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 MATEMÁTICA  INGLÊS  GEOGRAFIA  HISTÓRIA  EDUCAÇÃO ARTÍSTICA  CIÊNCIAS DA NATUREZA

MATEMÁTICA

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INGLÊS

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GEOGRAFIA

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HISTÓRIA

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EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

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CIÊNCIAS DA NATUREZA

 EDUCAÇÃO ARTÍSTICA  CIÊNCIAS DA NATUREZA  FILOSOFIA  ENSINO RELIGIOSO  E DUCAÇÃO FÍS

FILOSOFIA

ARTÍSTICA  CIÊNCIAS DA NATUREZA  FILOSOFIA  ENSINO RELIGIOSO  E DUCAÇÃO FÍS ICA 

ENSINO RELIGIOSO

CIÊNCIAS DA NATUREZA  FILOSOFIA  ENSINO RELIGIOSO  E DUCAÇÃO FÍS ICA  PORTUGUÊS Leia

EDUCAÇÃO FÍSICA

FILOSOFIA  ENSINO RELIGIOSO  E DUCAÇÃO FÍS ICA  PORTUGUÊS Leia a prova com atenção.

PORTUGUÊS

ENSINO RELIGIOSO  E DUCAÇÃO FÍS ICA  PORTUGUÊS Leia a prova com atenção. Deixe os

Leia a prova com atenção. Deixe os cálculos dos exercícios na prova. NÃO é permitido o uso de calculadora. NÃO é permitido o uso de dicionário. Escreva as respostas à tinta. Preencha o gabarito à caneta. INÍCIO DA PROVA: 7h20. TÉRMINO DA PROVA: 11h50.

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TESTES MATEMÁTICA

1. Numa feira de informática, um computador cujo valor é de R$ 1.800,00 poderá ser comprado nas seguintes condições: R$ 500,00 no ato da compra e o restante, acrescido de 3%, para daqui a um mês. O valor da parcela restante será de:

a) R$ 1.303,00.

b) R$ 1.339,00.

c) R$ 1.354,00.

d) R$ 1.580,00.

e) R$ 1.690,00.

2. Um terreno de forma retangular, cujas dimensões estão indicadas na figura, vai ser cercado por uma tela cujo preço corresponde a R$ 30,00 o metro colocado. Considerando que não será

colocada tela na entrada

, pode-se afirmar que o custo total para essa colocação será de:

afirmar que o custo total para essa colocação será de: a) R$ 23.760,00. b) R$ 14.400,00.

a) R$ 23.760,00.

b) R$ 14.400,00.

c) R$ 8.620,00.

d) R$ 6.980,00.

e) R$ 3.360,00.

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3. No final do ano passado, 10 voluntárias demoraram 90 horas para embalar alimentos doados. Se fosse possível contar com mais 15 voluntárias, embalando nas mesmas condições que as 10, o tempo de embalar diminuiria em:

a) 20 horas.

b) 25 horas.

c) 26 horas.

d) 35 horas.

e) 36 horas.

4. A tabela abaixo indica o consumo efetuado numa lanchonete, em três mesas diferentes.

consumo efetuado numa lanchonete, em três mesas diferentes. Supondo que todas as mesas consumiram o mesmo

Supondo que todas as mesas consumiram o mesmo tipo de suco, sanduíche e sorvete, é certo afirmar que o preço unitário do suco de fruta é de:

a)

R$ 4,00.

b)

R$ 3,50.

c)

R$ 3,00.

d)

R$ 2,50.

e)

R$ 2,00.

5.

(OBMEP) Se m e n são inteiros maiores do que zero com m < n, definimos m n como a

soma dos inteiros entre m e n, incluindo m e n. Por exemplo, 5 8 = 5 + 6 + 7 + 8 = 26.

Então, o valor de

a) 4.

b) 6.

c) 8 .

d) 10.

22

 

6 26

4

é:

3

6. Jogar baralho é uma atividade que estimula o raciocínio. Um jogo tradicional é a Paciência,

que utiliza 52 cartas. Inicialmente, são formadas sete colunas com as cartas. A primeira coluna tem uma carta, a segunda tem duas cartas, a terceira tem três cartas, a quarta tem quatro

cartas, e assim sucessivamente até a sétima coluna, a qual tem sete cartas. O que sobra forma o monte, que são as cartas não utilizadas nas colunas. A quantidade de cartas que forma o monte é:

a) 21.

b) 24.

c) 26.

d) 28.

e) 31.

INGLÊS

o monte é: a) 21. b) 24. c) 26. d) 28. e) 31.  INGLÊS 7.

7. According to the add you can say that:

a) the hamburgers are old.

b) the hamburgers are cheap.

c) the hamburgers are fashionable.

d) the hamburgers are from an old recipe.

e) the hamburgers are traditional.

4

4 8. Considering the picture, you can say that: a) The event is going to be

8. Considering the picture, you can say that:

a) The event is going to be on the weekend.

b) The event is going to happen during the day.

c) The event was cancelled.

d) The event is going to be on a weekday in the evening.

e) The event is going to be late at night.

GEOGRAFIA

9. (Mackenzie 2012) Flagrantes mostram roupas da Zara sendo fabricadas por escravos

“O quadro encontrado pelos agentes do poder público, e acompanhado pela Repórter Brasil, incluía contratações completamente ilegais, trabalho infantil, condições degradantes,

jornadas exaustivas de até 16h diárias e cerceamento de liberdade (seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, o truck system, seja pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização). Apesar do clima de medo entre as vítimas, um dos trabalhadores explorados confirmou que só conseguia sair da casa com a autorização do dono

As

Em busca de

da oficina, só concedida em casos urgentes, como quando levou seu filho ao médico. (

vítimas libertadas pela fiscalização foram aliciadas na Bolívia e no Peru. ( melhores condições de vida, deixam os seus países rumo ao “sonho brasileiro”.

).

)

5

* O conteúdo da reportagem tem relação com a questão do trabalho no mundo contemporâneo e:

a) ocorre apenas em países subdesenvolvidos, fato que justifica a opção de instalação da

empresa mencionada no Brasil. b) caracteriza a exploração de trabalhadores em condições desumanas, seja em países ricos ou pobres, no que se convencionou chamar de “precarização do trabalho”. c) tem se tornado cada vez menos frequente, pois o processo de Globalização tem permitido o combate desse fenômeno em todos os países do mundo.

d) não ocorre na Europa e na América do Norte, regiões onde os imigrantes são tratados

segundo o respeito às leis trabalhistas, em países cujos governos igualam o tratamento entre

trabalhadores nativos e estrangeiros.

e) envolve apenas trabalhadores estrangeiros em áreas urbanas do Brasil, não se verificando

condições desse tipo de superexploração do trabalho nas áreas rurais.

10. (Uepb 2011) A regionalização da América do Sul em destaque no cartograma ao lado tem como principal critério o aspecto físico, mas características sociais e econômicas também dão uma relativa unidade à região.

e econômicas também dão uma relativa unidade à região. * Sobre esta região é correto afirmar:

* Sobre esta região é correto afirmar:

a) É a parte do continente americano conhecida como Caribe ou

Antilhas, famosa por suas belas praias de águas mornas e

transparentes, que atraem e transformam o turismo na principal fonte de rendas para os países dessa região.

b) Corresponde à América Platina cujos países são banhados

pelos rios formadores da bacia do Prata e têm passado colonial comum como ex-integrantes do Vice-reino do Prata.

c) Corresponde à América Latina, formada pelos países da América Central e do Sul mais o México, que faz parte da

América do Norte. Embora a designação faça referência ao idioma neolatino, essa regionalização reflete o subdesenvolvimento desta parte da América.

d) É constituída pelos países atravessados pela Cordilheira dos Andes, daí o termo América

Andina, cuja economia apoia-se predominantemente nas atividades agrícolas, na mineração e/ou na pesca.

e) Forma o bloco econômico denominado de MERCOSUL, no qual os países signatários

estabeleceram uma aliança comercial visando dinamizar a economia regional, movimentando entre si mercadorias, pessoas, força de trabalho e capitais.

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11. (Ibmecrj 2009) As afirmativas a seguir se referem aos aspectos do processo de integração

nas diferentes fases de formação de um bloco econômico. Analise-as.

I - A Zona de Livre Comércio corresponde à fase em que as tarifas alfandegárias são reduzidas ou mesmo eliminadas, e as mercadorias produzidas no âmbito dos países que compõem essa Zona circulam livremente de um país para outro e para o exterior.

II - Na fase da União Aduaneira, além das mercadorias produzidas no âmbito do bloco

circularem livremente de um país para outro, é estabelecida uma tarifa externa comum (TEC), para o comércio com os países que não formam o bloco. Essa fase é caracterizada, também, pela livre circulação de pessoas.

III - No Mercado Comum, além do livre comércio de mercadorias entre os países membros do

bloco e da existência de uma TEC para o comércio com países de fora, ocorre a existência, no

bloco, da livre circulação de pessoas, de serviços e de capitais. IV - Na fase da União Monetária, o bloco tem características da fase de Mercado Comum, somando-se a essas, uma unificação institucional do controle do fluxo monetário, e é estabelecida uma moeda única.

* Assinale:

a) Se as afirmativas I e II estiverem certas.

b) Se as afirmativas II e III estiverem certas.

c) Se as afirmativas I e IV estiverem certas.

HISTÓRIA

d) Se as afirmativas III e IV estiverem certas.

e) Se as afirmativas I, II e IV estiverem certas.

12. O engenho foi um marco dentro da História do Brasil Colonial. Podemos dizer que ele era o

símbolo:

a) Do poder dos grandes proprietários de terras e erguia-se como modelo de organização da

sociedade colonial.

b) Da resistência negra, pois nele os escravos se organizavam e realizavam grandes levantes

contra os brancos.

c) Da luta contra a Monarquia, uma vez que os senhores de engenho desejavam o livre

comércio, proibido pela Coroa portuguesa.

d) Do movimento republicano, já que os senhores há muito tempo buscavam liberdades, como

o fim da escravidão e da Monarquia.

e) Do Capitalismo Industrial, uma vez que valorizava a mão de obra assalariada, captada

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13. Assinale a alternativa correta sobre a exploração de metais preciosos durante o período do

Brasil Colonial.

a) A busca pelo ouro intensificou a substituição do trabalho escravo pelo trabalho livre e

provocou a diminuição do preço do escravo africano no Brasil.

b) A arrecadação de impostos possibilitou à Coroa Portuguesa reduzir a entrada de escravos

no Brasil e o investimento na produção de açúcar no Nordeste.

c) A Coroa permitiu o livre acesso de ordens religiosas à região das minas e impediu a criação

de irmandades religiosas leigas.

d) A exploração de diamantes possibilitou o enriquecimento de grande parte da população e a

diminuição da importação de escravos africanos.

e) As atividades mineradoras promoveram uma grande imigração de Portugal para o Brasil e

intensificaram a arrecadação de impostos por parte da Coroa portuguesa.

14. O "Ato de Navegação", de 1651, estabelecia que as mercadorias compradas da Inglaterra

ou vendidas a ela só poderiam ser transportadas por navios ingleses. Essa medida pode ser considerada:

a) a cristalização da hegemonia inglesa sobre o Mediterrâneo e sobre os mares europeus, que

só cessou com a descoberta de novos caminhos para o Oriente pelos navegadores ibéricos.

b) a imposição, a países como França e Holanda, da hegemonia mercantil inglesa,impedindo-

os de manterem relação de monopólio com suas possessões coloniais nas Américas e na

África.

c) a vitória da nobreza liberal inglesa sobre a burguesia, que preferia incentivar o comércio

interno a investir no comércio externo e no aparato militar-naval.

d) a consolidação do domínio inglês sobre os mares, que deu à Inglaterra, por vários séculos,

claro predomínio naval e mercantil, especialmente no Oceano Atlântico.

e) a superação definitiva do feudalismo e o reinício de atividades comerciais,articulando a ilha

em que está localizada a Inglaterra e a parte continental da Europa.

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

15. Qual o nome do coreógrafo e dançarino brasileiro, expoente na elaboração de dança de

salão, na comissão de frente de Escolas de Samba e destaque em várias premiações no

exterior?

a) Rudolf Laban.

b) Carlinhos de Jesus.

d) Oscar Arraiz.

e) Renée Gumiel.

8

16. Qual o nome dado à cerâmica, confeccionada pelos índios brasileiros, com desenhos

labirínticos e iconográficos?

a)

b)

Marajoara.

Manoá.

c)

d)

Tapuia.

Tupi.

e) Itamaracá.

CIÊNCIAS DA NATUREZA

17. Os nutrientes desempenham várias funções no organismo humano:

Fornecem energia para todos os processos vitais;

Suprem o organismo de substâncias que permitem o crescimento e regeneração das partes do corpo;

Regulam os processos fisiológicos.

* A alternativa que relaciona a sequência correta dos nutrientes com as funções acima descriminadas é:

a) I- Carboidratos, II- vitaminas, III- proteínas.

b) I- Vitaminas, II- proteínas, III- carboidratos.

c) I- Proteínas, II- vitaminas, III- carboidratos.

d) I- Carboidratos, II- proteínas, III- vitaminas.

e) I- Vitaminas, II- carboidratos, III- proteínas.

18. Um paciente deu entrada em um pronto-socorro apresentando os seguintes sintomas:

cansaço, dificuldade em respirar e sangramento nasal. O médico solicitou um hemograma ao

paciente para definir o diagnóstico. Os resultados estão dispostos na tabela:

Constituinte

Número normal

Paciente

Glóbulos vermelhos

4,8 milhões/mm 3

4 milhões/mm 3

Glóbulos brancos

(5 000 a 10 000)/mm 3

9 000/mm 3

Plaquetas

(250 000 a 400 000)/mm 3

200 000/mm 3

TORTORA, G. J. Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000 (adaptado).

* Relacionando os sintomas apresentados pelo paciente com os resultados de seu hemograma, constata-se que:

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a) o sangramento nasal é devido à baixa quantidade de plaquetas, que são responsáveis pela

coagulação sanguínea.

b) o cansaço ocorreu em função da quantidade de glóbulos brancos, que são responsáveis pela

coagulação sanguínea.

c) a dificuldade respiratória decorreu da baixa quantidade de glóbulos vermelhos, que são

responsáveis pela defesa imunológica.

d) o sangramento nasal é decorrente da baixa quantidade de glóbulos brancos, que são responsáveis pelo transporte de gases no sangue.

e) a dificuldade respiratória ocorreu pela quantidade de plaquetas, que são responsáveis pelo

transporte de oxigênio no sangue.

19. O tecido conjuntivo é o mais abundante em nosso organismo, desempenhando diversas funções, além de unir e sustentar outros tecidos. Como exemplos de tecido conjuntivo temos o tecido ósseo, o adiposo, o cartilaginoso. Todos os tecidos conjuntivos apresentam uma característica em comum que os diferencia de outros tecidos, que é:

a) ser composto exclusivamente por células.

b) possuir células separadas por uma matriz intercelular.

c) não possuir vasos sanguíneos, por não precisar receber nutrientes.

d) capacidade de movimentação.

e) ser composto exclusivamente por neurônios.

FILOSOFIA

20. Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) “Conforme conceituação do Ministério do Trabalho: “Diversas são as denominações

dadas ao fenômeno de exploração ilícita e precária do trabalho, ora chamado de trabalho

forçado, trabalho escravo, exploração do trabalho, semiescravidão, trabalho degradante, entre outros.”

( ) “Nas regiões Sul e Sudeste não existe registro de exploração do trabalho. Apenas nas

regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste.”

( ) “No Brasil, entre 2003 a 2012, entre os trabalhadores resgatados, havia brasileiros de

todos os estados do país, além de alguns imigrantes, principalmente bolivianos ou peruanos. Nas regiões Norte e Centro-oeste, um em cada dois ou três municípios já foi atingido: nas

demais regiões, um em cada dez.”

a)

b)

F F V.

V V V.

c)

d)

V F V.

F V F.

e)

V V F.

10

21. A religião cristã, embora originária do Judaísmo, surge e se desenvolve no contexto do

Helenismo. A tradição cultural ocidental, de que somos herdeiros até hoje, tem sua origem na síntese entre:

a) Judaísmo, Hinduísmo e Filosofia egípcia.

b) Cristianismo, Hinduísmo e Filosofia grega.

c) Hinduísmo, Xintoísmo e Filosofia egípcia.

d) Judaísmo, Cristianismo e Cultura grega.

e) Judaísmo, Cristianismo e Filosofia egípcia.

ENSINO RELIGIOSO

22. O documentário “Retratos da Pobreza no Brasil” apresentado em sala de aula abordou:

a) o panorama da pobreza e extrema pobreza no Brasil, a desigualdade social e a importância

do governo em oferecer educação de qualidade às camadas pobres da população.

b) o panorama da pobreza, a desigualdade social e a importância do governo em oferecer

educação de qualidade às camadas pobres da população.

c) o panorama da pobreza e extrema pobreza no Brasil, a desigualdade social e a importância

do governo em oferecer serviços básicos de qualidade às camadas pobres da população.

d) o panorama da pobreza e extrema pobreza no Brasil, o preconceito às pessoas negras e a

importância do governo em oferecer serviços básicos de qualidade às camadas pobres da população.

e) o panorama da pobreza, a desigualdade social e a importância do programa Bolsa Família

para populações pobres.

23. Podem ser apontados como facilitadores do tráfico humano:

a) o preconceito étnico-racial e a falta de acesso à educação de qualidade.

b) a desigualdade social acentuada e falta de acesso à educação.

c) o preconceito étnico-racial e o sistema capitalista.

d) a desigualdade social acentuada e a falta de acesso à educação de qualidade.

e) o preconceito étnico-racial e a desigualdade social.

EDUCAÇÃO FÍSICA

24. Com base nas informações sobre saúde e alimentação, relacione os alimentos a seguir

com os seus respectivos nutrientes, seguindo a ordem exata dos alimentos: carne vermelha,

arroz, manteiga.

a) proteína, carboidrato, gordura.

b). gordura, carboidrato, vitamina.

d) carboidrato, proteína, gordura.

e) carboidrato, vitamina, proteína.

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25. Preencha as lacunas do texto com a alternativa correta:

O Futsal é uma modalidade esportiva composta por duas equipes. Em cada uma delas

existem

Na cobrança de lateral, a bola deve ser reposta em jogo com O nome dado aos jogadores que permanecem parados e perfilados, a uma certa distância, em frente à cobrança de falta da equipe adversária é

a) 5, as mãos, barreira.

b) 7, a cabeça, paredão.

jogadores em quadra.

c) 5, o pé, barreira.

d) 6, as mãos, paredão.

e) 6, o pé, escanteio.

PORTUGUÊS

26.

Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito é:

a)

Subentendido.

b)

Claro, composto e determinado.

c)

Indeterminado.

d)

Inexistente.

e)

Claro, simples e determinado.

27.

Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado:

a)

Chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia. (sujeito composto).

b)

Fala-se muito neste assunto. (sujeito indeterminado).

c)

Vai fazer frio à noite. (sujeito inexistente).

d)

Haverá oportunidade para todos. (sujeito inexistente).

e)

Não existem flores no vaso. (sujeito inexistente).

28.

Considere a frase: “Ele andava triste, porque não encontrava a companheira”, os verbos

grifados são respectivamente:

a) Transitivo direto; de ligação.

b) De ligação; intransitivo.

c) De ligação; transitivo indireto.

d) Transitivo direto; transitivo indireto.

e) De ligação; transitivo direto.

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29.

O predicado é nominal em:

I - Você acha Cristina bonita, mamãe? II - O mundo podia ser tranquilo. III - “Zé Mané” não estava embriagado. IV - O guarda-noturno permanece atento a todos os perigos. V - Os transeuntes ficaram assustados.

a)

I, II e III.

b)

II e III.

c)

II e IV.

d)

II, III, IV e V.

e)

I, II e IV.

30.

Assinale a alternativa em que o termo grifado é adjunto adnominal:

a)

Sua falta aos encontros sufocava o nosso amor.

b)

Ela é uma fera maluca.

c)

Ela é maluca por vinhos nacionais.

d)

Não tenho medo de barata.

e)

O amor a Deus é o primeiro mandamento.

NOME: 8º ANO DATA: 10/06/2014 - RESPOSTAS a) b) c) d) e) a) b) c)

NOME:

NOME: 8º ANO DATA: 10/06/2014 - RESPOSTAS a) b) c) d) e) a) b) c) d)
8º ANO
8º ANO

DATA: 10/06/2014

-

RESPOSTAS
RESPOSTAS
NOME: 8º ANO DATA: 10/06/2014 - RESPOSTAS a) b) c) d) e) a) b) c) d)
a) b) c) d) e) a) b) c) d) e) 1 16 2 17 3
a)
b)
c)
d)
e)
a)
b)
c)
d)
e)
1
16
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14
29
15
30

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QUESTÕES DISSERTATIVAS

PORTUGUÊS:

Texto 1

Eu, etiqueta

Em minha calça está grudado um nome

Que não é meu de batismo ou de cartório

Um nome

Meu blusão traz lembrete de bebida Que jamais pus na boca, nessa vida, Em minha camiseta, a marca de cigarro Que não fumo, até hoje não fumei. Minhas meias falam de produtos Que nunca experimentei Mas são comunicados a meus pés. Meu tênis é proclama colorido De alguma coisa não provada Por este provador de longa idade. Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, Minha gravata e cinto e escova e pente, Meu copo, minha xícara, Minha toalha de banho e sabonete, Meu isso, meu aquilo. Desde a cabeça ao bico dos sapatos, São mensagens, Letras falantes, Gritos visuais, Ordens de uso, abuso, reincidências. Costume, hábito, premência, Indispensabilidade, E fazem de mim homem-anúncio itinerante, Escravo da matéria anunciada. Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda Seja negar minha identidade, Trocá-lo por mil, açambarcando Todas as marcas registradas, Todos os logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser Eu que antes era e me sabia Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

estranho

Ser pensante sentinte e solitário Com outros seres diversos e conscientes De sua humana, invencível condição. Agora sou anúncio Ora vulgar ora bizarro.

Em língua nacional ou em qualquer língua (Qualquer, principalmente.)

E nisto me comprazo, tiro glória

De minha anulação. Não sou - vê lá - anúncio contratado. Eu é que mimosamente pago Para anunciar, para vender

Em bares festas praias pérgulas piscinas,

E bem à vista exibo esta etiqueta

Global no corpo que desiste De ser veste e sandália de uma essência Tão viva, independente,

Que moda ou suborno algum a compromete. Onde terei jogado fora meu gosto e capacidade de escolher, Minhas idiossincrasias tão pessoais, Tão minhas que no rosto se espelhavam

E cada gesto, cada olhar,

Cada vinco da roupa Sou gravado de forma universal, Saio da estamparia, não de casa, Da vitrine me tiram, recolocam, Objeto pulsante mas objeto Que se oferece como signo de outros Objetos estáticos, tarifados. Por me ostentar assim, tão orgulhoso De ser não eu, mar artigo industrial, Peço que meu nome retifiquem. Já não me convém o título de homem. Meu nome noco é Coisa. Eu sou a Coisa, coisamente.

(Referência: ANDRADE, C. D. O corpo. Rio de Janeiro: 1984)

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Texto 2

Consumo: quando o desejo de comprar vira doença

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumismo compulsivo

Carina Rabelo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença. Um dos sinais de desequilíbrio é

o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São

pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera. A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guarda-roupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz. Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho

da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas, para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil. A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade. Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam

a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta.

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O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky. O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o banco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior. É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em empréstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido

seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial."

(Fonte: Revista Isto É Independente.

1) Leia atentamente os dois textos para depois responder ao que se pede.

a) Qual o assunto comum tratado pelos dois textos?

b) O poema (texto 1) evidencia a mensagem de que somos verdadeiras vitrines para atender à

sociedade de consumo. Retire do texto três trechos que comprovam essa afirmação.

c) A reportagem (texto 2) apresenta casos em que as pessoas consomem por compulsão, isso

seria comparado a um vício. Descreva, com suas palavras, um dos casos que demonstram essa

afirmação.

d) Em cada um dos textos são apresentados momentos de felicidade relacionados ao

consumo. Destes, transcreva um trecho de cada texto.

e) De igual maneira, são apresentados momentos de tristeza relacionados ao consumo.

Destes, transcreva um trecho de cada texto.

Aluno(a): I Simulado – 8º ano - Data: 10/06/2014 Para uso do Professor Nº Série:

Aluno(a):

I Simulado 8º ano

- Data: 10/06/2014

Para uso do Professor

– 8º ano - Data: 10/06/2014 Para uso do Professor Nº Série: Utilize caneta preta ou

Série:

Utilize caneta preta ou azul para as respostas / Respostas sem justificativas, ou a lápis, serão desconsideradas.

PROVA DISSERTATIVA - PORTUGUÊS

a) b) c)
a)
b)
c)
d) e)
d)
e)

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PROPOSTA DE REDAÇÃO:

Leia atentamente o depoimento abaixo e observe as fotos.

Libertando-me do vício de ser uma compradora compulsiva

Libertando-me do vício de ser uma compradora compulsiva Roupas amontoadas, pouco espaço e desorganização. Peças

Roupas amontoadas, pouco espaço e desorganização.

Roupas amontoadas, pouco espaço e desorganização. Peças que nunca foram usadas, algumas ainda embaladas.

Peças que nunca foram usadas, algumas ainda embaladas.

Peças que nunca foram usadas, algumas ainda embaladas. Saldo da “geral” que dei no guarda -roupa

Saldo da “geral” que dei no guarda-roupa esta semana.

As fotos acima ilustram a complicada realidade que me cerca. Quando criança, sem dinheiro suficiente para ter roupas, sapatos e acessórios que me permitissem um visual variado, decidi que a partir do meu primeiro emprego compraria todas as roupas da moda, fazendo com que as outras meninas deixassem de comentar sobre a constante repetição das poucas roupas que eu tinha para usar. Minha família era muito pobre e meus pais priorizavam os gastos com os estudos. Naquela época, mesmo estudando em escola pública, tínhamos que comprar os livros e o uniforme completo. Hoje, o governo os dá.

que o tempo foi passando e o que era necessidade virou um vício. Tornei-me uma compradora compulsiva de roupas, sapatos, cosméticos, bijuterias e tudo quanto mais fizesse parte do universo feminino.

Então, na minha ânsia de ter um guarda-roupa decente, passei a investir no visual

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Quando percebia o guarda-roupa superlotado, arrumava um jeito de caber mais e mais coisas até que um dia, minha mãe me chamou a atenção. Não adiantou é claro! Passei a comprar e esconder. Saía de mochila para não ter que entrar com sacolas dentro de casa. Até que um dia viajei e quando voltei haviam tirado tudo do meu guarda-roupa para uma reforma no

meu quarto. E foi aí que me deparei com o volume de coisas que eu acumulava há anos e anos. Eu só comprava, não usava e nem dispunha de nada. Foi um susto e ao mesmo tempo uma vergonha que passei diante de minha família. Mesmo assim, continuei a comprar. Um tempo depois, fui ter a minha própria casa e tive que fazer a mudança à prestação, tudo só para não chamar a atenção. Dos dois guarda-roupas no meu apartamento, um eu

coloquei o que eu usava no cotidiano e o outro ficou lotado de coisas muitas vezes ainda até embaladas, com etiqueta e preço. Porque eu só comprava e guardava. Comprava para quê? Se estava gorda, comprava pensando em usar quando emagrecesse; se estava magra, comprava pensando na possibilidade de engordar. Se era inverno eu comprava para usar no verão; se fosse verão

E assim, toda semana ia eu atrás das liquidações e

novidades. Gastava dinheiro, fazia dívida no cartão, no cheque pré-datado

endividada e a ter dificuldades para honrar os compromissos relativos à manutenção da casa. Como dona de casa que trabalha fora, conseguia facilmente descartar o interesse por utensílios domésticos, móveis e outras coisas úteis em um lar para comprar roupas, etc e tal. Depois de tanto agir errado caí em mim, graças a Deus, uma luz me mostrou o quanto eu estava errada. Essa luz é o meu filho, que aos 9 anos de idade, após ter passado um dia brincando na casa de um coleguinha, chegou em casa me questionando porque eu guardava minhas roupas no guarda-roupa do quarto dele. Contou que no quarto do coleguinha tinha um no qual ele guardava suas roupas e brinquedos. Fiquei muda. Depois expliquei que ele tinha cômoda e um outro armário. Ofereci comprar um guarda-roupa novo para ele. Ele disse que não precisava, que já havia aquele embutido e que bastava eu retirar as minhas coisas. Foi a partir dessa conversa que comecei a pensar em desocupar aquele espaço, que comecei a ver que até a distribuição dos espaços na casa estava prejudicada pelo meu vício. Decidi não ocupar outros armários. Inicialmente, diminuí as compras e hoje posso dizer que elas não me atraem. Consigo ir ao shopping e voltar sem ter comprado o que não preciso. Há dois anos, venho tentando me livrar do acúmulo de coisas que comprei, não usei e nem usarei com certeza, mas não é tão fácil assim. A cada férias, dou uma “geral” nos armários e retiro peças para doar. Algumas com mais de dez anos no estoque. Aos poucos estou me sentindo mais normal. Por outro lado, não posso negar que esvaziar os armários ainda me dá uma sensação de vazio, mas eu chego lá! Afinal, na vida precisamos de muito pouco para sobreviver. O nosso bem estar interior e a qualidade de vida têm que ter superioridade em nossos planos.

comprava o que poderia usar no inverno

cheguei a ficar

Proposta: Com base no depoimento da compradora compulsiva que você acabou de ler, escreva um texto narrativo contando uma história de outro comprador compulsivo (pode ser homem ou mulher). Observe que no texto lido, a narradora conta sua história com diversos detalhes, lembrando de fatos e de acontecimentos, procure fazer o mesmo em seu texto. Instruções:

- Seu texto deve ser narrado em 1° pessoa, mas a personagem principal poderá ser homem ou mulher. -Seu texto deve ter entre 25 e 30 linhas. -Reflita sobre os componentes (as partes) da narrativa e não se esqueça de inseri-las em seu texto. -Dê um título para sua redação. -Faça a redação à caneta. -Produza um texto de acordo com a norma culta (linguagem formal).

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NOME: 8º ANO DATA: 10/06/2014 REDAÇÃO

NOME:

8º ANO

DATA: 10/06/2014

REDAÇÃO

NOME: 8º ANO DATA: 10/06/2014 REDAÇÃO