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Senhores acionistas,
Senhores acionistas,

Empresa Elétrica Bragantina S.A.

CNPJ/MF nº 60.942.281/0001-23

Elétrica Bragantina S.A. CNPJ/MF nº 60.942.281/0001-23 Perdas O índice de perdas calculado a partir do mercado

Perdas

O índice de perdas calculado a partir do mercado faturado de 2009 foi de 5,6%. Esse

índice ficou 1,1 ponto percentual acima dos 4,5% registrados no exercício de 2008.

DEC/FEC

A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL utiliza alguns índices para verificação

da qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias de energia elétrica aos seus

consumidores, tais como: DEC - Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor

(medido em horas) e FEC - Freqüência Equivalente de Interrupção por Consumidor

(medido em número de vezes).

DEC

FEC

O índice DEC da EEB em 2008 foi de 11,2 horas e o FEC de 8,8 vezes. Esses índices

estão melhores que a média ponderada, calculada a partir dos padrões divulgados pela

ANEEL, para cada conjunto de unidades consumidores, conforme tabela acima.

Desempenho econômico-financeiro

Valores em R$ mil

Vendas em GWh

Receita Operacional Bruta

Receita Operacional Líquida

EBITDA (1)

Margem Ebitda (%) (2)

Lucro (prejuízo) líquido

Dívida financeira líquida (3)

Dívida financeira líquida/EBITDA

Patrimônio líquido

Índice de Endividamento (4)

(1) Ebitda: Resultado antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização.

(2) Margem Ebtida: Ebitda/Receita Operacional Líquida.

(3) Dívida Financeira Líquida: Empréstimos, Financiamentos, Debêntures (-)

Disponibilidades.

(4) Índice de endividamento: Dívida Líquida (3)/(Dívida Líquida (3) + Patrimônio Líquido).

A receita operacional bruta da EEB apresentou um crescimento de 10,4%, passando de

R$ 239,2 milhões em 2008 para R$ 263,9 milhões em 2009, principalmente devido ao

aumento da tarifa média de fornecimento ao consumidor final em 9,5%.

167.856 191.530 207.608 239.154 263.924

118.571 117.099 133.752 155.843 171.614

9.961 12.538 20.714 23.612 28.198

8,4%

10,7%

15,5% 15,2%

16,4%

4.410

(4.193)

4.400

3.839

9.425

17.594

100.675

79.438

93.494

91.550

1,8 8,0 3,8 4,0 3,2

133.937

129.244

100.532

95.565

91.746

11,6% 43,8% 44,1% 49,5% 49,9%

O

EBITDA da companhia, calculado a partir do resultado do serviço das demonstrações

do

resultado, acrescido da depreciação e amortização das demonstrações dos fluxos de

caixa, passou de R$ 23,6 milhões em 2008 para R$ 28,2 milhões em 2009, representando

um aumento de 19,4%, influenciado principalmente pelo aumento da receita operacional

líquida em 10,1% e redução nos custos de operação, serviços prestados a terceiros e

despesas operacionais que, juntos, registraram uma redução de 9,7% em relação ao

exercício de 2008. O custo do serviço de energia elétrica passou de R$ 100,3 milhões

em 2008 para R$ 114,6 milhões em 2009, representando um crescimento de 14,3%.

Vale lembrar que esses custos não são gerenciáveis pela Companhia e portanto são

repassados para a tarifa de fornecimento.

O resultado líquido do exercício passou de um lucro de R$ 3,8 milhões em 2008 para

um lucro de R$ 9,4 milhões em 2009, principalmente devido ao bom desempenho

operacional da companhia.

Indicadores

A produtividade da empresa pode ser avaliada pelos indicadores abaixo:

Indicadores

Consumidor por empregado

Consumo (MWh) por empregado

Consumo (MWh) por consumidor/ano

Receita Bruta (R$ mil) por empregado

Receita Bruta (R$ mil) por consumidor

2009

2008

Var. %

593

541

9,6%

3.376

3.223

4,7%

5,7

6,0

-4,5%

1.263

1.082

16,7%

2,1

2,0

6,4%

RELATÓRIORELATÓRIO DADA ADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃO -- 20092009
RELATÓRIORELATÓRIO DADA ADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃO -- 20092009

Investimentos

R$ mil

2009

2008

Var. %

Programa Luz Para Todos/Universalização . 6.220

7.914

-21,4%

FNDCT/EPE/PEE/P&D

1.698

1.536

10,5%

Manutenção e melhorias do sistema

7.891

9.858

-20,0%

Total

15.809 19.308

-18,1%

2005

2006

EEB

11,2

8,8

2007

Padrão ANEEL

2008

14,1

17,9

2009

541 568 588 712 706

PROGRAMA LUZ PARA TODOS (“LPT”) e PROGRAMA NACIONAL DE UNIVERSALI-

ZAÇÃO: em 2009, a companhia investiu R$ 6,2 milhões no LPT e UNIVERSALIZAÇÃO,

cuja principal característica é possibilitar o acesso e uso da energia elétrica, a todos os

cidadãos domiciliados nas áreas urbanas e rurais do Estado.

PESQUISA & DESENVOLVIMENTO: a companhia investiu ainda R$ 1,7 milhão em

programas de pesquisa & desenvolvimento, relacionados com a produção e operação da

concessionária. Esses investimentos são composto pelos seguintes programas: Fundo

Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), Estudo de Eficiência

Energética (EPE), Programa de Eficiência Energética (PEE), e Programa de Pesquisa

e Desenvolvimento (P&D).

MANUTENÇÃO e MELHORIAS NO SISTEMA: são investimentos vegetativos, feitos com

caixa próprios, destinados a manutenção, ampliação e melhorias no sistema elétrico.

Esses investimentos totalizaram R$ 7,9 milhões em 2009.

Ambiente regulatório

Através da Resolução Homologatória nº 802, de 7 de abril de 2009, a ANEEL homologou

o resultado definitivo da segunda revisão tarifária periódica da EEB. As tarifas de energia

elétrica da Companhia foram reposicionadas em 2,19%.

Em 05 de maio de 2009, através da Resolução Homologatória nº 818, as tarifas foram

reajustadas, em média, 23,47%, sendo 11,99% relativos ao reajuste tarifário anual

econômico e 11,48% referentes aos componentes financeiros.

Responsabilidade socioambiental

Baseada na Política de Sustentabilidade da REDE ENERGIA, a EEB viabilizou

investimentos socioambientais em projetos que visam o desenvolvimento regional, a

geração de renda, o esporte e a educação.

• Fundação Aquarela: destaca-se o projeto Rede Atletismo Novos Talentos que

apóia diversos adolescentes, por meio de treinamento físico e educacional. Desses

adolescentes, dez residem em regiões atendidas pela EEB;

• Apoio ao Instituto Ethos e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ONU); e

• Distribuição de livros infanto-juvenis, inclusive em versões braile.

Benefícios aos colaboradores

Os benefícios oferecidos pela companhia visam a qualidade de vida, bem estar e a

valorização de seus colaboradores. A companhia oferece assistência médica e

odontológica com ampla rede credenciada; vales alimentação e refeição; transporte;

auxilio creche; previdência privada; seguro de vida; reconhecimento por tempo de serviço;

bolsa de estudo; e programa de participação nos resultados, importante ferramenta

de gestão estratégica. A EEB respeita os direitos fundamentais de seus profissionais,

propiciando excelente condição de trabalho, dentro de um ambiente saudável, tornando-

os altamente capacitados para um mercado cada vez mais competitivo.

Auditores independentes

Os serviços executados pelos auditores externos, ao longo do exercício social, referem-

se somente à auditoria das Demonstrações Financeiras.

Agradecimentos

Nossos agradecimentos aos Senhores Acionistas, Clientes, Governos Federal, Estadual

e Municipais, Fornecedores, Prestadores de Serviços, Credores e em especial aos

colaboradores, por mais um ano de realizações.

A Administração

A Administração da Empresa Elétrica Bragantina S.A., em conformidade com as

disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de Vossas Senhorias, as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2009, compostas pelo Balanço Patrimonial, pelas Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e Aplicações dos Recursos, dos Fluxos de Caixa, dos Valores Adicionados e do Balanço Social, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes.

A companhia

A Empresa Elétrica Bragantina S.A. (“EEB”) é uma distribuidora de energia elétrica e

uma sociedade por ações de capital fechado controlada pela REDE ENERGIA S.A. (“REDE ENERGIA”), que detém 96,4% das ações ordinárias e 91,5% do capital total

da

Companhia. A EEB atende a 15 municípios, sendo 5 no Estado de São Paulo e 10

no

Estado de Minas Gerais, distribuídos em uma área de 3.453 km 2 .

Desempenho operacional Mercado consumidor MWh Residencial Industrial Comercial Outros Total

As vendas da EEB diminuiram 0,9%, passando de 712 GWh em 2008 para 705 GWh

em 2009. Percentualmente, a classe que apresentou o melhor desempenho do exercício

2009

2008

Var. %

197.039

188.836

4,3%

308.246

335.166

-8,0%

93.303

85.468

9,2%

106.959

102.811

4,0%

705.547 712.281 -0,9%

foi

a comercial com um aumento de 9,2%, principalmente em decorrência do aumento

do

comércio varejista e serviços comerciais. A classe que registrou o segundo melhor

desempenho do período foi a residencial, com um aumento de 4,3%, influenciado principalmente pelas altas temperaturas. A classe industrial apresentou redução de 8,0% devido a diminuição do consumo da indústria de transformação, em especial, decorrente

das atividades de material de transporte, material têxtil e metalurgia.

de material de transporte, material têxtil e metalurgia. PARTICIPAÇÃO POR CLASSE DE CONSUMO (GWh) - 2009

PARTICIPAÇÃO POR CLASSE DE CONSUMO (GWh) - 2009

PARTICIPAÇÃO POR CLASSE DE CONSUMO (GWh) - 2009 43,7% 15,2% 27,9% 13,2% Residencial Industrial Comercial
43,7%
43,7%

15,2%

27,9%

13,2%

ResidencialPOR CLASSE DE CONSUMO (GWh) - 2009 43,7% 15,2% 27,9% 13,2% Industrial Comercial Outros Consumidores 2009

IndustrialDE CONSUMO (GWh) - 2009 43,7% 15,2% 27,9% 13,2% Residencial Comercial Outros Consumidores 2009 2008 Var.

Comercial(GWh) - 2009 43,7% 15,2% 27,9% 13,2% Residencial Industrial Outros Consumidores 2009 2008 Var. %

Outros43,7% 15,2% 27,9% 13,2% Residencial Industrial Comercial Consumidores 2009 2008 Var. % Residencial

Consumidores

2009

2008

Var. %

Residencial

98.464

95.662

2,9%

Industrial

1.599

1.459

9,6%

Comercial

8.524

8.281

2,9%

Outros

15.316

14.108

8,6%

Total

123.903 119.510 3,7%

O número de consumidores da EEB aumentou 3,7%, passando de 119.510 em 2008 para

123.903 em 2009. Percentualmente, a classe que apresentou o melhor desempenho no exercício foi a classe industrial, seguida pela classe outros, composta pelas classes rural, poder público, iluminação pública e serviço público que registrou um expressivo aumento de 8,6% em razão do aumento dos consumidores rurais.

PARTICIPAÇÃO POR CLASSE DE CONSUMO (Número de consumidores) - 2009

POR CLASSE DE CONSUMO (Número de consumidores) - 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Industrial Comercial
POR CLASSE DE CONSUMO (Número de consumidores) - 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Industrial Comercial
POR CLASSE DE CONSUMO (Número de consumidores) - 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Industrial Comercial

12,4%

6,9%

1,3%

79,5%

Residencial(Número de consumidores) - 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Industrial Comercial Outros DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES

Industrialde consumidores) - 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Comercial Outros DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES DOSDOS

- 2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Industrial Comercial Outros DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES DOSDOS

Comercial

Outros2009 12,4% 6,9% 1,3% 79,5% Residencial Industrial Comercial DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES DOSDOS BALANÇOSBALANÇOS

DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES DOSDOS BALANÇOSBALANÇOS SOCIAISSOCIAIS
DEMONSTRAÇÕESDEMONSTRAÇÕES DOSDOS BALANÇOSBALANÇOS SOCIAISSOCIAIS

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma)

 

2009

2008

 

R$

R$

1.

Base de cálculo

Receita Líquida (RL)

171.614

155.843

Resultado Operacional (RO)

7.795

7.756

Folha de Pagamento Bruta (FPB)

13.635

15.447

 

% sobre

% sobre

 

R$

FPB

RL

R$

FPB

RL

2.

Indicadores sociais internos

Alimentação

1.099

8,1

0,6

1.001

6,5

0,6

Encargos sociais compulsórios

2.763

20,3

1,6

3.261

21,1

2,1

Previdência privada

182

1,3

0,1

146

0,9

0,1

 

Saúde

500

3,7

0,3

510

3,3

0,3

Segurança e medicina no trabalho

123

0,9

0,1

86

0,6

0,1

Educação

53

0,4

-

109

0,7

0,1

Capacitação e desenvolvimento profissional

11

0,1

-

92

0,6

0,1

Auxílio-creche

-

-

-

-

-

-

Participação dos empregados nos lucros ou resultados

258

1,9

0,2

240

1,6

0,2

Participação dos administradores no resultado

1.047

7,7

0,6

421

2,7

0,3

Incentivo à aposentadoria e demissão voluntária

-

-

-

30

0,2

-

Vale-transporte - excedente

45

0,3

-

115

0,7

0,1

Outros benefícios

61

0,4

-

27

0,2

-

6.142

45,1

3,5

6.038

39,1

4,0

 

% sobre

% sobre

 

R$

RO

RL

R$

RO

RL

3.

Indicadores sociais externos

Educação - Fundação Aquarela

-

-

-

83

1,1

0,1

 

Cultura

-

-

-

-

-

-

Esporte e lazer

4

0,1

-

-

-

-

Combate à fome e segurança alimentar

-

-

-

-

-

-

Doações/contribuições

47

0,6

-

96

1,2

0,1

Subtotal

51

0,7

0,0

179

2,3

0,2

Programas sociais:

 

Programa Nacional de Universalização - Luz para Todos

2.563

32,9

1,5

3.003

38,7

1,9

Programa Nacional de Conservação de Energia

 
 

Elétrica - PROCEL

1.133

14,5

0,7

913

11,8

0,6

Programa Universalização

3.657

46,9

2,1

4.911

63,3

3,2

Subtotal

7.353

94,3

4,3

8.827

113,8

5,7

Total de contribuições para a sociedade

7.404

95,0

4,3

9.006

116,1

5,9

Tributos (excluídos encargos sociais)

77.892

999,3

45,4

72.481

934,5

46,5

Total indicadores sociais externos

85.296

1.094,3

49,7

81.487

1.050,6

52,4

 

% sobre

% sobre

 

R$

RO

RL

R$

RO

RL

4.

Indicadores ambientais

Investimentos relacionados com a produção/operação

 
 

da empresa

Fundo Nacional de Desenv. Científico e Tecnológico - FNDCT

340

4,4

0,2

307

4,0

0,2

Estudo de Pesquisa Energética - EPE (MME)

169

2,2

0,1

154

2,0

0,1

Programa de Eficiência Energética - PEE

849

10,9

0,5

768

9,9

0,5

Programa de Pesquisa e Desenvolvimento - P&D

340

4,4

0,2

307

4,0

0,2

Total de investimentos relacionados com a prod./operação da empresa

1.698

21,9

1,0

1.536

19,9

1,0

Quanto ao estabelecimento de “metas anuais”

para minimizar resíduos, o consumo em geral

na produção/operação e aumentar a eficácia

na utilização de recursos naturais, a empresa:

(x) não possui

metas

( ) cumpre de

0 a 50%

( ) cumpre de

(X) não possui

( ) cumpre de

51 a 75%

metas

51 a 75%

( ) cumpre de

( ) cumpre de

( ) cumpre de

76 a 100%

0 a 50%

76 a 100%

5.

Indicadores do corpo funcional (*)

2009

2008

 

(em unidades)

(em unidades)

Nº de empregados no final do período

 

209

221

Escolaridade dos empregados:

 

Superior e extensão universitária

 

41

77

grau

140

121

grau

28

23

Faixa etária dos empregados:

 

Abaixo de 30 anos

 

60

54

De 30 até 45 anos (exclusive)

103

121

Acima de 45 anos

46

46

Nº de admissões durante o período

13

18

Nº de empregados desligados no período

25

20

Nº de mulheres que trabalham na empresa

 

40

40

%

de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao nº total de mulheres

 

0,0%

5,0%

%

de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao nº total de gerentes

0,0%

14,3%

Nº de negros que trabalham na empresa

 

25

27

% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao nº total de negros

 

0,0%

0,0%

% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao nº total de gerentes

0,0%

0,0%

Nº de empregados portadores de deficiência física

 

8

10

Nº de dependentes

 

320

355

Nº de estagiários

4

4

Nº de empregados terceirizados/temporários

 

106

115

6.

Informações relevantes quanto ao exercício da cidadania empresarial (*)

 
 

2009

Metas 2010

Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa

 

13,05

ND

Número total de acidentes de trabalho

 

4

4

Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa foram definidos por:

( ) direção

(X) direção

( ) todos(as)

( ) direção

(x) direção

( ) todos(as)

e

gerências

empregados(as)

e gerências

empregados(as)

Os padrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho foram definidos por:

( ) todos(as)

(x) todos(as)

( ) direção

( ) todos(as)

(x) todos(as)

 

( ) direção e gerências

empregados(as) + CIPA

e gerências

empregados(as) + CIPA

Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e à representação interna dos(as) trabalhadores(as), a empresa:

( ) não se

(x) segue as

( ) incentiva e

(

) não se

(x) seguirá

( ) incentivará

envolve

normas da OIT

segue a OIT

envolverá

as normas da OIT

e seguirá a OIT

A previdência privada contempla:

( ) direção

( ) direção

(x) todos(as)

( ) direção

( ) direção

(x) todos(as)

 

e

gerências

empregados(as)

e gerências

empregados(as)

A participação dos lucros ou resultados contempla:

( ) direção

( ) direção

(x) todos(as)

( ) direção

( ) direção e

(x) todos(as)

 

e

gerências

empregados(as)

gerências

empregados(as)

Na seleção dos fornecedores, os mesmos

padrões éticos e de responsabilidade social

e ambiental adotados pela empresa:

(

) não são

( ) são sugeridos (x) são exigidos

( ) não serão

( ) serão

(x) serão

considerados

 

considerados sugeridos exigidos

Quanto à participação de empregados(as) em programas de trabalho voluntário, a empresa:

( ) não se

(x)

apoia

( ) organiza

(

) não se

(x) apoiará

( ) organizará

envolve

 

e incentiva

envolverá

e incentivará

Número total de reclamações e críticas de consumidores(as):

na empresa

no Procon

na Justiça

na empresa

no Procon

na Justiça

308

0

17

339

0

17

%

de reclamações e críticas atendidas ou

solucionadas:

na empresa

no Procon

na Justiça

na empresa

no Procon

na Justiça

100%

ND

24%

100%

100%

25%

Valor adicionado total a distribuir (em mil R$):

Em 2009: R$ 156.914

 

Em 2008: R$ 135.048

Distribuição do Valor Adicionado (DVA):

61,4% governo;

8,0% colaboradores(as)

67,8% governo;

9,7% colaboradores(as);

8,1% acionistas;

24,6% terceiros;

-2,1% retido

6,3% acionistas; 19,6% terceiros;

-3,4% retido

7. Outras informações

(a) Nos dados referentes a reclamações e críticas “Na Empresa”, foram considerados aqueles que entraram via ouvidoria e, no percentual de críticas

atendidas ou solucionadas, considerou-se aquelas que foram atendidas e respondidas ao consumidor.

(b) Visando aprimorar a qualidade das informações apresentadas no Balanço Social, algumas informações adicionais foram incluídas para aprimoramento

deste demonstrativo, assim, quando aplicável, os valores e dados de 2008 foram reclassificados para melhor comparabilidade, seguindo o padrão do IBASE sugerido pela ANEEL.

(c)

Negros - inclui negros e pardos, homens e mulheres.

(d)

(*) Informações não auditadas.

Demonstração Complementar ao Relatório da Administração.

(d) (*) Informações não auditadas. Demonstração Complementar ao Relatório da Administração. continua continua
(d) (*) Informações não auditadas. Demonstração Complementar ao Relatório da Administração. continua continua
(d) (*) Informações não auditadas. Demonstração Complementar ao Relatório da Administração. continua continua

continua

continua

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com ATIVO ATIVO CIRCULANTE Numerário disponível Aplicações no

Empresa Elétrica Bragantina S.A.

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com ATIVO ATIVO CIRCULANTE Numerário disponível Aplicações no

www.redenergia.com

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com ATIVO ATIVO CIRCULANTE Numerário disponível Aplicações no

ATIVO

ATIVO CIRCULANTE Numerário disponível Aplicações no mercado aberto Consumidores (-)Provisão para créditos de liquidação duvidosa Impostos e contribuições sociais a compensar Impostos e contribuições sociais diferidos Títulos a receber Estoque Serviços em curso Redução de receita - Baixa Renda Ativos regulatórios Outros

Total do ativo circulante

ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a longo prazo Consumidores Partes relacionadas Depósitos judiciais Impostos e contribuições sociais a compensar Impostos e contribuições sociais diferidos Ativos regulatórios Títulos a receber Outros

Total do realizável a longo prazo Investimentos Imobilizado - líquido Intangível - líquido

Total do ativo não circulante

ATIVO TOTAL

BALANÇOSBALANÇOS PATRIMONIAISPATRIMONIAIS
BALANÇOSBALANÇOS PATRIMONIAISPATRIMONIAIS

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$)

Nota

5

6

7

8

9

12

10

11

13

6

14

25

8

9

11

12

13

15

16

18

2009

3.440

446

35.100

(2.092)

6.305

34

398

1.818

497

259

11.303

2.887

60.395

2.270

159.225

1.655

7.445

954

13.303

6.445

532

191.829

627

147.809

2.131

342.396

402.791

2008

1.627

334

29.495

(1.915)

3.776

181

411

477

314

236

8.976

3.280

47.192

3.002

155.609

1.467

3.829

898

13.744

7.738

711

186.998

526

146.966

1.598

336.088

383.280

PASSIVO

PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Folha de pagamento Impostos, contribuições sociais e parcelamentos Impostos e contribuições sociais diferidos Dividendos Juros sobre capital próprio Empréstimos, financiamentos e encargos Taxas regulamentares Obrigações do programa eficiência energética Obrigações estimadas Passivos regulatórios Outros

Total do passivo circulante

PASSIVO NÃO CIRCULANTE Impostos, contribuições sociais e parcelamentos Empréstimos, financiamentos e encargos Obrigações do programa eficiência energética Partes relacionadas Provisão para passivos contingentes Encargos tributários sobre reserva de reavaliação Passivos regulatórios Outros

Total do passivo não circulante

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Reservas de capital Reservas de reavaliação Reserva de lucros

Total do patrimônio líquido

PASSIVO TOTAL

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS Para os exercícios findos

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS

demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto lucro líquido por ação)

RECEITA OPERACIONAL BRUTA Fornecimento de energia elétrica Suprimento de energia elétrica Outras receitas

DEDUÇÕES DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA ICMS PIS - Corrente PIS - Diferido COFINS - Corrente COFINS - Diferido Quota - Reserva Global de Reversão - RGR Quota - Conta de Consumo de Combustível - CCC Quota - Conta de Desenvolvimento Energético - CDE Pesquisa e Desenvolvimento - P&D Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT Estudo de Pesquisa Energética - EPE Programa de Eficiência Energética - PEE

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

CUSTO DO SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA Energia elétrica comprada para revenda Encargo de uso do sistema de transmissão e distribuição

CUSTO DE OPERAÇÃO Pessoal Material Serviços de terceiros Depreciação e amortização Arrendamento e aluguéis Outros

Custo do serviço prestado a terceiros

LUCRO OPERACIONAL BRUTO

DESPESAS OPERACIONAIS Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras despesas operacionais

RESULTADO DO SERVIÇO

Nota

2009

2008

RESULTADO FINANCEIRO

29

259.802

235.930

29

2.582

1.638

Receitas financeiras

29

1.540

1.586

Renda de aplicações financeiras

263.924

239.154

Juros ativos

(51.335)

(43.999)

Acréscimos moratórios - energia vendida Variações monetárias líquidas

(4.336)

(3.776)

Ajuste a valor presente - Lei nº 11.638/2007

-

(369)

Redução de encargos financeiros - parcelamento Lei nº 11.941/2009 Outras receitas financeiras

(19.973)

(17.391)

-

(1.052)

(1.140)

(960)

Despesas financeiras

(5.711)

(7.149)

(8.117)

(7.079)

Encargos de dívidas

(340)

(307)

Variações monetárias líquidas

(340)

(307)

Juros sobre capital próprio

(169)

(154)

Juros e multas

(849)

(768)

Acréscimos moratórios - energia comprada

(92.310)

(83.311)

Ajuste a valor presente - Lei nº 11.638/2007

171.614

155.843

Encargos financeiros - parcelamento Lei nº 11.941/2009 Outras despesas financeiras

30

(81.499)

(74.468)

(33.109)

(25.809)

RESULTADO FINANCEIRO

(114.608)

(100.277)

OUTROS RESULTADOS

 

Receitas

 

(5.221)

(5.205)

Despesas

(962)

(1.290)

(4.578)

(4.704)

(10.053)

(680)

(10.943)

(377)

RESULTADO

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

OPERACIONAL

818

596

Corrente

(20.676)

(21.923)

Diferido

(72)

(163)

36.258

33.480

LUCRO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES E DA REVERSÃO DOS JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO

31

(3.972)

(3.494)

Participações dos administradores

31

(14.590)

(17.950)

Reversão dos juros sobre capital próprio

31

(347)

(382)

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

(18.909)

(21.826)

17.349

11.654

Lucro líquido por ação - R$

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Para

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$)

 

Capital

Reservas

Reservas

social

de capital

de reavaliação

 

Nota

27

27

16

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

40.948

1.825

52.919

-

-

-

Ajuste de adoção inicial da Lei 11.638/07 Realização de reserva de reavaliação

-

-

(5.159)

Lucro líquido do exercício Destinação do lucros acumulados proposta a AGO:

-

-

-

Reserva legal

-

-

-

Dividendos propostos

-

-

-

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

40.948

1.825

47.760

Realização de reserva de reavaliação

 

-

-

(4.290)

-

-

-

Lucro líquido do exercício Destinação do lucros acumulados proposta a AGO:

-

-

-

Reserva legal

-

-

-

Dividendos intercalares conf. RCA 5/5/2009

-

-

-

Juros sobre capital próprio Dividendos propostos

-

-

-

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009

40.948

1.825

43.470

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 40.948 1.825 43.470   Nota 2009 2008 19 33.071 33.405
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 40.948 1.825 43.470   Nota 2009 2008 19 33.071 33.405
 

Nota

2009

2008

19

33.071

33.405

 

167

192

 

20

31.202

15.419

9

3.921

3.693

28

10.413

8.612

28

2.147

6

21

40.308

29.186

22

1.279

1.558

23

3.028

2.422

24

1.170

1.318

11

1.103

1.694

26

2.028

1.731

 

129.837

99.236

 

20

45.727

52.379

21

55.128

66.269

23

2.395

2.185

14

51.148

42.042

25

417

506

9

21.657

23.867

11

4.141

328

26

595

903

 

181.208

188.479

 

27

40.948

40.948

27

1.825

1.825

16

43.470

47.760

27

5.503

5.032

 

91.746

95.565

402.791

383.280

 
 
 

Nota

2009

2008

 

22

114

19.732

19.944

1.748

1.786

345

49

337

260

8.861

-

 

32

2.797

1.007

 

33.842

23.160

(17.373)

(17.828)

(229)

(283)

(2.500)

-

(17.626)

(6.175)

(15)

-

(230)

(316)

(1.209)

-

 

32

(2.479)

(2.254)

 

(41.661)

(26.856)

(7.819)

(3.696)

 

33

88

659

33

(1.823)

(861)

 

(1.735)

(202)

7.795

7.756

(1.714)

(2.654)

1.891

(842)

177

(3.496)

7.972

4.260

(1.047)

(421)

2.500

-

9.425

3.839

8,04

3,27

 
 

Reservas

Lucros

Total do

de lucros

acumulados

patrimônio líquido

27

27

4.840

-

100.532

-

(363)

(363)

-

5.159

-

-

3.839

3.839

192

(192)

-

-

(8.443)

(8.443)

5.032

-

95.565

-

4.290

-

-

9.425

9.425

471

(471)

-

-

(510)

(510)

-

(2.500)

(2.500)

-

(10.234)

(10.234)

5.503

-

91.746

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA

financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009
financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$)

DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS - DVA

de reais - R$) DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS - DVA Para os exercícios findos em 31

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$)

2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais - R$) FLUXOS DE CAIXA DAS

FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro do exercício Ajustes ao lucro do exercício:

Provisão para créditos de liquidação duvidosa Depreciação e amortização Encargos de dívidas, juros, variações monetárias e cambiais - líquidas Baixa de imobilizado Tributos sobre a realização da reserva de reavaliação Ativo/(passivo) regulatório Ajustes à Lei 11.638/07 Redução de encargos - Parcelamento Lei 11.941/09 Outras Subtotal (Aumento) redução nos ativos operacionais Consumidores, concessionárias e permissionárias Estoques Serviços em curso Cauções e depósitos vinculados a litígios Despesas pagas antecipadamente e ativos regulatórios Créditos compensáveis em recolhimentos futuros

Outros créditos

Títulos e valores mobiliários, desativações em curso e devedores diversos

Subtotal Aumento (redução) nos passivos operacionais Fornecedores Pagamentos de encargos sobre empréstimos e financiamentos Impostos, contribuições sociais e parcelamentos Taxas regulamentares Obrigações estimadas Passivos regulatórios Entidade previdência privada e outras obrigações Subtotal Caixa líquido gerado/(usado) nas atividades operacionais FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Compra de ativo imobilizado e intangível Acréscimo de obrigações especiais Outras Caixa líquido usado nas atividades de investimento FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Operações com partes relacionadas - líquido Novos empréstimos e financiamentos Pagamentos de empréstimos - principal Pagamentos de juros sobre capital próprio e dividendos Caixa líquido gerado nas atividades de financiamento Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES:

Imposto de Renda Pessoa Jurídica pago Contribuição Social Pessoa Jurídica paga Imposto de Renda Retido na Fonte pago Contribuição Social Retida na Fonte paga

Nota

2009

2008

9.425

3.839

177

(16)

10.849

11.958

11.481

5.928

575

646

(2.210)

(2.658)

11

(12.762)

(26.683)

(107)

(56)

(7.652)

-

4

(1.087)

9.780

(8.129)

(3.110)

2.418

(1.341)

191

(183)

307

(177)

(190)

18.034

8.925

(3.930)

132

1.251

678

(1.026)

3.348

9.518

15.809

(2.130)

8.910

21

(10.829)

(11.344)

4.865

(8.148)

(279)

1.191

2.664

3.773

11

(3.362)

(4.316)

639

(64)

(8.432)

(9.998)

10.866

(2.318)

(15.809)

(19.308)

2.410

3.779

-

569

(13.399)

(14.960)

14.912

13.009

21

37.661

68.401

21

(39.172)

(56.238)

(8.943)

(7.236)

4.458

17.936

1.925

658

34

1.961

1.303

34

3.886

1.961

1.320

477

796

290

2.214

2.570

6

5

 

2009

2008

1. RECEITAS

Reclassificado

Vendas de energia elétrica e serviços

263.321

238.640

Provisão para créditos de liquidação duvidosa

(177)

16

Resultado na alienação/desativação de bens e direitos

(217)

(52)

Outras receitas

(915)

364

Total

262.012

238.968

2. INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (Inclui os valores dos impostos ICMS, IPI, PIS e COFINS) Energia elétrica comprada para revenda

(114.608)

(100.277)

Serviços de terceiros

(12.627)

(13.412)

Materiais

(1.669)

(2.053)

Outros

471

192

Total

(128.433)

(115.550)

3. VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2)

133.579

123.418

4. DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO Depreciação e amortização

(10.507)

(11.530)

5. VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4)

123.072

111.888

6. VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Receitas financeiras

33.842

23.160

Total

33.842

23.160

7. VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)

156.914

135.048

8. DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO

156.914

135.048

8.1 - Pessoal

12.424

13.143

Remunerações

10.032

10.703

FGTS

664

669

Outros encargos sociais (exceto INSS)

396

426

Entidades de previdência privada

182

146

Programa incentivo à aposentadoria e demissão voluntária

-

30

Programa de Alimentação ao Trabalhador - PAT

1.003

893

Convênios assistenciais e outros benefícios

598

734

Diversos

-

8

Transferências para ordens em curso (imobilizado)

(451)

(466)

8.2 - Impostos, taxas e contribuições

96.366

91.458

Governo Federal

44.833

47.250

Governo Estadual

51.479

44.164

Governo Municipal

54

44

8.3 - Remuneração de capitais de terceiros

38.699

26.608

Encargos de dívidas e variações monetárias

17.614

18.160

Aluguéis e arrendamentos

1.412

1.543

Outras despesas financeiras

19.673

6.905

8.4 - Remuneração de capitais próprios

9.425

3.839

Dividendos

10.234

8.443

Juros sobre capital próprio

2.500

-

Realização de reservas

(4.290)

(5.159)

Lucros retidos

981

555

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

retidos 981 555 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. continua continua
retidos 981 555 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. continua continua
retidos 981 555 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. continua continua

continua

continua

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com NOTASNOTAS EXPLICATIVASEXPLICATIVAS ÀÀSS

Empresa Elétrica Bragantina S.A.

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com NOTASNOTAS EXPLICATIVASEXPLICATIVAS ÀÀSS

www.redenergia.com

Empresa Elétrica Bragantina S.A. www.redenergia.com NOTASNOTAS EXPLICATIVASEXPLICATIVAS ÀÀSS
NOTASNOTAS EXPLICATIVASEXPLICATIVAS ÀÀSS DEMONSTRDEMONSTRAÇÕESAÇÕES FINANCEIRASFINANCEIRAS
NOTASNOTAS EXPLICATIVASEXPLICATIVAS ÀÀSS DEMONSTRDEMONSTRAÇÕESAÇÕES FINANCEIRASFINANCEIRAS

Para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A Empresa Elétrica Bragantina S.A. (Companhia ou EEB) é uma sociedade por ações de capital

fechado, sob o controle acionário da empresa Rede Energia S.A. que atua na área de distribuição

de energia elétrica, na área de sua concessão legal, abrangendo 15 (*) municípios, sendo 5 (*) da

região de Bragança Paulista, no Estado de São Paulo, e 10 (*) na região de Cambuí, no Sul do Estado de Minas Gerais, com 3.453 km² (*), atendendo 123.903 (*) consumidores, tendo suas atividades regulamentadas e fiscalizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, vinculada ao Ministério de Minas e Energia - MME.

(*) Informações não auditadas.

2. DA CONCESSÃO

Conforme Contrato de Concessão de Distribuição de Energia Elétrica nº 12/1999, assinado em

3/2/1999 (Resolução ANEEL nº 338 de 04/11/1998), o prazo de concessão é de 20 anos contados a partir de 8/7/1995, renovável por igual período.

O

contrato de concessão assinado com a União Federal contém cláusulas específicas que garantem

o

direito à indenização do valor residual dos bens ao final da concessão. Para tanto, os referidos

bens são depreciados de acordo com as taxas determinadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. Para a prestação dos serviços, objeto das concessões acima mencionadas, a Companhia possui um quadro próprio de 209 (*) funcionários, 106 (*) prestadores de serviços e 4 (*) estagiários, em

31/12/2009.

(*) Informações não auditadas.

Deliberação CVM nº 593/09 - CPC 24 - Evento Subsequente (IAS 10): esta deliberação determina que os dividendos acima do mínimo estabelecido em lei e não aprovados pela Assembleia não devem ser provisionados, mas apenas destacados no patrimônio líquido. Caso esta deliberação fosse adotada

no exercício de 2009, o passivo circulante estaria apresentado a menor e o patrimônio líquido a maior

pela diferença acima do mínimo.

Deliberação CVM nº 611/09 - ICPC 01 - Contratos de Concessão (IFRIC 12): a deliberação

estabelece que não sejam reconhecidos ativos imobilizados referentes a concessões, e sim, o registro de um ativo intangível (o direito de cobrar os consumidores) e/ou um ativo financeiro (indenização

ao final da concessão). No estágio atual, a Companhia está acompanhando as discussões sobre o

assunto, que estão ocorrendo junto aos órgãos reguladores e entidades de classe, concluindo que não

possibilidade de avaliar com segurança razoável os efeitos nas demonstrações financeiras.

5.

APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO

Tipo de Instituição financeira aplicação Vencimento

Taxas %

2009 2008

Banco Bradesco

CDB

(*)

98,50 CDI

44

294

Banco Itaú

CDB

(*)

100,00 CDI

41

39

Banco Mercantil

CDB

(*)

103,00 CDI

304

-

Banco Safra

Poupança

(*)

6,00 a.a. + TR

-

1

Banco Safra

CDB

(*)

10,00 CDI

57

-

Total

446

334

A Companhia possui um grupo de profissionais com o propósito de avaliar a qualidade e a possibilidade

de recuperação dos créditos em atraso referente ao fornecimento de energia para os diversos

segmentos de clientes.

Os créditos em atraso com prefeituras municipais, órgãos públicos integrados às administrações públicas municipais, serviços públicos, órgãos estaduais e federais, são reclassificados para o não circulante.

Os

administradores, com base em estudos e na posição dos seus consultores jurídicos, entendem que

os

procedimentos de cobranças atualmente praticados, os parcelamentos, as diligências de cobranças

e os acordos realizados com os diversos órgãos governamentais e de serviços públicos, somados

aos procedimentos judiciais que compreendem, entre outros, a constituição de precatórios judicial como garantia dos créditos e a aplicação dos termos previstos na legislação de responsabilidade fiscal vigente, minimizam potencialmente os riscos de incertezas dos recebimentos dos créditos.

8. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS A COMPENSAR

 

Circulante

Não circulante

 

2009

2008

2009

2008

ICMS (a)

1.598

2.902

4.295

599

(-)

Ajuste a valor presente - Lei 11.638/07 (a)

(97)

(280)

(291)

(211)

ICMS ajustado

1.501

2.622

4.004

388

Imposto de renda (b)

2.226

1.129

2.555

2.555

Contribuição social (b)

440

-

886

886

ISS - Crédito Lei 14.097/06

24

23

-

-

IRRF

990

-

-

-

IOF

1.122

-

-

-

Outros

2

2

-

-

Total

6.305 3.776 7.445 3.829

3.

ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

(*) As aplicações financeiras são consideradas equivalentes caixa por terem alta liquidez, que são

As

demonstrações financeiras e as notas explicativas estão apresentadas em milhares de reais, exceto

prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante

se

indicado de outra forma, e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no

risco de mudança de valor. Seu valor contábil é próximo ao seu valor justo.

Brasil, as quais abrangem a legislação societária brasileira, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, as normas emitidas pela

Comissão de Valores Mobiliários - CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviço público de energia elétrica, definidas pelo poder concedente, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. Algumas informações adicionais estão sendo apresentadas em notas explicativas e quadros suplementares em atendimento às instruções contidas no Despacho nº 4.722, da SFEF/ANEEL, de

18/12/2009.

Na elaboração das demonstrações financeiras de 31/12/2008, a Companhia adotou pela primeira vez

as alterações na Legislação Societária introduzidas pela Lei nº 11.638 de 28/12/2007 e pela Medida

Provisória nº 449 de 3/12/2008, convertida na Lei nº 11.941 em 27/5/2009.

6. CONSUMIDORES

4. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS

Ajustes a valor presente: os ativos e passivos de longo prazo, bem como os de curto prazo caso relevante, são ajustados a valor presente. Os principais efeitos apurados estão relacionados com as rubricas “Consumidores”, e “Impostos e Contribuições a Compensar”. Para o desconto a valor presente utilizou-se a taxa do custo médio ponderado de capital (WACC) do setor elétrico, definida pela ANEEL, para remunerar o capital das distribuidoras de energia elétrica.

Aplicações no mercado aberto e títulos e valores mobiliários: são registrados ao valor de

custo, acrescido dos respectivos rendimentos auferidos até a data das demonstrações financeiras.

A Companhia procedeu o cálculo do valor justo em 2008 e 2009 das aplicações financeiras com

base nas taxas de mercado nas respectivas datas, apurando o valor de mercado aproximado ao valor contabilizado.

Consumidores: incluem o fornecimento de energia elétrica, faturado e a faturar a consumidores finais, uso da rede, serviços prestados, acréscimos moratórios e a outras concessionárias pelo suprimento

de energia elétrica, conforme montantes disponibilizados pela CCEE e saldos relacionados a ativos

regulatórios de diversas naturezas, registrados de acordo com o regime de competência.

Provisão para créditos de liquidação duvidosa: constituída por montante considerado suficiente pela Administração da Companhia para cobrir as possíveis perdas que possam ocorrer na realização das contas a receber, cuja recuperação é considerada improvável.

Estoque (inclusive do ativo imobilizado): os materiais em estoque classificados no ativo circulante (almoxarifado de manutenção e administrativos) e aqueles destinados a investimento classificados no ativo não circulante - imobilizado (depósito de obra) estão registrados ao custo médio de aquisição.

Ativos e passivos regulatórios: referem-se a valores realizáveis ou exigíveis, em decorrência do contrato de concessão, que tem por objetivo, dentre outros, assegurar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. No circulante encontram-se registrados os valores já homologados e considerados

na tarifa de energia elétrica pela ANEEL em revisões ou reajustes tarifários, que serão amortizados

conforme legislação em vigor, corrigidos pela SELIC/BACEN ou IGP-M. No não circulante encontram-

se registrados os valores apurados a serem submetidos para posterior homologação da ANEEL na

data da próxima revisão ou reajuste tarifário. Os valores contabilizados são registrados tendo sua contrapartida no resultado da Companhia.

Investimentos: o saldo remanescente refere-se a bens destinados a uso futuro, como terrenos, edificações, obras civis, máquinas e equipamentos não incluídos no processo de desverticalização

da Companhia.

Imobilizado: incluem os itens que se referem a bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da Companhia, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os benefícios, os riscos e o controle dos bens. Está registrado ao custo de aquisição ou construção, corrigido monetariamente até 31/12/1995 e reavaliado em agosto de 2001, com revisão em maio de 2005, exceto para os grupos

de automóveis, caminhões e móveis e utensílios. A depreciação dos bens é calculada pelo método

linear, às taxas médias anuais de acordo com a Resolução Normativa da ANEEL nº 240 de 5/12/2006.

Os ativos imobilizados têm o seu valor testado, no mínimo, anualmente, caso haja indicadores de perda

de valor conforme requerido pela Deliberação CVM nº 527/2007. Nos anos de 2008 e de 2009 o ativo

imobilizado foi submetido a teste de recuperabilidade.

Obrigações vinculadas à concessão do serviço público de energia elétrica: representam os valores da União, dos Estados, dos Municípios e dos consumidores, bem como as doações não condicionadas a qualquer retorno a favor do doador e as subvenções destinadas a investimento no serviço público de energia elétrica na atividade de distribuição, cuja quitação ocorrerá ao final da concessão. Essas obrigações estão registradas em grupo específico no Passivo Não Circulante, e estão sendo apresentadas como dedução do Ativo Imobilizado, dadas suas características de aporte financeiro com fins específicos de financiamentos para obras.

Redução do valor recuperável dos ativos: os ativos imobilizados da Companhia são avaliados

anualmente com o objetivo de identificar possíveis evidências, eventos ou alterações que indiquem

a possibilidade de valor não recuperável. Em havendo perdas, as mesmas são reconhecidas pela diferença entre o valor contábil e o recuperável.

Intangível: inclui os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da entidade ou exercidos com tal finalidade, como softwares e servidões de passagem. Estes ativos intangíveis serão amortizados somente caso sua vida útil possa ser razoavelmente estimada, caso contrário serão considerados como de vida útil indefinida, sendo assim sujeitos ao teste de recuperabilidade econômica no mínimo anualmente.

Arrendamento mercantil: os arrendamentos mercantis são segregados entre os operacionais e os financeiros. Quando o arrendamento é classificado como financeiro, ou seja, seus riscos e benefícios são transferidos, este é reconhecido como um ativo da Companhia e mensurado inicialmente pelo seu valor justo ou pelo valor presente dos pagamentos mínimos, entre eles o menor, e depreciados normalmente. O passivo subjacente é amortizado utilizando a taxa efetiva de juros.

Reserva de reavaliação: é realizada em proporção à depreciação e alienação dos ativos imobilizados reavaliados, sendo transferida para a conta de lucros acumulados, líquida dos efeitos do imposto de renda e da contribuição social. A Companhia optou por manter os saldos existentes das reservas de reavaliação até a sua efetiva realização, conforme permitido no art. 6º da Lei nº 11.638/07.

Custos indiretos de obras em andamento: parte dos gastos da administração central é apropriada às imobilizações em curso. Essa apropriação é feita mensalmente com base em critérios adequadamente fundamentados.

Empréstimos e financiamentos: estão atualizados pela variação monetária e/ou cambial, juros

e encargos financeiros, determinados em cada contrato, incorridos até a data de encerramento do

balanço. Os custos de transação estão deduzidos dos empréstimos/financiamentos correspondentes. Esses ajustes são apropriados ao resultado pela taxa efetiva de juros do período em despesas financeiras, exceto pela parte apropriada ao custo do ativo imobilizado em curso.

Provisão para passivos contingentes: as provisões para contingências são constituídas mediante avaliações dos riscos em processos cuja probabilidade de perda é provável e são quantificadas com base em fundamentos econômicos, na avaliação da Administração e dos assessores legais em pareceres jurídicos sobre os processos existentes e outros fatos contingenciais conhecidos nas datas dos balanços.

Imposto de renda e contribuição social: a provisão para imposto de renda e contribuição social é calculada com base no lucro tributável e na base de cálculo da contribuição social, de acordo com as alíquotas vigentes na data do balanço. Sobre as diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social são constituídos impostos diferidos, de acordo com as respectivas alíquotas vigentes na data do balanço. Os prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social podem ser compensados anualmente, observando-se o limite de até 30% do lucro tributável para o exercício. De acordo com o Artigo 15 da Medida Provisória nº 449/08, convertida na Lei nº 11.941/09, de 27/5/2009, que institui o Regime Tributário de Transição - RTT de apuração do lucro real, a Companhia considerou

a opção pelo RTT aplicável ao biênio 2008-2009, assim as demonstrações financeiras do exercício encerrado em 31/12/2009 foram elaboradas considerando os efeitos da opção pelo RTT.

Registro das operações de compra e venda de energia na CCEE - Câmara de Comercialização de Energia Elétrica: as compras (custo de energia comprada) e as vendas (receita de suprimento) são registradas pelo regime de competência de acordo com as informações divulgadas pela CCEE, entidade responsável pela apuração das operações de compra e venda de energia. Nos meses em que essas informações não são disponibilizadas em tempo hábil pela CCEE, os valores são estimados pela Administração da Companhia, utilizando-se de parâmetros disponíveis no mercado.

Plano de suplementação de aposentadoria e pensão: os custos, as contribuições e o passivo atuarial são determinados, na data do balanço, por atuários independentes. A partir de 31/12/2001, esses valores são apurados e registrados de acordo com a Deliberação CVM nº 371/00.

Outros direitos e obrigações: demais ativos e passivos circulantes e não circulantes que estão

sujeitos à variação monetária ou cambial por força de legislação ou cláusulas contratuais, estão atualizados com base nos índices previstos nos respectivos dispositivos, de forma a refletir os valores

na data das demonstrações financeiras.

Derivativos: a Companhia não possui contratos derivativos com fins comerciais ou especulativos.

Estimativas: a preparação de demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas

no Brasil, requer que a Administração da Companhia se baseie em julgamento para determinação e

registro de certas estimativas que afetam seus ativos, passivos, receitas e despesas, bem como a

divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações financeiras. A Companhia revisa as estimativas e as premissas pelo menos anualmente.

Resultado: as receitas de fornecimento de energia elétrica foram mensuradas com base no regime de competência, incluindo a quantificação estimada do fornecimento de energia elétrica da última

medição até o encerramento das demonstrações financeiras, não estando limitado apenas à conclusão

do processo de faturamento e à consequente emissão física da respectiva conta.

Informações sobre quantidade de ações e resultado por ação: conforme requerido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, as informações sobre quantidade de ações e resultado por ações consideram a quantidade histórica de ações efetivamente em circulação na data do balanço. O lucro (prejuízo) por ação corresponde à razão entre o lucro (prejuízo) líquido da Companhia no exercício e a quantidade de ações em circulação no final deste exercício.

Subvenção e assistência governamental: a partir de 1/1/2008, as subvenções governamentais,

se recebidas, serão reconhecidas como receita ao longo do período, confrontadas com as despesas

que pretende compensar em uma base sistemática. Os valores a serem apropriados no resultado serão destinados à Reserva de Incentivos Fiscais. Atualmente a Companhia não possui subvenções e assistências governamentais.

Novos pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo CPC e deliberadas pela CVM que ainda não estão vigentes e não foram adotados antecipadamente:

A Companhia procedeu a análise das deliberações emitidas pela CVM em 2009 para aplicação

aos exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e às demonstrações financeiras de 2009 para fins de comparação e, concluiu que as principais deliberações que poderão apresentar efeitos

relevantes são:

Deliberação CVM nº 577/09 - CPC 20 - Custos de Empréstimos (IAS 23): a capitalização de custos

de empréstimos relacionados à aquisição, construção ou produção de ativos qualificáveis tornou-se

obrigatória. Como pelas práticas atuais da Companhia, apenas os custos de empréstimos diretamente atribuíveis são capitalizados, o efeito devido a capitalização de custos de outros empréstimos empregados nesses ativos, proporcionará redução nas despesas financeiras, cujo impacto nos balanços ainda estão sendo avaliados.

Consumidores:

2009

2008

Faturados

26.850

22.524

(a)

meses. A Companhia procedeu o cálculo do AVP - Ajustes a Valor Presente utilizando a taxa de 12,81%

O ICMS a compensar apurado na aquisição de bens do ativo imobilizado será recuperado em até 48

de

retorno adequada para os serviços de distribuição de energia, cuja metodologia está definida na

Não faturados

6.055

4.538

Total

32.905

27.062

a.a., que representa o custo médio ponderado de capital (WACC) que a ANEEL considera como a taxa

 

Saldos vencidos

 

Resolução ANEEL nº 234 de 31/10/2006. Essa taxa é compatível com a natureza, o prazo e os riscos

de

transações similares em condições de mercado. Tendo em vista a natureza, complexidade e volume

 

Saldos

Até

Mais de

Total

da

recuperação a divulgação do fluxo de caixa e sua temporalidade foi omitido, uma vez que o efeito

Classe de consumidores

vincendos

90 dias

90 dias

Total

2009

2008

líquido do AVP não é relevante.

 

Circulante

(b)

Saldos negativos de imposto de renda e contribuição social apurados na Declaração de Ajuste

Residencial

6.422

2.995

708

3.703

10.125

8.142

Anual de 2009 e Anos-Calendários anteriores, decorrentes de estimativas pagas à maior e parceladas,

Industrial

9.500

1.195

5.128

6.323

15.823

13.497

que serão utilizados para compensação de tributos administrados pela Receita Federal do Brasil - RFB

Comércio, serviços e

e

à medida que forem sendo pagas as prestações do parcelamento da Lei nº 11.941/09 (vide nota

outras atividades

3.169

821

224

1.045

4.214

3.219

explicativa nº 20), e desde que o montante já pago exceda o valor do imposto ou da contribuição,

Rural Poder público:

1.052

371

86

457

1.509

1.202

determinados com base no resultado apurado nos respectivos períodos.

Federal

16

2

-

2

18

19

9. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DIFERIDOS

 

Estadual

98

-

-

-

98

62

Municipal

188

5

-

5

193

180

O

vigentes nas datas dos balanços. Os impostos e contribuições sociais diferidos relativos às diferenças

imposto de renda e a contribuição social correntes são calculados com base nas alíquotas

Iluminação pública

365

16

-

16

381

326

Serviço público

463

42

-

42

505

418

temporárias, prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social são registrados em contas

(-) Ajuste a valor presente -

patrimoniais. Demonstramos a seguir a composição da base de cálculo e dos saldos desses impostos

Lei 11.638/2007 (c)

(3)

-

-

-

(3)

(3)

em

31 de dezembro:

Fornecimento não faturado -

9.1.

Ativo diferido

Luz para Todos (b)

42

-

-

-

42

-

Circulante

Não circulante

 

2009

2008

2009

2008

Subtotal - Consumidores.

21.312

5.447

6.146

11.593

32.905

27.062

Crédito de contribuição social sobre:

 

Participação financeira do

-

-

-

-

consumidor

858

5

119

124

982

367

Base negativa

 

Comercialização na

Diferenças temporariamente indedutíveis

-

-

226

218

CCEE (a) Programa emergencial de

311

-

-

-

311

999

Efeitos da Lei nº 11.638/2007 Crédito de imposto de renda sobre:

9

48

27

20

redução do consumo

-

-

3

3

3

3

Prejuízos fiscais

-

-

-

-

Encargos de capacidade

Diferenças temporariamente indedutíveis

-

-

627

605

emergencial

-

-

469

469

469

470

Efeitos da Lei nº 11.638/2007

25

133

74

55

Energia livre

-

-

-

-

-

-

Total dos créditos fiscais diferidos

34

181

954

898

Outros

92

191

147

338

430

594

Total

22.573

5.643

6.884

12.527

35.100

29.495

Baseada nas projeções de resultados tributáveis computados de acordo com a Instrução CVM nº 371,

 

a

Companhia estima recuperar o crédito tributário não circulante em até 1 ano.

 

Não circulante

9.2.

Passivo diferido

Consumidores

32

-

-

-

32

787

Diferenças temporárias

 

(-) Ajuste a valor presente -

(5)

 

(5)

(9)

Os