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Instalações Elétricas Prediais

Instalações Elétricas Prediais
Nesta seção os seguintes assuntos serão abordados: Características de Sistemas de Distribuição Linhas Elétricas
Nesta seção os seguintes assuntos serão abordados: Características de Sistemas de Distribuição Linhas Elétricas

Nesta seção os seguintes assuntos serão abordados:

Características de Sistemas de Distribuição Linhas Elétricas

9/20/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

2

CONFIGURAÇÃO

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Características

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Características Sistema Isolado Sistema Interligado 2 0 / 9 / 2 0 1
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Características Sistema Isolado Sistema Interligado 2 0 / 9 / 2 0 1
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Características Sistema Isolado Sistema Interligado 2 0 / 9 / 2 0 1

Sistema Isolado

Sistema Interligado

Características Sistema Isolado Sistema Interligado 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR –

20/9/2010

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NATUREZA DA CORRENTE ELÉTRICA

20/9/2010

Corrente Contínua

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Características

4
4
4
4
4

4

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NATUREZA DA CORRENTE ELÉTRICA

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Características

Rede Polifásica (Trifásica)

Características Rede Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1
Características Rede Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1
Características Rede Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1

Corrente Alternada

Rede Monofásica

Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
Polifásica (Trifásica) Corrente Alternada Rede Monofásica 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR

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TENSÕES

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

 

Características

 
 

Categoria

Tensões Padronizadas

Outras Tensões Existentes

Utilização

 
     

1000kV

 

EAT

800kV

Extra Alta Tensão

750kV

 

Vn≥500kV

 

600kV

550kV

 

500kV

 

Transmissão

 

440kV

345kV

AT

330kV

Alta Tensão

230kV

 

69kV≤Vn<500kV

138kV

Transmissão

 

130kV

ou

88kV

Subtransmissão

69kV

 

Subtransmissão

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TENSÕES

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

 

Características

 
 

Categoria

Tensões Padronizadas

Outras Tensões Existentes

Utilização

 
 

34,5kV

 

Subtransmissão

 

31,5kV

 

23kV

24kV

     

14,4kV

MT Média Tensão

13,8kV

 

13,2kV

1kV<Vn<69kV

 

12,6kV

11,5kV

 

Distribuição

 

11kV

Primária

7,2kV

 
 

6,9kV

6,6kV

6,3kV

4,16kV

 
 

2,4kV

2,3kV

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SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO TENSÕES Características Categoria Tensões Padronizadas Outras Tensões Existentes
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO
TENSÕES
Características
Categoria
Tensões Padronizadas
Outras Tensões
Existentes
Utilização
660V
600V
550V
500V
480V
460V
BT
Baixa Tensão
Vn≤1kV (CA) ou
Vn≤1,5kV (CC)
440V
380V
Distribuição
254V
Secundária
230V
220V
130V
127V
120V
115V
110V
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NÚMERO DE FASES

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Características

Sistema Monofásico:

 
 

1

fase – (fase)+(neutro) – monofásico a 2 condutores

2

fases – (fase)+(fase) – bifásico

2

fases – (fase)+(fase)+(neutro) – monofásico a 3 condutores

Sistema Trifásico:

Trifásico a 3 fios – (fase)+(fase)+(fase) – Trifásico não aterrado ou

isolado; Trifásico a 4 fios – (fase)+(fase)+(fase)+(neutro) – Trifásico aterrado.

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NÚMERO DE CONDUTORES CARREGADOS

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

 

Características

 

2

condutores carregados

 
 

(Fase) + (Neutro)

 

(Fase) + (Neutro) + (Proteção)

 

(Fase) + (Fase) (Fase) + (Fase) + (Proteção)

 

(Positivo) +

(Negativo) em Corrente Contínua

 

3

con

d

utores carrega

d

os

 

(Fase) + (Fase) + (Neutro) (Fase) + (Fase) + (Neutro) + (Proteção) (Fase) + (Fase) + (Fase) (Fase) + (Fase) + (Fase) + (Proteção) (Fase) + (Fase) + (Fase) + (Neutro) – circuito equilibrado

 

(Fase) + (Fase) + (Fase) + (Neutro) + (Proteção) – circuito equilibrado

 

(Positivo) +

(Negativo) + (Massa) em Corrente Contínua

 

4

condutores carregados

 
 

(Fase) + (Fase) + (Fase) + (Neutro) – circuito desequilibrado (Fase) + (Fase) + (Fase) + (Neutro) + (Proteção) – circuito desequilibrado

 

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ESQUEMAS DE ATERRAMENTO

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Características

A primeira letra indica a situação da alimentação em relação à terra:

 
 

T

– Para ponto diretamente aterrado

I – Isolação das partes vivas em relação à terra ou emprego de resistência de aterramento

 

A segunda letra indica a situação das massas em relação à terra:

 

T

– para massas diretamente aterradas independente do aterramento do

 

ponto de alimentação N – massa ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado

Outras letras, se houverem, para indicar a relação entre condutores neutro

 

e

terra:

S

– quando separados (com condutores distintos)

C

– quando combinados em único condutor (PEN)

 

Quando a alimentação provier de uma rede de distribuição

pública em baixa tensão, o condutor neutro deve ser sempre aterrado na origem.

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TN-S

2 0 / 9 / 2 0 1 0
2 0 / 9 / 2 0 1 0

20/9/2010

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Esquemas de Aterramento

É o tipo de sistema de distribuição indicado para novos projetos 1 2
É o tipo de sistema de distribuição indicado para novos projetos 1 2
É o tipo de sistema de distribuição indicado para novos projetos 1 2
É o tipo de sistema de distribuição indicado para novos projetos 1 2

É o tipo de sistema de distribuição indicado para novos projetos

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TN-C

2 0 / 9 / 2 0 1 0

20/9/2010

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Esquemas de Aterramento

mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e
mais comumente encontrado nas residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e

mais comumente encontrado nas

residências, nos chuveiro o terra e o neutro são unidos e formam o PEN

É aquele

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TN-C-S SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Esquemas de Aterramento 20/9/2010 UTFPR – Campus Curitiba – DAELT –
TN-C-S
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO
Esquemas de Aterramento
20/9/2010
UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais
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TT SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Esquemas de Aterramento 20/9/2010 UTFPR – Campus Curitiba – DAELT –
TT
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO
Esquemas de Aterramento
20/9/2010
UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais
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IT

2 0 / 9 / 2 0 1 0

20/9/2010

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Esquemas de Aterramento

1 6
1 6
1 6

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Utilizado em locais aonde não pode haver falha no sistema de alimentação, como por exemplo salas cirúrgicas

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Solidamente

Aterrado

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Efetividade de Aterramento

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou

Aquele no qual pelo menos um ponto do sistema ou um condutor é intencionalmente conectado à terra, mantendo-se assim o mesmo potencial elétrico

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Aterrado por Impedância SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO Efetividade de Aterramento Este resistor ou reator (reatância
Aterrado por
Impedância
SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO
Efetividade de Aterramento
Este resistor
ou
reator
(reatância
indutiva)
é
usado para aterrar o ponto
de
neutro
de
sistemas
trifásicos, a fim de limitar a
corrente
na
eventual
ocorrência de
uma
falta
entre fase e terra.
Se
o
circuito
estiver
perfeitamente balanceado,
o fluxo
de
corrente pelo
reator será nulo e não
haverá perdas
Resistor de aterramento – fonte: Ambos Ltda
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TIPOS DE CONDUTORES

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Linhas Elétricas

Material do Condutor

Cobre – todas as aplicações Alumínio

Instalações Comerciais com bitola mínima de 50mm²

Instalações Industriais com bitola mínima de 16mm² Instalações Residenciais é proibido

IsolaçãoIsolação

RegimeRegime

SobrecargaSobrecarga

CurtoCurto--circuitocircuito

PVCPVC atéaté 300mm²300mm² acimaacima dede 300mm²300mm²

7070°°CC

100100°°CC

160160°°CC

140140°°CC

EPREPR

9090°°CC

130130°°CC

250250°°CC

XLPEXLPE

9090°°CC

130130°°CC

250250°°CC

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TIPOS DE CONDUTORES

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Linhas Elétricas

Condutor Isolado

Condutor + Isolação Isolado para 750V Exemplo: Cabo Superastic

Cabo Unipolar

Condutor + Isolação + Capa Isolado para 0,6/1kV Exemplo: Cabo Sintenax

Cabo Multipolar

Isolado para 0,6/1kV Exemplo: Cabo Sintenax Cabo Multipolar Condutor + Isolação + Capa + enchimento Isolado

Condutor + Isolação + Capa + enchimento Isolado para 0,6/1kV Várias Veias Exemplo: Cabo Sintenax Flex

Cabo Multipolar Condutor + Isolação + Capa + enchimento Isolado para 0,6/1kV Várias Veias Exemplo: Cabo
Cabo Multipolar Condutor + Isolação + Capa + enchimento Isolado para 0,6/1kV Várias Veias Exemplo: Cabo
Cabo Multipolar Condutor + Isolação + Capa + enchimento Isolado para 0,6/1kV Várias Veias Exemplo: Cabo

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MÉTODOS DE INSTALAÇÃO

SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Linhas Elétricas

1. Eletroduto

Embutido

 

2. Eletroduto

Aparente

3. Eletroduto

Enterrado

4. Cabo diretamente Enterrado

5. Eletrocalha

6. Bandeja

7. Leito ou Escada para Cabos

8. Canaleta de Piso

9. Canaleta pré-fabricada

10. Cabos ao Ar livre

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ELETRODUTO

 

LINHAS ELÉTRICAS

EMBUTIDO

Métodos de Instalação

Baixa Flexibilidade

   

Boa estética Uso Residencial e Comercial

Condutor Isolado, Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

Pode ser utilizado eletroduto de PVC rígido, metálico ou corrugado flexível

20/9/2010

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ELETRODUTO

EMBUTIDO

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

20/9/2010

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

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ELETRODUTO

APARENTE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Mais Flexível Estética prejudicada

Uso Comercial ou Industrial

Condutor Isolado, Cabo Unipolar ou Cabo

Multipolar

Preferencialmente utilizar eletrodutos metálicos Aceitável PVC rígido

20/9/2010

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ELETRODUTO

APARENTE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

APARENTE LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
APARENTE LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
APARENTE LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
APARENTE LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR

20/9/2010

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ELETRODUTO

APARENTE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010 UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 26
20/9/2010
UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais
26
 

ELETRODUTO

LINHAS ELÉTRICAS

ENTERRADO

Métodos de Instalação

Cuidar com a Cuidado com

proteção Mecânica a Presença de água e outros

 

agentes Uso em Interligações Externas Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

20/9/2010

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ELETRODUTO LINHAS ELÉTRICAS ENTERRADO Métodos de Instalação 20/9/2010 UTFPR – Campus Curitiba – DAELT –
ELETRODUTO
LINHAS ELÉTRICAS
ENTERRADO
Métodos de Instalação
20/9/2010
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ELETRODUTO

ENTERRADO

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

20/9/2010

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CONDUTOR

DIRETAMENTE

ENTERRADO

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Cuidar com a Cuidado com

agentes Uso em Interligações Externas Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

proteção Mecânica Presença de água e outros

20/9/2010

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CONDUTOR LINHAS ELÉTRICAS DIRETAMENTE Métodos de Instalação ENTERRADO 20/9/2010 UTFPR – Campus Curitiba –
CONDUTOR
LINHAS ELÉTRICAS
DIRETAMENTE
Métodos de Instalação
ENTERRADO
20/9/2010
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ELETROCALHA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Possui Tampa

Utilizar quando tiver muitos cabos de média bitola

Uso Industrial

Condutor Isolado, Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

20/9/2010

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ELETROCALHA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ELETROCALHA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR

20/9/2010

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ELETROCALHA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

20/9/2010

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ELETROCALHA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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BANDEJAS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Sem Tampa

Utilizar quando tiver muitos cabos de média bitola

Uso Industrial Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

20/9/2010

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BANDEJAS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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BANDEJAS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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PERFILADOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Com ou Sem Tampa

Muitos cabos

Dimensões padronizadas 19x38mm 38x38mm ou 38x76mm

Uso Industrial Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

de pequena bitola

,

20/9/2010

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PERFILADOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9
Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

20/9/2010

40

PERFILADOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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LEITO E ESCADA PARA CABOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Cabos de grande bitola Leito → Horizontal Escada → Vertical

Uso industrial Cabo unipolar ou multipolar

20/9/2010

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LEITO E ESCADA PARA CABOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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LEITO E ESCADA PARA CABOS

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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CANALETA

LINHAS ELÉTRICAS

ENTERRADA

Métodos de Instalação

Muitos cabos

de grande bitola

 

Construída na obra Cuidados com líquidos

Uso Industrial Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

20/9/2010

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CANALETA

ENTERRADA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação
Métodos de Instalação
ENTERRADA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR
ENTERRADA LINHAS ELÉTRICAS Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

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CANALETA PRÉ- FABRICADA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Poucos cabos de pequena bitola Pré-fabricadas Muito flexível

Uso Comercial

Condutor Isolado, Cabo Unipolar ou Cabo Multipolar

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

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CANALETA PRÉ- FABRICADA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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CANALETA PRÉ- FABRICADA

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais 2 0 / 9

20/9/2010

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INSTALAÇÃO AO AR LIVRE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

Circuito Único Fixados em isoladores Uso em iluminação pública ou em

distribuição secundária

Cabo Unipolar LINHA MESTRA – NÃO USAR

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

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INSTALAÇÃO AO AR LIVRE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 "LINHA MESTRA" NÃO UTILIZAR!
Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 "LINHA MESTRA" NÃO UTILIZAR!
Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 "LINHA MESTRA" NÃO UTILIZAR!

"LINHA MESTRA" NÃO UTILIZAR!

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

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INSTALAÇÃO AO AR LIVRE

LINHAS ELÉTRICAS

Métodos de Instalação

20/9/2010

UTFPR – Campus Curitiba – DAELT – Instalações Prediais

Métodos de Instalação 2 0 / 9 / 2 0 1 0 UTFPR – Campus Curitiba

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