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4080 DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A N.

o 158 — 7 de Julho de 2004

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS As normas relativas à rotulagem nutricional dos géne-


ros alimentícios foram aprovadas pela Directiva
n.o 90/496/CEE, do Conselho, de 24 de Setembro, a
Decreto-Lei n.o 166/2004 qual se encontra transposta para a ordem jurídica
de 7 de Julho interna através da Portaria n.o 751/93, de 23 de Agosto.
Porém, este último diploma contém algumas incor-
O Decreto-Lei n.o 284/2001, de 26 de Outubro, veio recções, nomeadamente no que respeita à dose diária
permitir aos clubes que tenham celebrado com o Estado recomendada (DDR) de vitaminas e minerais, que invia-
um contrato-programa de desenvolvimento desportivo bilizam a aplicação do mesmo.
beneficiar de condições idênticas às definidas para os Tendo em conta o tempo decorrido desde a publi-
restantes promotores, ou seja, os municípios e as asso- cação da Portaria n.o 751/93, de 23 de Agosto, preten-
ciações de municípios. de-se, através do presente diploma, eliminar as incor-
O manifesto interesse público que decorre dos inves- recções constantes da mesma.
timentos necessários à construção ou reconstrução de Aproveita-se, também, para transpor a Directiva
infra-estruturas desportivas, enquadrados pelo Decre- n.o 2003/120/CE, da Comissão, de 5 de Dezembro, que
to-Lei n.o 284/2001, de 26 de Outubro, justifica que aos alterou a Directiva n.o 90/496/CEE.
mesmos se aplique um regime uniforme, pelo que Assim:
importa revogar o n.o 3 do artigo 2.o daquele diploma Nos termos da alínea a) do n.o 1 do artigo 198.o da
legal. Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Assim:
Nos termos da alínea a) do n.o 1 do artigo 198.o da
Artigo 1.o
Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Objecto

Artigo único O presente diploma transpõe para a ordem jurídica


nacional a Directiva n.o 2003/120/CE, da Comissão, de
É revogado o n.o 3 do artigo 2.o do Decreto-Lei 5 de Dezembro, relativa à rotulagem nutricional dos
n.o 284/2001, de 26 de Outubro. géneros alimentícios.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 6 de
Maio de 2004. — José Manuel Durão Barroso — Maria Artigo 2.o
Manuela Dias Ferreira Leite — José Luís Fazenda Arnaut
Duarte. Âmbito

1 — O presente diploma estabelece as normas a que


Promulgado em 26 de Junho de 2004. obedece a rotulagem nutricional dos géneros alimen-
tícios que se encontram no estado em que vão ser for-
Publique-se.
necidos ao consumidor final.
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. 2 — As normas a que se refere o número anterior
são aplicáveis também aos géneros alimentícios desti-
Referendado em 29 de Junho de 2004. nados a serem fornecidos a restaurantes, hotéis, hos-
pitais, cantinas e outras entidades similares, a seguir
denominadas «colectividades».
O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso.
3 — O presente diploma não se aplica:
a) Às águas minerais naturais, bem como às outras
águas destinadas ao consumo humano;
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, b) Aos integradores dietéticos/suplementos ali-
DESENVOLVIMENTO RURAL E PESCAS mentares.

4 — O disposto no presente diploma não prejudica


Decreto-Lei n.o 167/2004 a legislação relativa aos géneros alimentícios destinados
de 7 de Julho
a uma alimentação especial.

Existe um interesse crescente do consumidor pela cor-


relação entre alimentação e saúde, bem como pela esco- Artigo 3.o
lha de uma alimentação adequada correspondente às Definições
necessidades individuais.
O conhecimento dos princípios básicos de nutrição Para efeitos do presente diploma, entende-se por:
e a rotulagem nutricional dos géneros alimentícios con- a) «Rotulagem nutricional» qualquer informação
tribuem de forma importante para determinar a escolha constante do rótulo, relativa:
do consumidor. i) Ao valor energético; e
É, por isso, necessário que se encontrem definidas ii) Aos seguintes nutrimentos:
as regras respeitantes à rotulagem nutricional, impe-
dindo a existência de uma diversidade de formas de Proteínas;
apresentação da mesma. Hidratos de carbono;
A falta de apresentação da rotulagem nutricional, por Lípidos;
seu lado, não pode constituir um impedimento à comer- Fibras alimentares;
cialização dos géneros alimentícios. Sódio;
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Vitaminas e minerais enumerados no anexo I Artigo 6.o


do presente diploma, que dele faz parte Elementos que compõem a rotulagem nutricional
integrante, quando estejam presentes em
quantidade significativa; 1 — As informações que constituem a rotulagem
nutricional devem apresentar-se de acordo com um dos
b) «Alegação nutricional» qualquer representação e seguintes grupos:
qualquer mensagem publicitária que enuncie, sugira ou Grupo 1:
implique que um género alimentício possui propriedades
nutricionais especiais em razão da energia (valor caló- a) O valor energético;
rico) que fornece, que fornece com um valor reduzido b) A quantidade de proteínas, hidratos de car-
ou aumentado ou que não fornece, e ou dos nutrimentos bono e lípidos;
que contém, que contém em proporção reduzida ou
aumentada ou que não contém, não constituindo uma Grupo 2:
alegação nutricional a indicação qualitativa ou quan- a) O valor energético;
titativa de um nutrimento quando consista numa exi- b) A quantidade de proteínas, hidratos de car-
gência constante da legislação específica; bono, açúcares, lípidos, ácidos gordos satu-
c) «Proteínas» o teor de proteínas calculado por meio rados, fibras alimentares e sódio.
da fórmula seguinte:
2 — Quando a alegação nutricional disser respeito aos
proteína = azoto total (Kjeldahl) × 6,25 açúcares, ácidos gordos saturados, fibras alimentares ou
sódio, devem ser fornecidas as informações que constam
d) «Hidratos de carbono» qualquer hidrato de car- do grupo 2.
bono metabolizado pelo homem, incluindo os polióis; 3 — A rotulagem nutricional pode igualmente incluir
e) «Açúcares» todos os monossacáridos e dissacáridos as quantidades de um ou mais dos elementos seguintes:
presentes nos alimentos, excluindo os polióis; a) Amido;
f) «Lípidos» os lípidos totais incluindo os fosfolípidos; b) Polióis;
g) «Ácidos gordos saturados» os ácidos gordos sem c) Ácidos gordos monoinsaturados;
ligações duplas; d) Ácidos gordos polinsaturados;
h) «Ácidos gordos monoinsaturados» os ácidos gor- e) Colesterol;
dos com uma ligação dupla cis; f) Todas as vitaminas ou minerais indicados no
i) «Ácidos gordos polinsaturados» os ácidos gordos anexo I ao presente diploma e presentes em
com ligações duplas interrompidas cis ou de metileno quantidades significativas.
cis;
j) «Valor médio» o valor que melhor represente a 4 — É obrigatória a declaração das substâncias per-
quantidade do nutrimento contido num dado alimento tencentes a uma das categorias de nutrimentos referidas
e que tenha em conta as tolerâncias devidas à varia- nos n.os 1 e 3 ou que sejam suas componentes, quando
bilidade sazonal, aos hábitos de consumo e a outros essas substâncias sejam objecto de uma alegação nutri-
factores que possam influenciar o valor real; cional.
l) «Quantidade significativa» a que corresponde a 5 — Quando seja mencionada a quantidade de ácidos
15 % da dose diária recomendada para as vitaminas e gordos polinsaturados e ou monoinsaturados e ou o teor
minerais especificados no anexo I ao presente diploma, de colesterol, deve ser também indicada a quantidade
para 100 g ou 100 ml ou por embalagem, caso esta de ácidos gordos saturados, não constituindo esta última,
apenas contenha uma porção. neste caso, uma alegação nutricional na acepção do n.o 2.

Artigo 7.o
Artigo 4.o
Indicação do valor energético e do teor de nutrimentos
Características da rotulagem nutricional
1 — O valor energético a indicar deve ser calculado
1 — Sem prejuízo do disposto no n.o 2, a rotulagem utilizando os factores de conversão constantes do
nutricional é facultativa. anexo II do presente diploma, que dele faz parte
2 — Quando uma alegação nutricional conste do integrante.
rótulo, da apresentação ou da publicidade do género 2 — A declaração do valor energético e do teor de
alimentício, com excepção das campanhas publicitárias nutrimentos ou dos seus componentes deve apresen-
colectivas, a rotulagem nutricional é obrigatória. tar-se sob a forma numérica e as unidades a empregar
são as que constam do anexo III do presente diploma,
que dele faz parte integrante.
Artigo 5.o 3 — As informações a que se refere o número anterior
Alegações nutricionais admitidas devem ser expressas por 100 g ou por 100 ml, podendo,
também, ser indicadas por dose quantificada no rótulo
São admitidas as alegações nutricionais referentes ou por porção, desde que indique o número de porções
apenas ao seguinte: contidas na embalagem.
4 — As quantidades indicadas devem referir-se ao
a) Ao valor energético; género alimentício tal como este é posto à venda mas
b) Aos nutrimentos enumerados na subalínea ii) estas informações também podem ser fornecidas depois
da alínea a) do artigo 3.o do presente diploma; de o mesmo se encontrar preparado, desde que a descri-
c) Às substâncias pertencentes a uma das catego- ção do método de preparação seja suficientemente por-
rias dos nutrimentos referidos na alínea anterior menorizada e que a informação diga respeito ao género
ou que sejam suas componentes. alimentício pronto para consumo.
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Artigo 8.o Artigo 13.o


Vitaminas e minerais Autoridades competentes

As informações relativas às vitaminas e minerais Sem prejuízo das competências atribuídas por lei a
devem ser expressas em percentagem da dose diária outras entidades policiais e administrativas, compete
recomendada (DDR), nos termos do anexo I do presente especialmente à Direcção-Geral de Fiscalização e Con-
diploma, para as quantidades referidas no n.o 3 do trolo da Qualidade Alimentar assegurar a fiscalização
artigo 7.o das normas constantes do presente diploma.
Artigo 9.o
Artigo 14.o
Açúcares, polióis e amido
Contra-ordenações
Sempre que sejam declarados os açúcares e ou os
1 — Constitui contra-ordenação punível com coima
polióis e ou o amido, deve constar imediatamente a
nos montantes mínimo de E 90 e máximo de E 3740
seguir à menção do teor de hidratos de carbono a
para as pessoas singulares ou até ao montante máximo
seguinte declaração:
de E 44 890, caso o agente seja pessoa colectiva:
Hidratos de carbono — . . . g, dos quais:
a) A comercialização de géneros alimentícios com
Açúcares — . . . g; desrespeito pelo disposto nos artigos 4.o e 5.o;
Polióis — . . . g; b) A comercialização de géneros alimentícios cuja
Amido — . . . g. rotulagem nutricional não cumpra o disposto
nos artigos 6.o a 12.o
Artigo 10.o 2 — A tentativa e a negligência são puníveis.
Ácidos gordos e colesterol 3 — Às contra-ordenações previstas no presente
diploma aplica-se subsidiariamente o disposto no
Sempre que sejam declarados a quantidade e ou o Regime Geral das Contra-Ordenações e Coimas.
tipo de ácidos gordos e ou a quantidade de colesterol,
deve constar imediatamente a seguir à menção do teor
de lípidos totais a seguinte declaração: Artigo 15.o
Lípidos — . . . g, dos quais: Sanções acessórias

Saturados — . . . g; 1 — Consoante a gravidade da contra-ordenação e


Monoinsaturados — . . . g; a culpa do agente, podem ser aplicadas, simultanea-
Polinsaturados — . . . g; mente com a coima, desde que verificados os pressu-
Colesterol — . . . mg. postos da aplicação das sanções acessórias tal como pre-
visto no Regime Geral das Contra-Ordenações e Coi-
mas, as seguintes sanções acessórias:
Artigo 11.o a) Perda de objectos pertencentes ao agente;
Valores declarados b) Interdição do exercício de profissões ou acti-
vidades cujo exercício dependa de título público
Os valores declarados devem ser valores médios esta- ou de autorização ou homologação de autori-
belecidos, em cada caso, a partir do seguinte: dade pública;
a) Da análise do alimento efectuada pelo fabri- c) Privação do direito a subsídio ou benefício
cante; outorgado por entidades ou serviços públicos;
b) Do cálculo efectuado a partir dos valores médios d) Privação do direito de participar em feiras e
conhecidos ou efectivos relativos aos ingredien- mercados;
tes utilizados; e) Privação do direito de participar em arrema-
c) Do cálculo efectuado a partir de dados geral- tações ou concursos públicos que tenham por
mente estabelecidos e aceites. objecto o fornecimento de bens e serviços, a
concessão de serviços públicos e a atribuição
de licenças ou alvarás;
Artigo 12.o f) Encerramento de estabelecimento cujo funcio-
Modo de apresentação namento esteja sujeito a autorização ou licença
de autoridade administrativa;
1 — As informações constantes da rotulagem nutri- g) Suspensão de autorizações de licenças e alvarás.
cional devem ser agrupadas num único local sob a forma
de quadro e, se o espaço o permitir, com alinhamento 2 — As sanções referidas nas alíneas b) e seguintes
vertical dos números mas, se o espaço não for suficiente, do número anterior têm a duração máxima de dois anos,
as informações devem ser dispostas linearmente. contados a partir do trânsito em julgado da decisão
2 — As informações que constituem a rotulagem condenatória.
nutricional devem ser inscritas em local bem visível, em
caracteres legíveis e indeléveis. Artigo 16.o
3 — As informações a que se referem os números
Levantamento dos autos, instrução dos processos
anteriores devem ser redigidas em português, excepto e aplicação de sanções
se a informação dos consumidores for assegurada por
outros meios e sem prejuízo da sua reprodução noutras 1 — O levantamento dos autos de contra-ordenação
línguas. compete à Direcção-Geral de Fiscalização e Controlo
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da Qualidade Alimentar, sem prejuízo das competências ANEXO II


atribuídas por lei a outras entidades. Factores de conversão relativos ao valor energético a indicar
2 — A instrução dos processos de contra-ordenação
por infracção ao disposto no presente diploma compete Hidratos de carbono (excepto polióis): 4 kcal/g — 17 kJ/g.
à entidade que levantar o auto de notícia. Polióis: 2,4 kcal/g — 10 kJ/g.
3 — A aplicação das coimas e sanções acessórias no Proteínas: 4 kcal/g — 17 kJ/g.
âmbito do presente diploma compete ao director-geral Lípidos: 9 kcal/g — 37 kJ/g.
de Fiscalização e Controlo da Qualidade Alimentar. Álcool (etanol): 7 kcal/g — 29 kJ/g.
Ácidos orgânicos: 3 kcal/g — 13 kJ/g.
Salatrim: 6 kcal/g — 25 kJ/g.
Artigo 17.o
Repartição do produto das coimas ANEXO III
Unidades a utilizar na declaração do valor energético
A afectação do produto das coimas cobradas em apli- e do teor de nutrimentos
cação do artigo 14.o faz-se da seguinte forma:
Energia — kJ e kcal.
a) 10 % para a entidade que levantou o auto; Proteínas

}
b) 10 % para a entidade que instruiu o processo; Hidratos de carbono
c) 20 % para a entidade que aplicou a coima; Lípidos (à excepção do colesterol) gramas (g).
d) 60 % para o Estado. Fibras alimentares
Sódio
o
Artigo 18. Colestrol — miligramas (mg).
Norma revogatória Vitaminas e minerais — as unidades constantes do
anexo I.
É revogada a Portaria n.o 751/93, de 23 de Agosto.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 17
de Maio de 2004. — José Manuel Durão Bar- MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO
roso — Maria Teresa Pinto Basto Gouveia — Maria
Celeste Ferreira Lopes Cardona — José Luís Fazenda DO TERRITÓRIO E AMBIENTE
Arnaut Duarte — Carlos Manuel Tavares da Silva —
Armando José Cordeiro Sevinate Pinto — Luís Filipe Decreto-Lei n.o 168/2004
Pereira. de 7 de Julho
O Regulamento (CE) n.o 1830/2003, do Parlamento
Promulgado em 22 de Junho de 2004. Europeu e do Conselho, de 22 de Setembro, estabelece
Publique-se. um quadro comunitário harmonizado para a rastreabi-
lidade dos produtos que contenham ou sejam constituídos
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO. por organismos geneticamente modificados (OGM) e dos
géneros alimentícios e alimentos para animais produzidos
a partir de OGM, com o objectivo de facilitar a rotulagem
Referendado em 24 de Junho de 2004. exacta dos OGM, bem como o acompanhamento dos seus
O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso. efeitos no ambiente e, se for caso disso, na saúde, e a
aplicação das medidas de gestão de risco adequadas,
incluindo a retirada do produto do mercado.
ANEXO I Pretende-se assim assegurar que os operadores e os
consumidores tenham acesso a informações que lhes per-
Vitaminas e minerais que podem ser declarados e respectiva
dose diária recomendada (DDR) mitam exercer a sua liberdade de escolha e permitir o
controlo e a verificação das declarações inscritas no rótulo.
Vitamina A (mg) — 800. O Regulamento (CE) n.o 1830/2003 prevê a realização
Vitamina D (mg) — 5. por parte dos Estados membros de inspecções e apli-
Vitamina E (mg) — 10. cação de medidas de controlo, incluindo colheita de
Vitamina C (mg) — 60. amostras e realização de análises, de modo a garantir
Tiamina (mg) — 1,4. o seu cumprimento, de acordo com orientações técnicas
da Comissão.
Riboflavina (mg) — 1,6.
Não obstante a obrigatoriedade de aplicabilidade
Niacina (mg) — 18. directa do regulamento em todos os Estados membros,
Vitamina B6 (mg) — 2. torna-se necessário definir regras que estabeleçam as
Ácido fólico (mg) — 200. infracções e respectivas sanções no caso de violação das
Vitamina B12 (mg) — 1. normas do regulamento.
Biotina (mg) — 0,15. Assim, este diploma prevê os factos ilícitos e cen-
Ácido pantoténico (mg) — 6. suráveis que podem constituir contra-ordenações, atri-
Cálcio (mg) — 800. buindo igualmente poderes à Inspecção-Geral do
Fósforo (mg) — 800. Ambiente, à Direcção-Geral de Protecção das Culturas,
Ferro (mg) — 14. à Direcção-Geral de Fiscalização e Controlo da Qua-
Magnésio (mg) — 300. lidade Alimentar e à Direcção-Geral de Veterinária
Zinco (mg) — 15. para, de acordo com as suas competências, fiscalizarem
Iodo (mg) — 150. o cumprimento do regulamento.