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A Páscoa é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas

a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristãos. Na Páscoa
os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo, depois da sua morte por
crucificação, que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 333 da Era comum.

O termo pode referir-se também ao período do ano canónico que dura cerca de dois
meses, desde o domingo de Páscoa até Pentecostes.

O significado da Páscoa para judeus (libertação da escravatura) e cristãos (ressurreição


de Cristo e vida nova), David Munir sublinhou que para os muçulmanos também a saída
do profeta Maomé e seus seguidores para Medina, em 623, representou a libertação e o
início de uma vida nova.
O Eid-ul-Fitr celebra-se no dia imediato ao fim do mês do Ramadão (este ano o período
de jejum dos muçulmanos começa a 20-21 de Agosto) e tem por fim pôr termo ao
jejum, sendo proibido nesse dia o exercício dessa prática.
Dois meses e 10 dias, decorre o Eid-ul-Adha (Festa do Sacrifício), após a peregrinação
a Meca, e que recorda o sacrifício que Abraão estava disposto a fazer do seu filho
Ismael (Isaac para os judeus e cristãos), e que acabou por imolar um animal.
É uma comunidade religiosa e não política. Por isso quando querem falar de política
fazem-no fora da mesquita.

Pessach conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacrifício executado em 14 de


Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos.
Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a
libertação do povo de Israel do Egito.

De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos,


quando de acordo com a Tora, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo do
Egito. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada
família hebreia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais das portas com o sangue
do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogénitos.

Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e


ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus
feriu de morte todos os primogénitos egípcios, desde os primogénitos dos animais até
mesmo os primogénitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira
Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.

Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre Faraó foi instituído para
todas as gerações o sacrifício de Pessach.

É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da


morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer,
apesar do nome evocar vários simbolismos.

Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar, para que pessoas que na ocasião do
primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos
de impureza , ou por viagem .