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Recibo de Petição Eletrônica

10

Supremo Tribunal Federal

33

Poder Judiciário

54556/2015

Classe

HABEAS CORPUS

Petição

2015/54556

Hipótese

Contra ato de Tribunal Superior

Identificacao do
processo

HABEAS CORPUS 131033

Numeração Única

00077539420151000000

Data

23/10/2015 4:47:11.212 GMT-2

Assunto

1-Exercício arbitrário ou abuso de poder(DIREITO PENAL |
Crimes Contra a Administração da Justiça | Exercício
arbitrário ou abuso de poder)

Preferências

Réu Preso
Medida Liminar
Criminal

Partes

HENRIQUE PIZZOLATO(PACIENTE(S)-Ativo)

53

29
07

38
51
1
Peças

HC

Identificação petição

PLÍNIO MARCOS MOREIRA DA
ROCHA(IMPETRANTE(S)-Ativo)

RELATORA DO HC Nº 115179(COATOR(A/S)(ES)Passivo)

1 - Petição inicial 1(Petição inicial)

Matérias Reconhecidas :: STF - Supremo Tribunal Federal

1 de 1

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Brasília, 23 de outubro de 2015 - 04:55

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Acompanhamento Processual

HC 131033 - HABEAS CORPUS (Eletrônico)
Número do Protocolo:
Data de Entrada no
STF:
Andamentos DJ/DJe Jurisprudência Deslocamentos

Detalhes

Petições Recursos

PROCEDÊNCIA
Número:
Orgão de
Origem:
Origem:
Volume: 1

AP 470
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
MINAS GERAIS
Apensos:
Folhas:

Qtd.juntada linha:

Número Único: 0007753-94.2015.1.00.0000
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Ramo do
Direito
Assunto
Folhas
Data de
Autuação

DIREITO PENAL | Crimes Contra a Administração da Justiça | Exercício
arbitrário ou abuso de poder
23/10/2015

Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70175-900 Telefone: 55.61.3217.3000

23/10/2015 04:55

HABEAS CORPUS
Henrique Pizzolato
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília – DF – Brasil
CEP 70175-900
Telefone: 55.61.3217.3000
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS
E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos assegurados,
independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos
em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder, LXVIII - concederse-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer
violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de
poder.
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base nos Art. 4, Art. 7, Art. 8 e Art. 9 de “A
Carta Democrática Interamericana (Aprovada na primeira sessão plenária, realizada em
11 de setembro de 2001), reproduzida parcialmente abaixo, com grifos e comentários
meus, SOLICITAR, que a condenação de Henrique Pizzolato pelo Supremo Tribunal
Federal, no processo Ação Penal 470, seja decretada por Esta Corte NULA, afinal,
somente o Supremo Tribunal Federal tem competência para alterar uma sua Decisão.
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base no Preâmbulo, e nos Art. 1, Art. 3,
Art. 4, Art. 5, Art. 37 e Art. 93 da Constituição da República Federativa do Brasil,
reproduzida parcialmente abaixo, com grifos e comentários meus, SOLICITAR, que
a condenação de Henrique Pizzolato pelo Supremo Tribunal Federal, no processo Ação
Penal 470, seja decretada por Esta Corte NULA, afinal, somente o Supremo Tribunal
Federal tem competência para alterar uma sua Decisão.
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base na Decisão do Plenário do Supremo
Tribunal Federal, de 27 de março de 2014, veiculada no site oficial do STF, em Noticias
STF, com o título “STF decide que ex-deputado Eduardo Azeredo deve ser julgado em
1ª Instância”, http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=263532
que de forma Rica e Clara, reconhece a INCOMPETÊNCIA do STF para julgar Cidadãos
Brasileiros COMUNS por crimes comuns, SOLICITAR, que a condenação de Henrique
Pizzolato pelo Supremo Tribunal Federal, no processo Ação Penal 470, seja decretada
por Esta Corte NULA, afinal, somente o Supremo Tribunal Federal tem competência para
alterar uma sua Decisão.
Independentemente de todos os argumentos constantes na Carta de São José, e
na própria Constituição Federal, chamo a atenção para a riqueza de detalhes quando
da Decisão proferida pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, relacionada a Ação
Penal 536, uma vez que, pela notícia acima mencionada nos é claro que o Plenário de
Supremo Tribunal Federal, reconhece que sua Competência Constitucional para Julgar
Cidadãos Brasileiros por Crimes COMUNS esta RESTRITA ao FORO PRIVILEGIADO,

usufruído, única e exclusivamente, por Presidente da República, Vice-Presidente da
República, Ministros de Estado, Senadores, Deputados Federais, Ministros de Tribuinais
Superiores, e Comandantes das Forças Armadas.
Logo, é inquestionável, Irrefutável, e Inconstestável, que o Supremo Tribunal
Federal NUNCA teve competência para julgar o Cidadão Brasileiro Henrique Pizzolato
por crime comum, uma vez que, em TODA a sua Vida nunca esteve investido de
qualquer das Autoridades Institucionais que devem ter seus ritos processuais calcados no
FORO PRIVILEGIADO, razão pela qual, REITERO SOLICITAÇÃO, de que a condenação
de Henrique Pizzolato pelo Supremo Tribunal Federal, no processo Ação Penal 470, seja
decretada por Esta Corte NULA, afinal, somente o Supremo Tribunal Federal tem
competência para alterar uma sua Decisão.
Tendo em vista o acima colocado, SOLICITO LIMINAR, para que o Cidadão
Brasileiro Henrique Pizzolato, em território nacional, tenha sua prisão IMEDIATAMENTE
RELAXADA, bem como, tenha reconhecido que os esforços, e os meios utilizados, para
fugir foram legítimos, uma vez que, foram fruto natural de uma Condenação proferida
por Autoridade Jurisdiconal INCOMPETENTE, e por isso, ISENTO de Responsabilização
por quaisquer dos crimes correlacionados a citada FUGA.
Pede Deferimento,
Plinio Marcos Moreira da Rocha

Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – Leme – Rio de Janeiro – RJ
CEP 22.010-010
Tel. (Cel.) 21 9 8618-3350
Tel. (Res.) 21 2542-7710

A CARTA DEMOCRÁTICA INTERAMERICANA
(Aprovada na primeira sessão plenária, realizada em 11 de setembro de 2001)
Em seus artigos:
Artigo 4
São componentes fundamentais do exercício da democracia a transparência das
atividades governamentais, a probidade, a responsabilidade dos governos na gestão
pública, o respeito dos direitos sociais e a liberdade de expressão e de imprensa.
O respeito dos direitos sociais, necessariamente, passa pela Dignidade da
Pessoa Humana em tratar, e ser tratada, em conformidade ao Respeito ao Direito
Constituído.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
A subordinação constitucional de todas as instituições do Estado à autoridade
civil legalmente constituída e o respeito ao Estado de Direito por todas as instituições e
setores da sociedade são igualmente fundamentais para a democracia
A subordinação constitucional, necessariamente, passa pela Postura Ética, e
Profissional, de toda e qualquer Autoridade Constituída em tratar, e ser tratada, em
conformidade ao Respeito ao Direito Constituído.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 7
A democracia é indispensável para o exercício efetivo das liberdades
fundamentais e dos direitos humanos, em seu caráter universal, indivisível e
interdependente, consagrados nas respectivas constituições dos Estados e nos
instrumentos interamericanos e internacionais de direitos humanos.
O Zelo, a Preservação, da Democracia, necessariamente, passa pela Postura
Ética, e Profissional, de toda e qualquer Autoridade Constituída em tratar, e ser tratada,
em conformidade ao Respeito ao Direito Constituído.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso

o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 8
Qualquer pessoa ou grupo de pessoas que considere que seus direitos humanos
tenham sido violados pode interpor denúncias ou petições perante o sistema
interamericano de promoção e proteção dos direitos humanos, conforme os
procedimentos nele estabelecidos.
Eu, Plinio Marcos Moreira da Rocha, considero ser a Segurança Jurídica um dos
mais importantes Direitos Humanos, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS
JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a
inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e
destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno
em uma Sociedade formalmente organizada.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 9
A eliminação de toda forma de discriminação, especialmente a discriminação de
gênero, étnica e racial, e das diversas formas de intolerância, bem como a promoção e
proteção dos direitos humanos dos povos indígenas e dos migrantes, e o respeito à
diversidade étnica, cultural e religiosa nas Américas contribuem para o fortalecimento da
democracia e a participação do cidadão.
Sem o respeito à Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em
1988, que determina a NOVA Ordem Jurídica, e por isso, reconhecida como a
Constituição Cidadã, onde se faz presente, de forma contundente, a certeza de que “O
PODER EMANA DO POVO” que o exerce direta ,Pessoalmente, e indiretamente,
Representantes Institucionais.
Eu, Plinio Marcos Moreira da Rocha, em plena participação plena de cidadania,
tenho envidado, algumas vezes “hercúleos”, pela pouca formação acadêmica, pela
inexistência de qualquer formação em Direito, esforços para que o Princípio Fundamental
de que “TODOS são iguais perante a Lei” seja uma realidade na República Federativa
do Brasil, sendo que para isto, inscrevi-me, formalmente, no Sistema de Processo
Eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (e-CNJ), uma vez que, o citado Princípio é
essencial para que possamos atingir o Objetivo Fundamental de Construirmos uma
Sociedade Livre, Justa e Solidária.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
(Promulgada em 1988)
PREÂMBULO
Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional
Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos
direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a
igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e
sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e
internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção
de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
A Segurança Jurídica é o pilar base de um Estado Democrático, uma vez que,
sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por
exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal,
IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com
isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 1º
A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e
Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem
como fundamentos:
I - a soberania;
II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana,
A SOBERANIA em determinar critérios, normas e regras, que permite o pleno
usufruto da CIDADANIA, com o necessário respaldo da DIGNIDADE da pessoa humana,
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)

Artigo 3º
Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor,
idade e quaisquer outras formas de discriminação.
A Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária, promovendo o bem de
todos, sem qualquer preconceito, somente poderá ser, em essência, no mínimo,
percebida, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança
Jurídica, em reconhecer que em qualquer situação TODOS são IGUAIS perante a Lei,
uma vez que, a Lei trata diferentemente os diferentes, contudo, tais diferenças não
podem, e nem devem, estar relacionadas à Situação Cultural, Religiosa, Funcional,
Política, Econômica, de Etnia, de Origem Regional e Social.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 4º
A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos
seguintes princípios:
I - independência nacional;
II - prevalência dos direitos humanos;
III - autodeterminação dos povos;
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
A Independência Nacional, com prevalência dos direitos humanos, respaldada na
autodeterminação dos povos, com a cooperação entre os povos para o progresso da
humanidade, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)

Artigo 5º
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindose aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à
vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
A inviolabilidade do direito à liberdade, à igualdade, e à seguranla, com o
tratamento sem distinção, e por isso, igualitário perante a lei, somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado
pela Segurança Jurídica.
Sendo este Artigo Constitucional a implementação do princípio básico de
qualquer Sociedade Organizada, isto é, garante a ISONOMIA de tratamento entre
TODOS os Brasileiros e Estrangeiros Residentes no País, bem como, ao ter apensos
Tratados Internacionais, busca na medida do possível e necessários transpor as
barreiras Étnicas, Culturais, Sociais e Políticas, portanto, seu princípio uma vez
especificado É IMUTÁVEL, isto é, qualquer esforço para alterá-lo deverá ser encarado
como INCONTITUCIONAL, o que de fato, GARANTE a sua existência e a sua
permanência em Nossa Constituição, uma vez que, a Lei trata diferentemente os
diferentes, contudo, tais diferenças não podem, e nem devem, estar relacionadas à
Situação Cultural, Religiosa, Funcional, Política, Econômica, de Etnia, de Origem
Regional e Social.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta
Constituição;
A distinção de gênero, forma mais banal de discriminação, é concretamente abolida
na NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser contundentemente NEGADA, ao
DETERMINAR que Homens e Mulheres tem direitos e obrigações iguais. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou
degradante;
O Respeito à Pessoa Humana, em todos os sentidos, em todas as formas, é
contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossível
a submissão de alguém por tratamento de tortura, desumano, ou degradante, quando

então, ressaltamos ser a obrigação de tratar, ou reverenciar, um igual como “superior”
um atentado de “MORTE” à Constituição Federal. Algo que somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado
pela Segurança Jurídica.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a
direito;
A fundamentação necessária da decisão proferida por um Juiz, quanto ao MÉRITO
de qualquer demanda suscitada, garante QUALIDADE da apreciação pelo Poder
Judiciário destas. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se
houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica , que
necessariamente deve reconhecer a importância, e relevância, das manifestações
proferidas por TODAS as Instâncias Jurídicas estabelecidas no rito processual.
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa
julgada;
O reconhecimento pelo Estado Brasileiro, do fato concreto, de que uma avaliação
SUPERFICIAL de ADMISSIBILIDADE e/ou MÉRITO, que pode ser caracterizada pela
SUPRESSÃO de Instâncias, ou qualquer fundamentação INSUFICENTE,
intrinsecamente, implica na NEGAÇÃO de um “ato jurídico perfeito”, que por isso, deve
ser interpretado, não apenas e tão somente, como infração administrativa, mas também,
como Crime de PREVARICAÇÃO. Algo que somente poderá ser, em essência, no
mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela
Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
A Fundamentação SUFICIENTE, realizada em TODAS as Instâncias Jurídicas,
do rito processual, que deverá ser Inquestionável, Irrefutável, Justa, e Respaldada no
Direito Constituído, é o concreto, que diferencia um juízo ou tribunal de exceção,
daquele Juízo e Tribunal Legítimo. Algo que somente poderá ser, em essência, no
mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela

Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
LXVIII - conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar
ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por
ilegalidade ou abuso de poder.
A legitimidade de um processo não esta relacionada, única e diretamente, ao
caráter, a postura pessoal, dos Responsáveis diretos pelo processo, e sim, pela
prestimosa preocupação em preservar o processo de qualquer possível
quesionamento, sobre a lisura em que se procedeu.
Como exemplo cito a questão do Impedimento ou Suspeição, que
independentemente da Pessoa investida da Autoridade Institucional de Juiz, abdica de
participar do processo, por um possível questionamento, isto é, a manifestação do Juiz
fica em segundo plano, pela certeza de que sua ausência, NUNCA, permitirá qualquer
questionamento pela sua participação não realizada.
Como exemplo cito a possível manipulação dos ritos processuais, para por
exemplo, permitir que um Juiz em processo de aposentadoria, possa participar, em um
presumível “casuísmo”, que por si só, já permite questionamentos fundamentados, pela
própria existência.
Portanto, se um processo ocorre em detrimento de Princípio Constitucionais e/ou
em detrimento de Garantias Constitucionais, certamente é NULO, desde seu nascedouro,
e por isso, não pode, e nem deve, Responsabilizar e/ou Impedir a Liberdade de
locomoção.

Pelos motivos expostos em todo este, singelo, empírico, e
razoável, “habeas-corpus”, Henrique Pizzolato foi condenado
por um Tribunal de Exceção, e por isso, deve ter decretada a
nulidade de sua condenação .
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
§ 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros
decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais
em que a República Federativa do Brasil seja parte.
A possibilidade de se avaliar juridicamente, no âmbito da Corte Interamericana
de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, qualquer demanda
suscitada e finalizada no Estado Brasileiro, a partir da concreta participação da Comissão

Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, esta
respaldada na Constituição da República Federativa do Brasil, e por isso, não pode, e
nem deve, ser interpretada como intervenção. Algo que somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado
pela Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos
votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.
(Atos aprovados na forma deste parágrafo)(Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

A Carta Interamericana de Direitos Humanos é com toda a certeza, uma
emenda constitucional, e por isso, o exercício de cidadania, intrinsecamente, respalda o
usufruto da avaliação da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização
dos Estados Americanos, por qualquer Cidadão Brasileiro, mesmo que sem formação
cultural de 3º grau, ou sem qualquer formação cultural na ciência do Direito. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)
Artigo 37º
A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação
dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
A erradicação de qualquer “praxe”, que não esteja respaldada no Direito
Constituído, permite o perfeito respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, a AUSÊNCIA de FUNDAMENTAÇÃO,
ou a simples SUPRESSÃO de Instâncias Jurídicas, é INADMISSÍVEL. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)

Artigo 93º
Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o
Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:
IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e
fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a
presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a
estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo
não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 45, de 2004)
A fundamentação, que não esteja respaldada no Direito Constituído, impede o
concreto respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e
eficiência, uma vez que, sem a mesma é impossível garantir o “ato jurídico perfeito”.
Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado
Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica
TODOS somos IGUAIS perante a Lei.
TODOS temos Direito, através de todos os ritos processuais, a Ampla Defesa.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, apenas, demandas Constitucionais, incluso
o FORO PRIVILEGIADO.
(Plinio Marcos)

Matérias Reconhecidas :: STF - Supremo Tribunal Federal

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Notícias STF
Quinta-feira, 27 de março de 2014
STF decide que ex-deputado Eduardo Azeredo deve ser julgado na 1ª instância
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os autos da Ação Penal (AP) 536, ajuizada contra o ex-deputado federal
Eduardo Azeredo, devem ser remetidos para a primeira instância da Justiça de Minas Gerais. A decisão ocorreu na sessão
plenária realizada na tarde desta quinta-feira (27) quando os ministros analisaram uma questão de ordem a fim de saber
se, com a renúncia ao cargo de deputado federal, Azeredo deixaria de ter foro por prerrogativa de função, não cabendo
mais ao Supremo julgá-lo.
Segundo os autos, o ex-parlamentar e outros réus foram denunciados pelo procurador-geral da República pela suposta
prática dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, em concurso material e em concurso de pessoas. Houve o
desmembramento do processo no Supremo e a AP 536 passou a tramitar apenas contra Eduardo Azeredo, por ele ser
deputado federal à época.
A denúncia foi recebida pelo Supremo no dia 3 de dezembro de 2009. Posteriormente, o réu foi interrogado e as
testemunhas de acusação e defesa foram ouvidas. Em 7 de fevereiro em 2014, o procurador-geral da República apresentou
alegações finais e, reiterando os termos da denúncia, pediu a aplicação de uma pena de 22 anos de prisão. No dia 19 de
fevereiro de 2014, o réu comunicou ao Supremo que havia renunciado ao mandato de deputado.
Competência
O relator, ministro Luís Roberto Barroso, lembrou que desde 1999 o entendimento reiterado do STF é no sentido de que
havendo a renúncia, a qualquer tempo e por qualquer razão, a competência para julgar o réu passa a ser das instâncias
inferiores. Segundo ele, houve uma exceção a essa jurisprudência com a AP 396, em que se constatou abuso de direito e
fraude processual, uma vez que o réu Natan Donadon renunciou ao cargo após o processo ter sido incluído na pauta para
julgamento do Plenário da Corte. Na ocasião, o STF entendeu que a renúncia de mandato é ato legítimo, porém não desloca
competência tendo em vista que não cabe ao réu escolher por qual instância será julgado.
Em seu voto, o relator entendeu que Azeredo deve ser submetido à regra geral que vigorou até o momento, porque
considera “indevida a mudança da regra do jogo a essa altura”. “Estamos no âmbito do processo penal e nesse domínio a
preservação das regras do jogo é de capital importância, sob pena de vulnerar a segurança jurídica e o processo legal”,
ressaltou.
O ministro informou que, no caso concreto, a renúncia ocorreu no momento em que se encontrava aberto o prazo para a
apresentação de razões finais pela defesa. “Portanto, a instrução processual foi encerrada alguns dias após a renúncia”,
disse. “A partir daí, faltaria a elaboração dos votos pelo relator, pelo revisor e depois se pediria dia para julgamento do
Plenário”, completou. Para o relator, a situação do réu não se equipara à AP 396, quando a renúncia de Donadon se deu na
véspera do julgamento.
Também ressaltou que nesta ação penal não há risco de prescrição da pena in abstrato. “Se os autos forem ao juiz de
primeiro grau, ele já estará em condições de sentenciar”, afirmou. Dessa forma, o relator entendeu que no caso concreto
deveria ser preservada a jurisprudência consolidada da Corte, por isso votou pelo declínio da competência do Supremo a
fim de que ocorra a remessa dos autos à primeira instância da Justiça mineira. Ele foi seguido pela maioria do Plenário,
vencido o ministro Joaquim Barbosa.
Proposta de nova regra
O ministro Roberto Barroso propôs nova regra para situações em que houver renúncia de parlamentar a ser julgado pelo
Supremo. “Temos a necessidade de estabelecer um critério geral, porque até que momento um ato de vontade do
parlamentar deve ter o condão de mudar a competência do STF?”, indagou o relator.
Ele sugeriu o recebimento da denúncia como marco temporal para a continuidade de ação penal contra parlamentar que

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renuncie ao cargo, utilizando como fundamento o artigo 55, parágrafo 4º, da Constituição Federal. “A renúncia, após o
recebimento da denúncia, não retira a competência do Supremo”, entendeu o ministro Barroso, ao ressaltar que existem
outros momentos possíveis como o final da instrução processual ou a inclusão do processo em pauta.
Outra proposta apresentada foi a da ministra Rosa Weber, que sugeriu o encerramento da instrução processual como marco
para a renúncia afastar a competência do STF. Já os ministro Dias Toffoli pronunciou-se no sentido de que os autos não
deveriam ser enviados às instâncias inferiores quando o relator já tiver concluído seu voto e liberado o processo para o
revisor. Ainda em relação à proposta de se estabelecer uma regra para essas situações, o ministro Celso de Mello ponderou
que o critério deve ser aplicado caso a caso.
Não houve deliberação do Plenário, contudo, em relação a esse ponto. O tema deverá ser objeto de discussão
oportunamente.
EC/AD

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