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ANLISE DA PROPOSIO DOS LUSADAS (CANTO I)

ESTNCIAS 1 E 2
Cantando espalharei por toda a parte

Est. 2, vv. 7

As armas e os bares assinalados

Est. 1, vv.1

E tambm as memrias gloriosas


Daqueles Reis que foram dilatando

Est. 2, vv. 1-2

E aqueles que por obras valerosas


Se vo da lei da Morte libertando

Est. 2, vv.5-6

Sntese:
Cames prope-se cantar os homens que foram capazes de
ultrapassar os limites, o universo at ento conhecido, construindo um
Novo Reino em stios remotos. Diz tambm que pretende cantar os reis
que propagaram A F, o Imprio e todos aqueles que, graas aos seus
feitos, se tornaram ou tornaro imortais.
ESTNCIA 3
Sntese:
O poeta afirma que cantar a glria lusitana, pois os Portugueses
suplantam, em heroicidade, as figuras mitolgicas e lendrias da
Antiguidade.
A Proposio aponta para a existncia de quatro Planos que fazem d
Os Lusadas uma narrativa complexa:
PLANO DO POETA

Eu canto []
- interpretao do poeta
PLANO DA VIAGEM

Por mares nunca


dantes navegados
- celebrao de uma
viagem

o peito ilustre
Lusitano

PLANO DOS DEUSES

A quem Neptuno e Marte


obedeceram.
- histria de um povo que venceu
os deuses

PLANO DA HISTRIA DE
PORTUGAL

E tambm as memrias
gloriosas / Daqueles Reis []
- celebrao de um povo cuja
histria se vai contar