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MAT2454 - C´alculo Diferencial e Integral para Engenharia II 2 a Lista de Exerc´ıcios - 2012

1. Ache as derivadas parciais de primeira ordem das fun¸c˜oes :

(a)

f (x, y) = arctg y

x

(b) f (x, y) = ln(1 + cos 2 (xy 3 ))

2. Seja f : R R uma fun¸c˜ao deriv´avel. Calcule as derivadas parciais de primeira ordem

de:

(a)

u(x, y) = f y (b) u(x, y) = f (ax + by), sendo a e b constantes.

x

3. Dada a fun¸c˜ao f (x, y) = x(x 2 + y 2 ) 3 2 e sen (x 2 y) , ache x f (1, 0) .

Sugest˜ao: Neste caso, usar a defini¸c˜ao de derivada parcial ´e menos tra balhoso do que

aplicar as regras de deriva¸c˜ao.

4. Verifique que a fun¸c˜ao u(x, y) = ln x 2 + y 2 ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao de Laplace bidimen-

sional

2 u + 2 u

x 2

y 2

= 0.

5. Sejam f e g fun¸c˜oes de R em R , deriv´aveis at´e 2 a ordem.

(a)

(b)

Mostre que u(x, t) = f (x + ct) + g(x ct) satisfaz a equa¸c˜ao 2 u = c 2 2 u

t 2

x 2 .

Mostre que u(x, y) = x f (x + y) + yg(x + y) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao

2 u x 2

2

2

xy + ∂ ∂y 2 u 2

u

= 0.

6. As superf´ıcies abaixo s˜ao os gr´aficos de uma fun¸c˜ao f : R 2 R e de suas derivadas

parciais x f

e

f

y

. Identifique cada superf´ıcie e justifique sua resposta.

parciais ∂ ∂ x f e ∂ f ∂ y . Identifique cada superf´ıcie e justifique

(a)

parciais ∂ ∂ x f e ∂ f ∂ y . Identifique cada superf´ıcie e justifique

(b)

parciais ∂ ∂ x f e ∂ f ∂ y . Identifique cada superf´ıcie e justifique

(c)

7.

8.

9.

10.

11.

Sejam f (x, y) = (x 2 + y 2 )

5

3 2 e g(x, y) = | xy | 4 . Mostre que f

e g s˜ao de classe C 1 em R 2 .

Seja f (x, y) =

  xy

x

2

+ y 4 + sen (x + 3y),

2

0,

(x, y) = (0, 0);

se (x, y) = (0, 0).

se

(a)

Mostre que as derivadas parciais x f

e

(b)

f ´e cont´ınua em (0,0)?

(c)

f ´e diferenci´avel em (0,0)?

f

y

existem em todos os pontos.

Seja f (x, y) =


x 3

x 2 + y 2 ,

0,

se

(x, y) = (0, 0);

se

(x, y) = (0, 0).

(a)

(b)

(c)

(d)

Mostre que f ´e cont´ınua em (0,0).

Calcule f (0, 0) e f (0, 0) .

x

y

E ´ f diferenci´avel em (0, 0) ?

S˜ao x f

e

f

y

cont´ınuas em (0, 0) ?

Considere f (x, y) =

 

(x 2 + y 2 ) sen

0,

x 2 + y 2 ,

1

se

(x, y) = (0, 0);

se

(x, y) = (0, 0).

(a)

(b)

Mostre que f ´e diferenci´avel em (0, 0) .

As derivadas parciais x f

e

f

y

s˜ao cont´ınuas em (0, 0) ?

Seja f (x, y) =


x 2 sen (x 2 + y 2 ) 2

0,

x 2 + y 2

, se (x, y) = (0, 0);

se (x, y) = (0, 0).

(a)

Verifique que f ´e cont´ınua em (0, 0).

(b)

Determine y f (x, y) , para todo (x, y) R 2 .

(c)

A fun¸c˜ao y f ´e cont´ınua em (0, 0) ? Justifique sua resposta.

(d)

A fun¸c˜ao f ´e diferenci´avel em (0, 0) ? Justifique sua resposta.

12.

Seja f (x, y) =


xy

0,

x 2 y

2

x 2 + y

2 ,

se

se (x, y) = (0, 0).

(x, y) = (0, 0);

(a)

Verifique que f (0, y) = y para todo y , e que f (x, 0) = x , para todo x .

x

y

(b)

2 f

2 f

Verifique que xy (0, 0) = 1 e que yx (0, 0) = 1.

13. Determine o conjunto de pontos de R 2 onde f n˜ao ´e diferenci´avel, sendo:

(a)

(c)

f (x, y) = x 3 + y 3

3

f (x, y) = e x 4 +y 4

(b)

f (x, y) = x | y |

(d) f (x, y) = cos ( x 2 + y 2 )

14. Mostre que n˜ao existe nenhuma fun¸c˜ao diferenci´avel f : R 2 R cujo gradiente ´e dado

por: f (x, y) = (x 2 y, y 2 ), (x, y) R 2 .

15. Calcule w t

e w

u

pela regra da cadeia e confira os resultados por meio de substi tui¸c˜ao

seguida de aplica¸c˜ao das regras de deriva¸c˜ao parcial.

(a)

(b)

(c)

w = x 2 + y 2 ; x = t 2 + u 2 , y = 2tu .

x

w = x 2 + y 2 ; x = t cos u, y = t sen u .

w = x 2 + y 2 + z; x = tu, y = t + u, z = t 2 + u 2 .

16. O raio de um cilindro circular est´a decrescendo `a taxa de 1,2cm/s enquanto sua altura

est´a crescendo `a taxa de 3cm/s. Qual a taxa de varia¸c˜ao do volume do cilindro no

instante em que o raio vale 80 cm e a altura vale 150 cm?

17. Um carro A est´a viajando para o norte a 90km/h e um carro B est´a viajando para o oeste

a 80km/h. O carro A est´a se aproximando e o carro B est´a se distanciando da intersec¸c˜ao

das duas estradas. Em um certo instante, o carro A est´a a 0,3km da intersec¸c˜ao e o

carro B a 0,4km. Neste instante, est˜ao os carros se aproximando ou se distanciando um

do outro? A que velocidade?

18. Sejam f : R 2 R , diferenci´avel em R 2 , com f ( 2, 2) = (a, 4) e

g(t)= f (2t 3 4t, t 4 3t).

Determine a para que a reta tangente ao gr´afico de g no ponto de abscissa 1 seja paralela

`a reta y = 2x + 3.

19. Seja f (x, y) uma fun¸c˜ao de classe C 2 e sejam a, b, c, d constantes tais que

a 2 + b 2 = 1, c 2 + d 2 = 1

e ac + bd = 0. Seja g(u, v) = f (au + bv, cu + dv) . Mostre que:

2 g

u 2

(u, v)+ 2 g (u, v)= 2 f (au + bv, cu + dv) + 2 f (au + bv, cu + dv).

v 2

x 2

y 2

20. Seja v(r, s) uma fun¸c˜ao de classe C 2 em R 2 e defina u(x, t) = v(x + ct, x ct) , onde c

´e constante.

(a) Verifique que

u tt (x, t) c 2 u xx (x, t) = w(x + ct, x ct),

(b)

onde w(r, s) = 4c 2 v rs (r, s) .

Mostre que se u(x, t) ´e uma solu¸c˜ao da equa¸c˜ao u tt = c 2 u xx ent˜ao existem fun¸c˜oes

F e G de R em R tais que

u(x, t) = F(x + ct) + G(x ct).[ ]

[* Observa¸c˜ao: O item (b) deste exerc´ıcio foge do contexto desta lista, mas foi intro-

duzido para completar o enunciado do resultado. Entretanto vocˆe pode resolver o item

(b) com o conhecimento de c´alculo que vocˆe tem! Reveja tamb´em oExerc´ıcio 5 (a).]

21. Seja u = u(x, y) fun¸c˜ao de classe C 2 em R 2 e defina v(r, θ) = u(r cos θ, r sen θ) . Verifique

que

2

v

r

2

(r, θ)+ 1

v

r r

(r, θ)+

1

2 v

r 2 ∂θ 2

(r, θ) = u(r cos θ, r sen θ),

sendo u , por defini¸c˜ao, dado por u = u xx + u yy .

22. Seja f = f (x, y) fun¸c˜ao de classe C 2 em R 2 . Se u(s, t) = f (e s cos t, e s sen t) , mostre que

f x

(e s cos t, e s sen t) 2 + f (e s cos t, e s sen t) 2 = e 2s u (s, t) 2 + u (s, t) 2

y

s

t

e que

2 f

x 2

(e s cos t, e s sen t) + 2 f (e s cos t, e s sen t) = e 2s 2 u (s, t)+ 2 u (s, t) .

y 2

s 2

t 2

23. Seja f = f (x, y) uma fun¸c˜ao de classe C 2 e seja g : R 2 R dada por

g(u, v)= u f (u 2 v, u + 2v)

(a)

2 g

Determine uv em fun¸c˜ao das derivadas parciais de f .

(b) Sabendo que 3x + 5y = z + 26 ´e o plano tangente ao gr´afico de f ,

2 f

x 2

(1, 4) = 1 e

2 f (1, 4) = 1, calcule uv ( 2, 3) .

y 2

2 g

2 f

xy (1, 4) =

(a)

(b)

Calcule 2 F (r, s) em fun¸c˜ao das derivadas parciais de G .

r 2

Determine 2 F (1, 0) sabendo que G (t 2 + 1, t + 1) = t 2 2t + 3.

r 2

y

25. Ache a equa¸c˜ao do plano tangente e a equa¸c˜ao da reta nor mal a cada superf´ıcie no ponto

indicado:

(a)

(c) z = x 2 y 2 , no ponto ( 3, 2, 5)

z = e x 2 +y 2 , no ponto (0, 0, 1)

(b) z

(d) z = e x ln y , no ponto (3, 1, 0)

= ln(2x + y) , no ponto ( 1, 3, 0)

26. Determine o plano que passa por (1, 1, 2) e ( 1, 1, 1) e ´e tangente ao gr´afico de f (x, y) =

xy . Existe mesmo s´o um?

27. Determine a equa¸c˜ao do plano que passa pelos pontos (0, 1, 5) e (0, 0, 6) e ´e tangente

ao gr´afico de g(x, y) = x 3 y.

28. Determine k R para que o plano tangente ao gr´afico de f (x, y) = ln (x 2 + ky 2 ) no

ponto (2, 1, f (2, 1)) seja perpendicular ao plano 3x + z = 0.

29. Seja f : R R uma fun¸c˜ao deriv´avel. Mostre que todos os planos tangent es `a superf´ıcie

z

= x f y passam pela origem.

x

30. Se f (x, y) = x 2 + 4y 2 , ache o vetor gradiente f (2, 1) e use-o para achar a reta tangente

`a curva de n´ıvel 8 de f no ponto ( 2, 1 ) . Esboce a curva de n´ıvel, a reta tangente e o vetor

gradiente.

31. Seja r a reta tangente `a curva x 3 + 3xy + y 3 + 3x = 18 no ponto (1, 2). Determine as

retas que s˜ao tangentes `a curva x 2 + xy + y 2 = 7 e paralelas `a reta r .

32. Seja f : R 2 R uma fun¸c˜ao diferenci´avel em R 2 . Fixado um certo P = (x 0 , y 0 ) R 2 ,

sabe-se que o plano tangente ao gr´afico de f no ponto x 0 , y 0 , f (x 0 , y 0 ) tem equa¸c˜ao

2x + 2y z + 3 = 0. Determine, entre as curvas abaixo, uma que n˜ao pode ser a

curva de n´ıvel de f que cont´em o ponto P :

(a) γ(t) = 1 , t ;

t

(b) γ(t) = t 5 , 2t 3 + 3t ;

5

3

(c) γ(t) = (t 2 , t 3 + t) .

33. Seja f : R 2 R , f com derivadas parciais cont´ınuas em R 2 e tal que 2x + y + z = 7 ´e

o plano tangente ao gr´afico de f no ponto 0, 2, f (0, 2) . Seja

g(u, v)= u f sen (u 2 v 3 ), 2u 2 v .

Determine a R para que o plano tangente ao gr´afico de g no ponto 1, 1, g(1, 1) seja

paralelo ao vetor (4, 2, a) .

34. Seja f : R 2 R uma fun¸c˜ao diferenci´avel tal que as imagens das curvas γ(t) = (2, t, 2t 2 )

e µ(t) = (2t 2 , t, 2t 4 ) estejam contidas no gr´afico de f . Determine o gradiente de f no

ponto (2, 1) .

35. O gradiente de f (x, y) = x 2 + y 4 ´e tangente `a imagem da curva γ(t) = (t 2 , t) em um

ponto P = γ(t 0 ) com t 0 > 0 . Considere a curva de n´ıvel de f que cont´em P . Encontre

a equa¸c˜ao da reta tangente a essa curva no ponto P .

36. Sabe-se que a curva γ(t) = (t 2 + 1, t 3 + t 2 + t ) ´e uma curva de n´ıvel da fun¸c˜ao difer-

enci´avel f : R 2 R , com f (γ(t)) = 2, t R. Admita que existem 2 pontos

(x 0 , y 0 ) Im γ com a propriedade de que o plano tangente ao gr´afico de f em (x 0 , y 0 , 2)

´e paralelo ao plano x + y z = 0. Encontre esses 2 pontos.

37. Ache a derivada direcional m´axima de f no ponto dado e dˆe a dire¸c˜ao em que ela ocorre.

(a) f (x, y) = xe y + 3y, (1, 0);

(b) f (x, y) = ln(x 2 + y 2 ), (1, 2);

38. Seja f uma fun¸c˜ao diferenci´avel em R 2 e considere os pontos A(1, 3), B(3, 4), C(2, 4) e

D(6, 15) . Sabe-se que a derivada direcional de f em A na dire¸c˜ao e sentido do versor

AB/ ||

AB || ´e 3 5 e que a derivada direcional de f em A na dire¸c˜ao e sentido do versor

AC/ ||

AC || ´e 8. Encontre o vetor gradiente f (1, 3) e a derivada direcional de f em

A na dire¸c˜ao e sentido do versor

AD/ || AD || .

39. Mostre que f (x, y) =

3 x 2 y ´e cont´ınua em (0, 0) e tem todas as derivadas direcionais

´

em (0, 0). E f diferenci´avel em (0, 0)?

40. Seja f uma fun¸c˜ao diferenci´avel em R 2 tal que γ(t) = (t + 1, t 2 ), t R ´e uma curva

de n´ıvel de f . Sabendo que x f ( 1, 4) = 2, determine a derivada direcional de f no

ponto ( 1, 4) e na dire¸c˜ao e sentido do vetor u = (3, 4) .

41. Seja f (x, y) =

(x, y) = (0, 0);

se (x, y) = (0, 0).

x 3 + y 3

x 2 + y

0,

2 ,

se

(a)

(b)

Calcule o gradiente de f no ponto (0, 0) .

d

Mostre que dt f γ(t) = f γ(t) · γ (t) em t = 0, onde γ(t) = ( t, t) .

(c)

Seja u = (m, n) um vetor unit´ario (isto ´e, m 2 + n 2 = 1). Use a defini¸c˜ao de derivada

direcional para calcular

f

u

(0, 0) .

´

(d) E f diferenci´avel em (0, 0) ? Justifique.

42. Sabe-se que f : R 2 R ´e diferenci´avel em R 2 e que o gr´afico de f cont´em as imagens de

u = 0. Determine

ambas curvas γ(t) = t

t

2 e σ(u) = u + 1, u, u + 2 + u ,

t

1

2 , 2 ,

f

2 , 2 , onde u = 2 , 2 .

1

1

2

2

u

43. Seja f (x, y) = (xy) 1/3 .

(a)

Determine as derivadas parciais de f nos pontos (x, y) tais que xy = 0.

(b)

Calcule as derivadas parciais de f em (0, 0) .

(c)

Se a e b s˜ao n´umeros reais n˜ao-nulos, existem as derivadas parci ais f x (0, b) e f y (a, 0) ?

(d)

Determine os pontos em que f ´e diferenci´avel. Justifique.

44. Seja f (x, y) =

x 2 y 2

x 2 +

0,

y 4 ,

(x, y) = (0, 0);

se (x, y) = (0, 0).

se

Mostre que existem as derivadas direcionais de f em todas as dire¸c˜oes no ponto (0, 0) e

que

∂ ∂ (0, 0) = f (0, 0), u para todo vetor unit´ario u. E f diferenci´avel em (0, 0) ?

f

u

´

45. A curva de n´ıvel 1 da fun¸c˜ao diferenci´avel f : R 2 R pode ser parametrizada por

γ(t) = (t, 2t 2 ), t R . A curva σ(u) = ( u, u 3 , u 6 u 5 2u 4 + 1), u R tem

sua

imagem contida no gr´afico de f .

(a)

Determine o vetor tangente `a curva σ no ponto ( 2, 8, 1) .

(b)

Determine o vetor tangente `a curva γ no ponto ( 2, 8) .

(c)

Calcule o gradiente de f em ( 2, 8) .

RESPOSTAS

1. (a) f

x

(x, y)=

y

x 2 +y 2 ;

f

y

(x, y)=

x

x 2 +y 2 .

2. (a) u x (x, y)=

y f

1

y ; u

x

y (x, y)= x

y

2 f

y .

x

(b)

u x (x, y)= a f (ax + by); u y (x, y)= b f (ax + by) .

3. 2

8. (b) N˜ao ´e cont´ınua em (0,0).

(c) N˜ao ´e diferenci´avel em (0,0).

9.

(b) f (0, 0) = 1 e f (0, 0) = 0.

x

y

(c) N˜ao.

(d) Nenhuma das derivadas parciais ´e cont´ınua em (0, 0) .

11.

(b) f (x, y)=

y

4x 2 y(x 2 +y 2 ) 2 cos((x 2 +y 2 ) 2 ) 2x 2 ysen ((x 2 +y 2 ) 2 )

0

(x 2 +y 2 ) 2

(c) Sim.

(d) Sim.

10. (b) N˜ao

se (x, y) = (0, 0), se (x, y) = (0, 0).

13.

(a) f n˜ao ´e diferenci´avel em nenhum ponto da reta y = x.

(b)

(c)

f n˜ao ´e diferenci´avel nos pontos da forma (a, 0) com a = 0.

f ´e diferenci´avel em R 2 pois ´e de classe C 1 em R 2 .

(d) O mesmo que o item (c).

16.

9600π cm 3 /s 17. Distanciando-se a 10km/h.

18. a = 3

24.(a) 2 F

r 2

=

s 2 e 2rs 2 G x 2

+ 6r 2 e rs s cos s

2

xy + 9r 4 cos 2 s 2 G

G

y 2

+

s 2 e rs G x

25.

(b)

(c)

(d)

(a) z = 1; X =

(0, 0, 1) + λ(0, 0, 1), λ R .

2x + y z 1 = 0; X = ( 1, 3, 0) + λ(2, 1, 1), λ R .

6x 4y + z + 5 = 0; X = ( 3, 2, 5) + λ(6, 4, 1), λ R .

e 3 y z e 3 = 0; X = (3, 1, 0) + λ(0, e 3 , 1), λ R .

23) b) 21.

+ 6r cos s G ;

y

(b) 0.

26.

x + 6y 2z 3 = 0 (sim, s´o um)

27.

6x y z + 6 = 0

28. k = 8

30.

f (2, 1) = (4, 8) e a reta ´e x + 2y 4 = 0.

31. X = ( ± 1, ± 2) + λ(5, 4), λ R.

32. (c)

33. a = 4

34. (1, 4)

35. X = 4 , 1 2 +

1

36.

(2, 1) e (10/9, 7/27) .

37. (a) 5, (1, 2);

λ( 1, 1), λ R .

(b)

2

5 ,

1

5 ,

2

5

.

38.

f (1, 3) = (11, 7) e a derivada direcional pedida ´e 29/13.

39. f n˜ao ´e diferenci´avel em (0, 0).

40. 4/5

41. (d) N˜ao ´e.

42. 3 2

2

43.

(c) n˜ao existem.

y

(a) f x (x, y)= 3(xy) 2/3 ; f y (x, y)=

x

3(xy) 2/3

(b) f x (0, 0) = f y (0, 0) = 0

(d) f ´e diferenci´avel no conjunto { (x, y) | xy = 0 } .

´

EXERC ICIOS SUPLEMENTARES

Para resolver o exerc´ıcio a seguir vocˆe vai precisar da Reg ra da Cadeia, do Teorema Fun-

damental do C´alculo e do seguinte resultado:

Teorema: Seja f : R 2 R uma fun¸c˜ao de classe C 1 e defina a fun¸c˜ao Φ : R R por

Φ(x)= b

a

f (x, t) dt. Ent˜ao a fun¸c˜ao Φ ´e deriv´avel e vale que Φ (x)= b

a

1. Seja F : R R dada por

F(x)=

b(x)

a(x)

f (x, t) dt

f

x

(x, t) dt.

sendo a, b : R R fun¸c˜oes deriv´aveis e f : R 2 R uma fun¸c˜ao de classe C 1 . Mostre

que

F (x)=

b(x)

a(x)

f

x

(x, t) dt + f x, b(x) b (x) f x, a(x) a (x)

2. Calcule F (x) para:

(a) F(x) =

0

x

e

x 2 t 2

2

dt

(c) F(x) =

cosh x

cos x

sen (x 2 t 2 ) dt

(b) F(x) =

0

1

x

x 2 + t 2 dt

3. Envelope de uma fam´ılia de curvas: Diz-se que uma curva plana (ou conjunto

de curvas planas) Γ ´e um envelope de uma fam´ılia de curvas planas { γ α } α A se Γ

tangenciar, em cada um de seus pontos, uma das curvas da fam´ı lia dada. Por exemplo,

o par de retas y = ± 1 ´e um envelope da fam´ılia de c´ırculos { C a } a R dada por

C a = { (x, y) R 2 | (x a) 2 + y 2 1 = 0 }

(veja a figura).

− a ) 2 + y 2 − 1 = 0 } (veja a figura). Seja

Seja I R um intervalo. Suponha que (C α ) α I seja uma fam´ılia de curvas dada por,

α I , C α = { (x, y) R 2 | F(x, y, α) = 0 } , com F : R de classe C 1 definida num

aberto R 3 , e que tal fam´ılia admita um envelope dado por uma curva γ : I R 2

de classe C 1 tal que, α I , γ ´e tangente a C α no ponto γ(α) = (x(α), y(α)) . Mostre

que, para cada α I , (x(α), y(α)) ´e solu¸c˜ao do sistema:

  F(x, y, α)= 0 F

∂α

(x, y, α) = 0.

Por exemplo, no caso da fam´ılia de c´ırculos dada anteriorm ente, ponha F ( x , y , α ) =

(x α) 2 + y 2 1, de modo que F ∂α (x, y, α) = 2(x α) e a solu¸c˜ao do sistema acima

´e dada por x = α , y = ± 1, o que parametriza o par de retas y = ± 1.

Sugest˜ao: Derive F(x(α), y(α), α) = 0 pela regra da cadeia e use o fato de que

F ( x , y , α ) = 0 ´e a curva de n´ıvel 0 da fun¸c˜ao F α : R 2 R dada por F α (x, y)= F(x, y, α) ,

portanto F α (x(α), y(α)) ´e ortogonal a γ (α)=(x (α), y (α)) .

4. Numa sala quadrada de lado L , uma porta deslizante ´e representada por um segmento de

comprimento L cujas extremidades s˜ao apoiadas em dois lados consecutivo s e deslizam

sobre os mesmos. Calcular a raz˜ao entre a ´area util´ (para s e colocar m´oveis) e a ´area

total da sala.

Sugest˜ao: A ´area util´ ´e delimitada pelo envelope da fam´ılia de segm entos formada pelas

poss´ıveis posi¸c˜oes da porta, conforme a figura. Mostre que um envelope dessa fam´ılia ´e

um arco de astroide de equa¸c˜ao x

3 + y = L

3

3 .

2

2

2

a figura. Mostre que um envelope dessa fam´ılia ´e um arco de astroide de equa¸c˜ao x