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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ

TECNÓLOGO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Cuiabá-MT, 08/02/2011

DAE--E-EEE

DAE-

DAE

DAE

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL E PREDIAL

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ TECNÓLOGO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Professor: Fabiano de Pádua

Aluno(a):

Turma:

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ

TECNÓLOGO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Cuiabá-MT, 08/02/2011

DAE--E-EEE

DAE-

DAE

DAE

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL E PREDIAL

SUMÁRIO

SUMÁRIO

SUMÁRIO

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

  • 1. ...............................................................................................................................

3

  • 1.1- Automatização

..........................................................................................................................

3

  • 1.2- Casa Inteligente

........................................................................................................................

4

  • 1.3- Mercado Doméstico

..................................................................................................................

5

  • 2. AUTOMAÇÃO RESIDENCIA/PREDIAL

.....................................................................................

5

  • 2.1- Sistemas Autônomos

................................................................................................................

5

  • 2.2- Sistemas Integrados

..................................................................................................................

6

  • 2.3- Sistemas Complexos

.................................................................................................................

6

2.4-

Integração

.................................................................................................................................

7

2.5- Sistema de Automatização

........................................................................................................

7

2.6-

Exemplos

..................................................................................................................................

8

  • 2.7- Itens de AR

...............................................................................................................................

9

2.8- Ativação de Circuitos

.............................................................................................................

  • 2.9- Cabeamento Estruturado

.........................................................................................................

10

10

  • 3. AUTOMATIZAÇÃO RESIDENCIAL

.........................................................................................

3.1- Controle Remoto

.....................................................................................................................

11

11

  • 3.2- Portão Eletrônico

....................................................................................................................

12

3.3-

Alarmes

...................................................................................................................................

14

3.4- Controle de Acesso

.................................................................................................................

21

  • 3.5- Cerca Elétrica

..........................................................................................................................

22

3.6-

CFTV

......................................................................................................................................

25

4.

PROJETOS

....................................................................................................................................

34

4.1- Etapas do Projeto

....................................................................................................................

34

4.2- Planejamento do Sistema de Cabeamento AR

........................................................................

35

4.3-

Soluções

..................................................................................................................................

36

  • 4.4- Tipos de Instalação

.................................................................................................................

38

4.5-

IHC

.........................................................................................................................................

38

4.6- Esquema Básico de Ligação de Iluminação

...........................................................................

38

4.7- Exemplos de Simbologia

........................................................................................................

39

4.8- Diagrama Elétrico

...................................................................................................................

39

  • 4.9- Tecnologias de AR

.................................................................................................................

39

  • 4.10- Integração de Sistemas

.........................................................................................................

41

4.11- Exercício de Projeto

..............................................................................................................

42

  • 5. SEGURANÇA PATRIMONIAL

...................................................................................................

44

5.1- Avaliar o Risco

.......................................................................................................................

44

  • 5.2- Proteção Física

........................................................................................................................

44

5.3-

Detecção

.................................................................................................................................

44

5.4- Circunstâncias que influenciam o risco

..................................................................................

  • 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

...........................................................................................

44

45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 3/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

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1.

1.

1.

1.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

A partir da década de 1990, a abertura dos mercados de informática e de

telecomunicações no Brasil possibilitou a popularização de diversas tecnologias

de controle e serviços de automação.

Sistemas que antes eram utilizados exclusivamente nos ambientes

corporativos das empresas e do comércio passaram igualmente a ser projetados e

utilizados também nos ambientes domésticos.

Este curso tem como objetivo, ensinar a instalar e projetar um sistema de

automação residencial e predial (AR).

1.1 Automatização

Automatização

1.1--- Automatização

1.1- 1.1

Automatização

Muito se fala sobre as "novidades" tecnológicas que irão equipar nossos

lares no futuro próximo. E este é o problema, estamos sempre falando em

"futuro"; está na hora de vivermos o presente da Automação Residencial. Por

outro lado, alguns equipamentos são instalados, como que aleatoriamente,

impulsionados pela onda mercadológica do momento e acabam resolvendo alguns

problemas localizados, mas sem nenhuma integração entre si. Isto acaba

resultando em frustrações para os usuários da Automação, que acabam

convivendo com sistemas autônomos e muitas vezes de difícil operacionalidade.

Sempre dentro da visão de que, embora o mercado apresente uma série de

obstáculos ainda, seu potencial é enorme e tende a se materializar rapidamente.

Como qualquer mercado emergente, no início podem até ser aceitas algumas

improvisações, porém só irão sobreviver os profissionais seriamente empenhados

em apresentar soluções permanentes e de qualidade aos seus clientes.

Há alguns termos encontrados: casa automática, casa inteligente,

automação residencial, retrofitting, domótica, etc. Mas todos devem concluir em

um só conceito: conforto. Deve permitir controlar a residência remotamente,

poupar tempo com tarefas repetitivas, economizar energia e dinheiro, interação

entre usuários à distância.

Comodidade + Segurança + Lazer
Comodidade
+
Segurança
+
Lazer
Qualidade de Vida
Qualidade de
Vida
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 4/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

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4/45

1.2- 1.2 1.2 Casa

1.2--- Casa Inteligente Inteligente Inteligente

Casa Casa Inteligente

Dispor de recursos dentro de uma instalação deixou de ser tão somente

uma questão de acompanhamento das tendências tecnológicas no novo milênio,

para se tornar símbolo de status e modernidade dentro do ramo imobiliário.

São conhecidos os benefícios que o uso de tecnologias que possibilitem

certa inteligência dentro das instalações pode trazer dentro do campo da

ECONOMIA de energia, do CONFORTO de seus usuários e da SEGURANÇA dos

mesmos.

O que normalmente os interessados nestes diferencias não conhecem é

como e por quanto eles poderiam estar implementando algumas destas funções

em seus imóveis.

Hoje o conceito de automação predial e/ou residencial ainda é um pouco

incerto, pois em uma automatização é preciso dar condições para que todos os

pequenos sistemas do ambiente (iluminação, segurança, ar condicionado,

controle de energia, incêndio, etc.) possam trabalhar em conjunto e de forma

otimizada dentro da instalação, o que nem sempre ocorre nos sistemas que assim

se intitulam atualmente.

As casas, e os edifícios em geral, não são nem nunca serão inteligentes,

mas sim o uso que delas soubermos fazer. É, no entanto, corrente chamar

inteligentes às casas que possuam características capazes de tornar a vida mais

simples a quem nelas habita assim agrupada em categorias principais:

o Segurança;

o Economia;

o Conforto;

o Ecologia;

o Integração.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 4/45 1.2- 1.2 1.2 Casa 1.2--- Casa Inteligente Inteligente
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 5/45

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1.3--- Mercado Doméstico

1.3 Mercado

1.3-

1.3

Mercado Doméstico

Mercado

Doméstico

Doméstico

A realidade atual é que cada vez mais se trabalha em casa, cada vez mais o

trabalho se parece com a nossa casa, ou nossas casas vão assumindo ares de

escritório. As residências, como complementos dos escritórios, passaram a

solicitar então uma maior demanda por serviços com maiores índices de conforto,

novos sistemas de comunicação e espaço para o entretenimento. Esse novo

mercado de automação representado pelos pequenos escritórios e usuários

domésticos ficou conhecido como "Mercado SOHO" (Small Office & Home Office),

tornando-se fato na arquitetura, no mobiliário, nas comunicações e até mesmo

nos eletrodomésticos mais modernos.

O mercado doméstico de automação também é caracterizado por um

número crescente de dispositivos e periféricos dotados ou não de algum tipo de

processamento, associados a equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos que,

apesar de não ter ainda o mesmo apelo mercadológico dos sistemas de

automação industriais e comerciais, tornaram-se uma vitrine justamente por

integrar itens sofisticados de tecnologia e demonstrar, na prática, as vantagens

proporcionadas pela automação. Construtores, integradores e até mesmo os

ocupantes desses novos prédios passaram a encarar a realidade da automação

predial como uma parte essencial de qualquer projeto arquitetônico.

2. AUTOMAÇÃO RESIDENCIA/PREDIAL

2. 2.

AUTOMAÇÃO RESIDENCIA/PREDIAL

RESIDENCIA/PREDIAL

RESIDENCIA/PREDIAL

2. AUTOMAÇÃO

AUTOMAÇÃO

A Automação Residencial e Predial tem a finalidade de minimizar a

intervenção do homem nas rotinas da vida contemporânea, tornando a vida no

lar mais prática, segura e confortável, sem deixar de lado o aspecto pessoal e

familiar necessário a um agradável ambiente.

Entre estas rotinas encontra-se, por exemplo, a operação de sistemas como:

segurança,

iluminação,

controle

térmico,

controle

de

TV/Som/Vídeo

e

ar

condicionado.

A Automação Residencial é um mercado em crescente expansão, onde a

Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside) estima que no Brasil,

nos próximos 5 anos, cerca de 40% das residências de médio e alto padrão

apresentarão algum sistema de automação.

Em uma residência, seja uma casa independente ou um apartamento,

podem existir vários graus de automação. Dentro do conceito, três são os graus

de integração destes sistemas de automação residencial/predial.

A DOMÓTICA é a disciplina que se ocupa em estudar e aplicar soluções

tecnológicas para automatizar certas operações ou seqüências de ações

executadas em um ambiente doméstico.

2.1--- Sistemas Autônomos

2.1- 2.1 Sistemas Sistemas Sistemas Autônomos

2.1

Autônomos Autônomos

São sistemas independentes e não há a interligação entre os dispositivos. É

projetado somente para ligar e desligar um subsistema ou um dispositivo

específico de acordo com um ajuste predefinido.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 6/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

6/45
6/45

Porém,

neste

esquema,

cada

dispositivo

ou

subsistema

é

tratado

independentemente, sem que dois dispositivos tenham relação um com o outro.

Características:

o Sistemas independentes;

o Não há interação entre os dispositivos;

o Ação de Liga/Desliga.

2.2- 2.2 2.2 Sistemas Sistemas Sistemas Integrados

2.2--- Sistemas Integrados

Integrados Integrados

Todos

os

sistemas

estão integrados a um controlador (central de

automação). É projetada para ter múltiplos subsistemas integrados a um único

controlador.

A limitação deste sistema está em que cada subsistema deve ainda

funcionar unicamente na forma a qual o seu fabricante pretendia. Basicamente,

trata-se apenas de controle remoto estendido a diferentes locais.

Características:

o Múltiplos sistemas projetados, todos integrados a um controlador

(integrador);

o Equipamentos com controle remoto;

o Central de automação ou processamento distribuído na rede.

2.3- 2.3 2.3 Sistemas Sistemas Sistemas Complexos

2.3--- Sistemas Complexos

Complexos Complexos

Princípio de funcionamento da casa inteligente, onde o sistema pode ser

personalizado de acordo com a vontade do usuário. O produto manufaturado

pode ser personalizado para atender as necessidades do proprietário.

O projetista em conjunto com o proprietário delineará instruções

específicas para modificar o uso do produto. O sistema torna-se um Gerenciador,

ao invés de ser apenas um controlador remoto.

Dependem de comunicação mão-dupla e retroalimentação de status entre

todos os subsistemas para um desempenho apurado.

Características:

o Personalizado de acordo com as necessidades do usuário;

o O sistema é o gerenciador;

o Programar o ambiente;

o Necessária infra-estrutura adequada;

o Integração através de software;

o Casa Inteligente.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 7/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

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7/45

2.4 Integração

Integração

2.4--- Integração

2.4-

2.4

Integração

Uma das principais preocupações dos projetistas e instaladores de sistemas

de Automação Residencial e Predial deve ser a integração entre eles.

 

Os produtos modernos, embora muitas vezes de complexa tecnologia,

dispõem de interfaces "amigáveis" para que possam ser operados com certa

facilidade pelo usuário final.

No

entanto,

quando

uma

série

de

produtos

destes

trabalham

sem

comunicação entre si, o resultado na maioria das vezes é uma grande confusão

operacional.

Quando

se

prevê

um

cabeamento

prévio

das

residências,

toda esta

integração pode ser obtida ao final e a um custo muito pequeno.

 

Atualmente, é bem superficial a tentativa de integração entre fabricantes

diferentes em nível de hardware. Entretanto, via software se consegue integrar

quase que totalmente.

Um sistema bem automatizado busca a integração total.

2.5 Sistema

2.5-

2.5--- Sistema

2.5

Sistema dededede Automatização

Sistema

Automatização Automatização Automatização

 
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 7/45 2.4 Integração Integração 2.4--- Integração 2.4- 2.4 Uma

Supervisão:

o Monitoramento Remoto de Eventos.

Comando:

o Acionamento Remoto de Equipamentos.

Controle Automático:

o Manter o controle de um dispositivo em um valor de referência.

Sistemas Programáveis:

o Controle e gerenciamento de Integração de sistemas diversos.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

8/45
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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 8/45 2.6 Exemplos Exemplos 2.6--- Exemplos 2.6- 2.6 Este

2.6 Exemplos

Exemplos

2.6--- Exemplos

2.6- 2.6

Exemplos

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 8/45 2.6 Exemplos Exemplos 2.6--- Exemplos 2.6- 2.6 Este
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 8/45 2.6 Exemplos Exemplos 2.6--- Exemplos 2.6- 2.6 Este
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 9/45

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9/45

2.7--- IItens

2.7

2.7-

2.7

tens dededede ARARARAR

IItens

tens

2.7.1- Acionadores e Controladores

o Interruptores;

o Timers;

o Câmeras de Vigilância;

o Sensores de Presença e Movimento;

o Termostatos;

o Reconhecimento de Voz;

o Controles Remotos;

o Centrais Inteligentes.

2.7.2- Receptores

o Luzes;

o Monitores;

o Caixas Acústicas;

o Equipamentos de Home Theater;

o Sirenes e Alarmes;

o Cortinas Automáticas;

o Ar Condicionado;

o Aquecedores;

o Irrigadores.

2.7.3- Infraestrutura Física

o Quadros de Distribuição;

o Conduítes;

o Cabeamento;

o Outlets;

o Hub;

o Soluções Wireless;

o Estabilizadores e Protetores;

o Centrais de Automação (equipamento).

2.7.4- Infraestrutura Lógica

o Software;

o Protocolos;

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10/45

o Central de Automação (programação).

  • 2.8 2.8- 2.8--- 2.8 AAtivação

AAtivação tivação tivação dededede Circuitos

Circuitos Circuitos Circuitos

2.8.1- Zona

o Uma zona define um circuito.

o Liga/Desliga apenas um circuito.

2.8.2- Cenário

o Um cenário pode ser um conjunto de zonas.

o Faz-se uma combinação de acionamento que será ativado por um

ponto apenas.

2.9 Cabeamento

2.9- 2.9

2.9--- Cabeamento

Cabeamento EEstruturado

Cabeamento

EEstruturado

struturado

struturado

Cabeamento estruturado é um cabeamento de baixa corrente e tensão para

uso integrado em comunicações de voz, dados, controles prediais e imagem,

preparado de tal maneira que atende aos mais diversos tipos e leiautes de

instalação, por um longo período de tempo, sem exigir modificações físicas da

infra-estrutura. A idéia é que este cabeamento proporcione ao usuário uma

tomada universal, onde ele possa conectar diferentes aplicações como

computador, telefone, fax, rede local, TV a cabo, sensores, alarme, etc.

O conceito de cabeamento estruturado residencial (ANSI/TIA/EIA 570-B)

surge como resposta com o intuito de padronizar o cabeamento instalado em

edifícios comerciais ou residenciais, independente das aplicações a serem usadas

nos mesmos.

2.9.1- Cabos para Alarmes, Cerca Elétrica e Sensores

Em alarmes e sensores é usual o cabo par-trançado ou CCI e para cerca

elétrica usa-se um cabo de alta isolação.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 10/45 o Central de Automação (programação). 2.8 2.8- 2.8---

2.9.2- Cabos para CFTV

Usa-se cabo coaxial, coaxial + bipolar 2x26AWG e cabo manga.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 11/45 3. AUTOMATIZAÇÃO RESIDENCIAL 3. 3. RESIDENCIAL 3. AUTOMATIZAÇÃO

3. AUTOMATIZAÇÃO RESIDENCIAL

3.

3.

RESIDENCIAL RESIDENCIAL

3. AUTOMATIZAÇÃO

AUTOMATIZAÇÃO AUTOMATIZAÇÃO RESIDENCIAL

A tecnologia é algo absolutamente presente na vida de qualquer ser

humano atualmente, se tornando difícil até de distinguir onde está ou não

presente o uso da tecnologia, isso é proporcionado pelo fato de que a tecnologia

está cada vez mais transparente ao uso, deixando de ser algo assustador ou

mesmo complexo de se operar.

As tecnologias que permitem ver de qualquer ponto da casa, por televisores,

quem está diante da porta, ou ligar via Internet o microondas para esquentar o

jantar, são geralmente baseadas em conexões de alta confiabilidade, que

interligam computadores pessoais, sistemas de segurança, telefones, iluminação,

aparelhos elétricos em conjunto e outras aplicações.

Das tecnologias existentes, a que se destaca mais é com relação aos

equipamentos que devem centralizar os controles e processos tornando tudo mais

simples e automático, mas é o desejo do usuário que deve prevalecer,

3.1- 3.1 Controle Controle Controle Remoto

  • 3.1 3.1--- Controle Remoto

Remoto Remoto

Todo o sistema de comunicação via RF, com acesso restrito, necessitam de

alguma forma de proteção, que torne sigilosa a informação transmitida. Nos

sistemas de comando remoto de pequeno alcance, utilizados para acionamento de

portões de garagens, alarmes, dentre outros, há três maneiras diferentes de

manter a segurança da comunicação entre transmissores ("controles remotos") e

receptores:

o Codificação fixa definida pelo usuário => é aquela em que é necessário

codificar manualmente o receptor e os transmissores, de acordo com

um padrão definido;

o Codificação fixa por processo "Learning Code" => os transmissores tem

códigos personalizados e inalteráveis, sendo, o receptor, programado

para reconhecê-los;

o Codificação por processo "Hopping Code" => tecnologia patenteada por

Microchip (TM), onde os códigos de segurança dos transmissores

mudam de uma transmissão para outra. O receptor é programado,

pelo processo "learning", para cadastrar os transmissores e, a partir de

cada código inicial memorizado, um algoritmo complexo permite que

este receptor reconheça todas as combinações possíveis (mais de 16

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 12/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

12/45
12/45

bilhões) para cada transmissor cadastrado. Após a transmissão, o

receptor só aceitará aquele código, novamente, após esgotarem-se

todas as combinações (são necessários mais de 18 anos, com duas

operações por dia, para que isto aconteça). Isto significa que, se, por

algum processo eletrônico, alguém conseguir clonar o código de uma

transmissão "hopping" esta informação não poderá ser usada, para

sabotar o sistema de segurança, senão após quase duas décadas.

Conclusão: este é o processo mais seguro para garantir que, apenas,

os transmissores cadastrados serão reconhecidos pelo receptor.

ATENÇÃO: um sistema de controle remoto pode ser "learning", mas não,

necessariamente, "hopping"; isto é, ele pode utilizar transmissores com códigos

fixos, apesar destes dois tipos de transmissores serem cadastrados da mesma

forma pelos respectivos receptores.

3.2--- PPortão

3.2-

3.2

3.2

ortão

PPortão

ortão Eletrônico

Eletrônico

Eletrônico

Eletrônico

Para

cada

tipo

de

portão

a

ser

automatizado

existe

uma

mecânica

específica determinada pelo movimento de abertura e fechamento.

Controles de Abertura e Acionamento de Luz e Garagem. Barreira de Trava Sinaleiro de Segurança Elétrica.
Controles de
Abertura e
Acionamento
de Luz e
Garagem.
Barreira de
Trava
Sinaleiro de
Segurança
Elétrica.
Segurança,
Fechamento.
com sensor
entrada e
Chaves e
Infravermelho.
saída de
Botoeiras.
veículos.
MM
MM
 

Central de

Acionamento

 

do Motor

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 12/45 bilhões) para cada transmissor cadastrado. Após a transmissão,
Energia ~ Elétrica
Energia
~
Elétrica
Controle Remoto
Controle
Remoto

Assim, pode-se classificar em três tipos:

o Deslizantes;

o Basculantes;

o Pivotantes.

3.2.1- Deslizantes

Tem como características o movimento de abertura e fechamento através de

trilhos horizontais e de roldanas que deslizam sobre o mesmo.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

13/45
13/45
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical

3.2.2- Basculante

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical

Possui como característica o movimento vertical articulado, onde a abertura

e fechamento se dão através da articulação da folha.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical

3.2.3- Pivotante

Sustentado

articulado.

por

dobradiças

articuladas

faz

um

movimento

horizontal

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 13/45 3.2.2- Basculante Possui como característica o movimento vertical
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 14/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

14/45
14/45

3.3--- AAlarmes

3.3

AAlarmes

larmes

larmes

3.3-

3.3

A Central

de

Alarme

é

o

seu vigia,

deliberadamente,

residência.

"vê"

e

registra tudo o

que não dorme,

nunca se distrai, e

que

se

passa em

sua empresa ou

Além de proporcionar tranqüilidade e diminuição significativa dos custos

com segurança, nossas centrais de alarme permitem o total controle da entrada e

saída de pessoas no patrimônio que estiver sendo vigiado.

Em outras palavras, não basta apenas ter a cópia da chave para entrar,

precisa ter a senha de acesso, que quando usada, registra a pessoa que entrou, a

data e a hora desta ocorrência.

A correta instalação e configuração dos dispositivos da central de alarme

são feitas de acordo com as necessidades e particularidades de cada cliente,

obedecendo às variações técnicas apropriadas ao ambiente e/ou local que deverá

ser protegido, tipo ambientes internos, externos, sujeitos a elevadas variações de

temperatura ou não, a respingos de chuva, etc.

Detectores Unidade de Delatores Controle Acionadores
Detectores
Unidade de
Delatores
Controle
Acionadores

3.3.1- Central (CLP)

É o coração do sistema, comandando todas as ações de proteção do cliente,

devendo ser instalada em local seguro e de difícil acesso, com proteção adicional e

obrigatória de sensor específico para este fim.

Deve-se também ser notada a relação entre o número de zonas e o número

de sensores envolvidos na solução, pois somente com esta relação sendo

verdadeira, o prestador de serviço de monitoramento poderá identificar

precisamente qual o sensor que detectou o problema, de forma individual e

cronológica, facilitando ainda a manutenção, minimizando problemas e falsos

alarmes.

O correto dimensionamento da central significará, com certeza, diferencial

da qualidade dos serviços que serão prestados, e deve ser observado com

bastante atenção.

3.3.2- Teclado de acesso

São equipamentos que permitem a interação do sistema de alarme com

seus usuários, permitindo sua ativação e desativação.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 15/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

15/45
15/45

É por intermédio do teclado, que seus usuários, identificados por senhas

exclusivas e secretas, poderão armar e desarmar o sistema de alarme em questão,

de acordo com suas necessidades específicas.

3.3.3- Controle Remoto

o Transmitem um código em alguma freqüência.

o Na Central fica o circuito receptor que recebe o sinal do controle para

ligá-la, desligá-la ou operar outra função possível.

3.3.4- Sensores

Com fio:

o Sensores Magnéticos:

Formado por uma ampola de vidro com duas lâminas metálicas

(reed-switch) e um ímã.

Ao haver um distanciamento entre as duas partes, o campo

magnético do ímã não mais incidirá sobre o reed-switch que abrirá

seus contatos.

Empregado em locais que possibilitam abertura de duas partes, o

reed-switch em uma e o ímã em outra.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 15/45 É por intermédio do teclado, que seus usuários,
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 15/45 É por intermédio do teclado, que seus usuários,

o Sensor Infravermelho Passivo (IVP - Passive Infrared PIR).

Detector de movimento volumétrico (protege uma determinada

área). Eles detectam qualquer movimento em um determinado

ambiente.

É baseado na captação de radiações

infravermelhos (calor) emitidas por um corpo.

Tudo que se encontra acima do zero absoluto

(-273°C) emite calor.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 15/45 É por intermédio do teclado, que seus usuários,
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16/45
16/45

Um transdutor (piroelétrico) existente no dispositivo recebe a

radiação de corpos que se desloquem em sentido transversal ao seu

campo de visão. Um circuito analisa os sinais que geram abertura

de um relé.

Com microondas: Este sensor irradia um sinal de freqüência alta

que reflete em algo e retorna ao mesmo. Se algo interrompe essa

reflexão, o sensor percebe isso.

o Sensor Infravermelho Ativo (IVA):

Active Infrared.

Estes sensores tem uma parte que emite um feixe

de radiação infravermelha e outra que recebe

(fotoelétrico).

Eles trabalham em pares, normalmente em áreas

externas, um de frente para o outro, detectando

por quebra de feixe.

Há o sensor com duplo feixe que é de

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 16/45 • Um transdutor (piroelétrico) existente no dispositivo recebe

fundamental importância para prevenir falso alarme, evitando

gatos, cachorros, pássaros, etc.

Alcance: de 60m a 300m.

o Detector de Quebra de Vidros:

Glass break detector.

Baseado num microfone de eletreto que capta os sons

característicos da quebra de um vidro para disparar o sistema de

alarme.

O microfone deve ser direcionado para o vidro protegido.

o Cabo Microfônico:

Desenvolvido inicialmente para aplicações militares.

Atende um grande número de casos em que outros sistemas não

oferecem soluções (presença de vegetação, neblina, chuva, neve,

vento, terrenos acidentados, entre outros).

Aplicável em alambrados, grades ou estruturas metálicas.

A proteção perimetral detectará um intruso que esteja cortando,

escalando ou levantando o alambrado, bem como tentativas de

arrombamento de estruturas protegidas.

Funcionamento:

As perturbações mecânicas (vibrações, cortes, golpes, etc.) geradas

durante uma tentativa de intrusão são transformadas em sinais

eletrônicos que, analisados em tempo real por um poderoso

processador digital, determinam a condição de alarme em função de

parâmetros pré-estabelecidos.

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17/45
17/45
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 17/45 o Sirene: • Ruído para chamar a atenção.

o Sirene:

Ruído para chamar a atenção.

o Discador Telefônico (Modem):

Discagem por tom ou pulso.

Sem fio:

Os sensores aqui mencionados têm suas versões sem fio (wireless).

É acoplado ao circuito dos sensores um transmissor (292, 315, 433

ou 868 MHz) que transmite seus sinais à Central de Alarmes.

Algumas Centrais têm um circuito receptor de RF como parte

integrante de seu circuito.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 17/45 o Sirene: • Ruído para chamar a atenção.
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 17/45 o Sirene: • Ruído para chamar a atenção.
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18/45
18/45

3.3.2- Alarme de Intrusão

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 18/45 3.3.2- Alarme de Intrusão Configuração elementar de um

Configuração elementar de um sistema de alarmes de intrusão:

o Detectores:

São os dispositivos que detectam, percebem ou sentem a alteração

de uma determinada condição estabelecida e informam isso a

unidade de controle. Por isso são designados comumente como

sensores, cada um a sua própria (específica) lógica de detecção.

o Acionadores:

São responsáveis por ligar e desligar a Central.

Exemplos: teclado e controle remoto.

o Delatores:

São os dispositivos que efetivamente alertam sobre a violação.

Exemplos: sirene, telefone e iluminação.

o Unidade de Controle:

É o equipamento responsável por controlar o funcionamento de todo

o sistema, conhecida como Central de Alarmes.

Recebe informações dos detectores e então aciona os delatores.

Toda Central funciona com duas formas de alimentação: rede

elétrica pública e bateria recarregável.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

19/45
19/45

Alguns recursos: Capacidade de ligar sozinha em um determinado

horário, acionar equipamentos elétricos, supervisão da linha que

liga os acionadores e programação da Central local ou remotamente.

3.3.3- Alarme de Incêndio

De acordo com a definição da Norma NBR 9441/98:

o “Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

dispostos e adequadamente interligados, que fornece informações de

princípios de incêndio princípios de incêndio, por meio de indicações

sonoras e visuais, e controla os dispositivos de segurança e de

combate automático instalados no prédio.”.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 19/45 • Alguns recursos: Capacidade de ligar sozinha em
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 19/45 • Alguns recursos: Capacidade de ligar sozinha em

O sistema deve proporcionar:

o A concentração de todos

principal;

os alarmes e controles

em

uma central

o Detecção

automática

supervisionados;

o Às

pessoas,

solicitar

de

alguma

socorro

por

localizados em pontos estratégicos;

anormalidade

nos

ambientes

meio

de

acionadores

manuais

o A indicação de vias de escape utilizáveis para as pessoas nas áreas de

perigo;

o Fornecimento de informações e liberação das rotas de acesso e de

fuga;

o Ativação seqüencial de alarmes, visuais e sonoros, para o abandono

das áreas;

o Ativação de sistemas automáticos de combate ao incêndio, com seus

respectivos alarmes sonoros e/ou visuais;

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

20/45
20/45

o Abertura e fechamento das portas corta-fogo;

o Controle

do

sistema

de

ar-condicionado

para

evitar

invasão

de

fumaça.

Sensor de Temperatura:

 

o Sua

ativação

ocorre

quando

a

temperatura

ambiente

(caso

dos

térmicos)

ou

o

gradiente

da

temperatura

(caso

dos

termovelocimétricos) ultrapassa um certo valor pré-determinado.

o Térmicos:

Instalados

em

ambientes

onde

a

ultrapassagem

de

determinada temperatura indique seguramente um princípio de

incêndio. Exemplo: processos que produzem calor.

o Termovelocimétricos (2): São utilizados onde o ambiente está sujeito à

presença de fumaça ou poeira e onde a velocidade do aumento da

temperatura indique um princípio de incêndio (8 a 10 oC por minuto).

Exemplos: salas de aquecimento, cozinhas e lavanderias.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

Sensor de Fumaça:

o O sensor é um importante elemento na composição de um sistema de

prevenção e combate a incêndios. É ele quem detecta alguma variação

de característica física ou química e aciona a central ou o alarme.

o Linear (1): Sua ativação ocorre quando da presença de partículas e/ou

gases, visíveis ou não, ou mesmo variação de temperatura, em uma

linha física de sensoriamento.

o Iônicos(4): recomendados em fogos de desenvolvimento rápido e de

alta energia. Exemplos: locais com presença de combustíveis

inflamáveis, solventes.

o Ópticos

(3):

recomendados

em

fogos

de

desenvolvimento

lento.

Exemplos: corredores ou rotas de escape, locais com a presença de

madeira ou papel.

o Chama (5): sua ativação ocorre quando da presença de radiação de

energia, dentro ou fora do espectro visível, resultante de um princípio

de incêndio no ponto da instalação.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

1

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

2

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

3

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

4

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 20/45 o Abertura e fechamento das portas corta-fogo; o

Base

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

21/45
21/45

Acionador Manual:

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a

o Dispositivo destinado a transmitir a informação de um princípio de

incêndio, quando acionado pelo elemento humano;

o O conjunto de acionamento é constituído, basicamente, por um botão,

um cilindro e uma mola.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a

3.4- 3.4 Controle Controle Controle dededede Acesso

  • 3.4 3.4--- Controle

Acesso Acesso Acesso

Em segurança, especialmente segurança física, o termo controle de acesso

é uma referência à prática de permitir o acesso a uma propriedade, prédio, ou

sala, apenas para pessoas autorizadas. O controle físico de acesso pode ser

obtido através de pessoas (um guarda, segurança ou recepcionista) com uso de

meios mecânicos como fechaduras e chaves, ou através de outros meios

tecnológicos, como sistemas baseados em cartões de acesso.

O controle de acesso, na segurança da informação, é composto dos

processos de autenticação, autorização e auditoria. Neste contexto o controle de

acesso pode ser entendido como a habilidade de permitir ou negar a utilização de

um objeto (uma entidade passiva, como um sistema ou arquivo) por um sujeito

(uma entidade ativa, como um indivíduo ou um processo). A autenticação

identifica quem acessa o sistema, a autorização determina o que um usuário

autenticado pode fazer, e a auditoria diz o que o usuário fez.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 21/45 Acionador Manual: o Dispositivo destinado a transmitir a
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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

22/45
22/45

3.4.1- Identificação e Autenticação

A identificação e autenticação fazem parte de um processo de dois passos

que determina quem pode acessar determinado sistema. Durante a identificação

o usuário diz ao sistema quem ele é (normalmente através de um nome de

usuário). Durante a autenticação a identidade é verificada através de uma

credencial (uma senha, por exemplo) fornecida pelo usuário. Atualmente, com a

popularização tecnológica, reconhecimento por impressão digital, smartcard,

MiFare ou RFID estão substituindo, por exemplo, o método de credencial (nome e

senha). Dispositivos com sensores que fazem a leitura, a verificação e a

identificação de características físicas únicas de um indivíduo aplicam a

biometria e fazem agora a maior parte dos reconhecimentos. A identificação

biométrica por impressão digital é a mais conhecida e utilizada atualmente por

sua fidelidade alta e baixo custo.

3.4.2- Autorização

A autorização define quais direitos e permissões tem o usuário do sistema.

Após o usuário ser autenticado o processo de autorização determina o que ele

pode fazer no sistema.

3.4.3 Auditoria

A auditoria (accounting) é uma referência à coleta da informação

relacionada à utilização, pelos usuários, dos recursos de um sistema. Esta

informação pode ser utilizada para gerenciamento, planejamento, cobrança e etc.

A auditoria em tempo real ocorre quando as informações relativas aos usuários

são trafegadas no momento do consumo dos recursos. Na auditoria em batch as

informações são gravadas e enviadas posteriormente. As informações que são

tipicamente relacionadas com este processo são a identidade do usuário, a

natureza do serviço entregue, o momento em que o serviço se inicia e o momento

do seu término.

3.5--- CCerca

3.5

CCerca

3.5-

3.5

erca Elétrica

erca

Elétrica

Elétrica

Elétrica

A cerca elétrica depende de um equipamento que, pelo menos, gere a

tensão na mesma. Esse equipamento chamado de Central de Cerca Elétrica é um

gerador de alta-tensão (eletrificador de cerca) com alarme de corte e/ou

aterramento dos fios que formam a cerca. Indicado para proteção perimetral

urbana (residências, comércio, indústrias, etc).

A central também pode atuar como uma central de alarme independente da

função de eletrificador, ou seja, uma cerca elétrica + uma central de alarme.

O eletrificador gera pulsos (geralmente intervalos de um segundo) de alta-

tensão (8.000, 10.000 ou 13.000 Volts) com intervalo entre os mesmos. Tais

pulsos serão sentidos pelo indivíduo que entrar em contato com a cerca (choque!).

Esse fenômeno é provocado pelo fechamento de um circuito que se forma entre a

pessoa, o eletrificador e o terra. O choque, apesar da elevada tensão, não é fatal

pois a corrente e potência do mesmo são limitadas, conforme normas

internacionais.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

23/45
23/45

Há dois tipos à disposição no mercado:

o Cercas monitoradas: Permitem a sua integração com uma central de

alarme, que poderá estar ligada ou não externamente com uma

empresa de segurança eletrônica. Além disso, poderão, quando tocada,

acionar alarmes, luzes, etc.

o Cercas não monitoradas: Possuem as mesmas características da

anterior, porém não podem ser ligadas a uma central de alarme.

3.5.1- Aterramento

O aterramento é parte fundamental para o bom funcionamento do sistema.

Se o aterramento for ineficiente a sensação de choque será diminuída.

Utilize hastes de aterramento padronizadas, como por exemplo, de cobre e

com 2,40m de comprimento.

Local para fixação da(s) haste(s) de aterramento:

o Sempre no solo: não instale a haste em muros ou similares;

o Deve ser mais distante o possível de outros aterramentos elétricos ou

fiação;

o Escolha um local que, preferencialmente, seja úmido o ano inteiro.

Não conecte mais de 1 (um) eletrificador ao mesmo aterramento. Podem-se

instalar várias hastes em um aterramento. Procure distribuí-las de forma

homogênea entre o perímetro circulado pela cerca.

Atenção:

o Jamais instale o eletrificador sem aterramento.

o Nunca utilize

o

eletrificador.

Neutro da rede

elétrica como aterramento para o

o O aterramento deve ser "exclusivo" para a cerca elétrica.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 23/45 Há dois tipos à disposição no mercado: o
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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

24/45
24/45

3.5.2- Cerca

Materiais:

o Arame: utilize arame galvanizado aço inox ou cobre nu;

o Hastes e isoladores: utilize hastes galvanizadas ou de alumínio com

isoladores próprios para alta-tensão. Fixe bem as hastes (parafusos

com bucha, cimento, solda, etc.). A distância máxima entre as hastes

não deve ultrapassar 3 metros. Existem hastes padronizadas

disponíveis no mercado;

o Placas

de

advertência:

são

de

uso

obrigatório

e

devem

conter

informação alertando quanto ao risco de choque elétrico.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 24/45 3.5.2- Cerca Materiais: o Arame: utilize arame galvanizado

3.5.3- Ligação do Sistema

Toda a fiação de ligação entre o eletrificador e a cerca deve ser feita com

cabos apropriados para alta-tensão (cabo de alta-isolação de no mínimo 15KV).

Essa fiação deve sair pelo lado direito (Figura a seguir) do eletrificador e seguir

diretamente para a cerca, sem que, nessa trajetória, passe próximo a qualquer

outro tipo de fiação elétrica ou materiais metálicos. O comprimento máximo para

os fios de ligação eletrificador-cerca não deve ultrapassar 35 metros.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 24/45 3.5.2- Cerca Materiais: o Arame: utilize arame galvanizado
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 25/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

25/45
25/45

Geralmente, a fiação utilizada na cerca é de fio de aço inox com diâmetro de

20 AWG, sendo o mais utilizado devido sua durabilidade, baixa resistência

elétrica por metro e resistência à tensão mecânica exigida pelo estiramento, a fim

de evitar “barrigas” e “balanço” que provocariam rompimentos.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 25/45 Geralmente, a fiação utilizada na cerca é de

Evite a instalação e passagem dos cabos de alta tensão próximos a cabos

de sinais,

tais

interferência.

como fios

de telefone,

áudio, vídeo, etc.,

para que

não

haja

3.6 CFTV

CFTV

3.6--- CFTV

3.6-

3.6

CFTV

CFTV (Circuito Fechado de Televisão), ou Closed Circuit TeleVision (CCTV), é

um sistema de televisionamento que distribui sinais, provenientes de câmeras

localizadas em locais específicos, para um ponto de supervisão pré-determinado

local ou remoto.

Os sistemas de CFTV normalmente utilizam câmeras de vídeo (CCD -

charge-coupled device), cabos ou transmissores/receptores sem-fio ou redes de

dados e monitores.

O sistema de CFTV não é aplicado somente com propósitos de segurança e

vigilância, também é utilizado em outros campos, tais como laboratórios de

pesquisa, escolas, empresas privadas, na área médica, pesquisa e monitoramento

de fauna e flora, monitoramento de relevo, condições climáticas, controle de

processos nas linhas de produção de fábricas, etc ..

O sistema de CFTV deve permitir ao usuário a visualização das imagens em

tempo real.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

26/45
26/45
Gravação e Reprodução
Gravação e
Reprodução
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação

Processamento de Vídeo

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação

Visualização

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação

Captação

de Imagem

Meio de

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação

Transmissão

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 26/45 Gravação e Reprodução Processamento de Vídeo Visualização Captação

3.6.1- Subsistemas

CV:

o Conjunto de Visualização (Câmara, Lente, Invólucro de Proteção,

Dispositivo de Posicionamento, Receptor de Telecomando - PTZ, Foco,

Zoom, Sistema de Limpeza do visor e Conversor de Mídia.

CGD:

o Conjunto de Gerenciamento e Distribuição (Matriz de Seleção e

Controle, Interface de Alarme, Conversor de Mídia, Distribuidor Geral

de Comandos e Distribuidor Geral de Cabos).

CPMC:

o Conjunto de Programação Monitoração e Comando (Monitores de

Vídeo, Teclado de Comando e Seleção e Mouse).

CMGD:

o Conjunto

de

Monitoração

e

Gravação

Digital

Servidor de Vídeo e Gravação Digital).

(Gravador

Digital,

3.6.2- Elementos Básicos

o Iluminação: Natural/Artifical.

o Lentes: tipo.

o Câmera: tipo, detector de movimento, PTZ, suporte de montagem e

cabeado ou sem fio.

o Processadores: multiplexador e matriz de Vídeo.

o Monitor: tipo e tamanho.

o Gravador: tamanho do HD, gerador de data e hora, placa de captura e

DVR.

o Fonte de Alimentação: tipo e UPS.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 27/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

27/45
27/45

3.6.3- Iluminação

Por definição, luz é a forma de energia radiante visível.

Tipo:

o Natural: sol e lua.

o Artificial: luz incandescente, fluorescente, mercúrio, infravermelho,

etc.

A luz é indispensável

para sensibilizar o sensor CCD

e

a partir

dele

transformar as imagens em sinais elétricos. Logo, a qualidade de uma imagem

depende do controle da entrada de luz no conjunto Lente/Câmera.

 

O

tipo

de

local

a

ser

monitorado e aplicação determinam

o tipo de

equipamento a ser utilizado.

Para aplicações internas com iluminação garantida e maiores detalhes

podem ser utilizadas câmeras coloridas.

Locais externos com períodos de baixa iluminação é essencial o uso de

câmeras P&B (Preto e Branco), pois sua sensibilidade é muito maior.

A quantidade de iluminação disponível na cena é medida em LUX que

equivalem à quantidade de iluminação por m 2 . Um Lux é a luz referente a uma

vela a 1m 2 .

Comparação Ambiente x LUX:

Situação

Nível Lux

Dia Claro

10.000

Dia Escuro

100

Entardecer

10

Anoitecer

1

Noite de Lua Cheia

0,1

Noite sem Lua

0,01

3.6.4- Câmeras

São equipamentos destinados a converter níveis de iluminação e cor em

sinais elétricos, seguindo certos padrões.

Possuem elementos (sensores) os quais são atingidos pela luz.

Todo sistema de visualização tem como ponto de início a câmera.

Ela cria a imagem através dos níveis de iluminação capturados do ambiente

através da lente e do sensor de imagem CCD. Depois essa imagem capturada é

então processada e transmitida para o sistema de controle de CFTV.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 28/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

28/45
28/45
Câmera Lente Saída BNC ou Ethernet CCD Processamento de Vídeo Fonte Energia mm
Câmera
Lente
Saída BNC
ou Ethernet
CCD
Processamento
de Vídeo
Fonte
Energia
mm

Vídeo:

o A formação

humano.

do

vídeo foi

feita usando as características do olho

o O olho humano retêm uma imagem por 40mseg, sendo assim uma

imagem deve ter 25 frames por segundo.

o Um frame é uma imagem completa.

CCD (charge-coupled device):

Dispositivo de Carga Acoplado.

o Funciona como um filme fotográfico que captura a imagem a cada

intervalo de tempo (e.g., 60 vezes por segundo).

o As câmeras podem ter o formato de 1”, 2/3”, 1/3”, 1/2” e 1/4”. Esta

medida refere-se ao tamanho do elemento que irá captar a imagem.

Resolução da Imagem:

o É a quantidade de pixels utilizada em cada polegada quadrado para

formar a imagem, ou seja, uma imagem com 300 DPI (Dot Per Inches -

pontos por polegada) possui 300 pixels ou pontos de cor por polegada

quadrada.

o O

pixel (aglutinação de Picture e

Element), ou ponto, é a menor

unidade que compõe uma imagem digital, ele contém os atributos de

cor de cada ponto, a maior ou menor quantidade de pixels em uma

área é que determinam a resolução da imagem.

o Um monitor trabalha em média com 72 DPI, daí o fato de uma imagem

em alta resolução parecer maior que o real ao ser visualizada no

monitor, pois este necessita de quatro vezes mais espaço ou área para

exibir todos os pontos da imagem.

o As imagens em alta resolução destinadas a reprodução fotográfica ou

ao uso em artes gráficas (imprensa, publicidade, etc.) devem ter no

mínimo 250 DPI, sendo 300 DPI a resolução ideal.

Megapixel:

o É como se convencionou chamar um milhão de pixels.

o 1 Megapixel = (tamanho horizontal) x (tamanho vertical) / 1.0000.000.

Sensibilidade:

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

29/45
29/45

o Parâmetro medido em Lux, que define a quantidade mínima de luz

necessária para garantir uma qualidade de imagem aceitável.

BLC (Compensação de luz de fundo):

o Black Ligth Compensation.

o Ajusta

o

nível

de luminosidade do objeto focado, compensando a

luminosidade que está atrás deste objeto, evita que a imagem

focalizada fique escura, quando se coloca uma fonte de luz atrás da

mesma.

o Assim como em fotografia aconselha-se não se instalar uma câmera

com uma fonte de luz muito forte no fundo da imagem. Por exemplo,

uma câmera focando para uma janela.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a

Sem Compensação

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a

Com Compensação

AES (Obturador Eletrônico Automático):

o Regula a velocidade da carga de leitura dos pixels.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a

1/60

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 29/45 o Parâmetro medido em Lux, que define a

1/10.000

Ajuste de Fase:

o Faz o sincronismo de fase para evitar que a imagem fique rolando no

monitor.

o Necessário para câmeras alimentadas com tensão alternada.

o As câmeras alimentadas em AC possuem ajuste de fase (sincronismo)

com regulagem de -90º a +90º, este ajuste, as vezes, se faz necessário

para sincronizar o vertical das câmeras.

AGC - Controle Automático de Ganho:

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 30/45

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30/45
30/45

o Amplifica o Sinal

de Vídeo, para Melhorar a

Iluminação Reduzida.

Performance com

o É Ligado Automaticamente quando a Luminosidade é Baixa.

o Pode incorpora “ruído” na Imagem.

Tipos de Câmeras:

o Mini-câmeras e Micro-câmeras.

o Bullet.

o Speed Dome.

o Tipo IP (Acesso Ethernet).

Movimentação (PTZ): o PTZ é a abreviatura de Pan (horizontal), Tilt (vertical) e Zoom (aproximação) que
Movimentação (PTZ):
o PTZ
é
a
abreviatura
de
Pan (horizontal), Tilt
(vertical) e Zoom (aproximação) que são
movimentadores para câmeras que permitem a
movimentação horizontal
e
vertical
da
câmera
utilizados em conjunto com uma câmera com lente
zoom.
Lentes:
o A principal função de uma lente é focar uma cena
para o sensor CCD de uma câmera.
o A
lente
tem
o papel de direcionar a luminosidade refletida pelos
objetos da cena captada diretamente para o sensor de imagem da
câmera.

o Distância Focal: É a distância entre a lente e o sensor. Isto é que vai

determinar o zoom da máquina. Conforme aumentar o tamanho da

lente, aumentará o zoom.

o Foco: Fixo - o foco da câmera é fixo, não há como alterar a abertura da

lente. Só a distância em relação ao objeto a ser focado. Vari-Focal -

pode-se variar a abertura da lente sem alterar a distância da câmera

em relação ao objeto focado.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 31/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

31/45
31/45

o Zoom: Este tipo de lente já ajuda na aproximação do objeto focado,

aproxima até 30x. Sempre utilizado com Pan-Tilt, para direcioná-la

para o ponto a ser visualizado.

Lente

Abertura Efetiva o Abertura: Abertura da lente é o quanto
Abertura
Efetiva
o Abertura:
Abertura
da
lente
é
o
quanto

Foco

ela

deixa

entrar

de

luminosidade em relação a emitida pelo ambiente, este parâmetro é

dado em F, onde F/1-1 seria o que emite entra. Exemplo comercial é

F:1-1.2 e F:1-1.4. Outro tipo é uma lente esférica que tem um F:1-0,8,

que consegue amplificar a luminosidade emitida pelo ambiente.

o Íris: Fixa - não permite o ajuste da abertura de sua íris. Manual -

Neste tipo de lente é possível ajustar a abertura da íris da câmera,

direcionando a quantidade ideal de iluminação para o sensor CCD.

Automática - Este tipo de lente é recomendada para uso externo, onde

as mudanças de luminosidade ocorrem constantemente e

aleatoriamente. Motorizada - Permite que você faça através de um

controlador o ajuste da abertura da íris da lente.

3.6.5- Monitor

O

objetivo é visualizar imagens de uma ou mais

câmeras.

Pode-se usar qualquer tipo de aparelho que visualize

uma imagem, como por exemplo, uma televisão. O tamanho

do monitor pode variar conforme a necessidade do usuário.

Entretanto, há monitores específicos para CFTV, que

possuem vida útil maiores. No caso de TV há um problema

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 31/45 o Zoom: Este tipo de lente já ajuda

que as imagens em CFTVs podem variar poucamente de forma a manchar a tela.

Há monitores com sistema interno de QUAD (divisão de várias imagens na

tela) e várias entradas DIN para câmeras.

No mínimo, é recomendável

o

uso de

monitor

VGA

exibição de 256 cores simultaneamente).

(640 x

480, com

a

PIP: Significa Picture in Picture, é um recurso comum em televisões mais

caras. No caso de placas de TV este recurso permite mostrar ao mesmo tempo o

que está passando na TV e tocar um vídeo já gravado. Pode-se escolher qual dos

dois será mostrado em tela cheia e qual será mostrado em uma janela menor.

3.6.6- Processador de Vídeo

Seqüenciais de Vídeo:

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 32/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

32/45
32/45

o É o dispositivo destinado a combinar o sinal de múltiplas câmeras e

mostrar suas imagens uma de cada vez na tela do monitor. Pode ser

de forma manual ou automática (programação do intervalo de tempo).

o A maioria dos seqüenciais de vídeo possuem entre 4 e 8 canais.

SV-4
SV-4

QUADs (Quad Splitter):

o É o dispositivo eletrônico que combina as imagens de até 4 câmeras e

as mostra em um monitor divido em quatro quadros ao mesmo tempo.

o Capaz também de seqüênciar e mostrar a imagem desejada em tela

cheia. Ao se gravar a imagem de um quad ele irá reproduzir

exatamente as 4 imagens quadriculadas.

o DUOQUAD: faz exatamente as mesmas funções do Quad, porém

permite a entrada de 8 câmeras, sendo que passará a ter então Quad

A e Quad B alternando entre eles durante o tempo que foi programado

para que cada um permaneça na tela. Em caso de gravação será

visualizado as imagens dos quads se alternando, perdendo por alguns

segundos a imagem que fica na espera.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 32/45 o É o dispositivo destinado a combinar o

Multiplexador:

o Permite que várias câmeras sejam tenham suas imagens gravadas

simultaneamente em um mesmo time-lapse.

o Grava imagens de todas as câmeras em intervalos menores e podem

mostrá-las em multi-screen, permitindo o controle maior de câmeras

em apenas um monitor.

o Tipo:

Simplex: permite a visualização das imagens de uma câmera em

tempo real ao mesmo tempo que grava as imagens de todas as

câmeras em um time-lapse. Permite também a reprodução de

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

33/45
33/45

qualquer câmera ou todas as câmeras para uma análise mais

detalhada.

Duplex: permite a gravação das imagens multiplexadas em um

time-lapse ao mesmo tempo que processa e reproduz imagens

previamente gravadas a partir de um segundo time-lapse. Permite

ainda reprodução de qualquer câmera ou todas as câmeras para

uma análise mais detalhada.

Time-Lapse:

o Permite

que

várias

câmeras

tenham

suas imagens gravadas

simultaneamente em um mesmo tempo (gravação seqüencial das

imagens conforme intervalo de tempo).

o Grava imagens de todas as câmeras em intervalos menores e podem

mostrá-las em multi-screen, permitindo o controle maior de câmeras

em apenas um monitor.

3.6.7- Gravação

Gravador Digital de Vídeo (DVR – Digital Video Recorder) é

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 33/45 qualquer câmera ou todas as câmeras para uma

um equipamento destinado a gravação de imagens de vídeo

digitalmente em um disco rígido (HD).

Permite configuração da resolução da imagem e tempo

de gravação de acordo com a aplicação, gravação em tempo-

real, time-lapse e regravação.

Hoje em dia, há o gravador de vídeo em rede (NVR) que

usa a tecnologia Ethernet.

Sistema de TV:

o PAL: Phase Alternating Line (Alternação de Fase por Linha) é uma

forma de codificação da cor usada nos sistemas de transmissão

televisiva.

o NTSC: National Television System Committee (Comitê nacional de

sistemas de televisão).

Formato de Vídeo:

o CIF: Common Intermediate Format (352 x 288 pixels).

o QCIF: Quarter Common Intermediate Format (176 x 144 pixels).

o SQCIF: Sub-Quarter Common Intermediate format (128 x 96 pixels).

o CP4: Continuous Presence (janela de vídeo CIF dividida em quatro

células QCIF).

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34/45
34/45

3.6.8- Esquemático de um Sistema

DVR
DVR
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 34/45 3.6.8- Esquemático de um Sistema DVR MUX CFTV
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 34/45 3.6.8- Esquemático de um Sistema DVR MUX CFTV

MUX

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 34/45 3.6.8- Esquemático de um Sistema DVR MUX CFTV
CFTV
CFTV
NVR
NVR
Rede de Rede de Dados Dados
Rede de
Rede de
Dados
Dados
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 34/45 3.6.8- Esquemático de um Sistema DVR MUX CFTV
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 34/45 3.6.8- Esquemático de um Sistema DVR MUX CFTV

44. PROJETOS

44...

PROJETOS

PROJETOS

PROJETOS

4.1 Etapas

4.1--- Etapas

4.1-

4.1

Etapas Etapas dodododo Projeto

Projeto Projeto Projeto

Um

projeto

para

a

implantação

residencial/predial deve seguir várias etapas:

de

sistema

de

automação

o Viabilidade: estudo de viabilidade técnica do projeto e identificação

das necessidades e objetivos do cliente.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

35/45
35/45

o Elaboração da Proposta: deve incluir um conjunto de requisitos e

critérios baseados em especificações técnicas (funcionais, operacionais

e construtivas) que devem ser satisfeitas para que o projeto atenda as

necessidades.

 

o Solução:

criatividade

e

capacidade

analítica

na

combinação

de

princípios,

utilização

de

técnicas

e

tecnologias,

sistemas

e

componentes.

 

o Viabilidade Econômica e Financeira: otimizar o valor do projeto para

um desempenho ótimo com custo mínimo.

o Projeto Básico: projeto preliminar ou anteprojeto, que tem como

objetivo definir a concepção global do projeto e dos subsistemas de

rede que servirão de base ao projeto executivo.

o Projeto Executivo: detalhar todos os subsistemas e componentes,

possibilitando a execução de protótipos e testes e a completa

realização da infra-estrutura necessária. E pós-execução deve-se fazer

o “As-Built”.

Levantamento em campo da infraestrutura disponível (Metodologia).

o Projeto lógico e físico da rede;

o Projeto Básico;

o Implantação;

o Testes de funcionamento;

o Otimização dos sistemas;

o Documentação final do projeto.

o Definir a infra-estrutura necessária.

4.2 Planejamento

4.2-

4.2--- Planejamento

4.2

Planejamento dodododo Sistema

Planejamento

Sistema dededede Cabeamento

Sistema Sistema

Cabeamento

Cabeamento

Cabeamento ARARARAR

o Estabeleça as necessidades

e determine

o ambientes nos

quais o

Sistema de Cabeamento deverá ser instalado (Faça um Check List);

o Determine quais equipamentos deverão ser instalados em curto, médio

e longo prazo;

o Desenvolva o projeto de cabeamento em conjunto com os demais:

arquitetura, rede elétrica, hidráulica, distribuição de dutos/conduítes.

O melhor momento é na concepção do projeto arquitetônico.

o Caso os demais projetos já se encontrem definidos, obtenha as plantas

tipo, contendo detalhes;

o Faça uma análise da disponibilidade dos caminhos a fim de evitar

obstáculos que poderão inviabilizar a instalação ou performance do

sistema após a instalação;

o Verifique a localização das entradas de serviços das concessionárias.

Observe que a concessionárias normalmente seguem padrões

estabelecidos

pela

Anatel

e

ABNT,

portanto

não

deverão

ser

modificados;

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

36/45
36/45

o Efetue o planejamento do caminho a ser destinado para receber os

cabos de Backbone. Observe que o espaço central destinado à

distribuição dos cabos do Backbone deverá ser único e também

fornecer espaço adequado para terminações de cabos, futuro

crescimento, manutenção e segurança;

o Posicione as caixas de distribuição em um espaço que permita a

instalação adequada de equipamentos, e de maneira centralizada de

forma a minimizar o comprimento dos cabos horizontais, assegurando

ao usuário: conveniência, segurança, facilidade de administração e

espaço para crescimento futuro;

o Planeje a instalação de caminhos utilizando a topologia em estrela,

permitindo um conduíte diretamente ao ponto que receberá uma

Tomada de Serviços, garantindo pelo menos um ponto nos ambientes

(cozinha, sala, quartos, etc.);

o Planeje um

número adequado de Tomadas

de

Serviço em

cada

ambiente a fim

de

se

evitar

a utilização

de

Patch Cords

muito

extensos;

 

o Se

possível

programe

para

que

a

instalação

do

Sistema de

Cabeamento Residencial seja feita após a instalação do sistema de

cabeamento elétrico, hidráulico e de Ar Condicionado;

o Acompanhe o processo de construção das etapas de infra-estrutura

relacionadas com a edificação propriamente dita, a fim de que se

efetive ajustes na infra-estrutura, incluindo do próprio sistema de

cabeamento, em caso de percepção de insuficiência do sistema como

um todo;

o Definir Lista de Materiais.

  • 44.3 44.3.3- .3--- SSoluções

SSoluções oluções oluções

O objetivo da automação residencial é integrar iluminação, entretenimento,

segurança, telecomunicações, aquecimento, ar condicionado e muito mais através

de um sistema inteligente programável e centralizado.

Como conseqüência fornece praticidade, segurança, conforto e economia

para o dia a dia dos usuários.

4.3.1- Telefonia

o Compostos

por

centrais

que

disponibilizam

ramais

e

intercomunicadores que possibilitam a integração com os sistemas de

áudio e vídeo, automação de acessos, segurança e controle.

o Constituído por: sistema telefônico, intercomunicadores, porteiros

eletrônicos.

4.3.2- Rede de Computadores

o Rede doméstica, acesso compartilhado, serviços via Internet.

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37/45
37/45

o Interligação dos dispositivos inteligentes.

o Tipos de Rede: cabeada, sistema elétrico (PLC) e sem fio.

4.3.3- Rede Elétrica

o A redução do consumo de energia elétrica através da utilização de

programas de gerenciamento de energia.

o Monitoramento de falha, sistema de geração de emergência.

4.3.4- Segurança

o Criação de barreiras físicas ou virtuais, dispersando, dificultando ou

ainda impedindo o propósito de intrusão ou ataque.

o Circuito fechado de TV, alarmes, monitoramento, controle de acesso

de pedestres e veículos, prevenção de acidentes, iluminação de

segurança, detecção de gases, fumaça calor e fogo, sistema de apoio

ao combate de incêndios, simulador de presença,

4.3.5- Iluminação

o Têm a função de ligar e desligar automaticamente, pode proteger uma

casa de intrusos, fazendo-a parecer ocupada na ausência de seus

proprietários e na economia de eletricidade se tem outra vantagem,

pois a intensidade de luz é regulada conforme a necessidade.

4.3.6- Entretenimento

o Aplicações em home-theater, TV por assinatura, distribuição de áudio

e vídeo (A/V), som ambiente.

4.3.7- Climatização

o Ao conjunto de sistemas incluindo aquecimento, ventilação e ar-

condicionado da-se o nome de sistema de HVAC.

o O sistema central deverácontrolar e gerir a energia dos equipamentos

a ele conectados através dos dados enviados pelos sensores de

temperatura, umidade e ventilação.

o Controle de janelas, cortinas e persianas.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

38/45
38/45

44.4.4-

44.4

.4--- TTipos

TTipos

ipos dededede Instalação

ipos

Instalação Instalação Instalação

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 38/45 44.4.4- 44.4 .4--- TTipos TTipos ipos dededede Instalação

44.5.5- .5--- IHC

44.5

IHC IHC IHC

A sigla IHC significa Interface Homem-Máquina, ou ainda pode-se dizer IHC

(Interação Homem-Computador). Assim, chega-se aos conceitos:

o É o canal de comunicação entre o homem e o computador, através do

qual interagem, visando atingir um objetivo comum.

o É

o conjunto de comandos de

controle do usuário + respostas do

computador, constituídos por sinais (gráficos, acústicos e tácteis)

Usuário Usuário
Usuário
Usuário
Sistema Interface Interface Aplicação Aplicação
Sistema
Interface
Interface
Aplicação
Aplicação

ação

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 38/45 44.4.4- 44.4 .4--- TTipos TTipos ipos dededede Instalação

interpretação

44. 6--- Esquema Básico

44..6.66-

Básico

Esquema Básico

Esquema

Esquema

Básico dededede Ligação

Ligação Ligação

Ligação dededede Iluminação

Iluminação Iluminação Iluminação

N

F

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 38/45 44.4.4- 44.4 .4--- TTipos TTipos ipos dededede Instalação
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 39/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

39/45
39/45

44..7.77-

44.

7--- Exemplos

Exemplos Exemplos dededede Simbologia

Exemplos

Simbologia Simbologia Simbologia

  • Condutor Fase

  • Condutor Neutro

  • Condutor de Retorno

  • Condutor Terra

    • Caixa de passagem teto

    • Caixa de passagem piso

Circuito que sobe
 

Circuito que sobe

Circuito que desce

Circuito que desce

a

ou S Interruptor

ou

S

Interruptor

a

circ

circ watt

watt

Ponto de Luz

  • Tomada baixa

  • Antena Rádio e/ou TV

44. 8--- Diagrama Elétrico

44..8.88-

Elétrico Elétrico

Diagrama Diagrama Diagrama Elétrico

-1- -2- 200 -2- a -1- 1x100 a S QDF
-1- -2-
200
-2-
a
-1-
1x100
a
S
QDF

44..9.99-

44.

9--- Tecnologias

Tecnologias

Tecnologias

Tecnologias dededede ARARARAR

4.9.1- Relé de Impulso

Fabricante: Finder.

N Relé F Relé N F pulsador
N
Relé
F
Relé
N
F
pulsador
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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

40/45
40/45

4.9.2- Central de Processamento

Fabricante: Heading, AllConverge, Lutron e Schneider.

N F M.E. CPU M.S. 4.9.3- Z-Wave
N
F
M.E.
CPU
M.S.
4.9.3- Z-Wave
Fabricante: Z-wave e Insteon (PLC). N F
Fabricante: Z-wave e Insteon (PLC).
N
F

controle

remoto IR

4.9.4- Diagrama de Automatização

Identificação de um Ponto de Automação/Telecomunicação:

PT XX YYY Parede
PT XX
YYY
Parede

Seqüencial do Pontos

Identificação do Pavimento

Ponto de Automação/Telecomunicação

Simbologia do Equip./Material de Automação

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

41/45
41/45

Identificação do Encaminhamento do Cabeamento:

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 41/45 Identificação do Encaminhamento do Cabeamento: Quantidade de Cabos

Quantidade de Cabos

Cabo primário (P), secundário (S) ou interligação (I)

Tipo do Cabo (ex. Par-Trançado, CCI ou Fibra Óptica)

Quantidade de Pares/Fibras

XX

CWY -

NN

 

Cabeamento

PP – AAA a BBB

 
Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 41/45 Identificação do Encaminhamento do Cabeamento: Quantidade de Cabos

Identificação seqüencial do ponto ou par

Identificação do Pavimento

4.9.5- Exemplo de Identificação

PT 1.10 PT 1.10 DVR DVR PT 1.2 PT 1.2 PT 1.1 PT 1.1 PT 1.9
PT 1.10
PT 1.10
DVR
DVR
PT 1.2
PT 1.2
PT 1.1
PT 1.1
PT 1.9
PT 1.9
CA
CA
1
1
CSU 4P
CSU 4P
PT 1.8
PT 1.8
1
1
- 7
- 7
3
3
CSU 4P / 1 CSCCI 2P
CSU 4P / 1 CSCCI 2P
1
1
– 3-4;7;11
– 3-4;7;11
PT 1.3
PT 1.3
PT 1.4
PT 1.4
PT 1.11
PT 1.11
PT 1.6
PT 1.6
PT 1.5
PT 1.5
PT 1.7
PT 1.7
Q. Q. Telecom Telecom
  • Q. Q. Telecom

Telecom

Q. Q. Telecom Telecom
Q. Q. Energia Energia CA CA Ponto Telecom. Ponto Telecom. Central Alarme Central Alarme 44. 44..10
  • Q. Q. Energia

Energia

Q. Q. Energia Energia CA CA Ponto Telecom. Ponto Telecom. Central Alarme Central Alarme 44. 44..10
CA CA
CA
CA

Ponto Telecom.

Ponto Telecom.

Central Alarme

Central Alarme

  • 44. 44..10

.1010-

10--- IInt

ntegração

egração

ntegração

IInt

egração dededede Sistemas

Sistemas Sistemas Sistemas

DVR DVR

DVR

DVR

Sensor

Sensor

Câmera

Câmera

Duto Embutido

Duto Embutido

Gravador CFTV

Gravador CFTV

A maioria dos subsistemas e dispositivos dentro e ao redor da casa podem

ser conectados e automatizados numa rede domiciliar.

Há diversos protocolos de comunicação para uso em AR, que possibilitam

ou não integração entre sistemas.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 42/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

42/45
42/45

Integração é centralizar

manutenção.

Exemplos:

os

serviços de

o Sinal de áudio e vídeo na casa toda.

AR para facilidades

de

uso

e

o Integração do Home Theater com CFTV.

o Cenários de Iluminação, Cortinas, Tomadas, etc.

o Acionamento à distância (por telefone ou internet).

o Controle de eventos (irrigação, bombas, sauna, etc.).

4.11 Exercício

4.11--- Exercício

4.11-

4.11

Exercício Exercício dededede Projeto

Projeto Projeto Projeto

Este trabalho trata de premissas para a automatização de uma residência

utilizando tecnologias atuais. O objetivo é desenhar todas as tecnologias e

infraestruturas físicas necessárias para um sistema de segurança eletrônica.

O trabalho deve seguir as seguintes diretrizes:

o A edificação envolvida é de um empresário bem sucedido em Mato

Grosso, que necessita construí-la com todo conforto e segurança.

o Definir

uma

área

dentro

da

edificação

para

instalação

de

equipamentos.

 

o Deverá ser instalado um Interfone no portão de entrada.

 

o Quanto ao Portão Eletrônico: instalar no portão da garagem.

 

o A porta de acesso pela Sala deverá ser controlada por RFId.

 

o Quanto

a Cerca Elétrica:

instalar

ao longo

de

todo

o

muro

da

edificação.

o A iluminação do banheiro deverá ser ligar e desligar automaticamente.

o Quanto ao sistema de alarme:

Colocar sensores nas janelas;

Colocar sensores nas portas de acesso externo;

Colocar um sensor de movimento na porta principal;

Colocar sensores no fundo da residência;

Integrar ao sistema de cerca elétrica e portão eletrônico.

o Quanto ao sistema de CFTV:

Colocar câmeras na área externa de forma a cobrir todo o terreno;

Colocar uma câmera na sala;

Colocar uma câmera que mostre toda a piscina;

As câmeras podem ser vistas pela TV da Sala e pelo computador

que está também na Sala.

o Deverá ter três controles remotos, onde cada um controla o portão

eletrônico, o sistema de alarmes e a cerca elétrica.

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Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 43/45 Este documento é propriedade do IFMT-Cuiabá, sendo proibida
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5.

5.

5.

5.

SEGURANÇA PATRIMONIAL

SEGURANÇA PATRIMONIAL

SEGURANÇA PATRIMONIAL

SEGURANÇA

PATRIMONIAL

Segurança patrimonial é o conjunto de atividades do ramo da segurança

que tem como objetivo prevenir e reduzir perdas patrimoniais em uma

determinada organização.

De

acordo

Engineers):

com

a

CIBSE

(Chartered

Institution

of

Building Services

o “O

projeto de segurança de uma edificação deve ter por objetivo

minimizar, dentro e ao redor da edificação, os riscos de furto, danos

criminosos, vandalismos, ataques pessoais e sabotagens, tanto

durante a construção quanto durante toda a vida útil da edificação.”

5.1- 5.1 5.1 Avaliar Avaliar Avaliar oooo Risco

5.1--- Avaliar

Risco Risco Risco

Avaliar todos os possíveis riscos, tais como danos por incêndio, inundações,

vandalismo, roubo/furto, terrorismo, etc.

Qualquer avaliação deve ter em conta o valor da propriedade, o grau de

esforço necessário para perpetrar o roubo e a facilidade de conversão do bem

furtado em dinheiro.

  • 5.2 5.2--- Proteção Física

Física Física

5.2- 5.2 Proteção Proteção Proteção Física

A proteção física se dá através de cercas ou elementos construtivos como

paredes, divisórias, portas, janelas, telas, trancas, fechaduras, cofres, etc.

5.3 Detecção

  • 5.3 5.3- 5.3--- Detecção

Detecção

Detecção

Deve ser adequado ao risco avaliado e ao nível de proteção desejado,

considerando o tempo necessário para transpor as proteções físicas e o tempo de

resposta para tomar ações.

  • 5.4 5.4 Circunstâncias Circuns Circunstâncias tâncias tâncias que influenciam influenciam influenciam oooo risco

    • 5.4- 5.4--- Circuns

que influenciam

que

que

risco

risco

risco

o Localização e arredores da edificação;

o Acessos e Resistência Estrutural da edificação;

o Conteúdo da edificação;

o Padrão de ocupação da edificação;

o Conseqüências de perdas;

o Histórico de perdas;

o Medidas de segurança existentes.

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial 45/45

Prof. Fabiano de Pádua – Automação Residencial/Predial

45/45
45/45

66.

66...

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

BIBLIOGRÁFICAS

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