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(NÍVEL SUPERIOR)

I – CONFIRMAÇÃO DAS INSCRIÇÕES 2. Esta Prova destina-se a avaliar a capacidade do candidato de


expor assuntos concernentes as suas atribuições, considerando
1
1. Via Internet
os critérios de fundamentação teórica, coerência e coesão textual,
1.1 Acessar o site www.furj.com.br/concursos , a partir das 10
objetividade, clareza e correção da linguagem.
horas do dia 06/05/2008 para confirmar a sua inscrição.

Manual do Candidato
1.2 Acessar o link “Confirmação de Inscrição”.
V – CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA
1.3 Informar o número do seu CPF.
1. As Provas Objetivas serão realizadas no Município de Rio das
1.4 Verificar se seus dados estão corretos. Caso haja inexatidão Ostras, em data, horário e locais a serem confirmados e divulga-
nas informações constantes da Carta de Confirmação de Inscri- dos no ato de Confirmação da Inscrição.
ção, o candidato deverá corrigi-los e em seguida imprimir a sua
Carta de Confirmação de Inscrição e apresentá-la no dia da Prova 2. O tempo de duração das Provas inclui a marcação do Cartão de
Objetiva. Respostas.
1.5 A existência de informações quanto à data, horário e local da 3. O candidato deverá comparecer ao local de Prova com antece-
realização das Provas na Carta de Confirmação de Inscrição não dência mínima de uma hora do horário determinado para seu início,
exime o Candidato do dever de acompanhar, pelo Órgão Oficial do munido de caneta esferográfica de tinta azul ou preta, Carta de
Município, as publicações de todos os Atos e Editais referentes ao Confirmação de Inscrição (CCI) e do documento oficial de identifi-
Concurso Público. cação original.
2. Via Posto de Inscrição 4. Serão considerados documentos de identificação: cédula ofici-
2.1 O candidato deverá retornar ao Posto onde realizou a sua al de identidade; carteiras e/ou cédulas de identidade expedidas
inscrição, das 10h às 17h, para retirada da Carta de Confirmação pelas Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia
de Inscrição, conforme tabela a seguir. Militar; Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de
Reservista (sexo masculino); Passaporte (dentro da validade);
Dia 06/05/2008 Dia 07/05/2008 Carteira Nacional de Habilitação (modelo novo), e cédulas de iden-
De A a G De H a K tidade expedidas por Órgãos ou Conselhos de Classe.
5. O documento deverá estar em perfeita condição, de forma a
Dia 08/05/2008 Dia 09/05/2008 permitir, com clareza a identificação do candidato (retrato e assi-
De L a N De O a Z natura).
6. Não serão aceitos protocolos ou quaisquer outros documentos
Observação: É obrigação do candidato conferir as informações que impossibilitem a identificação do candidato, bem como a veri-
contidas na Carta de Confirmação de Inscrição. ficação de sua assinatura.
7. Nenhum candidato fará Prova fora do dia, horário e local fixado.
2.2 Conferir os dados constantes da Carta de Confirmação de
Inscrição verificando se estão corretos. Havendo inexatidão nas 8. Não haverá, sob qualquer pretexto, segunda chamada nem
informações da Carta solicitar de imediato, as retificações neces- justificativa de falta, sendo considerado eliminado do concurso o
sárias para correções posteriores. Retirar a Carta de Confirmação candidato que faltar às Provas e Exames.
de Inscrição, disponível e apresentá-la no dia da Prova Objetiva. 9. Após o fechamento dos portões, não será permitida a entrada
2.3 Serão de responsabilidade exclusiva do candidato as conse- dos candidatos, em qualquer hipótese.
qüências advindas do não comparecimento ao Posto de Inscrição 10. Somente decorrida 01 (uma) hora do início da Prova, o candi-
para a retirada da Carta de Confirmação de Inscrição, bem como dato poderá retirar-se da sala de Prova, levando o Caderno de
da não solicitação da correção, se houver, no prazo determinado. Questões, ainda que tenha desistido do Concurso.
11. Durante a realização da Prova, não será permitida a comunica-
II – ETAPAS DO CONCURSO
ção entre os candidatos, o empréstimo de qualquer material, a
1. O Concurso Público compreenderá as seguintes etapas: utilização de máquinas calculadoras e/ou similares, livros, anota-
1.1. Prova Objetiva – para todos os cargos. ções, impressos ou qualquer outro material de consulta.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


1.2. Prova Discursiva – para o cargo de Procurador Municipal I. 12. O candidato não poderá entrar no local de aplicação de Prova
portando: telefone celular, bip, walkman, receptor/transmissor,
1.3. Prova Prática (Eliminatória) – para os cargos de Instrutor
de Língua Brasileira de Sinais II, Professor (Artes Cêni- gravador, agenda eletrônica, notebook, calculadora, palmtop, re-
cas, Dança Clássica, Música/Canto, Música/Piano, Música/ lógio digital com receptor, entre outros, sob pena de ser excluído
Flauta, Música/Violino). do Concurso.

1.6. Prova de Títulos (Classificatória) - para todos os Cargos. 12.1 Considerando a existência de cargos cujas provas possuam
questões que exijam a necessidade de máquinas ou equipamen-
III – PROVA OBJETIVA – Para todos os Cargos tos necessários à sua solução, as Cartas de Confirmação de
Inscrição (CCI) dos candidatos inscritos nesses cargos conterão
1. A estrutura das provas está descrita no Anexo II.
a necessária informação.
2. Constará de questões objetivas, do tipo múltipla escolha, sendo
do Município de Rio das Ostras

13. Em nenhuma hipótese haverá substituição do Cartão


considerado aprovado o candidato que obtiver o total de pontos,
estabelecido no Anexo II. de Resposta, sendo de responsabilidade exclusiva do
candidato os prejuízos advindos de marcações efetuadas
3. O candidato deverá assinalar, em cada questão da Prova Obje- incorretamente, emenda ou rasura, ainda que legíveis.
tiva, somente uma das opções.
14. Ao terminar a Prova, o candidato entregará, obrigatoriamente,
4. Na correção do Cartão de Respostas da Prova Objetiva, será ao fiscal de sala, o Cartão de Respostas devidamente assinado.
atribuída nota 0 (Zero) à questão:
a) com mais de uma opção assinalada, 15. Os 03 (três) últimos candidatos deverão permanecer em sala,
b) sem opção assinalada, ou sendo liberados somente quando todos tiverem concluído a Prova
c) com emenda ou rasura. ou o tempo tiver se esgotado, e após serem registrados seus
nomes na Ata das Provas, pela fiscalização.
IV – PROVA DISCURSIVA – Para o cargo de Procurador 16. O candidato que insistir em sair da sala, descumprindo os
Municipal I dispostos no item 15 deste inciso, deverá assinar o Termo de
FURJ
Realização

1. A prova discursiva será de caráter classificatório e composta Desistência e, caso se negue, será lavrado Termo de Ocorrência,
de 05 (cinco) questões, envolvendo as disciplinas de conheci- testemunhado por dois outros candidatos, pelos fiscais e pelo
mento específico, valendo 02 (dois) pontos cada questão. Executor do local.
(NÍVEL SUPERIOR)

17. Qualquer observação por parte dos candidatos será igual-


mente lavrada na Ata, ficando seus nomes e números de inscri-
disponível através do site www.furj.com.br/concursos ou
www.riodasostras.rj.gov.br - Rio das Ostras RJ, no valor corres-
2
ção registrados pelos fiscais. pondente a 30% (trinta por cento) da Taxa de Inscrição, por
18. Não será permitido o ingresso de pessoas estranhas ao Concur- matéria.

Manual do Candidato
so no local de Prova, com exceção das candidatas que estejam 4. O recolhimento incorreto da referida taxa acarretará o
amamentando lactentes, as quais poderão dispor de acompanhan- indeferimento do pedido.
tes, que ficarão em dependências designadas pelo Executor do local. 5. A taxa relativa ao recurso não será devolvida, em qualquer
19. Não haverá prorrogação do tempo previsto para a aplicação hipótese, ainda que o pedido seja julgado intempestivo.
das Provas, inclusive aquele decorrente de afastamento do can- 6. Será indeferido liminarmente o recurso que não estiver funda-
didato da sala de Prova. mentado ou for interposto fora do prazo previsto no cronograma
20. O candidato não poderá alegar desconhecimento dos locais (Anexo VI), ou que contiver, como fundamentação, cópia dos
de realização das Provas como justificativa por sua ausência. O argumentos apresentados em outros recursos.
não comparecimento à Prova, qualquer que seja o motivo, será 7. Não serão aceitos recursos encaminhados por fax ou Internet.
considerado como desistência do candidato e resultará em sua 8. Constitui última instância, para recursos e revisão, a decisão da
eliminação do Concurso. Banca Examinadora, que é soberana em suas decisões, razão
21. Exclusão do Concurso pela qual serão indeferidos liminarmente recursos ou revisões
21.1 Será excluído do Concurso o candidato que: adicionais.
21.1.1 Faltar ou chegar atrasado à Prova ou Exame, seja qual for a 9. Após o julgamento dos recursos interpostos, os pontos corres-
justificativa, pois em nenhuma hipótese haverá segunda chamada. pondentes às questões porventura anuladas serão atribuídos a
todos os candidatos, indistintamente. Se houver alteração, por
21.1.2 Ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando o Cartão força de impugnações, do Gabarito Oficial, tal alteração valerá
de Respostas. para todos os candidatos, independentemente de terem recorrido.
21.1.3 Ausentar-se da sala, após ter assinado a Lista de Presen- 10. Os pareceres dos recursos julgados indeferidos serão ane-
ça, sem o acompanhamento do fiscal. xados aos respectivos processos, que ficarão à disposição dos
21.1.4 Dispensar tratamento incorreto ou descortês a qualquer candidatos, para ciência, no protocolo da Prefeitura do Município
pessoa envolvida ou autoridade presente à aplicação das Provas de Rio das Ostras, situado à Av. Alcebíades Sabino dos Santos,
e dos Exames, bem como perturbar, de qualquer modo, a ordem 235 – Loteamento Atlântica, Rio das Ostras – RJ.
dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido.
VII - RECURSO DA PROVA DISCURSIVA
21.1.5 Utilizar-se, no decorrer da Prova, de qualquer fonte de
consulta, máquinas calculadoras ou similares (a não ser que auto- 1. Somente poderá recorrer o próprio candidato que se julgar
rizado), ou for surpreendido em comunicação verbal, escrita ou prejudicado após a publicação do resultado da prova discursiva.
gestual com outro candidato. Neste caso, o candidato interporá recurso do próprio punho soli-
citando vista da prova e do critério de correção e o entregará no
21.1.6 Recusar-se a entregar o Cartão de Respostas ao término Protocolo da Prefeitura de Rio das Ostras em Rio das Ostras – RJ,
do tempo destinado a realização das Provas. até as 16 h (dezesseis horas) do segundo dia contados da publi-
21.1.7 Deixar de assinar o Cartão de Respostas e a Lista de cação do resultado.
Presença. 2. Será indeferido liminarmente o recurso que for interposto fora
21.1.8 Utilizar-se de processos ilícitos, constatados após a Prova, do prazo previsto no Cronograma (Anexo VI)
por meio eletrônico, estatístico, visual ou grafotécnico, o que acar- 3. Não serão aceitos recursos encaminhados por Fax ou Internet.
retará a anulação de sua Prova e a sua eliminação automática do 4. Constitui última instância, para recursos e revisão, a decisão da
Concurso. Banca Examinadora, que é soberana em suas decisões, razão
21.1.9 Deixar de apresentar, quando convocado, ou não cumprir, pela qual serão indeferidos liminarmente recursos ou revisões
nos prazos estabelecidos, os procedimentos necessários para a adicionais.
convocação. 5. Os pareceres dos recursos julgados indeferidos serão anexa-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


21.1.10 Quebrar o sigilo das Provas mediante qualquer sinal que dos aos respectivos processos, que ficarão à disposição dos
possibilite a identificação. candidatos, para ciência, no Setor de Protocolo da Prefeitura do
21.1.11 Estabelecer comunicação com outros candidatos, tentar Município de Rio das Ostras, situado à .Av. Alcebíades Sabino dos
Santos, 235 – Loteamento Atlântica, Rio das Ostras – RJ.
ou usar meios ilícitos ou fraudulentos, efetuar empréstimos de
material ou, ainda, praticar atos de indisciplina contra as demais
VIII - PROVA PRÁTICA (ELIMINATÓRIA)
normas contidas neste Edital. Será eliminado também o candidato
que se portar de maneira desrespeitosa ou inconveniente. 1. Para os Cargos de Instrutor de Língua Brasileira de Sinais
II, Professor (Artes Cênicas, Dança Clássica, Música/Can-
21.1.12 Deixar de apresentar qualquer dos documentos que aten-
to, Música/Piano, Música/Flauta e Música/Violino)
dam aos requisitos estipulados neste Edital.
1.1 Somente farão esta prova os candidatos aprovados na Prova
Objetiva, por ordem de classificação, conforme estabelecido no
do Município de Rio das Ostras

VI – RECURSO DA PROVA OBJETIVA Anexo II, observado o limite de 03 (três) vezes o número de
1. Somente poderá recorrer o próprio candidato que se julgar vagas. Em caso de empate com o último classificado, farão prova
prejudicado, após a publicação do Gabarito. todos os candidatos que obtiverem a mesma nota.
2. O requerimento, devidamente fundamentado, deverá ser redigi- 1.2. Esta Prova constará de desenvolvimento de atividades
do em formulário próprio, por questão, com indicação precisa da- referidas no Anexo IV .
quilo em que o candidato se julgar prejudicado. O candidato deve- 1.3. Esta Prova é eliminatória, de acordo com o Anexo II e valerá
rá comprovar as alegações com a citação de artigos de legisla- 20 pontos, sendo eliminado o candidato que não obtiver no mínimo
ção, itens, páginas de livros, nomes de autores, juntando, sempre 10 (dez) pontos.
que possível, cópias dos comprovantes. Neste caso, o candidato
deverá utilizar-se do modelo que estará disponível através do site IX – PROVA DE TÍTULOS
www.furj.com.br/concursos , e entregá-lo no Protocolo da Prefei- 1. A prova de títulos será classificatória e valerá até 10 (dez)
tura de Rio das Ostras até às 16h do segundo dia contados da pontos para todos os Cargos, exceto para o Cargo de Procura-
FURJ

publicação do Gabarito.
Realização

dor Municipal I, para o qual a pontuação máxima será de até 05


3. O recurso da Prova Objetiva deverá vir acompanhado do com- (cinco) pontos, conforme tabela a seguir, servindo a pontuação
provante original de pagamento do Boleto Bancário que estará correspondente apenas para a apuração de classificação final.
(NÍVEL SUPERIOR)

Procurador Municipal I
3
Título Carga Horária Pontos Nº de Documentos
Doutorado na Área de Direito (concluído) Stricut Senso – 2,5 01

Manual do Candidato
Mestrado na Área de Direito (concluído) Strictu Senso – 2 01
Pós-Graduação na Área de Direito (concluído) Latu Senso 306h 0,5 01

2. Serão convocados para apresentação de títulos todos os certificado, devidamente registrado, expedido por instituição oficial
candidatos habilitados na prova escrita, respeitada a proporção ou reconhecida. Não serão aceitas declarações ou atestados de
de até 03 (três) vezes o número de vagas. Em caso de empate conclusão de curso ou das respectivas disciplinas.
com o último classificado, apresentarão títulos todos os candidatos 8. Somente serão aceitos certificados de cursos de especialização
que obtiverem a mesma nota. lato sensu, de aperfeiçoamento e de treinamento nos quais constem
3. Da Avaliação de Títulos e de Experiência Profissional todos os dados necessários à sua perfeita avaliação, inclusive a
3.1. A avaliação de títulos e de experiência profissional, de caráter carga horária do curso.
classificatório, valerá no máximo 10,00 (dez) pontos, ainda que a 9. Da Comprovação de Experiência Profissional para a
soma dos valores dos títulos e dos comprovantes apresentados Comprovação de Requisitos e para a Avaliação de Títulos
seja superior a este valor.
9.1. A comprovação de experiência profissional será feita mediante
3.2. Os títulos e os comprovantes deverão ser expedidos até a apresentação de cópia de Carteira de Trabalho e Previdência Social
data de sua entrega, que será em 03(três) dias úteis, após a (CTPS) acrescida de declaração do órgão ou da empresa, ou, no
publicação do edital de classificação da prova objetiva, na sede caso de servidor público, de certidão de tempo de serviço, ambas
da Comissão Organizadora do Concurso Público. Somente serão
emitidas pelo setor de pessoal ou equivalente; ou mediante
aceitos os títulos e a experiência profissional a seguir relacionados.
apresentação de contrato de prestação de serviços, devidamente
3.2.1 Item de Avaliação: Mestrado. firmado entre as partes, ou de Recibo de Pagamento a Autônomo
3.2.1.1 Título: Diploma, devidamente registrado, de conclusão de (RPA) acrescido de declaração, emitida pela organização tomadora
curso de Mestrado, fornecido por instituição de ensino reconhecida de serviços, que informe detalhadamente a qualificação da
pelo Ministério da Educação. organização, tomadora dos serviços e o período do serviço
3.2.1.2 Pontuação por Item: 1 (um) ponto. realizado quando autônomo.
3.2.1.3 Pontuação Máxima: 1 (um) ponto. 9.2. A comprovação de experiência profissional no exterior, será
realizada mediante apresentação de cópia de declaração do órgão
3.2.2 Item de Avaliação: Especialização.
ou da empresa ou, no caso de servidor público, de certidão de
3.2.2.1 Título: Certificado de curso de pós-graduação em nível de tempo de serviço, ambas emitidas pelo setor de pessoal ou
especialização lato sensu, com carga horária mínima de 360 equivalente. Esses documentos somente serão considerados
(trezentas e sessenta) horas, na área de Educação, reconhecido quando traduzidos para a língua portuguesa por tradutor
pelo Ministério da Educação. juramentado.
3.2.2.2 Pontuação por Item: 0,5 (zero vírgula cinco) ponto. 9.3. Todo documento apresentado para fins de comprovação de
3.2.2.3 Pontuação Máxima: 1 (um) ponto. experiência profissional deverá conter o período de início e do
3.2.3 Item de Avaliação: Aperfeiçoamento. término do trabalho realizado.
3.2.3.1 Título: Certificado de curso de aperfeiçoamento, ministrado 9.4. Não será computado como experiência profissional o tempo
por órgão regularmente constituído, na área do cargo pretendido, de serviço prestado simultaneamente a serviço cujo tempo já tenha
com carga horária mínima de 16 (dezesseis) horas. sido computado.
3.2.3.2 Pontuação por Item: 0,5 (zero vírgula cinco) ponto. 9.5.O candidato, no ato da entrega, preencherá e assinará
formulário próprio, declarando o título entregue, seu nome e cargo

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


3.2.3.3 Pontuação Máxima: 03 (três) pontos.
para o qual se inscreveu no Concurso.
3.2.4 Item de Avaliação: Experiência profissional.
9.6. A não apresentação de títulos importará na atribuição de nota
3.2.4.1 Experiência: Anos completos, ou fração superior a 06
0 (zero) ao candidato, na fase de avaliação de títulos.”
(seis) meses de efetivo exercício em atividades idênticas ou
similares com o cargo ou função, especificamente na área a que 9.7. Constatada, em qualquer tempo, irregularidade e(ou) ilegalidade
concorre. na obtenção de títulos e(ou) de comprovantes apresentados, o
candidato terá anulada a pontuação e, comprovada, a culpa do
3.2.4.2 Pontuação por Item: 0,5 (zero vírgula cinco) pontos por
ano completo de efetivo exercício, ou fração superior a 06 (seis) mesmo, será este excluído do Processo seletivo.
meses.
X – RESULTADO FINAL E CLASSIFICAÇÃO
3.2.4.3 Pontuação Máxima: 4,5 (quatro vírgula cinco) pontos.
1. O resultado das Provas e a classificação final serão publicados
do Município de Rio das Ostras

3.2.5 Item de Avaliação: Trabalhos publicados. em Órgão Oficial do Município, e afixado na sede da Prefeitura do
3.2.5.1 Pontuação por item: 0,25(zero vírgula vinte e cinco) Município de Rio das Ostras, situada na Av. Alcebíades Sabino dos
ponto. Santos, 235 – Loteamento Atlântica, Rio das Ostras – RJ Centro –
3.2.5.2 Pontuação Máxima: 0,5 (zero vírgula cinco) ponto. Rio das Ostras e no site da FURJ – www.furj.com.br/concursos .
4. Todo documento expedido em língua estrangeira somente será 2. Os candidatos serão relacionados pelo total de pontos obtidos
considerado quando traduzido para a língua portuguesa por tradutor nas provas objetiva e de títulos, em ordem decrescente de classi-
juramentado. ficação por Cargo/Especialidade/Disciplina/Área de Atuação.
5. Cada título e cada comprovante será considerado 1 (uma) única 3. Em caso de igualdade de pontos na classificação final, serão
vez. adotados, sucessivamente, os seguintes critérios de desempate:
6. Os pontos que excederem o valor máximo estabelecido para 3.1. Nível Superior
cada título e para cada experiência, bem como os que excederem Para o Cargo de Professor II
os 10,00 (dez) pontos fixados neste edital, serão desconside-
- Maior nota na Parte de Conhecimentos Específicos
FURJ

rados.
Realização

7. Para comprovação de conclusão de curso de pós-graduação - Maior nota na Parte de Conhecimentos Pedagógicos
em nível de especialização lato sensu, deverá ser apresentado - Mais idoso
(NÍVEL SUPERIOR)

Para os Cargos de Professor (Artes Cênicas, Dança Clássi-


ca, Música/Canto, Música/Piano, Música/Flauta, Música/Vi-
Inscrições, envolvendo todas as demais fases até a da divulga-
ção dos resultados parciais e finais, constarão de novo Anexo VI
4
olino) completo, que será divulgado no site da FURJ (www.furj.com.br/
- Maior nota na Prova Prática concursos ) e do da Prefeitura Municipal de Rio das Ostras
(www.riodasostras.rj.gov.br) e no veículo oficial do Município de

Manual do Candidato
- Maior nota na Parte de Conhecimentos Específicos Rio das Ostras.
- Mais idoso 12 Os atos e procedimentos relativos à convocação dos habilita-
Para o Cargo de Instrutor de Língua Brasileira de Sinais II dos para efeito de nomeação obedecerá rigorosamente à ordem
- Maior nota na Prova Prática de classificação dos candidatos e dar-se-á mediante publicação,
sob a responsabilidade da Prefeitura do Município de Rio das Os-
- Maior nota na Parte de Conhecimentos Específicos tras, no Órgão Oficial do Município.
- Portador de Deficiência Auditiva 13 Os demais atos de interesse dos candidatos relativos às diver-
Para os demais Cargos sas fases do Concurso Público, independentemente das publica-
- Maior nota na Parte de Conhecimentos Específicos ções oficiais, serão disponibilizados aos candidatos através do
site da FURJ – www.furj.com.br/concursos .
- Mais idoso
14 Os candidatos aprovados serão regidos pelo Estatuto do Fun-
cionário Público do Município de Rio das Ostras.
XI – INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
15 A execução do Concurso está sob a responsabilidade da Fun-
1. O candidato será responsável pela atualização de seu endere- dação de Apoio à Universidade Federal do Estado do Rio de Janei-
ço residencial enquanto este Concurso estiver dentro do prazo de ro – FURJ.
validade. (Até a divulgação do Resultado Final na FURJ; a partir
daí, na Prefeitura do Município de Rio das Ostras – situada à Av. 16 Os casos omissos ou situações não previstas serão resolvi-
Alcebíades Sabino dos Santos, 235 – Loteamento Atlântica, Rio dos pela FURJ de comum acordo com a Comissão Organizadora
do Concurso do Município de Rio das Ostras.
das Ostras – RJ
2. O candidato habilitado no Concurso ficará sujeito a estágio XII - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
probatório pelo período de 3 (três) anos, podendo ser feitas vári-
as avaliações ou somente uma única avaliação neste período e, PORTUGUÊS (Para todos os Cargos)
somente depois de aprovado no estágio probatório, estará o can- Compreensão e Interpretação de texto. A tipologia textual: descri-
didato efetivado no cargo. ção, narração e dissertação. Coesão e coerência. Funções da
3. O prazo de validade do Concurso é de 2 (dois) anos, prorrogá- linguagem. A norma culta. Uso e adequação da língua à situação
vel por igual período, a critério da Prefeitura Municipal de Rio das de comunicação. Sistema ortográfico vigente. Acentuação gráfi-
Ostras. ca e tônica. Plural dos compostos. Emprego dos pronomes de-
4. A lotação dos candidatos classificados nas vagas existentes a monstrativos e relativos. Flexão verbal com o pronome
“se”.Emprego semântico das preposições. Conjugação dos ver-
qualquer Cargo é de exclusiva competência da Prefeitura do Mu-
bos irregulares. O uso do gerúndio. Emprego dos sinais de pontu-
nicípio de Rio das Ostras, não cabendo, em qualquer hipótese, ação. Significado de sufixos, prefixos e radicais. Flexões nomi-
escolha por parte do interessado. nais e verbais. Processos de coordenação e subordinação (valo-
5. Sempre que houver a necessidade de preenchimento de vagas res semânticos). Regência nominal e verbal. Crase. Concordância
originadas por desistência de candidato convocado, por morte ou nominal e verbal. Sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos.
aposentadoria ou ainda em virtude de aumento de vagas no qua- Polissemia. Denotação e conotação. Emprego de palavras e ex-
dro da Prefeitura do Município de Rio das Ostras, a Administração, pressões.
havendo necessidade, convocará novos candidatos, respeitan- Sugestões Bibliográficas
do rigorosamente a ordem de classificação e obrigatoriamente o
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa.
prazo de validade do Concurso. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.
6. Os candidatos classificados até o limite das vagas quando FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da lín-
convocados para nomeação deverão apresentar documentação gua portuguesa. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2000.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


que comprove suas habilitações, assim como, os devidos docu-
GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 19. ed.
mentos de identificação.
Rio de Janeiro : Fundação Getúlio Vargas, 2000.
7. Os candidatos referidos no item anterior deverão se apresentar
CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. Rio de Janeiro: Ática,
dentro do prazo estipulado pela Prefeitura do Município de Rio das
1990
Ostras. O não atendimento do prazo determinado acarretará a
perda do direito à vaga. SUS (Para todos os Cargos da Área Médica mais Assis-
8. Caso a Prefeitura Municipal de Rio das Ostras tenha necessida- tente Social, Assistente Social II, Assistente Social III, En-
de de preencher vagas estabelecidas em seu quadro de pessoal, fermeiro, Enfermeiro II, Enfermeiro III, Farmacêutico, Fisi-
já aprovadas pela Câmara de Vereadores do Município de Rio das oterapeuta, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Nutricionista II,
Ostras, está promoverá as convocações necessárias, durante o Nutricionista III, Odontólogo, Odontólogo II, Odontólogo
período de validade do Concurso, obedecendo rigorosamente à Buco-Maxilo, Odontólogo Odontopediatria, Odontólogo
do Município de Rio das Ostras

ordem de classificação. Ortodontia, Odontólogo Protesista e Terapeuta Ocupacional


9. A classificação no Concurso não assegurará ao candidato o Sistema Único de Saúde: conceitos, princípios, diretrizes e articu-
direito de ingresso imediato no Municípiol de Rio das Ostras, mas, lação com serviços de saúde. Fundamentação legal e Normas
apenas, a expectativa de ser nela admitido, seguindo a ordem de pertinentes ao SUS. Participação popular e controle social. Con-
classificação, ficando a concretização deste ato condicionada às selhos de Saúde.
observâncias legais pertinentes, uma vez que na Administração Sugestões Bibliográficas
Pública só é permitido o ingresso do servidor no limite de seu BRASIL. Lei Federal 8080, de 19 de setembro de 1990.Brasília:
quadro de vagas. Assessoria de Comunicação Social, 1991.
10. Os Conteúdos Programáticos com as Sugestões Bibliográfi- BRASIL. Lei Federal 8142, de 28 de dezembro de 1990. Brasília:
cas estarão disponíveis no Posto de Inscrição bem como no site Assessoria de Comunicação Social, 1991.
da FURJ ( www.furj.com.br/concursos ) e da PMRO Constituição da República Federativa do Brasil – Título VIII – Se-
(www.riodasostras.rj.gov.br) a partir da data de abertura das ção II – Da Saúde.
FURJ

inscrições.
Realização

Manual do Gestor – Conselho de Secretários Municipais de Saúde


11. Relativamente ao Cronograma de Execução – Anexo VI, as do Rio de Janeiro – COSENS, 2007. Disponível em:
datas definitivas das fases posteriores às da Confirmação das www.furj.com.br/concursos.
(NÍVEL SUPERIOR)

NOAS: Norma Operacional de Assistência à Saúde 01/2001, folha


1-47. Brasília. Ministério as Saúde. Disponível em: http//
MAXIMIANO, Antônio C.A. Teoria geral da administração. Atlas:
S. Paulo, 2000.
5
dtr2001.saude.gov.br PROJETOS EMPRESARIAIS E PÚBLICOS/Ademir Clemente
NOB-SUS, 1996: Norma Operacional Básica do Sistema de Saúde (organizador). São Paulo : Atlas, 1998.
– SUS. Brasília (DF): Ministério da Saúde. 1. ed.

Manual do Candidato
SUS: o que você precisa saber sobre o Sistema Único de Saúde, ANALISTA DE SEGURANÇA (Conhecimentos Específicos)
volume 1. São Paulo: Editora Atheneu, 2002. Microinformática. Conceitos básicos. Inglês Técnico (leitura).
Sistemas de Numeração. Organização e Arquitetura de computa-
LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE RIO DAS OSTRAS (Para to- dores. Hardware. Software. Sistemas operacionais. Ambientes
dos os Cargos) Windows, Unix e Linux. MSOffice e OpenOffice. Conceitos sobre
Redes de Computadores e Web. Arquitetura Cliente-Servidor. Mo-
ADMINISTRADOR (Conhecimentos Específicos) delo de Referência OSI/ISO. Tecnologias. Padrões. Interligação de
redes. Protocolos. Equipamentos. Redes Wireless. Arquitetura TCP/
Gestão de Pessoas: Conceitos e Planejamento na Gestão de IP. Organismos internacionais e nacionais (ITU, IEEE, OSI). Reco-
Pessoas. Recrutamento e Seleção de Pessoas. Orientação das mendações, Instalação e operação de redes de computadores.
Pessoas. Avaliação de Desempenho. Remuneração. Incentivos. Web. Internet X Intranet. Redes Públicas. Acesso, navegação e
Benefícios e Serviços para Pessoas. Treinamento de Pessoal. pesquisa. Browser. E-mail. HTML, ASP, PHP e XML. Segurança em
Relações no ambiente de trabalho. Higiene. Segurança e Qualida- redes e na internet. 2. Técnicas de Programação, Lingua-
de de Vida. Bancos de Dados e Sistemas de Informações de gens e Bancos de Dados, Fundamentos. Abordagem Relacional.
Recursos Humanos. Contabilidade Pública: Orçamento públi- SQL. Banco de Dados Relacional PostgreSQL. Interface e
co. Princípios Orçamentários. Receita e Despesa Pública. Licita- conectividade Web. Aplicações. Implementação. Estruturas bási-
ções. Empenho de Despesa. Adiantamento. Plano de Contas. Ad- cas de programação e de Dados. Construção de algoritmos. Pro-
ministração Financeira: Conceitos Fundamentais. Ativos Finan- cedimentos. Funções. Recursividade. Passagem de parâmetros.
ceiros. Orçamento de Capital. Estrutura de Capital e Política de Algoritmos de busca, de pesquisa e de ordenação. Estruturas de
Dividendos. Planejamento Financeiro e Administração de Capital Dados. Programa. Programação Orientada a Objetos. Pascal, C,
de Giro. Elaboração, análise e avaliação de projetos. Planejamen- C++, C#, Cobol, Java, JavaScript, Visual Basic e Delphi. Platafor-
to. Ajuste dos demonstrativos financeiros. Análise horizontal e ma .Net. 3. Projeto, Análise, Desenvolvimento e Gerência
vertical. Administração de Projetos Públicos: Projetos Estra- de Sistemas. Conceitos básicos. Plano Diretor de Informática.
tégicos. Estudo de Mercado. Técnicas de Analise e Previsão de Projeto Estratégico. Ciclo de Vida de Sistemas. Atividades de aná-
Mercado. Análise de Localização de Projetos. Análise Econômico- lise. Fases de projeto. Ferramentas. Análise e Projeto Estruturado
Financeira de Projetos. Análise de Relação Custo-Volume-Lucro. de Sistemas. Análise Essencial. Projeto e Análise Orientada a Ob-
Financiamento de Projetos. Gerência de Execução de Projetos. jeto. UML. Metodologias. Modelagem. Diagramas. Ferramentas
Avaliação de Projetos Públicos. Princípios orçamentários. Execu- Case: Rational Rose e Power Designer. Engenharia de Software.
ção orçamentária. Administração direta e indireta; centralização Qualidade de Software (ISO e CMM). Gerência de Projetos. As-
e descentralização. Administração de Serviços: Sistema de pectos técnicos ligados à Tecnologia da Informação. Planejamento
Prestação de Serviços. Instalações de Apoio. Localização de ins- de Sistemas de Informações. Planejamento e Controle de Projetos.
talações de serviços. Gerenciamento de Projetos de Serviços. PMBOK. MSProject. DataWarehouse. 4. Segurança e Auditoria
Previsão de Demanda para Serviços. Modelos de Filas e Planeja- de Sistemas. Segurança de equipamentos, de sistemas de
mento de Capacidade. Modelos de Programação Linear em Servi- informática, em redes e na Internet. Segurança da Informação.
ços. Administração: Introdução à Administração. Processo Segurança física e lógica. Backup. Vírus. Prevenção. Autentica-
organizacional: planejamento, direção, comunicação, controle e ção. Criptografia. Normas e Procedimentos. Senhas. Vulnerabili-
avaliação. Comportamento organizacional: motivação, liderança e dades e Riscos. Contramedidas. Firewall. VPN. IDS. Políticas de
desempenho. Estrutura e funcionamento do serviço público no Segurança. Avaliação de soluções de segurança da informação e
Brasil. Teoria Geral da Administração. Organização de Sistemas e aplicabilidade. Tecnologias relacionadas à Segurança da Informa-
Métodos. Sistemas de Informações Gerenciais ção. Configuração de Segurança. Auditoria de Sistemas. Contro-
Sugestões Bibliográficas les. Metodologias e métodos aplicados na coleta de dados. Pes-
ANGÉLICO, João. Contabilidade Pública. 8. ed. São Paulo : Atlas, quisas. Testes. Técnicas. Entrevistas. Questionários. Avaliação

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


1994. de Integridade e Segurança de Dados, de Efetividade e de Eficiên-
cia. Softwares de Auditoria. Gerência da função de Auditoria e os
BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Moderna Administração
Sistemas de Informação.
Financeira. Rio de Janeiro : Campus, 1999.
Sugestões Bibliográficas
BRASIL. Lei 8666/93
BEAL, A. Segurança da Informação, Atlas, 2005.
BOWERSOX e CLOSS. Logística empresarial. Rio de Janeiro: Atlas,
2001 BERNSTEIN, T. et all Segurança na Internet, Campus/Elsevier Edi-
tora Ltda, 2005
CARAVANTES, G., PANNO C. & KLOECKNER M. Administração,
teorias e processos . S. Paulo: Pearson, 2005. CARVALHO, L. G. de Segurança de Redes, Ciência Moderna,
2005.
CERTO, Samuel C. A administração moderna. Pearson: S. Paulo,
2003 DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados, Campus/
Elsevier Editora Ltda, 2004.
do Município de Rio das Ostras

CHIAVENATO, Idalberto. Administração dos Novos Tempos. 2.


ed. Rio de Janeiro : Campus, 1999. DIAS, Claudia. Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informa-
ção, Axcel Books, 2005
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: o novo papel dos
recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro : Campus, FORBELLONE, A. L., EBERSPACHER, H. Lógica de Programação,
1999. Pearson Education do Brasil, 2005.
FITZSIMMONS, James A. Administração de serviços: operações, IMONIANA, J. O. Auditoria de Sistemas de Informações, Atlas,
estratégia e tecnologia da informação. 2. ed. Porto Alegre : 2005.
Bookman, 2000. McCLURE, S et all. Hackers Expostos, Makron Books, 2002.
GROPELLI & NIKBAKHT. Administração financeira. Rio de Janeiro MORIMOTO, C. Entendendo e Dominando o Linux, Digerati
: Saraiva, 1998. Books, 2004.
GUSMÃO, Mônica. Direito empresarial. Rio de Janeiro: Impetus, MURILO, N. Segurança em Redes Sem fio, Novatec, 2007.
2004 NAKAMURA, e. t. & GEUS, p. l. DE, Segurança de Redes em
FURJ

KOHAMA, Heilio. Contabilidade pública. Rio de Janeiro: Atlas 1996 Ambientes Cooperativos, Novatec, 2007.
Realização

LAUDON, k.& LAUDON J. Sistemas de informação.. LTC: Rio de PAINE, S. & BURNETT, S. Criptografia e Segurança: O Guia Ofi-
Janeiro, 2003. cial RSA, Campus/Elsevier Editora Ltda, 2002.
(NÍVEL SUPERIOR)

RUMBAUGH, J. UML: Guia do Usuário, Campus/Elsevier Editora


Ltda, 2005.
POMPILHO, S. Análise Essencial: Guia Prático de Análise de
Sistemas, Ciência Moderna, 2002.
6
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores, 4ª edição, Campus/ RUMBAUGH, J. UML: Guia do Usuário, Campus/Elsevier Editora
Elsevier Editora Ltda, 2003. Ltda, 2005.

Manual do Candidato
WAZLAWICK, R. Análise e Projeto de Sistemas de Informação SCHMITZ, E. A. & TELES, A. A. S. Pascal e Técnicas de Programa-
Orientados a Objeto, Campus, 2004. ção, LTC, 1988.
Normas ABNT. SETZER, W , Banco de Dados Orientados a Objetos , Edgard
Blucher, 1999
Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de
subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não SETZER, W , Banco de Dados, 3. ed., Edgard Blucher, 2000
obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores,
texto da bibliografia sugerida. Ajuda de Software e Manuais Téc- Pearson Education do Brasil, 2006.
nicos são considerados complementares à bibliografia sugerida. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores, 4 ed., Campus/
Elsevier Editora Ltda, 2003.
ANALISTA DE SISTEMAS (Conhecimentos Específicos)
TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos, Pearson
Microinformática. Conceitos básicos. Inglês Técnico (leitura).
Education do Brasil, 2003.
Sistemas de Numeração. Modalidades de processamento. Arqui-
tetura de computadores. Hardware. Componentes. Configuração. WAZLAWICK, R. Análise e Projeto de Sistemas de Informação
Placa-Mãe. Barramento. Microprocessadores. Memória. Mídias. Orientados a Objeto, Campus, 2004.
Dispositivos para armazenamento de dados. Interfaces. Software. Normas ABNT.
Software básico, aplicativos e utilitários. Sistemas operacionais. Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de
Operação de microcomputadores. Ambientes Windows e Linux. subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não
MSOffice: Word, Excel, Access e PowerPoint. OpenOffice. 2. obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do
Comunicação de Dados, Redes de Computadores e Web. texto da bibliografia sugerida. Ajuda de Software e Manuais Téc-
Conceitos básicos. Terminologia. Aspectos técnicos ligados à trans- nicos são considerados complementares à bibliografia sugerida.
missão de dados. Modalidades de transmissão. Comutação. Mo-
dulação. Aspectos técnicos ligados às redes de computadores.
Protocolos. Arquitetura Cliente-Servidor. OSI/ISO. Tecnologias de BACHAREL EM COMUNICAÇÃO SOCIAL (Conhecimentos
redes. Meios de Transmissão. Topologias. Protocolos de acesso. Específicos)
Padrões Ethernet e Token-Ring. Tecnologias de alta velocidade e Elaboração de pautas e briefing. Técnicas de reportagem em mídia
Wireless. Interligação de redes. Equipamentos: modem, repetidores, impressa, rádio, TV e on line. Linguagem jornalística. Produção de
repetidores, hubs, bridges, switches, roteadores, gateways. Ar- entrevistas para meios impressos, audiovisuais e digitais. Pesqui-
quitetura TCP/IP. Organismos internacionais e nacionais (ITU, IEEE, sa, revisão e ordenação de textos. Edição de jornais, boletins
OSI). Recomendações, Instalação e operação de redes de com- para públicos interno e externo e publicações diversas. Edição em
putadores. Web. Internet X Intranet. Redes Públicas. Modalidades áudio e vídeo. Planejamento visual e produção gráfica. Noções de
de acesso. Navegação e pesquisa. Browser. Download. Correio fotojornalismo. Ética jornalística e democratização da comunica-
Eletrônico. HTML, ASP, PHP e XML. Segurança de equipamentos, ção. Comunicação institucional. O papel do assessor nos órgãos
de sistemas de informática, em redes e na Internet. Segurança públicos. Funções do assessor de imprensa. Assessoria de co-
física e lógica. Backup. Vírus. prevenção. Criptografia. municação: notas, release e clipping.. Elaboração de programas
Contramedidas. Firewall. 4. Projeto, Análise, Desenvolvimen- de divulgação de interesse público. Divulgação científica. Planeja-
to e Gerência de Sistemas. Conceitos básicos. Plano Diretor mento e cobertura de eventos. Técnicas de marketing. História
de Informática. Projeto Estratégico. Ciclo de Vida de Sistemas. dos meios de comunicação.
Atividades de análise. Fases de projeto. Ferramentas. Análise e Sugestões Bibliográficas
Projeto Estruturado de Sistemas. Análise Essencial. Projeto e Aná-
lise Orientada a Objeto. UML. Metodologias. Modelagem. Diagra- ABREU, João Batista. As manobras da informação – análise da
mas. Ferramentas Case: Rational Rose e Power Designer. Enge- cobertura da luta armada no Brasil. Rio de Janeiro/Niterói: Mauad/
nharia de Software. Qualidade de Software (ISO e CMM). Segu- Eduff, 2006.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


rança da Informação. Gerência de Projetos. Aspectos técnicos BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica – as técnicas do jorna-
ligados à Tecnologia da Informação. Planejamento de Sistemas de lismo. São Paulo: Ática, 1990
Informações. Planejamento e Controle de Projetos. PMBOK. BARBOSA, Gustavo e RABAÇA, Carlos Alberto. Dicionário de
MSProject. DataWarehouse. 5. Bancos de Dados. Fundamen- Comunicação. São Paulo: Ática, 1987.
tos. Modelos. Abordagem Relacional. Formas Normais. Ferramen-
CADERNOS da Comunicação, séries Estudos e Memória, Rio de
tas. SQL. Banco de Dados Relacional PostgreSQL. Interface e
Janeiro (cidade), Secretaria Especial de Comunicação Social da
conectividade Web. Aplicações. Implementação. 6. Algoritmos
Prefeitura do Rio de Janeiro
e Linguagens de Programação. Conceitos básicos. Estrutu-
ras básicas de programação. Estruturas de Dados. Construção CASTRO NEVES, Roberto. Comunicação Empresarial Integrada.
de algoritmos. Procedimentos. Funções. Recursividade. Passa- Rio de Janeiro: Editora Mauad, 2. ed., 2002.
gem de parâmetros. Algoritmos de busca, de pesquisa e de sort. CHANTLER, Paul & STEWART, Peter. Fundamentos do Radiojorna-
Estruturas de Dados. Programa. Linguagem procedural e não lismo, São Paulo: Ed. Roca, 2007
do Município de Rio das Ostras

procedural. Programação Orientada a Objetos. Pascal, C, C++, C#, CHANTLER, Paul & HARRIS, Sim. Radiojornalismo. São Paulo:
Cobol, Java, JavaScript, Visual Basic e Delphi. Plataforma .Net. Summus, 1998
Sugestões Bibliográficas DEMARTINI, Neuza. Publicidade - Comunicação Persuasiva. Por-
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados, Campus/ to Alegre: Sulina, 2003
Elsevier Editora Ltda, 2004. DUARTE, Jorge (Coord.). Assessoria de Imprensa e Relaciona-
FERNANDES, A. DELPHI 5 Básico/Avançado, Book Express, 2000 mento com a Mídia: Teorias e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas,
FORBELLONE, A. L., EBERSPACHER, H. Lógica de Programação, 2002.
Pearson Education do Brasil, 2005. ERBOLATO, Mário. Técnicas de codificação em jornalismo – re-
MORIMOTO, C. Entendendo e Dominando o Linux, Digerati dação, captação e edição no jornal diário. São Paulo: Ática, 2003.
Books, 2004. FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio – o veículo, a história e a técnica.
Ed. Dora Luzzatto, 2007, 3. ed.
MURHAMMER, M. W. et all. TCP/IP Tutorial e Técnico, Pearson
FURJ

Education do Brasil, 2000. FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2004
Realização

PEREIRA, S. L. Estruturas de Dados Fundamentais – Conceitos e FERREIRA JR, José. Capas de jornal – a primeira imagem e o
Aplicações, Érica, 2001. espaço gráfico-visual. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003.
(NÍVEL SUPERIOR)

GARCIA, Luiz. Manual de redação e estilo - O Globo. São Paulo:


Editora Globo, 1992.
tico. Art. 225 da Constituição Federal do Brasil de 1988. Artigo 4.º
da Lei n.º 10.410/02. 42.20 Resolução CONAMA nº 001/86: EIA/
7
GIOVANNINI, Giovanni. Evolução da Comunicação: do sílex ao RIMA. 42.21 Resolução CONAMA nº 237/97: Licenciamento
silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Ambiental.

Manual do Candidato
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co. São Paulo: Summus, 2004 ra. Manejo da fauna silvestre brasileira in situ e ex situ. Conven-
ções internacionais voltadas à proteção de espécies em que o
KISCHNHEVSKY, Marcelo. O rádio sem onda – convergência di-
Brasil é signatário. Convenção da Biodiversidade. Convenção In-
gital e novos desafios na radiodifusão. Rio de Janeiro: E-papers,
ternacional sobre o Comércio das Espécies da Fauna e Flora em
2007.
Perigo de Extinção (CITES). Comissão Baleeira Internacional (CIB).
KOPLIN, Elisa & Ferraretto, Luiz Artur. Assessoria de imprensa – 2 .GESTÃO E MANEJO DOS RECURSOS AMBIENTAIS -
teoria e prática. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 4. ed. Zoneamento ecológico-econômico. Manejo florestal sustentável.
KUCINSKI, Bernardo. Jornalistas e revolucionários – nos tempos Gestão e manejo em unidades de conservação. Proteção da
da imprensa alternativa. São Paulo: EDUSP, 2003 biodiversidade. Instrumento de controle e licenciamento. Silvicul-
LAGE, Nilson. Ideologia e técnica da notícia. 3 ed. Florianópolis: tura, projetos de florestamento e reflorestamento. Prevenção e
Insular/Editora da UFSC, 2001. combate a incêndios florestais. 3. ASPECTOS SOCIO-ECONÔ-
LIMA, Gerson Moreira. Releasemania. São Paulo: Summus, 1985. MICOS - Educação ambiental. Políticas públicas. Aspectos
fitossociológicos. Noções gerais de economia ambiental. Agenda
MARTINS, Eduardo. Manual de Redação e Estilo - O Estado de 21 – desenvolvimento sustentável. Meio ambiente e sociedade.
São Paulo. São Paulo: Editora Moderna, 1990.
Sugestões Bibliográficas
MANUAL dos Jornalistas em Assessoria de Comunicação, Brasília,
Fenaj. ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.;
RAFF, M.; ROBERTS, K.. & WALTER, P. 2006. Fundamentos de
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia Biologia Celular. 2. ed. Ed. Artes Médicas, Porto Alegre.
das Letras, 1995.
AMORIM, D.S. 1997. Elementos Básicos de Sistemática
NEVES, R. de Castro. Comunicação empresarial integrada. Rio Filogenética, 2. Ed.. Holos, Editora e Sociedade Brasileira de
de Janeiro: Mauad, 2000. Entomologia, Ribeirão Preto.
OLIVEIRA, Fabíola. Jornalismo científico. São Paulo: Contexto. APPEZZATO-DA-GLORIA , B. E S.M. CARMELLO-GUERREIRO (eds.)
PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2003. Anatomia Vegetal. Editora da Universidade Federal de Viço-
São Paulo: Brasiliense, 1987. sa. 438 p.
SODRÉ, Muniz e FERRARI, M. Helena. Técnica de reportagem: AYOADE, J.O. Introdução à Climatologia para os Trópicos; 9. ed.
notas sobre narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. – Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2002.
SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de redação – o BAPTISTA NETO, J. A.; PONZI, V. R. A. & SICHEL, S. E. (orgs.).
texto nos meios de informação. Rio de janeiro, Francisco Alves, 2004. Introdução à Geologia Marinha. Ed. Interciência, Rio de
1978. janeiro, 279 p.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social BARNES R D (1990) Zoologia dos Invertebrados. Livraria Roca
da mídia. Petrópolis: Vozes, 1978. Ltda.
TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo – por que as notícias BASSET, Y.; NOVOTNY , V.; MILLER, S. E.; KITCHING, R. L. 2003.
são como são. Vol. I. Florianópolis: Insular / Editora da UFSC, 2004 Arthropods of tropical forests. Spatial and temporal dynamics
and resource use in the canopy. Cambridge, Cambridge University
VANOYE, Francis. Usos da linguagem – problemas e técnicas na
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produção oral e escrita. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1995.
BEGON, M., MORTIMER, M.; THOMPSON, D. J. 1996. Population
BIÓLOGO (Conhecimentos Específicos) ecology: a unified study of animals and plants. Third edition. Oxford:
Blackwell Science.
I – ZOOLOGIA - Zoologia de invertebrados. Zoologia de Vertebra-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


dos. Técnicas de coleta e de preparo de material zoológico. II – BICUDO, C.; BICUDO, D. (orgs). Amostragem em Limnologia. São
BOTÂNICA - Anatomia e Taxonomia vegetal. III – ECOLOGIA. Carlos: Rima, 2004, 371p.
Ecologia Geral. Ecologia de populações. IV - BIOGEOGRAFIA E BOLD H C; ALEXOPOULOS C J; Delevoryas T (1987) Morphology
CORRELATAS - Biogeografia. Noções de Geologia. Noções de of Plants and Fungi. Harper & Row, Pub. N.Y.
Geografia/Cartografia. Noções de Meteorologia e Climatologia.
BORROR, D. J.; DELONG, D. M. 1988. Introdução ao Estudo dos
Noções de Hidrogeologia. V – LIMNOLOGIA - Noções de
Insetos. Editora Edgard Blucher, São Paulo, 652p.
Limnologia. Aqüicultura. VI - AVALIAÇÃO, DIAGNÓSTICOS E
LAUDOS SOBRE AMBIENTE. Bioestatística. Planejamento. Reali- BORROR, D. J.; DELONG, D. M.; TRIPLEHORN, C. A.; JOHNSON, N.
zação de Monitoramento. Conservação de recursos naturais. F. 2005. Introduction to the study of insects. 864p
Manejo de fauna. VII - BIOLOGIA GERAL - Noções de Biologia BRANCO, S. M. et all. Hidrologia Ambiental. São Paulo: ABRH.,1991.
Geral. Biologia marinha. VIII – LEGISLAÇÃO - Lei n.º 4.771, de 15 BRUSCA , R.C. & BRUSCA , G.J. 2003. Invertebrates . Sinauer
de setembro de 1965: Código Florestal. Medida Provisória nº 2.166/
do Município de Rio das Ostras

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001: que altera a Lei do Código Florestal. Lei n.º 5.197, de 3 de
BRUSCA , R.C. & BRUSCA , G.J. 2007. Invertebrados 2ª Edição.
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Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
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Lei n.º 6.938, de 31 de agosto de 1981: Política Nacional do Meio CHRISTOFOLETTI, A. 1980. Geomorfologia (Capítulo 5). São Paulo,
Ambiente. Lei n.º 7.802, de 12 de julho de 1989: Lei de Agrotóxicos. Ed. Edgard Blücher, 2ª edição, 188 p.
Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro 1990: Regime Jurídico Único. Lei COMISSÃO Mundial Independente Sobre Os Oceanos. 1999. O
n.º 8.666, de 21 de junho de 1993: Licitações e Contratos da oceano, nosso futuro. Relatório da Comissão Mundial Indepen-
Administração Pública e suas alterações. Lei n.º 9.605, de 12 de dente sobre os Oceanos, 247 p.
fevereiro de 1998: Lei dos Crimes Ambientais. Decreto nº 3179/
CONSELHO Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Resolução
99: que regulamenta a Lei nº 9605/98. Lei n.º 9.795, de 27 de abril
020/86 do CONAMA. Brasília , D. F.
de 1999: Lei de Educação Ambiental. Lei n.º 9.985, de 18 de julho
de 2000: que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conser- CRISCI, J.V. & M.F.L. Armengol. 1983. Introducción a la teoría y
vação da Natureza. Lei nº 8.974/95:Organismos Geneticamente práctica de la taxonomia numérica. The General Secretariat of the
FURJ

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Realização

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(NÍVEL SUPERIOR)

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MARGALEF, R. Limnología. Barcelona: Omega S.A., 1983.
8
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EBERT, T. A. 1998. Plant and Animal Populations: Methods in Chapmam and Hall, 1995, 276p.
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Manual do Candidato
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FEITOSA, F.A.C. E Manoel Filho (Org) - (1997). Hidrogeologia, Con- ções. Bertrand, Rio de Janeiro, p. 191-238.
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Genética, CNPq. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro, Interamericana, 1985. 434p.
GARY , I.; DIAS, B. Conservação da biodiversidade em ODUM, E. P. Ecology. Sunderland, Sinauer, 1993. 301p.
ecossistemas tropicais. Rio de Janeiro: Vozes, 2001, 430p.
PAPAVERO, N. (org.). 1994. Fundamentos práticos de Taxonomia
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Plantarum SOUZA, L.A. de. 2003. Morfologia e anatomia vegetal: célula, teci-
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York: John
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New York, 353 p.


Realização

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(NÍVEL SUPERIOR)

SUTHERLAND, W. J. 1996. From individual behaviour to population


ecology. Oxford: Oxford University Press. Oxford Series in Ecology
ECONOMISTA (Conhecimentos Específicos)
9
Conceitos econômicos básicos: Definição e Objeto da Eco-
and Evolution.
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SUTHERLAND, W. J. Ecological Census Techniques - A Handbook. blemas econômicos fundamentais. Curva de possibilidades de
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Manual do Candidato
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TOLEDO, M. C. M.; FAIRCHILD, T. R. & TAIOLI, F. (orgs.). Decifran- ção. Funcionamento de uma economia de mercado. Microecono-
do a Terra. Oficina de Textos, São Paulo, p. 262-284. mia: Conceitos básicos. Demanda, oferta e equilíbrio de mercado.
TUNDISI, J. G.; BICUDO, C. E. M.; MATSUMURA Tundisi, T. Limnology Produção e custos de produção. Estruturas de mercado. Elastici-
in Brazil. Rio de Janeiro: ABC/SBL, 1995, 384 pp. dade. Macroeconomia: Natureza e objetivos da Macroeconomia.
UCHOA, H.N. e Paulo Roberto F. (2006)-Geoprocessamento com Instrumentos de política econômica. Identidades macroeconômicas
Software Livre (PDF), disponível em http://www.geolivre.org.br/ fundamentais. Mensuração da atividade econômica. Os principais
modules/mydownloads agregados: PIB, PNB e produtividade. PIB nominal e PIB real. For-
VIEIRA , L. e BREDARIOL, C. 1998. “Cidadania e Política Ambiental”. mação de capital. O Sistema de Contas Nacionais. Noções sobre
RJ, Ed. Record,. números-índices. Moeda e intermediários financeiros. Economia
aberta: taxas de câmbio, regimes cambiais e balanço de paga-
WHITTAKER, R. H. 1975. Communities and ecosystems. New York:
Macmillan. 385 p. mentos. Macroeconomia keynesiana. Modelo IS/LM. Inflação.
Finanças Públicas: As falhas de mercado. Os objetivos da po-
WILSON, E. O.; Frances, M. P. Biodiversidade. Nova Fronteira,
lítica fiscal. As funções do governo. Os princípios da tributação.
1997.
Tipos de impostos: progressivos, regressivo, proporcionais ou
WILSON, E. O.; PETER, F. M. 1997. Biodiversidade. Ed. Nova Fron- neutros, diretos e indiretos. Impactos sobre os preços e a ativida-
teira. Rio de de econômica. Carga fiscal. Déficit público. Necessidade de finan-
ZAR, J. H. Biostatistical Analysis. 4. ed. Prentice Hall, 1999, 663 + ap. ciamento do setor público. Orçamento Público: princípios orça-
mentários. Classificação da receita e da despesa. Orçamento-
CONTADOR (Conhecimentos Específicos) programa: conceito, definição de objetivos, análise de alternati-
Contabilidade - Conceito, campo de atuação e objetivos da in- vas, estrutura programática, a mensuração e os custos. O pro-
formação contábil. O método das partidas dobradas. Os Princípios cesso orçamentário: sistema e processo orçamentário. Elabora-
Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Conta- ção da proposta orçamentária. Controle e avaliação da execução
bilidade. Classificação e Análise Contábil. Avaliação das contas orçamentária. Mercado de Trabalho: conceitos e definições. A
patrimoniais. Operações com mercadorias. Livros de Escritura- atividade econômica e o mercado de trabalho. Indicadores do
ção. Fatos Contábeis. Demonstrações Contábeis - Balanço mercado de trabalho.
Patrimonial: Obrigatoriedade e apresentação; Grupos e Subgrupos; Sugestões Bibliográficas
Critérios de Avaliação do Ativo e Passivo. Demonstração do Re-
sultado do Exercício: Estrutura, Características e Elaboração. De- GIACOMONI, James. Orçamento Público. Atlas, 2000.
monstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados: Forma de Apre- GIAMBIAGI, F. & ALÉM, A.C. Finanças Públicas . Campos, 2000.
sentação; Transferência do Lucro Líquido para Reservas. De-
MONTORO FILHO, A. et all; organizadores Diva B. Pinho e Marco A.
monstração das Origens e Aplicações de Recursos. Contabili-
Vasconcellos Manual de Economia. Saraiva, 2005.
dade Tributária – Conceitos. Espécies de tributos: imposto, taxa,
contribuição de melhoria e contribuição social. Elementos funda- ROSSETTI, José P. Introdução à Economia. Atlas, 1998.
mentais do tributo: fato gerador, contribuinte ou responsável, base VASCONCELLOS, M. A. S. & GARCIA, M. E. Fundamentos de
de cálculo e alíquota. Imposto sobre serviços – ISS: definição, fato Economia. Saraiva, 2006.
gerador, contribuinte e contabilização das operações incidentes.
Contabilidade Pública - Conceito, campo de atuação e regimes VICECONTI, P. E. & NEVES, S. Introdução à Economia, Frase Edi-
contábeis. Orçamento Público: conceito, elaboração, ciclo orça- tora, 1999.
mentário, exercício financeiro, princípios orçamentários. Sistemas Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de
Contábeis: Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e de Compensa- subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não
ção. Receitas e despesas públicas: orçamentárias e extra-orça-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do
mentárias. Créditos adicionais: conceito, classificação, indicação texto da bibliografia sugerida, da mesma forma que não
e especificação de recursos. Sistemas de contas: conceito, no-
inviabilizam o uso de outras fontes de informação versando so-
menclatura e função das contas. Demonstrativos da gestão: ba-
bre o programa. Manuais técnicos são complementares à bibli-
lanço orçamentário, balanço financeiro, balanço patrimonial e de-
monstração das variações patrimoniais. Normas de escrituração. ografia indicada.
Lei de Responsabilidade Fiscal - Objetivos e Abrangência.
Receita Corrente Líquida. Orçamento Público e Execução Orça- ENGENHEIRO CIVIL (Conhecimentos Específicos)
mentária. Receita e Despesa Pública. Restrições de Final de Man- Serviços Preliminares – Levantamentos topográficos. Estu-
dato. Dívida e Endivida-mento. Prestação de Contas. Transparên- dos geotécnicos. Cronogramas. Orçamentos. Movimento de
cia e Controle. Terras – Cortes e aterros. Mecânica dos Solos. Fundações –
Sugestões Bibliográficas Rasas, profundas. Rodovias e Ferrovias – Projeto geométrico e
do Município de Rio das Ostras

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu e GILBCKE, Ernesto Rubens. técnicas de execução. Resistência dos Materiais – Tração,
Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. FIPECAFI. compressão, cisalhamento, tensões e deformações em vias,
6. ed. São Paulo : Atlas, 2003. flambagem. Dimensionamento de Estruturas – Concreto ar-
KOHAMA, Helio. Contabilidade Pública. 9.ed. São Paulo : Atlas, mado, aço, madeira. Lesões em Edificações – Conceito e tipos
2003. de lesões. Materiais de Construção – Concreto simples. Con-
creto armado. Argamassas. Materiais cerâmicos. Materiais
LEGISLAÇÃO: Lei 6.404/76; Lei 4.320/64; Lei Complementar (LRF)
101/2000. betuminosos. Madeira. Aço. Vidro. Tintas. Instalações Elétricas
Prediais. Instalações Hidráulicas Prediais – Instalações de
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 10 ed. São Paulo água potável. Instalações de esgotos sanitários e de águas pluvi-
: Atlas, 2003
ais. Tecnologia dos materiais de instalações hidráulicas e sanitári-
PÊGAS, Paulo Henrique. Manual de Contabilidade Tributária. 4. ed. as. Sistemas Urbanos de Hidráulica Aplicada – Sistemas de
Rio de Janeiro : Freitas Bastos, 2006. abastecimento de água. Sistemas de esgoto sanitário. Sistemas
SILVA, Lino Martins da. Contabilidade Governamental. 7. ed. São de água pluvial. Hidráulica Aplicada – Teorema de Bernoulli. Es-
FURJ

Paulo : Atlas, 2004. coamento em tubulações e canais. Estações elevatórias. Bom-


Realização

SLOMSKY, Valmor. Manual de Contabilidade Pública. Um enfoque bas. Linhas de recalque. Golpe de Aríete.
na Contabilidade Municipal. São Paulo : Atlas, 2001. Observação: O candidato deverá levar calculadora científica.
(NÍVEL SUPERIOR)

Sugestões Bibliográficas servação dos mananciais. Noções fundamentais da qualidade dos


efluentes (domiciliares e industriais), padrões de lançamento para
10
AZEREDO, Hélio Alves. O Edifício até sua cobertura. Edgar Blücher
Ltda, 1997. a disposição final, Conhecimento geral do Saneamento Bá-
sico Municipal: Mananciais de águas; sistema de esgoto; trata-
AZEREDO, Hélio Alves. O Edifício e seu acabamento. Edgard
mento e operações com esgotos; geração, coleta, disposição e

Manual do Candidato
Blücher Ltda, 1987.
tratamento dos resíduos sólidos (domiciliares, industriais e dos
AZEVEDO NETTO, José Martiniano; FERNANDEZ y FERNANDEZ, serviços de saúde). Reuso da água e disposição no solo.
Miguel; ARAÚJO, Roberto e ITO, Acácio Eiji. Manual de Hidráulica. Noções fundamentais das legislações vigentes: para os
Editora Edgard Blücher Ltda, 2000. recursos hídricos, para o meio ambiente, tratamento de regeitos
BORGES, Alberto de Campo. Topografia Aplicada à Engenharia sólidos e líquidos. Noções sobre as certificações: ISO (séries
Civil. Vols. I e II. Editora Siciliano, 2002. 9.000 e 14.000). Desenvolvimento Sustentável Ambiental:
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. Problemas Ambientais. Poluição Ambiental, Gestão Ambiental. Meio
Vols. I a IV. Editora Livros Técnicos e Científicos, 1986. Ambiente e Qualidade de Vida. Normas ISO 14000. Uso sustenta-
CARDÃO, Celso. Técnica da Construção. Editora Engenharia e do de recursos naturais. O estabelecimento de padrões de quali-
Arquitetura, 1976. dade ambiental. O zoneamento ambiental. A avaliação de impacto
ambiental – EIA. O relatório de impacto ambiental – RIMA. O
CARVALHO, Manoel Pacheco. Curso de Estradas. Vols. I e II.
Editora Científica, 1996. licenciamento ambiental e a revisão de atividades efetivas ou po-
tencialmente poluidoras – LAP, LAI, LAO. A criação de espaços
CHING, Francisco e ADAMS, Cassandra. Técnicas de Constru- territoriais especialmente protegidos pelos Poderes Públicos, Fe-
ção Ilustradas. Editora Bookman, 2002. deral, Estadual e Municipal, denominadas áreas naturais protegi-
CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. Livros Técnicos e Científi- das. O Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente.
cos Editora S/A, 1993. As penalidades disciplinares ou compensatórias aos não cumpri-
CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Livros Téc- mentos das medidas necessárias à preservação ou correção da
nicos e Científicos Editora S/A, 19932. degradação ambiental. O Relatório de Qualidade do meio Ambiente
ESPARTEL, Lelis. Curso de Topografia. Editora Globo, 1975. e sua divulgação pelo IBAMA: as legislações pertinentes.
MACINTYRE, A. J. Instalações Hidráulicas. Guanabara, 1988. Sugestões Bibliográficas
NORMAS TÉCNICAS da ABNT. FOX, R. W. & MAC DONALD A. T. Introdução à Mecânica dos
PETRUCCI, Eládio G. Concreto de Cimento Portland. Editora Globo, Fluidos. 3. Ed, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1988.
1979. GILES, RANALD V. – Mecânica dos Fluídos e Hidráulica, Coleção
PETRUCCI, Eládio G. Materiais de Construção. Editora Globo, 1979. Schaum, Editora McGraw-Hill, São Paulo.
PFEIL, Wlater. Concreto Protendido. Livros Técnicos e Científicos MACINTYRE, A. J. Bombas e Instalações de Bombeamento. Edito-
S/A, 1980. ra Guanabara, Rio de Janeiro, 1980.
PFEIL, Walter. Estruturas de Madeira. Livros Técnicos e Científi- HAMMER, MARK J. – Sistemas de Abastecimento de Águas e
cos S/A, 1984. Esgoto, Ed. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1979
PFEIL, Walter. Estruturas de Aço. Livros Técnicos e Científicos S/ CREDER, H. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 4. ed., Editora
A., 1983. LTC, Rio de Janeiro, 1986.
SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. Vols. 1, 2 e 3. Manuais Técnicos, Normas da ABNT e outras (sobre água, esgo-
Editora Globo, 1989. to, tratamento de regeitos e higiene e segurança do trabalho, po-
SUSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Vols. I e II. Editora Globo, 3. luição), Normas ISO da família 9000 e 14000.
ed., 1983.
MORETTIN, L. GONZAGA – Estatística Básica, Editora Makron
TIMOSHENKO, S. P. e GERE, J. E. Mecânica dos Sólidos. Vols. 1 e Books, 4. ed., São Paulo, 1999, Vol. I e II.
2. Editora LTC, 1994.
MORETTIN, PEDRO A. & BUSSAB, WILTON DE O. – Estatística

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


ENGENHEIRO SANITARISTA (Conhecimentos Específicos) Básica, Editora Saraiva, 5. ed., São Paulo, 2002.
BIOLOGIA – Noções básicas: Bactérias e Fungos; Algas, SOARES, J. LUIS – Biologia, Ed. Scipione, Vol. I, II e III, São Paulo,
Protozoários e Animais Multicelulares, Peixes; Cadeia Alimentar 1992.
Aquática; Doenças e Veiculação Hídrica; Organismo Indicador da SARDELLA & MATEUS – Curso de Química, Rd. Ática, 15. ed., São
Qualidade da Água, Testes do Grupo Coliforme, Demanda Bioquí- Paulo.
mica de Oxigênio, Sistemas de Tratamento Biológico. QUÍMICA –
Noções de Química: Elementos, Radicais e Compostos; Análise MARCONDES, AYRTON CESAR – Ecologia, Ed. Atual, 3. ed., São
Química da Água; pH e Reação Química; Solubilidade dos Gases e Paulo, 1992.
Alcalinidade; colóides e Coagulação; Compostos Orgânicos; Ma- ODUM. Eugene P. Ecologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
téria Orgânica nos Despejos. Estatística: – Análise exploratória Koogan, 1988. 434p
de dados: Distribuição, Gráficos, Medidas e Análise Bidimensional,
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janei-
do Município de Rio das Ostras

Testes Estatísticos. Noções de Epidemiologia – Doenças. Hi-


giene e Segurança do Trabalho - Normas. Elementos bási- ro: Guanabara Koogan, 2003. 504p.
cos de Hidráulica e Hidrologia - Noções de Mecânica dos DE ANDRADE, R. O. B.; TACHIZCWA,T. & CARVALHO, A.B. Ges-
Fluidos: Propriedades dos Fluídos, Forças Hidrostática, Funda- tão Ambiental – Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimen-
mentos de Escoamento dos Fluidos, Escoamento em Encanamen- to sustentável. 2ª edição. SP. Ed. Pearson Education. 2002.
to, Medição, Escoamento em Canais Abertos, Máquinas Hidráuli-
cas (Bombas, Válvulas e Filtros). Noções de Hidrologia Aplica- VIEIRA, P. F.; WEBER J. – Gestão de Recursos Naturais Renováveis
da e de Hidrogeologia Básica. Noções de Mecânica dos e Desenvolvimento, Ed. Cortez, São Paulo.
Fluidos – Propriedades dos Fluídos, Forças Hidrostática, Funda- BRUNA, G. C.; PHILIPPI JR. A .; ROMERO, M. A . – Curso de Gestão
mentos de Escoamento dos Fluidos, Escoamento em Encanamen- Ambiental, Ed. Manole, São Paulo.
to, Medição, Escoamento em Canais Abertos, Máquinas Hidráuli-
Legislação e Normas - Meio Ambiente ( IBAMA )
cas. Elementos básicos de projeto–dimensionamento–cons-
trução–operação–manutenção de sistemas de captação–trata- Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de
mento–distribuição de águas e de esgoto; coleta–tratamento-dis- subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não
FURJ
Realização

posição final dos efluentes e águas residuárias. Noções funda- obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do
mentais de qualidade da água, processos de degradação e de texto da bibliografia sugerida. Normas e Manuais Técnicos são
correção, padrões de potabilidade e técnicas de proteção e pre- considerados complementares à bibliografia sugerida.
(NÍVEL SUPERIOR)

ESTATÍSTICO (Conhecimentos Específicos) ca e Grupos. Assistência, Direitos e Interseções na Infância, na


Adolescência e ao Idoso. Vivência afetiva em idosos. Crianças e
11
1. Introdução. Indução e dedução. A finalidade da amostragem.
2. Estatística Descritiva para amostras. Tabelas e gráficos de Adolescentes vítimas de abuso sexual. Fatores de risco na de-
distribuição de freqüências. Medidas de tendência central e de pressão de adolescentes. A Relação mãe-bebê e a entrada na
dispersão. 3. Probabilidade. Espaço amostral. Eventos. Defini- creche. A profissão do psicólogo e o código de ética. Considera-

Manual do Candidato
ções de probabilidades. Resultados e suas probabilidades. Pro- ções teóricas e clínicas no acompanhamento psicoterápico. A ins-
babilidade condicional. Independência. 4. Variáveis aleatórias e tituição família em sua dimensão política. Aspectos da temática
suas distribuições. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. institucional. Os processos psicossociais e psicopatológicos que
Média e variância de uma variável aleatória. Distribuições de pro- interferem nos indivíduos e nas organizações. Análise dos princi-
babilidades. Esperanças e momentos. A Desigualdade de pais conceitos e técnicas de recursos humanos. A Psicanálise:
Tchebishev. As distribuições binomial, geométrica e de Poisson. A Conceitos da psicanálise. Dinâmica da transferência. Recomen-
distribuição normal e exponencial. Função de uma variável aleató- dações aos Médicos que exercem a psicanálise. Formulação so-
ria. 5. Duas variáveis aleatórias. Distribuições. Função de duas bre os dois princípios do funcionamento mental.
variáveis aleatórias. Covariância e correlação. Combinação linear Sugestões Bibliográficas
de duas variáveis aleatórias. 6. Amostragem. Tipos de Amos- ALCHIERI, J. C. e CRUZ, R. M. Avaliação Psicológica: Conceito,
tras, Tamanho da Amostra, amostragem de populações pequenas Métodos e Instrumentos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
7. Estimação. Intervalos de confiança. Diferença entre duas
médias. Estimação em amostras pequenas. A distribuição t. Esti- AMARANTE, P. (coord.). Archivos de Saúde Mental e Atenção
mação de proporções. Estimação da variância de uma população Psicossocial 2. Rio de Janeiro: Nau, 2005.
normal. 8. Testes de Hipóteses. A equivalência do teste de AZEVEDO, E, C. Atendimento Psicanalítico a Crianças e Adoles-
hipóteses e intervalos de confiança. O valor-p. Testes unicaudais centes Vítimas de Abuso Sexual. Psicologia: Ciência e Profis-
e bicaudais. Testes clássicos. 9. Análise da Variância (ANOVA). são. Brasília: Conselho Federal de Psicologia, 2001, n.4. p. 66-77.
ANOVA de um e dois fatores. 10. Regressão. Critérios existen- BAPTISTA, M, N, BAPTISTA, A, S, D. Estrutura e Suporte Familiar
tes para se ajustar uma curva. O métodos dos mínimos quadra- como Fatores de Risco na Depressão de Adolescentes. Psicolo-
dos. 11. Teoria da Regressão. Modelo matemático. A natureza gia: Ciência e Profissão Brasília: Conselho Federal de Psicologia,
do termo erro. Estimação de alfa e beta. A média e a variância das 2001. n.2. p.52-61
estimativas de alfa e beta. A distribuição da estimativa de beta.
Interpolação (intervalos de confiança e predição). Perigos da BICCA, C.; PULCHEIRO, G e SILVA, F.A. (orgs.). Álcool, outras
drogas, informação: o que cada profissional precisa para saber.
extrapolação. Correlação. Correlação simples. Correlação e re-
gressão. 12. Estatística não-paramétrica. O teste do sinal. O São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
teste W para duas amostras. Testes de aleatoriedade. Vantagens BLEGER, J. Temas de Psicologia. Entrevista de Grupos. 2. ed. São
dos testes não-paramétricos. 13. Testes do Qui-quadrado. Teste Paulo: Martins Fontes, 2001.
do qui-quadrado de ajustamento de dados. Tabelas de contingên- BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório final da III Conferência Na-
cia. 14. Projetos de Amostragem. Amostragem aleatória sim- cional de Saúde Mental: Relatório Final. Brasília/DF: Ministério da
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Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


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1985. DESSLER, G. Administração de Recursos Humanos. 2. ed. São
MILONE, W. e ANGELINI, F. Estatística Aplicada, Atlas, 1995. Paulo: Prentice Hall, 2003.
OLIVEIRA, F. E. M. Estatística e Probabilidade, Atlas, 1999. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Lei 8069 de 13 de
julho de 1990.
SPIEGEL, M. R. Estatística, Makron Books, 1994.
do Município de Rio das Ostras

ESTATUTO DO IDOSO – Lei 10.741/2003 e Lei Estadual 9892.


Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de 1997.
subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não
obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do FERREIRA, T. (org.) A Criança e a Saúde Mental – Enlaces entre
texto da bibliografia sugerida. Normas e Manuais Técnicos são a clínica e a política – Belo Horizonte: Autêntica/FCH – FUMEC,
considerados complementares à bibliografia sugerida. 2004
FREUD, S. A Dinâmica da Transferência. Rio de Janeiro: Imago,
PSICÓLOGO (Conhecimentos Específicos) volume XII
O Campo da Saúde Mental: reorientação do modelo assistêncial e FREUD, S. Recomendações aos médicos que exercem a psica-
atenção psicossocial. O direito dos portadores de transtornos nálise. Rio de Janeiro: Imago, volume XII
mentais. Saúde Mental Infanto- Juvenil. O Programa de saúde de
FREUD, S. Formulações sobre os dois princípios do funciona-
família (PSF). As Inteligências Múltiplas. Formação dos mecanis-
mento mental. Rio de Janeiro. Imago, volume XII
mos mentais na criança: como os do pensamento, da linguagem,
da afetividade. O Construtivismo na psicologia e na educação. As GARDNER, H. Inteligências Múltiplas: A Teoria na prática. Porto
FURJ

Alegre: Editora Artes Médicas, 1993.


Realização

Toxicomanias: intervenções e tratamentos. O Alcoolismo. A


Psicossomática. O Psicodiagnóstico. Avaliação Psicológica: cam- KAES, R. A Instituição e as Instituições: estudos psicanalíticos .
po de conhecimento, objetivos e recursos. A Entrevista Psicológi- São Paulo: Casa do Psicólogo, 1991.
(NÍVEL SUPERIOR)

MELLO. J e cols. Psicossomática Hoje. Porto Alegre: Artes Médi-


cas, 1992.
Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de
subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não
12
NASIO, J.D. Lições sobre os sete conceitos cruciais da psicaná- obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do
lise – Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 1997 texto da bibliografia sugerida. Ajuda de Software e Manuais Téc-
nicos são considerados complementares à bibliografia sugerida.

Manual do Candidato
OLIVEIRA, E, A. PASIAN, S, R. e JACQUEMIN, A. A Vivência Afetiva
em Idosos. Psicologia: Ciência e Profissão Brasília: Conselho Fe- ASSISTENTE SOCIAL, ASSISTENTE SOCIAL II E ASSISTENTE
deral de Psicologia, 2001, n.1. p.68-83. SOCIAL III (Conhecimentos Específicos)
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Rio de Janeiro: Forense , Fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Soci-
1980 al no Brasil; O debate contemporâneo sobre o Serviço Social; A
RAMOS, S.P, BERTOLETE, J,M, (cols). Alcoolismo Hoje – 3. Ed. – prática profissional do assistente social na Instituição: possibilida-
Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. des e limites; Instrumentos, técnicas e entrevistas utilizadas na
RIBEIRO, T, C, C. Acompanhar é uma Barra: Considerações Teó- prática do Serviço Social; Supervisão em Serviço Social; aspec-
ricas e Clínicas sobre o Acompanhamento Psicoterapêutico. tos a serem contemplados no desempenho da ação supervisora;
Planejamento e Pesquisa em Serviço Social; Ética, cidadania, le-
Psicologia: Ciência e Profissão Brasília: Conselho Federal de Psi-
gislação profissional e legislação social; Serviço Social e
cologia, 2002, n.2. p 78-87.
interdisciplinaridade; Estado e Política Social: questões teóricas e
SANTOS, F, M, S, MOURA, M, L, S. A Relação Mãe-Bebê e o históricas; As expressões da questão social no contexto da
Processo de Entrada na Creche. Psicologia: Ciência e Profissão globalização e da reestruturação produtiva contemporânea; Políti-
Brasília: Conselho Federal de Psicologia, 2002, n.2. p.88-97. cas de Proteção Social no Brasil; Avaliação de políticas e progra-
VIANA, A, L, D’ A e DAL POZ, M. R. A Reforma do Sistema de mas sociais; Controle Social e as relações com os conselhos de
Saúde no Brasil e o Programa de Saúde da Família. PHYSIS: Rev. política e direitos; Política de Saúde: Reforma Sanitária, estratégi-
Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, vol. 15 supl. 2005. as de organização e gestão do SUS; Diversidades e arranjos
familiares.
WEB DESIGNER (Conhecimentos Específicos) Sugestões Bibliográficas
1. Microinformática, Arquitetura de Computadores, Siste- BAPTISTA, M. V. O planejamento estratégico na prática profissi-
mas Operacionais, Redes de Computadores, Segurança onal cotidiana. In Serviço Social e Sociedade, S. Paulo: Cortez, nº
de equipamentos, em redes e na Web. Conceitos básicos. 47, 1995. p. 110 à 118.
Hardware. Software. Ambientes Windows e Linux. Conhecimen-
BONETTI, D.A.et alii (ORG). Serviço Social e Ética: convite a uma
tos sobre os pacotes MSOffice e OpenOffice. Operação de
microcomputadores. Conceitos básicos sobre redes de computa- nova práxis. São Paulo/Brasília: Cortez/CFESS, 1996. p. 21 à 30 e
dores. Web. Internet X Intranet. Modalidades de acesso. Navega- 87 à 104.
ção e pesquisa. Browsers. Download. Correio Eletrônico. Segu- BRAVO, M.I.S. e PEREIRA P.A.P.(ORG) Política Social e Democra-
rança de equipamentos e de sistemas de informática, em redes e cia. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro:UERJ, 2001. p. 197 à 234.
na internet. Segurança física e lógica. Backup. Vírus. prevenção. BURIOLLA, Marta Alice Feiten. Supervisão em Serviço Social - O
Criptografia. Firewall. 2. Algoritmos, Linguagens de Progra- supervisor, sua relação e seus papéis. 3. ed. São Paulo : Cortez,
mação e Bancos de Dados. Conceitos básicos. Estruturas bá- 2003. p. 19 a 76.
sicas de programação. Estruturas de Dados. Construção de CRESS 7a Região. Assistente social, ética e direitos . Coletânea
algoritmos. Procedimentos. Funções. Programa. Programação Ori- de Leis e Resoluções, Rio de Janeiro: Lidador, 4º ed. 06/ 2006.
entada a Objetos. Conhecimentos sobre C, Java, JavaScript e
Plataforma .Net, HTML, ASP, PHP e XML. Fundamentos sobre FLEURY, S.M.T.S. Saúde e Democracia: a luta do CEBES. São
Bancos de Dados. Modelo Relacional. SQL. Implementação. Paulo: Lemos Editorial, 1997. p. 11 à 24 e 93 à 111.
Interatividade com a Web. MySQL. PostgreSQL. 3. Softwares IAMAMOTO, M.V. O Serviço Social na Contemporaneidade: tra-
específicos. Conhecimentos sobre os pacotes Suítes MSOffice, balho e formação profissional. São Paulo : Cortez, 1995.
OpenOffice e StarOffice. Especificação, montagem, instalação, IAMAMOTO, M. V. e CARVALHO, R. Relações Sociais e Serviço
configuração e operação de microcomputadores. Editoração de Social no Brasil – Esboço de uma interpretação histórico-
textos. Criação e tratamento de imagens, conceitos, uso de cores,

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


metodológica. São Paulo : Cortez; Lima : CELATS, 1982.
formatos de arquivos, resolução, padrões XHTML, CSS, Tabless e LAURELL, A. C. (Org.). Estado e políticas no neoliberalismo. São
Web Standard. uso dos recursos do Corel Draw, Photoshop, Paulo : Cortez, 1995. p. 151 à 174.
Fireworks, Dreamweaver e Flash. Criação, gerenciamento e im-
plantação de design digital. Construção de sites para a Web. MINAYO, M.C. S. (Org.). Pesquisa Social: Teoria, Método e
Interatividade de sites com acesso a bancos de dados. Criatividade. Rio de Janeiro: Vozes, 6º. ed.1996.

Sugestões Bibliográficas MOTA, Ana Elizabete. A Cultura da Crise e a Seguridade Social:


um estudo sobre as tendências da previdência e assistência
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados, Campus, social brasileira nos anos 80 e 90. São Paulo : Cortez, 1995.
2004. p.117à 157.
FORBELLONE, A. L., EBERSPACHER, H. Lógica de Programação. NETO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social: uma análise do
Makron Books, 1999. serviço social no Brasil pós 64 , 2o cap. São Paulo : Cortez, 1994.
do Município de Rio das Ostras

MORIMOTO, C. Entendendo e Dominando o Linux, Digerati Books, RICO, Elizabeth Melo (org.). Avaliação de políticas sociais: uma
2004. questão em debate. 3. ed. São Paulo : Cortez/ Instituto de Estudos
MURHAMMER, M. W. et all. TCP/IP Tutorial e Técnico, Makron Especiais, 2001. p.51 à 111.
Books, 2000. SERRA. R. (ORG) Trabalho e reprodução: enfoques e aborda-
RUMBAUGH, J. UML: Guia do Usuário, Campus, 2000. gens. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro:PETRES- FSS/UERJ,2001.
p. 89 à 106.
SETZER, W , Banco de Dados Orientados a Objetos , Edgard
Blucher, 1999 SERAPIONI, Mauro. O papel da família e das redes primárias na
reestruturação das políticas sociais. IN: Revista Ciência & Saúde
SETZER, W , Banco de Dados, 3. ed., Edgard Blücher, 2000 Coletiva, vol.10, 2005. p.243 à 253.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores,
VASCONCELOS A. M. “Serviço Social e prática reflexiva”. In: Re-
LTC, 1999.
vista Em Pauta No 10. Rio de Janeiro, FSS/UERJ, nov. 1997. p. 131
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores, tradução da 4. ed. à 181.
FURJ

Americana, Campus, 2003.


Realização

VASCONCELOS, Eduardo Mourão (org.) Saúde mental e Serviço


WAZLAWICK, R. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Social – O desafio da subjetividade e interdisciplinaridade. São
Orientados a Objeto, Campus, 2004. Paulo : Ed. Cortez, 2000. p 35 à 68.
(NÍVEL SUPERIOR)

ENFERMEIRO, ENFERMEIRO II E ENFERMEIRO III (Conhecimen-


tos Específicos)
BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Programa Nacional de DST e Aids. Guia de Tratamento Clínico da
13
Fundamentos da Enfermagem: Procedimentos de Enferma- Infecção pelo HIV em Crianças. Brasília: Ministério da Saúde,
gem – fundamentação teórica e prática do processo do cuidar; 2004.
preparo e administração de medicações/soluções; sistematiza-

Manual do Candidato
BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. HIV/
ção da assistência de enfermagem; aspectos éticos e legais da Aids, hepatites e outras DST. Brasília: Ministério da Saúde. 2006.
prática de enfermagem; gerenciamento em enfermagem. Enfer- BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
magem Médico-Cirúrgica: Prevenção e controle de infecção Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças Infecciosas
hospitalar; assistência de enfermagem no pré, trans e pós-opera-
e Parasitárias: guia de bolso. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde,
tório; assistência de enfermagem aos clientes adulto e idoso nos
2004. v I e II.
distúrbios: respiratório, cardiovascular, renal, hematológico, di-
gestivo, endócrino, neurológico, geniturinário, mental e BRASIL. Ministério da Saúde. Programa de Controle da
dermatológico; cuidados de enfermagem nas emergências clíni- Hanseníase. Disponível em: http://portalweb02.saude.gov.br/por-
cas, cirúrgicas e de alta complexidade; e atuação do enfermeiro tal/saude/visualizar_texto.cfm?ibtxt=21643.
no centro cirúrgico e central de material. Enfermagem Mater- BRUNNER, L. S. & SUDDARTH, D. S. Tratado de enfermagem mé-
no-Infantil: Assistência de enfermagem à mulher no ciclo dico-cirúrgica. 8. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1998.
gravídico-puerperal e no climatério; assistência de enfermagem CASTELLI, M; LACERDA, D.P.D.; CARVALHO, M.H.R. Enfermagem
ao recém-nascido normal e em situações de risco; cuidados de
no CTIP. São Paulo: Roca, 1998.
enfermagem à criança e ao adolescente hospitalizados com pro-
blemas clínicos, cirúrgico e de alta complexidade. Enfermagem Conselho Federal de Enfermagem. Código de ética dos profissio-
em Saúde Pública – Epidemiologia. Assistência de enfermagem nais de enfermagem. Disponível em: www.portalcofen.gov.br
na prevenção e controle de doenças infecto-contagiosas e crôni- Conselho Federal de Enfermagem. Documentos Básicos. Dispo-
co degenerativas; políticas e programas de assistência do Minis- nível em: www.portalcofen.gov.br
tério da Saúde: diretrizes, objetivos, bases teóricas e procedi- FIGUEIREDO, N.M.A (Org.) Administração de Medicamentos: revi-
mentos; atuação do enfermeiro na prática de saúde pública na sando uma prática de enfermagem. São Paulo: Difusão Paulista,
prevenção, promoção e recuperação da saúde nos diferentes 2001.
grupos populacionais.
FIGUEIREDO, N.M.A (Org.) Práticas de Enfermagem: fundamen-
Sugestões Bibliográficas tos, conceitos, situações e exercícios. São Paulo: Difusão Paulista
ALMEIDA, E. A. et al. Manual para Realização de Curativos. Rio de Enfermagem, 2002.
de Janeiro: Cultura Médica, s/d. FIGUEIREDO, N.M.A (Org.) Ensinando a cuidar de clientes em
ANDRIS, D. A. et al. Semiologia: bases para a prática assistencial. situações clínicas e cirúrgicas: práticas de enfermagem. São
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Paulo: Difusão Enfermagem, 2003.
BOLICK, D. et al. Segurança e Controle de Infecção. Rio de Janei- FIGUEIREDO, N.M.A; LEITE, J.L; MACHADO, W.C.A. Centro Cirúr-
ro: Reichmann & Affonso Editores, 2000. gico: atuação, intervenção e cuidado de enfermagem. São Caeta-
BRANDÃO, E. S.; SANTOS, I. Enfermagem em Dermatologia: cui- no do Sul: Yendis Editora, 2006.
dados técnico, dialógico e solidário. Rio de Janeiro: Cultura Médi- GIOVANINI. T.; JUNIOR, A.G.O.; PALERMO, T.C.S. Manual de cura-
ca, 2006. tivos. São Paulo: Corpus, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Processamento de artigos e super- KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU,
fícies em estabelecimentos de saúde. Brasília: Ministério da Saú- 1991.
de, 1994.
KURCGANT. P. et al. Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Ja-
BRASIL.Programa de Controle de Infecção Hospitalar. Portaria nº neiro: Guanabara Koogan, 2005.
2616/GM de 12/05/98.
NOGAROTO, S.L; PENNA, T.C.V. Desinfecção e esterilização.
BRASIL.Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Doen- São Paulo: Atheneu, 2006.
ças Infecciosas e Parasitárias: aspectos clínicos de vigilância
POTTER, P. Fundamentos de enfermagem: conceitos, processo,
epidemiológica e medidas de controle. Brasília: Ministério da Saúde,
prática. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1999.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


1999.
BRASIL.Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS. ROCHA, R.M. Enfermagem em Saúde Mental. 2 ed. Rio de Janeiro:
Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Ed. Senac Nacional., 2005.
Brasília: Ministério da Saúde, 1999. ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia & Saúde. 4. ed. Rio de Janei-
BRASIL.Ministério da Saúde. Aconselhamento em DST, HIV e Aids: ro : Medsi, 1994.
diretrizes e procedimentos básicos. 3. ed. Brasília: Ministério da SANTOS, I. et al. Enfermagem Fundamental: realidade, ques-
Saúde, 1999. tões, soluções. São Paulo: Editora Atheneu, 2001 (Série atualiza-
BRASIL.Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco. Brasília: ção em enfermagem; v.1).
Ministério da Saúde, 2000. SANTOS, I. et al. Enfermagem Assistencial no Ambiente Hospi-
BRASIL.Ministério da Saúde. Assistência Pré-Natal. Brasília: Mi- talar: realidade, questões, soluções. São Paulo: Editora Atheneu,
nistério da Saúde, 2000. 2004 (Série atualização em enfermagem; v.2).
do Município de Rio das Ostras

BRASIL.Ministério da Saúde. Manual de normas de vacinação. 3. SOUZA, A.L.T.M.; FIORIO, A.; KAWAMOTO, E.E. O neonato,a cri-
ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. ança e o adolescente. São Paulo: EPU. 2001.
BRASIL.Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde WHALEY & WONG. Enfermagem Pediátrica: elementos essenci-
Epidemiológica. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. ais a intervenção efetiva. Rio de Janei-ro : Guanabara Koogan,
Controle da Tuberculose: uma proposta de integração ensino- 1999.
serviço. Rio de Janeiro: FUNASA/CRPHF/SBPT, 2002.
FARMACÊUTICO (Conhecimentos Específicos)
BRASIL.Ministério da Saúde. Plano de Reorganização da Aten-
ção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus: Hipertensão ar- Conhecimentos específicos - Farmacologia: Farmacociné-
terial e diabetes Mellitus . Brasília: Ministério da Saúde, 2002. tica: Absorção, distribuição e eliminação de fármacos.
Farmacodinâmica: Mecanismos de ação de fármacos. Princípios
BRASIL.Ministério da Saúde. Assistência em Planejamento Fa- básicos da toxicologia: tratamento de intoxicações. Fármacos que
miliar: manual técnico. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde 2002. atuam no sistema nervoso autônomo e sistema nervoso central.
BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Autacóides. fármacos utilizados no sistema urinário, cardiovascu-
FURJ
Realização

Programa Nacional de DST e Aids. Recomendações para Profilaxia lar, gastrointestinal, respiratório, reprodutor e hematopoéitico.
da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Anti-Retroviral em Quimioterapia: antimicrobiana, antineoplásica e antiparasitária. Vi-
Gestantes. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. taminas. Farmacotécnica: Formas farmacêuticas obtidas por di-
(NÍVEL SUPERIOR)

visão mecânica: pós, comprimidos, drágeas e cápsulas. Formas


farmacêuticas obtidas por dispersão mecânica: emulsões, sus-
cias de receita, interpretação e revogação das isenções, anistia.
Garantias do crédito tributário: conceito, privilégios, preferências.
14
pensões e aerossol. Soluções, extratos, tinturas e xaropes. Po- Fiscalização do crédito tributário. 7. Sistema tributário nacional:
madas, cremes e pastas. Outras formas farmacêuticas: supositó- conceito, classificação, princípios gerais; competência tributária;
rios, colírios e injetáveis. Desenvolvimento farmacêutico: sistema limitações ao poder de tributar. 8. Os tributos: conceito, classifica-

Manual do Candidato
de liberação de fármacos, estabilidade, preservação e aditivos ção; impostos federais, estaduais e os municipais; especificidades
utilizados em medicamentos. Boas Práticas de Fabricação e con- e princípios inerentes a cada imposto; taxas: conceito, requisitos
trole de qualidade na produção de medicamentos. Farmácia hos- constitucionais, princípios e espécies; contribuição de melhoria:
pitalar: Controle de infecções hospitalar; uso racional de antibió- fundamentos, conceito e elementos do fato gerador; contribui-
ticos terapêuticos e profiláticos, técnicas de esterilização e desin- ções sociais. 9. Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsa-
fecção. Estrutura organizacional e funções da farmácia hospita- bilidade Fiscal): conceitos; alcance; princípios; planejamento; re-
lar: seleção, aquisição, armazenamento, manipulação, distribui- ceita e despesa pública; transferências voluntárias; destinação
ção e informações sobre medicamentos. Estudo de utilização de da receita pública para o setor privado; dívida e endividamento;
medicamentos. Farmácia Clínica. Nutrição Parenteral, Quimioterapia gestão patrimonial; transparência, controle e fiscalização.
antineoplásica e manipulação de outras misturas intravenosas. Sugestões Bibliográficas
Biossegurança: equipamentos de proteção individual e equipa-
Constituição da República Federativa do Brasil.
mentos de contenção, mapas de risco. . Regulamento Técnico
para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Legis- Código Tributário Nacional.
lação Farmacêutica: Regulamento técnico sobre substâncias e Código Tributário Municipal
medicamentos sujeitos a controle especial. Nutrição Parenteral.
Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
Medicamentos genéricos. Relação Nacional de Medicamentos Es-
senciais. Formas de aquisição de Medicamentos, Central de Abas- Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras
tecimento Farmacêutico, Assistência e Atenção Farmacêutica, MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. Malheiros
Farmacoepidemiologia. Editores.
Sugestões Bibliográficas TORRES, Ricardo Lobo. Curso de Direito Financeiro e Tributário.
ANSEL, C. H. Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação Editora Renovar.
de Fármacos. 6. ed. Editorial Premier. 2000. São Paulo. Direito Constitucional – 1. Da Constituição: conceito, objeto,
BRASIL, Resolução Conselho Nacional de Saúde nº 338 de 06 de elementos e classificação; supremacia da constituição. 2.
Maio de 2004. aplicabilidade e interpretação das normas constitucionais. 3. Prin-
cípios fundamentais constitucionais. 4. Poder constituinte: poder
BRASIL, PORTARIA GM nº 3916 de 30 de Outubro de 1998.
constituinte originário e derivado; limites ao poder de emenda; 5.
BRASIL. ANVISA. RDC nº 45 de 03 de Setembro de 2003. Direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais;
BRASIL. ANVISA. RDC nº 67 de 08 de Outubro de 2007. direitos sociais 6. Das garantias constitucionais. 7. Direito de naci-
BRASIL. PORTARIA SVS/MS nº 272/98, 802/98, 344/98 e 2814/98. onalidade: espécies, formas de aquisição e perda da nacionalida-
de; tratamento diferenciado entre brasileiro nato e naturalizado. 8.
COUTO, R. C. Infecção hospitalar - Epidemiologia. Controle, Ges- Direitos políticos: direito de voto, elegibilidade e direitos políticos
tão para a Qualidade. 2. ed. Editora MEDSI. Rio de Janeiro. 1999. negativos. 9. Organização do Estado e dos poderes: Organização
GOMES, M.J. V. Magalhães. Ciências Farmacêuticas uma Aborda- político-administrativa; União, Estados, Municípios e Distrito Fede-
gem em Farmácia Hospitalar. Editora Atheneu. 1. ed. 2001. ral; repartição de competências. 10. Poder legislativo: Congresso
GOODMAN & GILMAN. As bases Farmacológicas da Terapêuti- Nacional, suas casas legislativas e funções; comissões parla-
ca. 10. ed. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 2005. mentares de inquérito, Tribunais de Contas. 11. Processo
legislativo: conceito, conceitos, classificação; processo legislativo
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica & Clínica. 6. ed. Guanabara ordinário e espécies normativas. 12. Poder executivo: Presidente
Koogan. 1998. Rio de Janeiro. e Vice-Presidente da República; modo de investidura e posse no
LEI FEDERAL nº 9787 de 10 de fevereiro de 1999. cargo de Presidente da República; Ministros de Estado. 13. Poder
MARIN, N. et al. (org) – Assistência Farmacêutica para Gerentes Judiciário: órgãos, composição dos Tribunais; funções e garanti-
as do Poder Judiciário. 14. Ministério Público: posicionamento cons-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Municipais – Organização Panamericana de Saúde, Rio de Janei-
ro, 2003. titucional, princípios, funções e garantias do Ministério Público. 15.
Ordem Econômica e Financeira: princípios gerais da atividade eco-
PRISTA, L. N. Técnica Farmacêutica e Galênica. Vol. I. 5. ed e nômica; das propriedades na ordem econômica; sistema financei-
vols. II e III, 4. ed. Editora Calouste Gulbenkian. 1995. Lisboa. ro nacional. 17. Ordem social: da seguridade social; saúde, previ-
TEIXEIRA P. & VALLE, S. Biossegurança. Uma abordagem dência e assistência social.
multidisciplinar. Editora FIOCRUZ. 1996. Rio de Janeiro. Sugestões Bibliográficas
FISCAL DE TRIBUTOS II (Conhecimentos Específicos) Constituição da República Federativa do Brasil.
Direito Tributário – 1. Normas gerais de direito tributário: concei- Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
tos e espécies de normas tributárias, vigência, aplicação, inter- Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras
pretação, integração. 2. Princípios constitucionais tributários: le- MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional . Editora Atlas.
do Município de Rio das Ostras

galidade, igualdade, capacidade contributiva, irretroatividade, proi-


bição de confisco, anualidade e anterioridade 3. Princípios que PEÑA DE MORAES, Guilherme. Teoria da Constituição. Lumen
regem a função do fisco. 4. Relação jurídica tributária: conceito, Juris.
natureza, relação jurídica tributária material e formal. 5. Obrigação Direito Administrativo – 1. Conceito, fontes e princípios admi-
tributária: fato gerador da obrigação tributária; conceito, subsunção, nistrativos: 2. Organização Administrativa: Poderes e funções (tí-
espécies; elemento objetivo do fato gerador; aspecto material, picas e atípicas), administração direta e indireta; autarquias, fun-
temporal e quantitativo; elemento subjetivo do fato gerador; sujeito dações, empresas públicas, sociedades de economia mista e en-
ativo, passivo, solidariedade, capacidade tributária, domicílio tri- tidades paraestatais; órgãos públicos. 3. Poderes e deveres do
butário, contribuinte e responsável tributário. 6. Crédito tributário: administrador público. 4. Poderes administrativos. 5. Atos adminis-
conceito. Constituição: o lançamento: características, eficácia, efei- trativos: conceito, elementos constitutivos, atributos, classifica-
tos, atributos, princípios e modalidades do lançamento. Suspen- ção, espécies, atos vinculados e atos discricionários, formas de
são: conceito, moratória, depósito, reclamações e recursos admi- extinção. 6. Serviços públicos: conceito, competência, classifica-
nistrativos, liminares em mandado de segurança e em outras de- ção, princípios; execução direta e indireta; 7. Licitação: a lei nº
mandas. Extinção: pagamento e suas modalidades; imputação, 8.666/93 e suas modificações; princípios da licitação; modalida-
FURJ

consignação, pagamento indevido, compensação, transação, re- des; exceções ao dever de licitar; licitação dispensada, dispensá-
Realização

missão; prescrição e decadência. Exclusão: conceito, isenção, vel e inexigível; procedimento; instrumento convocatório, habilita-
natureza, classificação, princípios, direitos fundamentais, renún- ção, classificação e julgamento, homologação e adjudicação;
(NÍVEL SUPERIOR)

extinção; recursos. 8. Contratos administrativos: conceito, classi-


ficação, cláusulas exorbitantes, espécies de contratos, causas
NELSON, R.M.; HAYES, K.W.; CURRIER, D.P. Eletroterapia Clínica.
3 ed. Ed Manole SP, 2003
15
de extinção. 9. Servidores públicos: normas constitucionais; regi- NORDIN, M e FRANKEL, V. H. Biomecânica Báscia do Sistema
me jurídico, cargos públicos; espécies, formas de provimento e Musculoesquelético. Ed. Guanabara Koogan. 3. ed., 2003.
vacância; acesso aos cargos, empregos e funções públicas; es-

Manual do Candidato
POSTIAUX, G. Fisioterapia Respiratória Pediátrica – O Trata-
tabilidade, aposentadoria e pensão; 10. Responsabilidade do ser-
mento Guiado por Ausculta Pulmonar –– 2 ed, Editora Artmed -
vidor público: princípios de natureza ética com estatura constituci-
Porto Alegre, 2004.
onal; moralidade e improbidade administrativa; o regime da Lei
8.429, 02/06/1992; 11. Domínio público: conceito, classificação e SCALAN, C.L.; WILKINS, R.L. STOLLER, J.K. Fundamentos da
uso dos bens públicos; características e espécies. 12. Processo Terapia Respiratória de Egan – 1. ed. brasileira, Editora Manole,
Administrativo: Classificação, objeto, princípios, processo admi- São Paulo, 2000.
nistrativo disciplinar; etapas, sindicância e inquérito administrati-
vo. 13. Responsabilidade patrimonial da Administração Pública. FONOAUDIÓLOGO (Conhecimentos Específicos)
14. Controle da Administração Pública: Tipos e formas de controle; Desenvolvimento Global da Criança – Desenvolvimento intra-
controle administrativo, legislativo e judiciário. uterino. Desenvolvimento psicomotor, cognitivo e da linguagem.
Conceitos funcionais de psicomotricidade. Fatores que interferem
Sugestões Bibliográficas
no desenvolvimento infantil. Motricidade Oral – Anatomia, fisio-
Constituição da República Federativa do Brasil. logia e desenvolvimento do sistema estomatognático: respiração,
Constituição do Estado do Rio de Janeiro. mastigação, deglutição. Fala. Anatomofisiologia , aquisição e de-
Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras senvolvimento. Linguagem – . Aquisição e desenvolvimento. Voz
– Anatomia e fisiologia da laringe; patologias laríngeas Altera-
Decreto - lei 200/67 e suas alterações. ções fonoaudiológicas da fala, da linguagem e da voz:
CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Adminis- conceituação, classificação e etiologia; avaliação e tratamento.
trativo. Lumen Juris. Abordagem Lingüística: fonética e fonologia da língua portu-
OLIVEIRA, Cláudio Brandão de. Manual de Direito Administrativo. guesa aplicadas à fonoaudiologia. Audiologia – Anatomia e fisio-
Editora Impetus. logia da audição; noções de psicoacústica; audiologia clínica: ava-
liação, diagnóstico e tratamento. Atuação da Fonoaudiologia –
Direito Civil – 1. Da lei: conceito e características; da elaboração; . Normas do Código de Ética do Fonoaudiólogo. Saúde Pública:
vigência; cessação da eficácia; classificação; aplicação da lei no prevenção e intervenção. Fonoaudiologia hospitalar. Fonoaudiologia
tempo e no espaço; interpretação das leis. 2. Das Pessoas: noção com bebês. Fonoaudiologia na terceira idade. A fonoaudiologia na
de pessoa; pessoas físicas: começo e fim da pessoa; capacidade relação interdisciplinar. Interpretação de laudos.
jurídica e capacidade de fato, absoluta e relativamente incapazes;
emancipação, da individualização das pessoas; direitos da perso- Sugestões Bibliográficas
nalidade; ausência; pessoas jurídicas: conceito; elementos; clas- CÓDIGO DE ÉTICA DE FONOAUDIOLOGIA. Conselho Regional de
sificação; domicílio; das pessoas jurídicas de direito privado: iní- Fonoaudiologia, 1ª Região.
cio; sociedades e associações; das Fundações. 3. Bens: classi- BOONE E McFARLANE. A Voz e a Terapia Vocal. Artes Médicas:
ficação; espécies. 4. Fato jurídico: conceito e classificação; negó- Porto Alegre, 1994.
cio jurídico: manifestação de vontade; classificação; da
FONSECA, Vitor da. Psicomotricidade: Filogênese, Ontogênese
inexistência, nulidade e anulabilidade dos negócios jurídicos; de-
e Retrogênese. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
feitos dos negócios jurídicos; modalidades. 5. prescrição e deca-
dência. FONSECA, Vitor da. Da Filogênese à Ontogênese da Motricidade.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
Sugestões Bibliográficas
GESELL, Arnold. Diagnóstico do Desenvolvimento. Rio de Janei-
Constituição da República Federativa do Brasil. ro: Livraria Atheneu Editora, 1990.
Código Civil (Lei 10.406/02) GOLDFELD, Márcia. Fundamentos em Fonoaudiologia – Lingua-
GIORDANI, José Acyr Lessa. Curso Básico de Direito Civil, Parte gem. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1998.
Geral. Editora Lumen juris. ISLLER, Solange. Articulação e Linguagem. São Paulo : Lovise,

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


1996.
FISIOTERAPEUTA (Conhecimentos Específicos)
JAKUBOVICS, Regina. Avaliação em Voz, Fala e Linguagem. Rio
Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório. Métodos de avalia-
de Janeiro: Revinter, 2004.
ção da Função Respiratória (ausculta pulmonar; prova de função
pulmonar; mecânica respiratória; radiologia de tórax; função mus- JAKUBOVICS, Regina. Avaliação, Diagnóstico e Tratamento em
cular respiratória). Bases Fisiológicas das Técnicas Desobstrutivas Fonoaudiologia: Disfonia, Disartria e Dislalia. Rio de Janeiro:
e Ventilatórias. Principais Indicações, Contra-indicações e Efeitos Revinter, 2ª edição, 2002.
das Técnicas Desobstrutivas e Ventilatórias. Suporte Ventilatório LAGROTTA, Márcia e outros. A Fonoaudiologia nas Instituições.
Artificial (ventilação não-invasiva e ventilação mecânica invasiva). São Paulo : Lovise, 1997.
Fundamentos do exercício terapêutico voltado para a função. LE BOULCH, Jean. O Desenvolvimento Psicomotor. Porto Alegre:
Anatomia e fisiologia do sistema neurolocomotor. Fisiologia do exer- Artmed , 2001.
cício. Bases científicas do treinamento de força. Controle Motor e
LEVY, Janine. O Despertar do Bebê. São Paulo:Martins Fontes,
do Município de Rio das Ostras

Fisioterapia. Plasticidade neural e implicações para a Fisioterapia.


1996.
Fisioterapia neurofuncional. Fisioterapia dos transtornos múscu-
lo-esqueléticos de origem traumática e ortopédica. Princípios e MARCHESAN, I. Q. Fundamentos em Fonoaudiologia –
aplicações clínicas da eletroterapia. Motricidade Oral. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1998.
Sugestões Bibliográficas PEÑA-CASANOVA, J. e colaboradores. Manual de Fonoaudiologia.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2ª edição, 1992.
CARR, J.; SHEPHERD, R. Ciência do movimento - fundamentos
para a fisioterapia na reabilitação 2. ed. Ed Manole SP 2000. RUSSO, Ieda. A Intervenção Fonoaudiológica na Terceira Idade.
Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
ECKMAN, L.L. Neurociência – Fundamentos para a reabilitação.
Ed Guanabara Koogan 2000. ZORZI, Jaime. A Intervenção Fonoaudiógica nas Alterações da
Linguagem Infantil. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
EDWARDS, S. Fisioterapia Neurológica – uma abordagem
centrada na resolução de problemas. Ed Artmed 1999. NUTRICIONISTA, NUTRICIONISTA II E NUTRICIONISTA III (Co-
FLECK, S.J.; KRAEMER, W.J. Fundamentos do treino de força nhecimentos Específicos)
FURJ

muscular. 2 ed. Ed. Artmed 1997


Realização

1 - Nutrição Básica: Carboidratos, Proteínas, Lipídio, Vitaminas e


HALL, C.M.; BRODY, L.T. Exercício terapêutico na busca da fun- Minerais – Digestão, Absorção, Transporte, Metabolismo, Excreção,
ção. Ed Guanabara Koogan 2001 Classificação, Função e Recomendações. 2 - Dietoterapia nas
(NÍVEL SUPERIOR)

diversas patologias: cardiovasculares, renais, sistema digestório,


trauma, sepse, queimadura, diabetes mellitus, obesidade, desnu-
Spaulding de objetos e áreas segundo os níveis de desinfecção e
esterilização, infecção cruzada, descarte do lixo; PGRSS; cirur-
16
trição energética protéica. 3 - Nutrição em obstetrícia e pediatria. gia: princípios da cirurgia; princípios da exodontia; infecções; tra-
4 - Aleitamento materno e Alimentação complementar. 5 - Técnica tamento das lesões patológicas orais; traumatologia oral e
Dietética: conceito, classificação e características; pré – preparo maxilofacial; deformidades dentofaciais; desordens temporoman-

Manual do Candidato
e preparo dos alimentos. 6 - Administração em Serviços de Ali- dibulares e dor facial; tratamento do paciente hospitalizado;
mentação: Planejamento, Organização, Coordenação e Controle dentística: uso do flúor; carie dental; nomenclatura das cavida-
de Unidades de Alimentação e Nutrição. 7 - Contaminação de Ali- des, instrumentos, preparo e isolamento do campo operatório,
mentos: Veículos de Contaminação; Microorganismos Contaminan- materiais restauradores, proteção do complexo dentina / polpa,
restaurações diretas, restaurações indiretas, oclusão;
tes de Alimentos e Produtores de Toxiinfecções. 8 - Alteração de
endodontia: procedimentos para o diagnóstico; emergência em
Alimentos: Causas de Alterações de Alimentos por Agentes Físi- dor orofacial de natureza odontogênica: diagnóstico e tratamento
cos, Químicos e por Microorganismos. 9 - Legislação Pertinentes endodôntico; endodontia e dor facial de natureza não-
a Alimentos e Serviços de Nutrição – Boas Práticas e Avaliação da odontogênica; seleção de casos e plano de tratamento; morfologia
Qualidade. 10 - Terapia Nutricional Enteral e Parenteral. 11 - dentária e cavidades de acesso; desenvolvimento, estrutura e
Epidemiologia Nutricional- determinantes da desnutrição, obesida- função da polpa; patologia periapical; microbiologia e imunologia;
de, anemia e hipovitaminose A. 12 - Política Nacional de Alimenta- instrumentos, materiais e aparelho; resposta da polpa à cárie e
ção e Nutrição (PNAN). 13 - Sistema Nacional de Segurança Ali- aos procedimentos odontológicos; traumatismo dentário; farma-
mentar e Nutricional. 14 - Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional cologia em endodontia; cirurgia em endodontia; controle da dor e
(SISVAN) – conceito, avaliação e diagnóstico nutricional nos ci- da ansiedade; clareamento de dentes vitais e não vitais; restaura-
clos de vida, distúrbios nutricionais. 15 - Programa Bolsa Família. ção do dente tratado endodonticamente; farmacologia: princípi-
16 - Promoção da Alimentação Saudável. os e macanismos da antibioticoterapia e prescrição de antibióti-
cos, interações medicamentosas, controle da dor e da inflama-
Sugestões Bibliográficas
ção, utilização de medicamentos em pacientes medicamente com-
ENGSTROM, E. M. (org). SISVAN: instrumento para combate aos prometidos e em Odontopediatria; imunologia: sistema imune;
distúrbios nutricionais em serviços de saúde: o diagnóstico inflamação; resposta imunológica aos micróbios; reações de
nutricional. 3. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. hipersensibilidade; auto-imunidade; imunodeficiências; histologia:
EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. 2. ed. São Paulo: desenvolvimento, estrutura e função dos dentes e tecidos asso-
Atheneu, 2000 ciados; odontopediatria: cronologia da erupção, métodos pre-
ventivos e restauradores; periodontia: anatomia do periodonto;
ORNELLAS, L.H. Técnica Dietética: Seleção e Preparo de Alimen- anatomia; etiologia e patogênese das doenças periodontais;
tos. 7. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. microbiologia; efeitos das condições sistêmicas sobre o periodonto;
TEXEIRA, S.M.F.G., et al. Administração Aplicada às Unidades de tratamento das infecções periodontais; interelação entre periodontia
Alimentação e Nutrição. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2000. e outras especialidades; patologia: lesões pulpoperiapicais, alte-
rações de desenvolvimento dos dentes, manifestações bucais de
RDC nº 216 Anvisa – 15 de setembro de 2004 – Boas Práticas no doenças sistêmicas, cistos e tumores odontogênicos, lesões de
Serviço de Alimentação. Disponível: www.anvisa.gov.br (clicar tecidos moles, patologia óssea; saúde coletiva: caracterização
no link Área de Atuação, clicar Alimentos, clicar Boas Práticas). e hierarquização de problemas, epidemiologia aplicada à odonto-
CUPPARI, L; Guias de medicina Ambulatorial e Hospitalar Unifesp – logia, índices e indicadores, promoção de saúde e prevenção das
Nutrição Clínica no Adulto. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. doenças bucais, políticas públicas em saúde bucal, diretrizes e
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Obe- normas para organização da atenção básica para o PSF e o PACS,
sidade. Brasília, 2006. Disponível: www.saude.gov.br/nutricao ( CAPS – atenção a pessoas portadoras de transtornos mentais,
Norma Operacional de Assistência a Saúde. PGRSS
clicar no link publicações).
Sugestões Bibliográficas
BRASIL. Ministério da Saúde. Dez passos para uma alimentação
saudável: Guia Alimentar para crianças menores de 2 anos. Brasília, ABO. Odontologia Integrada. Rio de Janeiro: Medsi, 2003
2002. Disponível: www.saude.gov.br/nutricao (clicar no link publi- ANDRADE, Eduardo Dias de. Terapêutica medicamentosa em
cações). odontologia: procedimentos clínicos e uso de medicamentos nas
BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância alimentar e nutricional – principais situações da prática Odontológica. 1. ed. São Paulo:
Artes Médicas, 1999.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


SISVAN: orientações básicas para a coleta, processamento, aná-
lise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília, 2004. BARATIERI, Luiz N./ et al. Odontologia Restauradora- Fundamen-
Disponível: www.saude.gov.br/nutricao (clicar no link publicações). tos e Possibilidades . São Paulo: Ed Santos, 2003.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população BARCELLOS, Pablo ( Org). Serviços Odontológicos: Prevenção e
brasileira: promovendo alimentação saudável. Brasília, 2006. Dis- Controle de Riscos. Brasília: Ministério da Saúde. ANVISA.Vários
ponível: www.saude.gov.br/nutricao (clicar no link publicações). colaboradores. ISBN 84 334-1050-6. 2006
ACCIOLY, E.; Saunders, C. & Lacerda, E. Nutrição em Obstetrícia e BRASIL. Portaria GM/MS nº 648, de 28 de março de 2006.
Pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2004. Aprova Normas e Diretrizes do PACS e do PSF. Publicado em D.O
MAHAN, L.K.; Stump, S. E. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. de 28/03/06. Brasília, DF. 2006
10 ed. São Paulo: Rocca, 2002. BRASIL. RDC 306 de 07/12/2004. Regulamento técnico para o
gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Publicada em
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Diário Oficial da União (DOU) de 07/12/2004. Brasília, DF.
do Município de Rio das Ostras

Nutrição (PNAN). 2. ed. revista. Brasília, 2003. Disponível:


www.saude.gov.br/nutricao (clicar no link publicações). BRASIL .Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Câncer
de boca. Manual de Detecção de Lesões suspeitas. 2 ed. Rio de
BRASIL. Ministério da Saúde. Lei nº 11.346 de 15 de setembro de Janeiro:INCA/Pro Onco, 1996.
2006 – Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
CATE, Richard Ten. Histologia bucal desenvolvimento estrutura
Disponível: www.saude.gov.br/nutricao (clicar no link: legisla-
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COHEN, Stephen; BURNS, Richard C.. Caminhos da polpa. Tradu-
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Orientações sobre o Bolsa ção Edson Jorge Lima Moreira. 7. ed . Rio de Janeiro: Guanabara
Família na Saúde. Disponível: www.saude.gov.br/nutricao (clicar Koogan, 2000.
no link publicações).
FONSECA, Antonio Salazar e cols. Odontologia Integrada – Atua-
ODONTÓLOGO E ODONTÓLOGO II (Conhecimentos Específicos) lização Multidisciplinar para o clínico e o Especialista. 3 v. Rio
de Janeiro:Medsi, 2003.
Anatomia: pares cranianos, vascularização e músculos da face,
embriologia; anestesia: drogas; equipamento; técnicas de FRAGA, Ricardo C; LUCA-FRAGA, Lucíola R. Dentística: bases
FURJ

biológicas e aspectos clínicos. 2. ed . Rio de Janeiro:MEDSI, 2001.


Realização

anestesia regional em Odontologia; Complicações; biosseguran-


ça: conceitos usados em biossegurança, equipamentos de prote- GENCO, Robert J.; COHEN, D. Walter; GOLDMAN, Henry M..
ção individual (EPI), métodos de esterilização, classificação de Periodontia Contemporânea. 3 ed. São Paulo: Ed. Santos, 1999.
(NÍVEL SUPERIOR)

GORCZYNSKY, Reginald; STANLEY, Jaqueline. Imunologia Clíni-


ca. Rio de Janeiro: Reichman & Affonso Ed., 2001.
NEVILLE, Brad W. e cols. Patologia Oral e Maxilofacial . 2 ed. Rio
de Janeiro: ed. Guanabara, 2004
17
GUIMARÃES, Jayro Jr. Biossegurança e controle de infecção cru- PETERSON, Larry J. et al. Cirurgia oral e maxilofacial contempo-
zada em consultórios. 1. ed. São Paulo:Ed Santos, 2001. rânea. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

Manual do Candidato
ISSAO, Myaki; PINTO, Antonio C. G. Manual de Odontopediatria. 9 REGEZI, J.; SCIUBBA, J. Oral Pathology. Clinical-pathologic
ed. Ed Pancast, 1994. correlations. Philadelphia: WB SAUNDERS, 2. ed., 1993.
LINDHE, Jan. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. TORTAMANO, Nicolau; ARMONIA, Paschoal L. Guia Terapêutico
4. ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Odontológico. 14 ed. São Paulo: Ed Santos, 2001. Rio de Janeiro:
LOPES, Helio P.; JUNIOR, José F. S. Endodontia. Biologia e Técni- Guanabara Koogan, 2001
ca. 1 ed. Rio de Janeiro: ED Medsi, 1999
ODONTÓLOGO - ODONTOPEDIATRIA (Conhecimentos Espe-
MALAMED, Stanley F; QUINN, Christine L. Manual de anestesia cíficos)
local. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Estudo das dentições, odontogênese, erupção dentária, risólise,
.MCDONALD, Ralph E.; AVERY, David R. Odontopediatria. 7. ed. morfologia dos dentes decíduos, desenvolvimento e característi-
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001 cas da dentição decídua e mista, psicologia, diagnóstico e patolo-
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Condutas . Controle de infec- gia bucal, exame diagnóstico e plano de tratamento, radiologia,
ções e a prática odontológica em tempos de AIDS. Brasília-DF, cárie dentária, doenças periodontais na infância e adolocência,
2000. afecções estomatológicas, farmacologia em odontopediatria, pre-
NEIDLE, Enid Anne; YAGIELA, John A. Farmacologia e terapêutica venção, utilização do flúor, hábitos alimentares, anestesia local,
para dentista. Tradução Cláudia Lucia Caetano Araujo. 3. ed. Rio cirurgia em odontopediatria, tratamento endodôntico em dentes
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. decíduos e permanentes jovens, dentística operatória e restaura-
dora, materiais dentários, lesões traumáticas em dentes decíduos
NEVILLE, Brad W. et al. Oral & Maxillofacial pathology. 1. ed e permanentes jovens
Philadelphia: W. B. Saunders, 1995.
Sugestões Bibliográficas
PASLER, Friedrich A , VISSER, H. Radiologia Odontológica, 2 ed.
Ed Artmed, 2006 ABOPREV, Promoção de saúde bucal. Léo Kringer (org.) 2 ed.
São Paulo: Artes Médicas, 1999.
PEREIRA A C. et al. Odontologia em saúde coletiva: planejando
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odontologia: procedimentos clínicos e uso de medicamentos nas
PETERSON, Larry J. et al. Cirurgia oral e maxilofacial contempo- principais situações da prática Odontológica. 1. ed. São Paulo:
rânea. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Artes Médicas, 1999.
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ed. Artes Médicas, 1998.
ção Edson Jorge Lima Moreira. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
PINTO, Victor G. Saúde Bucal Coletiva. 4. ed. São Paulo: Santos, Koogan, 1997.
2000. ISSAO, Myaki; PINTO, Antonio C. G. Manual de Odontopediatria. 9
REGEZI, J.; SCIUBBA, J. Oral Pathology. Clinical-pathologic ed. Ed Pancast, 1994.
correlations. Philadelphia: WB SAUNDERS, 2. ed., 1993.
LINDHE, Jan. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral.
SICHER, Harry. Anatomia oral. 8. ed São Paulo: Artes Médicas, 4. ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
1991.
MALAMED, Stanley F; QUINN, Christine L. Manual de anestesia
TORTAMANO, Nicolau; ARMONIA, Paschoal L. Guia Terapêutico local. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Odontológico. 14 ed. São Paulo: Ed Santos, 2001.
MCDONALD, Ralph E.; AVERY, David R. Odontopediatria. 7. ed.
ODONTÓLOGO – BUCO-MAXILO (Conhecimentos Específicos) Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Avaliação do estado de saúde pré-operatório, prevenção e trata- NEVILLE, Brad W. et al. Oral & Maxillofacial pathology. 1. ed.
mento das Emergências Médicas, princípios de cirurgia, repara- Philadelphia: W. B. Saunders, 1995.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


ção das feridas, controle de infecção, equipamentos e instrumen- NEVILLE, Brad W e Cols. Patologia Oral e Maxilofacial . 2. ed. Rio
tos usados em cirurgia oral básica, princípios de exodontia, princí- de Janeiro: Guanabara, 2004
pios do tratamento de dentes impactados, controle pós operatório PEREIRA A C. et al. Odontologia em saúde coletiva: planejando
da paciente, prevenção e tratamento das complicações cirúrgi- ações e promovendo saúde. 1 ed. Porto Alegre: Artmes, 2003.
cas, cirurgia pré protética, implantes em odontologia, princípios de
prevenção e tratamento das infecções odontogênicas, princípios PINTO Antônio Carlos G. Odontopediatria. 7 ed. São Paulo. Editora
de cirurgia endodôntica, abordagem do paciente submetido à radi- Santos, 2001.
oterapia ou quimioterapia, doenças odontogênicas do seio maxi- PINTO Antônio Carlos G. Odontopediatria clínica. APCD vol 11. 1
lar, desordens das glândulas salivares, biópsia, tratamento cirúr- ed. Artes Médicas, 1998.
gico das lesões patológicas orais, traumatismo dentoalveolar e de PINTO, Victor G. Saúde Bucal Coletiva. 4. ed. São Paulo: Santos,
tecidos moles, tratamento das fraturas faciais, correção das de- 2000
formidades dentofaciais, cirurgia estética facial, tratamento de
do Município de Rio das Ostras

pacientes com fissuras orofaciais, reconstrução cirúrgica dos SICHER, Harry. Anatomia oral. 8. ed. São Paulo: Artes Médicas,
defeitos dos maxilares, neuropatologia facial, controle das desor- 1991.
dens temporomandibulares, avaliação do estado de saúde pré TEN CATE, A. R. Histologia Bucal. Desenvolvimento, Estruturas e
operatório, diagnósticos diferenciais de doenças bucais. Função. Ed. Guanabara Koogan, 5. ed, 2001.
Sugestões Bibliográficas TORTAMANO, Nicolau; ARMONIA, Paschoal L. Guia Terapêutico
CHIAPASCO, Matteo. Cirurgia Oral . São Paulo: Ed Santos, 2006 Odontológico. 14 ed. São Paulo: Ed Santos, 2001
HOWE, Geoffrey. Cirurgia Oral Menor. 3 ed. São Paulo: Ed San-
ODONTÓLOGO - ORTODONTIA (Conhecimentos Específicos)
tos, 1995
Fundamentos biológicos básicos em ortodontia, crescimento e
MALAMED, Stanley F; QUINN, Christine L. Manual de anestesia
local. 3. ed. Rio. desenvolvimento dento-crânio-facial, fisiologia do sistema
estomtognático, desenvolvimento da dentição, posicionamento e
NEIDLE, Enid Anne; YAGIELA, John A. Farmacologia e terapêutica oclusão dental, oclusão normal na dentição temporária, mista e
para dentista. Tradução Cláudia Lucia Caetano Araujo. 3. ed. Rio permanente, seis chaves de oclusão de Andrews, cefalometria,
FURJ

de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.


Realização

radiografia de mão e punho, análise facial, confecção e análise de


NEVILLE, Brad W. et al. Oral & Maxillofacial pathology. 1. ed modelos, classificação das maloclusões, etiologia das maloclusões,
Philadelphia: W. B. Saunders, 1995. maloclusões na dentição temporária, mista e permanente, diag-
(NÍVEL SUPERIOR)

nóstico, planejamento e técnicas ortodônticas, prevenção,


interceptação e tratamento ortodôntico, hábitos em ortodontia, ava-
MARTIGNONI, M. e SCHÖNENBERGR, A. Precisão em Prótese
Fixa – Aspectos Clínicos e Laboratoriais. Ed. Santos., 1. ed., São
18
liação fonoaudiológica, fisiologia do movimento ortodôntico, bases Paulo, 1998.
biológicas da terapia ortodôntica, biomecânica ortodôntica, NOVAES, A. B. e NOVAES JR. A. B. Cirurgia Periodontal com
aparatologia ortodôntica fixa e removível, aparatologia ortodôntica

Manual do Candidato
Finalidade Protética. Ed. Artes Médicas, 1. ed., 1999.
auxiliar ao aparelho fixo, tratamento ortodôntico das maloclusões
OKESON, J. P. Tratamento das Desordens Temporamanddibulares
de classe I, II e III, tratamento ortodôntico com extração, tratamento
ortodôntico sem extrações, extrações seriadas, verticalização de e Oclusão. Ed. Artes Médicas, 4. ed., 2000.
molares, expansão rápida da maxila, tratamento ortocirúrgico, ma- PEGORARO, L. F. et al. Prótese Fixa. Série EAP/APCD. Ed. Artes
teriais dentários em ortodontia, ancoragem, reabsorções dentárias Médicas, 1. ed., 1998.
Sugestões Bibliográficas ROSA, D. M.: ZARDO, C. M e NETO, J. S. Odontologia Estética e a
CONSOLARO, A. Reabsorções dentárias, 2. ed. Dental press, Prótese Fixa Dentogengival. Ed. Artes Médicas, 1. ed., 2003.
2005. ROSENSTIEL, S. F.; LAND, M. F. e FUJIMOTO, J. Prótese Fixa
Contemporânea. Ed. Santos, 3. ed., 2002.
EDGAR, J. O. Biomecanica básica para ortodontistas . 2. ed.
Guanabara Koogan, 1996. TELLES, D.; HOLLWEG, H. e CASTELLUCCI, L. Prótese Total –
ENLOW, D.H. Manual sobre crescimento facial. InterMédica 1982. Convencional e sobre Implantes. Ed. Santos, 1. ed.l 2003.
TODESCAN, R.; SILVA, E. E. B. e SILVA, O. J. Atlas de Prótese
GRABER, T.M. Ortodontia Princípios e tecnicas atuais, 1. ed.
Santos, 1999. Parcial Removível. Editora Santos, 1. ed., reimpressão, 1998.

GREGORET, J. Tratamento ortodôntico com arco reto. 1. ed. Tota, TERAPEUTA OCUPACIONAL (Conhecimentos Específicos)
2005.
1) História e fundamentos da Terapia Ocupacional; 1.1) Tratamen-
GREGORET, J Ortodontia e Cirurgia Ortognática. 1. ed. Panam., to Moral de Pinel, Movimento de Artes e Ofícios e Movimento Inter-
1999. nacional de Reabilitação; 1.2) A Terapia Ocupacional no Brasil e a
INTERLANDI, Ortodontia, bases para inicialização, 1. ed. Artes Terapia Ocupacional na saúde Pública/SUS; 1.3) Modelos de atu-
Mádicas, 2001. ação em Terapia Ocupacional, desempenho ocupacional, análise
MAC DONALD, R.E. Odontopediatria. 2. ed. Guanabara Koogan, de atividades e as ABVD e AIVD. 2) Adaptações domiciliares,
1977. órteses, próteses e outras tecnologias assistivas. 3) Grupos e
oficinas terapêuticas: tipos, funções terapêuticas e avaliação. 4)
MOYERS, Robert S. Ortodontia. 4. ed. Guanabara Koogan, 1991. Avaliação em Terapia Ocupacional e Terapia Ocupacional e cotidi-
MUCHA, J.N. Grampos e placas ortodônticas: introdução à técni- ano 5) Atuação e clínica da Terapia Ocupacional; 5.1) Terapia
ca básica de laboratório. Guanabara Koogan, 1997. Ocupacional na saúde mental e comunitária; 5.2) Terapia
OKERSON, J. P. Fundamentos de oclusão e desordens temporo- Ocupacional nas disfunções osteomusculares; 5.3) Terapia
mandibulares. 2. ed. Artes Médicas 1992. Ocupacional nas alterações sensoriais, perceptivas e cognitivas
5.4) Terapia Ocupacional nas alterações neurológicas 5.5) Tera-
PROFFIT, W.R. Ortodontia contemporânea. 2. ed. Guanabara pia Ocupacional nas alterações cardiorespiratórias; 5.6) Terapia
Koogan, 1995. Ocupacional nas alterações dermatológicas; 5.7) Terapia
VELLINI, F. F Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico. 5 Ocupacional hospitalar; 5.8) Terapia Ocupacional na saúde do
ed. Artes Médicas, 2002. trabalhador; 5.9) Terapia Ocupacional socioeducativa.
VILELLA, O.V. Manual de cefalometria. Guanabara Koogan, 1998. Sugestões Bibliográficas
ALMEIDA, Marcus Vinicius Machado de. Corpo e Arte em Terapia
ODONTÓLOGO - PROTESISTA (Conhecimentos Específicos) Ocupacional. Rio de Janeiro: ENELIVROS, 2004. (Capítulos III [pá-
Articuladores. Retentores para Prótese Parcial Fixa. Diagnóstico e ginas 19- 34], IV [páginas35-45] e VII [páginas 95-108]).
Planejamento em Prótese Parcial Fixa. Tratamentos para Dentes DE CARLO, Marysia M. R. Prado e BARTALOTTI, Celina Camargo.
Tratados Endodonticamente. Interrelação Prótese Fixa-Periodontia. Terapia Ocupacional no Brasil: fundamentos e perspectivas. São
Fundamentos de Estética em Prótese Fixa. Prótese Fixa Adesiva. Paulo: Plexus, 2001.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Restaurações Provisórias. Materiais e Técnicas de Moldagem em GALLETTI, Maria Cecília. Oficina em saúde mental: instrumento
Prótese Fixa. Restaurações Métalo-cerâmica e Livres de metal
terapêutico ou intercessor clínico? Goiânia: UCG, 2004.
(Metalfree). Cimentos e Cimentação. Clasificações para os arcos
parcialmente edentados. Classificações para as Próteses Parciais LANCMAN, Selma (org.) Saúde, trabalho e Terapia Ocupacional.
Removíveis. Sistemas de Prótese Parcial Removível. Delineador. São Paulo: Rocca, 2004. (Capítulos 1 [páginas 1-17] e 3 [páginas
Análise dos modelos de estudo. Apoios Oclusais e Nichos. 71-83]).
Retentores Extracornários. Materiais e Técnicas de Moldagem em MEDEIROS, Maria Heloisa Rocha. Terapia Ocupacional: um
Prótese Parcial Removível. Planejamento das Reabilitações protéticas enfoque epistemológico e social. São Carlos: EdUFSCAR, 2003.
nos pacientes edentados. Área Chapeável. Materiais e Técnicas de NEISTADT, Maureen E. e CREPEAU, Elizabeth Blessedell. Terapia
Moldagens em Prótese Total Removível. Materiais Resilentes para Ocupacional (Willard & Spackman). (Capítulos 1 [páginas3-9], 2
bases de Pr´tese Total Removível. Relações Maxilo-mandibulares [páginas10-17], 12 [120-133], 19 [páginas 294-363] e 23 [páginas
em Prótese Total Removíel. Estética em Prótese Total Removível. 488-497]).
do Município de Rio das Ostras

Dentes Artificiais. Fundamentos de Oclusão em Prótese Dentária.


PÁDUA, Elisabeth M. Marchesisi de e MAGALHÃES, Lílian Vieira
Classificação de Angle para os Arcos Dentários. Critérios para uma
(orgs). Terapia Ocupacional: teoria e prática. Campinas: Papirus,
Oclusão Funcional Ótima. Manutenção Preventiva em Prótese.
2003. (Capítulos 2 [páginas29-46] e 6 [páginas 95-109]).
Sugestões Bibliográficas
PEDRETTI, Lorraine Williams e EARLY, Marybeth. Terapia
ANUSAVICE, K. J. Materiais Dentários – Phillips. Ed. Guanabra Ocupacional: capacidades praticas para as disfunções físicas.
Koogan, 10. ed. 1998. Rocca, São Paulo: 2005.
ASSAF, A. V.; SANTIAGOL COSTA, L. C. e LUCAS-FRAGA, L.
Dentística. Bases Biológicas e Aspectos Clínicos. 2. ed. Editora MÉDICO – ACUPUNTURISTA (Conhecimentos Específicos)
Medisi, 1001, cap. 7. Teorias Básicas da Medicina Tradicional Chinesa – A Teo-
BONACHELA, W. e TELLES, D. Planejamento em Reabilitação ria da Polaridade Universal (Yin-Yang): Características dos
Oral com Prótese Parcial Removível. Ed. Santos, 1. ed. 1998. princípios polares. Relações entre os princípios polares. Aplica-
ções da Teoria Yin-Yang na Acupuntura. Teoria dos Cincos
CHICHE, G. J. E PINAULT, A. Estética em Próteses Fixas Anterio- Elementos ou Cinco Movimentos: Os cinco movimentos, ele-
FURJ

res. Ed. Quintessence, 1. ed., 1996.


Realização

mentos e os ciclos da natureza. Características e elementos de


FRANCISCONE, C. E. e VASCONCELOS, L. W. Restaurações Es- cada um dos cinco movimentos. Ciclos e relações entre os movi-
téticas Sem Metal. Ed. Santos, 2. ed., 2002. mentos. Aplicações da teoria dos cinco movimentos na Acupuntura.
(NÍVEL SUPERIOR)

Fisiologia – As Substâncias Fundamentais: Origem e distri-


buição do Qi, Sangue (Xue), Líquidos Orgânicos (Jin-Ye), Jing
fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das patologias urinárias e
genitais masculinas. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e
19
(Essência) e Shen (Mente). Funções do Qi, Sangue (Xue), Líqui- tratamento das patologias cardiovasculares. Etiopatogenia,
dos Orgânicos (Jin-Ye), Jing (Essência) e Shen (Mente). Funções fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das patologias dermatológi-
e características dos diferentes tipos de Qi. Os Zang-Fu: Fun- cas. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das

Manual do Candidato
ções dos órgãos Zang, das vísceras Fu e das vísceras extraordi- patologias mentais. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e tra-
nárias. Relações entre órgãos Zang, vísceras Fu e vísceras ex- tamento das patologias neurológicas. Etiopatoge-nia, fisiopatologia,
traordinárias. As manifestações psíquicas e outras relações dos diagnóstico e tratamento das patologias ginecológicas e obstétri-
Zang-Fu. Os Canais e Colaterais: Classificação e funções ge- cas. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das
rais dos Jing Luo (canais e colaterais). Classificação e funções patologias otorrinolaringológicas e oftamológicas. Etiopatogenia,
gerais dos doze canais principais (Jing Mai). Os Pontos de fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das patologias reumáticas
Acupuntura: Características, classificação e funções gerais dos e ortopédicas. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e trata-
pontos de Acupuntura. Características, localização geral e fun- mento das patologias endócrinas. Etiopatogenia, fisiopatologia,
ções de cada um dos diferentes tipos de pontos de Acupuntura. diagnóstico e tratamento das patologias infecciosas e consumpti-
Métodos de localização dos pontos de Acupuntura. Anatomia e vas. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das
Funções dos Canais e Colaterias (Jing Luo) – Os Canais patologias gênito-urinárias. Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnós-
Principais (Jing-Mai): Trajeto superficial e profundo de cada tico e tratamento das patologias pediátricas. Etiopato-genia,
canal. Função e relações com Zang-Fu e regiões do corpo de fisiopatologia, diagnóstico e tratamento das emergências clínicas.
cada canal. Relações com outros canais e conexões de cada Noções dos Mecanismos de Ação da Acupuntura – A Par-
canal. Localização e funções dos pontos de Acupuntura de cada ticipação dos Sistemas Nervoso, Imune e Endócrino. O
canal. Utilização clínica de cada canal. Os Canais Tendíneo Ponto de Acupuntura e sua Estrutura. O Efeito da
Musculares (Jin-Jing): Trajeto de cada canal. Relações com Acupuntura como Estímulo.
regiões do corpo de cada canal e zonas de influência. Relações Sugestões Bibliográficas
com outros canais. Utilização clínica de cada canal. Os Canais
Distintos (Jin-Bie): Trajeto e função de cada canal. Relações ACUPUNTURA: um texto compreensivo. São Paulo : Editora Roca,
com regiões do corpo de cada canal. Relações com outros ca- Shanghai College of Traditional Medicine, 1996.
nais. Utilização clínica de cada canal. Os Canais Extraordinári- AUTEROUCHE, B.; NAVAILH, P. O diagnóstico na medicina chine-
os (Qi Jing Ba Mai): Características gerais – A organização em sa. São Paulo : Andrei, 1986.
pares. Trajeto e função de cada canal. Relações com regiões do DI0NG, Li. Acupuntura: teoria do meridiano e pontos de acupuntura.
corpo de cada canal. Relações com outros canais. Pontos Mes- São Paulo : Roca, 1996.
tres (ou de controle ou de abertura). Du Mai e Ren Mai (pequena
MACIOCIA, Giovanni. A prática da medicina chinesa. São Paulo :
circulação). Utilização clínica de cada canal. Etiologia e
Roca, 1996.
Etiopatogenia – Os Fatores etiológicos (Bing Yin): Classifi-
cação dos fatores etiológicos. Os fatores externos ou exógenos MACIOCIA, Giovanni. Os fundamentos da medicina chinesa. São
(Wei Yin). Os fatores internos ou endógenos (Nei Yin). Os fatores Paulo : Roca, 1996.
nem interno nem externos (Bu Nei Bu Wei Yin). Patogenia (Bing ROSS, Jeremy. Zang-Fu. São Paulo : Roca, 1994.
Ji): O processo do adoecimento. Modificações patológicas. Pro-
ROSS, Jeremy. Acupuncture point combinations. Edinburg :
dutos patológicos: sangue estagnado (Yu Xue) e acúmulo de fleu-
Churchill Livingstone, 1995.
ma (Tan Yin). Semiologia – Os Quatro Tempos do Exame
Tradicional Chinês: Inspeção geral e da língua. Interrogatório. XINNONG, Cheng. Acupuntura e Moxabustão. Editora Roca : São
Auscultação/olfação. Palpação geral e dos pulsos. Diagnóstico Paulo, 1999.
– O Diagnóstico pelos Oito Princípios: Excesso e deficiên-
cia. Calor e frio. Exterior e interior. Yang e Yin. Síndromes comple- MÉDICO – ALERGISTA (Conhecimentos Específicos)
xas pelos oito princípios. O Diagnóstico pelas alterações das Imunologia: imunidade inata e adquirida, órgãos linfóides, células
Substâncias Fundamentais: Síndromes do Qi. Síndromes do envolvidas na resposta imune, Complexo Principal de Histocompati-
sangue (Xue). Síndromes dos líquidos orgânicos (Jin-Ye). bilidade, fagocitose, antígenos, anticorpos, complemento, recep-
Síndromes da essência (Jing). Síndromes da mente (Shen). tor de célula T, citocinas, mediadores inflamatórios, imunomodula-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Síndromes complexas das substâncias fundamentais. O Diag- dores, reações de hipersensibilidade, opsonização, tolerância
nóstico das Síndromes ou Padrões (Zhèng) dos Zang Fu: imunológica, auto-imunidade, subpopulações de células T,
Síndromes dos órgãos Zang. Síndromes das vísceras Fu. apoptose. Doenças Respiratórias: rinites, sinusite, polipose nasal,
Síndromes complexas envolvendo mais de um Zang-Fu. O Diag- otites, amigdalites, respiração bucal, asma brônquica, asma
nóstico das Síndromes ou Padrões (Zhèng) dos Canais e
ocupacional, pneumonites por hipersensibilidade, Aspergilose bron-
Colaterais (Jing Luo): Síndromes dos doze canais principais.
co-pulmonar alérgica, bebê chiador, asma no idoso, asma na ges-
Síndromes dos Canais Du e Ren Mai. O Diagnóstico das
tante, asma e refluxo gastroesofágico, asma e infecções, asma
Síndromes (Zhèng) Exógenas. Técnica Terapêutica – Prin-
por exercício, estado de mal asmático, doenças pulmonares com
cípios Básicos de Tratamento em Medicina Chinesa: Téc-
infiltrado eosinofílico, tosse alérgica. Doenças Dermatológicas:
nicas terapêuticas em medicina chinesa. Tratamento da raiz e da
dermatite atópica, dermatite de contato, urticária, urticárias físi-
manifestação. Tonificação do Qi (Zheng Qi) e expulsão do patógeno
cas, prurigo estrófulo, mastocitose. Alergia a picada de
(Xie Qi). Regras básicas: tonificação, dispersão, harmonização.
himenóptera. Reações adversas a medicamentos e aditivos ali-
do Município de Rio das Ostras

Instrumental Terapêutico da Acupuntura: Tipos de agulhas


e suas ações. Técnicas de inserção de agulhas e suas indica- mentares. Anafilaxia, reações anafilactóides, doença do soro.
ções. Cuidados na aplicação da Acupuntura: acidentes, complica- Alergia oftálmica. Alergia alimentar. Alergia ao látex. Imunodeficiên-
ções, assepsia, condições especiais. Métodos auxiliares à cias primárias e secundárias;Diagnóstico nas doenças alérgicas:
Acupuntura: moxabustão, ventosas, auriculoterapia, eletroacupun- testes cutâneos, extratos alergênicos, avaliação da imunidade
tura, suas indicações, cuidados e limitações. Princípios de Se- celular e humoral, testes “in vivo” e “in vitro”, prova de função
leção de Pontos de Acupuntura: Tipos de pontos e suas ações respiratória, peak-flow; Imunoterapia;Medicamentos utilizados nas
específicas. Combinações de pontos: alto-baixo, local-distal, di- doenças alérgicas, dispositivos para medicamentos inalados; Con-
reita-esquerda, anterior-posterior, Yin-Yang. Uso terapêutico dos trole ambiental e orientações gerais.
diferentes tipos de pontos. Tratamento de Patologias – Trata- Sugestões Bibliográficas
mento das Principais Síndromes pela Acupuntura: Trata- MIDDLETON, E et al. Allergy: Principles and Practice - 2003
mento das síndromes das substâncias fundamentais. Tratamento
das síndromes dos Zang-Fu. Tratamento das síndromes dos ca- RIOS, J.B.M.; CARVALHO, L.P. – Alergia Clínica - Diagnóstico e
nais colaterais. Tratamento de Patologias dos Sistemas pela Tratamento. Revinter – segunda edição – 2007
FURJ
Realização

Acupuntura: Etiopatogenia, fisiopatologia, diagnóstico e trata- JANEWAY, C.A.; TRAVERS, P.; WALPORT, M.; SHLOMCHICK, M. –
mento das patologias respiratórias. Etiopatogenia, fisiopatologia, Imunobiologia – O Sistema Imune na Saúde e na Doença – quinta
diagnóstico e tratamento das patologias digestivas. Etiopatogenia, edição – 2002
(NÍVEL SUPERIOR)

EMERSON, F.;RIOS, J. B. M.; MARTINS, E.A.P.R.; MENDES, K.A.P.-


Alergia e Outras Reações Adversas a Medicamentos – Revinter
Diagnóstico. Complicações. Tratamento. Fístulas arterio-venosas.
Síndromes congênitas. Condutas. Angiodisplasias. Linfangites e
20
GELLER, M.; SCHEINBERG, M. – Diagnóstico e Tratamento das Erisipelas.Linfedema.
Doenças Imunológicas – Elsevier – 2005. Referências Bibliográficas

Manual do Candidato
GRUMACH, A.S. – Alergia e Imunologia na Infância e na Adoles- O’ Neal: O Pé Diabético. 6ª edição. Di Livros. Rio de Janeiro. 2002.
cência – Atheneu – 2001. Maffei, F.H.A.: Doenças Vasculares Periféricas. 3ª edição Medsi.
ABBAS, A.K.; POBER, J. S. – Cellular and Molecular Immunology Rio de Janeiro. 2002.
- 2005. Thomaz, J. B.: Úlceras nos Membros Inferiores: Diagnóstico e
NEGREIROS, B. e UNGIER, C. – Alergologia Clínica – 1995. Tratamento, 1ª edição. Fundo Editorial Byk. São Paulo. 2002.
ROITT, L. M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. K. – Imunologia - 2003 Thomaz, J. B.: Síndromes Venosas: Diagnóstico e Tratamento.1ª
II CONSENSO BRASILEIRO SOBRE RINITES – Revista Brasileira de edição. Editora Revinter. Rio de Janeiro. 2001.
Alergia e Imunopatologia – janeiro/fevereiro de 2006 Chaves Neto, H. Obstetrícia Básica – Capitulo 43: Síndromes
IV DIRETRIZES BRASILEIRAS PARA O MANEJO DA ASMA – Jornal Tromboembólicas na Gestação. 1ª edição. Atheneu. Rio de Janei-
Brasileiro de Pneumologia – 2006; 32 (supl. 7): S 447 –S 474. ro. 2004.

MÉDICO – ANESTESIOLOGISTA I e II (Conhecimentos Espe- MÉDICO – CARDIOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)


cíficos) Anatomia, fisiologia e semiologia cardiovascular. Métodos comple-
Anestesiologia I e II. Fisiologia e Anatomia do Sistema Nervoso. mentares em cardiologia: eletrocardiografia. radiologia, teste
Fisiologia, anatomia e farmacologia do sistema nervoso autônomo. ergométrico, Ecocardiografia, Medicina nuclear, Hemodinâmica,
Farmacologia geral. Bloqueio neuromuscular. Anestesia local. Físi- Ressonância magnética. Insuficiência cardíaca: fisiopatologia, di-
ca e anestesia. Anestesia geral inalatória. Anestesia Venosa. agnóstico, tratamento. Arritmias cardíacas, síncope, morte súbita:
Monitorização em anestesia. Parada cardíaca e reanimação. Com- fisiopatologia, diagnóstico, tratamento. Indicação de marca-passo
plicações em anestesia. Medicina perioperatória. Transfusão cardíaco. Hipertensão arterial: fisiopatologia, diagnóstico, trata-
sangüínea. Bloqueios centrais. Anestesia em pediatria. Anestesia mento, principais complicações. Febre Reumática, Cardiopatia reu-
no idoso. Anestesia em cirurgia pulmonar e cardiovascular. mática. Valvopatias: diagnóstico, tratamento clínico e intervencio-
Anestesia em neurocirurgia. Bloqueios periféricos. Anestesia para nista. Cardiopatias congênitas no adulto. Hipertensão pulmonar,
videolaparoscopia. Anestesia em obstetrícia e ginecologia. tromboembolismo pulmonar e cor pulmonale. Endocardite bacteriana.
Anestesia em ortopedia, queimado e plástica. Anestesia no Fatores de Risco para Doença Coronariana, Dislipidemias,
cardiopata, pneumopata e renal crônico. Anestesia em urgências. Aterosclerose. Coronariopatia: fisiopatologia, Isquemia miocárdica,
Tratamento Intensivo. Assistência Respiratória. angina estável e instável, infarto agudo do miocárdio. Diabetes
mellitus e doença cardiovascular. Cardiomiopatias. Tumores car-
Sugestões Bibliográficas díacos, doenças do pericárdio, doenças da aorta. Avaliação pré-
MILLER, RONALD D. Miller’s Anesthesia. Ed. Elsevier. Sixth edition, operatória. Acometimento cardíaco por doenças reumatológicas,
2005. hematológicas, endocrinológicas e nutricionais, e neurológicas.
BARASH, Paul G. Anestesia Clínica. Ed. Lippincotti W &W, 4. ed., Gravidez e cardiopatia. Doença de Chagas. Prevenção primária e
2005. secundária em cardiologia. Noções gerais de terapêutica
STOELTING, Robert K.; HILLIER, Simon C. Pharmacology & cardiovascular. Reabilitação cardiovascular.
Phisiology in Anesthesic Practice. Ed. Lippincott W. & W. Fourth Sugestões Bibliográficas
edition, 2006. BRAUNWALD, Eugene. Heart Disease. 7th Edition, 2004.
MORGAN, G. Edward.; MIKAIL, Maged S.; MURRAY, Michael J. Hurst’s The Heart. 11th Edition. Valentin Fuster, R. Wayne Alexander,
Clinical Anesthesiology. Ed. Lange; fourth edition, 2006. and Robert A. O’Rourke. 2004.
Resolução CFM 1802/2006. Manual Prático em Cardiologia: Socesp. Antonio Carlos Palandri
Obs: As sugestões bibliográficas são apresentadas a título de Chagas, Francisco R.M. Laurindo, Ibraim Masciarelli, Francisco
subsídio, servindo apenas como orientação ao candidato, não Pinto. 2005.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


obrigando que as questões sejam elaboradas diretamente do Projeto Diretrizes – Associação Médica Brasileira e Conselho Fe-
texto da bibliografia sugerida. deral de Medicina. Disponível em www.projetodiretrizes.org.br
MÉDICO – ANGIOLOGISTA (Conhecimentos Específicos) MÉDICO – CARDIOLOGISTA ECOGRÁFISTA (Conhecimentos
Estrutura da Parede Vascular e suas Implicações na Fisiopatologia Específicos)
das Doenças Vasculares Periféricas. Hemostasia. (Coagulação e
Avaliação funcional do ventrículo esquerdo. Avaliação da função
anticoagulação); Sistema Fibrinolítico; Drogas que interferem na
diastólica. Miocardiopatias. Avaliação da cardiopatia isquêmica ao
Função Plaquetária.Drogas Vasodilatadoras – uso nas Doenças
ecocardiograma. Abordagem das valvopatias ao ecocardiograma.
Vasculares Periféricas.Diagnóstico Clínico das Doenças
Endocardite infecciosa. Doenças da aorta. Doenças do pericárdio.
Vasculares Periféricas.Emprego e interpretação de exames de
O ecocardiograma nas unidades de emergência e de terapia inten-
imagens nas Doenças Vasculares Periféricas (Eco-Doppler;
siva. Ecocardiograma transesofágico. Ecocardiografia de estresse.
do Município de Rio das Ostras

Angiografia; Tomografia Computadorizada; Ressonância Nuclear


Magnética ).Oclusões Arteriais Aguda. Trombose e Embolia arteri- Sugestões Bibliográficas
ais. Aterosclerose Obliterante Periférica. Síndromes isquêmicas ABTIBOL, Rafael. Cardiologia: Métodos Diagnósticos. 1. ed. Edi-
crônicas. Arterites.Síndrome do Pé Diabético. Conduta Diagnóstica tora Rubio, 2007.
e Terapêutica. Profilaxia. Biomecânica do Pisar.Diagnóstico Clíni-
MORCERF, Fernando. Ecocardiografia Unibidimensional,
co das Doenças Venosas.Síndromes Trombóticas Venosas. As-
Transesofágica e Doppler. 2. ed. Editora Revinter, 1996.
pectos Epidemiológicos. Fisiopatologia. Quadro Clínico, manobras
semióticas de relevância. Conduta Terapêutica. Profilaxia. Trom- OTTO, Catherine. Prática de Ecocardiografia Clínica (The Practive
bose Venosa e Tromboembolismo Pulmonar na Gravidez. of Clinical Echocardiography) 3. ed. Editora Elsevier, 2007.
Síndromes Pós-Trombóticas Venosas. Etiopatogenia. Quadro Clí- OTTO, Catherine. Fundamentos em Ecocardiografia Clínica
nico. Conduta Terapêutica. Tromboembolismo Pulmonar. (Textbook of Clinical
Etiopatogenia. Quadro Clínico. Diagnóstico não invasivo e invasivo. Echocardiography) – 3. ed. Editora Elsevier, 2004.
Aspectos Fisiopatológicos. Tratamento. Varizes dos Membros In-
feriores. Aspectos Epidemiológicos. Fisiopatologia. Quadro Clíni- PEREIRA, Lauro Sérgio; CAMAROZANO, Ana; XAVIER DE BRITO,
FURJ

Adriana;
Realização

co. Manobras semióticas para Diagnóstico Diferencial entre Vari-


zes Primárias e Secundárias. Conduta Terapêutica. Complicações. SILVA ,Carlos Eduardo Suaide. Ecocardiografia Princípios e Apli-
Insuficiência Venosa Crônica. Conceito. Aspectos Epidemiológicos. cações Clínicas . 1. ed. Editora Revinter, 2007.
(NÍVEL SUPERIOR)

MÉDICO – CARDIOLOGISTA ERGOMETRISTA (Conhecimen-


tos Específicos)
Atresia de esôfato. Atresias intestinais/obstrução duodenal. Íleo e
peritonite meconial. Atresia de vias biliares. Dilatação congênita do
21
Fisiologia do exercício, conceitos fundamentais de medidas de colédoco. Enterocolite necrotizante. Cisto enterógeno. Mal rota-
desempenho no teste ergométrico (MET, FAI, VO2máx.MVO2,etc) ção intestinal. Estenose hipertrófica do piloro. Hérnia diafragmática.
; respostas cardiovasculares ao exercício; metodologia do teste Causas e tratamento da hidronefrose. Válvula de uretra posterior.

Manual do Candidato
ergométrico; noções sobre ergoespirometria (teste de esforço Onfalocele e gastrosquise. Anomalias anoretais.
cardiopulmonar); valor preditivo positivo e negativo, valor prog- Sugestões Bibliográficas
nóstico do teste ergométrico; conceitos de sensibilidade, MACDSOUD, João Gilberto. Cirurgia Pediátrica. Rio de Janeiro:
especificidade e acurácia; risco relativo, incidência e prevalência;
Revinte. 1. ed., 1998.
risco de doença pré-teste, indicações e contra-indicações (relati-
vas e absolutas) para a realização do teste ergométrico; critérios WELCH, K.S.; RANDOLPH, G. J.; RAVITCH, M. M.; O’NEIL JR, J. A. E
para a interrupção do teste ergométrico; respostas clínicas, meta- ROWE, M. I. Pediatric Swurgery. Year Book. Med. Publishers, Inc.
bólicas, hemodinâmicas, autonômicas e eletrocardiográficas no Chicago. 4. ed., 1986.
teste ergométrico; importância da freqüência cardíaca no período
de recuperação do teste ergométrico; escores para quantificação MÉDICO – CLÍNICO GERAL E CLÍNICO GERAL II (Conheci-
da probabilidade de doença arterial coronariana pelo teste mentos Específicos)
ergométrico; arritmias no teste ergométrico; complicações do tes- Parada cardiorrespiratória, arritmias cardíacas, insuficiência
te ergométrico; teste ergométrico associado à radiosótopos; teste coronariana aguda, infarto agudo do miocárdio, dissecção aórtica,
ergométrico nas seguintes condições clínicas: cardiopatias con- emergências hipertensivas, choques. SARA, oxigenoterapia, in-
gênitas, lesões orovalvulares, pós infarto agudo do miocárdio, suficiência respiratória aguda, embolia pulmonar. Cetoacidose di-
pós-angioplastia, pós-cirurgia de revasculariazção miocárdica; pós- abética, coma hiperosmolar, crise tireotóxica, insuficiência supra-
trombólise coronariana, na unidade de dor torácica, nos progra- renal. Infecção no hospedeiro imuno comprometido, sepse, infec-
mas de reabilitação cardíaca; ergospirometria na avaliação de ções hospitalares, endocardite infecciosa, meningites. Distúrbios
insuficiência cardíaca; hidroeletrolítico e ácido-base, insuficiência renal aguda. Insufici-
Sugestões Bibliográficas ência hepática, pancreatite aguda, hemorragia digestiva alta e
baixa, abdome agudo. Distúrbios da hemostasia, indicações do
HESPANHA , Raimundo. Ergometria : bases fisiológicas para a
uso do sangue e derivados. Comas, acidentes vasculares
prescrição do exercício. Ed. Rubio: Rio de Janeiro, 2004.
encefálicos, estado de mal epilético. Sedação e analgesia.
VIVACQUA , R; HESPANHA , R. Ergometria e Reabilitação em Gastroenterologia: doenças do esôfago, doença péptica, câncer
Cardiologia. Medsi Editora, 1992. gástrico, síndrome disabsortiva, doenças inflamatórias do intesti-
II Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Teste no, câncer do cólon, hipertensão porta, diagnóstico diferencial
Ergométrico Arq. Bras. Cardiol. Volume 78 Suplemento II, 2002 ou das icterícias, cirrose hepática. Pneumologia: asma brônquica,
www.cardiol.br. doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonias, câncer de pul-
Diretriz de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica: Aspectos mão, doenças da pleura. Reumatologia: diagnóstico diferencial
Práticos e Responsabilidades (versão atualizada) - Arq. Bras. das artrites, artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, gota.
Cardiol. volume 86, nº 1, Jan/2006 ou www.cardiol.br Cardiologia: insuficiência cardíaca, hipertensão arterial,
cardiomiopatias. Hematologia: diagnóstico diferencial das anemi-
MÉDICO – CIRURGIÃO GERAL E CIRURGIÃO GERAL II (Conhe- as, interpretação clínica do hemograma, diagnóstico diferencial
cimentos Específicos) das linfoadenopatias e esplenomegalias. Neurologia: cefaléias,
epilepsias, polineuropatias. Nefrologia: insuficiência renal crôni-
Cuidados de Pré e de Pós-Operatório. Fatores de Risco no Pacien-
te Cirúrgico. Infecções e Antibioticoterapia em Cirurgia. Terapia ca, síndrome nefrítica, síndrome nefrótica, infecção urinária.
Transfusional no Paciente Cirúrgico. Terapia Intensiva em Cirurgia. Endocrinologia: diabetes mellitus , distúrbios da tireóide.
Infectologia: síndrome da imunodeficiência adquirida, febre de ori-
Complicações Pós-Operatórias. Atendimento Inicial ao Politraumati-
zado. Traumatismo Crânio-Encefálico, Raquimedular e de Nervos gem obscura, doenças sexualmente transmissíveis, tuberculose,
Periféricos. Trauma Cervical. Trauma Torácico. Trauma Abdomi- leptospirose, toxoplasmose, mononucleose infecciosa, citomegalo-
nal. Trauma Genitourinário. Trauma Pelviperineal. Trauma Vascular. virose, dengue, doença inflamatória, pélvica, antibiotecoterapia e
Trauma na Gestante. Trauma no Idoso. Queimaduras. Abdome drogas antivirais. Interpretação dos exames complementares bá-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Agudo Não Traumático. Hemorragia Digestiva. Hérnias. Doenças sicos e principais métodos de imagem, fundamentos da farmaco-
Cirúrgicas da Tireóide. Doenças Cirúrgicas do Esôfago. Doenças logia e terapêutica aplicada.
Cirúrgicas do Estômago e do Duodeno. Doenças Cirúrgicas do Sugestões Bibliográficas
Intestino Delgado. Doenças Cirúrgicas do Cólon, do Reto, do Ânus ISSELBACHER, K. J. Harrison’s principles of internal medicine.
e do Apêndice. Doenças Cirúrgicas do Fígado e das Vias Biliares. 14. ed. N. York : McGraw Hill Book Company, 1997.
Doenças Cirúrgicas do Pâncreas. Doenças Cirúrgicas do Baço.
Cirurgia Ambulatorial. Princípios da Cirurgia Videolaparoscópica. WYNGAASRDEN, J. B. & SMITH, L. H. Cecil textbook of medicine.
20. ed. Philadelphia : W. B. Saunders Company, 1996.
Sugestões Bibliográficas
PRADO, Cintra. Atualização Terapêutica. 1998.
FREIRE, ECS. Trauma: A Doença dos Séculos. Editora Atheneu,
2001 MÉDICO – DE FAMÍLIA (Conhecimentos Específicos)
LÁZARO, A . Hérnias. Editora Roca, 2006.
do Município de Rio das Ostras

Médico Saúde da Família: Processo saúde-doença: determinantes


MAIA , AM, IGLESIAS, AC. Complicações em Cirurgia – Preven- e condicionantes; Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica;
ção e Tratamento. Editora Guanabara-Koogan-MEDSI, 2005. Sistema Nacional de Imunização; Doenças de Notificação Compul-
NORTON, J.A et al. Surgery – Basic Sciences and Clinical sória; Abordagem familiar; Abordagem ao portador de transtorno
Evidence. Spriger, 2001. mental, álcool e drogas; Sinais e sintomas mais freqüentes na
prática clínica; Atenção à saúde da criança e adolescente: cresci-
TOWNSEND, CM. Sabiston – Textbook of Surgery. Saunders, 2004. mento e desenvolvimento, nutrição e aleitamento materno, anemi-
VINHAES , JC. Clínica e Terapêutica Cirúrgicas . Editora as, infecções respiratórias, asma, diarréias, desidratação, infec-
Guanabara-Koogan, 2. ed. 2003. ção urinaria, dermatoses, doenças exantemáticas; Atenção à saú-
de do adulto e idoso: hipertensão arterial e Diabetes Mellitus ,
MÉDICO – CIRURGIÃO PEDIÁTRICO II (Conhecimentos Es- doenças cardiovasculares, dislipidemias, dispnéia e dor torácica,
pecíficos) doenças da tireóide, gastrite, ulcera péptica, colecistopatias, he-
Trauma torácico, abdominal e genitourinário. Acesso venoso pro- patites, doenças renais, doenças infectocontagiosas: doenças
fundo. Empiema pleural, mediatinite, pneumotórax/pneumomedias- sexualmente transmissíveis, SIDA, parasitoses intestinais, den-
FURJ
Realização

tino. Abdômen agudo inflamatório/obstutivo. Afecções cirúrgicas gue, tuberculose, hanseníase, leptospirose, leishmaniose, malaria;
da região inguinal. Afecções cirúrgicas da bolsa escrotral. Tumo- Atenção à saúde da mulher: Anticoncepção, planejamento famili-
res abdominais. Doença de Hirschprung… Tumores cervicais. ar, direitos sexuais e reprodutivos, atenção à mulher em situação
(NÍVEL SUPERIOR)

de violência, alterações do ciclo menstrual, dor pélvica, secreção


vaginal e prurido vulvar, prevenção do câncer de colo uterino,
MINISTÉRIO da Sáude. Manual de Controle das Doenças Sexual-
mente Transmissíveis.
22
climatério, doenças da mama, assistência pré-natal e puerpério; SAMPAIO SAP, Rivitti EA. Dermatologia – Edição 1998. Editora
Situações de urgência e emergência; Artes Médicas Ltda.
Sugestões Bibliográficas

Manual do Candidato
TALHARI S, Neves RG. Dermatologia Tropical. Hanseníase – 3.
DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina Ambulatorial: Condutas de ed. 1997. Gráfica Tropical.
Atenção Primária Baseadas em Evidências. 3. ed. Porto Alegre :
Artmed, 2004. MÉDICO – DO ESPORTE (Conhecimentos Específicos)
BRASIL. Instituto para o Desenvolvimento da Saúde. Universidade Fisiologia do Exercício e Treinamento esportivo: Conceitos funda-
de São Paulo. Ministério da Saúde. Manual de Condutas Médicas/ mentais em fisiologia do exercício; bioenergética; vias aeróbicas
Instituto para o Desenvolvimento da Saúde. Universidade de São de produção de energia; vias anaeróbicas de produção de ener-
Paulo, Ministério da Saúde. Brasília : Ministério da Saúde, 2002. gia; conceito de consumo máximo de oxigênio; conceito de limiar
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da Família: uma Estratégia anaeróbico; fisiologia Muscular; fisiologia da termorregulação; fi-
para a Reorientação Modelo Assistencial. Brasília, 1997. siologia da fadiga; respostas endócrinas ao exercício; respostas
e adaptações cardiovasculares ao exercício; treinamento aeróbico;
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde.
treinamento anaeróbico; treinamento de força; aspectos clínicos e
Departamento de Atenção Básica. Hipertensão Arterial Sistêmica.
cardiológicos da síndrome do overtraining; detreinamento.
Brasília : Ministério da Saúde, 2006.
Cineantropometria: conceitos em cineantropometria; somatotipo-
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. logia; mesomorfismo, ectomorfismo, endomorfismo; aplicações
Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus. Brasília : clínicas. Métodos complementares em Medicina do Esporte – no-
Ministério da Saúde, 2006. ções de eletrocardiografia do atleta; ecocardiograma do atleta;
BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST e teste ergométrico; ergoespirometria; ressonância magnética;
AIDS. Manual de Controle das Doenças Sexualmente cintigrafia óssea. Cardiologia do Esporte: Avaliação médico-funci-
Transmissíveis. Brasília : Ministério da Saúde, 1999. onal; hipertensão arterial e exercício; lesões oro-valvulares e exer-
BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência em Planejamento Fa- cício; miocardiopatias e exercício; insuficiência coronariana e exer-
miliar: Manual Técnico. 4. ed. Brasília : Ministério da Saúde, 2002. cício; insuficiência cardíaca e exercício; aspectos da reabilitação
cardíaca; arritmias cardíacas induzidas pelo exercício; síndrome
BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-Natal e Puerpério: Atenção do coração do atleta; modificações cardíacas fisiológicas X pato-
Qualificada e Humanizada. Manual Técnico. Brasília : Ministério lógicas; morte súbita e exercício; dislipidemias e exercício; doping,
da Saúde, 2005.
coração e esporte; Síndrome de Marfan, exercício e esporte;
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Commotio Cordis; AVE e exercício. Nutrição e esporte: Nutrição
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças Infecciosas conceitual; macronutrientes ; micronutrientes; inquérito nutricional,
e Parasitárias: Guia de Bolso. 3 ed. Brasília : Ministério da Saúde, hidratação e exercício; dieta do atleta; ergogênicos; Uso e abuso
2004. de anabolizantes. Traumato-orotpedia desportiva: Prevenção das
BRASIL. Ministério da Saúde. htpp://www.saude.gov.br Saúde lesões esportivas; lesões esportivas na criança; lesões de om-
Mental. Declaração de Caracas. bro; lesões de pé; lesões de mão, lesões de tornozelo; lesões
BRASIL. Ministério da Saúde. htpp://www.saude.gov.br Saúde musculares, micro-traumas/entesopatias ; lesões ligamentares
Mental. Álcool e Drogas/Redução de Danos. de joelho ; lesões meniscais ;lesões ósteo-condrais; lesões de
cotovelo, fraturas de m.inferiores, fraturas de m.superiores;
BRASIL. Ministério da Saúde. htpp://www.saude.gov.br Saúde reabilitação das lesões esportivas; complicações mio-ósteo
Mental. Atenção Básica em Saúde Mental. articulares do “Atleta de final de semana”. Reabilitação das lesões
BRASIL. Ministério da Saúde. htpp://www.saude.gov.br Mental. esportivas: conceitos básicos; reabilitação das lesões articula-
Reforma Psiquiátrica e Políticas de Saúde Mental. res, musculares, ligamentares e de tecidos moles;. Tópicos espe-
ciais em Medicina do Exercício: Asma e exercício; Exercício e
MÉDICO – DERMATOLOGISTA (Conhecimentos Específicos) Diabetes. Síndrome metabólica e exercício, Atividade Física e exer-
Acne e erupções acneiformes. Afecções do tecido conjuntivo. cício na 3ª idade. Impacto da Atividade física na qualidade e quan-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Doenças metabólicas e de depósitos. Psicodermatoses. Doenças tidade de vida do idoso; Atividade Física e Osteoporose; Atividade
vasculares. Conceitos e procedimentos cirúgicos básicos em física e Doenças cérebro-degenerativas. AIDS, Câncer, exercício
dermatologia. Doenças ocupacionais, alérgicas e eczematosas. e esporte. DPOC e exercício.
Dermatoses zooparasitárias e leishmaniose. Dermatoviroses. DST Sugestões Bibliográficas
/ AIDS. Infecções bacterianas da pele. Micobacterioses e BRAUNWALD, E. Heart disease. A Textbook of Cardiovascular
hanseníase. Micoses superficiais, subcutâneas e sistêmicas. Medicine. 6th ed., 2001. Medicine.
Onicopatias. Tricoses e alopecias. Genodermatoses. Discromias.
FROELICHER, Victor e MYERS, Jonathan. Exercício e Coração. 3.
Distúrbios atróficos e escleróticos. Distúrbios glandulares
ed. Editora Revinter, 1998.
cutâneos. Doenças eritêmato-escamosas. Púrpuras. Erupções por
drogas e toxinas. Doenças vésico-bolhosas. Fotobiologia, HERBERT, Sizinio; XAVIER, Renato; PARDINI, Arlindo G. e cols.
Fotodermatoses e Afecções por radiação ionizantes. Neoplasias Ortopedia e traumatologia – princípios e práticas. 3. ed. Editora
benignas e malignas e linfoproliferativas. Doenças paraneoplásicas. Artmed.
do Município de Rio das Ostras

Embriologia, anatomia, fisiologia e imunologia do tegumento. Doen- KATCH e MCARDLE. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição
ças da hipoderme. Terapêutica. Afecções papulo-pruriginosas. e Desempenho Humano. Ed. Guanabara Koogan. 5. ed. 2003.
Manifestações cutâneas das doenças sistêmicas. Doenças LEMURA, Linda M./Duvillard e SERGE P. von. Fisiologia do Exercí-
granulomatosas e inflamatórias não infecciosas cio Clínico. Aplicação e Princípios Fisiológicos . 1. ed. 2006. Ed.
Sugestões Bibliográficas Guanabara Koogan.
AZULAY RD, Azulay DR. Dermatologia. 3. ed. Rio de Janeiro: MANUAL do ACSM para Avaliação da Aptidão Física relacionada à
Guanabara Koogan. 2004. Saúde. Editora Guanabara Koogan, 2006.
CHAMPION RH, BURTON JL, BURNS DA, BREATHNACH SM, editors. MARON, Barry J.; ZIPES, Douglas P. e MD et al. 36th Bethesda
Rook/Wilkinson/Ebling textbook of dermatology, 7. ed. New York Conference: Eligibility Recommendations for Competitive Athletes
: Blackwell Science. 2004. With Cardiovascular Abnormalities. JACC Vol. 45, nº 8. 2005
ELDER DE, Elenitsas R, Johnson Jr B, Murphy GI. Lever’s M. Pollock, e J. H . Wilmore. Exercício na Saúde e na Doença.
Histopathology of the Skin. 9th Ed. Lippiticoutt; 2004. Editora Medsi. 1993.
FURJ

FREEDBERG IM, Eisen AZ, Wolff K, Austen KF, Goldsmith LA, Katz
Realização

NETO, Turíbio Leite de Barros e GHORAYEB, Nabil. O Exercício -


SI. FITZPATRICK’S Dermatology in General Medicine. New York : Preparação Fisiológica, Avaliação Médica Aspectos Especiais
MacGraw Hill. 2003. e Preventivos. Editora Atheneu, 1999.
(NÍVEL SUPERIOR)

NÓBREGA, Antonio Cláudio Lucas da. Clínicas Brasileiras de


Medicina do Esporte. Editora Atheneu, 2002.
Sugestões Bibliográficas
23
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro : Editora Gaal,
PER HOESTRON . Traumato-ortopedia desportiva. 1988.
ROCHA, Maurício Leal. Aspectos diversos da Medicina do Exer- LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA E ACIDENTÁRIA. Leis 8.212 e 8.213

Manual do Candidato
cício. Ed. Revinter, 2004. de julho de 1991 e Decreto 3.048 de 06/05/99.
SBOT. Traumatologia Ortopédica. Ed. Revinter 2004. MENDES, R. e DIAS, E. C. Da Medicina do Trabalho à Saúde do
V. Matsudo .Testes em Ciências do Esporte. São Paulo: Gráficos Trabalhador. Revistas de Saúde Pública. São Paulo, 1991, 25(05),
Burti. 1995. p. 3-11.
Posicionamentos oficiais da Sociedade Brasileira de Medicina do MENDES, R. Patologia do Trabalho. São Paulo : Editora Atheneu,
Esporte – (disponíveis no site www.medicinadoesporte.org.br). 1998.
Atividade física e saúde – Rev. Bras. Med. Esporte. Vol. 2, nº 4. OLIVEIRA, S. G. Proteção Jurídica à Saúde do Trabalhador. São
Out/Dez, 1996. Paulo : LTr, 1996.
Atividade física na infância e adolescência – Rev. Bras. Méd. PORTARIA 3.214 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, de
Esporte. Vol. 4, nº 4. Jul/Ago, 1998. 08/06/78 e TEXTOS COMPLEMENTARES.
Atividade física e Saúde no Idoso – Rev. Bras. Med. Esporte. Vol. SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. Editora Atlas, 43, ed.
5, nº 6. Nov/Dez, 1999. 2000.
Atividade física e saúde na mulher - Rev. Bras. Med. Esporte. Vol. TEIXEIRA, P. & VALLE, S. (org). Biossegurança – uma abordagem
6, njº 6. Nov/Dez, 2000. multidisciplinar. Rio de Janeiro : Editora FIOCRUZ, 1996.
Esporte competitivo em indivíduos acima de 35 anos Rev. Bras. VIEIRA, Sebastião Ivone (org.). Medicina do Trabalho. Vol. III. Edi-
Med. Esporte. Vol. 7, nº 3. Mai/Jun, 2001. tora Gênesis, 1995, cap. 1, 2, 6, 7, 8, 9 e 10.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte - (dis-
poníveis no site www.medicinadoesporte.org.br) MÉDICO – ENDOCRINOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimenta- Hormônios e mecanismos de ação hormonal. Crescimento e de-
res e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais ris- senvolvimento. Nanismos. Puberdade precoce e retardo puberal.
cos para a saúde - Rev. Bras. Med. Esporte. Vol. 9, nº 2. Mar/Abr, Patologias de hiperfunção adenohipofisária. Hipopituitarismos. Di-
2003. abetes insipidus e síndrome de secreção inapropriada do ADH.
Hipertireoidismos. Hipotireoidismos. Tireoidites. Bócios nodulares.
Morte súbita no exercício e no esporte - Rev. Bras. Med. Esporte.
Vol. 11, Supl 1 – Agosto, 2005. Neoplasias malignas da tireóide. Hiper e hipofunção adrenocortical.
Diabetes mellitus tipos 1 e 2. Fisiopatogenia, complicações agu-
MÉDICO – DO TRABALHO (Conhecimentos Específicos) das e crônicas, diagnóstico e tratamento da doença e de suas
complicações. Diabetes e gravidez. Dislipidemias. Obesidade.
1. Conceito de Medicina do Trabalho, Saúde Ocupacional e Saúde
Síndrome metabólica. Hipogonadismos. Diagnóstico diferencial das
do Trabalhador. 2. Legislação sobre Higiene, Segurança e Medici-
amenorréias. Síndrome dos ovários policísticos. Doenças da
na do Trabalho da CLT. 3. Principais Convenções e Recomenda-
paratireóide. Diagnóstico diferencial das hipercalcemias. Crise
ções da OIT ratificadas pelo Brasil. 4. Portaria 3.214 e textos
complementares. 5. Estrutura Institucional da Saúde Ocupacional hipercalcêmica. Osteopenia e osteoporose. Raquitismo e
no Brasil: entidades e Serviços de Medicina do Trabalho – finalida- osteomalácia. Doença de Paget óssea. Transtornos alimentares.
de, organização e atividades. 6. Legislação Previdenciária (Leis Sugestões Biblliográficas
8.212 e 8.213 e Decreto 3.048). 7. Acidentes do Trabalho: concei- Basic & Clinical Endocrinology. Greenspan & Gardner, 8 th ed. Lange
to, aspectos legais, registro, taxas de freqüência e gravidades, Medical. Books/McGraw-Hill, 2007.
custos, prevenção. 8. Aposentadoria Especial: critérios para con-
cessão. 9. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. LARSEN: Williams Textbook of Endocrinology, 10th ed. 2003,
10. Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO: Saunders/ Elsevier.
diretrizes, responsabilidades e implantação. 11. Programa de Pre- MARTINS, Silvio e SOUTO, Maria Isabel Dutra. Manual de Emer-
venção de Riscos Ambientais – PPRA: estrutura, desenvolvimento gências Clínicas: Diagnóstico e Tratamento. 2. ed. Livraria e

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


e responsabilidades. 12. Doenças profissionais: conceito, cau- Editora Revinter Ltda. Reimpressão, 2004
sas, aspectos legais, registro e medidas preventivas. 13. Princípi- SAAD, Mario J.A; MACIEL, Rui M.B. e MENDONÇA, Berenice B..
os básicos da identificação, avaliação e controle dos agentes Endocrinologia. São Paulo: Atheneu, 2007
físicos das doenças profissionais: ruído, calor, radiações ionizantes
e não-ionizantes, pressões anormais, vibrações, etc. 14. Princípi- VILAR, Lúcio. Endocrinologia Clínica. 3ª ed. Rio de de Janeiro:
os básicos da identificação, avaliação e controle dos agentes MEDSI/Guanabara Koogan, 2006
químicos das doenças profissionais: gases, vapores, aerodispe-
MÉDICO – ENDOSCOPISTA (Conhecimentos Específico)
róides, metais tóxicos e poeiras orgânicas e minerais. 15. Princípi-
os básicos, identificação, avaliação e controle dos agentes bioló- Anatomia e fisiologia do sistema digestório. Limpeza e desinfecção
gicos das doenças profissionais. 16. Fisiopatololgia: diagnóstico, do endoscópio e material auxiliar. Indicações e contra-indicações
tratamento e prevenção das doenças profissionais causadas por para a endoscopia digestiva alta. Sedação do paciente. Ingestão de
agentes físicos, químicos e biológicos. 17. Ambientes e condições agentes corrosivos. Uso de corantes em endoscopia digestiva alta.
do Município de Rio das Ostras

insalubres: aspectos legais, limites de tolerância, avaliações Hemorragia digestiva alta varicosa e não-varicosa. Corpo estranho
ambientais quantitativas e qualitativas, enquadramento etc. 18. no tubo digestivo. Passagem de sondas para alimentação. Estenoses
Higienes dos ambientes de trabalho e instalações acessórias (sa- do esôfago e seu tratamento endoscópico. Doença do refluxo
nitários, vestiários, refeitórios, etc.). 19. Processos de Trabalhos gastroesofágico e esôfago de Barrett. Esofagites específicas. Va-
mais comuns nos meios industriais: pintura, soldagem, galvanoplas- rizes esôfago-gástricas. Síndrome de Mallory-Weiss e de Boerhaave.
tia, usinagem de metais, operações de fundição, limpezas ácidas Megaesôfago. Tumores benignos do esôfago. Carcinoma precoce
e alcalinas de metais, processamento de produtos químicos etc. e avançado do esôfago e cárdia. Gastrites, gastropatias e
20. Agrotóxicos: principais grupos, mecanismo tóxicos, riscos ao Helicobacter pylori. Úlcera cloridropéptica. Tumores benignos do
trabalhador e à população, prevenção e tratamento das intoxica- estômago e duodeno. Linfoma MALT. Neoplasia gástrica precoce e
ções agudas. 21. Controle médico de grupos de trabalhadores avançada. Polipectomia e ressecção endoscópica. Gastrostomia
especiais (menores, deficientes, portadores de doenças crôni- endoscópica. Endoscopia na AIDS. Diarréias Crônicas. Pólipos de
cas etc.). 22. a fadiga profissional: fisiopatologia e medidas de cólon e polipectomias. Rastreamento e vigilância no câncer colorretal.
prevenção. 23. Câncer ocupacional: classificação dos Câncer colorretal precoce e avançado. Doença diverticular dos
FURJ

carcinógenos, mecanismos, principais substâncias e processos


Realização

cólons. Doenças Inflamatórias Intestinais. Colites específicas.


de trabalho que implicam em carinogencidade potencial. 24. Con- Colopatias isquêmicas. Angiodispla-sias do cólon. Estenoses de
ceito de biossegurança em laboratórios e hospitais. cólon e tratamento. Hemorragia digestiva baixa.
(NÍVEL SUPERIOR)

Sugestões Bibliográficas Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 10 de 23 de


janeiro de 2004
24
DIMARINO, Anthony J. Sleisenger & Fordtran’s Gastrointestinal
And Liver Disease, Review And Assessment. 8th Edition, Elsevier Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 115, de 10 de
2007. maio de 2004

Manual do Candidato
GED. Gastroenterologia Endoscopia. Revista oficial da SOBED, Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 129, de 24 de
FBG e SBH; maio de 2004
SAKAI P, ISHIOKA S, Filho FM. Tratado de Endoscopia Digestiva Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 153, de 14 de
Diagnóstica e Terapêutica - Intestino Delgado, Cólon e Reto. junho de 2004
Volume IV. São Paulo: Atheneu 2008.
MÉDICO – HOMEOPATA (Conhecimentos Específicos)
SAKAI P, ISHIOKA S, Filho FM. Tratado de Endoscopia Digestiva
Diagnóstica e Terapêutica – Esôfago. Volume I. São Paulo: Atheneu I - FILOSOFIA HOMEOPÁTICA: Vida e Obra de Samuel Hahnemann;
1999. Historia da Homeopatia; Princípios e Fundamentos da Homeopatia;
Saúde e enfermidade; Patogenesias; Organon; Doenças agudas
SAKAI P, ISHIOKA S, Filho FM. Tratado de Endoscopia Digestiva
e crônicas; Miasmas – Diáteses homeopáticas; Mecanismos de
Diagnóstica e Terapêutica - Estômago e duodeno. Volume II. São
cura; Supressão e metástases mórbidas. II - SEMIOLOGIA HOME-
Paulo: Atheneu 2001.
OPÁTICA: Conceituação de sintomas; Anamnese e semiotécnica
SILVERSTEIN, Tytgat. Endoscopia Gastrointestinal. 3. ed. Revinter homeopática; Estudo e classificação dos sinais e sintomas;
1998. Biotipologia, tipo sensível e constituições. III - MATÉRIA MÉDICA
SOBED. Endoscopia Digestiva: Diagnóstica e Terapêutica. 1. ed. HOMEOPÁTICA: Fontes da matéria médica; Estudo clínico/dinâmi-
Revinter 2005; co dos medicamentos; Matéria médica integrada à clínica;
Policrestos, pequenos medicamentos e bioterápicos. IV - REPER-
2º Cosenso Brasileiro sobre H. pylori - 2004;
TÓRIO: Definição e história dos repertórios; Fundamentos filosófi-
MÉDICO – GERIATRA (Conhecimentos Específicos) cos e planos de construção dos principais repertórios; Utilidade e
limites. V - CLÍNICA HOMEOPÁTICA: Diagnósticos e prognósticos
Epidemiologia geriátrica. Biologia do envelhecimento. Fisiologia do homeopáticos; Critérios para seleção do medicamento; Prescri-
envelhecimento. Promoção da saúde. Prevenção de doenças. A ção homeopática; Conduta nas agravações; Observações
avaliação geriátrica ampla. Farmacologia e iatrogenia. Quedas. prognósti-cas; Conduta nos casos clínicos agudos, crônicos e
Fragilidade. Síndrome da imobilidade. Úlceras de pressão . Incon- intercorrên-cias. VI - TERAPÊUTICA HOMEOPÁTICA: Aplicação da
tinência urinária. Delirium. Depressão. Demências. Doença de homeopatia na Angiologia, Cardiologia, Cirurgia, Dermatologia, DIP,
Parkinson. Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca. Doença ar- Endocrinolo-gia, Fisiatria, Gastroenterologia, Geriatria, Ginecolo-
terial coronariana. Fibrilação atrial crônica. Síncope. Pneumonias. gia, Imunologia, Nefrologia, Neurologia, Obstetrícia, Oncologia, Of-
Constipação intestinal. Osteoporose. Cuidados paliativos. talmologia, Otorrinolaringologia, Oncologia, Ortopedia, Pediatria,
Sugestões Biliográfricas Pneumologia, Psiquiatria, Reumatologia, Traumatologia, Urologia.
FREITAS, Elizabete Viana de et al. Tratado de Geriatria e Sugestões Bibliográficas
Gerontologia. Ed Guanabara Koogan. 2006 BOERICKE, Willian O. Manual de Matéria Médica. Trad. Álvaro
MINISTÉRIO DA SAÚDE Cadernos de atenção básica - Envelheci- Mesquita. 9. ed. São Paulo: Robe Editorial, 2003.
mento e Saúde da Pessoa Idosa.. 2006 CORNILLOT, Pierre. Tratado de Homeopatia. Trad. Jeni Wolf. Porto
PAPALÉO. Geriatria: Fundamentos, Clínica e Terapêutica. Ed Alegre: Editora Artmed, 2005.
Atheneu. 2005 FILHO, A. R. Repertório de Homeopatia. São Paulo: Editora
MÉDICO – GINECOLOGISTA OBSTETRA E GINECOLOGISTA OBS- Organon, 2005.
TETRA II (Conhecimentos Específicos) KOSSAK-ROMANACH, A. Homeopatia em 1000 Conceitos.
Anatomia/Embriologia do Aparelho Genital Feminino e Mamas. Pro- SãoPaulo: 3. ed. Editora Elcid, 2003.
cessos Inflamatórios Genitais. Endocrinologia Ginecológica/ PUSTIGLIONE, M. O Moderno Organon da Arte de Curar de Samuel
Intersexo. Ginecologia Geral/Endometriose. Distopias/Urogineco- Hahnemann. 2. ed. Typus Editora. São Paulo. 2004
logia. Climatério. Infertilidade. Planejamento Familiar. Oncologia Gi-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


VOISIN, H. Terapêutica e Repertório Homeopático do Clínico. 2.
necológica. Patologias Mamárias Benignas e Malignas. Cirurgia ed. São Paulo: Organização Andrei Ed., 1982.
Ginecológica.
Sugestões Bibliográficas MÉDICO – INFECTOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
Tratado de Ginecologia da Febrasgo. 2001. Editora Revinter. 1. Epidemiologia das doenças infecciosas. Mecanismos de Trans-
Tratado de Ginecologia. Novak. 2005. Editora Guanabara-Koogan missão. Reservatórios. Veículos e Vetores. Incidência, prevalência
ou probabilidade pré-teste. Morbidade, mortalidade, letalidade, gra-
MÉDICO – HEMOTERAPEUTA (Conhecimentos Específicos) vidade. Vigilância Epidemiológica. Fatores determinantes d endemia
Captação e triagem de doadores de sangue. Doação de sangue: e epidemias. Medidas de controle. 2. Mecanismos de agressão e
homóloga, autóloga, aférese. Preparo, armazenamento e trans- defesa nas doenças infecciosas. Imunologia das doenças infec-
porte de hemocomponentes. Hemoderivados. Princípios de ciosas. 3. Solicitação e interpretação de exames complementa-
do Município de Rio das Ostras

Imunologia e Genética. Grupos Sangüíneos. Seleção Pré- res. Microbiologia clínica. Imunodiagnóstico. Métodos moleculares.
transfusional. Procedimentos Técnicos em Imunoematologia. Do- Testes de sensibilidade aos antimicrobianos. Cálculo de sensibili-
enças Transmissíveis pelo Sangue. Prática Transfusional. Aférese dade, especificidade, valor preditivo ou probabilidade pós-teste.
Terapêutica. Doença Hemolítica do Recém Nascido. Células 4. Manifestações clínicas das doenças infecciosas. Diagnóstico
Progenitoras Hematopoéticas . Controle de Qualidade em diferencial. Síndrome febril. Febre de origem obscura. 5. Trata-
Hemoterapia. Sistema da Qualidade em Hemoterapia, mento das doenças infecciosas. Antibióticos e quimioterápicos
antiinfecciosos. Classificação. Mecanismo de ação. Resistência.
Sugestões Bibliográficas Efeitos colaterais. Princípios gerais de uso. Associações. Empre-
Technical Manual AABB (Associação Americana de Bancos de go em situações especiais. Uso profilático. 6. Infecções causa-
Sangue) – 15. ed., 2005 das por vírus. Viroses respiratórias. Viroses exantemáticas. Rai-
Hemoterapia: Fundamentos e Prática – Jose Orlando Bordin, Dante va. Caxumba. Infecções pelos Hepersviridade. Dengue. Febre
Mario Langhi Junior, Dimas Covas Tadeu 1. ed., 2007. amarela. Retroviroses. Hepatites virais. 7. Infecções causadas
por bactérias. Estreptococcias. Estafilococcias. Febre tifóide.
Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 149 de 14 de Leptospirose. Tuberculose. Infecções por micobactérias atípicas.
FURJ

agosto de 2001
Realização

Infecções por Chlamydia spp. Infecções por Mycoplasma spp.


Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) ANVISA nº 23 de 24 de Riquetsisoes e infecções por agentes relacionados às riquétsias.
janeiro de 2002 Sepse. Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica. Endocardites.
(NÍVEL SUPERIOR)

Meningoencefalites e supurações intracranianas. Infecção urinária.


Pneumonia, abscesso pulmonar e derrame pleural. 8. Infecções
LUMIS66E64764PTBRIE.htm.
25
PEREIRA, M.G. Epidemiologia, Teoria e Prática. Rio de Janeiro:
causadas por fungos. Paracoccidioidomicose. Criptococose. Guanabara Koogan, 1995.
Histoplasmose. Candidíase. Pneumocistose. 9. Infecções causa-
das por protozoários. Malária. Doença de Chagas. Toxoplasmose. REY, L. Parasistologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

Manual do Candidato
Leishmanioses. Enteroprotozooses. Babesiose. 10. Infecções 1991.
causadas por helmintos. Esquistossomose mansônica. Geo- SCHECHTER, M. e RACHID, M. Manual de HIV/AIDs. 8. ed. Rio de
helmintíases. Teníases e cisticercose. Filarioses. Larva migrans Janeiro: Revinter, 2005.
cutânea e visceral. 11. Toxi-infecções. Tétano. Botulismo. Difteria.
TAVARES, W. e MARINHO, L. A. C. Rotinas de Tratamento das
Cólera. Toxi-infecções alimentares. 12. Infecções sexualmente Doenças Infecciosas e Parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.
transmissíveis. 13. Infecções transfusionais. 14. Síndrome de
imunodeficiência adquirida. Infecções no hospedeiro imunocompro- TAVARES, W. Manual de Antibióticos e Quimioterápicos
metido. 15. Síndrome de monucleose infecciosa. 16. Diarréias in- Antiinfecciosos. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
fecciosas. 17. Infecções e trauma. Mordeduras de animais e aci-
dentes causados por animais peçonhentos. Complicações infec- MÉDICO – INTENSIVISTA II (Conhecimentos Específicos)
ciosas das queimaduras. Conduta antiinfecciosa em vítimas de Parada cardiorrespiratória. Insuficiência respiratória, Ventilação
abuso sexual. 18. Infecções hospitalares. Complicações infeccio- pulmonar mecânica. Síndrome da angústia respiratória aguda.
sas do tratamento médico. 19. Urgências dm doenças infeccio- Obstrução de vias aéreas superiores e inferiores. Choque. Insu-
sas. 20. Profilaxia das doenças infecciosas. Isolamento. Quaren- ficiência cardíaca. Arritmias cardíacas. Síndrome hipóxico-
tena. Imunizações. Quimioprofilaxia. Aconselhamento de viajan- isquêmica. Diagnóstico diferencial dos comas. Síndromes
tes. 21. Normas de biossegurança. Cuidados universais com ma- convulsivas. Síndromes sépticas. Meningites e encefalites. Dis-
teriais biológicos. Conduta nos acidentes perfuro-cortantes. Imu- túrbios metabólicos e hidroeletrolíticos. Cetoacidose diabética. In-
nizações em médicos e profissionais de saúde. suficiência hepática aguda. Grande queimadura. Intoxicações
Sugestões Bibliográficas exógenas agudas. Falências de múltiplos órgãos e sistemas. Su-
CENEPI/FUNASA. Normas Técnicas de Tratamento Profilático porte nutricional no paciente gravemente enferemo. Morte
Anti-Rábico Humano. Brasília 2002. Poder ser obtido em: encefálica e doação de órgãos. Monitoraçkão intensiva. Bioética
http://www.saude.pr.gov.br/ftp/Saudeambiental/ em UTI. Farmacologia em UTI. Exames subsidiários em UTI. Proce-
NORMA_TECNICA_DA_RAIVA_%202002.doc. dimentos em Medicina Intensiva. Síndromes hemorrágicas. Emer-
gências hipertensivas.Antibioticoterapia. Trombose venosa pro-
COURA, J. R.l Dinâmica das Doenças Infecciosas e Parasitárias.
funda. Tromboembolismo pulmonar.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Sugestões Bibliográficas
COUTO. R. C.; PEDROSA, T. M. G. e NOGUEIRA, J. M. Infecção
Hsospitalar e outras complicações não infecciosas da doença. AEHLERT, Bárbara. ACLSA (Advanced Cardiac Life Support). Rio
Epidemiologia, controle e tratamento. 3. ed. Rio de Janeiro: Medsi, de Janeiro: Eisevier, 2007.
2003. AMIB. Série Clínicas Brasileiras de Medicina Intensiva. Editora
KASPER, D.L.; BRAUNWALD, E.; FAUCI, A. S.; HAUSER, S. L.; Atheneu: São Paulo. Vols. de 01 a 10.
LONGO, D. L. e JAMENSON, J. L. Harrison’s Principles of Internal BONGARD, F.S. e SUE, D. Y. Current Critical Care Diagnosis &
Medicine. 16. ed. New York: McGraw-Hill, 2004. Treatmente. Norwalk Longe, 2002.
MANDELL, G. L.; BENNETT, J. E. & DOLIN, R. Mandell, Douglas and DAVID, Cid Marcos. Medicina Intensiva. Ambi, 2004.
Bennett’s Principles and Practice of Infectious Diseases. 6. ed.
DAVID, Cid Marcos. Medicina Intensiva. Editora Revinter: Rio de
Philadelphia: Elsevier-Churchill-Livingstone, 2005.
Janeiro, 2003.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Coorde-
GEEN, G. B.; HARRIS, I. S.; LINS, G. A. e MOYLAN, K. C. The
nação Nacional de DST e AIDS. Recomendações para Profilaxia
da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Anti-Retroviral em Washington Manual. Manual de Terapêutica Clínica. 31. ed. Rio
Gestantes – 2006. Pode ser obtido em http://www.aids.gov.br/ de Janeiro: Guanabara Kooganh, 2005.
data/Pages/LUMISFB7D5720PTBRIE.htm. GOLDAMN, OL.; BENNET, J. C. e CECIL. Tratado de Medicina Inter-
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. na. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Coordeenação Nacional de DST e AIDs. Recomendações para JOHN, J. Marini e ARTHUR, P. Wheeler. Terapia Intensiva: o essen-
Terapia Anti-Retroviral em Adultos e Adolescentes Infectados cial. 2. ed. Manole, 1999.
pelo HIV – 2006. . Pode ser obtido em http://www.aids.gov.br/ KNOBEL, Elias. Conduta no paciente grave. Vol. 2. 3. ed. São
data/Pages/LUMISFB7D5720PTBRIE.htm. Paulo: Atheneu, 2006.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. PEDROSO, Erp Oliveira e RG, Blackbook. Clínica Médica. Belo
Coordeenação Nacional de DST e AIDs. Recomendações para Horizonte: Blackbook, 2007.
Terapia Anti-Retroviral em Crianças Infectados pelo HIV – 2006.
. Pode ser obtido em http://www.aids.gov.br/data/Pages/
LUMISFB7D5720PTBRIE.htm. MÉDICO – NEFROLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde, Pro- Elementos Anatômicos e Funcionais do Rim. Distúrbios Hidro-
grama Nacional de DST e AIDS. Manual de Controle das Doenças eletrolíticos e Ácido-Base. Avaliação Clínica e Laboratorial da Fun-
do Município de Rio das Ostras

Sexualmente Transmissíveis. 4. ed. Brasília, 2006. Poder ser ob- ção Renal. Métodos Diagnósticos por Imagem e Radioisótopos das
tido em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/aids/nov_pub.html. Nefropatias. Exame Histopatológico – Biópsia Renal. Insuficiência
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manu- Renal Aguda. Insuficiência Renal Crônica. Síndrome Nefrótica.
al de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Síndrome Urêmica. Glomerulonefrites Primárias E Secundárias.
Peçonhentos. 2. ed. Revisada. Brasília, outubro 2001. Pode ser Nefrites Túbulo-Intersticiais. Vasculites e Rim. Nefrolitíase. Infec-
obtido em: ção do Trato Urinário. Uropatia Obstrutiva. Rim e Doenças
Sistêmicas. Nefropatia Hipertensiva. Nefropatia Diabética. Rim e
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1133.
Doenças Tropicais. Distúrbios Renais No Ciclo Grávido-Puerperal.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manu- Rim e Doenças Congênitas e Hereditárias. Rim e Drogas. Tumores
al de Terapêutica da malária. 6. ed. Revisada. Brasília, dezembro Renais. Manuseio Clínico do Paciente com Insuficiência Renal. Tra-
de 2001. Pode ser obtido em: http://portal.saude.gov.br/portal / tamentos de Substituição da Função Renal. Elementos Clínico-
saude/area.cfm?id_area=1133. Epidemiológicos das Doenças do Rim.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. secretaria de Atenção à Saúde. Departa- Sugestões Bibliográficas
mento de Ações Programáticas Estratégicas. Norma técnica: pre-
FURJ

NATIONAL KIDNEY FOUNDATION. http://www.kidney.org


Realização

venção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual


contra mulheres e adolescentes. Brasília, 2005. Pode ser obtido RIELLA, Miguel Carlos Princípios de Nefrologia e Distúrbios
em: http://www.aids.gov.br/data/Pages/ Hidroeletrolíticos . 4. ed. 2003. Guanabara Koogan.
(NÍVEL SUPERIOR)

THE KIDNEY. Brenner & Rector, 7. ed., 2004. W B Saunders.


US RENAL DATA SYSTEM. http://www.usrds.org
niana. Cefaléias primárias. Miopatias e doenças de placa motora.
Neuropatias periféricas. Ataxias agudas. Infecções congênitas.
26
Coréia de Sydenham. Doenças degenerativas. Doenças
MÉDICO – NEONATOLOGISTA II (Conhecimentos Específicos) desmielinizantes. Comas. Traumatismo cranioencefálico e
raquimedular.Acidente Vascular Cerebral.

Manual do Candidato
Aleitamento Materno. Anemias. Asfixia Perinatal. Assistência
Respiratória. Atendimento ao Recém-Nascido em Sala de Parto. Sugestões Bibliográficas
Cardiopatias Congênitas Convulsões. Distúrbios Metabólicos.
NELSON. Textbook of Pediatrics. 16. ed.
Exame Físico do Recém-Nascido Hiperbilirrubinemia. Infecções
Congênitas. Insuficiência Respiratória. Interferência de Fatores SWAIMAN, Kenneth F. Pediatric Neurology. 3th ed.
Pré-Natais. Patologias Cirúrgicas. Policitemia. Prematuridade. Pro-
blemas Respiratórios. Sepse. MÉDICO – OFTALMOLOGISTA E OFTALMOLOGISTA II (Co-
Sugestões Bibliográficas nhecimentos Específicos)
KOPELMAN, Benjamin I. e Colaboradores. Diagnóstico e Trata- Embriologia. Anatomia, fisiologia e patologia da órbita. Anatomia,
mento em Neonatologia. Editora Atheneu. fisiologia e patologia das pálpebras. Anatomia, fisiologia e patolo-
Sociedade Brasileira de Pediatria. Programa de Reanimação gia das vias lacrimais. Anatomia, fisiologia e patologia da muscula-
Neonatal. 2006. tura extrínseca. Anatomia, fisiologia e patologia da conjuntiva. Ana-
tomia, fisiologia e patologia da esclera. Anatomia, fisiologia e pato-
MÉDICO – NEUROCIRURGIÃO E NEUROCIRURGIÃO II (Conhe- logia da córnea. Anatomia, fisiologia e patologia da úvea. Anato-
cimentos Específicos) mia, fisiologia e patologia do cristalino. Anatomia, fisiologia e pato-
Anatomia do sistema nervoso central e periférico. Tumores cere- logia da retina. Anatomia, fisiologia e patologia do vítreo. Anatomia,
brais e Tumores da coluna vertebral. Traumatismo cranio encefalico fisiologia e patologia do disco óptico. Anatomia, fisiologia e patolo-
e raquimedular. Patologias traumaticas, degenerativas e congenitas gia das vias ópticas. Refração ocular. Lentes de contato. Glaucoma.
da coluna vertebral. Patologias vasculares do sistema nervoso Urgências. Neuroftalmologia. Tumores oculares. Oftalmopediatria.
central. Patologias compressivas, traumaticas e tumorais do sis- Manifestações oculares das doenças sistêmicas. Terapêutica
tema nervoso periférico. Patologias congenitas do Sistema nervo- médica. Cirurgia em oftalmologia. Exame ocular: técnicas e testes
so central. Patologias obstrutivas e nao obstrutivas do LCR. diagnósticos. Exames complementares em oftalmologia.
Sindromes de hipertensao Intracraniana. Epidemiologia em oftalmologia. Prevenção da cegueira.
Sugestões Bibliográficas Sugestões Bibliográficas
Youmans Neurological Surgery, 5th Edition by H. Richard Winn
ALVES, Aderbal A. Refração. Editora Cultura Médica.
(Editor), Julian R. Youmans (Editor)
KANSKI, Jack J. Clinical Ophtalmology.
Principles of Neurosurgery by Setti Rengachary (Editor), Richard
Ellenbogen (Editor) NEWELL, Frank. Ophthalmology – Principles and Concepts. Mosby.
1. ed. 2006 TASMAN, William & JAEGER, Edward A. Duane’s Ophthalmology.
Lippincot Williams and Wilkins.
MÉDICO – NEUROLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
Coleção de Manuais Básicos do Conselho Brasileiro de Oftal-
Semiologia neurológica. Neuropatologia básica. Genética e siste- mologia. Vários autores. Editora Cultura Médica.
ma nervoso. Demências e transtornos cognitivos: investigação,
diagnóstico e tratamento. Comas. Distúrbios do movimento: Doen- Títulos
ça de Parkinson, distonias, discinesias, tremores - investigação, Anatomia Patológica Ocular. Cirurgia refrativa. Cristalino e catara-
diagnóstico e tratamento . Sono e suas patologias: investigação, ta. Doenças externas oculares e córnea, vols. 1 e 2. Estrabismo.
diagnóstico, diagnóstico diferencial e tratamento. Patologias Glaucoma. Inflamações oculares. Uveítes e AIDS. Lentes de con-
vasculares do sistema nervoso: acidentes vasculares cerebrais tato. Neuro-oftalmologia, vols. 1 e 2. Óptica e refração ocular.
isquêmicos, acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos, he- Órbita. Plástica. Repercussões oculares das moléstias gerais.
morragia sub-aracnóide, vasculites: investigação e diagnóstico. Retina e vítreo. Tumores oculares. Visão subnormal.
Doenças desmielinizantes. Doenças degenerativas. Doenças das

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


raízes e nervos periféricos. Doenças dos músculos e da placa MÉDICO – ORTOPEDISTA E ORTOPEDISTA II (Conhecimen-
neuromuscular, crise miastênica e crise colinérgica. Doenças in-
tos Específicos)
fecciosas e parasitárias: meningites e encefalites, Síndrome da
imunodeficiência adquirida: investigação, diagnóstico e tratamen- Traumatologia – Lesões traumáticas do membro superior, le-
to, medidas preventivas. Doenças tóxicas e metabólicas. Epilepsi- sões traumáticas do membro inferior, lesões traumáticas da bacia,
as: classificação, investigação, diagnóstico e tratamento, drogas lesões traumáticas da coluna vertebral. Ortopedia – Afecções
anti-epiléticas. Neurologia do trauma. Tumores do sistema nervo- osteoarticulares da coluna vertebral, afecções osteoarticulares
so. Indicações e interpretação de: eletroencefalograma, punção e da cintura escapular e membro superior, afecções osteoarticulares
líquidocefalorraqueano, neuro-imagem (radiografia simples, da bacia e membro inferior, doenças osteometabólicas, infecções
ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância mag- osteoarticulares, lesões pseudotumorais e tumorais ósseos
nética convencional, potenciais evocados). Dor: investigação, di- beningnos e malignos.
agnóstico e tratamento. Cefaléias: classificação, diagnóstico e
do Município de Rio das Ostras

tratamento. Morte encefálica: diagnóstico e conduta. Sugestões Bibliográficas


Sugestões Bibliográficas A. Charles e ROCKWOOD JR. Fraturas em Adultos. Vols. 1 e 2. 3.
ed. Editora Manole Ltda: São Paulo, 1993.
Harrinson - Principles of internal Medicine. 16. ed.
Victor M, Ropper AH – Adams and Victor’s Principles of neurology A. Charles e ROCKWOOD JR. Fraturas em Crianças. Vols. 1 e 2.
7th edition. MacGraw-Hill, New York, 2001 3. ed. Editora Manoel Ltda: São Paulo, 1993
CAMPBELL. Cirurgia Ortopedia. Vols. 1 a 4. 10. ed. Editora Manole
MÉDICO – NEUROPEDIATRA (Conhecimentos Específicos) Ltda: São Paulo, 2007.
Exame neurológico na pediatria. Neurologia neonatal. Na faixa etária FILHO, Tarcísio E. P. de Barros e LECH, Osvandré. Exame Físico
pediátrica: meningites e encefalites. Epilepsias e distúrbios em Ortopedia.l Editora Sarvier: São Paulo, 2001.
paroxísticos de natureza não epiléptica. Malformações SNC. Dis-
HERBERT, Sizínio e XAVIER, Renato. Ortopedia e Traumatologia –
túrbios do desenvolvimento da linguagem. Paralisia cerebral. Re-
Princípios e Prática. 3. ed. Artmed Editora: Porto Alegre, 2003.
tardo mental. Cromossomonopatias de interesse neurológico.
FURJ
Realização

Neuroectodermoses. Tumores de sistema nervoso. Distúrbios do HOPPENFELD, Stanley e DE BÔER, Piet. Vias de Acesso em Cirur-
sono. Distúrbios do comportamento. Distúrbios do aprendizado gia Ortopédica – Uma abordagem anatômica. 2. ed. Editora
escolar. Transtorno de déficit de atenção. Hipertensão intracra- Manole: São Paulo, 2001.
(NÍVEL SUPERIOR)

MÉDICO – OTORRINOLARINGOLOGISTA E OTORRINOLARIN-


GOLOGISTA II (Conhecimentos Específicos)
reidratação oral. Doenças inflamatórias intestinais. Doença péptica.
Constipação intestinal. Enteroparasioses. Hepatites. Distúrbios
27
Orelhas – Anatomia e fisiologia do aparelho da audição. nutricionais (obesidade, bulemia e anorexia nervosa). Convulsões.
Embriologia. Otopatias externas agudas e crônicas: diagnóstico, Cefaléias. Depressão. Uso e abuso de substâncias psicoativas.
Prevenção de acidentes na infância. Violência contra a criança e

Manual do Candidato
tratamento e suas complicações. Otopatias médias agudas e crô-
nicas: diagnóstico, tratamento e suas complicações. Labirintopatias: o adolescente. Insuficiência cardíaca. Hipertensão arrterial. Do-
diagnóstico, tratamento e suas complicações. Anomalias congêni- enças reumáticas na infância e na adolescência. Doenças
tas do aparelho auditivo. Paralisia facial otogênica: diagnóstico e exantemáticas. Meningoencefalite. Dengue. DST/AIDS. Emergên-
tratamento. Disacusias de condução, mista e neurossensorial, cias endócrinas. Dislipedemias. Distúrbios menstruais. Afecções
trauma acústico, barotrauma do ouvido médio, barotrauma sinusal, genito-urinárias (ITU: enurese noturna; varicocele; hidrocele;
surdez súbita, prevenção e reabilitação da surdez, cirurgia ORL. espermatocele; tumores). Nefrites. Nefroses.
Tumores otológicos: diagnóstico e tratamento. Exames audiológicos Sugesõtes Bibliográficas
e otoneurológicos. Exames radiológicos. Nariz e Seios BERHRAM, KLEIGMAN & JENSON. Nelson: Tratado de Pediatria.
Paranasais – Anatomia e fisiologia do nariz e dos seios paranasais. Editora Elsevier: Rio de Janeiro. Tradução da 17. ed. 2005.
Embriologia. Rinites agudas e crônicas: diagnóstico e tratamento.
BRASIL. Ministério da Saúde. Programas de Ações Básicas de
Epístaxe: diagnóstico e tratamento. Corpos estranhos nasais: di-
agnóstico e tratamento. Tumores nasais e paranasais: diagnósti- Saúde. www.saude.gov.br.
co e tratamento. Sinusites agudas e crônicas e suas complica- COATES, V.; BENZOS, G.W. e FRANCOSO, L. A. Medicina do
ções: diagnóstico e tratamento. Exames radiológicos. Faringe e Adolescente. Editora Savier: São Paulo. 2. ed. 2003.
Tonsilas – Anatomia e fisiologia da faringe e das tonsilas.
Embriologia. Faringoamig-dalites agudas e crônicas: diagnóstico, MÉDICO – PNEUMOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
tratamento e suas complicações. Tumores da faringe e das tonsilas: Anatomia do aparelho respiratório. Fisiologia do aparelho
diagnóstico e tratamento. Síndrome da apnéia do sono: diagnósti- respiratório.Mecanismos de defesa pulmonar. Radiologia convenci-
co e tratamento. Roncos: diagnóstico e tratamento. Refluxo onal. Tomografia computadorizada. Ultra-sonografia. Ressonância
gastroesofágico: diagnóstico e tratamento. Doenças agudas e magnética. Cintilografia. Broncografia. Broncoscopia rígida.
crônicas da cavidade oral. Glândulas Salivares – Anatomia e Broncoscopia flexível. Toracocentese e biópsia pleural. Punções.
fisiologia das glândulas salivares. Embriologia. Sialoadenites agu- Biópsias. Diagnóstico clínico. Diagnóstico funcional. Diagnóstico bac-
das e crônicas: diagnóstico e tratamento. Sialolitíases: diagnósti- teriológico. Diagnóstico citológico. Diagnóstico imunológico.
co e tratamento. Exames radiológicos. Sistema Laringo-Traquela Hemoptise. Tuberculose pulmonar. Tuberculose extrapulmonar.
– Anatomia e fisiologia do sistema laringo-traqueal. Embriologia. Microbactérias atípicas. Pneumonias. Pneumopatias nas
Anomalias congênitas da laringe. Laringo-taqueítes agudas e crô- protozooses e helmintíases. Síndromes pulmonares eosinofílicas.
nicas: diagnóstico, tratamento e suas complicações. Tumores Micoses pulmonares. Doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
laríngeos. Paralisias laríngeas: diagnóstico e tratamento. Doenças Asma. Abscesso pulmonar. Bronquiectasias. Mucoviscidose.
da traquéia e brônquios: diagnóstico e tratamento. Traqueostomia: Pneumopatias na AIDS e nos imunocomprometidos em geral. Tumo-
técnica e indicações. Traumatismo em Otorrinolaringologia res broncopulmonares. Tumores da pleura e da parede torácica.
– Orelhas, nariz, seios paranasais, faringe e laringe. Pleura. Pneumotórax. Manifestações pulmonares das doenças
Sugestões Bibliográficas sistêmicas. Doenças respiratórias ocupacionais. Infiltrações pul-
monares difusas. Sarcoidose. Cor pulmonale. Hipertensão pulmo-
BENJAMIN, Bruce. Cirurgia Endolaríngea. Editora Revinter : Rio
nar primária. Insuficiência respiratória aguda e crônica. Síndrome
de Janeiro, 2000.
da angústia respiratória do adulto. Proteinose alveolar. Malformações
HUNGRIA, H. Otorrinolaringologia. Rio de Janeiro : Guanabara congênitas. Doenças do diafragma. Pneumopatias iatrogênicas.
Koogan, 1994. Traumatismo torácico. Doenças do mediastino. Tabagismo.
LOPES FILHO, O. et al. Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo Sugestões Bibliográficas
: Rocca, 1994. CAPONE, D; MOGAMI, R e MIYAGUI, T. Tomografia computadorizada
TRATADO de Otorrinolaringologia da Sociedade Brasileira de de alta resolução nas doenças difusas pulmonares – correlação
Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial. São Paulo : Rocca, anatompatológica. Atheneu : São Paulo, 2003.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


2003. CONTROLE DA TUBERCULOSE – Uma proposta de integração
SEBASTIAN, G. Audiologia Prática. Rio de Janeiro : Enelivros, ensino-serviço. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saú-
1976. de. Centro de Referência Professor Hélio Fraga. Sociedade Brasi-
leira de Pneumologia e Tisiologia. Rio de Janeiro, 2002.
MÉDICO – PATOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
DIRETRIZES para Pneumonias Adquiridas na Comunidade em paci-
Patologias: cardiovascular; do sistema hemolinfopoético; entes imunocompetentes. Sociedade Brasileira de Pneumologia e
ostioarticular; pulmonar e das vias aéreas superiores; do apare- Tisiologia. SBPT, 2004.
lho digestivo; do fígado, vesícula biliar e pâncreas; renal e das PNEUMO-AIDS. Clínica – Radiologia – Patologia. Livraria e Editora
vias urinárias; do aparelho genital masulino; do aparelho genital Revinter : Rio de Janeiro, 2004.
feminino; mamária; endócrina; do sistema nervoso central e peri-
férico; placentária, fetal, da gravidez; otorrinolaringológica; dos TARANTINO, A. B. Doenças Pulmonares. 5. ed. Editora Guanabara
olhos e anexos; da pele. Koogan, 2002.
do Município de Rio das Ostras

Sugestões Bibliográficas III CONSENSO Brasileiro de Asma. Sociedade Brasileira de


Pneumologia e Tisiologia. SBPT, 2002.
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo Patologia. 7. ed. Editora
Guanabara Koogan, 2006. Vol. único. RADIOLOGIA e Diagnóstico por Imagem. Aparelho Respiratório.
Sociedade Brasileira de Radiologia. Livraria e Editora Rubio. Rio de
KUMAR, Venay; ABBAS, Abulak e FAUSTO, Nelson. Robbins e Janeiro, 2004.
Cotran Patologia – Bases Patológicas das Doenças. 7. ed. Elsevier
Editora Ltda., 2005. MÉDICO – PSIQUIATRA (Conhecimentos Específicos)
O campo da saúde mental: políticas, práticas e saberes. Princípios
MÉDICO – PEDIATRA E PEDIATRA II (Conhecimentos Especí- de epidemiologia e epidemiologia psiquiátrica. Organização
ficos) anatômica e funcional do sistema nervoso central. Neuropsicologia.
Afecções dermatológicas na infância e na adolescência. Cresci- História da Psiquiatria. Classificações em Psiquiatria. Diagnóstico
mento e desenvolvimentona criança e no adolescente. Alimenta- em Psiquiatria. Psicopatologia. Exame do paciente psiquiátrico.
ção da criança. Aspetos éticos noa atendimento do adolescente. Transtornos mentais orgânicos, incluindo sintomáticos. Transtor-
FURJ
Realização

Anemias. Asma brônquica. Infecções respiratórias agudas de vias nos mentais e do comportamento decorrentes do uso de substân-
aéreas e superiores e inferiores. Tuberculose pulmonar. Imuniza- cia psicoativa. Esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e deli-
ções. Desnutrição infantil. Desidrataão. Diarréias. Terapia de rantes. Transtornos do humor (afetivos). Transtornos neuróticos,
(NÍVEL SUPERIOR)

relacionados ao estresse e somatoformes. Síndromes comporta-


mentais associadas a perturbações fisiológicas e fatores físicos.
mes; lesões congênitas; urolitíase nefrocalcionosa; glomerulo-
nefrite crônica, pielonefrite crônica, pielonefrite xantogranulo-
28
Transtornos de personalidade e de comportamento em adultos. matosa; hipertensão renovascular; massas expansivas renais,
Retardo mental. Transtornos do desenvolvimento psicológico. cistos renais, hipernefroma; patologia vesical e prostática,
Transtornos emocionais e de comportamento com início usual- uretrocistografia, cistouretrografia miccional; radiologia em gine-

Manual do Candidato
mente ocorrendo na infância e adolescência. Psicogeriatria. cologia, histerossalpingografia, anomalias congênitas uterinas,
Psicofarmacologia e psicofarmacoterapia. Psicoterapias. Reabili- adenomiose, miomatose, câncer do endométrio, patologia tubária.
tação psicossocial. Tratamentos biológicos em Psiquiatria. Emer- Radiologia em Otorrinolaringologia – Radiologia da laringe;
gências psiquiátricas. Psiquiatria de ligação e interconsulta. Psi- radiologia dos seios da face; radiologia das mastóides; o osso
quiatria forense e ética médica. Assistência em saúde mental: temporal. Neurradiologia – Radiologia do crânio normal;
legislação, reestruturação e políticas públicas no Brasil. Direitos calcificações intracranianas normais e patológicas; lesões supra
civis dos doentes mentais. Reforma psiquiátrica no Brasil e no e infratentoriais; angiografia cerebral normal e patológica;
mundo. Legislação referente aos Centros de Atenção Psicossocial anielografia. Física dos Raios X – Produção de Raios X; circuito
(CAPS). básico de um aparelho de Raios X; propriedades dos Raios X;
Sugestões Bibliográficas efeitos biológicos das radiações; radiobiologia: meios de proteção
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual de Diagnóstico em radiologia; absorção dos Raios X; antidifusores; exames
e Estatística de Distúrbios Mentais 4 a ed. (DSM-IV). Tradução de intensificadores; filmes radiográficos; formação da imagem radio-
Dayse Batista. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul, 1994. lógica. Princípios da Tomografia computadorizada. Diagnóstico
CHALUB, M; ABDALLA-FILHO, E.; TABORDA J. G. V (eds). Psiqui- tomográfico das doenças do Sistema Nervoso Central. Diagnósti-
atria Forense. Porto Alegre: Artmed, 2004. co tomográfico das doenças da cabeça e do pescoço. Diagnósti-
co tomográfico das doenças torácicas. Diagnóstico tomográfico
JASPERS, K. Psicopatologia geral: psicologia compreensiva,
das patologias do abdome. Diagnóstico tomográfico das doenças
explicativa e fenomenologia. 2a ed. Tradução de Samuel Penna
do aparelho locomotor.
Reis. 2 vol. Rio de Janeiro: Livraria Ateneu. 1979.
Sugestões Bibliográficas
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Comprehensive Textbook of Psychiatry, vols 1 & 2. 8ª ed. de alta resolução nas doenças difusas pulmonares – correlação
Philadelphia, Pa: Lippincott Williams & Wilkins, 2005. anatompatológica. Atheneu : São Paulo, 2003.
LEGISLAÇÃO Federal, Estadual e Municipal referente à Saúde CAFFEY. Diagnóstico Radiológico em Pediatria.
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DOUGLAS, S. Katz; KEVIN, R. Math e STUART, A. Groskin. Segre-
MCHUGH, P. R.; SLAVNEY, P. R. The perspectives of psychiatry. dos em Radiologia.. Editora Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 2000.
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de los huesos.
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JOSEPH, K. T .Lee; STUART, S. Sagel e ROBERT, J. Stanley et all.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Classificação de Transtor-
Tomografia Computadorizada do Corpo em correlação com Res-
nos Mentais e de Comportamento da CID-10 – Descrições Clíni-
sonância Magnética.. Editora Guanabara-Koogan, 2001.
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Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1993. MARGULIS-Burhenne. Alimentary Tract Roentgemology.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS / ORGANIZAÇÃO MULLER, FRASER, COLMAN e PARE. Diagnóstico Radiológico
PANAMERICANA DA SAÚDE – OPAS. Relatório sobre a saúde no das Doenças do Tórax. Editora Guanabara-Koogan, 2003.
mundo 2001. Saúde mental: nova concepção, nova esperança. OSBORAN, Anne G. Diagnostic Neuroradiology.
Genebra, 2001. Tradução do Ministério da Saúde/Brasil (Coorde-
PAUL-JUHL. Interpretação Radiológica.
nação de Saúde Mental).

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


SANCHO, R. Blanco; R. Salador Monte. Esterelidade in Fertilidad
ROSENBAUM, J. F.; ARANA, G. W.; HYMAN, S. E.; LABBATE, L. A.;
FAVA, M. Handbook of Psychiatric Drug Therapy. 5th edition. Feminina.
Lippincott Williams & Wilkins, 2005. SUTTON. Textobook of Radiology.
TEPLICK, Haskin-Schment. Roentegenologic Diagnosis.
MÉDICO – RADIOLOGISTA E RADIOLOGISTA II (Conhecimen-
tos Específicos) MÉDICO – REUMATOLOGISTA (Conhecimentos Específicos)
Aparelho Osteoarticular – Displasias ósseas: infecção óssea Anatomia do aparelho respiratório. Fisiologia do aparelho respirató-
em geral, tuberculose, sífilis, sarcoidose; necrose asséptica; do- rio. Mecanismos de defesa pulmonar. Radiologia convencional.
enças articulares; artografia; tumores ósseos benignos; tumores
Tomografia computadorizada. Ultra-sonografia. Ressonância mag-
ósseos malignos; lesões pseudotumorais; esqueleto nas
nética. Cintilografia. Broncografia. Broncoscopia rígida. Broncosco-
hemopatias; o esqueleto nas doenças metabólicas e endócrinas;
pia flexível. Toracocentese e biópsia pleural. Punções. Biópsias.
do Município de Rio das Ostras

fraturas e luxações. O Tórax – Exame radiológico do tórax; pato-


Diagnóstico clínico. Diagnóstico funcional. Diagnóstico bacteriológi-
logia da parede torácica, diafragma e pleura; pneumonia alveolar e
intersticial, broncopneumonia, abscesso pulmonar, tuberculose co. Diagnóstico citológico. Diagnóstico imunológico. Hemoptise. Tu-
pulmonar, micoses pulmonares; doença pulmonar obstrutiva crô- berculose pulmonar. Tuberculose extrapulmonar. Microbactérias
nica; tumores do pulmão; doenças pulmonares por alteração da atípicas. Pneumonias. Pneumopatias nas protozooses e helmintíases.
atividade imunológica, pulmão hipersensível; edema pulmonar, Síndromes pulmonares eosinofílicas. Micoses pulmonares. Doen-
tromboembolismo pulmonar; pneumoconiose, pneumopatias ças pulmonares obstrutivas crônicas. Asma. Abscesso pulmonar.
ocupacionais; o tórax no pós-operatório; síndrome de angústia Bronquiectasias. Mucoviscidose. Pneumopatias na AIDS e nos
respiratoria do adulto; radiologia do mediastino; doenças pulmona- imunocomprometidos em geral. Tumores broncopulmonares. Tumo-
res de etiologia desconhecida. Sistema Cardiovascular – O res da pleura e da parede torácica. Pleura. Pneumotórax. Manifes-
coração normal, métodos de exames; radiologia da circulação tações pulmonares das doenças sistêmicas. Doenças respiratóri-
pulmonar; radiologia das cardiopatias congênitas; radiologia das as ocupacionais. Infiltrações pulmonares difusas. Sarcoidose. Cor
cardiopatias adquiridas; radiologia do pericárdio. Aparelho Di- pulmonale. Hipertensão pulmonar primária. Insuficiência respirató-
gestivo e Abdome – Radiologia do esôfago; radiologia do estô- ria aguda e crônica. Síndrome da angústia respiratória do adulto.
FURJ
Realização

mago e duodeno; radiologia do intestino delgado; radiologia do Proteinose alveolar. Malformações congênitas. Doenças do dia-
intestino grosso; radiologia das vias biliares e do pâncreas; o fragma. Pneumopatias iatrogênicas. Traumatismo torácico. Doen-
abdome agudo. Aparelho Genitourinário – Métodos de exa- ças do mediastino. Tabagismo.
(NÍVEL SUPERIOR)

Sugestões Bibliográficas BRASIL,MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Instruções para o Pre-


enchimento da Declaração de Nascido Vivo. 3. ed. Centro de
29
CAPONE, D; MOGAMI, R e MIYAGUI, T. Tomografia computadorizada
de alta resolução nas doenças difusas pulmonares – correlação Documentação do Ministério da Saúde : Brasília, 1999.
anatompatológica. Atheneu : São Paulo, 2003. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Instruções para o

Manual do Candidato
CONTROLE DA TUBERCULOSE – Uma proposta de integração Preenchimento da Declaração de Óbito. 3. ed. Centro de Docu-
ensino-serviço. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saú- mentação do Ministério da Saúde : Brasília, 1999.
de. Centro de Referência Professor Hélio Fraga. Sociedade Brasi- BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual para a Organização da
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Tisiologia. SBPT, 2004. Informação de atenção básica. Secretaria de Assistência a Saú-
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Revinter : Rio de Janeiro, 2004. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. A implantação da Unidade de
TARANTINO, A. B. Doenças Pulmonares. 5. ed. Editora Guanabara Saúde da Família. Brasília, DF: Ministério da Saúde; Secretária
Koogan, 2002. de Políticas de Saúde, Departamento de Atenção Básica, 2000.
III CONSENSO Brasileiro de Asma. Sociedade Brasileira de BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Atenção
Pneumologia e Tisiologia. SBPT, 2002. Básica. Guia Prático do Programa de Saúde da Família. Brasília,
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RADIOLOGIA e Diagnóstico por Imagem. Aparelho Respiratório.
Sociedade Brasileira de Radiologia. Livraria e Editora Rubio. Rio de BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. O Programa de Saúde da Fa-
Janeiro, 2004. mília e a atenção básica no Brasil. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2002.
MÉDICO – SANITARISTA (Conhecimentos Específicos) BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agenda de compromissos para
1 - Sistema Único de Saúde – SUS : Princípios, diretrizes e regula- a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade infantil.
mentação. Reforma Sanitária. Diretrizes do Pacto pela Saúde em Brasil. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2004.
2006 – Consolidação o Sistema Único de Saúde, publicado na CID-10. Classificação Estatística Internacional de Doenças e
Portaria/GM nº 399, de 22 de fevereiro de 2006; Diretrizes para a Problemas Relacionados à Saúde - 10a revisão. Centro Brasileiro
gestão do SUS: Descentralização; Regionalização; Financiamen- de Classificação de Doenças. Faculdade de Saúde Pública da
to; Planejamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Universidade de São Paulo/OMS/OPAS, 1997.
Participação e Controle Social; Gestão do Trabalho; Educação na COSEMS-RJ. Manual do gestor do SUS. Rio de Janeiro, 1999.
Saúde; Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do
SUS; Planejamento e Programação; Regulação, Controle, Avalia- MENDES, E. V. Um novo Paradigma sanitário: A produção Social
ção e Auditoria; Participação e Controle Social. 2 Promoção da da saúde. In Uma agenda para a Saúde. São Paulo:Hucitec, 1996,
saúde, Atenção Básica, Responsabilidades da Atenção Básica; p.233-300.
Redução da mortalidade infantil e materna. Fortalecimento da ca- Pactos pela vida, em defesa do SUS e de gestão. Diretrizes
pacidade de respostas às doenças emergentes e endemias, com Operacionais. Brasília, M.S. 2006.
ênfase na dengue; hanseníase; tuberculose; malária e influenza. Trabalhadores de saúde e a saúde de todos os brasileiros: práti-
Saúde Materno- infantil, Saúde da Criança; Programa Nacional de cas de trabalho, gestão, formação e participação. Brasília, Junho
Imunização, Saúde do Idoso. Controle do câncer do colo do útero de 2005. Disponível em: http://www.saude.go.gov.br/arquivos/
e da mama. Programa de Hipertensão e Diabetes; Saúde Bucal. 3 TEXTOBASE_CONFERENCIANACIONAL.doc.
- Processo Saúde e doença e seus determinantes; Indicadores
de saúde: mortalidade, morbidade e fecundidade. Transição PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro:
demográfica e epidemiológica. Estudos de morbi-mortalidade; Es- Guanabara Koogan S/A, 1995.
trutura, vantagens e limitações dos principais métodos utilizados ROUQUAYROL, M. Z. e ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia & saú-
em epidemiologia. Fontes de dados e mensuração da morbimorta- de. 5. ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999.
lidade. Indicadores de saúde. Estatísticas vitais: registro dos even-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


tos vitais. Sistemas de informação em saúde. Classificação Inter- MÉDICO – SOCORRISTA II (Conhecimentos Específicos)
nacional de Doenças. Vigilância epidemiológica e vigilância em Parada cardiorrespiratória, arritmias cardíacas, insuficiência
saúde. Epidemiologia das doenças transmissíveis e não coronariana aguda, infarto agudo do miocárdio, dissecção aórtica,
transmissíveis. Epidemias e endemias: conceitos e métodos de emergências hipertensivas, choques. SARA, oxigenoterapia, in-
identificação, mensuração e monitoramento. Epidemiologia aplica-
suficiência respiratória aguda, embolia pulmonar. Cetoacidose di-
da à administração e planejamento em saúde. Fiscalização Sanitá-
abética, coma hiperosmolar, crise tireotóxica, insuficiência supra-
ria. 4 - Saúde da Família - Produção Social da Saúde. Princípios e renal. Infecção no hospedeiro imuno comprometido, sepse, infec-
diretrizes do PACS/PSF. Implantação do PACS/PSF. Reorganiza-
ções hospitalares, endocardite infecciosa, meningites. Distúrbios
ção e Principais responsabilidades da Atenção Básica a serem
hidroeletrolítico e ácido-base, insuficiência renal aguda. Insufici-
executadas pelas equipes de PSF. Acompanhamento e avaliação
ência hepática, pancreatite aguda, hemorragia digestiva alta e
das ações desenvolvidas pela estratégia Saúde da Família. Tra-
baixa, abdome agudo. Distúrbios da hemostasia, indicações do
balho interdisciplinar em Equipe de saúde da família. Indicadores
do Município de Rio das Ostras

uso do sangue e derivados. Comas, acidentes vasculares


para acompanhamento da atenção básica. Sistema de Informação
encefálicos, estado de mal epilético. Sedação e analgesia.
da Atenção Básica (SIAB). 5 - Trabalhadores de Saúde: práticas
Gastroenterologia: doenças do esôfago, doença péptica, câncer
de trabalho, de gestão, de formação e de participação.
gástrico, síndrome disabsortiva, doenças inflamatórias do intesti-
Sugestões Bibliográficas no, câncer do cólon, hipertensão porta, diagnóstico diferencial
ANDRADE, L. M. SUS passo a passo: normas, gestão e financia- das icterícias, cirrose hepática. Pneumologia: asma brônquica,
mento. São Paulo: Hucitec; Sobral: UVA, 2001. doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonias, câncer de pul-
BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Bases Eletrônicas de Dados do mão, doenças da pleura. Reumatologia: diagnóstico diferencial
Sistema de Informações de Saúde (DATASUS), 2001. In: das artrites, artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, gota.
http\\www.datasus.gov.br. Cardiologia: insuficiência cardíaca, hipertensão arterial,
cardiomiopatias. Hematologia: diagnóstico diferencial das anemi-
BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação Nacional de Saúde. as, interpretação clínica do hemograma, diagnóstico diferencial
Programa Nacional de Imunizações. In: http:\\www.funasa.gov.br/ das linfoadenopatias e esplenomegalias. Neurologia: cefaléias,
imu/imu01.htm.
epilepsias, polineuropatias. Nefrologia: insuficiência renal crôni-
FURJ

BRASIL, Guia de Vigilância Epidemiológica, 4ª edição, disponível


Realização

ca, síndrome nefrítica, síndrome nefrótica, infecção urinária.


em: http://dtr2001.saude.gov.br/svs/pub/GVE/PDF/ Endocrinologia: diabetes mellitus , distúrbios da tireóide.
GVE_GERAL.pdf Infectologia: síndrome da imunodeficiência adquirida, febre de ori-
(NÍVEL SUPERIOR)

gem obscura, doenças sexualmente transmissíveis, tuberculose,


leptospirose, toxoplasmose, mononucleose infecciosa, citomegalo-
São Paulo, Editora Segmento, Sociedade Brasileira de Urologia,
2003;
30
virose, dengue, doença inflamatória, pélvica, antibiotecoterapia e Guia de Medicina Ambulatorial e Hospitalar de Urologia / Coordena-
drogas antivirais. Interpretação dos exames complementares bá- dores Marcos Dall’ Oglio et al, Editora Manole, 2005.
sicos e principais métodos de imagem, fundamentos da farmaco-

Manual do Candidato
logia e terapêutica aplicada. MÉDICO – VETERINÁRIO (Conhecimentos Específicos)
Sugestões Bibliográficas Doenças infecto-contagiosas e Doenças parasitárias de impor-
A., Frisolli e A. C. Lopes. Emergências – Manual de Diagnóstico e tância em saúde pública. Soros, vacinas e alergênicos. Vigilância
Tratamento. Sanitária e Epidemiológica. Inspeção Industrial e Sanitária de pro-
ACCIDENT Analysis & Prevention – Pergamon Press. dutos de origem animal. Vigilância de produtos de uso veterinário

BENNETT, Cecil Scob. Tratado de Medic ina Interna. Sugestões Bibliográficas


ACHA,P.N.& SZYFRES,B. Zoonoses y enfermedades transmisibles
CURRENT Medical Diagnosis & Treatment, Tierney.
comunes al hombre y a los animales. Washington :OPAS.1986.
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BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. De-
GOLDMAN, L. & AUSIELLO, D. (eds.). Cecil Textbook of Medicine. creto nº 30691 de 29 de março de 1952, alterado pelos Decre-
22nd ed.., Saunders, 2004. tos1255 de 25 de junho de 1962, 1236 de 02 de setembro de 1994,
JOURNAL of Emergency Medical Services. 1812 de 08 de fevereiro de 1996 e nº 224 de 04 de junho de 1997.
JOURNAL of International Association for Accident and Traffic (Regulamento de inspeção industrial e sanitária dos produtos de
Medicine. origem animal.RIISPOA).
KASPER, D. L.; BRAUNWALD, E.; FAUCI, A.S.; HAUSER, S. L.; BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Por-
LONGO, D. L. & JAMESON, J. R. (eds.). Harrison’s Principles of taria nº 368 de 4 de setembro de 1997 (Regulamento Técnico
Internal Medicine. 16th ed., McGraw-Hill, 2005. sobre as Condições Higiênico- Sanitárias e de Boas Práticas de
Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores e Industrializa-
KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave.
dores de Alimentos) .
KNOBEL, Elias. Advanced Cardiac Life Support – ACLS. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Por-
KNOBEL, Elias. Advanced Trauma Life Support – ATLS. taria nº 185 de 13 de maio de 1997
KNOBEL, Elias. Current Medical Diagnostic & Treatment. 2005. (Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do peixe fresco
MARX. Rosen’s Emergency Medicine: Concepts and Clinical (inteiro e eviscerado).
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MINISTÉRIO da Saúde. Recomendações para Terapia Anti- ta - Instrução Normativa nº 37, de 8 de julho de 1999/ Decreto Lei
Retroviral em Adultos e Adolescentes Infectados pelo HIV. http:/ 467 de 13/02/1969. Dispõe sobre fiscalização de produtos de uso
/www.aids.gov.br veterinário, dos estabelecimentos que os fabricam e dá outras
providências.
NOBRE, Fernando e SERRANO, Carlos. Tratado de Cardiologia –
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julho de 1997 (Regulamento Técnico sobre as Condições Higiêni-
PRADO, Cintra do; RAMOS, Jairo e VALE, Ribeiro do. Atualização
co Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabeleci-
Terapêutica.
mentos Produtores e Industrializadores de alimentos).
MÉDICO – ULTRA-SONOGRAFISTA (Conhecimentos Específicos) BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 518 de 25 de março de
2004 (Estabelece os Procedimentos e Responsabilidade relativos
Física do Ultra-som; Efeitos biológicos e segurança do método;
ao controle e vigilância da água para consumo humano e seu
Contraste por microbolhas na Ultra-sonografia. Ultra-sonografia
padrão de potabilidade e dá outras providências).
Abdominal e Pélvica. O fígado, baço, vesícula biliar e vias biliares,
Pâncreas, Trato gastrointestinal, Trato Urinário, Próstata, Glându- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Controle da Leptospirose . Se-
las adrenais, Retroperitônio e grandes vasos. Parede abdominal. cretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. Divisão Nacional
Peritônio. Ultra-sonografia ginecológica. Neoplasia trofoblástica de Zoonoses.1989.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


gestacional. Ultra-sonografia obstétrica e fetal. Ultra-sonografia MINISTÉRIO DA SAÚDE. Normas Operacionais de Centros de Con-
aplicada ao tórax. Intervenção guiada por ultra-som. Ultra- trole de Zoonoses (Procedimentos para controle de roedores)
sonografia das carótidas e vasos periféricos. Ultra-sonografia da Fundação Nacional de Saúde. .Brasília. 1993
tireóide e paratireóide. Ultra-sonografia da mama. Ultra-sonografia
escrotal. Manguito rotador. Tendões. PEDAGOGO – MAGISTÉRIO DE DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS
(Conhecimentos Específicos)
Sugestões Bibliográficas
O ensino e a difusão do conhecimento como meio educativo de
MUMACK, Wilson, CHARBONEAU, Jonhnson. Tratado de Ultra- socialização do aluno. Construção da cidadania e da ética. Rela-
sonografia diagnóstica. 3. ed. Mosby-Elsevier, 2006.
ção pedagógica professor/aluno/conhecimento. Projeto político-
CERRI, Giovanni Guido e OLIVEIRA, Ilka Regina S. de. Ultra- pedagógico da escola. O desenvolvimento psico-social da crian-
sonografia Abdominal. Revinter, 2002. ça de 7 a 14 anos. Causas e conseqüências do fracasso escolar.
do Município de Rio das Ostras

A organização curricular da escola. A interdisciplinaridade no tra-


MÉDICO – UROLOGISTA (Conhecimentos Específicos) balho pedagógico. Aspectos, conceitos e metodologias na educa-
Anatomia cirúrgica do sistema urogenital. Embriologia do sistema ção. Os PCN’s para o ensino fundamental e Educação de Jovens
urogenital. Anomalias congênitas do sistema urogenital. Tumores e Adultos. Conteúdos e significados da LBDEN 9.394/96. Sistema
de rim. Tumores do urotélio. Tumores do pênis. Tumores do testí- Educacional e o Fundeb. O papel da didática na formação dos
culo. Câncer de próstata. Hiperplasia prostática benigna. Patolo- educadores. Pressupostos teóricos do ensino da didática. Abor-
gia da supra-renal. Transplante renal. Traumatismos do sistema dagens alternativas para o ensino da didática. A pesquisa em
urogenital. Infecções do sistema urogenital. Tuberculose urogenital. didática. O Conselho de classe no processo avaliativo. A coorde-
Doenças sexualmente transmissíveis. Infertilidade masculina. nação e orientação pedagógica. A organização da escola e a
Disfunção erétil. Uroneurologia. Imaginologia do sistema urogenital. gestão escolar.
Incontinência urinária na mulher. Litíase renal. Endourologia e Sugestões Bibliográficas
laparoscopia urológica. Uropediatria. CANDAU, Ver M. (org.). A didática em questão. Ed. Vozes, 2007.
Sugestões Bibliográficas DEMO, Pedro. Ser professor é cuidar para que o aluno aprenda.
FURJ

WALSH, P. C. et al. (Editors). Campbell’s Urology. W. B. Saunders, Ed. Mediação. São Paulo. 5. ed.
Realização

8th edition, Philadelphia, USA, 2002; FERREIRO, Emília e TEBEROWSKY, A. Psicogênese da língua es-
Guia Prático de Urologia / editores Eric Roger Wroclawski et al, crita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
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FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo:


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construtivista. Ed. Mediação. Porto Alegre, 1995. ção Educacional / Perspectiva de Integração na escola. São Pau-
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PERRENOUD, P. Os ciclos de aprendizgem: um caminho para SOLÈ, Isabel. Orientação Educacional e Intervenção psicopedagó-
combater o fracasso escolar. Editora Artemed. gica. Art.Med. Editora.
PERRENOUD, P. e THURLER, Mônica. As competências para ensi- VASCONCELLOS, Celso S. Coordenação do Trabalho Pedagógi-
nar, no séculdo XXI. Ed. Artmed.SANTOMÉ, J. Torres. Globalização co. Do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula.
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VIGOTSKI, L.V. Pensamento e Linguagem. São Paulo, Martins
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WALLON, H. As origens do pensamento na Criança. São Paulo,
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo
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do Município de Rio das Ostras

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Realização

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(NÍVEL SUPERIOR)

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Manual do Candidato
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gramática. Aspectos biológicos e psicossociais da linguagem hu-
Deficiência Mental: Histórico da Deficiência Mental na Humanida- mana. Identidade Surda: cultura, família e comunidade. Filosofias
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Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


9.394 de 20 de dezembro de 1996
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Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


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Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


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problema do movimento. Platão: a relação entre conhecimento e Guinsburg. São Paulo, Companhia das Letras, 1992
virtude. A natureza do filósofo e seu papel na cidade ideal. Os
gêneros de conhecimento e seus respectivos objetos. A dialética PLATÃO. O Banquete, Fédon, Sofista, Político. Trad. de José
ascendente. O propósito da educação. A conexão entre beleza, Cavalcanti de Souza et alli. São Paulo: Abril Cultural, 1972. 269 p.
amor e conhecimento. Aristóteles: Metafísica: os graus de conhe- (Os Pensadores)
cimento. As características da filosofia. As causas primeiras e as PLATÃO. República, livros VI e VII, trad. C.A. Nunes, Pará: Uni-
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do Município de Rio das Ostras

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to Agostinho. Conhecimento, reminiscência e verdade. (Livro X SARTRE, J. P. O existencialismo é um humanismo. São Paulo,
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derno. Fatores políticos, econômicos e culturais que possibilita- Abril Cultural, 1973. (Os Pensadores)
ram seu surgimento. Descartes: O projeto cartesiano de funda-
mentação das ciências. O problema do método. A dúvida cética. O
PROFESSOR II - FÍSICA (Conhecimentos Específicos)
argumento do cogito. Hume: o entendimento e a origem das idéias.
Os princípios associativos. A causalidade. Rousseau: a teoria do I - Grandezas Físicas: Medidas de uma grandeza física. Siste-
contrato social. O pacto social e suas condições. Vontade parti- mas coerentes de Unidades. O Sistema Internacional de Unida-
FURJ
Realização

cular e vontade geral. Passagem do estado de natureza ao estado des. As grandezas físicas relevantes e mensuráveis: sua nature-
civil. Hobbes: A guerra de todos contra todos. Direito natural e lei za escalar ou vetorial. Operações sobre grandezas físicas: or-
natural. Pacto, justiça e injustiça. Kant: O Propósito da Crítica da dem de grandeza, algarismos significativos. II - Mecânica da
(NÍVEL SUPERIOR)

Partícula: Cinemática escalar e Cinemática vetorial. Massa e For-


ça: forças atuando sobre uma partícula; composição de forças.
desmetropolização; Os espaços agrários mundiais e suas carac-
terísticas; A revolução técnico-científica e suas conseqüências;
38
As leis de Newton. A Gravitação Universal: movimento dos corpos O processo de globalização/ fragmentação no mundo; A importân-
em queda livre; aceleração da gravidade; peso; pêndulo simples. cia das transnacionais no processo de globalização; Os grandes
Princípio da Conservação de Energia Mecânica: energia cinética; conjuntos regionais; Os blocos econômicos mundiais; Japão e

Manual do Candidato
energia potencial. Trabalho. Potência, rendimento. Impulso e quan- Tigres Asiáticos; China e suas transformações econômicas; O
tidade de movimento. Colisões. III - Mecânica dos Sistemas de Oriente Médio seus conflitos e importância geográfica e econômi-
Pontos Materiais: Estática dos corpos sólidos: momento de uma ca; O Leste Europeu e a transição para o capitalismo; A América
força em relação a um ponto; momento resultante de um sistema Latina e o Mercosul; EUA: contradições e dilemas de sua hegemonia;
de forças; condições gerais de equilíbrio estático. Hidrostática: Cuba: perspectivas e desafios da atualidade; África: as diversi-
massa específica e densidade; pressão; Lei de Stevin; experiên- dades regionais; África: a periferia do mundo; Brasil: quadro
cia de Torricelli; pressão atmosférica; princípios de Pascal e geomorfológico brasileiro; Espaço Agrário: forma e organização
Arquimedes; equilíbrio dos corpos flutuantes. Hidrodinâmica: es- do espaço agrário brasileiro; Os movimentos migratórios no Brasil;
coamento; equação da continuidade e de Bernouilli. Estática dos Hierarquia e rede urbana no Brasil; A industrialização brasileira;
fluidos compressíveis (gases): Leis de Boyle-Mariotte, Gay-Lussac Problemas ambientais no Brasil.
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um líquido. Difração. Interferência. Ondas sonoras. Ondas estaci- CORREIA, Roberto Lobato. O Espaço Urbano. São Paulo: Ática,
onária: cordas vibrantes e tubos sonoros. O eferito Doppler.VI - 2004.
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luminoso e fonte luminosa. Princípios da Óptica geométrica. Refle-
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xão da luz: espelhos planos e esféricos. Refração da luz (lentes
delgadas, aplicações e instrumentos ópticos simples)VII - Eletri- IBGE. Atlas Geográfico Escolar. Rio de Janeiro: IBGE, 2002.
cidade: Eletrostática: carga elétrica elementar; condutores e iso- LUCCI, Elian Alabi; BRANCO, Anselmo Lazaro e MENDONÇA, Cláu-
lantes; eletrização; força elétrica; trabalho e potencial elétrico; dio. Território e Sociedade no Mundo Globalizado – Geografia
capacidade eletrostática. Eletrodinâmica: a corrente elétrica; Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
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Eletromagnetismo: Magnetismo: imãs e bússolas; magnetismo
terrestre. Campo magnético. Movimento circular em um campo MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 5ª a 8ª série – Geo-
magnético. Força magnética em um condutor. A lei de Bio-Savart; grafia. Brasília: 1998.
Força eletromotriz induzida. A lei de Faraday e a lei de Lenz. O MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Ciências
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RAMALHO, NICOLAU e TOLEDO. Os Fundamentos da Física. MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio. Geografia para o Ensi-
Editora Moderna, 7. ed., 2004. no Médio – Geografia Geral e do Brasil – série parâmetros. São
Paulo: Editora Scipione, 2002.
MÁXIMO, Antonio e BEATRIZ, Alvarenga. Curso de Física. Scipione,

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


5. ed., 2000. MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio. Geografia Geral e do
Brasil. Espaço Geográfico e Globalização. São Paulo: Scipione,
FIOLHAIS, Carlos. Física Divertida. Editora Gradiva, 4. ed., 1994. 2005.
NUSSENZVEIG, Herch Moisés. Curso de Física Básica. Editora ROSS, Jurandyr. Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2003.
Edgard Blücher , 1997.
SANTOS, Milton. Por Uma Geografia Nova. São Paulo: EDUSP,
HEWITT, Paul G. Física Conceitual. Bookman, 9. ed., 2002. 2002.
HALLIDAY, David, RESNICK, Robert e KRANE, Kenneth S. Física SODRÉ, Nelson Werneck. Introdução à Geografia – Geografia e
1,2,3 e 4. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 4. ed., 1996. Ideologia. Petrópolis: Vozes, 1987.
LEI No 9.393, de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação SANTOS, Milton. Espaço e Método. São Paulo: Nobel, 1997.
Nacional.
VESENTINI, José Willian. Brasil – Sociedade e Espaço – Geogra-
PARECER CNE/CEB 15/98. Diretrizes Curriculares para o Ensino
do Município de Rio das Ostras

fia do Brasil. São Paulo: Ática, 2003.


Médio (Relatora: Guiomar N. Mello).
VESENTINI, José Willian. Brasil – Sociedade e Espaço – Geogra-
PROFESSOR II - GEOGRAFIA (Conhecimentos Específicos) fia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2005.
Evolução do pensamento geográfico; O ensino da Geografia no WASZKIAVICUS, Fernando Antônio; TANNURI, Maria Regina Petrus
ensino fundamental; Conceitos: Espaço, Região e Território; A lo- e NETO, Helion Povoa. Para Ensinar a Geografia. Rio de Janeiro:
calização e a representação do espaço geográfico; Mapas: con- ACESS editora, 1993.
venções cartográficas e escalas; Os domínios naturais; Os gran-
des conjuntos climato-botânicos; O quadro geomorfológico da PROFESSOR II - HISTÓRIA (Conhecimentos Específicos)
Terra; A ação do homem nos principais domínios naturais: equilí- 1. HISTÓRIA E ENSINO DE HISTÓRIA: 1.1 - Correntes historiográ-
brio/ desequilíbrio ecológico; As teorias demográficas; O cresci- ficas e a produção do conhecimento histórico: teorias e aborda-
mento da população no mundo; Fatores das migrações e a distri- gens, recortes e objetos, métodos e fontes. / 1.2 – Tempo, História
buição da população no mundo; A industrialização e os fatores de e memória. / 1.3 - A construção da noção de tempo em crianças e
sua localização; A importância da indústria para a sociedade mo- adolescentes. / 1.4 - História da História ensinada: mudanças e
FURJ
Realização

derna; A evolução da industrialização; A divisão internacional do permanências. / 1.5 - Metodologias do ensino de Historia. / 1.6 – A
trabalho; A construção do espaço urbano e a relação campo/ transposição didática dos conteúdos históricos na escola: pes-
cidade: O meio técnico-científico; A metropolização e a quisa, linguagens e documentos na educação histórica. / 1.7 - A
(NÍVEL SUPERIOR)

avaliação na educação histórica. / 1.8 - O livro didático de História.


/ 1.9 - Problemáticas pertinentes à questão da Cidadania na Histó-
MUNDO: DA TRANSIÇÃO DO PERÍODO COLONIAL À CONSOLI-
DAÇÃO DA AUTONOMIA POLÍTICA: 7.1 – O governo Joanino no
39
ria. / 1.10 - Os PCNs de História para o ensino fundamental. / 1.11 Brasil: de colônia a Reino Unido. / 7.2 - O processo de independên-
- Diretrizes curriculares para o ensino da História e cultura afro- cia no Brasil: de América Portuguesa a Império do Brasil. / 7.3 - O
brasileira e africana. 2. FUNDAMENTOS ANTIGOS DA CIVILI- Brasil e a construção do Estado Nacional: a Constituição de 1824.

Manual do Candidato
ZAÇÃO OCIDENTAL: 2.1 - A Pré-Historia: Conceito e etapas. / 7.4 - A crise do Primeiro Império e as contradições do período
Natureza e cultura nas comunidades pré-históricas. A cultura regencial. Revoltas regências. / 7.5 – Estados Unidos:
paleolítica e a revolução neolítica. Agricultura e sedentarização. / expansionismo e imperialismo. A guerra de Secessão nos EUA e
2.2 - O processo civilizatório e a formação das primeiras civiliza- seus desdobramentos políticos e sociais. / 7.6 – A América Latina
ções. / 2.3 - A Antiguidade Oriental: instituições, políticas, socieda- no séc. XIX: a descolonização das áreas hispano-americanas e a
des, economias e culturas no Egito antigo e na Mesopotâmia. / 2.4 consolidação dos Estados nacionais na América Latina. Doutrinas
- As sociedades da Antiguidade Clássica: instituições, políticas, e projetos políticos. 8. BRASIL: DO IMPÉRIO À CONSOLIDAÇÃO
sociedades, economias e culturas na Grécia e Roma antigas. / 2.5 DA REPÚBLICA: 8.1 - Estrutura política do Brasil Imperial. / 8.2 - O
- O mundo Grego e o modelo ateniense: democracia, cidadania e quadro social e a questão da cidadania no Brasil do século XIX. A
escravidão. / 2.6 - Roma: da monarquia ao declínio do Império. / 2.7 construção da identidade nacional. O IHGB. / 8.3 – Mudanças e
- O cristianismo e o Império Romano. / 2.8 – Fatores da crise do rupturas no Império do Brasil. Aspectos culturais. A formação e
Império Romano do Ocidente. / 2.9 - Sobrevivências culturais das expansão da economia cafeeira. A transição do trabalho escravo
sociedades da Antiguidade Oriental e do Mundo Greco-Romano para o trabalho livre. / 8.4 - Forças econômicas e sua projeção
no mundo atual. 3. TRANSIÇÃO DO MUNDO ANTIGO AO MUN- política: contradições regionais e tentativas de industrialização.
DO MEDIEVAL: 3.1 – A formação do mundo medieval: da queda de Projetos republicanos. / 8.5 - A crise do Império e a instalação da
Roma aos reinos bárbaro-cristãos. Do escravismo ao feudalismo: Republica. A Constituição republicana de 1891. / 8.6 – A republica
origens e desenvolvimento das estruturas econômicas e sociais. Oligárquica: bases políticas, economia e sociedade. As
Servidão e vassalagem no feudalismo europeu. / 3.2 - Estruturas especificidades regionais. O Coronelismo, voto e participação
políticas medievais: fragmentação e descentralização. As monar- política na Primeira República. As rebeliões sociais no campo e na
quias feudais. / 3.3 - A Igreja e a formação do pensamento no cidade. A Semana da Arte Moderna. Desenvolvimento industrial e
mundo medieval: a construção da cultura cristã. O papel das or- a formação do operariado no Brasil. / 8.7 – A crise oligárquica e a
dens religiosas e a ação política da Igreja. / 3.4 - O mundo Bizantino Revolução de 1930. A Era Vargas. 9. O MUNDO OCIDENTAL E AS
como elo entre o Oriente e o Ocidente: as trocas comerciais e CRISES DO INÍCIO DO SÉCULO XX: 9.1 - Dos conflitos do imperi-
culturais. / 3.5 - O mundo islâmico: formação, expansão e presen- alismo à política das alianças: a Primeira Grande Guerra. / 9.2 - A
ça no contexto do Mediterrâneo. / 3.6 - O fenômeno das Cruzadas Revolução Russa de 1917 e a construção do mundo soviético. /
e seu papel nas transformações do mundo medieval. / 3.7 - Os 9.3 - O período entre guerras. A crise capitalista de 1929 e a
fundamentos da Revolução Comercial: desenvolvimento do co- grande depressão nos anos 30: repercussões e soluções. Os
mércio regional e à longa distância, articulado ao processo de regimes totalitários e a irradiação das tensões políticas e sociais
urbanização e sua influência nas estruturas feudais. 4. TRANSI- na Europa. / 9.4 - Expansão das ideologias autoritárias no Brasil e
ÇÃO DO FEUDALISMO AO CAPITALISMO: 4.1 - A crise do sécu- suas conseqüências: o processo de radicalismo político dos anos
lo XIV e suas implicações políticas, sociais e econômicas: a gran- 30 e a instalação do Estado Novo. Ideologia e propaganda. / 9.5 -
de fome e a peste negra, a Guerra dos Cem Anos e as rebeliões O populismo na América Latina: ascensão e colapso. 10. A SE-
sociais. / 4.2 - Das monarquias feudais às monarquias nacionais. GUNDA GUERRA MUNDIAL E AS ALTERAÇÕES NO MUNDO E
O Estado Moderno: as formas políticas do Antigo Regime. / 4.3 - A NA AMÉRICA LATINA: 10.1 - A Segunda Guerra Mundial. / 10.2 -
cultura européia em transição: o Renascimento cultural e as Re- O mundo pós-2ª. Guerra: Guerra Fria e a nova ordem mundial. A
formas religiosas. / 4.4 - A expansão marítima européia dos sécu- descolonização da África e da Ásia e a emergência do terceiro
los XV e XVI relacionada à Revolução Comercial: o papel da Penín- mundo. / 10.3 – A expansão do mundo socialista: negociações,
sula Ibérica. / 4.5 - Estruturas econômicas em transição: formação conflitos e rupturas. 10.4 - China: da construção do socialismo ao
dos impérios coloniais na América, África e Ásia e a estrutura do socialismo de mercado. / 10.5 - A América Latina na era bipolar. /
mercantilismo como política e como prática. 5. O NOVO MUNDO E 10.6 - O Brasil pós-Estado Novo e o Populismo: aspectos sociais,
O BRASIL COLONIAL: 5.1 – A conquista e colonização das Amé- políticos, econômicos e culturais. / 10.7 - O golpe civil-militar de
ricas: formas, evolução e heranças. As sociedades indígenas 1964 e instauração da Ditadura militar no Brasil: bases ideológi-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


pré-colombianas. O encontro entre europeus e povos nativos: cas, processos políticos, econômicos e as resistências sociais. /
conflitos, resistência, dominação e a aculturação. / 5.2 – Socieda- 10.8 - Da distensão à “abertura” política: anistia, a campanha pe-
des coloniais: escravismo e trabalho compulsório nas Américas. / las Diretas, o fim do regime militar. A transição democrática. / 10.9
5.3 – A América Portuguesa: bases econômicas da colonização. - O Brasil da Nova República. A Constituição de 1988: conquistas
Estrutura política e administrativa: o poder metropolitano e o poder democráticas e continuidades autoritárias. / 10.10 - Sociedade e
local. A Igreja Católica e a colonização. Trabalho e escravidão. / cultura do Brasil da década de 60 até a de 90 do século XX. 11. O
5.4 - A sociedade colonial e escravista: hierarquias e divisões MUNDO ATUAL: 11.1 - O fim da Guerra Fria e a crise do socialis-
sociais. Famílias coloniais. / 5.5 – O Brasil Colônia em transforma- mo real. O colapso do bloco socialista. A nova geopolítica do Leste
ção: a União Ibérica e as relações com a América espanhola. A Europeu. / 11.2 – Relações internacionais no pós-Guerra Fria:
presença estrangeira: o Brasil Holandês. Vetores econômicos e globalização, neoliberalismo e afirmação mundial da hegemonia
sociais da expansão territorial na América Portuguesa. A minera- norte-americana. A consolidação da Comunidade Européia e os
ção: sociedade e opressão colonial. / 5.6 – A resistência ao siste- pólos de desenvolvimento econômico no mundo globalizado. A
do Município de Rio das Ostras

ma colonial: os movimentos coloniais contra a Metrópole e suas persistência da dicotomia Norte-Sul e de focos de tensão em regi-
especificidades regionais. / 5.7 - A crise do Antigo Sistema Coloni- ões periféricas do mundo. / 11.3 - Da queda do Muro de Berlim à
al: os movimentos anticoloniais do século XVIII nas Américas. 6. queda das Torres Gêmeas. O novo inimigo mundial: o terrorismo
CONSOLIDAÇÃO, EXPANSÃO E CRISE DO MUNDO CAPITALIS- globalizado. Tensões nas relações Ocidente-Oriente. As ques-
TA: 6.1 - A critica ao Antigo Regime: modelos e práticas. O tões transnacionais: migrações, segurança e meio ambiente. /
Iluminismo. O Despotismo Esclarecido. / 6.2 - As revoluções bur- 11.4 - O Brasil e a América Latina no contexto da globalização:
guesas dos séculos XVII e XVIII: Revolução Inglesa, Revolução neoliberalismo, formação de blocos econômicos e busca da coo-
Americana, Revolução Francesa. A Era Napoleônica e sua proje- peração continental. Panorama político, econômico, social e cultu-
ção no Novo Mundo: a Corte portuguesa no Brasil. O Congresso ral do Brasil da década de 90 até os dias de hoje. 12. HISTÓRIA
de Viena e o novo mapa político europeu. / 6.3 - A Revolução DA ÁFRICA: 12.1 – A invenção da África e as visões sobre a
Industrial: origens, desenvolvimento e desdobramentos. A condi- África. / 12.2 - As Áfricas: da pré-história ao contato com os
ção operária. / 6.4 - Ideologia burguesa e críticas ao capitalismo. O europeus. / 12.3 – A História africana e suas relações com a
movimento operário e os socialismos. / 6.5 - Expansão da Revolu- Europa e Américas. Economia e Escravismo. / 12.4 – As diferentes
FURJ

ção Industrial e o imperialismo como teoria e como prática. / 6.6 - estruturas sócio-políticas da África entre os séculos XVI e XX. Os
Realização

Consolidação do pensamento burguês: revoluções liberais e polí- processos de constituição dos sistemas coloniais e de descolo-
ticas das nacionalidades. Unificações italiana e alemã. 7. O NOVO nização. / 12.5. – A África contemporânea. / 12.6 - As formas de
(NÍVEL SUPERIOR)

abordagens didático-pedagógicas da História da África na sala de


aula. 13. HISTÓRIA DE RIO DAS OSTRAS: 13.1 – A história de Rio
LIMA, Maria da Glória D’Almeida. Pérola entre o rio e o mar. História
de Rio das Ostras. 3. ed. Rio das Ostras: Fundação Rio das Ostras
40
das Ostras desde a ocupação e povoamento do território até os de Cultura, Poema, 2004. http://www.culturariodasostras.com.br/
dias de hoje. downloads/perola_entre_o_rio_e_o_mar_completo.pdf . Acesso
em: 22/01/2008.

Manual do Candidato
Sugestões Bibliográficas
LINHARES, Maria Yeda Linhares (org.). História geral do Brasil.
ABREU, Martha. e SOIHET, Rachel. (orgs.) Ensino de História:
Rio de Janeiro: Campus, 1990.
conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ /
Casa da Palavra, 2003. MAGNOLI, Demétrio. O mundo contemporâneo. Os grandes acon-
tecimentos da Guerra Fria aos nossos dias . São Paulo: Editora
ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História. 2. ed. Atual, 2004.
Campinas: Papirus, 2001.
MOTA, C.G. (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira
BARROS, José D’Assunção. O campo da História: especialida- (1500-2000). São Paulo: Ed. SENAC, 2000. 2 vol.
des e abordagens. 2. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2004.
MUNANGA, Kabengele e GOMES, Nilma L. Para entender o negro
BITTENCOURT, Circe M. (org.) O saber histórico em sala de aula. no Brasil de Hoje: História, realidades, problemas e caminhos .
2. ed. São Paulo: Contexto, 1998. 2. ed. São Paulo: Global / Ação Educativa, 2006.
____________. Ensino de História: fundamentos e métodos. São OLIVER, Roland. A Experiência Africana: da pré-história aos dias
Paulo: Cortez, 2005. atuais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros PIAGET, Jean. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro:
curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino funda- Record, [s.d.].
mental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998. PINSKY, Jaime (org.). O ensino de História e a criação do fato. 7.
____________. Ministério da Educação. Diretrizes curriculares ed. São Paulo: Contexto, 1997.
nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ____________ e PISNKY, Carla (orgs.). História da cidadania.
ensino de História e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: São Paulo: Contexto, 2003.
MEC/Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade SCHMIDT, Maria A. e CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São
Racial/SECAD, 2005. Paulo: Scipione, 2004.
BURKE, Peter. A Escola dos Annales (1929-1989): a Revolução
Francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1997. PROFESSOR II - INGLÊS (Conhecimentos Específicos)
CAMPOS, Flávio de e MIRANDA, Renan G. A escrita da História. Compreensão de textos em língua inglesa: estratégias de leitura,
Volume único. São Paulo: Escala Educacional, 2005. tipologia textual, estrutura e organização textual, coesão e coe-
rência. O conceito de gênero textual. Principais elementos e rela-
CARDOSO, C. F. S. Sociedades do Antigo Oriente próximo. São
ções da estrutura lingüística do inglês: morfologia, sintaxe e se-
Paulo: Ática, 1986.
mântica. Vocabulário da língua inglesa. O inglês escrito e falado:
____________ e VAINFAS, Ronaldo (orgs.) Domínios da Histó- características principais. Fundamentos teóricos do ensino/
ria. Ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Ed. Campus, aprendizgem da língua inglesa: principais abordagens e sua rela-
1997. ção com os PCNs.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo cami- Sugestões Bibliográficas
nho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. HARMER, J. (1977). How to Teach English. London: Longman.
DANIELS, Patrícia S. e HYSLOP, Stephen G. Atlas da História do NUTTALL, C (1996). Teaching Reading Skills in a Foreign
mundo. São Paulo: Editora Ática, 2005. Language. London: Heinemannh, Parte 3.
DONGHI, Túlio H. História da América Latina. 4. ed. Rio de Janeiro, RICHARDS, J.; ROGERS, T. & SWAN, M (2001). Approaches and
Paz e Terra, 2005. Methods in Language Teaching. Cambridge: Cambridge University
ELIAS, Norbert. O processo civilizador: uma História de costu- Press. 2nd edition. Capítulos 1 a 5.
mes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino funda-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


FALCON, Francisco e RODRIGUES, Antônio E. A formação do mundo
moderno. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. mental – língua estrangeira. MEC/SEF, 1998.
SINCLAIR, J. (Org.) (1990). Collins Cobuild English Grammar.
FONSECA, Selva G. Caminhos da História ensinada. Campinas:
London: Harper Collins.
Papirus, 1993.
UR, P. (1996) A Course in Language Teaching: practice and theory.
FUNARI, Pedro P. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. (Col. Cambridge: Cambridge University Press. Partes 1, 2 e 3.
Repensando a História)
FREIRE, Américo, MOTTA, Marly Silva da e ROCHA, Dora. História PROFESSOR II – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (Conheci-
em curso - o Brasil e suas relações com o mundo ocidental. São mentos Específicos)
Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, Linguística e a Língua Brasileira de Sinais: regras estruturais e
2004. gramaticais. Identidade Surda: cultura, família e comunidade. As-
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. 46. ed. pectos biológicos e psicossociais da linguagem humana. Filosofi-
do Município de Rio das Ostras

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. as Educacionais: oralismo, comunicação total e bilingüismo. Histó-
ria das línguas de sinais. História da Educação de Surdos.
GOMES, Ângela de Castro (org.). A República no Brasil. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2002. Sugestões Bibliográficas
HERNANDES, Leila Leite. África na sala de aula. São Paulo: Summus BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional. Lei nº
9.394 de 20 de dezembro de 1996
Editorial/Selo Negro, 2005.
_______, Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Edu-
HOBSBAWM, Eric. A Era das revoluções: 1789-1848. 15. ed. Rio
cação Básica. Secretaria de Educação Especial – MEC, Brasília:
de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
SEESP, 2001.
____________. A Era dos impérios: 1875-1914. 8. ed. Rio de ________, Parâmetros Curriculares Nacionais – Adaptações
Janeiro: Paz e Terra, 2003. Curriculares. Brasília: SEESP, 2001.
____________. A Era dos extremos: o breve século XX (1914 – ________, Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 e Decreto de
1991). 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. Regulamentação nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005.
FURJ

KARNAL, Leandro (org.) História na sala de aula: conceitos,


Realização

________, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Es-


práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2004. pecial – Ensino da Língua Portuguesa para surdos: caminhos
LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1996. para a prática pedagógica. Brasília: SEESP, 2002, volumes 1 e 2.
(NÍVEL SUPERIOR)

________, Conferencia Mundial sobre Necessidades Educativas


Especiais: acesso e qualidade. Declaração de Salamanca e linha
PROFESSOR II - MATEMÁTICA (Conhecimentos Específicos)
41
Parte 1 : Aritmética, Álgebra e Análise - Conjuntos: relação
de ação sobre necessidades educativas especiais. 2ª ed. Brasília: de pertinência; descrição de conjunto; igualdade de conjuntos,
CORDE, 1997. relação de inclusão; propriedades da inclusão de conjuntos; con-

Manual do Candidato
FELIPE, Tanya A. LIBRAS em Contexto. Programa Nacional de junto das partes; operações entre conjuntos. O conjunto dos nú-
Apoio à Educação de Surdos – MEC. Brasília: SEESP, 2001. meros naturais ( IN ): operações em IN; múltiplos e divisores; má-
ximo divisor comum (mdc); mínimo múltiplo comum (mmc); números
FERNANDES, Eulália. Problemas Lingüísticos e Cognitivos dos
primos, decomposição em fatores primos. O conjunto dos núme-
surdos. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1990.
ros inteiros ( Z ): operações em Z. O conjunto dos números
LODI, A.C.B; HARRISON, K.M.; CAMPOS, S.R. e TESKE, O. (Orgs). racionais (Q): operações em Q; epresentação por frações; repre-
Letramento e Minorias. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002. sentação por números decimais; frações geratrizes de dízimas
MOURA, Maria Cecília. O Surdo: caminhos para uma nova identi- periódicas. O conjunto dos números reais ( IR ): operações em IR;
dade. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 2000. potenciação; radiciação; racionalização de denominadores; re-
presentação na reta real; módulo ou valor absoluto. Intervalos:
PERLIN, Gladis. Identidade Surda e Currículo. In: LACERDA, operações de união, interseção e diferença entre intervalos. De-
Cristina Broglia F.de (Org). Surdez: processos educativos e sub- finição de função, domínio, contradomínio, valor numérico e ima-
jetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2002. gem de funções. Definição e representação gráfica da função
QUADROS, Ronice M. e KARNOPP, L. B. A Língua de Sinais Bra- afim; equações do 1º grau; sistemas de duas equações do 1º
sileira: estudos lingüísitcos. Porto Alegre: Editora Artmed, 2004. grau a duas variáveis; inequações do 1º grau. Definição e repre-
sentação gráfica da função quadrática; equações do 2º grau;
SACKS, Oliver. Vendo Vozes: uma jornada pelo mundo dos sur-
relações entre coeficientes e raízes de uma equação do 2º grau;
dos. Rio de Janeiro: Editora Companhia das Letras, 1998.
inequações do 2º grau. Funções definidas por várias sentenças;
SILVA, Maria Piedade M. A Construção de Sentidos na Escrita do função modular; composição de funções; função inversa. Defini-
aluno surdo. São Paulo: Editora Plexus, 2001. ção e representação gráfica da função Exponencial; resolução
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto de equações e inequações exponenciais. Logaritmo: definição;
Alegre: Editora Mediação, 1998 propriedades operatórias; sistemas de logaritmos; mudanças de
base; logaritmos decimais e neperianos: definição e representa-
______________, Atualidade da educação bilíngüe para surdos ção de funções logarítmicas; resolução de equações e de
– projetos pedagógicos. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999. inequações logarítmicas. Progressões aritméticas: conceitos, fór-
Volumes 1 e 2. mulas do termo geral, propriedades; soma dos termos de uma
STRNADOVÁ, Vera. Como é ser surdo. Rio de Janeiro: Babel progressão aritmética finita. Progressões geométricas: conceito,
Editora, 2000. fórmula do termo geral, propriedades; soma dos termos de uma
progressão geométrica finita e de uma progressão geométrica
PROFESSOR II - PORTUGUÊS (Conhecimentos Específicos) infinita. Produto dos termos de uma progressão geométrica finita.
Análise Combinatória: fatorial; arranjos, permutações e combina-
Relação entre língua, cultura e sociedade. Dimensões universais
ções simples e com elementos repetidos; números binomiais; tri-
da linguagem.Atos lingüísticos. Análise do discurso.Gramática da
ângulo de Pascal. Binômio de Newton: desenvolvimento de
língua. A norma. A estruturação do sentido: palavra, frase, texto e binômios; soma dos coeficientes; termo geral do desenvolvimento
contexto. Coesão e coerência textual. Tipologia textual. Discurso de um binômio. Probabilidades: experimentos determinísticos e ale-
direto, discurso indireto e discurso indireto livre. O signo lingüístico. atórios. Espaço amostral. Espaços eqüiprováveis. Eventos. Pro-
As funções da linguagem. Figuras de linguagem. Sinonímia. babilidades em um espaço amostral finito. Distribuição de probabi-
Polissemia. Valor nocional das classes gramaticais.Estrutura e lidades. Cálculo de probabilidades. Probabilidade condicional. In-
função de morfemas, palavras, sintagmas e frases: os proces- dependência. Números Complexos: conceitos fundamentais; adi-
sos de formação de palavras; a estrutura sintática da frase; os ção, subtração, multiplicação e divisão de números complexos na
processos sintáticos. Sintaxe de concordância. Sintaxe de re- forma algébrica; plano de Argand-Gauss; multiplicação, divisão,
gência. Crase. Ortografia, acentuação e pontuação. A formação potenciação e radiciação de números complexos na forma
do leitor / autor na sala de aula. trigonométrica. Polinômios: conceitos fundamentais; polinômio nulo

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Sugestões Bibliográficas e polinômios iguais; operações com polinômios; teorema do resto;
teorema de D’Alembert; dispositivo prático de Briot-Ruffini. Equa-
AZEREDO, José Carlos. Iniciação à sintaxe do português. Rio de ções Polinomiais: conceito; decomposição de um polinômio num
Janeiro, Zahar, 2003. produto de fatores do 1.º grau; raízes múltiplas; imaginárias e
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa.Rio de Ja- nulas; pesquisa de raízes racionais; relação entre coeficientes e
neiro, Lucerna, 2001. raízes. Parte 2 : Geometria e Trigonometria - Geometria Pla-
na: figuras planas; teorema de Tales; semelhança; relações métri-
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portugue-
cas; perímetros e áreas. Geometria Espacial: poliedros; poliedros
sa. Brasília, MEC / SEF, regulares; prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas; rela-
1997. ções métricas; áreas e volumes. Trigonometria: as funções
CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. SP, Ática, 1990. trigonométricas e seus gráficos; redução ao 1.º quadrante; rela-
ções fundamentais; transformações trigonométricas; funções cir-
do Município de Rio das Ostras

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Lín- culares inversas; equações e inequações trigonométricas. Parte
gua Portuguesa. Rio de 3: Matrizes, Determinantes, Sistemas Lineares e Geome-
Janeiro, Nova Fronteira, 1999. tria Analítica - Matrizes: conceito, igualdade de matrizes, opera-
FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o ções; matriz inversa. Determinantes: determinantes de matrizes
texto. SP, Scipione. 2x2 e 3x3. Sistemas de Equações Lineares: resolução de siste-
mas pela regra de Cramer; discussão de sistemas lineares. Geo-
FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler. SP, Autores Associa- metria Analítica: distância entre dois pontos; razão de secção;
dos, 1981. condição de alinhamento de três pontos: equação da reta que
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna.Rio de Ja- passa por dois pontos; formas da equação da reta; equação do
neiro, FGV, 1998. feixe de retas; condição de paralelismo e perpendicularismo de
retas; distância entre ponto e reta; área de um triângulo; equação
KOCH, Ingedore G.V. A Coesão Textual. SP, Contexto, 1990. da circunferência.
KOCH, Ingedore G.V. A Coerência Textual. SP, Contexto, 1990. Sugestões Bibliográficas
FURJ

KOCH, Ingedore G.V. Argumentação e Linguagem. SP, Cortez, BEZERRA, M. J., Matemática para o Ensino Médio. Editora Scipione.
Realização

2000.
BIANCHINI, E. e PACCOLLA, H., Curso de Matemática, volume úni-
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever. SP, Ática, 1995. co. Editora Moderna.
(NÍVEL SUPERIOR)

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Matemáti-


ca. SEC/MEC. Brasília, 1998.
Soluções. Equilíbrio Químico. Termoquímica. Eletroquímica. Análi-
se Instrumental: Princípios e aplicações da espectrometria de
42
DANTE, L.R., Matemática, contexto e aplicações. Volume único- absorção atômica e da espectrometria de emissão ótica.
ensino médio. Editora Ática. Sugestões Bibliográficas

Manual do Candidato
FACCHINI, W., Matemática, volume único. Editora Saraiva. ALLINGER, N. et al. Trad. Por Alencastro, R. B., Peixoto, J. S. e
GIOVANNI, J. E BONJORNO, J. R., Matemátic a- uma nova aborda- Pinho, L. R. N. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois
gem. Vols. 1,2 e 3 . Editora FTD. S. A., 1985.
IEZZI, G., Matemática - Volume Único - 2.º Grau. Editora Atual. BRADY, J. E. e HUMISTON, G. E. Química Geral. vol. 1 e 2. Rio de
IEZZI,G., MURAKAMI,C., HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Janeiro: LTC, 1996.
Elementar. Vols. 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10. Editora Atual. RUSSEL, J. B. Química Geral. vol. 1 e 2. São Paulo: Makron,
1994.
PROFESSOR II - QUÍMICA (Conhecimentos Específicos)
USBERCO,J. e SALVADOR.E. Química. vol 1, 2 e 3. São Paulo:
Aspectos Macroscópicos – Método Científico. Riscos e bene- Saraiva, 2005
fícios da Química. Questões atuais da Química. Elementos e áto-
mos. Compostos e Moléculas. Propriedades físicas. Misturas e PROFESSOR II - SOCIOLOGIA (Conhecimentos Específicos)
substâncias puras. Fenômenos químicos e físicos. Fracionamento
O contexto social europeu que possibilitou o surgimento da Soci-
de misturas. Unidades de medidas. Estrutura atômica Origens
ologia como perspectiva científica para compreensão da realida-
da teoria atômica. Modelos atômicos. Composição e característi-
cas dos átomos. Elementos químicos. Radioatividade. Radiação de social. Seu papel, seu objeto, seus objetivos, seus métodos e
eletromagnética. Energia e fótons. Propriedades ondulatórias do técnicas que justificam seu teor científico. A Sociologia clássica:
elétron. Equação de Planck. Espectros atômicos de raias e Teoria Comte, Durkheim, Weber, Marx, Engels. A Sociologia contemporâ-
de Bohr. Configuração eletrônica – Camadas, subcamadas, nea. Trabalho e cultura, trabalho nas diferentes sociedades, a
orbitais e spin. O princípio da exclusão de Pauli. Regra de Hund. sociedade de massa, Estado e política, as instituições,
Paramagnetismo e diamagnetismo. Hibridização de orbitais. Clas- estratificação social: castas, estamentos e classes sociais,
sificação Periódica – Histórico. Leis da Periodicidade. A tabela desigualadades sociais, pobreza exclusão e marginalização,
periódica. Propriedades periódicas. Ligações interatômicas e movimentos sociais e cidadania.
intermoleculares - Teoria da ligação da valência. Teoria dos Sugestões Bibliográficas
orbitais moleculares. Orbitais moleculares. Tipos de ligações quí-
BERMAN, Marchal. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventu-
micas. Compostos iônicos, moleculares e metálicos. Geometria
molecular. Polaridade das ligações e das moléculas. Determinação ra da modernidade. São Paulo: Conpanhia das Letras, 1987.
de fórmulas dos compostos. Forças intermoleculares. Proprieda- BOURDIEU, Pierre. Questões de Sociologia. Rio de Janeiro: Marco
des dos líquidos. Sólidos metálicos e iônicos. Sólidos moleculares Zero, 1983.
e reticulados. Propriedades físicas dos sólidos. Princípios da CASTRO, Ana Maria, DIAS, Edmundo Fernandes. Introdução ao
reatividade – Reações químicas. Equilíbrio. Propriedades dos pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Eldorado, 1977.
compostos em solução aquosa. Ácidos e bases. Equações iônicas.
Tipos de reações em solução aquosa. Reações ácido-base. Rea- CONTERATO, Santo. A profissão de sociólogo e Sociologia no
ções com desprendimento de gás. Cálculos químicos – Gran- Ensino Médio. Rio de Janeiro: Robson Achiamé, 2006.
dezas químicas. Estequiometria – Relações ponderais. Análise COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência
química. Estequiometria de reações. Funções Inorgânicas – Es- da sociedade. São Paulo: Moderna, 1987.
trutura, classificação e nomenclatura de compostos inorgânicos.
DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo:
Gases – Propriedades dos gases. Lei dos gases. Misturas gaso-
Atlas, 1987.
sas e pressões parciais. Teoria cinética molecular dos gases.
Difusão e efusão. Soluções e comportamento das soluções DURKHEIM, Èmile. As regras do método sociológico. São Paulo:
– Classificação. Unidades de concentração. O processo de dis- Nacional, 1966.
solução. Diluições e misturas. Propriedades coligativas. Lei de ___________ O Suicídio. Lisboa: Presença, 1973.
Raoult. Energia, Formas e Unidades – Calor específico e trans-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


ferência de energia térmica. Energia e mudança de estado. Entalpia. IANNI, Otávio. A Sociedade global . Rio de Janeiro: Civilização
Lei de Hess. Funções de estado. Determinação de entalpia. Ener- Brasileira, 2003.
gia livre e entropia. Aplicações da termodinâmica. Cinética quí- LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia
mica – Velocidade. Ordem e molecularidade das reações. Fato- geral. São Paulo: Atlas, 1999.
res que influenciam nas velocidades das reações. Equilíbrio
MARX, Karl, ENGELS, Fredrich. Obras escolhidas . São Paulo:
químico – Constantes de equilíbrio. Princípio de Le Chatelier. Equi-
líbrio iônico. Lei da diluição de Ostwald. Produto iônico da água Alfa – Omega, (Volumes 1/ 2/ 3 ).
– pH e pOH. Solução tampão. Hidrólise. Produto de solubilidade. MEKSENAS, Paulo. Aprendendo sociologia: a paixão de conhe-
Eletroquímica – Óxido-redução. Pilhas. Eletrólise. Equação de cer a vida. São Paulo: Loyola, 2001.
Nernst. Química orgânica – Conceito, classificação, nomencla- ___________ Cidadania, poder e comunicação. São Paulo: Cortez,
tura e propriedades físicas dos compostos orgânicos. Isomeria
2002.
do Município de Rio das Ostras

plana e estereoisomeria. Reatividade das moléculas orgânicas.


Mecanismos das reações. Efeito indutivo e mesomérico. Caráter PARÂMETROS Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Ciências
ácido e básico dos compostos orgânicos. Reações orgânicas: Humanas e suas Tecnologias. Mnistério da Educação. Brasília:
substituição, adição, eliminação, oxidação, combustão, redução e Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Média e
polimerização. Petróleo e derivados, glicídios, lipídios: glicerídios e Tecnológica, 1999.
cerídios, aminoácidos e proteínas e polímeros sintéticos. Química RODRIGUES, Carla, SOUZA, Herbert. Ética e cidadania. São
Orgânica: As funções orgânicas e suas nomenclaturas,
Paulo: Moderna, 1994.
Reatividade e propriedades químicas dos compostos orgânicos.
Celulose e polímeros sintéticos. Química Geral e Inorgânica: SANTOS, Percio. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 1997/
Estrutura atômica, Classificação periódica dos elementos. Liga- 2005.
ções Químicas. Funções Inorgânicas. Reações químicas e suas SOARES, Glaucio Ary Dillon. Sociedade e política no Brasil. São
leis. Cálculo estequiométrico. Separação de misturas. Química Paulo: Difusão Européia do Livro, 1973.
Inorgânica descritiva. Química Analítica Qualitativa: Bases teó-
ricas da química analítica. Teoria ácido-base. Reações de WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São
FURJ

oxirredução. Química Analítica Quantitativa: Amostragem. Paulo: Pioneira, 1987.


Realização

Gravimetria. Volumetria. Corrosão: Pilhas. Eletrólise. Proteção ____________ Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Guanabara,
catódica e anódica. Revestimentos protetores. Físico-Química: 1982.
(NÍVEL SUPERIOR)

PROFESSOR – ARTES CÊNICAS (Conhecimentos Específicos) OLIVEIRA, João Batista Araújo e CHADWICK, Clifton. Aprender e
ensinar. 2. ed. São Paulo: Global Editora, 2001.
43
Fundamentos históricos, filosóficos e psicopedagógicos da edu-
cação através da arte. Pressupostos e objetivos das artes cêni- PIAGET, Jean. A formação dos conhecimentos. In; PIAGET, Jean.
cas na escola. Elementos da linguagem gestual: corpo, espaço, A epistemologia genética. São Paulo: Abril Cultural, 1978 (p:6-27) –

Manual do Candidato
tempo e movimento. Teatro na educação, teatro na escola, teatro Os Pensadores.
profissional, teatro grego, drama, comédia, dramaturgia universal,
autores. O espaço cênico. História do teatro brasileiro. O teatro na PROFESSOR (MÚSICA) - CANTO, PIANO, FLAUTA E VIOLINO
educação através dos tempos, o texto teatral, elementos cênicos: (Conhecimentos Específicos)
cenografia, indumentárias, iluminação e etc..
As notas musicais. O pulso. Unidadces de tempo. Pausas. Divisão
Sugestões Bibliográficas do tempo. Ligaduras. Ponto de aumento e de diminuição. A fermata.
BARBOSA, Ana Mae, Arte / Educação Contemporânea: Conso- Síncope e contratempo. Dinâmica. Agógica. Andamentos. Com-
nâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2005. passos. Sinais de repetição: ritornello, casa de primeira e de se-
gunda, da Capo, fine, segno, coda. Tons, semitons e alterações.
BOAL, Augusto. O Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políti-
cas. São Paulo: Civilização Brasileira, 1977. Semitons diatônicos e cromáticos. Classificação de inícios e termi-
nações de comosições: início tético, início acéfalo, início anacrúsico
_______________, 200 Exercícios e Jogos Para o Ator e Não ou anacrústico, terminação Masculina, terminação Feminina. Inter-
Ator Com Vontade de valos: simples, compostos, inversão, análise, classificação. A cla-
Dizer Algo Através do Teatro. Rio de Janeiro: Civilização Brasilei- ve de Fá. Escala geral. Sistema tonal: escalas maiores com arma-
ra, 1977. dura de sustenido, escalas maiores com armadura de bemol, es-
COELHO, Paulo. Teatro na Educação. Rio de Janeiro: Forense, calas menores com armadura de sustenido, escalas menores com
1980. armadura de bemol, formas das escalas menores (primitiva, har-
mônica, melódica e bachiana). Modos litúrgicos. Escala cromártica.
FERRAZ, Maria Heloísa & FUSARI, Maria F.. Metodologia do Ensi- Série harmônica. Tons vizinhos. Tons próximos. Tons afastados.
no de Arte. São Paulo: Cortez, 1993. Acordes tríades. Cifragem de acordes. Transposição. Quiálteras.
FISCHER, Ernest. A Necessidade da Arte. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, Modulação: modulação cromática, modulação diatônica, modula-
1977. ção enarmônica. Fraseologia.
GOMBRICH, Ernest H. A História da Arte. São Paulo: L.TC, 1996. Sugestões Bibliográficas
MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. São Paulo: BORBA, Tomás e GRAÇA, Fernando Lopes. Dicionário de músi-
Dilfel, 1997. ca. Volumes 1 e 2. Edições Cosmos: Lisboa.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Rio de HINDEMITH, Paul. Treinamento elementar para músicos. Editora
Janeiro, Imago, 1977. Ricordi.
Parâmetros Curriculares Nacionais, Arte, Brasília, MEC, SEF, 1997. LACERDA, Osvaldo. Teoria elementar da música. Editora Recordi.
PORSHER, Louis (org.) Educação Artística: Luxo ou necessida- MED, Bohumil. Teoria da música. 4. ed. Editora Musimed.
de? São Paulo: Summus, 1982.
SCLIAR, Esther. Fraseologia Musicial. Editora Movimento.
REVERBEL, Olga. Um Caminho do Teatro na escola. São Paulo:
ZAMACOIS, Joaquin. Teoria de la musica. Livros 1 e 2. Editora
Scipione, 1979.
Labor.
_______________. Teatro na Sala de Aula. Rio de Janeiro. José
Olympio, 1979.
PROCURADOR MUNICIPAL I (Conhecimentos Específicos)
ROUBINE, Jean-Jacques. A Linguagem da Encenação Teatral.
Rio de Janeiro: Zahar, Direito Tributário – 1. Normas gerais de direito tributário: concei-
tos e espécies de normas tributárias, vigência, aplicação, inter-
1982.
pretação, integração. 2. Princípios constitucionais tributários: le-
SPOLIN, Viola. Improvisação Para o teatro. São Paulo: Perspecti- galidade, igualdade, capacidade contributiva, irretroatividade, proi-
va, 1979. bição de confisco, anualidade e anterioridade 3. Princípios que
STANISLAVSKI, Constatin. Preparação do Ator. Rio de Janeiro: regem a função do fisco. 4. Relação jurídica tributária: conceito,

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Civilização Brasileira, 1964. natureza, relação jurídica tributária material e formal. 5. Obrigação
_______________________. A Construção do personagem. Rio tributária: fato gerador da obrigação tributária; conceito, subsunção,
de janeiro: Civilização Brasileira, 1970. espécies; elemento objetivo do fato gerador; aspecto material,
temporal e quantitativo; elemento subjetivo do fato gerador; sujeito
________________________. A Criação de Um Papel. Rio de ativo, passivo, solidariedade, capacidade tributária, domicílio tri-
Janeiro: Civilização Brasileira, 1972. butário, contribuinte e responsável tributário. 6. Crédito tributário:
conceito. Constituição: o lançamento: características, eficácia, efei-
PROFESSOR – DANÇA CLÁSSICA (Conhecimentos Específicos)
tos, atributos, princípios e modalidades do lançamento. Suspen-
Conhecimentos básicos: da história da arte; da história da dança são: conceito, moratória, depósito, reclamações e recursos admi-
e do ballet; do repertório do ballet clássico. Conhecimentos bási- nistrativos, liminares em mandado de segurança e em outras de-
cos de tempos musicais (2/3, 4/4, 3/4) e sua aplicação em movi- mandas. Extinção: pagamento e suas modalidades; imputação,
mentos. Elaboração de pequenas composições coreográficas.
do Município de Rio das Ostras

consignação, pagamento indevido, compensação, transação, re-


Características principais dos três níveis de estudo do ballet clás- missão; prescrição e decadência. Exclusão: conceito, isenção,
sico: nível básico, nível intermediário e nível avançado. Domínio do natureza, classificação, princípios, direitos fundamentais, renún-
programa de ensino de ballet para os níveis básico e intermediário. cias de receita, interpretação e revogação das isenções, anistia.
Conhecimento do trabalho proposto para o nível avançado. A ter- Garantias do crédito tributário: conceito, privilégios, preferências.
minologia do ballet clássico. Fases do desenvolvimento psico- Fiscalização do crédito tributário. 7. Sistema tributário nacional:
motor da criança. conceito, classificação, princípios gerais; competência tributária;
Sugestões Bibliográficas limitações ao poder de tributar. 8. Os tributos: conceito, classifica-
ARAGÃO, Vera. Reflexões sobre o Ensino do Balé Clássico. In: ção; impostos federais, estaduais e os municipais; especificidades
PEREIRA, Roberto e SOTER, Silvia (orgs.). Lições de Dança 1. Rio e princípios inerentes a cada imposto; taxas: conceito, requisitos
de Janeiro: UniverCidade Editora, 1999. constitucionais, princípios e espécies; contribuição de melhoria:
fundamentos, conceito e elementos do fato gerador; contribui-
CAMINADA, Eliana e ARAGÃO, Vera. Programa de Ensino e Ballet:
ções sociais. 9. Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsa-
Uma Proposição. Rio de Janeiro: UniverCidade Editora, 2006.
bilidade Fiscal): conceitos; alcance; princípios; planejamento; re-
FURJ
Realização

CAMINADA, Eliana. Algumas considerações sobre o método ceita e despesa pública; transferências voluntárias; destinação
Vaganova. In: PEREIRA, Roberto e SOTER, Silvia (orgs). Lições de da receita pública para o setor privado; dívida e endividamento;
Dança 1. Rio de Janeiro: UniverCidade Editora, 1999. gestão patrimonial; transparência, controle e fiscalização.
(NÍVEL SUPERIOR)

Sugestões Bibliográficas caso fortuito e força maior), espécies de contratos, causas de


extinção. 9. Servidores públicos: normas constitucionais; regime
44
Constituição da República Federativa do Brasil.
jurídico, cargos públicos; espécies, formas de provimento e va-
Código Tributário Nacional. cância; acesso aos cargos, empregos e funções públicas; esta-
Código Tributário Municipal bilidade, aposentadoria e pensão; 10. Responsabilidade do servi-

Manual do Candidato
Constituição do Estado do Rio de Janeiro. dor público: princípios de natureza ética com estatura constitucio-
nal; moralidade e improbidade administrativa; o regime da Lei 8.429,
Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras.
02/06/1992; 11. Domínio público: conceito, classificação e uso dos
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. Malheiros bens públicos; características e espécies. 12. Intervenção do
Editores. Estado na Propriedade: servidão administrativa, requisição, ocu-
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de Direito Financeiro e Tributário. pação temporária, limitações administrativas, tombamento e desa-
Editora Renovar. propriação. 13. Processo Administrativo: Classificação, objeto,
Direito Constitucional – 1. Da Constituição: conceito, objeto, princípios, processo administrativo disciplinar; etapas, sindicância
elementos e classificação; supremacia da constituição. 2. e inquérito administrativo. 14. Responsabilidade patrimonial da
Aplicabilidade e interpretação das normas constitucionais. 3. Prin- Administração Pública. 15. Controle da Administração Pública: Ti-
cípios fundamentais constitucionais. 4. Poder constituinte: poder pos e formas de controle; controle administrativo, legislativo e
constituinte originário e derivado; limites ao poder de emenda; 5. judiciário.
Direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais; Sugestões Bibliográficas
direitos sociais 6. Das garantias constitucionais. 7. Direito de naci- Constituição da República Federativa do Brasil.
onalidade: espécies, formas de aquisição e perda da nacionalida-
Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
de; tratamento diferenciado entre brasileiro nato e naturalizado. 8.
Direitos políticos: direito de voto, elegibilidade e direitos políticos Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras
negativos. 9. Organização do Estado e dos poderes: Organização Decreto - lei 200/67 e suas alterações.
político-administrativa; União, Estados, Municípios e Distrito Fede- CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Adminis-
ral; repartição de competências. 10. Poder legislativo: Congresso trativo. Lumen Juris.
Nacional, suas casas legislativas e funções; comissões parla-
mentares de inquérito, Tribunais de Contas. 11. Processo MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro.
legislativo: conceito, conceitos, classificação; processo legislativo Malheiros Editores.
ordinário e espécies normativas. 12. Poder executivo: Presidente OLIVEIRA, Cláudio Brandão de. Manual de Direito Administrativo.
e Vice-Presidente da República; modo de investidura e posse no Editora Impetus.
cargo de Presidente da República; Ministros de Estado. 13. Poder SERRA VIEIRA (coordenação), Patrícia Ribeiro. Responsabilida-
Judiciário: órgãos, composição dos Tribunais; funções e garanti- de Civil Empresarial e da Administração Pública. Lumen Juris.
as do Poder Judiciário. 14. Ministério Público: posicionamento cons-
titucional, princípios, funções e garantias do Ministério Público. 15. Direito Civil – 1. Da lei: conceito e características; da elaboração;
Controle de Constitucionalidade: conceito, requisitos, espécies; vigência; cessação da eficácia; classificação; aplicação da lei no
tempo e no espaço; interpretação das leis. 2. Das Pessoas: noção
controle preventivo e repressivo; o controle difuso e suas peculi-
aridades; controle concentrado; o regime jurídico das seguintes de pessoa; pessoas físicas: começo e fim da pessoa; capacidade
ações constitucionais: ação direta de Inconstitucionalidade gené- jurídica e capacidades de fato, absoluta e relativamente incapa-
rica, ação direta de Inconstitucionalidade interventiva, ação de zes; emancipação, da individualização das pessoas; direitos da
inconstitucionalidade por omissão, ação declaratória de personalidade; ausência; pessoas jurídicas: conceito; elementos;
classificação; domicílio; das pessoas jurídicas de direito privado:
constitucionalidade e argüição de descumprimento de preceito
fundamental. 16. Ordem Econômica e Financeira: princípios gerais início; sociedades e associações; das Fundações. 3. Bens: clas-
da atividade econômica; das propriedades na ordem econômica; sificação; espécies. 4. Fato jurídico: conceito e classificação; ne-
sistema financeiro nacional. 17. Ordem social: da seguridade so- gócio jurídico: manifestação de vontade; classificação; da
cial; saúde, previdência e assistência social. inexistência, nulidade e anulabilidade dos negócios jurídicos; de-
feitos dos negócios jurídicos; modalidades. 5. Prescrição e deca-
Sugestões Bibliográficas dência. 6. Das obrigações. Conceito, modalidades, transmissão,

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Constituição da República Federativa do Brasil. adimplemento e extinção. Obrigações líquidas e ilíquidas. Cláusula
Constituição do Estado do Rio de Janeiro. penal. Do inadimplemento. Responsabilidade extracontratual. Teo-
ria da imprevisão. 7. Dos contratos. Disposições gerais. Da extinção
Lei Orgânica do Município de Rio das Ostras.
dos contratos: exceção do contrato não cumprido e da resolução
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. por onerosidade excessiva. Das várias espécies de contrato:
Malheiros Editores. compra e venda; doação; empréstimo - comodato e mútuo; presta-
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional . Editora Atlas. ção de serviço; empreitada; depósito; mandato; transação. Loca-
PEÑA DE MORAES, Guilherme. Teoria da Constituição. Lumen Juris. ção de imóvel residencial ao empregado e direito de retomada. Do
enriquecimento sem causa. 8. Empresa. Conceito. Do empresário
Direito Administrativo – 1. Conceito, fontes e princípios admi- e do exercício da empresa. Da sociedade: disposições gerais,
nistrativos: 2. Organização Administrativa: Poderes e funções (tí- espécies, direitos, obrigações e responsabilidades: da sociedade
picas e atípicas), administração direta e indireta; autarquias, fun- e dos sócios. Liquidação, transformação, incorporação, fusão e
do Município de Rio das Ostras

dações, empresas públicas, sociedades de economia mista e en-


cisão. Do estabelecimento: institutos complementares, prepostos.
tidades paraestatais; órgãos públicos. 3. Poderes e deveres do Sociedade Limitada: disposições preliminares, quotas, administra-
administrador público. 4. Poderes administrativos. 5. Atos adminis- ção, deliberação dos sócios, aumento e redução do capital, reso-
trativos: conceito, elementos constitutivos, atributos, classifica-
lução da sociedade em relação a sócios minoritários. Dissolução:
ção, espécies, atos vinculados e atos discricionários, formas de
modos e efeitos. Da sociedade cooperativa. 9. Hierarquia,
extinção. 6. Serviços públicos: conceito, competência, classifica-
integração e interpretação da lei. Métodos de interpretação. Ana-
ção, princípios; execução direta e indireta; permissão e conces-
logia, Princípios Gerais do Direito e Eqüidade. 10. Da responsabili-
são (lei 8.987, de 13/02/1995); o regime das Parcerias Público-
dade civil. Das preferências e privilégios creditórios.
Privadas (Lei nº 11.079, de 31/12/2004) e dos Consórcios Públi-
cos (Lei 11.107, de 06/04/20005). 7. Licitação: a lei nº 8.666/93 e Sugestões Bibliográficas
suas modificações; princípios da licitação; modalidades; exce- Constituição da República Federativa do Brasil.
ções ao dever de licitar; licitação dispensada, dispensável e Código Civil (Lei 10.406/02) e alterações legislativas vigentes.
inexigível; procedimento; instrumento convocatório, habilitação,
classificação e julgamento, homologação e adjudicação; extinção; GIORDANI, José Acyr Lessa. Curso Básico de Direito Civil, Parte
FURJ

Geral. Editora Lumen juris – última edição.


Realização

recursos. 8. Contratos administrativos: conceito, classificação,


cláusulas exorbitantes, duração do contrato, inexecução do con- MELO, Marco Aurélio Bezerra de. Novo Código Civil Anotado.
trato: culposa e sem culpa (teoria da imprevisão, fato do príncipe, Editora Lumen juris – última edição.
(NÍVEL SUPERIOR)

PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil (Parte


Geral e Especial). Editora Forense – últimas edições.
gações das partes. Dos poderes do empregador. Indenização por
dano moral e material. 7. Da suspensão, interrupção, alteração e
45
Direito Processual Civil - 1. Princípios constitucionais e gerais rescisão do contrato de trabalho. Da cessação do contrato. Apo-
de processo civil. 2. Normas de direito processual civil: natureza sentadoria, Força Maior. factum principis. Despedida Indireta. Fal-
ta grave. Justa causa. Pedido de demissão. Homologação. Quita-

Manual do Candidato
jurídica, fontes, interpretação. Direito processual intertemporal. 3.
Jurisdição: voluntária e contenciosa, conceito e distinção. Órgãos ção. Eficácia Liberatória. Verbete de Súmula nº: 330/TST. 8. A
da jurisdição. 4. Ação: conceito, natureza jurídica, classificação, Fazenda Pública perante a Justiça do Trabalho. Prerrogativas Pro-
elementos e condições. Prescrição. 5. Processo: conceito, natu- cessuais. Decreto-Lei nº: 779/69. Do reexame necessário. Isen-
reza jurídica e princípios fundamentais. Pressupostos processu- ção de Custas. O Poder Público como empregador. Contrato de
ais. Atos processuais: classificação, lugar, tempo, prazo, forma e trabalho nulo. Verbetes de Súmula nº: 685/STF e 363/TST. 9. Jor-
comunicação. Preclusão. Nulidades. 6. Citação, intimação e notifi- nada de trabalho. Períodos de descanso. Trabalho em horas ex-
cação. 7. Sujeitos do processo: partes e procuradores, deveres e traordinárias, noturno, insalubre e perigoso. Remuneração e salá-
responsabilidades. Capacidade e legitimidade. Substituição pro- rio. Adicionais. Gratificações. Férias. 13º salário. Aviso Prévio.
cessual. 8. Litisconsórcio. Assistência. Intervenção de terceiros. Multa do art. 467 e 477/CLT. 10. Normas especiais de tutela do
Formas de intervenção. 9. Juiz e auxiliares da Justiça. 10. Ministé- trabalho da mulher e do adolescente. O aprendiz. O estagiário.
rio Público. 11. Pessoa jurídica de direito Público no processo civil. Trabalho Infantil. Penalidades. Os Conselhos Tutelares e os Direi-
Especificidades. 12. Competência: conceito e critérios determi- tos da Criança e do Adolescente. Mãe Social. 11. Estabilidades
nantes. Em razão do valor, material, funcional e territorial. Compe- decenal e especiais. Despedida do empregado estável. Inquérito
tência absoluta e competência relativa. Modificação da competên- para apuração de falta grave. Efeitos da despedida arbitrária:
cia. Declaração de incompetência e conflito de competência. Com- readmissão e reintegração. Despedida Obstativa. FGTS. Seguro
petência internacional. 13. Formação, suspensão e extinção do Desemprego. 12. Prescrição e Decadência. 13. Direito Processual
processo. 14. Procedimentos: ordinário, sumário, especiais. 15. do Trabalho. Princípios, Autonomia, Fontes, Peculiaridades, Inter-
Processo cautelar. Medidas cautelares nominadas e inominadas. pretação, Integração, Eficácia. 14. Organização da Justiça do Tra-
16. Petição inicial: requisitos, inépcia e indeferimento. 17. Pedido: balho. Composição, funcionamento, jurisdição e competência de
cumulação e espécies. 18. Valor da causa e impugnação. 19. seus órgãos. O Ministério Público do Trabalho. 15. Partes, procu-
Tutela antecipada e tutela específica. 20. Respostas do réu. Con- radores, representação, substituição processual e litisconsórcio.
testação, reconvenção, exceção e ação declaratória incidental. Assistência Judiciária. jus postulandi. Dever de probidade pro-
21. Revelia e seus defeitos. 22. Julgamento conforme o estado do cessual. 16. Atos, termos e prazos processuais. Comunicação
processo. 23. Audiência preliminar e audiência de instrução e dos atos processuais. Vícios do ato processual. Nulidades: ex-
julgamento. 24. Prova: princípios gerais, sistema, espécies e pro- tensão, princípios, momento da argüição, declaração e efeitos.
cedimentos probatórios. Provas, indícios, presunção e regras do 17. Da Demanda trabalhista. Dissídio individual. Procedimento co-
ônus da prova. 25. Sentença. 26. Coisa julgada material e formal. mum e sumaríssimo. Petição inicial: requisitos, emenda, aditamen-
27. Duplo grau de jurisdição. 28. Do Processo nos Tribunais. Inci- to, indeferimento. Pedido. Litispendência. A tramitação prioritária
dente de uniformização de jurisprudência. Controle concentrado e do estatuto do idoso. Da tutela jurisdicional tempestiva e efetiva.
controle difuso de constitucionalidade. Ação direta de inconstitucio- 18. Dissídio coletivo e negociação coletiva. Acordo coletivo e con-
nalidade e ação declaratória de constitucionalidade. Efeitos. Re- venção coletiva de trabalho. A greve. 19. Audiência, Arquivamento.
Tentativas de conciliação. Contestação. Defesa direta e indireta.
clamação Constitucional. Homologação de sentença estrangeira.
Revelia. Efeitos. Exceções. Compensação. Reconvenção. Razões
Ação rescisória. 29. Recursos: conceito, juízo de admissibilidade
Finais. 20. Prova no Processo do Trabalho: princípios, peculiarida-
e de mérito, requisitos de admissibilidade e efeitos. Apelação. Agra-
des, oportunidade, meios, espécies, ônus da prova. 21. Decisão
vos. Embargos infringentes. Embargos de Declaração. Embargos
nos dissídios individuais. Julgamento ultra, extra e citra petitum.
de divergência. Recurso Ordinário, recurso especial e recurso
Termo de conciliação e seus efeitos. Coisa Julgada. Espécies.
extraordinário. Prequestionamento. 30. Reclamação e correição. Preclusão. Ação rescisória trabalhista. Mandado de Segurança.
31. Liquidação de sentença. 32. Título executivo judicial e Ação Civil Pública. Habeas Corpus. 22. Sistema recursal trabalhis-
extrajudicial. 33. Execução: regras gerais e espécies. 34. Embar-
ta. Recursos: espécies. Prazo, Efeitos e Pressupostos de
gos do devedor. 35. Embargos de terceiro. 36. Lei de Execuções Admissibilidade. Juízos de Admissibilidade e de Mérito. Pré-
Fiscais e a execução de dívida ativa da Fazenda Pública. 37. questionamento. 23. Execução. Execução provisória e Definitiva.
Mandado de segurança. 38. Ação popular. 39. Habeas data. 40.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Exceção de pré-executividade. Embargos de Terceiro. Liquidação
Mandado de injunção. 41. Ação de desapropriação (Dec. lei 3.365/ de sentença. Liquidação por cálculos, por artigos e por arbitramento.
41). 42. Ação civil pública. 43. Ação declaratória e declaratória Execução contra a Fazenda Pública. Impenhorabilidade dos bens
incidental. 44. Ação monitória. 45. Ação de usucapião. 46. Ações Públicos. Precatório Judiciário. Dívidas de Pequeno Valor. Seqües-
possessórias. 47. Ação de nunciação de obra nova. 48. Ação tro de verbas. 24. Tutela antecipatória de méritos e tutela cautelar
demarcatória. 49. Ação de despejo, revisional de aluguel e ação no Direito Processual do Trabalho. 25. Sindicatos: condições de
renovatória. 50. Ação de consignação em pagamento. registro e funcionamento. Atividade e prerrogativas. Contribuição.
Sugestões Bibliográficas Substituição e representação processuais.
Constituição da República Federativa do Brasil. Sugestões Bibliográficas
Código de Processo Civil (Lei 5.869/73) e alterações legislativas Constituição da República Federativa do Brasil.
vigentes. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e alterações legislativas
do Município de Rio das Ostras

DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de Direito Proces- vigentes.


sual Civil. Editora Malheiros – última edição. BARROS, Alice Monteiro de. Curso de Direito do Trabalho. Editora
GREGO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Edi- LTr – última edição.
tora Saraiva – última edição. CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis do
Direito do Trabalho e Processual do Trabalho - 1. A Emenda Trabalho. Editora Saraiva – última edição.
Constitucional 45/04 e a Nova Competência da Justiça do Traba- LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Curso de Direito Processual do
lho. 2. Relação de trabalho latu sensu: trabalho autônomo, eventu- Trabalho. Editora LTr – última edição.
al, temporário, avulso. Diferenças entre contratos de trabalho,
locação de serviços e empreitada. 3. Relação de emprego. Sujei- INSTRUTOR DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS II (Conheci-
tos. Conceito de empregado e de empregador. Cooperativas de mentos Específicos)
mão-de-obra. 4. Grupo Econômico. Sucessão de empregadores. Linguística e a Língua Brasileira de Sinais: regras estruturais e
Desconsideração da Personalidade Jurídica. Comissões de Con- gramaticais. Filosofias Educacionais: oralismo, comunicação total
ciliação Prévia. 5. Terceirização Lícita e Ilícita. Responsabilidade. e bilingüismo. Aspectos biológicos e psicossociais da linguagem
FURJ
Realização

Art. 71 da Lei Federal nº: 8.666 e Verbete de Súmula nº: 331/TST. humana. Identidade Surda: cultura, família e comunidade. Filosofi-
6. Contrato de emprego: denominação, conceito, classificação, as Educacionais: oralismo, comunicação total e bilingüismo. Histó-
caracterização. Dos efeitos do contrato: direitos, deveres e obri- ria das línguas de sinais. História da Educação de Surdos.
(NÍVEL SUPERIOR)

Sugestões Bibliográficas XII - ATRIBUIÇÕES TÍPICAS - CARGOS COM PROVAS PRÁTICAS


46
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional. Lei nº
INSTRUTOR DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS II
9.394 de 20 de dezembro de 1996
Compreende o cargo que se destina a realizar as interpretações
_______, Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Edu- da língua falada para a língua sinalizada através da Linguagem

Manual do Candidato
cação Básica. Secretaria de Educação Especial – MEC, Brasília: Brasileira de Sinais – LIBRAS – e vice-versa, em, apoio as ativida-
SEESP, 2001. des de ensino e outras onde se mostre necessárias. Atuar em
sala de aula e em eventos ligados ao ensino, para realizar a inter-
________, Parâmetros Curriculares Nacionais – Adaptações
pretação por meio de linguagem de sinais. Coletar informações
Curriculares. Brasília: SEESP, 2001. sobre o conteúdo a ser trabalhado para facilitar a tradução da
________, Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 e Decreto de língua no momento das aulas e atividades escolares. Planejar an-
Regulamentação nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. tecipadamente, junto com o professor responsável pela disciplina
ou série, sua atuação e limites no trabalho a ser executado. Parti-
________, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Es- cipar de atividades extraclasses, como palestras, cursos, jogos,
pecial – Ensino da Língua Portuguesa para surdos: caminhos encontros, debates, visitas, junto com a turma em que exercite a
para a prática pedagógica. Brasília: SEESP, 2002, volumes 1 e 2. atividade como intérprete. Interpretar a linguagem de forma fiel,
não alterando a informação a ser interpretada. Participar de ativi-
________, Conferencia Mundial sobre Necessidades Educativas
dades não ligadas ao ensino, em que se faça necessária a reali-
Especiais: acesso e qualidade. Declaração de Salamanca e linha zação de interpretação linguagem por sinais. Executar outras ta-
de ação sobre necessidades educativas especiais. 2ª ed. Brasília: refas correlatas.
CORDE, 1997.
PROFESSOR (ARTES CÊNICAS)
FELIPE, Tanya A. LIBRAS em Contexto. Programa Nacional de
Ministrar aulas de Interpretação, Improvisação, História das Artes
Apoio à Educação de Surdos – MEC. Brasília: SEESP, 2001.
Cênicas, Literatura das Artes Cênicas, Caixa Cênica, Caracteriza-
FERNANDES, Eulália. Problemas Lingüísticos e Cognitivos dos ção Cênica e Introdução a Figurinos, Sonoplastia, Cenografia e
surdos. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1990. Iluminação nos cursos básico e técnico de teatro. Planejar, organi-
zar e orientar o ensino de artes cênicas; executar outras ativida-
LODI, A.C.B; HARRISON, K.M.; CAMPOS, S.R. e TESKE, O. (Orgs).
des pertinentes às artes em geral; coordenar e executar o ensino
Letramento e Minorias. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002. de artes cênicas; orientar e estimular e acompanhar o desenvolvi-
MOURA, Maria Cecília. O Surdo: caminhos para uma nova identi- mento das potencialidades artísticas e criativas; realizar estudos
dade. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 2000. dos processos técnicos, transmitindo ensinamentos do uso dos
diversos materiais de artes cênicas; estimular hábitos de ordena-
PERLIN, Gladis. Identidade Surda e Currículo. In: LACERDA, ção, cuidados e conservação dos materiais de trabalho; realizar
Cristina Broglia F.de (Org). Surdez: processos educativos e sub- estudos e pesquisas na área das artes em geral; responsabilizar-
jetividade. São Paulo: Editora Lovise, 2002. se pela conservação e manutenção dos materiais e equipamentos
utilizados; participar de reuniões pedagógicas e conselhos de
QUADROS, Ronice M. e KARNOPP, L. B. A Língua de Sinais Bra-
classe; participar das atividades extra-classe da Fundação Rio
sileira: estudos lingüísitcos. Porto Alegre: Editora Artmed, 2004. das Ostras de Cultura; executar tarefas afins.
SACKS, Oliver. Vendo Vozes: uma jornada pelo mundo dos sur-
dos. Rio de Janeiro: Editora Companhia das Letras, 1998. PROFESSOR (DANÇA CLÁSSICA)
Ministrar aulas de Balé Clássico, Dança Moderna, Terminologia da
SILVA, Maria Piedade M. A Construção de Sentidos na Escrita do
Dança, Repertório, Pás-de-Deux nos cursos básico e técnico de
aluno surdo. São Paulo: Editora Plexus, 2001. danças; Expressão Corporal, História da Arte, História da Dança,
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Elementos Técnicos do Espetáculo; Elementos da Música e Ritmo,
Alegre: Editora Mediação, 1998 Dança do Brasil, Dança de Caráter, Composição Coreográfica e
Improviso da Dança, Anatomia Humana Aplicada a dança, Admi-
______________, Atualidade da educação bilíngüe para surdos nistração e Direção de Espetáculo de Dança no curso técnico de

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


– projetos pedagógicos. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999. dança. Planejar, organizar e orientar o ensino de dança; orientar,
Volumes 1 e 2. estimular e acompanhar o desenvolvimento das potencialidades
artísticas e criativas; realizar estudos de processos técnicos,
STRNADOVÁ, Vera. Como é ser surdo. Rio de Janeiro: Babel
transmitindo ensinamentos de uso dos estudos dos diversos ma-
Editora, 2000. teriais de dança; cuidado e conservação dos materiais de traba-
lho; preparar repertórios e sugerir apresentações de dança; trans-
BACHAREL EM TURISMO (Conhecimentos Específicos) mitir instruções quanto ao zelo, manutenção e guarda dos materi-
ais; participar de reuniões pedagógicas e conselhos de classe;
O mercado de lazer e turismo. Estratégias de marketing para turis-
participar das atividades extra-classe da Fundação Rio das Os-
mo, eventos e lazer. Planejamento, organização e comercialização tras de Cultura; executar tarefas afins.
de eventos e feiras. Planejamento Turístico e desenvolvimento
PROFESSOR (MÚSICA – CANTO)
do Município de Rio das Ostras

sustentável.
Sugestões Bibliográficas Ministrar aulas de canto popular e erudito nos cursos básico e
técnico de música; Ministrar aulas de teoria musical, percepção
DIAS, Reinaldo e CASSAR. Maurício. Fundamentos do Marketing musical e harmonia no curso básico de música; ministrar aulas de
Turístico. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. prática coral no curso básico de música; Ministrar aulas de prática
HALL, C. Michael. Planejamento Turístico: políticas, processos e vocal para atores no curso de técnico de teatro; Ministrar aulas
teóricas para o curso técnico de música. Planejar, organizar e
relacionamentos. São Paulo: Contexto, 2004. orientar o ensino de música/canto; orientar, estimular e acompa-
MATIAS, Marlene. Organização de Eventos: procedimentos e téc- nhar o desenvolvimento das potencialidades artísticas e criativas;
nicas. Barueri: Manole, 2004. realizar estudos de processos técnicos, transmitindo
ensinamentos do uso dos estudos dos diversos materiais de
MIDDLETON, Victor T.C. Marketing de Turismo: teoria e prática. musica/canto; cuidado e conservação dos materiais de trabalho;
Rio de Janeiro: Campus, 2002. realizar pesquisas na área de música/canto; testar e afinar instru-
O.M.T. Introdução ao Turismo. São Paulo: Rocca, 2001. mentos musicais/canto; fazer arranjos, preparar repertórios e
FURJ
Realização

sugerir apresentações musicais/canto; solicitar aquisição de pe-


TRIBE, John. Economia do lazer e do turismo. Barueri: Manole, ças de música/canto, instrumentos e outros elementos necessá-
2003 rios; transmitir instruções quanto ao zelo, manutenção e guarda
(NÍVEL SUPERIOR)

dos materiais musicais/canto; participar de reuniões pedagógicas


e conselhos de classe; participar das atividades extra-classe da
determinações legais; realizar inspeções, relacionadas a proteção e a
recuperação da saúde ou perícias médicas ou médico-administrativas
47
Fundação Rio das Ostras de Cultura; executar tarefas afins. afetas a sua área de atuação; planejar e participar da execução de
programas de educação sanitária no que se refere a profilaxia e à
PROFESSOR (MÚSICA – PIANO) defesa de saúde; apresentar estudos e pesquisas para os estabeleci-

Manual do Candidato
Ministrar aulas de piano popular e piano erudito no curso básico e mentos de padrões terapêuticos e cirúrgicos; executar outras tarefas
técnico de música; Ministrar aulas de teoria musical, percepção referentes ao cargo; executar outras tarefas solicitadas pela chefia
musical e harmonia no curso básico de música; Ministrar aulas imediata, compatíveis com a função
teóricas para o curso técnico de música. Planejar, organizar, coor-
denar e orientar o ensino de música/piano; orientar, estimular e ODONTÓLOGO
acompanhar o desenvolvimento das potencialidades artísticas e Praticar todos os atos pertinentes à Odontologia decorrentes de
criativas; realizar estudos de processos técnicos, transmitindo conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-
ensinamentos do uso dos estudos dos diversos materiais de graduação. Prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas
musica/piano; cuidado e conservação dos materiais de trabalho; de uso interno e externo, indicadas em Odontologia. Atestar, no
realizar pesquisas na área de música/piano; testar e afinar instru- setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros,
mentos musicais/piano; fazer arranjos, preparar repertórios e inclusive para justificação de falta de emprego. Proceder a perícia
sugerir apresentações musicais/piano; solicitar aquisição de pe- odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede adminis-
ças de música/piano, instrumentos e outros elementos necessári- trativa. Aplicar anestesia local e troncular. Prescrever e aplicar
os; transmitir instruções quanto ao zelo, manutenção e guarda medicação de urgência em caso de acidentes graves que com-
dos materiais musicais/piano; participar de reuniões pedagógicas prometam a vida e a saúde do paciente. Utilizar, no exercício da
e conselhos de classe; participar das atividades extra-classe da função de perito-odontológico, em casos de necropsia, as vias de
Fundação Rio das Ostras de Cultura; executar tarefas afins. acesso do pescoço e da cabeça. Operar pacientes submetidos a
qualquer um dos meios de anestesia geral, desde que sejam aten-
PROFESSOR (MÚSICA - FLAUTA) didas as exigências cautelares recomendadas para o seu empre-
Ministrar aulas de flauta doce e flauta transversa no curso básico go, com a participação obrigatória, na anestesia, de médico espe-
e técnico de música; Ministrar aulas de teoria musical, percepção cialista e em ambiente hospitalar condizente com as condições
musical e harmonia no curso básico de música; Ministrar teóricas indispensáveis a ambiente cirúrgico. Executar outras tarefas re-
para o curso técnico de música; Planejar, organizar e orientar o ferentes ao cargo. Executar outras tarefas solicitadas pela chefia
ensino de música/flauta; orientar, estimular e acompanhar o de- imediata, compatíveis com a função.
senvolvimento das potencialidades artísticas e criativas; realizar
estudos de processos técnicos, transmitindo ensinamentos do PROFESSOR II (PORTUGUÊS)
uso dos estudos dos diversos materiais de musica/flauta; cuidado Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabeleci-
e conservação dos materiais de trabalho; realizar pesquisas na mento de ensino. Elaborar e cumprir Plano de Trabalho, de acordo
área de música/flauta; testar e afinar instrumentos musicais/flau- com a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino. Minis-
ta; fazer arranjos, preparar repertórios e sugerir apresentações trar os dias letivos e horas-aula estabelecidos por Lei de Diretri-
musicais/flauta; solicitar aquisição de peças de música/flauta, ins- zes e Bases da Educação Nacional, além de participar integral-
trumentos e outros elementos necessários; transmitir instruções mente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
quanto ao zelo, manutenção e guarda dos materiais musicais/ desenvolvimento profissional. Proceder, contínua e permanente-
flauta; participar de reuniões pedagógicas e conselhos de classe; mente a avaliação do aproveitamento escolar, replanejando o tra-
participar das atividades extra-classe da Fundação Rio das Os- balho, quando necessário, registrando seus avanços e dificulda-
tras de Cultura; executar tarefas afins. des. Participar da reunião de avaliação do processo escolar, apre-
sentando registros referentes às ações pedagógicas e vida es-
PROFESSOR (MÚSICA – VIOLINO colar dos educandos, analisando e discutindo as causas de apro-
Ministrar aulas de violino nos cursos básico e técnico de música; veitamento não satisfatório e propondo medidas para superá-las.
Ministrar aulas de teoria musical, percepção musical e harmonia Encaminhar à equipe técnico/administrativo-pedagógica os con-
no curso básico de música; Ministrar teóricas para o curso técni- ceitos e relatórios da avaliações bimestrais e anuais, e os dados
co de música. Planejar, organizar e orientar o ensino de música/ de apuração de assiduidade referentes aos alunos de sua clas-

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


violino; orientar, estimular e acompanhar o desenvolvimento das se, conforme especificação e prazos fixados pelo cronograma
potencialidades artísticas e criativas; realizar estudos de proces- escolar. Propor, discutir e desenvolver projetos específicos para
sos técnicos, transmitindo ensinamentos do uso dos estudos dos sua ação pedagógica. Planejar e executar estudos contínuos de
diversos materiais de musica/violino; cuidado e conservação dos recuperação, estabelecendo estratégias onde sejam garantidas
materiais de trabalho; realizar pesquisas na área de música/violi- novas oportunidades de aprendizagem ao aluno de menor rendi-
no; testar e afinar instrumentos musicais/violino; fazer arranjos, mento. Respeitar a diferença individual do aluno, considerando as
preparar repertórios e sugerir apresentações musicais/violino; possibilidades e limitações de cada um, garantindo sua permanên-
solicitar aquisição de peças de música/violino, instrumentos e ou- cia e participação em aula. Participar das atividades de articulação
tros elementos necessários; transmitir instruções quanto ao zelo, da escola com a comunidade. Executar outras tarefas referentes
manutenção e guarda dos materiais musicais/violino; participar de ao cargo. Executar outras tarefas solicitadas pela chefia imediata,
reuniões pedagógicas e conselhos de classe; participar das ativi- compatíveis com a função.
do Município de Rio das Ostras

dades extra-classe da Fundação Rio das Ostras de Cultura; exe-


cutar tarefas afins.

XIII - ATRIBUIÇÕES TÍPICAS DOS CARGOS COM VAGAS PARA


DEFICIENTES

MÉDICO (SOCORRISTA II)


Examinar pacientes, de acordo com sua especialidade executan-
do as ações de auscultar, palpar, empregar instrumentos especi-
ais, solicitar exames complementares para determinar o diagnós-
tico; estabelecer diagnóstico com base em exames clínicos ou
outros complementares tais como: Raio X, bioquímico, hematológico,
etc.; atender urgências clínicas, traumatológicas e/ou cirúrgicas;
prescrever medicamentos ou tratamento conforme diagnostico;
FURJ
Realização

manter registro sobre os pacientes; diagnosticar, tratar, medicar,


avaliando a evolução de doenças, etc.; emitir atestados de saú-
de, sanidade, aptidão física ou mental e de óbito para atender as
(NÍVEL SUPERIOR)

CONCURSO PÚBLICO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS EM DIVERSOS CARGOS DO 48


MUNICÍPIO DE RIO DAS OSTRAS, SOB O REGIME ESTATUTÁRIO

ANEXO VI CRONOGRAMA (PREVISÃO)

Manual do Candidato
Atividade Responsabilidade Datas Previstas
Período de Inscrições FURJ RJ 17/04 a 24/04/2008
Publicação da Relação dos Pedidos de Isenção FURJ RJ 25/04/2008
da Taxa de Inscrição Deferidos e Indeferidos
Recebimento dos Recursos do Indeferimento do Prefeitura até 29/04/2008
Pedido de Isenção de Taxa de Inscrição
Decisão Final do Recurso referente ao FURJ RJ até 02/05/2008
Indeferimento do Pedido de Isenção da Taxa de
Inscrição
Confirmação das Inscrições FURJ RJ 06 a 09/05/2008
Realização das Provas Objetivas FURJ RJ 24 e 25/05/2008, 31/05/2008 e
(Observação: o início das Provas será no dia 01/06/2008, 07 e 08/06/2008 e
24/05/2008. Em razão do quantitativo de 14 e 15/06/2008
inscritos poderá se utilizar ou não todo o
restante do período).
Publicação do Gabarito Prefeitura Sempre no 3º dia útil após a
realização das provas objetivas
Recebimento dos Recursos Prefeitura Sempre no dia da publicação do
Gabarito e no dia útil e
imediatamente posterior a essa
publicação
Análise dos Recursos FURJ RJ até 10 dias úteis após o
recebimento dos recursos

Observação: As datas definitivas das fases posteriores às da Confirmação das Inscrições envolvendo
todas as demais fases até a da divulgação dos resultados parciais e finais, constarão de novo Anexo VI,
completo, que será divulgado no site da FURJ (www.furj.com.br/concursos) e no da Prefeitura Municipal
de Rio das Ostras (www.riodasostras.rj.gov.br) e no veículo Oficial do Município de Rio das Ostras.

Concurso Público para Preenchimento de Vagas em Diversos Cargos


Observação: O Quadro de Provas constante do Edital, encontra-se pu-
blicado no Órgão Oficial do Município de Rio de Ostras, em
04/04/2008 e no site da FURJ (www.furj.com.br/concursos) do Município de Rio das Ostras
FURJ
Realização