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Boletim de D.

António Barroso

Director: Amadeu Gomes de Araújo, Vice-Postulador
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Administração e Redacção: Rua Luís de Camões, n.º 632, Arneiro | 2775-518 Carcavelos
Tlm.: 934 285 048 – E-mail: vicepostulador.antoniobarroso@gmail.com
Publicação trimestral | Assinatura anual: 5,00€

III Série  .  Ano V  .  N.º 15  .  Outubro / Dezembro de 2015

«É hora de incentivarmos a causa da canonização
de D. António Barroso»
D. António Francisco, em Barcelos (07/11/2015)
A pretexto do 161.º aniversário
do nascimento de D. António Barroso, no dia 7 do corrente, no Auditório
da Biblioteca Municipal de Barcelos,
realizou-se uma sessão de homenagem àquele que foi insigne missionário e ilustre Bispo do Porto, desde
fevereiro de 1899 até agosto de 1918.
A sessão foi presidida por D.
António Francisco dos Santos, atual
Bispo do Porto, e teve como orador convidado o Professor Doutor
Manuel da Silva Costa, Catedrático
Jubilado de Sociologia da Universidade do Minho, que dissertou sobre o
tema «D. António Barroso e a Questão
Social na Diocese do Porto, entre 1900
e 1918».

É TEMPO DE ADVENTO!
NÃO É TEMPO PARA DORMIR,
LEMBROU O PAPA FRANCISCO
NO RECENTE CD “ WAKE UP!”.
O SENHOR ESTÁ À PORTA ! ...
*********************
HÁ MUITOS QUE PROCURAM
ABRIGO E SÃO RECEBIDOS COM
MUROS E BARREIRAS...
Fundador: Pe. António F. Cardoso
Design: Filipa Craveiro | Alberto Craveiro
Impressão: Escola Tipográfica das Missões - Cucujães - tel. 256 899 340 | Depósito legal n.º 92978/95 | Tiragem 2.600 exs. | Registo ICS n.º 116.839

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em 1905». Assim foi lembrado o nome de D. António Francisco dos Santos. No uso da palavra. António Bar- . e a residir agora na Casa Sacerdotal do PorP2 to. António Barroso. Mas que ali esteve e ali rezou. entre 1871 e 1899. que precedeu D. «quarenta e muitos anos depois da sua morte». donde foi expulso nas vésperas da Revolução de Abril. por ordem de Salazar. e também que ali se inspirou para o seu ministério e ali aprendeu. E continuou: «D. junto da sepultura de D. ou noutras. António Ferreira Gomes. o nome do Cardeal D. natural de Penafiel. disse. no Porto. longe de imaginar que os caminhos de Deus o haveriam de conduzir à Sé do Porto. António Barroso Como ponto prévio ao tema que estava anunciado e no contexto de mais uma homenagem a D. António Barroso. encontrou «flores frescas. foi a Remelhe. e na canonização de D. foi referido o nome de D. D. desde 1899 até 1918. António Barroso. Sebastião Soares de Resende. António Barroso nos dá testemunho. D. António Francisco. Manuel Vieira Pinto. em Roma. que foi titular da Sé do Porto e que. que. D. e. cujos ministérios episcopais também marcaram indelevelmente a vida e a história da Igreja. de Barcelos e de Remelhe». conforme disse D. que soube bater-se pela liberdade e pela dignidade do povo perante os desafios muitas vezes extremados da I República. em Milheirós de Poiares.Boletim de D. do dia». na sua campa. durante dez anos. Refiro o conhecimento que agora tenho do que foram as visitas pastorais de D. finalmente. à semelhança de D. Começou por afirmar que. António Francisco centrou depois o seu discurso na Diocese do Porto no contexto em que D. afirmou D. que nasceu em 1906. António Barroso realizou: «um trabalho de presença. e faleceu como Bispo da Beira. acabando por confessar que gostaria de ter a ousadia missionária de que D. a testemunhar a grande dedicação da cidade e dos moçambicanos a esta figura do episcopado. foi mencionado ainda o nome de D. em 1968. Reportando-se aos motivos que o levaram ao exílio. na Diocese do Porto. António Barroso. estando. o orador começou por evocar o nome de outros bispos oriundos da Igreja do Porto. declarou a sua presença uma «homenagem às terras do Minho e às gentes de Braga. na qualidade de Bispo Auxiliar. António Barroso. em recente visita à cidade da Beira. ao tempo. agora. mas soube sobretudo ser um bispo de grande proximidade e de grande bondade. onde foi destacado protagonista da ação social preconizada pela Encíclica Rerum Novarum. de Leão XIII. um trabalho de missão e um trabalho de proximidade e de bondade». que foi Arcebispo de Nampula. António Barroso na Sé do Porto. que está em curso. e cuja memória continua a ser venerada. Américo. sofreu as agruras do desterro e do exílio. António Francisco dos Santos: «Todos conhecemos a intrepidez de caráter e de formação e de visão que teve o Sr. depois de agradecer a evocação feita aos bispos seus predecessores na Sé do Porto. António é conhecido no Porto não apenas por ser o homem intrépido e corajoso. António Barroso foi Bispo. integradas nos territórios ultramarinos. recordou o início do seu magistério episcopal na Arquidiocese de Braga e a primeira vez que. todos conhecem com mais proximidade o trabalho incansável que D. a partir da leitura dos relatos duma inolvidável visita à Murtosa. em Moçambique.

a usar da palavra para disD. «o seu zelo pastoral e a sua entrega ao serviço dos mais como hoje o Papa pobres. Francisco nos lembra e nos pede insistentemente». António Francisco. celebrarmos obra. António Barroso. com o Bispo Anbeatificação. Seguiu-se a e decidido quer tradicional deposição de uma coroa na declaração de flores junto da estátua do homeda heróicidade nageado. até à sua morte. António Francisco. António Barroso dade. que exilado e longe da pátria. em Roma. oração e divulgar a vida. António celebrarmos o centenário da sua Barroso. como seja. a vida e a coragem de D. também validado de uma forma heróica pelo Sr. Foi aí que o clero do Porto (…) lhe ofereceu um báculo que eu usei no dia da minha entrada e que habitualmente se usa na Sé Catedral do Porto». Sabemos que isso lhe valeu o exílio. roso. naquela época. pelo das virtudes. sobrinho-neto. aquando da I República. mas sem «nunca deixar de ser Bispo do Porto». «testemunho aprendido por todos os Bispos do Porto e. em Roma. António Barroso.Boletim de D. da sua entrega e da sua lidar todo o processo. António José Barroso.cípio possa prestar a favor da Causa cesso adiantado de D. valorizando as datas que são uma referência.nho e a heroicidade das virtudes e o tes momentos e na proximidade de exemplo de vida que foi D. António Barroso. no dia 3 de abril de 1914. ver o pro. corajosos dos seis que a diocese de Porto tem na afirmação e na defesa dos valores em curso. rio da morte de Elisa Braga. da O que é preciso para tanto? Vasua dedicação. na Praça do Município. um desejo: ter A sessão de homenagem a D. D. o Bispo do Porto deixou um desafio: «é hora de incentivarmos ainda mais a causa da sua canonização. «Desse tempo difícil todos conhecemos também os pormenores. a sua vida e a sua dos mais pobres. serBarroso é o terceiro mais adiantado vidores dos mais pobres. Segundo afirmou D. quer mesmo na que recordou o bispo missionário. mas sabemos com que encanto o clero e o povo da Igreja do Porto o recebeu. o processo Francisco pede que sejam os bispos relativo à beatificação de D. o seu zelo pastoral e a sua entrega ao serviço Na visita a Barcelos. António Bar. Mas deixou-nos este testemunho e esta marca da sua bon- P3 . em agosto de 1918. como hoje o Papa Francisco nos lembra e nos pede insistentemente». Segundo afirmou ainda D. Ele foi um bispo ao jeito do Papa Segundo informou D. (…) nunca abdicou nem nunca deixou de ser Bispo do Porto». da sua solicitude.ponibilizar todo o apoio que o Muniroso. a diocese fez um pedi. do seu zelo. quando ele regressou à diocese. o Bispo do Porto insistiu na necessidade de a memória de D. nos tempos difíceis ainda da I República. Ana possibilidade tónio Barroso terminou com a Vereade. António Ferreira Gomes. aqui na sua terra». o centenário da República. ainda segundo o cristãos e do valor da dignidade hubispo do Porto. Texto e Fotos de José Campinho tónio Francisco. António neste tempo: próximos do povo. ele continuou a exercer e a desenvolver um trabalho incansável. o testemu«Quase 100 anos depois des. como muitos outros Bispos de Portugal. vicissitudes e desafios. já autorizado a poder viver e trabalhar na sua diocese. intensificar a coragem». «no Porto.dora da Cultura da Câmara Municipal. mais tarde. que há pouco celebrámos. declaração da O Papa Francisco num encontro recente. nos quatro anos que ele viveu. morte». no centená.mana e construtores duma sociedade do e formalizou melhor e de uma Igreja renovada. António Francisco. do modo como o Papa Francisco dos Santos.

italianos… E existem em abundância produtos importados. pois embora o estrangeiro pode ser uma forma singuJapão seja um país de abundantes re. Todaço hoje: um país onde tradição e inova. americanos. temos muito que aprender. Porém. estação das chuvas e tufões.lar e única de promover o diálogo culcursos. o Japão. Marco Casquilho. Francisco Xa. deixa bem evidente essa atitude. Também nós porítas que batizaram inúmeros japoneses. aberto visitam Portugal são confundidos com ao que há de melhor em cada cultura chineses. mexicanos. Nem com a pers. muitos dirão certamente que tinham como objectivo trabalhar na área do diálogo inter-religioso ou promover a difusão da fé entre os não-cristãos. que curiosamente nasceu também numa ilha. pectiva de celebrar muitos batismos. E disse-lhes que esta situação quase se repete em praticamente todas as dioceses portuguesas. EM CUJA GÉNESE SE EMPENHOU O BISPO MISSIONÁRIO ANTÓNIO BARROSO. clapão. Tendo em consideração que na diocese de Osaka existe uma média de um padre para 340 cristãos não deixa de ser curioso o lamento… Expliquei-lhes que na minha diocese de origem. chineses.Boletim de D. E eis que me deparo com a seguinte questão: fará sentido ser missionário num país onde existem padres. Hoje. incentivar o conhecium operário fabril. Forças de Auto-defesa japonesa e o seu filho. e religiosos em número suficiente. em automóveis ou motorizadas Honda. A humidade é quase insuportável (89%). agora teremos de nos contentar com Talvez a maior parte dos portugueses um ou dois batismos anuais em cada quando se fala sobre o Japão pensará paróquia. Para alguns amigos japoneses e nação. brasileiros. e uma A presença do missionário senhora filipina também com o seu filho.não tomem com seriedade esse insulto dianos. não se revier e dos primeiros missionários jesu.mento mútuo e favorecer a paz. referirá de imediato o seu apetite livro descrevia bem o Japão que conhe. in. o Japão pode ser também extremamente discriminatório e fechado em relação ao estrangeiro.em relação ao estrangeiro. seis fiéis corajosos vieram ao grupo de estudo bíblico na pequena Igreja de Sennan-shi.via.por sushi e apreço por kimonos. tailandeses. ESTENDEU O SEU PROJECTO AO JAPÃO Sentido e motivo para a missão no Japão Por Pe. poucos saberão realmente como é verdadeiramente o Japão ou o japonês. Este conhecimento e ignorância pois. Não foi P4 certamente pelo salário. António Barroso A SOCIEDADE MISSIONÁRIA DA BOA NOVA. e quando escutarem uma criança porcoreanos. Numa grande cidade coabitam que falam português. os padres ganham menos que tural e religioso. mas escasseiam os cristãos? Quando se pergunta aos missionários a trabalhar na Diocese de Osaka porque elegeram ou aceitaram o Japão como o seu território de missão. Algo perfeitamente compreensível. espa. portugueses. foi sempre um Suzuki… Lembrar-se-á do Monte Fuji sonho de infância. tugueses. . Para mim. ção coabitam lado a lado. com a forma como o trataram num dos típicos programas de entretenimento televisivo nipónico. A irritação de Cristiano Ronaldo. Começou quando e das máquinas fotográficas Canon ou recebi um pequeno livro intitulado: “Ja. com excepção de S. O Japão é um país extremamente Não raro os turistas japoneses quando acolhedor para os estrangeiros. visto que se trata de ilhas que estiveram isoladas durante largos anos dos países continentais.tuguesa a chamar-lhes “chinoca” que nhóis. país dos samurais e robots”. SMBN A chuva cai com intensidade e os ventos sopram velozmente. Nesse ro. E. disse-lhes que restaurantes japoneses.dos produtos eletrónicos Sony. com um amigo das dar de lugar. existe um sacerdote para 3837 fiéis. Santarém. É Julho. pela manhã. E são vários os turistas estrangeiros que testemunham ter-se sentado no comboio e ver as pessoas a seu lado a muFesta de Natal na Igreja de Sennan. Lamentaram-se sobre a falta de padres.duz apenas ao Japão.

Em baixo. São inúmeros os emigrantes sul-americanos e asiáticos que esperam cuidado pastoral. o nosso desafio é fazer a ponte entre culturas. em direcção ao incerto. Só assim poderemos perpetuar uma longa tradição portuguesa de rumar além-mar. e uma pequena casa de banho. horas extraordinárias não remuneradas. em Osaka. Precisamente porque cada vez existem menos vocações em Portugal. devemos investir e enviar alguns missionários como testemunhas de fé e dádivas de um povo que designa os seus nacionais como “heróis do mar”. E o desconhecimento não é exclusivo dos mais novos. de dar-se a conhecer e procurar conhecer o desconhecido. Existem imensas pessoas que vivem em apartamentos que são exíguos e só têm um quarto. o pe. almoço num hotel. que nos torna membros distintos de um mesmo corpo. histórias. Cada vez que se divulga a notícia de um sismo a 800 quilómetros de distância da cidade onde vivo. Em suma. recebo uma dezena de mensagens de Portugal a perguntar se estou bem. são muitos os campos nos quais pode trabalhar um missionário. António Barroso À esquerda. Por isso. Só em Osaka existem mais de seiscentos sem-abrigo. são imensos os campos de missão no Japão. seguindo o apelo do Santo Padre. mas que a humanidade nos une e torna iguais. P5 . com um amigo. À direita. onde se dorme e cozinha. respondam: “eu não sou chinoca. mas japonoca”. Isto demonstra igualmente como também nós portugueses podemos ser preconceituosos em relação ao estrangeiro. tradições e línguas diferentes. Luís Fróis escreveu há mais de 500 anos um livro intitulado “Tratado das contradições e diferenças de costumes entre a Europa e o Japão”. As enfermidades mentais são quase ignoradas e o número de suicídios é maior do que noutro qualquer país do mundo. A presença do missionário serve para transmitir que temos culturas. pressão das chefias. alcoolismo induzido por colegas de trabalho. a missão no Japão continua a fazer sentido hoje. A exploração nos empregos é enorme: muitas horas de trabalho. religiões. Tendo em consideração também a nova visão evangelizadora do Papa Francisco. em Nara.Boletim de D. Nas escolas são várias as vítimas de bullying (ijime). a caminho da praia. Hoje teríamos de reeditar este livro com um apêndice “Semelhanças entre o ser humano em diferentes pontos do globo terrestre”. Como missionários. Os adultos conhecem pouco a geografia asiática. Enfim. favorecer a globalização e convivência entre povos e nações. A fé pode ser um elo de ligação forte. num casamento. para cruzar os oceanos.

entre Barcelos e Remelhe. No Largo do Município. das terras que o padre Barroso missionou. saudou os romeiros e lembrou que a santidade se exprime combatendo. dos Bombeiros de Barcelos e Barcelinhos. foi ali recordado como promotor do processo de beatificação em curso. EM 06-09-2015. nomeadamente do seu Presidente. Sr. ANTÓNIO BARROSO Realizou-se no passado dia 6 de setembro a romagem anual a D. À deposição de um ramo de flores. António. Jerónimo Nunes. António Barroso. com a participação de várias centenas de pessoas do concelho. com o acolhimento aos representantes da Sociedade Missionária da Boa Nova: o P. da GNR. Jerónimo Nunes e o Dr. da união de freguesias de Barcelos. missionário da Boa Nova.— CAMINHADA DE BARCELOS A REMELHE. bem como da comissão económica da paróquia. junto ao seu monumento. Jerónimo Nunes. para uma visita à capela-jazigo. Foram ainda lembrados os "Amigos de D. e tributo a D. junto ao monumento que Barcelos erigiu ao bispo missionário. Presidente da Câmara. monsenhor Abílio Cardoso. seguiu-se uma missa muito participada. RECORDANDO A MORTE DE D. onde o Prior de Barcelos. oriundo de Moçambique. estudante de Teologia. Rumámos então a Remelhe. Seguimos depois rumo ao templo do Senhor da Cruz. Amadeu Araújo evocarem a vida e a obra de D. estando presentes os principais representantes da Câmara Municipal. ex-Superior Geral e actual Reitor do Seminário de Valadares.Boletim de D. Teve o seu começo no largo da estação ferroviária. foi a vez de o P. pelo Sr. O P. da PSP. António Barroso. O seminarista Tiago deslumbrou todos os presentes pela forma como recordou a passagem do homenageado pelas terras do Congo. José Joaquim Mendes. da junta de freguesia de Remelhe. com uma apropriada homilia pelo Pe. e o Tiago. Texto de José Ribeiro Fernandes Fotos de José Campinho P6 . Cumpre enaltecer a prestimosa colaboração da secção de Barcelos dos "Amigos de D. da Moto-galos e das Juntas de freguesia que esta romagem atravessou. António Barroso PEREGRINOS DA MEMÓRIA — . Castro Afonso. António Barroso". e que o Bispo Barroso se destacou sempre como um grande combatente por diversas causas. António Barroso" que partiram recentemente para a casa do Pai: os Senhores Cândido Lopes e Emílio Costa.

ANTÓNIO BARROSO BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BARCELOS. enviando informações diversas e úteis. BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BARCELINHOS Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais D. oferecida pelo bispo do Porto. foi atribuída por unanimidade: 19 valores. "tropeçasse" numa Pedra de Ara.» José Ribeiro Fernandes É crescente o número dos Amigos de D. Aproveitamos a circunstância para saudar os Senhores Comandantes José Luís Ribeiro da Quinta e José António Beleza. Ana Maria Bettencourt e Amadeu Gomes de Araújo.Boletim de D. António Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. António Barroso e as potencialidades do turismo religioso em Remelhe «Quis o acaso que. Assinam e pagam. também recebemos 11 pedidos de novos assinantes. no ano de 1903. A Associação dos Amigos de D.— PRIMEIRO MESTRADO SOBRE D. Mestrado em Património e Turismo Cultural. Foi a primeira vez que numa Universidade portuguesa se defendeu uma tese sobre D. A dissertação foi requerida pela licenciada Maria Isabel Lobarinhas Trigueiros. Presidiu ao júri o Doutor Luís Manuel Cunha e foram arguentes os Doutores Paula Remoaldo. Remelhe.— COLABORADORES ATENTOS UNIVERSIDADE DO MINHO —. António que colaboram com o Boletim. ANTÓNIO BARROSO Por Amadeu Gomes de Araújo NOVOS ASSINANTES —. António Barroso e a sua terra de origem. António acaba de se vincular a ambas. P7 . Nos últimos 3 meses. A classificação. Estas duas prestigiadas Corporações de Bombeiros sempre prestaram à figura de D. António Barroso especial deferência. felicitando-os pelo preito e homenagem que as suas Corporações sempre renderam ao ilustre bispo missionário barcelense. D. elevada e rara. para o altar do Sagrado Coração de Jesus d a igreja paroquial de Remelhe. a maioria não paga. vasculhando entre velharias. como sócia. António Barroso. Infelizmente.

D.85 €.00 €).ª Maria Ermelinda de Melo Osório: 60.00 €. No total são 8 livros.00 €. D. Trofa (1). António Barroso». BIC: CGDIPTPL P8 .º 14. S. Augusto da Costa Martins (Paranho: 40.00€. Louro (2). Creixomil (1).00€. Mosteiró (1).Vila Nova de Tazém (2).00€. III Série.00€. correio. S.ª Maria Júlia Matos Costa e Almeida: 20. Castelo de Paiva (1). Casal Novo: 40.00€.00€. nos últimos meses.00 €. mas outros vieram de Barcelos (27).ª Ana Martins Figueiredo: 10. S. Famalicão (8). D.Veríssimo (1). Aníbal Ferreira de Carvalho: 20. Estas são algumas das lápides deixadas por grupos de Amigos de D. D. comunicações: 65. ao longo dos anos se deslocaram à capela-jazigo.ª Maria Amélia Campos Seara (Igreja: 100. até 30 de novembro de 2015. Mário da Costa Lopes (Bacêlo: 65. D.00€). AMIGOS e admiradores visitam D. Barcelos e Barcelinhos: 40. Sr. D.00 €. Galegos Sta Maria (8).00 €. Fornelos (4). que. Póvoa de Varzim (1).ª Margarida Barroso Simões (Vilar: 126. Oeiras. foram recebidos os seguintes donativos para apoio à Causa da Canonização e para as despesas deste Boletim: Assinantes de Remelhe: D. Miguel da Carreira (2). Gamil (2). a maioria é natural de Remelhe (78). Porto (1). de que falaremos mais tarde. Midões (2).Torre de Moldes: 90. Sr. D. CONTAS EM DIA A última relação de contas correntes (até 30 de junho de 2015) está disponível no Boletim n. Emílio Costa): 25. Prado (1). António Barroso Devotos.00 €. D.Vila Boa (5).00 € Para transferências bancárias que tenham a bondade de fazer para apoio à Causa da Canonização de D. Alvelos (1). Adães (1). D.ª Maria Faria Azevedo: 5. por razões diversas.ra Lúcia Gomes de Araújo Sousa: 50. Abade de Neiva (2). há um livro à disposição dos visitantes. foram efectuadas as seguintes despesas: Escola Tipográfica das Missões. Faria (3). Braga (1). António Barroso e para as despesas deste Boletim.00€). Mamede de Infesta (1). Júlio Pedro Matos Araújo: 20. Monte Farlães (2). No mesmo período. IBAN: PT50003505420001108153073. Bento da Várzea (1). Vilar de Figos (1). entre 1 de julho e 30 de novembro de 2015.ª Ana Maria Silva Coutinho (Monte: 10.ª Maria de Fátima Batista Duarte: 5.00€). São Paio Carvalhal (4).00€. D. Rio Covo Sta Eugénia (3). Maria de Lurdes Fernandes Ribeiro: 5. No interior. III Série: 691. Barcelinhos (1). Dra.ª Laurinda Fonseca do Vale e Sr. Consumíveis. Manuel Ribeiro Fernandes: 100.00 €. Sr. iniciados em 1928.ª Maria de Fátima Barroso Simões: 25. D. ANTÓNIO Fotos de António Miguel São Bento (antosbento). se entenderem. Embora a maioria das pessoas. Anónimo: 10.00 €. TOTAL: 1081. Gilmonde (1).00 €.res Laurinda e José Baptista Ferreira: 100.85 €. tem as seguintes referências: NIB: 003505420001108153073. Quotas dos B. D.00 €). na Caixa Geral de Depósitos. A título de amostra.Boletim de D. D.ª Maria Teresa Arrais: 10. Outros assinantes: D. Sr. (Viúva do Sr. Certidão de óbito: 20. Pereira (2). Silva (1).00 €.00 €.00 €). Rio Covo Sta Eulália (1). opte por não registar a sua presença. agradecem ou solicitam graças e favores. Com a colaboração de Goretti Loureiro. informamos que a conta em nome do «Grupo de Amigos de D. Sr.º 14. onde estes.00 €.Vila do Conde (1). Cristelo (1). Desde aquela data. Flores. Jaime Costa Carmo: 10.00 € ). Rio Tinto (1).00 €).00€.ª Laurinda Fonseca do Vale (Quintã: 25 €). Maria Adelaide Azevedo Meireles: 50.00 €. Sr. S. Madeira (1). Ribeirão (2). João da Madeira (2). Manhente (2).ª Maria Magalhães Faria Senra (Santiago: 25. TOTAL: 841. Arcozelo (14). Augusto Faria dos Penedos (Portela: 40. Carapeços (7). com muitos milhares de registos. expediente. Anónimo: 20. Esposende (5). S. constam do livro 211 visitantes. V.00€. António Barroso. Execução e expedição do Boletim n. França (1).

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