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A VERDADEIRA ORIGEM DAS MENSAGENS DE ESPÍRITOS

Ficamos conhecendo a identidade dos que habitam no mundo
espiritual. Além do Espírito Todo-poderoso, Jeová Deus, e seus anjos
fiéis, há o adversário de Deus, Satanás, e sua hoste de anjos infiéis
ou demônios. Vimos como Deus proveu a sua mensagem ou
comunicação para nós.
Fez isso por meio de sua Palavra inspirada, a Bíblia, que ele
transmitiu a homens fiéis, no passado, e que foi preservada até o dia
de hoje, para a nossa orientação.
Então, que dizer dessas outras mensagens? Será que, em vez de
procederem de antepassados falecidos, vêm do adversário de Deus e
de seus demônios? Acha que seria difícil para tais anjos iníquos
fingirem ou pretenderem ser os falecidos, enganando assim as
pessoas? Já que Satanás tentou enganar o primeiro casal humano a
respeito da morte, não seria um modo esperto ele tentar dar apoio ao
seu ensino falso? Sim, especialmente quando nos lembramos de que
a Bíblia chama a Satanás de “mentiroso e o pai da mentira”. — João
8:44.
Mas, talvez diga: ‘Então, por que parecem algumas dessas
mensagens ser boas ou úteis, como na cura de doenças por meio de
certo médium espírita ou curandeiro?’ Deus inspirou o apóstolo Paulo
a fornecer uma resposta muito simples a isso, dizendo:
“Não é de admirar. Pois até Satanás pode se transformar e parecer
um anjo de luz! Assim, é muito natural que seus servidores se
disfarcem em pessoas que fazem o bem.” (2 Coríntios 11:14, 15, A
Bíblia na Linguagem de Hoje)
É bem evidente que, para enganar e desencaminhar mais facilmente
as pessoas, os demônios, muitas vezes, desempenham o papel de
serem prestimosos. Paulo adverte ainda mais sobre esta campanha
de engano, dizendo:

“Alguns se desviarão da fé, prestando atenção a desencaminhantes
pronunciações inspiradas e a ensinos de demônios.” — 1 Timóteo 4:1.
Se estas mensagens de espíritos fossem realmente duma fonte boa,
seriam todas boas, não seriam? Conforme disse Cristo Jesus:
“Ou tornais a árvore excelente e seu fruto excelente, ou tornais a
árvore podre e seu fruto podre; pois é pelo seu fruto que se conhece
a árvore.” (Mateus 12:33)
Que espécie de “fruto” encontramos amiúde associado com estas
comunicações de espíritos?
Considere o caso de certa viúva, em Lisboa, Portugal. Ela leu livros
sobre a comunicação com espíritos invisíveis e começou a ouvir uma
voz, dizendo-lhe que escrevesse literatura em francês.
Isto lhe agradou, e ela continuou a receber tais mensagens. Mais
tarde, porém, começou a ouvir barulhos amedrontadores no seu
quarto, à noite.
Às vezes, até mesmo sentia como se uma força invisível tentasse
empurrá-la pela escada abaixo.
O que à primeira vista parecia ser de benefício, tornou-se então para
ela motivo de terror.
Sem dúvida, você já ouviu falar de pessoas com experiências
similares, talvez até mesmo com problemas piores, a ponto de elas
ficarem desesperadas na procura de alívio.
Mas, é assim que o Grande Espírito, Jeová Deus, lida com as
pessoas? A Bíblia nos diz que Deus é amor e que quer que o
amemos. (1 João 4:8) E em 1 João 4:18 diz que podemos chegar-nos
a Jeová Deus com franqueza no falar, porque
“no amor não há temor, mas o perfeito amor lança fora o temor, . . .
quem está em temor não tem sido aperfeiçoado no amor”.
Visto que ele é amor, o Grande Espírito, nosso Criador, toma em
consideração nossos melhores interesses. Ensina-nos a ser altruístas
e a mostrar a outros a mesma espécie de amor que ele mostra ter a
nós.
No entanto, o que encontramos muitas vezes associado com os que
praticam o espiritismo?
O AMOR AO DINHEIRO
Quantas vezes você já ouviu falar que curandeiros ou médiuns
espíritas oferecem seus serviços gratuitamente ao povo? Jesus disse
aos seus discípulos: “De graça recebestes, de graça dai.” (Mateus
10:7, 8)
Dá-se isso entre os que praticam o espiritismo? Em certo país, no sul
da África, o feiticeiro ou curandeiro chega à casa e asperge uma

mistura de cinzas, ervas e água em volta dela, talvez fazendo cruzes
na porta e até mesmo “fechando o corpo” da família com alguma
mistura.
Faz-se isso em expressão de bondade, grátis? Não; antes, em troca
desta suposta proteção contra o dano causado por espíritos invisíveis,
o feiticeiro cobra tanto dinheiro do dono da casa, como este ganha
em três ou quatro semanas de trabalho.
Em outras regiões, os feiticeiros tomam certos objetos e realizam
ritos místicos com eles, a fim de encantá-los. Daí, deixam-nos
deliberadamente em caminhos, para que sejam apanhados pelas
pessoas.
Os que fazem isso, amiúde ficam temerosos de sofrerem então dano,
e vão recorrer ao feiticeiro em busca de ajuda. Mas a ajuda precisa
ser paga, e os feiticeiros recebem assim seu dinheiro. Acha que é
certo fazer isso?
Lá nos tempos bíblicos, evidenciou-se a mesma ganância nos
envolvidos com o espiritismo. O apóstolo Paulo, enquanto estava na
cidade de Filipos, foi continuamente importunado por uma escrava
possessa por um
“demônio de adivinhação”.
Finalmente, Paulo ordenou ao demônio que ‘saísse dela’, e o espírito a
abandonou. Paulo fez isso inteiramente grátis, sem pedir ou aceitar
pagamento. Mas os amos da moça, em vez de se sentirem felizes,
ficaram irados e mandaram Paulo ser lançado na prisão. Por quê? A
Bíblia nos diz que foi porque haviam conseguido “muito ganho” com
as adivinhações da moça. — Atos 16:16-24.
IMORALIDADE SEXUAL
Já aprendemos que foi a atração sexual que induziu alguns dos filhos
espirituais de Jeová a abandonarem seu serviço, com o resultado de
que se tornaram rebeldes. Encontramos hoje a imoralidade sexual
relacionada com a adoração dos espíritos invisíveis?
Em alguns lugares, não é incomum ouvir falar de mulheres, deitadas
na cama, sentirem a presença de uma pessoa invisível, a ponto de
ficarem sexualmente estimuladas, como se tal pessoa invisível tivesse
relações com elas.
Em outras partes do mundo, mulheres estéreis amiúde consultam os
espíritos invisíveis, por meio dum médium espírita, a fim de encontrar
solução para a sua esterilidade. Mas, às vezes, exige-se delas terem
relações sexuais com o “curandeiro”, como parte de sua “cura”.
Acha que tais coisas resultam em algo de bom ou que podem ajudar
a produzir famílias felizes e comunidades felizes? A Bíblia mostra que,
quando aqueles filhos espirituais se rebelaram, antes do Dilúvio, e se
entregaram à imoralidade sexual, “a terra ficou cheia de violência”.
(Gênesis 6:1-11) Atualmente, a imoralidade sexual também causa
brigas, lutas e até derramamento de sangue.
HOMICÍDIOS E CRUELDADES

Nenhum de nós quer perder a vida às mãos dum homicida. A Bíblia
mostra que Jeová Deus odeia os homicidas. Um de seus Dez
Mandamentos diz: “Não deves assassinar.” (Êxodo 20:13) O que
encontramos neste respeito na prática do espiritismo ou da adoração
de antepassados? Considere os seguintes fatos:
Homicídios e sacrifícios humanos ritualísticos são ilegais em todos os
países. No entanto, estas práticas cruéis ainda continuam em alguns
países entre os adoradores de antepassados e os feiticeiros. Por
exemplo, em Gana, quando um alto chefe morre, ele costuma ser
enterrado com os crânios das vítimas de homicídios ritualísticos,
secretos.
Tão recentemente quanto em 1974, duas pessoas foram condenadas
pelo homicídio ritualístico ali, em conexão com o falecimento dum
chefe supremo. Embora ilegal, o costume persiste por causa da
crença, baseada na mentira religiosa, de que as almas das vítimas
acompanham o chefe para ministrar-lhe suas necessidades no
“mundo espiritual”.
Em 9 de agosto de 1977, o jornal The Liberian Age, da Libéria, África,
saiu com a manchete: “Matanças Ritualísticas — Continuando a
Investigação, o ‘Bando dos 11’ É Acusado de Assassinato.” Noticiou
que 11 homens, inclusive algumas altas autoridades, haviam sido
acusados da matança brutal dum homem num homicídio ritualístico,
tendo-lhe arrancado os olhos, as orelhas, o nariz, os testículos e a
língua. A notícia revelou que estes deviam servir como “jujus”, para
ajudar os acusados de homicídio a obterem cargos mais elevados.
Uma notícia procedente de Botsuana, de 8 de junho de 1977, dizia:
“Um ‘curandeiro tradicional’ [médium espírita] alegou hoje que um
ex-político de Botsuana lhe havia dado uma lista de 18 pessoas que
queria ver mortas por feitiçaria.”
Ainda mais terrível é que gente jovem e crianças se tornam vítimas.
Uma notícia procedente da Nigéria dizia:
“O culto ao dinheiro impele agora muitos nigerianos a práticas
primitivas tais como o rapto de gente jovem para matança em
santuários produtores de dinheiro.“É uma questão aberta se alguns
feiticeiros nigerianos consigam converter cabeças humanas em
dinheiro. Mas não há nenhuma dúvida sobre crianças nigerianas
serem raptadas para este fim.” — Daily Times, 31 de dezembro de
1976.
Certamente, se você for alguém que aprecia o que é bom, então
estas práticas mencionadas devem enchê-lo de repugnância, bem
como de tristeza, pelo sofrimento que causam. Naturalmente, é
provável que tenha ouvido o argumento, muitas vezes apresentado,
de que o espiritismo tem seu lado bom. A maioria dos curandeiros,
por exemplo, insiste em dizer que usam despachos e feitiços, e fazem
‘encantamentos’, apenas para o bem. Contudo, qualquer um que os
observe deve admitir que raras vezes, se é que acontece, eles
hesitam em usar as mesmas coisas para lançar maldições sobre
outros, amiúde em troca de dinheiro ou dum presente.

Este assunto merece sua detida reflexão. Embora possa ouvir falar
sobre manifestações, mensagens e sonhos que parecem bons, a
inspirada palavra de Deus adverte-nos de que Satanás e seus
demônios operam “com toda obra poderosa, e sinais e portentos
mentirosos, e com todo engano injusto para com os que estão
perecendo”. — 2 Tessalonicenses 2:9, 10.
Com isto em mente, considere agora o que a Palavra de Deus tem a
dizer sobre médiuns espíritas e sacerdotes magos ou feiticeiros.

Arranjo: Jefferson T C
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