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Processos físico-químicos e

biológicos associados para tratamento de chorume

Engº. Gandhi Giordano
Engº. Gandhi Giordano
para tratamento de chorume Engº. Gandhi Giordano Professor Adjunto do Departamento de Engª Sanitária e

Professor Adjunto do Departamento de Engª Sanitária e Meio Ambiente da UERJ

do Departamento de Engª Sanitária e Meio Ambiente da UERJ Diretor Técnico da TECMA – Tecnologia

Diretor Técnico da TECMA – Tecnologia em Meio Ambiente Ltda

gandhi@tecma-tecnologia.com.br

FORMAÇÃO DO CHORUME • Descrição de formação do chorume • Tratamento convencional na ETC
FORMAÇÃO DO CHORUME
• Descrição de formação do chorume
• Tratamento convencional na ETC

Tratamento alternativo / Primário

FORMAÇÃO DO CHORUME  A origem dos resíduos e sua composição  O clima local
FORMAÇÃO DO CHORUME  A origem dos resíduos e sua composição  O clima local
FORMAÇÃO DO CHORUME
 A origem dos resíduos e sua composição
 O clima local

A formação do chorume está relacionada a diversos fatores, tais como:

A forma do aterro e sua operação

A idade do aterro

COMPOSIÇÃO MÉDIA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL 3% 4% 3% 25% 5% Papéis Matéria
COMPOSIÇÃO MÉDIA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
URBANOS NO BRASIL
3%
4%
3%
25%
5%
Papéis
Matéria orgânica
Outros
Vidro
Plásticos

60%

MetaisRESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL 3% 4% 3% 25% 5% Papéis Matéria orgânica Outros Vidro Plásticos

Os chorumes são compostos de

matéria orgânica e inorgânica Fração Orgânica:  Proteínas  Gorduras  Ácidos orgânicos 
matéria orgânica e inorgânica
Fração Orgânica:
 Proteínas
 Gorduras
 Ácidos orgânicos
 Açúcares
Outros produtos da decomposição dos resíduos

Substâncias químicas contidas em restos de embalagens, principalmente dos produtos de limpeza e pesticidas

Decomposição de vegetais ou restos de madeira, contribui para a presença de compostos húmicos dificilmente degradáveis

FORMAÇÃO DE CHORUME A percolação das águas das chuvas através do leito de resíduos é
FORMAÇÃO DE CHORUME A percolação das águas das chuvas através do leito de resíduos é
FORMAÇÃO DE CHORUME
A
percolação das águas das chuvas através do leito de resíduos
é o fator mais importante para a geração do chorume (líquido
enriquecido pela matéria orgânica e inorgânica, original ou
oriunda da biodegradação dos resíduos, e em vários casos
pelos produtos da sua queima incompleta).

O chorume é então o produto da lixiviação dos resíduos

urbanos nas condições de disposição.

PROCESSO DE FORMAÇÃO DO CHORUME Resíduos Solubilização Sólidos Proteínas, sais, amônia, ácidos orgânicos e
PROCESSO DE FORMAÇÃO DO CHORUME Resíduos Solubilização Sólidos Proteínas, sais, amônia, ácidos orgânicos e
PROCESSO DE FORMAÇÃO DO CHORUME
Resíduos
Solubilização
Sólidos
Proteínas, sais, amônia,
ácidos orgânicos e
carbônicos
Urbanos
Lixiviação
Orgânicos residuais,
amônia, sais,
complexos metálicos
Processos
fermentativos

CHORUME

Chorume Bruto

Chorume Bruto
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CHORUMES  Concentração de matéria orgânica elevada  Recalcitrância aos processos
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CHORUMES  Concentração de matéria orgânica elevada  Recalcitrância aos processos
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CHORUMES
 Concentração de matéria orgânica elevada
 Recalcitrância aos processos biológicos de tratamento
 Nitrogênio amoniacal

Sais

Toxicidade aos organismos aquáticos

HISTÓRICO DO CHORUME BRUTO – 2007 A 2009 Parâmetros Médias Cloretos, mg/L Cl- 3092 -

HISTÓRICO DO CHORUME BRUTO – 2007 A 2009

Parâmetros

Médias

Cloretos, mg/L Cl-

3092

- 3964

Condutividade, mS/cm

19636 - 20976

Cor, mg Pt/L

5332

- 5921

DBO, mgO2/L

186 - 266

DQO, mgO2/L

3097

- 2906

Nitrogênio Amoniacal, mg/L N

1029 - 989

pH

8,7 - 8,4

ATERRO SANITÁRIO COM A CONCEPÇÃO MODERNA

Cobertura diária de

Cobertura diária de

Para o sistema de

Para o sistema de

resíduos dispostos resíduos dispostos recuperação de gás recuperação de gás Resíduo sólido Resíduo sólido
resíduos dispostos
resíduos dispostos
recuperação de gás
recuperação de gás
Resíduo sólido
Resíduo sólido
Proteção da
Proteção da
Poços de monitoramento
Poços de monitoramento
cobertura de argila
cobertura de argila
Água
Água
Gás
Gás

Para tratamento de

Para tratamento de

chorume chorume Mantas Mantas impermeabilizantes impermeabilizantes Gás Gás Água Água
chorume
chorume
Mantas
Mantas
impermeabilizantes
impermeabilizantes
Gás
Gás
Água
Água
Sistema coletor de Sistema coletor de chorume chorume Sistema de detecção e Sistema de detecção
Sistema coletor de
Sistema coletor de
chorume
chorume
Sistema de detecção e
Sistema de detecção e
coleta de chorume
coleta de chorume
Tubo de drenagem
Tubo de drenagem
Material de drenagem Material de drenagem Poço de drenageme Poço de drenageme Rolo compactado de
Material de drenagem
Material de drenagem
Poço de drenageme
Poço de drenageme
Rolo compactado de
Rolo compactado de
coleta de chorume
coleta de chorume

baixa permeabilidade

baixa permeabilidade

Água subterrânea

Água subterrânea

Solo natural da base do aterro

Solo natural da base do aterro

Processo de Tratamento do Chorume Etapa Preliminar Etapa Etapa Primária Secundária Etapa Terciária Reuso
Processo de Tratamento do Chorume Etapa Preliminar Etapa Etapa Primária Secundária Etapa Terciária Reuso
Processo de Tratamento do Chorume
Etapa
Preliminar
Etapa
Etapa
Primária
Secundária
Etapa
Terciária
Reuso

Processo de tratamento de chorume (diagrama de blocos)

Processo de tratamento de chorume (diagrama de blocos) Tratamento Primário CHORUME BRUTO EQUALIZAÇÃO PENEIRAMENTO
Tratamento Primário CHORUME BRUTO EQUALIZAÇÃO PENEIRAMENTO CAL PRECIPITAÇÃO QUÍMICA LODO FÍSICO-QUÍMICO
Tratamento Primário
CHORUME BRUTO
EQUALIZAÇÃO
PENEIRAMENTO
CAL
PRECIPITAÇÃO
QUÍMICA
LODO FÍSICO-QUÍMICO
DECANTAÇÃO
PRIMÁRIA
GASES
STRIPPING DE
AMÔNIA
LAVAGEM
GASES
CORREÇÃO DE
pH

Tratamento Secundário

Tratamento Terciário

CHORUME APÓS TRATAMENTO PRIMÁRIO CHORUME APÓS TRATAMENTO SECUNDÁRIO NUTRIENTES TANQUE DE AERAÇÃO FILTRAÇÃO
CHORUME APÓS
TRATAMENTO PRIMÁRIO
CHORUME APÓS
TRATAMENTO
SECUNDÁRIO
NUTRIENTES
TANQUE DE AERAÇÃO
FILTRAÇÃO
LODO BIOLÓGICO
DECANTADOR
CORREÇÃO DE pH
SECUNDÁRIO
NANOFILTRAÇÃO
CHORUME TRATADO
Etapa Preliminar • Equalização • Peneiramento
Etapa Preliminar • Equalização • Peneiramento
Etapa Preliminar
• Equalização
• Peneiramento

ETC CANDEIAS - PE

ETC CANDEIAS - PE
Etapa Primária • Precipitação química com adição de cal • Decantação • Remoção de amônia
Etapa Primária • Precipitação química com adição de cal • Decantação • Remoção de amônia
Etapa Primária
• Precipitação química com adição de cal
• Decantação
• Remoção de amônia
Leito de contato
TRATAMENTO PRIMÁRIO – CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA ALIMENTAÇÃO DE CAL MISTURADOR LENTO BOMBA HELICOIDAL TQ. DE

TRATAMENTO PRIMÁRIO – CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA

ALIMENTAÇÃO DE CAL MISTURADOR LENTO BOMBA HELICOIDAL TQ. DE PREPARAÇÃO DE CAL CALHA DE PRÉ-
ALIMENTAÇÃO DE CAL
MISTURADOR LENTO
BOMBA HELICOIDAL
TQ. DE PREPARAÇÃO
DE CAL
CALHA DE PRÉ-
SEDIMENTAÇÃO
DECANTADOR DE
CAL REAGIDA
PENEIRA MECÂNICA
TQ. DE
PRIMÁRIO
AERADOR
MISTURA
CHORUME BRUTO
TQ. DE
EQUALIZAÇÃO
LAGOA DE
EQUALIZAÇÃO
DECANTADOR
BOMBA
PRIMÁRIO
CENTRÍFUGA
ATERRO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
ATERRO DE RESÍDUOS
HOSPITALARES
LODO VAI P/ TQ. DE LODO
LODO VAI P/
TQ. DE LODO

VAI P/ TRATAMENTO

TRATAMENTO PRIMÁRIO O efluente do tratamento primário já apresenta-se isento do odor característico do chorume.
TRATAMENTO PRIMÁRIO O efluente do tratamento primário já apresenta-se isento do odor característico do chorume.
TRATAMENTO PRIMÁRIO
O efluente do tratamento primário já
apresenta-se isento do odor
característico do chorume.
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA Aspectos resultantes da precipitação química com cal:  Precipitação de sais orgânicos
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA Aspectos resultantes da precipitação química com cal:  Precipitação de sais orgânicos
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA
Aspectos resultantes da precipitação química com cal:
Precipitação de sais orgânicos

Precipitação de sais inorgânicos

Liberação do N-amoniacal

Tanque de leite de cal

Tanque de leite de cal
Tanque de leite de cal
REDUÇÃO DA DQO EM FUNÇÃO VARIAÇÃO DO pH DQO (mg O2/L) 3000 2500 2000 1500

REDUÇÃO DA DQO EM FUNÇÃO VARIAÇÃO DO pH

DQO (mg O2/L)

3000

2500

2000

1500

1000

500

0

AMOSTRA 1 AMOSTRA 2 8 9 10 11 12 12,5
AMOSTRA 1
AMOSTRA 2
8
9
10
11
12
12,5

pH

PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS ORGÂNICOS 2C 17 H 35 COONa + Ca +2  (C
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS ORGÂNICOS 2C 17 H 35 COONa + Ca +2  (C
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS ORGÂNICOS
2C 17 H 35 COONa + Ca +2  (C 17 H 35 COO) 2 Ca  + Na +
Estrutura orgânica insolubilizada pelo
cálcio
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS INORGÂNICOS Ca(OH) 2 + Ca(HCO 3 ) 2  2CaCO 3
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS INORGÂNICOS Ca(OH) 2 + Ca(HCO 3 ) 2  2CaCO 3
PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE SAIS INORGÂNICOS
Ca(OH) 2 + Ca(HCO 3 ) 2  2CaCO 3  + 2H 2 O
10 Ca +2 + 6 PO 4 - + 2OH -  Ca 10 .(PO 4 ) 6 .(OH) 2 

(hidroxiapatita)

NH 4 + + HCO 3 - + Ca(OH) 2 NH 3(aq) stripping + CaCO 3 + 2H 2 O

ASPECTO DO CHORUME APÓS A PRECIPITAÇÃO QUÍMICA COM CAL

ASPECTO DO CHORUME APÓS A PRECIPITAÇÃO QUÍMICA COM CAL
ASPECTO DO CHORUME APÓS A PRECIPITAÇÃO QUÍMICA COM CAL

RESÍDUOS CALCINADOS DO LODO GERADO NA ETAPA PRIMÁRIA DA ETC DE GRAMACHO

CALCINADOS DO LODO GERADO NA ETAPA PRIMÁRIA DA ETC DE GRAMACHO Cinzas da fração flotada Cinzas

Cinzas da fração flotada

CALCINADOS DO LODO GERADO NA ETAPA PRIMÁRIA DA ETC DE GRAMACHO Cinzas da fração flotada Cinzas

Cinzas da fração sedimentada

DECANTADOR PRIMÁRIO
DECANTADOR PRIMÁRIO

DECANTADOR

PRIMÁRIO

STRIPPING DA AMÔNIA A remoção da amônia por stripping mostrou ser a etapa mais importante
STRIPPING DA AMÔNIA A remoção da amônia por stripping mostrou ser a etapa mais importante
STRIPPING DA AMÔNIA
A
remoção da amônia por stripping mostrou ser a etapa mais
importante do tratamento do chorume, tendo sido obtidos
resultados experimentais que apresentaram eficiências >90%,
mesmos em temperaturas próximas de 20 ° C.

A amônia arrastada pelo fluxo de ar pode ser recuperada na

forma de (NH 4 ) 2 SO 4 , após lavagem com H 2 SO 4.

EFEITO DO pH SOBRE A REMOÇÃO DE AMÔNIA (22 o C) 5000 4000 3000 2000

EFEITO DO pH SOBRE A REMOÇÃO DE AMÔNIA (22 o C)

5000 4000 3000 2000 1000 0 8,2 9 10 11 12 pH mg NH3/L
5000
4000
3000
2000
1000
0
8,2
9
10
11
12
pH
mg NH3/L
EFEITO DA TEMPERATURA NA REMOÇÃO DA AMÔNIA POR STRIPPING EM pH i = 12,3 1

EFEITO DA TEMPERATURA NA REMOÇÃO DA AMÔNIA POR STRIPPING EM pH i = 12,3

1 8 o C 25 o C 33 o C 46 o C 0.36788 pH
1
8 o C
25
o C
33
o C
46
o C
0.36788
pH = 12,3
1-

0

20

40

60

t (min)

80

100

120

CORREÇÃO DE pH  Após o stripping ocorre a correção de pHfaixa de 9,0 a
CORREÇÃO DE pH  Após o stripping ocorre a correção de pHfaixa de 9,0 a
CORREÇÃO DE pH
Após o stripping ocorre a correção de pHfaixa de 9,0
a 9,5 12 para pH a com adição gás carbônico, para
alimentar o Tanque de Aeração.

Faixa operacional pH no Tanque de Aeração: 7,0 a 8,5.

Chorume Após correção do pH com gás carbônico

Chorume Após correção do pH com gás carbônico
Chorume Após correção do pH com gás carbônico

Carbonato de cálcio precipitado após correção de pH

Carbonato de cálcio precipitado após correção de pH
ADIÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO  O objetivo da adição do ácido fosfórico é fornecer nutrientes
ADIÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO  O objetivo da adição do ácido fosfórico é fornecer nutrientes
ADIÇÃO DE ÁCIDO FOSFÓRICO
O objetivo da adição do ácido fosfórico é
fornecer nutrientes para o balanceamento da
biomassa e remoção de amônia.
Adição de micronutrientes
HISTÓRICO DO CHORUME APÓS O TRATAMENTO PRIMÁRIO – 2007 A 2009 Parâmetros Médias Condutividade, 

HISTÓRICO DO CHORUME APÓS O TRATAMENTO PRIMÁRIO – 2007 A 2009

Parâmetros

Médias

Condutividade, S/cm

7020- 7839

Cor, mg Pt/L

758- 672

DBO, mgO 2 /L

44 - 98

DQO, mgO 2 /L

619- 794

Nitrogênio Amoniacal, mg/L N

181- 337

pH

11,9- 12,1

Etapa Secundária • Lodos ativados • Oxidação de matéria orgânica • Nitrificação e disnitrificação
Etapa Secundária
• Lodos ativados
• Oxidação de matéria orgânica
• Nitrificação e disnitrificação
TRATAMENTO SECUNDÁRIO LODOS ATIVADOS “AERAÇÃO PROLONGADA” DOSAGEM DE NUTRIENTES CORREÇÃO DE pH AERADOR VEM DO

TRATAMENTO SECUNDÁRIO LODOS ATIVADOS “AERAÇÃO PROLONGADA”

DOSAGEM DE NUTRIENTES CORREÇÃO DE pH AERADOR VEM DO TRATAMENTO PRIMÁRIO TERCIÁRIO TANQUE DE AERAÇÃO
DOSAGEM DE NUTRIENTES
CORREÇÃO DE pH
AERADOR
VEM DO
TRATAMENTO
PRIMÁRIO
TERCIÁRIO
TANQUE DE AERAÇÃO
DO TRATAMENTO PRIMÁRIO TERCIÁRIO TANQUE DE AERAÇÃO RETORNO DECANTADOR SECUNDÁRIO VAI P/ TRATAMENTO REMOVEDOR

RETORNO

DECANTADOR

SECUNDÁRIO

VAI P/ TRATAMENTO

REMOVEDOR DE LODO

DE LODO

LODOS ATIVADOS

LODOS ATIVADOS TANQUE DE AERAÇÃO
LODOS ATIVADOS TANQUE DE AERAÇÃO

TANQUE DE AERAÇÃO

DECANTADOR SECUNDÁRIO
DECANTADOR SECUNDÁRIO

DECANTADOR

SECUNDÁRIO

HISTÓRICO DO CHORUME APÓS O TRATAMENTO SECUNDÁRIO – 2007 A 2009

Parâmetros

Médias

Alcalinidade Total, mg CaCO 3 /L

363 - 440

Cálcio, mg/L Ca

221 - 117

Condutividade, S/cm

8290 - 4705

Cor, mg Pt/L

449

- 507

DBO, mgO 2 /L

42 - 40

DQO, mgO 2 /L

428

- 394

Nitrogênio Amoniacal, mg/L N

3 – 29

pH

7,2 - 8,3

Resíduo Não Filtrável Total, mg/L

74 - 124

Resíduo Não Filtrável Volátil, mg/L

52 - 73

Etapa Terciária • Pré-filtragem • Correção de pH • Membrana de nanofiltração
Etapa Terciária
• Pré-filtragem
• Correção de pH
• Membrana de nanofiltração

TRATAMENTO TERCIÁRIO

FILTRO PRÉ- FILTRO DE AREIA CALHA VEM DO TRATAMENTO SECUNDÁRIO PARSHALL TANQUE UNIDADE DE PULMÃO
FILTRO
PRÉ-
FILTRO
DE AREIA
CALHA
VEM
DO TRATAMENTO
SECUNDÁRIO
PARSHALL
TANQUE
UNIDADE DE
PULMÃO
NANOFILTRAÇÃO
CORPO
RECEPTOR
POÇO DE SUCÇÃO
POÇO DE
SUCÇÃO

SISTEMA DE NANOFILTRAÇÃO

SISTEMA DE NANOFILTRAÇÃO
SISTEMA DE NANOFILTRAÇÃO
CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA Chorume Bruto Chorume após tratamento físico-químico Chorume Clarificado

CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA

CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA Chorume Bruto Chorume após tratamento físico-químico Chorume Clarificado

Chorume

Bruto

Chorume

após

tratamento

físico-químico

Chorume

Clarificado

CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA Chorume Bruto Chorume após tratamento físico-químico Chorume Clarificado
HISTÓRICO EFLUENTE TERCIÁRIO – 2007 A 2008 Parâmetros Médias Alcalinidade Total, mg CaCO 3 /L

HISTÓRICO EFLUENTE TERCIÁRIO – 2007 A 2008

Parâmetros

Médias

Alcalinidade Total, mg CaCO 3 /L

53

- 66

Cálcio, mg/L Ca

50

- 18

Cloretos, mg/L Cl -

302 - 119

Condutividade, S/cm

1356 - 611

Cor, mg Pt/L

53

- 52

DBO, mgO 2 /L

17 - 7

Detergentes (MBAS), mg/L

1 - <0,20

DQO, mgO 2 /L

45

- 35

Fósforo Total, mg/L

3 - 1

Materiais Sedimentáveis, mL/L

0,5 - <0,5

Nitrogênio Amoniacal, mg/L N

1 - 5

pH

7,3 - 7,7

Resíduo Não Filtrável Total, mg/L

3 - 7

DQO (2007 - 2009) 4000 3600 3200 2800 2400 2000 1600 1200 800 400 0

DQO (2007 - 2009)

4000 3600 3200 2800 2400 2000 1600 1200 800 400 0 Bruto Primário Secundário Final
4000
3600
3200
2800
2400
2000
1600
1200
800
400
0
Bruto
Primário
Secundário
Final
mgO2/L
DBO 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 Bruto primário secundário

DBO

200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 Bruto primário secundário terciário
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
Bruto
primário
secundário
terciário
DBO
DQO e Nitrogênio Amoniacal 3300 3000 2700 2400 2100 1800 1500 1200 900 600 300

DQO e Nitrogênio Amoniacal

3300 3000 2700 2400 2100 1800 1500 1200 900 600 300 0 Bruto primário secundário
3300
3000
2700
2400
2100
1800
1500
1200
900
600
300
0
Bruto
primário
secundário
terciário
DQO
Nitrigênio Amoniacal
Condutividade e Cor 20000 18000 16000 14000 12000 10000 8000 6000 4000 2000 0 Bruto

Condutividade e Cor

20000 18000 16000 14000 12000 10000 8000 6000 4000 2000 0 Bruto primário secundário terciário
20000
18000
16000
14000
12000
10000
8000
6000
4000
2000
0
Bruto
primário
secundário
terciário
Condutividade
Cor

TOXICIDADE

258 215 172 Bruto/Primário 129 Terciário 86 43 0 Secundário UTp
258
215
172
Bruto/Primário
129
Terciário
86
43
0
Secundário
UTp

Utp: Limite = 8 ou 12,5% de efluente + 87,5% de água

TOXICIDADE Efluente Bruto • No efluente bruto o Ceno % variou de 0,39 à 3,12
TOXICIDADE Efluente Bruto • No efluente bruto o Ceno % variou de 0,39 à 3,12
TOXICIDADE
Efluente Bruto
No efluente bruto o Ceno % variou de 0,39 à 3,12 e a
Utp de 32 à 256.*
Efluente Final

No efluente final o Ceno % variou de 1 à 4 e a Utp de 25 à 100.*

*Em um período de 6 meses consecutivos

OBSERVAÇÕES FINAIS SOBRE OS PARÂMETROS SANITÁRIOS DBO não é um parâmetro indicado para quantificar a
OBSERVAÇÕES FINAIS SOBRE OS PARÂMETROS SANITÁRIOS DBO não é um parâmetro indicado para quantificar a
OBSERVAÇÕES FINAIS SOBRE OS
PARÂMETROS SANITÁRIOS
DBO não é um parâmetro indicado para quantificar a carga
orgânica do chorume
Cloretos e N-amoniacal estão sempre presentes em altas
concentrações nos chorumes
Metais pesados não são concentrados normalmente em
chorumes, exceto o Zinco

A variação do pH ocorre entre a faixa de 7,8 a 8,5, conforme a metanização do chorume

Cor intensa e baixa turbidez

ETE – Lodos Ativados • Chorume Clarificado • Biodegradação • Adsorção • Processos Biológicos Aeróbios
ETE – Lodos Ativados • Chorume Clarificado • Biodegradação • Adsorção
ETE – Lodos Ativados
• Chorume Clarificado
• Biodegradação
• Adsorção

Processos Biológicos Aeróbios

• Adsorção • Processos Biológicos Aeróbios • Redução do efeito osmótico pela diluição do

Redução do efeito osmótico pela diluição do chorume com esgoto