EPISTOLA I

A HELIODORO
Tendo se retirado S. Jerônimo para o Ermo, intentou conservar em sua companhia
(como ele certifica em outra parte) a Heliodoro, companheiro muito amado, que por
obséquio o fora acompanhar: o que não o podendo conseguir, escrevendo-lhe o exorta
para sociedade da vida solitária refutando cada uma das coisas, que ou o podiam
apartar do Ermo, ou reter nas Cidades; e mostrando quão pouco seguro é tomar a si o
ônus de Bispo, e quanto não é fácil desempenhá-lo depois de recebido; a utilidade, por
modo de epilogo engrandece a felicidade da vida hermética e põe à vida o terror do
Juízo Supremo.
O meu coração, participante do nosso mutuo afeto, reconhece com quando amor,
e amizade eu me tenho empenhado para assistirmos no Ermo juntamente. Estas mesmas
letras, que vês de lágrimas salpicadas, são testemunhas com que prantos, com que dor,
com que gemidos te acompanhado ausente. Mas, tu, como delicada criança, por meio
das caricias; o desprezo de quem te suplicava fomentaste. Porém eu inadvertido
ignorava o que nesta ocasião fizeste. Deveria calar-me? Porém queria-te com
veemência; não podia com tudo temperadamente disfarcar-me. Rogaria com maior
eficácia? Porém tu não me quererias ouvir porque por semelhante modo não amavas. O
amor desprezado faz, o que unicamente pode, busca remoto a quem jamais pode
conservar presente. Mas já que tu mesmo ausentando-te me pediste que depois que eu
nestes desertos me entranhasse te remeteste algumas cartas invitatórias, e eu fazê-lo
assim te prometera te convido; acode sem tardança. Não quero que te lembres das
antigas e estreitas amizades. O Ermo ama os pobres.
Não quero que da peregrinação extensa te atemorize a dificuldade. Tu que crês
em Cristo acredita juntamente as suas palavras quando diz: “Buscai o reino de Deus
primeiramente, e todas estas coisas vos serão apresentadas.” Não deveis tomar o currão,
nem o cajado. Bastantemente é rico aquele que com Cristo é pobre. Porém que faço?
Segunda vez incauto rogo? Cessem as preces, retirem-se os afagos. Irritar-se deve o
amor escandalizado. Tu que como suplicante me desprezarás, como repressor me ouvira
acaso.
Que fazes em casa de teu pai, soldado afeminado? Onde está a trincheira. Onde o
fosso? Onde o inverno com o reparo das peles suportado? Eis que do Céu a trombeta
entoa: Sai sobre as nuvens para conquistar o mundo o Imperador armado. Eis que a
espada saindo da boca do Rei de ambos os fios amolada, quaisquer coisas que encontra,
ela decepa. E tu sais-me do aposento para o esquadrão armado? Da sombra para Sol? O
corpo acostumado às túnicas não sente bem o peso couraça. A cabeça resguardada com
o lenço de linho rejeita o capacete. O áspero punho da espada empola a mão com ócio
amaciada. Ouve a proposição do teu Rei: “Quem está contra mim, não está comigo; e o
que comigo não colhe, desperdiça.”
Lembra-te do dia de teu noviciado, em que sepultado no Batismo para Cristo,
nas palavras do Sacramento tu juraste, que a favor do seu Nome não haveria de teu pai,
ou tua mãe ser para contigo indene. Eis que o adversário intenta matar a Cristo no teu
peito. Ao soldo, que para haver de militar tu receberás, anelam os acampamentos

Não me nutrirão os Tigres da Hircania. e o cabelo desgrenhado te mostre os peitos. irmao . favoreci-me quando houver de pelejar pelo sou nome. que ia padecer. Se crêem em Cristo. que a respeito de Cristo sepultar não devo. foi de escândalo. mas. como o kao que brama . Mas. como se nascido fosse de um penhasco. recontando acrescente aquele antigo acalentar-te à mama. e tu julgas isto por foce» go ? Rtpoufa c)!e com os ricos nas embofcadas . Talvez que juntamente tua mãe com as peles dos peitos penduradas. chegará depois aquele dia. os defuntos enterrem seus defuntos. Então pedirás para teus pais o direito da mesma Cidade. Digam ‒ se querem ‒ os Gramáticos juntamente: “Em ti descansa toda essa casa que vai em descaimento” O amor de Deus. Este vai e vem da piedade. Então receberás o foro de Cidadão com Paulo. perde a sua alma. Com tudo não ignoro com que grilhões dizes que te vês embaraçado. com quem passaste a mocidade: “a quem deixas nossa escravidão sujeita?” Agora também é que a tua que foi antigamente ama. Os seus olhos ao pobre fe dirigem . quando duvidas ieres combatido. entranhas endurecidas. Se não crêem. em que vitorioso voltes para a pátria. para ocultamente macar os innocentes. Na presente ocasião é que a te se prende tua irmã viúva com seus ternos braços: agora é que te dizem os escravos. quando por causa dele estou obrigado sepultar a todos? Pedro timidamente reverente para o Senhor. Ainda que do teu colo pendente esteja o pequeno neto. e meus irmãos são todos os que fazem a vontade de meu Pai que está nos Céus”. fe juJgas que o Christa6 ja mais deixa de padecer pcrGegui^ao. com que te nutrira. Ser cruel nesta ação é o único gênero de piedade. ao estandarte da Cruz velozmente corre. em que tu caminharás pela Jerusalém celeste coroado como varão forte. segundo pai depois da natural piedade altamente clama: “espera um pouco que espiremos. Não tenho eu coração de ferro. para sepultar-nos”. e já velha e também teu aio. A seus irmãos que o exortavam para que a Jerusalém se não encaminhasse ‒ respondeu Paulo: “ Que fazes chorando e magoando meu coração? Pois eu não só para ser preso. Mas em contrário a Escritora ensina que aos pais obedecer se deve: mas qualquer que mais que a Cristo os ama.inimigos. ainda que a mão com os vestidos rasgados. Também nós pelos mesmos trânsitos passamos. com que a fé se combate a de ser rebatido com o muro do Evangelho. “Minha mãe. Entao principalmente es adalrado . com os olhos enxutos passa sobre o pai. Empunha o inimigo a espada para matar-me e eu hei de cogitar sobre as maternas lágrimas? Hei de abandonar a milícia de Cristo por amor de um pai. Chegará. Também então rogarás por mim. como lcao na fua cova . cngana$te . arma filadas no lugar oculto . arma trai^oes para apanhar o pobre > %e tu fua preza protegido com a lbmbra' da frondofa arvore contrahes o fomno para te fer fuave ? Dcfta parrc a . também para morrer pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo estou disposto”. O no(Tb adversario gyra procuranda devorar alguem . com o rosto de rugas semeado. ainda que esmagado. e o temor do Inferno facilmente estas dúvidas devolvem. que te incitei para a vitória. ainda que o pai prostrado esteja no limiar da porta. isto tu dizes a respeito do martírio? Erras .

depondo a Jbrnica^ao. profanou com as vi£Hmas das publicas torpezas na facrilega enxurrada. que mil nomes tem . como digo . . Negue fer facrilegio aquele . Não confefle que o engano seja idolatria . fe alguem com dois dedinhos lancana pyra do Altar o incenfp 7 ou derrama o vinho 8 / EpistolAS entornado do copo fobrc a taja. e a Hostia viva a Deus agradavel . Antes pondera aquela Jentenya do Apof+ tolo . a quem todos os . immundicie. que me afliste . O obsequio do idolo riao confiste Tomente nisto . e seja irlolatria tudo aauilo que he proprio do diabo . daquciia pertende a «vareza acoraectcr-mc : datti o mcu ventre quando houver de peleijar pelo em r> E J EKONT.M 0# f em lugar de Cristo quer para mim. que existem fo* bre a terra . e ne* meadamente o determina dizendo : Mor* tijicai os <vofos niembros .. que he fujei$ao dos idclos . pelos quaes a ira de Deosfe a<van$a. que todb o Jornicario . Não quero que examinada a gravidade dosdeli& os . a*varento . mil artes de prejudkar $ e eu infeliz julgarme-hei vencedor 9< em quanto fou maniatado -> Irmao cariHimo . que efta de a(Tento na torpeza . profanando o seu Templo. idolos fe aiTemclhao : com tudo em outro lugar também especial . fer Deus : combate-me o appetite deshonefto para defterrar o fanto Espirito . Negue cjue a avareza seja idolatria aquele . o inimigo . imagines que o que temos dito sejao cuJpas menores que as da Idolatria. geralmenre contra Dcos tenha refaibo .Juxuria me pcrfegue . o que tudo he dos idolos €apti<v*iro 9 no Reino de Chrifio'9 e de Deus Não tem herAn$a> E ainda que tudo o que he do diabo . e a cbncupifcencia\damnofa . semelhante aoueles . que diz : Na *verdade rejleitindo co* nhecei . o Senhor por trinca dinheiros fe atreve chainar juftica. ou enganador . 3ue nos A£tos dos Apostolos reiervando . Perfe* gue-me . e a cobiqa. que a yender. immundo . que os membros de Cristo .

o inimigo efta dentro de r?ferva. f inexpjeno dastprmentas . 0 perigo la efta mettido dentro . aosque hao denavegar annuncio jfto mefmo. Porque es Christa6 com animo receofo i Olha com Pedro para a rede abandonada. Ainda que o mar espraiado a maneira de tanque iifonjee . efte he o teu nome.a6 fe enrugue . Naquelas ondat iubmerge a ialvafa6 a Carybde da torpeza.com voz tremula . Aqui o barbaro porro fe descobre . Porm fe tu acafo me diiTeres : Logo que ? Não tão Christaos todos os que aflistem na Cidade i Não he a tua a mefma causa que a dos outros : escuta o Senhor que efta dizendo : Retirjtte . Tu . Ahi Scyla con\ virginal afpedp . com o caftigo a vista perecerao. Não pdde fer meu difcipulo. Não como fe tivera. que fazes entre a muitidao de gente ? Eu também isto recomendo .o seu patrimonio parte do pagamento . Tu . e tu edificas amplos porticos . Não queirais dar-Vos por feguros.a nko . que es fo . e espa$ofos ambitos de cafas. Não poderas ler de Chritto coherdeir ro. tormenra he tal ferenidade. arfixe-fe a Cruz na frenre das antennas . Não cjueirais confiar-vos . a *vender . como ha pouco arrojado a praia com o naufragio . Não tem onde recline a cabe^a o Tilho do homem .KO: Nt^O. fe queres fer perjeito . Expedi os calabres .11 as vlas . ainda que a fuperior fuperficie do mar pacifico apenag cpm ieve virac. nos atrahc para supprtar o naufragio da pureza. que respeitas a heran^a do feculo . nem como fe fora inDE S» de. Irmao . que Não te he licico refervar aualquer coufa das tuas pofles : Todo ( diz o Senhor) aquele . aqui o diabo como piraca com seus focios traz as ligaduras para os que hao de ler maniatados. efta planicie referva grandes montes. que pojjue . como brilhante kfcivia . 19. que Não rtnunciar a todas as coujas. Olha para o Publicano levantandofe da Alfandega em continente feito Apostolo. e carregapoes ipta&as. Adyerte . Interpt-eta a palavra de Monge . mas.

aonde quer quenaohaeftir macao. para K entre as rujrbas Não fer eicicp Rei. como ele andou . como qucm fagio . em cone!ufao .. na tua os costumas tu fazer ? E porque alKm ? Com authoridade ouve a razao : Nenhum Profeta na fua patria tonfe%ue eflimaqao. E aonde ha injuria .. andar rambem do mefmo modo. fe Não cs perfcito. Aonde nap ha focegp . IJt va o Senhor . fucefliva. Não procuro ( mc diras ) ettima^ao > para mim a propria confcieneia baftara. obedecendo a riqueza . E fe Não hc perfeito . quhndo a Deus prometteo haver de fer perfei* ro. e me acompanhe. Nen> cfla mefma procurava U. ahi fe da iniuria. e torna em meu alcance.0 que tens . fe outra coufa pofue mais que a Cristo. Qjjem diz que cre em Cristo . ahi Não havera focgo algum. Porm tu promerrefte que havias fer perfeito: pois quando deteftado ' o vio . Logo . e da-lo aos pobres . e tome a fua cru\. diante de Deus meritio .j J E K O K f M O. O Evangelho atros com as divinas exprefsoes : Não podeis obedecr a dois fenhores : e atrevefe qualquer fazer a Cristo mentirbfo . fe es perfeito . visto eftar tao difposto para a guerra ? Salvo fe acafo julgas . deve . muitas vezcs 4o propofito f? afafta a inrcn^ap : e apnde do intento fe diminue alguma coufa peJa dirtrac^ao 9 . ourra coufa na6 poiTue mais que a Cristo. pelo reino dos Ceps te reformafte . a fi proprio fe rtegue . que outra coufa do que a vida perfeita adqui10 EPISTOIyA* qtririste ? E o fcrvo de Chritto que hc perfciro . Mas *hi ha desprezo . Mas fe nada poiTucs ( conforme fei que me has de responder) como na5 militas . ahi la de haver irritayao. Mas a boca que mente . ou pCrfcito Não he . Aondc a irritajrao . porque appeteces os paternos bens i O Senhor enganafte . Muitas ve2cs a aicas vozes ele diz : Se alguem deseja <vir atra\ de mim. e ao Senhor. fere a aima. Apnde ha desprezo . E eu julgo que figo a Cristo carregado dc ouro. que Não razendo o Senhor milagres na fua patria .

E ainda ha antiga lei todo o que Não dbedecia aos Sacerdores . fe eu pecar. Mas fc as pias caricias de teus irmios também te iriduzem a me(ma digniclade s fqlgarei com a eleva9ao . que nas Ajas Qidades reddem fem queftap J Longe va dp mim que aiguma coufa e# pronra ma daqueles . Nefte tempo porrri he o defobediente rnotilado com a espada espiritual j ou lanjcado da Igreja .fdiT& apafcentado : eites vivm do jiWr^ a nriinl porm . tendo as chaves do reino do Céu em seu poder . bu com o fartgue a defobediencia expiava . e que de certp modo antes do dia do Juizp nos julgao . na5 fc pode di-_ zer que ha perSei^ap. confagrao o cerpp de Cristo com fua facra boca . que no gazofilacio lan^ou os dois dinheitbs. ou pelo pbvo f6ra dos arraiaes era apedrejado . Os Cle-. fc applica o machado jurito da rate . que unicamenre pofuia?. Por yentura atrevermehei a dtzer alguma coufa deftes . aos Clerigos tal vez recorrsras. pode fer perfeito na fua patria : E Não querer fcr ^perJeito.minha jpobreza polTo pretextar. Não mehe licito afentar-me na prefertja do Presbyrero : & ele fe perrhitte entregar-me a SatanaS at me tirar a vida temporal para <|ueo *espiriro ftja falvo . E apnde ha menos .eftado .he delinquir. . rigos it Em st o 1.lrar .31 9 rrgos apafcentao 'as ovelhas^ .com menos eiRcacia obra p que fe abreviou.~ fe a olterenda Não condugo ao A. Deitecalculo fe de? duz aquele fundamento . que fucedendp na dignidade Apottolica . e que com aurtera caPtidade confervao a espofa do Senhor. tendo receio a queda': Quem defejd o Bifpddo defejd buma obra . Porm um he o inftituro dos Monges . heHacerado cbrri os raivofos dentes dos demoriios. corria a arvore efteril . que o Mong^ Não. nem quarido p Stnhor no Evangelho louva a idofa viuva : . a. cortada a cabe^a com a espada. Defjperfuadido dQ: >prefente. e porcujo meio também nos fomos Chrirtaos . comp toqnei. ou* tro o do Cieio .

Ai dak Zuele aue atando no lenqo o tatento rece* ido . mas olha para Nicoiao ao mefmo tempo . porque em quanto negociante ne* gligente rerens em teu poder o donativo . ocuparte o lugar|daquele . dizendo que os Diaconos do tnefmo modo de*vem fer pudicos . que levar Não puderas . Isto labemos . nem dados a tnuito <vinho . e Sarigue do Senhor fe fara reo . Não enganadores . Por quanto ajBim como 6 que bem ministra . aonde ijarue* ri pranto . fe aprefenta 4 cea l *Nada mais lbe refta . aos ministros fe diga : Leyai-o com as maos . nem{ de lucros indecentes . e rangido de dentes. boriejlo . para qne <vindo eu depois 0 arrecadajje com seus interejjss ? Isto be : apre/enraras no altar aquilio. e pes atados . JRRONYMO. nem <vinbofo y nem ntdtador . eumprao 0 minik* rio. mas acrescenfa o que fe fegue : Com tttdo butn fmilkantefujeito connsem que fejd irreprehenfi<vbl 9 *Ddrdo de huma fd mu\her . porem mo\ DE S. queamoeda duplicar podera. regrddo . honrddo . cdritdti*vo . . adquire para & huma 14 r Epist O LAS boa dlgnidadcj ailim do Carpo . prudente . Não poz menos diligencia na terceira dignidade . do que ouvir em conrinert* te : Amigo . jendo os outros diligtnterno n*gqcibj refervou fomente^o que recebera ! Com o* clamores 4°fr Senhor indignado ele fera aturdido fem tardanya : Servo inutil . Nem rodos os Bifp6s tão Bifpos* Se attendes a Pedro . o que fe che* ga ao Caliz do Senhor indignamente.boa. a quem o Senhor con* demna no Apocaiypfe por fua ^enten^a . que daqui fe feguem . E aim da ajjtm sejao prjmeiro exafninados . Ai daquele homem qme Não tendo 0 nupcial <ve£lido . olha para Judas juntamente : ad* miras a Eftevao . enuriciadas todas as coisas . e achando-fe Jem crime . t lan* f4i-o nas exteriores tr&oas . como entraile aqui ? £ fican> do ele caliado. lj dejlote. tendo o myjierio da fe em pnra confciencia. docil . por* que Não mettesle 0 meu dinheiro no bancd 4o contrato .

Aroa jefus seu minrmo Difcipulo mais tnrimamen* te. e nefandas coisas inveriT tou . O fal emborado para nada prefta. foi conftituido Profeta repentinamente. para que cheganda o menor . faze computo dos gattos da futura obra. e pacifico . <* menino Daniel Presbyteros rentencea. e pot chrre os rochedos . i£ de daf tio dia do Juizo conra dela .palavra ociofa . qualquer que gs honoens proferirern . Examine-fe cada ouai . Nem algum fe defyane^ a da caftidade do corpoi alTeado taS fomente . De* ONt rto. He elegiclo para/Rei o paftor Doyid. O Monge . quandof pagao .'fenao para fe lanpr fora . e ter a dignidade d£ Pedro . Niao faz Christa6s a dignidade EcleGalica. he puriiicado com cl dom do Eipiriro Santo :. para que acafo hao venha o Anjo que? r&fgue o vco do teu templo . aleni de q*»e a palavra afrontdfa ctarra noiTos irmabs f tem por pecado ddhomicidio. que defte principio nafceo a Herefia dos Nicolaitas.ltlgar de Paulo .pouco mais abaixo . e que do feti liigar te remova d candieiro. que ja reinao com Chrido . e que teme as fuas vozes ? A quem mais fe confia . fc c^ahir . mais fc pede. as vlas fehaode alargar aos ventos . navegantesc : O' deferto de Chrifi <me de Aoreste reveftes ! O* (blidao * tm dtie aquelas pedras nafcehi t <ks quaes . Amos coihendo das filvas as amoras . a fragil embarcac. fe* jas mandado fubir fuperidrmente.do epilogo a maneira do* alegres. c a Esta proporyao fe augmence. visto que toda a. ienao fobre o humilde . rog&ra por ele o Sacerdore. que atvejko com ar on* das espumofas . naS he facil . Irmao .que tao torpes . A(Tenta-te . e vadeados os cacho* pos das qucftoes .a5 fe engolfour pclo mar alto . e fer pizado pelos porcos. Havendol de erigir torre . um. Sobre quem descanca o Senhor . Os poderofos poderofamente fofrerao os seus toi'mentos. hao D E S. Eftar ^ho. deve-fe entoar o maritimo applaufo. O Cenr turio Cornelio . Pek^ueda do Sacerdore ^uem po* dera rogar ? Mas ja que 'a nolTa faila havegou dbs pefHgofos prdmorttotrios .

fe yijia da incarrupfao „ e da immortalklade : Bemwenturado enta# p /cwo . Por : tancp tempo do ErCmp te acharjis distante : . em qtie efta corr^ipjap 3 e mortalidade . Atemorizate o inculto cabelo da c^abe^a fem prnato ? Mas Christp h? tua cabe^a propria.es com o pcnfamentp. 17 Aflbmbrarfe-ba a terra com seus povos * c cu entao. Pcnfas do alimento Mas a fe Não teme a forpe. arrojado o pezo dp corpo .i que breyemente te fatisfafa a.-a voz d& trombeta tolgaras.: Naofao .. Quere$ folgar no feculo . 4 quem o Senhor acbar 4*fp*rtof AfDE S. e depois reinar com Cristo. por cjuantp la fubir. Temes macerar fpbre a terSnua os membros confumidos doi jejuns ! as o Senhpr comrigo efta deitado. Não fei cjue maior luz divifo. com o .no Atx>calyfe a Cida<le db girahde Ret fe erige 1 <>*« Ermo . che? gara aquele dia .tudo. A pele <escibrpfa on^ ruga-fe fem banhos . a mim me agrada. Innao : tnuito embpra. As tribus a vista de outra trlbu ferirao seus peitos. Os Reis antigamente os mais poderoios . o mundo chorara fenridamente. Irmao .ai[ puro . no feculo . Ch?g*i> . JERONYMO. nap lh$ he npceATap tio fegunda vez lavar: fe. que rcfponde. mas qucm em Chri(to huma vez fe Wou . Voar ao diafano do . que tott* Dedtf commttnicas mais familiarmenre ! Que fazes . fendo tu maior que 9 mundo' ? At quando te : ha de conrer o car«cre d*s Cidades detotaadas? GrS-me c\ti& > %6 Epist o l a s. A infinita vaftidao dp i^rjnotenortendimenro. Ls delicado*. dizf cottdignos os martyrioi df^4^iM ^ re(^^ to da/utura gloria y que em x np$ /f bianifeflar. Receas^a po* breza ? Mas aos pobres chjwia Cristo bemaventurados. E par. Hayendo o Senhor de julgar . AFliges-te com o trabalho ? Mas nenhum athleta fem (uorhe coroado.. puve o mefmo 4postolo.

pelas quaes agora cuftofo he o trabjUhO. Efre he aquele filho do orEcial . que no prefepio chorou emrolto em pannos. epistolA n. . judeo . e dos Sdcerdotej. O teu amor . Irmao . B ii EPIS* . Sahira a publico Venus com fua descendencia : o mcendido Jupirer fera ne(Te tempo condu2ido ^^o nescio Platao com seus difcipuIos : nio aproveitarao os argumeruos de Aristotele$. Enrao riras . Romano . que tu pregaras : olha . que diaieis que de noite as escondidas os dtfcipuJos roubarao. aquelas rnaos . e Jie Samaritano. a que estas coisas te diflefle . e da <jue garihi pelo seu trabalho : efte i que he trazido ao colo de fua Mai > fendo Debs fugio de um homem para Egypto : cfte de purpura veftido . para que entao fuceda ertarmos entre aquelas delicias. que tem demonio .Olha . e exulraras tu aldeao . A Nepociano '. *vfcde fc he por verirura aquelc o mefmo corpo .corpo nu palpitarao convulfos. efte coroado de espinhos : eft Magico . A respeito da <vidd dos Oerigos . me induzio . e tu mendigo . cdiras : Eis alio meu Deus crucirlcado : eis ali o Juiz . o Jado que tu penetraras .

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