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MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO

Gabinete do Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento

Despacho n.º 925/2010

A EPDM — Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro, S. A.,

constituída em 2009, é uma empresa do grupo I’M Mining — SGPS, S. A., que se dedica à realização de trabalhos de modelação e movimento de terras, subterrâneos e à superfície, no âmbito da exploração mineira, perfuração de solos, desenvolvimento de galerias subterrâneas, prestação de serviços de engenharia de minas e demais serviços relacionados com

a indústria extractiva.

A EPDM apresentou, no âmbito do regime contratual, a candidatura ao

Sistema de Incentivos à Inovação, ao abrigo da Portaria n.º 1464/2007, de 15 de Novembro, alterada e republicada pela Portaria n.º 353-C/2009, de 3 de Abril, um projecto de investimento que consiste na criação e equi- pamento de uma unidade destinada à prestação de serviços de perfuração geotérmica e de desenvolvimento mineiro, localizada em Aljustrel, com

o aproveitamento das sinergias entre estas duas áreas de negócio. Este projecto visa o desenvolvimento de uma actividade ainda não existente em Portugal, a perfuração geotérmica, e a EPDM será a pri-

meira empresa no País a prestar serviços de perfuração geotérmica e de desenvolvimento mineiro, possibilitando às empresas portuguesas, suas potenciais clientes, obter a prestação destes serviços através de uma empresa nacional.

O projecto destina-se à produção de bens e serviços transaccionáveis,

de carácter inovador e em mercados com potencial de crescimento,

envolve importantes efeitos de arrastamento em actividades a montante

e a jusante e proporciona a interacção e cooperação com entidades do

sistema científico e tecnológico no desenvolvimento de produtos de carácter tecnológico, contribuindo para o desenvolvimento e dinamização económica da região e consequente diminuição das assimetrias regionais. Este investimento ascende a um montante total de cerca de 33 milhões de euros, envolve a criação de 145 postos de trabalho e permitirá o alcance em 2018, ano do termo da vigência do contrato, de um volume de prestação de serviços de cerca de 203,5 milhões de euros e de um valor acrescentado correspondente a 50 % desse volume de prestação de serviços, em valores acumulados desde o ano de 2011. Dado o seu impacto macroeconómico, considera-se, assim, que o

projecto é de grande relevância para a economia nacional e reúne as condições necessárias à concessão de incentivos financeiros previstos

para os grandes projectos de investimento, o que justificou a sua apro- vação, naquele sistema de incentivos, através do despacho do Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e Inovação n.º 274/XVII/SEAII/2009, de 7 de Outubro. Assim, ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n.º 203/2003, de 10 de Setembro, é determinado:

1 — Aprovar a minuta do contrato de investimento e respectivos

anexos, a celebrar pelo Estado Português, representado pela Agên- cia para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E., e a

I’M — SGPS, S. A., e a I’M Mining — SGPS, S. A., e a EPDM — Em- presa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro, S. A., que tem por objecto a criação e o equipamento de uma unidade destinada à prestação de serviços de perfuração geotérmica e de desenvolvimento mineiro, localizada em Aljustrel.

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— O presente despacho produz efeitos à data da sua assinatura.

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de Janeiro de 2010. — O Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

e do Desenvolvimento, Fernando Medina Maciel Almeida Correia.

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Despacho n.º 926/2010

AAlmina — Minas do Alentejo, S. A., anteriormente denominada Pi- rites Alentejanas, S. A., sociedade que detém a exploração do complexo mineiro de Aljustrel ao abrigo do contrato de concessão outorgado com

o Estado Português em 10 de Janeiro de 1992, é actualmente detida na

totalidade do seu capital social pela I’M Mining, SGPS, S. A., a qual

integra o grupo I’M, SGPS, S. A.

A nova accionista da Almina — Minas do Alentejo, S. A., pretende

dar continuidade ao processo de relançamento das actividades de ex- tracção e beneficiação do minério daquele complexo mineiro através da sua expansão e modernização, tendo em vista, nomeadamente, a exploração do minério de cobre, entretanto descoberto em resultado de investimentos de prospecção e que, na actual conjuntura económica, dado o seu preço no mercado internacional face à quebra do preço do zinco, assegurará a viabilidade da exploração mineira.

Diário da República, 2.ª série — N.º 9 — 14 de Janeiro de 2010

Assim, a Almina — Minas do Alentejo, S. A. apresentou, no âm- bito do regime contratual, a candidatura ao Sistema de Incentivos à Inovação, ao abrigo da Portaria n.º 1464/2007, de 15 de Novembro, alterada e republicada pela Portaria n.º 353-C/2009, de 3 de Abril, de um projecto de investimento que consiste na reactivação do complexo

mineiro de Aljustrel, mediante a adaptação e modernização das instala- ções de exploração, processamento e beneficiação de minério e outras instalações auxiliares, tendo em vista o desenvolvimento e exploração de recursos de cobre.

O investimento em causa, a implementar entre 2009 e 2012, envolve

um investimento total de cerca de 103,8 milhões de euros, prevendo-se

o alcance em 2018 de um valor de vendas, expresso em milhares de

toneladas métricas de minério extraído, de 1300 t bem como a criação de 47 postos de trabalho permanentes e a manutenção dos já existentes.

O projecto da Almina — Minas do Alentejo, S. A., por se enquadrar na

tipologia definida no n.º 3 do artigo 5.º do regulamento anexo à Portaria n.º 1464/2007, de 15 de Novembro, alterada e republicada pela Portaria n.º 353-C/2009, de 3 de Abril, foi, nos termos do n.º 5 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 287/2007, de 17 de Agosto, alterado e republicado pelo

Decreto-Lei n.º 65/2009, de 20 de Março, considerado de interesse estratégico para a economia nacional/da região por força do despacho conjunto dos Ministros do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação de 18 de Setembro de 2009. Dado o seu impacto macroeconómico, considera-se, assim, que o projecto é de grande relevância para a economia nacional e reúne as condições necessárias à concessão de incentivos financeiros previstos para os grandes projectos de investimento, o que justificou a sua apro- vação, naquele sistema de incentivos, através do despacho do Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e Inovação n.º 275/XVII/SEAII/2009, de 7 de Outubro. Assim, ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n.º 203/2003, de 10 de Setembro, é determinado:

1 — Aprovar a minuta do contrato de investimento e respectivos anexos

a celebrar pelo Estado Português, representado pela Agência para o Inves-

timento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E., e a I’M — SGPS, S. A.,

a I’M Mining — SGPS, S. A., e a Almina — Minas do Alentejo, S. A.,

que tem por objecto a modernização das instalações do complexo mineiro, localizado em Aljustrel.

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— O presente despacho produz efeitos à data da sua assinatura.

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de Janeiro de 2010. — O Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

e do Desenvolvimento, Fernando Medina Maciel Almeida Correia.

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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

Gabinete do Secretário de Estado das Pescas e Agricultura

Despacho n.º 927/2010

O despacho n.º 22 522/2006, publicado no Diário da República,

2.ª série, n.º 214, de 7 de Novembro de 2006, estabeleceu para o terri- tório do continente as condições, os requisitos organizacionais, técnicos,

humanos e materiais, bem como os prazos para a apresentação das candidaturas das entidades certificadoras que, nos termos do n.º 1 do artigo 10.º, conjugado com o artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 212/2004, de 23 de Agosto, pretendam ser reconhecidas e designadas para exercer as funções de controlo da produção e comércio e de certificação de produtos vitivinícolas com direito a denominação de origem (DO) ou indicação geográfica (IG).

A área geográfica do Algarve, porém, não foi objecto, no prazo de-

finido no referido despacho, de qualquer candidatura que lhe desse cobertura, incluindo por parte da Comissão Vitivinícola Regional Al- garvia (CVR Algarvia), que, por diversas razões, não teve condições para apresentar, atempadamente, o processo susceptível de enquadrar aquela área geográfica. Atenta a importância de serem asseguradas as funções de controlo da produção e comércio e de certificação de produtos vitivinícolas com direito a denominação de origem (DO) ou indicação geográfica (IG), é fortemente indesejável que este vazio se mantenha, sobretudo havendo perspectivas de se reunirem agora condições que permitem o surgimento de candidaturas. Torna-se, por isso, da maior importância abrir um novo período de candidaturas, apenas para a região do Algarve.

Diário da República, 2.ª série — N.º 9 — 14 de Janeiro de 2010

Assim, nos termos do n.º 3 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 212/2004, de 23 de Agosto, determino o seguinte:

1 — De acordo com o disposto no despacho n.º 22 522/2006, publi-

cado no Diário da República, 2.ª série, n.º 214, de 7 de Novembro de 2006, o prazo para a apresentação de candidaturas para a área geográfica actualmente reconhecida para a produção e certificação de vinhos com

indicação geográfica «Algarve» é de 90 dias após a entrada em vigor do presente despacho.

2 — O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

16 de Dezembro de 2009. — O Secretário de Estado das Pescas e

Agricultura, Luís Medeiros Vieira.

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Despacho n.º 928/2010

A Portaria n.º 744/2009, de 13 de Julho, aprovou o Regulamento do Apoio à Promoção do Vinho e Produtos Vínicos no Mercado Interno, tendo em vista a obtenção de níveis de eficácia mais elevados e o desen- volvimento de sinergias entre os diversos intervenientes na promoção. Neste contexto, foram estabelecidas as normas aplicáveis aos progra- mas de promoção financiados por fundos públicos resultantes de parte do produto da taxa cobrada nos termos do Decreto-Lei n.º 119/97, de 15 de Maio, introduzindo-se dois eixos de apoio: «Promoção genérica» e «Informação/educação». Atendendo à decisão da Comissão Europeia de 1 de Dezembro de 2004, mantém-se a suspensão de utilizar no financiamento dos progra- mas o valor estimado da taxa de promoção cobrada sobre os vinhos e produtos vínicos provenientes da União Europeia. Assim, nos termos do n.º 2 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 119/97, de 15 de Maio, e do n.º 1 do artigo 10.º do Regulamento aprovado pela Portaria n.º 744/2009, de 13 de Julho, determino o seguinte:

1 — O financiamento dos programas de promoção relativos ao

ano de 2010, aprovados nos termos do Regulamento anexo à Portaria n.º 744/2009, de 13 de Julho, é efectuado com base na receita cobrada, no âmbito da taxa de promoção, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 119/97, de 15 de Maio, e atribuído nas seguintes condições:

a) Eixo n.º 1, «Promoção genérica»: 38,5 %;

b) Eixo n.º 2, «Informação/educação»: € 200 000.

2 — No âmbito do eixo n.º 1, aos programas apresentados pelas

entidades certificadoras que abranjam especificamente a promoção de produtos com denominação de origem ou indicação geográfica, é alocado um montante que não pode exceder 15 % da verba reservada àquele eixo, devendo, na atribuição do financiamento a cada programa seleccionado, ser considerado o peso percentual correspondente à receita da taxa de promoção cobrada por cada entidade beneficiária e transferida, no ano de 2009, para o IVV, I. P.

3 — Tendo presente a decisão da Comissão Europeia de 1 de De-

zembro de 2004, o IVV, I. P., suspenderá, até decisão final, a entrega às

entidades adjudicatárias dos apoios relativos ao eixo n.º 1 dos valores estimados respeitantes às taxas cobradas sobre os vinhos e produtos vínicos provenientes da União Europeia e que se destinem a acções de promoção e publicidade fora de Portugal.

4 — As verbas que não sejam atribuídas no âmbito do eixo n.º 2

podem ser utilizadas para financiamento dos programas abrangidos

pelo eixo n.º 1.

18 de Dezembro de 2009. — O Secretário de Estado das Pescas e

Agricultura, Luís Medeiros Vieira.

202768243

Despacho n.º 929/2010

1 — Nos termos do n.º 4 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 80/2008,

de 16 de Maio, e do n.º 1 do artigo 34.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, e de acordo com os poderes que me estão delegados nos termos das alíneas a) e b) do n.º 4 do despacho n.º 78/2010 do Minis- tro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, de 21 de Dezembro 2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 2, de

5 de Janeiro de 2009, exonero, a seu pedido, o licenciado Luís Patrício Vieira Duarte das funções de coordenador-adjunto da estrutura de missão criada para o Programa Operacional Pesca (PROMAR) pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 79/2008, de 16 de Maio.

2 — A presente exoneração produz efeitos a partir do dia 6 de Janeiro de 2010.

7 de Janeiro de 2009. — O Secretário de Estado das Pescas e Agri- cultura, Luís Medeiros Vieira.

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Direcção-Geral de Veterinária

Direcção de Serviços de Administração

Aviso n.º 880/2010

Procedimento Concursal Comum para ocupação de 1 posto de trabalho para a carreira/categoria de Assistente Técnico, na mo- dalidade de Relação Jurídica de Emprego Público por tempo indeterminado, a constituir por Contrato de Trabalho em Funções Públicas, do Mapa de Pessoal da Direcção-Geral de Veterinária, para exercer funções na área geográfica da Direcção de Serviços Veterinários da Região do Alentejo, da Direcção-Geral de Veteri- nária — Lista unitária de ordenação final dos candidatos.

Em cumprimento do disposto no artigo 34.º e nos termos do ar- tigo 36.º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de Janeiro e por indicação expressa do respectivo júri, faz-se público que, no procedimento concursal supra mencionado, aberto pelo Aviso n.º 14508/2009, pu- blicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 157, de 14 de Agosto de 2009, com a Refª n.º 34 foram atribuídos aos concorrentes admitidos e aprovados nos métodos de selecção as seguintes classificações finais:

 

Classificação

Nome

final

António Pinheiro Guerra a) José António Figueira Mendes a)

. Hermínio Manuel da Fonseca Marques Maria Margarida Nobre Silva b) José Júlio Batista Janeiro Luís Miguel Serra Carvalho b)

. Miguel Ângelo Vicente de Melo e Sousa b) Isabel Maria Sousa Bacalhau Nuno Manuel Praxedes Martins b) Victor Manuel Rodrigues Pateiro b) Antonieta de Jesus Ferreira Passinhas Godinho b) Carla Maria do Rosário Graça Célia de Jesus Maneta Varela b)

. Ludovina da Conceição Calha Sezões Calhau b) Luís Carlos Morais Pinto Falcato b ) Maria do Carmo Rodrigues Saramago Gonçalves b) Paulo Jorge da Silva Santos Elsa Sofia Pires Borba b) Gonçalo Afonso de Oliveira Corceiro b) Patrícia Guerreiro Vilão Chora b ) Paula Alexandra Marques Regueiras Ângela Cristina Alves de Brito b) Adélia Denise de Castro e Silva b) Eduardo Miguel Brás Capitão b) Hugo Filipe Barbosa Modesto Luís Duarte Martins da Luz Maria Margarida Cordeiro Segurado Mário Rui Velhuco da Silva Pedro José Afonso Marcão b) Pedro Nuno Pereira Costa b) Sónia Margarida Ramos Comprido Rodrigues Rato b) Nuno Filipe Teixeira Violas Mário Rui da Silva Fidalgo Correia c). Paulo Sérgio Ribeiro Carreira c).

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9,40

 

9,40

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8,80

 

8,60

8,60

8,60

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8,00

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8,00

8,00

 

8,00

8,00

8,00

7,80

7,60

7,60

7,40

7,30

7,20

7,20

7,20

7,20

7,20

7,20

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7,20

7,20

 

7,20

5,60

a) Candidatos Admitidos

b) Candidatos Excluídos com os fundamentos constantes das actas n. os 4 e 5, respectivamente

de 5 e de 26 de Novembro de 2009, por no método de avaliação curricular terem obtido classi- ficação inferior a 9,5, conforme dispõe o n.º 13 artigo 18.º da Portaria 83-A, de 22-01-2009.

c) Candidatos Excluídos com os fundamentos constantes das actas n. os 4 e 5, respectivamente

de 5 e de 26 de Novembro de 2009, por não terem comparecido à realização da entrevista profissional de selecção.

A presente lista foi homologada pelo Sr. Director-Geral de Veteriná- ria, 29 de Dezembro de 2009, tendo sido afixada na Direcção-Geral de Veterinária, e publicitada na página electrónica deste Organismo, bem como notificada aos candidatos nos termos do n.º 5 do artigo 36.º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de Janeiro.

31 de Dezembro de 2009 — A Directora de Serviços de Administra- ção, Isabel Cordeiro Ferreira.

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