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ESTRUTURAS DE CONCRETO II

CAPÍTULO V – CYPECAD

PROFESSOR: RENATO OLIVEIRA FONSECA

SUMÁRIO

1

- INICIALIZANDO O CYPECAD

4

2 - COMEÇANDO UM ARQUIVO NOVO

6

3 - INTRODUZINDO CARGA DE VENTO

11

4 - INTRODUZINDO PISOS

15

5 - INTRODUÇÃO DE PLANTAS DO CAD

22

6 - INTRODUÇÃO DE PILARES

27

7 - ENTRANDO COM PAVIMENTO

37

8 - INSERINDO LAJES NAS ESTRUTURAS

44

9 - INSERINDO CARGAS NA ESTRUTURA

48

10

- MUDANDO E COPIANDO PAVIMENTOS

55

11

- INSERINDO AS FUNDAÇÕES

61

12

- VERIFICANDO A GEOMETRIA DA ESTRUTURA

71

13

- CALCULANDO A ESTRUTURA

73

14

- VERIFICANDO/ACERTANDO OS ERROS DE CÁLCULO

75

15

VERIFICANDO ERROS NOS PILARES

76

17

- VERIFICANDO ERROS EM VIGAS

78

18

- VIZUALIZAÇÃO PRÉVIA DA ARMADURA DE CÁLCULO

80

19

– INSERINDO UM NÚCLEO DE ESCADAS

84

19

- GERANDO AS PRANCHAS DE IMPRESSÃO

89

20

- GERANDO RELATÓRIOS DE QUANTITATIVOS

95

21

– COPIANDO ARQUIVOS DO CYPECAD

96

O presente material tem como objetivo apresentar um roteiro prático para a utilização do software de cálculo estrutural CYPECAD. Objetiva-se despertar o interesse do leitor para que o mesmo possa buscar após a utilização desta ferramenta se aprofundar no software.

1 - INICIALIZANDO O CYPECAD

Ou pela área de trabalho ou via menu Iniciar, o software será inicializado dando duplo click (área de trabalho) ou um click simples (menu iniciar) no ícone do mesmo. Após a inicialização será apresentada a seguinte tela (Figura 1):

ícone do mesmo. Após a inicialização será apresentada a seguinte tela (Figura 1): Figura 1. Tela

Figura 1. Tela Inicial do CypeCAD

Como pode ser observado, o software possui uma aplicação variada. No caso específico, será apresentado o módulo de cálculo estrutural que poderá ser feito com elementos de concreto armado ou com elementos metálicos. Para inicializar o módulo de cálculo, basta clicar no ícone CYPECAD. Inicializado o sistema, será apresentada a tela que segue na Figura 2. O software é composto basicamente de 3 interfaces com o usuário:

÷ Menu Superior

÷ Botões de Comando

÷ Menu Inferior (Afeta os comandos do Menu Superior)

Superior ÷ Botões de Comando ÷ Menu Inferior (Afeta os comandos do Menu Superior ) Figura

Figura 2. Interface do CypeCAD

2 - COMEÇANDO UM ARQUIVO NOVO

Para começar a edição de um novo projeto, deve-se acessar o Menu Arquivo e escolher a opção de Novo (interface padrão do windows). Ao escolher a opção Novo será apresentada a tela que segue na Figura 3. Nesta janela deve-se inserir um nome para o arquivo (composto no máximo de oito caracteres) e um descrição para o projeto que será editado (pode conter mais de 8 caracteres).

que será editado (pode conter mais de 8 caracteres). Figura 3. Editando um Novo Arquivo Em

Figura 3. Editando um Novo Arquivo

Em nosso caso adotaremos o nome do arquivo como:

Nome do Arquivo (chave): AULA

No campo descrição colocaremos:

AULA CYPECAD CONCRETO II

Definido o nome do arquivo e a descrição da obra, uma nova janela será apresentada (Figura 4). Nessa Janela deve-se escolher a opção de Obra Vazia.

(Figura 4). Nessa Janela deve-se escolher a opção de Obra Vazia . Figura 4. Escolhendo o

Figura 4. Escolhendo o tipo de inserção de dados

Definida a forma de inserção dos dados, o programa apresentará um nova janela (Figura 5) para definir as informações referentes a:

÷ Normas de Cálculo;

÷ Tipos de Materiais (Aço e Concreto para concreto armado e Aço para perfil metálico).

÷ Resistência do Solo;

÷ Ações Excepcionais.

Aço para perfil metálico). ÷ Resistência do Solo; ÷ Ações Excepcionais. Figura 5. Definindo Normas e

Figura 5. Definindo Normas e Materiais

Clicando no Botão onde aparecem as normas de cálculo, a janela apresentada na Figura 6 apresentará as opções de troca de normas de acordo com o país de trabalho.

na Figura 6 apresentará as opções de troca de normas de acordo com o país de

Figura 6. Normas de cálculo

Abaixo da definição das normas encontram-se as opções para definição do Fck dos elementos estruturais e tensão admissível no solo (Figura 7).

Em nosso caso adotaremos o Fck 25 MPa pisos, fundação, pilares e cortinas (apesar de não utilizarmos esse recurso no cálculo desse exemplo) e tipo de terreno como sendo ARGILA SEMI-DURA.

1º 2º 3º

Figura 7. Definição do Fck da obra e tipo de solo (tensão admissível)

3 - INTRODUZINDO CARGA DE VENTO Além das cargas usuais em projeto (revestimento, sobrecargas,

equipamentos), o Cypecad permite configurar a Ação do Vento em estruturas.

Esta opção poderá ser acionando marcando a opção com Ação do Vento na

parte inferior da janela de configuração referente a Ações. Marcando esta

opção, o programa te apresentará janela que segue na Figura 8 para a escolha

da Norma de Cálculo.

Ao Escolher a Norma Brasileira, será apresentado o mapa do Brasil com as

correntes de vento em cada região. O Mapa ampliado pode ser visto clicando

na figura. Nesta janela, deverá ser preenchida:

÷ A velocidade básica do vento de acordo com cada região do projeto;

÷ As larguras do Piso, de acordo com o Projeto (Projeção horizontal do

edifício);

÷ As informações referentes a topografia da região.

O programa adota estes parâmetros, tomando a situação mais crítica

para a carga de vento.

estes parâmetros, tomando a situação mais crítica para a carga de vento. Figura 8. Introduzindo Ação

Figura 8. Introduzindo Ação do Vento

A

largura de faixa se refere à dimensão em planta (Figura 9) de cada fachada X

e Y. Conforme figura abaixo (planta da edificação que iremos comsiderar nesse

exemplo) adotaremos:

X = 15m

Y = 16m

da edificação que iremos comsiderar nesse exemplo) adotaremos: X = 15m Y = 16m Figura 9.

Figura 9. Planta baixa da edificação

A velocidade básica do vento para o estado do Espírito Santo será adotada conforme mapa eólico do Brasil (Figura 10).

será adotada conforme mapa eólico do Brasil (Figura 10). Figura 10. Mapa eólico do Brasil Em

Figura 10. Mapa eólico do Brasil

Em nosso caso será adotado o valor de 35m/s.

A categoria se refere à rugosidade do terreno conforme a NBR 6123 (Quadro

1):

Rugosidade do terreno

Categoria

 

Características

Exemplos

   

- mar calmo;

Superfícies lisas de grandes dimensões, com mais de 5 km de extensão, medida na direção e sentido do vento incidente

- lagos e rios;

Categoria I

- pântanos sem vegetação.

 

Terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com poucos obstáculos isolados, tais como árvores e edificações baixas.

- zonas costeiras planas;

- pântanos com vegetação rala;

- campos de aviação;

Categoria II

 

- pradarias e charnecas;

A

cota média do topo dos obstáculos é considerada

- fazendas sem sebes ou muros.

inferior ou igual a 1,0 m.

 

Terrenos planos ou ondulados com obstáculos, tais como sebes e muros, poucos quebra-ventos de árvores, edificações baixas e esparsas.

- granjas e casas de campo, com

exceção das partes com matos;

-

fazendas com sebes e/ou

Categoria III

 

muros;

A

cota média do topo dos obstáculos é considerada

-

subúrbios a considerável

igual a 3,0 m.

distância do centro, com casas

baixas e esparsas.

 

Terrenos cobertos por obstáculos numerosos

zonas de parques e bosques com muitas árvores;

-

pouco espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada.

e

cidades pequenas e seus arredores;

-

Categoria IV

A

cota média do topo dos obstáculos é considerada

-

subúrbios densamente

igual a 10 m. Esta categoria também inclui zonas com obstáculos maiores e que ainda não possam ser consideradas na categoria V

construídos de grandes cidades;

-

áreas industriais plena ou

parcialmente desenvolvidas.

 

Terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados.

florestas com árvores altas, de copas isoladas;

-

Categoria V

-

centros de grandes cidades;

A

cota média do topo dos obstáculos é considerada

complexos industriais bem desenvolvidos.

-

igual ou superior a 25 m.

Quadro 1. Rugosidade conforme NBR 6123

Em nosso caso adotaremos CATEGORIA III

A classe se refere à dimensão da edificação conforme a NBR 6123 (Quadro 2).

Classe

Características

Classe A

Todas as unidades de vedação, seus elementos de fixação e peças individuais de estruturas sem vedação. Toda edificação na qual a maior dimensão horizontal ou vertical não exceda 20 m.

Classe B

Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou vertical da superfície frontal esteja entre 20 m e 50 m.

Classe C

Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou vertical da superfície frontal exceda 50 m.

Quadro 2. Rugosidade conforme NBR 6123

Em nosso caso adotaremos CLASSE A.

O fator probabilístico se refere o grau de segurança requerido e a vida útil da Edificação conforme a NBR 6123 (Quadro 3).

Grupo

Descrição

1

Edificações cuja ruína total ou parcial pode afetar a segurança ou possibilidade de socorro a pessoas após 1 uma tempestade destrutiva (hospitais, quartéis de bombeiros e de forças de segurança, centrais de comunicação, etc.).

2

Edificações para hotéis e residências. Edificações para comércio e indústria com alto fator de ocupação.

3

Edificações e instalações industriais com baixo fator de ocupação (depósitos, silos, construções rurais, etc.).

4

Vedações (telhas, vidros, painéis de vedação, etc.).

5

Edificações temporárias. Estruturas dos grupos 1 a 3 durante a construção.

Quadro 3. Rugosidade conforme NBR 6123

Em nosso caso será adotado GRUPO 2.

4 - INTRODUZINDO PISOS

Antes da inserção do desenho propriamente dito deve-se introduzir os pisos (quantidade de pavimentos da edificação). O numero de pisos pode ser inserido no Menu: Introdução->Pisos e Grupos

pode ser inserido no Menu: Introdução->Pisos e Grupos Figura 11. Introdução dos pisos Clicando nesta posição

Figura 11. Introdução dos pisos

Clicando nesta posição será apresentada a Janela será aberta da Figura 12. Como ainda não foi inserido nenhum pavimento, só aparece a opção de novos pisos.

nenhum pavimento, só aparece a opção de novos pisos. Figura 12. Introduzindo um novo piso Escolhendo

Figura 12. Introduzindo um novo piso

Escolhendo esta opção aparecerá a próxima janela (Figura 14). Nesta opção deve-se escolher a opção Independentes.

Figura 13. Pisos Independentes Escolhida opção Independentes será aberta a janela da Figura 15 com

Figura 13. Pisos Independentes

Escolhida opção Independentes será aberta a janela da Figura 15 com as opções a serem preenchidas referentes aos pavimentos. Neste caso serão utilizados 3 pavimentos como exemplo (4 pisos) (Nesta janela, deve-se ser preenchida informação referente a altura de cada pavimento; o valor da sobrecarga de acordo com o projeto; e o valor da carga de revestimento.

A fundação já é lançada automaticamente pelo programa.

revestimento. A fundação já é lançada automaticamente pelo programa. Figura 14. Corte esquemático da edificação 17

Figura 14. Corte esquemático da edificação

Figura 15. Inserindo informações sobre os pavimentos Uma vez que as informações dos pisos estiverem

Figura 15. Inserindo informações sobre os pavimentos

Uma vez que as informações dos pisos estiverem inseridas, a janela da Figura 16 será apresentada.

as informações dos pisos estiverem inseridas, a janela da Figura 16 será apresentada. Figura 16. Edição

Figura 16. Edição dos pisos

Nesta janela pode-se:

÷ Apagar;

÷ Editar Pisos (Cotas do Piso)

÷ Editar Grupos (Informações de Cargas)

Deve-se acessar a opção editar pisos e definir a cota de nível da fundação. Em nosso caso será adotado o valor de -1,50m.

da fundação. Em nosso caso será adotado o valor de -1,50m. Figura 17. Definindo a cota

Figura 17. Definindo a cota do nível da fundação

Caso se deseja apagar um piso, basta clicar na opção Apagar e escolher o piso que será apagado como mostra a Figura 18.

basta clicar na opção Apagar e escolher o piso que será apagado como mostra a Figura

Figura 18. Apagando Piso

Para inserir novos pisos, bastas clicar na opção Inserir e seguir os mesmos passos explicados anteriormente. Neste caso, deve-se escolher o pavimento que o piso será inserido (Figura 19). No exemplo apresentado na Figura 19, os novos pisos serão inseridos a partir do primeiro pavimento.

novos pisos serão inseridos a partir do primeiro pavimento. Figura 19. Inserindo novos pisos a partir

Figura 19. Inserindo novos pisos a partir de pisos existentes

A opção editar grupos permite ao usuário modificar informações referentes às cargas.

permite ao usuário modificar informações referentes às cargas. Figura 20. Editar grupos – alteração das cargas

Figura 20. Editar grupos – alteração das cargas

5 - INTRODUÇÃO DE PLANTAS DO CAD

Uma vez configurada os materiais e definidos os pisos, a inserção da estrutura para um novo projeto poderá ser feito de duas formas:

Inserindo os pilares através de coordenadas: Nesta opção o usuário deverá estabelecer um ponto de referência com (0,0). A partir deste ponto, definir as coordenadas dos pilares considerando o CG de cada pilar.

Inserindo os pilares através de um arquivo de CAD importado de um programa de desenho: Neste caso a planta deverá estar cotada em metros; o desenho deve ser movido para as coordenadas (0,0) no programa de CAD; os pilares já deve está com o CG marcado através de alguma referência.

Para a importação da planta, basta clicar (Figura 21) :

1º)Editar máscara; 2º) Importar máscara para a obra; 3º) Acrescentar novo elemento à lista.

1º 2º 3º

Figura 21. Importando um arquivo dwg

Basta selecionar o caminho onde está gravado o arquivo dwg que se deseja inserir como máscara para o projeto.

O arquivo será adicionado e o programa perguntará se deseja adicionar a todos os grupos (Figura 22). A resposta deve ser SIM.

adicionar a todos os grupos (Figura 22). A resposta deve ser SIM. Figura 22. Finalizando a

Figura 22. Finalizando a inserção da máscara

A Figura 23 mostra o desenho dwg aberto no Cypecad.

A Figura 23 mostra o desenho dwg aberto no Cypecad. Figura 23. Arquivo dwg (máscara) aberto

Figura 23. Arquivo dwg (máscara) aberto no Cypecad

Deverá ser acrescentado o pavimento térreo seguindo os mesmo passos.

Para habilitar a visualização da máscara, acesse o comando de edição de máscara (1º), depois vá para o item de ativação de visualização de máscaras (2º) e marque a opção das vistas para todos os grupos (3º).

1º 2º
3º

Figura 24. Habilitar visualização de máscaras

6 - INTRODUÇÃO DE PILARES

Uma vez configurada toda a parte de materiais e definido o corte vertical da edificação, o projeto está preparado para receber os pilares da estrutura. Para introduzir pilares (Figura 25), deve-se ir no Menu Introdução->Pilares.

(Figura 25), deve-se ir no Menu Introdução->Pilares . Figura 25. Inserindo Pilares no Projeto Como ainda

Figura 25. Inserindo Pilares no Projeto

Como ainda não foi inserido nenhum pilar na estrutura a janela será apresentada somente com as três opções apresentadas. Novo Pilar: Pilares retangulares, circulares e metálicos; Pilar Parede: Pilares Geométricos (elevadores por exemplo) ou Pilares com uma dimensão 10 vezes maior que a outra; Arranque: Pilares sem vínculo com a fundação, que podem ser inseridos pela opção Novo Pilar.

Para o exemplo em questão estaremos inserindo inicialmente pilares de seção retangular. Escolhendo o opção Novo Pilar a janela da Figura 26 será apresentada. Nesta Janela as seguintes modificações podem ser feitas:

Definir onde nasce e onde morre o pilar através do Grupo Inicial e Final; Modificar a Referência do Pilar (nome); Ângulo de inclinação do pilar; Desnível e Altura de Apoio caso existam.

do pilar; Desnível e Altura de Apoio caso existam. Figura 26. Definindo a Geometria do Pilar

Figura 26. Definindo a Geometria do Pilar

O Cypecad tem como padrão inicial pilares com seção (0,3mx0,3m). A dimensão do pilar piso a piso, poderá ser alterada editando os valores apresentados. Alem das dimensões o usuário poderá alterar a geometria para circular ou trocando o material para perfil metálico, clicando no quadrado que aparece ao lado da dimensão (Figura 27).

Figura 27. Alterando a Geometria ou o material do Pilar 29

Figura 27. Alterando a Geometria ou o material do Pilar

Para os pilares metálicos, será permitido ao usuário escolher o perfil inicial do projeto clicando em cima do perfil que aparecerá (Figura 28).

clicando em cima do perfil que aparecerá (Figura 28). Figura 28. Inserindo Perfil Metálico Clicando no

Figura 28. Inserindo Perfil Metálico

Clicando no Perfil, o usuário poderá ter acesso à tabela de perfil do Cypecad (Figura 29).

o usuário poderá ter acesso à tabela de perfil do Cypecad (Figura 29). Figura 29. Acessando

Figura 29. Acessando A Tabela de Perfil

Figura 30. Escolhendo o Perfil da Tabela Uma vez definida a geometria/material do pilar, a

Figura 30. Escolhendo o Perfil da Tabela

Uma vez definida a geometria/material do pilar, a inserção do pilar será feita clicando diretamente na marca o CG do pilar. Para o exemplo, os pilares são retangulares e o CG foi marcado pelas diagonais do retângulo. Para que o programa pegue corretamente o ponto do CG, deve-se acionar o

programa pegue corretamente o ponto do CG, deve-se acionar o botão ( ) para acionar as

botão ( ) para acionar as ferramentas de amarração de pontos especiais no desenho. Uma acionado o botão, a janela da Figura 32 será apresentada. Neste caso recomenda-se acionar as opções de interseção e ponto médio da janela.

Em

nosso

caso

os

pilares

serão

inseridos

conforme

previamente

definidos nos desenhos da máscara. Para a inserção deverá ser ativada a captura conforme Figura 31

Figura 31. Seleção de capturas para inserção dos pilares Figura 32. Acionando Interseção e Ponto

Figura 31. Seleção de capturas para inserção dos pilares

Figura 31. Seleção de capturas para inserção dos pilares Figura 32. Acionando Interseção e Ponto Médio

Figura 32. Acionando Interseção e Ponto Médio para captura do centro do pilar

Uma definida essas ferramentas, a inserção do pilar será feita por um click do mouse.

Se para o próximo pilar, a seção/material for diferente do anterior, a janela de edição das características dos pilares poderá ser acessada clicando com o botão direito do mouse.

Após a inserção de todos os pilares da estrutura pode-se finalizar esta opção.

A

inserção de pilar será finalizada clicando com o botão direito do mouse, onde

o

programa retornará para a tela de configuração do pilar e na seqüência

escolhendo a opção cancelar (Figura 33).

do pilar e na seqüência escolhendo a opção cancelar (Figura 33). Figura 33. Finalizando a Inserção

Figura 33. Finalizando a Inserção de Pilares

Pode-se observar que a tela inicial para introduzir pilar foi modificada com outras informações além de inserção tais como: Apagar, mover, deslocar, editar, etc

Existem algumas situações em estruturas de concreto em que o pilar não será circular ou retangular, ou seja, ele poderá assumir outra geometria, como por exemplo, o fosso do elevador, se for feito em concreto armado. Neste caso, a inserção de pilares com geometria, C, T, L, etc., deve ser feita utilizando a opção de pilar parede. O usuário deve ir ao menu Introdução->Pilar, quando janela da Figura 33 for apresentada, ele deve escolher a opção de Pilar Parede na janela de botões. Escolhendo esta opção a janela da Figura 34 será apresentada. Nesta janela o usuário deve inserir inicialmente um nome para este pilar (no exemplo Elevador) e definir quais os pavimentos que ele passa. A partir daí o usuário pode começar a editar o pilar utilizando o botão de Intr. Lado. O sistema de eixo apresentado em vermelho no centro da tela, representa o eixo de referência em que o pilar será editado. Escolhida a opção de introduzir lado, o usuário deve clicar na tela e começar a desenhar um dos lados, horizontal ou verticalmente. No exemplo em questão será desenhada uma linha horizontal a partir do eixo apresentado. O segundo ponto da linha poderá ser qualquer ponto. Ao clicar no 2º. ponto será apresentado uma janela com a cota apresentada. Neste momento o usuário poderá definir a dimensão corretamente, no caso em questão 1,2m (Figura 34).

Figura 34. Introduzindo o lado do Pilar parede Confirmada a inserção da dimensão da linha,

Figura 34. Introduzindo o lado do Pilar parede

Confirmada a inserção da dimensão da linha, a janela da Figura 35 será apresentada para o usuário definir a espessura da parede. A partir da espessura basta confirmar que o lado será inserido.

Figura 35. Definindo a espessura da parede do pilar Este procedimento deve ser repetido para

Figura 35. Definindo a espessura da parede do pilar

Este procedimento deve ser repetido para a parede vertical e para a outra parede horizontal.

para a parede vertical e para a outra parede horizontal. Figura 36. Editando um Pilar Parede

Figura 36. Editando um Pilar Parede

Uma vez que o pilar estiver definido, o ponto de referência será o ponto onde o eixo está marcado, o usuário tem que clicar no botão Aceitar para salvar a edição e inseri-lo na estrutura.

Uma vez que todos os pilares estiverem inseridos na estrutura, a próxima etapa será a inserção das vigas.

7 - ENTRANDO COM PAVIMENTO

Para inserir as vigas do projeto, no menu inferior deve mudar de entrada de pilares para entrada de pavimentos. Ao clicar nesta opção, para o exemplo em questão, a Figura 37 será apresentada.

para o exemplo em questão, a Figura 37 será apresentada. Figura 37. Entrada de Pavimentos Pode-se

Figura 37. Entrada de Pavimentos

Pode-se observar que as opções do menu superior alteraram quando mudou- se no menu inferior. Na Entrada de Pavimentos além da inserção das vigas poderão ser inseridas as lajes, fundações e cargas. Vale à pena observar no canto inferior direito da figura, que o programa vai para o primeiro pavimento da

edificação. Deve-se então “navegar” até o pavimento no qual se deseja lançar o vigamento. Em nosso caso iremos para o 2º. Piso.

lançar o vigamento. Em nosso caso iremos para o 2º. Piso. Figura 38. Alterando o piso

Figura 38. Alterando o piso

Para inserir uma viga no projeto, deve-se escolher a opção no menu superior Vigas/Paredes. Nesta opção deve-se escolher a opção Vigas (Figura 39). Escolhendo a opção de vigas, a janela da Figura 40 será apresentada. Nesta janela o usuário poderá definir o tipo de viga quanto à geomentria (seção retangular, seção T, viga rasa, vigas de fundação) e material (aço ou concreto).

Para os projetos em geral deve-se usar vigas altas (de seção retangular ou T,

Na

janela de vigas, para opção do botão à esquerda, aparecerá sub opções de configuração da seção da viga.

embutida ou não na laje) e vigas rasas para inserção de furos nas lajes.

Figura 39. Introduzindo Vigas no Projeto 39

Figura 39. Introduzindo Vigas no Projeto

Figura 40. Definindo o Tipo de Vigas Da mesma forma que nos pilares, o Cypecad

Figura 40. Definindo o Tipo de Vigas

Da mesma forma que nos pilares, o Cypecad tem como padrão vigas de seção quadradas de (0,3m x 0,3m). O usuário poderá alterar esta seção clicando em cima da dimensão e colocando as dimensões de acordo com o projeto (Figura

41).

Em nosso caso adotaremos vigas de 0.15 x 0.50m

Figura 41. Alterando a seção da Viga Uma vez definida a seção da viga, a

Figura 41. Alterando a seção da Viga

Uma vez definida a seção da viga, a inserção será feita clicando de pilar a pilar onde a viga deve passar. Vale a pena ressaltar que o Cypecad utiliza o centro do pilar como referência para inseri-la. Caso a viga fique desalinhada por causa das diferentes dimensões dos pilares, as mesmas poderão ser acertadas com a opção de Ajustar dentro do menu Vigas.

Deve-se preliminarmente definir se a viga é simples ou contínua através do menu de seleção (Figura 42).

Figura 42. Escolha da opção viga contínua A introdução da viga depende ainda da escolha

Figura 42. Escolha da opção viga contínua

A introdução da viga depende ainda da escolha do lado de referência de inserção. Essa opção é feita no menu indicado na Figura 43.

Essa opção é feita no menu indicado na Figura 43. Figura 43. Escolha do lado de

Figura 43. Escolha do lado de referência da entrada de vigas

Após a entrada da primeira viga a tela de apresentação terá a seguinte imagem (Figura 44).

Figura 44. Viga lançada – seção de 15 x 50cm Da mesma forma que nos

Figura 44. Viga lançada – seção de 15 x 50cm

Da mesma forma que nos pilares, caso a seção de uma viga mude em relação à ultima viga inserida, a alteração da dimensão poderá ser feita clicando com o botão direito do mouse.

Obs: Da mesma forma que nos pilares, após a inserção das vigas, outros

comandos auxiliares estarão ativos no menu vigas tais como:

Ajustar

 

Prolongar

 

Apagar, etc.

Após o lançamento das vigas a estrutura terá a aparência da Figura 45.

Figura 45. Estrutura após o lançamento das vigas 8 - INSERINDO LAJES NAS ESTRUTURAS Lembrando

Figura 45. Estrutura após o lançamento das vigas

8 - INSERINDO LAJES NAS ESTRUTURAS

Lembrando que ainda estamos no 2º. Pavimento, após a inserção das vigas, a próxima etapa será a inserção das lajes nas vigas. Para fazer a inserção das mesmas, o usuário deve acessar o comando Lajes-> Dados de Lajes como mostrado na Figura 46.

Figura 46. Ativando a Inserção de Lajes Ativando este comando, a barra de botão para

Figura 46. Ativando a Inserção de Lajes

Ativando este comando, a barra de botão para inserção de laje será apresentada (Figura 47).

Figura 47. Barra de Botões para Inserção de Lajes
Figura 47. Barra de Botões para Inserção de Lajes

O primeiro botão da barra deve ser selecionado e Janela da Figura 48 será apresentada: As possíveis lajes que o Cypecad disponibiliza são apresentadas nesta janela. Em nosso caso serão utilizadas Lajes maciças com 15 cm de espessura.

Observação: Para lajes nervuradas, o Cypecad apresenta uma biblioteca

de formas previamente definidas. Caso nenhuma delas se adeque ao

projeto, o usuário poderá fazer a edição de uma nova forma.

o usuário poderá fazer a edição de uma nova forma. Figura 48. Inserindo Lajes Maciças Uma

Figura 48. Inserindo Lajes Maciças

Uma vez definida a tipologia da laje, para inseri-la basta clicar no botão de Aceitar e dar duplo click com o mouse na área de inserção.

No local da caixa de escada definiremos como trecho sem laje através da opção “apagar laje” do menu de dados de laje (Figura 49)

Figura 49. Introduzindo abertura (vão livre) Após a inserção de todas as lajes, o usuário

Figura 49. Introduzindo abertura (vão livre)

Após a inserção de todas as lajes, o usuário poderá verificar como ficou o 2º. Pavimento com as lajes inseridas (Figura 51) com a vista 3D do edifício.

A visualização da estrutura em 3D é feita no menu específico (Figura 50) .

da estrutura em 3D é feita no menu específico (Figura 50) . Figura 50. Seleção de

Figura 50. Seleção de vista 3D do edifício

Figura 51. Edificação com lajes no 2º. Pavimento Uma vez que o usuário definiu todas

Figura 51. Edificação com lajes no 2º. Pavimento

Uma vez que o usuário definiu todas as lajes do pavimento, o usuário poderá apagar, modificar a tipologia e inserir furos na laje. As demais opções deste menu serão ativadas após o cálculo estrutural.

9 - INSERINDO CARGAS NA ESTRUTURA

Após a definição do modelo estrutural, o usuário poderá fazer a inserção das cargas de cálculo. Dentre as cargas existentes, o peso próprio não precisa ser inserido, pois o Cypecad faz o cálculo automático após a definição da geometria. A Sobrecarga e a Carga Permanente são definidas no começo da definição do projeto (Figura 15). Se num mesmo pavimento, houver lajes com sobrecargas diferentes, o usuário poderá definir inicialmente uma sobrecarga menor inicialmente e poderá colocar a diferença desta sobrecarga como uma carga adicional. Para as demais cargas existentes na estrutura o usuário poderá inseri-las a partir do Menu Cargas.

Cargas nas vigas

de

paredes) o usuário deve entrar no menu Cargas-> Cargas Lineares em

Para

inserir

uma

carga

uniformemente

distribuída

nas

vigas

(cargas

Vigas.

carga uniformemente distribuída nas vigas (cargas Vigas. Figura 52. Definição de cargas em vigas Ao escolher

Figura 52. Definição de cargas em vigas

Ao escolher esta opção a Janela da Figura 53 será apresentada.

esta opção a Janela da Figura 53 será apresentada. Figura 53. Inserindo Cargas nas Estruturas Em

Figura 53. Inserindo Cargas nas Estruturas

Em nosso caso adotaremos como carregamento da parede o valor correspondente à lajota furada de espessura final de 14cm do Quadro 4.

Faremos: 18 kN/m3 x 2,50m x 0,14 = 6.25 kN/m

Material

Peso Específico ( kN/m 3 )

Granito e Mármore

28,0

Bloco de Argamassa

22,0

Cimento Amianto

20,0

Lajota Cerâmica

18,0

Tijolo Furado

13,0

Tijolo Maciço

18,0

Tijolo Sílico Calcáreo

20,0

Argamassa Cimento, cal e areia

19,0

Concreto Simples

24,0

Concreto Armado

25,0

Argamassa de Gesso

12,5

Argamassa de Cimento e Areia

21,0

Quadro 4. Carga de alvenaria

O

usuário deverá inserir o valor da carga, previamente calculado, e para inseri-

la

deve escolher o botão Acrescentar. A inserção da carga será feita clicando

diretamente em cima da viga. Se o valor da carga mudar de uma viga para outra, este valor poderá ser alterado clicando com o botão direito do mouse e o procedimento sendo repetido.

Para acrescentar carga em apenas um trecho da viga, deve ser escolhido o menu cargas (Figura 54 ) na definição de cargas.

viga, deve ser escolhido o menu cargas (Figura 54 ) na definição de cargas. Figura 54.

Figura 54. Definição de cargas em vigas

Será aberta a janela da Figura 55, onde deverá ser escolhida a opção de carga linear. Deverá então ser lançada uma nova carga linear no trecho de viga desejado.

lançada uma nova carga linear no trecho de viga desejado. Figura 55. Definição de carga linear

Figura 55. Definição de carga linear

Cargas nas lajes

Para as cargas nas lajes, o procedimento será feito de forma similar. O usuário deverá acessar o menu Cargas->Cargas Superficiais em Lajes (Figura 56).

o menu Cargas->Cargas Superficiais em Lajes (Figura 56). Figura 56. Inserindo Cargas Superficiais em Lajes 51

Figura 56. Inserindo Cargas Superficiais em Lajes

Ao escolher esta opção a Janela da Figura 57 será apresentada.

esta opção a Janela da Figura 57 será apresentada. Figura 57. Inserindo Cargas Superficiais em Lajes

Figura 57. Inserindo Cargas Superficiais em Lajes

Da mesma forma, o valor da carga superficial deverá ser inserido, com o valor previamente calculado, e a inserção será feita dando um click no interior da laje na qual que inserir a carga.

Já havíamos definido a sobrecarga e carga permanente nos pavimentos quando foram inseridos os pisos conforme figura abaixo.

definido a sobrecarga e carga permanente nos pavimentos quando foram inseridos os pisos conforme figura abaixo.

Em nosso caso deverão ser lançados valores conforme NBR 6120 - Cargas para o cálculo de estruturas de edificações (Quadro 5)

Local Carga (kN/m 2 ) Arquibancadas 4,0 Escritórios e Banheiros 2,0 Salas de Diretoria e
Local
Carga (kN/m 2 )
Arquibancadas
4,0
Escritórios e Banheiros
2,0
Salas de Diretoria e Gerência
1,5
Sala de leitura
2,5
Sala para Depósitos de Livros
4,0
Bibliotecas
Salas com estantes de livros a ser
determinadas em cada caso ou 2.5kN/m2 por
metro de altura ou o valor mínimo
6,0
A
ser determinado para cada caso, mas com
Casa de máquinas
7,5
o
valor mínimo
Platéia com assentos fixos
3,0
Cinemas
Estúdio e platéia com assentos móveis
4,0
Banheiro
2,0
Com acesso ao público
3,0
Corredores
Sem acesso ao público
2,0
Cozinhas não
A
ser determinada em cada caso, porém com
3,0
residenciais
o
mínimo de:
Edifícios
Dormitórios, sala, copa cozinha e banheiro
Despensa, área de serviço e lavanderia
1,5
Residenciais
2,0
Ginásio de Esporte
5,0

Quadro 5. Valores mínimos de sobrecarga

Como já foram lançados valores de 1,50 kN/m2 em todos os ambientes, lançaremos apenas + 0,50 kN/m2 na área de serviço. Observa-se que a medida que as cargas são inseridas nas lajes e nas vigas, os valores são apresentados e marcadas em amarela (Figura 58).

Figura 58. Carregamento lançado na laje Deverão ainda ser lançados os carregamentos de paredes sobre

Figura 58. Carregamento lançado na laje

Deverão ainda ser lançados os carregamentos de paredes sobre as lajes. Esta opção é feita de maneira análoga ao realizado para o lançamento de cargas em trechos de vigas. Deve ser escolhido o menu cargas (Figura 59) na definição de cargas.

Em nosso caso adotaremos como carregamento da parede o valor correspondente à lajota furada de espessura final de 14cm do Quadro 4. Faremos: 18 kN/m3 x 2,9m x 0,14 = 7,31 kN/m

de 14cm do Quadro 4. Faremos: 18 kN/m3 x 2,9m x 0,14 = 7,31 kN/m Figura

Figura 59. Lançamento de cargas lineares nas lajes

Após o lançamento das cargas nas lajes, a apresentação final ficará conforme Figura 60.

lajes, a apresentação final ficará conforme Figura 60. Figura 60. Carregamento de paredes sobre as lajes

Figura 60. Carregamento de paredes sobre as lajes

De forma similar, se o valor da carga de uma laje alterar, este valor poderá ser modificado clicando com o botão direito do mouse e repetindo o procedimento. Após a inserção das cargas, estes valores poderão ser alterados ou até mesmos apagados no menu Cargas->Cargas.

10 - MUDANDO E COPIANDO PAVIMENTOS

Após a inserção de todo o vigamento, lajes e cargas no pavimento 2, o usuário poderá inserir as vigas, lajes e cargas nos demais pavimentos. Caso estes elementos/dados se repitam, o usuário poderá utilizar o comando de Copiar Pisos.

o usuário poderá utilizar o comando de Copiar Pisos . Se observamos na barra de botão,

Se observamos na barra de botão, existe a seqüência de botões ( ) com o seguinte significado:

- Sobe de piso 1 a 1;observamos na barra de botão, existe a seqüência de botões ( ) com o seguinte significado:

- Desce de piso 1 a 1;Se observamos na barra de botão, existe a seqüência de botões ( ) com o seguinte

- Ativa a janela para escolha do pavimento que se deseja deslocar como mostrado na

- Ativa a janela para escolha do pavimento que se deseja deslocar como mostrado na Figura 61.

pavimento que se deseja deslocar como mostrado na Figura 61. Figura 61. Trocando de Pisos Para

Figura 61. Trocando de Pisos

Para realizar a cópia de um pavimento (inclusive vigas, lajes e cargas) o usuário deverá primeiramente ir para o piso no qual deverão ser copiados os dados.

Em nosso caso iremos para o piso 3 de 3, conforme Figura 61.

Para copiar o 2º. Pavimento que se repete no 3º. Pavimento o usuário deverá ir no menu Grupos-> Copiar de Outro Grupo como mostrado na Figura 62.

Figura 62. Ativando a Cópia de Pavimentos Na janela seguinte deverá ser indicado qual o

Figura 62. Ativando a Cópia de Pavimentos

Na janela seguinte deverá ser indicado qual o piso do qual se deseja copiar os elementos/dados (Figura 63). Em nosso caso será o 2º. Pavimento.

Observação: O usuário tem que tomar o cuidado para não copiar um

pavimento vazio para um pavimento com o vigamento pronto. Esta

operação de cópia de pavimento não pode ser desfeita uma vez que ela

foi executada.

Figura 63. Seleção do piso com elementos/dados a serem copiados Pode-se fazer nova visualização do

Figura 63. Seleção do piso com elementos/dados a serem copiados

Pode-se fazer nova visualização do edifício em 3D para averiguar o correto lançamento da estrutura (Figura 64).

averiguar o correto lançamento da estrutura (Figura 64). Figura 64. Vista 3D do Edifício com 02

Figura 64. Vista 3D do Edifício com 02 pavimentos lançados

Este procedimento poderá ser repetido para todos os pavimentos iguais. Para os pavimentos que possuem vigas diferenciadas, as mesmas poderão inseridas pelo comando de Introdução de Vigas.

Com os conhecimentos já adquiridos deverão ser lançados o 4º. Pavimento

(cobertura) e o térreo.

A) Para

a

cobertura

copie

o

2º.

pavimento

fazendo

as

seguintes

adequações:

-remova as cargas referentes às paredes; -remova a carga adicional de 0,50 kN/m2 da região da área de serviço; -Lance novas cargas na periferia da edificação referente a uma alvenaria com 1,20m de altura:

Faremos: 18 kN/m3 x 1,2m x 0,14 = 3,02 kN/m -introduza uma laje na região da caixa de escada.

B) Para o térreo lance o vigamento travando todos os pilares fazendo as seguintes adequações:

-Lance cargas nas vigas que tem paredes considerando a seguinte situação:

Faremos: 18 kN/m3 x 2,5m x 0,14 = 6,30 kN/m -Considere todos os vãos sem laje. A laje de piso apóia no solo. -Considere um carregamento mínimo de 1,50 kN/m nas vigas que não tem parede.

O lançamento das estruturas deverá ter a aparência final da Figura 65.

Figura 65. Pavimento térreo com a estrutura lançada 60

Figura 65. Pavimento térreo com a estrutura lançada

11 - INSERINDO AS FUNDAÇÕES

Uma vez que o usuário estiver com toda a superestrutura definida, a etapa final da modelagem do projeto será a inserção dos elementos de fundação. Para inserir a fundação o usuário deverá primeiramente passar para a fundação através dos botões de troca de pavimento. O Piso da fundação será identificado quando todos os pilares estiverem vermelhos com uma hachura interna (Figura 66).

todos os pilares estiverem vermelhos com uma hachura interna (Figura 66). Figura 66. Pilares no nível

Figura 66. Pilares no nível da fundação

Para fundações o Cypecad trabalha com fundações diretas (sapatas) e fundações profundas (estacas). Para a segunda, o usuário deverá definir o bloco de coroamento da sapata.

Para inserir a sapata ou bloco o usuário deverá ir no menu Fundação-> Elementos de Fundação (Figura 67).

menu Fundação-> Elementos de Fundação (Figura 67). Figura 67. Introduzindo Fundação Ao escolher esta opção

Figura 67. Introduzindo Fundação

Ao escolher esta opção no Menu, a barra de botões para inserção de botão (Figura 68) será ativada. O usuário deverá clicar no 1º. Botão da Barra.

Figura 68. Ativando a Barra para Fundação Ao clicar no 1º. Botão, a janela da

Figura 68. Ativando a Barra para Fundação

Ao clicar no 1º. Botão, a janela da Figura 69 será apresentada. Onde as duas primeiras figuras são referentes às sapatas e a 3ª. Figura referente a bloco. Para as sapatas, o usuário poderá definir a sapata como isolada (elemento para 1 único pilar) ou sapata associada (elemento para múltiplos pilares). Para o caso da escolha do bloco, o usuário deverá definir o conjunto de estacas que comporão o bloco. O Cypecad trabalha exclusivamente com estacas de concreto quadradas ou circulares.

Para o exemplo em questão serão inseridas sapatas para os pilares.

Figura 69. Escolhendo o Tipo de Fundação Uma vez escolhida o tipo de fundação, para

Figura 69. Escolhendo o Tipo de Fundação

Uma vez escolhida o tipo de fundação, para inseri-la o usuário deverá clicar no botão de aceitar. A inserção será feita clicando em cima dos pilares.

Vale a pena observar que na medida em que o usuário movimenta com o

mouse em cima do pilar, o centro/geometria da sapata muda. Esta

ferramenta é importante para inserção de sapatas de divisas.

A Figura 70 apresenta a fundação com as sapatas parcialmente inseridas.

Figura 70. Sapatas Isoladas parcialmente inseridas Caso fossem consideradas sapatas associadas, o procedimento seria (não

Figura 70. Sapatas Isoladas parcialmente inseridas

Caso fossem consideradas sapatas associadas, o procedimento seria (não é o caso do nosso projeto):

Para inserir sapatas associadas (parte central do projeto), o processo será de forma similar. O usuário deverá clicar com o botão direito do mouse para retornar à janela anterior. Nesta janela o usuário deverá escolher Elementos para múltiplos pilares e escolher o botão de Aceitar(Figura 71).

Figura 71 Inserindo Sapatas Associadas Escolhida esta opção, o usuário deverá selecionar os pilares aos

Figura 71 Inserindo Sapatas Associadas

Escolhida esta opção, o usuário deverá selecionar os pilares aos quais deseja atribuir uma sapata associada e confirmar a seleção com o botão direito do mouse (Figura 72). Seguindo estes passos, o centro geométrico da sapata será definido.

Figura 72. Definindo o Centro Geométrico da Sapata Associada Com o centro geométrico definido, basta

Figura 72. Definindo o Centro Geométrico da Sapata Associada

Com o centro geométrico definido, basta clicar neste ponto que a sapata será inserida (Figura 73). De forma similar a outra sapata associada pode ser inserida.

Uma vez que todas as sapatas foram inseridas, o usuário terá na barra de botão inicialmente ativada, outras opções habilitadas para apagar e modificar os elementos inseridos.

Figura 73. Projeto com Sapata Associada Caso fossem definidas vigas de travamento, o procedimento para

Figura 73. Projeto com Sapata Associada

Caso fossem definidas vigas de travamento, o procedimento para inserção seria: (não é o caso desse projeto)

Uma vez que as sapatas foram inseridas, para finalizar a fundação deve-se inserir as vigas de equilíbrio ou de travamento da fundação.

Para inserir as vigas de travamento, o processo é feito de forma similar às sapatas. O usuário deve escolhe o menu Fundação->Vigas de Equilíbrio e Travamento (Figura 74).

Figura 74. Inserindo Vigas de Equilíbrio e Travamento Ao escolher esta opção, de forma similar

Figura 74. Inserindo Vigas de Equilíbrio e Travamento

Ao escolher esta opção, de forma similar às sapatas, o primeiro botão da barra de botão de vigas deverá ser escolhido e a janela da Figura 75 será apresentada. Nesta janela recomenda-se a 3ª. Opção , pois funciona tanto para equilibrar a estrutura quanto para travar.

Figura 75. Escolhendo a Viga Após a escolha da viga, a inserção será feita clicando

Figura 75. Escolhendo a Viga

Após a escolha da viga, a inserção será feita clicando de pilar a pilar.

Observação. O Cypecad não permite que uma viga de fundação seja

ligada em outra. Ela tem que está conectada restritamente nas sapatas.

Com a estrutura finalizada, o projeto está pronto para ser analisado e os cálculos serem iniciados.

12 - VERIFICANDO A GEOMETRIA DA ESTRUTURA

Uma primeira análise que deve ser feita na estrutura é a verificação da geometria. Esta verificação deve ser feita para ver se não ocorre a formação de mecanismos estruturais, ou seja, se a estrutura inicialmente definida não é instável. Para fazer esta verificação o usuário deve entrar no menu Calcular- >Verificar geometria de todos os grupos (Figura 76). Escolhendo esta opção um processo de cálculo será disparado para verificar a instabilidade da estrutura. A verificação da geometria pode ser feita para toda a estrutura, como pode ser feita somente para um piso isolado.

estrutura, como pode ser feita somente para um piso isolado. Figura 76. Verificando a Geometria do

Figura 76. Verificando a Geometria do Projeto

A Figura 77 mostra uma tela do processo de cálculo disparado.

Figura 77. Processo de Cálculo Se no processo de verificação a geometria não apresentar nenhum

Figura 77. Processo de Cálculo

Se no processo de verificação a geometria não apresentar nenhum erro, o processo de dimensionamento poderá ser disparado.

13 - CALCULANDO A ESTRUTURA

O dimensionamento da estrutura será feito de forma similar ao da verificação da geometria. Para disparar o cálculo, o usuário deve acessar o menu Calcular. Se a fundação já estiver sido inserida, pode-se entrar com a opção Calcular Obra (Inclusive Fundação), caso contrário, Calcular Obra (Sem Fundação).

Durante o processo de cálculo a Cypecad automaticamente irá redimensionando as fundações a partir do das cargas que chegam na estrutura e com as informações das tensão admissível do solo.

Após a finalização dos cálculos o Cypecad abrirá uma janela (Figura 62) fazendo os apontamentos dos erros ou advertências que foram feitas em relação à estrutura inicialmente lançadas.

feitas em relação à estrutura inicialmente lançadas. Figura 78. Listagem de Erros do Cálculo. Caso não

Figura 78. Listagem de Erros do Cálculo.

Caso não existam erros a janela da Figura 79 será apresentada.

Figura 79. Apresentação final do cálculo – sem erros 74

Figura 79. Apresentação final do cálculo – sem erros

14 - VERIFICANDO/ACERTANDO OS ERROS DE CÁLCULO

Para fazer o apontamento de erros na estrutura, o Cypecad tem como padrão marcar em amarelo os elementos nos quais existem alguma advertência de cálculo mas que não são erros de verificação e marca em vermelho os elementos que tem algum erro de verificação (Figura 80).

elementos que tem algum erro de verificação (Figura 80). Figura 80. Elementos com Advertências / Erros

Figura 80. Elementos com Advertências / Erros

Para analisar os erros e fazer as devidas correções o usuário deve no menu inferior e escolher a opção de resultados

Conforme mostrado na Figura 80, existem 2 pilares e 1 viga marcados em vermelho que existe algum erro de cálculo. As demais vigas possuem alguma advertência.

15 VERIFICANDO ERROS NOS PILARES

Uma vez que o usuário estiver no menu Resultados, para verificar os erros nos pilares o usuário deve acessar o menu superior Pilares->Editar. Uma vez que o comando estiver ativo, para verificar um determinado pilar, basta o usuário clicar no elemento a ser verificado. Clicando num pilar com erro a janela da Figura 81 será apresentada.

num pilar com erro a janela da Figura 81 será apresentada. Figura 81. Acertando pilares De

Figura 81. Acertando pilares

De acordo com NBR6118 2003, um dos limitantes de erro em pilares é a taxa de armadura máxima, que não pode exceder 4%. Se o usuário observar a Figura 81 verá que este valor máximo é extrapolado. Uma forma de acertar e alterar a dimensão do pilar e iterativamente o Cypecad refazerá o cálculo. A Figura 82 apresenta o pilar com uma sugestão de alteração de dimensão.

Figura 82. Pilar com Dimensões Alteradas e Recalculado. Uma vez acertado um pilar, os demais

Figura 82. Pilar com Dimensões Alteradas e Recalculado.

Uma vez acertado um pilar, os demais pilares com erros poderão ser acertados do mesmo jeito.

17 - VERIFICANDO ERROS EM VIGAS

De forma similar aos pilares, os erros nas vigas serão verificados pelos mesmos procedimentos. No menu superior o usurário deverá acessar Vigas/Paredes->Erros em Vigas (Figura 83). Uma vem que o comando estiver ativo, para selecionar uma determinada viga, basta o usuário clicar em cima da mesma.

Conforme comentário anterior, as vigas marcadas em amarelas apresentam alguma advertência, mas não apresentam erros de cálculo. Estas advertências poderão ser sanadas com a alteração da dimensão da viga caso o usuário deseje. A Figura 84 apresenta uma janela com uma listagem de advertência de uma viga em amarelo.

uma janela com uma listagem de advertência de uma viga em amarelo. Figura 83. Ativando o

Figura 83. Ativando o Comando de Erros em Vigas

Figura 84. Listagem de Erros em Vigas Como pode ser observado na lista de advertência

Figura 84. Listagem de Erros em Vigas

Como pode ser observado na lista de advertência desta viga, armadura positiva e negativa em mais de uma camada não é erro, é somente um forma de distribuir a armadura dentro da viga. Caso o usuário deseja e o projeto permitir, uma forma que se tem seria aumentar a largura da viga.

Observação: Uma vez que qualquer dimensão da viga foi alterada, a

estrutura tem que ser recalculada devido a alteração do peso próprio da

viga. Para isto, o usuário deve retornar ao menu Entrada de Pavimento e

pedir para recalcular a estrutura.

18 - VIZUALIZAÇÃO PRÉVIA DA ARMADURA DE CÁLCULO

Uma ferramenta que o Cypecad disponibiliza para o usuário é uma ferramenta de visualização da armadura calculada para os elementos em concreto armado. Para as vigas, o usuário poderá dentro do menu Resultados, acessar

o menu Vigas/Paredes-> Editar. Ativando este comando e clicando em cima de uma viga, uma figura similar ao da Figura 85, será apresentada.

viga, uma figura similar ao da Figura 85, será apresentada. Figura 85. Janela com Detalhamento de

Figura 85. Janela com Detalhamento de Viga de Concreto

O mesmo processo de visualização das vigas é aplicado para as fundações. Descendo para o piso da fundação, o usuário pode entrar no menu Fundação- >Elementos de Fundação. Ativando o comando, a barra de botões da Figura

86 será apresentada. O usuário deve escolher o 2º. Botão (Editar) e escolher

o elemento que deseja visualizar.

Figura 86. Editando Elemento de Fundação Uma vez escolhido o elemento, uma figura similar à

Figura 86. Editando Elemento de Fundação

Uma vez escolhido o elemento, uma figura similar à Figura 87 será apresentada. Nesta janela, o usuário pode escolher visualizar a armação da Sapata em 3D na parte inferior da janela (Figura 88). Este procedimento facilita a visualização da montagem.

Figura 87. Detalhamento de Sapata 82

Figura 87. Detalhamento de Sapata

Figura 88. Vista 3 D da sapata 83

Figura 88. Vista 3 D da sapata

19 – INSERINDO UM NÚCLEO DE ESCADAS

Para se introduzir um núcleo de escadas basta ir na guia entrada pavimento clicar no botão “Obra – Escadas” localizado na segunda linha de programas a esquerda conforme Figura 89:

na segunda linha de programas a esquerda conforme Figura 89: Figura 89. Opção escada Em seguida,

Figura 89. Opção escada

Em seguida, basta clicar em “Novo núcleo de escadas” conforme Figura 90.

clicar em “Novo núcleo de escadas” conforme Figura 90. Figura 90. Inserção de um núcleo de

Figura 90. Inserção de um núcleo de escada

Em seguida basta adicionar as informações necessárias, principalmente as dimensões da largura do degrau (a), o piso (h) e o espelho (t) conforme Figura

91.

Figura 91. Inserção das dimensões dos degraus e escada Após esta fase, vá até o

Figura 91. Inserção das dimensões dos degraus e escada

Após esta fase, vá até o ícone “Tramos”, em seguida clique em “Adicionar novo elemento ä lista” conforme Figura 92.

“Adicionar novo elemento ä lista” conforme Figura 92. Figura 92. Inserção de novo tramo Posteriormente, adicione

Figura 92. Inserção de novo tramo

Posteriormente, adicione em “lances quantidade de lances iguais consecutivos” a quantidade de pavimentos onde a escada irá atingir. Depois de inserido a quantidade de pavimentos basta colocar o tipo de escada desejado. O exemplo

a ser escolhido será “dois lances retos com 16 degraus e apoio frontal em alvenaria” conforme Figura 93.

degraus e apoio frontal em alvenaria” conforme Figura 93. Figura 93. Tipo de escada Após inserida

Figura 93. Tipo de escada

Após inserida todas essas informações, caso haja a necessidade de editar qualquer tipo de informação do núcleo de escadas basta clicar no ícone editar conforme Figura 94.

do núcleo de escadas basta clicar no ícone editar conforme Figura 94. Figura 94. Edição dos

Figura 94. Edição dos dados da escada

Após clicar a tela de edição aparecerá em seguida basta adicionar as informações desejadas para alterações na escada, conforme imagem abaixo:

para alterações na escada, conforme imagem abaixo: Figura 95. Edição dos dados da escada Em seguida

Figura 95. Edição dos dados da escada

Em seguida basta clicar em aceitar e na tela seguinte clicar em aceitar novamente e inserir o núcleo de escadas no local desejado. A inserção deverá ser feita da seguinte forma: o primeiro clique será para locar a escada, o segundo clique será para fixar a escada definitivamente. Caso haja a necessidade de rotação da escada, essa deverá ser feita após o primeiro clique, a Figura 96 exemplifica como fazer a rotação, a imagem se refere após o primeiro clique para inserção da escada.

Figura 96. Rotação da escada Após o segundo clique a inserção completa do núcleo de

Figura 96. Rotação da escada

Após o segundo clique a inserção completa do núcleo de escadas está concluída.

19 - GERANDO AS PRANCHAS DE IMPRESSÃO

Uma vez que toda a estrutura foi corrigida e o cálculo finalizado uma das etapas para a finalização do projeto é a geração das pranchas de detalhamento. Da mesma forma que para inserir a estrutura o Cypecad importa um arquivo de desenho de CAD, a geração das pranchas serão feitas para arquivos de desenhos que serão exportados e que poderão ser abertos em programas de desenho. A extensão padrão para geração das pranchas é a a dxf.

O primeiro passo para definir as pranchas, é a determinação do formato do papel. O formato do papel poderá definido selecionando o botão no canto superior direito com o formato de um globo (Figura 97). Neste botão o usuário deverá escolher a opção desenhos.

Neste botão o usuário deverá escolher a opção desenhos. Figura 97. Definindo o formato da prancha

Figura 97. Definindo o formato da prancha

Para o exemplo em questão será definida uma prancha no formato A1 (Figura

98)

Figura 98. Escolhendo a Prancha do Projeto. Após a definição da prancha o usuário devera

Figura 98. Escolhendo a Prancha do Projeto.

Após a definição da prancha o usuário devera escolher o botão de Aceitar.

Uma vez que a prancha definida, o usuário deverá escolher a opção no canto superior direito que tem o botão de um plotter (Figura 99).

Figura 99. Ativando a Geração das Pranchas Ao clicar no botão, a janela da Figura

Figura 99. Ativando a Geração das Pranchas

Ao clicar no botão, a janela da Figura 100 será apresentada, nela o usuário deverá fazer a inserção das pranchas que ele deseja inserir. Para isto, ele deve

clicar no botão +.

que ele deseja inserir. Para isto, ele deve clicar no botão + . Figura 100. Fazendo

Figura 100. Fazendo a inserção das pranchas

Clicando no botão de + será apresentada ao usuário a janela da Figura 101, onde ele deverá selecionar um a um quais os elementos que ele deseja detalhar nas pranchas. Para o exemplo em questão está sendo selecionado o detalhamento de pilares. Para finalizar a seleção, o usuário deverá clicar no botão Aceitar e repetir o processo para outros elementos (vigas, fundações, lajes).

processo para outros elementos (vigas, fundações, lajes). Figura 101. Escolhendo os elementos a detalhar. Após a

Figura 101. Escolhendo os elementos a detalhar.

Após a inserção de todas as pranchas, o Cypecad fornece ao usuário a opção de inserir um carimbo nas pranchas definidas. Este carimbo pode ser importado a partir de um arquivo de CAD ou pode ser utilizado o carimbo padrão do Cypecad. Se o usuário escolher o carimbo padrão do Cypecad ele deve ativá-lo clicando no botão Carimbo da janela de inserção de pranchas. Para finalizar a geração de pranchas o botão aceitar deve ser acionado e a janela com as informações do carimbo a serem preenchidas será apresentada (Figura 102).

Figura 102. Preenchendo as informações do carimbo Após o preenchimento de todas as informações do

Figura 102. Preenchendo as informações do carimbo

Após o preenchimento de todas as informações do carimbo a janela da Figura 103 será apresentada com todas as pranchas geradas. Para visualizar os desenhos gerados nas pranchas, o usuário deverá clicar no botão Detalhe que os desenhos serão apresentados. Uma vez que os desenho foram apresentados, eles podem ser exportados para arquivos para serem visualizados em programas de CAD.

Para gerar os arquivos de impressão, deve-se clicar no botão da impressora que aparece na janela. Clicando neste botão a janela da Figura 104 será apresentada e nesta janela o usuário deverá definir um prefixo para o nome dos arquivos que serão gerados. O Cypecad colocará automaticamente índices

nestes arquivos em função das quantidade de pranchas.

O usuário deve

observar nesta janela a pasta em que os arquivos serão salvos.

Figura 103. Visualizando as Pranchas Figura 104. Gerando os nomes dos arquivos 94

Figura 103. Visualizando as Pranchas

Figura 103. Visualizando as Pranchas Figura 104. Gerando os nomes dos arquivos 94

Figura 104. Gerando os nomes dos arquivos

20 - GERANDO RELATÓRIOS DE QUANTITATIVOS

Uma vez que o as pranchas de armaduras foram gerados, o Cypecad disponibiliza para o usuário um relatório com o quantitativo de materiais a serem utilizados. Para gerar o relatório, o usuário deve clicar no canto superior da tela no botão com a impressora (Figura 105).

superior da tela no botão com a impressora (Figura 105). Figura 105. Seleção da opção para

Figura 105. Seleção da opção para geração de relatório

Acessando este botão a janela da Figura 106 será apresentada para o usuário mostrando quais são os relatórios disponíveis para consulta e impressão. Recomenda-se que o usuário faça teste com todos os itens para analisar as informações geradas.

Figura 106. Gerando relatórios no Cypecad 21 – COPIANDO ARQUIVOS DO CYPECAD Durante a edição

Figura 106. Gerando relatórios no Cypecad

21 – COPIANDO ARQUIVOS DO CYPECAD

Durante a edição do projeto, o Cypecad gera vários arquivos com diferentes extensões. Caso o usuário deseja copiar o arquivo para continuar a edição ou analisar e calcular a estrutura em outro computador ele terá que copiar necessariamente o arquivo que tem a extensão .c3e e a pasta que contém o mesmo nome do arquivo com a extensão .dat (Exemplo: teste.c3e e teste.dat). Caso estes arquivos não sejam copiados, o usuário não conseguirá abrir o arquivo em outra máquina.