UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA
CURSO DE PEDAGOGIA

MANOEL DO SOCORRO SÃOTIAGO DE SOUSA

A SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA EM UMA ESCOLA DO BAIRRO VILINHA

Imperatriz/MA
2014
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como pré-requisito para elaboração da Monografia. Orientador: Professora Tereza Bonfim Imperatriz/MA 2014 2 .MANOEL DO SOCORRO SÃOTIAGO DE SOUSA A SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA EM UMA ESCOLA DO BAIRRO VILINHA Projeto apresentado ao Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Maranhão.

............ 12 REFERÊNCIAS ......................... 10 7 CRONOGRAMA ............................................................................................................................................ 06 4 OBJETIVOS .............................................................1 Objetivo Geral 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 6 METODOLOGIA ..................... 06 ............................................................................................................. 06 3 QUESTÕES NORTEADORAS ......................................................................SUMÁRIO 1 JUSTIFICATIVA .................................................. 12 3 ....................................... 06 4... 06 ................................................................................................................................................................................... 05 2 PROBLEMA ..............................................2 Objetivos Específicos ................................... 06 4...............................................................................................................................................................................................................................................................

e sim o tempo adequado para falar de sexo com os filhos.. e se caracteriza por uma série de mudanças corporais e psicológicas (estende-se aproximadamente dos 12 aos 20 anos). considerando que é um período de transição da infância para a vida adulta. faz-se necessário um estudo e uma preparação por parte daqueles que trabalham com essa faixa etária. psíquicas e sociais na vida das pessoas. começa com a puberdade. que nos impulsiona na busca de um parceiro. “sexualidade”. Nada obstante. 4 . de crianças pré-adolescentes e os adolescentes propriamente ditos. visando à troca de energias sexuais”. sobretudo. significa “o impulso natural a todo ser vivo. mas tudo depende da perspectiva que se deseja abordar e conforme a situação. objeto deste trabalho. a adolescência é um momento que faz parte do desenvolvimento de qualquer ser humano. pois ambas andam juntas no processo de desenvolvimento humano. “adolescência”. a adolescência é colocada de forma negativa e cheia de conflitos. Assim. Já em TIBA (2002) não existe idade certa.” “.” Portanto. visto que a adolescência precisa ser compreendida em seus diversos aspectos. Para alguns autores.[Do lat. adolescentia. Ainda conforme o mesmo dicionário..(estendendo-se dos 14 aos 25 anos). Ela deve começar cedo. sabe-se que é na fase da adolescência que começa a despertar esses impulsos sexuais.1 JUSTIFICATIVA De acordo com o dicionário Aurélio. fica claro que há uma necessidade em abordar esse tema nas escolas com mais frequência e preparo por parte dos profissionais envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. significa: .] S. f. Nessa ocasião acontecem as grandes transformações físicas. Pensa-se também em estudar a sexualidade. Deste modo. 1.O período da vida humana que sucede à infância. assim compreende-se que há a necessidade de uma pesquisa e um estudo aprofundado a respeito da sexualidade na adolescência. As crianças estão mais sabidas e tem acesso a toda sorte de informações sexuais.

percebeu-se a carência dos mesmos quanto a informações voltadas para a sexualidade. buscando um aprendizado pedagógico sobre como o professor deve administrar essa realidade entre alunos adolescentes. por causa de vários fatores. histórica e socialmente excluídas. Nisso. o entendimento da sexualidade na adolescência. especialmente os adolescentes e. senti-me interessado em abordar esse assunto. nessa oportunidade. oportunizará também aos outros colegas de profissão um envolvimento maior com a temática e buscar construir uma ponte de diálogos com adolescentes e suas famílias. Percebeu-se ainda que. em parte. pode ocasionar sérios traumas que o adolescente vivenciará por toda a sua vida. a educação sexual encontra ali seus primeiros desafios. visto que. não só do corpo ou da dimensão afetiva. os estudos sobre sexualidade na adolescência devem ser abordados na forma de pesquisa científica. da educação formal brasileira. restando à escola abordar mais intensamente esse tema já previsto nos PCN’s. Durante o período de formação acadêmica foram realizadas também algumas palestras com adolescentes e. consequentemente melhorar o aprendizado. considerando que a sexualidade é inerente ao ser humano. suscitando a importância de estudar sobre a sexualidade na adolescência. quer seja com estudos teóricos ou com pesquisas em campo e. mas também do envolvimento com a vida escolar e suas exigências como condição de acesso à cidadania plena. e sem acesso ao ensino básico formal. afim de que os mesmos respondam sensivelmente aos apelos de nossa juventude. pressupõe-se a falta de orientação sexual dos próprios pais. se não abordada levando em conta seus desafios e conseqüências. A necessidade desse tema foi visualizada mais precisamente na escola pública municipal do Bairro Vilinha. Todavia. como tema transversal. dentre eles. isso acontece.Tal estudo pretende orientar profissionais da educação para trabalharem através de meios que sustentam essa temática quando necessário. como são crianças (pré-adolescentes) e adolescentes de famílias periféricas. Contudo. pois há um relato comum entre os professores que sempre se deparam com questões relacionadas à sexualidade nos anos finais do ensino fundamental. 5 . devido o contexto em que aquelas famílias e seus adolescentes se inseriram.

5.1 Objetivo Geral Analisar como os professores vêm trabalhando a questão da sexualidade com os alunos adolescentes nos anos finais do ensino fundamental e quais as implicações decorrentes dessa forma de trabalho. porém. ainda mais em tempos de conquista da 6 .  Constatar de que forma os pais podem colaborar para que os professores tratem do tema sexualidade com seus filhos.2 Objetivos Específicos  Identificar as formas que um professor tem para ministrar aulas que abordem a sexualidade como tema transversal a seus alunos adolescentes. 4. faz-se necessário e urgente a retomada por sua importância na formação humana e global do indivíduo.  Refletir sobre as consequências da falta de informação sobre a sexualidade na adolescência. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A discussão em torno da temática da orientação sexual em âmbito escolar não é nova.2 PROBLEMA Como os professores de uma escola pública municipal do Bairro Vilinha trabalham a sexualidade na adolescência? Buscam um constante diálogo com pais e mães a fim de estabelecer postura inovadora e bom rendimento escolar daquele alunado? 3 QUESTÕES NORTEADORAS Como se dá a relação dos adolescentes com suas famílias? Existe diálogo sobre sexualidade? Como os adolescentes lidam com sua sexualidade? Que meios didáticos podem ser utilizados para abordagem do tema na escola? 4 OBJETIVO 4.

que resulta de mudanças no Status biossocial entre a infância e a idade adulta. De acordo com o autor. a adolescência pode ser dividida da segunda forma:  Critérios cronológicos . de que os alunos deixem sua sexualidade fora dela (BRASIL. impossível de ser atendido. período de transição durante o qual o jovem se torna adulto. PCN. aproximadamente.adolescência é um período da vida humana que se estende dos 10 .período de extensa reorganização da personalidade.liberdade sexual. ocultar ou reprimir são as respostas mais habituais dadas pelos profissionais da escola. pois a sexualidade.etapa da vida compreendida entre a puberdade e a idade viril. a muito reivindicado pelos movimentos sociais feministas e de diversidade sexual. a escola contemporânea. inerente à pessoa humana e expressa cotidianamente no espaço escolar. muros e paredes que se inscreve a sexualidade no espaço escolar. Essas práticas se fundamentam na ideia de que o tema deva ser tratado exclusivamente pela família (BRASIL. 2002. tem sido também o lugar-comum das mais variadas expressões culturais e sexuais da juventude. 77). Não é apenas em portas de banheiros. deve favorecer e promover momentos importantes para a compreensão e maturação da temática sexual para crianças e adolescentes.  Critérios psicológicos . Por vezes a escola realiza o pedido. por volta dos vinte anos. a escola não pode fugir de tal situação. 2002. 78). Desta maneira. Para NETO (1979). p. ela “invade” a escola por meio das atitudes dos alunos em sala de aula e da convivência social entre eles.período da vida de uma pessoa durante a qual a sociedade em que vive deixa de encará-la como criança e não lhe confere plenamente os Status. Neste sentido. ao mesmo tempo em que escolas públicas e privadas não tenham correspondido à altura do valor e representação que as mesmas têm para a sociedade. p.12 anos aos 20 . PCN. tanto em crianças quanto em adultos.  Critérios sociológicos . Começa com a 1ª manifestação da puberdade e termina no momento em que o desenvolvimento físico está quase concluído. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais: As manifestações de sexualidade afloram em todas as faixas etárias. Ignorar. a adolescência encontra-se dividida em quatro critérios que são de suma importância para a compreensão das transformações que 7 .21.  Critérios do desenvolvimento físico . papéis e funções de adulto.

imagina-se falar sobre sexualidade. Tudo é vivido muito intenso e simultâneo pelo adolescente e que isto está ligado as funções biológicas do organismo e que interfere diretamente na sexualidade. sentimentos. Então. estas transformações são as ferramentas que permitirão conseguir uma nova e definitiva adulta. que é pré-condição para o passo posterior de busca e encontro amoroso. pois não é mais criança”. É como se fosse realmente um caldeirão de reações. e o outro vem nos mostrar que há a necessidade desse ser se compreender. Mas. eis a questão: como os pais irão orientar se não foram informados? Por isso. para que os adolescentes vivam de forma saudável sua sexualidade. pois um afirma as transformações que ocorre em todos os aspectos da vida desse ser. afirma ITOZ: O adolescente precisa elaborar e resolver a consolidação de sua identidade sexual. Assim. (1999:52) Os dois autores se completam em suas considerações. através do convívio no mundo social. se a adolescência é tão complexa. sendo necessária uma intervenção familiar e educacional cabendo a escola contribuir nesse processo de forma significativa. lidando com as modificações físicas e psíquicas. pode se recorrer outra vez as palavras de ITOZ: No adolescente tudo está em ebulição. portanto tanto exteriormente. Nesse momento entra o papel fundamental que tem pai e mãe nas orientações e acompanhamento desses adolescentes. ora os pais falam: “você deve agir assim. se aceitar e se definir sexualmente. conforme ressalta o autor. sendo capaz de lidar com todas as transformações físicas. Assim. comportamentos sexuais e emoções difíceis de administrar. os adolescentes ficam com incertezas quanto aos seus papéis dentro da vida familiar e social. visto que são muitas as dúvidas e as indecisões. Tudo isso requer apoio. (1999: 23) 8 . como internamente. Ora os pais dizem: “não faça isso! Você é uma criança”. sociais e psicológicas. considerando que os hormônios estão todos em ebulição. Por isso.ocorre nesse período. como homem e mulher. Bom. compreensão e bastante diálogo. a escola deve preocupar-se em preparar seus colaboradores para que ajudem os pais e vice-versa nessa árdua tarefa. os adolescentes precisam de atenção e monitoramento para que o mesmo não entre em conflitos que não consigam resolver.

a escola tem se resumido. Vale ressalta ainda as ideias de TIBA (1994). A coerência entre os princípios adotados e a prática cotidiana da escola deverá pautar todo o trabalho (BRASIL. Nessa fase também que começa o despertar das paixões.” Assim sendo. Esses princípios determinarão desde a postura que se deve ter em relação às questões relacionadas à sexualidade e suas manifestações na escola. lembrando que os próprios são cheios de confusões e vergonha ao exporem suas 9 . Para tanto. até a escolha de conteúdos a serem trabalhados junto com os alunos. visto que ele não se esgota. as primeiras atrações físicas. falar de sexo na escola atualmente é motivo de tensão tanto para alunos quanto para professores. a cultura e eles mesmos: Ao definir o trabalho com Orientação Sexual como uma de suas competências. quebrar os tabus em busca de orientação saudável seria uma das formas de garanti-la como conhecimento para os educadores. PCN. a apresentação. e jeito de tratar o assunto e os alunos em função da vergonha e das gozações. p. 2002. considerando as realidades e concepções dos adolescentes sobre a vida. compreendendo a necessidade da família e escola andarem juntas para melhorar a educação dos estudantes em todos os aspectos. nas aulas de ciência naturais. se faz indispensável a abordagem da temática sexual como Tema transversal. Por isso. pois eles não sabem das mudanças biológicas que passam. sociais e afetivos de todo e qualquer homem ou mulher. Isso implica uma definição clara dos princípios que deverão nortear o trabalho de Orientação Sexual e sua explicitação para toda a comunidade escolar envolvida no processo educativo dos alunos. pois reduz o ser somente ao campo biológico da natureza humana. em muitos casos. a escola estará incluindo-o no seu projeto educativo. Estes pela falta de conhecimento. como também metodologias para trabalharem de forma qualificada a sexualidade dentro da escola. dos aparelhos reprodutores. sem considerar os aspectos culturais. não sendo suficientes para satisfazer a aprendizagem e curiosidade em torno da sexualidade. o que elas são capazes de fazer externa e interiormente.Se os pais não adquirirem o mínimo de conhecimento a respeito do que vivencia seus filhos na fase da adolescência muitos conflitos surgirão. atingindo diretamente a dimensão da sexualidade humana. Além dos gostos pelo os lugares e companhias. desejos ardentes e muitas outras descobertas. existem tantos estudos voltados para esse tema. Muito embora. sentimentos e comportamentos em relação a família e toda a sociedade. 89).

do quantitativo. à medida que não emprega um instrumental estatístico como base na análise de um problema. muitas vezes.dúvidas. estimula os entrevistados a pensarem livremente sobre algum tema. 6. virgindade e primeiro amor. Para RICHARDSON (1989) método em pesquisa significa a escolha de procedimentos sistemáticos para a descrição e explicação de fenômenos. METODOLOGIA Para o desenvolvimento desse trabalho fez-se necessário o uso da pesquisa de abordagem qualitativa. conversação e diversas entrevistas. HIV/AIDS e DST’s. em princípio. Como a pesquisa trata de um assunto numa abordagem fenomenológica a pesquisa qualitativa é a que melhor se emprega. Mostra aspectos subjetivos e atingem motivações não 10 . complexidade. Este método difere. de modo que as concepções de mundo e de sociedade dos adolescentes sejam respeitadas. sensibilidade e. cultural e religiosa. heterossexualidade e homossexualidade. a respeitos de assuntos que farão parte de toda a sua vida. gravidez na adolescência e primeira relação sexual. pois visa não mensurar os aspectos formativos da sexualidade. mas de entender qualitativamente esses mesmos aspectos levando em conta sua subjetividade. Os adolescentes geralmente apresentam inseguranças e muitos questionamentos. não pretendendo medir ou numerar categorias (RICHARDSON. dinâmica e valorativa. 1989). considerando a necessidade da observação. todo trabalho de pesquisa deve ser planejado e executado de acordo com as normas que acompanham cada método. Todos esses questionamentos podem e devem ser tratados nas escolas de maneira coerente. isto é. Desta forma. Segundo o Dicionário Informal Online. como: masturbação. bem como considerando a participação afetiva e efetiva dos pais nesse processo. objeto ou conceito. de ordem moral. etc. “pesquisa qualitativa tem caráter exploratório.

O público-alvo da pesquisa serão os estudantes dos anos finais do ensino fundamental. Portanto. De acordo com Almir Almeida de Oliveira a entrevista é classificada em três tipos:  Entrevista estruturada . Nem sempre reflete a realidade.explícitas. É utilizada quando se busca percepções e entendimento sobre a natureza geral de uma questão. p. ou mesmo conscientes. participante observador. São questões precisamente formuladas. São longas listas de questões exatas. As dificuldades estão em não possuírem uma imagem fiel e dificultar a comparação com outros dados.  Entrevista aberta . As vantagens é que permitem coletar algo sem a devida intenção do entrevistado. mas uma visão dele. A entrevista é outro método que não pode ser descartado. 167). fica claro que esta forma de pesquisa é a mais apropriada para esclarecer o tema e trazer reflexões que contribuam para a eficácia do ensino sobre sexualidade na adolescência. avós e outros familiares envolvidos no processo educacional dos mesmos. citado por Cowie. abrindo espaço para a interpretação”.quando as questões não são pré-determinadas. devendo-se fazer diversas visitas à escola como também conversas informais com os alunos e os professores. Será utilizado para análise de dados o método da observação e entrevista. observando ainda todo o contexto do qual estão inseridos aqueles adolescentes focos desse estudo. considerando que é uma das melhores formas de coletas qualitativas. pois para GOLD. 11 .coleta de dados mais controlada. há quatro tipos de observador: participante completo. de maneira espontânea. Tanto a pesquisa como o estudo do tema serão realizados na escola do Bairro vilinha no município de Grajaú/Ma. O participante observador certamente é o que mais se aplica neste tipo de pesquisa. seus deslizes. Considerando que essa por sua vez considera todos os aspectos abordados tanto objetivos quanto subjetivos. mães. professores da escola e outros profissionais da educação. observador participante e observador completo (2009. bem como seus pais. visto que o tema envolve sentimentos novos e difíceis de administrar do grupo em foco. Assemelha-se mais a uma conversa.

O entrevistador segue um guia de questões. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES ATIVIDADES JAN FEV Escolha do tema Levantamento de literatura Elaboração do Projeto Elaboração do texto Revisão do texto Entrega do Projeto MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ X X X X X X REFERÊNCIAS ABNT. ao invés de questões fechadas e permitem respostas subjetivas. Temas Transversais. Primeira parte. 12 .org. Temas Transversais. p.Acesso em: 16 de jun. É considerada a melhor forma por se utilizar das duas anteriores.abnt. considerando que é a mais apropriada para a intenção do estudo.dicionariodoaurelio. pp.são apresentados tópicos. 2002. Comunidade escolar. BRASIL. Neste caso. 2002. Dicionário Aurélio online http://www. BRASIL. 89. Manifestações sexuais na escola. Parâmetros Curriculares Nacionais. sem perder o quantitativo. Disponível em: <http://www. 7. para uma boa coleta de dados se utilizará a entrevista semiestruturada. 2014. Institucional. Parâmetros Curriculares Nacionais. 77-78. 2014. mas deve estar preparado para caso a entrevista mude de caminho. além de favorecer um leque de respostas que contribuirão para o enriquecimento da pesquisa.br>. Entrevista semi-estruturada .com/ Sexualidade/html. Acesso em: 23 abr.

Pfromm Samuel. 1999. 1994.br/pesquisa%20qualitativa/>.dicionarioinformal.com. 13 .html>. São Paulo: Atlas. <http://www. 1979. Acesso em: 16 de jun. Pesquisa social: métodos e técnicas. RICHARDSON. Adolescência: O despertador do sexo. TIBA. 1989.com/ Adolescencia. Roberto Jarry. Psicologia da adolescência. Içami. 2014. Sônia de. Adolescência e sexualidade para eles e para nós.Dicionário Aurélio online <http://www. NETO.dicionariodoaurelio. ITOZ. Dicionário Informal da Língua Portuguesa online. São Paulo: Paulinas. São Paulo. Acesso em: 17 de jun. Cortez. São Paulo: Ed. 2014.