Estudo Célula 03 – Oração – o recurso para obter vitória.

1. BOAS VINDAS E QUEBRA-GELO (05 minutos)
Você já teve uma experiência em que sentiu que alguém estava orando por você?
2. ORAÇÃO INICIAL, LOUVOR (05 minutos)
3. LEITURA BÍBLICA E REFLEXÃO (25 minutos)
Leia Efésios 6:10-20, com ênfase no v.18
Por que somos exortados a orar uns pelos outros?
Como deve ser a oração uns pelos outros?
O que principalmente pode nos motivar a orar pelos nossos irmãos?
O que acontece quando uma célula ora?
Comentário do assunto
O contexto de Efésios 6:18 é de guerra espiritual. Paulo nos instrui sobre a necessidade de nos
fortalecermos na força do Seu poder para que possamos vencê-la. Uma guerra só se faz com
exército. Não existe conquista pessoal e isolada, para que ninguém se ensoberbeça e queria roubar a
glória de Deus. Existe o esforço pessoal, sim, mas é o esforço coletivo que nos remete ao êxito. E
guerra espiritual não consiste apenas em decretos e comandos ao mundo espiritual, mas se faz com
verdadeiro amor e profundo interesse uns pelos outros através da oração.
Ao vivermos em comunidade somos estimulados no entendimento de que precisamos uns dos
outros. A oração mútua é a demonstração do interesse que temos pelo bem estar espiritual dos
nossos irmãos. Alguém que vive para si mesmo, no isolamento e egoísmo, jamais sentirá o peso de
intercessão por alguém. Ao nos relacionarmos criamos laços de amor e geramos empatia ao
conhecermos as necessidades das pessoas. Tem um ditado que diz: “O que os olhos não vêem o
coração não sente”. Quando nos envolvemos somos impelidos a orar!
Porém, a vida em célula nos desperta para a oração constante. Na maioria das vezes oramos quando
alguém pede ou para “apagar incêndio”. Mas Paulo diz: “Orando em todo o tempo...”. É pela oração
que sustentamos uns aos outros. Nossa tendência é pensar que os que estão bem não precisam de
oração, e, então, lembramos apenas das pessoas que estão em visível necessidade. Paulo foi o
apóstolo de maior influência na sua época, um guerreiro, um vencedor, que enfrentava qualquer
batalha por amor ao evangelho, mas também precisava de oração: “Orando... por mim, para que me
seja dada, no abrir da minha boca, a palavra...” (v.19). Assim como uma fábrica precisa de
manutenção preventiva para que as máquinas não parem, também cada discípulo precisa de oração
constante para que não enfraqueça ou esfrie na fé.
A segunda ênfase é: “... Com toda a oração e súplica no Espírito”. Isso significa intensidade. Ser
intenso na oração é tomar a carga, o peso das necessidades. A intercessão requer de nós esta postura,
porquanto nos colocamos no lugar dos que sofrem. Quem não se sente parte de seu irmão não terá
verdadeiro interesse por ele e por suas causas! Mas quem ama ora, e com intensidade. Se o meu
irmão estiver bem, eu também estarei. Isso é vida de corpo!
A terceira ênfase é: “... vigiando com toda a perseverança”. Vigiar é ficar acordado, alerta; e
perseverar é insistir com a mesma intensidade sempre. Perseverança é a qualidade de caráter mais
necessária na vida do discípulo. Facilmente desistimos das coisas que não são importantes para nós.
Porém, quando conhecemos o propósito de Deus para nós e mantemos o foco em Sua palavra, o que
é importante nunca perde a importância.
E, finalmente, ele diz por quem devemos orar: “... por todos os santos”. Como poderemos orar por
todos os santos? Paulo estava falando sobre a célula, as pessoas de nosso relacionamento. Não é
difícil lembrarmos em oração daqueles que fazem parte do nosso convívio. Ao orarmos pela célula
estamos orando por todos os santos.
4. APLICAÇÃO (10 minutos)
Orem dois a dois pelas necessidades um do outro. Facilitador, desafie a célula a orar uma vez por
semana.

5. EVANGELISMO (10 minutos) Orem pelo despertamento evangelístico da célula e para que Deus lhes dê uma colheita de pelo menos uma alma no mês de outubro (mês de ganhar). .

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