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28/10/2015 A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO Acessar conta: E­mail ••••• Esqueceu a senha? CriarAprenda Hebraico Online Fale a Língua de Israel em 9 Meses. Inscreva­se Agora Mesmo! Sobre este autor(a) Genivaldo Oliveira Santos Filho Sou Graduado em Letras/Português pela Universidade Tiradentes ­ Unit ­ e Pós­graduado Lato Senso em Libras ­ Língua Brasileira de Sinais ­ pela Faculdade Pio Décimo. Proficiência em Libras Tradutor intérprete de Libras do Ensino Médio e Proficiência no Ensino Superior em Professor de Libras (8) artigos publicados Membro desde dezembro de 2009 Genivaldo Oliveira Santos Filho Rozilda Ramos dos Santos Oliveira RESUMO Neste artigo pretendeu­se mostrar a importância da comunicação para a educação do surdo, pois a visualização eficaz servirá de estimulo para sua aprendizagem e habilidade. Neste contexto sabe­se das varias dificuldades na aprendizagem escolar e familiar, basicamente encontram­se excluídos da educação formal e informal. Determinou­se para o estudo a pesquisa qualitativa, do tipo bibliográfico, baseado em teóricos a exemplo de: Ferraz, (1999), Ferreira, (2003), Capovilla, (2001). O artigo científico trata da comunicação visual. Objetivou­se mostrar a capacidade que o surdo tem de aprendizado num processo de comunicação pela visão. Superar a dificuldade que existe, buscando na comunicação um estimulo para reaver seu processo educativo, deve envolver a expressão pessoal de valores, sentimentos, relações, cognição e significações os quais trarão benefícios para escola e para a aprendizagem do surdo daí, a necessidade de dar características especiais ao trabalho educativo na escola e na sala de aula, tornando as atividades atrativas e comunicativas aos olhos do educando diante do contraste panorama visual das cores, imagens, linguagens e significações, visando estimular e motivar o interesse e a autonomia construindo recursos próprios para desenvolver a sua capacidade. O surdo apresenta defasagem na sua capacidade de conceituação, socialização, compreensão, e na aquisição da linguagem oral, utilizando­se da língua de sinais para se comunicar. Sua percepção de mundo é realizada pelo tato e principalmente pela visão. Diante da problemática que envolve os objetivos pedagógicos, a falta de referencias visual no seu cotidiano, a comunicação através da língua de sinais e a percepção do mundo pelo sentido da visão, evidencia­se a importância da comunicação visual, que veicula as mensagens para eles de forma dinâmica e interativa desde sua aceitação até os aspectos metodológicos que envolvem o seu ensino e aprendizagem. PALAVRAS­CHAVE Surdo, comunicação, aprendizagem, visualização. VISUAL COMMUNICATION IN EDUCATION OF THE DEAF ABSTRACT Facebook Web Artigos 55.685 curtidas Curtir Página Compartilhar Seja o primeiro de seus amigos a curtir isso. Mais comentados Mais lidos FAMÍLIA MATOS 6.2 Desenvolvimentos tecnológicos no comercio eletrônico Minimizacao de impactos ambientais atraves da reciclagem de garrafas pet em benevides no estado do para A importância da aprendizagem na vida do ser humano FAMÍLIA BARROS Revolução Industrial Seus Efeitos na Sociedade O que é o ceticismo. This article aims to show the importance of communication for the education of the deaf, because the Boneca da Xuxa em Sorocaba http://www.webartigos.com/artigos/a­comunicacao­visual­na­educacao­do­surdo/29977/ 1/12 " id="pdf-obj-0-4" src="pdf-obj-0-4.jpg">

A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO

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Artigos Educação A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO Publicado em 14 de dezembro de 2009
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Publicado em 14 de dezembro de 2009 em Educação
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A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO

28/10/2015 A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO Acessar conta: E­mail ••••• Esqueceu a senha? CriarAprenda Hebraico Online Fale a Língua de Israel em 9 Meses. Inscreva­se Agora Mesmo! Sobre este autor(a) Genivaldo Oliveira Santos Filho Sou Graduado em Letras/Português pela Universidade Tiradentes ­ Unit ­ e Pós­graduado Lato Senso em Libras ­ Língua Brasileira de Sinais ­ pela Faculdade Pio Décimo. Proficiência em Libras Tradutor intérprete de Libras do Ensino Médio e Proficiência no Ensino Superior em Professor de Libras (8) artigos publicados Membro desde dezembro de 2009 Genivaldo Oliveira Santos Filho Rozilda Ramos dos Santos Oliveira RESUMO Neste artigo pretendeu­se mostrar a importância da comunicação para a educação do surdo, pois a visualização eficaz servirá de estimulo para sua aprendizagem e habilidade. Neste contexto sabe­se das varias dificuldades na aprendizagem escolar e familiar, basicamente encontram­se excluídos da educação formal e informal. Determinou­se para o estudo a pesquisa qualitativa, do tipo bibliográfico, baseado em teóricos a exemplo de: Ferraz, (1999), Ferreira, (2003), Capovilla, (2001). O artigo científico trata da comunicação visual. Objetivou­se mostrar a capacidade que o surdo tem de aprendizado num processo de comunicação pela visão. Superar a dificuldade que existe, buscando na comunicação um estimulo para reaver seu processo educativo, deve envolver a expressão pessoal de valores, sentimentos, relações, cognição e significações os quais trarão benefícios para escola e para a aprendizagem do surdo daí, a necessidade de dar características especiais ao trabalho educativo na escola e na sala de aula, tornando as atividades atrativas e comunicativas aos olhos do educando diante do contraste panorama visual das cores, imagens, linguagens e significações, visando estimular e motivar o interesse e a autonomia construindo recursos próprios para desenvolver a sua capacidade. O surdo apresenta defasagem na sua capacidade de conceituação, socialização, compreensão, e na aquisição da linguagem oral, utilizando­se da língua de sinais para se comunicar. Sua percepção de mundo é realizada pelo tato e principalmente pela visão. Diante da problemática que envolve os objetivos pedagógicos, a falta de referencias visual no seu cotidiano, a comunicação através da língua de sinais e a percepção do mundo pelo sentido da visão, evidencia­se a importância da comunicação visual, que veicula as mensagens para eles de forma dinâmica e interativa desde sua aceitação até os aspectos metodológicos que envolvem o seu ensino e aprendizagem. PALAVRAS­CHAVE Surdo, comunicação, aprendizagem, visualização. VISUAL COMMUNICATION IN EDUCATION OF THE DEAF ABSTRACT Facebook Web Artigos 55.685 curtidas Curtir Página Compartilhar Seja o primeiro de seus amigos a curtir isso. Mais comentados Mais lidos FAMÍLIA MATOS 6.2 Desenvolvimentos tecnológicos no comercio eletrônico Minimizacao de impactos ambientais atraves da reciclagem de garrafas pet em benevides no estado do para A importância da aprendizagem na vida do ser humano FAMÍLIA BARROS Revolução Industrial Seus Efeitos na Sociedade O que é o ceticismo. This article aims to show the importance of communication for the education of the deaf, because the Boneca da Xuxa em Sorocaba http://www.webartigos.com/artigos/a­comunicacao­visual­na­educacao­do­surdo/29977/ 1/12 " id="pdf-obj-0-15" src="pdf-obj-0-15.jpg">

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Sou Graduado em Letras/Português pela Universidade Tiradentes ­ Unit ­ e Pós­graduado Lato Senso em Libras ­ Língua Brasileira de Sinais ­ pela Faculdade Pio Décimo. Proficiência em Libras Tradutor intérprete de Libras do Ensino Médio e Proficiência no Ensino Superior em Professor de Libras

Membro desde dezembro de 2009

Genivaldo Oliveira Santos Filho Rozilda Ramos dos Santos Oliveira RESUMO

Neste artigo pretendeu­se mostrar a importância da comunicação para a educação do surdo, pois a visualização eficaz servirá de estimulo para sua aprendizagem e habilidade. Neste contexto sabe­se das varias dificuldades na aprendizagem escolar e familiar, basicamente encontram­se excluídos da educação formal e informal. Determinou­se para o estudo a pesquisa qualitativa, do tipo bibliográfico, baseado em teóricos a exemplo de: Ferraz, (1999), Ferreira, (2003), Capovilla, (2001). O artigo científico trata da comunicação visual. Objetivou­se mostrar a capacidade que o surdo tem de aprendizado num processo de comunicação pela visão. Superar a dificuldade que existe, buscando na comunicação um estimulo para reaver seu processo educativo, deve envolver a expressão pessoal de valores, sentimentos, relações, cognição e significações os quais trarão benefícios para escola e para a aprendizagem do surdo daí, a necessidade de dar características especiais ao trabalho educativo na escola e na sala de aula, tornando as atividades atrativas e comunicativas aos olhos do educando diante do contraste panorama visual das cores, imagens, linguagens e significações, visando estimular e motivar o interesse e a autonomia construindo recursos próprios para desenvolver a sua capacidade. O surdo apresenta defasagem na sua capacidade de conceituação, socialização, compreensão, e na aquisição da linguagem oral, utilizando­se da língua de sinais para se comunicar. Sua percepção de mundo é realizada pelo tato e principalmente pela visão. Diante da problemática que envolve os objetivos pedagógicos, a falta de referencias visual no seu cotidiano, a comunicação através da língua de sinais e a percepção do mundo pelo sentido da visão, evidencia­se a importância da comunicação visual, que veicula as mensagens para eles de forma dinâmica e interativa desde sua aceitação até os aspectos metodológicos que envolvem o seu ensino e aprendizagem.

PALAVRAS­CHAVE

Surdo, comunicação, aprendizagem, visualização. VISUAL COMMUNICATION IN EDUCATION OF THE DEAF

ABSTRACT

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This article aims to show the importance of communication for the education of the deaf, because the

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A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO

vehicle will display effective stimulus for learning and skill. In this context it is known from several learning disabilities and family, basically are excluded from formal and informal education. It was determined to study the qualitative research, like literature, based on a theoretical example: Ferraz, (1999), Ferreira (2003), Capovilla, (2001). The paper deals with visual communication. Aimed to show the ability of the deaf have to learn a process of communication by sight. Overcoming the difficulty of seeking communication a stimulus to get her education process must involve the expression of personal values, feelings, relationships, cognition and meanings which bring benefits to school and learning of deaf hence the need to special features to educational work in school and in the classroom, making the attractive and communicative activities in the eyes of the student before the contrast visual content of colors, images, languages and meanings, to stimulate and enhance the interest and independence by building their own resources to develop capacity. The deaf has lag in their ability to conceptualization, socialization, understanding, and the acquisition of oral language, using sign language to communicate. His perception of the world is held mainly by touch and by sight. Regarding the problem that involves teaching objectives, the lack of visual references in their daily life, communication through sign language and perception of the world by the sense of sight, highlights the importance of visual communication, which conveys messages to them to dynamic and interactive from its inception to the methodological issues surrounding the teaching and learning.

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KEY WORDS

Deaf, communication, learning, visualization.

28/10/2015 A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DO SURDO vehicle will display effective stimulus for learning andO QUE É O LAZER A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DA GEOGRAFIA Informativo Webartigos.com Receba novidades do webartigos.com em seu e­mail. Cadastre­se abaixo: Nome: E­mail: KEY WORDS Deaf, communication, learning, visualization. INTRODUÇÃO A comunicação visual abrange um universo amplo de modos de expressão que envolve as artes visuais: pintura escultura, desenho, gravuras, desenho industrial, incluímos a arte gráficas, cinema, fotografia, televisão, vídeo, computação, que resultam dos avanços tecnológicos e das transformações estéticas da modernidade. Representam, portanto, uma nova forma onde a criança se expressa, comunica­se e atribui­se sentido às sensações, pensamentos e sentimentos. As artes visuais foram entendidas como passa­tempo, conotações decorativas e também reforço de aprendizagem de vários conteúdos. Tal concepção implica a consideração da arte como elemento articulador na formação da pessoa com deficiência, que carregam consigo os fatores biológicos, sociais e culturais, psíquicos e o histórico. Assume­se, com essa visão da arte o sujeito participante de uma realidade contextualizada, onde esta pode ser elemento importante na sua constituição, interação e formação do ser humano. (BUENO 200, p19). Neste contexto a comunicação visual na área da deficiência, assume o papel de atividade prazerosa, uma visão enfatizadora considerada unicamente como um meio de inclusão, desconsiderando­se a possibilidade, e a sua potencialidade, de ser um instrumento importante na construção do conhecimento da pessoa deficiente. O foco principal destas abordagens estará nas possibilidades da produção artística e na importância da arte nas possibilidades da produção artística e na importância da arte visual como linguagem e na sua relação dialógica. Diante do exposto, os professores que têm, em sua classe alunos surdos, devem estar atentos para se expressarem de modo claro, pronunciado as palavras de modo bem articulador, mantendo seu rosto e principalmente a boca, dentro do campo de visibilidade do aluno surdo. Os gestos dos professores podem também contribuir para a melhor compreensão, por parte dos alunos, dos assuntos que estão sendo desenvolvidos, ou das atividades propostas. 1. A EDUCAÇÃO ESPECIAL COM ÊNFASE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DOS SURDOS Por não frequentarem as escolas, os surdos, no passado eram considerados incapazes de aprenderem. Também por não falarem eram excluídas da sociedade. Assim, privadas de seus direitos básicos, ficavam com a própria sobrevivência comprometida. No final do século XV podemos relatar que não havia escolas especializadas para surdos, como também pessoas ouvintes tentaram ensinar aos surdos. Giralamo Cardamo, um italiano que utilizava sinais e linguagem escrita, e Pedro Ponce de Leon, um monge beneditino espanhol que utilizava, além de sinais, treinamento da voz e leitura dos lábios foram um dos principais professores que participaram da educação dos surdos. Nos séculos seguintes alguns professores dedicaram­se à educação dos surdos. Como Ivan Pablo Bonet (Espanha), Abbé Charles Michel de I'Epée (França), Samuel Heinicke e Moritz Hill (Alemanha), Alexandre Gran Bell (Canadá e EUA), Ovide Decroly (Bélgica). Esses professores, uns acreditavam que o ensino deveria priorizar a língua falada (Método Oral Puro) e outros que utilizavam a língua de sinais ­ já conhecida http://www.webartigos.com/artigos/a­comunicacao­visual­na­educacao­do­surdo/29977/ 2/12 " id="pdf-obj-1-28" src="pdf-obj-1-28.jpg">

INTRODUÇÃO

A comunicação visual abrange um universo amplo de modos de expressão que envolve as artes visuais:

pintura escultura, desenho, gravuras, desenho industrial, incluímos a arte gráficas, cinema, fotografia, televisão, vídeo, computação, que resultam dos avanços tecnológicos e das transformações estéticas da modernidade. Representam, portanto, uma nova forma onde a criança se expressa, comunica­se e atribui­se sentido às sensações, pensamentos e sentimentos. As artes visuais foram entendidas como passa­tempo, conotações decorativas e também reforço de aprendizagem de vários conteúdos.

Tal concepção implica a consideração da arte como elemento articulador na formação da pessoa com deficiência, que carregam consigo os fatores biológicos, sociais e culturais, psíquicos e o histórico. Assume­se, com essa visão da arte o sujeito participante de uma realidade contextualizada, onde esta pode ser elemento importante na sua constituição, interação e formação do ser humano. (BUENO 200, p19).

Neste contexto a comunicação visual na área da deficiência, assume o papel de atividade prazerosa, uma visão enfatizadora considerada unicamente como um meio de inclusão, desconsiderando­se a possibilidade, e a sua potencialidade, de ser um instrumento importante na construção do conhecimento da pessoa deficiente.

O foco principal destas abordagens estará nas possibilidades da produção artística e na importância da arte nas possibilidades da produção artística e na importância da arte visual como linguagem e na sua relação dialógica.

Diante do exposto, os professores que têm, em sua classe alunos surdos, devem estar atentos para se expressarem de modo claro, pronunciado as palavras de modo bem articulador, mantendo seu rosto e principalmente a boca, dentro do campo de visibilidade do aluno surdo. Os gestos dos professores podem também contribuir para a melhor compreensão, por parte dos alunos, dos assuntos que estão sendo desenvolvidos, ou das atividades propostas.

1. A EDUCAÇÃO ESPECIAL COM ÊNFASE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DOS SURDOS

Por não frequentarem as escolas, os surdos, no passado eram considerados incapazes de aprenderem. Também por não falarem eram excluídas da sociedade. Assim, privadas de seus direitos básicos, ficavam com a própria sobrevivência comprometida.

No final do século XV podemos relatar que não havia escolas especializadas para surdos, como também pessoas ouvintes tentaram ensinar aos surdos. Giralamo Cardamo, um italiano que utilizava sinais e linguagem escrita, e Pedro Ponce de Leon, um monge beneditino espanhol que utilizava, além de sinais, treinamento da voz e leitura dos lábios foram um dos principais professores que participaram da educação dos surdos.

Nos séculos seguintes alguns professores dedicaram­se à educação dos surdos. Como Ivan Pablo Bonet (Espanha), Abbé Charles Michel de I'Epée (França), Samuel Heinicke e Moritz Hill (Alemanha), Alexandre Gran Bell (Canadá e EUA), Ovide Decroly (Bélgica). Esses professores, uns acreditavam que o ensino deveria priorizar a língua falada (Método Oral Puro) e outros que utilizavam a língua de sinais ­ já conhecida

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pelos alunos ­ e o ensino da fala (Método Combinado); Em 1857 o professor francês Hernest Huet (surdo e partidário de I'Epée, que usava o Método Combinado)

foi convidado por D. Pedro II para vim ao Brasil, no intuito de fundar a primeira escola para atendimentos 1 para os surdos do Brasil tendo com nome Imperial Instituto de Surdos Mudos, que foi mudado e hoje é o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), mantido pelo governo federal.

Mesmo que em 1880, no Congresso Mundial de Professores de Surdos (Milão ­ Itália), chegou­se à conclusão de que todos os surdos deveriam ser ensinados pelo Método Oral Puro. Um pouco antes Mas a partir de da chegada desse professor surdo, os surdos brasileiros conseguirem através dessa escola especializada a investirem na educação e lutaram para terem a oportunidade de criarem a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), misturada com a Língua de Sinais Francesa com os sistemas de comunicação já usados pelos surdos das mais diversas localidades.

A. J. de Moura e Silva, um professor do INES, viajou para o Instituto Francês de Surdos (1896), e solicitou ao governo brasileiro que avaliasse a proposta realizado no Congresso de Milão e concluiu­se que o Método Oral Puro não se prestava para todos os surdos.

No Século XX começou a mudar a situação, pois aumentou o número de escolas para surdos em todo o mundo. No Brasil, surgiram o Instituto Santa Terezinha para meninas surdas (SP), a Escola Concórdia (Porto Alegre ­ RS), a Escola de Surdos de Vitória, o Centro de Audição e Linguagem "Ludovico Pavoni" ­ CEAL/LP ­ em Brasília­DF.

O primeiro estado brasileiro foi São Paulo que me preocupou em atender os alunos espaciais, sendo criado ma Escola de anormais, que funcionou de forma inteligente a partir de 1930, de acordo com as diretrizes administrativas e educacionais dos vários governantes, apresentando flagrante descontinuidade em seu funcionamento. Mesmo não sendo apoiado, o projeto de Carvalho Neto passou a ser referência nacional subsidiando iniciativas espalhadas por todo o Brasil.

Da década de 20 até inicio dos anos 60 não havia em Sergipe, nenhuma instituição voltada para a clientela especial. Na época quando se comentava em atender as necessidades públicas davam prioridades a vacinação, saneamento, acidentes, desinfecção e assistências médicas, educação, porém, ficava para um plano posterior. Neste sentido os deficientes eram excluídos, por serem considerados doente e anormais, com direito somente a assistências médicas, educação, porém, ficava para um plano posterior.

O desinteresse e as crenças populares geraram medo e repugnância, depois caridade assistencialista e posteriormente sombras de preocupação com a cidade na dignidade e qualidade de vida do surdo. A constituição de 1824 priva de direitos políticos os incapacitados físicos e mentais. A de 1946 prevê que cada sistema de ensino terá obrigatoriamente serviços de assistência escolar. Já em 1967 a Lei especial declara que disporá sobre a maternidade, à infância, adolescência, e sobre a educação de excepcionais.

Sergipe tenta dar alguns passos, mas ainda há resistência em se aceitar a matricula das pessoas com algumas deficiências junto aos demais alunos. No ano de 1962 surge o Centro de Reabilitação Ninota Garcia, o qual da ênfase a atuação da Educação Especial, sendo o pioneiro nessa área de atuação no estado.

Em 1977, foi instalada a escola de 1º Grau 11 de Agosto, para atender alunos com dificuldade de aprendizagem no ensino regular, com salas equipadas com recursos especiais para atender as jovens surdas e com problemas de fala. A formação para os professores foi dada através de cursos esporádicos que eram, cada vez mais, fundamentados com a prática.

Embora lentamente, as transformações aconteceram aos poucos nos deficientes foram sendo incluídos no mundo social. A década de 80 foi marcada por fatos significativos para educação especial, fatores esses que efetuaram em 1981, ano internacionais do deficiente. Nessa mesma década, é criado o Centro de Educação Especial João Cardoso Nascimento Júnior, oferecendo atendimento específico ás crianças especiais.

Década de 90 é marcada pelo surgimento de diversas instituições que passam a trabalhar com a Educação Especial, como a Associação dos Surdos de Sergipe, criada em 1991, Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos de Sergipe (APADA­SE), Centro Educacional Jacques Lusseyram em 1995, Associação de Pais e Amigos de Pessoas Portadoras de Deficiência dos Funcionários do Banco do Brasil (APABB). Também neste mesmo ano foi criado o Centro de Referência, na cidade de Aracaju ? SE. Conforme Souza (200, p.103),

A criação do Centro de Referência se deu devido no Centro de Educação Especial não haver equipe médica para todas as áreas, o que contribuía para emissão de diagnósticos pouco preciso. Devido seu trabalho ser voltado para o social o Centro de Referência tem a preocupação com a inclusão das crianças no ensino regular.

No município de Aracaju, o trabalho na área de Educação Especial teve inicio em 1991, e sua principal preocupação era a capacitação do profissional, com o intuito de eliminar a segregação dos alunos

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deficientes. Para muitos estudiosos, os alunos com necessidades especiais precisam se envolver com outras crianças para obterem um melhor aproveitamento escolar. Em classes especiais, ou seja, classes separadas, eles são isolados da sociedade, perdendo a oportunidade de demonstrar suas habilidades e potencialidades. Ocorrendo na verdade, uma reprodução da segregação prática na verdade, uma social e comunitário.

Em 1995, com o Projeto de Atendimento ao Deficiente Auditivo teve atuação nas escolas. No inicio o atendimento era basicamente de estimulação precoce com deficientes da pré­escola. Atualmente o trabalho já esta sendo inserido no ensino fundamental, necessitando ser ampliado.

Educação todos os alunos juntos, as pessoas com deficiências têm oportunidades de prepararem­se para a vida na comunidade, os professores melhoram suas habilidades profissionais e a sociedade toma a decisão consciente de funcionar de acordo com o valor social da igualdade para todas as pessoas, com os conseqüentes resultados de melhoria da paz social.

A inclusão do deficiente no mercado de trabalho tem sido feita através de contatos com empresas grandes do estado como GBarbosa, SENAI, SENAC, ONGS e micro­empresas na esperança de que sejam solicitados serviços de alunos especiais. Com referências as escolas particulares que temos aqui em Sergipe: Escola "Caminho do Saber", a Escola Instituto pedagógico de Apoio Especial de Sergipe (IPAESE), entre outros, direcionados ao trabalho de inclusão dos alunos deficientes.

Sem esquecer que essa etapa de inclusão veio através do surgimento da educação especial, com isso temos as filosofias educacionais, oralismo, comunicação e bilingüismo sendo a última bem aceita, pois é através do bilingüismo que os surdos tem adequados nesta inclusão. Será que a inclusão será uma boa idéia?

2. ENFOQUE DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

Diversas literaturas especializadas fazem suas recomendações sobre a intervenção pedagógica na escola. Vale lembrar, que a historia da intervenção pedagógica na escola pública Aquino Brasil é bastante recente, teve seu inicio na década de 70, baseou­se durante longo tempo nos instrumentos criados e utilizados pelo marco único, havendo uma mudança para trabalho de saúde mental para a escola, desligando­se assim, das características próprias da instituição escolar.

A pedagogia na escola atua no Trabalho da busca de melhoria de qualidade na construção de aprendizagem de alunos e educadores, levando o aluno e professor ao mesmo nível de autonomia na busca de conhecer e dando possibilidade de uma postura critica diante da escola da sociedade que representa.

O aluno Surdo apresenta dificuldades e limitações, isso requer do trabalho pedagógico um atendimento que respeita seu ritmo e propicie­lhe estimulação adequada para o desenvolvimento de suas habilidades. O assessoramento pedagógico em colaboração com o professor e de fundamental importância para modificar as atitudes dos alunos e cria programas de acordo com as necessidades especiais dos surdos.

Consideramos o aluno como um sujeito que elabora o seu conhecimento e a sua evolução pessoal a partir da atribuição de um sentido próprio e genuíno às situações que vivem e com quais aprende (BASSEDOS, 1996, p. 32).

A freqüência do surdo na escola fará com que adquira progressivamente, conhecimento, complexos, que serão exigidos da sociedade, cuja base é indispensável para a formação de qualquer individuo. Dessa forma a escola deve adotar uma proposta curricular, que se baseie na interação sujeito objeto envolvendo o desenvolvimento do aluno surdo desde seu inicio.

Para os alunos especiais, o ensino deve ocorrer de forma sistemática e organizada, não deve ser teórico nem metódico, deve acontecer de forma agradável, despertando o interesse do aluno. O trabalho lúdico atrai muito o aluno na infância, pois permite o desenvolvimento integral da pessoa com deficiência através da estimulação em diferentes áreas.

A finalidade básica do trabalho pedagógico consiste em ajudar a promover mudanças diante de problemas que a escola coloca (indivíduos de grupo ou meto lógicos), também melhorar as condições, os recursos e o ensino, realizado a tarefa preventiva que deve a uma diminuição dos problemas enfrentados na escola como nos mesmo.

O atendimento ao aluno especial deve ser realizado de forma gradual, levando em conta que este aluno não consegue observar muitas informações. No entanto, estas informações não devem ser apresentadas ao aluno isoladamente ou mecanicamente, para que aprendizagem ocorra com facilidade, através de momentos prazerosos.

É importante que o pedagogo (a), procure junto com a professora o desenvolvimento da aprendizagem nas situações do dia­a­dia dos alunos, respeitando a evolução gradativa da sua aprendizagem. Consideramos o aluno como um sujeito que elabora o seu conhecimento e a sua evolução pessoal a partir da atribuição de um sentido próprio e genuíno as situações que vivem e com os quais aprendi.

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Neste processo de reconhecimento, é importante e necessário levar em consideração o contexto externo do aluno, sua capacidade de autonomia, reflexão e da interação com os outros indivíduos da comunidade escolar: mesmo por que. O aluno esta inserido em dois sistemas diferenciados: a escola e a família. E sua relação em cada sistema torna­se muito importante. Dependendo da visão que cada sistema tiver do surdo será definido o papel que desempenhará em casa ou na escola.

Diante desta observação, conforme (BASSEDAS, 1996. p.32), será revelado se o aluno apresenta ou não dificuldades grau de adaptação, a realidade destes dois sistemas fará com que o aluno seja considerado diferente, estranho ou com dificuldades.

O processo formal da educação consiste em repassar conceito ao aluno sem levá­lo a vivência e este é seu ponto falho, pois para internalizar o conhecimento não basto decorar conceito e sim próprias idéias. Devemos ver o aluno de forma global e educá­lo não trabalhar somente a mente e sim o global, abrangendo todos os aspectos, interagindo com o meio, mantendo contado direto com o universo de objetivos e situações, que o cercam podendo assim efetivar suas construções sobre a realidade.

  • 3. A CRIANÇA SURDA EM FAMÍLIA

O papel da família especialmente dos pais, na vida do surdo é de fundamental importância, pois contribui para que o desenvolvimento dele tenha sucesso.

Os pais têm a obrigação de compartilhar as dores e as carências de seu filho com seus familiares, amigos, conhecidos, membros da comunidade entre outras, em conversas casuais, debates e até mesmo apresentações formais. A criança deve ser criada num ambiente saudável, onde haja a comunicação verbal, e que seja valorizada a respeitada, mesmo com sua diferença. O lar é o lugar onde tudo se inicia na vida do surdo, porém sem super proteção, pois pode prejudicar e influenciar de forma negativa no seu desenvolvimento. (STAINBACK, 2002 p. 147)

Diante da situação, a família deve ser orientada e motivada a colaborar e participar do programa educacional, procurando uma interação maior ao surdo. Também é importante que a família incentive a prática de tudo que a criança assimila.

Inúmeros são os fatores que intervém na aceitação da surdez, e se revelam de diversas maneiras, desde a descoberta da deficiência, perseverando durante toda a vida. Por isso, é fundamental a família buscar informações, aconselhamentos, devendo considerar, sobretudo a natureza da informação, com o propósito de orientar o surdo sobre a natureza e a extensão da deficiência, quanto aos recursos e serviços existentes para a assistência tratamento e educação, e em relação ao futuro que se reserva ao surdo.

A informação somente intelectual é notoriamente insuficiente, mesmo porque sentimentos das pessoas têm mais valor que seus intelectos. Portanto, ajudar os familiares requer informações adequadas que permitem aliviar a ansiedade e diminuir as dúvidas.

Os conselhos educacionais devem se preocupar com os temores e ansiedades, sentimentos de culpa e vergonha, das famílias a deficientes, devendo reduzir a vulnerabilidade emocionais e as tensões sofridas, aumentando a capacidade de tolerância. É também papel da família planejar oportunidades para ajudar o individuo a se desenvolver, em casa nos trabalhos diários e nos trabalhos feitos da escola, agindo com naturalidade. É aconselhável também a família ao se comunicar com a criança olhar no rosto dela para que possa entender através da linguagem labial, a conversa do contrário, aprender a "Linguagem de Sinais" para facilitar a relação no ambiente familiar.

A educação do aluno surdo começa no lar e prosseguir na escola. Para isso é importante para os alunos pais e professores estarem atentos na comunicação de informações tanto em situações estruturadas quanto de ocorrências natural, no sentido de torná­la uma pessoa consciente dos seus deveres e direitos, igual a qualquer outro cidadão. Aos alunos surdos podem viver socialmente iguais as outras normais, embora haja entre eles maior tendência a forma grupos sociais com pessoas de sua própria classe o que é comum entre outros tipos de definições.

Na escola, os estudantes têm a responsabilidade de considerar a educação de maneira seria e consciente, estimulando o surdo a desenvolver todas as suas potencialidades harmoniosamente, pois este é um trabalho que deve ser em conjunto, educadores e pais. Portanto, segundo a Federação nacional de Educação e Integração dos Surdos "é necessário que os pais e a família acreditem na potencialidade de seus filhos. A educação deles depende de vocês pais, também estimule­os sempre, ame­os respeite­os e aceite­os como são". (FENEIS, 1995, p.6).

A pessoa, seja ela diferente ou não, precisa desenvolver sua auto­estima, sentir­se segura e protegida num mundo físico e emocional aprendendo a conviver com os outros e interpretar por si suas capacidades e limitações.

  • 4. A CARACTERIZAÇÃO DA PRÁTICA DE ENSINO

A prática da educação visual deve partir de uma proposta educacional que leve em consideração o modo

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em que o aluno transforma os seus conhecimentos em arte e o modo de aprendizagem, criação e desenvolvimento que vivenciam no seu dia­a­dia na sala de aula. Por outro lado a escola é uma instituição que através de suas estratégias o aluno vai adquirir conhecimento o que pode ser considerado como garantia de sua colocação na prática.

Nesse sentido a comunicação visual na escola, leva o Surdo a criar a sua própria identidade visual como também a descobrir e interagir no seu universo, trazendo assim benefícios e promovendo a conscientização do aluno, enriquecendo seu vocábulo visual e gráfico, dando expressão à imaginação criadora e ao saber. No entanto, numa perspectiva mais ampla, a arte como um todo desenvolvimento o seu aspecto cognitivo, sensório­motor e afetivo, permitindo num contado com o mundo interior, a comunicação com o outro.

Todos nós conhecemos o ato comunicativo, que existe um emissor ou remetente, no caso da escrita, que envia uma mensagem a um receptor ou destinatário, mas consideramos que o papel do emissor e do receptor não só é receber a mensagem, vai, além disso. O emissor transmitindo uma mensagem ocorrerá que o receptor possa estar apto para produzir uma resposta. Vamos levar em consideração ao irmos ao toalete vemos que existe uma sigla que identifique o gênero.

A visualização tem que ser atraentes para que o surdo possa entendê­lo, pois a comunicação visual do surdo é também realizada pela língua materna deles.

A comunicação humana se desenvolve em diversos campos de diferentes naturezas. Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos.

Quando perguntamos o que significa "comunicação"? Ficamos pensativos. Segundo o dicionário: "ato, efeito ou meio de comunicar; participação; aviso; informação; convivência; trato; lugar de passagem de um ponto para outro; comunhão (de bens); atribuição mútua das propriedades da natureza divina à natureza humana de Cristo". Também a "educação", pois abrange uma tonalidade de grande prazer e dedicação, porque educação vai além de simplesmente educar.

Educação e comunicação são componentes inseparáveis e também únicos em um processo. A comunicação é dimensão coletiva de massa da educação. Nela encontra subsídio necessário para compreender o mundo, seria propriamente a expressão sistematizada, coerente, criativa, complementar e desenvolve um espírito ideológico no individuo expressando seu nível de consciência seu avanço organizativo e suas lutas.

Para Hernandez (1994), a arte na educação para a compreensão tem como finalidade de evidenciar a trajetória percorrida pelos olhares em torno das representações visuais das diferentes culturais para confrontar criticamente os estudantes com elas.

Desse modo, os estudantes estão sendo expostos não só aos conhecimentos formal conceitual e práticos em relação às artes, mas também como parte da cultura visual de diferentes critica, ou seja, as estratégias capazes de contribuir para criatividade para o pleno desenvolvimento individual de cada um, inclusive todos esses valores na educação inclusiva. Conforme FUSARI E FERRAZ (1993, p.17)

(...)

somente com a expressividade individual, com técnicas mostrando­se, por outro lado, insuficiente, no

aprofundamento do conhecimento da arte, de sua história e das linguagens artísticas propriamente dita. Já a Arte Educação vem se aprendendo como um movimento em busca de novas metodologias de ensino a aprendizagem de arte nas escolas.

Portanto, se faz necessário, o professor trabalhar métodos que sejam suficientemente flexíveis, permitindo o cada aluno surdo ou não a oportunidade de se desvia da atividade do grupo. \essa prática de ensino requer uma coerência de princípios, forma e conteúdos.

A prática inclusiva ensina os alunos ditos normais a aceitarem as pessoas diferentes, com valores e direitos iguais, proporcionarem a estes alunos a oportunidade e habilidades para participarem da nova sociedade que está surgindo.

Por serem surdos indivíduo de linguagem gestual, se faz necessário uma comunicação, eficiente para o seu desenvolvimento. Porém, se torna possível, quando a escola proporcionar a esse aluno um ambiente escolar com recursos necessários e professores capacitados.

5. LÍNGUA MATERNA COMO PRINCIPAL MEIO DE COMUNICAÇÃO

A voz dos surdos são as mãos e os corpos que pensam, sonham e expressam. As línguas de sinais envolvem movimentos que podem parecer sem sentido para muitos, mas que significam a possibilidade de organizar as idéias, estruturar o pensamento e manifestar o significado da vida dos surdos. Pensar sobre a Surdez requer penetrar no "mundo" dos surdos e ouvir as mãos que com alguns movimentos nos dizem o que fazer para tornar possível o contato entre os mundos envolvidos. Permita­se a "ouvir" estas mãos. Somente assim será possível mostrar aos surdos como eles podem "ouvir" o silêncio da palavra. (RONICE QUADROS, 2004, p.56).

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O processo educacional ocorre mediante interação lingüística e deve ocorrer, portanto, na Libras. Se a criança chega à escola sem linguagem, é fundamental que o trabalho seja direcionado para a retomada do processo de aquisição da linguagem através de uma língua visual­espacial.

A partir dos vários estudos sobre o estatuto de diferentes línguas de sinais e seu processo de aquisição evidencia­se o fracasso da aquisição do português por alunos surdos, muitos autores passaram a investigar o processo de aquisição por alunos surdos de uma língua escrita que representa a modalidade oral­auditiva.

Todo deficiente tem seus meios de comunicação, o surdo usa a Língua Brasileira de Sinais ­ Libras. A língua é um sistema de signos usado por uma comunidade lingüística em comum, concreta, apresenta forma e significado, expressão lingüística com finalidade de trocas sociais e culturais. A Língua Brasileira de Sinais sendo utilizada pelas comunidades surdas, são as línguas naturais, reconhecidas pela lingüística. Como Ferreira Brito diz: "a língua é um dos mais importantes veículos da comunicação e de identidade do indivíduo com sua cultura, seu meio, enfim, de inter­relação com a comunidade a que pertencem". (Ferreira Brito ? 1990, p.91)

A Língua Brasileira de Sinais foi primeira reconhecida por alguns estados Brasileiros, e só em Abril de 2002 teve seu reconhecimento, sancionada por Fernando Henrique Cardoso, como mais uma Língua oficial (LEI N ° 10.436, de 24 abril de 2002).

Na questão sobre a modalidade da língua, a língua portuguesa é a primeira língua das crianças ouvintes e deverá ser ensinada de forma diferente para crianças surdas que adquiram como segunda língua. A identificação dos problemas envolvia, o exame do texto como um todo e da ocorrência da atividade na sala de aula.

Na análise preliminar dos textos recolhidos, diversos desvios de regras de construção do português puderam ser notados: uso inadequado, omissão de preposições; terminação verbal não­correspondente à pessoa do verbo; inconsistência de tempo e modo verbal (sobretudo alternância inadequada de).

Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), a educação em artes visuais requer trabalho continuamente informado sobre os conteúdos e experiências relacionadas aos materiais, às técnicas e às formas visuais de diversos momentos da história, inclusive contemporâneos. Para tanto, a escola deve colaborar para que os alunos passem por um conjunto amplo de experiências, de aprender e criar, articulando percepção, imaginação, sensibilidade, conhecimento e produção pessoal e grupal.

O arte ­ educador e pesquisador norte americano escreveu que, o ensino se torna mais abrangente quando utiliza representações visuais, pois elas permitem a aprendizagem de tudo o que os textos escritos não conseguem revelar. Para criar é formar, é poder das formas ao novo a experimentação pessoal, educativo e profissional.

Nesse sentido, o uso das linguagens da arte por Surdos promove a sua inclusão na comunidade e na vida. Mas, por isso, é preciso que cada um de nós conheça as diferenças, perguntando sobre nelas para então, propor caminhos de diálogos mais atentos e sensíveis a todas as possibilidades.

Por isso a capacidade de comunicação entre se comunicar com outras pessoas é muito importante, pois nos leva a fazê­los de maneiras diferentes, porém com os mesmo sentidos nos levamos a concorda com a definição do autor que diz: "A comunicação é uma via de duas mãos. Trata­se de um processo de compartilhar e são necessária duas pessoas, uma dando e outra recebendo". (ATALK, 1995 p.20).

Explorar qualquer forma de comunicação visual com a criança é muito importante e em todos os estágios do desenvolvimento, pois através das atividades a criança Surda está sendo estimulada a buscar diversas formas de prática a arte com a capacidade e liberdade pessoal.

O professor deve estar sempre observando o acompanhando atentamente a criança enquanto ela estiver trabalhando, oferecendo facilidades e providenciando os materiais adequados às suas necessidades dessa forma estará ajudando­a na realização de grande parte do aprendizado.

Para os deficientes em geral, sobrevivem no Brasil e no mundo eles vêm sofrendo discriminações cruéis, hoje continuam por parte dos nossos governantes e da sociedade que fazem de conta estarem preocupados, mas ao mesmo tempo não tomam conhecimento nem se envolvem com a situação deles.

Proporcionar ao portador de deficiência a promoção de suas capacidades envolve o desenvolvimento pleno de sua personalidade, a participação ativa na vida social e no mundo do trabalho, são objetivos principais da educação especial e assim como o desenvolvimento bio ? psíquico ­ social, proporcionando aprendizagens que conduzem a criança portadora de necessidade especial maior autonomia, levando em conta suas potencialidades e limitações e permitindo que ela manifeste sua espontaneidade e suas diferenças não na tornando um ser inferior ou menos capaz. Mas apenas diferente como todo ser humano.

A comunicação visual sendo trabalhada com as crianças surdas na escola de acordo com seus princípios dera grandes resultados. Terá que extrapolar muros, permitindo a participação de todos e o envolvimento da comunidade. Porém tem que ser ressaltado a visão crítica e criativa da escola que vai possibilitar a

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participação interdisciplinar e multidisciplinar, tendo cuidado para que programas educacionais não sejam desenvolvidos com base em situações abstratas e ainda buscar na comunidade as alternativas de soluções. Acreditamos que os tempos tenham mudado afim de que uma boa educação significa bem mais que simplesmente aprender a ler e a escrever.

O que procuramos para os alunos Surdos são programas com substancia que facilitem seu acesso a grande parte da cultura brasileira. Os portadores de necessidades especiais devem receber o apoio continuo desde a ajuda mínima nas classes comuns até aplicação de programas suplementares de apoio pedagógico na escola, ampliando­os quando necessário, para receber a ajuda de professores especializados do pessoal de apoio de externo.

O principal objetivo da inclusão é melhor a instrução e longe de ser uma disciplina marginal destinada a encontra metodologias para escolarizar um grupo mínimo de alunos, num quadro escolar tradicional, a inclusão constrói os fundamentos de uma abordagem que poderá conduzir à transformação do próprio sistema.

Os conhecimentos e aptidões requeridas são basicamente os mesmo de uma boa pedagogia, ou seja, a capacidade de avaliar as necessidades especiais, adaptar os conteúdos do programa de estudos, recorrerem à ajuda da tecnologia, de individualizar os procedimentos pedagógicos para atender a um maior número de aplicações.

Conforme STAINBACK e STAINBACK, (1988), sem dúvida a razão mais importante para o ensino inclusivo é o valor social da igualdade. Ensinamos os alunos através de exemplos de que, apenas das diferenças, todos nos tempos direitos iguais. Em contraste com as experiências passadas de segregação, a inclusão reforça a prática da idéia de que as diferenças são aceitas e respeitadas. Precisamos de escolas que promovem aceitação social ampla, paz e cooperação. Para os surdos a inclusão é necessária, pois quanto mais às crianças interagem com situações mais ela adquire conhecimento.

O ser humano tem lutado para as novas tecnologias e um dos instrumentos é o computador, pois está cada vez mais próximo o que é possível, através de sistemas computacionais que a Ciência da Computação proporciona. Pode­se, portanto, projetar soluções a fim de solucionar problemas que o homem não havia conseguido resolver utilizando os recursos que dispunha de forma convencional, ou seja, manual.

Segundo FERNANDO (natureza e destino de Sign Writing) "Sign Writing é um sistema de escrita visual direta de sinais. Ele é capaz de transcrever as propriedades sublexicais das línguas de Sinais", (1998, p.56) pode­se notar que dessa forma de escrita poderá os surdos ter um meio de comunicação e também facilitará os professores e outro a se adequarem esse processo em CD­ROM será distribuído a todos e será bem utilizado.

Como um fragmento visual Libras ­ Língua Brasileira de Sinais ? gera para os surdos uma necessidade de comunicação, e é através dessa língua eles encontram a porta para a comunicação. Utilizando o corpo e o espaça expressa emoção, amor, carinho e também através dela (LIBRAS) que fala de esporte, teatro, cultura propriamente e namoro como também casamento.

Art. 1° É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais ­ Libras e outros recursos de expressão a ela associados.

Parágrafo único. Entende­se como Língua Brasileira de Sinais ­ Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual­motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

Não podemos esquecer­nos desta Lei 10.436 que relata LIBRAS tem sua forma de expressão e comunicação, contém um sistema lingüístico de natureza visual­motora, isso reafirmar a condição que os surdos impõem a uma sociedade que por serem conhecedores querem exigir cidadania.

Considerando que comunidades surdas historicamente constituídas desenvolvem sistemas lingüísticos não orais, dos quais se valem na significação do mundo, na construção da identidade e exercício da cidadania, torna­se necessário a viabilização da presença destas línguas na escola. (FERREIRA, 2003, p 47).

A escola deve garantir o desfrute real dos direitos fundamentais a partir da luta contra as causas da desigualdade, aceitando e valorizando a diversidade. Deve negar a tentativa de, muitas vezes, justificar a segregação dos alunos, limitarem as suas expectativas e os seus direitos utilizando um conceito "manipulado" no que diz respeito á diversidade.

"A utilização da língua de sinais, neste nível escolar, é imprescindível para o avanço da socialização da criança surda, em um contexto mais amplo que o familiar, e para continuidade do desenvolvimento de mecanismos cognitivos que assegurem a aprendizagem nos outros níveis escolares". (FERREIRA, p 50)

O ser humano tem, por natureza, a necessidade de se comunicar, e esta comunicação é feita através de um processo de troca e recebimento de mensagens entre duas ou mais pessoas, ou entre dois sistemas.

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Desta forma, a linguagem é capaz de comunicar uma ampla variedade de idéias e é talvez o aspecto mais importante que separa os humanos dos outros animais.

A história da humanidade é a contínua tentativa de assumir a diversidade e por inerência a diferença, seja pela existência, implícita e, ou explicita, de práticas sócios culturais de segregação, seja pelas tentativas de inclusão dos indivíduos considerados diferentes. Uma e outra situação são formas de encarar a existência de diferenças advindas da diversidade que existe nas comunidades humanas. Nestas duas perspectivas o que muda é a atitude perante essa diversidade e diferença, são os valores por que nos referenciamos.

Não esquecendo que ainda existe uma grande barreira que é o preconceito, pois muitos alunos ditos "normais" ou "deficientes" tem­se batido frente a frente. Como nas escolas, mercado de trabalho sociedade de um modo em geral tem apresentado esse tipo de argumento "são deficientes", esquecendo que são seres humanos e tem direitos como outros na sociedade, no trabalho e etc. Basicamente implica­se na mudança na estruturação de grupos sociais.

Na visão do governo, a inclusão é uma forma de contribuição para um melhor desenvolvimento e socialização completa e normal das crianças portadoras de necessidades especiais. Sendo assim, a educação inclusão não só beneficiará o portador de necessidade especial, mas também os ditos ''normais''. É através da inclusão que as pessoas especiais aprendem, adquirem conhecimentos com os colegas melhoram a aprendizagem através do trabalho em grupo, ficando preparados para vida adulta em uma sociedade diversificada mostrando que não são inferiores aos outros colegas.

Por outro lado, as pessoas ''normais'' perderão o medo e o preconceito em relação dos diferentes, tornando­ se cooperadores, amigos, com senso de responsabilidade em relação a tudo que a cerca, como também, melhorando seu rendimento escolar.

O motivo que sustenta a luta pela inclusão como uma nova perspectiva para as pessoas com deficiência é, sem duvida, a qualidade de ensino nas escolas públicas e privadas, de modo que se tornem aptas para responder as necessidades de cada um de seus alunos, de acordo com suas especificidades, sem cair nas teias da evolução especial suas modalidades de exclusão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com este tema chegamos à conclusão da importância da comunicação visual na educação para o surdo, dentro de uma visão ampla do contexto do surdo. Lembrando da história do surdo no Brasil, e os programas educacionais a eles direcionados, podemos afirmar que ainda estamos sistematizando um atendimento de melhor qualidade e direcionamento em complementação ao individuo surdo. Fazendo valer, pois o que é regulamentado em leis dos direitos humanos resguardando o cidadão e sua efetividade e funcionamento no âmbito familiar, educacional e social.

O curto período de tempo que nós desenvolvemos um trabalho pedagógico em sala de aula com surdos nos deu subsidios para que pudessemos melhorar o nosso desempenho frente aos mesmos e como também avaliar o desenvolvimento acadêmico lingüístico com os recursos visuais através de imagens direcionadas as praticas especificas.

Em nossa pesquisa sobre Design e comunicação visual conseguimos informações gráficas de realce que ajudam à produzir melhores matérias como atrativo e motivação no aprendizado.Não deixando de falar da educação artística como expressão viso­corporal, ajuda a compreensão do surdo em seu contexto maior levando a reproduzir e produzir ações contextualizadas.

Todavia, o objetivo de refletir sobre este tema vem de preocupação com a mensagem transmitida pelo surdo e que na maioria das vezes não tem atenção necessária.

Em fim, a pretensão deste artigo é não esgotar a abordagem do seu tema, mais se configura em mais uma pesquisa sobre o mundo do individuo surdo, principalmente no processo ensino­aprendizagem nas artes visuais.

Com regimento em alguns textos em revista relata que a ida de turmas para "passeios escolares" como salas de aulas poderá ter bons resultados. Algumas matérias como Ciência, História e Arte, aplicando esse método, têm motivado aos alunos a crescerem e amadurecem, pois o contato com as mãos e visual favorecem a aprendizagem.

Na revista "Nova Escola", mostra experiências de municípios brasileiros como em São Paulo, relata que mais de 20 mil jovens já foram levados equipamentos culturais, históricos ambientais, conseguiram alcançar os objetivos previstos pelos professores. Depois que os alunos visitam museus, parques e outros. Voltam para sala de aula para produzirem materiais sobre o que foi vistos no percurso feito. Em outro tema "visões do passado" os alunos passam a conhecer algumas gravuras, pois relatam a escravidão no Brasil, a professora Maria Luiza Tucci Carneiro, da Universidade de São Paulo relata sobre a importância de mostra os quadros e outras gravuras e diz também "ao se prender somente no material escrito, muitos professores privam a turma de mais uma alternativa para interpretar acontecimentos de forma crítica".

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No campo das artes visuais, é preciso que os professores acompanhem a formulação dos conceitos por parte dos alunos, bem como os níveis de compreensão das informações trabalhadoras. Nesse sentido, por ocasião das atividades voltadas para a apreciação, ou para as referências histórico­culturais a respeito das obras de artes, os professores devem estar atentos para o envolvimento dos alunos em relação às aprendizagens em processo de construção. MARTINS (2002, p. 43).

A comunicação visual, na escola leva o aluno surdo a criar sua identidade visual, como também a descobrir a interagir no seu universo, pois o sentido da visão é o mais importante do mundo na percepção do mundo para o Surdo e funcionará como mediadora nas relações entre a criança, o ambiente e o professor, trazendo assim benefícios e promovendo a conscientização do aluno, enriquecendo seu vocabulário visual e gráfico, dando expansão à imaginação criadora e ao saber, através da prática na sala de aula, que de acordo com Martins exige um envolvimento no processo da aprendizagem.

SOBRE OS AUTORES

Genivaldo Oliveira Santos Filho e Rozilda Ramos dos SantosOliveira são graduados em Letras/Português pela Universidade Tiradentes, em Aracaju/SE. São pós­graduados em Libras Faculdade Pio Décimo. O presente artigo é resultado de uma pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica, sob orientação da mestre Maria José de Azevedo Araujo. Visa mostrar que a pessoa surda poderá encarar sua diferença como um desafio, numa atitude de busca de soluções, sem discriminações, sem preconceitos, sendo reconhecidas inclusive pelas diferenças no modo de pensar, de ser, de agir. Contatos: grlibras@hotmail.com e

azevedo1956@bol.com.br

REFERÊNCIAS

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  • 2005. 266p.

Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações curriculares (Estratégias para a educação de alunos com necessidades especiais). Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF/SEESP,

_______.

  • 1998. 62 p.

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BUENO, José Geraldo Silveira. Refletindo sobre sociedade inclusiva e a surdez. In: MEC. Anais do V Seminário Nacional do INES _ Desafios para o próximo milênio. Rio de Janeiro: Sindicato Nacional de Livros, 19222 de Setembro de 2000.

CAPOVILLA, Fernando; RAPHAEL, Walkirua Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: Edusp, 2001.

FERRAZ, M. Helena C. de Toledo. FUSARI, MF. De Rezende. Metodologias de ensino das artes. Ed. Lortez. São Paulo: 1999.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda,. Aurélio século XXI: o dicionário da língua portuguesa. [3. ed.], 3. impr. Rio de Janeiro: Nova Fronteira 1999.

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KARNOPP, L. B. Aquisição do parâmetro configuração de mão dos sinais da LIBRAS: estudo sobre quatro crianças surdas filhas de pais surdos. Dissertação.

LUCHESI, Maria Regina Chirichella. Educação de Pessoas Surdas: Experiências vividas, histórias narradas. Campinas, SP: Papirus, 2003. (Série Educação Especial).

QUADROS, Ronice Müller de. Diversidade e unidade nas línguas de sinais: LIBRAS e ASL. In: SKLIAR, Carlos. (Org.). Atualidade da Educação Bilíngüe parta Surdos. Porto Alegre, 1999, v. 2, p 195­207.

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é tão difícil falar sobre elas no dia­a­dia da escola. 90 pag.

REVISTA NOVA ESCOLA, Nova escola ano XXII Nº 202 maio 2007. Experiências de sucesso na educação ambiental. 98 pag.

FERREIRA BRITO, L. Uma abordagem fonológica dos Sinais da LSCB. Revista Espaço: INES, ano 1 , no 1.Rio de Janeiro. 1990: 20­43

1 Esse atendimento equivale, em seu Colégio de Aplicação, crianças, jovens e adultos surdos, de ambos os sexos

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