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1 5 DE DEZEMBR O DE 20 1 4

34567

AR TIGOS DE ES TUDO

2- 8 DE FEVEREIR O

‘Escute e

compreenda

o significado’

´

P AGINA 6

ˆ

C A NTICOS: 92, 1 20

9-1 5 DE FEVEREIR O

Voc e ‘compreende

o significado’?

ˆ

´

P AGINA 11

ˆ

C A NTICOS: 97, 96

1 6-22 DE FEVEREIR O

Precisamos estar unidos para

enfrentar o fim

´

P AGINA 22

ˆ

C A NTICOS: 1 07, 29

23 DE FEVEREIR O –1 .° DE MAR C¸ O

ˆ

Voc e valoriza o que recebeu?

´

P AGINA 27

ˆ

C A NTICOS: 89, 1 35

COS TA RICA CAPA: Alguns que visitam a praia Tamarindo, localizada no litoral da Costa

COS TA RICA

CAPA: Alguns que visitam a praia Tamarindo, localizada no litoral da

Costa Rica banhado pelo Pac ı ´ f ico, f icam felizes em aprender que um

dia a Terra inteira ser a um para ı ´ so

do qual cuidaremos.

´

PUBLICADORES

29.1 85

PIONEIROS

2.858

O nome de Deus, Jeov a, ´ e: ´

J

Jeho v a

e oba

´

no idioma bribri

´

´

no idioma cab e car

AR TIGOS DE ES TUDO

ˇ ‘Escute e compreenda o significado’

ˆ

ˇ Voc e ‘compreende o significado’?

Como podemos nos cer tif icar de que compreendemos o

signif icado das ilustrac¸ oes de Jesus? Esses dois ar tigos

˜

mostram como podemos analisar sete de suas ilustrac¸ oes.

˜

Eles tamb e m nos ajudam a ver como p or em pr atica em

´

ˆ

´

nosso minist e rio o que aprendemos dessas ilustrac¸ oes.

´

˜

ˇ Precisamos estar unidos para enfrentar o fim

ˆ

ˇ Voc e valoriza o que recebeu?

´

Neste mundo em que muitos jovens s o pensam em si mes-

mos, por que os jovens crist aos deveriam se esforc¸ ar para

se manter unidos com o povo de Deus? Considerando bons e maus exemplos, esses ar tigos ajudam tanto os jovens

˜

como os de mais idade a tomar decis oes s abias na vida.

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TAMB E M NES TE N U MER O

3 Ele ‘sabia o caminho’

4 Jeov a aben c¸ oa generosamente um esp ı ´ rito disposto

´

16

Lembra-se?

H a duas congregac¸ oes e dois grupos

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em bribri, e tr es congregac¸ oes e

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quatro grupos em cab ecar. O bribri e

o cab ecar s ao l ı ´ nguas ind ı ´ genas

americanas.

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34567˙

ˆ

17 Voc e deve mudar de ideia?

21 Perguntas dos Leitores

32 I ´ ndice de assuntos de A Sentinela de 2014

December 15, 2014

Vol. 135, No. 24 Semimonthly PORTUGUESE (Brazilian Edition)

Esta publica c¸ ao n ao e vendida. Ela faz parte de uma obra edu-

cativa b ıblica, ´

outra indica c¸ ao, os textos b ıblicos

Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Refer encias.

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mundial, mantida por donativos. A menos que haja

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citados s ao da Tradu c¸ ao do

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A S entinela e publicada quinzenalmente pela Associa c¸ ao Torre de Vigia de B ıblias ´

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e Tratados.

Sede e gr afica: Rodovia SP-141, km 43, Ces ario Lange, SP, 18285-901. Diretor respons avel:

´

A. S. Machado Filho. Revista registrada sob o n umero de ordem 514. 2014 Watch Tower Bible

and Tract Society of Pennsylvania. Todos os direitos reservados. Impressa no Brasil.

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Ele

‘sabia o caminho ’

GUY HOLLIS PIERCE, membro do Corpo Governan-

te das Testemunhas de Jeov a, encerrou sua car-

reira terrestre na terc¸ a-feira, 18 de marc¸ o de 2014. Aos 79 anos de idade, sua esperanc¸ a de

´

ser um irm ao ressuscitado de Cristo se tornou rea-

lidade. — Heb. 2:10-12; 1 Ped. 3:18.

Guy Pierce nasceu em Auburn, Calif ornia, EUA , em 6 d e n ove m b ro d e 19 3 4 e fo i b a tiz a d o em 1955. Ele se casou com sua querida esposa

Penny em 1977, e juntos criaram seus f ilhos. Sua

´ contribuiu para o

experi e ncia como pai de fam ılia

˜

´

ˆ

seu jeito paternal. Em 1982, ele e Penny estavam ativos no ser vic¸ o de pioneiro, e em 1986 ele foi

designado superintendente de circuito nos Es- tados Unidos, ser vindo nessa modalidade por 11 anos. Em 1997, Guy e Penny passaram a fazer par te

da fam ılia ´ de Betel dos Estados Unidos. O irm ao

Pierce trabalhou no Depar tamento de Ser vic¸ o e, em 1998, foi designado como ajudante da Comis-

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s ao do Pessoal do Corpo Governante. Em 2 de ou-

tubro de 1999, na reuni ao anual da Sociedade

Torre de Vigia de B ıblias ´

nia, foi anunciada a designac¸ ao do irm ao Pierce

como membro do Corpo Governante. Em anos re-

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e Tratados de Pensilv a-

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centes, ele ser viu na Comiss ao do Pessoal, na Co-

miss ao de Redac¸ ao, na Comiss ao Editora e na Co-

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miss ao dos Coordenadores.

Pessoas de v arias formac¸ oes e culturas gosta-

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humildade, seu respeito pelas leis e princ ıpios ´ di-

vinos e sua for te f e em Jeov a. Ele dizia que era

´

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mais f acil o Sol n ao nascer do que as promessas

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de Jeov a deixarem de se cumprir, e achava impor -

tante falar dessa verdade as pessoas do mundo

todo.

O irm ao Pierce era incans avel em seu ser vic¸ o a

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Jeov a. Ele acordava cedo de manh a e muitas ve-

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zes trabalhava at e tarde da noite. Ele viajou o

mundo todo para encorajar seus irm aos crist aos

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e nunca estava ocupado demais para dar aten c¸ ao

a betelitas e outros que buscavam sua compa-

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nhia, conselhos ou ajuda. Muitos irm aos que tive-

ram contato com ele ainda se lembram de sua

hospitalidade, amizade e encorajamento b ıblico, ´ mesmo anos depois.

˜

Nosso irm ao e querido amigo deixou esposa e

seis f ilhos, bem como netos e bisnetos. Ele tam-

˜

b e m tinha muitos f ilhos espirituais. O discur so f u -

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nebre foi proferido no Betel de Brooklyn no s aba-

do, 22 de marc¸ o de 2014, por Mark Sander son,

outro membro do Corpo Governante. Entre outras

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coisas, ele falou da esperanc¸ a celestial do irm ao

Pierce e leu as palavras de Jesus: “Na casa de

Se eu for embo-

ra e vos preparar um lugar, virei novamente e vos

meu Pai h a muitas

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acolherei a mim, para que, onde eu estiver, v os

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tamb e m estejais. E sabeis o caminho para onde

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vou.” — Jo ao 14:2-4.

 

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vam do irm ao Pierce por causa de seu sorriso sim-

E

verdade que sentiremos muita saudade do ir-

´

p atico e senso de humor. Mas as qualidades que

m

˜

ao Pierce. Mas nos alegramos porque ele ‘sabia

mais o tornavam querido eram seu amor, sua

o

caminho’ para sua ‘morada’ permanente.

Jeo v a aben c¸ oa

gener osament e

um esp ı r i t o dispost o

´

´

NOSSO Cr iador dig nifica os humanos com um

v

te de modo abnegado para promover a adorac¸ ao

verdadeira e que ajudam a sant ificar Seu nome e

apoiam seu g randioso prop osito. Jeov a n ao quer

que as pessoas lhe obedec¸ am por obr igac¸ ao ou

porque foram ameac¸ adas. Em vez disso, ele valo-

r iza muito quem o ser ve por amor e tem profun- do aprec¸ o.

Por exemplo, quando os israelit as est avam no

deserto do Sinai, Jeov a ordenou que eles cons-

t r u ıssem um local de adorac¸ ao. Ele disse: “Re-

colhei dent re v os uma cont r ibuic¸ ao para Jeov a.

Cada um de corac¸ ao disposto a t raga como con-

a l i o s o p r e s e n t e : o l i v r e - a r b ı t r i o . E e l e a b e n -

´

o a g e n e ro s a m e n t e o s q u e u s a m e s s e p re s e n -

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t r ibuic¸ ao pertencente a Jeov a.” ( Exo. 35:5) Todo

israelit a podia dar o que est ivesse ao seu alcance.

Cada cont r ibuic¸ ao volunt ar ia — n ao import ava o

que fosse nem em que quant idade — ser ia usada

para a realizac¸ ao do prop osito divino. Como os is-

raelit as reag iram?

“ Todo aquele cujo corac¸ ao o impelia” e “todo

aquele cujo esp ır ito o incit ava” fizeram uma ofer-

t a vo l u n t ar i a c o m u m “ c orac¸ ao d i s po sto ” . H o -

mens e mulheres fizeram de boa vont ade cont r i-

buic¸ oes para a obra de Jeov a: broches, br incos,

an eis, ouro, prat a, cobre, linha azul, l a t ing ida de

roxo, fibras car m ıneas, linho fino, pelos de cabra,

peles de car neiros t ing idas de ver melho, peles de

focas, madeira de ac acia, pedras preciosas, b alsa-

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mo e oleo. Por fim, “o mater ial most rou-se sufi-

ciente para toda a obra a ser feit a, e mais do que

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suficiente”. — Exo. 35:21-24, 27-29; 36:7.

O que mais ag radou a Jeov a ´ n ao ˜ foram os ma-

ter iais doados, mas o esp ır ito disposto daqueles

que apoiaram a adorac¸ ao verdadeira dessa for ma.

Eles t amb em quiseram cont r ibuir com seu tem-

po e t rabalho. “ Todas as mulheres de corac¸ ao s a-

bio [ou habilidosas] fiavam com as suas m aos”,

diz o relato. De fato, “todas as mulheres cujos co-

rac¸ oes as impeliam com sabedor ia fiavam os pe-

los de cabra”. Al em disso, Deus deu a Bezalel ‘sa-

bedor ia, entendimento e conhecimento em toda

sorte de artesanato’. Assim, Jeov a deu a Bezalel,

bem como a Ooliabe, as habilidades necess ar ias

para realizar todo o t rabalho que lhes havia sido

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confiado. — Exo. 35:25, 26, 30-35.

Quando Jeov a convidou os israelit as a fazer

cont r ibuic¸ oes, ele t inha tot al confianc¸ a de que

“cada um de corac¸ ao disposto” apoiar ia a adora-

c¸ ao verdadeira. Da ı, ele abenc¸ oou generosamen-

te os que most raram essa at itude dispost a por

dar-lhes or ient ac¸ oes e muit a aleg r ia. Dessa for -

ma, Jeov a most rou que, quando abenc¸ oa o esp ı-

r ito disposto de seus ser vos, ele garante que eles

tenham os recursos e as habilidades necess ar ias

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para realizar Sua vont ade. (Sal. 34:9) A medida

que voc e ser vir a Jeov a de modo abnegado, ele

com certeza abenc¸ oar a o seu esp ır ito disposto.

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COMO ALGUNS FAZEM DONATIVOS PARA A OBRA MUNDIAL

M u i t o s r e s e r v a m n o s e u o r c¸ a m e n t o uma quantia para colocar na caixa de do-

ˆ

vid encia de sua escolha oferece essa pos-

´

sibilidade, podendo contatar o Escrit orio

n a t iv o s c o m a id e n t if ic a c¸ a o “ D o n a t iv o s

para a Obra Mundial das Testemunhas de

˜

Jeov a — Mateus 24: 14”. As congregac¸ oes

e n v i a m m e n s a l m e n te e s s e s d o n a t i v o s

´

para a sede das Testemunhas de Jeov a

no seu pa ıs. ´

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DOAC¸ OES

Os donativos podem ser enviados tam-

b em diretamente a Associac¸ ao das Teste-

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munhas Crist as de Jeov a do Brasil ou a

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sede das Testemunhas de Jeov a no seu

pa ıs ´ por meio de transfer encia ou dep osi-

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´

to banc ario. Para obter os dados banc a-

rios, veja a nota no f inal deste ar tigo. Po-

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d e m - s e d o a r t a m b e m i m o v e i s , a c¸ o e s ,

joias ou outros objetos de valor. Os que de-

´

´

˜

sejarem doar tais bens poder ao primeiro

tentar vend e-los localmente e da ı ´ reme-

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ˆ

ter a impor t ancia a Associac¸ ao. Caso n ao

seja poss ıvel ´ vender algum objeto de va- lor que deseje doar, entre em contato com

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a Associac¸ ao.

DONATIVO CONDICIONAL

Dinheiro que n ao tenha previs ao de uso

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pode ser doado a Associac¸ ao das Teste-

`

˜

munhas Crist as de Jeov a, com a condic¸ ao

de que, em caso de necessidade pessoal

˜

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˜

ou do c onjuge (se for casado), esse seja

devolvido ao doador.

ˆ

SEGUROS

A Associac¸ ao das Testemunhas Crist as

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de Jeov a pode ser nomeada benef ici aria

´

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´

duma ap olice de seguro de vida ou de um

plano de previd encia privada. Cer tif ique-

se antes se a empresa de seguros ou pre-

ˆ

para orientac¸ oes caso tenha dif iculdades

nesse sentido.

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˜

DOAC¸ OES COM RESERVA DE USUFRUTO

`

Dentro deste plano, podem-se doar a

Associac¸ ao bens im oveis, como um im o-

˜

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v e l r e s i d e n c i a l . O d o a d o r c o n t i n u a r a a

usufruir o bem doado enquanto viver. So-

´

´

mente ap os a mor te do doador e do seu

ˆ

c onjuge, se for casado, os bens doados

passar ao para a Associac¸ ao. Esse m eto-

do evita as despesas e as incer tezas do

cumprimento do testamento, ao mesmo

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˜

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tempo assegurando a Associac¸ ao o rece-

bimento da propriedade em caso de fale-

cimento.

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TES TAMENTOS

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Bens m oveis e im oveis, aplicac¸ oes f i-

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nanceiras, contas banc arias, ac¸ oes ou di-

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nheiro podem ser legados a Associac¸ ao

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d a s Te s te m u n h a s C r is t a s d e J e ov a p o r

˜

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meio de um testamento p ublico (devida-

mente registrado em car t orio) ou par ticu-

lar.

NOTA : Em todos esses casos, pede-se

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que a Associac¸ ao seja avisada por car ta

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ou e-mail, e, quando houver transfer encia

ou dep osito banc ario, solicitamos que o

comprovante nos seja enviado, para que se possa acusar o recebimento de seu do- nativo.

Para mais informac¸ oes sobre esses as-

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suntos, escreva a Associac¸ ao das Teste-

`

˜

munhas Crist as de Jeov a ou a sede das

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Testemunhas de Jeov a em seu pa ıs.

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No Brasil, os interessados poder ao usar o e-mail

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donativos.br jw.org para contatar a sede.

‘Escute e com pr eenda o signif icado’

ˆ

O QUE VOC E APRENDEU

˜

DA ILUS TRAC¸ AO

SOBRE

˜

o gr a o de mostarda?

o fer mento?

o

comerciante viajante

e

o tesouro escondido?

´

“Escut ai-me, t odos v o s, e compreendei o signif icado.”

— MAR. 7: 14.

PODEMOS ouvir algu em falando conosco e at e perceber seu

tom de voz. Mas de que isso adiant ar ia se n ao entend essemos

o sig nificado do que ele fala? (1 Cor. 14:9) De modo similar, milhares de pessoas ouviram o que Jesus disse. No ent anto,

nem todas compreenderam o sig nificado de suas palavras, apesar de ele ter falado num idioma que elas entendiam. Por

isso, Jesus disse a seus ouvintes: “Escut ai-me, todos v os, e

compreendei o sig nificado.” — Mar. 7:14.

2 Por que muitos n ao conseguiram compreender o sig nifi-

cado do que Jesus disse? Alguns se apegavam as suas pr opr ias

opini oes e t inham mot ivac¸ oes er radas. Jesus disse que essas

pessoas haviam ‘colocado de lado o mandamento de Deus, a

fim de reter as suas t radic¸ oes’. (Mar. 7:9) Elas n ao se esforc¸ a-

vam para entender o sig nificado das palavras dele. N ao que-

r iam mudar seu comport amento e sua for ma de pensar. Seus

ouvidos est avam abertos as palavras de Jesus, mas seu cora-

c¸ ao est ava “embot ado”, ou insens ıvel. (Leia Mateus 13:13-15.)

Que dizer de n os? Como podemos manter nosso corac¸ ao re-

cept ivo e assim nos beneficiar do ensino de Jesus?

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1 , 2. Por que muitos que ouviram Jesus n ao conseguiram compreender

o sig nificado de suas palavras?

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COMO COMPREENDER O QUE JESUS ENSINOU

3 Precisamos seguir o exemplo dos hu-

mildes disc ıpulos de Jesus. Ele lhes dis-

se: “Felizes s ao os vossos olhos porque

obser vam, e os vossos ouvidos porque ouvem.” (Mat. 13:16) Por que eles conse- guiam compreender o que Jesus ensina-

va, ao passo que out ros n ao? Pr imeiro, porque est avam dispostos a fazer per- gunt as e a buscar o verdadeiro sig nifica-

do das palavras de Jesus. (Mat. 13:36; Mar. 7:17) Segundo, est avam dispostos a

aprender, acrescent ando novas infor ma-

´

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˜

c¸ oes ao que j a sabiam. (Leia Mateus 13:11, 12.) Terceiro, est avam dispostos a aplicar em sua vida pessoal o que t inham

aprendido e a usar isso para ajudar ou- t ros. — Mat. 13:51, 52.

˜ 4 Se queremos compreender as ilust ra- c¸ oes de Jesus, precisamos seguir o exem-

plo de seus disc ıpulos fi e is. Isso t amb e m

envolve t r e s passos. Pr imeiro, precisa-

mos reser var tempo para estudar e medi- t ar no que Jesus disse, para fazer as

pesquisas necess ar ias e para ref let ir em

pergunt as relacionadas ao assunto. Isso

result a em conheciment o. (Pro. 2:4, 5) Da ı,

precisamos ver como esse conhecimento

se encaixa com o que j a sabemos e en-

tender como podemos usar essa infor -

mac¸ ao pessoalmente. Assim, ganhamos

compreens ao. (Pro. 2:2, 3) Por ult imo, de-

vemos aplicar o que aprendemos. Com

isso, most ramos sabedor ia. — Pro. 2:6, 7.

5 Qual e a diferenc¸ a ent re conheci-

mento, compreens ao e sabedor ia? Pode- mos ilust rar da seguinte for ma: Imag ine

que, ao caminhar num campo aberto,

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3. Po r q u e os d i s c ıp u l o s c on s e g ui am c o m-

preender as palavras de Jesus?

4. Para compreender as ilust rac¸ oes de Jesus,

que t r es passos est ao envolvidos?

5 . I l u st re a d i f e r e n c¸ a e n t re c o n h e c i m e n t o ,

compreens ao e sabedor ia.

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voc e ˆ v e ˆ que o c e u come c¸ a a escurecer e

ouve fortes est rondos. Voc e percebe que

uma tempest ade est a se aproximando

´

— isso e conheciment o. A seguir, voc e se d a

cont a de que, se cont inuar ali, poder a ser

at ing ido por um raio — isso e compreen-

s ao. Ent ao, voc e decide procurar abr igo

— isso e sabedor ia. N ao ˜ a toa que a B ıblia

enfat iza a import ancia de ‘resguardar a

sabedor ia pr at ica’. Ela pode salvar nossa

vida! — Pro. 3:21, 22; 1 Tim. 4:16.

6 Neste e no pr oximo art igo, analisare-

mos sete ilust rac¸ oes de Jesus. Ao consi-

derar cada uma, ref let iremos nas se-

guintes pergunt as: O que essa ilust rac¸ ao

sig nifica? (Isso nos ajuda a ter conheci- mento.) Por que Jesus a contou? (Isso re-

sult a em compreens ao.) Como podemos

us a-la para beneficiar a n os mesmos e a

out ros? (Isso e sabedor ia.) E, por fim, o

que ela nos ensina sobre Jeov a e Jesus?

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e

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O GR AO DE MOS TARDA

7 Leia Mateus 13:31, 32. Qual e o sig -

nificado da ilust rac¸ ao de Jesus sobre o

g r ao de most arda? O g r ao represent a a

mensagem do Reino, bem como o resul-

t ado da pregac¸ ao dessa mensagem: a

cong regac¸ ao cr ist a. Assim como o g r ao

de most arda — “a menor de todas as se-

mentes” —, a cong regac¸ ao cr ist a t inha

bem poucos membros quando foi for ma-

da em 33 EC. Mas, em poucas d ecadas,

ela cresceu rapidamente e superou todas

as expect at ivas. (Col. 1:23) Esse cresci-

mento foi ben efico porque, na ilust rac¸ ao,

Jesus disse que “as aves do c eu” con-

seguiram encont rar ‘pousada ent re os

ramos’ da ar vore. Essas aves simb oli-

cas ret rat am pessoas sinceras que en-

cont ram alimento, sombra e protec¸ ao

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˜

6. Ao considerar sete ilust rac¸ oes de Jesus, em

que quat ro pergunt as ref let iremos? (Veja o qua-

dro.)

7. Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao do g r ao de

most arda?

˜

´

˜

˜

˜

Ao ler as ilus tr a c¸ o es de Jesus, per gunt e-se:

ˇ

O

˜

que essa ilustrac¸ ao

signif ica?

ˇ

Por que Jesus usou

˜

essa ilustrac¸ ao?

ˇ

Como posso usar

o

que aprendi dessa

˜

ilustrac¸ ao?

 

ˇ

O

˜

que essa ilustrac¸ ao

me ensina sobre

´

Jeov a e Jesus?

em sent ido espir itual na cong regac¸ ao.

— Note Ezequiel 17:23.

8 Por que Jesus contou essa ilust ra-

c¸ ao? Ele usou o extraordin ario crescimen-

to de um g r ao de mostarda para ilustrar a

capacidade do Reino de Deus de se expan-

dir, dar protec¸ ao e vencer todos os obst a-

culos. Desde 1914, o crescimento da parte

vis ıvel da organizac¸ ao de Deus tem sido

impressionante. (Isa. 60:22) Os que se as-

sociam com a organizac¸ ao recebem uma

maravilhosa protec¸ ao espiritual. (Pro. 2:7;

Isa. 32:1, 2) Al em disso, nenhuma oposi-

c¸ ao conseguiu impedir a expans ao cons- tante dos interesses do Reino. — Isa. 54:17.

9 O que podemos aprender da ilust ra-

c¸ ao sobre o g r ao de most arda? Talvez

moremos numa reg i ao em que h a poucas

Testemunhas de Jeov a ou onde nossa

obra de pregac¸ ao parece n ao dar muito

result ado. Mesmo assim, lembrar que

o Reino pode superar qualquer obst a-

culo nos dar a forc¸ as para perseverar.

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8. Por que Jesus usou a ilust rac¸ ao do g r ao de

most arda?

9. (a) O que aprendemos da ilust rac¸ ao do g r ao

de most arda? (b) Em sua opini ao, o que isso nos

ensina sobre Jeov a e Jesus?

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˜

˜

˜

˜

´

Por exemplo, quando o ir m ao Edwin

˜

´

Skinner chegou a I ndia em 1926, havia

pouqu ıssimas Testemunhas de Jeov a no

pa ıs. De in ıcio, quase n ao houve prog res-

so, e a obra ali foi descr it a como “bem di-

f ıcil”. Mas ele cont inuou pregando e viu

como a mensagem do Reino superou

g randes obst aculos. Hoje, h a mais de

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´

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´

37 mil Testemunhas de Jeov a na I ndia, e

108 mil pessoas est iveram presentes a

Celebrac¸ ao no ano passado. Considere

t amb em como a expans ao do Reino e im-

pressionante. Por exemplo, no mesmo

´

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˜

´

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´

´

ano em que o ir m ao Skinner chegou I n-

dia, a obra t inha acabado de comec¸ ar em

Z ambia. Atualmente, mais de 170.000

publicadores pregam ali, e 763.915 pes-

soas assist iram a Celebrac¸ ao em 2013.

Isso sig nifica que 1 em cada 18 pessoas

nesse pa ıs compareceu a Celebrac¸ ao.

Que crescimento incr ıvel!

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a

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O FERMENTO

10 Leia Mateus 13:33. Qual e o sig nifi-

cado da ilust rac¸ ao do fer mento? Essa

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10. Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao do fer -

mento?

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˜

ilust rac¸ ao t amb em se refere a mensagem

do Reino e o efeito que ela tem. “A mas-

sa inteira” de far inha represent a todas as

nac¸ oes, e o processo de fer ment ac¸ ao re-

t rat a a divulgac¸ ao da mensagem do Rei-

no por meio da obra de pregac¸ ao. Ao

passo que o crescimento do g r ao de mos-

t arda e facilmente obser v avel, a fer men-

t ac¸ ao de in ıcio n ao e vis ıvel. S o algum

tempo depois e que seus efeitos se tor -

nam evidentes.

11 Por que Jesus contou essa ilust ra-

c¸ ao? Jesus most rou que, assim como o

fer mento leveda a massa toda, a mensa- gem do Reino tem o potencial de se es- palhar e produzir mudanc¸ as. A mensa-

gem do Reino chegou “ a parte mais dist ante da ter ra”. (Atos 1:8) Mesmo as-

sim, as mudanc¸ as causadas por essa mensagem podem passar despercebidas

por um tempo. Mas elas est ao aconte-

cendo — n ao apenas com respeito a n u-

meros, mas t amb em na personalidade

dos que aceit am essa poderosa mensa-

gem. — Rom. 12:2; Ef e. 4:22, 23.

1 2 Alguns dos efeitos da obra de pre-

gac¸ ao muit as vezes s o s ao vistos anos de-

pois do cont ato inicial. Por exemplo,

Franz e Marg it, um casal de betelit as

que j a ser viu na filial do Brasil, prega-

ram numa pequena cidade desse pa ıs

em 1982. Um dos estudos que eles inicia-

ram foi com uma m ae e seus quat ro fi-

lhos. O menino mais velho, com 12 anos

na epoca, era muito t ımido e v ar ias vezes

tentou se esconder antes do estudo. Por

causa de uma mudanc¸ a de desig nac¸ ao, o

casal n ao pode cont inuar estudando com

essa fam ılia. Depois de 25 anos, o casal

voltou para visit ar essa cidade. O que

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11 . Por que Jesus contou a ilust rac¸ ao do fer -

mento?

e ˆ exemplos de como a obra de pregar

o Reino cresceu, confor me descr ito na ilust ra-

c¸ ao do fer mento.

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1 2, 1 3. D

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eles encont raram? Uma cong regac¸ ao de

69 publicadores, 13 dos quais eram pio-

neiros regulares, que se reunia em um

Sal ao do Reino novo. E aquele menino t ı-

mido? Ele agora ser ve como coordena-

dor do cor po de anci aos! Assim como o

fer mento da ilust rac¸ ao de Jesus, a men-

sagem do Reino t inha crescido e muda-

do a vida de v ar ias pessoas — o que dei-

xou esse casal muito feliz. 1 3 O poder da mensagem do Reino de

mudar pessoas pode ser visto mesmo em

´

pa ıses onde a obra e legalmente rest r it a.

Embora seja dif ıcil saber at e que ponto a

mensagem foi divulgada nesses pa ıses,

os result ados muit as vezes s ao sur preen-

dentes. Veja o caso de Cuba, onde a obra ficou proscr it a por muitos anos. A men- sagem do Reino chegou ali em 1910, e o

ir m ao Russell visitou o pa ıs em 1913.

Mas de in ıcio o prog resso da obra foi len-

to. O que vemos em Cuba hoje? H a

´

mais de 96.000 publicadores pregando

as boas novas, e 229.726 pessoas assist i-

ram a Celebrac¸ ao em 2013 — ou seja,

1 em cada 48 habit antes dessa ilha. Mes-

mo em pa ıses em que a obra n ao est a

´

proscr it a, e poss ıvel que a mensagem do

Reino tenha alcanc¸ ado lugares em que,

para as Testemunhas de Jeov a da reg i ao,

pouco testemunho est a sendo dado.

— Ecl. 8:7; 11:5.

14 Como a ilust rac¸ ao de Jesus sobre o

fer mento pode nos ajudar? Quando me-

dit amos no sig nificado da ilust rac¸ ao de

Jesus, percebemos que n ao precisamos

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E x p e r i e n c i a s s i m i l a r e s o c o r r e r a m e m p a ı s e s

como Argent ina (Anu ar io de 2001, p ag ina 186, qua-

dro); Ale manha Or i ent al (An u ar io de 19 99, p ag i -

na 83); Papua-Nova Guin e (Anu ar io de 2005, p ag i-

na 63); e ilha de Robinson Cr uso e (A Sent inela de

15 de junho de 2000, p ag ina 9).

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14, 15. (a) Como a ilust rac¸ ao de Jesus sobre o

fer mento pode nos ajudar? (b) Em sua opini ao,

o que isso nos ensina sobre Jeov a e Jesus?

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ficar preocupados demais quanto a se a

mensagem do Reino conseguir a alcanc¸ ar

ou n ao os milh oes de pessoas que ainda

n ao a ouviram. Jeov a tem tudo sob con-

t role. Mas qual e nosso papel? A Palavra

de Deus responde: “Semeia de manh a a

tua semente, e n ao descanse a tua m ao

at e a noit inha; pois n ao sabes onde est a

ter

se

11:6) E claro que, ao mesmo tempo, nun-

ca devemos nos esquecer de orar para

que a obra de pregac¸ ao seja bem-sucedi-

da, especialmente em pa ıses onde ela

est a rest r it a. — Ef e. 6:18-20.

15 Al em disso, n ao devemos ficar de-

sanimados se a pr inc ıpio n ao vemos os

result ados de nossa obra. Nunca deve-

r ıamos desprezar “o dia das coisas pe- quenas”. (Zac. 4:10) Pode ser que, com o

tempo, os result ados acabem nos sur - preendendo! — Sal. 40:5; Zac. 4:7.

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a ´ bom exito, quer aqui quer ali, ou

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ambas ser ao igualmente boas.” (Ecl.

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O

COMERCIANTE VIA JANTE

E

O TESOURO ESCONDIDO

16 Leia Mateus 13:44-46. O que as

ilust rac¸ o es do comerciante viajante e do

tesouro escondido sig nificam? Nos dias

de Jesus, alguns comerciantes chegavam

˜

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a viajar at e o dist ante oceano I ndico

para obter p erolas da melhor qualidade.

O comerciante nessa ilust rac¸ ao repre-

sent a pessoas sinceras que fazem tudo o que podem para supr ir suas necessi-

dades espir ituais. A “p erola de g rande

valor” represent a a valiosa verdade do Reino. O comerciante reconheceu o va-

lor

to

t inha para compr a-la. Jesus t amb em fa-

a vender “pront amente” tudo o que

dessa p erola e por isso est ava dispos-

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lou de um homem que achou um tesouro “escondido” enquanto t rabalhava num

16. O que as ilust rac¸ oes do comerciante viajan-

te e do tesouro escondido sig nificam?

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campo. Diferentemente do comerciante,

esse homem n ao est ava procurando um

tesouro. Mas, assim como o comerci-

ante, ele est ava disposto a vender “todas

as coisas” que t inha para obter o te-

souro.

17 Por que Jesus contou essas duas pa-

r abolas? Ele est ava most rando que a ver-

dade pode ser encont rada de diferentes

maneiras. Algumas pessoas est ao procu-

rando por ela e n ao medem esforc¸ os para

encont r a-la. Out ras, apesar de n ao a es-

t arem procurando, se deparam com ela

— t alvez por meio de out ra pessoa. Qual-

quer que seja o caso, os homens das ilus-

t rac¸ oes reconheceram o valor do que

encont raram e se dispuseram a fazer

g randes sacr if ıcios para obt e-lo.

1 8 O q u e a p r e n d e mo s d e s s a s d u a s

ilust rac¸ o es? (Mat. 6:19-21) Pergunte-se:

‘ Tenho a mesma at itude desses homens?

Valor izo a verdade assim como eles? Es-

tou disposto a fazer sacr if ıcios pela ver-

dade ou per mito que out ras coisas, como

as preocupac¸ oes da vida di ar ia, me dis-

t raiam?’ (Mat. 6:22-24, 33; Luc. 5:27, 28;

Fil. 3:8) Quanto maior for nossa aleg r ia por ter encont rado a verdade, mais forte

ser a nossa deter minac¸ ao de mant e-la em

pr imeiro lugar na vida.

19 Most remos que escut amos e real-

m e n te c o mp re e n d e m o s o s i g n i f i c ad o

dessas ilust rac¸ oes sobre o Reino. Mas

lembre-se de que n ao bast a apenas co-

nhecer seu sig nificado; precisamos apli-

car o que aprendemos. No pr oximo art i-

go, consideraremos mais t r es ilust rac¸ oes

e ve re mo s o q u e po d e mo s ap re n d e r delas.

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17. Por que Jesus contou as ilust rac¸ oes do co-

merciante viajante e do tesouro escondido?

1 8. (a) O que aprendemos dessas duas ilust ra-

c¸ oes? (b) Em sua opini ao, o que isso nos ensina

sobre Jeov a e Jesus?

19. O que consideraremos no pr oximo art igo?

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Voc e ‘com pr eende o signif icado’?

“[ Jesus ] abr iu-lhes ent a o plenament e as ment es para q ue

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compreendessem o signif icado das Escr ituras.” — LUC. 24: 45.

NO DIA em que Jesus foi ressuscit ado, dois de seus disc ıpu-

los est avam indo a um vilarejo que ficava a uns 11 quil omet ros

de Jer usal em. Eles n ao sabiam que Jesus havia sido ressuscit a-

do e est avam desanimados por causa da morte dele. De repen-

te, Jesus apareceu e comec¸ ou a andar com eles e a consol a-los.

Como? “Principiando por Mois es e por todos os Profet as, in-

terpretou-lhes em todas as Escrituras as coisas referentes a si

mesmo.” (Luc. 24:13-15, 27) Com isso, o corac¸ ao deles come-

c¸ ou a arder de emoc¸ ao, visto que Jesus lhes explicou claramen-

te as Escrituras. — Luc. 24:32.

2 Naquela mesma noite, esses dois disc ıpulos volt aram a Je-

r usal em. Quando encont raram os ap ostolos, cont aram o que

t inha acontecido. Enquanto falavam, Jesus apareceu diante de

todos. Seus ap ostolos ficaram apavorados. Eles comec¸ aram a

ter d uvidas. Como Jesus os fort aleceu? Lemos: “Abriu-lhes

ent ao plenamente as mentes para que compreendessem o sig -

nificado das Escrituras.” — Luc. 24:45.

3 Assim como aqueles disc ıpulos, n os as vezes nos sent imos

desanimados. Pode ser que, mesmo est ando ocupados na

obra do Senhor, fiquemos fr ust rados por n ao ver result ados.

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1 , 2. Como Jesus fort aleceu os seus disc ıpulos no dia de sua ressur rei-

c¸ ao?

3. Que situac¸ oes t alvez nos deixem desanimados, e o que pode nos aju-

dar a encarar nosso minist er io de for ma equilibrada?

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O QUE VOC E APRENDEU

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DA ILUS TRAC¸ AO

SOBRE

o semeador que dor me?

a rede de ar rasto?

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o f ilho pr o digo?

(1 Cor. 15:58) Ou nossos estudantes t al-

vez estejam prog redindo pouco. Out ros a

quem est amos ajudando podem at e mes-

mo desist ir de ser vir a Jeov a. O que pode-

mos fazer para encarar nosso minist er io

de for ma equilibrada? Algo que t alvez nos

ajude e compreender o significado das

ilust rac¸ oes de Jesus reg ist radas nas Escr i-

turas Sag radas. Vejamos t r es dessas ilus-

t rac¸ oes e o que podemos aprender delas.

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O SEMEADOR QUE DORME

e ´ o sig -

nificado da i lust rac¸ ao d e Jesus sobr e

o semeador que dor me? O homem da

ilust rac¸ ao represent a cada um dos pro-

clamadores do Reino. A semente e a mensagem do Reino pregada a pessoas

sinceras. Assim como a maioria das pes-

soas, o semeador “dorme a noite e se le-

vant a de dia”. O processo de crescimen-

to leva um tempo para ocor rer, desde o

momento em que a semente e plant ada

at e a colheit a. Nesse per ıodo, “a semente

brot a e cresce alt a”. Esse crescimento

ocor re “por si mesmo”, aos poucos e em

et apas. O crescimento espiritual t amb em

ocor re aos poucos e em et apas. Quando

algu em prog ride a ponto de querer ser vir

a Deus, ele d a fr uto, isto e, dedica a vida

a Jeov a e e bat izado.

5 Por que Jesus contou essa ilust rac¸ ao?

Ela nos ajuda a ver que e Jeov a quem faz

a verdade crescer no corac¸ ao dos “cor re-

t amente dispostos”. (Atos 13:48; 1 Cor.

3:7) N os plant amos e regamos, mas n ao

cont rolamos o crescimento. N ao pode-

mos forc¸ a-lo nem aceler a-lo. Assim como

o homem da ilust rac¸ ao, n ao sabemos

como o crescimento ocor re. Muit as vezes

n ao o percebemos ao cuidar dos assuntos

4 Leia Marcos 4:26-29. Qual

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4. Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao de Jesus

sobre o semeador que dor me?

5. Por que Jesus contou a ilust rac¸ ao do semea-

dor que dor me?

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do dia a dia. Mas, com o tempo, a semen-

te do Reino pode dar fr uto. O novo disc ı-

pulo ent ao se junt a a n os na obra da co-

lheit a, e essa ajuda e bem-vinda. — Jo ao

4:36-38.

6 O que podemos aprender dessa ilus-

t rac¸ ao? Em primeiro lugar, precisamos

reconhecer que n ao temos nenhum con-

t role sobre o crescimento espiritual de

um estudante. A mod est ia nos ajuda a

combater a tend encia de pressionar um

estudante a se bat izar. Fazemos tudo ao

nosso alcance para ajudar a pessoa, mas

a humildade nos leva a reconhecer que,

no fim das cont as, a decis ao de se dedi-

car a Deus e da pessoa. Ela deve querer

se dedicar a Jeov a de livre e espont anea

vont ade, por causa do amor que sente

por ele. Caso cont r ario, sua dedicac¸ ao

n ao seria aceit avel a Jeov a. — Sal. 51:12;

54:6; 110:3.

7 Segundo, essa ilust rac¸ ao nos ensina

a n ao ficar desanimados se a princ ıpio

n ao vemos os result ados de nosso t raba-

lho. Precisamos ser pacientes. (Tia. 5:7, 8)

Quando a semente n ao d a fr uto apesar

dos nossos melhores esforc¸ os, devemos

ter em mente que isso n ao indica uma fa-

lha nossa. Jeov a faz com que a semente

da verdade cresc¸ a apenas num corac¸ ao

humilde que est a disposto a fazer mu-

danc¸ as. (Mat. 13:23) Ent ao n ao devemos

medir o valor de nosso minist erio apenas

com base em result ados. Para Jeov a, ser-

mos bem-sucedidos no minist erio n ao

depende da reac¸ ao das pessoas que ensi-

namos. Ele valoriza nossos esforc¸ os fi eis,

seja qual for o result ado. — Leia Lucas

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10:17-20; 1 Cor ıntios 3:8.

6. O que devemos reconhecer sobre o cresci-

mento espir itual?

7, 8. (a) Que out ras lic¸ oes podemos aprender

da ilust rac¸ ao do semeador que dor me? Cite um

exemplo. (b) Em sua opini ao, o que isso nos en-

sina sobre Jeov a e Jesus?

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8 Terceiro, nem sempre discer nimos as

mudanc¸ as que est ao ocor rendo no cora-

c¸ ao de uma pessoa. Por exemplo, um mis-

sion ar io est ava ensinando a B ıblia a um

casal. Certo dia, eles disseram que que-

r iam se tor nar publicadores n ao bat iza-

dos. O mission ar io os lembrou de que pr i-

meiro precisar iam parar de fumar. Ele

ficou sur preso quando os estudantes dis-

seram que j a fazia meses que n ao fuma-

vam. Por que eles t inham parado? Porque

t inham se dado cont a de que Jeov a podia

v e-los fumando e que ele odiava a hipocr i-

sia. Eles entenderam que, para n ao ser hi-

p ocr it as, ou ter iam de fumar na frente do

mission ar io ou ent ao parar de vez. Algo

que os ajudou a tomar a decis ao cert a foi o

amor que t inham desenvolvido por Jeov a.

Eles haviam crescido em sent ido espir i-

tual, embora o mission ar io nem fizesse ideia da mudanc¸ a que t inha ocor r ido.

A REDE DE ARRAS TO

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e ´ o sig ni-

ficado da ilust rac¸ ao de Jesus sobre a rede

de ar rasto? Jesus comparou a pregac¸ mundial da mensagem do Reino ao ato de abaixar uma g rande rede de ar rasto no mar. Assim como uma rede apanha “pei-

xes de toda esp ecie” em g randes quant i-

dades, nossa obra de pregac¸ ao at rai mi-

lh oes de pessoas de todos os t ipos. (Isa.

ao

9 Leia Mateus 13:47-50. Qual

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60:5) Prova disso e a g rande quant idade

de pessoas que assiste todo ano aos nos-

sos cong ressos e a Celebrac¸ ao. Alguns

desses peixes simb olicos, descritos como

“excelentes”, s ao reunidos nas cong rega-

c¸ oes. Mas out ros s ao considerados “im-

prest aveis”; nem todos se most ram acei-

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t aveis a Jeov a.

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10 Por que Jesus contou essa ilust ra-

9. Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao da rede de

ar rasto?

10. Por que Jesus contou a ilust rac¸ ao da rede

de ar rasto?

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ao ˜ simb olica dos peixes

n ao se refere ao julgamento final duran-

˜

te a g rande t ribulac¸ ao. Em vez disso, ela

dest aca o que aconteceria durante os ul-

t imos dias deste sistema per verso. Je-

sus most rou que nem todos os que fo-

ram at ra ıdos a verdade tomar ao o lado

de Jeov a. Muitos j a vieram as nossas

reuni oes. Out ros at e aceit aram estudar

a B ıblia conosco, mas n ao querem ne-

nhum compromisso. (1 Reis 18:21) Ainda

out ros deixaram de se associar com o

povo de Jeov a. Alguns jovens foram cria-

dos por pais crist aos e ainda assim n ao

desenvolveram amor pelos padr oes de

Jeov a. Qualquer que seja o caso, Jesus en-

fat izou que todos precisam decidir se

querem ser vir a Deus ou n ao. Aqueles

que tomam a decis ao cert a s ao encarados

por ele como “as coisas desej aveis de to-

das as nac¸ oes”. — Ageu 2:7.

11 Como a ilust rac¸ ao da rede de ar ras-

to pode nos ajudar? Essa ilust rac¸

ensina a n ao ficar desesperados ou desa-

ao nos

c¸ ao? A separac¸

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pont ados demais quando um estudante

da B ıblia ou um filho decide n ao ser vir a

Jeov a. Isso pode acontecer apesar dos

nossos melhores esforc¸ os. N ao e s o por-

que uma pessoa aceitou um estudo b ıbli-

co ou cresceu tendo cont ato com a verda-

de que ela vai desenvolver uma amizade

forte com Jeov a. Aqueles que n ao quise-

rem se sujeit ar a autoridade de Jeov a se-

r ao por fim separados do povo de Deus.

1 2 Sig nifica isso que os que abandona-

ram a verdade nunca mais poder ao volt ar

para a cong regac¸ ao? Ou que uma pessoa

que n ao quis se dedicar a Jeov a ser a sem-

pre considerada por ele como algu em

‘imprest avel’? N ao. At e que a g rande t ri-

bulac¸ ao comece, ainda h a esperanc¸ a para

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essas pessoas. E como se Jeov a dissesse a

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11 , 1 2. (a) Como a ilust rac¸ ao da rede de ar ras-

to pode nos ajudar? (b) Em sua opini ao, o que

isso nos ensina sobre Jeov a e Jesus?

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Depois de ler Mateus 13: 47-50

elas: “Retornai a mim e eu vou retornar a

v os.” (Mal. 3:7) Isso fica bem claro em ou-

t ra ilust rac¸ ao cont ada por Jesus: a do fi-

lho pr odigo. — Leia Lucas 15:11-32.

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O FILHO PR ODIGO

1 3 Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao de

Jesus sobre o filho pr odigo? O pai, que

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ag iu com compaix ao, represent a nosso

amoroso Pai celest ial, Jeov a. O filho que

pede sua heranc¸ a e da ı a esbanja repre-

sent a pessoas que se afast aram da con-

g regac¸ ao. Por se afast ar, elas como que

viajam para “um pa ıs dist ante”: o mundo

de Sat an as, que est a tot almente separado

de Jeov a. (Ef e. 4:18; Col. 1:21) Mas, de-

pois de um tempo, algumas delas caem

em si e fazem a dif ıcil viagem de volt a

para a organizac¸ ao de Jeov a. Essas pes-

soas humildes e ar rependidas s ao recebi- das de brac¸ os abertos por nosso Pai per-

doador. — Isa. 4 4:22; 1 Ped. 2:25. 14 Por que Jesus contou essa ilust ra- c¸ ao? De uma forma comovente, Jesus

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1 3. Qual e o sig nificado da ilust rac¸ ao do filho

pr odigo?

14. Por que Jesus contou a ilust rac¸ ao do filho

pr odigo?

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ilust rou que Jeov a deseja que os que

se afast aram retornem a Ele. O pai da

ilust rac¸ ao em nenhum momento perdeu

as esperanc¸ as de que seu filho volt aria.

Quando seu filho est ava volt ando para

casa, o pai o avistou, mesmo ‘est ando

longe’, e imediat amente cor reu ao seu

encont ro. Para os que abandonaram a

verdade, esse sem d uvida e um belo in-

cent ivo para que voltem a Jeov a sem de-

mora. Eles t alvez estejam exaustos em

sent ido espiritual, e o caminho de volt a

pode parecer embarac¸ oso e dif ıcil. Mas

vale a pena — afinal, at e mesmo os c eus

se aleg ram quando algu em nessa situa-

c¸ ao volt a. — Luc. 15:7.

15 Como a ilust rac¸ ao do filho pr odi-

go pode nos ajudar? Devemos imit ar o

exemplo de Jeov a. Nunca devemos ser

‘justos demais’ e nos recusar a acolher

de volt a pecadores ar rependidos. Isso

s o nos prejudicaria espiritualmente. (Ecl.

7:16) Podemos aprender out ra lic¸ ao des-

sa ilust rac¸ ao. Algu em que deixa a cong re-

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15, 16. (a) Que lic¸ oes aprendemos da ilust ra-

c¸ ao de Jesus sobre o filho pr odigo? Cite alguns

exemplos. (b) Em sua opini ao, o que isso nos

ensina sobre Jeov a e Jesus?

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veja como essa ilustrac¸ ao pode se aplicar hoje

gac¸ ao deve ser visto como uma ovelha

perdida, n ao como um caso perdido. (Sal.

119:176) Se voc e encont rar algu em que se

afastou da cong regac¸ ao, o que acha de

bondosamente lhe oferecer ajuda pr at i-

ca, caso ele n ao esteja desassociado? De

qualquer forma, quer a pessoa esteja de-

sassociada, quer n ao, devemos sem de-

mora falar com os anci aos para que eles

tomem as medidas necess arias para aju-

d a-la. Se ag irmos assim, est aremos colo-

cando em pr at ica o que aprendemos da

ilust rac¸ ao do filho pr odigo.

16 Veja como alguns “filhos pr odigos”

expressaram sua g rat id ao pela miseric or-

dia de Jeov a e pelo amor e apoio da con-

g regac¸ ao. Um irm ao que ficou desasso-

ciado por 25 anos disse: “Desde que fui

readmit ido, minha aleg ria s o aumenta

porque agora estou em ‘ epocas de refri-

g erio’ da parte de Jeov a. (Atos 3:19) Todos

t em sido muito amorosos e me dado bas-

t ante apoio! Agora tenho uma maravilho-

sa fam ılia espiritual.” Uma irm a jovem

´

que ficou cinco anos afast ada de Jeov a

disse o seguinte depois de volt ar: “N ao

tenho palavras para descrever o que sen-

t i ao ver com meus pr oprios olhos o amor

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Alguns dos que s a o atra ı ´ dos a verdade

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tomar a o o lado de Jeov a

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(Veja os par agrafos 9-12.)

sobre o qual Jesus falou. Est ar na organi-

zac¸ ao de Jeov e algo que n ao tem prec¸ o!”

17 Que lic¸ oes aprendemos dessas t r es

ilust rac¸ oes? Primeiro, precisamos reco-

nhecer que n ao temos nenhum cont role

sobre o crescimento espiritual de um es-

tudante. Quem tem e Jeov a. Segundo, te-

mos de ser realist as; afinal, nem todos os

que se associam ou estudam conosco to-

mar ao posic¸ ao a favor da verdade. Tercei-

ro, embora alguns t alvez abandonem a

verdade e deixem de ser vir a Jeov a, n ao

devemos perder a esperanc¸ a de que vol-

tem. E se isso acontecer, vamos acolh e-

los da mesma forma que Jeov a os acolhe.

1 8 Que todos n os cont inuemos bus-

cando conhecimento, compreens ao e sa-

bedoria. Ao ler uma ilust rac¸ ao de Jesus,

pergunte-se: ‘O que ela sig nifica? Por que

ela foi reg ist rada na B ıblia? Como posso

p or em pr at ica o que aprendi? E o que

isso me ensina sobre Jeov a e Jesus?’ Isso

nos ajudar a a realmente compreender o

sig nificado das palavras de Jesus.

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17, 1 8. (a) Que lic¸ oes aprendemos das t r e s

ilust rac¸ oes consideradas neste art igo? (b) O que

devemos est ar deter minados a fazer?

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LEMBRA -SE?

LEMBRA -SE?

Leu com aten c¸ a o os n u meros recentes de A Sentinela?

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Veja se consegue responder a s seguintes perguntas:

˜

Um crist ao pode ser cremado?

Essa e uma decis ao pessoal.

Embora a B ıblia ´

´

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˜

n ao apresente

˜

nenhuma opini ao sobre essa

pr atica, e interessante notar que

o corpo do Rei Saul e o de seu f i-

´

´

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´

31:2, 8-13) — 15/6, p agina 7.

Como podemos ter cer teza de

´

que Deus n ao e respons avel pe-

las coisas ruins que acontecem?

˜

´

´

Deus e justo em todos os

´

seus caminhos, al em de f iel e

´

´

´

˜

´

— 1/7, p agina 4.

Que desafios algu em pode en-

frentar ao se mudar para outro

´

pa ıs ´ a fim de ser vir onde h a mais

necessidade?

´

Tr es desaf ios s ao: (1) acostumar-

se com um estilo de vida diferen- te; (2) lidar com a saudade de

ˆ

˜

casa; e (3) adaptar-se aos irm aos

˜

´

c¸ oados. — 15/7, p aginas 4-5.

Por que os irm aos de Jos e passa-

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´

ram a odi a-lo?

Um dos motivos foi que Jac o fa-

´

voreceu Jos e por lhe dar uma t u-

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nas 11-13.

´