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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

  • 1. ..................................................................................................

01

DEFINIÇÕES

  • 2. .......................................................................... ..........................

02

  • 3. MATERIAL UTILIZADO

03 à 05

METODOLOGIA

  • 4. ...............................................................................................

07

  • 5. DISCUSSÕES......................................................................

RESULTADOS E

08

  • 6. CONCLUSÃO....................................................................................................

12

  • 7. REFERÊNCIA

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  • 1. INTRODUÇÃO

Este ensaio foi realizado pela disciplina de materiais de construção civil, e tem por objetivo determinar a massa específica e umidade superficial do agregado miúdo, de acordo com as normas NBR 9776 ou NM 52 (Mercosul) e NBR 9775, respectivamente. A massa especifica é o termo utilizado para a massa da unidade de volume, excluindo os vazios permeáveis e os vazios entre os grãos, como se o agregado fosse totalmente comprimido de forma que não houvesse nenhum espaço (externa e internamente), é a densidade do agregado

sem nenhum vazio, ou seja, não inclui poros permeáveis. Sua determinação é feita através do picnômetro ou pelo frasco de Chapman, que foi o utilizado no ensaio, e a balança precisa. Já a umidade superficial, consiste em medir a agua aderente a superfície dos grãos expressa em porcentagem. Portanto, há vários tipos de condições de umidade nos agregados miúdos, como por exemplo: “Seca em estufa”: onde os grãos se encontram totalmente secos. “Secos no ar”:

onde o interior fica úmido, mantendo o exterior seco, e também a condição “Saturada superfície seca”: Nesta condição o agregado se encontra em perfeita condição, pois todo os poros permeáveis estarem preenchidos e não há umidade na superfície. Desta forma, temos por objetivo ao término deste ensaio, determinar a massa especifica e umidade superficial do agregado miúdo, bem como conhecer os aparelhos, métodos e procedimentos, fundamentados na NBR 9776 e NBR 9775.

2. DEFINIÇÕES

Agregado miúdo

Agregado que passa na peneira com abertura de malha de 9,5 mm, que passa quase totalmente na peneira 4,75 mm e fica retiro, em sua maior parte, na peneira 75 μm; ou se define como a porção que passa na peneira de 4,75 mm e fica retida quase totalmente na peneira de 75 μm, definido pela norma NBR 7211.

Frasco de Chapman

Deve ser de vidro e composto de dois bulbos e de um gargalo graduado. No estrangulamento existente entre os dois bulbos deve haver um traço que corresponde a 200 cm3, e acima dos bulbos situa-se o tubo graduado de 375 cm3 a 450 cm3, conforme Figura. O frasco deve ser inicialmente aferido, verificando-se os devidos volumes correspondentes às graduações.

3. MATERIAIS UTILIZADOS

Ensaio N o 1 – Determinação da massa especifica de agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9776 e NM 52)

Balança com sensibilidade de 1g

 Estufa de laboratório  Frasco Chapman  Espátula 4

Estufa de laboratório

 Estufa de laboratório  Frasco Chapman  Espátula

Frasco Chapman

 Estufa de laboratório  Frasco Chapman  Espátula

Espátula

 Estufa de laboratório  Frasco Chapman  Espátula 4

Tacho

 Tacho  Recipiente  Amostra de areia seca  Funil

Recipiente

 Tacho  Recipiente  Amostra de areia seca  Funil

Amostra de areia seca

 Tacho  Recipiente  Amostra de areia seca  Funil

Funil

Ensaio N 2 – Determinação da umidade superficial em agregados miúdos por meio do Frasco de

Ensaio N o 2 – Determinação da umidade superficial em agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9775)

Os materiais utilizados para este ensaio, foram os mesmos para o ensaio Ensaio N o 1 – Determinação da massa especifica de agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman, com exceção da estufa e da areia seca, que foi substituída pela areia úmida.

4. METODOLOGIA

Ensaio N o 1 – Determinação da massa especifica de agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9776 e NM 52)

Recebemos um recipiente com uma grande amostra de agregado miúdo seco em estufa e pesamos 500g do mesmo, em seguida adicionamos agua no frasco de Chapman, até a marca de 200ml e deixamos em repouso para que a agua aderida na parede do frasco possa escorrer. Após a agua ser escorrida, introduzimos cuidadosamente a amostra de 500g de areia seca no frasco com o auxílio do funil. Eliminamos os grãos aderentes na parede interna do frasco e agitamos o frasco para eliminar eventuais bolhas de ar que ficaram. Finalmente, foi feita a leitura do nível da agua no frasco de Chapman.

Ensaio N o 2 – Determinação da umidade superficial em agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9775)

Recebemos um recipiente com uma grande amostra de agregado miúdo úmido e pesamos 500g do mesmo, em seguida adicionamos agua no frasco de Chapman, até a marca de 200ml e deixamos em repouso para que a agua aderida na parede do frasco possa escorrer. Após a agua ser escorrida, introduzimos cuidadosamente a amostra de 500g de areia úmida no frasco com o auxílio do funil. Eliminamos os grãos aderentes na parede interna do frasco e agitamos o frasco para eliminar eventuais bolhas de ar que ficaram. Finalmente, foi feita a leitura do nível da agua no frasco de Chapman.

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Ensaio N o 1 – Determinação da massa especifica de agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9776 e NM 52)

A massa especifica da amostra de agregado miúdo seco é determinada em g/cm 3 pela seguinte expressão:

500

=

(L200)

Onde:

= Leitura no frasco de Chapman

L

1ª Amostra:

 

Então:

500

=

= 2,6178 g/cm 3

2ª Amostra:

 

Então:

500

=

= 2,6096 g/cm 3

M

édia:

= Massa especifica da areia em g/cm 3

Sendo assim, obtivemos os seguintes resultados:

Obteve-se a leitura de: L= 391 ml

(391200)

Obteve-se a leitura de: L= 391,6 ml

(391,6200)

2,6178 g/cm 3+2,6096 g/cm 3

  • 2 = 2,613 g/cm 3

Através dos resultados obtidos, foram observados os seguintes resultados:

Amostras

L (ml)

(g/cm 3 )

Amostra 1

391

2,6178

Amostra 2

391,6

2,6096

Média

-

2,613

Diferença

-

0,0082

De acordo com a NBR 9776 – Determinação da massa especifica de agregados miúdos por meio do frasco Chapman (Item 7.2), os dois resultados obtidos no ensaio utilizando as duas amostras, não devem diferir entre si mais de 0,05 g/cm 3 . Portanto, o ensaio está dentro do padrão requerido em norma e consequentemente aceitável.

Ensaio N o 2 – Determinação da umidade superficial em agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman (NBR 9775)

A umidade superficial da amostra de agregado miúdo úmido é determinada em porcentagem (%) pela expressão:

100.[500−(L200).]

h=

.(L700)

Onde:

h = Porcentagem de umidade

L = Leitura no frasco

= Massa especifica da areia calculada conforme NBR 9776

= 2,613 g/cm 3

Sendo assim, obtivemos os seguintes resultados:

1ª Amostra:

Obteve-se a leitura de: L= 413,9 ml

Então:

h

= 100.

h = 7,8815 %

2ª Amostra:

Então:

= 100.

h h = 8,1082 %

[500−(413,9200). 2,613]

2,613.(413,9700)

Obteve-se a leitura de: L= 414,5 ml

[500−(414,5200). 2,613]

2,613.(414,5700)

Através dos resultados obtidos, foram observados os seguintes resultados:

Amostras

L (ml)

(g/cm 3 )

h (%)

Amostra 1

413,9

2,613

7,8815

Amostra 2

414,5

2,613

8,1082

Média

-

2,613

7,9948

Diferença

-

-

0,226

De acordo com a NBR 9775 – Determinação da umidade superficial em agregados miúdos por meio do frasco de Chapman (Item 7.2), os dois resultados obtidos no ensaio utilizando as duas amostras, não devem diferir entre si mais de 0,5 %. Portanto, o ensaio está dentro do padrão requerido em norma e consequentemente aceitável.

6. CONCLUSÃO

Determinar a massa especifica e a umidade superficial dos agregados graúdos e miúdos é um fator fundamental e determinante quando se pensa em utiliza-los no concreto, onde sua massa especifica e massa aparente deve ser considerada como o espaço ocupado no concreto, e a umidade superficial em porcentagem para ser corrigido no volume real de agua a ser utilizada na mistura para o concreto. Para que se fosse obtido um resultado mais preciso, seria necessário secar o frasco Chapman com secador adequadamente, para então ser eliminada toda a agua acumulada no mesmo, e logo após ser realizado um novo ensaio e também a manipulação dos equipamentos por pessoas não experientes, como por exemplo no processo de eliminar as bolhas do frasco de Chapman. Porém, como esse processo não foi realizado os resultados podem se divergir um pouco da realidade.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABNT - NBR 9775

ABNT - NBR 9776

ABNT - NM 52

http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/07/passo-passo-determinacao-da-

umidade.html (Acesso: 26/09/2015) http://www.profwillian.com/prof/marcus/Material_para_estudos/Materiais_de_Construca

o_Civil/Caderno_de_laboratorio_Materiais_de_construcao.pdf (Acesso: 26/09/2015) http://www.portaldoconcreto.com.br/cimento/concreto/agregado_2 (Acesso:

26/09/2015)