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DECRETO Nº 1.230, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2012

Aprova o Regimento Interno do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais.

Publicado no Jornal Correio Paranaense Em, 23.11.2012

O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, usando de

suas atribuições legais,

D E C R

E T A:

Art.

Fica

aprovado

o

Regimento

Interno

do

Conselho

Municipal

de

Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais, como parte integrante deste Decreto.

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Gabinete do Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, 19 de novembro de

2012.

Ivan Rodrigues

Prefeito Municipal

João Teixeira da Cruz

Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS

CAPÍTULO I

Da Instituição

Art. 1º O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais terá seu funcionamento regido pela Lei Municipal n º 390 de 15 de abril de 2003, alterada pela Lei Municipal n º 1.736 de 27 de maio de 2011 e alterações posteriores, pelos dispositivos do presente Regimento Interno, Resoluções e das atas normativas que forem editadas para suplementá-lo.

CAPÍTULO II

Da Definição

Art. 2º O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais é um órgão

colegiado autônomo, de caráter permanente, consultivo, deliberativo e de aconselhamento, com a finalidade de estabelecer diretrizes e prioridades para as políticas de desenvolvimento das atividades agropecuárias do Município, visando proporcionar meios para assegurar ao produtor

e trabalhador rural, condições de trabalho e de mercado para os produtos, rentabilidade nos

empreendimentos e a manutenção da boa qualidade de vida da família rural no âmbito do Município de São José dos Pinhais.

CAPÍTULO III

Dos Objetivos

Art. 3º O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural tem como objetivo, estabelecer diretrizes e prioridades para as políticas de desenvolvimento das atividades agropecuárias do Município de São José dos Pinhais, bem como propor ações inter-relacionadas para a preservação dos recursos naturais, água, solo e matas nativas.

CAPÍTULO IV

Das Atribuições

Art.

Sem

prejuízo

das

funções

do

Poder

Legislativo,

Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais, cabe:

ao

Conselho

Municipal

de

I - acompanhar

e avaliar a gestão dos recursos destinados aos projetos agropecuários, bem

como o desempenho dos programas específicos;

- social, econômico e ambiental para melhoria da qualidade de vida;

II

enfatizar

dentro

do Município

a

importância

da

agropecuária

para

o

equilíbrio

III

-

subsidiar

a

elaboração ou

revisão

periódica dos Programas Estaduais

e Federais,

relacionados ao desenvolvimento rural;

 

IV

-

propor

projetos

de

interesse

da

agropecuária municipal

ao Chefe

do

 

Executivo,

como subsídio para futuras leis que assegurem ao produtor rural, condições de trabalho e de mercado para os produtos, como rentabilidade suficiente para a melhoria do padrão de vida da família rural;

V - propor e acompanhar o cadastramento de todas as prioridades rurais do Município,

classificando-as por tamanho de áreas e por especialidade de produção agropecuária, definindo o verdadeiro percentual de abastecimento e exportação intermunicipal (art. 148 da Lei Orgânica);

VI - gestionar junto aos órgãos de fiscalização Federal e Estadual, visando à melhorar a

qualidade dos alimentos produzidos, quer seja de origem vegetal ou animal, incentivando a adoção de normas de controle de qualidade, conforme às leis específicas;

VII - deliberar sobre normas ou regulamentos que definam os programas desenvolvidos pela

Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento;

- convênios obtidos a nível Estadual ou Federal;

VIII

fiscalizar e avaliar a gestão dos recursos oriundos do Município, bem como dos

IX - dar prioridade para a implantação e a execução do programa de Manejo Integrado do

Solo e da Água, em todas as comunidades rurais do Município, em conformidade com a legislação vigente;

X - dar ênfase no planejamento anual, às determinações das Leis Federais nº 4.771/65 e nº

9.433/97, sendo esta última a que trata da Política Nacional de Recursos Hídricos;

XI - deliberar sobre a pauta dos assuntos propostos para eventos a ser realizado pela

Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento;

XII – oferecer subsídios para a elaboração do Plano Diretor que contemplem as reais

necessidades técnicas, financeiras e sociais do meio rural, deliberando instruções normativas, visando a realização do plano anual da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento; e,

XIII – elaborar seu Regimento.

CAPÍTULO V

Da Composição

Art. 5º O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural será composto por 16 (dezesseis) membros titulares e respectivos suplentes, conforme composição abaixo:

I - 01 (um) representante da Secretaria Municipal da Agricultura e Abastecimento, sendo

que o titular da Secretaria responsável pela execução das diretrizes políticas da agropecuária municipal, ou pessoa por ele delegada, é considerado membro nato do Conselho;

II - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente;

III - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Assistência Social;

IV - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Saúde;

VI

- 01 (um) representante da Secretaria Municipal do Trabalho;

VII - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo;

VIII - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Habitação;

IX - 01 (um) representante do Sindicato Rural;

X - 01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais;

XI - 01 (um) representante

Rural – Emater;

do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão

XII - 01 representante da região 1: Agaraú, Cachoeira, Campina do Taquaral, Campo Largo

da Roseira, Roseira de Campo Largo, Colônia Rio Grande, Colônia Zacarias, Cotia e Santa Ana;

XIII - 01 representante da região 2: Campestre da Faxina, Colônia Marcelino,Contenda, Alto

da Boa Vista, Faxina, Portãozinho e Rio de Una;

XIV - 01 representante da região 3: Barro Preto, Colônia Murici, Costeira, Costeira do Cupim,

Mergulhão, Rio Pequeno e Roseira do São Sebastião;

XV - 01 representante da região 4: Antinha, Capivari, Castelhanos, Córrego Fundo,

Inhaíva Malhada, Miringuava, Olho D’água, Osso da Anta, Roça Velha, Saltinho da Malhada e Santos

Andrade;

XVI - 01 representante da região 5: Avencal, Borda do Campo, Capão Grosso, Colônia Acioli,

Curralinho, Gamelas, Papanduva da Serra e Purgatório.

§ 1° Outras entidades agropecuárias ou pessoas poderão fazer parte do Conselho, desde

que a sua participação seja relevante e de interesse da política de desenvolvimento rural sustentável,

com aprovação da maioria dos conselheiros.

§ 2° O Conselho poderá organizar câmaras

inerentes ao desenvolvimento do Município.

técnicas para discutir assuntos específicos

§ 3° Os representantes das entidades constantes dos incisos I ao VIII, assim com seus Suplentes, deverão ser indicados pelas mesmas e nomeados para compor o conselho pelo Chefe do Poder Executivo Municipal.

§ 4° Quando for constatada eventual incompatibilidade da pessoa indicada com a função exercida, antes da nomeação pelo Prefeito, tal fato será comunicado a respectiva entidade para que esta possa reavaliar a indicação e se for o caso, indicar outra pessoa.

§ 5° A

diretoria

do Conselho Municipal

de Desenvolvimento Rural

reunião ordinária por votação dos conselheiros.

será

eleita

na

Art. 6º O mandato dos Conselheiros será de 02 (dois) anos, permitida uma recondução, independente da condição de titular ou suplente.

Parágrafo único. A recondução é vinculada à pessoa do representante, ficando configurada também quando ocorrer a alternância da condição de titular e suplente ou vice versa, bem como a mudança de entidade representada, seja do Poder Executivo Municipal ou de entidades não governamentais.

Art. 7º A função de Conselheiro é considerada serviço público relevante e, não será remunerada, sendo seu exercício prioritário e justificadas as ausências à quaisquer outros serviços, quando determinado seu comparecimento às sessões do Conselho, ou participação em diligências autorizadas por este.

Art. 8º Os suplentes assumirão automaticamente nas ausências e impedimentos dos Conselheiros Titulares, sendo recomendada sua presença em todas as reuniões plenárias, nas quais poderão participar dos assuntos e matérias discutidas, porém só votarão quando substituindo os titulares.

CAPÍTULO VI

Da Estrutura e Funcionamento

Art. 9° O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural possuirá a seguinte estrutura:

I - diretoria composta de:

a) presidente;

b) vice-presidente;

c) 1° secretário;

d) 2° secretário;

II – plenária;

III – secretaria executiva.

Art. 10. A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, prestará o apoio necessário ao funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, no âmbito de recursos materiais, humanos, bem como de estrutura física.

Art. 11. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural instituirá seus atos através de resoluções aprovadas pela maioria de seus membros.

Art. 12. As reuniões plenárias serão instaladas com a presença da maioria absoluta de seus membros titulares e, na ausência destes, de seus respectivos suplentes.

Art. 13. Os membros

do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, poderão

ser

substituídos mediante solicitação da entidade ou autoridade pública à qual estejam vinculados.

Art. 14. Perderá o mandato o Conselheiro que:

I – desvincular-se do órgão de origem de sua representação;

II – faltar a 03 (três) reuniões consecutivas ou a 05 (cinco) intercaladas, sem

justificativa, no período de um ano;

III – apresentar renúncia

ao plenário do Conselho, que será

sessão de sua recepção na Secretaria do Conselho;

lida

na sessão seguinte à

IV

– apresentar procedimento incompatível com a dignidade das funções; e,

V – for condenado por sentença irrecorrível, por crime ou contravenção penal.

Parágrafo único. A substituição se dará por deliberação da maioria dos membros do conselho, em procedimento iniciado mediante provocação de integrante do Conselho Municipal, do Ministério Público ou de qualquer cidadão, assegurado o direito ao contraditório e a ampla defesa.

membros titulares do

Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural serão substituídos pelo suplente, automaticamente, podendo estes exercerem os mesmos direitos e deveres dos titulares.

Art. 15.

Nos

casos

de

renúncia,

impedimento

ou

falta,

os

SEÇÃO I

Das Atribuições da Plenária

Art. 16. A Plenária, órgão soberano do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, será composta pelos seus membros titulares e/ou suplentes, cabendo-lhe discutir e deliberar sobre os assuntos da agropecuária no âmbito municipal.

SEÇÃO II

Das Atribuições da Diretoria

Art. 17. Ao presidente compete:

I - exercer a direção geral do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

II - convocar e presidir as reuniões plenárias ordinárias e extraordinárias do Conselho

Municipal de Desenvolvimento Rural;

III - proferir o voto de qualidade em caso de empate nas votações plenárias;

IV - despachar o expediente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

V - coordenar os trabalhos dos funcionários disponibilizados ao Conselho Municipal de

Desenvolvimento Rural;

VI - dar vistas aos autos, quando solicitado por Conselheiros e dentro das resoluções de funcionamento; VII - cumprir e diligenciar para o fiel cumprimento das normas estabelecidas na Legislação Federal, Estadual ou Municipal, bem como deste Regimento Interno;

VIII - acatar as decisões da Plenária e pugnar pela sua efetivação;

IX - manter os poderes municipais informados de todas as atividades do Conselho Municipal

de Desenvolvimento Rural bem como apresentar ao público, anualmente, relatório circunstanciado dos

trabalhos realizados pelo mesmo;

X - decidir sobre as justificativas de ausência de Conselheiros e iniciar o processo de perda

de mandato em conformidade com o art. 13 da Lei n º 390/2003 e suas alterações;

XII

- supervisionar o trabalho da Secretaria Executiva e Comissões, bem como submeter à

plenária os assuntos oriundos das mesmas;

XIII - propor a celebração de convênios com Órgãos afins ou Organizações da Agropecuária;

XIV - baixar os atos necessários ao exercício das tarefas administrativas, assim como as que

resultarem de deliberações do Conselho;

XV - requisitar servidores públicos para assessoramento temporário;

XVI - submeter à Plenária a programação físico-financeira das atividades;

XVII - compor as Comissões, Permanentes ou Temporárias, submetendo as indicações à homologação da Plenária;

XVIII - expedir pedidos de informações e consultas às autoridades competentes;

XIX - conceder título aos servidores públicos ou cidadãos, por serviços relevantes prestados à

comunidade, após aprovação da Plenária.

Parágrafo único. Quanto às sessões, cabe ao Presidente:

a) brí-las, presidí-las, suspende-las e encerrá-las;

b) manter a ordem, interpretar e fazer cumprir o Regimento Interno;

c) conceder a palavra aos Conselheiros e aos convidados e visitantes;

d) interromper o orador que se desviar da questão em debate ou faltar com respeito ao Conselho ou a qualquer de seus membros, adverti-lo, chamá-lo à Ordem, e, em caso de insistência, caçar-lhe a palavra, podendo, ainda suspender a sessão, quando não atendidas as circunstâncias exigidas;

e) decidir as Questões de Ordem;

f) anunciar a pauta do dia e submetê-la a discussão e votação da matéria dela constante.

Art. 18. Ao Vice-Presidente compete:

I - substituir o Presidente em seus impedimentos, bem como suceder-lhe, em caso de afastamento definitivo, completando o mandato;

II - exercer outras atribuições que lhe forem delegadas pela Presidência ou pela Plenária.

Art. 19. Ao Primeiro Secretário compete:

I - assessorar o Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural na preparação e condução das reuniões plenárias, bem como em outros eventos e ocasiões em que se fizer necessário;

II - secretariar as Sessões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

III - acompanhar os trabalhos desenvolvidos pela Secretaria Executiva quando solicitado pelo Presidente;

IV

- elaborar e/ou supervisionar a elaboração das atas das Sessões;

V - exercer outras atividades ou funções que lhe sejam delegadas pelo Presidente ou pelo

Plenário.

Parágrafo único. Quanto às Sessões, cabe ao Primeiro Secretário:

I - verificar e declarar a presença dos Conselheiros;

II - ler a ata da Sessão anterior;

III - acolher os pedidos de inscrições dos Conselheiros para uso da palavra;

IV - fazer assentamento de votos nas Sessões;

Art. 20. Ao Segundo Secretário compete:

I - substituir o Primeiro Secretário em seus impedimentos ou ausências, bem como suceder- lhe, em caso de afastamento definitivo, completando o mandato;

II - auxiliar o Primeiro Secretário no que for solicitado;

III - exercer outras atividades e funções que lhe sejam atribuídas pelo Presidente ou pelo

Plenário.

Parágrafo único. No caso de o Segundo Secretário assumir definitivamente as funções de 1º Secretário, pelas razões Regimentais, poderá se proceder eleição para escolha de um novo 2º secretário.

SEÇÃO III

Das Atribuições Das Comissões Permanentes e Temporárias

Art. 21. As Comissões, instituídas através de aprovação da Plenária, poderão ser Permanentes ou Temporárias e terão como atribuições o desenvolvimento de atividades específicas em determinados assuntos de interesse do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, conforme regulamenta o Capítulo VIII.

SEÇÃO IV

Das Atribuições da Secretaria Executiva

Art. 22. A Secretaria Executiva terá como atribuição à prestação de todo o apoio e estrutura necessária ao pleno desenvolvimento das funções do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

Art. 23. São de competência da Secretaria Executiva as seguintes atividades:

I - apoiar o Presidente e o Primeiro Secretário, na preparação das reuniões plenárias do

Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, principalmente no que diz respeito à documentos,

pauta e relatórios a serem apresentados na reunião;

II - executar os

mecanismos

criados para acolher as denúncias, reivindicações e

sugestões

de

entidades

ou

instituições

e

de qualquer pessoa interessada;

III - encaminhar questões, denúncias, reivindicações e sugestões que lhe forem delegadas pelo

Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, aos órgãos competentes, solicitando a tomada das providências cabíveis, comunicando posteriormente a presidência;

IV - apoiar e acompanhar o funcionamento das Comissões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

V - coordenar os trabalhos dos funcionários em disponibilidade do Conselho Municipal de

Desenvolvimento Rural;

VI - manter a guarda dos bens do acervo de documentos pertencentes ao Conselho Municipal

de Desenvolvimento Rural;

- correspondências do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

VII

registrar,

arquivar,

elaborar

e

encaminhar

os

documentos,

boletins

editoriais

e

VIII - manter atualizado os protocolos, registros e arquivos de documentos do Conselho Municipal de Desenvolvimento;

IX - acompanhar, através

de

um

de

seus

membros,

as

auxiliando em todos os trabalhos das Sessões;

reuniões

plenárias,

X - disponibilizar aos Conselheiros na quarta-feira anterior à reunião plenária, a pauta da

reunião, bem como manter os Conselheiros informados das reuniões ordinárias e extraordinárias do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, inclusive no âmbito das Comissões;

XI - auxiliar o Primeiro Secretário na execução de suas funções quando necessário, como,

elaboração e transcrição das atas das Sessões, e efetuar todos os registros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural em livros próprios;

XII - informar à Presidência os compromissos agendados para o respectivo cumprimento.

CAPÍTULO VII

Do Funcionamento

Art. 24. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural tomará as suas decisões nas reuniões plenárias, mediante votação, nos termos deste regimento.

Art. 25. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural funcionará regularmente, através de reuniões plenárias, com sessões ordinárias mensais, as quais realizar-se-ão de acordo com o calendário anual, elaborado no mês de janeiro de cada ano, observando-se o Calendário Agropecuário Municipal, Estadual e Nacional a fim de evitar-se coincidências de datas.

§ 1º As reuniões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural terão a duração de 2 (duas) horas, podendo haver prorrogação por mais 30 (trinta) minutos.

§ 2º As reuniões ordinárias do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, serão

realizadas todas as primeiras terças-feiras úteis do mês, com início as 14:00 horas, com tolerância de 15 (quinze) minutos para o início da mesma.

Art. 26. As reuniões extraordinárias serão realizadas por convocação do Presidente, a seu critério, ou quando a ele requeridas, por escrito, por no mínimo um terço dos membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e tratarão exclusivamente da matéria que justificar a sua convocação.

Art. 27. As reuniões plenárias serão instaladas com a presença da maioria simples de seus membros.

Parágrafo único. Haverá tolerância de 15 minutos para o estabelecimento do quorum para se iniciar a reunião. Decorrido este prazo a reunião será suspensa e as entidades que não se fizerem presentes serão consideradas faltosas.

Art. 28. As reuniões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural serão abertas à participação de qualquer entidade ou pessoa interessada, que dela participarão como observadora.

§ 1º Para ter direito à voz, deverá ela inscrever-se junto à Secretaria Executiva até a segunda- feira anterior à reunião plenária, expondo o assunto a ser tratado, o qual constará da pauta.

§ 2º Não havendo a inscrição no prazo estabelecido, caberá ao Presidente decidir pela cessão de tempo para manifestação durante a plenária.

Art. 29. As deliberações serão tomadas pela maioria simples dos votos dos Conselheiros Titulares presentes, ou de seu Suplente na ausência do Titular.

§

1º O Presidente exercerá o direito de voto apenas para decidir nos casos de empate nas

votações.

§ 2º Cabe ao Presidente a prerrogativa de deliberar “ad referendum” da reunião plenária, em casos de urgência, submetendo o assunto ao parecer do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural na primeira reunião subsequente.

§ 3º Os assuntos deliberados serão registrados em ata, a qual será lida e aprovada na reunião subsequente, devendo contar as posições majoritárias, minoritárias e abstenções.

Art.

30.

As

deliberações

do

Conselho

Municipal

consubstanciadas em resoluções ou moções.

de

Desenvolvimento

Rural

serão

Parágrafo único. As resoluções baixadas pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, deverão ser divulgadas nos meios de comunicação do Município.

Art. 31. As reuniões terão início com a discussão e aprovação da ata da reunião anterior, seguindo-se a discussão de assuntos porventura pendentes, para em seguida obedecer a pauta pré estabelecida.

Art. 32. As propostas de pauta deverão ser encaminhadas à Secretaria Executiva até a segunda-feira anterior à reunião plenária.

Art. 33. Fica assegurado a cada membro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural o direito de se manifestar sobre o assunto em discussão, sendo permitido apartes, desde que o orador conceda, porém, uma vez encaminhado para votação, o mesmo não poderá voltar a ser discutido em seu mérito. Art. 34. Para melhor desempenho de suas funções o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural poderá recorrer a profissionais, entidades e/ou instituições, mediante os seguintes critérios:

- a título de colaboração ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, sem embargo de sua condição de membros;

I

II - os profissionais da área de agropecuária e administração pública, entidades e/ou

instituições, formadoras de recursos humanos e técnicos, convidadas para assessorar o Conselho

Municipal de Desenvolvimento Rural deverão ser comprovadamente de notória especialização.

Parágrafo único. Poderão ser criadas Comissões Temporárias Especiais, constituídas por membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural em conjunto com profissionais, entidades e/ou instituições para promover estudos e emitir pareceres a respeito de temas específicos.

CAPÍTULO VIII

Das Comissões Permanentes e Temporárias

Art. 35. Mediante aprovação do Plenário o Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural poderá instituir Comissões Permanentes ou Temporárias, formadas por membros Titulares e Suplentes do Conselho, conforme estabelece o §2º do art. 4 º da Lei nº 390/2003 e alterações.

§ 1º As Comissões terão a função em cada área de desenvolver as atividades executivas do Conselho e a ele submeter para apreciação e deliberação.

§ 2º As Comissões poderão valer do concurso de pessoa de reconhecida competência, conforme estabelece os incisos I e II do art. 34 do presente Regimento.

§ 3º As funções de Presidente e Relator das Comissões serão escolhidas internamente pelos próprios membros da Comissão.

§ 4º A área de abrangência, a estrutura organizacional e o funcionamento das Comissões Temporárias serão estabelecidas em resolução aprovada pelo Plenário.

Art. 36. São (06) seis as Comissões Permanentes, cada uma formada por no mínimo (05) cinco membros ou mais se o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural assim deliberar:

I - Comissão Permanente de Manejo Integrado do Solo e da Água e de Ocupação do Solo;

II - Comissão Permanente de Cooperativismo e Comercialização Agrícola;

III - Comissão Permanente de Gerenciamento do Fundo Municipal de Desenvolvimento Rural;

IV - Comissão Permanente de Valorização do Produtor Rural e da Produção de Alimentos;

V - Comissão Permanente de Produção e Manejo Floresta, e de Pagamento por Serviços

Ambientais;

VI - Comissão Permanente de Pecuária e Sanidade Animal.

Art. 37. Compete a Comissão Permanente de Manejo Integrado do Solo e da Água e de Ocupação do Solo:

I - formular as propostas de políticas de Manejo Integrado do Solo e da Água, em cooperação

com os órgãos da administração direta e indireta do Município, assegurando a fiscalização, o controle

e prevenção dos impactos sociais, econômicos e ambientais, maximizando os seus efeitos desejáveis e minimizando os indesejáveis;

II - atuar na formulação de estratégias e controles da política de Manejo Integrado do Solo e

da Água no Município;

III - controlar e monitorar todas as ações governamentais e não governamentais que se

destinam ao atendimento à adequada ocupação do solo conforme preconiza a legislação vigente, à produção agropecuária e à preservação do meio ambiente;

IV - encaminhar e acompanhar junto aos órgãos competentes, denúncias de todas as formas de

negligência, desrespeitos à legislação de ocupação do solo e ambiental, fiscalizando a execução das medidas necessárias a sua apuração;

V - implementar meios de um efetivo controle da ocupação do solo conforme prevê a Lei

Estadual nº 8.014/1984, dos sistemas de tratamento de águas, efluentes domésticos e das criações de animais, resíduos sólidos e emissões gasosas, no cumprimento das normas de meio ambiente, higiene, segurança e qualidade, bem como nos resíduos recicláveis, paisagismo e limpeza pública, dentre outros.

VI - atuar na formulação de propostas para conservação de estradas rurais, buscando o manejo

das águas pluviais, evitando-se erosões no leito das estradas e nas propriedades rurais, conforme preconiza a Lei Estadual do Paraná nº 8.014/1984.

VII - participar na elaboração de propostas para controle da ocupação do solo, visando monitorar e evitar os loteamento de chacrinhas na zona rural.

Art. 38. Compete a Comissão Permanente de Cooperativismo e Comercialização Agrícola:

I - propor a formulação de estudos e pesquisas visando a organização dos agricultores e

pecuaristas do município para a comercialização ou industrialização da produção por meio de

associações e/ou cooperativas.

II - formular pareceres para apreciação em Plenário sobre os projetos ou programas de

comercialização e cooperativismo de interesse da agropecuária municipal;

III - cobrar o monitoramento e a fiscalização por parte da Secretaria de Agricultura e

Abastecimento sobre os projetos ou programas subsidiados aos agricultores do Município;

- Desenvolvimento Rural sobre comercialização de produtos agrícolas ou cooperativas.

IV

analisar

casos

de

eventuais

conflitos

que

cheguem

ao

Conselho

Municipal

de

Art. 39. Compete a Comissão Permanente de Gerenciamento do Fundo Municipal Desenvolvimento Rural:

de

I - acompanhar a captação e aplicação dos recursos destinados às ações de atendimento aos Programas de Política Agropecuária Municipal;

II - analisar e emitir parecer deliberativo ao Plenário do Conselho sobre os projetos, programas

e processos encaminhados ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural com base no Plano de

aplicação;

III - apoiar a captação de recursos através de campanhas de incentivos

e/ou projetos;

e através de doação

IV

- supervisionar e fiscalizar todos os serviços de tesouraria do Fundo Municipal de

Desenvolvimento Rural;

V - analisar os demonstrativos mensais das receitas e despesas, bem como o balanço anual;

VI - participar das discussões da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e do Plano Plurianual

– PPA, relativos aos planos orçamentários da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento.

Art. 40. Compete a Comissão Permanente de Valorização do Produtor Rural e da Produção de Alimentos:

I - divulgar permanentemente os direitos e deveres dos cidadãos da área rural, no intuito de educá-los e informá-los;

II - utilizar os canais de comunicação do município para divulgar amplamente a política

Municipal Agropecuária, formulada ou referendada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento

Rural;

III - implementar ações que visem a conscientização da importância da participação e

construção coletiva com vistas à mudança de atitudes de toda a comunidade;

IV - sugerir a Plenária do Conselho, formas de participação em promoção de eventos em datas

comemorativas do Calendário Agropecuário;

V - incentivar a confecção de materiais didáticos destacando a importância social do Produtor

Rural e da Produção de Alimentos, proporcionando a criação do Programa Municipal de Educação Rural;

VI - propor formas e sustentação aos trabalhos de paisagismo, nos parques e áreas públicas,

viabilizando formas de educar a comunidade a cuidar dos mesmos.

Art. 41. Compete a Comissão Permanente de Produção e Manejo Florestal e de Pagamento por Serviços Ambientais:

I – participar da elaboração do “Programa Municipal de Produção Florestal para Fins

Energéticos”, direcionado para produção de lenha destinada para o abastecimento de olarias, panificadoras, churrascarias e caldeiras, entre outros.

II – propor e indicar áreas para serem restauradas com espécies nativas, especialmente nas

Áreas de Preservação Permanente (APP);

III – participar na elaboração dos estudos das bacias hidrográficas onde serão desenvolvidos

estudos das propriedades rurais para inclusão no Programa de Pagamento por Serviços Ambientais;

IV – emitir parecer deliberativo sobre a aprovação das propriedades rurais para serem

beneficiadas pelo Programa de Pagamento por Serviços Ambientais;

V – analisar e emitir parecer sobre a execução do Programa de Pagamento por Serviços

Ambientais.

Art. 42. Comissão Permanente de Pecuária e Sanidade Animal:

I – participar dos estudos e avaliação dos programas, projetos e campanhas de controle da

sanidade animal dos rebanhos do Município;

II – fortalecer o funcionamento do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária – CONESA a

nível municipal.

III – fortalecer a organização dos criadores de animais, por meio de associações e cooperativas, visando a constituição de empreendimentos agroindustriais com o monitoramento do Serviço de Inspeção Municipal – S.I.M.

IV – acompanhar os programas e projetos de produção animal desenvolvidos pela Secretaria

Municipal de Agricultura e Abastecimento em conjunto com o Instituto Emater.

CAPÍTULO IX

Dos Conselheiros

Art. 43. Será obrigatória a presença nas reuniões ordinárias e extraordinárias do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, dos Conselheiros Titulares e na ausência destes dos respectivos Conselheiros Suplentes.

Parágrafo único. No caso de presença do Conselheiro Titular e Suplente, ambos terão direito a voz, cabendo somente ao Titular o direito ao voto;

Art. 44. Os Conselheiros ou Entidades Titulares do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural serão substituídos por faltas conforme regulamentado em lei e neste Regimento Interno, se não houver a devida justificativa por escrito ou oral em reunião ordinária.

Parágrafo único. O Conselheiro e/ou Entidade Suplente assumirá a vaga do Titular em caso de perda da vaga deste, cabendo ao substituto, obedecendo o que requer o art. 14 da Lei Municipal nº 390/2003, assumir a vaga de Suplente.

Art. 45. As atividades dos Conselheiros serão inteiramente gratuitas, sendo-lhes vedadas remuneração, bonificação ou vantagem de qualquer natureza.

§ 1º O exercício da função de Conselheiro Municipal será considerado pelo Município como de interesse público de caráter relevante.

§ 2º A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento cobrirá despesas dos

Conselheiros, como inscrição de seminários ou encontros, passagem, estadia e refeição, conforme regulamentado no art. 9º da Lei n º 390/2011 e suas alterações.

Art. 46. Compete aos Conselheiros:

I - acompanhar e controlar as ações em todos os níveis relacionados com o art. 4º deste Regimento Interno;

- Desenvolvimento Rural;

II

deliberar

sobre

assuntos

encaminhados

a

apreciação

do

Conselho

Municipal

de

III - dispor sobre normas e atos relativos ao funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural;

CAPÍTULO X

Da Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural

Art. 47. A Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural, órgão colegiado de caráter deliberativo, composta por delegados representantes das instituições e organizações rurais, sindicais e profissionais de São José dos Pinhais e do poder executivo municipal, reunir-se-á a cada dois anos, sob a coordenação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, conforme dispuser o Regimento Interno próprio, para propor as diretrizes gerais da Política Municipal de Desenvolvimento Rural e eleger os membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

Art. 48. A Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural será convocada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, no prazo de até (90) noventa dias anteriores ao término de sua gestão.

§ 1º Em caso de não convocação do Conselho Municipal, no prazo referido no caput deste

artigo, 5% (cinco por cento) das instituições registradas no Conselho poderão convocá-la, constituindo comissão para a organização e coordenação da Conferência;

§ 2º

A

convocação

da

Conferência

meios de comunicação do Município.

deverá

ser

amplamente

divulgada

nos

principais

§ 3º

Para

a organização e

realização da Conferência, o Conselho constituirá comissão

organizadora, conforme a composição do próprio Conselho, elaborando seu regimento interno.

Art. 49. Os delegados das entidades não governamentais da Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural, serão escolhidos mediante reuniões próprias das instituições, convocadas para este fim, pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, no período de 45 (quarenta e cinco) dias anteriores à data da realização da Conferência.

§ 1º Será garantida a participação

instituição/organização, com direito à voz e voto.

de

01

(um)

representante/delegado

de

cada

§ 2º Somente serão aceitas as indicações do representante/delegado, quando credenciado

junto ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, no prazo de até 10 (dez) dias anteriores à realização da Conferência, mediante expediente protocolado no referido Conselho.

Art. 50. Os representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na Conferência Municipal de Desenvolvimento rural, serão indicados pelos respectivos Poderes, mediante ofício enviado ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, no prazo de até 10 (dez) dias anteriores à realização da Conferência.

Art. 51. Compete à Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural:

I – aprovar seu Regimento Interno;

II – avaliar a situação do meio rural do Município;

III – propor diretrizes gerais da Política Municipal de Desenvolvimento Rural, para o biênio

subsequente de sua realização;

IV

eleger

os

representantes

efetivos

e

suplentes

da

sociedade

civil,

no

Conselho

Municipal de Desenvolvimento Rural;

V – avaliar

e propor a

reforma das decisões administrativas do Conselho Municipal de

Desenvolvimento Rural, quando provocada;

VI – aprovar e dar publicidade às suas deliberações, registradas em documento

final.

Art. 52. O Regimento Interno da Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural disporá sobre a forma do processo de escolha dos representantes da sociedade civil, no Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

CAPÍTULO XI

Das Penalidades

Art. 53. As Entidades ou Instituições e Órgãos Governamentais cujo representante não comparecer, no ano, a duas reuniões consecutivas ou quatro alternadas, sejam ordinárias ou extraordinárias, sem justificativas, recebera comunicação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

§ 1º Na eventualidade do representante da Entidade ou Instituição faltar a três reuniões consecutivas ou cinco alternadas, sem a devida justificativa, a Entidade ou Instituição do representante perderá sua vaga, sendo a mesma substituída conforme estabelece o artigos 14 e 15 deste Regimento Interno.

§ 2º Em se tratando de representante do Poder Executivo Municipal, será comunicado ao Prefeito Municipal, que nomeará um novo representante.

Art. 54. Será destituído o membro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural que for condenado pela prática de qualquer crime ou infração administrativa previstas na Legislação pertinente.

Parágrafo único. O Conselheiro que cometer ou for acusado de infração ao Regimento Interno, terá seu caso analisado pelo Plenário do Conselho para deliberação a respeito após ampla defesa do acusado.

CAPÍTULO XII

Disposições Gerais

Art. 55. Fica expressamente proibida a manifestação político-partidária e religiosa nas atividades do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

Art.

56.

Nenhum membro poderá

manifestar-se

em nome

Desenvolvimento Rural sem prévia autorização.

do Conselho Municipal

de

Art. 57. Aos membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, quando necessário, será expedida declaração de justificativa de faltas ao trabalho, estabelecimento de ensino ou a quaisquer outros serviços, conforme art. 6º da Lei Municipal nº 390/2003.

Art. 58. O Fundo Municipal de Desenvolvimento Rural será regido por Regulamento próprio.

Art. 59. O presente Regimento Interno poderá ser alterado no todo, ou em parte, em reunião plenária extraordinária, convocada para este fim específico, mediante voto favorável da maioria do quorum máximo.

Parágrafo único. Propostas de alteração poderão ser apresentadas por qualquer membro, devendo, porém, para entrar em discussão, ter a assinatura de, pelo menos, um terço dos membros do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.

Art. 60. Os casos omissos deste Regimento Interno e não previstos na Lei nº 390/2003 e alterações, serão resolvidos em reunião Plenária.

Art. 61. O presente Regimento Interno entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovado pela Plenária do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural.