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Norma

Código

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Primária de Distribuição - 13,8 kV
Processo

SM04.00-00.03
Edição

Realizar Novas Ligações
Atividade

Folha

1 DE 48

Data

26/08/2014
HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES
Edição

Data

06/11/2007

Edição inicial

10/11/2010

Item 4.9.3.1 - Inclusão da proteção por chaves fusíveis para todas as
subestações alimentadas em tensão primária de distribuição.
Desenho 02, 03 e 04 - Inclusão das chaves fusíveis e retirada dos
seccionadores.

26/10/2011

4.7.3 - Ramal de entrada
4.7.9.12 - Condições específicas do ramal de entrada subterrâneo
4.8.7.2 - Subestação abrigada (transformador a seco)
4.9.12.4 - Medição em tensão primária de distribuição
ANEXO I - Tabela 07 - Elos fusíveis para proteção de transformadores até 2MVA
ANEXO II - Desenhos 01, 02, 03, 07 e 08

05/12/2011

4.8.7.18 - Placa de identificação de subestação abrigada.

30/11/2012

4.2.8 - Projeto Elétrico e Documentação (validade)
4.15.5 - Conexão de Micro e Minigeradores (Geração Distribuída)

05/12/2013

4.3.3 - Limite de Fornecimento (cargas especiais)
4.6 - Situações Especiais de Entradas de Serviço
4.7.14 - Ramal de Ligação (300daN de esforço mínimo do poste)
4.8.8.1 - Ramal de Entrada (300daN de esforço mínimo do poste)
4.8.9.3 - Condições Específicas do Ramal de Entrada Subterrâneo (caixa de
passagem com dimensões mínimas de 1000mm x 1000mm x 1200mm)
4.8.9.4 e 4.8.9.5 - Condições Específicas do Ramal de Entrada Subterrâneo
(profundidade de 800mm e instalação de elemento de advertência (fita)
4.11.2.1 - Proteção contra sobretensões na baixa tensão (DPS)
ANEXO II - Modificados os desenhos 04, 05, 06 e 07 e inserido o desenho 23

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4.2.8 - Alterado o prazo de validade do projeto para 24 meses.
ANEXO II - Modificados os desenhos 04,05 e 06 (inseridas opções com rede
compacta).

Alterações em relação à edição anterior

GRUPOS DE ACESSO
Nome dos grupos
DIRETOR-PRESIDENTE, SUPERINTENDENTES, GERENTES, GESTORES, COLABORADORES E
PRESTADORES DE SERVIÇO.
NORMATIVOS ASSOCIADOS
Nome dos normativos
SM04.00-00.02 - Fornecimento de Energia Elétrica a Edificação com Múltiplas Unidades de Consumo
SM04.00-00.04 - Compartilhamento de Subestação Transformadora
VR01.01-00.12 - Conexão de Microgeradores ao Sistema de Distribuição da Cosern
VR01.01-00.13 - Conexão de Minigeradores ao Sistema de Distribuição da Cosern

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Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Primária de Distribuição - 13,8 kV

ÍNDICE

Página
1. OBJETIVO .....................................................................................................................................................3
2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................3
3. DEFINIÇÕES ..................................................................................................................................................3
4. CRITÉRIOS ....................................................................................................................................................5
4.1 DISPOSIÇÕES GERAIS ..............................................................................................................................5
4.2 PROJETO ELÉTRICO E DOCUMENTAÇÃO .............................................................................................6
4.3 LIMITES DE FORNECIMENTO ...................................................................................................................7
4.4 PONTO DE ENTREGA ................................................................................................................................8
4.5 ENTRADA DE SERVIÇO .............................................................................................................................8
4.6 RAMAL DE LIGAÇÃO .................................................................................................................................8
4.7 RAMAL DE ENTRADA ................................................................................................................................9
4.8 SUBESTAÇÃO ..........................................................................................................................................11
4.9 MEDIÇÃO ...................................................................................................................................................13
4.10 PROTEÇÃO .............................................................................................................................................15
4.11 ATERRAMENTO......................................................................................................................................16
4.12 CONSTRUÇÃO ........................................................................................................................................17
4.13 INTERLIGAÇÃO ......................................................................................................................................17
4.14 AUMENTO DE CARGA ...........................................................................................................................17
4.15 UTILIZAÇÃO DE GERADORES PARTICULARES E SISTEMAS DE EMERGÊNCIA .........................17
5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................................18
6. APROVAÇÃO ..............................................................................................................................................18
ANEXO I - TABELAS....................................................................................................................................19
ANEXO II - DESENHOS DE REFERÊNCIA ....................................................................................................22

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Primária de Distribuição - 13,8 kV

1.OBJETIVO
Padronizar as entradas de serviço, medição, proteção geral e estabelecer as condições para o fornecimento
de energia elétrica para as unidades consumidoras individuais em tensão primária de distribuição – 13,8kV.
2.RESPONSABILIDADES
Competem aos órgãos de planejamento, segurança, engenharia, projeto, construção, ligação, operação,
manutenção, comercial e atendimento a clientes, assim como aos consumidores, cumprir o estabelecido
neste instrumento normativo.

3.DEFINIÇÕES
3.1 Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL
Autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério de Minas e Energia - MME criada pela lei 9.427 de
26/12/1996, com a finalidade de regular e fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização
da energia elétrica.
3.2 Aterramento
Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.
3.3 Caixa de Passagem
Caixa destinada a facilitar a passagem dos condutores, permitindo sua inspeção.
3.4 Caixa de Aterramento
Caixa para inspeção do aterramento.
3.5 Caixa de Medição
Caixa destinada à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária.
3.6 Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em
condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).
3.7 Carga Especial
Equipamento que, pelas suas características de funcionamento ou potência, possa prejudicar a qualidade
do fornecimento a outros consumidores.
3.8 Código SAP
Código do material cadastrado no sistema corporativo da COSERN.
3.9 Concessionária
Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar serviço público de energia elétrica.
3.10 Consumidor
Pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicitar a
concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas
e pelas demais obrigações fixadas pelas normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos
contratos de fornecimento, de uso, e de conexão ou de adesão, conforme cada caso.
3.11 Demanda
Média das potências ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em
operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo específico.

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Primária de Distribuição - 13,8 kV

3.12 Demanda Máxima
Máxima potência elétrica, expressa em kVA, solicitada por uma unidade consumidora durante um período
de tempo especificado.
3.13 Disjuntor
Dispositivo de manobra e proteção, capaz de conduzir e interromper corrente em condições normais do
circuito, assim como interrompê-la em condições anormais.
3.14 DPS
Dispositivo protetor de surtos.
3.15 Entrada de Serviço
Conjunto de componentes elétricos, compreendidos entre o ponto de derivação da rede primária de
distribuição e a medição, constituído pelo ramal de ligação e o ramal de entrada.
3.16 Fornecimento Provisório
Atendimento em caráter provisório a eventos temporários que cessa com o encerramento da atividade,
instalado com medição obedecendo ao padrão da concessionária.
3.17 Fornecimento Definitivo
Ligação definitiva da unidade consumidora, com medição e de acordo com o padrão da concessionária.
3.18 Grupo “A”
Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão igual ou superior a 2,3kV,
ou, ainda, atendidas em tensão inferior a 2,3kV a partir de sistema subterrâneo de distribuição e faturadas
neste Grupo.
3.19 Grupo “B”
Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2,3kV, ou, ainda,
atendidas em tensão superior a 2,3kV e faturadas neste Grupo.
3.20 Limite de Propriedade
Demarcação que determina o limite de uma área privada com a via pública no alinhamento designado pelos
poderes públicos.
3.21 Ponto de Derivação
Ponto da rede primária da concessionária, onde é conectada a entrada de serviço para a unidade
consumidora.
3.22 Ponto de Entrega
Ponto de conexão do sistema elétrico da Concessionária com as instalações elétricas da unidade
consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.
3.23 Ponto de Medição
Local de instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária.
3.24 Poste Particular
Poste situado na propriedade do consumidor, com a finalidade de fixar, elevar ou desviar o ramal de
ligação, permitindo também a instalação do ramal de entrada.
3.25 Potência Disponibilizada
Potência que o sistema elétrico da concessionária deve dispor para atender à demanda contratada para as
instalações elétricas da unidade consumidora, segundo os critérios estabelecidos na legislação em vigor.
3.26 Ramal de Entrada
Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição, de
propriedade do consumidor.
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1.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . 4. 4. 4.1.0kV a 36.2kV e NBR 5410 – Instalações elétricas em baixa tensão.Requisitos específicos.8kV. especificadas e construídas de acordo com as prescrições das NBR 14. 4.30 Tensão Nominal (TN) Valor eficaz de tensão pelo qual o sistema é designado. 4. 4.A tensão nominal para fornecimento de energia elétrica em tensão primária de distribuição classe 15kV no sistema da COSERN é de 13.1.13. 4.1.5 Devem ser atendidas as recomendações dos fabricantes quanto aos aspectos de segurança e proteção dos equipamentos eletro-eletrônicos instalados nas unidades consumidoras. quanto aos aspectos técnicos e de segurança.Instalações elétricas em locais de afluência de público .28 Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora atendida em tensão primária de distribuição que agrupa os equipamentos condutores e acessórios destinados à proteção. 3.1.00-00.8 Tensão Nominal (TN) .4 Não é permitido ao consumidor possuir circuitos em via pública. provisórias ou definitivas. manobra e transformação de grandezas elétricas.3 As edificações que ao todo ou em parte possuam locais de afluência de público devem atender aos requisitos das NBR 13. SM04. medição. expresso em volts ou quilovolts.CRITÉRIOS 4.29 Subestação Transformadora Compartilhada Subestação particular utilizada para fornecimento de energia elétrica simultaneamente a duas ou mais unidades consumidoras.27 Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega.1.1. 3. quer sejam públicas ou privadas. dimensionadas.570 .1 Esta norma aplica-se às instalações novas.1. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor.2 As instalações elétricas internas das unidades consumidoras devem ser projetadas.7 Os casos omissos e as dúvidas de interpretação desta norma deverão ser submetidos à apreciação da COSERN.1. 3. o livre acesso às suas instalações elétricas a qualquer tempo.1 Disposições Gerais 4. 4.039 – Instalações elétricas de média tensão de 1. bem como às reformas e ampliações das instalações existentes.9 O consumidor deve permitir aos profissionais habilitados e devidamente credenciados pela COSERN.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 5 de 48 .8 kV 3. 3.31 Unidade Consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. 4.6 O cálculo da demanda máxima necessária ao dimensionamento da entrada de serviço e demais componentes das unidades do Grupo A deve seguir critérios técnicos definidos pelo projetista responsável.

indicando a posição de montagem de todos os equipamentos.2. − Quadro de cargas (relação dos equipamentos e carga de iluminação com as respectivas potências). memória de cálculo dos ajustes de proteção utilizados. − Potência Instalada. − Demanda provável com cronograma de entrada de carga. − Detalhamento das cargas especiais. b) Carta informando os seguintes dados: − Demanda (kW) a ser Contratada. proteção. deve ser apresentada a seguinte documentação: Subestação Abrigada a) Memorial Descritivo contendo: − Endereço da Unidade Consumidora.2 Para análise do projeto e futura ligação da subestação. − Condutores. − Finalidade do Projeto. − Tipos de proteção e medição. maneira de instalar os condutores empregados no secundário dos transformadores. − Descrição da Atividade Desenvolvida na Unidade Consumidora (CNAE).2 Projeto Elétrico e Documentação 4. com catálogo ou cópia legível anexo contendo as características de atuação e coordenograma de atuação da proteção com os ajustes indicados. − Condutores empregados no barramento. c) Apresentar projeto em três vias originais com ART. − Cronograma de entrada de cargas da subestação no sistema COSERN. etc. − Endereço da Unidade Consumidora com um ponto de referência. − Detalhes do aterramento. − Detalhes de ventilação.00-00. − Tensão Nominal e derivação (tap´s) dos transformadores. − Planta de localização da subestação com relação ao sistema COSERN. − Potência Instalada.8 kV 4. fax e e-mail da Pessoa para Contato. equipamentos de proteção. − Diagrama unifilar incluindo AT e BT.13. mais próximo ou número de medidor mais próximo. b) Desenhos: − Planta baixa. com suas respectivas indicações de cargas. − Para subestações a partir de 300kVA. cortes e perfis na escala 1:20. − Telefone.1 Os projetos devem ser elaborados utilizando-se os padrões de desenhos e simbologias recomendados pela ABNT. 4. o consumidor deverá apresentar junto a COSERN os seguintes documentos: a) Cópia do Cartão do CNPJ.2. − Quadro de cargas (relação dos equipamentos e carga de iluminação com as respectivas potências). − Tratando-se de área rural.3 Além dos documentos acima. condutores. − Tensão Nominal e derivação (tap´s) dos transformadores. incluindo vias adjacentes e a numeração (barramento) do poste mais próximo do ponto de entrega. inclusive os de medição e proteção. − Detalhe da estrutura de montagem do Ponto de Entrega. colocar na solicitação um número de conta contrato da COSERN.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . − Finalidade do Projeto.2. Subestação Aérea a) Memorial Descritivo contendo: − Endereço da Unidade Consumidora. SM04. 4.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 6 de 48 .

etc. 4.8 A validade do projeto é de 24 (vinte e quatro) meses contados a partir da data de conclusão de sua análise pela COSERN. proteção. quando a edificação situada em área de proteção ambiental ou quando a legislação ou a atividade a ser desenvolvida Autorização do IBAMA em caso de obras com atividades de supressão vegetal.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .2. maneira de instalar os condutores empregados no secundário dos transformadores.10 Quaisquer alterações que se fizerem necessárias após a liberação do projeto não devem ser executadas sem que sejam analisadas pela COSERN. incluindo vias adjacentes e a numeração (barramento) do poste mais próximo do ponto de entrega. para edificações construídas no mesmo lado da rede. 4. 4. 4.6 Não é necessária a apresentação do projeto elétrico das instalações internas das unidades consumidoras.1 São atendidas em tensão primária de distribuição classe 15kV as unidades consumidoras com carga instalada superior a 75kW e demanda contratada ou estimada pelo interessado. − Cronograma de entrada de cargas da subestação no sistema COSERN. − Planta indicando os afastamentos mínimos às edificações.9 Recomenda-se a apresentação do projeto com um prazo mínimo de 6 meses anterior a data prevista para ligação da edificação.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 7 de 48 . 4.2.3 Limites de Fornecimento 4. igual ou inferior a 2. Análise Preliminar de Risco para os projetos que contemplem mais de um ramal de ligação. indicando a posição de todos os equipamentos. quando existente. − Detalhes do aterramento.4 Além destes itens devem ser apresentados os seguintes documentos: a) b) estiver exigir.2. SM04. − Planta de localização da subestação com relação ao sistema COSERN.2. b) Desenhos: − Desenho de montagem da estrutura e do ponto de entrega. condutores.3. c) d) Projeto detalhado do sistema gerador de emergência. − Demanda provável com cronograma de entrada de carga. − Diagrama unifilar incluindo AT e BT.2.3.500kW. com suas respectivas indicações de cargas. razão pela qual o interessado deve encaminhar 3 vias dos desenhos modificados e aguardar a devolução de uma via. em caso de aprovação.5 Juntamente com o projeto elétrico. 4. 4.2 A unidade consumidora com carga inferior a 75kW é atendida em tensão secundária de distribuição (380/220V).2. inclusive os de proteção. 4. − Condutores.00-00. a liberação para construção.2.13. deve ser fornecida cópia do projeto civil e arquitetônico que indique os afastamentos da edificação em relação ao alinhamento com o passeio (construções com ou sem recuo). constando o parecer. equipamentos de proteção. 4. ressalvadas as modificações impostas pela legislação em vigor. Certificado de Licença Ambiental emitido pelo órgão de controle ambiental.8 kV − Detalhamento das cargas especiais. a COSERN tem um prazo máximo de 30 dias para efetuar sua análise e. − Tipos de proteção e medição.7 Após a entrada do projeto para análise.

também deve ser atendido em tensão primária de distribuição classe 15kV. ou outros locais de acesso de pessoas. 4. participar financeiramente nos termos da legislação vigente.2 Sendo o ramal de ligação aéreo.6 Ramal de Ligação 4.4 Quando se tratar de rede particular aérea interna à propriedade do consumidor. 4. 02. o ponto de entrega deve situar-se na conexão da primeira estrutura dessa rede particular no interior da propriedade privada. o ponto de entrega será na conexão da rede da COSERN. 4. em qualquer caso.4 Não poderá ser acessível através de janelas.13.4 Ponto de Entrega 4. ou 80 metros em área rural.4.3 Sendo ramal de entrada subterrâneo.2 Cada unidade consumidora é atendida através de uma única entrada de serviço e um só ponto de entrega.1 A entrada de serviço engloba o ramal de ligação e o ramal de entrada. 4.00-00.8 kV 4.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 8 de 48 . sacadas. 4. eventuais manutenções neste ramal de entrada são de total responsabilidade do consumidor. conforme situações ilustradas nos desenhos 01. 4.6. − aparelho de raios-X com potência superior a 2kVA. conforme desenho 03 do Anexo II.6. com uma única medição.6. 4.6.5. estadual e federal.5. e sua distância.5 Entrada de Serviço 4.3.5kVA ou trifásica com potência superior a 5kVA. Desta forma. SM04. conforme situações ilustradas nos desenhos 01 e 02 do Anexo II. escadas.4. 4.2 Deve derivar da estrutura da rede de distribuição da COSERN. 4.3 Além do estabelecido acima. 04 e 05 do Anexo II. em relação ao ponto de derivação da rede da COSERN não pode exceder a 40 metros. tais como: − motor monofásico com potência superior a 3CV. 4. bem como operar e manter o sistema. todo consumidor que possuir em suas instalações equipamentos causadores de perturbação de tensão.6.5 Deve respeitar as legislações dos poderes municipal.1 Até o ponto de entrega é responsabilidade da COSERN executar as obras necessárias para o fornecimento de energia elétrica.1 Deve ser sempre aéreo. o ponto de entrega de energia está situado no limite da propriedade do consumidor com a via pública.4. − motor trifásico com potência superior a 30CV.4. 4. 03. − máquina de solda a transformador monofásico com potência superior a 2. 4.3 Não poderá cruzar terreno de terceiros ou passar sobre ou sob área construída. com a estrutura de transição localizada na via pública.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .6.6 Não poderá ter emendas. se em área urbana.

4. ou ainda a necessidade de substituição de componentes.12 A distância mínima entre os condutores do ramal de ligação a fios ou cabos de comunicação e sinalização é 1. ou cabo protegido de alumínio.15 Os vãos básicos são de acordo com as características topográficas locais e os critérios de projeto adotados. 4.9 Todos os materiais e serviços necessários ao ramal de ligação e a sua conexão à rede são de responsabilidade da COSERN.7.7.5 metros.00-00. conforme desenho 03 do Anexo II. entre o condutor e o solo. caixas.7.13 No ramal de ligação são utilizados cabos nus de alumínio. 8. 4. disjuntores. o consumidor é notificado das irregularidades existentes.1 Deve ser dimensionado de acordo com a potência instalada.11 Os condutores do ramal de ligação devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas (H).4. chaves. tais como condutores.7 Deve entrar preferencialmente pela frente do terreno ou por outro lado de confrontação com a via pública. a partir do ponto de entrega.5 Cabe ao consumidor a responsabilidade pela conservação dos componentes do ramal de entrada.00 m em travessias de rodovias estaduais ou federais. de acordo com a rede local.992. na pior condição de trabalho: a) b) c) d) e) f) 9.3 Deve ser obrigatoriamente subterrâneo quando a subestação abrigada for contígua a outra edificação ou quando a distância entre a parede de recebimento da subestação abrigada e o limite da via pública for menor que 3. 5. 4.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 9 de 48 . 4. sacadas.10 A distância mínima dos condutores às paredes de edificação. 6. devendo SM04. conforme NBR15.6 Caso seja observada qualquer deficiência técnica ou de segurança. definida nos termos da legislação vigente. ficando livre de obstáculos e visível em toda a sua extensão. 6.2 Deve observar os valores máximos de queda de tensão permitidos em norma da ABNT. nus de cobre. entre outros.6. 4. 4. tipo duplo T.6. é de responsabilidade do consumidor e devem atender a este normativo e às normas da ABNT.00 m em travessias de ferrovias não eletrificadas ou não eletrificáveis. altura mínima de 11 metros.688 e NBR15. 4.688. 4. medidas na vertical. 4.50 m em estradas rurais e áreas de plantio com tráfego de máquinas agrícolas. compatíveis com as tensões mecânicas aplicadas e com o padrão da COSERN. 4.7. 4.7.4 A execução e o fornecimento dos materiais do ramal de entrada e subestação.8 kV 4. ferragens. 6.6. 4.6. demanda máxima da instalação e de seção constante na Tabela 01 do Anexo I. com esforços mínimos de 300daN.00 m em ruas e avenidas.13. terraços ou locais assemelhados deve estar em conformidade com a NBR15.6. transformador de potência.7 Ramal de Entrada 4.6.7. faz-se necessário estender a rede de distribuição com a participação financeira do consumidor.00 m entrada de prédios e demais locais de uso restrito a veículos. de forma a mantê-los sempre em boas condições de utilização. 4.6. janelas.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .14 Os postes do ramal de ligação devem ser de concreto armado.50 m em locais de circulação exclusiva de pedestres.6.6.4.8 Caso a distância entre o ponto de entrega projetado e o ponto de derivação da COSERN mais próximo da unidade consumidora seja superior aos limites definidos no item 4. escadas.00 metros. eletrodutos.

4.7. 4.13.8 kV providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado. próprio para instalação em locais não abrigados e sujeitos a umidade.9.8 Quando a rede de distribuição for aérea. 4. ter fundo falso com pedra britada e sua instalação deve obedecer às seguintes prescrições: a) Deve estar no máximo a 1.1 Os postes utilizados devem ser de concreto armado.7.9. 4.7. sendo admitido um mínimo de três amarrações.2 Os vãos básicos são de acordo com as características topográficas locais e os critérios de projeto adotados.9. tipo duplo T.00-00. o ramal de entrada aéreo deve atender as seguintes recomendações: 4. e ao mesmo tempo assumindo todos os custos do serviço.9 A fixação do eletroduto ao poste é realizada por fita de aço.7. 4. SM04. com diâmetro de 100mm para cabos até 50mm².7. 4. Para cabos acima desta seção deve ser utilizado eletroduto de 150mm.7.7.11 Deve ter obrigatoriamente caixa de passagem com dimensões mínimas de 1000mm x 1000mm x 1200mm.9. Em trechos retilíneos.6.8.7.9. a descida vertical dos condutores deve ter proteção mecânica através de eletroduto de aço galvanizado classe pesada. sem emenda. seção mínima 25 mm² com classe de isolação 12/20kV.7.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 10 de 48 .9. que permita raio de curvatura dos cabos de no mínimo 10 (dez) vezes seu diâmetro externo.3 Nas extremidades dos condutores devem ser utilizadas terminações e acessórios adequados para conexão à rede.9.1 A instalação básica do ramal de entrada subterrâneo deve ser feita de acordo com o padrão da COSERN.9.6 Os cabos devem ter comprimento reserva mínimo de 1 a 2 metros nas caixas de inspeção construídas nas extremidades do ramal. a distância máxima entre as caixas é de 25 metros.6.7. compatíveis com as tensões mecânicas aplicadas.8 Condições Específicas do Ramal de Entrada Aéreo Além das condições gerais.2 Deve ser em cabo de cobre isolado.7. A instalação da mufla externa deve ter altura mínima de 7 metros em relação ao solo. o ramal de entrada subterrâneo deve atender as seguintes recomendações: 4.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .7. 4. 4. 4.5 A blindagem dos cabos junto às muflas e terminações internas devem ser ligadas ao sistema de aterramento na subestação e no poste. unipolar. maior que 45 graus. 4. b) Dever ser instalada nos pontos onde houver curva com ângulo.9. 4.8.7. altura mínima de 11 metros. e altura mínima em relação ao solo de 6 metros.9.9 Condições Específicas do Ramal de Entrada Subterrâneo Além das condições gerais.3 a 4. em relação à direção do ramal.10 Deve existir um cabo reserva no ramal de entrada subterrâneo. com esforços mínimos de 300daN.7 As mulflas devem ser fixadas à cruzeta por meio de suportes adequados. 4. 4. adequando-os ao padrão em vigor na época da reforma. com isolação em EPR ou XLPE.7.4 Não é permitida a utilização de dutos corrugados.7 Atender ao disposto nos itens 4. 4.00 (um) metro da face do poste de transição da rede aérea para subterrânea.7. conforme desenhos 04 e 05 do Anexo II.7.7.9.

15 e 16 do Anexo II.6.6 A medição deverá ser de acordo com o item 4. utilizando materiais incombustíveis e de estabilidade adequada. quando estiver na área interna à edificação. etc) devem ter distâncias de escoamento mínimas compatíveis com a tensão de 24. permitindo fácil acesso a pessoas. Devem ser observadas nos projetos. sempre apresentando o nome da COSERN em baixo relevo. 4.4 Pode ser aérea em poste ou abrigada.8 Subestação 4.5 O projeto deve atender às normas da ABNT.1 Os arranjos e detalhes de subestações.9. conforme desenhos 06.8.7 Subestação Abrigada 4. 09.8.8 kV c) Quando estiver em via pública deve ter a tampa em concreto armado ou ferro fundido. mesmo que a potência da subestação seja inferior a 225kVA.8 Para subestações aéreas instaladas em área de agressividade salina.7 Os condutores de interligação do transformador com a medição em baixa tensão podem ser dimensionados com base na Tabela 08 do Anexo I e deverão ter isolação para 0.6.6. 4.8. 4.8.4Os postes de montagem da subestação aérea devem ser de concreto armado. altura mínima de 11 metros. e possuindo dimensões adequadas. 14.8. 4.8.8. bem como as dimensões mínimas apresentadas.1 É aceito este tipo quando a potência da subestação for igual ou inferior a 225kVA.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .6 Subestação Aérea 4. 4.00-00.8.6. 4.2 Nas localidades situadas em zona de agressividade salina onde não existam anteparos naturais ou artificiais.8.6/1kV e classe de encordoamento 2.6. 11.6. 12.6.6. ou que seja semelhante ao piso. a instalação de subestação aérea deve ser evitada.8. 4. 4.1 Deve ter características de construção definitiva. 4. e são meramente orientativos. materiais e equipamentos. oferecendo condições de bem-estar e segurança.8.5 A subestação do consumidor não poderá ser instalada nos postes da COSERN.3 A montagem deverá ser efetuada em um único poste.2kV.7. 13. 4. postos de medição e proteção são apresentados nos desenhos 06.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 11 de 48 . 07 e 09 do Anexo II.8. compatíveis com as tensões mecânicas aplicadas e com o padrão da COSERN. SM04. os materiais e equipamentos utilizados (isoladores.8.8.8. a disposição e localização dos equipamentos. 4.2 O dimensionamento da subestação do consumidor é de competência do responsável técnico pelo projeto. 4. 4. buchas de transformador. 4. com esforço mínimo de 600daN.13.3 A subestação deve ser localizada o mais próximo da via pública. chaves fusíveis. tipo duplo T.8. inclusive quando a rede da COSERN passar internamente à propriedade.6. 07.

o pé direito do prédio da subestação deverá ter uma altura mínima de 5.8. de preferência em venezianas. SM04.8.8. A metade das janelas deverão ficar o mais próximo possível do teto e a outra metade a no máximo 0.7.8.8.8. deve ser previsto sistema de bombeamento d’água.8.20 metros.7. 4. com dimensões mínimas de 1.8. 4.6. adotando-se o critério de maior valor.20m x 2. sempre que possível. possíveis de acesso às partes energizadas. conforme desenho 23 do Anexo II.8. e artificial. em arame galvanizado com seção mínima de 12BWG.7.18 Deverá haver identificação através de plaqueta instalada na parte externa da subestação. conforme desenho 19 do Anexo II.8.7.8. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.11 Deve ter iluminação natural.9 Deve ser instalada seccionadora tripolar de abertura simultânea no lado de média tensão.6 Deve ter impermeabilização total contra infiltração de água. deve ser feita a instalação de sistema de exaustão. Cada uma das janelas deve ter área livre mínima de 1m² ou 0.10m e abertura para fora.2 O transformador deverá ser a seco quando a subestação for interna à edificação. 4. de modo a permitir a fácil instalação ou retirada do transformador e equipamentos.9. 4. com malha máxima de 13mm x 13mm e mínima de 5mm x 5mm.8 A medição deverá ser de acordo com o item 4. em locais externos e internos.7. obedecendo aos níveis de iluminamento fixados pela NBR 5413 .8.5 Deve ser instalada preferencialmente em pavimento térreo ao nível do solo.13 Quando a entrada e/ou saída de média tensão for aérea.7.00 metros. 4.7.16 Na impossibilidade da ventilação natural.12 Os compartimentos deverão ser interditados com telas metálicas removíveis.8. confeccionadas com arame de bitola mínima 12BWG.10 Deve ter acesso ao posto de transformação que assegure uma largura mínima para circulação de 1.5 metros. independente da potência instalada. Quando no subsolo ou área sujeita a inundações.20 metros do piso.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 12 de 48 . para cada unidade transformadora e para o disjuntor de média tensão. 4.8.14 Os corredores para acesso a manobra de equipamentos deverão ter largura mínima de 1. 4.002m²/kVA. 4. com finalidade de contê-lo num eventual rompimento do tanque. 4.15 Deve ter ventilação natural através de no mínimo duas aberturas localizadas em paredes e níveis diferentes. conforme desenho 22 do Anexo II. 4. 4.7.4 Deve ser provida de portas metálicas.13.7. sendo permitido no máximo um andar de desnível entre o nível da rua que dá acesso à edificação e o andar onde está situada a subestação.Iluminância de interiores.17 Devem ser fixadas placas de advertência nas cores preto e amarelo. formando malha máxima de 50mm x 50mm e devidamente protegida contra ferrugem. o mais próximo possível do ponto de recebimento de energia.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . 4.8 kV 4.8.7.8.7.20 metros. 4.7. 4. o pé direito da subestação deverá ter altura mínima de 3. protegidas por meio de telas metálicas resistentes.7.7. se possível em paredes opostas. 4.7.8.7.7 A cobertura acima da laje deve ser orientada de modo a não permitir o escoamento de água de chuva sobre os condutores de média tensão. Quando a entrada e/ou saída de média tensão forem subterrâneas.7.3 Quando for utilizado transformador imerso em óleo com potência igual ou superior a 500kVA é necessária a construção de um sistema de drenagem e reservatório para óleo isolante. 4.

com a finalidade de se determinar as seções dos condutores.Compartilhamento de Subestação Transformadora de Média Tensão . 4.7.13. equipamentos de proteção individual como botas.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .7. tais como medidores. 13. 4. 4.1 A medição é única e individual por unidade consumidora e deve ser instalada na subestação do consumidor. têm acesso aos equipamentos de medição. 4.9.7. afastamentos e distâncias entre suportes de isoladores.9.04 . ou no interior da subestação quando esta for abrigada.8.1 O compartilhamento de subestação é permitido desde que esteja de acordo com a norma SM04. o consumidor é responsável pela custódia dos equipamentos de medição instalados pela COSERN.8. 4. 14. e luvas para as pessoas que por ventura possam vir a operar a subestação.9.21 No dimensionamento dos barramentos devem ser consideradas a tensão do sistema.6 A caixa de medição deve ser instalada junto ao poste quando a subestação for aérea.22 As fases do barramento devem ser pintadas nas cores indicadas abaixo: Fase A . o barramento deve ser redimensionado.8 Compartilhamento de Subestação 4.9.vermelha Fase B .7. capacetes. 4.8 Quando a medição for indireta devem ser utilizados três TC´s e três TP´s. não sendo permitido o uso de cabo.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 13 de 48 . 11.8. vergalhão ou barra de cobre.9. 4.branca Fase C .9 O compartimento destinado à instalação dos equipamentos de medição deve possuir dispositivos para colocação de lacre da COSERN. 4.4 Na qualidade de depositário a título gratuito. 4.8.7.7 A medição deve ser a três elementos.8kV. devidamente credenciados e identificados. de acordo com Tabela 03 do Anexo I. 4.3 Somente os funcionários e prepostos da COSERN.2 Os equipamentos de medição.9.marrom 4. 15 e 16 do Anexo II. conforme desenho 17 do Anexo II. 4. 4.8 kV 4. 4. 12.8.7.9 Medição 4.5 O consumidor é o responsável pela instalação e manutenção da caixa de medição. ao passo que ao consumidor cabe assegurar o livre acesso dos funcionários da COSERN ao local de instalação.8.9.8.00-00. inclusive daqueles mantidos sob lacre. SM04.9. violar os lacres da caixa de medição e demais equipamentos.9.24 Quando houver aumento de carga. cuja instalação deve ser feita em suporte. 09. a capacidade de condução de corrente dos condutores e a corrente de curto circuito no local.19 A COSERN recomenda que o proprietário disponibilize na subestação ou posto de medição e proteção. e responde por eventuais danos causados a estes. TP´s e TC´s são fornecidos e lacrados pela COSERN. 4.8. suportes para a instalação da medição e dos equipamentos de seccionamento e proteção.0000. sendo vedado ao consumidor.8.20 O barramento da subestação abrigada será em tubo.13.23 Na derivação e no barramento deve ser utilizado conector apropriado ou solda exotérmica. sob qualquer pretexto. conforme desenhos 07.

A interligação dos TP´s e TC´s ao medidor deve ser feita através de eletroduto galvanizado de 3/4" aparente. classe de isolamento 15kV.14.14.9. 4.9. tensão nominal 13. 4. classe de exatidão de 0.13.9.9. 4. 15 e 16 do Anexo II.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .6kV e classe de exatidão 0.9. conforme desenhos 07 e 10 do Anexo II.5. 4. a critério da COSERN. classe de isolamento 0. fator térmico FT=1.5 A corrente nominal do circuito não deve ser superior a corrente nominal do TC vezes o Fator térmico (FT). 4. 12. b) Transformador de corrente de medição.14.1 A medição de energia elétrica para fornecimento em tensão primária de distribuição classe 15kV ocorre no circuito primário. tensão secundária 115V.13 Os eletrodutos de uso externo para condutores isolados em subestações aéreas devem ser de aço galvanizado classe pesada.4 Em subestação abrigada.3 Para subestações aéreas até 112.14.12 Os equipamentos de medição somente devem ser instalados e ligados após vistoria e liberação das instalações.14 Medição em Tensão Secundária de Distribuição 4. 4.9. 14. os TP´s e TC´s devem ser instalados em suporte apropriado.4 Para subestações de 150 a 225kVA a medição deverá ser indireta. quando: a) O posto de transformação ou unidade consumidora possuir tensão diferente da padronizada pela COSERN.15.10 Os eletrodutos contendo os condutores até a caixa de medição devem ser aparentes. 4.9.8kV.11 A caixa da medição em subestação abrigada deve ser instalada na parede do posto voltada para o lado interno. ser realizada no lado primário. cuja corrente nominal é definida de acordo com a potência instalada. conforme desenhos 17 e 18 do Anexo II. grupo de ligação 2. classe de isolamento 15kV. 4.9.2 A caixa de medição deve ser instalada em mureta.15. 4.8kV. uso interno e relação de transformação conforme Tabela 05 do Anexo I.3%. tensão nominal 13.2 São utilizados 3 transformadores de potencial e 3 de corrente conforme especificações a seguir: a) Transformador de potencial de medição. que para os TC de 0. utilizando-se 3 transformadores de corrente.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 14 de 48 .9.3 A medição deve ser instalada em cubículo de alvenaria conforme desenhos 11.9.9. não sendo admitida instalação embutida. c) Existir rede primária particular na propriedade do cliente. no entanto. 4. SM04.8 kV 4.15.5kVA a medição é realizada de forma direta e deverá ser montada conforme desenho 07 e 08 do Anexo II.6kV. 13.00-00. 4.1 A medição de energia elétrica em subestações ocorre no circuito secundário do transformador para potências instaladas até 225kVA. contratada ou verificada.9. 4. podendo.14.3% e uso interno. b) A capacidade instalada da subestação for superior a 225kVA.9.9. classe exatidão 0. é igual a 2.9. obedecendo à padronização das Tabelas 04 e 05 do Anexo I.3%.15.15 Medição em Tensão Primária de Distribuição 4. conforme a Tabela 04 do Anexo I e desenhos 09 e 10 do Anexo II.

observada a capacidade de interrupção assimétrica mínima e o tipo da base mencionados no item anterior. observado o item 4. 4. bitola 2AWG.10.3 No lado secundário dos transformadores será obrigatória a instalação de proteção contra sobrecorrente através de disjuntores termomagnéticos.10. os para-raios deverão ser instalados na estrutura de transição da rede aérea para subterrânea. 4. sendo um por fase.3 Proteção contra subtensão e falta de tensão 4.7 O condutor de interligação dos para-raios com a haste de aterramento deverá ser de aço cobreado.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .6 É indispensável a instalação de para-raios na saída da subestação ou posto de medição e proteção.10. 4.16. base “C” e capacidade de interrupção assimétrica mínima de 10kA. SM04.10.1. 4. 4. e que estas proteções sejam instaladas junto aos mesmos.2. 10kA e devem possuir desligador automático.10. 4. a corrente nominal das chaves fusíveis a serem utilizadas será de 100A.5 Nas subestações abrigadas e nos postos de medição e proteção com entrada aérea. 4.3.4. conforme desenhos 04 e 05 do Anexo II. neste último. os para-raios deverão ser instalados na estrutura do transformador.10.9.1. 4.4.5.10.3.13.10.2 Recomenda-se que os motores elétricos sejam protegidos por dispositivos de proteção contra subtensão e falta de fase. instaladas na estrutura de transformação ou no ponto de entrega. os para-raios deverão ser instalados conforme desenhos 11. 4. Quando a alimentação for através de ramal de entrada subterrâneo. 4.10.1 A proteção contra sobrecorrentes no lado de média tensão das subestações é feita por meio de um conjunto de chaves fusíveis unipolares instaladas pelo cliente.1 Em todo fornecimento de energia em média tensão será obrigatório o uso de para-raios.1 Proteção contra sobretensões na média tensão 4.10. 13 e 15 do Anexo II.4 Nas subestações ao tempo.10 Proteção 4. quando a subestação for abrigada.10.2 Proteção contra sobretensões na baixa tensão 4.1As caixas de medição padronizadas pela COSERN são conforme os desenhos 08 e 10 do Anexo II. classe de isolamento ajustada ao nível da tensão de fornecimento.2 Os para-raios deverão ser de óxido metálico em invólucro polimérico.4. quando após os mesmos existir rede aérea em média tensão.10.10. tensão 12kV. as chaves fusíveis deverão ter correntes nominais mínimas de 200A. Acima disto.1. 4.1.16 Caixas de Medição 4. 4.1.3 Os para-raios devem ser instalados sempre que houver transição de rede aérea para subterrânea ou subterrânea para aérea.10.1.10.4 Proteção contra sobrecorrente 4.1 Deve ser previsto DPS no circuito de baixa tensão do consumidor. 4.00-00.10.2 Para subestação com potência até 2MVA.8 kV 4.1 Não é permitida a utilização de bobina de mínima tensão com operação instantânea atuando no disjuntor geral da instalação.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 15 de 48 .10.1.4.10.9.

6 Os condutores da malha de aterramento para conexão às hastes e interligação das partes metálicas não energizadas à referida malha devem ter a seção mínima de 35mm² e ser em cabo de cobre nu.11. 4. 4.2 Para instalação exclusiva da haste de aterramento utiliza-se uma caixa de inspeção com dimensões e formatos conforme desenho 21 do Anexo II.400mm de comprimento por 16mm de diâmetro. qual o elo recomendado para a instalação. 4. grades ou cercas metálicas existentes sob os condutores da entrada de serviços deverão ser seccionados e devidamente aterrados conforme a NBR15.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 16 de 48 . tendo no mínimo 2.5 A conexão do condutor de aterramento com a haste de aterramento é feita através de conector de material a prova de corrosão. em 13.11.9.10.00-00.6 Para subestações com potência acima de 225kVA é obrigatório o uso de disjuntores de alta tensão do tipo de acionamento automático na abertura e com capacidade de interrupção nominal mínima de 350MVA.11 Aterramento 4.4 Durante a inspeção para ligação.9 Aterramento em Subestações Aéreas 4.3 A resistência de aterramento máxima permissível é de 10 ohms em qualquer estação do ano. 4. revestida de cobre com espessura mínima de 0. com características de tempo inverso e com dispositivos de ação instantânea.4 Os elos fusíveis para potências até 2MVA são dimensionados de acordo com a Tabela 07 do Anexo I.10. Condutor de aterramento funcional. caixa de medição e partes metálicas não energizadas é único. O disjuntor deverá ser equipado com relés de ação indireta (secundários) de fase e neutro.688. 4.25mm.5 Para instalação de chaves fusíveis em zonas de agressividade salina.13.10.8 Os portões metálicos.4. carcaça e neutro do transformador. 4. sob pressão ou solda exotérmica. 4.11. 4.9. 50/50N e 51/51N.11.11.11.8 Não será permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral do consumidor.4. a COSERN pode efetuar a medição da resistência do sistema de aterramento para verificar se o mesmo atende ao valor exigido de 10 ohms.11. Para potências acima de 2MVA. a COSERN indicará durante a análise do projeto. 4.1 Em toda subestação deve ser prevista uma barra de ligação equipotencial principal e os seguintes condutores devem ser a ela ligados: a) b) c) d) Condutores de aterramento.2kV.10. Condutores de proteção.7 A haste de aterramento é de aço.2 O condutor de aterramento é tão curto e retilíneo quanto possível. SM04. sem emendas.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . 4. 4. a montagem deve ser realizada com chaves com tensão nominal para 24. 4. 4. Os conectores recomendados estão no desenho 21 do Anexo II.4.11. Condutor neutro. interligado e não deve conter emendas.1 O aterramento dos para-raios. sem quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção.11. admitindo-se até um valor máximo 12 ohms. se necessário.11.4.8kV e com corrente nominal mínima de 350A.7 Não são aceitos relés primários.11.4.10. 4.8 kV 4. considerando que a malha se encontra em processo de acomodação em relação ao solo.

quando a potência instalada dos transformadores for igual ou superior a 1.15 Utilização de Geradores Particulares e Sistemas de Emergência 4.1 Recomenda-se que a aquisição dos materiais. harmônicos e outros.10. 4.11.14 Aumento de Carga 4.15. a COSERN notificará o consumidor para que providencie a necessária regularização. o cabo de ligação do neutro do transformador à malha que deve ser dimensionado conforme Tabela 06 do Anexo I. 4.Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão. o sistema de aterramento adotado é do tipo malha. 4.000kVA. 4. tais como flutuação de tensão.12. projeto elétrico visando o aumento da carga instalada que exija a elevação da potência disponibilizada. podendo.00-00.10. com dimensões apropriadas em cabo de cobre nu na seção mínima de 35mm².11. suspender o fornecimento de energia elétrica se o aumento de carga prejudicar a outras unidades consumidoras.14. SM04.4 A critério da COSERN pode ser exigida a apresentação do projeto completo do sistema de aterramento.3 Para a haste de aterramento e passagem de cabos de aterramento utiliza-se uma caixa de inspeção com dimensões mínimas de 300mm x 300mm x 300mm.02 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . 4.12 Construção 4.15. são de inteira responsabilidade do interessado os problemas decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de materiais e equipamentos.11. desde que seja instalada uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico. conforme desenho 21 do Anexo II. 4.2 Caso esta recomendação não seja observada. com vistas a verificar a necessidade de adequação do sistema elétrico da concessionária. excetuando. 4. carcaça de transformador e de disjuntor devem ser conectadas à malha de aterramento por meio de cabo de cobre nu de seção mínima de 35mm².1 A interligação da subestação com o sistema da COSERN poderá ser feita pelo cliente. de modo a reverter o fornecimento. medição e proteção geral da unidade consumidora somente sejam iniciadas após a liberação do projeto pela COSERN.8 kV 4.13.2 A instalação de geradores particulares deve obedecer à norma SR02. em eletrodutos exclusivos.13 Interligação 4. tais como grades. 4.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 17 de 48 . inclusive. desobriga a COSERN de garantir a qualidade do serviço.1 É permitida a instalação de geradores particulares.1 O consumidor deve submeter previamente à apreciação da COSERN.11. conste no projeto e na ART apresentada.10 Aterramento em Subestações Abrigadas 4. 4.13. separando os circuitos alimentadores do sistema da COSERN e do gerador particular.14. radiointerferência. pois a não observância por parte do consumidor do disposto neste item. 4. desde que esta interligação seja citada no memorial descritivo.15.12. passíveis de serem vistoriados pela COSERN até a chave reversível.10. equipamentos e a execução das instalações do ramal de entrada. mecanismo de chave.10. 4.02-00.2 Em subestação abrigada.3 Os circuitos de emergência supridos por geradores particulares devem ser instalados independentemente dos demais circuitos.1 Todas as partes metálicas não energizadas.11.2 Ocorrendo a ligação de cargas que não constem no projeto aprovado pela COSERN ou com regime de partida ou funcionamento diferente daquele apresentado no projeto e que venham a introduzir perturbações indesejáveis na rede.

2KV. permite-se o paralelismo momentâneo de geradores com o sistema da mesma. Porém. 4. ser lacrado o quadro de manobras.02 .Parte 200: Conjunto de Manobra e Controle de Alta Tensão em Invólucros Metálicos para Tensões acima de 1kV até e Inclusive 52kV.6 Conexão de Micro e Minigeradores (Geração Distribuída) As conexões de micro e minigeradores de consumidores que façam adesão ao sistema de compensação de energia elétrica devem seguir o disposto nas normas VR01. NBR 14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão de 1.Instalação de Geradores Particulares em BT.0 a 36.Paralelismo Momentâneo de Geradores com o Sistema de Distribuição com Operação em Rampa.Compartilhamento de infra-estrutura com redes de telecomunicações. SR02.15.01-00.13.Compartilhamento de Postes da Rede de Energia Elétrica. ficando disponível para o cliente somente o acesso ao comando da chave reversora.15.02-00.APROVAÇÃO JOSÉ ANTÔNIO DE S. Norma Regulamentadora NR10 .03 . Resolução Nº 414 – Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.Medição no Primário. em situações excepcionais que sejam objeto de estudo a ser apresentado com subseqüente liberação da COSERN.Paralelismo Momentâneo de Gerador de Consumidor com o Sistema de Distribuição. 6.13. BRITO Gerente do Departamento de Engenharia Corporativo .SEC SM04.03 .Instalação de Conjunto de Medição Aéreo .15. NBR 15214 – Rede de distribuição de energia elétrica .02-00.12 e VR01. NBR 13570 – Instalações Elétricas para Locais de Afluência de Público.REFERÊNCIAS NBR 5410 – Instalação Elétrica de Baixa Tensão. SM04.4 A existência de geradores particulares deve ser prevista em projeto que deve ser enviado para análise e inspeção da COSERN e a critério desta. desde que atendam ao disposto na norma SM03. 5.02 .00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .00-00.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 18 de 48 . SM03. SM03.Rede de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. NBR 15688 .02-00.04 .03.001 . 4. NBR 5413 – Iluminância de interiores – Procedimento.8 kV 4. SM04.5 Em princípio não é permitido o paralelismo entre gerador particular e o sistema elétrico da COSERN.02-00.01-00.00-00.Compartilhamento de Subestação Transformadora.Instalações e Serviços em Eletricidade. NBR IEC 62271-200 – Conjunto de Manobra e Controle de Alta Tensão .

para cada caso.800 1/2 21.101 a 1.Os eletrodutos deverão ser galvanizados de classe pesada.) Até 700 25 701 a 1. ser verificado se atende com relação à corrente de curto-circuito assimétrica no ponto de instalação. (POL.0 3/8” 9.801 a 2.200 35 4” 1.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . TABELA 03 – BARRAMENTO DE MÉDIA TENSÃO POTÊNCIA TUBO DE COBRE INSTALADA DIÂMETRO kVA IPS mm2 Até 1.100 3/8 17.3 Nota: -O barramento deve ser pintado nas cores: BARRA DE COBRE 3/4” x 3/16” VERGALHÃO DE COBRE Pol mm2 1/4” 6.001 a 2. devendo.4 CA 2202027 35 mm² 2212003 70 mm² 2212012 185 mm² 2212011 TABELA 02 – RAMAL DE ENTRADA DE MÉDIA TENSÃO SUBTERRÂNEO POTÊNCIA INSTALADA BITOLA ELETRODUTO KVA mm2 DIAM.3 5/16” 8. TABELAS TABELA 01 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE LIGAÇÃO TIPO DE CONDUTOR Cobre Nu Rede Convencional Alumínio Nu Rede Compacta Alumínio Protegido SEÇÃO DO CONDUTOR CÓDIGO SAP 16 mm² 2203014 35 mm² 2203016 70 mm² 2203020 120 mm² 2203023 4 CAA 2202001 1/0 CAA 2202002 4/0 CAA 2202006 336.marrom TABELA 04 – TC PARA MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO SM04.3 1.2 1.13.000 70 2.5 Fase A .500 1/2 21.700 50 1.00-00. .500 120 Nota: -As bitolas dos condutores foram dimensionados com base na carga instalada.201 a 1.8 kV Anexo I.vermelha Fase B .branca Face C .701 a 2.03 POTÊNCIA INSTALADA (KVA) RELAÇÃO TC 150 300-5A 225 400-5A 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 19 de 48 .

201 .13.5 150 225 300 500 750 1000 1200 1500 2000 ELO FUSÍVEL 1H 2H 3H 5H 6K 8K 10K 12K 25K 30K 40K 50K 65K 80K CÓDIGO SAP 0536137 0536138 0536139 0536140 0536141 0536117 0536142 0536038 0536146 0536155 0536147 0536179 0536156 0536178 TABELA 08 – CONDUTORES E ELETRODUTOS DE BAIXA TENSÃO TENSÃO SECUNDÁRIA (V) POTÊNCIA INSTALADA kVA 220/127 1 COND.450 15-5A 451 .200 40-5A 1.251 .1/2” 150 120 (120) 2. ELETRODUTO POR POR POR FASE DIAM.500 100-5A TABELA 06 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES PARA ATERRAMENTO DAS INSTALAÇÕES SEÇÃO DOS CONDUTORES DE FASE "S" (MM²) SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO CORRESPONDENTE (MM²) S ≤ 16 S 16 < S ≤ 35 16 S > 35 S/2 TABELA 07 – ELOS FUSÍVEIS PARA PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES ATÉ 2MVA POTÊNCIA EM KVA 15 30 45 75 112. 1 COND.2.1/2” 500 (400) 300 (2X300) 5” Notas: .600 20-5A 601 .2.03 380/220 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 20 de 48 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .1/2” 300 (240) 150 (2X150) 4” 225 240 (240) 120 (2X120) 3.1/2” 112. ser verificado se atende com relação à corrente de curto-circuito assimétrico no ponto da instalação.900 30-5A 901 .00-00. (POL) POR FASE DIAM.501 . 2 COND. devendo.As bitolas dos condutores foram dimensionadas com base na potência instalada.8 kV TABELA 05 – TC PARA MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO POTÊNCIA INSTALADA (KVA) RELAÇÃO TC 300 10-5A 301 .250 75-5A 2.5 70 (70) 185 (185) 95 (2X95 3. ELETRODUTO 2 COND. para cada caso. (POL) FASE FASE 75 50 (50) 2” 95 (95) 2.500 50-5A 1.1.1. SM04.

00-00.Os condutores deverão ser isolados para 0.6/1 kV com cobertura.8 kV .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13. . . SM04.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 21 de 48 .As indicações entre parênteses referem-se ao condutor neutro.Os eletrodutos galvanizados deverão ser de classe pesada. .Os condutores deverão ter classe de encordoamento 2 (dois).

13.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .DESENHOS DE REFERÊNCIA DESENHO 01 – SITUAÇÕES DE ENTRADA DE SERVIÇO SM04.8 kV ANEXO II .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 22 de 48 .

13.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 02 – SITUAÇÕES DE ENTRADA DE SERVIÇO SM04.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 23 de 48 .

8 kV DESENHO 03 – SITUAÇÕES DE ENTRADA DE SERVIÇO SM04.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 24 de 48 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13.00-00.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13.8 kV DESENHO 04 –RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO (ESTRUTURA NA VIA PÚBLICA) DESENHO 04a .DERIVANDO DA REDE COMPACTA ² SM04.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 25 de 48 .DERIVANDO DA REDE NUA ² DESENHO 04b .00-00.

13.8 kV DESENHO 05 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO (ESTRUTURA NA PROPRIEDADE PARTICULAR) DESENHOS 05a .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 CABO DE COBRE ISO LADO 12/20KV (NO TA 01) CABO DE ATERRAMENTO (NO TA 02) 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 26 de 48 .MONTAGEM COM REDE COMPACTA (OPÇÃO COM CRUZETA E COM BRAÇO "C") ATERRAMENTO DO CABO MENSAGEIRO (USAR CO NECTO R AMPACTINHO) CABO DE ATERRAMENTO (NO TA 02) 300 ATERRAMENTO DO CABO MENSAGEIRO (USAR CO NECTO R AMPACTINHO) CABO MENSAG EIRO d CABO MENSAG EIRO d CABO DE ATERRAMENTO (NO TA 02) 800 500 CABOS COBERTOS CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO d = no mínimo 100 milímetros CO NECTO R CUNHA COM CAPA PROTETORA 800 CO NECTO R CUNHA COM CAPA PROTETORA CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO 900 1400 PARA-RAIO 12KV 10KA MULFLA MULFLA CABO DE COBRE ISO LADO 12/20KV CABO DE ATERRAMENTO (NO TA 02) SM04.00-00.

MONTAGEM COM REDE NUA (OPÇÃO ÚNICA DE MONTAGEM COM CRUZETA) REDE NUA d = no mínimo 100 milímetros 800 CONECTOR CUNHA CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO PARA-RAIO 12KV 10KA 1400 CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO MULFLA CABO DE COBRE ISOLADO 12/20KV (NOTA 01) SM04.00-00.8 kV DESENHO 05 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO (ESTRUTURA NA PROPRIEDADE PARTICULAR) d DESENHO 05b .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 27 de 48 .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13.03 CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 28 de 48 .8 kV DESENHO 06 – SUBESTAÇÃO AÉREA DESENHOS 06a .MONTAGEM COM REDE COMPACTA (OPÇÕES COM CRUZETA E COM BRAÇO "C") ATERRAMENTO DO CABO MENSAGEIRO (USAR CONECTOR AMPACTINHO) CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) 300 900 ATERRAMENTO DO CABO MENSAGEIRO (USAR CONECTOR AMPACTINHO) d CABO MENSAGEIRO d CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) CABO MENSAGEIRO 500 CABOS COBERTOS CONECTOR CUNHA COM CAPA PROTETORA d = no mínimo 100 milímetros 600 CONECTOR CUNHA COM CAPA PROTETORA CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO PARA-RAIO 12KV 10KA 1200 1400 PARA-RAIO 12KV 10KA CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) SM04.00-00.

03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 29 de 48 .8 kV DESENHO 06 – SUBESTAÇÃO AÉREA d DESENHO 06b .MONTAGEM COM REDE NUA (OPÇÃO ÚNICA COM CRUZETA) REDE NUA 900 CONECTOR CUNHA d = no mínimo 100 milímetros CABO DE COBRE ISOLADO 1KV 35MM² SEMI-RÍGIDO 1400 PARA-RAIO 12KV 10KA (1) CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) CABO DE ATERRAMENTO (NOTA 02) SM04.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .13.

8 kV DESENHO 07 – MEDIÇÃO DIRETA EM MURETA (SUBESTAÇÃO AÉREA DE 75 A 112.5KVA) 3 cm ∗ ∗ SM04.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .00-00.13.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 30 de 48 .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 08 – CAIXA PARA MEDIÇÃO DIRETA EM SUBESTAÇÕES AÉREAS DE 75 ATÉ 112. -A madeira p/ fixação dos equipamentos deverá ser de compensado de boa qualidade.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 31 de 48 .Dimensões em milímetros. -A caixa deverá receber. pintura anticorrosiva tipo zacoprimer. -Caixa em chapa de ferro Nº 20 USG.5kVA E MEDIÇÃO INDIRETA EM SUBESTAÇÕES ABRIGADAS ACIMA DE 225kVA NOTAS: . com 20mm de espessura. a caixa deverá receber pintura com esmalte sintético cinza.13.00-00. internamente e externamente. SM04. -Após a pintura anticorrosiva.

13.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição ∗ 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 32 de 48 .00-00.8 kV DESENHO 09 – MEDIÇÃO INDIRETA EM MURETA (SUBESTAÇÃO AÉREA DE 150 ATÉ 225KVA) 3 cm ∗ SM04.

13. 6-A CAIXA DE MEDIÇÃO DEVERÁ SER INSTALADA A UMA ALTURA DE 900mm DA SUA PARTE INFERIOR EM RELAÇÃO AO PISO. COM 20mm DE ESPESSURA.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição . PINTURA ANTICORROSIVA TIPO ZARCOPRIMER.SUBESTAÇÕES AÉREAS E ABRIGADAS DE 150 ATÉ 225KVA 250 100 A 100 DESENHO 09 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA . A CAIXA DEVERÁ RECEBER PINTURA COM ESMALTE SINTÉTICO CINZA. 3-A CAIXA DEVERÁ RECEBER. 2-CAIXA EM CHAPA DE FERRO N°20 USG.03 900 250 40 100 225 7ª Edição PARAF.ENTRADA AÉREA 175 100 B 900 B 100 100 Ø60 A Ø30 VISTA LATERAL ESQUERDA VISTA FRONTAL 1300 230 20 450 625 Ø60 Ø20 Ø30 FERROLHO 400 900 VIDRO C/ ESPESSURA MÍNIMA DE 3mm FERROLHO FURO PARA COLO CAÇÃO DO SELO 400 CORTE B-B NOTAS: 1-DIMENSÕES EM MILÍMETROS.8 kV DESENHO 10 – CAIXA PARA MEDIÇÃO INDIRETA .A MADEIRA PARA FIXAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DEVERÁ SER DE COMPENSADO DE BOA QUALIDADE.SEM DISJUNTOR . 5. 6mm) 2 16 CORTE A-A 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 33 de 48 . 4-APÓS A PINTURA ANTICORROSIVA.00-00. INTERNAMENTE E EXTERNAMENTE. SM04. P/ FIXAÇÃO DO ATERRAMENTO (Ø MÍN.

03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 34 de 48 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 11 – POSTO DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO .ENTRADA E SAÍDA AÉREAS SM04.00-00.13.

8 kV DESENHO 12 – POSTO DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 35 de 48 .ENTRADA E SAÍDA SUBTERRÂNEAS SM04.00-00.13.

00-00.8 kV DESENHO 13 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA ATÉ 225kVA .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 36 de 48 .13.ENTRADA AÉREA SM04.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 14 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA ATÉ 225kVA .ENTRADA SUBTERRÂNEA SM04.00-00.13.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 37 de 48 .

00-00.13.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 38 de 48 .8 kV DESENHO 15 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 225kVA .ENTRADA AÉREA SM04.

13.8 kV DESENHO 16 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 225KVA .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .00-00.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 39 de 48 .ENTRADA SUBTERRÂNEA SM04.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .00-00.8 kV DESENHO 17 – SUPORTE PARA INSTALAÇÃO DE TP E TC SM04.13.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 40 de 48 .

03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 41 de 48 .00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 18 – SUPORTE PARA INSTALAÇÃO DE TP E TC SM04.13.

13.00-00.A' CONCRETO IMPERMEÁVEL PARA EVITAR INFILTRAÇÃO A A' PLANTA BAIXA SM04.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 42 de 48 .8 kV DESENHO 19 – DRENO PARA ÓLEO DO TRAFO 300 COLOCAR PEDRA BITRADA TUBO Ø 4" POÇO DE DESCARGA VOLUME IGUAL AO ÓLEO EXISTENTE NO TRAFO CORTE A .

00-00.13.A 300 DETALHE .1/ 2" x 1.8 kV DESENHO 20 – INSTALAÇÃO DE PARA-RAIOS E ATERRAMENTO cabo de cobre nu 35mm² mínimo ver detalhe "A" comprimento da haste bucha de passagem 15kV uso externo e interno ver detalhe "B" eletroduto de material não magnético cabo de cobre nu 35mm² mínimo aterramento FACHADA DA SUBESTAÇÃO pára-raios p/12kV com neutro aterrado 300 50 250 50 A A 50 haste aterramento 200mín.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 43 de 48 . 2m DETALHE .C cantoneira L 1.1 2" x 3 . 150 CORTE A .16" compr.B SM04.

300 x 300 x 300 Ø 150 VER DETALHE "A" HASTE DE ATERRAMENTO 16x2400 DETALHE "A" OU CONETOR TIPO TGC CONETOR TIPO CABO-HASTE COTAS EM MILÍMETROS SM04.13.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .ATERRAMENTO EM CAIXA DE CONCRETO OU PVC CAPUZ EM PVC 70 300 100 (MÍNIMO) TAMPA DE CONCRETO TUBO PVC CAIXA DE ATER.8 kV DESENHO 21 .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 44 de 48 .

00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 45 de 48 . PVC ou acrílico Dimensões: A .13.670 x 470 mm CORES: PRETO E AMARELO SM04.470 x 340 mm B .8 kV DESENHO 22 – PLACA DE ADVERTÊNCIA Chapa metálica.

03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 46 de 48 .IDENTIFICAÇÃO DA SUBESTAÇÃO ABRIGADA 2 0 7 4 0 0 6 2 0 SM04.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .8 kV DESENHO 23 .13.

8 kV DESENHO 24 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES SM04.13.03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 47 de 48 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .00-00.

13.00-00. exigem-se os afastamentos horizontais da Figura "d". terraços ou janelas for igual ou maior do que as dimensões das Figuras "b" e "c".03 7ª Edição 26/08/2014 A CÓPIA IMPRESSA DESTE INSTRUMENTO NORMATIVO É UM DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 48 de 48 . não se exige o afastamento horizontal da borda da sacada. NOTA 2: Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas. terraço ou janela da Figura "d". SM04.8 kV Afastamentos mínimos(mm) Primários Figura Somente secundário 15kV 36.2kV A C A C B D a 1000 3000 1200 3200 500 2500 b - 1000 - 1200 - 500 c - 3000 - 3200 - 2500 d 1500 - 1700 - 1200 - e 1000 - 1200 - 1000 - f 1000 - 1200 - 1000 - g 1500 - 1700 - 1200 - NOTA 1: Se os afastamentos verticais das Figuras "b" e "c" não puderem ser mantidos. porém o afastamento da Figura "e" deve ser mantido.Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição .