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Imposto sobre produto industrializado (IPI)

Pertence a competência tributaria da União Federal (art. 153, inciso IV da CF, e


Art. 46 do CTN .
É utilizado como instrumento de função extrafiscal, sendo um imposto seletivo
em função da essencialidade do produto (art. 153, §2º, inc IV).
Pretendia-se que o IPI funcionasse como um tributo de função extrafiscal
proibitiva, tributando pesadamente sobre os produtos de luxo, como perfumes, cigarros
e bebidas, porem não teve êxito, pois jamais produziu seus efeitos desejados. A
diversificação das alíquotas do IPI está, na prática, muito longe de fazer um imposto
seletivo em função da essencialidade do produto.
Esse importo já existia na Constituição de 46, a única mudança foi a mudança de
nome introduzida com a Emenda Constitucional nº 18, antes era imposto sobre consumo
de mercadoria, agora imposto sobre produto industrializado.
Considera-se industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer
operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade ou o aperfeiçoe para o consumo,
conceito estabelecido pelo CTN. O CTN é uma lei complementar, a qual estabelece os
fatos geradores dos impostos. – art. 46 CTN.

Três são as fontes da obrigação tributária: a lei, o fato gerador e o lançamento.


A lei constitui uma fase abstrata, na qual se tipifica uma hipótese que dá lugar ao
nascimento de uma obrigação.
O fato gerador é a materialização daquela hipótese, é o fato que dá origem à
dívida fiscal. É portanto, uma fase concreta, na qual se realiza o pressuposto previsto na
Lei.
O lançamento (art. 150 CTN) identifica o contribuinte, analisa a matéria
imponível e calcula o imposto. Constitui uma fase de individualização da obrigação
tributária. Nos imposto indiretos, a lei comete ao contribuinte a responsabilidade pelo
lançamento do imposto, mediante posterior homologação da autoridade. O contribuinte
escritura seus livros de entrada e de saída dos produtos, anotando, nos locais próprios,
como credito, o valor do IPI relativo às entradas de matérias-primas e outros insumos e,
como débito, o relativo às saídas de produtos. Apura o saldo escriturando o livro
específico, transferindo-o para o período seguinte, se for credor, ou recolhendo o valor
correspondente, se for devedor.

O Regulamento do IPI estabelece os seguintes fatos geradores do imposto:


a) o desembaraço aduaneiro do produto
b) a saída do produto do estabelecimento industrial ou de seus equiparados.

O RIPI descreve outras hipóteses de ocorrência do fato gerador:


a) os produtos importados ou arrematados que, sem entrarem no estabelecimento
importador ou arrematante, sejam por estes remetidos a terceiros;
b) os produtos que, por encomenda, tenham sido industrializados por outro
estabelecimento e, dali, sejam remetidos para terceiros sem entrarem no estabelecimento
encomendante;
c) os produtos que forem consumidos ou utilizados no próprio local da
industrialização, se esta se realizar fora do estabelecimento industrial. Como exemplo
dessas operações, temos de edifícios até todas realizadas fora do estabelecimento
industrial.
Em todas essas hipóteses não há saída do produto do estabelecimento industrial,
mas a lei considera ocorrido o fato gerador e, como tal, devido o imposto.

O CTN como lei complementar que estabelece normas gerais, não define o fato
gerador dos tributos, não veiculando a hipótese de incidência tributária. Assim, a lei
4502 de 1964, definiu as hipótese de incidência do imposto de consumo, estabelecendo
que constitui seu fato gerador, quanto aos produtos de procedência estrangeira, o
respectivo desembaraço aduaneiro e quanto aos de produção nacional, a saída do
respectivo estabelecimento produtor. Quando a industrialização se der no próprio local
de consumo ou de utilização do produto, o fato gerador será o ocorrido no momento em
que ficar concluída a operação industrial.
O IPI amplia a definição de produto industrializado, incluindo nele operações
como o simples acondicionamento, ou embalagem, que na verdade não lhe modificam a
natureza nem a finalidade.

O IPI se classifica entre os chamados impostos indiretos, isto é, aqueles que


gravam situações passageiras intermitentes, eventos isolados no tempo, e cujo ônus
fiscal pode ser transferido a um terceiro que o suporte em definitivo. Também se
classifica como impessoal, tendo em vista que a lei não leva em consideração a
capacidade contributiva de quem o suporta, gravando, indistintamente, os produtos
industrializados tão logo sejam postos em circulação, independente mesmo de qualquer
subjacência econômica. Essas incidências geram um uma onerosidade indistinta dos
produtos, sem levar em consideração a capacidade financeira de quem os vai adquirir,
constitui-se num dos fatores gravosos da economia das classes mais necessitadas, visto
que, incidindo sobre produtos a elas indispensáveis, sentem mais o ônus da tributação
que as classes mais abastas.
Para efeito da tributação, a economia clássica dividia os produtos em
“supérfluos”, “úteis” e “necessários”. O consumo supérfluo sofre intenso gravame. Ex:
fumo, perfume.
Junto com o imposto circular de mercadorias, constituem dois grandes tributos
da área da produção e da circulação de bens. Na fase de circulação, correspondente ao
processo industrial é cobrado paralelamente com ICMS e sob os mesmos critérios de
não-cumulatividade e de valor agregado. Terminada essa fase prossegue somente a
cobrança do ICMS nas fases posteriores de circulação puramente mercantil, até o
consumidor final.
O IPI e o ICMS se diferem pelo seu caráter seletivo do imposto federal que,
gravando os produtos em função de sua essencialidade, ficou, assim, com o encargo de
disciplinar os consumos. Já o ICMS é uniforme para todas as mercadorias,
independentemente daquela circunstância.

Funções do IPI: financeira, reguladora e protecionista.


A principal delas é a função financeira, pois a União tem neste imposto o esteio
de suas finanças, arrecadando mais de 10% de sua receita.
A função reguladora se realiza através do principio da seletividade, segundo o
qual se graduam os consumos pela maior tributação dos produtos.
Com o incentivo fiscal, o IPI passou a exercer a função protecionista no
desenvolvimento de certas regiões do país e no incremento de certas atividades
econômicas.

Princípios Comuns a todos os tributos:


Princípio da Legalidade dos tributos – está inscrito entre os direitos e garantias
individuais consagrado na CF no art. 150, I. A regra é a de que nenhum tributo será
exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. Assim, para que um tributo possa ser
exigido, terá que estar previsto em lei.

Principio da Uniformidade – art. 151 da CF, onde é vedado a União instituir


tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou implique em distinção ou
preferência em relação a qualquer Estado ou Município em prejuízo de outro. Assim,
por exemplo, é proibido que se cobre o IPI sobre determinado produto a alíquota de
20% no Rio de Janeiro e 25% em São Paulo.

Princípio da Generalidade ou Igualdade – art. 5, I da CF, constitui o chamado


“isonomia fiscal”, onde todos, em situações idênticas têm que pagar tributos idênticos.

Princípios específicos do IPI:

Dispensa da Reserva legal para cobrança e aumento do imposto – art. 150, §1º, a
lei que institui ou aumenta o imposto pode entrar em vigor imediatamente

Seletividade – Art. 153, §3º, I. O IPI sendo um tributo disciplinador,


desempenha a função reguladora, tributando com alíquotas elevadas os produtos
supérfluos, enquanto os produtos essenciais, matérias-primas e outros produtos são
onerados benevolente.

Não-cumulatividade – art. 153, §3º, II da CF e 49 CTN. Para fins de definir a


não-cumulatividade tem-se a metodologia do credito financeiro e a do credito físico.
Pela primeira todo e qualquer bem adquirido pela empresa que tenha sido tributado pelo
imposto enseja o credito correspondente, não importa qual seja a sua utilização. Peloa
segunda, só enseja credito do imposto a entrada de bens destinados a integrar
fisicamente o produto industrializado.
Adotada em nossa legislação a metodologia do credito físico. Com o objetivo de
superar dificuldades, o regulamento do IPI estabeleceu que entre matérias-primas e
produtos intermediários cuja entrada enseja o credito do imposto estão “aqueles que,
embora não se integrando ao novo produto, forem consumidos no processo de
industrialização, salvo se compreendidos entre os bens do ativo permanente (art. 82, I).
O direito ao credito já não depende da integração física do insumo ao produto, basta que
a matéria-prima, ou produto intermediário, tenha sido consumido no processo de
industrialização, e não se exige que o tenha sido imediata e integralmente. A ressalva
diz respeito à classificação do bem adquirido no ativo permanente da empresa.

Regulamento 87981/82 – os regulamentos são baixados por decretos do Poder


Executivo, com a finalidade de explicitar as leis, sem restringi-las nem aumentá-las, não
podendo, portanto, interferir na matéria jurídica criando direito novo. RIPI.

Contribuinte do IPI:
a) o importador e o arrematante de produtos de procedência estrangeira. O
primeiro paga o imposto por ocasião da saída do produto da aduana; o
segundo, quando de sua arrematação. Mas a lei ainda exige de ambos, o
imposto quando o produto é revendido no mercado interno, abatendo-se
naturalmente, o que já foi pago na operação anterior, atendendo ao princípio
da não-cumulatividade;
b) As filiais atacadistas de estabelecimentos industriais ou equiparados. Em
princípio, comerciante não é contribuinte do IPI, mas a lei por motivo de
cautela, a fim de evitar a evasão do imposto, equipara a industrial alguns
comerciantes, como neste caso, em que o tributo é exigido, também das
filiais atacadistas, alem do que já foi cobrado por ocasião da saída dos
produtos do estabelecimento remetente;
c) Os comerciantes de produtos que os mande industrializar por intermédio de
terceiros, ou mesmo por outro estabelecimento da mesma firma;
d) Os comerciantes atacadistas de jóias, pérolas e metais preciosos. A
equiparação é dada por motivos de cautela, tendo em vista que esta atividade
é das mais propícias para a prática de sonegação;
e) Os vendedores ambulantes, mandatários e comissionários de
estabelecimento industrial.

Cada estabelecimento se considera um contribuinte autônomo. Essa autonomia


dos estabelecimentos só prevalece para o fim de verificação da ocorrência do
fato gerador do imposto. A responsabilidade do pagamento deste, todavia, é da
empresa.

Suspensão do imposto:
Em diversas situações que menciona o art. 19 a 24, o RIPI permite que os
produtos saiam do estabelecimento industrial ou equiparado com suspensão do imposto,
transferindo o cumprimento da obrigação para época posterior, quando do implemento
de certas condições estabelecidas. Ex: transferência de estabelecimentos da mesma
firma, saídas para exposições, feiras de amostra, industrialização fora do
estabelecimento.

Isenção do imposto:
O contribuinte fica liberado do pagamento do tributo. A relação se encontra no
Capítulo V do regulamento do IPI.

Cálculo do imposto:

Em principio, o valor tributável é aquele pelo qual o produto sai do


estabelecimento industrial ou equiparado. Esta é a regra geral, aplicada, normalmente,
aos casos de saídas por vendas. Há, entretanto, regras especiais para os casos de
produtos de procedência estrangeira, produtos leiloados e para saídas gratuitas.
Produtos de procedência estrangeira – por ocasião do despacho de importação: o
valor tributável é aquele que servia de base para o calculo do imposto de importação,
acrescido deste e dos encargos cambiais devidos. Na saída do estabelecimento o preço
da operação acrescia de todas as despesas cobradas do destinatário, salvo as de
transporte e seguro quando escriturados em separado na nota fiscal.
Produtos leiloados: o valor tributável é o preço da arrematação. Se o produto for
de procedência estrangeira, acrescenta-se o imposto de importação. Na saída do
estabelecimento arrematada aplica a regra geral.
Saídas Gratuitas – transferências para estabelecimentos da mesma firma, os
empréstimos gratuitos, as doações e as locações.
Recolhimento do imposto:
O imposto é recolhido, em guias próprias, nos prazos estabelecidos pala
Secretaria da Receita Federal.
Nos casos dos produtos importados ou arrematados, o recolhimento será feito
antes de os mesmos saírem da repartição aduaneira ou daquela que realizar o leilão. Nos
demais casos fará-se o recolhimento em principio ate o ultimo dia da primeira quinzana
do segundo mês subseqüente aquele que houver ocorrido o fato gerador, ou seja após 45
dias da saída.
A importância recolher será a resultante da diferença apurada entre os débitos e
créditos do imposto, dentro do mês ou quinzena, conforme o caso.
Nos casos de importação e arrematação a importância a recolher é a resultante
do calculo do imposto não se aplicando, portanto, o principio da não cumulatividade.

O lançamento desse imposto é de exclusiva responsabilidade do contribuinte,


sendo claro que a lei o cerca de vários controles, exigindo das empresas que cumpram
uma serie de deveres secundários, como o da rotulagem e marcação, selo especial de
controle, emissão de notas fiscais e escrituração de diversos livros.

Os estabelecimentos industrias e seus equiparados são obrigados a rotular ou


marcar seus produtos e os volumes que os adicionem em local visível, indicando sua
firma, numero de inscrição no CGC, local do estabelecimento e a expressão “industria
brasileira”, sob pena de apreensão pelas autoridades fiscais.

Documentos fiscais:
A nota fiscal constitui um documento básico para o controle do imposto, tendo
em vista que é nela que o contribuinte faz o lançamento. Sua emissão é obrigatória em
todas as saídas de produtos, sejam tributados, isentos ou não-tributados.
Os contribuintes deverão possuir e escriturar os seguintes livros fiscais: registro
de entrada, registro de saída e registro de controle da produção e do estoque.

ICMS

Imposto de Circulação de Mercadorias ou imposto sobre operações relativas à


circulação de mercadorias, era da competência dos Estados e do Distrito Federal. Era o
antigo imposto sobre vendas e consignações, passou por reformulações com a Emenda
no 18, quando tornou-se não cumulativo.

Na CF/88 teve seu âmbito ampliado, passando a abranger também as prestações se


serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

O Estado é competente para cobrar o ICMS em que se verifica a sua hipótese de


incidência.
Em se tratando de mercadoria importada, a competência para cobrar o ICMS é do
Estado em que está situado o estabelecimento importador.

O ICMS é tributo de função predominantemente fiscal.


A CF/88 estabeleceu que o ICMS poderá ser seletivo em função da essencialidade das
mercadorias e dos serviços (art. 155, §2º, inc III), facultando assim o seu uso como
função extrafiscal. Ao Senado Federal cabe limitar essa faculdade, estabelecendo
alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação, e
facultando o estabelecimento de alíquotas mínimas e máximas nas operações internas.

A concessão de isenção do ICMS para atrair novos investimentos tem sido denominada
guerra fiscal.

O fato gerador do ICMS é descrito na lei que o constitui.


Cabe a lei complementar estabelecer normas gerais em matéria tributaria, especialmente
sobre a definição dos fatos geradores dos tributos (art. 146, III, “a”).

A Lei Complementar nº 87, de 13.9.1996, veio atender ao dispositivo constitucional,


estabelecendo normas gerais sobre o ICMS.

As operações relativas a circulação de mercadorias independem da natureza jurídica


especifica de cada um deles, que implicam mudança de propriedade das mercadorias,
dentro da circulação econômica que as leva da fonte até o consumidor.

A principal dessas operações é o contrato de compra e venda, porem por si sói não gera
o dever de pagar o ICMS. Não é fato gerador desse imposto enquanto não implique
circulação de mercadorias.

Como o ICMS é não cumulativo, a transferência de mercadorias de um estabelecimento


para outro da mesma empresa foi considerada para o legislador como fato gerador do
imposto. A lei tributaria atribuiu a cada estabelecimento, e não à pessoa jurídica, a
condição de contribuinte. O STF não vem considerando essas transferências como fato
gerador, pq não implicam transmissão da propriedade das mercadorias. E o STF se
manifesta no sentido da não incidência do ICMS em transferência entre
estabelecimentos da mesma empresa, pois as mercadorias não saíram, do ponto de vista
econômico, do estabelecimento remetente.

Mercadoria são coisas móveis destinadas ao comércio.


Art. 155, §2º, IX, “a” da CF/88 – não incidência do imposto sobre importação de bem
por quem não seja contribuinte, admitindo a hipótese da incidência desse imposto fora
da atividade mercantil.

A prestação de serviços são as relativas a transporte interestadual e intermunicipal e de


comunicação. Somente prestações de caráter oneroso.

Se o adquirente de um em destinado ao consumo ou ao ativo fixo não é contribuinte do


imposto, a alíquota aplicável é a interna. É irrelevante o fato de estar o adquirente
domiciliado, ou sediado, em outro Estado. Se o adquirente é contribuinte do imposto,
fato que comprovará facilmente junto ao vendedor, a alíquota aplicável é a
interestadual. Se o contribuinte do ICMS adquire mercadoria em outro Estado e a
destina ao consumo próprio, ou ao ativo fixo, pagará ao Estado de sua sede a diferença
respectiva.

Da mesma forma que o imposto sobre IPI, o ICMS, é, por expressa determinação
constitucional,um imposto não cumulativo, “compensando-se o que for devido em cada
operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante
cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal (art. 155,
§2º, inc I). Diversamente do que acontece com o IPI em relação ao ICMS essa não
cumulatividade está sujeita ao disposto em lei complementar, pois a CF diz caber a esta
disciplinar o regime do imposto (art. 155, §2º, inciso XII, alínea ‘c’ da CF)
A Lei Complementar nº 87/96 alterou significativamente a regra da não cumulatividade,
na medida em que admitiu a utilização de créditos relativos a entrada de bens destinados
ao consumo e ao ativo fixo do adquirente, fixando, embora, regras de direito
intertemporal proteladoras dessa utilização.

A jurisprudência no STJ e STF tem-se manifestado no sentido de que o estabelecimento


não pode ser considerado contribuinte autonomamente, pois contribuinte e pessoa
jurídica. Na verdade, estabelecimento é objeto e não sujeito de direitos, entretanto por
ficção legal, admite-se que o estabelecimento seja considerado contribuinte. O que se
quer realmente é tomar em consideração cada estabelecimento, e não a empresa, para
fins de verificação da ocorrência do fato gerador do imposto.

O imposto é lançado por meio de homologação, nos termos do art. 150 do CTN. Cada
contribuinte registra suas operações, escritura seus livros de entradas e de saídas e de
apuração do imposto, recolhendo o montante respectivo em cada mês,
independentemente de exame de seus cálculos pela autoridade administrativa.

Ficam excluídas do âmbito de incidência do imposto – art. 155, §2º, inciso X da CF