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Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional Hélio já havia escrito em http://solascriptura-tt.org :

2.4. A Igreja não passará pela tribulação, porque:

  • 1. A Bíblia nunca assim o declarou explicitamente.

  • 2. Ap 1 fala do passado (?as coisas que vistes?); Ap 2,3 do presente (?as coisas que são?) ; Ap 4-22 do futuro (?as coisas que hão de ser?). Depois de Ap 3 a Igreja nunca é mencionada. Em Ap 4 os 24 anciãos (símbolos da igreja local totalizada futura) já estão no trono antes de começar a Tribulação; em Ap 19:8,14 a igreja local totalizada futura VOLTA à terra ao final da Tribulação; logo não estava aqui naquele período!

  • 3. Cristo prometeu aos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais: !Eu te guardarei da hora da provação? Ap 3:10.

  • 4. Ap 15:1; 16:1,19 dizem que a Grande Tribulação é um período de juízo sobre um mundo ímpio, sobre as igrejas apóstatas, e sobre Israel rebelde. Usam expressões fortíssimas: !flagelo?, !vinho do furor de Deus?, !7 taças da cólera de Deus?! Mas Jo 5:24, Rm 5:9, 1Ts 5:9 nos garantem que o salvo !não entra em juízo?, !não foi destinado para a ira?, e !Jesus nos livra da ira vindoura?.

  • 5. A Grande Tribulação, embora afetando o mundo inteiro, é primordialmente para castigar Israel Jr 30:4-9; Dn 12:1; Mt 24:15,21.

  • 6. Não há nenhum sinal cronológico quanto à vinda de Cristo para arrebatar os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais; mas há muitos sinais cronológicos (?1260?, !2520 dias?, !tempo, tempos e metade de tempo?, !42 meses?, etc.) que se aplicam só a Israel.

  • 7. Dn 9:25-27 profetizou 70 semanas para Israel. Na 69a., Israel rejeitou e crucificou seu Senhor, por isso a !fita VHS? de Israel foi interrompida e acionada a da dispensação das igrejas locais. Completada esta, será reacionada a fita de Israel, para cumprir-se a 70a. semana, a Grande Tribulação, chamada !Tribulação de Jacó? em Dn 12:1; Jr 30:7; Ap 12:7-9. Como os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estiveram presente nas primeiras 69 semanas, não estarão na 70a.

9. José (tipo de Cristo) casou-se com Asená (tipo da Igreja) quando estava rejeitado pelos seus irmãos (tipo de Israel) e antes dos 7 anos de fome Gn 41:45. Enoque foi arrebatado antes do dilúvio Jd 14- 16; Gn 5:24; Noé, antes das águas Gn 6; Lc 17:26-27,30; Ló, antes do fogo Gn 19; Lc 17:28-30.

10.Somente quando os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais (?o sal?) forem retirados é que o mundo entrará em completa e veloz putrefação moral e espiritual (2TS 2:67-10).

11.Cada [verdadeiro] crente das [verdadeiras] igrejas locais, o corpo de Cristo, é uma só com Ele e em Ele. Portanto, se os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passassem pela 70a. semana, o próprio Cristo passaria pelo julgamento e castigo de Deus, o que é impossível Hb 9:25-

27.

12.Se algum dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passasse pela Tribulação, como todos lá têm que se sujeitar ao Diabo Ap 13:7, então Cristo estaria sujeito ao Diabo ou deixaria de ser o cabeça de cada [verdadeira] igreja local.

Agora, vejamos o resumo feito pelo Pr. Mike Walls:

Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional

DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA

  • 1. As igrejas locais primitivas acreditavam na iminência do retorno do Senhor. Enquanto se

pode debater sobre os detalhes de o que os [assim chamados] "pais da igreja" disseram, há

uma consistência e unanimidade nas igrejas locais primitivas sobre a iminência do retorno do Senhor para buscar aqueles que verdadeiramente são Seus, sendo tal iminência essencial à posição pré-tribulacional e em oposição a algumas outras posições.

  • 2. A posição pré-tribulacional é a ÚNICA que verdadeiramente ensina a iminência do retorno do

Senhor para buscar os [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais.

  • 3. O fato de haver maior desenvolvimento da doutrina pré-tribulacional nos últimos séculos não

a impede de provir dos primeiros séculos [mesmo que não usasse a terminologia de hoje]. Nos primeiros anos das igrejas locais pode-se observar o desenvolvimento das grandes doutrinas fundacionais sobre a Trindade, sobre a Deidade do Filho, sobre Cristo ser o Deus-homem,

sobre o cânon das Escrituras, etc. Após os concílios das igrejas primitivas [mesmo que já com o fermento da hierarquia e outros males que foram as raízes para o papismo] há um tempo de declínio com a igreja corporativa mergulhando em grande apostasia. Os ensinamentos daquele tempo são construídos sobre muitas das heresias de Agostinho. Quando veio a Reforma, houve um período de restabelecimento das doutrinas fundacionais da salvação. Agora, nestes últimos dias há a habilidade e a necessidade da igrejas locais entender melhor as doutrinas da escatologia, e o Espírito está continuando o Seu ministério de guiar as igrejas locais em toda a verdade.

  • 4. A exortação a sermos confortados pela !vinda do Senhor? (1Tess 4:18) só é válida no

contexto da visão pré-tribulacional. Poderia mesmo ser uma coisa temerosa numa visão pós- tribulacional. !Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.? (1Ts 4:18)

  • 5. Somos exortados a [com feliz expectativa] olharmos para e aguardarmos a !Aguardando a

bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;? (Tt 2:13)

Se há algum evento profético (isto é: a Tribulação) a ocorrer antes disso, então esta passagem é sem sentido.

  • 6. Novamente, devemos !nos purificar? à vista desta vinda (1Jo 3:2-3). Se esta vinda não é

iminente, então esta passagem é sem sentido.

!2 Amados, agora somos filhos de Deus, e

ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. 3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.? (1Jo 3:2-

3)

  • 7. Foi dito aos crentes da dispensação das igrejas locais para *apenas* [com feliz expectativa]

olharem para (e aguardarem pela) a Vinda de Cristo. É para Israel e é para os santos a serem

salvos durante a Tribulação que foi dito para [em expectativa] olharem para (e procurarem por) sinais.

NATUREZA DAS IGREJAS LOCAIS

(As pessoas que não entendem a natureza das igrejas locais como únicas no programa de Deus estarão continuamente confusas sobre a natureza da volta de Cristo para receber os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais).

8.

O Translado dos [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais nunca é

mencionado em nenhum contexto que fale da Segunda Vinda de Cristo ao final da Tribulação.

  • 9. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais !não são indicadas para a ira? (Ro

5:9; 1 Tes 1:9-10). Portanto, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não podem entrar no !grande dia de Sua ira?. !Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." (Rm 5:9) !9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, 10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.? (1Ts 1:9-10)

  • 10. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não serão !destruídos pelo Dia do

Senhor? (1Tes 5:1-9) (Dia do Senhor é outro nome para a Grande Tribulação.) ?1 ¶ Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; 5 Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 ¶ Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; 7 Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; 9 Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,? (1Ts 5:1-9)

  • 11. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais serão ?preservados da hora da

provação que há de vir sobre todo o mundo." (Ap 3:10) ?Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.? (Ap 3:10)

  • 12. O [verdadeiro] crente escapará da Tribulação (Lc 21:36). [Mas é possível que esta

passagem se refira mais propriamente aos salvos durante a tribulação. Hélio] ?Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas

estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.? (Lc 21:36)

  • 13. É do caráter de Deus livrar os Seus dos tempos das provas. (Lembremos de Noé, Ló,

Raabe, Israel, etc).

  • 14. Está claro que há um intervalo de tempo entre o Translado dos [verdadeiros] crentes das

[verdadeiras] igrejas locais e o retorno de Cristo. (Jo 14:3). ?E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo,

para que onde eu estiver estejais vós também.? (Jo 14:3)

  • 15. Somente a posição pré-tribulacional não divide o Corpo de Cristo de acordo com um

princípio baseado em obras, como tão claramente faz o Arrebatamento Parcial (e outras

posições, em menor proporção). O Arrebatamento Pré-Tribulacional dará um grande final, em clímax, ao grande plano de salvação só pela graça.

  • 16. As Escrituras são inflexíveis quanto à igreja local totalizada futura ser sem divisões e ser

indivisível. Na presente dispensação cada uma das [verdadeiras] igrejas locais está dividida em trigo e joio [impossíveis de serem diferenciados com toda segurança] e está dividida pela velha

natureza dos crentes que neles continua presente. Quando formos glorificados na vinda de Cristo, a igreja local totalizada futura não terá divisões entre membros nem dentro de cada membro.

  • 17. O piedoso grupo remanescente da Tribulação tem os atributos visto em Israel do Antigo

Testamento e não nas igrejas locais. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estão presentes nas profecias de Apocalipse.

  • 18. A visão pré-tribulacionista, diferentemente da visão pós-tribulacionista, não confunde

termos (tais como "eleitos" e "santos") que se aplicam aos crentes de todas as épocas, em oposição a termos (tais como "igreja [local]" e "em Cristo") que se aplicam somente aos que são "o corpo de Cristo" e referem-se a esta dispensação.

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

  • 19. O Santo Espírito é o Restringente do mal no mundo. Conforme profetizado, Ele não pode

ser removido do mundo a menos que todos os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas

locais, que são moradia do Espírito Santo, sejam também removidos.

20.

O Espírito Santo será removido antes de !o iníquo? ser revelado. Esse iníquo será

certamente revelado na Tribulação. De fato, a Tribulação começa com a assinatura da aliança entre esse iníquo e Israel. Esse ato o revelará.

  • 21. A !apostasia? em 2Ts 2:3 seria melhor entendido em seu contexto como !a partida?. Esta é

uma referência à partida do Espírito Santo como habitando a [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais. ?Que ninguém vos engane, segundo maneira nenhuma: porque não será assim sem que primeiramente venha a retirada (dos crentes) {*}, e tenha sido revelado o homem do pecado, o filho da perdição? (2Ts 2:3, tradução literal e harmônica com a KJV)

Nota de Hélio: !a RETIRADA (dos crentes)?: O grego "646 apostasia" muitas vezes não significa "apostasia DA FÉ". . Quando aparece isoladamente (sem ser seguida de "da fé"), então ?646 apostasia? somente significa "SEPARAÇÃO" ou "RETIRADA", e é o contexto que esclarece a que ela se refere: em At 21:21, é "separar [de Moisés]"; somente em 1Ti 4:1 (acompanhado de "da fé"), é que "aposthsontai tinev thv pistewv" deve ser entendido como "alguns se separarão da fé" ou "alguns apostatarão da fé". . A palavra relacionada "apostasion" é "carta de separação [divórcio]" em Mt 5:31 e 19:7 e Mr

10:4.

. A palavra relacionada "868 aphistemi" é "separar [do Templo]" em Lc 2:37; é "ausentar" em Lc 4:13; é "apartar" em Lc 13:27 e At 12:10 e 15:38 e 22:29 e 1Ti 6:5 e 2Ti 2:19 e He 3:12; é "levar" em At 5:37; é "deixar" em At 5:38; é "retirar" em At 19:9, e é "desviar" em 2Co 12:8. Portanto, neste presente verso 2Te 2:3, tudo indica que "646 apostasia" se refere ao ARREBATAMENTO dos verdadeiros salvos da dispensação das assembléias, se refere à retirada deles para fora deste mundo. - Todas as 7 traduções (e respeitamos muitíssimo a Tyndale-1522) da Bíblia para o inglês anteriores à KJV traduziram !646 apostasia? para ?partida?, somente à partir da KJV-1611, infelizmente, a palavra foi transliterada ao invés de traduzida, isto sempre tem o perigo de causar confusão ...

  • 22. A obra do Espírito Santo toma os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e os

torna como Cristo no aspecto em que eles [sem revolta] se submetem à morte e à perseguição. Em oposição a isto, os santos do AT (veja muitos dos Salmos) e os santos da Tribulação gritam por vingança (Ap 6:10). ?E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não

julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?? (Ap 6:10)

O ARGUMENTO HERMENÊUTICO

  • 23. Somente a visão pré-tribulacional permite uma interpretação verdadeiramente literal em

todas as passagens do AT e NT a respeito da Grande Tribulação.

  • 24. Somente a posição pré-tribulacional distingue claramente entre as igrejas locais e Israel, e

reconhece como Deus lida diferentemente com cada um deles. Isto exige um intervalo de tempo entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo, sendo esse tempo chamado de a Tribulação (a Septuagésima Semana de Daniel), um tempo destinado exclusivamente ao

castigo aos judeus e gentios que recusaram Cristo.

  • 25. Todos os crentes devem comparecer diante do Trono do Julgamento de Cristo (2Cor 5:10).

Este evento nunca é mencionado nos relatos dos eventos em torno da Segunda Vinda. ?Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.? (2Co 5:10)

  • 26. Os !vinte e quatro anciãos? em Ap 4:1-5; 5:14 são representantes da igreja local totalizada

futura. Portanto, é necessário que esta igreja local totalizada futura, individida e indivisível, em seu número e constituição finais e totais, seja reunida em glória antes dos eventos da Tribulação. ?4:1 ¶ Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. 3 E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e

diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus."

5:14

... !E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram

ao que vive para todo o sempre." (Ap 4:1-5;5:14)

  • 27. Há claramente uma vinda de Cristo somente para a Sua noiva, antes da Sua Segunda

?7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me:

Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.? (Ap 19:7-10)

  • 28. Os santos salvos durante a Tribulação não são transladados [nem glorificados] na Segunda

Vinda de Cristo mas, durante o Milênio, executam atividades normais. Elas incluem especificamente agricultura, construção e procriação (Is 65:20-25). ?20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado. 21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. 22 Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos. 23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles. 24 E será que antes que

clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.? (Is 65:20-25)

  • 29. O Julgamento das nações gentílicas, o qual se segue à Segunda Vinda (Mt 25:31-46),

indica que os salvos e os perdidos estão cada um num corpo natural, o que seria impossível se o Translado ocorresse na Segunda Vinda.

?31 ¶ E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 32 E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos?

ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. 44 Então eles também lhe responderão, dizendo:

Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. 46 E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.? (Mt 25:31-46)

  • 30. Se o Translado ocorresse ao mesmo tempo que a Segunda Vinda, não haveria

necessidade de separar as ovelhas dos bodes no julgamento subseqüente. O ato do

Translado já fez a separação.

  • 31. O Julgamento de Israel (Ez 20:34-38) ocorre após a Segunda Vinda e requer um Israel re-

unido. Novamente, a separação dos salvos e dos perdidos seria desnecessária se todos os

salvos tivessem sido previamente separados por um translado na Segunda Vinda.

?34 E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. 35 E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; 36 Como entrei em juízo

com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. 37 Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. 38 E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.? (Ez 20:34-38)

DIFERENÇAS ENTRE O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA

  • 32. No Arrebatamento, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais encontram

Cristo no ar. Na Segunda Vinda, Cristo retorna ao Monte das Oliveiras.

  • 33. No tempo do Arrebatamento, o Monte das Oliveiras está não será mudado. Na Segunda

Vinda ele está dividido formando um vale a leste de Jerusalém.

  • 34. No tempo do Arrebatamento, os santos são transladados. Nenhum dos santos é

transladado no tempo da Segunda Vinda.

  • 35. No tempo do Arrebatamento, o mundo não é julgado pelo pecado, mas desce cada vez

mais profundamente no pecado. Na Segunda Vinda, o mundo é julgado pelo Rei dos Reis.

  • 36. O Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais é representado como

uma libertação do dia da ira, enquanto a vinda de Cristo é a libertação dos que sofreram sob grave Tribulação.

  • 37. O Arrebatamento é iminente [pode ocorrer a qualquer segundo, sem necessidade de

condições nem sinais] enquanto há sinais específicos que têm que preceder a Segunda Vinda.

  • 38. O Translado dos crentes vivos é uma verdade revelada apenas no NT. A Segunda Vinda

com os eventos que a circundam é proeminente no AT e NT.

  • 39. O Arrebatamento é apenas para os salvos, enquanto a Tribulação e a Segunda Vinda diz

respeito ao mundo todo.

  • 40. Nenhuma profecia não cumprida permanece entre os [verdadeiros] crentes das

[verdadeiras] igrejas locais e o Arrebatamento. Mas muitos sinais têm que ser cumpridos antes

da Segunda Vinda de Cristo.

  • 41. Nenhuma passagem do AT e do NT diz respeito à ressurreição dos santos na Segunda

Vinda nem menciona o Translado dos santos vivos no mesmo tempo.

A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO

  • 42. Somente a visão pré-tribulacional mantém a distinção entre a !Grande Tribulação? e as

tribulações em geral que experimentamos.

  • 43. A Grande Tribulação é adequadamente entendida na visão pré-tribulacional como uma

preparação para a restauração de Israel. (Dt 4:29-30. Jer 30:4-11, Dan 9:24-27, Dan 12:1-2) !29 Então dali buscarás ao SENHOR teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. 30 Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o SENHOR teu Deus, e ouvirás a sua

voz." (Dt 4:29-30) !4 E estas são as palavras que disse o SENHOR, acerca de Israel e de Judá. 5 Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. 6 Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? e por que se tornaram pálidos todos os rostos? 7 Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. 8 Porque será naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros. 9 Mas servirão ao SENHOR, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei. 10 ¶ Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize. 11 Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente." (Jr 30:4-11) !24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e

trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dn 9:24-27) !1 ¶ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno." (Dn 12:1-

2)

44. Em nenhuma passagem do AT que discute a Tribulação, as igrejas locais são

mencionadas.

  • 45. Em nenhuma passagem do NT que discute a Tribulação, as igrejas locais são

mencionadas.

  • 46. Em contraste com as posições que vêem o Arrebatamento como midi-tribulacional ou pré-

ira, a visão pré-tribulacional oferece uma explicação adequada para o começo da Grande Tribulação em Ap. 6. Essas outras duas posições, errôneas, são claramente refutadas pelo claro ensinamento das Escrituras de que a Grande Tribulação começa muito tempo antes da 7ªtrombeta em Ap.11.

  • 47. Não há fundamento adequado para a firmação de que a 7ªtrombeta de Apocalipse 11 é a

última trombeta de 1Cor 15. Quem afirma isso o faz com base somente em suposição. A visão pré-tribulacional mantém a distinção própria entre as trombetas proféticas do Arrebatamento

dos verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais e as trombetas da Tribulação.

1Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Ap 11:15 E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam:

Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.

  • 48. A unidade da Septuagésima semana de Daniel é mantida pela visão pré-tribulacional. Em

contraste, a visão midi-tribulacional destrói esta unidade e confunde o programa para Israel com o programa para as igrejas locais. A visão pós-tribulacional nega o claro ensinamento das 70 semanas, subvertendo-o em alguma forma de alegoria.

!24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende:

desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão,

mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado

sobre o assolador." (Dn 9:24-27)

  • 49. A reunião dos santos após a Tribulação é feita por anjos (Mt 25:31-46; ), enquanto a

reunião dos [verdadeiros] crentes das verdadeiras igrejas locais é feita pelo !mesmo Senhor?. Mt 13:39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são

os anjos. Mt 13:41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. Mt 13:49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, Mt 24:31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. !13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que

Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e

os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.? (1Ts 4:13-17)

  • 50. Ap 22:17-20 !17 E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem

tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. 18 Porque eu testifico a todo

aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; 19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. 20 ¶ Aquele que testifica estas coisas diz:

Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.? (Ap 22:17-20)

A Verdade Sobre o Arrebatamento

Thomas Ice e Timothy Demy

Uma pesquisa recente da revista U.S. News & World Report descobriu que 61 por cento dos americanos acreditam que Jesus Cristo vai voltar à terra, e 44 por cento acreditam no Arrebatamento da Igreja.[1] O que é o Arrebatamento? Com tamanha certeza popular, por que há tanta confusão interpretativa a respeito desses acontecimentos? A doutrina do Arrebatamento pré-tribulacional é um ensino bíblico importante não apenas por oferecer percepções interessantes sobre o futuro, mas também porque oferece aos crentes motivação para a vida contemporânea.

O Arrebatamento pré-tribulacional ensina que, antes do período de sete anos conhecido como Tribulação, todos os membros do corpo de Cristo (tanto os vivos quanto os mortos) serão arrebatados nos ares para o encontro com Jesus Cristo e depois serão levados ao céu.

O ensino do Arrebatamento é mais claramente apresentado em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Nessa passagem Paulo informa seus leitores de que os crentes que estiverem vivos por ocasião do Arrebatamento serão reunidos aos que morreram em Cristo antes deles. No versículo 17 a palavra "arrebatados" traduz a palavra grega harpazo, que significa "dominar por meio de força" ou "capturar". Essa palavra é usada 14 vezes no Novo Testamento Grego de várias maneiras diferentes.

Ocasionalmente o Novo Testamento usa harpazo com o sentido de "roubar", "arrastar" ou "carregar para longe" (Mateus 12.29; João 10.12). Também pode ser usada com o sentido de "levar embora com uso de força" (João 6.15; 10.28-29; Atos 23.10; Judas 23). No entanto, para nossos propósitos, um terceiro uso é mais significativo. Diz respeito ao Espírito Santo levando alguém de um lugar para outro. Encontramos esse uso em quatro ocorrências (Atos 8.39; 2 Coríntios 12.2, 4; 1 Tessalonicenses 4.17; Apocalipse

12.5).[2]

Esse último uso é ilustrado em Atos 8.39, quando Filipe, ao completar o batismo do oficial etíope, é "arrebatado" e divinamente transportado do deserto até a cidade costeira de Azoto. De modo semelhante, a Igreja será, num momento, levada da terra ao céu. Não deve-se estranhar, portanto, que um autor

contemporâneo tenha chamado esse evento peculiar de "O Grande Seqüestro".[

...

]

Por que a doutrina da iminência é significativa para o Arrebatamento?

O ensino neo-testamentário de que Cristo poderia voltar a qualquer momento e arrebatar a Sua Igreja sem sinais ou advertências prévios (i.e. iminência) é um argumento tão poderoso em favor do pré- tribulacionismo que se tornou uma das doutrinas mais ferozmente atacadas pelos oponentes da posição pré-tribulacionista. Eles percebem que, se o Novo Testamento de fato ensinar a iminência, um arrebatametno pré-tribulacional estará praticamente assegurado.

Definição de Iminência

Qual é a definição bíblica de iminência? O Dr. Renald Showers define e descreve iminência da seguinte maneira:

  • 1. Um acontecimento iminente é aquele que está sempre "pairando acima de alguém, constantemente prestes a vir sobre ou a alcançar alguém; próximo quanto à sua ocorrência" (The Oxford English Dictionary, 1901, V. 66). Assim, a iminência traz consigo o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisaspodem acontecer antes do evento iminente, mas nada precisa acontecer antes que ele aconteça. Se alguma coisa precisa acontecer antes de determinado evento ocorrer, tal evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de que algo ocorra antes destrói o conceito de iminência.

  • 2. Uma vez que é impossível saber exatamente quando ocorrerá um evento iminente, não se pode contar com a passagem de determinado período de tempo antes que tal evento iminente ocorra. À luz disso, é preciso estar sempre preparado para que ele aconteça a qualquer momento.

  • 3. Não se pode legitimamente estabelecer direta ou implicitamente uma data para sua ocorrência. Assim que alguém marca uma data para um evento iminente, destrói o conceito de iminência, porque ao fazer isso afirma que um determinado intervalo de tempo deve transcorrer antes que tal evento ocorra. Uma data específica para um evento é contrária ao conceito de que tal evento possa ocorrer a qualquer momento.

  • 4. É impossível dizer legitimamente que um evento iminente vai acontecer em breve. A expressão "em breve" implica que tal evento precisa ocorrer "dentro de um tempo pequeno (depois de um ponto específico designado ou implícito)". Em termos de contraste, um evento iminente pode ocorrer dentro de um pequeno intervalo de tempo, mas não precisa fazê-lo para ser iminente. Espero que você perceba, agora, que "iminente" não é igual a "em breve".[3]

O fato de que Jesus Cristo pode voltar a qualquer momento, mesmo que não necessariamente em breve, e sem a necessidade de qualquer sinal anterior à Sua vinda, requer o tipo de iminência ensinado pela posição pré-tribulacionista e é um forte apoio ao pré-tribulacionismo.

Que passagens do Novo Testamento ensinam essa verdade? Os versículos que afirmam a volta de Cristo a qualquer momento, sem aviso prévio, e aqueles que instruem os crentes a esperar e aguardar a vinda do Senhor ensinam a doutrina da iminência.

Observem-se as seguintes passagens do Novo Testamento:

1 Coríntios 1.7 "

aguardando

vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo".

1 Coríntios 16.22 "Maranata!"

Filipenses 3.20 "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo". Filipenses 4.5 "Perto está o Senhor".

1 Tessalonicenses 1.10 "e para aguardardes dos céus o Seu Filho

...

".

1 Tessalonicenses 4.15-18 "Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os

vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras". 1 Tessalonicenses 5.6 "Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios". 1 Timóteo 6.14 "que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo". Tito 2.13 "aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus". Hebreus 9.28 "assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação".

Tiago 5.7-9 "Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor ...

pois a vinda do Senhor

está próxima

Eis que o Juiz está às portas".

... 1 Pedro 1.13 "Por isso,

sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo

... trazida na revelação de Jesus Cristo". Judas 21 "guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna". Apocalipse 3.11; 22.7, 12, 20 "Eis que venho sem demora!" Apocalipse 22.17, 20 "O Espírito e a Noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem.

Aquele que dá testemunho destas cousas diz: Certamente venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!"

Ao considerarmos as passagens mencionadas acima, observamos que Cristo pode voltar a qualquer momento, que o Arrebatamento é de fato iminente. Somente o pré-tribulacionismo pode dar um sentido pleno, literal, a tal acontecimento iminente. Outras posições sobre o Arrebatamento precisam redefinir iminência de maneira mais elástica do que indica o Novo Testamento. O Dr. John Walvoord declara: "A

exortação a que aguardemos a ‘manifestação da glória’ de Cristo para os Seus (Tito 2.13) perde seu

significado se a Tribulação tiver que ocorrer antes. Fosse esse o caso, os crentes deveriam observar os sinais."[4] Se a posição pré-tribulacionista sobre a iminência não for aceita, então haverá sentido em procurar identificar os eventos relacionados à Tribulação (i.e., o Anticristo, as duas testemunhas, etc.) e não em esperar o próprio Cristo. O Novo Testamento, todavia, como demonstrado acima, uniformemente instrui a Igreja a olhar para a volta de Cristo, ao passo que os santos da Tribulação são exortados a observar os sinais.

A exortação neo-testamentária a que nos consolemos mutuamente pela volta de Cristo (João 14.1; 1 Tessalonicenses 4.18) não mais teria sentido se os crentes tivessem, primeiro, que passar por qualquer porção da Tribulação. Em vez disso, o consolo teria que esperar a passagem pelos eventos da Tribulação. Não! A Igreja recebeu uma "bendita esperança", em parte porque a volta do Senhor é, de fato, iminente.

A Igreja primitiva tinha uma saudação especial que os crentes só usavam entre si, conforme registrado em 1 Coríntios 16.22: a palavra "Maranata!" Esta palavra é constituída de três termos aramaicos: Mar ("Senhor"), ana ("nosso"), e tha ("vem"), significando, assim, "Vem, nosso Senhor!" Como outras passagens do Novo Testamento, "Maranata" só faz sentido se uma vinda iminente, ou seja, a qualquer momento, for pressuposta. Isso também serve de apoio à posição pré-tribulacionista.

Não foi à toa que os antigos cristãos cunharam essa saudação peculiar que reflete uma ansiosa expectativa pelo cumprimento dessa bendita esperança como uma presença real em suas vidas cotidianas. A vida da Igreja em nossos dias só teria a melhorar se "Maranata" voltasse a ser uma saudação sincera nos lábios de crentes que vivem com esta expectativa. Maranata! (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)

Há cinco diferentes visões a respeito do Arrebatamento. As diferenças estão em quando ele acontecerá e quem será arrebatado. São elas:

Arrebatamento Pré-Tribulacionista

Arrebatamento Midi ou Meso-Tribulacionista

Arrebatamento Parcial

Sem Arrebatamento

A 'Grande Tribulação' e a 'Segunda Vinda de Cristo' são os temas centrais. Muitos afirmam que haverá um período, em que uma Tribulação será mais severa, mais intensa e que assolará a Terra. A grande discussão é: a Igreja (os salvos em Cristo) passará ou não por esse período de Tribulação? Essa discussão, em torno de uma Tribulação, faz parte da teologia dos Milenistas, principalmente nos Dispensacionalistas. Os Amilenistas não se preocupam com essa discussão, pois apesar de crer da Segunda Vinda de Cristo não crêem que haverá um Milênio e uma Tribulação literais.

A 'Grande Tribulação' e a 'Segunda Vinda de Cristo' são os temas centrais. Muitos afirmam que

Definições:

Milenistas Trata-se da interpretação dos mil anos de reinado de Cristo sobre a terra. Existem três visões básicas sobre o milênio: pré-milenismo, pós-milenismo e amilenismo.

Dispensacionalistas Doutrina teológica e escatológica que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra. A palavra "dispensação" deriva-se de um termo latino que significa "administração" ou "gerência", e se refere ao método divino de lidar com a humanidade e de administrar a verdade em diferentes períodos de tempo.

Amilenistas -O amilenismo clássico crê num milênio que iniciou-se com a primeira Vinda de Cristo, representando o período do Evangelho, que segue entre a Ressurreição de Cristo e a Segunda Vinda de Cristo.

Introdução

Arrebatamento do grego harpazo (αρπαζω), que significa: 1) pegar, levar pela força, arrebatar; 2) agarrar, reivindicar para si mesmo ansiosamente; 3) arrebatar.

"… depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre

nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." (1 Tes 4:17)

"… salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne." (Jd 23)

Essa palavra não aparece na Bíblia, mas é usada para descrever a “rápida trasladação para cima”, “arrebatar do fogo”, “puxar com força para cima”.

Foi usada para descrever o arrebatamento de Filipe de uma cidade para outra, após a conversão do eunuco etíope:

"Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, não o vendo mais o eunuco; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de júbilo." (At 8:39).

Isso é exatamente o que Cristo vai fazer com os cristãos, a Noiva do Cordeiro!

Conceito

Resumidamente a linha escatológica do Pré-Tribulacionismo defende que Cristo virá buscar seus fiéis, a Igreja, no chamado “Arrebatamento”. Os Pré-Tribulacionistas crêem que Cristo tirará a Igreja antes da Grande Tribulação e que esta tem como propósito encerrar o tempo dos gentios e preparar o povo de Israel para a restauração no milênio, governado por Cristo.

O Dispensacionalismo (Dispensação) ensina que há um tratamento diferente entre dois povos:

judeus e gentios, visto que são grupos distintos, haverá um plano de Deus exclusivo tanto para Israel como para a Igreja, sendo que a Grande tribulação é uma Dispensação onde Deus tem

como objetivo trabalhar com Israel e não com a Igreja, que já teve o seu período de salvação na Dispensação da Graça. A igreja é um mistério não-revelado no Antigo Testamento. Esse plano de mistério deve ser completado antes que Deus possa retomar seu plano com Israel e completá-lo. Essas considerações surgem do método literal de interpretação.

Neste caso, seria incoerente a Igreja passar pela Grande Tribulação devido esses propósitos, ou seja, o propósito da Grande Tribulação é preparar a conclusão do plano geral de Deus para a humanidade e não purificar ou testar a Igreja.

O Pré-Tribulacionismo acredita que Cristo voltará a qualquer momento para buscar sua Igreja. (Rm 8: 19-25; ICo 1:7; Fil 4:5; Tt 2:13; Tg 5:9; Jd 21: I Ts 4:18; etc).

Alicerces Bíblicos e Teológicos

Interpretação Literal das Escrituras A interpretação literal da Bíblia, significa explicar o

sentido do texto apenas com o uso normal do texto, levando em consideração a gramática, o contexto histórico e o contexto da passagem. (Leia o artigo sobre Interpretação Literal e Alegórica aqui) Pré-Milenismo Ensina que Jesus Cristo voltará antes do período milenar.

Futurismo Crença que todos os eventos ocorrerão no futuro, durante a Grande

Tribulação, na Segunda Vinda e no Milênio. (Leia o artigo sobre o Futurismo aqui) Diferença Entre Israel e a Igreja Israel e a Igreja são vistos como dois organismos diferentes pela Bíblia, se fosse um apenas não haveria necessidade de restauração de Israel.

Principais Características

O Método de Interpretação é Literal e não Alegórica;

A Grande tribulação é a última das Setentas Semanas de anos de Daniel 9:24-27,

portanto a Grande Tribulação terá a duração de sete anos. As Setenta Semanas de anos de Daniel 9:24-27 estão determinadas para Israel, e não

para a Igreja, portanto a Igreja não passará pela Grande Tribulação. O Dispensacionalismo (Estudo das Dispensações) tem grande influência nas posições defendidas pelos Pré-Tribulacionistas, e pelos Pré-Milenistas, por crer que Deus não mistura as coisas, pelo contrário, ele tem um objetivo diferente em cada uma das

Dispensações, e na Grande Tribulação seu maior objetivo é Repreender, castigar e educar a Israel com vara de juízo, preparando os Judeus para enfim aceitarem a Jesus Cristo como o Messias prometido, Ezequiel 20:37, Deuteronômio 4:30, visto que Israel não aceita a Jesus Cristo, mas fará acordo com o Anticristo Isaías 28:15, João 5:43, II Tes 2:3-4. A Grande Tribulação é conhecida como tempo da 'Ira de Deus', ou seja, o período em que Deus irá derramar a sua Ira sobre os gentios que não aceitaram o amor de Cristo, oferecido durante a Dispensação da Graça, e tratar com o povo Judeu pela rejeição do Messias, Jesus Cristo (I Tes 1:10 e 5: 9 e Apocalipse 6:16-17). Neste contexto, Deus não iria derramar a sua Ira sobre a Igreja, que aceitou o amor de Cristo, a ponto de ser comparada a sua Noiva

Argumentos Essenciais

  • 1 O método literal de interpretação

A controvérsia básica entre amilenistas e pré-milenistas é a questão do método de interpretação empregado no tratamento de profecias: interpretação literal x interpretação figurada. Caso o método literal de interpretação das Escrituras for o certo, então a interpretação pré-tribulacionalista é a correta.

Dessa maneira, a doutrina da volta pré-tribulacionalista de Cristo para instituir um reino literal resulta de métodos de interpretação literal das promessas e das profecias do Antigo Testamento. E natural, portanto, que o mesmo método básico de interpretação deva ser empregado na interpretação do arrebatamento.

  • 2 As Setenta Semanas de Daniel

Existem várias palavras usadas no Antigo e no Novo Testamento em referência ao período da septuagésima semana, as quais, quando examinadas em conjunto, oferecem a natureza essencial ou o caráter desse período:

1) ira (Ap 6.16,17; 11.18; 14.19; 15.1,7; 16.1,19; l Ts 1.9,10; 5.9; Sf 1.15,18); 2) julgamento (AP 14.7; 15.4; 16.5-7; 19.2); 3) indignação (Is 26.20,21; 34.1-3);

4) castigo (Is 24.20,21); 5) hora do julgamento (Ap 3.10); 6) hora de angústia (Jr 30.7); 7) destruição (Jl 1.15); 8) trevas (Jl 2.2; Sf 1.14-18; Am 5.18).

Essas referências abrangem todo o período, não apenas parte dele, de modo que todo o período é assim caracterizado.

Esse período testemunhará o derramamento da ira divina por toda a terra, embora esteja em questão toda a terra, esse período é particularmente dirigido a Israel. Jeremias 30.7, que chama esse período "tempo de angústia de Jacó", confirma isso. Os acontecimentos da septuagésima semana são acontecimentos do "Dia do SENHOR" ou "dia de Jeová". O uso do nome Jeová indica o relacionamento de Deus com a nação de Israel.

Esse período está sendo profetizado em Daniel 9: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade" (v. 24). Todo esse período faz, então, referência ao povo de Daniel, Israel, e à cidade santa de Daniel, Jerusalém.

Visto que muitas passagens do Novo Testamento como Efésios 3.1-6 e Colossenses 1.25-27 mostram claramente que a Igreja é um mistério e sua natureza como um corpo composto por judeus e gentios não foi manifestada no Antigo Testamento, a Igreja não poderia estar nessa e em nenhuma outra profecia do Antigo Testamento.

Já que a igreja não teve sua existência senão depois da morte de Cristo (Ef 5.25,26), senão depois da ressurreição de Cristo (Rm 4.25; Cl 3.1-3), senão depois da ascensão (Ef 1.19,20) e senão depois da descida do Espírito Santo em Pentecostes, com o início de todos os Seus ministérios a favor do crente (At 2), não poderia constar das primeiras 69 semanas dessa profecia. Já que a igreja não faz parte das primeiras 69 semanas, que estão relacionadas apenas ao plano de Deus para com Israel, ela não pode fazer parte da septuagésima semana, que está, mais uma vez, relacionada ao plano de Deus para Israel, depois que o mistério do plano de Deus para a Igreja for concluído.

A Bíblia indica que existem dois propósitos principais a ser cumpridos na septuagésima semana.

1. O primeiro propósito está declarado em Apocalipse 3.10: "Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o

mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra". Esse período tem em vista "os que habitam sobre a terra", e não a Igreja. A mesma expressão ocorre em Apocalipse 6.10;

11.10; 13.8,12,14; 14.6 e 17.8. Na sua utilização, João oferece não uma descrição geográfica, mas sim uma classificação moral.

"A palavra "habitam" do grego 'katoikeo' é usada para descrever a totalidade do Deus que habitava em Cristo (Cl 2.9); é usada para a moradia permanente de Cristo no coração do crente (Ef 3.17) e dos demônios retornando para obter posse absoluta de um homem (Mt 12.45; Lc 11.26). Ela deve ser diferenciada da palavra 'oikeo', que é o termo geral para "habitar", e de 'paroikeo', que tem a idéia de transitório, "visitar". O termo 'katoikeo' inclui a idéia de permanência. Dessa maneira, o julgamento referido em Apocalipse 3.10 dirige-se aos habitantes da terra daquele dia, aos que se estabeleceram na terra como se fosse sua verdadeira casa, aos que se identificaram com o comércio e a religião da terra. (Henry C. THIESSEN, Will the church pass through the tribulation?, p. 28-9.)"

Visto que esse período está relacionado com os "que habitam a terra", os que se estabeleceram em ocupação permanente, não pode ter nenhuma referência à Igreja, que seria sujeita às mesmas experiências se estivesse aqui.

"Uma segunda consideração é o uso do infinitivo' peirasai' (tentar) para expressar propósito. A definição dessa palavra diz que Deus é o seu sujeito ao "infligir males a alguém para provar seu caráter e sua constância na fé". Como Deus vê a Igreja em Cristo e nEle aperfeiçoada, esse período não pode ter nenhuma referência a ela, pois sua legitimidade não precisa ser testada." (Henry C. THIESSEN)

"Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição." (Malaquias 4.5,6)

O profeta declara que o ministério desse Elias seria preparar para o Rei que estava prestes a vir. Em Lucas 1.17 promete-se que o filho de Zacarias "irá adiante do Senhor no espírito e poder de Elias" para atuar nesse ministério e "habilitar para o Senhor um povo preparado". Com respeito à vinda de Elias que deveria ter sido um sinal para Israel, o Senhor declara:

"Então, ele lhes disse: Elias, vindo primeiro, restaurará todas as cousas; como, pois, está escrito sobre o Filho do homem que sofrerá muito e será aviltado? Eu, porém, vos digo que

Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, como a seu respeito está escrito". (Mc

9.12,13).

Jesus mostra a seus discípulos que João Batista tinha o ministério de preparar o povo (de Israel) para Ele. "E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir" (Mateus

11.14).

Então o primeiro ministério de João Batista era preparar a nação de Israel para a vinda do Rei (Jesus). Só podemos concluir, então, que Elias, que está por vir antes do terrível Dia do Senhor, tem um único ministério: preparar um remanescente em Israel para a chegada do Senhor (A Segunda Vinda de Cristo).

Concluindo: esses dois propósitos, a provação dos habitantes da terra e a preparação de Israel para o Rei, não têm nenhuma relação com a Igreja. Essa é a evidência complementar de que a Igreja não estará na septuagésima semana.

Há ainda outra consideração.

A última Semana de Daniel 9 é dividida em duas partes de três anos e meio cada, porém a natureza e o caráter da Semana é uma só, formando uma totalidade. Logo não há como admitir a permanência da Igreja na primeira metade da última Semana (teoria Meso-Tribulacionista), pois como ela estaria isenta septuagésima semana (70a. semana de anos) e permanecer na primeira metade da semana?

A impossibilidade de incluir a igreja na última metade torna igualmente impossível incluí-la na primeira parte, pois, embora as Escrituras dividam o período da semana, não fazem distinção a respeito da natureza e do caráter das duas partes.

3 A natureza da Igreja Há distinções entre a Igreja e Israel e são claramente demonstradas nas Escrituras.

Igreja e o Israel Nacional: a igreja é composta por aqueles que confessam a fé em Cristo e que tenham nascido de novo. Israel nacional baseia-se em nascimento físico, e todos os que pertencem a esse grupo e não forem salvos serão sujeitos à ira da tribulação.

Igreja e o Israel Espiritual: Antes de Pentecostes, existiam indivíduos salvos, mas não existia Igreja, e eles faziam parte do Israel Espiritual, não da Igreja. Depois do Pentecostes e até o arrebatamento encontramos a Igreja, corpo de Cristo, mas não

encontramos o Israel Espiritual. Depois do arrebatamento não encontramos a Igreja, mas novamente um Israel verdadeiro ou Espiritual.

Igreja mistério não-revelado: não era mistério que Deus proveria salvação para os judeus, nem que os gentios seriam abençoados com esta salvação. O fato de que Deus formaria de judeus e gentios um só corpo nunca foi revelado no Antigo Testamento e constitui o mistério citado por Paulo em Efésios 3.1-7, Romanos 16.25-27 e Colossenses 1.26-29. Todo esse novo plano não foi revelado até a rejeição de Cristo por Israel. É depois da rejeição que o Senhor faz a primeira promessa da futura igreja (Mateus

16.18). É depois da rejeição da cruz que a igreja tem seu início, em Atos 2. É depois da rejeição final de Israel que Deus chama Paulo para ser apóstolo aos gentios, e por meio dele o mistério da natureza da Igreja é revelado. Pode-se dizer que a Igreja é uma interrupção do plano de Deus para Israel, que não foi iniciada até que Israel rejeitasse a oferta do reino. Segue-se, logicamente, que esse plano de mistério deve ser concluído antes que Deus possa retomar Seu trato com a nação de Israel. O plano do mistério, tão distinto no seu início, certamente será separado na sua conclusão. Esse plano deve ser concluído antes que Deus retome e complete Seu plano para Israel. O conceito da Igreja como mistério leva, inevitável, ao arrebatamento pré-tribulacionista.

Evidências de um Arrebatamento Pré-Tribulacional 1 Promessa de livramento da Ira de Deus A Grande Tribulação é também chamada de “O Dia da Ira do Senhor”.

“O Dia da Ira do Senhor” vai chegar para o mundo inteiro (Sl 110:5; Is 13:6-13 e Ap. 6:16-17). Os cristãos sempre foram sujeitos à perseguições, porém será diferente na Grande Tribulação. As perseguições são causadas por homens maus e pelo diabo, enquanto que na Grande Tribulação de sete anos será um período referente à ira divina. (Ap. 6:16-17; 14:10).

Alguns acreditam que a Igreja (todos os cristãos que formam a Noiva de Cristo) não será poupada no tempo da Ira, mas será salva através da mesma. Porém a Bíblia revela que os que estiverem na Terra durante a Grande Tribulação não escaparão da Ira:

"Pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão". (1 Tess 5:3)

A Bíblia promete o livramento da presença da Ira:

“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem” (Lucas 21:36).

Desse forma, a Igreja deverá ser, fisicamente, removida da Terra, caso contrário, teria que suportar o dia da Ira. Deus promete a remoção em Apocalipse 3:10:

“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra”. Este verso não diz que Deus vai guardar a Igreja através da provação, mas livrá-la dela. 2 O Arrebatamento é iminente Qual é a definição bíblica de iminência? Um acontecimento iminente é aquele que está sempre

"pairando acima de alguém, constantemente prestes a vir sobre ou a alcançar alguém; próximo quanto à sua ocorrência" (Dr. Renald Showers The Oxford English Dictionary, 1901, V. 66).

Assim, a iminência traz consigo o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem acontecer antes do evento iminente, mas nada precisa acontecer antes que ele aconteça. Se alguma coisa precisa acontecer antes de determinado evento ocorrer, tal evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de que algo ocorra antes destrói o conceito de iminência.

Cristo ensinou isto em Mt 24:42, 44; 25:13 e Mc 13:30.

Paulo ensinou isto em Fl 4:5 (“Perto está o Senhor”); Tt 2:13.

Tiago ensinou em Tg 5:8-9. Pedro ensinou na 1 Pe 4:7.

A Igreja primitiva vivia na expectativa da volta de Cristo (1 Tes. 1:9-10). O apóstolo Paulo assim instruiu a igreja em Tessalônica:

“MAS, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva;

porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; pois

que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós

sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tes. 5:1-9).

A igreja não está aguardando o aparecimento do Anticristo, mas a volta do Filho de Deus.

  • 3 Igreja, mistério não revelado no Velho Testamento (Ef 3:1-11)

A Igreja não faz parte da cronologia dos eventos narrados pelos profetas do Velho Testamento. Eles profetizaram claramente a Primeira Vinda de Cristo, o Seu miraculoso nascimento, Sua vida, morte, ressurreição e ascensão. Os mesmos profetas descreveram a Segunda Vinda de Cristo em glória, precedida por um tempo de tribulação mundial, seguida pelo estabelecimento do glorioso reino messiânico, a partir de Jerusalém. Porém, esses profetas não viram o mistério da Igreja:

“O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas” (Efésios 3:5).

Entre a Primeira e a Segunda Vindas, existe um intervalo que não foi visto pelos profetas do Velho Testamento. Este intervalo é a 'Era da Igreja'. Os profetas do VT não viram que Israel seria deixada, temporariamente, em compasso de espera, enquanto Deus iria chamar, entre todas as nações, um corpo especial de pessoas. Após ter completado este intento, e quando o tempo dos gentios chegar ao fim, Deus vai restaurar o relógio profético de Israel e cumprir todas as promessas do Velho Testamento em relação à Sua antiga nação escolhida, pois:

“…o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. (Rm 11:25).

A Grande Tribulação diz respeito a Israel, não à Igreja. Este período atual do mistério vai terminar com a remoção da Igreja da Terra. Então, o Senhor executará o Seu plano para a nação de Israel, quando cumprirá as profecias do Velho Testamento sobre o tempo das dores de Jacó, a vinda do Messias e o estabelecimento do reino messiânico.

  • 4 O Apocalipse mostra que a Igreja não estará na Terra durante a Grande Tribulação A igreja não é vista na Terra nos capítulos 4 a 18 do Apocalipse.

Israel será a testemunha de Deus durante a Grande Tribulação e não a Igreja.

(Apocalipse 7). As orações dos santos em Apocalipse 8 são de julgamento. Somente Israel faz orações

deste tipo. A Igreja é ensinado a orar pelos seus inimigos e não contra eles (Lc 9:51-56). As orações do Apocalipse são as orações dos Salmos, embasadas nas promessas feitas a Abraão, de amaldiçoar os que amaldiçoassem Israel (Gn 12:1-3). Os gafanhotos com poder de escorpiões do Apocalipse 9 receberam permissão para

atormentar os habitantes da Terra, exceto os judeus que tiverem na testa o sinal de Deus, colocado pelo anjo do Apocalipse 7. Se a Igreja estivesse na Terra estaria sujeita a este horrendo castigo de Deus. Apocalipse 10 identifica os eventos de Apocalipse 4 a 18 com os eventos profetizados

pelos profetas do Velho Testamento os dias da Grande Tribulação e o Dia do Senhor. A Igreja nunca esteve na visão destas profecias do Velho Testamento, pois era um mistério oculto. A Igreja tem um propósito e um programa diferentes da nação de Israel. Esta nação é que está focalizada nas profecias do Velho Testamento e em Apocalipse de 4 a 18. O ministério das duas testemunhas de Apocalipse 11 identifica-as com a nação de Israel

e com as profecias do Velho Testamento sobre o “Dia do Senhor”. Estas duas

testemunhas ministrarão em Jerusalém, a capital de Israel. A Igreja não tem Jerusalém como capital; sua cidade é celestial, não terrena (Cl 3:1-4; Fl 3:17-21). As duas testemunhas estão vestidas de pano de saco, o que é típico de Israel. Em parte nenhuma, a Igrejas se veste de pano de saco. Apocalipse 11:4 identifica as duas testemunhas com a profecia do Velho Testamento, Zacarias 4:3, 11, 14 (As duas Oliveiras) se refere a Israel, não à igreja. Além disso, as duas testemunhas invocam julgamento sobre os inimigos (Apocalipse 10:5-6). Jesus repreendeu os Seus discípulos por desejarem isto e instruiu os crentes da Igreja no sentido de que deviam orar pelo bem-estar dos seus inimigos, não pela sua destruição. (Lucas 9:54-56; Romanos 12:14;

17-21).

O diabo persegue Israel, não a igreja, durante a Tribulação (Apocalipse 12). Não pode haver dúvida alguma de que a mulher neste capítulo é identificada como a nação de Israel. O verso 5 mostra uma mulher dando à luz Cristo; é óbvio que Jesus foi dado à luz por Israel, não pela igreja(Isaías 9:6-7; Romanos 9:5). Além disso, os símbolos de Apocalipse 12:1-2 lembram a familiar tipologia de Israel no VT, onde Israel é apresentada como uma mulher (Isaías 54:4-5). O sol, a luz e as doze estrelas lembram o sonho de José relativo a Israel (Gênesis 37:9). As palavras de Apocalipse 12:2 são

quase uma exata citação de Miquéias 5:3, referindo-se ao trabalho de parto, que deu à luz o Messias. Estes símbolos não são usados nas Igrejas do Novo Testamento.

  • 5 A Purificação de Israel

A maioria das profecias sobre o Período da Tribulação encontra-se no Antigo Testamento e, portanto, é claramente destinada a Israel.

O Período da Tribulação objetiva fazer a purificação (ver Apocalipse 7:9 e 14:4) e preparar a conversão nacional de Israel (comparar com Ezequiel 20:37-38; Zacarias 13:1,8-9). Até mesmo esse mais terrível de todos os tempos será usado por Deus para o bem final, e levará a história em direção ao fim que Ele planejou. Apesar de todos os horrores desse tempo terrível, o objetivo é claro que ele levará ao livramento:

"Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela." (Jr 30:7).

  • 6 Casamento Judaico e a Igreja

Os paralelos entre o costume hebraico do casamento e o arrebatamento da igreja são inegáveis! A Noiva (a Igreja) deve esperar a vinda do Noivo (Jesus Cristo) na casa de seu pai (este mundo, controlado por Satanás). Quando o Noivo volta após um período de separação de dois anos (2.000 anos?), a Noiva é levada para a casa do Pai do Noivo (a casa do Pai Celestial) onde ocorre a cerimônia de casamento. A lua-de-mel na nova casa (as "moradas" de João 14:2) dura sete dias (corresponde aos sete anos do Período da Tribulação aqui na Terra).

Ataques ao Arrebatamento Pré-Tribulacional

A Doutrina do Arrebatamento Pré-Tribulacional tem estado em grande ataque nestes últimos anos. Alguns exemplos de personagens influentes da Igreja Emergente atual:

Brian McLaren - pastor e fundador da 'Cedar Ridge Community Church' zomba das “expectativas fundamentalistas” sobre a Segunda Vinda literal de Cristo com os Seus respectivos julgamentos sobre o mundo e admite que o mundo vai continuar conforme está, por centenas de milhares de anos (A Generous Ortodoxy, p. 305). Ele chama o literal e iminente retorno de Cristo como “Escatologia Pop-Evangélica” (Ibid, p. 267) e “Escatologia do Escapismo” (Entrevista do Planet Preterist, em 30/01/2005. Ver o site http://planetpreterist.com/news-2774.html ). Mclaren diz que o Livro do Apocalipse “não

trata de um futuro distante”, mas de “um meio de falar sobre os desafios do imediato presente” (The Secret Message of Jesus, 2007, p. 176). Ele diz que frases como “a lua se tornará em sangue” não podem ser tomadas mais literalmente do que as frases que lemos nos jornais de hoje em dia” (The Secret Message of Jesus, p. 178).

John Baker da Grace Church em Londres, Inglaterra. Rejeita o dispensacionalismo como sendo a “teologia da escapologia” e defende que “os cristãos devem investir na cultura atual, não ficando à espera, até que chegue o tempo” (Emerging Churches, pp.

78-79).

Tony Jones Escritor e Pastor da Colonial Church of Edina. Diz que a Igreja Emergente, ao contrário do ponto de vista dispensacionalista, caracteriza-se pela

“escatologia da esperança” (An Emergent Manifesto of Hope, p. 130). Ele diz: “O que eu

quero dizer é que as pessoas engajadas na igreja emergente tendem a ver a bondade e a luz no futuro de Deus, não trevas e ranger de dentes. Conquanto possa parecer óbvio a alguns seguidores de Deus, a teologia-pop de hoje está encarando o outro lado. Os novelistas e teólogos que lhes proveem o seu material tem a visão de que estamos

numa espiral descendente e que, quando as coisas aqui em baixo estiverem bastante ruins, Jesus voltará em glória. Mas nós, que estamos representados neste livro, temos uma visão diferente. As promessas de Deus para o futuro são boas e nos aguardam,

sinalizando para a frente”.

N. T. Wright Professor e ex-Bispo da Diocese de Durham, Inglaterra. Tem grande influência na Igreja Emergente, admoesta que a doutrina de um iminente Arrebatamento

é perigosa, pois ela interfere na construção do reino e nas atividades ambientais. “Se vai

acontecer um Armagedom, e todos nós estivermos no céu, tendo sido antes arrebatados, não interessa se vamos ter uma chuva ácida ou um derramamento de

gases venenosos… Ou que nos interessa se bombardeiam civis no Iraque? Tudo que realmente importa é salvar almas para este céu despovoado” (Christians Wrong About Heaven, diz o Bispo “Time”, 07/02/2008).

Tony Campolo Fundador e presidente do 'Evangelical Association for the Promotion of Education'. Diz “Quero dizer que todo esse estofo (sobre a iminente vinda de Cristo e uma literal Tribulação) não provém apenas do fundamentalismo. Ela provém do dispensacionalismo, uma bizarra forma de fundamentalismo, a qual teve início uns 50 anos atrás. Acho que precisamos desafiar o governo a realizar a obra do reino de Deus, fazendo o que é correto aos olhos do Senhor. Toda essa visão de que o arrebatamento vai acontecer a qualquer momento é usada como uma fuga, para os cristãos não se

comprometerem com os principados, os poderes e as estruturas políticas e econômicas

de nossa época”. (Baptist Press, 27/06/2003).

Marc Driscol Pastor do Mars Hill Church. Refere-se ao Arrebatamento Pré- Tribulacional como um “dispensacionalismo pessimista” (Litening to the Beliefs of

Emerging Churches, p. 146). Ele avisa que os cristãos mentalmente ligados à Escatologia não são bem-vindos em sua igreja”.

A Importância do Arrebatamento Pré-Tribulacional

Cristo, Paulo, João e Pedro ensinaram que a volta de Jesus seria iminente e deveria ser esperada a qualquer momento (Mt 24:44; Fl 4:5; Tg 5:8-9 e 1 Pe 4:7). Os cristãos primitivos viveram na expectativa da volta de Cristo como um cumprimento literal das profecias:

“Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos

ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, e esperar dos céus a seu

Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura” (1 Tes.

1:9-10).

A doutrina de um Arrebatamento Pré-Tribulacional motiva à purificação da vida pessoal do cristão:

Ela encoraja o crente nas tribulações e perseguições:

“Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas

nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras (1 Tes. 4:17-18).

Ela coloca o foco da igreja na Grande Comissão (Mt 28:18-20; Mc 16:15; At 1:8). Ela nos

ensina a pregar o evangelho, a ganhar pessoas para Cristo e a estabelecer igrejas, pois “a igreja do Deus vivo [é] a coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3:15), como o assunto mais urgente. D. L. Moddy estava certo quando disse: “Vejo este mundo como um barco destruído. Deus me deu um bote salva-vidas e me disse: ‘Moody, salve tantos quantos você puder’”.

Ela nos motiva a trabalhar na obra do Senhor (1 Co 15:58).

Ela nos motiva a uma vida obediente (1 Tes 5:4-7; 1 Jo 3:1-3).

Ela nos motiva a nos separarmos do mal (Tt 2:13-14).

Ela mantém os crentes longe da heresia e da apostasia (2 Tm 4:3-4 e 1 Jo 2:24-28).

Conclusão

Alguns proponentes dessa escatologia são: John Walvoord; J.Dwight Pentecost, John Feinberg, Herman Coyt, Charles Ryrie, Rene Pache, Henry c. Thiessen, Leon Wood, Hal Sindsay, Jonh Sproul, Richard Mayheu e outros como boa parte dos fundamentalistas.

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