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Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos

ÁGORA

Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos ÁGORA 151 janeiro 2010 Agenda 26 de Janeiro: Conversas à
Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos ÁGORA 151 janeiro 2010 Agenda 26 de Janeiro: Conversas à

151

janeiro 2010

da Paróquia de Carcavelos ÁGORA 151 janeiro 2010 Agenda 26 de Janeiro: Conversas à Tarde -

Agenda

26 de Janeiro: Conversas à

Tarde - “Rainhas de Portugal II”, com Agenda Cascais 21

23 de Janeiro: “Conversas

sobre

de Freguesia de Carcavelos, às 15h30

31 de Janeiro: Feira das

velharias

3 de Fevereiro:

Feira do Vende Tudo

Mães no Centro: à sexta-feira

A Reforma”, na Junta

2010 - Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social
2010 - Ano Europeu do
Combate à Pobreza e à
Exclusão Social
Dicas: Coisas que pode usar antes de deitar fora
Dicas: Coisas que pode
usar antes de deitar fora

Conversas Sobre

A Reforma

pode usar antes de deitar fora Conversas Sobre A Reforma Sáb, dia 23 de Janeiro 15h30,
pode usar antes de deitar fora Conversas Sobre A Reforma Sáb, dia 23 de Janeiro 15h30,
pode usar antes de deitar fora Conversas Sobre A Reforma Sáb, dia 23 de Janeiro 15h30,
pode usar antes de deitar fora Conversas Sobre A Reforma Sáb, dia 23 de Janeiro 15h30,

Sáb, dia 23 de Janeiro

15h30, na Junta

Freguesia de Carcavelos

às

de

Vidas com História Testemunho de um imigrante
Vidas com História
Testemunho de um imigrante

Visita de Cavaco Silva

O Presidente da República veio ao Centro Comunitário para deixar uma men- sagem de esperança aos portugueses que vivem em dificuldades. Visitou alguns serviços e assinou o Livro de Honra do Centro. Foi muito bem recebido por um grupo

coral constituído por crianças, co- laboradores e utentes. Um dia de festa antes da consoada. (pág.3)

Distribuição Gratuita
Distribuição
Gratuita

Venha visitar-nos em www.centrocomunitario.net e em http://centrocomunitariocarcavelos.blogspot.com

Angariação de Fundos

O Natal apela à solidariedade e o mês das celebrações contou com muitos donativos para
O Natal apela à solidariedade
e o mês das celebrações contou
com muitos donativos para a pre-
paração dos cabazes e da festa de
Natal das famílias apoiadas pelo
Intervir.
Pastelaria Primavera - 2 caixas bolos sortidos.
Pastelaria S. Jorge - 2 caixas bolos sortidos.
Pizza Hut - 400 fatias de pizza.
Cáritas - 100 caixas de presentes.
Externato “O Cavalinho” - 3 cabazes e brinquedos
Almerinda Doroana - 4 paletes de maçãs, 2 de
laranjas, 1 de pêras, 1 de bananas; 40 kg de ce-
nouras; 4 sacas de batatas, 1 saca e meia de ce-
bolas; 45 dúzias ovos; 30 lt azeite; 30 litros de
vinagre; 50 couves.
Anónimo - 10 embalagens de
arroz; 4 de açúcar; 6 de azeite;
(33ml) de 7Up e Pepsi.
Junta de Freguesia de Carcavelos - 30 litros de
azeite; 84 de leite; 20 kg de bacalhau.
Novembal - Bases cartão para o cabaz; copos de
cartão.
Rotary Club - 6 cabazes completos.
Associação de Estudantes do Instituto Superior
de Gestão de Informação - 8 cabazes completos;
artigos para bebé; brinquedos; roupa.
Centro de Estudos Tibetanos - roupa; 40 kg de ar-
roz; 15 embalagens de atum; 20 litros de leite; 15
embalagens de salsichas; leguminosas várias.
Escola Secundária de Carcavelos - 2 cabazes com-
pletos.
Maristas - 100 cabazes completos; 108 bolos-rei.
St. Julian´s School - 8 cabazes completos.
6 de atum; 7 de bolachas; 18
de chocolate; 6 de chás; 4 la-
tas de fruta; 6 embalagens de
farinha; 6 de salsichas; 6 de
frutos secos; 4,5 kg bacalhau;
1 cabaz completo.
Fundação Viver - 600 Garrafas
Agradecemos às empresas
e particulares que nos apoi-
aram e também aos volun-
tários que animaram a Festa
de Natal.
Agradecemos também à em-
presa Ecobolos, que deu
ao centro cerca de 70 caix-
as de bolos para apoio a
toxicodependentes.o

Ficha Técnica:

Coordenação:

- Natércia Martins

Redacção:

- Susana Teodoro; Cátia Silva Layout e Grafismo:

- Susana Teodoro Revisão:

- Conceição Fernando, Mário Marfim Colaboraram neste número:

- Rute Túbal, Sebastião Magalhães;

Fernando Catarino, Valentim Almeida, Mário Marfim, Moira (receita). Propriedade:

Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos Av. do Loureiro, 394 2775-599 Carcavelos Tel: 214 578 952 Fax: 214 576 768 Email: ccpc@netcabo.pt Visite-nos em www.centrocomunitario.net centrocomunitariocarcavelos.blogspot.

com

Prémio: toalha bordada A toalha de mesa bor- dada pela D. Aida Carvalho e pela
Prémio: toalha bordada
A
toalha
de mesa bor-
dada pela D.
Aida Carvalho
e pela D. Rosa Silva, ofere-
cida ao CCPC, foi rifada em
Dezembro. Na festa de Natal
do Centro foi feito o sorteio.
O Sr. João Rebola foi o feliz
João Rebola, Susana Martins e
Manuel Casaleiro
contemplado. A entrega do
prémio foi feita já em Janeiro
pela Técnica de Serviço Social Susana Martins. A rifa premiada foi
vendida pelo Sr. Manuel Casaleiro.o

Cá em casa

Festas de Natal no CCPC

No dia 22 de Dezembro o Centro organizou

a tradicional festa de Natal, que contou com um

Teatro do Espaço ABC, do Espaço Sénior e do AJAC.

O Atelier de Canto e Guitarra também mostrou o

que de melhor se fez durante as aulas.

também mostrou o que de melhor se fez durante as aulas. A Festa de Natal para
também mostrou o que de melhor se fez durante as aulas. A Festa de Natal para

A Festa de Natal para as crianças e famílias apoia-

das pelo Projecto Intervir aconteceu no dia 19 de Dezembro. As crianças foram recebidas por dois palhaços e puderam também assistir à peça criada pelo Grupo de Teatro Cinderela.

assistir à peça criada pelo Grupo de Teatro Cinderela. Visita do Sr. Presidente da República C

Visita do Sr. Presidente da República

Cavaco Silva visitou o Centro Comunitário na

véspera de Natal, afirmando o CCPC como um modelo a seguir. “Quisemos vir hoje aqui porque sabemos da história deste Centro. Ele é um bom exemplo”, salientou. O Presidente da República foi recebido por um grupo coral constituido pelo Es- paço Sénior e pelas crianças e co- laboradores do Espaço ABC. Coube ao Pe. Manuel Marques Gonçalves, na qualidade de Presi- dente do CCPC, explicar a Cavaco Silva quais as valências do Centro

e suas funções.

A visita seguiu com a passagem

do Sr. Presidente da Repíblica pelo Gabinete de Inserção Profissional

e pela Loja Geração C e com a as-

sinatura do Livro de Honra do Cen-

tro. Cavaco Silva aproveitou a ocasião para lançar uma mensagem de Na- tal para o país através dos meios

de comunicação Social: “Queremos dirigir uma palavra de conforto, de segurança mas também de esperança aos portugueses que, de Norte a Sul, estão desempregados e passam por momen- tos de carência (…) É nesses que nós hoje deve- mos pensar de uma forma especial”. o (Leia mais

no blog do Centro)

nós hoje deve - mos pensar de uma forma especial”. o (Leia mais no blog do
nós hoje deve - mos pensar de uma forma especial”. o (Leia mais no blog do

Assinatura do Livro de Honra

Aconteceu

Aconteceu Josefina Funcionárias do CCPC em formação pioneira Menezes e Vanessa Prates no CCPC e relacionais.
Josefina Funcionárias do CCPC em formação pioneira Menezes e Vanessa Prates no CCPC e relacionais.
Josefina
Funcionárias do CCPC
em formação pioneira
Menezes e
Vanessa Prates
no CCPC
e relacionais.
Vanessa Prates e Josefina Me-
nezes, que fazem parte da equipa
do Apoio Domiciliário do Centro
Comunitário, participaram numa
formação pioneira ao abrigo do
protocolo SAD+. A Câmara Mu-
nicipal de Cascais fez a entrega
dos certificados da formação
numa cerimónia pública.
A formação, denominada “Fazer
a Diferença”, destinada a Au-
xiliares de Acção Directa, focou
pontos de ética e deontologia,
contribuindo para o desenvolvi-
mento de competências técnicas
Susana Martins, a coordenadora
do Apoio Domiciliário, afirmou
que esta iniciativa dignifica a
profissão, demonstrando que,
desta forma, a autarquia reco-
"tivemos formadoras muito
competentes e um bom grupo
de trabalho”. Para além disso as
funcionárias destacaram a for-
ma descontraída com que lhes
foram ensinados os conceitos
nhece a grande responsabilidade
e até a disponibilização de um
e qualificação que envolve este
trabalho.
A formação decorreu de Setem-
bro a Novembro, tendo tido a
duração de cerca de 25 horas.
Vanessa e Josefina admitiram a
utilidade da formação, conside-
rando que foi diferente de ou-
tras acções que já tinham feito:
manual que exemplifica muitas
das práticas da Profissão.
“É olhando para ali [para o man-
ual] que vemos o valor do nosso
trabalho”, afirmou Josefina,
referindo-se à forma clara e
específica como foi elabo-
rado o novo instrumento de
trabalho. o

2010 - Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social

O ano de 2010 foi declarado pela União Europeia (UE) como o Ano Europeu do Combate à Po- breza e à Exclusão Social. Com esta denominação pretende-se renovar o empenho político da UE e dos seus Estados-Membros em acções com um impacto de-

e dos seus Estados-Membros em acções com um impacto de- cisivo na erradicação da pobreza e

cisivo na erradicação da pobreza

e da exclusão social.

Isto acontece para dar novo alento ao compromisso feito

pelos dirigentes europeus, há 10 anos atrás, para acabar com

a pobreza na UE até 2010.

Um comunicado da Comissão Europeia (CE), afirma que quase 80 milhões de europeus, ou seja, mais de 15% da população, vive no limiar ou abaixo do limiar de pobreza. A mesma entidade sa- lienta ainda que “a pobreza não está confinada aos países em desenvolvimento, ensombran- do também as sociedades euro- peias”. Entre as muitas iniciati-

vas ocorrerá um encontro que reunirá pessoas em situação de pobreza de toda a Euro- pa (em Maio) e uma mesa- -redonda (em Outubro). Em Portugal, o Instituto da Segu- rança Social foi designado a au- toridade nacional responsável pela organização e coordenação do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social. O Centro Comunitário e o ÁGO- RA não irão ficar alheios a esta problemática e em cada edição irá ser publicado um artigo que revelará a perspectiva de uma personalidade ou entidade em relação ao tema.o

Cultivo de plantas aromáti- cas em vasos e jardins

Cultivo de plantas aromáti - cas em vasos e jardins plantas anuais, como o coentro e
plantas anuais, como o coentro e Hortelã, manjerona, ali respi- ram, onde nem frio inverno
plantas anuais, como o coentro e
Hortelã, manjerona, ali respi-
ram, onde nem frio inverno ou
quente estio, as murcham jamais
o orégão – ou por estaca, nos ca-
sos em que a semente não está
ou secas viram. (Camões, Écloga VII)
disponível ou é de difícil obten-
ção, como é o caso da lúcia-lima
A criação de jardins de aromas
poderá fazer-se por exemplo
e da alfazema.
junto a escolas, envolvendo nas
tarefas professores e alunos. De-
vem ter-se em conta aspectos
estéticos mas também funciona-
is, aproximando plantas com exi-
gências hídricas e de exposição
solar semelhante. O Outono ou a
Primavera serão as alturas mais
propícias, conforme o clima seja
mais quente ou mais rigoroso.
Mas falemos de situações mais
abrangentes. Quem tiver varan-
das ou simplesmente janelas
pode facilmente cultivar plantas
aromáticas condimentares e/
ou medicinais de uso diário. Em
situações particulares até super-
fícies verticais poderão aprovei-
tar-se.
No entanto poderão adquirir-se
plantas em pequenos vasos ou
alvéolos que se encontram nas
casas da especialidade. Esta é a
opção mais expedita para ter à
disposição as plantas necessárias
em pouco tempo. Basta trans-
plantá-las para vasos de dimen-
sões adequadas.
No caso de se optar por reunir
no mesmo vaso várias plantas,
será útil atender às suas exigên-
cias de humidade, exposição
solar e riqueza de solo. Assim
manjericão cebolinho e salsa
fazem boa vizinhança pois exi-
gem rega frequente. Por sua vez,
orégão, tomilho e salva, por se-
rem menos exigentes, também
se poderão juntar. Quanto às
plantas invasoras, devem desen-
volver-se em vasos individuais.
É o caso da
hortelã e de
outras mentas.
Relativamente
ao enchimento dos vasos, refira-
-se que a terra deve apresentar-
-se solta, devendo juntar-se, se
necessário, alguma percentagem
de perlite (um tipo de vidro vul-
cânico) ou mesmo areia. O vaso
deve estar perfurado, devendo
colocar-se no fundo alguma
quantidade de leca ou cascalho.
Estes procedimentos garantirão
uma boa drenagem, condição
essencial para a saúde da
planta.
Refira-se por fim que as
plantas preferem lugares
soalheiros, sendo impor-
tante conhecer as que melhor
suportam zonas sombrias: É o
caso da cidreira do poejo e das
hortelãs. o
Valentim Almeida
A propagação poderá fazer-se
por sementes – adequada em
Prof. Universitário aposentado
Investigador no Instituto Tecnológico
de Química e Biologia de Oeiras
no Instituto Tecnológico de Química e Biologia de Oeiras Cultivo de plantas aromáticas em superfície vertical

Cultivo de plantas aromáticas em superfície vertical

Plantação em vaso (cantinho das aromáticas, V. N. de Gaia). Note-se a terra misturada com perlite

Fotos cedidas por Valentim Almeida

Vidas com história

Guiné - França - Portugal

Adulai, nome fictício, nasceu na Guiné-Bissau numa peque- na cidade rural chamada Caio. Partilhava a casa com mais cinco

irmãos e o pai tinha várias espo- sas. A sua mãe faleceu quando tinha cerca de 18 anos. Adulai foi o único dos irmãos que foi para a escola, e com a morte da mãe foi obrigado a deixar as aulas. Apesar da situa- ção económica difícil, Adu- lai ainda conseguiu tirar

o equivalente ao 12º ano.

Arranjou então um emprego nos Registos Civis no Comi- té de Estado da Guiné. Diz que na Guiné a vida é muito

complicada. A agricultura é difícil de se fazer por causa do terreno e os melhores empregos são no Estado. A escolaridade que tinha per- mitiu-lhe um trabalho de co- larinho branco, mas mesmo assim o dinheiro não chega-

va para ajudar a sua família.

Foi então obrigado a deixar o país em 1989 e como já ti-

nha família em França foi por

lá que chegou à Europa. A famí-

lia não conseguiu alterar o facto de Adulai não ter documentos para ficar em França. Decidiu en- tão arriscar a sorte em Portugal, onde já tinha dois irmãos. Sabia que o país colonizador da sua terra-natal teria condições para lhe arranjar documentação para ficar na Europa. Em 1993 vem para Portugal, e logo um ano depois consegue documentos. Conseguiu então um emprego nas obras no Es- toril mas a primeira experiência

profissional no país não corre bem: como acontece com muitos trabalhadores imigrantes, a falta de honestidade do patrão deixa-o sem o ordenado e sem trabalho. Felizmente o suporte familiar que tinha permitiu que o irmão lhe arranjasse emprego numa fábrica em Palmela. O sotaque francês que não conseguia dis- farçar deu-lhe a confiança de um

e depressa Adulai fez crescer a

família, mesmo apesar da dis- tância. Dois filhos fizeram com que fosse urgente trazer a famí-

lia para Portugal. Depois de tirar o curso de canali- zador deixou a empresa onde estava para exercer o ofício. Mas rapidamente percebeu que

o que ganhava com a profissão

não era suficiente. Isto, combinado com o facto de querer trazer a família para Portugal, fez com que Adulai tivesse de recorrer ao Cen- tro Comunitário. Veio falar com as assistentes sociais e não foi difícil per- ceber que Adulai pas- sava por dificuldades. “A minha casa não tinha nada. Nem mobília nem comida. Foi um tempo muito difícil”. O Centro deu-lhe apoio alimentar, alguma mobília e roupa. E deu-lhe a orienta- ção que precisava para trazer a mulher e os fi- lhos da Guiné. Conseguiu tam- bém arranjar emprego nas obras de construção civil e em 2008 deixou de precisar do apoio do Centro. Diz que só numa ocasião mais difícil é que recorre aos apoios do Centro. Agora sonha em voltar a França, onde diz que o ordenado é mais chorudo. Mas quer que os filhos continuem em Portugal para aprenderem bem a língua portu- guesa. “É difícil estarmos longe. Mas tem de ser…”.o

“É difícil estarmos longe. Mas tem de ser…”. o coordenador da fábrica e rapida- mente deixa

coordenador da fábrica e rapida- mente deixa os trabalhos pesa- dos para fazer registos adminis- trativos. Depois de algum tempo de tra- balho, Adulai é transferido da empresa de Palmela para Lisboa para um posto superior. O pedi- do da transferência veio de Adu- lai, que pretendia poder tirar um curso de canalizador ao mesmo tempo que trabalhava. Foi também nesta altura que Adulai voltou à Guiné para casar. O namoro já tinha algum tempo

tempo que trabalhava. Foi também nesta altura que Adulai voltou à Guiné para casar. O namoro
Espaço Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo
Espaço Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo
Espaço Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo
Espaço Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo

Espaço Emprego

2009 ano para recordar?

Sim! Pelas más razões.

Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo pessimismo que
Emprego 2009 ano para recordar? Sim! Pelas más razões. D esculpem os leitores pelo pessimismo que

Desculpem os leitores pelo pessimismo que me invade ao fazer o “balanço” do ano que findou. Factos indesmentíveis que aconteceram à escala Mun- dial com reflexos no nosso País, não deixam por mais que me esforce, inverter a apreciação negativa de um ano que, reco- nheçamos, não teve um “parto” fácil. Vou focalizar a minha aprecia- ção apenas a Portugal em algu- mas das áreas mais relevantes. Finanças: A nossa dívida externa está prestes a atingir os 100% do PIB. O endividamento do Estado e das Famílias aumenta diariamente. Economia: Milhares de Empre- sas fecharam com consequên- cias trágicas no desemprego. Quebra nas exportações. Baixa produtividade. Desemprego: Não parou de crescer. Ultrapassou os 10%. Educação: Problemas corpora- tivos desviaram a atenção do baixo nível educacional dos nos- sos alunos. Exigência mínima de conhecimentos, facilitismo para

atingir níveis estatísticos da EU e professores frequentemente desautorizados. Justiça: Um descalabro que in- cutiu nos portugueses um sen- timento de desconfiança que os leva a concluir na desigualdade entre quem possui, ou não, ca- pacidade financeira para poder aceder a bons advogados e ver ser feita justiça. A lentidão dos tribunais é um incentivo à cor- rupção e aos prevaricadores. Segurança Social: Confrontada com um agravamento de encar- gos, consequência do aumento do desemprego, aumento de prestações sociais e uma eco- nomia enfraquecida, viu-se for- çada a fazer um ajustamento nas reformas, penalizando os futuros reformados. Saúde: Não bastando os pro- blemas crónicos por demais co- nhecidos da população que não tem possibilidades económicas de ter um seguro de saúde, fo- mos confrontados com o surto epidérmico da Gripe A que veio congestionar ainda mais os Hospitais, dificultando os meios quer aos doentes, quer aos

profissionais de saúde. Ao focar este cenário com que nos defrontamos no início de um Novo Ano, tenho por objec- tivo que constitua um desafio colectivo para que arregacemos as mangas e que cada um de

nós contribua com a sua ati- tude para que 2010 seja um ano de viragem. Tenhamos esperança na nossa capacidade de transformar em bons, os maus momen- tos, pelo nosso empreende- dorismo, atitude e força de vontade em contribuir para

a mudança necessária.

Ao longo da nossa História, não raras vezes nos aconteceram momentos críticos. Fomos sem- pre capazes de os ultrapassar

com êxito. Por vezes parece que necessitamos do confronto para mostrar o verdadeiro valor que possuímos.

O desafio está lançado.o

valor que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego
valor que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego

Mário Marfim

Consultor voluntário do Espaço Emprego

mmarfim1@gmail.com

que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego mmarfim1@gmail.com 7
que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego mmarfim1@gmail.com 7
que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego mmarfim1@gmail.com 7
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que possuímos. O desafio está lançado. o Mário Marfim Consultor voluntário do Espaço Emprego mmarfim1@gmail.com 7

SOS Terra

Radiografia e Fotografias

SOS Terra Radiografia e Fotografias ou o inverso. A radiografia funciona do mes - mo modo,
SOS Terra Radiografia e Fotografias ou o inverso. A radiografia funciona do mes - mo modo,
SOS Terra Radiografia e Fotografias ou o inverso. A radiografia funciona do mes - mo modo,

ou o inverso.

A radiografia funciona do mes-

mo modo, embora a luz que atravessa o filme radiográfico

é o raio-x e não a luz visível a

olho nú. O raio-x é um raio de luz mais potente, com outras características, penetrando em todos os elementos que en- contra no seu caminho. Para o raio-x todas as substâncias são transparentes, enquanto o raio de luz visível não ultrapassa os campos eléctricos ou magné-

ticos, individuais. Resumindo, quer o filme ra- diográfico, quer o filme fotográ- fico ou cinematográfico contém prata e é possível reciclar estas películas para retirar o metal precioso. Por exemplo, 1 tonela- da de radiografias origina cerca de 10 kg de prata.

A AMI – Ajuda Médica Interna-

Há coisas fantásticas não há? Já se perguntou como

é possível obter uma ra-

diografia, uma fotografia ou um filme? De facto, é raríssimo pensarmos nisto. Simplesmente utilizamos sem ter noção do que está inerente a este processo. Quase todos nós temos uma radiografia do nosso esqueleto, ou películas de filme fotográfico da época anterior às fotos digitais. Onde estão? Guardadas, esquecidas, a encher a casa,

sem grande utilidade? Che- gou a hora de se ver livre de lixo! Sim, para si, radiografias com mais de 5 anos e películas fotográficas antigas são lixo, mas para a reciclagem são “ouro”, ou melhor são PRATA! Fique sabendo que o que per- mite às películas fixarem a ima- gem são cristais de prata. A palavra fotografia vem das pala- vras gregas FÓS e GRAFIS (“luz”

e “desenhar”), que significam

desenhar com luz. É portanto a criação de imagem por meio de

exposição luminosa. No entan-

to, se a película não contivesse cristais de prata, a luz passaria e não se fixaria. Dá-se então um fenómeno muito interessante, o queimar dos cristais de prata extremamente sensíveis à luz. Quanto mais luz, mais escuro fica o filme e maior área quei- mada. Por isso se chama negati-

vo ao filme, já que é o contrário

cional, vai já na 14ª campa- nha de recolha de radiogra- fias. Desde 1996 recuperou mais de 10 toneladas de prata das radiografias recolhidas, possibilitando cerca de 1 mi- lhão de euros em projectos de luta contra a pobreza em mais de 40 países no mundo. Fique atento! Em Junho de 2010 a AMI deve anunciar a sua 15ª campanha e nessa altura pode entregar as suas radiogra- fias sem valor diagnósti- co, livres de relatórios ou envelopes, em qualquer farmácia. A papelada dei- te-a no papelão, não há necessidade de entregá-la à AMI. No caso das películas fotográ- ficas, se viver no município de Torres Novas, pode visitar o ECOCENTRO e entregar todo o tipo de materiais que vão desde vidro, plástico, papel, óleos, pilhas até materiais de con- strução, resíduos de jardins, electrodomésticos, radiogra- fias e películas. Mais infor- mações em:

www.cm-torresnovas.pt Para esclarecimentos na nossa área de Cascais, contacte a linha verde da emac: 800 203 186o

de Cascais, contacte a linha verde da emac: 800 203 186 o Rute Túbal Colaboradora Voluntária
de Cascais, contacte a linha verde da emac: 800 203 186 o Rute Túbal Colaboradora Voluntária

Rute Túbal

Colaboradora Voluntária Estas e outras informações úteis em http://publicarpara- partilhar.blogspot.com

Agenda Cultural

Invictus - estreia a 28 de Janeiro Cinema Género: Drama | Realização: Clint Eastwood |
Invictus - estreia a 28 de Janeiro
Cinema
Género: Drama | Realização: Clint Eastwood | Interpretação: Matt
Damon, Morgan Freeman, Scott Eastwood, Langley Kirkwood, An-
thony Peckham
O país que Nelson Mandela (Morgan Freeman) governa é dividido
racial e economicamente. É então preciso que o presidente apoie a
desacreditada equipa da África do Sul no Mundial de Rúgbiade.
Picasso y Libros - Livros ilustrados e gravuras Até 28 de Fevereiro Exposição Vinte e
Picasso y Libros - Livros ilustrados e gravuras
Até 28 de Fevereiro
Exposição
Vinte e cinco livros ilustrados por Picasso, que neles aborda grafi-
camente obras de escritores tão significativos como André Breton,
Raymond Radiguet, Honoré de Balzac, entre outros.
Horário: de 3ª feira a Domingo das 10h às 18h00
Local: Centro Cultural de Cascais | 1.º piso
Informações: 214848900
Animação Infantil - Horta & Manhas Crianças Até 28 de Fevereiro Vem planear, plantar, ver
Animação Infantil - Horta & Manhas
Crianças
Até 28 de Fevereiro
Vem planear, plantar, ver crescer, e apanhar tudo aquilo
que semeares: os teus girassóis, a tua salsa, os teus chás,
morangos e margaridas.
Inscrições: 214680450 ou 960286602 |Local: Ludoteca do
Monte Estoril | Horário: Sábado das 14h às 17h30 |
Custo: 1 euro | http://artemanhas.no.sapo.pt
Ciclo Sonoridades - Oeiras Cancionário, com Ricardo Parreira - 22 Janeiro, Música às 21h30 Informações
Ciclo Sonoridades - Oeiras
Cancionário, com Ricardo Parreira - 22 Janeiro,
Música
às 21h30
Informações e reservas: (segunda a sexta, das
14h00 às 19h00) pelo tel. 214 408 582/24, ou
e-mail paulo.afonso@cm-oeiras.pt

Economia Doméstica - Dicas

Coisas que pode usar antes de deitar fora

1. Coberturas de plástico

da lavandaria: podem ser reuti-

lizados em viagens para levar a roupa que se amarrota mais facilmente. Mantenha-os longe das crianças porque podem de facto ser perigosos.

2. Embrulho da manteiga ou margarina: depois de retirar o

bloco de manteiga ou margarina guarde o embrulho num sítio refrigerado. Pode depois ser utilizado para barrar as formas dos bolos ou frigideiras.

3. Cartões de visita: uti-

lize o outro lado do cartão

4. Envelopes usados: são

excelentes para lista de com-

para identificar aquelas

pras,

lista

caixas que armazena na ga-

de tarefas,

caixas que armazena na ga- de tarefas,
caixas que armazena na ga- de tarefas,

ragem e na dispensa.

marcado-

res

e

eti-

7. Jornais: para forrar

a caixa da areia dos seus gatos; para proteger su-

7. Jornais: para forrar a caixa da areia dos seus gatos; para proteger su-

quetas.

8

.

Embala-

perfícies onde possa fazer trabalhos manuais, pintu- ras; para proteger objectos quando os tens de embalar e transportar.

gens de produtos de lim- peza: depois de bem limpas podem ser utilizadas para colocar os produtos de lim- peza caseiros. É muito im- portante que sejam bem limpas!

10. Sacos de vegetais

de serapilheira: podem ser usados para trabalhos de limpeza.

12. Cascas de citrinos: uti-

lize para fazer os seus próprios produtos de limpeza ou então congele as cascas e utilize na culinária quando precisar. Tam- bém pode deita-las para a larei- ra e deixar que o aroma invada a sua sala.

para a larei- ra e deixar que o aroma invada a sua sala. 13. Sacos de

13. Sacos de papel: depois

de já não se poderem utilizar para transportar as compras torça-os em pequenos rolos e use-os como acendalhas.

torça-os em pequenos rolos e use-os como acendalhas. 5. Embalagens de ovos: po- dem ser utilizadas

5. Embalagens de ovos: po-

dem ser utilizadas como acendalhas para lareiras.

po- dem ser utilizadas como acendalhas para lareiras. 6. Caixas de lenços de papel: depois de

6. Caixas de

lenços de papel:

depois de vazias podem ser utilizadas para colocar os sacos das compras, permitindo tirar um de cada vez.

os sacos das compras, permitindo tirar um de cada vez. 9. Meias de nylon: podem ser

9. Meias de nylon: podem ser

usadas no jardim para atar as plan- tas a suportes.

11. Embalagens de esfero-

vite dos congelados: limpe bem,

forre a folha de alumínio e use como tabuleiros quando oferece um bolo.

No correr do tempo

Tempo de Janeiras e de estreitar laços na Comunidade (1)

Tempo de Janeiras e de estreitar laços na Comunidade (1) A cabou de passar o tempo

Acabou de passar o tempo do Natal. Fez frio, como compete, mas houve temporais e chuva a potes que fez estragos, mas encheu barragens, fecundou as terras e deu vida às nascentes. Os dias já crescem e as noites, nas nossas latitudes, costumam brindar-nos com luares límpidos que o povo diz: não há luar como o de Janeiro. No nosso viver de urbano, a gente até se alheia de coisas tão boas como estas benesses meteorológicas. Custa saltar da cama; mal dá para um pequeno- -almoço, a correr, antes da aflição dos transportes: há que aprontar e levar as crianças e recolhê-las já quase noite. Apressado é o começar e o acabar de tarefas no trabalho. Em casa, as refeições são rabugentas, acompanhadas de televisão e do sono de crian- ças e velhos. Sabemos que nem sempre foi assim. Muitos de nós, a maior parte, tem origens, memória e até vivências de mundos outros, rurais, centrados sobre si, repeti- tivos e cheios de desconforto. Por milénios, a vida das gerações que nos precederam, seguia uma rotina de ritmos que só era pon- tuada por celebrações festivas e propiciatórias que caíam neces- sariamente no mudar das esta- ções e tempos de sementeiras e colheitas. As Janeiras, ou o Cantar de Reis, vêm, assim, nesta altura do

calendário de noites longas e frias. Eram ocasiões de celebração, convívio e encontro e vão-no sendo de novo. O Bispo do Porto regis- ta, com esperança, a re- toma destas tradições ao nível das comuni- dades locais e paroqui- ais: “esta mensagem alegra as pessoas que vivem em condições tão

distintas e tão distantes entre si, mas unidas neste espírito cristão de anun- ciar o Príncipe da Paz que veio, que vem e que há-de vir”. A escolha e preparação dos des- cantes (cantigas populares) e encenações são ocasião sobe- rana de reforçar a pertença dos grupos a seus sítios. Rimas de quadras singelas e melodias, em toada repetida, eram motivo de apreço e despique. A ronda não deixava de percorrer as casas mais abastadas que retribuíam bolos, frutos secos e vinho fino. Por tradição havia crítica chocar- reira, a forma mordaz e diverti- da da comunidade se expressar sobre desvios ou desmandos maiores à norma. Os antropólo- gos e sociólogos têm aqui farto campo de estudo. Vejo, agora, pela Voz Portu- calense de 13 de Janeiro, que

na Paróquia de Valbom, os fiéis foram brindados no final das missas dominicais, que encerra- ram o tempo de Natal, com uma

dominicais, que encerra - ram o tempo de Natal, com uma Espaço Sénior do CCPC a

Espaço Sénior do CCPC a cantar as janeiras

Natal, com uma Espaço Sénior do CCPC a cantar as janeiras “Folia dos Santos Reis”. Uma

“Folia dos Santos Reis”. Uma apresentação, por dois mest- randos em Artes Cénicas, brasileiros, de Ouro Preto, actualmente na Escola Superi-

or de Teatro e Cinema de Lisboa. Definem assim a apresentação:

“Num universo circense e clow- nesco, dois actores interpretam e cantam a chegada do menino

Deus. (

público vibrou com

o dinamismo ritmo e colo- rido da função”. Em futura ocasião lembrá-lo-ei como

merece.o

Fernando Catarino

Professor Catedrático

)O

como merece. o Fernando Catarino Professor Catedrático )O (1) Dedico esta singela contribuição para o ÁGORA

(1) Dedico esta singela contribuição para o ÁGORA à memória do Bernar- do Costa, um Carcavelense de quatro costados que, na dedicação de toda uma vida, nos deixou um exemplo de grande empenhamento no constante estreitar de laços de trabalho e de cultura na Comunidade de Carcavelos e que, vai para duas semanas, partiu para o Pai.

Receitas em Conta

Dicas para “Re-cozinhar” comida Arroz de Frango no Forno Preparação: Ingredientes: Faz-se um refogado com
Dicas para “Re-cozinhar” comida
Arroz de Frango no Forno
Preparação:
Ingredientes:
Faz-se um refogado com cebola e alho
picado, acrescentam-se os cogumelos
picadinhos, um pouco do molho do
frango e água suficiente para fazer o
arroz. Geralmente para uma chávena
de arroz, utilizam-se duas chávenas de
água.
Enquanto o arroz coze desfia-se o fr-
ango, retirando peles e ossos.
Depois do arroz feito, coloca-se meta-
de num prato de ir ao forno, por cima
coloca-se o frango desfiado e a outra
metade do arroz, pode-se colocar
umas tirinhas de bacon ou chouriço
por cima e vai ao forno quente por
uns dez minutos.
- Sobras de frango guisado ou estufado
- 1 lata pequena de cogumelos
- 1 cebola pequena
- 1 dente de alho
Por: Moira
- 1 chávena de arroz
http://tertuliadesabores.blogs.sapo.pt

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