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ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR CENTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

DISCIPLINA: DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA

ARTIGO CIENTÍFICO: POLÍCIA PROTETORA DOS DIREITOS DAS PESSOAS AFRODESCENDENTES

Alunos: Cap. PM Danteskan Soares Serra

Cap. PM André de Souza Bastos

Curso de Especialização em Segurança Pública CESP II /2013 Turma D

Professora: Aline Pedra Jorge Birol

Belo Horizonte

2013

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POLÍCIA PROTETORA DOS DIREITOS DAS PESSOAS AFRODESCENDENTES

Police Protective Rights of Persons African Descent

Danteskan Serra Soares e André de Souza Bastos

RESUMO

A discriminação racial contra os afrodescendentes ultrapassa as fronteiras nacionais e nos remonta à época da colonização brasileira. Os escravos eram considerados “ objetos” de seus donos e sua libertação após a abolição da escravatura pouco se evoluiu para equiparar os negros à condições de seres humanos. Na sociedade brasileira houve uma transformação de valores para inserir o afrodescendente como possuidor de garantias e direitos previstos na lei. Instrumentos jurídicos foram instituídos com o propósito de resgatar a dignidade humana do afrodescendente. A Polícia Militar como instituição responsável em fazer cumprir a lei e proteger as minorias, muitas vezes utilizou um papel inverso, preconceituoso e desprovido de uma formação policial militar apta a compreender e tratar com as minorias étnicas e raciais em nosso país. Propomos Analisar a formação e a cultura dos afrodescendentes, suas ações práticas na sociedade brasileira e as relações de proteção dos direitos humanos pela Polícia Militar de Minas Gerais aos seus povos.

Palavras-chave: Direitos Humanos; Afrodescendentes; Leis; Formação Policial Militar

ABSTRACT

Racial discrimination against people of African descent across national borders and goes back to the colonization of Brazil. Slaves were considered “objects “of their owners and their release after the abolition of slavery, little progress has to match the conditions of blacks’ humans. In Brazilian society there was a transformation of values to enter the African descent as possessing rights and guarantees provided by law. Legal instruments were established with the purpose of rescuing the human dignity of African descent. The Military Police as an institution responsible for enforcing the law and protecting minorities often used an opposite role , biased and devoid of a military police training able to understand and deal with racial and ethnic minorities in our country . We propose to analyze the formation and culture of African descent, their practical actions in Brazilian society and the relationships of human rights protection by the Military Police of Minas Gerais to its people.

Key words: Human rights; Education; Police work; Formation and police updating

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1 Introdução

As relações pessoais na história da humanidade sempre foram marcadas por conflitos. Expõe-se aqui não os conflitos nas suas consequências, de enfrentamento, de luta armada, de guerras, na manifestação violenta que fere a integridade física e material, mas sim, na dinâmica diária de relacionamento interpessoal. São divergências, até então tidas como riqueza da espécie, em que todos são diferentes e, por isso, fazem-nos especiais. Divergir, contradizer, debater e defender uma idéia não configura ofensa a nenhum direito. Está assegurada a liberdade de se manifestar. E esta liberdade, que não é de um indivíduo, mas de todos, gera conflitos, que devem ser contornadas pelo respeito, pelo reconhecimento do direito do outro. No entanto, a falta de tolerância à oposição de idéias, de crença, de classe e de raça, faz com que os direitos que seriam naturais, passem a ser positivados. Os avanços da ciência, da tecnologia, do conhecimento de forma geral, também se tornam complexas nas interações sociais. Os valores deixam de ser aqueles basilados pelo respeito ao próximo e se tornam objeto egoístico, em que os valores passam a ser aquilo que atende aos anseios pessoais, que atenda às vontades e que não exija doação. Neste contexto, a partir do descobrimento do Brasil, no ano de 1500, encontra-se o ápice da inversão de valores, desrespeito ao outro e ofensa à dignidade da pessoa por meio do desrespeito às diferenças entre colonizadores e colonizados, evoluindo mais tarde para um país escravagista. Conforme será melhor exposto, esta parte da história do Brasil deixa marcas que perseguem uma etnia em várias vertentes, como restrição à educação, à saúde, ao lazer e ao trabalho. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, exprime no Art. 1º os fundamentos do Estado Democrático de Direito (cidadania e dignidade da pessoa humana). Para reforçar ainda mais estes fundamentos, prescreve:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, [

A falta de compromisso com os valores, com a moral, fez com que fosse necessário ter na Lei maior, a previsão de que todos são iguais. Apesar de abrangente, foi necessário, ainda, no Brasil, criar estatutos que regulassem diversos direitos, dentre eles, o Estatuto da Igualdade

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Racial, através da Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, reafirmando aquilo que já devia ser culturalmente assimilado: direitos para os negros, liberdade para os negros, sem distinção.

2 A Escravidão no Brasil

A história da escravidão negra no Brasil foi iniciada há mais de 500 anos, incluiu um

número incontável de mortes por opressão ou negligência, migração forçada, apropriação de terras, institucionalização do racismo e destruição de culturas. Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.

A escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI,

durante a colonização do Brasil. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava para as lavouras de cana-de-açúcar e nas

minas de ouro. Suas condições eram desumanas, e o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.

A escravidão no Brasil afetou a sociedade de uma maneira que os preconceitos ainda

persistem nas mentalidades de muitos. Embora tivéssemos aprendido a cultura africana da dança, religião, culinária, as principais manifestações de racismo se manifestaram de forma veemente, quais sejam a exploração do trabalho negro (especialmente o das mulheres negras), os assassinatos de jovens negros e as disparidades econômicas e sociais entre as etnias.

Esse complexo sistema de desigualdades racial, econômica contra os afrodescendentes nos remonta às garantias já previstas desde a época da elaboração da declaração dos direitos humanos, e que até hoje encontraram barreiras para serem cumpridas.

3 A Declaração Universal de Direitos Humanos e os direitos dos afrodescendentes 1 e outros documentos

1 O Comitê de Direitos Humanos, que recebeu a responsabilidade para a sua elaboração em 1947, era composto por 18 membros de diversas formações políticas, culturais e religiosas (Austrália, Bélgica, República Socialista Soviética da Bielorrússia, Chile, China, Cuba, Egito, França, Índia, Irã, Líbano, Panamá, Filipinas, Reino Unido, Estados Unidos, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, Uruguai e Iugoslávia). O que chama a atenção é que nenhum país da África Negra estava representado no Comitê de Direitos Humanos pois, na quase totalidade

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Os princípios dos fundamentos e garantias aos direitos humanos dos afrodescendentes

estão alicerçados nos instrumentos internacionais de direitos humanos

Foram enunciados pela primeira vez na DUDH igualdade e não discriminação, universalidade, interdependência e indivisibilidade. O fato de os Direitos Humanos implicarem, ao mesmo tempo, direitos e responsabilidades dos Estados e dos titulares desses direitos, foram reafirmados em numerosas convenções, declarações e resoluções internacionais sobre Direitos Humanos. O direito internacional inaugurava um novo enunciado, que os Estados eram obrigados a respeitar. Ao tornarem-se partes em tratados internacionais, os Estados assumiram obrigações e deveres e comprometeram-se a respeitar, proteger e implementar os Direitos Humanos. Ao ratificarem os tratados internacionais de Direitos Humanos, os governos comprometem-se a introduzir medidas e legislação nacionais compatíveis com as obrigações e deveres decorrentes desses tratados. O sistema jurídico internacional assegura a proteção jurídica principal dos Direitos Humanos garantidos pelo direito internacional. Mas não somente a Declaração Universal encerra a proteção aos afrodescendentes. Outros instrumentos internacionais se somam à declaração, que, de uma forma ou de outra, se interagem com os instrumentos nacionais e regionais. Neste caso, conforme o Departamento de Direito Internacional (2013) os instrumentos de luta contra o racismo e a discriminação racial se completam na:

- Carta da Organização dos Estados Americanos, de 1948;

- Convenção Americana sobre Direitos Humanos, de 1969;

- Protocolo Adicional à Convenção Americana sobre Direitos Humanos em Matéria de

Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, “Protocolo de San Salvador”, de 1988.

Já no Brasil foram esses instrumentos de DH internacional de luta contra o racismo

que serviram de base e subsídio para a legislação nacional de direitos humanos

4 Instrumentos Nacionais de Direitos Humanos

A ação das ONGs trouxe uma nova referência ao enfrentamento dos casos de

discriminação racial. Como já apresentado, graças à ação da mobilização do movimento negro e sua articulação política, foi possível a construção de uma nova legislação e a constatação de

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que o sistema de justiça responde de forma insatisfatória à demanda da população negra quando é vitima de discriminação racial e do racismo. Esse movimento das ONG’s acabou influenciando a mudança da legislação brasileira que procurou criar leis que objetivaram proteger o afrodescendente. Neste sentido foi inovada no código penal a lei contra a injúria racial. Elaborado com o intuito evitar as ofensas preconceituosas e de cunho racista dirigida aos negros. Procurou também resguardar os direitos e garantias do afrodescendente elaborou uma lei visando combater a discriminação racial. Conforme previsto no (art. 140, § 3º), com a seguinte redação: “Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem: Pena reclusão de um a três anos e multa”. Outra capitulação penal referiu-se à coibir a prática do racismo através da lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997. A legislação antidiscriminatória, de n.º 7.716 de 1989, é claramente mais rigorosa e atendeu a uma demanda do movimento negro; portanto, em consonância com parte da sociedade. Foi uma das conquistas importantes do movimento negro para a ampliação do entendimento do que vem a ser um ato de discriminação racial: Art. 20 Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena reclusão de um a três anos e multaDentre as leis nacionais que visaram proteger os direitos dos afrodescendentes destacamos o Estatuto da Igualdade Racial Lei 12.288, de 21 de julho de 2010 O referido estatuto tem o objetivo de garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.

5 Instrumentos Regionais de Proteção dos Direitos dos Afrodescendentes

Os sistemas regionais se resumem em três: europeu, interamericano e africano. Especificamente no caso das Américas, é a Organização dos Estados Americanos (OEA), fundada em 1948; e, no caso da África, é a Organização da Unidade Africana (OUA), que, posteriormente, foi substituída pela União Africana (UA) em 2002. Estes instrumentos deram origem a convenções importantes a Convenção Americana de Direitos Humanos (1969/1978) realizada na cidade de San José da Costa Rica, a Conferência Mundial Contra o Racismo, a discriminação racial, a xenofobia e as formas conexas de intolerância (Nações Unidas, 2013).

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Os objetivos tinham como finalidade proteger os direitos humanos de qualquer pessoa, até mesmo, dos afrodescendentes no sistema de democracia participativa promover a unidade e solidariedade entre os povos africanos, melhorar a qualidade de vida destes povos, acabar com o colonianismo da Àfrica e respeitar os Direitos Humanos. Por fim, outro instrumento regional que assegura os Direitos Humanos dos povos africanos é a Carta Africana sobre a Democracia, as Eleiçõs e a Governação (2013). Dentre os seus 53 artigos, tem o objetivo de regular as eleições nos países membros e garantir o pleito e os direitos civis e políticos dos povos africanos relativos ao voto e a participação na política.

6 Políticas Públicas de Garantias de Direitos Humanos Às Pessoas Afrodescendentes no Brasil

Para tentar superar as mazelas sociais e promover a inclusão e a justiça, a partir dos anos 1990, o Brasil tem sido alvo em potencial dos programas de ações afirmativas que visam reconhecer e corrigir situações de direitos negados socialmente ao longo da história. O programa de cotas para negros e afrodescendentes é uma das ações afirmativas de caráter radical, pois mexe com privilégios estabelecidos por determinados segmentos da sociedade brasileira.

Ações afirmativas são medidas especiais e temporárias, tomadas pelo Estado e/ou pela iniciativa privada, espontânea ou compulsoriamente, com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, garantindo a igualdade de oportunidade e tratamento, bem como compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, por motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros". (Ministério da Justiça, 1996, GTI População Negra).

As políticas afirmativas visam reconhecer as diversidades entre a população negra e

não-negra, no sentido de direcionar os esforços para minimizar e gradativamente diminuir as distâncias socioeconômicas que permeiam a vida social brasileira.

7 Aplicabilidade da Proteção ao Afrodescendente na Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG): Doutrina

A PMMG como asseguradora da dignidade da pessoa humana, dos direitos

fundamentais e protetora dos povos, absorve toda a cultura, valores, princípios e legislações da sociedade brasileira e dos pactos e acordos internacionais no qual o Brasil é signatário. Por

estas razões, cabe à PMMG alinhar a sua doutrina aos diversos documentos de proteção dos

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direitos humanos. Além de alinhar, a organização deve treinar seus policiais militares para exercer o papel de protetor e garantidor dos direitos humanos destas pessoas. A organização Policial Militar, preocupada em acompanhar as exigências de seu tempo, adaptou seus documentos doutrinários aos aspectos relativos à conduta do policial militar perante os afrodescendentes. Inicialmente, por meio da norma basilar da PMMG, a Diretriz para a Produção de

Serviços de Segurança Pública (DPSSP) nº 3.01.01/2010, destaca, nos seus valores, o respeito aos direitos fundamentais e valorização das pessoas. A partir desta premissa, demais documentos se entrelaçam a fim de fazer perceber, aos olhos dos policiais militares e do público, o asseguramento dos direitos humanos aos povos afrodescendentes. Dentres estes documentos tem-se:

a) DPSSP nº 3.01.02-CG: ao regular o emprego da PMMG nas ocupações de imóveis

urbanos e rurais, atenta para os direitos fundamentais e acrescenta, em um de seus anexos a legislação referente aos Quilombolas quanto à emissão de títulos de propriedade definitiva a

eles na ocupação de terras; b) DPSSP nº 3.01.05-CG: ao regular a atuação da PMMG segundo a filosofia dos

Direitos Humanos, prescreve sobre a necessidade de resguardá-los a todos, sem distinção de raça, credo ou cor, bem como ressalta a importância de integração com outros órgãos e entidades protetoras dos direitos dos afrodescendentes;

c) DPSSP nº 3.01.05-CG: ao regular a aplicação da filosofia de Polícia Comunitária

pela PMMG, reforça que a proximidade entre o Policial Militar e a comunidade são firmadas no respeito às diferenças e no incentivo à participação do público, sem distinção de raça, credo, ou cor, nos assuntos comunitários. A prevenção secundária, dirigidas às pessoas e grupos mais suscetíveis de praticar ou sofrer crimes e violências, como é o caso dos

afrodescendentes, está nela incluída; d) Resolução nº 4.185-CG: ao apresentar o portifólio de serviços prestados pela PMMG ao seu público, destaca os serviços de proteção do público, dentre eles, os afrodescendentes, todos baseados no respeito aos direitos humanos. Dentre esses serviços pode-se citar: Radiopatrulhamento de Atendimento Comunitário; Grupo Especial de Policiamento em Áreas de Risco; Grupo Especial para Atendimento à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco; Polícia e Família; Patrulha Escolar; Programa Educacional de Resistência às Drogas e Programa Jovens Construindo Cidadania.

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8 Conclusão

Verifica-se que a situação dos povos negros no mundo ainda é uma luta para garantir os seus direitos, e, principalmente, fazer-se reconhecer como seres humanos e inserem-se junto às sociedades. No Brasil, mesmo ocupando boa parte da etnia brasileira, os afrodescendentes ainda esforçam-se pelas suas garantias fundamentais e pelo direito à dignidade humana. Diante de tantas lutas, o arcabouço jurídico internacional, regional e nacional tem-se intensificado a fim de zelar pelos direitos dos afrodescendentes. Mas o desafio é educar as pessoas a respeitar o afrodescendente como ser humano e, de forma secundária, atender os preceitos legais. As informações descritas neste trabalho demonstraram os avanços contra o racismo, sem esconder a história referente à dominação do poder português no Brasil e os tratamentos desumanos dispensados aos povos negros. Ainda existe a necessidade de exigir dos estados nacionais políticas públicas efetivas de resgate de seus direitos humanos, de sua identidade étnico-cultural e linguística em consonância os dispositivos internacionais vigentes. Os sistemas de proteção aos afrodescendentes ainda é muito tímido no Brasil. Delegacias especializadas ainda são poucas. Alguns conselhos de direitos humanos dos estados federados não possuem poder deliberativo para atender os interesses dos negros e de outros grupos vulneráveis e minorias. Em outros estados, esses conselhos nem existem ainda. Neste resumido contexto, a PMMG encontra-se situada em um papel de operacionalizar a garantia que as legislações trazem aos afrodescendentes. Além disso, cabe à Corporação realizar programas de proteção, juntamente com os demais órgãos públicos e privados, direcionados à proteção do negro, o que, ainda, não é uma prática consolidada. A qualificação do policial militar para este público requer da organização PMMG atualização de sua doutrina, treinamento adequado e educação típica que atenda ao público específico. Propomos assim uma mudança na formação do policial militar inserida em um papel de protetora dos direitos das pessoas afrodescendentes, onde se predomine o respeito a dignidade da pessoa humana e guardião da lei que protege as minorias raciais afrodescendentes.

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