AGROMINERAIS PARA O BRASIL 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
C E N T R O   D E   T E C N O L O G I A  M I N E R A L  
R I O   D E   J A N E I R O ,   2010

AGROMINERAIS PARA O BRASIL 
 
 
 
E D I TO R ES 

Francisco Rego Chaves Fernandes 
Adão Benvindo da Luz  
Zuleica Carmen Castilhos 

 
 
O conteúdo deste trabalho é de responsabilidade  
exclusiva do(s) autor(es) 
 
VERA LÚCIA DO ESPÍRITO SANTO SOUZA 

Projeto Gráfico/Editoração Eletrônica 
GISELE ROSE DA SILVA 

Assistente de Pesquisa 
 
Foto Agrominerais: Verdete, Silanito, Fonolito, Amazonita, Verdete britado  
(da esquerda para a direita) – Sílvia Cristina Alves França e Gisele Rose da Silva. 
Agrícolas: milho, soja, feijão, arroz e cana‐de‐açúcar. 

  
 
Centro de Tecnologia Mineral 

 
Agrominerais para o Brasil/Eds. Francisco R. C. Fernandes, Adão B. da Luz, 
Zuleica C. Castilhos. ‐ Rio de Janeiro: CETEM/MCT, 2010. 
 

380 p.: il. 
1.

 
Fertilizantes. 2. Agrominerais. 3. Agroindústria. I. Centro de Tecnologia 
Mineral. II. Fernandes, Francisco R.C. (Ed.). III. Luz, Adão B. (Ed.). III. 
 
Castilhos, Zuleica C. (Ed.). 
 

ISBN 978‐85‐61121‐61‐7   

 
 

 

CDD 

668.62 

  Com a edição deste livro conclui‐se o Projeto AGROMINERAIS. envolvendo a comunidade acadêmica. coordenado pelo CETEM com financimen‐ tos do CT‐Mineral e FINEP. tecnológica.      Rio de Janeiro. foram elaborados quinze distintos  capítulos para o atual livro sobre Agrominerais. Julho de 2010. Destes últimos.    José Farias de Oliveira  Diretor do CETEM  . empresarial e organizações sociais.  estamos dando uma positiva contribuição à importante questão dos Agrominerais no Brasil. Ainda foram  produzidos  estudos  prospectivos  por  especialistas  renomados.   No decorrer dos últimos 18 meses foi realizada intensa atividade de interação entre pesquisadores e pro‐ fessores das mais importantes instituições brasileiras.   Acreditamos que com a edição deste livro e a sua divulgação simultânea na internet e no site do CETEM.  nacionais  e  também  internacionais  das  diferentes áreas do conhecimento envolvidas no tema. Foram realizadas Oficinas Temáticas muito concor‐ ridas.

.

 Adão Benvindo da Luz e Zuleica Carmen  Castilhos  CAPÍTULO 1  PANORAMA DOS AGROMINERAIS NO BRASIL: ATUALIDADE E PERSPECTIVAS   Yara Kulaif e Francisco Rego Chaves Fernandes __________________________ 01  CAPÍTULO 2   AGROMINERAIS: RECURSOS E RESERVAS   Antonio Fernando da Silva Rodrigues. Zuleica Carmen Castilhos e Marcelo Soares Bezerra ___________ 61  CAPÍTULO  5   MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E  CONDICIONADORES DE SOLOS   Éder de Souza Martins . ENXOFRE. Lajolo  _______________________________  105  CAPÍTULO 7 FOSFOGESSO : GERAÇÃO. M. Yara Kulaif e Francisco Rego Chaves   Fernandes  ______________________________________________________________  145  CAPÍTULO 9  UM ESTUDO DAS PRINCIPAIS LAVOURAS PARA A PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS   Maria Helena M.  PREFÁCIO    Francisco Rego Chaves Fernandes. MINERAIS E ROTAS TECNOLÓGICAS PARA  A PRODUÇÃO DE FERTILIZANTES  ALTERNATIVOS  Adão Benvindo da Luz. João Alves   Sampaio. ROCHA  FOSFÁTICA E POTÁSSIO) ‐ PROJEÇÕES DE  2010 A  2030  Eduardo Soares Ogasawara . Álvaro Vilela de Resende . Francisco E. DESTINO E DESAFIOS   Roberto Mattioli Silva e Marco Giulietti ________________________________  125  CAPÍTULO  8   A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE FERTILIZANTES (CADEIA NPK. Claudinei Gouveia   de Oliveira e Antonio Eduardo Furtini Neto   ______________________________ 89  CAPÍTULO  6  O MEIO AMBIENTE NA PRODUÇÃO DE FERTILIZANTES FOSFATADOS NO BRASIL    Elvira Gabriela Dias e Roberto D. David Siqueira Fonseca. Mathias   Hider Ricardo Eudes Parahyba e Vanessa M. Lapido­Loureiro. Rocha Lima e Nilo da Silva Teixeira __________________  169  CAPÍTULO 10   O USO DA BIOMASSA COMO NOVA FONTE ENERGÉTICA MUNDIAL  Ângelo Bressan Filho ____________________________________________________  189  CAPÍTULO 11 POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS PARA OS BIOCOMBUSTÍVEIS   Ricardo Borges Gomide _________________________________________________  203  . Cavalcante  ______________ 23  CAPÍTULO 3 ROTAS TECNOLÓGICAS CONVENCIONAIS E ALTERNATIVAS PARA A OTENÇÃO DE  FERTILIZANTES   Arthur Pinto Chaves _______________________________________________________ 45  CAPÍTULO  4   ROCHAS.

CAPÍTULO  12   INVENTÁRIO E CARTOGRAFIA DE RECURSOS AGROMINERAIS CONVENCIONAIS E  ALTERNATIVOS DO TERRITÓRIO BRASILEIRO  Gerson Manoel Muniz de Matos e Ivan Sérgio de Cavalcante Mello _____  227  CAPÍTULO 13  ROCHAS E MINERAIS COMO FERTILIZANTES ALTERNATIVOS NA AGRICULTURA: UMA  EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL  Peter Van Straaten    ____________________________________________________  235  CAPÍTULO 14   BIOCOMBUSTÍVEIS NOS ESTADOS UNIDOS EM CONTEXTO DE MUDANÇA    Joaquim Ramos Silva ____________________________________________________  265  CAPÍTULO 15   A SITUAÇÃO ENERGÉTICA DA UNIÃO EUROPEIA E O CASO PARTICULAR DOS   BIOCOMBUSTÍVEIS: DIAGNÓSTICO ACTUAL E PERSPECTIVAS     Carla Guapo Costa  ______________________________________________________  277  .

  Um  capítulo  crítico:  "Rotas  tecnológicas  convencionais  e  alternativas  para  a  obtenção  de  fertilizantes". ‐ uma caracterização geral desta indústria no Brasil e no mundo e um histórico deste setor in‐ dustrial no Brasil. tem como coordenador  o CETEM e como instituições co‐executoras.  Agrominerais (tais como enxofre.  a  CPRM‐Serviço  Geológico  do  Brasil  (SGB)  e  o  Departamento  Nacional  da  Produção  Mineral  (DNPM/MME). cálcário e turfa) é matéria‐prima  de  origem  mineral  sendo  insumo  absolutamente  indispensável  para  viabilizar  a  agricultura  e  a  pecuária  brasileiras. defende o autor.  é  parte  integrante  da  alimentação  dos  cidadãos  brasileiros. alavancando o nascente e pujante setor dos biocombustíveis.  ou  seja. O projeto foi apoiado pelo CT‐ Mineral/Fundo Setorial Mineral e pela FINEP ‐ Financiadora de Estudos e Projetos.  cada  um  deles  a  cargo  de  um  especialista de renomado conhecimento. minerais de potássio. enxofre e calcário) no Brasil no segmento da pesquisa e lavra de recursos minerais. para atender a dois  objetivos principais:   abordar aprofundadamente o vasto conjunto de temas pertinentes aos Agrominerais com um enfoque  centrado no Brasil. desde a sua fundação.  da  viabilização  do  agronegócio externo.  tanto  oriundos  das  Fontes  Conven‐ cionais  de  Nutrientes  (FCN)  ‐  os  de  alta  solubilidade  e  concentração  ‐  como  das  Fontes  Alternativas  de  Nutrientes  (FAN)  ‐  rocha. in‐ cluindo uma minuciosa apresentação da disponibilidade primária (ocorrências e jazidas minerais) em todo  o território nacional.  em  que  a  oferta  tem  elevadíssima  depen‐ dência das importações. uma Agenda de Prioridades. resultante de Oficinas temá‐ ticas que foram realizadas envolvendo algumas centenas de participantes.  Finalmente.  em  quinze  capítulos.  Inicia‐se  o  livro  "Agrominerais  para  o  Brasil"  com  dois  capítulos  dedicados  às  Fontes  Convencionais  de  Nutrientes (FCN). É também analisado para cada um dos recursos agrominerais.  Logo em seguida: “Agrominerais: recursos e reservas” aprofunda o tema dos Agrominerais (minerais de  potássio. fosfato. os aspectos de merca‐ do e as relações de dependência e sustentabilidade entre o agronegócio e o mineralnegócio.  O  tema  do  livro  foi  desdobrado  pelos  editores.  Apresenta os principais resultados do Projeto “Estudo Prospectivo Relativo aos Agrominerais e Seus Usos  na Produção de Biocombustíveis Líquidos com Visão de Longo Prazo (2035)”. O primeiro. e ainda. ser  .  termofosfatos  e  outros  ‐. Em conclusão. a Embrapa Cerrados/Rede de Pesquisa de Rochas Silicatadas de Fonte de  Potássio. para o desenvolvimento científi‐ co‐tecnológico brasileiro sustentável.Francisco Rego Chaves Fernandes  Adão Benvindo da Luz  Zuleica Carmen Castilhos  Este  livro  "Agrominerais  para  o  Brasil"  é  um  livro  editado  pelo  Projeto  Agrominerais  coordenado  pelo  CETEM ‐ Centro de Tecnologia Mineral do MCT ‐ Ministério da Ciência e Tecnologia. a UFSCar/Rede Inter‐universitária para o Desenvolvimento do  Setor Sucroalcooleiro (RIDESA).  apresenta  os  diferentes  produtos  oferecidos  no  mercado  brasileiro.  questionando‐se  aprofundadamente  as  vantagens  e  desvantagens de sua utilização no clima e solos tropicais brasileiros. "Panorama dos agrominerais no Brasil: atualidade e perspectivas" traça um  atualizado  perfil  dos  fertilizantes  convencionais  (NPK):  ‐  uma  complexa  cadeia  de  múltiplos  produtos  e  mercados.  a  qual  apresenta  grandes  desafios.   apresentar sugestões de linhas de ação. rocha fosfática. atinge cerca de 80% do total dos nutrientes consumidos pelo Brasil e a especula‐ ção financeira se faz fortemente presente.  a  atualidade. destacando‐se as consequências da sua privatização há dez anos.

  Os  autores  concluem  que:  "o  papel  do  desenvolvimento  científico  e  tecnológico  pode  ser  muito mais decisivo na solução dos problemas (. que obrigatoriamente devem ser levados em consideração. destino. O primeiro "Rochas. ou seja. União Europeia e Japão. no seu final. A sua produção no Brasil iniciou‐se em 1950 e  para cada tonelada de ácido fosfórico geram‐se seis toneladas de rejeito. organismos de gover‐ no. nem  o princípio da  precaução. no planejamento da ampliação da produ‐ ção de agrominerais. uma agenda de prioridades para implementação. sociedade civil – e incorporar como pressupostos os princípios de pre‐ venção e precaução". em todo o extenso território brasileiro. Já na etapa de industrialização. as técni‐ cas de aplicação direta na agricultura de rochas moídas ou contendo finos naturais. utilizado principalmente com finalidade agrícola.  Na  continuação  do  tema. entre outros. centra e desenvolve o tema do rejeito com‐ plexo gerado na produção de ácido fosfórico. minerais e  rotas tecnológicas para a produção de fertilizantes alternativos" aprofunda a rochagem.  seja  pelo  uso  da  terra  ou  da  água  e  integrados  no  desenvolvimento  sustentável  no  binômio:  conservação e desenvolvimento econômico. para atender às demandas crescentes. no  resto do mundo desenvolvido. metais pesados e minerais radiativos.  sem  que  se  aplique. mas con‐ tendo.   Dois capítulos são totalmente dedicados ao meio ambiente. justapõe as suas ocorrências com a localização das produções de cana‐de‐açúcar e soja. Mostram ainda que existem pressões redobradas para  a ampliação do seu descarte. Neste particular. que apresentam. o fosfogesso destaca‐se como  um importante problema. seja na lavra ou  no beneficiamento dos minerais fosfáticos. Localiza também estes materiais (primários e secundários) abundantes  no Brasil.  com seu  consequente  banimento. Os autores mostram que já atin‐ ge 50% a parcela do fosfogesso gerado no Brasil que é descartada no ambiente empurrado pelas empre‐ sas produtoras de ácido fosfórico. em virtude da rota tecnológi‐ ca  adotada".  Destaca‐se nos EUA o banimento do uso do fosfogesso. deve continuar a crescer na razão direta da expansão da produção. nem  a  proposição. sem  que haja uma avaliação do potencial impacto radiológico na população consumidora dos produtos agríco‐ las e sem provas da sua eficácia como fertilizante. de conservação de recursos minerais e de minimização do impacto ambiental. que são  as duas principais fontes dos biocombustíveis. como material de construção (por exemplo.  Dois capítulos são dedicados às Fontes Alternativas de Nutrientes (FAN). para estradas junto de centros urbanos e habitados devido ao teor de radionuclídeos. destacan‐ do um novo paradigma. identificando e  localizando as rochas e materiais fertilizantes alternativos. feito pela United States Environmental Protection  .  pelos  órgãos  brasileiros  competentes.  No  final  sugerem  uma  agenda  de  prioridades  para  futuras  pesquisas  de  desenvolvimento  científico  e  tecnológico. desafios". mantidas as atuais circuns‐ tâncias. entidades não governamentais.. para a população de baixa ren‐ da.) deve ser tratado de modo amplo e transparente. mas que são: de interesse  industrial. Estes processos produtivos encontram‐se todos no campo dos  conflitos.   O segundo capítulo: "Fosfogesso: geração. como material fertili‐ zante.  de  padrões  e  limites  quantitativos das mensurações de risco principalmente quanto às emissões radiativas.altamente  desejável  o  fortalecimento  da  pesquisa  e  desenvolvimento  tecnológico  das  diferentes  fontes  alternativas de fertilizantes fosfatados. um elenco de  sugestões. o fosfogesso. nos colocando ainda a par do estado da arte  dos  estudos  tecnológicos  visando  o  seu  aproveitamento. Os autores realizaram uma detalhada busca. se implementadas. Em contraste.  um  novo  capítulo. O primeiro "O meio ambiente na produção  de  fertilizantes  fosfatados  no  Brasil" dá‐nos  uma aprofundada  e  ilustrativa  panorâmica  dos  diferentes  e  múltiplos  impactos  negativos  no  meio  ambiente  associados  à  cadeia  produtiva  dos  fertilizantes  fosfata‐ dos. produto essencial na cadeia NPK dos fertilizantes. com a mudança de uso de matérias primas convencionais globalizadas para maté‐ rias primas alternativas regionais. com o aproveitamento de  quantidades enormes de minérios marginais inacessíveis pela tecnologia atual. A esperada ocorrência de tais impactos nos futuros empreendimentos torna neces‐ sário identificar as ações e medidas que. instituições de ciência e tecnologia. mostrando a ampla viabilidade do seu aproveitamento re‐ gional e finaliza elencando ainda um conjunto de vantagens decorrentes da sua utilização. nos Estados Unidos. pois: "constitui significativo passivo ambiental que. "Materiais silicáticos como fontes regionais de nutrientes e condicionadores de solos". os autores referem‐se à rejei‐ ção deste material.  ao  abrigo do  PAC do governo  federal). poderão atenuar este efeito. envol‐ vendo todos os atores interessados – empresas. gerando atualmen‐ te uma produção anual de 5 milhões de toneladas a sua produção anual..

 Finalmente. ou mesmos de novas gerações tecnológicas". apontando as necessidades adicionais em mais  50% da capacidade produtiva atual brasileira. a cana‐de‐açúcar e a soja.  Os  diferentes  instrumentos  de  política  são  também explanados. rocha fosfática e potássio) ‐ projeções de  2010 a 2030" é feito um exercício econométrico ‐ rigoroso. estatísti‐ cas atualizadas e detalhadas sobre a área plantada ‐ nacional e regional ‐ . serve como modelo  para  a  consolidação do  biodiesel  no  mercado  brasileiro. assim  como  para  o desenvolvimento  de  futuros  biocombustíveis. a estrutura industrial.  No decorrer deste capítulo é‐nos dado conhecer.  o  terceiro  versa  sobre  o  uso  da  biomassa  como  nova  fonte  energética  mundial.  Em "A indústria brasileira de fertilizantes (cadeia NPK. conquistada ao longo de anos. políticas fiscais. que até ao presente momento.  O  conhecimento  referente  às  "Políticas  governamentais  para  biocombustíveis"  é  de  grande  interesse  e. Há uma expectativa de crescimento pujante  do agrobusiness. das principais variá‐ veis do mercado de fertilizantes minerais NPK do Brasil.   O capítulo "Um estudo das principais lavouras para a produção de biocombustíveis". tal como a definição de mandatos para uso compulsório. listam‐se as principais instituições do governo federal relativas aos biocombus‐ tíveis. desenvolvido em três capítulos concatenados: o pri‐ meiro trata da agricultura brasileira no que se refere às duas maiores produções direcionadas para bio‐ combustíveis. com o lança‐ mento do PROÁLCOOL. significando também vultosos investimentos.  Comparados  estes  resultados  com  os  obtidos  num  estudo  da  ANDA  realizado em 2009.  ao  consumo  e  à  fabricação  de  veículos. enxofre. para conso‐ lidar a sua produção e uso no Brasil. a exemplo do bioquerosene e do biogás. a natureza do funcionamento da cadeia de pro‐ dução sucroalcooleira no Brasil e a competição entre a produção de matérias‐primas agrícolas e energéti‐ cas. é um texto positivo e  afirmativo:   o Brasil poderá expandir suas plantações tanto para a indústria de alimentos quanto de biocombustí‐ veis  (. para  atender a um forte crescimento esperado do PIB brasileiro. com a incorporação de  novas áreas e ainda.  O tema de agrocombustíveis vem logo em seguida. Em seguida. baseada em suporte à agricultura e à instalação de unidades industri‐ ais de produção. nos é dado conhecer as medidas governamentais. à estruturação da cadeia logística e de abastecimento. tanto para a cana‐de‐açúcar como para a soja. construídos nos anos  60.  finalmente.   o grande desafio do Brasil é consolidar a liderança na utilização da bioenergia como combustível au‐ tomotivo. a iniciativa privada  ou  estatal  está  longe  de  viabilizar.  observa  o  autor  que  a  utilização  de  matérias‐primas  agrícolas. que incentivou o uso do álcool anidro misturado à gasolina até surgimento dos  veículos flex em 2003. sobre as políticas governamentais brasileiras para os  biocombustíveis  e. o que significa a necessidade de novos empreendimentos agrominerais em grandes pro‐ porções.. através de sofisticada e adequada metodolo‐ gia ‐ onde são apresentados resultados de um exercício de projeção de longo prazo. Essa posição. em todos os seus segmentos produtivos..  "O uso da biomassa como nova fonte energética mundial" trata intensivamente do uso de biomassa.  Em  relação  a  este  último  item. baseadas na plena convicção que exis‐ tem externalidades positivas dos biocombustíveis em relação aos outros combustíveis fósseis.)  confirmando  em  2030  um  futuro  promissor  para  os  agentes  envolvidos  tanto  com  a  cadeia  produtiva do etanol    o atual sucesso do carro flex é fruto dessa experiência adquirida desde a década de 70. o autor afirma que: "É nítida a relevância da cana‐de‐açúcar como  bem energético e estratégico para o país. à definição de normas e padrões  de  comercialização. as espe‐ radas expansões da produção projetadas principalmente para os biocombustíveis. dis‐ secando o etanol como um novo produto para o mundo.Agency (USEPA) em 1992 citando a demolição de conjuntos habitacionais na Flórida. Mostra a necessidade até 2030 de ampla amplia‐ ção da capacidade produtiva nacional da indústria do NPK.  . o segundo. em sua conclusão. verifica‐se que são muito semelhantes.  neste capítulo. creditícias  e tributárias. os mercados para estes produtos.

 com ênfase nos biocombustíveis. acompanhada de grande esforço de pesquisa e desenvolvimento. o que  obrigou a um grande programa de reversão da matriz energética. Os biocombustíveis competitivos existem apenas em outros países que não os  EUA  (predominantemente  no  Brasil). como os combustíveis fósseis e o atual dilema dos EUA. através do incentivo às energias reno‐ váveis.  tais  como  rochas. a nascente indústria norte‐americana de biocom‐ bustíveis baseado no milho não é competitiva. apoiado em fontes não‐renováveis. que não podem ser desconsideradas pelas  autoridades responsáveis pela gestão do novo programa. no estágio atual da pesquisa tecnológica. existe uma grande dependência da UE em relação às principais importa‐ ções das principais fontes de energias não‐renováveis e perspectiva do seu agravamento no futuro.  as  decisões  empresariais  estão  nas  mãos  da  Vale  e  da  Petrobrás. O autor  aponta que. K. três capítulos são inteiramente dedicados a estudos internacionais e foram diretamente en‐ comendados a especialistas estrangeiros O primeiro sobre "Rochas e minerais como fertilizantes alternati‐ vos na agricultura: uma experiência internacional". onde o autor disserta  sobre três fatores básicos que  pesam no desempenho dos cultivos. a transição para o uso maior de fontes renováveis como os bio‐ combustíveis.  com a produção de dois mapas do Brasil que podem ser consultados na internet e/ou em encarte de folha  dupla no próprio livro. para a produção de combustível em grandes volumes traz.  Os  outros  dois capítulos são dedicados às questões que se prendem mais com a matriz energética e a produção de  biocombustíveis na União Europeia e nos Estados Unidos. mostra‐se a insustentabilidade do modelo energético dominante desde  1970. que podem ser globais  ou domésticos. incluindo a segurança alimentar brasileira. após recentes aquisições das participações dos grupos multi‐ nacionais que dominaram a indústria brasileira no último decênio.  existindo aprofundada apresentação de sua meta e resultados parciais. além das características físico‐químicas. Para a transição para um novo modelo.  minerais  e  substância  húmica  (turfa). existem as  propriedades químicas e físicas dos solos (o fator solo) e finalmente as exigências e necessidades de nutri‐ entes dos plantios (o fator plantio). no que se refere à segurança  alimentar e à questão ambiental.  Finalmente. o programa de expor‐ tações do agronegócio e o acelerado desenvolvimento dos biocombustíveis não sejam inviabilizados. o prin‐ cipal produtor e consumidor mundial.  O Brasil requer urgentes e vultosos investimentos industriais em todos os setores da cadeia produtiva dos  Agrominerais.  que  detêm  uma  participação  majoritária na cadeia convencional de NPK. Ca e Mg. com destaque para os insumos utilizados na rochagem. diminuindo a emissão de gases do efeito estufa. Com "Biocombustíveis nos Estados  Unidos em contexto de mudança". Os mapas versam sobre: ‐ Ambientes geológicos favoráveis para agrominerais fon‐ tes de P. só sobrevive por barreiras à concorrência externa e subsí‐ dios aos seus produtores. No capítulo dedicado à UE: "A situação energé‐ tica da União Europeia e o caso particular dos biocombustíveis: diagnóstico actual e perspectivas". profissionais e leitores em geral. de forma que a demanda. desta‐ ca‐se que a par das controvérsias quanto à produção de biocombustíveis. ambientais e sociais. especialistas  do tema. alunos e professores. (o fator rocha). O autor apresenta uma visão otimista mas con‐ tendo algumas advertências em sua análise como mostra o subtítulo final do capítulo: O uso da biomassa  como fonte energética é um movimento irreversível e de conseqüências imprevisíveis!  Um  capítulo  inteiro  fecha  o  conjunto  de  capítulos  que  trata  especificamente  do  Brasil  e  é  dedicado  ao  "Inventário  e cartografia  de recursos  agrominerais  convencionais  e  alternativos  do  território  brasileiro".  Acreditamos que terão uma excelente leitura todos aqueles que tenham acesso a este livro. direcionado à cartografia das fontes minerais convencionais para produção destes  macronutrientes e ‐ Insumos alternativos para a agricultura: rochas.convencionais ou não. algumas consequências que não podem ser ignoradas. minerais e turfa voltado para a car‐ tografia  de  fontes  alternativas. Atualiza o conhecimento sobre as rochas e os minerais alternativos  fertilizantes  e  relata  as  aplicações  alternativas  em  um  conjunto  grande  de  países  do  mundo.  .  para  aplicação  direta na agricultura.  mas  a  quebra  das  barreiras  internas  e  as  importações  acabariam  com o principal pilar da política energética deste país que é a independência energética. que está em marcha desde  o final da primeira década do século XXI. exige‐se pesados desafios de natureza tecnológica e de uma contribuição ativa para o com‐ bate ao aquecimento global ou a sua atenuação. Hoje  em  dia. Observa ainda que: o  atendimento deste novo tipo de demanda tende a provocar fortes desequilíbrios. nas relações econômicas. para os países que inici‐ am este tipo de programa. interessados em aprender ou aprofundar  seus conhecimentos sobre os Agrominerais.

. O sucesso desta abordagem depende de um programa a ser de‐ senvolvido como política pública para a avaliação e o monitoramento da fertilidade atual dos solos agríco‐ las. Universidade Federal de Viçosa (UFV).  Universidade Federal de Lavras (UFLA). Prado et al. assim como de uma assistência técnica efetiva ao produtor agrícola em relação às indicações de adu‐ bação.  Vários  estudos  mostram  que  a  utilização dos  fertilizantes  no Brasil  não é  feita de  forma  racional. A integração das FCN com material orgânico apresenta maior viabilidade para aplicações em curto  prazo. além dos baixos custos das FCN antes da crise de 2008. 2007. Universidade de Brasília (UnB). 2010). Vá‐ rias opções estão sendo avaliadas em relação à viabilidade agronômica e econômica... que geralmente são os materiais silicáticos e os orgânicos com uso potencial na agricultura.Sc. A própria calagem não é utilizada em quantidade e de forma correta. O quadro atual de custos elevados coloca                                                                    1  D.  2008).br  3  D. 2009).  2007).embrapa. O desenvolvimento  tecnológico dos materiais redutores de cinética ainda está na fase mais básica (Shaviv.  compostas essencialmente de variantes de NPK.  2008)  e  coloca um desafio na prospecção de soluções alternativas neste setor (Lapido‐Loureiro et al. E‐mail: gouveia@unb.  2000. 2007. 2010).Sc. 1987. 2010. 2000)..MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E  CONDICIONADORES DE SOLOS  1 2 CAPÍTULO 5 3 EDER DE SOUZA MARTINS . CLAUDINEI GOUVEIA DE OLIVEIRA .  2009.. desenvolvimento de tecnologia de fertilizantes com con‐ trole de solubilidade de FCN. 2003. de elevada concentração e alta solubilidade (Rodrigues. 2008. geral‐ mente com uso excessivo de alguns e falta em outros nutrientes (Ceretta et al. 2010. Lapido‐Loureiro et al. Martins e Theodoro. e desenvolvimento de Fontes Alternativas de Nutrientes (FAN).Sc. A crise relacionada com o aumen‐ to de preço das matérias primas em 2008 também agravou este quadro em relação aos aspectos econô‐ micos (Rodrigues.. a utilização destas fontes importadas na produção de biocombustíveis  líquidos compete com a produção de alimentos (Sparovek et al.  2009).  Introdução  O Brasil apresenta uma dependência de fertilizantes que limita a sustentabilidade de sua agricultura (La‐ pido‐Loureiro e Nascimento. Universidade de Brasília (UnB). E‐mail: afurtini@dcs.. considerando‐se as  seguintes abordagens: manejo de fertilizantes..  O manejo de fertilizantes é uma das alternativas fundamentais para o uso racional das FCN (Dibb. Os dados mostram que 70% do total dos  fertilizantes produzidos no país são derivados de Fontes Convencionais de Nutrientes (FCN) importadas.. 2006a).br  2   D.. De forma específica. Embrapa Milho e Sorgo. Os principais motivos para o  uso incorreto dos fertilizantes estão relacionados com a falta de transferência de tecnologia e a aspectos  culturais da prática do produtor agrícola. ÁLVARO VILELA DE RESENDE . Benites.  O avanço da tecnologia de fertilizantes mostra um potencial de modificação das matrizes das FCN a partir  de materiais redutores de cinética e da integração com fontes de material orgânico.    As FAN.embrapa.br  4  D. 2008). Resende et al. 2001).ufla. 2009). Embrapa Cerrados. E‐mail: alvaro@cnpms. Universidade de Brasília – UnB. Universidade Federal de Lavras (UFLA).br  MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  ANTONIO EDUARDO FURTINI NETO 4  .Sc. apre‐ sentam características e atributos em geral bem diferenciados em relação às FCN (Leonardos et al. especialmente pela maior simplicidade dos processos de produção (Benedito et al. O uso mais generalizado das  FAN sempre foi limitado pelo conceito de fertilização que privilegia fontes solúveis e de elevada concen‐ tração.  2004. E‐mail: eder@cpac. Martins et al. mas consti‐ tui  um  caminho  promissor  para  o  uso  racional  das  FCN  em  condições  tropicais  (Bernardi  et  al.  Estes fatos fragilizam o posicionamento do Brasil em relação à sustentabilidade de seu programa de pro‐ dução  de  biocombustíveis  líquidos  em  substituição  às  fontes  de  energia  fóssil  (Sparovek  et  al..

 que possibilitou a produção agrícola em solos tropicais profundos e muito pobres em nutrien‐ tes. 2007. as FCN apresentam algumas  desvantagens em seu comportamento em clima tropical relacionadas às elevadas temperaturas e precipi‐ tação  pluviométrica. 2004.  Paradigmas na utilização de fertilizantes  O paradigma atual preconiza a utilização das FCN em função das altas concentrações e à elevada solubili‐ dade dos nutrientes. 1997).  Outro fator importante que compõe este paradigma e que perdurou até o início da década de 2000.  Estas  características  negativas  dos  fertilizantes  solúveis  foram  percebidas  e  diversas  linhas  de  pesquisa  são desenvolvidas para a adaptação às condições tropicais. foi o  baixo custo destas matérias primas (Rodrigues. Luz et al. O nitrogênio na forma de uréia apresenta grandes perdas por volatilização (Bernardi et al. Sousa e Rein. 2001).. relacionadas especialmente ao manejo racio‐ nal dos fertilizantes nos sistemas agrícolas. 2010).  além  das  características  intrínsecas  dos  solos  (Fyfe  et  al. Ocorrem também nutrientes secundários essen‐ ciais. 2007).  pela  inoculação  de  microrganismos  fixadores  deste  nutriente  (Hungria  et  al. Hernani et al. com maiores  agravantes em solos arenosos e de textura média (Rosolem et al. Izidorio et al. 2009) e os processos para a liberação controlada de  nutrientes apresentam custos ainda muito elevados (Blaylock et al. 2005). apesar  de seu potencial mineral (Rodrigues. Os fosfatos solúveis são parcial‐ mente  adsorvidos  em  óxidos  e  hidróxidos de  ferro  e  alumínio. A elevada solubilidade das FCN favorece a disponibilidade dos macronutrientes para as plantas  cultivadas.  2006.. 2005. 2010a.. 1975. Manning. As altas concentrações permitem o transporte a baixo custo em distâncias intercon‐ tinentais...  Aliado a estes fatores econômicos e de disponibilidade de matérias‐primas. 1987). Straaten.. 1999. b). 1999.. A crise de 2008 marcou uma  ruptura dos custos das FCN.  Somente  a  partir  desta  crise  existe  uma  prospecção  efetiva de alternativas a este modelo. Kulaif. 2005). Novais e Smyth. em especial no Bioma Cerrado a partir da década de 1970 (Shiki et al.   O presente capítulo discute o uso potencial de materiais silicáticos como FAN para a agricultura brasileira..  1999). 2007. como o cálcio. 1998. 2006.. Este conceito foi empregado com sucesso na variante brasileira da Revolução Verde (Paternia‐ ni.  CAPÍTULO 5 MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  uma oportunidade para discussão do paradigma ainda vigente de uso exclusivo das FCN na fertilização de  solos.. que mesmo depois da fase aguda retornaram acima dos valores históricos e  sem  perspectivas  de  alterações  (Manning. 2006. Os micronutri‐ entes ocorrem nos materiais silicáticos em proporções geralmente equilibradas (Leonardos et al. especialmente  na  cultura  da  soja. Ceretta et al. 2003). O manejo racional de ferti‐ lizantes  geralmente  não  é  aplicado  plenamente  pelo  agricultor..De  forma  específica. 1996. 2009.  abundantes  em  solos  tropicais  (Fontes  e  Weed.  1987. além da concentra‐ ção das empresas detentoras da produção e comercialização no mundo (Benetti. Valladares et al. 1997. O potássio na forma de cloreto apresenta elevada mobilidade química e física por movimen‐ tação em solução e por erosão (Bertol et al. 2007).  Leonardos  et  al. 2004. magnésio.  em especial na sustentabilidade da produção de biocombustíveis líquidos. de fosfato (P) e de potássio (K). 2010). Monte et al.  . 2002. 2001). Os macronutrientes mais importantes  encontrados nestes materiais são o potássio e o fósforo. o silício e o enxofre (Straaten. A principal explicação para esta mudança brusca nos custos das FCN  estão relacionadas a elevação de demanda dos fertilizantes (Rodrigues..  os  materiais  silicáticos  apresentam  potencial  como  fonte  de  nutrientes  minerais  e  como condicionador do solo (Stewart. No Brasil. 2010).  2010a).. a situação é mais grave devido a impossibilidade de aumento no curto prazo da produ‐ ção de FCN a partir de novas jazidas brasileiras de gás natural (N).. Destaca‐se uma  grande inovação realizada na agricultura brasileira que foi a diminuição da demanda de N. 2007. 2009).. 1989).  2004.  2001). 2010).  apesar  da  disponibilidade  tecnológica  (Lopes et al. aliado ao uso do calcário  agrícola na correção da acidez e na diminuição da saturação por alumínio (Goedert. 2009. 2007.  Estes materiais são fontes de liberação controlada e este processo gera minerais que melhoram a quali‐ dade do solo (Straaten. além de processos para controlar a taxa de liberação para a‐ daptar às condições tropicais (Bernardi et al. 2000). Shaviv..

 Reis Jr. Os solos tropicais lixiviados e de baixa fertilidade são po‐ bres tanto nos nutrientes. 2004.  As desvantagens aparentes oriundas das baixas concentrações e solubilidade de nutrientes. 2002.. 2008)..  a  principal  delas  é  a  transição do uso de matérias primas globalizadas (FCN) para matérias primas regionais (FAN)...o efeito condicionador do solo é produto da formação de novas fases minerais com elevada superfície  especifica e carga superficial..o  baixo  custo  de  produção  e  a  simplicidade  do  processo  produtivo  permitem  o  desenvolvimento  de  uma mineração de pequeno porte.. ocorre uma  mudança  radical  nos  conceitos  do  novo  paradigma  (Fyfe  et  al..a grande abundância e a ocorrência bem distribuída no território nacional permitem a utilização regi‐ onal das FAN. 2005. Várias culturas apresentam desequilíbrios nutricionais e  maior sensibilidade ao ataque de pragas e doenças por este motivo. Ocorre exatamente o oposto com as FCN..  2003..  CAPÍTULO 5 MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  Pesquisas  recentes  buscam  alternativas  semelhantes  para  a  cultura  da  cana‐de‐açúcar  *canuto  et  al. Re‐ sende et al. As rochas com potencial para uso na agricultura apresentam uma comple‐ xidade composicional presente nos solos de elevada fertilidade (Leonardos et al. 1999). Kulaif.  pode ocorrer o “consumo de luxo” das culturas. 2007).a elevada complexidade composicional é caracterizada por uma diversidade de minerais em diferentes  proporções e permite a recuperação gradual da fertilidade do solo pelo intemperismo destes mesmos  minerais. pelo menos das FCN para as FAN. 2009).  os  resíduos  da  transformação  mineral  pelo  in‐ temperismo das FAN têm um papel condicionador dos solos (Straaten.. derivadas do intemperismo dos minerais primários. da mesma forma que as produtoras de calcário agrícola. 2000)  .  Na  prática. 2007).  .  Entende‐se que o processo de mudança de paradigma deve ser gradual (Fyfe et al. 2006) e a utilização  das FCN deve prosseguir em diversos níveis em associação com as FAN. 2000). 1987. Marques et  al. Straaten..  2006). 2007.  . da mesma forma que o calcário agrícola.  além  de  fornecer  nutrientes. 2004. 1997. pois neste modelo de fertilização pode ocorrer o acúmulo  dos nutrientes na planta sem refletir em aumento de produção (Bataglia. Além dos benefícios econômicos regio‐ nais. Sousa e Rein.  Do ponto de vista econômico esta limitação logística obriga a formação de uma indústria mineral de pe‐ queno porte e uma cadeia produtiva regional de matérias primas. dependendo do estágio de con‐ versão dos sistemas de manejo da fertilidade dos solos agrícolas e das condições regionais. Neste caso. Aliado aos desequilíbrios nutricionais.  Desta  forma.  ..Outra limitação importante das fontes solúveis é a ausência de outros nutrientes minerais em sua compo‐ sição (Fyfe et al. et al.  2007). na realidade  constituem vantagens em condições tropicais. Kaminski et al. A  simples  moagem  destas  rochas  pode  ser  suficiente  para  viabilizar  sua  utilização  nos  sistemas  agrícolas  (Martins et al.  . 2006. estas características diminuem a possibilidade de concentração em poucos grupos produtores destas  matérias primas. 2006b).a baixa solubilidade das FAN racionaliza o uso dos nutrientes pelas plantas e diminui no médio e longo  prazo  a  necessidade  de  utilização  de  nutrientes  solúveis  pelo  aumento  sustentável  da  fertilidade  do  solo e o efeito residual.  Uma solução para esta crise é a substituição.  No  novo  paradigma. O intemperismo gradual das FAN nos solos tropicais gera argilas com elevada CTC  (Gadd. onde a oligopolização é um fenômeno mundial  (Benetti. 1979. como em minerais de argila de elevada CTC (Kronberg et al.  as  características  das  FAN  apresentam  vantagens  relativas  ao  modelo  anterior  das  FCN:   . Leonardos et al.

  O feldspato potássico. mas sua utilização é  restrita devido ao elevado custo energético e a ausência de tecnologia sustentável.. 2001. Outros efeitos positivos dos silicatos também estão relacionados com as interações silí‐ cio‐fósforo.  1985. entre elas a cana‐de‐açúcar (Korndörfer et al. como é o caso de  resíduos de mineração (Martins et al. 2001). 2004).  Leite. além de disponibilizar nutrientes minerais e melhorar as características físico‐químicas como  condicionadores de solo.  Vallarelli  et  al.. ricos em  feldspato potássico. Os processos biológicos podem também ser utilizados na produção  de fertilizantes organominerais a partir de silicatos (Badr et al. apresenta eficiência agronômica para culturas anuais (Cortes et al.Os materiais silicáticos com uso potencial na agricultura podem ter diferentes origens e processos de pro‐ dução (Luz et al.038 mm) de fonolitos. 2010).  2004.. 2006).. 1999).  tanto com processos biológicos. também disponibilizam silício.  A  flogopita  e a  biotita  também  podem  disponibilizar  magnésio. 1983. Uma terceira rota é a utilização de misturas de FCN e FAN.. feldspa‐ tóides. 2004.  2006.  Os materiais primários podem passar por processos de beneficiamento de diversos tipos. 2006.  Os silicatos. Entretanto. 2000). Bigham et al. flogopita. a glauconita e a muscovita apresentam cinética de dissolução muito baixa (Blum e  Stillings. 2006). Freitas et  al. 2007. 2010.  1981. 2004.  2007. 2004). a  liberação de nutrientes e formação de novas fases minerais (Luz et al. 2010.  O aproveitamento agronômico do potássio a partir de materiais de baixa cinética de dissolução. 2008.  e  zeólitas.. ou < 0.  Vallarelli  e  Guardani.  A utilização da energia de processos metalúrgicos.  2010). Processos  térmicos de fusão (> 1.  Os  materiais  primários  são  extraídos  diretamente  da  natureza. biotita. por exemplo.. A flogopita e a biotita apresentam cinética de dissolução moderada.  Estes  minerais  podem  ser  fontes  de  potássio  e  silício..  Pini  e  Chaves. favorecendo o melhor aproveitamento de fósforo (Carvalho et al. Lopes‐Assad et al..  MATERIAIS POTÁSSICOS  Os  materiais  potássicos  mais  importantes  derivados  de  rochas  silicáticas  são  formados  pelos  seguintes  minerais (Luz et al.  2001).. 1995). Oba et al. Pereira et al. Dalcin. Calvaruso et al. glauconita.  1991.... enquanto os feldspa‐ tóides apresentam cinética de dissolução elevada (Martins et al. 2010a. Em todas  estas  rotas  é  possível  diminuir  a  demanda  de  nutrientes  a  partir  de  FCN  (Chaves  e  Oba.  especialmente  durante  o  processo  de  liberação  de  potássio  (Martins. Savant et al. 2010).  Os  materiais  secundários geralmente são formados por subprodutos de outros processos industriais.  Chaves.. 2010).. A moagem ultrafina (80% < 400 mesh. O uso destes processos tem o objetivo de modificar os minerais primários para aumentar a dispo‐ nibilidade de nutrientes e o efeito condicionador do solo (Nascimento e Lapido‐Loureiro. muito importantes no desenvolvimento de diver‐ sas culturas de gramíneas.  1993). os eleva‐ dos custos das FCN pós‐2008 podem viabilizar alguns destes processos.... Ra‐ mos et al..  Outros processos podem ser utilizados. Do ponto de vista industrial estes materiais podem ser primários ou secundários. na produção do aço (Anderson.  1984. A pulverização da rocha permite o aumento da  superfície de contato entre os minerais da rocha com o solo e a água para promover o intemperismo.  Fujimori. b): feldspato. químicos e/ou físicos (Benedito et al. Eichler. por exemplo. como são os processos térmicos e a acidificação (Cekinski et al. Manning. glauconita e/ou muscovita pode ser viabilizado por meio de processos de beneficiamento físi‐ cos.000o C) ou hidrotermais por soluções salinas sobre feldspatos potássicos também  CAPÍTULO 5 MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  Materiais silicáticos  . Korndörfer et al. 1996. ricos em  feldspato. A moagem é o  processo fundamental necessário para uso na agricultura.. pode ser uma das rotas sustentáveis de  processos de transformação das FAN.  2001. biológicos ou químicos. A concen‐ tração e o aumento da solubilidade de nutrientes por processos industriais é possível. mas geralmente apresentam limitações devido ao custo energéti‐ co elevado. muscovita..  como  é  o  caso  do  calcário. 2008) e os formados.

 1986). do tipo kamafugito.  Os experimentos agronômicos com os materiais ricos em biotita e flogopita como fonte de potássio apre‐ sentam uma elevada eficiência agronômica e efeito residual em culturas anuais (Martins et al. os resíduos dos processos de liberação do potássio geram novas fases minerais com ele‐ vada superfície específica e carga superficial. especialmente do nitrogênio (Bernardi et al. 2007.  MATERIAIS CÁLCICOS  Os silicatos de cálcio mais importante utilizados na agricultura são os minerais com estrutura e composi‐ ção da wollastonita (CaSiO3). 2006. Prado e  Fonseca. é a moagem. 2006). 1985) e os biológicos (Dalcin.. desta forma. 1986)..... 2008. mas os efeitos no controle de doenças apresentam re‐ sultados similares entre os dois tipos de silicatos (Santos et al.  Estes estudos geralmente indicam uma cinética de liberação do silício e do magnésio inferior aos silicatos  de cálcio (Pereira et al. estes minerais são aplicados usualmente em sistemas agronômicos como condicionador de solo  e controlador de cinética de liberação de FCN. Estes minerais apresentam potencial como corretivo de acidez e fornece‐ dor de silício e magnésio (Pereira et al.. Santos et al. 2009). Re‐ sende et al.  No  entanto. Estas novas fases melhoram as características físico‐químicas do solo e  da CTC. 2007. Os processos biológicos de compostagem e  de bioextração também são eficientes (Lapido‐Loureiro et al..  a  ocorrência  natural  destes  minerais  está  associada  a  rochas alcalinas especiais. 2010b).  do  tipo  de  solo  e  da  cultura estudada (Resende et al. Este é o caso da formação de vermiculita a partir da biotita  ou flogopita (Martins et al.3  mm). Um dos processos industriais de beneficiamento hidrotermal de  rochas potássicas transforma o feldspato potássico em kalsilita e aumenta.  Os  estudos  agronômicos  indicaram  um  aumento da disponibilidade a partir de 800o C (Leite. Vilela e Sousa. sendo que não é ne‐ cessário  uma  granulometria  muito  fina  (100%  <  2  mm. Ramos et al.  CAPÍTULO 5 MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  aumentam a solubilidade dos produtos pela transformação mineralógica e formação de novas fases mais  solúveis. Estes materiais são utili‐ zados como corretivo de acidez do solo e fornecedor de cálcio e de silício (Pereira et al.. O único processo de beneficiamento..  Entretanto. a disponibilidade  de potássio (Silva e Ritchey..  Os feldspatóides. Ramos et al. apresentam a mais elevada disponibilidade de potássio entre os mine‐ rais  silicáticos  (Silva  e  Ritchey. Leite.  Em  processos industriais são formados na produção de aço (Korndörfer et al. 2004).. 2010. neste caso. 1982. aumentando. inclusive.. enstatita (MgSi‐ O3). 2004). talco (Mg3Si4O10(OH)2) e clorita (Mg5Al(Si3Al)O10(OH)8).  Os  minerais  do  grupo  da  zeólita  podem  apresentar  potássio  em  sua  composição  (Manning..  Por outro lado. o extremo cálcico do grupo dos piroxênios (Costa e Girardi.  2010b). 2010). serpentina (Mg3Si2O5(OH)4). Estes minerais são  típicos de rochas ultramáficas. 2007. como a kalsilita (Vilela e Sousa. 2010): olivina (Mg2SiO4). Este é um  tipo  de  mineral  que  ocorre  em  rochas  metamórficas  em  ambientes  naturais  (Moraes  et  al.  2010)..  1982).  2007).. 2006a). 1983. 2004).  MATERIAIS MAGNESIANOS  Os silicatos de magnésio principais são os seguintes (Luz et al. como a kalsilita. 1985). 2009). e é muito rara devido à elevada alterabilidade deste mine‐ ral em clima tropical (Manning.  50%  <  0.  .Os processos térmicos (Eichler. o aproveitamento de fontes solúveis. Lopes‐Assad et al. 2010).  Todos estes processos de beneficiamento agregam valor às FAN derivadas destes materiais silicáticos po‐ tássicos.. 2008) são os mais indicados para  os  materiais  ricos  em  glauconita  (Lapido‐Loureiro  et  al. 2006. 2009). mas promovem um aumento de custo de produção. 2006a).  A  quantidade  de  potássio  aproveitada  no  primeiro  cultivo  varia  dependendo  da  granulometria  dos  minerais. Um análise econômica e energética deve ser  desenvolvida para avaliar a viabilidade destes produtos.

 Resende et al. 2010).  (Rocha  e  Teixeira. especialmente no aumento da CTC (Pereira et al. 2007)..Recentemente foi comprovada a existência de uma jazida de wollastonita na região de Goianira (GO).. Mato Grosso do Sul. magnesianos (Fig.  Nas outras regiões. nas entradas de  ocorrências  de  recursos  minerais  (veja:  http://geobank. 2010..  2010). Minas Gerais. 2009). mas praticamente não existem estudos sis‐ tematizados mostrando as ocorrências destas fontes.5 milhões de tone‐ ladas (Bittar e Silva.cprm. como condicionadores de solo (Messias  et al. Observa‐se a grande abrangência das ocorrências de materiais silicáticos potássicos (Fig. 2003).. 3). Goiás.  O aproveitamento deste folhelho na produção de petróleo na região de São Mateus do Sul (PR) pela Pe‐ trobras gera resíduos com potencial de utilização na agricultura.  Também podem ter seu uso viabilizado como fonte de magnésio e de silício. As entradas  podem ser ocorrências ou minas ativas. As ocorrências de calcário (Fig. 2008.br/).  CAPÍTULO 5 Os materiais silicáticos carbonosos com maior importância agronômica atualmente são os folhelhos piro‐ betuminosos da Formação Irati. 2006a). além do Paraguai e Argentina (Araújo et al.  especialmente  para  a  região  Centro‐Sul do país. corretivos de acidez (Ferreira et al..  MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  MATERIAIS SILICÁTICOS CARBONOSOS  .gov.  2010). fornecedores de nutrientes (Gardin et al. 2) e os condicionadores de solo (Fig. A busca foi realizada para as seguintes fontes de materiais silicáti‐ cos: potássicos... 2000) .  Em busca realizada no banco de dados GEOBANK da CPRM (Dantas e Leão Neto.  Ocorrências de fontes de materiais silicáticos no Brasil  Vários trabalhoas mostram o potencial de materiais silicáticos como fontes de nutrientes e de condicio‐ nadores de solo (Martins et al. obtiveram‐se algumas informações.  Silveira  et  al. São Paulo.  especialmente no Sudoeste Goiano e no Mato Grosso.  1)...  2010).sa.  Os recursos minerais estão listados por substância mineral. Santa  Catarina e Rio Grande do Sul. Estes materiais silicáticos carbonosos apresentam  grande potencial como condicionadores de solo. de  elevada qualidade (45% de CaO e 49% de SiO2) e com reserva estimada em torno de 5. localização e associação litológica. 2010).  no  controle  de  doenças  e  promotores  de  crescimento  de  plantas  (Gardin  et  al. 4) indicam  que  a  logística  dos  materiais  silicáticos  é  viável  para  o  seu  aproveitamento  regional. os calcários associados aos folhelhos são utilizados como corretivos de acidez do solo. a‐ brangendo os estados do Mato Grosso.  A estas ocorrências foram associadas as áreas de produção de cana‐de‐açúcar e de soja para a região Cen‐ tro‐Sul do país. magnesianos e condicionadores de solo (zeólita e materiais silicáticos carbonosos). As camadas desta Formação ocorrem nas bordas da Bacia do Paraná. Paraná.

  . áreas de plantios (IBGE).MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  CAPÍTULO 5 Fontes: ocorrências minerais (GEOBANK.  Figura 1 – Ocorrências minerais associadas a silicatos de potássio e sua relação com as áreas produtoras  de soja e cana‐de‐açúcar. CPRM).

 áreas de plantios (IBGE).MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  CAPÍTULO 5 Fontes: ocorrências minerais (GEOBANK. CPRM).  .  Figura 2 – Ocorrências minerais associadas a silicatos de magnésio e sua relação com as áreas produtoras  de soja e cana‐de‐açúcar.

  Figura 3 – Ocorrências minerais associadas a condicionadores de solo e sua relação com as áreas produto‐ ras de soja e cana‐de‐açúcar. CPRM). áreas de plantios (IBGE).MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  CAPÍTULO 5 Fontes: ocorrências minerais (GEOBANK.      .

  As FAN apresentam uma lógica de mercado similar ao calcário. geralmente inferior a 350 km (Pereira.  . ainda que parcial da produção de biocombustíveis líquidos no Brasil.  As ocorrências das FAN indicam que este conceito pode ser utilizado para diminuir a necessidade de FCN  e aumentar a sustentabilidade. áreas de plantios (IBGE). O aproveitamento do calcário como corre‐ tivo de acidez do solo é possível apenas até um limite econômico de distância da jazida até a área produ‐ tiva.MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  CAPÍTULO 5 Fontes: ocorrências minerais (GEOBANK. CPRM).  Figura 4 – Ocorrências minerais associadas a calcários e sua relação com as áreas produtoras de soja e  cana‐de‐açúcar. 2007).

 25:306‐311.G. J.S.  Anais …. In: T. Produção e qualidade de frutos de tomateiro cultivado em substrato com zeo‐ lita. 61.R. especialmente após a  crise de 2008.  Ações estratégicas da indústria e do estado podem utilizar este potencial para desenvolver uma produção  de biocombustíveis sustentável. PROCHNOW. (2004).C. Horticultura Brasileira. MONTE. I. SHAFEI. fósforo e potássio. A. FREITAS. Porto Alegre.  BENEDITO. Boletim de Pesquisa e De‐ senvolvimento.M. In: E.I. (2002).M.  PAIVA.Os estudos recentes indicam a necessidade da assimilação do novo paradigma dos fertilizantes e condi‐ cionadores  de  solo  baseados  em  FAN.A.G.  Os  materiais  silicáticos  primários  e.S. S. 21. Congresso Brasileiro de Rochagem. Piracica‐ ba: POTAFOS. Yamada. 2(1):5‐11.P. J. Reestruturação das indústrias de suprimentos agrícolas no Brasil. J. Martins e S. AAPG Memoir.C.  POLIDORO. nos anos 90: con‐ centração e desnacionalização.S. The atypical Permian petroleum sys‐ tem of the Paraná Basin.  A. 191‐196.  N. V.. Indicadores Econômicos FEE. especialmente para a produção de biocombustíveis líquidos. (2005). OIANO NETO. com a diminuição da dependência de insumos importados.  H.B. SILVEROL.  M. VERRUMA‐ BERNARDI. The dissolution of K and P‐bearing minerals by silicate  dissolving bacteria and their effect on sorghum growth.. 30(1):137‐166.  BENITES.M. (2004).  ARAÚJO..A. Theodoro (eds.H. (2000).  BERNARDI.G. D. M.R. RJ: Embrapa Solos. p..  AMORIM.B. 173 p. As dimensões econômica e ambiental são muito evidentes. (coord. Brazil.A. Campinas.C.  BENETTI. Além disso. Bragantia.  F.M. TOLEDO.  MONTE.  WERNECK.).L.C. Petroleum system of South Atlantic  margins. Soil and leaf nutrient interations following application of calcium silicate slag to  sugarcane.. M. a  cadeia produtiva regional possibilita a geração de novos negócios e empregos. São Pedro.  REZENDE. P. Kats (eds.  BENETTI. Globalização e desnacionalização do agronegócio brasileiro no pós 1990.C. WERNECK.  (2010). O.  J. 30(1):9‐18.  A.M. M. MONTE.. 57.M.. Embrapa. C.R.G.) (2009).C.. Métodos diagnósticos da nutrição potássica com ênfase no DRIS.  em  substituição  progressiva  ao  modelo  das  fontes  solúveis  e  de  elevada concentração.  C. In: M.  BERNARDI. SP.M. Mello e B. Porto Ale‐ gre: Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser.. A.  BADR. TRIGÜIS. 73:377‐402.). M.C.. Research Journal of Agriculture and Biological  Sciences. Fertilizer Research. M. T. Projeto de Pesquisa. A distribuição das fontes no território brasileiro indica seu   elevado potencial regional.  Potencial  de  uso  de  zeolitas  na  agropecuária.. Produção de fertilizantes organominerais granulados a partir de resíduos  de suinocultura no Sudoeste Goiano.  Planaltina..S.. M. Simpósio sobre Potássio na Agricultura Brasileira.H. Documentos FEE.). (2007)... C. Macroprograma 3..  Referências bibliográficas  ANDERSON.. Rio de Janeiro. (2010)..  ou  secundários  mostram  grande  potencial  no  desenvolvimento  de  fontes de nutrientes e condicionadores de solo. R..D. Eficiência agronômica de com‐ postos organominerais obtidos pelo processo Humifert. cap. Avaliação agronômica de substratos contendo zeólita enrique‐ cida com nitrogênio..C.  BERNARDI. 2.D.  Roberts (eds.. A.P.. p.S. M. L. 321‐341. (2006).  SOUZA‐BARROS. DF: Embrapa Cerrados. N..  P.  SOUZA‐BARROS.J. D. EL‐DEEN. L.G. CERQUEIRA.  BATAGLIA. Anais …. BOTREL.  CAPÍTULO 5 MATERIAIS SILICÁTICOS COMO FONTES REGIONAIS DE NUTRIENTES E CONDICIONADORES DE SOLOS  Conclusões  .  HAIM. 69(1):191‐199. HAIM. (1991).  F.

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