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14/09/2015

A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web

A dignidade da pessoa humana e os
direitos fundamentais
É preciso enfatizar, que a dignidade da pessoa humana – alçada a princípio fundamental pela
Constituição Brasileira (CF/88, art. 1º, III) é vetor para a identificação material dos direitos
fundamentais – apenas estará assegurada quando for possível ao homem uma existência que permita
a plena fruição de todos os direitos fundamentais1.
DIGINIDADE DA PESSOA HUMANA é um princípio construído pela história. Consagra um valor que
visa proteger o ser humano contra tudo que lhe possa levar ao menoscabo2.
A dignidade da pessoa humana não é vista pela maioria dos autores como um direito, pois ela não é
conferida pelo ordenamento jurídico. Trata­se de um atributo que todo ser humano possui
independentemente de qualquer requisito ou condição, seja ele de nacionalidade, sexo, religião,
posição social etc. É considerada como o nosso valor constitucional supremo, o núcleo axiológico da
constituição.
Considerada o núcleo em torno do qual gravitam os direitos fundamentais. Para que possa ser
protegida e concedida, a Dignidade da Pessoa Humana (DPH) é protegida pela CF/88 através dos
direitos fundamentais, confere caráter sistêmico e unitário a esses direitos.
Existem direitos fundamentais que estão mais próximos (derivações de primeiro grau: liberdade e
igualdade) e outros que estão mais afastados (derivações de segundo grau).
Em que situações a Dignidade da pessoa humana poderia ser relativizada? A dignidade é um princípio,
um postulado, ou é uma regra?
• POSTULADO – são normas que orientam a interpretação de outras normas. A dignidade da pessoa
humana atua como um postulado, auxiliando a interpretação e aplicação de outras normas, ex: art. 5º,
caput, CF – se fizermos uma interpretação literal, acharemos que os destinatários dessa norma seriam
apenas os brasileiros e estrangeiros residentes no país (José Afonso da Silva), o estrangeiro não
residente teria que invocar tratados internacionais de direitos humanos. Esse não é o entendimento da
maioria da doutrina e do STF;
• PRINCÍPIO – é uma norma que vai apontar um fim a ser alcançado, uma diretriz de atuação para o
Estado, ditando os deveres para promover os meios necessários a uma vida humana digna. Costuma
ser associado ao mínimo existencial, o qual foi criado porque os direitos individuais e sociais encontram
dificuldade quanto à efetividade, pois quanto mais são consagrados, maior é o risco desses direitos
ficarem só no papel. A aplicação dos princípios se dá, predominantemente, mediante ponderação.
data:text/html;charset=utf­8,%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D…

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 com base na relevância do direito à vida. a qual é violada todas as vezes que ele é tratado não como um fim em si mesmo. Para a professora Ana Paula de Barcellos. como um objeto para se atingir determinados fins. Como regra. • REGRA – Regras são proposições normativas aplicáveis sob a forma do tudo ou nada (“all or nothing”). da comunidade e do local em estudo. Há aqui um conflito entre a liberdade religiosa e a vida: eles preferem a religião. uma vez que. Em nosso entendimento. autorizam a intervenção judicial para salvar a vida do paciente. Sua aplicação se dá.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 2/7 . mas como um meio. Há uma primeira corrente que afirma que eles têm o direito de não receber a doação. cabendo medidas necessárias em caso de não cumprimento). ciganos. Se os fatos nela previstos ocorrerem. mesmo contra a sua vontade em casos em que a data:text/html;charset=utf­8. eram seres humanos inferiores. ou seja. pois ela poderia sofrer uma repulsa na sociedade religiosa se receber essa transfusão. Quais seriam os direitos que estão entre o mínimo existencial? Para Ricardo Lobo Torres. ex: no nazismo se entendia que judeus. assistência social (é diferente da previdência social). matriz de todos os direitos. mediante subsunção. se houver outra mais específica ou se não estiver em vigor. e resolução 1021/80 do conselho federal de medicina (CFM). homossexuais (dentre outros). A violação da dignidade vai ocorrer quando a pessoa além de ser tratada como um objeto. onde trabalhar ou mesmo se estiver doente. a exemplo da reserva do possível. Kant dizia que o que diferencia o ser humano dos demais seres é a sua dignidade. sendo tratados com objetos (cobaias) para pesquisas absurdas. baseada nos termos dos artigos 46 a 56 do código de ética médica. onde dormir. esse tratamento é fruto de uma expressão do desprezo que as pessoas têm contra ele em razão de uma peculiaridade que ele possui. a Dignidade da Pessoa Humana relaciona­se a isso. Eles invocam a liberdade de crença e a dignidade da pessoa humana para não autorizar a transfusão de sangue contra a vontade do paciente. pois não poderemos falar em liberdade de escolha se a pessoa não tiver o que comer. a dignidade dessa testemunha de Jeová seria atingida. No sentido de princípio. OUTROS EXEMPLOS: Transfusão de sangue X testemunha de Jeová? Os seguidores desta religião não aceitam transfusão de sangue com base em um trecho da bíblia. é associada à fórmula de Emanuel Kant.14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web Então a finalidade dessa existência mínima foi uma forma de tentar dar efetividade. de modo direto e automático. a regra deve incidir. dentro do mínimo existencial estão os seguintes direitos: educação fundamental obrigatória e gratuita (é uma regra imposta ao Estado. e para eles. predominantemente. Uma regra somente deixará de incidir sobre a hipótese de fato que contempla se for inválida. os argumentos da segunda corrente são mais coerentes. autorizando a transfusão. produzindo seus efeitos. quando esta é a única forma de salvar a pessoa. chamada na Europa de fórmula do objeto. assistência jurídica gratuita (acesso ao judiciário)3. não podendo o Estado apresentar qualquer desculpa para não cumpri­los. OBS: O que é o Mínimo Existencial ? consiste no conjunto de bens e utilidades indispensáveis a uma vida humana digna. depende da época. não existe um conteúdo determinado. saúde.

 Diante de um caso desses. 128). assim subentende­se que a vida só se inicia com a formação do sistema nervoso central.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 3/7 . foi acrescentada a hipótese do aborto em casos de acrania; • Dignidade da pessoa humana / analogia à tortura / interpretação conforme a Constituição – obrigar a gestante a gerar uma criança que ela sabe que quando acabar de nascer vai morrer. e com qual concordamos. Por uma interpretação histórico evolutiva do código penal. excludente de antijuridicidade) e aborto sentimental (hipótese em que a gravidez é resultante de estupro – o CP também considera que nesse caso não há crime; para alguns. pois depois que morrer não terá como invocar nenhum direito. no caso do feto anencefálico não haveria vida para se proteger. ADPF 54 – A Confederação nacional dos trabalhadores na área da saúde foi a instituição que ajuizou esta ação.434/97 foi a lei que permitiu o transplante de órgãos a partir da morte cerebral. não pode ser admitido. logo. nessa última hipótese.14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web transfusão de sangue seja a única forma de salvar a pessoa. é o caso de arremesso de anões: as pessoas iam a determinado data:text/html;charset=utf­8. cujos pais não querem admitir a transfusão. portanto. filha de testemunhas de Jeová. esse posicionamento não foi recepcionado pela CF/88. • Caso bastante citado na doutrina. Para uma corrente minoritária. e no segundo caso. em razão da dignidade da pessoa humana). alegando também a dignidade da pessoa humana. 128 do CP fala em aborto terapêutico ou necessário (estado de necessidade onde a mãe não é obrigada a colocar sua própria vida em risco para proteger a vida do filho – excludente de punibilidade – para alguns. Ainda que essa hipótese fosse considerada como aborto. tratando de pessoa menor de idade. que no primeiro caso será obrigada a conviver com o nascimento e morte instantânea do filho. A Lei 9. • Desacordo moral razoável – são aquelas questões limites onde não se tem uma opção clara. a postura do Estado deve ser de não impor condutas externas interativas. o que já foi feito pelo legislador e entendeu que o direito da mãe deveria preponderar. ambos os argumentos são moralmente e racionalmente defensáveis. assim como obrigar a mãe vítima de estupro a gerar a criança decorrente desse ato. O argumento contrário a essa espécie de aborto é a Dignidade da Pessoa Humana do feto. é o de que o valor mais importante aqui é o da Dignidade da Pessoa Humana da mãe (gestante). MAS o entendimento que vem se destacando. Temos que fazer aqui uma ponderação entre a dignidade da pessoa humana e liberdade sexual da mãe e o direito a vida do feto. tal conduta não seria punível (interpretação evolutiva do código penal – art. O art. devendo­se fazer a ponderação de interesses. o que pode ocasionar traumas psicológicos para ambas (criança e mãe) para o resto da vida. ser obrigada a criar uma criança que também é filha(o) de quem a violentou. colocando os seguintes argumentos: • Antecipação terapêutica do parto não é aborto (atipicidade da conduta). Essa última corrente é mais aceita quando a pessoa que precisa de uma transfusão de sangue é uma criança ou adolescente.

 não necessita de uma limitação com respeito a nenhuma relação de preferência relevante. pois essa aluna lhe ensinou que quando um anão participa de uma atividade como essa. pode ser realizado em diferentes graus5. absoluto não é o princípio da dignidade humana. constituindo um critério de unificação de todos os direitos aos quais os homens se reportam. É que nada obstante a relativa indeterminação do conceito de dignidade humana há consenso de que em seu núcleo central deverão estar a rejeição às penas corporais. concluímos que a Dignidade da Pessoa Humana não é um direito absoluto. devido a sua abertura semântica. englobamos o conceito de direitos fundamentais (direitos humanos positivados em nível interno) e direitos humanos (no plano de declarações e convenções internacionais). para o princípio da dignidade humana. CONCLUSÃO Quando falamos em dignidade da pessoa humana. em parte. por sua vez. inclusive de natureza constitucional. de um princípio que: “identifica um espaço de integridade moral a ser assegurado a todas as data:text/html;charset=utf­8. era problema dele. o princípio da dignidade da pessoa precede aos princípios opostos. como princípio; e também pelo fato de que. os quais recebiam remuneração por isso; Esse ato acabou sendo proibido pelas autoridades públicas do país em que isso acontecia.14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web local para praticar o arremesso de anões. Poderíamos pensar que há um princípio ou direito absoluto: o da dignidade da pessoa humana. ele fere não só a dignidade dele próprio (anão individual). Após esse exame. Afora outras especulações.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 4/7 . à fome compulsória e ao afastamento arbitrário da família. mas a regra. disse em uma palestra para o Curso Intensivo 1. Assim. nas quais há um alto grau de segurança acerca de que. pois era melhor do que ele ficar em casa sem emprego e passando fome (isso era ofender a dignidade); MAS ele mesmo admitiu ter mudado seu posicionamento após o ter conhecido uma aluna que tinha problema de nanismo. que antigamente ele entendia que se o Anão quisesse participar da atividade de arremesso. portanto. Daí poderia se perguntar: Será que a autoridade pública tem o direito de dizer se a dignidade da pessoa humana está sendo ofendida ou não em um caso como esse? Será que ofender a dignidade não seria deixar o anão em casa passando fome ao invés de ganhar dinheiro sendo arremessado? O professor Marcelo Novelino Camargo. trata­se. que. de acordo com elas. A razão dessa impressão é que a norma da dignidade da pessoa humana é tratada. da Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes. O princípio da dignidade da pessoa. mas de todos os anões. como regra e. que se tornam alvo de piadinhas e brincadeiras pejorativas por causa daquilo que apenas um anão praticou. passando a admitir a possibilidade do Estado intervir nesses casos. não há dúvida de que a eficácia negativa4 (autoriza que sejam declaradas inválidas todas as normas ou atos que contravenham os efeitos pretendidos pela norma) do princípio da dignidade da pessoa humana conduziria tal norma à invalidade. existe um amplo grupo de condições de precedência. em parte.

 dentre muitas outras. Rel. Luiz Antônio Rizzatto.9. ed. quando se fala em: sujeição do réu em ação de investigação de paternidade ao exame compulsório de DNA (STF. DJ 26. HC 71. Rel. 1 (CUNHA JUNIOR. ADV 40­01/636. orig. Marco Aurélio e TJSP. A. O.. Fontes de Alencar).00. exemplo: fornecimento compulsório de medicamentos por parte do Poder Público (STJ. Rel.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 5/7 . Livraria do Advogado. DJ 12. 2002; SARLET. DJ 26. Não tem sido singelo. a rejeição da prisão por dívida motivada pelo não pagamento de juros absurdos (STJ. A efetividade dos Direitos Fundamentais Sociais e a Reserva do Possível. Rel. Ingo Wolfgang. Ela tem servido de base para decisões de diverso alcance. Dignidade da Pessoa Humana e boa­fé no Código Civil. Min. É um respeito à criação. ROMS 11. Min. n. José Delgado).01. ADV 37­01/587. Min. o levantamento do FGTS para tratamento de familiar portador do vírus HIV (STJ. Rel. HC 9. O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Germano).14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web pessoas por sua só existência no mundo. possuem um núcleo no qual operam como regra. Hamilton Carvalhido. Min. para ac.3.94. um dos fundamentos do Estado democrático de direito. Des. com invocação do princípio da dignidade humana. Min.06.01. tem­se sustentado que no tocante ao princípio da dignidade da pessoa humana esse núcleo é representado pelo mínimo existencial. Nelson. 2008. REsp. todavia. Dirley da. ver NUNES. p. Essa percepção chegou à jurisprudência dos tribunais superiores. José Delgado). Des. Ruy Rosado de Aguiar). 249026­PR. saúde básica. 349­395. Material da 4ª aula da disciplina Teoria Geral dos Direitos e Garantias Fundamentais. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. 98580. Leituras Complementares de Direito Constitucional: Direitos Humanos e Direitos Fundamentais.183­PR. Saraiva. nº 98859. DJ 4. independentemente da crença que se professe quanto à sua origem. AC 110. Marcelo data:text/html;charset=utf­8.11.00. ministrada no Curso de Pós­Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito do Estado – UNIDERP/REDE LFG) 2 Sobre o tema.290­4/7­0.373­RS. Rel. Breviglieri).772­4/4­ 00.2. há razoável consenso de que ele inclui pelo menos os direitos à renda mínima. Embora existam visões mais ambiciosas do alcance elementar do princípio. DJ 10. 2002; Rosenvald. Rel. AC 191. ilumina a interpretação da lei ordinária” (STJ. a despeito de sua indeterminação a partir de certo ponto. já tendo se assentado que “a dignidade da pessoa humana. São Paulo: Saraiva 2005; CAMARGO. A dignidade relaciona­se tanto com a liberdade e valores do espírito como com as condições materiais de subsistência. Salvador: Editora Juspodivm. Min. HC 12547/DF. Há decisões em sentidos contrários. educação fundamental e acesso à justiça”6. 3. o esforço para permitir que o princípio transite de uma dimensão ética e abstrata para as motivações racionais e fundamentadas das decisões judiciais.892­RJ. Partindo da premissa anteriormente estabelecida de que os princípios. Rel. a nulidade de cláusula contratual limitadora do tempo de internação hospitalar (TJSP.

 157 e ss; e Luís Roberto Barroso.165 jan. 113­135. 2ª ed. p.165 jan. Ana Paula de. Curso Intensivo 1 da Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes – 2009; e texto de leitura complementar para a aula 10. Letícia Balsamão. Pág. Brasília. Pág. Leituras complementares do Direito Constitucional: Direitos Fundamentais. Mestre em Direito):  O COMEÇO DA HISTÓRIA. A NOVA INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL E O PAPEL DOS PRINCÍPIOS NO DIREITO BRASILEIRO. Interpretação e aplicação da Constituição. In: CAMARGO. BARCELLOS. 113­135. A distinção entre regaras e princípios segundo Robert Alexy – Esboço e críticas. A distinção entre regaras e princípios segundo Robert Alexy – Esboço e críticas. ministrada no dia 15/05/2009. a. “O conteúdo Jurídico da Dignidade da pessoa humana”.). Letícia Balsamão. A eficácia jurídica dos princípios constitucionais: O princípio da dignidade da pessoa humana. Salvador: Juspodivm. Leituras complementares do Direito Constitucional: Direitos Fundamentais. BIBLIOGRAFIA AMORIM. 141 e ss. Revista de Informação Legislativa. 5 AMORIM. Mestre em Direito): O data:text/html;charset=utf­8. p. Brasília. Mestre em Direito pela Universidade de Yale) e ANA PAULA DE BARCELLOS (Professora Assistente de Direito Constitucional da UERJ. 1998. pp. In: CAMARGO. a. 2002. 3 Ana Paula de Barcellos./mar. Material da 4ª aula da Disciplina Teoria Geral do Estado e do Direito Constitucional. 2000. 6 LUÍS ROBERTO BARROSO (Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 2ª ed. A eficácia jurídica dos princípios constitucionais: O princípio da dignidade da pessoa humana. Salvador: Juspodivm. Marcelo Novelino (org. n.14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web Novelino. 2005. n. 123 – 134. 2005. p. 2007. ministrada no Curso de Pós­Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito do Estado – UNIDERP/REDE LFG. Material da 4ª aula da Disciplina Teoria Geral do Estado e do Direito Constitucional. 42. pp. Marcelo Novelino. “O conteúdo Jurídico da Dignidade da pessoa humana”.). 305; CAMARGO. Aplicabilidade das normas constitucionais. Marcelo Novelino (org. p. Revista de Informação Legislativa. Mestre em Direito pela Universidade de Yale) e ANA PAULA DE BARCELLOS (Professora Assistente de Direito Constitucional da UERJ./mar. 42. 305 4 José Afonso da Silva. ministrada no Curso de Pós­Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito do Estado – UNIDERP/REDE LFG. de autoria de: LUÍS ROBERTO BARROSO (Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 2002. 2007; * OBS: Material digitado durante as aulas do professor Marcelo Novelino.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 6/7 . 123 – 134.

NUNES. FERREIRA FILHO. O Direito Brasileiro e o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana. Manoel Gonçalves. ed. NOBRE JÚNIOR. São Paulo: Saraiva 2005; SARLET. 15ª ed. Salvador: Editora Juspodivm. – São Paulo: Atlas. José Afonso da.. STJ E TRIBUNAIS. Dirley da. 1934. Alexandre de. 2ª ed. Ingo Wolfgang. Curso de direito constitucional.14/09/2015 A dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais ­ Cola da Web COMEÇO DA HISTÓRIA. Dirley da. 25ª ed. Edilson Pereira.br/docs/doutrina93. Material da 7ª aula da Disciplina Teoria Geral do Estado e do Direito Constitucional. 349­395. 2003. ed. Curso de Direito Constitucional. JURISPRUDÊNCIA DO STF. Luiz Antônio Rizzatto. MORAES. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. Nelson. Leituras Complementares de Direito Constitucional: Direitos Humanos e Direitos Fundamentais. Salvador: Editora Juspodivm. – Malheiros       editores Ltda. Curso de direito constitucional positivo. 2008. p. 2008. 2002; ROSEBVALD. 1999.jfrn.gov. Direito constitucional. Ver. – São Paulo: Saraiva. Material da 4ª aula da disciplina Teoria Geral dos Direitos e Garantias Fundamentais. Por Luiz Lopes de Souza Júnior Advogado. 2002; SILVA.%3Ch1%20class%3D%22name%20post­title%20entry­title%22%20itemprop%3D%22itemReviewed%22%20itemscope%3D… 7/7 . ministrada no Curso de Pós­Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito do Estado – UNIDERP/REDE LFG.. CUNHA JÚNIOR. – São Paulo – SP. CUNHA JUNIOR. Livraria do Advogado. Fonte disponível em: http://www. Saraiva.doc. 13ª. 3. Dignidade da Pessoa Humana e boa­fé no Código Civil. A efetividade dos Direitos Fundamentais Sociais e a Reserva do Possível. ministrada no Curso de Pós­Graduação Lato Sensu TeleVirtual em Direito do Estado – UNIDERP/REDE LFG). pós graduando em Direito do Estado e Direito Público Equipe Cola da Web data:text/html;charset=utf­8. O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. A NOVA INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL E O PAPEL DOS PRINCÍPIOS NO DIREITO BRASILEIRO.