundária, universitária e dos RH; a
planificação indicativa de longo médio prazos, a planificação anual de curto prazo; as
parcerias sociais institucionais na planificação dos RH }

6) [ Introdução ]  Qual deve ser o POSICIONAMENTO das universidades com a


I&D e as iniciativas empresariais?
{ Os Pólos e parques tecnológico – empresariais universitários de encubação
empresarial; a primazia universitária na I&D; o papel dos discentes na I&D; o problema
da banalização da robótica }
7) [ Introdução ]  O que fazer para evitar ou resolver a BANALIZAÇÃO da I&D?
{ As parceria institucionais e empresariais na constituição e programação dos Pólos e
parques tecnológicos e tecnológico – empresariais; as empresas tecnológicas de ponta;
os investimentos universidade -empresa }

8) [ Introdução ]  Pela sua natureza, devera haver algum ESTATUTO especial dos
Institutos e empresas tecnológicas?
{ Institutos e empresas tecnológicas de capital aberto; a participação do estado; os
fundos perdidos; a forte aposta estatal na I&D; as vanguardas e fronteiras tecnológicas }

9) [ Introdução ]  É a cultura um SACO velho a descartar?


{ A velha cultura e seus problemas; a boa e a má cultura ao longo do tempo; as
fronteiras culturais; a dominação pela cultura; a evolução cultural e o domínio da boa
cultura }

10) [ Introdução ]  Como ENCARAR a cultura?


{ A cultura enquanto sublimação social; o papel da multi - culturação não regressiva; a
diversidade e os níveis culturais; o desvio cultural; a disputa e a consagração cultural na
pluralidade exponencial }

11) [ Introdução ]  Devemos continuar a identificar o CULTO com o sapiente?


{ O culto n cultura; o sapiente na ciência e na tecnologia }

12) [ Introdução ]  Que papel tem a cultura SOCIAL no seu contexto?


{ A coesão social e a cultura; o espírito local, regional e nacional; a ideia de futuro nos
reforços culturais da experiência colectiva; as expressões da cultura social ( marchas,
carnaval, outras ) }

13) [ Introdução ]  Temos necessidade de uma Biblioteca nacional e de um Arquivo


nacional? Com que importância?
{ A Biblioteca nacional virtual; o arquivo nacional; o arquivo nacional especial; as
informações classificadas, secretas, ultra – secretas; a tutela do arquivo nacional }

14) [ Introdução ]  A PERFEIÇÃO e a vida eterna poderão um dia vir a fazer parte
das políticas públicas?
{ A longevidade; a saúde; a perfeição e a vida eterna enquanto políticas públicas }

15) [ Introdução ]  Actualmente está muito em voga o problema do TERRORISMO.


Como devemos ver o problema?
{ A sociedade aberta e os seus inimigos; a criminalidade internacional; a criminalidade
cósmica; a interligação; abordagem religiosa }

16) [ Introdução ]  Que TIPOS de criminalidade temos? A como devem as


autoridades enfrentar a criminalidade?
{ A criminalidade informal; a criminalidade formal; a criminalidade institucionalizada;
enfoque contextual }
TEMA XVI (3): O sistema funcional

1) [ Introdução ]  As GUERRAS são inevitáveis?


{ As teorias da guerra; os instrumentos de prevenção da guerra; os pactos de não -
agressão; os acordos de segurança colectiva; os acordos de comandos estratégicos e
nucleares conjuntos; a contenção objectiva; as causas da guerra; as consequências da
guerra; a guerra imperativa }

2) [ Introdução ]  Existem guerras JUSTAS?


{ O direito à auto –defesa; a defesa preventiva; a defesa preemptiva; a defesa reactiva;
os eixos do mal e a necessidade da guerra }

3) [ Introdução ]  Qual é o papel do DESPORTO na sociedade?


{ As origens gregas do desporto institucionalizado; o desporto enquanto: alternativa à
guerra, sublimação social, moralização social }

4) [ Introdução ]  Como devemos encarar as claques destrutivas, os HOOLIGANS?


{ Tese das claques apresentadoras; os jogos – espectáculo alargados; campeonatos de
claques apresentadoras }

5) [ Introdução ]  Devem os JOGADORES continuar a ganhar tanto dinheiro?


{ O perigo da lavagem de dinheiro; os impostos sobre as transacções, o consumo, o
aforro, as transferências; outros impostos; o desagravamento fiscal do investimento e
doações }

6) [ Introdução ]  Existe um DEFICIT habitacional no País?


{ A política habitacional; a habitação própria; a habitação arrendada; as tecnologias de
rápida construção }

7) [ Introdução ]  Especialistas há que consideram que as habitações EM ALTURA


prejudicam a sociabilidade e são um factor de risco criminal. O que acha?
{ A sociabilidade familiar de proximidade; a densidade demográfica micro - urbana; o
espaço social residencial; o quintal; a preferência teórica e cultural pelas habitações
horizontais }
8) [ Introdução ]  Porque lha é caro o tema das habitações SINTÉTICAS?
{ Habitações sintéticas; a exequibilidade; a rapidez; o respeito pelo ambiente; a
reciclagem do material }

9) [ Introdução ]  Existe um PARADIGMA geral urbano? Porque acha haver um


paradigma geral urbano do sistema dos mortais e outro do sistema dos imortais?
{ A manipulação do espaço e da matéria; o paradigma urbano dos mortais; as
metrópoles de trama descontínua }

10) [ Introdução ]  Mas nem todos os ASSENTAMENTOS urbanos poderão ser


metrópoles.
{ Assentamentos urbanos de: estabilização, de equilíbrio e de desenvolvimento }

PARTE I
( Relações internacionais )
TEMA I (1): O sistema político universal

1) [ Introdução ]  Existe um sistema político UNIVERSAL? O que seria o sistema


político universal?
{ Tradição judaico – cristã, história judaica, fé cristã }

2) [ Introdução ]  O sistema político universal INTERVÉM nos assuntos terrestres?


{ É de concluir que sim }

2) [ Introdução ]  O estudo de um sistema político universal é uma MATÉRIA


teológica e filosófica, ou pode ser uma matéria política?
{ Teologia, filosofia, ciência política }

3) [ Introdução ]  A existência de DEUS é um facto ou uma mera imagem mental dos


homens?
{ Opinião pessoal, convicção geral, facto }

4) [ Introdução ]  Caso Deus seja uma ENTIDADE real e concreta, ressalvando as


devidas diferenças, pode-se daí inferir que exista um sistema político universal?
{ Ciência política universal }

5) [ Introdução ]  A teologia é política? É uma COMPONENTE da política? Ou a


política é uma componente da teologia?
{ As ciências e a interpenetração múltipla }

6) [ Introdução ]  É a BÍBLIA um livro político?


{ A Bíblia livro da vida }

7) [ Introdução ]  O que é a teologia, a CIÊNCIA de Deus ou a ciência do poder de


Deus ( na linguagem da ciência política )?
{ A ciência do estudo de Deus }
8) [ Introdução ]  A CONJECTURA de um poder político universal altamente
civilizado sob a égide divina coloca-nos um enorme problema. É que mundo vive em
constantes crises.
{ O pecado universal e o pecado original }

9) [ Introdução ]  Existe a POSSIBILIDADE de o universo não ser um sistema


político, isto é : não ter rei nem rock?
{ A improbabilidade }

10) [ Introdução ]  A N.A.S.A. tem gasto milhões de dólares no programa S.E.T.I..


Será mesmo que estamos sós no universo? Estaremos acompanhados?
{ A busca da vida e do próximo longínquo }

11) [ Introdução ]  Subsistem problemas de ordem FILOSÓFICA que nos


atormentam: a doença, a morte… Conseguiremos um dia resolve-los em termos
científicos e tecnológicos?
{ Os limites axiológicos da ciência da matéria, do conhecimento e da experimentação, o
bem e mal, a caixa de Pandora }

12) [ Introdução ]  Nós temos exaurido o PLANETA e neste andar precisaremos


mesmo de colonizar outros planetas. Quando acha que esse sonho poder-se-á tornar
realidade?
{ A astrofísica, o dilema do simples mortal }

13) [ Introdução ]  Conseguiríamos nos ADAPTAR às condições de outros planetas,


diferentes do nosso, maiores menores, sem lua, enfim?
{ A extrema diversidade da vida biológica; a adaptabilidade biológica; o exemplo da
evolução biológica }

14) [ Introdução ]  Viajar no TEMPO é ou não um mero problema tecnológico? Falo


de tele – transportação, da instantaneidade temporal e fenómenos análogos à escala do
universo.
{ A dimensão angélica do deslocação espacio – temporal; os servidores públicos
universais }

15) [ Introdução ]  A vida ETERNA é um mito ou uma realidade? Destaco aqui a


criogenia em que as pessoas pedem que os seus corpos sejam congelados em hélio
líquido para serem ressuscitadas um dia no futuro.
{ A vida eterna }

16) [ Introdução ]  Onde está DEUS?


{ Presume-se que no centro do Universo - o chamado 3º céu; o buraco negro super –
mega massivo no centro do Universo que responde pela gravitação universal; é da
região central do Universo ( do buraco negro ) que Deus governa }
TEMA I (2): O sistema político universal

1) [ Introdução ]  O que FAZER em termos de ciência política universal?


{ A ciência politica universal }

2) [ Introdução ]  O que acha da ideia de perscrutarmos o Universo a procura de


OUTROS PLANETAS para habitarmos?
{ A vida extra planetária; a eterna curiosidade humana }

3) [ Introdução ]  Crê-se que o Reino de DEUS pressupõe o fim da democracia e o


início da teocracia universal. No sentido em que ocorreria um esgotamento axiológico
do contraditório político.
{ O contraditório destrutivo; o contraditório construtivo ou contributivo }

4) [ Introdução ]  O domínio sobre a NATUREZA é uma prerrogativa, um pré –


requisito político ou não?
{ A política imanente; a política transcendente }

5) [ Introdução ]  Seria importante haver um governo UNIVERSAL sob a égide de


Deus?
{ A importância de um governo universal }

6) [ Introdução ]  O que é o sistema TEOLÓGICO?


{ O sistema teológico; o estudo multidimensional de Deus }

7) [ Introdução ]  O que é a TEOLOGIA política?


{ O estudo político de Deus }

8) [ Introdução ]  Em que consiste a LEITURA, a interpretação teológica da vida?


{ Deus intervém na Terra mais do que se espera; a intervenção social, cultural e política
de Deus }
9) [ Introdução ]  Em que se baseava a LEGITIMIDADE monárquico – divina? É
verdadeira essa realidade?
{ A legitimidade monárquico – divina; o reinado dos reis justos; as oposições à
monarquia divina dita absolutista; as disputas monárquico – republicanas; o poder do rei
e o perigo do rei divino ( do rei cristão ) }

10) [ Introdução ]  Em que se baseia o pressuposto da CONSCIÊNCIA divina


imanente?
{ A actuação terrestre de Deus; consciência e acção }

11) [ Introdução ]  Após a reivindicação anti monárquico – divina surge o advento da


República LAICA. Tratava-se de uma contraposição à monarquia divina?
{ Da República multicristã à República laica; a República laica enquanto confirmação
de Deus pelo absurdo }

12) [ Introdução ]  O primeiro acto das Repúblicas sequentes ao seu surgimento foi a
implantação da DITADURA. Proliferaram as ditaduras. Como se explica isso?
{ A República e o banimento de Deus; o caso europeu e o caso soviético }

13) [ Introdução ]  As monarquias eram mais propensas à democracia social enquanto


princípio da LIBERDADE social e individual?
{ A agilidade do sistema monárquico; a personificação do sistema; a sensibilidade do
poder; a não dispersão anónima do poder; o rei enquanto servidor de Deus }

14) [ Introdução ]  O regime presidencialista é uma forma de monarquia


IMPERFEITA ou mitigada?
{ O presidencialismo enquanto forma monárquica imperfeita }

15) [ Introdução ]  É verdade que as DITADURAS, as autocracias enfim, tendem


sempre aos apetites de esmagamento interno e expansão imperial?
{ A ditadura como base dos apetites imperiais; a remoção dos direitos civis; Samuelsom
e o dilema manteiga ou canhões}
{ APETITES IMPERIAIS: o caso alemão; o caso norte americano e a lei seca; o caso
europeu e os descobrimentos; o caso japonês e a II G.M. }
{ ESMAGAMENTO INTERNO: o caso Vietcong; os índios americanos; o apartheid; o
Biafra; os arménios; o stalinismo; o Ruanda; o Burundi; o Uganda; outros casos }

16) [ Introdução ]  As REPÚBLICAS ditatoriais foram substituídas pelas Repúblicas


democráticas, enquanto Estados providência de direito. É uma vitória do transcendente’
{ A democracia e o direito enquanto pilares da liberdade; a liberdade enquanto caminho
para o divino }

17) [ Introdução ]  Do ponto de vista de teologia e da teologia política a


LIBERDADE é o caminho para Deus?
{ A liberdade enquanto base para: o bem, a criação, o desenvolvimento, a justiça, a fé, a
esperança, … }
18) [ Introdução ]  Tendo em conta a insistência do Criador na perfeição, qual seria o
fim ou OBJECTIVO último para um Estado imanente imperfeito. A integração no
Estado universal, a entrega de cativos ou o fim puro e simples?
{ O Estado imanente imperfeito; a entrega de cativos; o fim do Estado imanente
imperfeito; os problemas da presumível integração do Estado imanente imperfeito }

19) [ Introdução ]  O que se pode entender ou extrair da afirmação do filosofo Francis


Fukuyama: 'O fim da história e …'?
{ Teoria iniciada por Hegel; sustenta o fim dos processos históricos enquanto processos
de mudança; Evocação a Platão, Nietzche e Kant; referência ao fim da era política
Adâmico – cristã; o Armagedom }

20) [ Introdução ]  A teologia política é IMPORTANTE? E porque razão não é


ensinada nas Universidades?
{ Revela o que aconteceu no sistema político universal; explica o porquê da situação
actual; aponta o caminho do céu; a sociedade aberta e os seus inimigos }

TEMA II (1): O sistema sócio – político internacional

1) [ Introdução ]  O que é o SISTEMA sócio – político internacional?


{ Em sentido estrutural ( desde que há humanidade ); em sentido funcional ( desde que
há interacções globais ) }

2) [ Introdução ]  O sistema sócio – político INTERNACIONAL inicia-se nas origens


do homem. Quais as grandes divisões desse processo?
{ Fase transumante; fase das grandes migrações, fase do sedentarismo; fase dos estados;
fase dos impérios regionais; [ fase de um império global ]; fase da globalização }

3) [ Introdução ]  Porque considera como EXTRA – percurso a fase do império


global? Trata-se evidentemente do Império Romano – europeu.
{ A história bíblico – cristã e o Império Romano – europeu; a longevidade activa do
Império Romano – europeu: 756 a.e.c. – II G.M. }

4) [ Introdução ]  Sendo a Europa a seu ver o Império Romano – europeu porque se


considera a sua longevidade unipolar ACTIVA terminada na II G.M.?
{ O início e o fim do euromundo }

5) [ Introdução ]  O período do EUROMUNDO define império global da Europa


sobre o mundo?
{ Sec. XV – sec. XX: 5 séculos }

6) [ Introdução ]  O que explica a LONGEVIDADE activa do Império Romano –


europeu desde a sua origem em 756 a.e.c. até a 1945 e.c.: 2.701 anos?
{ O bloco flexível; the balance of power; a rotatividade do poder }
7) [ Introdução ]  Para ALÉM do Império Romano – europeu, e antes do seu apogeu
de 500 anos, história presenciou a emergência e a queda de outros grandes impérios
regionais.
{ Os Impérios Chineses ( 221 a.e.c. – 1912 e.c. ); o império Mongol ( 1206 e.c. – 1294
e.c. ); o império Maia ( 250 e.c. – 1697 e.c. ); o império Azteca ( 1325 e.c. – 1521 e.c. );
o império Inca ( 1438 e.c. - 1532 e.c. ); o império árabe ( 632 e.c. – 1258 e.c. ) }

8) [ Introdução ]  Há uma mentalidade que remanesce mesmo após o FIM dos


impérios. Quais as suas possíveis consequências?
{ A xenofobia; o racismo; o neo – colonialismo; o neo – imperialismo, o indirect ruler;
o perigo do reposicionamento colonial; a exportação de instabilidades políticas; o
mercenarismo ( a legião estrangeira ); a corrida armamentista; a proliferação nuclear; as
contra posições geopolíticas de força }

9) [ Introdução ]  Quais foram as CAUSAS da I G.M. ( 1914 e.c. – 1919 e.c. )?


{ Emergência das ditaduras nacionalistas europeias; o darwinismo social; a questão
colónial e a (geo)estratégia alemã; a partilhe da Ásia e da África ( sec. XIX ); O
enriquecimento e fortalecimento ameaçador das nações coloniais; Reminiscências do
sacro santo império romano – germânico; o caso Lorena Alsácia; a corrida
armamentista; a Europa ocidental colonial vs Europa oriental doméstica; as disputas
europeias pelo domínio directo ou indirecto da Ásia e da África; o movimento e anti –
esclavagista inglês ( sec. XVIII – XX ); o abolicionismo contra o gradualismo
esclavagista e contra o contrato forçado; primeira guerra sino – japonesa ( 1894 – 1895
e.c. ); a guerra russo – japonesa ( 1904 e.c. – 1905 e.c. ) }

10) [ Introdução ]  Quais as CONSEQUÊNCIAS da I G.M. ( 1914 e.c. – 1919 e.c. )?


{ 9.000.000 de mortos; 30.000.000 de feridos; fim do império Otomano ( Turco ) e do
império Austro – Húngaro; crise económica na Europa; fim do Balance of power
europeu iniciado 1815 E.C. ( com a queda de Napoleão ) em até a I G.M.; a dúvida
sobre o uso de armas biológicas em 1918 – 1919: influenza - a gripe espanhola
pneumónica H1N1 de origem N. americana provocou 40.000.000 de mortos no mundo (
1918 – 1919 e.c. ); as tendências confederais e federais na Europa; a União Europeia;
208.000.000 dollares de prejuízo; perda da hegemonia europeia para os EUA; fundação
da URSS ( 1922 e.c. ); independência Turca ( 1922 – 1923 e.c. ); movimentos
nacionalistas na Índia ( Mahatma Gandi ) e na China; expansionismo Japonês no
sudoeste asiático ( 1894 – 1945 e.c. ) }

11) [ Introdução ]  O que era o BALANCE of power?


{ EUROPEAN BALANCE OF POWER: antecedentes medievais italianos; Balance of
power: Sistema de congresso ou Concerto da Europa ( 1814 e.c. – 1914 e.c. ); objectivo:
impedir a constituição da Monarquia universal na Europa; antecedente da Liga das
Nações ( jan. 1919 e.c. ); clube ou directório informal formado pela Quadrupla Aliança;
membros: UK, Áustria, Rússia; Prússia; responsáveis pela queda de Napoleão; o
Concerto da Europa é que governava 'de facto' o mundo até 1914 e.c.; os mais
importantes congressos do Concerto da Europa: Viena ( 1814 – 1815 e.c. ), Aix-la-
Chapelle ( 1818 e.c. ); Carlsbad ( 1819 e.c. ), Verona ( 1822 e.c. ); Londres ( 1830 e.c.,
1832 e.c., 1838 - -1839 e.c. ); Berlim ( 1878 e.c. ); Versailhes (1919 e.c. ); diplomacia
mundial actual; balance of power formal e informal; muito há que dizer do Concerto da
Europa e do Balance of power }
{ ALLIED BALANCE OF POWER aliado na II G.M. contra a Alemanha; quebra do
balance of power pelos EUA na guerra contra o Japão; radicalismo Soviético contra a
quebra do balance of power pelos EUA na sua guerra atómica contra o Japão }
{ BIPOLAR BALANCE OF POWER ( ou guerra fria ): o conflito Soviéto – Norte
americano; a supremacia atómica Norte – americana; o receio e o radicalismo Soviético;
a corrida nuclear Soviéto – Norte americana; o receio n. americano pela fundação da
URSS ( 1922 e.c. ); a Europa tutelada e fora do 'bipolar balance of power'; a possível
confrontação militar e nuclear Soviéto – Norte americana; a corrida nuclear e de
armamento estratégico; o conceito estratégico do M.A.D. ( Mutual Assured
Destrution ); o equilíbrio do terror; os acordos sobre armas nucleares e estratégicas
tratado de Moscovo ( 1963 e.c. ), TPN – tratado de não proliferação de armas nucleares
( 1968 e.c. ); SALT 1- acordo de limitação de armamentos estratégicos ( 1972 e.c. ),
SALT 2 ( 1979 e.c. ), START ( 1980 e.c. ), FNIT – acordo de abolição das forças
nucleares intermédias terrestres ( 1987 e.c. ), MTT/CN – acordo de eliminação dos
mísseis tácticos terrestres e cápsulas nucleares ( 1991 e.c. ); França explode dispositivo
nuclear ( 1960 e.c. ); China explode dispositivo nuclear ( 1964 e.c. ); o conflito sino –
soviético ( 1969 e.c. ); a corrida espacial; as guerras regionais; anuncio do programa
guerra das estrelas ( 1983 e.c. ); o entendimento }
{ MULTIIPOLAR BALANCE OF POWER ( Mundo multipolar de geometria
variável ): objectivo: impedir a constituição da Monarquia universal; tendência iniciada
em 1960 1 1964 quando a França e a China explodem dispositivos nucleares; período
post guerra fria; integra as vertentes potências militares ( clube nuclear ), potências
económicas ( G 7, G 8, G 10, G 15, G 20, ), potências financeiras ( EUA, UE ) e
potências culturais ( EUA, UE, Brasil, Índia ); gestão do conflito Norte – Sul; o
terrorismo internacional; a crise do fim do petróleo; a crise ambiental; o problema da
pobreza mundial; o problema do desemprego global; o problema da violência em geral;
o problema do aquecimento global; o problema israelo – árabo – palestiniano; a
inaceitabilidade árabe quanto a auto – designação judaica de 'povo santo'; a conciliação
entre o 'Balance of power' informal e formal; a ONU e o governo mundial; a gestão da
tensão tripolar mundial }

12) [ Introdução ]  Seguidamente surgiu a II G.M. Quais foram as CAUSAS da II


G.M.?
{ Causas internas: a falência do 'Balance of power' europeu; a falência do draconiano
Tratado de Versailhes sobre a I G.M. ( 1919 e.c. ); a (re)emergência alemã; o
militarismo europeu; a eterna questão colonial; disputas territoriais na Europa; o espaço
vital e colonial alemão; o anti – semitismo; a perda das colónias alemãs em África; a
aproximação geoestratégica do UK à França quanto à liderança colonial mundial; a
perda da região de Lorena – Alsácia pela Alemanha; a guerra civil espanhola ( 1936 e.c.
– 1939 e.c. ); Europa ocidental colonial vs Europa oriental doméstica }
{ Causas externas: esgotamento do unipolarismo europeu; o movimento anti - colonial e
anti – japonês na Ásia ( 1885 e.c.: Índia – em diante ); os movimentos anti - coloniais
em África, América e Antilhas ( 1900 e.c. - ); a grande depressão ( 1929 e.c. ); a
Revolução russa ( 1917 e.c. ) e a fundação da URSS ( 1922 e.c. ); expansionismo
Japonês no sudoeste asiático ( 1920 – 1945 e.c. ); segunda guerra sino – japonesa ( 1937
– 1945 e.c. ) e a contraposição N. americana; anexação japonesa da Ásia perigando os
interesses coloniais europeus na região }
13) [ Introdução ]  As causas externas anti - UNIPOLARES contra o Império
Romano – europeu, contra o euromundo, terão accionado as causas internas ou vice
versa?
{…}

14) [ Introdução ]  Quais foram as CONSEQUÊNCIAS ( internas ) na Europa da II


G.M.?
{ ±70.000.000 de mortos, 28.000.000 de mutilados; 190.000.000 de refugiados;
holocausto de 6.000.000 de judeus; a reconfiguração territorial da Europa; prejuízos de
1.500.000.000 dollars; 800.000 prisioneiros de guerra alemães e italianos enviados para
a URSS e para toda a Europa vencedora; a divisão e tutela da Europa pelas duas super –
potências; o fim anunciado da Europa colonial; criação do Plano Marshall para a Europa
ocidental (1947 e.c. ); a divisão da Alemanha pelos Aliados; o levantamento da cortina
de ferro - o chamado muro de Berlim ( 1961 e.c. ); a luta das super – potências pelo
domínio político, militar, económico, financeiro e ideológico da Europa ao longo da
Guerra fria – o mundo dos espiões; a asfixia europeia na guerra das estrelas – o escudo
antimíssil Norte - americano também designado por iniciativa ou sistema de defesa
estratégica ( 1987 e.c. ); a extensão da descolonização e da democracia na Europa
ocidental; o imperativo sobrevivencial da União europeia }

15) [ Introdução ]  E quais foram as CONSEQUÊNCIAS ( externas ) no Mundo da II


G.M.?
{ O fim do unipolarismo romano – europeu; fim do euromundo colonial de 500 anos; a
emergência de 2 super potencias armamentistas mundiais; a transformação da Europa
num protectorado bipartido dos EUA e da URSS; a tutela do Japão pelos EUA; o
avanço extraordinário da ciência e da técnica armamentista; a corrida nuclear e espacial
bipolar; a generalização das independências políticas asiáticas ( Afeganistão em 1919
e.c., 1945 – 1994 e.c. ) e africanas ( 1956 e.c. - 1990 e.c. ); fim da Sociedade das nações
com a fundação da ONU ( 1945 e.c. ); a militarização extensiva do mundo; os dois
blocos ideológicos mundiais; a vigência das ditaduras esclarecidas pelo mundo bipolar;
corrida espacial bipolar; abertura de espaço político – internacional para potências e
super – potências económicas ( o caso japonês ); a ofensiva neo – colonial europeia de
natureza política e militar ( o mercenarismo, a Legião estrangeira, a instabilidade
politica mundial, os golpes de Estado, as ditaduras tuteladas ); a tenaz Soviéto – N.
americana contra o neo – imperialismo europeu ( o caso do canal de Suez; o conflito
indochinês, os conflitos africanos, o caso lusófono ); o não alinhamento do terceiro
mundo; o conflito económico Norte – sul; os blocos regionais }

16) [ Introdução ]  Como ocorre a TRANSFERÊNCIA do poder geopolítico e


geoestratégico do Império Romano – europeu para as super potências?
{ CRONOLOGIA: conferência de Ialta ( 4 – 11 de Fevereiro de 1945 e.c. ); conferência
de Postdam ( Julho – Agosto de 1945 e.c. ); conferências de Moscovo ( Outubro e
Dezembro de 1945 e.c. ); Assuntos: a divisão da Europa, a divisão do Mundo, o
bombardeamento e a capitulação do Japão, a estabilidade militar e nuclear … }

17) [ Introdução ]  A Alemanha foi a principal VÍTIMA da Primeira e da Segunda


Guerras Mundiais?
{ A chamada 'razão alemã': a falência do 'balance of power' no contexto colonial do
euromundo; o profundo desequilíbrio do poder na Europa; o desequilíbrio do poder no
mundo }
TEMA II (2): O sistema sócio – político internacional

1) [ Introdução ]  O que marca a emergência CONCRETA das superpotências, EUA e


União Soviética no pós II G.M.?
{ O bombardeamento do Japão ( 6 e 9 de Agosto de 1945 e.c. ) }

2) [ Introdução ]  Como se caracterizou a guerra fria e que fases marcam a vigência


das superpotências BIPOLARES?
{ CARACTERÍSTICAS da guerra fria: a guerra indirecta; a inviabilidade de uma
confrontação directa; o menosprezo pela ONU; a diplomacia bipolar paralela; o
princípio das soberanias limitadas; o M.A.D. – 'Mutual Assured Destrution' ou
equilíbrio do terror; a espada nuclear sobre a cabeça da Europa; o primado absoluto da
força; a diplomacia como imposição do poder; a corrida espacial em alternativa à
corrida armamentista }

{ 1º PERÍODO da guerra fria: A rota de colisão ( 1945 – 1962 e.c.):o bombardeamento


do Japão ( 1945 e.c. ); a invasão soviética na Manchúria ( 1945 e.c. ); a corrida nuclear;
a guerra na Coreia ( 1950 – 1953 e.c. ); a crise do canal do Suez ( 1956 e.c. ); a corrida
espacial ( 1957 e.c. ); a crise dos mísseis de cuba ( 1962 e.c. ) }

{ 2º PERÍODO da guerra fria ( 1962 – 1979 e.c. ): o desanuviamento [ também


considerado como 'entente' ou convivência pacífica ]: os vários acordos de controlo do
armamento entre os EUA e a URSS; a distensão e desenvolvimento na Europa – a CEE
( 1957 e.c. ); o conflito sino – soviético ( 1969 e.c. ); a guerra do Vietname ( 1959 –
1975 e.c. ); a invasão soviética ao Afeganistão ( 1979 – 1989 e.c. ); as guerras regionais
pelo mundo; a era Tatcher na Europa ( 1979 – 1990 E.C. ), a era Reagan nos EUA
( 1981 – 1989 e.c. ), a era Gorbatchov na URSS ( 1985 – 1991 e.c. ), a queda do muro
de Berlim ( 1989 e.c. ) e o fim da URSS ( 1991 e.c. ) }

3) [ Introdução ]  Porquê o BOMBARDEAMENTO do Japão? O que levou ao


bombardeamento do Japão?
{ FACTORES: Japão envia pedido de rendição não incondicional à União soviética em
meados de Julho; receio N. americano da possível invasão soviética no Japão e do
sudeste asiático; impedir a hegemonia soviética na região; prevalência do interesses
unilaterais N. americanos na região; primeira bomba atómica ( 6 de Agosto de 1945 e.c.
); URSS declara guerra ao Japão ( 8 de Agosto de 1945 e.c. ); segunda bomba atómica
( 9 de Agosto de 1945 e.c. ) }

4) [ Introdução ]  Que factores levaram à DIVISÃO da Europa pelas super –


potências vencedoras?
{ Pôr fim ao milenar unipolarismo Romano – europeu; terminar com o euromundo
colonial e esclavagista; pôr fim ao problema colonial; controlar a Europa: a ilha do
mundo – conforme Clausewitch – para melhor controlar o mundo bipolarmente }

5) [ Introdução ]  O que ORIGINOU a guerra fria entre as super – potências?


{ O bombardeamento do Japão ( 1945 e.c. ); a guerra na Coreia ( 1950 – 1953 e.c. ); a
disputa acirrada pelo espólio colonial europeu em todo o mundo; a luta pelo domínio do
sudeste asiático; a ameaça soviética em dominar a Ásia; a ingerência americana no
hemisfério oriental - segundo a perspectiva soviética; o jogo do gato ( Tom ) e o rato
( Jerry ) }

6) [ Introdução ]  Mesmo durante a guerra fria, havia ou não uma GRANDE


diferença de poder entre os EUA e a URSS?
{ Mortos na II G.M.: EUA ( 500.000 ) / URSS ( 20.000.000); EUA territorialmente
intacto / URSS territorialmente arrasada; EUA com 50% do PIB mundial, 2/3 das
reservas de ouro, 60% da capacidade industrial, 67% de capacidade petrolífera / URSS
economicamente destruída ou comprometida; os EUA cria OECE ( 1948 e.c. ) e o Plano
Marshall ( 1947 e.c. ) no âmbito da doutrina Truman / a URSS cria o COMECON -
Conselho para a Assistência Económica Mútua ( 1950 – 1990 e.c. ), EUA cria a NATO
( 1949 e.c. ) / URSS cria o Pacto de Varsóvia ( 1955 e.c. ); EUA passou a dominar: a
Europa ocidental, o hemisfério americano, o sudeste asiático, o Japão, a Índia, o Médio
oriente e disputava a África / a URSS passou a dominar: Europa do leste, a China, a
Manchúria, disputava a África, namorava o Médio oriente e o hemisfério americano; o
desgaste Soviético das décadas 80 e 90 }

7) [ Introdução ]  Por fim ocorre a QUEDA do muro de Berlim e o fim da União


soviética. Causas e consequências?
{ CAUSAS da queda do muro de Berlim: A inconformidade europeia com a divisão do
seu território; UK testa dispositivo nuclear ( 1952 e.c. ); o tempo áureo dos espiões do
frio; a crise do Suez e a neutralidade N. americana ( 1956 e.c. ); o afastamento da
França e o fim do guarda – chuvas nuclear americano; França explode dispositivo
nuclear ( 1960 e.c. ); Angola e o fim do 2º mapa cor de rosa ( 1961 – 1975 e.c. ); a
ideologia soviética no mundo e o consequente desgaste económico - financeiro; a
recuperação económica, política, neo – colonial, e expansionista europeia ( da criação
da CEE em 1957 e.c. em diante ); a supremacia N. americana no mundo; a crise
democrática e económica na URSS ( décadas 80 e 90 ); o escudo nuclear geoestratégico
norte – americano sobre a Europa vulgo a guerra das estrelas ( 1987 e.c. ) }

{ CONSEQUÊNCIAS da queda do muro de Berlim: a emergência da UE enquanto


grande potência mundial ( da criação da CEE em 1957 e.c. em diante ); o agravamento
das relações Norte – sul; a geopolítica europeia de geometria variável com norte: NATO
vs Conselho da Europa com a Rússia no contexto do velho 'balance of power'
napoleónico de 1814 e.c.; a geopolítica europeia de geometria variável com o sul
[ GATT, ACP – CEE, acordos e de Lomé e Cotonu, … ]; a queda do muro de Berlim
( 1989 e.c. );o fim da União soviética ( 1991 e.c. ) }

{ CAUSAS do o fim da União soviética: a formação da URSS ( 1922 e.c. ); a URSS


enquanto ocupacionismo russo – perspectiva europeia do velho Conselho da Europa no
contexto do 'balance of power' napoleónico; a acção europeia para a erosão da URSS no
contexto do 'balance of power' napoleónico; comprometimento ideológico mundial pela
União Soviética e seus custos astronómicos; a terceira via comunista chinesa e
jugoslava; o não alinhamento jugoslavo ( 1961 e.c. ); China testa dispositivo nuclear
( 1964 e.c. ); o atraso tecnológico e económico soviético face aos EUA; a vigência do
Estado autocrático soviético; o excesso de secretismo tecnológico e o bloqueio entre os
sectores público e privado; desgaste acentuado da guerra fria face aos EUA;
vulnerabilidade soviética face ao 'balance of power' europeu contra a estabilidade da
União; a cisão do espaço comunista europeu: a invasão soviética da Hungria ( 1956
e.c. ), a primavera de Praga – invasão da Checoslováquia ( 1968 e.c. ); o conflito sino -
soviético ( 1969 e.c. ); o comunismo chinês no mundo; o problema moral dos três
beijinhos; o desgaste dos conflitos regionais soviéticos }
{ CONSEQUÊNCIAS: a libertação da Europa do leste com a queda do muro de Berlim
( 1989 e.c. ); o fim da URSS ( 1991 e.c. ); o perigo do descalabro nuclear soviético; o
fim da bipolaridade - da guerra fria; a aparente emergência unipolar americana; a
emergência das grandes potências na Ásia e na América latina; a emergência da UE
como grande potência politica e económica; alteração nas relações Norte – sul;
surgimento de potências nucleares regionais; emergência do multilateralismo mundial;
relançamento da ONU; agenda na Nova ordem politica mundial }

8) [ Introdução ]  Esteve a Europa por detrás do DESMANTELAMENTO da União


soviética? Há motivos para crer nisso? Gorbatchov teria sido manipulado pela Europa
na forma como pretendia implementar a 'perestroika' e o 'glasnost'?
{ CAUSAS do desmantelamento da URSS: o desgaste soviético da guerra fria; a
espionagem europeia na erosão da URSS no contexto do 'balance of power'
napoleónico; o papel emancipalista dos Países constitutivos da ex – União Soviética; o
papel da Europa do leste no fim da dominação soviética; o retorno doméstico à velha
mãe Rússia, à moralidade politica, redefinição ideológica, reestruturação económica,
saneamento financeiro e redimensionamento militar }

9) [ Introdução ]  Até ONDE teria ido a Europa na pretensão de retoma da


unipolaridade perdida, ou na procura da tripolaridade? Era a Europa o perturbador
mundial – geoestrategicamente falando?
{ A teoria do perturbador mundial; a luta pela hegemonia mundial perdida; a luta pelo
tripolarismo; as guerras de libertação generalizadas em todo o mundo; a crise do canal
de Suez ( 1956 e.c. ); as tentativas neo – coloniais: a coroa britânica internacional – a
British commonwealth ( 1931 e.c. ), a União francesa ( 1944 – 1960 e.c. ), a união
holando – indonésia ( 1946 – 1954 e.c. ), as províncias ultramarinas portuguesas ( 1951
– 1975 e.c. ), União soviética insiste na solução colonial para enfraquecer a Europa neo
- colonial do pós II G.M.; EUA insiste na descolonização do mundo; as crises nas
relações euro latino – americanas; o fim da URSS }

10) [ Introdução ]  Era a Europa o PERTURBADOR mundial do pós II G.M. a


coberto das super potências?
{ 1ª fase: o perturbador mundial e a procura da hegemonia mundial perdida; 2ª fase: o
perturbador mundial e a procura do tripolarismo mundial; a anti – ética, o minimalismo
ético colonial e a reacção do mundo }

11) [ Introdução ]  Após o bipolarismo houve ou não um período de


UNIPOLARISMO norte – americano, enquanto polícia do mundo?
{ O fim do bipolarismo; a hierarquia vertical das potências; a super - potência de topo;
as grandes potencias; os médios, pequenos e micro países; a geometria geoestratégica
variável; o multilateralismo; o multipolarismo; a política da visibilidade; o terrorismo
internacional; as fragilidades nacionais; as crises mundiais; a OPEP }

12) [ Introdução ]  O TERRORISMO internacional decorre de uma expressão pária


informal internacional ou tem por detrás posições intergovernamentais de relações de
força? Ou resulta das duas posições com as secretas das grandes potências em guerra?
{…}

13) [ Introdução ]  De que forma emerge o MULTIPOLARISMO mundial? Há ou


tende a haver um tripolarismo - perfeito ou imperfeito - à cabeça do mundo?
{ O tripolarismo imperfeito vs multipolaridade imperfeita; o princípio das soberanias
limitadas; o conflito Norte – sul; o mundo árabe na roda da dominação geopolítica }
TEMA II (3): O sistema sócio – político internacional

1) [ Introdução ]  MULTIPOLARISMO mundial. Formal ou informal? Isto e:


estrutural ou simplesmente funcional?
{ Do multipolarismo informal ao multipolarismo estrutural imperfeito; prevalência do
principio das soberanias limitadas; o último estágio de uma civilização imanentemente
planetária; o gérmen do tripolarismo mundial imperfeito }

2) [ Introdução ]  Há alguma razão para que não venha a haver um multipolarismo


mundial PERFEITO?
{ O problema da disparidade racial; a controversa convergência racial; o problema da
raça superior; o problema de etnia superior dentro de raça superior; a perfeição racial; o
liberalismo multipolar e seus riscos; o risco da selva multipolar na falha do sistema de
segurança colectiva mundial }

3) [ Introdução ]  Nesse caso o que significará o multipolarismo estrutural


IMPERFEITO?
{ Contrariamente ao bipolarismo reforço do poder da ONU; gestão do desequilíbrio
ambiental mundial; gestão do fim do ciclo do petróleo em crise }

4) [ Introdução ]  Com o fim do CICLO mundial do petróleo em substituição, é de


prever um desequilíbrio estratégico no Médio Oriente, agudizado pelo conflito Israelo –
Palestiniano, pelo ódio Israelo – árabe e por um Irão nuclear.
{ O barril de pólvora chamado Médio Oriente; o vazio de liderança árabe; a fraqueza da
liderança egípcia no Médio Oriente; a insatisfatória aliança egipto – israelita; o
problema do fim do ciclo do petróleo; a instabilidade político – social árabe; a Turquia
islâmica e sua apetência pelo nuclear; reminiscências do velho império Otomano findo
na I G.M. ( 1299 e.c. – 1922 e.c. ); possível domínio turco no médio oriente }

5) [ Introdução ]  Que consequências haveria na emergência de uma TURQUIA


radicalmente islâmica no mundo árabe? Parte-se do pressuposto em como a Turquia não
ingresse na EU.
{ A Turquia e a questão da adesão à UE; Turquia islâmica disputando a hegemonia
política egípcia pró - judaica; enfraquecimento da democracia no Médio Oriente;
aumento do radicalismo islâmico }

6) [ Introdução ]  Diz que a fase do multipolarismo imperfeito teria já na sua


GÉNESE a semente do tripolarismo? Resolvida ou sem resolver a questão alemã?
{ A questão alemã; o aprofundamento da EU; a pretensão geopolítica europeia; a
geometria variável; o domínio ACP – EU e outros acordos geopolíticos; o poder
monetário mundial: euro e dollar; a supremacia económica, tecnológica, militar e
cultural; o domínio combinado do ar }

7) [ Introdução ]  Pensa pois que após o multipolarismo imperfeito não surgiria um


multipolarismo perfeito mas sim um TRIPOLARISMO?
{ O desafio evolutivo do multipolarismo imperfeito; o tripolarismo como retrocesso
possível do multipolarismo }

8) [ Introdução ]  O que será do SUL do planeta no contexto do multipolarismo?


{ O princípio das soberanias limitadas; as soberanias plenas; as semi – soberanias; as
não – soberanias; a superveniência das relações neo – coloniais de poder; evoluir ou
perecer eis a questão; o advento das minorias indígenas em opressão ou em extinção; os
perigos de facturação social em caso de liberalismos opressores de depauperados }

9) [ Introdução ]  Considera que o multipolarismo não PRESSUPÕE o


multiculturalismo e a consciência mundial evolutiva. Por conflitos raciais, culturais
entre países? Porque razão?
{ As sociedades abertas e os seus inimigos; o terrorismo internacional; as mentalidades
irredutíveis; os vasos comunicantes; a disparidade entre classes sociais; o conflito entre
o bem e o mal; a face dura do bem; a expressão desafiadora do mal }

10) [ Introdução ]  Porque razão a EVOLUÇÃO do mundo não se oferece unânime a


todos sob signo do bem comum?
{ As diferentes ideias de futuro; as diferentes ideias de bem comum; a vida como bem,
como fardo, como presente envenenado e como expectativa; a luta pela dominação }

11) [ Introdução ]  Pode-se dizer que já exista uma MENTALIDADE extra –


planetária?
{ A mentalidade extra – planetária sadia; a mentalidade extra – planetária doentia; a
situação emergencial do mundo e a mentalidade extra – planetária; fugir do mundo }
12) [ Introdução ]  Um quadro assim tão negro sobre o FUTURO do mundo
pressupõe o alvorecer de uma nova era ou do apocalipse?
{ O desafio do multipolarismo; o principio do possível retrocesso de vitórias adquiridas;
quantas mais armas de destruição maciça pior o prognostico do mundo; evoluir ou
apocalipse }

13) [ Introdução ]  Como era o jardim do ÉDEN?


{ A Turquia; havia dois montes Ararate ( Grande Ararate e pequeno Ararate ); uma
fonte; quatro rios; duas árvores; um drama; o futuro adiado }

TEMA III (1): O 'balance of power' e o sistema de segurança colectiva

1) [ Introdução ]  O que é o BALANCE of power ( a balança do poder )?


{ Genericamente a luta do bem contra o mal; restritamente o Reino de Deus }

2) [ Introdução ]  Pode-se ENTENDER o balance of power ( a balança do poder )


como sendo o 'EQUILÍBRIO do poder'?
{ O máximo ético contra o mínimo ético; a superioridade do bem e a sua perda; a
ausência de constrangimentos do mal; os constrangimentos do bem; o problema do
médio ético na área das sombras cinzentas }

3) [ Introdução ]  Quais as ORIGENS do conceito 'balance of power'?


{ Origem axiológica: disposição das relações de poder em qualquer sistema político –
militar controvertido; as várias acepções nos vários sistemas; origem histórica recente:
política de segurança colectiva estabelecida pelas cidades – Estado italianas no século
XV; o 'balance of power' nas relações internacionais }

4) [ Introdução ]  Pode-se entender o 'balance of power' como sendo a GEOMETRIA


variável do bem e do mal?
{ O paradigma do gato e do rato ( o caso Tom & Jerry ); os jogos de poder e o mínimo
ético; o problema do gato escondido com o rabo de fora; o jogo tácito e a indiferença
ética; o problema da corrupção do bem; os jogos de alianças fatais }
5) [ Introdução ]  O 'balance of power' é uma RELAÇÃO variável entre o bem e do
mal ou um 'status quo'?
{ O 'balance of power' enquanto 'status quo' de superioridade do bem sobre o mal }

6) [ Introdução ]  O equilíbrio do terror é 'balance of power'?


{ O equilíbrio do terror enquanto degradação do 'balance of power', enquanto derrota da
supremacia do bem }

7) [ Introdução ]  Não sendo o ying e o yang o 'balance of power' pode ser entendido
como sendo a OPOSIÇÃO interna entre pólos dinâmicos?
{ O 'balance of power' enquanto oposição entre pólos dinâmicos; a oposição interna
entre pólos dinâmicos; oposição externa entre pólos dinâmicos; o poder e o contra poder
do 'balance of power' ( dentro e fora do poder ); a interacção entre os vasos
comunicantes; a rede de geometria variável }

8) [ Introdução ]  Como se deve entender o 'balance of power' no contexto da


RUPTURA do 'status quo'?
{ O enquadramento do 'status quo'; o 'status quo' enquanto supremacia do bem sobre o
mal; a ruptura do 'status quo' enquanto tentativa rebelatória do mal; o estado de guerra
do 'balance of power' }

9) [ Introdução ]  Como se deve entender o 'balance of power' no contexto do jogo de


REFÉNS e do jogo global de reféns?
{ O JOGO DE REFÉNS: As medidas preventivas; o resgate enquanto medida sucessiva;
o problema da negociação e da não negociação; a não negociação como posição
indefectível de princípio }
{ O JOGO GLOBAL DE REFÉNS: As medidas preventivas; o resgate enquanto medida
sucessiva; o problema da negociação e da não negociação; a não negociação como
posição indefectível de princípio; o genocídio e a obrigação de intervenção; o Reino de
Deus }

10) [ Introdução ]  Qual é a natureza do 'balance of power' no SISTEMA – mundo?


{ A natureza complexa do 'balance of power' no sistema – mundo, a geometria variável
do sistema – mundo; os vários sistemas políticos, Estatais e militares; os vários níveis e
latitudes do 'balance of power'; a pressão a todo o campo; o paradigma do 'face - dura', o
multilateralismo do 'balance of power'; a tolerância zero; a preventividade do mal; as
fatalidades do 'balance of power', os limites ético – morais; a tortura na obtenção de
provas; o paradigma do terrorista; os limites ontológicos da imperfeição; as parcerias
estratégicas; a redução do 'balance of power' a dois mandamentos }

11) [ Introdução ]  Qual a forma a estrutura e o regime que o 'balance of power'


ESTABELECE na sua acção?
{ As formas políticas, militares, sociais, culturais, científico – tecnológicas do 'balance
of power'; as diferentes estruturas Estatais, institucionais e informais do 'balance of
power'; o regime duplo do 'balance of power': a face dura e a face democrática da
mesma moeda; o 'balance of power' enquanto forma, estrutura e regime nas relações de
poder; 'balance of power': dinâmica e estática das relações de poder; a postura pró –
activa do 'balance of power'; os exercícios de poder do 'balance of power' como forma
de dissuasão; a preempividade e a preventividade do 'balance of power'; o rigor do
'balance of power' }

12) [ Introdução ]  O 'balance of power' define-se como sendo a luta entre o bem e o
mal ou a luta do bem contra o mal?
{ O mal do 'balance of power' enquanto não pertencente à natureza vegetativa; o mal do
'balance of power' enquanto expressão de vontade autónoma consciente ( expressão
volitiva consciente ); o carácter não perene ou eterno do 'balance of power' num
contexto hipotético da natureza vegetativa; o carácter transitório e oponente do 'balance
of power' no contesto da luta do bem contra o mal; o reino de Deus }

13) [ Introdução ]  No quadro do 'balance of power' pode eventualmente ocorrer o


ADORMECIMENTO do bem?
{ O adormecimento total do bem; o adormecimento relativo do bem; os efeitos do
adormecimento do bem: efeitos político – militares e efeitos sócio - culturais; a
escravidão do bem pelo mal; a eliminação do bem }

14) [ Introdução ]  O bem e o mal possuem LÓGICAS, i.e., éticas diferentes no


contexto do 'balance of power'.
{ A lógica consequencialista do mal ( os meios justificam os fins ); a lógica
deontológica e mosaico – cristã do bem; o caso do terrorista torturado }

TEMA III (2): O 'balance of power' e o sistema de segurança colectiva

15) [ Introdução ]  Em que consiste a VENTILAÇÃO da sociedade no contexto do


'balance of power'?
{ O esclarecimento da sociedade; o problema do segredo de justiça universal; o
alinhamento do bem e o alinhamento do mal; o não alinhamento ao bem enquanto laço
face ao mal }

16) [ Introdução ]  'Balance of power' ou 'BALANCES of power' nas múltiplas


plataformas de acção?
{ O 'balance of power' monolítico ( fechado, concentrado em múltiplas plataformas );
'balance of power' aberto ( desconcentrado, descentralizado em múltiplas plataformas );
os 'balances of power' unidos ( versão anterior ); os 'balances of power' desunidos
( indiferentes, desavindos, antagónicos, inimigos ); as perspectivas do 'balance of power'
ou dos 'balances of power' consoante a génese e os propósitos }

17) [ Introdução ]  A MAXIMIZAÇÃO da 'balance of power'?


{ A maximização da 'balance of power' centrada no máximo ético – moral ; a
superioridade ético – moral do poder }
18) [ Introdução ]  Qual o problema ou PERIGOS, como queira, do monopolismo e
do oligopólio do poder?
{ O desvio de poder; o abuso de poder; a monopolização do poder; a clique do poder }

19) [ Introdução ]  Qual a NATUREZA do bem e do mal nas suas várias expressões e
gradações?
{ A ausência ética; o mínimo ético; o médio ético; a força associada à ausência de ética;
a grande família do mal; o assistencialismo como forma de dominação; a produção
incessante de conflitos e crises; a guerra como desporto; o papel cimeiro dos sacrifícios;
o estado de terror; Maquiavel e o príncipe; a manipulação e o medo; o obscurantismo e
o medievalismo; o domínio do conhecimento; o materialismo fundamentalista; a fuga à
verdade; a imposição do sofrimento e o poder da morte; a negação de Deus }
{ O máximo ético; a força associada ao máximo ético; a grande família do bem; a ajuda
a pescar como forma de libertação; a prevenção e a resolução de conflitos e crises; a
prevenção da guerra, do tráfego e do sacrifício de pessoas; o estado de liberdade; o
estimulo ao conhecimento e a emancipação à consciência superior; rejeição do
materialismo fundamentalista; a busca e a vivência da verdade; o império da justiça; a
aceitação de Deus }

20) [ Introdução ]  O GOVERNO mundial estabelece uma encruzilhada ao 'balance of


power'?
{ A implicação messiânica do governo mundial; o perigo de governação mundial sobre
o barril nuclear; a liderança de Cristo sobre o 'balance of power' mundial; o governo
mundial de Cristo e o problema da usurpação de poder }

21) [ Introdução ]  Face a existência do bem e do mal políticos no mundo deve-se daí
depreender a existência de dois Estados PARALELOS: o do bem e o do mal, formal ou
informalmente?
{ Os Estados paralelos; o Estado do bem e o progresso, o Estado do mal e o retrocesso;
o retrocesso enquanto centralismo, concentracionismo, elitismo, corrida armamentista, e
opressão }

22) [ Introdução ]  O que são o maximalismo e o minimalismo POSICIONAIS em


termos de 'balance of power'’
{ O maximalismo posicional e a prevalência do bem; o minimalismo posicional e a
prevalência do mal; a actual prevalência aparente do mal }

23) [ Introdução ]  O 'balance of power' com a supremacia do bem é IMPORTANTE


para o mundo?
{ O 'balance of power' com a supremacia do bem como pressuposto da estabilidade do
mundo; a ditadura do bem; o custo e a qualidade do bem }

24) [ Introdução ]  O que se deve entender por sistema de SEGURANÇA colectiva?


{ A carta das Nações Unidas; do direito à auto – defesa ao direito de segurança
preventiva; a segurança preventiva: os acordos de aliança militar e os acordos de
comando unificado }

25) [ Introdução ]  Quais as ORIGENS do sistema de segurança colectiva?


{ Origem histórica: 'balance of power'; origem formal actual: conselho de segurança
ONU; origem informal actual: sistema de Nações }
26) [ Introdução ]  O sistema de segurança colectiva OBEDECE também ao princípio
da geometria variável?
{ O princípio da geometria variável; o sistema global de segurança colectiva; os
sistemas regionais de segurança colectiva; os sistemas bilaterais e multilaterais de
segurança colectiva }

27) [ Introdução ]  Para que SERVE o sistema de segurança colectiva?


{ A prevenção de conflitos, a manutenção e preservação da paz; a prevenção da guerra }

28) [ Introdução ]  Pode-se dizer que o sistema de segurança colectiva tem


FALHADO ao longo do tempo. Ao longo da sua vigência?
{ A vitória ou a consistência do sistema global de segurança colectiva; A vitória do
sistema bipolar de segurança colectiva e a corrida espacial; o falhanço dos sistemas
regionais de segurança colectiva; o falhanço dos sistemas nacionais de segurança
colectiva; os lenitivos para os sistemas regionais e nacionais de segurança colectiva; a
pulsão e a sublimação no controle do 'balance of power'; a extensão dos lenitivos e
sublimativos a todos os sistemas de armas, o perigo da reactividade tardia em questões
de 'balance of power' ( os casos do rearmamento alemão e japonês na II G.M. ) }

29) [ Introdução ]  O YING e o YANG conceitos asiáticos do bem e do mal em


oposição e luta eterna serão análogos ao 'balance of power' ?.
{ Os sistemas autopoiéticos; a natureza enquanto sistema autopoiético; a destruição e a
renovação como princípios da natureza vegetativa; o carácter especial da natureza
consciente; o 'balance of power' não é o ying e o yang }

30) [ Introdução ]  O que é o poder? E quais são os PROBLEMAS que se lhe


colocam?
{ O Poder enquanto capacidade de exercer autoridade; o bem, o mal e a dispersão do
poder; o mal e a concentração do poder; a tentação do poder e a sua usurpação; ( o caso
do arcanjo caído ); o monopolismo e a corrupção do poder; a supremacia ético – moral
do bem nas suas plataformas unificadas; o perigo da plataforma única; as plataformas
múltiplas e a necessidade de diálogo; as parcerias estratégicas; a complexidade da
realidade; o bem e o mal multiformes }

Fim

1ª versão final: 01.03.2010