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CARTA DA

INDÚSTRIA

SISTEMA FIRJAN / www.firjan.org.br

Ano XI – Nº 454 Período de 25 de fevereiro a 3 de março de 2010

Nº 454 Período de 25 de fevereiro a 3 de março de 2010 BANDA lARgA Estudo
Nº 454 Período de 25 de fevereiro a 3 de março de 2010 BANDA lARgA Estudo
Nº 454 Período de 25 de fevereiro a 3 de março de 2010 BANDA lARgA Estudo

BANDA lARgA

Estudo do Sistema FIRJAN aponta evolução e gargalos da internet de alta velocidade no Brasil

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Opinião

Guarim de lorena
Guarim de lorena

“Negócio da China”

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira (*)

Tramita no Congresso Nacional proposta de emenda constitucional visando a reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Argumenta-se que a redução contribuirá para o aumen-

to de emprego e dos salários, significando uma evolução no patamar de civilidade e proporcionando maior tempo de lazer aos trabalhadores. Infelizmente nada é tão simples e fá- cil, em especial em um país como o Brasil, onde as regras trabalhistas constituem um dos maiores entraves à atividade empresarial.

A jornada constitu- cional serve apenas como um limite máximo, que se relaciona à garantia dos direitos fundamen- tais do trabalhador. A determinação de limites para cada categoria pro- fissional deve ser ajustada pela via da negociação

coletiva, um dos maiores instrumentos democráti- cos postos à disposição de empregado e em- pregador. O excesso de normas trabalhistas traz, comprovadamente, o engessamento das relações de trabalho, situando o Brasil na contramão da história. Aliás, não faltam experiências mal- sucedidas no cenário internacional que comprovam essa visão. Tomemos o caso da França, por exemplo: a redução da jornada máxima aumentou sensivelmente o índice de desemprego e em nada contribuiu para os “expressivos ganhos salariais” alardeados por seus defensores. Em verdade, entre os esperados efeitos da redução da jornada podemos apontar o

aumento imediato do valor do salário-hora em cerca de 10%, ou seja, um maior custo

do trabalho, que afetará a competitividade, inviabilizando principalmente a operação das micro e pequenas empresas. De uma forma geral, a menor condição de competir levará a um nível de produ- ção menor, conforme já ocorreu em 1988, quando houve a redução da jornada legal de 48 para 44 horas. Todas as consequências apontam para menos e não mais empregos. É importante chamar a atenção que o que de fato gera emprego é a combinação de inves-

timentos, crescimento sustentado e educação

de boa qualidade. Caso

a redução na jornada

máxima de trabalho seja incorporada ao texto da Constituição federal, o cenário esperado é o pior possível. O custo do trabalho

no Brasil já é extrema- mente alto; empregadores e empregados se equilibram em uma frágil equação econômica. Qualquer modificação nos custos do trabalho implicará custos de produção mais elevados, podendo induzir à excessiva mecanização, resultando na expres- siva diminuição dos postos de trabalho.

A redução da jornada de trabalho é mesmo um negócio da China. É para lá que os empregos vão!

A DETERMINAção DE lIMITES PARA CADA CATEGoRIA PRoFISSIoNAl DEVE SER AJuSTADA PElA VIA DA NEGoCIAção ColETIVA, uM DoS MAIoRES INSTRuMENToS DEMoCRáTICoS PoSToS à DISPoSIção DE EMPREGADo E EMPREGADoR

Artigo publicado no jornal O Dia, em 5 de fevereiro.

(*) Presidente do Sistema FIRJAN

CARTA DA

 

INDÚSTRIA

PRÊMIO ABERJE BRASIL 1999-2000 PRÊMIO ABERJE RIO 1999-2000-2001 Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Presidente:

Eduardo Eugenio gouvêa Vieira 1º Vice-presidente FIRJAN:

Carlos Mariani Bittencourt 2º Vice-presidente FIRJAN:

Carlos Fernando gross 1º Vice-presidente CIRJ:

João lagoeiro Barbará 2º Vice-presidente CIRJ:

geraldo Coutinho 1º Diretor Secretário - FIRJAN:

Armando Brasil Salgado 1º Diretor Secretário - CIRJ:

Mauro Ribeiro Viegas Filho 1º Diretor Tesoureiro - FIRJAN:

Abílio Moreira Mendes 1º Diretor Tesoureiro - CIRJ:

José Mário de Oliveira Ramos CONSElHOS EMPRESARIAIS Assuntos Legislativos: Henrique Nora Energia: Armando guedes Coelho Gestão Estratégica para Competitividade:

Angela Costa Indústria da Construção:

Roberto Kauffmann Infraestrutura: Mauro Ribeiro Viegas Filho Jovens Empresários: Poliana Silva Meio Ambiente: Isaac Plachta Política Econômica e Industrial:

Carlos Mariani Bittencourt Política Social e Trabalhista:

José Arnaldo Rossi Recursos Hídricos:

Mauro Ribeiro Viegas Relações Internacionais:

luiz Felipe lampreia

Responsabilidade Social: luiz Chor

Tecnologia: Fernando Sandroni

FÓRUNS EMPRESARIAIS Agroindústria: geraldo Coutinho Areia e Brita: Rogério Moreira Vieira Calçados: luciana luccas Cosméticos e Perfumaria:

Celso Dantas Aguiar Defesa e Segurança: Carlos Erane de Aguiar Metalmecânica: Raul Sanson Mudanças Climáticas:

José Mário de Oliveira Ramos Rochas Ornamentais: Mauro Varejão

CARTA DA INDÚSTRIA é uma publicação do SISTEMA FIRJAN Insight Engenharia de Comunicação Editor Geral: Sérgio Costa Editora Executiva: Kelly Nascimento Redação: Ilan Bar, Julia Santhiago e Mônica Sinelli Revisão: Rubens Sylvio Costa e José Neves de Oliveira Fotografia: guarim de lorena e Antonio Batalha Projeto Gráfico: Romildo Castro gomes Design e Diagramação:

Marcelo Pires Santana Gerência de Marketing Institucional:

Daniela Teixeira e Carlos H. latini Estagiária: Joana Mineiro Produtor Gráfico: Ruy Saraiva Impressão: Stamppa SISTEMA FIRJAN/CIRJ Avenida Graça Aranha 1 CEP: 20030-002 – Rio de Janeiro Tel.: (21) 2563-4455 Homepage: www.firjan.org.br

Guarim de lorena

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E Entrevista

Entrevista

Ricardo

Lima

E Entrevista Ricardo Lima

Estruturar uma política de incentivo ao uso do Gás Natural (GN) é fator fundamental para tornar a indústria brasileira mais competitiva. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores do Mercado

livre (Abrace),

ele diz que o debate sobre a aplicação dos recursos do pré-sal é outra questão essencial para a indústria.

Ricardo lima.

Em entrevista à Carta da Indústria,

Incentivo ao uso de GN na indústria

Carta da Indústria – Qual o quadro de produção e consumo do GN hoje? Ricardo lima – Hoje, em termos de produção, há um excesso de oferta que leva a Petrobras a queimar cerca de 10 milhões de metros cúbicos por dia.

CI – Com a perspectiva de aumento da oferta do produto,

o que está sendo pensado como opções aos clientes e como

ampliação da receita vinda das reservas? Rl – Uma das coisas que nós, consumidores, te- mos pedido é uma política estável de preços. Hoje, no Brasil, o preço do GN para a indústria é um dos mais altos do mundo e isso tem afetado a competi- tividade da indústria brasileira. Nós, consumidores,

com o apoio do Sistema FIRJAN, temos lutado por uma política de preços que permita que a indústria nacional tenha competitividade frente aos concor- rentes internacionais. Com a perspectiva do aumen- to da produção do gás e com a ampliação do sistema de transporte de gás feito pela Petrobras, acreditamos que seja necessária uma política para que a indústria amplie o consumo de GN. Esse combustível tem di- versas vantagens para a indústria, como uma menor emissão de poluentes e melhora da qualidade do produto final. Assim, acreditamos ser fundamental

o incentivo ao uso do GN pela indústria.

CI – De que forma se dará a flexibilização dos contratos

para baixar o preço do GN? Rl – A Petrobras tem anunciado o gás flexível e

interruptível como alternativa para se ter preço dife- renciado. Não necessariamente essa medida atenderá

à indústria, porque alguns preços apenas possibili-

tam o uso flexível do gás pelo setor industrial.

CI – São Paulo acabou de estabelecer regras para o mer-

cado livre de gás bem mais favoráveis aos agentes. No Rio

de Janeiro, há espaço para a implantação de regras seme- lhantes?

Rl – No Rio de Janeiro há a figura do consumi-

dor livre, previsto na regulamentação. A avaliação da Abrace é que as regras estabelecidas para o Estado do Rio não incentivam o consumidor a se declarar “consumidor livre”. Quem consome paga a mes- ma margem da distribuidora, como se fosse cativo. Além disso, o volume estipulado para que se declare

livre é muito elevado. No Rio de Janeiro, ele precisa consumir pelo menos 100 mil metros cúbicos por dia para se declarar consumidor livre; em São Paulo esse valor é 10 vezes menor.

CI – A queda do preço do gás natural internacional irá

provocar alguma mudança nos planos de investimento da

Petrobras na área do pré-sal? Com isso, não ficará mais barato importar do que investir no aumento da produção nacional?

Rl – Não sei se afetará diretamente os planos da

Petrobras, mas, sem dúvida, a indústria brasileira já está sofrendo com isso. Os concorrentes internacio- nais já estão oferecendo um produto mais barato que os nossos aqui. O que consideramos importante é que exista uma política energética para os recursos do pré-sal. Infelizmente, só se tem discutido o que será feito com a sua renda excedente. Não há uma política energética, principalmente para a indústria, sobre o uso desses recursos, tanto o óleo quanto o gás.

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G Geral SENAI-RJ: método inovador em educação Um técnico em manutenção e operação de um gasoduto

Geral

G Geral SENAI-RJ: método inovador em educação Um técnico em manutenção e operação de um gasoduto

SENAI-RJ:

método inovador em educação

Um técnico em manutenção e operação de um gasoduto que transporta gás natural da Transpetro que esteja em plena selva amazônica e outro fun- cionário baseado no Rio de Janeiro podem estudar na mesma sala de aula e em total interação com seus professores? A resposta é sim. Uma tecnolo- gia desenvolvida pelo SENAI-RJ, a mais moderna em termos educacionais no Brasil, por intermédio da web, acabou por desmistificar o conceito tra- dicional de ensino a distância. Com auxílio dessa ferramenta, serão qualificados cerca de 300 pro- fissionais da Transpetro em todo o País, principal- mente os mais jovens, que passam a ter aulas de capacitação básica em tempo real. A aula inaugu- ral do Programa de Certificação e Qualificação do Pessoal das Malhas de Transporte de Gás Natural da Transpetro uma parceria entre Transpetro e SENAI-RJ foi transmitida, via webtv, no dia 8 de fevereiro, às 10h, diretamente do auditório da Unidade Tijuca do SENAI. O evento também foi exibido em vários pontos de recepção na Transpe- tro em todo o Brasil. Na Aula Magna, o diretor de Gás Natural da Transpetro, Marcelo Rennó, lembrou que o progra- ma surgiu da necessidade de capacitar e qualificar novos funcionários. “Hoje, a malha de gasodutos chega a 5.700km, mas daqui a um ano passará a ser de 7.000km. O crescimento é vertiginoso e estamos agregando novos funcionários para operação e ma- nutenção. Por meio desse programa, de educação em tempo real, oferecemos aos técnicos oportuni- dade única de qualificação, mostrando os aspectos básicos e as especificidades de operação e manuten- ção”, afirmou. No total, são oito turmas, com 40 alunos, dos

setores de Manutenção, Faixas de Dutos e Segurança Industrial da Transpetro, com aula presencial às segun- das-feiras. O programa é dividido em três módulos, sendo o primeiro voltado para a capacitação básica, com 20 disciplinas, para os mais jovens e, a segunda parte, com técnicos mais antigos, será voltada para a parte operacional. O terceiro módulo, com 13 discipli- nas, vai tratar da manutenção dos gasodutos e, no fim do ano, os alunos receberão certificados. O público-alvo são profissionais das gerências re- gionais, sendo 30% da malha Sudeste (que abrange Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais); 24% tra- balham na malha Nordeste Setentrional, que vai de Vitória a Salvador; 28% da Nordeste Meridional, que abrange uma área que vai de Recife a Fortaleza, e os outros 19% da Malha Norte, com base operacional em Manaus. Andréa Marinho explicou que essa tec- nologia desenvolvida pelos técnicos do SENAI-RJ é diferente daquela tradicional de educação a distância. “Mostramos que é possível ter interação entre pro- fessor e aluno por intermédio da educação em tem- po real, usando a web como meio.” Já Alexandre dos Reis ressaltou a importância da parceria com a Trans- petro. “O importante é que deixamos de ter uma re- lação apenas de fornecedor-cliente para formar uma parceria estratégica.” Luís Arruda, gerente de Projetos em Educação do SENAI-RJ e um dos idealizadores do programa, lembra que a tecnologia utilizada na parceria com a Transpetro buscou a inovação. “Estamos na ‘crista da onda’ por fazer uma convergência de mídias, envolvendo vídeo e web conferência, que é a última geração de produtos de educação a distância. Agora o aluno não fala com um computador ou com um CD, mas diretamente com o professor ou os seus colegas.”

METoDoloGIA INoVADoRA

O SENAI-RJ oferece uma nova forma de atualização profissional para quem deseja atualizar seus conhecimentos, mas não tem disponibilidade para frequentar um curso tradicional. Trata-se de um novo conceito de educação a distância, que permite que os participantes interajam em tempo real com renomados especialistas e também com outros alunos por meio da webtv. Dessa forma, os cursos de Educação em Tempo Real unem a já reconhecida qualidade do ensino do SENAI-RJ a um formato inovador. Para mais informações, acesse www.firjan.org.br/educadist.

Competição melhora qualidade da educação profissional do SENAI-RJ A Olimpíada do Conhecimento é uma com-

Competição melhora qualidade da

educação profissional do SENAI-RJ

A Olimpíada do Conhecimento é uma com- petição que, além de revelar alunos com forte potencial para atuar em diversos segmentos da indústria, também avalia a qualidade da educa- ção profissional do Serviço Nacional de Apren- dizagem Industrial (SENAI). Maior torneio de educação profissional das Américas, o evento será realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro, de 9 a 14 de março, no Riocentro. “Os ganhos da Olimpíada do Conhecimento para o SENAI-RJ serão enormes, constituindo-se em um extraor- dinário processo de retroali- mentação da nossa educação

profissional”, afirma a gerente de Educação Profissional do SENAI-RJ, Regina Malta. Por se tratar de uma compe- tição na qual os alunos enfren- tam diversas etapas até se che-

gar ao torneio principal, que é a Etapa Nacional, a avaliação do processo educacional passa tam- bém por vários testes. Durante

a Etapa Escolar, quando os alu-

nos formados nas várias unida- des do SENAI-RJ competem entre si, há uma oportunidade de se fazer um diagnóstico da formação dos alunos em todo

o Estado do Rio, identificando

nessa fase o que pode ser melhorado. Já no treinamento dos alunos selecionados,

abrem-se novas possibilidades de avaliação e aprendizado para a instituição, por meio da bus- ca que se realiza por melhores equipamentos, ferramentas, e práticas de execução em cada área tecnológica. “O processo da Olimpíada do Co- nhecimento contribui de forma significativa para

a avaliação e a melhoria dos processos da nossa

educação profissional. O momento da competi- ção nacional propriamente dita coroa esse pro- cesso, pela excelente oportunidade que represen- ta para a troca de experiências e benchmarketing entre os Departamentos Regionais do SENAI, ampliando sobremaneira as referências técnicas dos profissionais nas várias áreas. A realização

dessa etapa no Rio de Janeiro irá potencializar em muito essa oportunidade, haja vista a viabili- dade de participação de todos os profissionais da área de Educação de forma direta ou indireta no processo”, avalia Regina Malta. Outro ganho que a Olimpíada do Conheci- mento traz para a melhoria da qualidade da edu-

cação da instituição é a possibilidade de reflexão sobre tendências em vários segmentos da indústria

e a chance de se incorporar novas competências

nos cursos. Para o gerente executivo do SESI/SE- NAI de Duque de Caxias, Dar-

ci Garios, a Olimpíada serve

também para que o SENAI-RJ possa aferir a capacitação dos alunos e a qualidade da mão de

obra que a instituição está dis- ponibilizando para a indústria. “Não é apenas o aluno que está à prova e, sim, o nosso modelo

de ensino e aprendizagem que

se aperfeiçoa a cada ano. A par-

tir da competição, nós fazemos

uma leitura de como está nosso

ensino para que os alunos saiam do SENAI-RJ em condições ideais levando uma capacitação

de alto nível para as indústrias

fluminenses”, pontua. Já o gerente executivo do SESI/SENAI de Nova Iguaçu, Wilton José da Sil-

va, acredita que a Olimpíada do Conhecimento é

o momento de coroação do processo de aprendi-

zagem que é passado pelo SENAI-RJ. “A compe- tição é divulgada e toda a indústria fica de olho na qualidade dos egressos, portanto, é uma oportuni- dadade única de apresentarmos para a sociedade a excelência do processo de ensino do SENAI-RJ.” Wilton lembra que, com a Olimpíada, existe uma troca natural de experiências e sempre surgem novidades que podem ser incorporadas em cur- sos oferecidos pelo SENAI-RJ. “Já implantamos muitas coisas que foram observadas durante as Olimpíadas já realizadas, como, por exemplo, um parafuso-broca que é utilizado pelos alunos do curso de Eletricidade, que agiliza as montagens.”

No treinamento dos alunos selecionados, abrem-se novas possibilidades de avaliação e aprendizado para a instituição, por meio da busca que se realiza por

melhores equipamentos, ferramentas, e práticas de execução em cada área tecnológica

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Matéria de

Capa

Matéria de Capa

SISTEMA FIRJAN MAPEIA INTERNET DE

alta velocidade No Brasil

FIRJAN. O avanço na eficácia dessa ferramenta, en- tretanto, passa pela propagação do acesso à internet por banda larga, capaz de garantir alta velocidade na transmissão de informações e dados. Nesse sen- tido, as estatísticas expostas na Tabela 2 mostram um significativo atraso tecnológico do Brasil, que se encontra na 60ª colocação em número de assi- nantes de internet via banda larga em um universo de 95 países. Apenas 5,3% da população brasileira são assinantes de banda larga, resultado inferior à média mundial, de 7,8%. Dessa forma, além de apresentar um enorme afastamento em relação aos líderes do ranking, o Brasil fica atrás de diversos países em desenvolvimento. Na comparação com os BRICs, a posição brasileira se situa à frente apenas da Índia, enquanto na América do Sul está abaixo do observado em Uruguai, Chile e Argentina.

Tabela 2 – Assinantes de banda larga (% pessoas)

A expansão da internet de banda larga e as pers- pectivas quanto à sua evolução nos próximos anos no Brasil foram tema da Nota Técnica divulgada pela Diretoria de Desenvolvimento Econômico do Sistema FIRJAN em fevereiro. Pesquisa elaborada pelo Banco Mundial, em cujos dados o estudo foi baseado, revela que 37,5% da população nacional têm acesso à internet, independentemente da ve- locidade de conexão. Se, por um lado, esse índi- ce coloca o País em um patamar acima da média mundial (23,4%), por outro, evidencia haver ainda uma grande distância na comparação com os líderes mundiais de acesso, que apresentam até 90,6% da sociedade ligados à internet.

Tabela 1 – usuários de internet (% pessoas)

à internet. Tabela 1 – usuários de internet (% pessoas) Fonte: World Bank/World Development Indicators “A

Fonte: World Bank/World Development Indicators

“A difusão do acesso à internet de alta velocida- de se caracteriza como a nova fronteira do desen- volvimento nesta segunda década do século XXI. Conhecida também como internet banda larga, é eficaz na redução das barreiras físicas e do conheci- mento, bem como dos custos de transação em uma economia, sendo fator fundamental de incentivo à competitividade”, explica Luciana de Sá, dire- tora de Desenvolvimento Econômico do Sistema

de Sá, dire- tora de Desenvolvimento Econômico do Sistema Fonte: World Bank/World Development Indicators Diante desse

Fonte: World Bank/World Development Indicators

Diante desse quadro, é possível fazer estimativas do tempo necessário para que o Brasil supere seu atraso tecnológico no que se refere ao acesso da po- pulação à internet de alta velocidade. “Se tomarmos por base a manutenção do crescimento médio anual nacional de 0,9 p.p. de assinantes de internet banda larga verificado entre 2004 e 2008, as projeções indi-

cam que o País levaria 34 anos para alcançar o atual índice da Suécia (37,1%), líder do ranking”, ponde- ra Luciana de Sá. Em relação aos BRICs, os dados indicam que, além de estarem em melhor posição que o Brasil, a penetração da banda larga avança em ritmo mais acelerado – à exceção da Índia. A Rús- sia alcançaria o nível do atual líder mundial em 18 anos e a China, em 26. O mesmo exercício aplicado a Uruguai, Argentina, Chile e Colômbia também apresenta desvantagens para o Brasil.

Tabela 3 – Projeções

desvantagens para o Brasil. Tabela 3 – Projeções Elaboração: Sistema FIRJAN com dados do Banco Mundial

Elaboração: Sistema FIRJAN com dados do Banco Mundial * A partir de 2010

No ranking nacional, Rio está acima da média O primeiro cenário oficial da banda larga, em termos regionais, foi divulgado em dezembro último pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados do suplemento especial da Pes- quisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2008. Tais dados possibilitam a realização de infe- rência sobre os estados brasileiros. É importante, no entanto, chamar a atenção de que há diferenças em relação ao levantamento do Banco Mundial. A Pnad considera o usuário domiciliar maior de 10 anos de idade como unidade de medida, ao passo que a pes- quisa do Banco Mundial leva em conta a assinatura de banda larga em relação ao total da população. O levantamento permite observar que as distâncias encontradas en- tre o Brasil e os países líderes de acesso por banda larga também se verificam entre as unidades da Federação. Segundo

IBGE,

Distri-

to Fede-

o

o

ral

lidera o ranking nacional, concentrando 41,3%

da

população com ligação à internet de alta veloci-

dade, seguido dos estados das regiões Sudeste, Sul

e Centro-Oeste. Entre estes, com 20,1% da popu-

lação, o Rio de Janeiro se situa acima da média na- cional (16,3%), configurando-se em sexto lugar no Brasil. Há, em contraste, estados muito abaixo da média nacional, como Amazonas (5,9%) e Roraima (0,1%), o que demonstra a incipiência e a elevada disparidade na penetração desse serviço no País. Diante da proximidade da Copa do Mundo

de 2014, cabe ressaltar que seis estados-sedes têm

acesso à internet de alta velocidade abaixo da média

nacional, alguns com penetração significativamente baixa, o que impede a transferência de conteúdo (vídeo, foto e informação) de forma rápida e difi-

culta a divulgação e a operacionalidade do evento.

O significativo atraso tecnológico em relação ao

resto do mundo e a assimetria entre os estados bra-

sileiros no que diz respeito à disseminação da inter- net de banda larga impõem um grande desafio para

o

Brasil, uma vez que a transmissão de informações

e

dados em alta velocidade se caracterizam como

fator estratégico para o aumento da competitivida-

de e o desenvolvimento nacional. “Nesse sentido, o

Sistema FIRJAN chama a atenção para a necessi-

dade de um plano de universalização do acesso à internet via banda larga capaz de acelerar a intensi- dade de sua penetração e assegurar um maior acesso

de alta velocidade por parte de todas as unidades da

Federação e, consequentemente, de toda a popula- ção brasileira”, afirma o chefe da Divisão de Estu- dos Econômicos, Guilherme Mercês.

Tabela 4 – Acesso à internet domiciliar por banda larga na população brasileira de 10 anos ou mais

por banda larga na população brasileira de 10 anos ou mais Fonte: PNAD 2008 25 de

Fonte: PNAD 2008

P I Panorama Industrial Indústria fecha 2009 em alta A tendência de alta da atividade
P
I
Panorama
Industrial
Indústria fecha
2009 em alta
A tendência de alta da atividade industrial no Es-
tado do Rio de Janeiro foi reafirmada pelos números
apresentados em dezembro de 2009. Em contraste
ao que geralmente ocorre no último mês do ano, as
vendas reais cresceram 6,8% em relação a novembro,
na série com ajuste sazonal. Além disso, superaram
em 22,1% o patamar observado no mesmo período
do exercício anterior, em decorrência das melhores
condições da economia e da base de comparação
deprimida nos últimos meses de 2008 por conta da
eclosão da crise mundial. O balanço das vendas reais
em 2009, contudo, foi negativo em 13,4%, diante
da forte retração observada nos primeiros meses do
ano. É o que demonstram os Indicadores Industriais
elaborados pelo Sistema FIRJAN.
As horas trabalhadas na produção acompanha-
ram a trajetória das vendas. Nesse sentido, o dado
dessazonalizado apontou aumento de 2,2%, com-
provando que o nível de produção permaneceu ele-
vado. Dessa forma, o ritmo de atividade em dezem-
bro de 2009 superou o assinalado no mesmo mês
do ano anterior, conforme evidenciado pela alta de
7,3% das horas trabalhadas. O resultado de 2009,
entretanto, ficou negativo em 2,4% frente a 2008,
também sob influência do forte impacto da crise nos
primeiros meses do ano. O nível de utilização da ca-
pacidade instalada, por sua vez, registrou estabilida-
de em dezembro na série com ajuste sazonal (81%)
e totalizou 80,3% na média anual, patamar pratica-
mente idêntico ao verificado em 2008 (80%).
Quanto às variáveis de mercado de trabalho, o
levantamento indicou alta do pessoal ocupado em
1% frente a novembro na série com ajuste sazonal.
Esse foi o oitavo aumento mensal consecutivo da
variável, o que possibilitou o fechamento do ano
com saldo positivo na criação de empregos. Com
esse resultado, o pessoal ocupado na indústria flu-
minense encerrou 2009 no nível mais alto desde o
início da pesquisa, apresentando alta de 1,9% em
relação ao mesmo mês de 2008. Ainda assim, no
acumulado de 2009, a variável revelou ligeiro recuo
frente ao ano anterior, da ordem de 0,2%. A mas-
sa de salários, na série com ajuste sazonal, apresen-
tou incremento de 6,3%, seguindo a alta das ho-
ras trabalhadas e do pessoal ocupado. Além disso,
configurou a única variável em que todas as outras
comparações também foram positivas: 13,3% em
comparação a dezembro de 2008 e 1,6%, frente à
média do ano anterior. “Em linhas gerais – anali-
sa o chefe da Divisão de Estudos Econômicos do
Sistema FIRJAN, Guilherme Mercês –, a pesquisa
revelou que, apesar dos resultados negativos regis-
trados em 2009, as estatísticas apontam para uma
trajetória de recuperação consistente da atividade
industrial no Estado do Rio de Janeiro. Nesse ce-
nário, o presente ano traz perspectivas favoráveis à
retomada gradual dos padrões de crescimento ob-
servados no período pré-crise mundial.”
EVolução Do ToTAl DA INDÚSTRIA
Índice B ase média 2006=100
170
160
150
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Ind.Dessazo nalizado
Fonte: FIRJAN
Conselhos e Fóruns
Conselhos
e Fóruns

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Conselhos e Fóruns O Agroindústria realiza sua primeira reunião convi- reunião inaugural, destacamos algumas

Agroindústria realiza sua primeira reunião

convi-

reunião inaugural, destacamos algumas atividades que temos no estado e que, muitas vezes, não são percebidas. Isso reforça a ideia de trazermos, a cada reunião, algum segmento para ser apresentado e o Sistema FIRJAN é o lugar mais apropriado para co- nhecermos novos caminhos e projetos do setor”, ob- servou. Geraldo Coutinho explicou que o objetivo do Fórum Empresarial de Agroindústria é que todos tenham chances de trazer informações para que um maior número de pessoas possa conhecê-las e dessa forma trabalhar melhor as demandas. Durante o encontro, o coordenador operacional do Grupo Executivo de Agroindústria (GEA) do Sistema FIRJAN, Antonio Salazar, explicou para os membros do fórum como funciona o grupo. “Nos- sa missão é a sensibilização e a disseminação de informações, articulação institucional e atração de investimentos para o estado, pensando sempre no desenvolvimento econômico”, ponderou. O Gru- po Executivo de Agroindústria foi criado em 1999, a partir de estudos para identificar potencialidades no Rio de Janeiro. A Agroindústria foi identificada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) como um se- tor com forte potencial, principalmente nas regiões Norte e Noroeste, utilizando a fruticultura para di- versificação da produção.

Fórum Empresarial de Agroindústria do Sistema

FIRJAN, coordenado por

dou, no dia 9 de fevereiro, a chefe-geral da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Regina Lago, para falar

Geraldo Coutinho,

sobre os principais projetos do órgão e as ações realiza- das com pequenos produtores do Rio de Janeiro. Essa foi a primeira reunião oficial do Fórum Empresarial de Agroindústria, criado no final de 2009. Há 10 anos o Sistema FIRJAN já discute assuntos relacionados ao se- tor, incluindo áreas como a fruticultura e as indústrias de base florestal.

Embrapa conta com 42 unidades de pesquisa es-

A

palhadas pelo Brasil. “A Embrapa Agroindústria de Ali- mentos é o único centro da instituição focado na parte de qualidade e segurança. Nossa missão é viabilizar so- luções tecnológicas para a sustentabilidade da agroin- dústria de alimentos com foco na inovação e atendendo à expectativa dos consumidores por qualidade e segu- rança. Trabalhamos com pesquisa e desenvolvimento e serviços de assistência técnica, consultoria e treinamen- to, tudo isso constituindo transferência de tecnologia”, disse Regina Lago. Para Geraldo Coutinho, a apresentação dos membros do fórum servirá para que cada um possa conhecer as atividades e os planos dos segmentos que o compõem. “Começamos com a apresentação da Embrapa. Nesta

“Começamos com a apresentação da Embrapa. Nesta 25 de fevereiro a 3 de março C A
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G Geral Projetos de transporte para as Olimpíadas em pauta no Sistema FIRJAN do CIRJ e

Geral

G Geral Projetos de transporte para as Olimpíadas em pauta no Sistema FIRJAN do CIRJ e

Projetos de transporte para as

Olimpíadas em pauta no Sistema FIRJAN

do CIRJ e ex-presidente do Conselho Empresarial de In- fraestrutura –, será no formato de debate entre os partici- pantes que discutirão se os projetos atualmente previstos para o Rio de Janeiro são ou não suficientes para mudar a matriz de transportes do município e para eliminar os engarrafamentos que têm se tornado cada vez mais cons- tantes na cidade. O segundo painel, moderado por Mau- ro Viegas Filho, presidente do Conselho Empresarial de Infraestrutura do Sistema FIRJAN, contará com apre- sentações de projetos alternativos aos atualmente propos- tos, contribuindo assim para a ampliação do debate em torno do tema. Para participar do evento, basta entrar em contato com o Sistema FIRJAN pelo telefone 0800- 0231231 ou por meio do e-mail faleconosco@firjan.org. br e solicitar o cadastramento. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas até o dia 1º de março.

O Sistema FIRJAN realiza no dia 3 de março, em

sua sede, no Centro do Rio, o evento “Mobilidade ur- bana e os projetos para a Copa e a Olimpíada – o Rio

de Janeiro movendo-se para não parar”. A infraestrutura urbana é importante para o desenvolvimento do Estado do Rio e o intuito do Sistema FIRJAN é discutir os pro- blemas de mobilidade no Rio de Janeiro, abordando as soluções e propostas de melhoria para a cidade.

O evento, que se iniciará às 9h, contará com a par-

ticipação do presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira; dos secretários de Transportes do Estado e da Prefeitura do Rio de Janeiro, Júlio Lopes e Alexandre Sansão; além de diversos convidados que irão falar sobre projetos para a Baía de Guanabara e utili- zação de trens, entre outros assuntos. O primeiro painel, moderado por João Lagoeiro Barbará – vice-presidente

PRoGRAMAção

Mobilidade urbana e os projetos para a Copa e a olimpíada – o Rio de Janeiro movendo-se para não parar Data: 3 de março de 2010 Local: Centro de Convenções Sistema FIRJAN Avenida Graça Aranha nº 1, 2º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ

8h30min – Credenciamento

9h – Abertura: Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente do Sistema FIRJAN

9h10min – Composição da mesa para Painel I Avaliação dos projetos de transportes para os Jogos olímpicos como solução para a mobilidade urbana no Rio de Janeiro Moderador: João Lagoeiro Barbará – vice-presidente do Centro Industrial do Rio de Janeiro / Sistema FIRJAN Júlio Lopes: secretário de Estado de Transportes do Rio de Janeiro Alexandre Sansão: secretário municipal de Transportes do Rio de Janeiro Fernando MacDowell: engenheiro de Transportes Ronaldo Balassiano: engenheiro de Transportes

10h30min – Debates

11h - Coffee Break

11h20min - Composição da mesa para Painel II Projetos alternativos para melhorar a mobilidade urbana no Rio de Janeiro Moderador: Mauro Ribeiro Viegas Filho – presidente do Conselho Empresarial de Infraestrutura / Sistema FIRJAN Jaime Lerner – O BRT como solução para o transporte público nas grandes cidades Milena Bodmer – Rede de hidrovias na Baía de Guanabara Richard Stephan – Projetos de trem MagLev para a cidade do Rio de Janeiro

12h30min – Debates

13h - Encerramento

Mais informações pelo telefone 0800-0231231 ou por meio do e-mail faleconosco@firjan.org.br

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SESI/SENAI

SESI/SENAI

S S SESI/SENAI SESI/SENAI SESI-RJ celebra o bicentenário de ChoPIN Com o objetivo de promover a

SESI-RJ celebra o bicentenário de ChoPIN

Com o objetivo de promover a cultura no Estado do Rio de Janeiro, o Sistema FIRJAN, por intermédio do SESI-RJ, inaugurou, no dia 22 de fevereiro, dia do nascimento de Chopin, o programa “Chopiníssimo – Chopin, o poeta do piano no SESI”. A programação dá início às comemorações do bicentenário de nascimento do compositor polonês Fré- déric Chopin (1810-1849), considerado o primeiro poeta do piano e ícone do Grande Romantismo do século XIX. O SESI-

RJ é a primeira instituição brasileira a inaugurar as come- morações oficiais do Ano Chopin com o selo de aprovação do Museu Chopin, na Polônia. De acordo com Fabiana Scherer, gerente de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN, o programa Chopiníssimo faz parte do projeto “Música Clássica no SESI-RJ” que trará, ao longo do ano de 2010, apresentações dedicadas à música clássica. “Acreditamos na importância da música clássica por ser a origem de todos os ritmos musicais que hoje conhecemos. Por meio dela a pessoa descobre uma nova musicalidade que desperta sentimentos que contribuem para a qualida- de de vida da população”, explica. Entre as atrações programadas, o projeto inclui uma exposição e um concerto-cênico que reunirá artistas consa- grados, como o ator Fernando Eiras, que dará vida a Chopin,

a pianista Linda Bustani e a mezzo soprano Carolina Faria.

No repertório musical serão apresentadas obras pouco to- cadas como “Mazurcas opus 7 nº 1” e “opus 33 nº 2”, “Valsas

opus 34 nº 2”e “opus 69 nº 1”, “Noturno Op. 27 nº 2”, “Scher- zo nº 3”, “Prelúdio nº 2” e as “Variações Brilhantes opus 12”. Carolina Faria cantará algumas “Melodias Polonesas, para canto e piano”, obras raramente ouvidas no Brasil. O Tea- tro SESI Centro oferecerá, ainda, a exposição de gravuras, manuscritos e partituras, bate-papo e exibição de filme. A entrada é gratuita. “Chopiníssimo – Chopin, o poeta do piano no SESI” integra o programa oficial das celebrações internacionais do Ano Chopin, promovido pelo Comitê Chopin 2010, com

o objetivo de mostrar ao mundo a imagem da Polônia por

intermédio da música de Chopin. O projeto será realizado também em São Paulo e Curitiba, com o apoio do Ministério da Cultura e da Herança Nacional da Polônia, do Ministério das Relações Exteriores da Polônia, da Embaixada da Polô- nia no Brasil, dos Consulados em São Paulo e Curitiba, do Instituto Nacional de Frédéric Chopin e da Fundação Open Art Projects, de Varsóvia.

Chopin e da Fundação Open Art Projects, de Varsóvia. P r O G r a m

PrOGramaçãO

Exposição de 22/02 a 26/03

Dia 22/02, às 19h Abertura da Exposição Chopiníssimo – um poeta do piano no SESI Entrada franca De 22 /02 a 26/03 de terça a sexta, de 14h a 20h

Concerto-cênico com o ator Fernando Eiras, a mezzo soprano Carolina Faria e a pianista linda Bustani Às 19h30

Dia 23/02 às 15h Bate-papo multimídia com o crítico Rodolfo Valverde Entrada franca

Dia 24/02 às 15h Exibição do filme “à noite sonhamos” Entrada franca Direção: Charles Vidor Elenco: Cornel Wilde e Merle Oberon Duração: 113 minutos Classificação: livre

Mais informações: 0800 0231 231 ou www.firjan.org.br

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Palavra do

Associado

P Palavra do Associado Tavares Propriedade Intelectual: soluções de alta qualidade A Tavares Propriedade Intelectual

Tavares Propriedade Intelectual:

soluções de alta qualidade

A Tavares Propriedade Intelectual atua, há mais de

30 anos, na área de serviços e soluções de alta qualida-

de em Propriedade Intelectual. O diferencial da empre- sa está no atendimento personalizado: os profissionais agem de maneira próxima ao cliente, entendendo o seu negócio, facilitando o planejamento, a realização e a correta proteção da Propriedade Intelectual. A equipe se caracteriza pela ampla experiência e especialização

na prática de proteção a marcas, patentes, direitos au- torais, programas de computador, licenciamentos, con- corrência desleal, ações judiciais, entre outros. A Tavares tem profissionais habilitados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com qualificações nas áreas jurídica e técnica.

A empresa também investe continuamente em sua

estrutura, não só em seus talentos humanos, como na parte tecnológica e de equipamentos. Assim, o atendi- mento se torna rápido e eficiente, alcançando um alto ín-

dice de satisfação entre os clientes. A Tavares Propriedade Intelectual conta hoje com uma clientela distribuída em

30 países, que inclui grandes corporações multinacionais,

companhias de médio porte, universidades e entidades estatais. Também representa os clientes de mais de 350 escritórios de advocacia e de Propriedade Intelectual, no Brasil e no exterior. Há 11 anos associada ao CIRJ, a empresa usufrui prin- cipalmente dos benefícios oferecidos por meio do SESI- RJ nas áreas de saúde, esporte e lazer. De acordo com Luiz Augusto Marques, sócio e diretor da Tavares Pro- priedade Intelectual, ser associado ao CIRJ é de extrema importância para a empresa. “Utilizamos rotineiramente alguns serviços oferecidos pelo CIRJ, como todo o nosso programa de saúde no trabalho. Assim, garantimos ser- viços de ótima qualidade e com baixo custo.” Luiz conta ainda que planeja desenvolver com o CIRJ, mediante as- sessoria técnica oferecida aos associados, um programa de responsabilidade social empresarial para a Tavares Propriedade Intelectual.“Temos consciência do nosso de- ver e da necessidade de desenvolver um projeto para que a empresa pratique a sustentabilidade”, afirmou.

PressCell: soluções em telecomunicação móvel

Há mais de 10 anos atuando nos mercados corporativo, governa- mental e de turismo, a PressCell é a empresa líder em Assessoria de

Comunicação Móvel no Brasil. Oferece linhas locais em diversos países, que são fornecidas originalmente por operadoras do exterior. Com isso,

PressCell consegue tarifas sem taxa de deslocamento e repassa a eco-

nomia a seus clientes. As chamadas recebidas na maioria dos países são gratuitas, o uso é pago como local e, diferentemente de uma linha em roaming, tem sua cobrança simples e transparente. A PressCell tem seu foco na prestação de serviço temporário e, por meio de sua estru- tura, gestão e know-how, oferece serviços com acesso ágil, suporte customizado, e sem burocracia. Bruna Verardo, relações-públicas da PressCell, explica que, com os serviços oferecidos, as empresas chegam a reduzir em até 80% os

gastos com roaming internacional. “Vislumbramos a oportunidade de disponibilizar linhas locais de outros países a brasileiros que vão para o exterior, tanto a trabalho quanto a turismo. Fizemos parcerias com as mais importantes locadoras de celulares nos quatro cantos do mundo.

campanha publicitária atual da empresa é divulgar o lema: Fuja do roaming!”, resume. Segundo Bruna, a PressCell sempre procurou estreitar sua relação

com câmaras, cooperativas e outras instituições que dão respaldo ao empreendedor. Há menos de um ano a empresa se associou ao CIRJ,

Bruna garante que a relação tem superado as expectativas. “Apesar

da grandiosidade da estrutura CIRJ, somos sempre respaldados com dinamismo e tratados como indivíduos únicos. Ser associado ao CIRJ significa fazer parte de uma entidade moderna e influente, que conta com uma equipe multidisciplinar de alto nível voltada para atender às necessidades da nossa empresa”, garante. Ainda de acordo com Bruna, a associação ao CIRJ permite que a PressCell desenvolva soluções integradas extremamente benéficas para os funcionários da empresa, com baixo custo e alta qualidade. Ela destaca ainda a competência das assessorias técnicas fornecidas pelo CIRJ e os eventos que permitem um seleto networking.

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Novas empresas associadas ao CIRJ em Janeiro Diretorias Plenas FIrJaN/CIrJ 1. ASSOCIAÇÃO CONGREGAÇÃO DE SANTA
Novas empresas associadas ao CIRJ em Janeiro
Diretorias Plenas FIrJaN/CIrJ
1.
ASSOCIAÇÃO CONGREGAÇÃO DE SANTA CATARINA – HOSPITAL DE CLÍNICAS
2.
CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO BOKEL
3. CORTES VIEIRA NEGÓCIOS E EMPREENDIMENTOS LTDA-ME
4.
BUENAVISTA COMUNICAÇÃO LTDA
5.
PAUSEIRO CORRETORA DE SEGUROS LTDA