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Normas Brasileiras Versão 2013 STRAP 2013 Copyright © ATIR Engineering Software Ltd.

Normas Brasileiras

Versão 2013 STRAP 2013

Copyright © ATIR Engineering Software Ltd.

STRAP - Normas Brasileiras

Copyright © ATIR Engineering Software Ltd.

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O programa foi escrito por um time de engenheiros e programadores altamente qualificados e foi testado extensivamente. Não obstante, os autores do software não assumem responsabilidade pela validade dos resultados obtida nos programas ou pela precisão desta documentação.

O usuário deve verificar os resultados

Os autores lembram ao usuário, que o programa deve ser usado como uma ferramenta para auxílio na análise estrutural, mas que o julgamento de engenharia e a interpretação dos resultados do usuário é o árbitro final no desenvolvimento de um modelo estrutural econômico e seguro.

Special thanks to:

All the people who contributed to this document, the programmers, secretaries, STRAP dealers and users.

Last not least, we want to thank EC Software who wrote the help tool called HELP & MANUAL that was used to create this document.

Índice

Índice 3

3

Índice 3

Índice

Parte I Normas Brasileiras

4

1 NB.R

6.1

1

8

5

1.1 Vigas

5

1.2 Pilares

10

2 N.B

R 8

8

0

0

17

2.1

Classific.a

ç

ã

o d

a

s S

e

ç

õ

e

s

17

2.2

Propried.a

d

e

s e T i.p

o

s d

e A

ç

o

18

2.3

Força Ax.i.a

l

d

e T r.a

ç

ã

o

18

2.4

Força Ax.i.a

l

d

e C

o

m

p

r

e

s

s

ã

o

 

18

2.5

Força Co.r

t.a

n

t

e

25

2.6

Flexão Ge

r.a

l

26

2.7

Flexão - E

i.x

o M a

i.o

r

31

2.8

Flexão - E

i.x

o M e

n

o

r

37

2.9

Forças C.o

m

b i.n

a

d

a

s

38

2.10

Deforma.ç

õ

e

s

39

2.11

Vigas Mi.s

t.a

s

40

2.12

Pilares M

i.s

t

o

s

47

2.13

Critéios .A

d

o

t.a

d

o

s

49

4

4 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

4 STRAP - Normas Brasileiras

1 Normas Brasileiras

Selecione uma das seguintes Normas:

NBR 6118/20035

5
5

NBR 8800/200817

17
17

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 5

5

Normas Brasileiras 5

1.1 NBR 6118

O cálculo da armadura longitudinal é baseada nas hipóteses descritas no capítulo 17.2.2; utilizando a distribuição retangular das tensões:

17.2.2; utilizando a distribuição retangular das tensões: onde: = coeficiente de redução da resistência do

onde:

= coeficiente de redução da resistência do concreto (17.2.2.e)

=

coeficiente de redução da resistência do concreto (17.2.2.e)

 

o programa assume que

  o programa assume que = 0.85 para todos os tipos de seções.

= 0.85 para todos os tipos de seções.

c = fator de segurança do concreto (12.4.1). O valor pode ser definido pelo usuário

c

=

fator de segurança do concreto (12.4.1). O valor pode ser definido pelo usuário como 1.3, 1.4

fck

=

ou 1.5 (valor padrão = 1.4) resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias - MPa (8.1)

fyk

=

resistência característica do aço ao escoamento - MPa (8.3.6)

s = fator de segurança do aço = 1.15 (12.4.1).

s

=

fator de segurança do aço = 1.15 (12.4.1).

Módulo de elasticidade:

Concreto:

Concreto: (8.2.8)

(8.2.8)

Ecs = 0.85 Eci

(8.2.8)

Aço:

Es = 210 GPa

(8.3.5)

As tensões calculadas nas armadura são Es * deformação, mas não maiores que fyd.

Veja em: Vigas 5 Pilares 10 1.1.1 Vigas
Veja em:
Vigas
5
Pilares
10
1.1.1
Vigas

Os procedimentos de dimensionamento incluem:

cálculo das envoltórias de momentos fletores e forças cortantes.1.1.1 Vigas Os procedimentos de dimensionamento incluem: cálculo da redistribuição de momentos e redução da

cálculo da redistribuição de momentos e redução da força cortante (opcional).das envoltórias de momentos fletores e forças cortantes. cálculo das áreas das armaduras longitudinais, com a

cálculo das áreas das armaduras longitudinais, com a consideração ou não da força axial.de momentos e redução da força cortante (opcional). cálculo dos estribos com espaçamento variável.

cálculo dos estribos com espaçamento variável.longitudinais, com a consideração ou não da força axial. verificação das flechas admissíveis. Redistribuição de

verificação das flechas admissíveis.axial. cálculo dos estribos com espaçamento variável. Redistribuição de Momento Fletor (opcional): Os momentos

Redistribuição de Momento Fletor (opcional):

Os momentos em vigas contínuas podem ser redistribuídos de acordo as recomendações do capítulo

14.6.4.3:

Os momentos dos apoios na envoltória podem ser reduzidos até um máximo de uma porcentagem especificada pelo usuário, mas não menos que a porcentagem mínima especificada.de acordo as recomendações do capítulo 14.6.4.3: Os momento máximos do vão na envoltória permanecem

Os momento máximos do vão na envoltória permanecem constantes ou são reduzidos (a menos que a mínima redistribuição necessária aumente o momento no vão, o que geralmente ocorre nos vãos da extremidade com pilares rígidos).mas não menos que a porcentagem mínima especificada. As forças cortantes nos vãos são ajustadas para

As forças cortantes nos vãos são ajustadas para manter o equilíbrio das forças e momentos.ocorre nos vãos da extremidade com pilares rígidos). Para barras com pilares, o momento transferido pela

Para barras com pilares, o momento transferido pela barra ao pilar antes e depois da redistribuição é constante. Isto mantém o equilíbrio no caso de carregamentos com cargas horizontais.ajustadas para manter o equilíbrio das forças e momentos. Note o programa verifica que a redistribuição

Note o programa verifica que a redistribuição não exceda a admissível (14.6.4.3) depois que a armadura

6

6 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

6 STRAP - Normas Brasileiras

for calculada, e exibe avisos se necessário.

Redução de Força Cortante (opcional):

Se o usuário utilizar a opção de redução da força cortante, o programa utilizá no cálculo dos estribos a força cortante tomada a uma distância 'd/2' da face do apoio (17.4.1.2.1.a).

ARMADURA LONGITUDINAL

O programa calcula a área de armadura longitudinal (principal) para os maiores valores de momentos: M

Sd ou Md,min:

para os maiores valores de momentos: M Sd ou M d,min : (17.3.5.2.1 e 8.2.5) (fck

(17.3.5.2.1 e 8.2.5) (fck em MPa)

Armadura Mínima:

As,min = onde: min =
As,min =
onde:
min =

min Ac fcd / fyd

0.35 -

(17.3.5.2.1)

seção retangular

A c f cd / f yd 0.35 - (17.3.5.2.1) seção retangular   0.24 - seções
 

0.24

-

seções T e L com flange comprimida

0.31

-

seções T e L com flange tracionada

Ac =

bh

-

retangular

bw h + (bf-bw)tf - seções T e L com flange comprimida bw h + (bf-bw)tf - seções T e L com flange tracionada

A máxima área da armadura longitudinal (As+A's) está limitada a 4% da área da seção transversal.

(17.2.4.2.1)

Vigas Retangulares:limitada a 4% da área da seção transversal. (17.2.4.2.1) A Armadura é calculada segundo considerações da

A Armadura é calculada segundo considerações da figura abaixo:

é calculada segundo considerações da figura abaixo: A s = M d / f yd z

As = Md / fyd z

considerações da figura abaixo: A s = M d / f yd z K = M

K = M / b d² fck

A altura máxima da Linha Neutra é definida por:

para concretos com fck menor ou igual a C35 (fck (x / d) máx = 0.50

para concretos com fck menor ou igual a C35 (f ck (x / d) máx =

35 MPa)

(14.6.4.3)

para concretos com fck maior que C35 (fck

35 MPa)

35 MPa)

(14.6.4.3)

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 7

7

Normas Brasileiras 7

(x / d) máx = 0.40

Redistribuição de Momentos

O programa STRAP permite que se faça uma redistribuição de momentos, reduzindo-se um momento

fletor M para

de momentos, reduzindo-se um momento fletor M para M . A relação entre o coeficiente de

M. A relação entre o coeficiente de redução

M para M . A relação entre o coeficiente de redução e a posição da linha

e a posição da linha neutra é dados por:

para concretos com fck menor ou igual a C35 (fck

para concretos com fck menor ou igual a C35 (f ck 35 MPa) (14.6.4.3)

35 MPa)

(14.6.4.3)

 
  = 0.44 + 1.25 (x / d) 0.75

=

0.44 + 1.25 (x / d)

  = 0.44 + 1.25 (x / d) 0.75

0.75

para concretos com fck maior que C35 (fck

para concretos com fck maior que C35 (f ck

35 MPa)

(14.6.4.3)

 
  = 0.56 + 1.25 (x / d) 0.75

=

0.56 + 1.25 (x / d)

  = 0.56 + 1.25 (x / d) 0.75

0.75

A

máxima redistribuição de momento é de 25% (

A máxima redistribuição de momento é de 25% ( 0.75) (14.6.4.3)
0.75)

0.75)

(14.6.4.3)

Onde:

de momento é de 25% ( 0.75) (14.6.4.3) Onde: = a relação entre os momentos após

= a relação entre os momentos após e antes da redistribuição.

Recalculando a altura máxima da linha neutra:

concretos com fck menor ou igual a 35 MPa

K

= K' =

K = K' = c [ 0.64 ( - 0.44) - 0.2048 ( - 0.44)²]

c [ 0.64 (

c [ 0.64 (

- 0.44) - 0.2048 (

- 0.44) - 0.2048 (

- 0.44)²]

concretos com fck maior que 35 MPa

 

K

= K' =

K = K' = c [ 0.64 ( - 0.56) - 0.2048 ( - 0.56)²]

c

[ 0.64 (

K = K' = c [ 0.64 ( - 0.56) - 0.2048 ( - 0.56)²]

- 0.56) - 0.2048 (

K = K' = c [ 0.64 ( - 0.56) - 0.2048 ( - 0.56)²]

- 0.56)²]

Sem Redistribuição:

concretos com fck menor ou igual a 35 MPa

K = K' = 0.294

concretos com fck menor ou igual a 35 MPa K = K' = 0.294 c concretos

c

concretos com fck maior que 35 MPa

 

K

= K' = 0.242

  K = K' = 0.242 c

c

Se

K > K'

a armadura de compressão é requerida e calculada a partir de:

de compressão é requerida e calculada a partir de: A' s = [ (K - K')

A's = [ (K - K') 1.15 fck bwd² ] / [ fyk (d`- d') ]

As = [ (`K' 1.15 fck bwd² ) / fyk z

] + A's

Viga T:

compressão inteira na mesa: dimensionada como viga retangular.

compressão na alma:

na mesa: dimensionada como viga retangular. compressão na alma: A s = A sf + A

As = Asf + Asw

8

8 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

8 STRAP - Normas Brasileiras

onde:

Asf

=

Cf / fyd

C f / f yd

Cf

=

fcd tf (bf - b)

Mf

=

Cf (d - tf/2)

Mw

=

Md - Mf

e

Asw calculado a partir de Mw como demonstrado para seção retangular.

O momento máximo resistente do concreto sem armadura de compressão é:

Mc = K' fcd bw d² +

Onde K'

compressão é: M c = K' f cd b w d² + Onde K' f cd

fcd (bf - b) (d - hf/2) tf

foi derivado para seções retangulares.

ARMADURA TRANSVERSAL

O programa dimensiona os estribos verticais com espaçamento variável segundo o Modelo II, item

17.4.2.3.

Condições iniciais (17.4.2.1):

VSd VSd
VSd
VSd

VRd2 = 0.54 fcd

Condições iniciais (17.4.2.1): VSd VSd V Rd2 = 0.54 f cd v2 = (1 - f

v2 = (1 - fck/250)

VRd3 = Vc + Vsw

v2 bwd (sin

)(cosf cd v2 = (1 - f ck /250) V Rd3 = Vc + V sw

)= (1 - f ck /250) V Rd3 = Vc + V sw v2 b w

(fck em MPa)

(17.4.2.3 – Modelo II)

(17.4.2.3)

onde:

 

VSd =

força cortante solicitante de cálculo

= ângulo da biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30°

=

ângulo da biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30°

biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30° V c = V c1 V c1

Vc = Vc1

Vc1 = Vco

quando

VSd

V c1 = V co quando V Sd V co

Vco

Vc1 = 0

quando

VSd = VRd2

Interpolando quando Vco < VSd < VRd2

=>

(17.4.2.3.b)

Vc1 = Vco (VRd2-VSd) / (VRd2-Vco)

45°) (17.4.2.3)

Vco = 0.126 (fck)2/3 bw d /

-V co ) 45°) (17.4.2.3) V co = 0.126 (f ck )2/3 b w d /

c

(17.4.2.2.b e 8.2.5)

Vsw = (Asw / s) 0.9 d fywd / tan

(17.4.2.2.b e 8.2.5) V sw = (A sw / s) 0.9 d f ywd / tan

(17.4.2.3 com

8.2.5) V sw = (A sw / s) 0.9 d f ywd / tan (17.4.2.3 com

= 90°)

O programa seleciona o diâmetro e espaçamento do estribo de modo que tenhamos:

o diâmetro e espaçamento do estribo de modo que tenhamos: e sujeito às seguintes limitações: (A

e sujeito às seguintes limitações:

(Asw/s)min =

e sujeito às seguintes limitações: (A sw /s) min = w,min b w (17.4.1.1 e 8.2.5)

w,min bw

às seguintes limitações: (A sw /s) min = w,min b w (17.4.1.1 e 8.2.5) (17.5.1.2 e

(17.4.1.1 e 8.2.5)

(17.5.1.2 e 8.2.5)

Força Cortante para armadura transversal mínima (Vmin):

Força Cortante para armadura transversal mínima (V min ): V min = b w d (fck)2/3

Vmin = bw d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3 v2

V min = b w d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3
V min = b w d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3
V min = b w d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3

s)] / 100

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 9

9

Normas Brasileiras 9

Espaçamentos dos Estribos:

 

VRd2:

smáx = mín(0.6d, 300) mm

s máx = mín(0.6d, 300) mm

(18.3.3.2)

Vsd Vsd
Vsd
Vsd

VRd2:

mín = 5 mm;

smáx = mín(0.3d, 200) mm máx = bw/10

O programa ignora as forças axiais no dimensionamento dos estribos.

DEFORMAÇÕES (FLECHAS)

O programa verifica as deformações em dois estágios:

deformação imediata devido ao carregamento acidental = (di)Q deformação imediata devido ao carregamento acidental + deformação de longa duração sobre cargas contínuas = (di)Q + (dt)sus

Deformação imediata devido ao carregamento acidental:longa duração sobre cargas contínuas = (di)Q + (dt)sus (d i ) Q = (d i

(di)Q = (di)G+Q - (di)G

onde:

(di)Q

(di)G+Q

(di)Q

As deformações são calculadas a partir das cargas utilizando Ecs e Ieq, onde

=

=

=

deformação imediata devido ao carregamento acidental deformação imediata devido ao carregamento permanente e ao carregamento acidental deformação imediata devido ao carregamento permanente

Ecs

=

4760 fck

4760 fck

(MPa)

(7.1.8)

Ieq

=

momento de inércia efetivo

(17.2.1.1.1)

 
 

Io

=

momento de inércia da seção de concreto total, sem armadura

I
I

=

momento de inércia da seção de concreto fissurada com armadura no estádio II,

 

calculada com

calculada com

e

Es/Ecs

Mr

=

momento de fissuração

 
 
   
 

Ma

=

momento fletor na seção crítica do vão considerado para cargas em questão

Ma é calculado separadamente para (Carga Permanente) e (Carga Permanente + Acidental), consequentemente valores diferentes de Ieq são utilizados quando calculamos (di)G e (di)G+Q (exibidos como Ieq,g e Ieq,g+q nas saídas tabeladas).

Deformação devido a cargas de longa duração:(exibidos como I eq,g e I eq,g+q nas saídas tabeladas). A deformação total calculada pelo programa

A deformação total calculada pelo programa inclui deformação elástica imediata devido a cargas acidentais + deformação de longa duração devido as cargas permanentes e cargas acidentais de longa duração (cargas de longa duração) que agem permanentemente sobre a Viga.

(dt)sust =

onde:

que agem permanentemente sobre a Viga. (d t ) sust = onde: f (d i )

f(di)sust

f '
f
'

(1+50 ')

(1+50 ')

= calculado da armadura comprimida = As'/bd

') = calculado da armadura comprimida = As'/bd M a é calculado separadamente para cargas de

Ma é calculado separadamente para cargas de longa duração,consequentemente valores diferentes de Ieq é utilizado quando calculamos (dt)sust (exibidos como Ieq,sust nas tabelas de saída).

TORÇÃO

A Armadura de torção é calculada de acordo com a seção 17.5 da NBR 6118.

10

10 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

10 STRAP - Normas Brasileiras

O programa assume que a torção é sempre resistida pela alma da viga:

assume que a torção é sempre resistida pela alma da viga: Os seguintes termos são utilizados:

Os seguintes termos são utilizados:

pela alma da viga: Os seguintes termos são utilizados: O programa verifica o seguinte diagrama de

O programa verifica o seguinte diagrama de iteração:

O programa verifica o seguinte diagrama de iteração: (17.7.2.2) T Rd2 = 0.50 (1 – f

(17.7.2.2)

TRd2 = 0.50 (1 – fck/250) fcd Ae he sen(2 )

T Rd2 = 0.50 (1 – f ck /250) f cd A e h e sen(2

(17.5.1.5)

Onde:

TSd =

o momento torsor de cálculo

(17.5.1.5) Onde: T Sd = o momento torsor de cálculo = ângulo de inclinação das diagonais

= ângulo de inclinação das diagonais de concreto

8

= ângulo de inclinação das diagonais de con creto 8 V Sd e V Rd2 :

VSd e VRd2 : veja Vigas - Armadura Transversal

para uma explicação destes termos.

As armaduras longitudinais e transversais são consideradas efetivas à resistência do esforço de torção, quando forem atendidas as duas condições abaixo:

1.1.2

Armadura Transversal (estribos):quando forem atendidas as duas condições abaixo: 1.1.2 Armadura Longitudinal: A s l = soma das

condições abaixo: 1.1.2 Armadura Transversal (estribos): Armadura Longitudinal: A s l = soma das áreas da

Armadura Longitudinal:condições abaixo: 1.1.2 Armadura Transversal (estribos): A s l = soma das áreas da armadura longitudinal

Armadura Transversal (estribos): Armadura Longitudinal: A s l = soma das áreas da armadura longitudinal Pilares

Asl

=

soma das áreas da armadura longitudinal

Pilares

(17.5.1.6.a)

(17.5.1.6.b)

Armadura Longitudinal dos Pilares

mínima:(17.5.1.6.a) (17.5.1.6.b) Armadura Longitudinal dos Pilares o programa limita a armadura longitudinal a menos que: 0.15

o programa limita a armadura longitudinal a menos que:

0.15 Nsd / fyd

mas não menos que

0.004Ac

(17.3.5.3.1)

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 11

11

Normas Brasileiras 11

máxima:

Armadura = 8%:máxima: o programa exibe um aviso alertando de que a armadura excede a

o programa exibe um aviso alertando de que a armadura excede a

armadura admissível. Armadura > 10%: o programa para o dimensionamento e exibe um aviso alertando "Sem solução".

diâmetro:

min = 10 mm = 10 mm

diâmetro: min = 10 mm

(18.4.2.1)

max = min(b/8,h/8) mm

max = min(b/8,h/8) mm

(18.4.2.1)

espaçamento: smin = min(20, min = min(20,

) mm

espaçamento: s min = min(20, ) mm

(18.4.2.2)

smax = min(400,2b,2h) mm

(18.4.2.2)

Esbeltez

s max = min(400,2b,2h) mm (18.4.2.2) Esbeltez = k L o / i = L e

= k Lo / i

= Le / i

onde:

mm (18.4.2.2) Esbeltez = k L o / i = L e / i onde: k

k

Lo

i

=

índice de esbeltez do pilar (15.8.1) max = 200

índice de esbeltez do pilar (15.8.1) max = 200

=

fator de comprimento efetivo definido pelo usuário (padrão = 1.0).

=

comprimento da coluna = comprimento da barra entre os centros dos apoios (15.6)

=

raio de inércia da seção transversal medida sobre o plano em consideração.

Pilar Curto (não esbelto) (

Pilar Curto (não esbelto) ( 1)

1)

O programa calcula o momento da seguinte forma:

Md,tot = MSd = M1d,min

onde:

M1d,min = NSd e1,min

e1,min = 1.5 + 0.03h

 

(cm)

(11.3.3.4.3)

  (15.8.2)
 

(15.8.2)

e1 = MSd / NSd

= 1.5 + 0.03h

 

(cm)

(11.3.3.4.3)

 

35

  35 90 (15.8.2)

90

(15.8.2)

pilares biapoiados: 

 

- para pilares sem cargas transversais:

 
 
  b = 0.6 + 0.4 M B /M A 0.4 (15.8.2.a)

b

= 0.6 + 0.4 MB/MA

  b = 0.6 + 0.4 M B /M A 0.4 (15.8.2.a)

0.4

(15.8.2.a)

onde:

 

MA = maior momento de cálculo de extremidade MB = menor momento de cálculo de extremidade (os sinais dos momentos são considerados)

 

- para pilares sujeitos a cargas transversais:

 
  b = 1.0 (15.8.2.b)

b

= 1.0

(15.8.2.b)

pilares em balanço: 

 

-

para pilares sem cargas transversais:

 
b = 0.8 + 0.2 M C /M A 0.85 (15.8.2.c)

b

= 0.8 + 0.2 MC/MA

b = 0.8 + 0.2 M C /M A 0.85 (15.8.2.c)

0.85

(15.8.2.c)

onde:

12

12 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

12 STRAP - Normas Brasileiras

MA

= momento de cálculo do apoio engastado

MC

= momento de cálculo no meio do vão

pilares biapoiados e em balanço com M A menor que o momento mínimo M 1d,min : MA menor que o momento mínimo M1d,min:

balanço com M A menor que o momento mínimo M 1d,min : b = 1.0 (15.8.2.d)

b = 1.0

(15.8.2.d)

Pilar Esbelto (

1)Pilar Esbelto (

Os efeitos de 2ª ordem dos pilares esbeltos são considerados conforme o item 15.8.3 da NBR 6118.

O usuário pode definir um momento adicional (como um fator de majoração) em cada um dos dois eixos

principais ou especificar que o programa calcule o valor automaticamente.

O programa calcula o momento da seguinte forma:

Md,tot =

b M A + N Sd (e a + e 2 + e cc ) MA + NSd (ea + e2 + ecc)

onde:

ea = 1 / 300 1 Lo / 2 1 = 1 / (100 =
ea =
1 / 300
1 Lo / 2
1 = 1 / (100
=

H) =

1 / 200

onde: ea = 1 / 300 1 Lo / 2 1 = 1 / (100 =

MA

M1d,min 1d,min

(11.3.3.4.2)

(11.3.3.4.1)

H

= altura total do pilar (soma de todos andares) em metros

e2

= (Le² / 10) (1 / r)

Curvatura (1/r):

For

= 90For

 

1/r = 0.005 / [h (

1/r = 0.005 / [h ( +0.5)] = 0.005/h (15.8.3.3.2)

+0.5)] = 0.005/h

(15.8.3.3.2)

= N Sd / (Ac.fcd)

= NSd / (Ac.fcd)

 

For 90 <

= 140

= 140

1/r = calculada a partir da seção crítica

(15.8.3.3.4)

ecc => a fluência é levada em consideração, como sendo uma excentricidade adicional quando

90, veja a seguir.

uma excentricidade adicional quando 90 , veja a seguir. > Fluência Os efeitos da fluência serão

>

Fluência

Os efeitos da fluência serão considerados quando

Fluência Os efeitos da fluência serão considerados quando 90 (15.8.4) A fluência será levada em consideração

90

(15.8.4)

A fluência será levada em consideração através de uma excentricidade adicional ecc:

através de uma excentricidade adicional e cc : onde: M Sg e N Sg são os

onde:

MSg e NSg são os esforços das cargas permanentes. ea e Le são como explicado anteriormente.

permanentes. e a e Le são como explicado anteriormente. = coeficiente de fluência definido pelo usuário

= coeficiente de fluência definido pelo usuário (valor padrão = 2.5) (veja NBR 6118/2003 – 8.2.11)

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 13

13

Normas Brasileiras 13

Ne

=

10 Eci Ic / Le²

 

Eci

=

5600

E ci = 5600 fck (fck em MPa) (8.2.8)

fck

(fck em MPa) (8.2.8)

Ic

=

momento de inércia da seção bruta do concreto, sem armadura

Cálculo dos Momentos em Pilares Esbeltos

O momento inicial Mi no ponto de máximo momento adicional é calculado deste modo:

Pilares contraventados:ponto de máximo momento adicional é calculado deste modo: para pilares não sujeitos a cargas transversais:

para pilares não sujeitos a cargas transversais:

Mi = 0.6 MA + 0.4 MB > 0.4 MA

onde:

MA = maior momento de cálculo de extremidade MB = menor momento de cálculo de extremidade (os sinais dos momentos são considerados)

para pilares sujeitos a cargas transversais:

Mi = MA = maior momento na barra

O momento adicional tem aproximadamente uma forma parabólica; veja a figura a seguir.

Pilares não contraventados:uma forma parabólica; veja a figura a seguir. Assume-se que o momento adicional é distribuído

Assume-se que o momento adicional é distribuído linearmente ao longo do comprimento do pilar, com Mad aplicado nas extremidades de modo a incrementar os momentos nestes pontos.

As seguintes figuras apresentam um exemplo de um pilar esbelto que consiste em uma barra do STRAP, contraventada na direção de M2 e não contraventada na direção de M3. Os momentos de cálculo no topo/meio/base são sobrepostos aos diagramas de momento.

no topo/meio/base são sobrepostos aos diagramas de momento. Condições de Carga: O programa calcula momentos em

Condições de Carga:

O programa calcula momentos em três locais do pilar - topo, meio e base. Em pilares esbeltos, é calculado o momento adicional e os momentos iniciais são modificados como explicado acima.

Se o pilar estiver sujeita a cargas transversais, o momento intermediário é tomado como o momento de máximo ao longo do vão, mas não menos que 0.6·MA + 0.4·MB

Os três momentos de cálculo são avaliados separadamente para o momento M2 e momento M3. O programa então confere a capacidade em todos os três pontos:

topo:

Ntopo,

M2,topo,

M3,topo

meio:

máx(Ntopo,Nbase),

M2,meio,

M3,meio

base:

Nbase,

M2,base,

M3,base

14

14 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

14 STRAP - Normas Brasileiras

Pórticos Planos: :

O programa acrescenta os momentos adicionais aos momentos M3, e cria condições de carga

separadas com os momentos M2 mínimos onde são gerados valores positivos e negativos (importante para seções não-simétricas).

Por exemplo:

M2i

M3i

M2

M3

0.0

15.7

0.0

15.7

 

-7.3

0.0

7.3

0.0

Pórticos Espaciais: :

O programa verifica para momentos de cálculo em ambos os eixos; se existirem momentos

aproximadamente iguais a zero um eixo, o programa calcula o pilar do mesmo modo com nos pórticos planos.

O programa acrescenta momentos adicionais simultaneamente em ambos eixos.

Em muitos casos, podem ser combinadas duas ou mais barras para formar um pilar, uma vez que podem existir pontos sem travamento nas extremidades das barras nas direções M2 e M3.

O programa procura travamentos nos nós em qualquer direção e define "vãos de cálculo". Cada "vão de

cálculo" é avaliado separadamente. Por exemplo:

de cálculo" é avaliado separadamente. Por exemplo: Em cada vão de cálculo, o programa cria as

Em cada vão de cálculo, o programa cria as combinações de momentos em M2 e M3 no topo/meio/ base do vão. O objetivo é assegurar que o programa crie uma que inclua os momentos de máximo.

O programa calcula o momento adicional para cada vão combinado. Confere então se uma das

extremidades está no terço mediano do vão combinado. Se sim, o programa usa o momento adicional naquela extremidade e no meio do vão. Se ambas as extremidades estiverem fora do terço mediano, o programa usa os momentos atuais.

Com base no exemplo da figura acima, o programa calcula do seguinte modo:

Vão A:

Local de

Momento

Momento

Cálculo

M2

M3

Topo

Meio

Base

Mtopo ou

Mtopo-Mad/2.

Mi+Mad

Mbase+Mad/2.

Mi+Mad

Mi+Mad

Mbase+Mad/2.

Tração:

Pilares tracionados por força axial são sempre tratados como pilares curtos.

A capacidade de um pilar sob tração pura é igual a Afyd.

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 15

15

Normas Brasileiras 15

A capacidade de um pilares com flexo-tração são calculados identicamente aos pilares com flexo-

compressão.

Armadura Transversal dos Pilares

O programa dimensiona os estribos verticais com espaçamento variável segundo o Modelo II, item

17.4.2.3.

Condições iniciais (17.4.2.1):

VSd v2 = VSd
VSd
v2 =
VSd

VRd2 = 0.54 fcd (1 - fck/250) VRd3 = Vc + Vsw

VSd V Rd2 = 0.54 f cd (1 - f ck /250) V Rd3 = Vc

v2 bwd (sin

)(cos0.54 f cd (1 - f ck /250) V Rd3 = Vc + V sw v2

)cd (1 - f ck /250) V Rd3 = Vc + V sw v2 b w

(fck em MPa)

(17.4.2.3 – Modelo II)

(17.4.2.3)

onde:

 

VSd =

força cortante solicitante de cálculo

= ângulo da biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30°

=

ângulo da biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30°

biela de compressão do concreto calculada pelo STRAP (30° V c = V c1 V c1

Vc = Vc1

Vc1 = Vco

quando

VSd

V c1 = V co quando V Sd V co

Vco

Vc1 = 0

quando

VSd = VRd2

Interpolando quando Vco < VSd < VRd2

=>

(17.4.2.3.b)

Vc1 = Vco (VRd2-VSd) / (VRd2-Vco)

45°) (17.4.2.3)

Vco = 0.126 (fck)2/3 bw d /

-V co ) 45°) (17.4.2.3) V co = 0.126 (f ck )2/3 b w d /

c

(17.4.2.2.b e 8.2.5)

Vsw = (Asw / s) 0.9 d fywd / tan

(17.4.2.2.b e 8.2.5) V sw = (A sw / s) 0.9 d f ywd / tan

(17.4.2.3 com

8.2.5) V sw = (A sw / s) 0.9 d f ywd / tan (17.4.2.3 com

= 90°)

O programa seleciona o diâmetro e espaçamento do estribo de modo que tenhamos:

o diâmetro e espaçamento do estribo de modo que tenhamos: e sujeito às seguintes limitações: (A

e sujeito às seguintes limitações:

(Asw/s)min =

e sujeito às seguintes limitações: (A sw /s) min = w,min b w (17.4.1.1 e 8.2.5)

w,min bw

às seguintes limitações: (A sw /s) min = w,min b w (17.4.1.1 e 8.2.5) (17.5.1.2 e

(17.4.1.1 e 8.2.5)

(17.5.1.2 e 8.2.5)

Força Cortante para armadura transversal mínima (Vmin):

Força Cortante para armadura transversal mínima (V min ): V min = b w d (fck)2/3

Vmin = bw d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3 v2

d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3 v2 s)] / 100 Espaçamento
d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3 v2 s)] / 100 Espaçamento
d (fck)2/3 [0.126/ c + 27 3/(500 s) - 63/(1250 (fck)1/3 v2 s)] / 100 Espaçamento

s)] / 100

Espaçamento das Armaduras Transversais

diâmetro mínimo:

Espaçamento das Armaduras Transversais diâmetro mínimo: espaçamento máximo t mín = máx (5 mm ou l

espaçamento máximo

t mín = máx (5 mm ou

mínimo: espaçamento máximo t mín = máx (5 mm ou l /4) (18.4.3) 200 mm ou

l /4)

(18.4.3)

espaçamento máximo t mín = máx (5 mm ou l /4) (18.4.3) 200 mm ou menor

200 mm ou menor dimensão do pilar ou

24

12

250 MPa (CA25) oul /4) (18.4.3) 200 mm ou menor dimensão do pilar ou 24 12 l para fyk

l

para

fyk

dimensão do pilar ou 24 12 250 MPa (CA25) ou l para fyk 500 MPa (CA50)

500 MPa (CA50)200 mm ou menor dimensão do pilar ou 24 12 250 MPa (CA25) ou l para

l

para

fyk

dimensão do pilar ou 24 12 250 MPa (CA25) ou l para fyk 500 MPa (CA50)

16

16 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

16 STRAP - Normas Brasileiras

para fyk entre 250 e 500 : (36 – 6fyk/125)

Brasileiras para fyk entre 250 e 500 : (36 – 6fyk/125) l t = diâmetro da

l

t = diâmetro da armadura transversal (estribos).Brasileiras para fyk entre 250 e 500 : (36 – 6fyk/125) l l = maior diâmetro

l = maior diâmetro da armadura longitudinal do pilar. = maior diâmetro da armadura longitudinal do pilar.

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 17

17

Normas Brasileiras 17

1.2 NBR 8800

NBR 8800/2008 - Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de Edifícios

Dimensionamento e verificação de estruturas metálicas (perfis laminados e soldados) segundo a NBR

8800/2008.

Classificação das Seções

17
17

Propriedades e Tipos de Aço

18
18
Força Cortante 25 Flexão - Geral 26
Força Cortante
25
Flexão - Geral
26

Flexão - Eixo Maior

31
31

Flexão - Eixo Menor

37
37

Força Axial - Tração

18
18

Força Axial - Compressão

Forças Combinadas

38
38
18
18
Deformações 39 Vigas Mistas 40 Pilares Mistos 47
Deformações
39
Vigas Mistas
40
Pilares Mistos
47

NOTA IMPORTANTE:

Após o lançamento da NBR 8800/2008, verificou-se que a mesma não contemplava todos as especificações que a norma "mãe" AISC LRFD 2005 traz em seu texto. A equipe da SAE fez então consultas a diversos especialistas brasileiros, onde resolveu-se incorporar os critérios da norma americana AISC LRFD 2005 nos casos em que a NBR 8800/2008 não aborda tal questão ou nos casos que dão origem a situações conflitantes.

Os critérios adotados na verificação dos perfis, tem por finalidade a segurança estrutural.

Veja mais em Critérios Adotados

49 .
49
.

1.2.1 Classificação das Seções

O programa calcula as relações largura-espessura listadas na Tabela F.1 (Anexo F) para os vários tipos de seções, a fim de determinar a classificação de seção na verificação/dimensionamento dos perfis sob ação de forças de compressão e flexão.

para flexão oblíqua, o programa classifica o perfil de acordo com o "eixo menor", o qual sempre governa.dos perfis sob ação de forças de compressão e flexão. em uma "Barra Combinada", o programa

em uma "Barra Combinada", o programa faz a classificação para cada segmento e usa o pior caso.de acordo com o "eixo menor", o qual sempre governa. em barras de seção variável, o

em barras de seção variável, o programa efetua a classificação em cada extremidade e usa o pioro programa faz a classificação para cada segmento e usa o pior caso. SAE - SISTEMAS

18

18 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

18 STRAP - Normas Brasileiras

caso.

1.2.2 Propriedades e Tipos de Aço

E - módulo de elasticidade do aço (E = 200000 MPa) (4.5.2.9.a)

G - módulo de elasticidade transversal do aço (G = 77000 MPa) (4.5.2.9.c)

fy - resistência característica ao escoamento do aço, em MPa. fu - resistência à ruptura do aço à tração, em MPa. r - residual de compressão nas mesas, em MPa, igual a 30% da tensão de escoamento fy.

mesas, em MPa, igual a 30% da tensão de escoamento f y . O programa possui

O programa possui alguns tipos de aço previamente definidos para o dimensionamento - o usuário pode atribuir diferentes tipos de aço para cada barra; fy e fu são retirados das Tabelas A.1 e A.2 da norma NBR 8800/2008 e da norma ASTM, para os vários tipos de chapas e espessuras retiradas das Tabelas 1-4 do "Manual of Steel Construction".

das Tabelas 1-4 do "Manual of Steel Construction". 1.2.3 Força Axial de Tração O programa verifica

1.2.3 Força Axial de Tração

O programa verifica se a força axial de tração solicitante de cálculo (Nt,Sd) é menor que a força axial de

tração resistente de cálculo (Nt,Rd), Nt,Sd

axial de tração resistente de cálculo ( N t,Rd ), N t,Sd N t,Rd , como

Nt,Rd, como definido em 5.2:

A

força axial de tração resistente de cálculo Nt,Rd é o menor dos seguintes valores:

e

e

N

N

t,Rd

t,Rd

A f N t,Rk g y a1 1.10 A f N t,Rk e u a2
A
f
N t,Rk
g
y
a1
1.10
A
f
N t,Rk
e
u
a2
1.35

(5.2.2.a)

(5.2.2.b)

onde:

Ag = área bruta da seção da seção transversal da barra; Ae = área líquida efetiva da seção transversal da barra, que é a área bruta multiplicada pelo "fator de redução da área" definido pelo usuário (um valor padrão pode ser especificado);

fu

= resistência à ruptura do aço, tomada de acordo com as tabelas ou definida pelo usuário.

1.2.4 Força Axial de Compressão

A

verificação da força axial de compressão é feita de acordo com o item 5.3 da NBR 8800.

O

programa verifica se a força axial de tração solicitante de cálculo (Nc,Sd) é menor que a força axial de

tração resistente de cálculo (Nc,Rd), Nc,Sd

que a força axial de tração resistente de cálculo ( N c,Rd ), N c,Sd N

Nc,Rd :

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 19

19

Normas Brasileiras 19
Normas Brasileiras 19 Força Axial de Flambagem - Ne (Anexo E) (a) Para seções duplamente simétricas

Força Axial de Flambagem - Ne (Anexo E)

(a) Para seções duplamente simétricas

N ex

N ey

N ez

r

0

2 E I x 2 K x L x 2 E I y 2 K
2
E
I
x
2
K
x L
x
2
E I
y
2
K
L
y
y

,

para flambagem por flexão em relação ao eixo x (E.1.1a)

, para flambagem por flexão em relação ao eixo y (E.1.1b)

2 1 EC w G J 2 2 r K L 0 z z
2
1
EC
w
G J
2
2
r
K
L
0
z
z

, para flambagem por torção em relação ao eixo longitudinal z (E.1.1c)

2 2 2 2 r r x y x y 0 0
2
2
2
2
r
r
x
y
x
y
0
0

(b) Para seções monossimétricas (exceto cantoneiras simples), cujo eixo y é o eixo de simetria

N ex

2 E I x 2 K x L x
2
E
I
x
2
K
x L
x

, para flambagem por flexão em relação ao eixo x (E.1.2a)

20

20 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

20 STRAP - Normas Brasileiras

N eyz

(E.1.2b)

2 N N 4 N N [1 y / r ] ey ez ey ez
2
N
N
4 N
N
[1
y
/ r
]
ey
ez
ey
ez
0
0
1
1
2
2
2[1
y
/ r
]
N
N
0
0
ey
ez

, para flambagem por flexo-torsional

(c) Para seções assimétricas (exceto cantoneiras simples), Ne é a menor das raízes da seguinte

equação cúbica (E.1.3):

N

e

N

ex

N

e

N

ey

N

e

N

ez

N

e

(d)

Para Cantoneiras Simples (E.1.4.2)

2 N

e

N

ey

x 0 r 0
x
0
r
0

2

N

e

2 N

π 2 EI x1 N ex1 2 K L x1 x1 , (a) quando 0
π
2 EI
x1
N
ex1
2
K
L
x1
x1
,
(a) quando
0
Lx1/rx
(b) quando
Lx1/rx
>
80

80

K x1 L x1 = 72 r x1 + 0.75 Lx1

K x1 L x1 = 32 r x1 + 1.25 Lx1

r x1 + 0.75 L x1 K x1 L x1 = 32 r x1 + 1.25

e

N

ex

200 r x1

y 0 r 0
y
0
r
0

2

0

Para cantoneiras de abas desiguais com relação entre as larguras das abas menor que 1,7, o valor Kx1. Lx1 das Equações E.1.4.2a e E.1.4.2b, não pode ser menor do que os valores:

- 0.95 Lx1 rx1/rmín

- deve ser aumentado de: 4 [(be/bs)² - 1] rx1

Nota: para todos os tipos de peças formadas por cantoneiras de abas desiguais adotou-se a verificação acima (E.1.4.2).

Pelas expressões acima temos:

E

= módulo de elasticidade longitudinal do aço

G

= módulo de elasticidade transversal do aço

Cw = constante de empenamento da seção transversal

Lx

, Ly , Lx1 = comprimentos entre os pontos de trabalho

Ix

, Iy = momento de inércia em relação aos eixos principais

Kx

, Ky = coeficiente de flambagem nas direções x e y

IT

= momento de inércia à torção uniforme

Kz

= coeficiente de flambagem torsional

rx , ry = raio de giração em relação aos eixos principais

rx1 = raio de giração em relação ao eixo geométrico paralelo à aba conectada

x0 , y0 = coordenadas do centro de cisalhamento em relação ao centro geométrico da seção

be = largura da aba maior bs = largura da aba menor rmín = raio de giração mínimo da cantoneira

O programa pode ser instruido a calcular os coeficientes de flambagem, Kx e Ky, de acordo com a norma antiga (NBR 8800 - 1988) ou os valores podem ser fornecidos diretamente pelo usuário (um valor padrão igual a 1 é atribuído a todas as barras).

O programa calcula a esbeltez

atribuído a todas as barras). O programa calcula a esbeltez entre os pontos de apoio em

entre os pontos de apoio em ambas as direções dos eixos locais. O

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 21

21

Normas Brasileiras 21

programa compara o maior valor de esbeltez com os limites de esbeltez à compressão ou à tração, o que é feito de acordo com o sinal da força axial solicitante da barra. O índice de esbeltez máximo para peças comprimidas é 200 (NBR8800 - 5.3.4), e a norma recomenda que para as peças tracionadas o índice de esbeltez não seja maior que 300, com exceção de tirantes de barras redondas pré- tensionadas ou outras barras que tenham sido montadas com pré-tensão.

Seções Compostas (5.3.4.2)

Barras compostas, formadas por dois ou mais perfis trabalhando em conjunto, em contato ou com afastamento igual à espessura de chapas espaçadoras, devem possuir ligações entre esses perfis a intervalos tais que o índice de esbeltez L/r de qualquer perfil, entre duas ligações adjacentes, não seja superior a 1/2 do índice de esbeltez da barra composta (KL/r), onde K é fornecido por E.2.1.1, E.2.1.2 ou E.2.1.3 (Anexo E), o que for aplicável, conforme ilustra a Figura 12. Para cada perfil componente, o índice de esbeltez deve ser calculado com o seu raio de giração mínimo. Adicionalmente, pelo menos duas chapas espaçadoras devem ser colocadas ao longo do comprimento, uniformemente espaçadas.

Assim temos a seguinte verificação:

KL/r > 2 l/r min

L = comprimento da barra

KL/r > 2 l /r min L = comprimento da barra l = distância entre conectores

l = distância entre conectores

r = raio de giração da seção composta

rmin = radio de giração mínimo de um componente

lmáx

= rmin (kL/r) / 2

Esbeltez da Seção Combinada

Para as seções combinadas, a esbeltez KL/r é substituída pela esbeltez modificada (KL/r)m da seguinte forma:

(a) Para conectores intermediários compostos por parafusos com aperto normal:

(a) Para conectores intermediários compostos por parafusos com aperto normal: SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL

22

22 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

22 STRAP - Normas Brasileiras

(b) Para conectores intermediários compostos por parafusos protendidos ou solda:

compostos por parafusos protendidos ou solda: Onde: = esbeltez da seção composta. a r i =

Onde:

= esbeltez da seção composta.compostos por parafusos protendidos ou solda: Onde: a r i = entre elementos de ligação dos

a

ri

= entre elementos de ligação dos perfis componentes da barra composta.

= raio de giração mínimo de um perfil componente da barra composta.

raio de giração de um perfil componente da barra composta relativo a seu eixo principal de inércia paralelo ao eixo de flambagem por flexão da barra composta.

h = distância entre os centros de gravidade dos perfis componentes da barra composta na direção perpendicular ao eixo de flambagem.

rib

=

Veja mais em Critérios Adotados

49 .
49
.

Seções Variáveis e Barras Combinadas com Seções Diferentes

Para seções variáveis ou barras combinadas com diferentes propriedades, o programa calcula para a barra a carga crítica de flambagem de Euler, e então encontra um comprimento equivalente L1 para uma barra com a mínima área que resulta na mesma carga crítica de flambagem de Euler. A área mínima e o comprimento L1 são usados em todas as equações.

Fator de Redução para elementos comprimidos não enrijecidos (AL) - Qs

O programa efetua o cálculo dos fatores de redução Qs de acordo com o Anexo F.2. Como referência veja a Tabela F.1. da NBR 8800.

A) Para mesas (flanges) de perfis laminados I, H, U e T (F.2.b):

mesas (flanges) de perfis laminados I , H, U e T (F.2.b): B) Para mesas (flanges)

B) Para mesas (flanges) de perfis soldados I, H, U e T (F.2.c):

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 23

23

Normas Brasileiras 23
Normas Brasileiras 23 onde: h = altura da alma (altura da seção menos flanges); tw =
Normas Brasileiras 23 onde: h = altura da alma (altura da seção menos flanges); tw =

onde:

h = altura da alma (altura da seção menos flanges); tw = espessura da alma

b = largura do elemento comprido

t = espessura do elemento comprido

C) Para Cantoneiras Simples (L) e Cantoneiras Duplas (2L) (F.2.a):

Cantoneiras Simples (L) e Cantoneiras Duplas (2L) (F.2.a): D) Seção T - Alma (F.2.d): E) Perfis

D) Seção T - Alma (F.2.d):

e Cantoneiras Duplas (2L) (F.2.a): D) Seção T - Alma (F.2.d): E) Perfis Tubulares SAE -

E) Perfis Tubulares

24

24 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

24 STRAP - Normas Brasileiras

Qs =1

em todos os casos.

Fator de Redução para elementos comprimidos enrijecidos (AA) - Qa

Cálculo de Qa de acordo com o anexo F.3:

(AA) - Qa Cálculo de Qa de acordo com o anexo F.3: Cálculo da Largura Efetiva

Cálculo da Largura Efetiva (be) (F.3.2)

A) Seções I , H, U e Tubos sem espessura uniforme quando:

A) Seções I , H, U e Tubos sem espessura uniforme quando: - - Para perfis

-

- Para perfis I, H e U => b = h, t = tw, b e = h e

I, H e U => b = h , t = t w , b e

= fy (conservativamente)

B) Para mesas de Tubos Retangulares com espessura uniforme quando:

mesas de Tubos Retangulares com espessura uniforme quando: = fy (conservativamente) C) Cantoneiras e seções T
mesas de Tubos Retangulares com espessura uniforme quando: = fy (conservativamente) C) Cantoneiras e seções T

= fy (conservativamente)

C) Cantoneiras e seções T :

Qa = 1

Fator de Redução para Tubos Circulares - Q (Anexo F.4)

e seções T : Q a = 1 Fator de Redução para Tubos Circulares - Q

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 25

25

Normas Brasileiras 25

Segundo o Anexo F.4.2, não é prevista a utilização de seções tubulares circulares com D/t superior a

0,45E/fy.

1.2.5 Força Cortante

A verificação da força cortante é feita de acordo com o item 5.4.3 da NBR 8800. O programa verifica se

a força cortante solicitante de cálculo (VSd) é menor que a força cortante resistente de cálculo (VRd):

VSd

que a força cortante resistente de cálculo ( V Rd ): V Sd V Rd =

VRd = VRk / 1.10

VRk é calculada da seguinte forma:

V Rd = V Rk / 1.10 V Rk é calculada da seguinte forma: onde: Para

onde:

= V Rk / 1.10 V Rk é calculada da seguinte forma: onde: Para perfis I,

Para perfis I, H e U:

é calculada da seguinte forma: onde: Para perfis I, H e U: A área efetiva de

A área efetiva de cisalhamento (Aw) e o coeficiente de flambagem de alma kv , são determinados de acordo com a seguinte tabela:

Tipo

Eixos

Tipo Eixos   Aw kv
 

Aw

kv

 

Maior

h

/ tw

d

tw

fórmula

I, H ,

[

Menor para I e H

bf / (2 t f)

2

bf t f

1.2

 

Menor para [

bf / t f

2

bf t f

1.2

 

Maior

d

/ tw

d

tw

1.2

T

Menor

bf / (2 t f)

 

bf tf

1.2

 

Maior

h

/ t

2

h t

5.0

RHS

Menor

b

/ t

2

b t

5.0

Cantoneira

 

b

/ t

 

d t

1.2

26

26 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

26 STRAP - Normas Brasileiras

Dupla

Major

b

/ t

2

b t

1.2

Cantoneira

Menor

b

/ t

2

b t

1.2

 

Maior

h / tw

d tw

5.0

][

Menor

b

/ t

2 bf t f

5.0

I + [

Maior

 

igual a “I

5.0

Menor

 

igual a “[“

5.0

“ I ” 5.0 Menor   igual a “[“ 5.0 para seções variáveis, o programa calcula

para seções variáveis, o programa calcula VRk e Aw a cada intervalo de 1/20 a longo da barra.

Dimensionamento de Tubos (NBR 8800 - 5.4.3.6):

da barra. Dimensionamento de Tubos (NBR 8800 - 5.4.3.6): A tensão de cisalhamento crítica deverá ser

A tensão de cisalhamento crítica deverá ser o maior dos seguintes valores:

crítica deverá ser o maior dos seguintes valores: Onde: A g = área bruta da seção

Onde:

Ag = área bruta da seção

D = diâmetro externo

Lv

= a distância entre as seções de forças cortantes máxima e nula

td

= espessura de cálculo da parede da seção transversal, igual a 0.93 da espessura nominal para

tubos com costura, e igual à espessura nominal para tubos sem costura.

1.2.6 Flexão Geral

O programa verifica se o momento fletor solicitante de cálculo MSd é menor ou igual ao momento fletor

resistente de cálculo MRd:

ou igual ao momento fletor resistente de cálculo M Rd : Os estados limites: - FLT

Os estados limites:

- FLT: Flambagem Lateral com Torção

- FLM:Flambagem Local de Mesa

- FLA: Flambagem Local de Alma

O programa determina o momento fletor resistente de cálculo (MRd) com base nos anexos G e/ou H,

segundo os vários tipos de seções.

Para seções I, H e U

nos anexos G e/ou H, segundo os vários tipos de seções. Para seções I, H e

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 27

27

Normas Brasileiras 27
Normas Brasileiras 27 para o estado limite de flambagem lateral com torção (FLT): para o estado

para o estado limite de flambagem lateral com torção (FLT):Normas Brasileiras 27 para o estado limite de flambagem local de mesa e de alma (FLM

o estado limite de flambagem lateral com torção (FLT): para o estado limite de flambagem local

para o estado limite de flambagem local de mesa e de alma (FLM / FLA):o estado limite de flambagem lateral com torção (FLT): Para p, Notas: , e r veja

limite de flambagem local de mesa e de alma (FLM / FLA): Para p, Notas: ,
limite de flambagem local de mesa e de alma (FLM / FLA): Para p, Notas: ,

Para

de flambagem local de mesa e de alma (FLM / FLA): Para p, Notas: , e

p,

Notas:

local de mesa e de alma (FLM / FLA): Para p, Notas: , e r veja

, e

local de mesa e de alma (FLM / FLA): Para p, Notas: , e r veja

r veja a Tabela G.1 a seguir.

O programa efetua os cálculos a cada 1/10 do comprimento da barra, e nos pontos

O

programa efetua os cálculos a cada 1/10 do comprimento da barra, e nos pontos intermediários

com travamentos. Para seções variáveis ou barras combinadas com diferentes propriedades, o programa calcula a cada 1/20 do comprimento da barra de acordo com as propriedades em cada

seção. O usuário pode especificar a exata localização dos travamentos intermediários em cada barra.

O estado limite de Flambagem Lateral por Torção é somente aplicável a barras sujeitas à

O

estado limite de Flambagem Lateral por Torção é somente aplicável a barras sujeitas à flexão em

relação ao eixo maior.

Cálculo do Coeficiente de Flexão Cb

O estado limite de Flambagem Lateral por Torção é somente aplicável a barras sujeitas à flexão em

relação ao eixo maior.

A Flambagem Lateral por Torção é calculada individualmente em cada segmento entre os suportes

intermediários, e separadamente ao longo das mesas superior e inferior; o cálculo é realizado separadamente para momentos positivos (somente travamentos na mesa inferior serão considerados) e para momentos negativos (somente travamentos na mesa superior serão considerados).

O valores para o coeficiente de flexão Cb são calculados de acordo com o item 5.4.2.3 e 5.4.2.4.

Cb são calculados de acordo com o item 5.4.2.3 e 5.4.2.4. para barras de estruturas não

para barras de estruturas não contraventadasCb são calculados de acordo com o item 5.4.2.3 e 5.4.2.4. C b = 1.0 -

Cb = 1.0 - para barras em "balanço" ou estruturas não contraventadas ou onde o momento máximo no segmento é maior que os momentos de extremidade.

Onde:

Mmax

=

valor do momento fletor máximo solicitante de cálculo, em módulo, no comprimento

MA

=

destravado. valor do momento fletor máximo solicitante de cálculo, em módulo, na seção situada a ¼

MB

=

do comprimento destravado, medido a partir no início da barra (nó JA). valor do momento fletor máximo solicitante de cálculo, em módulo, na seção central do

28

28 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

28 STRAP - Normas Brasileiras

comprimento destravado.

MC

=

valor do momento fletor máximo solicitante de cálculo, em módulo, na seção situada a ¾ do comprimento destravado.

Rm

=

parâmetro de monossimetria da seção transversal, igual a 1,0 para todos os tipos de seções do STRAP.

TABELA G.1 - Parâmetros referentes ao momento fletor resistente

seções do STRAP. TABELA G.1 - Parâmetros referentes ao momento fletor resistente SAE - SISTEMAS DE

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 29

29

Normas Brasileiras 29
Normas Brasileiras 29 SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL

30

30 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

30 STRAP - Normas Brasileiras
30 STRAP - Normas Brasileiras SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 31

31

Normas Brasileiras 31
Normas Brasileiras 31 Para as fórmulas de verificação acima temos: C w = constante de empenamento
Normas Brasileiras 31 Para as fórmulas de verificação acima temos: C w = constante de empenamento

Para as fórmulas de verificação acima temos:

Cw

=

constante de empenamento

 

E

=

módulo de elasticidade longitudinal

r
r

=

0.30 fy

Lb

=

distância entre pontos travados à flambagem lateral com torção (comprimento destravado)

d

=

altura externa da seção, medida perpendicularmente ao eixo de flexão

h

=

altura da alma, distância entre faces internas das mesas

tw

=

espessura da alma

 

bf

=

largura total da mesa (bfs e bfi representam as larguras totais das mesas superior e inferior)

tf

=

espessura da mesa (tfs e tfi representam as espessuras das mesas superior e inferior)

b

=

0.5 bf

=> para seções

I

,

H

b

=

bf

=> para seções U

 

W

=

módulo resistente elástico em relação ao eixo de flexão (x ou y)

Z

=

módulo resistente plástico em relação ao eixo de flexão (x ou y)

Wc

=

módulo resistente elástico do lado comprimido da seção, relativo ao eixo de flexão

r
r

=

0.30 fy

Iy

=

momento de inércia em relação ao eixo y

J

=

momento de inércia a torção uniforme

ry

=

raio de giração em relação ao eixo y

rT

=

raio de giração da mesa comprimida mais 1/6 da alma

1.2.7 Flexão - Eixo Maior

FÓRMULAS E TABELAS DE VERIFICAÇÃO DO MOMENTO FLETOR - EIXO MAIOR

A) Seções I , H e U :

Para seções I e H: b = 0.5 bf

Para seções U: b = bf

32

32 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

32 STRAP - Normas Brasileiras
32 STRAP - Normas Brasileiras Nota: para os parâmetros de esbeltez limite de seções compactas e

Nota: para os parâmetros de esbeltez limite de seções compactas e semicompactas, usou-se o

critério do AISC LRFD 2005 - Apêndice A1 - 1.4. Ver mais em Critérios Adotados

49

.
.
do AISC LRFD 2005 - Apêndice A1 - 1.4. Ver mais em Critérios Adotados 49 .

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 33

33

Normas Brasileiras 33
Normas Brasileiras 33 SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Normas Brasileiras 33 SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL

34

34 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

34 STRAP - Normas Brasileiras
34 STRAP - Normas Brasileiras B) Tubos Retangulares (Eixo Maior e Eixo Menor) Nas seguintes equações,

B) Tubos Retangulares (Eixo Maior e Eixo Menor)

Nas seguintes equações, h e b são definidos como:

Para Perfis Laminados com espessura constante

h

=

altura - 3t

b

=

largura - 3t

Para Perfis Laminados

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 35

35

Normas Brasileiras 35

h

=

altura - (tf1+tf2)

b

=

largura

Normas Brasileiras 35 h = altura - (tf1+tf2) b = largura SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE
Normas Brasileiras 35 h = altura - (tf1+tf2) b = largura SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE

36

36 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

36 STRAP - Normas Brasileiras
36 STRAP - Normas Brasileiras C) Cantoneira Simples e Dupla (Eixo Maior e Eixo Maior) D)

C) Cantoneira Simples e Dupla (Eixo Maior e Eixo Maior)

Brasileiras C) Cantoneira Simples e Dupla (Eixo Maior e Eixo Maior) D) Seção T SAE -

D) Seção T

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 37

37

Normas Brasileiras 37
Normas Brasileiras 37 FLT com o sinal positivo usado quando a extremidade da alma oposta à

FLT

Normas Brasileiras 37 FLT com o sinal positivo usado quando a extremidade da alma oposta à

com o sinal positivo usado quando a extremidade da alma oposta à mesa estiver tracionada e o negativo em caso contrário (se essa extremidade estiver comprimida em algum ponto ao longo do comprimento destravado, o sinal negativo deve ser usado).

E) Tubo Circular

o sinal negativo deve ser usado). E) Tubo Circular 1.2.8 Flexão - Eixo Menor FÓRMULAS E
o sinal negativo deve ser usado). E) Tubo Circular 1.2.8 Flexão - Eixo Menor FÓRMULAS E

1.2.8 Flexão - Eixo Menor

FÓRMULAS E TABELAS DE VERIFICAÇÃO DO MOMENTO FLETOR - EIXO MENOR

A) Seções I , H e U

38

38 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

38 STRAP - Normas Brasileiras
38 STRAP - Normas Brasileiras B) Seção U - FLA (alma comprimida) C) Seção T -

B) Seção U - FLA (alma comprimida)

- Normas Brasileiras B) Seção U - FLA (alma comprimida) C) Seção T - FLM Idêntico

C) Seção T - FLM

Idêntico a opção de "Eixo Maior", exceto que Wy e Zy são substituídos por Wx e Zx, respectivamente.

1.2.9 Forças Combinadas

As equações de verificação dos esforços combinados são (5.5.1):

a) Para

As equações de verificação dos esforços combinados são (5.5.1): a) Para SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE

Normas Brasileiras

Normas Brasileiras 39

39

Normas Brasileiras 39
Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do

b) Para

Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do
Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do
Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do
Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do
Normas Brasileiras 39 b) Para Onde: => = para flambagem elástica por flexão em torno do

Onde:

=>

=>

=

para flambagem elástica por flexão em torno do eixo x (E.1.1a)

=

para flambagem elástica por flexão em torno do eixo y (E.1.1b)

NSd = a força axial solicitante de cálculo de tração ou de compressão, a que for aplicável; NRd = a força axial resistente de cálculo de tração ou de compressão, a que for aplicável, determinada respectivamente de acordo com 5.2 ou 5.3; B1,x; B1,y = coeficientes de amplificação de segunda ordem, igual a 1.00 na tração. Cm,x; Cm,y = se existirem cargas transversais entre as extremidades da barra no plano de flexão, Cm será tomado igual a 1.0. M1; M2 = são respectivamente o menor e o maior momentos, nas extremidades da barra no plano de

flexão. M1/M2 é positivo quando a barra estiver sob curvatura reversa, e negativo quando a flexão produz uma curvatura simples. Nex; Ney = forças axiais que provocam a flambagem elástica por flexão (anexo E). MSd,x e MSd,y = momentos fletores solicitantes de cálculo, respectivamente em relação aos eixos x e

y da seção transversal;

MRd,x e MRd,y = os momentos fletores resistentes de cálculo, respectivamente em relação aos eixos x

e y da seção transversal, determinados de acordo com 5.4.

1.2.10

Deformações

As deformações das barras são verificadas em Estado Limite de Serviço, o programa utiliza as deformações das combinações, mas tomando todos os fatores multiplicativos iguais a 1.0.

O programa verifica a máxima deflexão ao longo da barra, ignorando os deslocamentos dos nós de extremidade, exceto em barras em balanço onde a máxima deformação é calculada no extremidade

40

40 STRAP - Normas Brasileiras

STRAP - Normas Brasileiras

40 STRAP - Normas Brasileiras

livre.

O máxima deformação pode ser atribuída pelo usuário para todas as barras ou individualmente (um valor

padrão pode ser definido).

Notas:

-

As deformações calculadas são baseadas nas seções definidas na Geometria. Quando uma seção

diferente, alterada pelo Módulo de Metálicas, o programa modifica a deformação pela relação Inew/I old, onde:

Inew = momento de inércia da seção na nova seção verificada

Iold

= momento de inércia da seção da Geometria do STRAP

-