Você está na página 1de 29
Prof. Otávio Barduzzi
Prof. Otávio Barduzzi
Prof. Otávio Barduzzi

Prof. Otávio Barduzzi

Prof. Otávio Barduzzi

ELEMENTOS PRELIMINARES HISTÓRICO-FILOSÓFICOS

ELEMENTOS PRELIMINARES HISTÓRICO-FILOSÓFICOS Antropocêntrica Filosofia Enciclopédica Contratualista Iluminista
ELEMENTOS PRELIMINARES HISTÓRICO-FILOSÓFICOS Antropocêntrica Filosofia Enciclopédica Contratualista Iluminista
Antropocêntrica Filosofia Enciclopédica Contratualista Iluminista Racionalista
Antropocêntrica
Filosofia
Enciclopédica
Contratualista
Iluminista
Racionalista

O conceito central

contratualismo é a valorização

do indivíduo, pois fundado em uma época minimalista atende

a dois princípios:

a legitimidade da auto-

do

atende a dois princípios: a legitimidade da auto- do preservação e a ilegalidade do dano arbitrário
atende a dois princípios: a legitimidade da auto- do preservação e a ilegalidade do dano arbitrário

preservação e a ilegalidade

do dano arbitrário feito dos

outros.

Definição

Definição  contratualismo indica uma classe abrangente de teorias que tentam explicar os caminhos que levam
Definição  contratualismo indica uma classe abrangente de teorias que tentam explicar os caminhos que levam

contratualismo indica uma classe abrangente

de teorias que tentam explicar os caminhos

que levam as pessoas a formarem Estados e/ou manterem a ordem social. Essa noção de contrato traz implícito

que as pessoas abrem mão de certos direitos

para um governo ou outra autoridade a fim de obter as vantagens da ordem social. Nesse prisma, o contrato social seria um acordo entre os membros da sociedade, pelo qual

reconhecem a autoridade, igualmente sobre todos, de um conjunto de regras, de um

regime político ou de um governante.

Atualidade do pensamento contratualista.

Atualidade do pensamento contratualista.  O conceito de legitimidade do Estado idealizado por Rousseau e que
Atualidade do pensamento contratualista.  O conceito de legitimidade do Estado idealizado por Rousseau e que

O conceito de legitimidade do Estado idealizado por Rousseau e que se funda no exercício da soberania popular é adotado até os dias de hoje pelos países de civilização ocidental e que adotam o sistema democrático, associando-se o poder legítimo ao governo que atende aos preceitos de uma carta constitucional e, portanto, aos anseios do seu povo, verdadeiro soberano e detentor do poder.

Problemas de legitimidade: monopólio do uso da força/vontade geral

povo, verdadeiro soberano e detentor do poder.  Problemas de legitimidade: monopólio do uso da força/vontade
povo, verdadeiro soberano e detentor do poder.  Problemas de legitimidade: monopólio do uso da força/vontade

Quando o poder é despersonalizado, ou seja, é trasladado à figura de um ente despersonalizado como o Estado, o que se nota é que fica facilitada a submissão e aceitação de suas determinações pelos indivíduos. Daí que o poder é considerado legítimo quando é aceito e existe a disposição de obediência por parte daqueles que não o detêm. Por outro lado, será ilegítimo quando exercido por indivíduos ou grupos sociais não aceitos pelos demais, e que impõem sua vontade sob uma resistência. (DIAS, 2010, p. 32).

sua vontade sob uma resistência. (DIAS, 2010, p. 32). Aqueles que concordam com uma opinião chamam-lhe
sua vontade sob uma resistência. (DIAS, 2010, p. 32). Aqueles que concordam com uma opinião chamam-lhe

Aqueles que concordam com uma opinião chamam-lhe opinião; mas os que discordam chamam-lhe heresia. Thomas Hobbes.

Origem:

Origem:  Na cultura grega, quem primeiro levantou a diferença entre o direito natural e o
Origem:  Na cultura grega, quem primeiro levantou a diferença entre o direito natural e o

Na cultura grega, quem primeiro levantou a diferença

entre o direito natural e o positivo foram os poetas

dramáticos, em especial Sófocles que, por meio de sua célebre obra Antígona, contestou a validade das leis positivas impostas pelos reis da época ao povo, desqualificando-as em face da supremacia das leis dos deuses, ou seja, as leis naturais. Nesse sentido, enaltece

António Teixeira:

“[

]

o Direito Natural clássico dos gregos compreende

uma concepção essencialista ou substancialista do Direito Natural: a natureza contém em si a sua própria

lei, fonte da ordem, em que se processam os

movimentos dos corpos, ou em que se articulam os seus elementos constitutivos essenciais. A ordem da natureza

Ainda os gregos

Ainda os gregos  Portanto, cabe ressaltar que os gregos fundamentavam os direitos naturais em preceitos
Ainda os gregos  Portanto, cabe ressaltar que os gregos fundamentavam os direitos naturais em preceitos

Portanto, cabe ressaltar que os

gregos fundamentavam os direitos

naturais em preceitos superiores:

imutáveis, estáveis e permanentes;

cuja autoridade se originava da

natureza, ou seja, do cosmos, e não da vontade humana.

Os clássicos

Os clássicos  A corrente de pensamento do renascentista clássico, por sua vez, possuía um caráter
Os clássicos  A corrente de pensamento do renascentista clássico, por sua vez, possuía um caráter

A corrente de pensamento do

renascentista clássico, por sua vez,

possuía um caráter renovador, no sentido de romper com os

paradigmas da filosofia escolástica

teocrática do medievo. Visava também certa liberdade em relação ao poder divino.

Clássicos

Clássicos  - Maquiavel defendia o "equilíbrio tenso" da sociedade e usava o exemplo da república
Clássicos  - Maquiavel defendia o "equilíbrio tenso" da sociedade e usava o exemplo da república

- Maquiavel defendia o "equilíbrio tenso" da sociedade e

usava o exemplo da república romana para comprovar.

- JEAN BODIN (XVI): A soberania garante a unidade / A

soberania deve ser perpétua e absoluta / O soberano

deve ser vitalício pois tem o direito divino de dar e anular leis.

- JUSNATURALISMO: Grotius - Direito natural que

antecede o direito positivo / Origens no pensamento político grego e na escolástica medieval / No mundo medieval, o direito natural era o que se ligava à religião / Nos séculos XVII e XVIII o racionalismo inatista explicava o jusnaturalismo.

Estado natural X civil

Estado natural X civil  Os contratualistas partem da idéia que o Estado moderno precisa de
Estado natural X civil  Os contratualistas partem da idéia que o Estado moderno precisa de

Os contratualistas partem da idéia que o

Estado moderno precisa de um contrato

social para criar o Direito Positivo. Na concepção dos contratualistas não existe

a desconsideração do Direito Natural. Os contratualistas apenas dizem que o Direito Natural não é suficiente para sustentar o Poder de Estado Moderno e

portanto os Direitos Naturais de Grócio e

Pufendorf devem ser transformados em

 "Ora, segundo sua natureza, ele também é perfectível, portanto chamado a se desenvolver. Aqui
 "Ora, segundo sua natureza, ele também é perfectível, portanto chamado a se desenvolver. Aqui

"Ora, segundo sua natureza, ele também é perfectível, portanto chamado a se

desenvolver. Aqui intevém a sociedade: apenas

ela permite que se adquira a palavra, a memória, as ideias, os sentimentos, a consciência moral, em suma, as luzes. Infelizmente, essa educação dos homens foi feita ao acaso, sem princípios, sem reflexão, sem respeito pela ordem natural. O resultado é um estado em que as necessidades do homem se multiplicam, em que ele não as pode satisfazer sem o outro: torna-se cada vez mais fraco, cada vez mais dividido e preocupado, cada vez menos livre."

- Fonte: O Contrato

Social. Martins

Fontes, 1999.

O indivíduo burguês inserido no sistema

capitalista se vê diante de conflitos ocasionados pela defesa dos interesses

diante de conflitos ocasionados pela defesa dos interesses particulares numa vida coletiva.  Relações política:
diante de conflitos ocasionados pela defesa dos interesses particulares numa vida coletiva.  Relações política:

particulares numa vida coletiva.

Relações

política:

entre

economia,

direito

e

O primeiro juízo do direito isso é meu!

Estado de natureza x estado civil

Filosofia Política Contratualista

Proposta de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)

 Proposta de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)  Soberania governamental a partir da vontade geral –
 Proposta de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)  Soberania governamental a partir da vontade geral –

Soberania governamental a partir da vontade geral – “A vontade geral é uma construção filosófica da idéia de sociedade justa e organizada politicamente. Na

verdade, a idéia da vontade geral como soma das

vontades, proporciona ao sujeito moral e livre, uma valorização político-pedagógica. Sendo assim, a vontade geral se torna resultado da consciência do homem diante das transformações políticas, passando esse indivíduo de uma natureza primitiva

para incorporar uma ‘segunda natureza’, que se

desdobra numa natureza civil, frutos das organizações políticas e das convenções(p. 2).

Passagem da primeira natureza à segunda natureza

Logo, a identidade do homem, na qualidade de cidadão, é

também de sua moralidade política. em uma construção coletiva da sociedade inserida naquilo que denominamos de “segunda natureza”. A idéia de cidadania é uma representação contratualista, que tem nessa “segunda

natureza” a incorporação também de um pacto social entre os homens convencionalmente unidos em um

corpo político, sob o objetivo fundamental de promover

um corpo político, sob o objetivo fundamental de promover a igualdade” (p. 2-3).  Teoria contratual
um corpo político, sob o objetivo fundamental de promover a igualdade” (p. 2-3).  Teoria contratual

a igualdade” (p. 2-3).

Teoria contratual Cidadania Virtus Civitas a postura desse homem-cidadão é de quem vive uma situação moral de solidariedade com todos os seus co-cidadãos(p. 3). = Mudança moral (novo homem).

Alienar a vontade individual = Natureza contratual (V.I + V.M = V.G)

Direitos fundamentais e a cidadania contratual modernas = abordagem polissêmica que não pode perder de vista a problematização e nem a definição.

Nas

sociedades

modernas

contemporâneas os direitos

 

e

fundamentais são entendidos como o conjunto das condições e garantias inalienáveis, imprescritíveis e intransponíveis. Conforme sugere a Declaração Universal dos Direitos Humanos, outorgada pelas Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, no seu art. 1º:

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e

direitos”.

em 10 de dezembro de 1948, no seu art. 1º: “Todas as pessoas nascem livres e

Os direitos de natureza contratual são eternos?

O que se deve perguntar é se os direitos enunciados em tais declarações são os verdadeiros ou os únicos direitos

declarações são os verdadeiros ou os únicos direitos do homem. E se esses direitos são ou
declarações são os verdadeiros ou os únicos direitos do homem. E se esses direitos são ou

do homem. E se esses direitos são ou não verdades eternas, naturais. E no caso de não o serem, como e por que se escolheu apenas esses direitos como fundamentais para o ser humano?(DORNELLES,1989, p.10 apud EUFRASIO, p. 7).

se escolheu apenas esses direitos como fundamentais para o ser humano? ” (DORNELLES,1989, p.10 apud EUFRASIO,

Elementos históricos para formação dos direitos:

Elementos históricos para formação dos direitos: Dinâmica dos Direitos Organização das condições Históricas
Elementos históricos para formação dos direitos: Dinâmica dos Direitos Organização das condições Históricas

Dinâmica dos Direitos

para formação dos direitos: Dinâmica dos Direitos Organização das condições Históricas pela

Organização

das condições Históricas pela Participação Política

Revoluções burguesas dos séculos XVII e XVIII:

Revolução Gloriosa (1688- 1689); Revolução Americana (1776-1787) e Revolução Francesa (1789).

Dinâmica dos direitos:

Capacidade de regulação social

Ordenamentos

Jurídico-formais

Via codificação (controle-regulação) onde se procura atingir os interesses antagônicos (p.ex. ricos e pobres)

Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724
Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724
Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724
Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724
Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724
Resumo dos Pensadores JOHN LOCKE contratualista PAI DO EMPIRISMO E PRECURSOR DO LIBERALISMO KANT (1724

Resumo dos

Pensadores

JOHN LOCKE contratualista

PAI DO EMPIRISMO E

PRECURSOR DO

LIBERALISMO

KANT (1724 a 1804

Iluminista

Liberal Racionalismo + Empirismo

CORRENTE

DO

PENSAMENTO

ROUSSEAU:

Contratualista

precursor do

Romantismo:

o homem

bom

Contratualista precursor do Romantismo: o homem bom Hegel Idealismo filosófico Montesquieu Tripartição de

Hegel

Idealismo

filosófico

Montesquieu Tripartição de poderes mornarquista

Montesquieu Tripartição de poderes mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X

MARX

Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia)

X Socialismo

Sindicalismo

Luta de Classes

mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes
mornarquista MARX Marxismo Crítica ao Estado Capitalismo (mais valia) X Socialismo Sindicalismo Luta de Classes

Thomas Hobbes é considerado por muitos o precursor do positivismo jurídico, visto que, sua idéias representam um verdadeiro divisor de águas para a época, já que este não aceita a existência de vários direitos naturais anteriores ao Estado, mas somente de um: o direito à

anteriores ao Estado, mas somente de um: o direito à legitima defesa. Por isso, Hobbes não
anteriores ao Estado, mas somente de um: o direito à legitima defesa. Por isso, Hobbes não

legitima defesa. Por isso, Hobbes não

é considerado um jusnaturalista tradicional. Em sua principal obra, O Leviatã, Hobbes desconstrói o homem para demonstrar suas fragilidades e

limitações cognitivas, é o que ele

chama de método resolutivo compositivo, dividindo, assim, o homem: sensação, imaginação, linguagem, ou seja, há uma análise

introspectiva.

A antropologia encontrada no filósofo inglês Thomas Hobbes é carregada de

negatividade. Segundo ele, a

natureza humana é dotada de uma miséria cognitiva, egoísmo, hedonismo, concupiscência, entre

outras características que tornam os indivíduos indesejáveis entre si.

Neste sentido, Hobbes aponta as três

principais causas da discórdia: a competição, a descrença e a glória. Vale ressaltar que para Hobbes a razão é adquirida, não nascendo com o indivíduo. Para o autor, esses seriam os principais motivos que levariam o homem ao conflito, caso não houvesse um poder capaz de mantê- los em harmonia, já que o homem é

poder capaz de mantê- los em harmonia, já que o homem é um ser tão crente
poder capaz de mantê- los em harmonia, já que o homem é um ser tão crente

um ser tão crente e fanático que é

capaz de se destruir com suas próprias paixões.

 “ Estes problemas no âmbito da sociedade moderna de natureza contratual têm revelado o
 “ Estes problemas no âmbito da sociedade moderna de natureza contratual têm revelado o

Estes problemas no âmbito da sociedade moderna de

natureza contratual têm revelado o quanto é difícil caracterizar o Estado moderno como efetivo espaço de participação popular de diversos seguimentos da sociedade. Para tanto, não há que se perder de vista a mobilidade política que o processo de

democratização proporcionou, na medida que

significou uma conquista advinda com as mudanças legais e constitucionais, que precisavam também ser acompanhadas de ações eficazes das instituições sociais, principalmente na ótica de proteção das minorias sociais, de mulheres, de crianças e

adolescentes, com a intervenção significativa do Estado”.

 Tal doutrina preconizava os seguintes valores fundamentais: a existência de uma concepção racionalista do
 Tal doutrina preconizava os seguintes valores fundamentais: a existência de uma concepção racionalista do

Tal doutrina preconizava os seguintes

valores fundamentais: a existência de

uma concepção racionalista do Estado; o Estado civil como antítese

do estado de natureza; a formação de

uma teoria contratualista do fundamento do poder Estatal; legitimação através do consenso e o antropocentrismo como princípio basilar.

Nas palavras de Norberto Bobbio:

“(

)

os direitos do homem nascem como

direitos naturais universais, desenvolvem-se

 

como direitos positivos particulares, para finalmente encontrarem sua plena realização como direitos positivos universais.”

Em suma, a conjuntura que se estabeleceu é fruto das influências e transformações trazidas pela doutrina do jusnaturalismo, e muito embora o nosso ordenamento jurídico seja regrado pela doutrina pós-positivista, os direitos fundamentais naturais, enaltecidos pelo jusnaturalismo, constituem verdadeiro

alicerce do nosso sistema jurídico.

Teoria de criação do Estado Contratualista Mais aceita Hobbes Locke Rosseau Sec. XVIII Naturalista Aristóteles
Teoria de criação do Estado Contratualista Mais aceita Hobbes Locke Rosseau Sec. XVIII Naturalista Aristóteles

Teoria de criação do Estado

Teoria de criação do Estado Contratualista Mais aceita Hobbes Locke Rosseau Sec. XVIII Naturalista Aristóteles O

Contratualista Mais aceita Hobbes Locke Rosseau

Sec. XVIII

Naturalista

Aristóteles

O Homem é

naturalmente um animal político

Marxista Luta de classes- Estado como

justificação

de domínio de uma classe sobre outra

Teoria contratualista Criação de forma artificial Hobbes – estado de natureza Locke Estado de natureza
Teoria contratualista
Criação de forma artificial
Hobbes –
estado de natureza
Locke
Estado de natureza
Homem livre
Homem mau
Estado que garanta
Estado mau
esta liberdade

Homem bom

Rosseau Estado de natureza

Estado democrático

Teoria contratualista De Hobbes Estado de natureza Homem mau e Perverso – Guerra de todos
Teoria contratualista
De Hobbes
Estado de natureza
Homem mau e
Perverso –
Guerra de todos
Contra todos
“O homem é
Absolutismo
lobo do próprio
Homem”

Obra O Leviatã Justificava o

Teoria contratualista De Locke Estado de natureza Homem livre Contrario de hobbes, Dizia que o
Teoria contratualista
De Locke
Estado de natureza
Homem livre
Contrario de hobbes,
Dizia que o
estado de natureza
Não era violento,
Estado - que garanta
mas que necessitava
esta liberdade
de alguém para
Dirimir conflitos

Motivo: divisão do Trabalho e da terra DEFENSOR

DO LIBERALISMO

E do estado Liberal

Teoria contratualista Rosseau Estado de natureza “O Homem bom, Obra do Contrato Social Motivo: A
Teoria contratualista
Rosseau
Estado de natureza
“O Homem bom,
Obra do
Contrato Social
Motivo: A propriedade
Rosseau
mas a sociedade
Privada era a raiz
o corrompe”
Dos problemas e de
toda a miséria

Estado democrático